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PPC - Pedagogia 2011

PPC - Pedagogia 2011

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Projeto Pedagógico do curso de PEDAGOGIA

REDE DE ENSINO

2011

SUMÁRIO
1 Apresentação.............................................................................................................................. 2 O curso e a Necessidade Social ............................................................................................... 3 Objetivos do Curso .................................................................................................................... 3.1 Objetivo Geral ........................................................................................................................... 3.2 Objetivos Específicos ................................................................................................................ 4 Perfil Profissiográfico ................................................................................................................ 5 Campos de Atuação Profissional ............................................................................................. 6 Estrutura e Concepção Curricular............................................................................................ 6.1 Número de Vagas e Turmas ..................................................................................................... 6.2 Turno de Funcionamento .......................................................................................................... 6.3 Carga horária e Período de Integralização do curso ................................................................ 6.4 Organização Curricular ............................................................................................................. 6.5 Matriz Curricular ........................................................................................................................ 6.6 Ementário e Bibliografias das Disciplinas ................................................................................. 7 Concepção e Princípios Metodológicos .................................................................................. 7.1 Interação Teoria e Prática ......................................................................................................... 7.2 Atividades Complementares ..................................................................................................... 7.3 Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................................................. 7.4 Monitoria.................................................................................................................................... 7.5 Integração Ensino/Pesquisa/Extensão ..................................................................................... 7.6 ADE : Atividade Discente Extra Classe ............................................................................ 8 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem....................................................................... 8.1 Princípios Norteadores.............................................................................................................. 8.2 Critérios de Avaliação da Rede de Ensino FTC........................................................................ 8.2.1 Verificação Multidisciplinar V.M.D......................................................................................... 9 Administração Acadêmica do curso ........................................................................................ 9.1 Coordenador.............................................................................................................................. 9.2 Perfil do Corpo Docente ............................................................................................................ 9.3 Dados sobre o Corpo Docente.................................................................................................. 10 Avaliação e Acompanhamento do Desempenho do Curso ................................................. 11 Biblioteca .................................................................................................................................. 11.1 Acervo ..................................................................................................................................... 12 Infra-estrutura Física e Recursos Materiais .......................................................................... Referências .................................................................................................................................... Anexos............................................................................................................................................

2

1 Apresentação
A proposta de ofertar a Graduação em .Pedagogia, Licenciatura, decorre da busca de uma consolidação da .Faculdade da Cidade do Salvador como uma Instituição formadora de profissionais competentes em áreas que se mostrem comprovadamente estratégicas para o desenvolvimento do Estado da Bahia. O presente Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, Licenciatura, foi concebido buscando atender os fundamentos legais: Deste modo, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, a seguir explicitadas, levam em conta proposições formalizadas, nos últimos 25 anos, em análises da realidade educacional brasileira, com a finalidade de diagnóstico e avaliação sobre a formação e atuação de professores, em especial na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino. Fundamental, assim como em cursos de Educação Profissional para o Magistério e para oexercício de atividades que exijam formação pedagógica e estudo de política e gestão educacionais. Levam também em conta, como não poderia deixar de ser, a legislação pertinente: • Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, art. 205; • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), arts. 3º, inciso • VII, 9º, 13, 43, 61, 62, 64, 65 e 67; • Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), especialmente em seu item IV, Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos e metas, relativas à formação profissional inicial para docentes da Educação Básica; • Parecer CNE/CP nº 9, de 5 de dezembro de 2007 Reorganização da carga horária mínima dos cursos de Formação de Professores, em nível superior, para a Educação Básica e Educação Profissional no nível da Educação Básica. • Parecer CNE/CP n.º 5, de 4 de abril de 2006 Aprecia Indicação CNE/CP nº 2/2002 sobre Diretrizes Curriculares Nacionais para Cursos de Formação de Professores para a Educação Básica. • Parecer CNE/CP n° 3, de 21 de fevereiro de 2006 Reexame do Parecer CNE/CP nº 5/2005, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. • Parecer CNE/CP nº 27, de 2 de outubro de 2001 Dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • Parecer CNE/CP nº 9, de 8 de maio de 2001 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • Resolução CNE/CP n.º 1, de 15 de maio de 2006 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. 3

curso de Licenciatura de graduação plena. um Projeto Político-Pedagógico. foram inseridas seis disciplinas universais e alguns compenentes curriculares foram modificados a fim de atualizar o curriculo do curso às demandas atuais. vivenciando-se o rompimento com a fragmentação em todos os níveis. nuenhuma outra Unidade com o curso de Pedagogia. Este projeto pedagógico foi escrito com o objetivo de apresentar à comunidade uma visão global do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador. de 15 de maio de 2006 e visando atender a identidade atual da instituição a qual pertence. Trata-se de uma reflexão permanente. Em meados de 2007 passa novamente por uma adequação quando as matrizes curriculares da Rede FTC e Faculdade da Cidade do Salvador são unificadas. A Faculdade da Cidade do Salvador concebe seus Projetos Pedagógicos como eixo norteador para compreensão da vida acadêmica como um tecido coeso e bem articulado. Em continuidade a esta unificação apresenta-se esta versão do documento. político-ideológicos e legais. estando sujeito às atualizações que o contexto interno e externo exigirem. evidenciando suas características. Desenvolvido por uma equipe específica em 2001. com a colaboração de coordenador e professores. Torna-se. Tendo em vista esta dinâmica incessante de construção e reconstrução do tecido social e institucional este projeto será sempre inconcluso. Assim. é um documento norteador das referências para as práticas pedagógicas da instituição. este projeto representa um compromisso definido. O formador do formador define as ações educativas e as características necessárias ao desenvolvimento do cidadão participativo. Neste sentido. Não há na Rede. que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica. criatividade e iniciativa – fatores indispensáveis para estes tempos de pós-modernidade. Em 2006/2007 passa por uma reformulação para transformar-se em curso de Pedagogia obedecendo ao contido na Resolução nº 1.º 1. articulando princípios teórico-práticos. sempre tendo em vista o fato de que a postura do Curso refletirá no profissional que ele formará. Na caminhada do processo democrático. crítico e criativo. Assim sendo. além de ser uma exigência legal. Nessa perspectiva é também um projeto político. pois apresenta as especificidades dos diversos cursos. unifica diretrizes e norteia as ações acadêmicas. projeta-se a organização dos trabalhos pedagógicos no curso de forma a vivenciar a superação das relações corporativas e autoritárias na construção coletiva. na medida em que está intimamente comprometido com a formação do professor que trabalhará a formação do cidadão e suas novas formas de exercício. parte-se da concepção de que formar profissionais competentes significa habilitá-los a compreender e resolver situações complexas e interdependentes dentro de um contexto sócio-político-econômico no qual o Projeto Pedagógico do Curso. portanto. de 17 de novembro de 2005 Altera a Resolução CNE/CP nº 1/2002. compromissado. responsável. Licenciatura ou outro curso na mesma área. fornecendo as bases sobre as quais as ações acadêmicas deverão pautar-se. época em que foi encaminhado àos órgãos responsáveis pela sua elaboração. priorizando-se a formação de habilidades cognitivas e competências sociais a partir do conhecimento.• Resolução CNE/CP n. capacidade de processar e selecionar informações. 4 . o Projeto Pedagógico do Curso Normal Superior foi retomado em 2005 quando teve sua aprovação. em nível superior.

no aspecto institucional. nas oportunidades que o mercado oferece. conforme registro no Cartório do 2º Ofício de Registro de Pessoas Jurídicas sob o nº 16. da tecnologia.015-140 (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade. com fins lucrativos. através de Avaliação Institucional. baseando-se. também.670. O IMES tem como finalidade a promoção e o desenvolvimento da educação.1 Identificação da Mantenedora NOME: CNPJ: ENDEREÇO: CIDADE: TELEFONE: E-MAIL: IMES – Instituto Mantenedor de Ensino Superior Metropolitano S/C Ltda. nº 2 . das artes e da cultura. pesquisa e extensão. • Promover o controle da qualidade dos serviços que suas unidades prestam à sociedade.1.333/0001-89 Praça da Inglaterra. criado em 10 de setembro de 2001.br O IMES – INSTITUTO MANTENEDOR DE ENSINO SUPERIOR METROPOLITANO S/C LTDA.2 Identificação da Instituição Mantida NOME: CNPJ: ENDEREÇO: Faculdade da Cidade do Salvador 04. da ciência. com a finalidade de criar e manter instituições de ensino e pesquisa. • Estabelecer diretrizes e políticas de funcionamento e de expansão de cada unidade. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1. nº 2 . no sentido de ampliar o leque de ofertas para o ensino de graduação.845. rolo nº 523. e conforme seu Estatuto é pessoa jurídica de direito privado.333/0001-89 Praça da Inglaterra. 04.Comércio Salvador (71) 3254-6000 UF: FAX: BA CEP: 40. 1. político e cultural do país. de forma que contribua para a consolidação de sua identidade.670.1. Seus objetivos são: • Prover do que é necessário a subsistência da mantida.1. de forma que possa subsidiar suas unidades.1. através de atividades no âmbito do ensino superior. social.edu. constituído como sociedade civil. • Apresentar levantamento de dados estatísticos focalizados nos cenários econômico.Comércio 5 .

015-140 (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade.br 6 .3 Corpo Dirigente da Instituição Mantida DIRIGENTE PRINCIPAL 1 CARGO: NOME: Diretora Geral Kátia Camillo de Oliveira Rua Emília Couto.285-030 ENDEREÇO: CIDADE: FONE: E-MAIL: (71) 3254-6007 katiacamillo@faculdadedacidade. 245/302 – Brotas Salvador (71) 9982-8700/3254-6017 UF: FAX: BA CEP: 40.CIDADE: TELEFONE: E-MAIL: Salvador (71) 3254-6000 UF: FAX: BA CEP: 40.br 1.edu.edu.1.

competitivos e empreendedores para atuar numa sociedade em ritmo acelerado de mudanças socioeconômicas.3 Princípios Institucionais O desenvolvimento das ações acadêmicas e de gestão da Faculdade da Cidade do Salvador orienta-se pelo paradigma da pós-modernidade que preconiza o trabalho crítico.2 Da Faculdade da Cidade do Salvador 1. tendo o educando como sujeito do processo de ensino aprendizagem e o professor como sujeito facilitador desse processo. 1. responsabilidade ética e humanística. de acordo com Perrenoud (1998). com a visão de inclusão social. tendo como referência ação-reflexão-ação e a prática social. a Faculdade da Cidade do Salvador tem como missão Desenvolver a formação de profissionais criativos. Esta missão tem como eixo epistemológico a abordagem por competências que.2. criativo e coletivo.1 Missão De acordo com o disposto em seu PDI. referência na formação de profissionais criativos e competentes. • Todo conhecimento é local e total. 1. Este paradigma emergente estrutura-se nas seguintes teses: • Todo conhecimento científico-natural é científico-social.2. com base no rigor científico e intelectual.2 Visão A Faculdade da Cidade do Salvador tem como visão o propósito de ser um centro de Educação Superior de excelência. culturais e políticas. • Todo conhecimento científico visa constituir-se em senso comum. pautando-se em princípios éticos e humanistas.2. 7 . • Todo conhecimento é auto-conhecimento. integra os diversos saberes que subsidiam o agir acadêmico na busca da interdisciplinaridade e do desenvolvimento do aprender a aprender.1.

como instituição educacional. • promover a divulgação e conhecimentos culturais. científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino. pesquisa e extensão. 8 . bem como o avanço de tecnologias de diferentes ordens. e colaborar na sua formação contínua. • incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica. A Faculdade da Cidade do Salvador. da publicação ou de outras formas de comunicação. desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive. e. inclusive em regime de colaboração com a sociedade. • formar profissionais nas diferentes áreas de conhecimento. dentre outros de acordo com os projetos específicos: • estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo. • suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização.2. destina-se a promover a educação por suas múltiplas formas. para atingir os seguintes objetivos básicos.Apresentamos os eixos estruturais do trabalho pedagógico-acadêmico da Faculdade da Cidade do Salvador: INTERDISCIPLINARIDADE COMO ESSÊNCIA ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL INCLUSÃO SOCIAL 1. modalidades e graus. desse modo. aptos para a inserção em setores produtivos e para participação no desenvolvimento da sociedade brasileira. integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração.4 Finalidades A consolidação e cumprimento da Missão da Faculdade da Cidade do Salvador implicam um planejamento contínuo de ações que propiciem a otimização de suas atividades-fim: ensino. visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura.

de pesquisa e de capacitação tecnológicas. • desenvolver projetos integrados de promoção humanística. aberta à participação da população. necessários ao desenvolvimento do sistema produtivo regional e nacional. prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade. científica. em particular os nacionais e regionais. de caráter interdisciplinar e extensionista. voltados para a revitalização do Comércio e adjacências. • promover a extensão. 9 . visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição.• estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente.

Contudo. Assim é que a sua formação profissional. no que se refere à função social de seu desempenho em ensino. Pensar na formação deste pedagogo requer discutir os caminhos e descaminhos da educação em seu macro. mostrou que houve redução na média dos 10 . o Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador. desde a década de 90. gerir e intervir em realidades escolar e não-escolar. em seus artigos 1º. começa a ser discutida com mais vigor nas duas últimas décadas. coordenado e elaborado pelo Ministério da Educação (1993-2003) foi concebido como um conjunto de diretrizes políticas em contínuo processo de negociação.2 O curso e a Necessidade Social O Curso de Pedagogia. Desigualdades e tensões têm caracterizado a sociedade brasileira. foi construído numa concepção dialógica em que educandos. são resultantes da percepção da complexidade dos problemas vividos no contexto com o qual o instituto interage. as enormes proporções da pobreza tornam necessários projetos coletivos dotados de sustentação ética e racional. em um contexto em permanente transformação.394/96. concebido à luz das mudanças nas concepções de formação do docente da educação básica. exigindo das instituições privadas o comprometimento com o bem coletivo. ao registrar os gráficos de médias de desempenho de Língua Portuguesa e Matemática na 4ª série no Brasil. ao evidenciar que a atuação do professor ultrapassa o campo da docência. pesquisa e extensão. essencial para a operacionalização de mudanças no padrão da qualidade do ensino e do aprendizado dos educandos. comunidade e equipe docente discutem resultados e consensos e. quando são avaliadas estratégias para a superação da desumanidade historicamente estabelecida. Isto. sendo. democrático. tem convivido face a face com o aumento da complexidade das relações sociais. Dessa forma. O Plano Decenal de Educação para todos. meso e micro-espaço dentro da sociedade local e regional. Numa escala estatística comparativa entre os anos de 1995 e 2003. tomada como parâmetro para avaliação das séries iniciais do Ensino Fundamental. sublinhando a importância da avaliação dos sistemas escolares visando o seu contínuo aprimoramento. expressa a intenção de expandir o Ensino Fundamental e. como responsável por manipular saberes que lhe permitam lecionar. de fato. As incertezas que surgem. com o avanço da qualificação em tecnologia. tem como proposta. anuncia uma nova cultura profissional. alguns fatores vêm impelindo uma mudança histórica e significativa no processo de formação de professores da Educação Básica no Brasil. dados recentes do SAEB indicam que ainda há muito a empreender quanto à qualificação deste professor. flexível e aberto. em que o pedagogo é visto como pesquisador educacional. a possibilidade de consolidar suas atividades. voltado para a revalorização da escola básica no que tange ao seu alcance como mecanismo fomentador da eqüidade sócio-cultural. como produtor de conhecimentos pedagógicos. enfim. muito se tem feito no âmbito da formação de professores para este nível. Essas incertezas merecem tanto mais atenção quanto mais tomamos consciência das responsabilidades diretas e indiretas associadas às tomadas de posições diante dos problemas com que nos defrontamos. O processo de modernização do país. em especial pelo que preconiza a Lei de Diretrizes e Bases 9. Esta vontade política. o Censo Escolar (2003). portanto. dessa forma. 2º e 13º. Desde a década de 1980.

O questionamento que surge com a comparação entre diferentes posições é fecundo para a renovação de idéias e o aumento da clareza quanto aos potenciais inerentes a diferentes procedimentos de reflexão. especialmente para profissionais que já se encontram em exercício do magistério e que apresentam grau de escolaridade mínima de grau médio. Em Matemática os resultados não foram diferentes. consciente das transformações da realidade. superando limitações e interiorizando novas exigências apresentadas pelo processo de mudanças da realidade. O gráfico de Língua Portuguesa revelou em 1995 uma média de [188. impondo sobre a realidade modelos que autoritariamente se sobrepõem aos movimentos de mudança. ao entendermos a realidade como processo em constante mudança. Este índice deve ser motivo de preocupação para professores e gestores escolar. entendendo estar contribuindo.4]. não restringimos a realidade ao domínio específico do mercado. em larga medida. que o instituto seja apenas uma prestadora de serviços para a cobertura de vagas. no que diz respeito à compreensão atual do que significa um trabalho educativo para educandos do ensino fundamental e médio.3] e em 2003 uma média de [169. de forma expressiva. o mercado de trabalho depende do fluxo de egressos do ensino superior. A possibilidade de convivência de posições diferentes. em sua constante transformação. Seu valor depende de sua capacidade de dar conta da realidade. para a melhoria do desempenho do sistema de ensino brasileiro com reflexos no desenvolvimento socioeconômico especialmante da Cidade Baixa. Estes índices sugerem a necessidade de continuidade no empreendimento de esforços para a formação superior de professores. se compreendermos a realidade como caracterizada pela constante transformação. que levem em conta essa caracterização. As concepções de conhecimento que podem permitir à faculdade cumprir sua função social.6] pontos e em 2003 [177. que traduz uma das medidas de melhoria desta situação. houve redução na média: em 1995 foram atingidos [190. Neste sentido. no entanto. A imposição de verdades absolutas remove da produção de conhecimento seu caráter histórico e dinâmico. Um conhecimento com pretensão de verdade absoluta deve resultar em distorção. disso não resulta. necessariamente. perspectivas variadas é fundamental para a formação do conhecimento. o empreendimento da Faculdade da Cidade na formação de professores configura-se a partir do entendimento institucional de que há uma premência muito grande para este processo formativo tendo em vista a reestruturação por que passa a educação básica. Para isso. com ponderação e rigor. O conhecimento não tem seu valor condicionado à idéia de que ele possa ser encarado como verdade irrefutável.estudantes. pólo de atuacao da Faculdade. bem como dos dirigentes e coordenadores das Instituições Superiores de Formação de Professores. devem levar em conta a intenção de propor visões da realidade que não sejam unívocas ou unilaterais. organizando-o a partir das orientações expressas na legislação vigente. como dogma. Se for verdade que. propõe um encaminhamento para suas orientações 11 . deve o próprio conhecimento ser transformado. É preciso enfatizar que.1]. O projeto político-pedagógico da Faculdade da Cidade. devemos encontrar métodos adequados para a produção de conhecimento. Visando enfrentar tal desafio a Faculdade da Cidade se dispõe à oferecer cursos de formação de professores.

Está destinado à formação inicial de profissionais para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Importa ressaltar. em qualquer área de conhecimento. e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar. na medida do possível. Caso não contribua para esse sentido dos acontecimentos. nos cursos de Ensino Médio. muito freqüentemente é necessário um trabalho de colaboração intelectual entre diferentes disciplinas. a Faculdade estaria se omitindo. considerando a responsabilidade que lhe cabe. 12 . A fim de dar condições para a implementação de práticas acadêmicas que contribuam para o benefício social. bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Os programas de formação devem reconhecer suas limitações temporais. Propostas de ensino. organizado com base na LDBEN . ou contribuindo para o incremento de problemas. preparar para experiências de integração social. As atividades de extensão se articulam com as experiências de pesquisa e ensino. a participação de educandos em atividades de extensão pode constituir em situação essencial de formação. e dar condições para atualização constante. Ciente desta questão. contra a omissão e contra o aumento dos problemas. intervenções no processo histórico da formação de professores. deve desenvolver um respeito a princípios de trabalho capazes de sustentar essa coerência e qualificar essa interação.acadêmicas. Para compreender fenômenos e solucionar problemas. vem apresentar o seu Curso de Pedagogia. nessa articulação. firmar sua posição como responsável por benefícios à comunidade. pesquisa e extensão é básica para a sustentação do curso. de modo a realizar. As transformações ocorridas em uma esfera repercutem nas outras. em coerência com seus objetivos e em favor de sua interação com o contexto. a Faculdade da Cidade do Salvador. Essas intervenções devem acontecer de maneira que a realidade conduza suas mudanças no sentido de um aumento das condições de atendimento das demandas coletivas. acreditando na importância do oferecimento de uma formação de qualidade para os mesmos. A qualidade do ensino depende da competência em pesquisa. é necessário adotar duas tendências: a primeira é a aprendizagem interdisciplinar. como é esperado de uma instituição capaz de interagir com o contexto que a mantém. projetos de pesquisa e experiências de extensão passam por transformações com o passar do tempo. seu caráter dinâmico.9394/96 e na Resolução CNE 01/99. é necessário que a Faculdade se organize internamente. constituindo transversalidade. A participação discente nos projetos e atividades de pesquisa e extensão proporciona formação integral ao estudante. Por defender a sustentação de suas ações em valores éticos. A consagrada articulação entre ensino. a Faculdade quer. A segunda é o desenvolvimento de formação continuada. diante dos redirecionamentos legais para a formação pedagogos e. e de uma diminuição da desigualdade social. O caráter dinâmico da articulação permite que a qualificação em uma esfera possa representar superação de dificuldades nas demais. Para a qualificação dos egressos. Para isso. Em diversos casos. A valorização do egresso é importante para avaliar a consistência das ações da instituição. na modalidade Normal.

62 da Lei nº 9.024. respeitando a sua diversidade pessoal. Objetivos Específicos • Formar profissionais para atuarem.1. através da prática de ensino. autonomia individual e o conhecimento de mundo. • Desenvolver a competência profissional de zelar pela aprendizagem dos educandos. com a redação dada pela Lei nº 9.131. incluindo a emenda retificativa constante do Parecer CNE/CP nº 3/2006. a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional tendo em vista o disposto no art. de 20 de dezembro de 1961. de 25 de novembro de 1995. realizados em espaços escolares e não-escolares.2. de forma integrada e multidisciplinar. e por fim a resolução Nº 1. • Formar profissionais capazes de articular o fazer e os pensares pedagógicos para intervir nos mais diversos contextos sócio-culturais e organizacionais que requeiram sua competência. delineia. Objetivo Geral Formar professores com formação inicial para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. na docência. em todas as modalidades de ensino. na modalidade Normal. de 15 de maio de 2006. durante todo processo de sua formação. alínea "e" da Lei nº 4. Por meio de estratégias de ação desenvolvidas por sua direção e seu corpo docente. através de práticas educacionais. nos cursos de Ensino Médio. bem como no planejamento e na organização de projetos e processos pedagógicos de produção e socialização dos conhecimentos referentes ao ensino fundamental. morais e estéticos. seus objetivos. • Fornecer base teórico-prática e organizar conteúdos necessários ao desenvolvimento das competências exigidas para o exercício profissional nos anos iniciais do ensino fundamental. baseadas em valores éticos. avaliação e gestão de programas e projetos educacionais. social e cultural. no art. § 2º . 13 . e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar. 3. de 20 de dezembro de 1996.394. a saber: 3. orientação. além de propiciar a construção da identidade. • Desenvolver projetos que permitam ao educando interagir com os diferentes conhecimentos. bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. • Associar a teoria e prática.3 Objetivos do Curso O curso de Pedagogia assume o compromisso de formar profissionais responsáveis pelo planejamento. 9º . e com fundamento no Parecer CNE/CP nº 5/2005.

reflexiva e interativa. • Atualizar o professor em relação a novas pesquisas e estudos relevantes para o conhecimento do desenvolvimento infantil. psicológicos e sociológicos e políticos da educação. garantindo aos profissionais da educação uma formação pedagógica interdisciplinar capaz de produzir um processo contínuo de autoaprendizagem e emancipação humana. inteirando-os quanto às tendências da contemporaneidade. com isso. • Desenvolver atividades práticas que permitam ao educando utilizar diferentes recursos metodológicos e tecnológicos voltados para a prática docente.• Desenvolver atividades que permitam despertar no educando o gosto pela pesquisa. históricos. tendo como referência os níveis de ensino onde atuará. reflexiva e criativa do profissional de educação em conformidade com os padrões éticos e humanísticos. assumirem novas posturas diante do conhecimento e da realidade. educacionais e técnicas. qualificando professores e os desafiando para avaliarem. • Formar um profissional comprometido com seus processos de auto-educação e de formação continuada. continuamente. compreendendo as especificidades dos diferentes momentos de aprendizagem e as características próprias de desenvolvimento do educando nessas etapas de estudos. seu trabalho e. • Promover intercâmbio com organizações culturais. tendo em vista as novas habilidades cognitivas e o crescente grau de complexidade das competências necessárias ao profissional da educação. visando à troca de informações e conhecimentos. com vistas a assegurar a aprendizagem dos educandos. filosóficos. bem como à Educação de Jovens e Adultos. 14 . • Preparar profissionais que conheçam e sejam capazes de organizar o trabalho pedagógico com os diversos campos de saber atinentes à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. como uma atitude cotidiana de busca da compreensão dos processos de ensino e aprendizagem. • Desenvolver um trabalho de reflexão e ação sobre o espaço organizacional da escola. • Propiciar situações de aprendizagem focadas em situações-problemas. jovens e adultos da Educação Básica. • Estimular a atuação crítica. • Possibilitar aos educandos uma sólida formação teórico-metodológica com base nos pressupostos antropológicos. que implicam no exercício da docência mediada pelos novos recursos tecnológicos de forma crítica. bem como as especificidades do ensino e da aprendizagem para crianças. • Propiciar e estimular projetos educativos para a Educação Infantil e os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. • Familiarizar os profissionais de educação com o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação. • Propiciar a compreensão da natureza da formação a que se insere. bem como os estimulando à consolidação de práticas pedagógicas inovadoras. capacitando-o para atuar em diferentes contextos e incentivando-o à formação continuada. • Desenvolver uma sólida formação científica e técnica de modo a permitir o enfrentamento do exercício profissional e da produção do conhecimento.

seja de pesquisa ou de extensão. no Ensino Fundamental. SABER PENSAR . desde cuidados básicos essenciais até conhecimentos específicos. acreditamos que se constitui como pessoa decisiva para a implementação de uma proposta curricular de qualidade.conhecimento dos conteúdos da formação.refletir sobre a própria prática em função da teoria. O egresso do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador deve estar apto a entender a especificidade do tipo de organização que é a escola. resguardando a qualidade que pretendemos atingir. Assim sendo. em espaços formais e não formais de educação. em projetos educacionais. (3) um profissional mediador entre o conhecimento social e o educando. na atual configuração que se anuncia para o desenvolvimento do trabalho educativo de crianças. Com isto. inovando nossa instituição educativa e situando a formação docente como um processo reflexivo. bem como na produção e difusão do conhecimento. um profissional: (1) com uma competência polivalente. Ao traçar o perfil do pedagogo preocupamo-nos com sua formação docente orientada para a construção de competências profissionais e articulada às diretrizes curriculares que norteiam seu campo de atuação. procurando construir soluções adequadas para potencializar seu trabalho. A proposta da Instituição para a formação de Pedagogos procura articular no seu desempenho os saberes que definem sua identidade profissional:   SABER . o que o credencia ao exercício das funções docentes. define-se como Perfil do Pedagogo que será o partícipe do desenho deste currículo. jovens e adultos. investigativo e contextualizado. capaz de responder às demandas familiares e das crianças. assim como às questões específicas relativas aos cuidados e aprendizagens infantis.4 Perfil Profissiográfico Pretendemos aqui a formação de um pedagogo que demonstre o perfil de um profissional habilitado para atuar na Educação Infantil. dinâmico. indo além de uma atitude técnica de simples transmissor de conhecimento. 15 . que se posiciona como. Pretendemos uma nova cultura de profissionalização do professor. provenientes das diversas áreas de saber. (2) comprometido com a prática educacional. que significa abranger conteúdos de natureza distintas. e investindo na identificação dos problemas que surgem na sua atividade.

II . as habilidades aperfeiçoam-se e articulamse. Competências e Habilidades do Egresso Tendo como referência as orientações de MELLO (2000) organizamos o currículo em torno de Competências Nucleares na orientação de todo o curso. social. DE 15 DE MAIO DE 2006 e naquelas indicadas pelo documento Referenciais para Formação de Professores. física. que diz: “competências são modalidades estruturais da inteligência. III .” Sem a pretensão de esgotar tudo que a escola de formação pode oferecer aos seus educandos. equânime. IV .1. ou melhor. na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano. afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas. possibilitando nova organização das competências.atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa. intelectual. situações. Por meio das ações e operações. igualitária. Art. As habilidades decorrem das competências adquiridas e referem-se ao plano imediato do “saberfazer¨. para o seu desenvolvimento nas dimensões. em espaços escolares e não-escolares. fenômenos e pessoas que desejamos conhecer. oriundas da análise da atuação profissional.fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental. Nº 1.compreender. publicado pelo Ministério da Educação. em diversos níveis e modalidades do processo educativo.trabalhar. de forma a contribuir. 4. 5º O egresso do curso de Pedagogia deverá estar apto a: I . assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria. operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre os objetos. psicológica. 16 . além de assentarem-se especialmente em definições do Conselho Nacional de Educação expressas na Resolução do CNE. o conjunto de competências apresentado preocupa-se em pontuar demandas importantes. V . ações.reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas. emocionais. Adotamos a definição de competência constante no documento básico do Enem. entre outras.saber mudar/melhorar/transformar sua própria prática. cognitivas. cuidar e educar crianças de zero a cinco anos. SABER INTERVIR .

XI . Educação Física. História. econômicas. demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas. em diferentes meios ambiental-ecológicos. XIII participar da gestão das instituições planejando. executando. Matemática. avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes. de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano. 17 . integrativa e propositiva em face de realidades complexas. Ciências. implementação. respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica. executar. entre outras. étnico-raciais. em ambientes escolares e não-escolares. classes sociais. X . XV .participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração. escolhas sexuais. políticas e outras.realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos.utilizar.demonstrar consciência da diversidade. Geografia. e sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas. estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento. aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar. necessidades especiais. étnico-racial. com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais. coordenação. XIV .promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa. de gêneros.estudar. XVI .VI . a família e a comunidade.desenvolver trabalho em equipe. culturais. XII . IX . VII . religiosas. com propriedade.identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa. acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais. acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico. sobre propostas curriculares. VIII . sobre processos de ensinar e de aprender. Artes.ensinar Língua Portuguesa.relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação. faixas geracionais. instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos. entre outros: sobre educandos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não-escolares. religiões. nos processos didático-pedagógicos.

políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto a quem atuam e os provenientes da sociedade majoritária.atuar como agentes interculturais. conforme quadro abaixo. dada a particularidade das populações com que trabalham e das situações em que atuam. modos de vida. tendo por base o perfil profissiográfico expresso nas recomendações legais. da Faculdade da Cidade do Salvador. II . orientações filosóficas. deverão: I . sem excluir o acima explicitado. Assim. Competências e Habilidades foram definidas em função da missão do curso e do perfil formativo que se quer consolidar. no decorrer do processo formativo do Curso de Pedagogia. valores. 18 .promover diálogo entre conhecimentos. com vistas à valorização e o estudo de temas indígenas relevantes.§ 1º No caso dos professores indígenas e de professores que venham a atuar em escolas indígenas.

2. tanto em áreas especificas quanto no convívio escolar. de modo a compartilhar a responsabilidade pelo convívio escolar a partir da adoção de atitudes de acolhimento aos educandos e seus familiares. • Contribuir de forma pró-ativa para melhoria da realidade escolar. cognitivo e lingüístico. Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade democrática: estéticos. físico. • Trabalhar coletivamente. • Prover cuidados e educação de crianças de 0 a 10 anos de idade. • Estabelecer relações de parcerias e colaboração com pais de educandos e comunidade. históricos. em seus aspectos afetivo. • Dominar os conteúdos básicos relativos à sua prática docente. • Construir um vínculo positivo com crianças nesta faixa etária. 19 . • Saber lidar e desenvolver crianças portadoras de necessidades especiais. • Conceber. Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados. executar e avaliar projetos e ações didáticas interdisciplinares. políticos e éticos HABILIDADES • Identificar. sociológicos e psicológicos necessários para a reflexão crítica dos diversos setores da educação. Competências referentes ao domínio do • Construir um vínculo com crianças de 0 a 10 anos. de forma ativa e colaborativa. da elaboração do Projeto Pedagógico da Escola. • Intervir nas situações educativas com sensibilidade. as contribuições da filosofia e o papel da infância e da família em cada momento histórico. • Propor escolher. • Dominar os fundamentos filosóficos. psico-social. com base em conhecimentos e situações contextualizadas. • Interagir com o educando a fim de promover a construção da identidade e desenvolvimento de sua autonomia.COMPETÊNCIAS 1. conhecimento • Organizar situações de aprendizagem adequadas a crianças pedagógico considerando o desenvolvimento. suas relações com a sociedade e com as comunidades que se inserem em particular. • Conhecer e refletir sobre a importância e o papel da educação a partir de sua constituição histórica. • Trabalhar temas que são transversais ao currículo. Competências referentes à compreensão do papel social da escola 3. interrogando-os e utilizando-os de acordo com as necessidades e problemas identificados no âmbito da educação básica. manejar estratégias de comunicação dos conteúdos e seqüências didáticas adequadas ao desenvolvimento e aprendizagem da criança. acolhimento e afirmação responsável. compreender e intervir em seu ambiente de trabalho de forma ética e estética. • Participar. aos seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar 4. • Dialogar.

• Selecionar e organizar conteúdos. • Elaborar e analisar instrumentos de coleta de dados. • Identificar dificuldades e competências e habilidades já consolidadas ao longo da sua vida escolar. 20 . • Gerenciar a dinâmica da relação pedagógica. Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem ao aperfeiçoamento da prática • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma a aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. 6. educando e saber a ser ensinado. • Integrar-se de modo ativo na sua categoria profissional. assegurando a aprendizagem pelos educandos. • Compreender à infância como a fase de aprender a se autocuidar. • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. • Compreender as relações entre professor-educando e saber a ser ensinado. 5. Competência referente ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional • Elaborar e desenvolver projetos pessoais de pesquisa e trabalho. • Contribuir com construção e aquisição do saber e de informações. • Refletir sobre sua atuação docente. • Compreender as relações entre professores. • Analisar as produções dos educandos e interpretar o seu significado.• Propor ações pedagógicas que favoreçam o despertamento. refletindo sobre sua interferência na constituição de sua identidade docente. • Promover e acompanhar o processo de desenvolvimento e aprendizagem dos educandos. articulando-os e aplicando-os em situações reais ou similares. desenvolvimento e expansão bio-psico-social do educando considerando suas características sociais. • Atuar sobre o processo de ensino e aprendizagem de forma interdisciplinar. culturais e econômicas. • Utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação de forma a aumentar as possibilidades de aprendizagem dos educandos. desenvolvimento da consciência e da inteligência dos educandos. incluindo conteúdos a serem socializados e os procedimentos metodológicos. • Sistematizar e operacionalizar a reflexão sobre a prática docente e compreender o contexto de sua habilitação em um campo pedagógico mais amplo de atuação interdisciplinar. • Construir situações didático-metodológica para o despertamento.

coletar e analisar dados sobre a atuação dos educandos e do seu trabalho pedagógico. Importa salientar que estas competências e habilidades são desenvolvidas no decorrer do curso. 21 . de forma integrada e transversal no desenvolvimento de todo o desenho curricular.• Diagnosticar situações reais do contexto educativo. • Elaborar.

• Assessoria. coordenador pedagógico. o campo de atuação do profissional formado no Curso de Pedagogia delineia-se por meio das seguintes possibilidades: • • • Docência na educação infantil (creches e pré-escolas).5 Campos de Atuação Profissional Tendo em vista os princípios e concepções articuladoras deste projeto. órgãos públicos e organizações não- governamentais. coordenação no planejamento. • Gestor de escola. econômicos e sociais. políticos. • Docência das disciplinas pedagógicas nos Cursos Normais (magistério) de nível médio (Formação de Professores). 22 . Docência nas séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série). pautando sua conduta em princípios éticos. acompanhamento e avaliação de projetos educativos em espaços escolares e não-escolares. • Assessoria para desenvolver atividades pedagógicas nas ambiências educativas de empresas. gestão. • Desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa. supervisor escolar ou orientador educacional. acompanhamento e execução de projetos para implementação as políticas educacionais em espaços escolares e nos órgãos dos sistemas de ensino. execução. • Coordenação. articuladas ao contexto social. Produção e difusão o conhecimento científico e tecnológico do campo da educação.

300 horas de Estágio Supervisionado. o sábado será utilizado para atividades extracurriculares ou avaliações. 6.1 Número de Vagas e Turmas 300 vagas anuais. com duas entradas anuais em possibilidade de formação de 03 turmas. . . totalizando 3. com o desenvolvimento de componentes curriculares variados (disciplinas teóricas-práticas.80 horas de Trabalho de Conclusão de Curso. quando necessário. (3) de estudos integradores. perfazendo um total de 3. desdobraremos a esta discussão detalhando cada núcleo com as finalidades e possibilidades de estruturação. constituídas da seguinte forma: . . atendendo aos pressupostos destes núcleos. licenciatura.3 Carga horária e Período de Integralização O curso organiza-se em 08 (oito) semestres letivos. de segunda a sexta-feira e.2 Turno de Funcionamento Diurno e noturno. prevê a estrutura do Curso constituído de núcleos: (1) de estudos básicos. 6. 6. de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia.4 Organização Curricular 23 .360 horas de disciplinas específicas.360 horas de disciplinas universais.200 horas. Adiante. A organização da matriz Curricular. garantirá a formação do Pedagogo.2.200 horas.6 Estrutura e Concepção Curricular 6. (2) de aprofundamento e diversificação de estudos. . atividades complementares e estágios) obrigatórios. com a integralização em no mínimo 04 (quatro) anos e no máximo 05 (cinco) anos.100 horas de Atividades Complementares. em seu artigo 6º. Tendo em vista a necessária articulação teoria-prática e com base Resolução CNE/CP nº 1.

. em interação. da instrumentalidade.394/96. fundamenta-se na teoria construtivista sóciointeracionista. como a paciência. Nesse contexto. saber pensar – refletir sobre a própria prática em função da teoria. que diz “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar. em que os sujeitos. coadunamos com o Artigo 1o Lei de Diretrizes e Bases nº 9. caminhando numa direção que envolve a intuição.. saber. A finalidade da educação é vista na perspectiva da formação do caráter e não simplesmente o conhecimento livresco. nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. imagéticas. sentir e ser. objeto do conhecimento e demais pessoas envolvidas no espaço escolar. entendendo como caráter as virtudes potenciais agregadas ao ser humano. saber popular e senso comum. Para tal concretização. incluindo as aprendizagens para além do conhecer. Enquanto conceito de currículo abraça a adoção da Faculdade da Cidade. a compaixão. por sua vez. do fazer. saber intervir – saber mudar/ melhorar/ transformar sua própria prática. a integridade.20) “um sistema multireferencial. aluno. na convivência humana. do viver juntos. Precisa ser considerada em toda sua plenitude. plásticas. Este currículo. etc. nas instituições de ensino e pesquisa. a humildade. “além do ego”. a dimensão transpessoal. a tolerância. p. pois precisamos.Conforme as Diretrizes estabelecidas no Projeto da Faculdade da Cidade. no trabalho. gráficas. integrado por linguagens verbais. presentes no mundo que o 24 . através do estudo das matérias do currículo escolar. “além da personalidade”. equanimimamente. assim definido por Nogueira (2001. O termo Transpessoal significa “além do pessoal”. Adotamos também saberes universais que nascem dos pressupostos contidos no Relatório da UNESCO (1999) que se categorizam como: saber – conhecimento dos conteúdos da formação. buscando a formação do ser humano na sua totalidade. o conhecimento socializado deve extrapolar o desenvolvimento das estruturas intelectivas dos educandos. o aluno deverá sempre ser reconhecido como um construtor de conhecimento e os significados que vier a construir no decurso das atividades escolares deverão ser conteúdos de natureza cultural. de referenciais de mundo. conhecimento sistematizado. constroem e reconstroem a si mesmos”. assentamos as reflexões sobre o desenho curricular do curso e sua operacionalização na perspectiva de que a Educação compreende uma dimensão que vai além do imediatismo. Neste sentido. míticas. o qual deve se revelar na relação estabelecida entre professor.

conceituais. de 20 de dezembro de 1996. de 15 de maio de 2006. do pensador e do cidadão comprometido com a finalidade de seu trabalho e com o processo de 25 . a partir do trabalho com as diferentes disciplinas: guia dos alunos e mediador dos processos psicosocio-culturais. Perpassar nossa construção curricular por uma concepção educacional construtivainteracionista implica compreender que a aprendizagem. § 2º . tais como a própria experiência adquirida na execução de sua prática pedagógica. da Faculdade da Cidade do Salvador. procedimentais e atitudinais. Desse modo. oferecendo bons modelos de ação. num ambiente de múltiplas relações e de comunicação interpessoal. de 25 de novembro de 1995. no mínimo. bem como as conseqüentes demandas apontadas pelos alunos no decorrer da formação. E qual o papel do professor? Entendemos que terá dupla função. três elementos: o próprio aluno.394. que se apresentam como resultado de uma série de interações incluindo. 62 da Lei nº 9. e com fundamento no Parecer CNE/CP nº 5/2005. em consonância com as necessidades e características dos alunos. os saberes a serem socializados e o professor. utilizando as informações devidamente estruturadas e organizadas. pretende formar profissionais. procurando-se ter como foco a construção do professor. Ele deverá ser o responsável por orientar o aluno na direção dos objetivos propostos pela Escola. as normas e orientações da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.131.024. no art.cerca. Assim é que. permitindo que seus avanços sejam cada vez mais significativos em relação aos conteúdos propostos. e por fim a resolução Nº 1. formulando indicações e sugestões para abordar tarefas novas e lançando desafios constantes. incluindo a emenda retificativa constante do Parecer CNE/CP nº 3/2006. de 20 de dezembro de 1961. levando em consideração a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional tendo em vista o disposto no art. com a redação dada pela Lei nº 9. a construção do conhecimento se processará. através de um conjunto de atividades sistemáticas mediante as quais professor e aluno dividem parcelas progressivamente mais amplas de significados em relação aos conteúdos escolares. orientada a compartilhar significados e sentidos. O aprofundamento desta escolha conceitual detalha-se no Projeto do ISECidade. apesar de contemplar mecanismos e processos biológicos. em nosso curso. 9º . nas suas vertentes . alínea "e" da Lei nº 4. também é uma construção social que implica o estabelecimento de vínculos afetivos. o Curso de Pedagogia.

porém. Um primeiro eixo está associado às relações semânticas entre o Ensino. que a Pesquisa circunscreve-se. Portanto. em projetos de iniciação científica. de modo a propiciar vivências. experiências e utilização de recursos pedagógicos. adolescentes. estudo. sustentabilidade. nas mais diferentes áreas do campo educacional. com a constante ressignificação de seu fazer (ação-reflexãoação). diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação superior. de maneira que a atividade-fim (ensino.5 O Desenho Curricular O art. Essas relações devem ser construídas de forma indissociável. pesquisa. a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. atividades práticas. sem esquecer. ao desenvolvimento de práticas investigativas e projetos de iniciação científica. 26 . da Resolução no. estudo das relações entre educação e trabalho. diversidade cultural. 6. de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças. a Pesquisa e a Extensão.desenvolvimento. 6º. o presente projeto manterá sua unidade e identidade através de dois grandes eixos norteadores. extensão) seja realizada com competência. por meio do estudo e reflexão e ações críticas. análise e avaliação de teorias da educação. monitoria e extensão. E por fim o núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular e compreendendo participação em: seminários e estudos curriculares. aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação nacional. num tripé de sustentação que provê a identidade do curso (no sentido restrito). cidadania. dentre outros aspectos: a aplicação de princípios referentes ao campo da Pedagogia bem como da gestão democrática em espaços escolares e não-escolares. nas diversas dimensões. aplicação. atividades de comunicação e expressão cultural. jovens e adultos. estudo. entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea. este primeiro momento. articule. Estas recomendações levaram a Faculdade da Cidade a definir para o Curso de Pedagogia eixos norteadores do trabalho pedagógico. utilização de conhecimento multidimensional. assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos. A mesma Resolução ainda sugere a organização de núcleos de aprofundamento e diversificação de estudos que possibilite: a realização de investigações sobre processos educativos e gestoriais. 1 de 2006 que recomenda a formação de núcleos de estudos básicos que.

é imprescindível o engajamento de todos os setores. sobretudo. dados. Para que o princípio da indissociabilidade entre ensino. de interferências que possam acrescentar. com base na organização cooperativa e coordenada do ensino. Para a efetividade da presente proposta. conteúdo e processo. que esta é uma proposta de trabalho integrado. generalização e especialização. ação e reflexão. pesquisa e extensão se torne efetivo é preciso assumir que nenhuma dessas três funções tenha precedência. na medida do possível e com o respeito à estrutura epistemológica de cada disciplina. tendo em vista a interação de disciplinas. seus conceitos básicos. agentes educativos e comunidade acadêmica envolvidos com o Curso. meios e fins. como teoria e prática. adequação. na associação dialética entre as dimensões de ponta. metodologia. sempre. procurar-se-á. Adotamos com conceito de interdisciplinaridade aquele já apresentado nos demais documentos institucionais por considerar que a Interdisciplinaridade é percebida. pressupondo-se o estabelecimento de relações de interdependência entre elas. ensino e avaliação. a operacionalização dos planos de ensino de forma a possibilitar que as diferentes áreas do conhecimento se interpenetrem e se relacionem. indivíduo e sociedade. em que se espera a adesão através de ações conjuntas. Vale dizer. 27 . importância ou subordinação em relação às demais.eficiência. O processo de discussão e inovações propostas na elaboração do presente projeto permite avançar em direção ao segundo eixo norteador: a questão da interdisciplinaridade que é nuclear nos Princípios Pedagógicos da Faculdade da Cidade do Salvador. sem perder o rumo da iniciativa. A interdisciplinaridade deverá consistir em um trabalho conjunto. responsabilidade e em constante processo de atualização e aperfeiçoamento. Para atingir esse objetivo.

articulando-se em torno de seis eixos identitários que serão. O gráfico a seguir expressa estes eixos e a sua dinâmica de constituição neste curso: Competências referentes à compreensão do papel social da escola Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados. aos seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade democrática: estéticos.Este curso de formação estrutura-se como um todo organicamente constituído. Espaços Escolares: Diversidade na Organização do Trabalho Pedagógico A Prática Inclusiva no Espaço Escolar Formal e NãoFormal Cultura. gradativamente.2 e 2008.2 ANO SEMESTRE 1º EIXOS TEMÁTICOS Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação. Aqui apresentamos os eixos referentes às respectivas Matrizes organizadas: 2007. políticos e éticos Competência referente ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática Competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico Para cada semestre foram definidos eixos temáticos que oferecem possibilidades para o exercício da transversalidade entre os objetivos políticos institucionais e os diversos componentes curriculares. Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Educação Infantil: Natureza em construção Ensino Fundamental: Natureza em construção Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos 2º 3º 2º ano 4º 5º 3º ano 6º 4º ano 7º A PRÁTICA EDUCATIVA 1º ano 28 .1 EIXOS REFERENTES À MATRIZ_2007. construídos/desenvolvidos ao longo de todos semestres.

Avaliação e Tecnologias na Organização do Trabalho Pedagógico. compõem uma totalidade única. articulando os eixos norteadores apresentados. por disciplina. bem como dos diferentes âmbitos do desenvolvimento e da autonomia intelectual e profissional. A Prática Inclusiva no Espaço Escolar Formal e NãoFormal Cultura.1 ANO SEMESTRE 1º 1º ano EIXOS TEMÁTICOS Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação. Assim. da formação comum e específica. como meio de discutir os núcleos temáticos. partindo dos referenciais da disciplina. dos conhecimentos a serem ensinados com os conhecimentos que fundamentam a ação pedagógica. A PRÁTICA EDUCATIVA 2º 3º 2º ano 4º 5º 3º ano 6º 7º 4º ano 8º Espaços Escolares: Didática. se constituem linhas unificadoras de uma formação acadêmica que necessita ser gradual e. Seja nas suas dimensões teóricas e práticas. grupos de estudos quinzenais. Pretendemos realizar. Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Educação Infantil: Natureza em construção Ensino Fundamental: Natureza em construção Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos Construção do conhecimento: saberes a socializar Estes eixos temáticos perpassam as disciplinas e. efetivamente. integral. em todos os semestres.8º construção do conhecimento: saberes a socializar EIXOS REFERENTES À MATRIZ_2008. na verdade. nos componentes curriculares denominados Trabalho Interdisciplinar Dirigido _ TID (Prática Pedagógica Interdisciplinar . Como forma de sistematizar a compreensão do assunto em cada semestre ocorrem atividades de prática pedagógica para representar a integração necessária entre as diferentes disciplinas que. ao mesmo tempo. sob orientação e condução do professor. de interdisciplinaridade.PPI) consideramos a dimensão prática 29 .

pois é dessa realidade que as propostas de ensino devem emergir.de todas as disciplinas. de atividades culturais são exemplos possíveis. grupos de trabalho supervisionado. ao mesmo tempo. envolvendo um trabalho integrado entre as diversas pessoas. no cerne de todas as disciplinas e busca concretizar a identidade do curso e do professor ao longo de todo o seu processo de formação. prioritariamente. possibilitando o exercício das diferentes competências a serem desenvolvidas. ao longo do curso no cerne das disciplinas e nas práticas. de cumprimento formal da prática de ensino. Por acreditarmos que. Espaço destinado à iniciação da articulação teoria-prática. Desempenho e Ambientação. a realização de seminários "longitudinais" e interdisciplinares sobre temas educacionais e profissionais. tendo núcleos temáticos em cada semestre. Nela poderemos. fomentar. a programação de exposições e debates de trabalhos realizados. Este exercício situa-se. Para tal estruturou-se todo o curricular – conforme apresentado anteriormente – a partir de competências previamente delineadas. Neste referido curso da Faculdade da Cidade do Salvador. A concretização de uma prática interdisciplinar será assegurada a partir do exercício permanente de aprofundar conhecimentos disciplinares e ao mesmo tempo indagar a esses conhecimentos sua relevância e pertinência dentro destas diversas atividades. pretendemos fugir da tradicional falta de um vínculo mais efetivo dos educandos com esta realidade. Além destes. Por este veio. assenta-se em três pilares: Atividade. diferentes modos de organização do trabalho. no desenvolvimento profissional do aprendiz de professor o contato com espaços educativos é imprescindível. percursos de aprendizagens variados. seminários. a Prática Pedagógica deste curso. atividades de extensão. 30 . o que não garante uma reflexão aprofundada sobre o vivido. a constituição de grupos de estudo. Cabe ressaltar a proposta das horas destinadas às Práticas Pedagógicas. as horas destinadas à prática pedagógica serão desenvolvidas atreladas ao planejamento dos componentes curriculares de cada semestre que tenham maior relevância e peso no curso. exigir dos futuros professores atuações diferenciadas. nos primeiros semestre. tutorias e eventos. teremos a organização de oficinas. em termos de atividades específicas a serem desenvolvidas em um tempo e espaço curricular especificamente delineado para isto. entre outros com intuito de promover e. descartando de nossos cursos aqueles contatos artificiais. conforme explicitado.

Ao final deste documento. Para 31 . (b) encontros para narrativas das vivências em campo profissional. (c) salas de leitura. Assim. especialmente em relação direta com o TID _ componente curricular que permite o exercício prático acerca do olhar interdisciplinar do educando. orientações e encaminhamentos. abraça a operacionalização de desenvolvimento de atividades ao longo de todo o curso. A segunda. na forma de desenvolvimento de projetos interdisciplinares. em verificar o desempenho pessoal do pedagogo para que possa perceber o seu perfil pessoal e aliar ao profissional. a Prática Pedagógica. O acompanhamento do desempenho dos estudantes e do desenvolvimento da proposta é fundamental para que se alcance o nível de formação pretendido. Assim. desde espaço e tempo para (a) organização de grupos de estudos. Desempenho pedagógico implica duas vertentes. (e) realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. (f) encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). prevendo. a partir dos eixos temáticos do semestre. sob a orientação do professor. dentre outros. ambientar-se com as relações que se estabelecem nas instituições de ensino. (d) desenvolvimento e apresentação de projetos feitos pelos aprendizes.Atividades deverão ser programadas pelo professor do componente curricular que contemple Prática Pedagógica no semestre articulando a teoria à prática. por meio destas atividades programadas situações reais de desempenho nas mais diversas situações. em contribuir para que o educando possa vivenciar. Outro elemento importante da prática pedagógica é o Estágio. Estas atividades serão individuais e previstas no início do semestre para que o educando possa organizar-se com antecedência e desenvolver a contento. apresentamos a o projeto da Prática pedagógicas e seus respectivos desdobramentos. que se operacionalizam em conjunto com os demais componente curriculares do semestre. Inserida nos componentes curriculares. com uso ou não de tecnologia. Este está desmembrado em número de 04 (quatro) e serão feitos do 4º ao 7º semestre se constituindo num conjunto de experiências diversificadas desenvolvidas em diferentes instituições ou serviços educacionais. quer formais ou não formais. A primeira. e das competências que se quer desenvolver há de se pensar sua articulação com os saberes produzidos nos diversos campos. Ambientação consiste efetivamente em criar um ambiente em que o educando possa desde cedo. conhecer-se e perceber-se capaz de desempenhar as atividades que lhes serão conferidas ao longo do exercício da profissão.

que podem ter sido realizadas em qualquer período do curso. o conhecimento. Todas elas são componentes curriculares que se relacionam dialeticamente e de forma integrada. Para o trabalho de conclusão do Curso de Pedagogia. é necessário que todos os responsáveis/participantes do curso trabalhem em sintonia. tenta despertar a consciência de valorização do professor e de sua responsabilidade social. de maneira a levar o aluno a desenvolver sua capacidade de lidar com problemas. extensão e outras (seminários. Com efeito. A idéia de “grade curricular” é ultrapassada pela concepção de matriz. congressos etc. totalizando. em todos os semestres do curso o aluno deve validar estas atividades. na origem. seu ajuste às mudanças ocorridas no mundo do trabalho. Diz Pichon Rivière: “Tomamos a palavra grega meter. que não a clássica disciplina em sala de aula. o aprender” (RIVIÈRE. O acompanhamento acadêmico envolverá o acompanhamento da trajetória curricular do estudante. II. reproduzir-se.tal. fica evidente que este projeto curricular contempla a flexibilidade. junto à comissão específica. Por estas e outras práticas. E por fim. iniciação científica. IV. garantindo assim. III.). E com isto aludimos a seu caráter fundante. econômicos e culturais. Matriz é o que une. Em relação à organização da matriz curricular vale ressaltar que a simbologia romana I. Grade é o que aprisiona. assim.35). buscando soluções. um currículo interdisciplinar deve ser pensado por áreas do conhecimento que formam matrizes e dão origem aos núcleos. Esta atividade está detalhada no Regulamento do TCC. como por exemplo: monitoria. isola as disciplinas em arquipélagos distantes. é exigida a elaboração de um trabalho de conclusão de curso sob a orientação de professor qualificado. 1991 p. Matriz como estruturação é o lugar ou a forma na qual se gera a particularidade que tem em cada um de nós o vincular-se. não representa o sistema de pré-requisito entre as disciplinas. Assim. políticos. Observa variedade na oferta dos tipos de atividades para integralização curricular. Trabalhar a visão humanística considerando os aspectos biopsicossociais filosóficos. 32 . Mas também matriz pelo que pode reeditar-se. o que está na gênese. O currículo proposto busca valorizar estudos independentes desenvolvidos pelos alunos em outros contextos de aprendizagem.

6 Ementário e Bibliografias das Disciplinas As ementas e bibliografias básicas e complementares das disciplinas.2 Encontra-se em arquivo anexo.5 Matriz Curricular MATRIZ 2007. elencadas na matriz curricular se encontram no Anexo I.6. MATRIZ 2008. 33 .1 Encontra-se em arquivo anexo 6.

concepção. permeada por temas emergentes. ênfase para condições favoráveis ao afloramento e mediação dos sentimentos e emoções em busca de uma cidadania consciente e ativa. 34 . ser e conhecer fragmentados. possibilitará aos formandos uma caminhada de aprendizagem mediada. ser. sistêmico. ações coletivas na escola. no sentido de uma educação para a compreensão do mundo. como ponto de partida que estabelecer a relação estreita e coerente entre a proposta. adulto. conectados interdisciplinarmente. que possibilite atitude de auto-determinação. conhecer integrado e integrador. as quais passam pela reconstrução de saberes e cognição. ao refletir-se sobre forma metodológica a ser adotada na experiência educativo-pedagógica que se pretende para uma Instituição reflete-se o profissional que se pretende formar. portanto. respeito ao outro. suas instituições. é preciso pensar como deve ser uma prática educativa que favoreça o exercício dos princípios democráticos. levando o ser que se educa – jovem. características e uma forma adequada e coerente de operacionalizá-la. de contextualização. Esta caminhada deverá oportunizar além do exercício e incorporação dos valores anteriormente referidos. Tais princípios se expressam no Projeto Político Pedagógico Institucional da Faculdade da Cidade do Salvador. onde exercícios democráticos. cooperação solidariedade. inteiro. iniciativa. Nesta perspectiva há que se buscar subsídios nos pressupostos emancipatórios da Pedagogia Crítica. justiça. Para tanto. são as novas exigências em relação à educação do trabalhador.7 Concepção e Princípios Metodológicos Conforme princípios estabelecidos no Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade da Cidade. acrescidas da capacidade de apresentar soluções e antecipar-se aos problemas dentre outros requisitos. por meio de exercícios constantes do pensar. incorporação de competências e habilidades múltiplas. tendo como objetivo precípuo o desmonte do pensar. do outro. Sabe-se que um dos grandes desafios da instituição escolar na contemporaneidade. o corpo docente será incentivado a optar por procedimentos metodológicos baseados na reconstrução de saberes múltiplos no desenvolvimento de habilidades e competências básicas. gestão participativa. articulando teoria-prática. Tem-se. conduzidas por uma postura reflexiva e dialógica por parte dos formadores. de si mesmo. éticos. Face a isto. total.

de avaliação. entendemos que isto não significa tornar as situações de aprendizagem dos cursos de formação análogas às aprendizagens típicas de crianças e jovens. a emancipar-se. que viabilizem a compreensão do “sentido do que se estuda”. de contextualização de saberes. Desenvolvimento de uma metodologia de trabalho interdisciplinar. libertar-se inclusive da dependência e submissão geradas pelo autoritarismo da Pedagogia Tradicional que se instalou entre nós desde os jesuítas. educação de jovens e adultos. dedicação de um olhar afetivo para aquele 35 . Contextualização dos conhecimentos.idoso -. Manter o eixo epistemológico do curso. conforme expressamos em nossas concepções pedagógicas. Em tal contexto prevemos: • • • • • • • Manter a articulação entre ensino e pesquisa. criativas. Considerando que nosso educando/professor atuará nos anos iniciais e classes diversificadas. Mas sim compreender que as concepções e as práticas vivenciadas de ensino. que permite promover uma relação com o conhecimento. aqui entendida como modo de organizar as situações didáticas e de orientar a aprendizagem. Articulação da formação pedagógica com o campo de estágio. ênfase na resolução de problemas. aulas lúdicas. Utilização da flexibilidade curricular. marcarão sua vida profissional. pois se sabe dos estreitos vínculos entre o que se aprende e “como” se aprende. com os valores e consoante com a construção da competência profissional. a condução metodológica do professor formador deve desenvolver-se em função dos mesmos princípios atinentes a um bom desenvolvimento metodológico no Ensino Fundamental: uma concepção de aprendizagem construtiva e significativa. Em nossa proposta metodológica utilizaremos a Prática Pedagógica como eixo articulador do currículo. ensino fundamental. É a metodologia. educação infantil. posicionamento mediativo e construtivo junto ao aluno. Articula-se a tais princípios o entendimento de que o êxito deste tipo de proposta educativa para formação de professores depende consideravelmente da metodologia utilizada. dentre outros. Implantação de uma cultura de avaliação contínua e qualitativa. Então.

caracterizada pelo estágio supervisionado.1 Interação Teoria e Prática A interação entre a teoria e a prática. referências “do que é ser professor/educador”. possibilitando o desenvolvimento da prática profissional. estão regulamentados pela Lei No 6. Por configurar um serviço profissional. obrigatórios ou não. E a aprendizagem de “como ser professor” perpassa. e em qualquer área profissional no Brasil. proporcionaremos a este futuro professor a oportunidade de experienciar. no processo de formação de professores. pela internalização dos “modelos” docentes que passaram por nossa vida. pelo Decreto No 87. estão fornecendo. Seja em atividades de pesquisa. Assim concretizamos um dos princípios das orientações curriculares para a formação de professores: a simetria invertida. as atitudes. durante todo o processo de formação. tempo e espaço que se pretende vir a ser desempenhada em sua prática pedagógica. Isto implica na tomada de consciência por parte de nosso corpo docente de que. executados. modos de organização dos conteúdos. acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos e programas.494/77. de análise de práticas. estruturados a partir de normas e objetivos claros. e considerando que o educando ainda não possui habilitação legal nem técnica para 36 . além de conhecimentos do campo teórico-prático. a responsabilidade pela criação de uma cultura de trabalho em colaboração. promovendo atividades contínuas de interação. realizando a transposição de conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação acadêmica. científicos. como aluno.859/94. É tarefa de nossa instituição. sociais e humanos da profissão Os estágios de qualquer natureza. De acordo com esses documentos.497/82. também. Em síntese. de debates e de outros intercâmbios possíveis. os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e devem ser planejados. ambos alterados pela Lei Nº 8. onde estão envolvidos os aspectos técnicos. constitui-se em componente curricular obrigatório que visa a aplicação dos conhecimentos estudados na realidade cotidiana. de elaboração de trabalhos escritos. 7. de comunicação e de cooperação entre os professores do curso e deles com os alunos em formação.que estuda/ aprende como ser professor. Consideramos aqui a singularidade de nossa profissão: ela é a única onde se aprende o ofício na convivência cotidiana com os fazeres deste ofício.

planejamento. tanto para aprendizagem do exercício profissional quanto para levantamento de questões importantes para a atuação e pesquisa. análise e intervenção na realidade profissional específica III. seu respeito pelo desenvolvimento da qualidade de vida. pela livre iniciativa e livre empresa. Esse processo visa garantir que o estágio esteja de fato a favor da aprendizagem. avaliando sua qualidade e eficiência. da experiência e do desenvolvimento profissional do educando.prestar esse serviço. todo estágio pressupõe o envolvimento de um profissional supervisor. propagando o desenvolvimento da sociedade e das organizações. 37 . capacidade de negociação e adaptação a novas situações no contexto social. legal e ético pelo serviço. sua conduta e relacionamento interpessoal no contexto social em que se insere. com o objetivo de aprendizagem profissional e sócio-cultural. visão de empreendimento. sendo espaço privilegiado. Nesse intuito. Os estágios supervisionados configuram um conjunto de atividades executadas pelo educando em situações reais de vida e de trabalho. Para organizarmos uma prática adequada de estágio. tomada de decisão. motivação. consideramos que deve haver uma permanente reflexão sobre seus pressupostos e atividades. junto a pessoas jurídicas ou à comunidade em geral. Possuindo interface com atividade acadêmica e profissional. Técnicos-científicos: referem-se às áreas de atuação profissional. incluindo a comunicação pessoal. estabelecemos os seguintes objetivos para o estágio supervisionado: I. Humanos referem-se a sua criatividade. liderança. sobretudo. Capacitar o estagiário para atividades de investigação. II. III. São aspectos de desenvolvimento da prática profissional: I. aliados à experiência pessoal pelo processo contínuo de ação-reflexão-ação. capacidade de convivência com o poder e o risco. iniciativa. Sociais: referem-se ao equilíbrio das atitudes do estagiário frente às questões sociais no âmbito profissional. a integração dos conhecimentos teórico-práticos. Propiciar ao educando uma visão global da instituição pública ou privada. o estágio deve funcionar como problematizador da realidade. como complemento prático da sua formação. expressando-se de forma prática. Oportunizar ao discente a vivência de situações reais da vida profissional que permitam. II. que será o responsável técnico.

frente a um futuro desempenho profissional VIII. Assim sendo. Segmento da Educação de Jovens e Adultos e nos espaços não formais educativos da sociedade. de atividades práticas e de projetos. O estágio Curricular Supervisionado a ser desenvolvido a partir do quarto semestre no Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador integra a dimensão interdisciplinar teórico e práticas do referencial curricular de maneira articulada aos conteúdos: dos núcleos de Estudos dirigidos. Favorecer ao discente a capacidade de desenvolvimento do espírito crítico. Capacitar o discente a ter uma visão generalista. sem vínculo empregatício. Esta prática se constitui obrigatória para obtenção da licença para o exercício de magistério no contexto da Educação Básica: Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental e para tanto. deve articular-se com as demais atividades acadêmicas conforme indica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). de aprofundamentos das disciplinas por meio de observação. de 29 de dezembro de 1996. investigação da realidade.IV. anos iniciais do Ensino Fundamental. proporcionando ao discente oportunidade de rever posições teóricas quanto à prática profissional em sua relação com a sociedade. VII. Estabelecer um canal de articulação contínuo entre a FTC e a comunidade. V. A carga horária destinada às atividades do estágio supervisionado incluirá as horas destinadas ao planejamento. VI. tem a abrangência na docência da Educação Infantil. Possibilitar ao discente a construção de suas próprias condutas (emocionais. criativo e empreendedor. É caracterizado e compreendido como um conjunto de atividades práticas profissionais exercidas em situações reais de trabalho. cognitivas e técnicas) a partir da situação em que se encontra. Viabilizar a realimentação do ensino. reflexão. IX. 9394. orientação paralela e avaliação das atividades realizadas sob a responsabilidade do supervisor de estágio e do professor da disciplina. conforme explicito nos seguintes artigos: 38 . como forma de retroalimentação de informações. Viabilizar ao discente sua auto-afirmação diante da possibilidade de identificarse profissionalmente e de pré-avaliar a sua capacidade profissional. docência supervisionada.

reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos... em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. o aluno deverá desenvolver habilidades e competências para: •. •. Apropriar-se dos conceitos essenciais/conteúdos a serem trabalhados com educandos. •. Nesse sentido. poderá ser objeto de avaliação. o que exigirá do estagiário. Planejar.. •. Art. a concepção que dá suporte ao Estágio Supervisionado fundamentase nos princípios da ação-reflexão-ação que tem como finalidade nortear o projeto pedagógico. Fazer intervenções pedagógicas que garantam o aprendizado dos educandos. Assim sendo. funcionários. •. 41º.Art. em todas as áreas do conhecimento. observar criticamente o entorno. •. Construir e implementar o Projeto Pedagógico da instituição como norteador do processo educativo.. •.. •. 39 . Observar e registrar a própria prática educativa. Desenvolver a capacidade para o trabalho interdisciplinar. O conhecimento adquirido da Educação Profissional. para atingir o perfil do licenciado em Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador expresso o projeto político pedagógico.. refletir e exercitar o fazer pedagógico a partir deste fundamento epistemológico.. •. Elaborar instrumentos e novos dispositivos para realização avaliação processual e/ou diagnóstica.40º. •. o processo educativo. inclusive no trabalho. A Educação Profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada. Realizar intervenções pedagógicas com educandos que possuem dificuldades de aprendizagem... •.. Entender o fazer pedagógico como exercício de pesquisa... •. Desenvolver a capacidade de observação. Compreender e intervir no processo de alfabetização e letramento. executar e avaliar suas ações pedagógicas cotidianamente. pais e/ou responsáveis. Conduzir reuniões com professores.

As atividades de estágio serão desenvolvidas em escolas da rede pública ou privadas. a saber: crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 5 ou 6 anos de idade.Encontra-se anexo o Plano de Estágio. regulamento e proposta de ementas. desde que autorizadas pelos órgãos competentes. terá redução de carga horária prevista no Estágio Supervisionado. Condições e Desenvolvimento do Estágio I.A realização do estágio em época diferenciada pode ser aprovada de acordo com as necessidades do plano de estágio proposto. No Ensino Fundamental. VII. Ensino Médio ou Gestão em Espaço Escolar e não Escolar. 7. VI. e a Deliberação CEE 60/2006 homologada pela Resolução SEE de 20. IV. O discente que exerce atividade docente regular na Educação Básica: Educação Infantil ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental I e II.1. a juízo da Coordenação de Estágios de Formação de Professores da Faculdade da Cidade ouvido o Colegiado do Curso. III.1. para gestão de processos educativos em espaços formais e nãoformais e apresenta uma carga horária de Estágio Curricular Supervisionado de 300 horas. que normatiza tais Diretrizes. As atividades do Estágio Supervisionado devem ser cumpridas dentro dos períodos letivos regulares. 40 . as atividades de Estágio devem ocorrer em classes de 1º ao 4º ano ou 5º se for o caso. quando tiver mais de um ano de atividade no respectivo campo de trabalho. a organização curricular do curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador contempla a licenciatura para docência na Educação Infantil. as atividades de Estágio deverão ser desenvolvidas em turmas de diferentes fixas etárias. II. . PUBLICADA EM 22/09/2006. De acordo com a Resolução CNE/CP nº1 de 15/05/2006 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Pedagogia. nos anos iniciais do Ensino Fundamental. No segmento da Educação Infantil. V. licenciatura.

VIII.

Na realização de Estágio, um mínimo de 2 horas e um máximo de 6

horas diárias devem ser cumpridas. As exceções devem ser justificadas a coordenação da Central de Estágios pelo professor supervisor, e por elas autorizada.

7.2 Atividades Complementares As atividades complementares caracterizam-se como um componente curricular obrigatório que visam estimular a formação do educando autônomo, que busca novas oportunidades de aprendizagem além dos componentes da estrutura curricular estabelecidos pelo curso. É um mecanismo de aproveitamento de estudos e experiências realizadas pelo acadêmico, complementares à integralização curricular, que deverá ser realizado ao longo do curso, desde que obedecidas as normas e prazos da instituição para o cumprimento de tal atividade. Deve-se prever a inclusão de atividades de caráter científico, cultural e acadêmica, articulando-se com e enriquecendo o processo formativo do educando como um todo, prevendo a ampliação do universo cultural dos educandos e diversificando os espaços educacionais, tais como: seminários, apresentações, exposições,

participações em eventos científicos, estudo de caso, ações de caráter científico, técnico, cultural e comunicativo, produções coletivas, monitorias, resolução de situação-problema, e projetos de ensino. A carga horária das atividades complementares de acordo com as Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia o total de 300 horas e categorizam-se em dois tipos: Atividades Complementares Dirigidas, aquelas definidas pelo Colegiado do Curso e promovidas pela Rede de Ensino FTC, e Atividades Complementares Abertas, aquelas que o educando desenvolve independente da instituição, e categorizam-se em 3 (três) grupos: Grupo 1 - Atividades de Ensino; Grupo 2 Atividades de Pesquisa; e Grupo 3 - Atividades de Extensão. São objetivos das Atividades Complementares: I. II. preparar e integrar o discente na prática profissional; comprometer o estudante no desenvolvimento de um processo de auto-gestão em diferentes setores de atuação, a partir do saber acadêmico adquirido; III. ampliar a visão acadêmico-científico-cultural do discente, visando à formação de um profissional atento às transformações da sociedade; 41

IV.

proporcionar ao estudante espaços diferenciados para a aquisição do saber, estabelecendo relações com a atuação profissional;

V.

levar o estudante à reflexão, considerando o saber acadêmico e as implicações com os princípios éticos e de cidadania;

VI.

inserir o estudante na pesquisa, visando à autonomia do sujeito na construção do saber;

VII. formar profissionais qualificados para atuar com flexibilidade, adequação e criatividade na prática profissional. VIII. flexibilizar o currículo pleno do curso; IX. proporcionar instrumental. As atividades complementares previstas para o estudante de Pedagogia bem como horas de aproveitamento estão descritas no regulamento de Atividades ao estudante aperfeiçoamento crítico-teórico e técnico-

complementares em anexo.

7.3 Trabalho de Conclusão de Curso

A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC será resultado de um processo gradativo de construção de conhecimento e valorização do trabalho em pesquisa desenvolvido durante todo o curso, promovendo a capacidade de identificação de temáticas, a formulação de problemas, a elaboração de projetos, a identificação de métodos e de técnicas, e o controle de planejamento dos educandos. O TCC de caracteriza como um trabalho obrigatório individual ou em grupo, de caráter teórico e/ou prático, configurando-se num momento de reflexão critica e investigativa, de consolidação do percurso da graduação, onde o futuro profissional tem a possibilidade de experienciar, com autonomia, um aprofundamento de seus conhecimentos em tema específico, mediante orientação de um professor que componha o quadro de professores-orientadores da Faculdade da Cidade do Salvador e FTC e estabelecido pelo Colegiado do Curso. O TCC deverá ser desenvolvido a partir de uma problemática que esteja em consonância com as linhas temáticas de cada curso da instituição e a realidade regional de cada unidade, através da elaboração de um trabalho acadêmico, a saber: Monografia; Artigo Científico; Plano de Negócios - envolve a elaboração de 42

um projeto de empresa- Escola, desde sua concepção filosófica até sua estrutura legal e operacional; Projeto de intervenção - envolve a elaboração de um projeto com linhas de ação devidamente fundamentadas, buscando atender aos problemas detectados em uma dada realidade e as suas demandas; ou Protótipos e instrumentos desenvolvidos, ferramentas audiovisuais, metodologias criadas ou desenvolvidas. São objetivos da elaboração do TCC: I. avaliar as condições de qualificação do formando para acesso ao exercício profissional; II. possibilitar ao educando o desenvolvimento de suas capacidades científicas e criativas na sua área de formação; III. correlacionar teoria e prática do curso; IV. propiciar aos graduandos condições necessárias à elaboração de um estudo teórico e/ou trabalho de campo de acordo com as normas técnicas que configuram a pesquisa científica; e V. incentivar o desenvolvimento de projetos de responsabilidade social. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, o Trabalho de Conclusão de Curso de Pedagogia - TCC é um trabalho monográfico que deverá ter caráter científico e/ou filosófico, em conformidade com os princípios gerais de um trabalho de pesquisa científica no campo da Educação, constituindo-se de pesquisa teórica ou teórico-empírica. Deverá focalizar um tema ligado aos conteúdos do curso e em consonância com os objetivos do mesmo. Tem-se como objetivos: I. Possibilitar o aprofundamento de temas abordados durante o curso, integrando os conteúdos e atividades desenvolvidas nas diversas disciplinas; II. Aprimorar as habilidades acadêmicas trabalhadas e desenvolvidas pelo estudante no decorrer do curso; III. Proporcionar ao estudante uma perspectiva de trabalho em uma linha de pesquisa com critérios qualificadores que possibilitem a formação de um futuro pesquisador; IV. Viabilizar o exercício da elaboração escrita e apresentação oral do trabalho monográfico. Maiores detalhamentos estão contidos no Regulamento de TCC. 43

possibilitando o aprofundamento do conhecimento em determinada área específica e o desenvolvimento de atitudes e habilidades favoráveis à sua formação acadêmica profissional. evasão e falta de motivação. de modo a intensificar o relacionamento entre educandos e professores. de modo a superar problemas de repetência. II. contribuir para a formação do educando-monitor. VII. visando à docência no ensino superior. IV. pesquisar metodologias de ensino adequadas ao ensino da disciplina em questão. propor formas de acompanhamento de educandos que apresentem dificuldades. 44 . promovendo a cooperação acadêmica entre discentes e docentes. São objetivos das atividades de Monitoria: I. que buscarão criar condições para que o discente possa desenvolver o pensamento e o comportamento necessários para a realização do trabalho científico independente. III.7. por permitir a vivência pedagógica. ampliar a participação de educandos de graduação no processo educacional e nas atividades relativas ao ensino. fortalecendo a articulação teoria/prática e a integração curricular em seus diferentes aspectos. desenvolver projetos de pesquisa e/ou de extensão relativos à disciplina. V.4 Monitoria A Monitoria visa proporcionar aos discentes dos cursos de graduação da Rede de Ensino FTC a oportunidade de engajar-se em um plano de atividades de ensino. Caberá ao professor responsável pela disciplina o estabelecimento de novas práticas e experiências pedagógicas. A orientação e o acompanhamento pedagógico do monitor estarão a cargo do professor responsável pela disciplina e da coordenação do curso a que estiver vinculada a mesma. favorecer o desenvolvimento de atividades de nivelamento escolar. criar condições para a iniciação da prática da docência por meio de atividades de caráter pedagógico diferenciadas e do desenvolvimento de habilidades relacionadas a estas atividades. a partir do planejamento do professor responsável pela disciplina. VI.

Uma outra modalidade de integração das atividades de graduação às atividades acadêmicas é a Monitoria. e aquelas consideradas de conteúdo mais aplicado/prático. tem a possibilidade de investir em sua própria formação. criar condições para que os membros do corpo discente do Instituto possam desenvolver pensamento e comportamento para o trabalho científico independente. que necessitam da orientação extraclasse através de um Monitor. A Monitoria constitui-se essencial. O sistema de monitoria do Curso de Pedagogia é normatizado pelo Regulamento Institucional de Monitoria da Faculdade da Cidade. face o grande número de alunos matriculados e à necessidade de um maior acompanhamento didático. envolvendo docentes e 45 . Esta orientação pode resultar na motivação do aluno e no aproveitamento do conteúdo das disciplinas. como Monitor este aluno –futuro docente. com este programa pretende reduzir problemas como a reprovação e abandono de disciplinas. Além disso. o projeto contempla disciplinas que exigem uma intensa carga de leitura. Desse modo promove-se a cooperação acadêmica entre alunos e professores. a medida que experiência técnicas. pesquisa e extensão significa caminhar para que a educação seja realmente integrada. Além disso. que exigem do aluno orientação em pesquisas.A Monitoria tem por objetivo proporcionar ao estudante de graduação do Curso de Pedagogia oportunidade de engajar-se em um plano de atividades de ensino que possibilite o aprofundamento dos conhecimentos em determinada área específica e o desenvolvimento de atitudes e habilidades favoráveis à sua formação acadêmica profissional. didáticas e científicas de determinada disciplina. O programa de monitoria Acadêmica representa uma importante iniciativa para a melhoria da qualidade do ensino e dos conteúdos ministrados nas disciplinas. ciclos de estudos e aplicação de exercícios.5 Integração Ensino/Pesquisa/Extensão A Rede de Ensino FTC entende que unir ensino. Além disso. 7. inclusive. seminários. assim como da relação professor/aluno. integra-se ainda aos pares da Instituição e à comunidade em geral. Especificamente no Curso de Pedagogia.

são ações socialmente construídas. ao contrário. avaliação.discentes numa criação e re-elaboração do conhecimento. conseqüentemente. em uma perspectiva construtiva e dialética configurando-se. bem como promovendo o fortalecimento do ensino através de um processo de ação/reflexão/ação. A Rede de Ensino FTC compreende que é fundamental a continuidade do desenvolvimento dos conhecimentos e. Conforme a Política de Ensino. com responsabilidade e comprometimento. a instituição busca vincular. permitindo que as mesmas sejam realmente relevantes a esta sociedade. suas ações às necessidades da comunidade. que inclui a formação de grupos de estudos nos cursos de graduação. com intuito de que a realidade seja apreendida e não somente reproduzida. apesar de envolverem mecanismos biológicos. 46 . entendem-se que o ensino está vinculado de forma intrínseca à aprendizagem e ambos. favorecendo o surgimento de linhas de pesquisa. além do ensino. é uma relação recíproca na qual se destacam o papel orientador do professor e as atividades dos discentes. a pesquisa e a extensão. A instituição tem como base de sua proposta pedagógica a melhoria qualitativa do ensino superior. como ação cultural. re-elaboração e encaminhamento das ações educativas que se pretende desenvolver a consciência de cada um frente ao processo de ensinar e aprender. para tal. mediadores do processo ensinar e aprender. os docentes. não é simples transmissão do professor que ensina para o educando que aprende. cada vez mais. como educação continuada. assumindo. do envolvimento de todos os segmentos na execução. Desta forma. indissociavelmente. e como prestação de serviço. Pesquisa e Extensão da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. o seu papel dentro do grupo. Isto certamente favorecerá a construção da cientificidade do processo de ensinar e aprender que envolve. que contribuem para o amadurecimento intelectual e profissional dos educadores e. desenvolve atividades de extensão nos seus diferentes ângulos: para o desenvolvimento comunitário e a formação da consciência social. É através de um trabalho coletivo e participativo de toda a comunidade acadêmica. viabilizando a participação dos educandos no desenvolvimento da iniciação científica. A Rede de Ensino FTC trabalha o processo ensino-aprendizagem como elemento estrutural fundamental na qualidade do ensino. pois compreende que a relação entre o ensino e a aprendizagem não é mecânica.

visando à aplicação das abordagens acadêmicocientíficas e tecnológicas às necessidades sociais. desenvolvendo projetos de extensão. com intuito de que a realidade seja apreendida e não somente reproduzida. assumindo. à atividades de iniciação científica e ao desenvolvimento de práticas investigativas. E favorecendo continuidade ao desenvolvimento dos conhecimentos. sobretudo com a participação discente. envolvendo docentes e discentes numa criação e reelaboração do conhecimento. permitindo que as mesmas sejam realmente relevantes a esta sociedade. a Instituição busca vincular. voltados para o trabalho da escola. com responsabilidade e comprometimento. neste período inicial. locais ou regionais.Conforme os documentos supra-citados. O Curso de Pedagogia entende que unir ensino. Essa política permite a formação e a consolidação da atitude científica que se reflete no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os novos desafios. de servir à comunidade local e regional e de fomento ao desenvolvimento e geração de tecnologias. significa caminhar para que a educação seja realmente integrada. aliadas ao ensino de graduação e pós-graduação. bem como promovendo o fortalecimento do ensino através de um processo de ação/reflexão/ação. Desta forma. desenvolverá ações nos seus diferentes ângulos: extensão com o 47 . pesquisa e extensão. É através de um trabalho coletivo e participativo de toda a comunidade acadêmica. comunitárias. articulados com o ensino e a pesquisa. o seu papel dentro do grupo. E a extensão. do envolvimento de todos os segmentos na execução. Conforme seu regimento interno. a Pesquisa circunscreve-se. a IES propõe desenvolver projetos de pesquisa em diferentes modalidades e áreas. o Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador propõe ser um órgão promotor e incentivador de extensões e. especialmente como função indissociável do ensino e da extensão e com o fim de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados em cursos. conforme a Política própria da IES. suas ações às necessidades da comunidade. cada vez mais. sob a forma de atividades permanentes ou temporárias. avaliação. nesse sentido. na forma dos projetos aprovados pelo Conselho Superior Acadêmico. Assim. serão realizados cursos de extensão e atualização. à medida que se consolida. família e comunidade. reelaboração e encaminhamento das ações educativas que se pretende desenvolver a consciência de cada um frente à sua liberdade de ensinar e aprender. além das atividades de pesquisa.

extensão como ação cultural. o Colegiado do Curso desenvolverá ações interdisciplinares para a realização de projetos de pesquisa que possam subsidiar a orientação e a atualização do ensino em diferentes cursos considerando-se o caráter multidisciplinar de sua oferta.394.773. de 9 de maio de 2006. da Lei nº 9. Fortalecidos os vínculos. de 24 de novembro de 1995. 7. devendo os Colegiados de Cursos fomentar a sua execução como forma de avaliação de desempenho dos alunos e de reprogramação de atividades curriculares. publicado no DOU de 25 de junho de 2007 sobre os procedimentos a serem adotados para operacionalização da hora-aula de 60 min.131. 7º. do art.desenvolvimento comunitário e a formação da consciência social. de acordo com as exigências do padrão de qualidade. como atividades associada ao ensino. priorizando o olhar para aqueles que necessitem de intervenções pedagógicas específicas. estarão sempre vinculadas ao ensino. feiras. como elaboração de material didático. extensão como educação continuada. Em uma primeira etapa os alunos irão realizar um diagnóstico em escolas e espaços não formais da Cidade Baixa e do Comércio. extensão como prestação de serviço e extensão como formação de opinião pública. A Pesquisa realizada no âmbito do curso note-se iniciação à pesquisa. Curso e Escolas. caput.6 ADE : Atividade Discente Extra Classe Em atendimento a Resolução CNE/CES nº 3 de 2 de julho de 2007. empreenderemos em planejar propostas de ação que podem significar desde cursos de formação continuada. De modo articulado. de forma articulada às disciplinas de Pesquisa e Prática Pedagógica. circunscrevese.1. 48 . agora incorporando as Atividades Discentes Extra-Classe – ADE. etc até propostas de intervenção.024. de 20 de dezembro de 1961. pelo art. de 20 de dezembro de1996. As atividades acadêmicas quer de extensão ou iniciação científica. homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação. 9º. será utilizado um Novo Formulário para o Plano de Ensino das Disciplinas. inicialmente. da inovação da ciência e da tecnologia e da criação de metodologias mais adequadas. com as alterações da Lei nº9. do § 1º. Desta maneira a Faculdade da Cidade atendendo a esta resolução dispõe que. bem como o disposto no Parecer CNE/CES nº 261/2006. a partir do semestre 2010. e do Decreto nº 5. da Lei nº 4.

práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. pesquisa bibliográfica e outros). listas de exercício. fornecer instruções de como realizá-la e avalia os resultados apresentados pelos alunos. atividades em biblioteca (estudo específico. tais como: laboratórios.Segundo a legislação em vigor. o professor solicita aos alunos uma determinada tarefa extra-classe. Para a aplicação dessa metodologia orientada. para o cumprimento desta carga horária poderão ser consideradas as atividades acadêmicas de trabalho discente efetivo que compreendem por exemplo: atividades práticas supervisionadas. trabalhos individuais e em grupo. iniciação científica. A quantidade de horas de ADE é proporcional a carga horária da disciplina . Vejamos o quadro abaixo: Carga Horária disciplina 40 60 80 da Carga Horária – ADE 08 12 16 49 .

50 . da indagação. a avaliação adquire características que evidenciam o projeto político pedagógico da instituição. bem como a concepção que os professores têm do ato educativo. comprometendo-se com seu desempenho e processo de construção do saber. posteriormente. Educandos e professores estão permanentemente avaliando a tudo e a todos e são os produtos da prática permanente da reflexão que geram as atitudes de colaboração. A avaliação precisa estar centrada na aprendizagem do educando. Ao centrar as atenções no processo de ensino-aprendizagem. independente dos aspectos concernentes à mensuração do rendimento escolar. a regulamentação desse processo. políticas e éticas em torno um projeto de curso necessitam ser constantes. administração. da problematização.8 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem 8. mas ganha dimensões ainda mais acentuadas quando se trata de uma proposta de currículo integrativo. norteando as ações docentes e discentes. A formação desse perfil implica em práticas educativas integrativas. A contínua e profunda reflexão sobre as práticas pedagógicas se faz necessária na implementação de qualquer projeto pedagógico de curso de graduação. Não pode estar a serviço de uma prática que centraliza suas atenções somente em provas ou exames e a partir de médias numéricas que não conseguem representar o verdadeiro nível de aprendizagem do educando. A prática da avaliação a partir de uma concepção pedagógica consistente e dinâmica faz-se presente no dia-a-dia da sala de aula. Assim.1 Princípios Norteadores A Rede de Ensino FTC vem desafiando-se na construção de um processo de ensino e de aprendizagem que tem como horizonte a formação de perfis humanos que estejam comprometidos com os aspectos profissionais e humanos. de liderança. teóricas. com capacidade de tomar decisões. planejamento e educação permanente. da significação dos conhecimentos acumulados pela humanidade. organizadas em torno da pesquisa. da leitura crítica das práticas sociais vigentes. O debate de concepções e opções metodológicas. buscou-se a construção de concepções de avaliação de aprendizagem e. ou arrisca-se a fragmentação dos próprios projetos.

que tem como eixo 51 . apesar de intrinsecamente ligados no trabalho pedagógico. é entendida como processual. refere-se a sua função ontológica e constitutiva. a compreensão e o desenvolvimento da capacidade do educando para resolver problemas referentes aos assuntos. Caracteriza-se aqui a ação de mapear.O objetivo da avaliação do ensino deve estar voltado para a construção do conhecimento. a partir da determinação de valores específicos. A avaliação da aprendizagem de conceitos e conhecimentos diversos situa-se no âmbito da qualidade/quantidade. com o fim de elaborar uma ação pedagógica mais próxima das reais necessidades destes sujeitos. que. que tem um caráter investigativo e processual. tipologicamente. suas concepções e conhecimentos. os valores e condutas dos educandos. das ações dos estudantes em seu processo de aprendizado. fórmulas e métodos que lhe foram efetivamente ensinados. A característica somativa da avaliação nos incita a trazer à tona uma discussão polêmica sobre os seus aspectos qualitativos e quantitativos. desde o instrumento mais usual que é a prova que. até à atribuição de valores a aspectos da conduta do educando frente a situações especificas de aprendizagem. como aspectos qualitativos da avaliação. formativa e somativa. E aqui se refere a diferentes modalidades de avaliação. conseqüentemente. Na medida em que se quantificarem os resultados da aprendizagem. A partir da colaboração de Luckesi (1995) alguns pontos importantes podem ser considerados no desvendamendo das funções da avaliação. etc. a reorientação do planejamento e. estar-se-á procedendo à avaliação quantitativa. tal como desempenho em classe. relacionamento com colegas em um trabalho de grupo. De acordo com a Lei 9394/96. A dinâmica da avaliação. Em sua interface formativa. contínua e articulada. envolvendo as atitudes do professor. após ser analisada qualitativamente é mensurada. No seu aspecto diagnóstico. fazer um estudo inicial e continuado sobre a realidade dos educandos. pode ser compreendida a partir de três vertentes básicas: diagnóstica. Desta forma ela permite e exige o redirecionamento. definiram-se. sendo realizada cotidianamente com vistas à identificação constante da aquisição e/ou (re)construção de conhecimento e dificuldades que se instaurem no percurso do processo ensino-aprendizagem. dizem respeito a diferentes propósitos do Projeto Político Pedagógico.

no processo de ensino-aprendizagem. que tenham pleno conhecimento do como serão avaliados. onde estes não se sintam reprimidos e possam manifestar suas dúvidas. que vai se dar a aprendizagem. Para esse autor. limites e possibilidades são desvendados e pode-se permitir lançar um olhar mais acolhedor para as possibilidades de aprendizagem. a avaliação tem as seguintes características  Propiciar a autocompreensão. buscando um clima favorável à construção e participação de todos. Auxiliam. 52 . inquietações e incompreensões quanto ao que está sendo aprendido. à medida em que se detectam suas potencialidades.  Auxiliar e aprofundar a aprendizagem: na prática da avaliação da aprendizagem. através de que instrumentos e a partir de que critérios. o dos professores e o dos educandos. configurando-se nas decisões que devem ser tomadas e na reorientação do processo ensinoaprendizagem.central a criação de base para tomadas de decisão. atento às necessidades dos educandos. o professor precisa estar freqüentemente atento às alterações de comportamento dos estudantes. mas possibilitam. na medida em que. Dessa interação vão surgir condições mais efetivas para que ambos possam ser capazes de avaliar a si mesmos e as aprendizagens em questão. tomando decisões quanto ao prosseguimento do processo ensino-aprendizagem. bem como para as possibilidades dos educandos. Isso implica em refletir: de que forma se entende o erro. da qualidade possível da aprendizagem. as atividades devem possibilitar a manifestação. inclusive. que se ajustem desde as políticas e práticas curriculares e o fazer pedagógico do professor na sala de aula. como é o caso deste documento.  Fornecer bases para o planejamento. na medida em que. permitindo. o aprofundamento da mesma. Inclusive. viabilizam-se a construção de outros saberes por parte do sujeito aprendente. guiado pela perspectiva do seu crescimento e superação dos obstáculos que porventura se apresentem. ao educador e ao próprio educando. A avaliação se insere nas relações dinâmicas de sala de aula. tanto do educando quanto do educador. Para que isso ocorra. também. Ressalta-se que é nas relações cotidianas entre professor e estudante. ao mesmo tempo. de ambos as partes.

também. etc. como em grupo (toda a classe). exercícios. não devem estar em julgamento apenas o grau de aprendizagem alcançado pelo educando. para cumprir sua finalidade de reorientação dos processos de aprendizagem. mas também da própria atividade do professor. devem participar de todo o processo de avaliação. quando se fizer necessário. o instrumento de avaliação deve ser 53 . muitos outros aspectos relacionados à atitude do professor. exercícios etc. etc.. Nesse sentido. por todos os educandos. que conduzam à melhoria da aprendizagem e do currículo. metodologia. não só pelo professor mas. Nessa perspectiva. Afinal. mas também. a avaliação deve apresentar características de continuidade. os resultados e sua análise. com as habilidades desenvolvidas. processual e diagnóstica. deve ser conhecidos. – é progressiva. pois não se pode pretender que o educando manifeste uma aprendizagem que não foi proposta. compatibilizando-se as habilidades exigidas. pois a avaliação. contínua e integrada. Nesse sentido é dinâmica. incluindo o procedimental e atitudinal. Como processo. voltada para a aprendizagem. trabalhos em grupo. enquanto parceiros na dinâmica do ensino/ aprendizagem. não trabalha apenas com aspectos do aprendizado do conteúdo cognitivo.) e os conteúdos envolvidos de forma interdisciplinar. seminários. coerente com a forma de ensinar. só é verdadeiramente eficiente. em especial do processo ensino-aprendizagem. entre professor e educando. Essa avaliação precisa se alicerçar em objetivos e critérios claros. precisos. a avaliação não deve ater-se apenas ao juízo que o professor estabelece do educando. – é abrangente. no instrumento de avaliação. E devem ser discutidos e repensados.) necessitase atentar para:  Estabelecer uma relação adequada entre o instrumento escolhido (provas. registro de observações. bem como atuação da instituição frente à operacionalização do seu projeto político-pedagógico. se ocorrer de forma interativa. sejam quais forem (provas.  Compatibilizar os níveis de dificuldade do que está sendo avaliado.Professores e estudantes. Ao se construírem os instrumentos de avaliação. Assim. da instituição. conteúdos. simples. etc. com os níveis de dificuldade do que foi construído em relação aos objetivos propostos nos Programas de Aprendizagem. tanto individualmente (cada educando)..

na Rede de Ensino FTC. Para responder ao que é pedido. caso se faça necessário. É importante a devolução dos instrumentos de avaliação pelo professor. presencial. sendo: 54 .  Quanto ao processo de correção. do valor da nota em avaliação desenvolvida em grupo. com clareza e objetividade. seja pelos exercícios inteligentes. antecipadamente. ajudem na construção do conhecimento seja pela demonstração da essencialidade dos conteúdos e sua interrelação. ou aprofundamentos cognitivos propostos. abrindo espaço para uma relação dialógica e construtiva. o instrumento de avaliação. Número das unidades: Serão 2 (duas) unidades por disciplina (U1 e U2).  Elaborar. além de avaliarem. viabilizando e colocando-se à disposição do educando.2 Critérios de Avaliação da Rede de Ensino FTC A Avaliação.  Construir instrumentos que. realizado com o professor da disciplina. o educando precisa saber com clareza o que está sendo solicitado. Número de avaliações no semestre: A critério de cada curso.compatível. critérios claros e precisos do que se quer avaliar. estabelecer. com o proposto pelo planejamento e mediado pelo docente. 8. a fim de que compreendam o processo/estágio pessoal de construção dos conhecimentos. usando uma linguagem clara e compreensível. em termos de dificuldade. para um possível redirecionamento do aprendizado. do valor da nota em avaliação individual. E o que fazer com os resultados? Este é o momento crucial para se desencadear uma série de reflexões junto aos pares (outros docentes e estudantes). sendo em cada unidade: • 80%. se constitui processo essencial para o aprimoramento constante de toda a dinâmica institucional. com o instrumento indicado pelo professor. • 20%.

O projeto VMD (Verificação Multidisciplinar). Ela é gerada em formato de caderno. Design Moda e Produto. Jornalismo.4 VERIFICAÇÃO MULTIDISCIPLINAR . por disciplina.. tem como objetivo identificar o nível da aprendizagem dos estudantes. Direito. no que se refere a estudos e avaliações pedagógicas. conceito que segundo Hoffman (2009). O Projeto foi criado em 2009. . os professores passaram a analisar cuidadosamente seus planejamentos. valoriza os procedimentos avaliativos. valorização de suas manifestações e interesses”. Publicidade. estabelecendo uma associação com os conteúdos essenciais constantes nas ementas. além de qualificar-se na criação de questões mais instigantes e elaboradas. aferindo as competências e habilidades estabelecidas nas Diretrizes Curriculares dos Cursos e no ENADE. O Projeto VMD envolve todos os cursos de graduação em funcionamento das Unidades de Ensino da Faculdade da Cidade e. por conseguinte todos os alunos matriculados. Após o período de avaliações da Unidade Letiva. por disciplina. com 1 (uma) casa decimal. 8. o aluno deverá responder a Verificação Multidisciplinar (VMD).VMD Criado pela rede de Ensino FTC/ Faculdade da Cidade. com as questões objetivas das 55 . e já se configura em uma preponderante iniciativa da Instituição. A Faculdade da Cidade oferece constantemente aos seus professores oficinas e cursos que os levam na direção de um conhecimento mais aprimorado da ferramenta avaliação. Os fundamentos estão direcionados muito mais numa perspectiva de “construção”. Turismo.Avaliação em Grupo – Até 03 (três) avaliações por unidade.Avaliação Individual – mínimo de 01 (uma) e máximo de 03 (três) avaliações por unidade. Contábeis. que tem como objetivo identificar o nível de aprendizagem dos estudantes no que concerne às competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares dos cursos. Diante de tal iniciativa. Psicologia e Pedagogia) que participam da avaliação. Notas das avaliações: Todas as avaliações terão nota de 0 a 10. São dez cursos (Administração. muito mais numa perspectiva da “confiança na possibilidade do aluno construir as suas próprias verdades.

2026/1996. tem que ser contemplativa e crítica. do aprender. O ensino superior vive um paradoxo ao mesmo tempo. com a exceção das disciplinas: Trabalhos Interdisciplinares I. Esta tentativa é envolver o aluno no processo do estudo. complexo e contraditório. idéias e ementas. Estágio Supervisionado I. formar o jovem e cultuar o passado. Implantado através de Medida Provisória em 1995 (MP1018/1995). adquire seu formato atual. Viver este universo rico. De forma que. preservar tradições e quebrar paradigmas. A avaliação dos cursos de graduação é realizada anualmente através desse Exame Nacional de Cursos (ENADE). do fazer. mantendo a integridade da instituição. II. Todas as disciplinas fazem parte do processo de Verificação Multidisciplinar. destaca uma preocupação sobre avaliação: que ela seja global e de processo. III e IV. quando afirma : a “exigência da avaliação tem crescido na mesma proporção em que aumenta a crise das universidades. 31). em grande parte em virtude das dificuldades orçamentárias e da sua crescente incapacidade de responder satisfatoriamente às múltiplas. A nota será de 0 a 10.disciplinas cursadas pelo aluno. Por outro lado. na segunda unidade letiva de 2010. Lei 9394/1996. com 1 (uma) casa decimal. Pesquisa e Pratica de Ensino I e II. II III e IV. tratar da técnica e pensar os limites éticos da tecnologia. do crescer como gente. 56 . Cada professor elabora 10 questões da sua disciplina. corroboramos com o pensamento de Dias Sobrinho (1995. Luckesi et al (2003). Não simplesmente avaliação de momentos. 20% correspondente ao peso da Avaliação Individual será atribuído à VMD e os 80% restantes serão atribuídos à(s) avaliação (ões) individual (is) elaboradas pelo professor. institucionalmente a avaliação tem realizados verdadeiros “rizomas” (DELLEUZE) nas Universidades. Apenas na segunda unidade letiva as notas da Verificação serão computadas. totalizando 40 questões escolhidas dentro do banco de questões. E esta.3860/2001. p. Conforme os Critérios de Avaliação da Rede FTC. através do disposto no Dec. é a preocupação da Rede também. costurando pensamentos. em perspectiva crítica e humana. complexas e até mesmo contraditórias demandas que lhe são postas”. explicitado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. manter distância para ver o todo e se aproximar à realidade imediata. regulamentado pela Portaria 249/1996 e pelo Dec. estaríamos conduzindo com qualificação nosso corpo discente para o ENADE? .1.

como os laboratórios. que a rede de Ensino FTC e Faculdade da Cidade implantaram no semestre de 2011. pois. a organização institucional e as instalações físicas gerais e especiais. com a finalidade de avaliar o curso. O ENADE então faz parte segundo Soares (2009) do processo de Avaliação Institucional.Para cumprir com tal proposta. a partir do Cadastro Permanente de Avaliadores Institucionais do Inep. todavia. da pesquisa e da extensão. compreende a análise dos dados e informações prestados pelas Instituições de Ensino Superior (IES) no Formulário Eletrônico e a verificação. Gradativamente. e não o aluno. no que concernem as competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares dos cursos. em geral. se isto acontecer. esse modelo de avaliação. in loco. realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP).0 (dois) e comporá a Média Curricular (MC). da realidade institucional. A Média da Unidade (MU)será calculada conforme a seguinte fórmula: MU = (8xMAI + 2xMAG) / 10 Sendo: MU = Média da Unidade 57 . vem avaliando nova carreira.2. Ele é aplicado em todo país. externamente. Ele é obrigatório. levando-se em conta três grandes dimensões: o corpo docente. È Dentro deste cenário nacional. deixar de comparecer à prova. mas o aluno pode recusar-se a responder às questões. A Verificação Multidisciplinar terá peso 2. com ênfase na(s) biblioteca(s). não receberá seu diploma. no mês de junho. não pode. recrutados junto à comunidade acadêmica. Tal proposta incluiu uma nova avaliação com o objetivo de identificar o nível da aprendizagem dos estudantes. frente às exigências das diretrizes curriculares. foi imprescindível que cada professor verificasse a necessidade de ajuste das ementas. dos seus cursos de graduação e de pós-graduação. A Avaliação Institucional subsidia o Ministério da Educação (MEC) nas decisões sobre credenciamento e recredenciamento de IES e é iniciada quando as Instituições de Educação Superior dão entrada na SESU destes pedidos. Ela é realizada por uma comissão de professores qualificados e capacitados para esse fim.O Exame Nacional de Cursos (ENADE) tem como objetivo medir a aprendizagem realizada em cada curso pelos estudantes de último ano.

conforme a seguinte fórmula: MFC = (MCx peso 6 + AFx peso 4) / 10 Sendo: MFC = Média Final Curricular MC = Média Curricular AF = Avaliação Final Da Aprovação com Verificação Final do Semestre: O educando que obtiver Média Curricular (MC) menor que 3.0 (três) estará reprovado sem direito à realização da Verificação Final do Semestre. o aluno será aprovado quando obtiver Média Final Curricular (MFC) igual ou superior a 5.MAI = Média aritmética simples da(s) avaliação(ões) individual(is) realizada(s) na unidade MAG = Média aritmética simples da(s) avaliação(ões) em grupo realizada(s) na unidade Da Média Curricular (MC): O aluno será aprovado quando obtiver média curricular no semestre igual ou superior a 7.0 (quatro) estará reprovado sem direito à realização da Avaliação Final (AF). calculada conforme a seguinte fórmula: MC = (MU1 X peso 4. A Avaliação Final (AF) constará de uma avaliação individual envolvendo todo o assunto da disciplina.0 + MU2 X peso 4.0 (cinco). 58 . A Avaliação Final do Semestre (AFS) constará de uma avaliação individual envolvendo todo o assunto da disciplina.0 + VMD X peso 2) / 10 Sendo: MC = Média Curricular MU1 = Média da Unidade Letiva1 MU2 = Média da Unidade Letiva2 Da Aprovação com Verificação Final do Semestre: O aluno que obtiver Média Curricular (MC) menor que 4.0 (sete). Tendo realizado a Avaliação Final (AF) do semestre.

A avaliação contínua é Formativa. mediante avaliações contínuas e interdisciplinares.1 Procedimentos de Avaliação Contínua do Processo Ensino- Aprendizagem As práticas de avaliação devem se pautar pelo compromisso. em que se define o significado do ato avaliativo. • definição de intervenções adequadas. A avaliação deve aparecer dentro da prática escolar como elemento que promove o conhecimento.8. 59 . expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez. Ela é importante para o professor à medida que serve como diagnóstico da situação e indica formas de intervenção no processo. • alternativas de solução às intervenções inadequadas.3.3 Política de Avaliação em relação à Proposta do Curso O aproveitamento é avaliado por meio de avaliações contínuas mantendo o caráter da interdisciplinaridade que é eixo norteador do currículo na formação de professores. • elaboração e execução de projetos e ações didáticas para resolução de problemas identificados num contexto observado. O critério do rendimento escolar é feito por disciplina. com o desenvolvimento das competências que são objetivos na formação. dentro do processo educativo. visando à aquisição do conhecimento. com função de acompanhar o desenvolvimento das disciplinas de todos os cursos de graduação de Pedagogia. à reflexão sobre a própria prática. A avaliação contínua. Descrevemos algumas formas para avaliar os alunos do Curso de Pedagogia: • identificação e análise de situações educativas e/ou problemas de uma dada realidade. Ela só tem sentido quando se articula ao projeto pedagógico institucional. como exprime o regimento em vigor. de alunos e professores. é um elemento essencial na reordenação da prática pedagógica. 8. à aprendizagem. diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em cada uma delas. • elaboração de uma rotina de trabalho semanal a partir de indicadores oferecidos pelo aluno.

palestras. como condição para um exercício profissional responsável. seminários. • programação de trabalhos em equipe e formação de grupos de estudo para atualização e aprofundamento de conhecimentos. da sua pratica docente. programas de radio. • observação. bem como o encaminhamento de soluções. • elaboração e publicação de registros de experiências e reflexões sobre o trabalho pedagógico produzido pelos alunos em formação {em revistas.. visando a identificação e analise de problemas. espaço e rotinas escolares. intercambio de informações. da sua relação com o aluno. relatórios escritos. 60 . realização de pesquisas e participação em atividades de extensão. grupos de estudo. jornais. discutidos e /ou observados em situações de aprendizagem. • participação em reuniões avaliativas sobre o uso dos conhecimentos adquiridos na prática escolar.• planejamento de situações didáticas consoantes com um modelo teórico estudado (referencial). • participação em atividades do processo de planejamento global da escola e atividades de ensino e aprendizagem. com indicação do aproveitamento obtido. • participação e discussão de casos. desenvolvendo a capacidade de análise da própria conduta {auto-avaliação). • compreensão do contexto educativo.). • identificação das variáveis que interferem nas situações formais e não formais de ensino e aprendizagem.. • elaboração de relatórios sobre aspectos estudados. encontros. através de exposição oral. • programação de exposições e atividades culturais com a comunidade. • identificação e análise dos diferentes materiais e recursos didáticos. • participação em eventos: cursos. análise e discussão do trabalho de outros professores {experiência) de modo a possibilitar que os alunos do Curso reelaborem o que já sabem e fazem. vídeos. • organização do tempo. debates em mesa-redonda.

discutidos e/ou observados em situações de aprendizagem.• programação de trabalhos em equipe e formação de grupos de estudo para atualização e aprofundamento de conhecimentos. através de exposição oral. relatórios escritos. grupos de estudo. intercâmbio de informações. 61 . relatórios e outros instrumentos que possibilitem a investigação contínua e aprendizagens experiências. encontros. palestras. • provas abrangendo questões interdisciplinares. seminários. debates em mesa-redonda. • elaboração de relatórios sobre aspectos estudados. • participação e discussão de casos. com indicação do aproveitamento obtido. • elaboração e publicação de registros de experiências e reflexões. bem como o encaminhamento de soluções. • auto-avaliação: assiduidade e participação como condição para um exercício profissional responsável. • pesquisas. visando a identificação e análise de problemas. • participação em eventos: cursos. • realização de pesquisas e participação em atividades de extensão.

agendadas sistematicamente pelo coordenador do curso com os professores e/ou alunos do curso a cada mês. cronogramas. Como forma de concretizar um modo de ação colegiado. com o compromisso social e político de formar o profissional para exercer a prática da docência competente do ponto de vista humanístico. É uma perspectiva de abordagem e reflexão sobre a estrutura curricular.estrutura necessária para garantir seu perfeito funcionamento. 62 . bem como fomentar o planejamento e a prática interdisciplinar. Os encontros pedagógicos do curso favorecerão a organização e o pensar da proposta pedagógica de uma Instituição voltada para a formação do profissional e do cidadão do futuro. científico e técnico para atender as necessidades sociais. alunos e funcionários técnicos-administrativos nas atividades de concepção. Para coordenar o Curso de Pedagogia a administração da Faculdade da Cidade indica a Profª Ms. sistemática de avaliação. calendário escolar e de avaliação. com e a infra .1 Coordenador A coordenação do curso é realizada por um profissional. dinâmica escolar. execução e avaliação da política do curso enquanto mediação para concretização da filosofia institucional e assim o coordenador assume papel fundamental para a concretização das ações acadêmicas. habilidades e atitudes inerentes à função e cuja síntese do Curriculum Vitae é apresentado em Anexo. Luiza Olívia Lacerda Ramos portadora de competências. conteúdos programáticos. 9. ementas. gerenciado pela coordenadora Pedagógica. com os serviços oferecidos pela ASPED – Assessoria Pedagógica. ainda. A coordenação lidera a equipe de professores. são realizadas reuniões pedagógicas. O Coordenador conta. interdisciplinaridade e acompanhamento do projeto pedagógico. profissional com formação específica para tal. indicado pela administração e vinculado à Instituição. O objetivo das reuniões é integrar professores/alunos/coordenação nas ações para atender as necessidades da Graduação no Curso de Pedagogia.9 Administração Acadêmica do curso A Coordenação do Curso será instalada em sala própria.

especialmente. postula um espaço para trocas. discussões. Preocupação com o educando e seus interesses. São Paulo: EPU. 8. Coerência entre discurso e ação. Capacidade didática e flexibilidade. capacidade de diálogo. 6. deve ser possuidor das seguintes características: 1. 5. Relacionamento pessoal e amigo. Interesse. 22. estudantes e Coordenação. bem como conhecer suas atribuições torna-se fundamental para um 1 MASSETTO. Incentivo à participação. 1992. Este contrato tem como objetivo maior em abrir diálogos freqüentes entre os pares que compõem o trabalho pedagógico para discutir o que é bom para todos. Ensino – Aprendizagem no 3o grau. Segurança e abertura às sugestões e propostas dos educandos. dedicação. planejamentos. de forma que organizar-se. As necessidades humanas e o compromisso com a transformação social devem estar presentes na seleção dos conteúdos. sessões de estudo. pertencente ao Curso de Pedagogia. O docente do ensino superior. Arlette. 9. na metodologia de trabalho e.1 No início de Cada semestre os professes recebem um contrato pedagógico que visa estabelecer uma relação de compromisso firmado entre os atores que compõe o curso: professores. 4. paixão pela ação docente”. A prática docente na Universidade. 2. 3. 7. p. IN: D’ANTOLA. Competência. nesse sentido. coordenação. Sabemos que uma rotina pedagógica implica em diversos fazeres. na sistemática de avaliação adotada. Marcos.9. replanejamentos. dinamismo. 63 . tendo em vista a interdisciplinaridade dos conhecimentos teóricos e práticos e o profissional que se deseja formar. acertos. Clareza e objetividade na transmissão de informações.2 Perfil do Corpo Docente A formação de uma equipe de trabalho de professores é o alvo pretendido pelo Curso de Pedagogia e.

bom conviver no trabalho.1) 1º Semestre PROFESSOR Profissionalização Docente: o pedagogo em diversos campos de atuação CH TITULAÇÃO Língua Portuguesa Metodologia do Trabalho Científico Trabalho Interdisciplinar Dirigido I Aspectos Epistemológicos da Psicologia Formação Pessoal e Social na Infância Fundamentos Sócio Antropológicos da Educação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Didática. Ética e Desenvolvimento Humano Trabalho Interdisciplinar Dirigido III 4º Semestre Cultura. Diversidade e Identidade: Matrizes da Linguagem Carla Verônica Vivian Carolina Gilson Vieira Edilane Carvalho Teles Jailson Cunha Costa Mariana Santos PROFESSOR 20 h 08 h 20 h 30 h 30 h 30 h CH Mestre Especialista Mestre Mestre Especialista Mestre TITULAÇÃO Literatura e Prática Pedagógica Estágio Supervisionado I Fundamentos e Didática da Alfabetização Leitura e Produção de Textos Arte e Educação Trabalho Interdisciplinar Dirigido IV Meio Ambiente e sociedade Silvanne Ribeiro Helyom Viana Silvanne Ribeiro Jaqueline Andrade José Carlos Rêgo Silvanne Ribeiro Renato Guizzo 20 h 40 h 20 h 40 h 20 h 20 h 08 h Doutora Doutor Doutor Especialista Mestre Doutora Doutor 64 . No contrato pedagógico expressamos as recomendações adequadas de consagração das atribuições do educador. Avaliação e Tecnologias na organização do Trabalho Pedagógico Jaqueline Andrade Tereza Oliveira Marilúcia Magalhães Marilúcia Magalhães José Carlos Rêgo Helyom Viana Teles Jailson Cunha Costa PROFESSOR 40h 40h 40 h 40h 40 h 20 h 30 h CH Especialista Doutora Mestre Mestre Mestre Doutor Especialista TITULAÇÃO Trabalho Interdisciplinar Dirigido II Linguagens e Produção de Texto Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem Avaliação da Aprendizagem Escolar Didática: currículo e planejamento educacional Tecnologias Aplicadas à Educação 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: Espaço escolar formal e não formal Tereza Oliveira Jaqueline Andrade Monica Medeiros Gidélia Alencar Tatiana Dória Tereza Oliveira PROFESSOR 20 h 40 h 40h 20h 40 h 20 h CH Doutora Especialista Especialista Mestre Especialista Doutor TITULAÇÃO Educação Inclusiva Estudo de Libras Educação Emocional Inteligenciologia Filosofia. 9.3 Dados sobre o Corpo Docente (Matriz em exercício 2010. .

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Santana Mônica Medeiros PROFESSOR 30 h 30 h 20 h 40 h 30 h 40 h CH Mestra Mestre Doutor Especialista Mestre Especialista TITULAÇÃO Estágio Supervisionado III Ludologia História e Geografia: Conteúdo e Metodologia Língua Portuguesa: Conteúdo e Metodologia Matemática: Conteúdo e Metodologia Cidadania e Interculturalismo Ciências: Conteúdo e Metodologia 7º Semestre Pedagogia para além da docência: tempos espaços e movimentos Edilane Teles José Carlos Rêgo Cristiane S. Santana Tatiana Doria Cristiane S. Santana José Carlos Rêgo Tatiana Doria Jailson C. Na concepção do SINAES a 65 .5º Semestre Educação Infantil: Natureza em construção PROFESSOR CH TITULAÇÃO Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Matemática na Educação Infantil Estudos da Sociedade na Educação Infantil Estudos da Linguagem Oral e Escrita na Educação Infantil Estágio Supervisionado II Liderança e Empreendedorismo 6º Semestre Ensino Fundamental: Natureza em construção Silvanne Ribeiro Edilane Teles Cristiane S. Costa Tatiana Doria PROFESSOR 30 h 20 h 30 h 20 h 40 h 30 h 40 h CH Mestre Doutor Mestre Mestre Especialista Especialista Especialista TITULAÇÃO Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Estágio Supervisionado IV Educação em Espaços Não Formais Pedagogia Hospitalar Pesquisa e Prática da Educação I 8º Semestre Construção do conhecimento: saberes a socializar Mariana Santos Jailson Costa Gidélia Alencar Keiko Sasaki Marilúcia Magalhães PROFESSOR 40 h 30 h 20 h 40 h 40 h CH Especialista Especialista Mestre Mestre Mestre TITULAÇÃO Pesquisa e Prática da Educação II Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica Gestão de Instituições Marilúcia Magalhães Tatiana Doria Tatiana Doria Marilúcia Magalhães 40 h 40 h 40 h 40 h Mestre Especialista Especialista Mestre 10 Avaliação e Acompanhamento do Desempenho do Curso A Avaliação Institucional e a Avaliação de Cursos têm compromisso expresso com uma política de Educação Superior que se traduz de maneira sistêmica e holística por meio de instrumentos de avaliação que visam identificar as fragilidades e potencialidades dos cursos e. conseguinte. aprimorar a qualidade desses cursos oferecidos pelas Instituições de Ensino Superior. Constituem-se elementos importantes do conjunto de objetivos da avaliação instituídos pelo SINAES.

regime de contratação e política de capacitação de docentes. 66 . entre outros indicadores.INEP. 2008. feita pelos próprios estabelecimentos de ensino. projetos e departamentos da instituição” (SINAES. a infra-estrutura. e a auto-avaliação institucional orientada. incluindo o acesso de portadores de necessidades especiais. três dimensões: Organização Didático-pedagógica. a política para ensino. A avaliação das instituições de educação superior tem como base a avaliação externa. A auto-avaliação de cursos é premissa fundamental para o acompanhamento do desempenho dos cursos da instituição. a responsabilidade social da instituição. p. de forma crítica e dinâmica. Seu objetivo é “identificar o mérito e o valor das orientações de caráter estrutural. programas.1). Portanto. A partir da Lei do SINAES (2004) as instituições públicas e privadas constituíram as Comissões Própria de Avaliação (CPAs). Essas comissões trabalham com a finalidade de articular todos os segmentos acadêmicos e sociedade civil na elaboração e execução de um projeto de avaliação institucional capaz de definir o perfil da instituição de maneira transparente e democrática. Na Avaliação das Condições de Ensino são avaliadas. condutoras dos processos avaliativos das IES. Corpo Discente e Corpo Técnico-administrativo e Instalações. pesquisa. realizada mediante visitas de comissões de especialistas das respectivas áreas do conhecimento designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira . pós-graduação e extensão. Essa concepção é referência para o desenvolvimento dos processos avaliativos.Avaliação de Desempenho de Cursos significa construir parâmetros de comparação e questionamento sobre a realidade educacional dos cursos. realizada por comissão de especialistas. e o processo de auto-avaliação. Para cada uma das dimensões são atribuídos conceitos numéricos numa escala de um a cinco resultando em conceito único para a avaliação. respeitando as especificidades das diferentes organizações acadêmicas. Na Avaliação Institucional são considerados aspectos como a missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Órgão vinculado ao Ministério da Educação. a qualidade dos cursos de graduação é verificada por meio da Avaliação das Condições de Ensino. Corpo Docente. e que perpassam os cursos. principalmente. geral e amplo.

conseqüentemente. aperfeiçoando o desempenho da IES e. Os critérios relacionados à avaliação dos cursos são discutidos pelos diversos segmentos acadêmicos e os indicadores de desempenho devem ser significativos à comunidade acadêmica. Esses últimos precisam conferir ao processo de avaliação de desempenho dos cursos um caráter utilitário. a Faculdade da Cidade do Salvador conta com o Núcleo Pedagógico. por consistir em uma simulação de visita de comissão Ah Doc.1 Procedimentos de Auto-Avaliação do Curso A auto-avaliação do curso é realizada a cada reunião de colegiado. contribuindo para o desenvolvimento do País. sistematicamente. Além disso. semestralmente. Dentro de um contexto construído pela Rede de Ensino FTC e Faculdade da Cidade foi instituído um conjunto de instrumentos de avaliação que norteiam as ações dos diversos setores envolvidos na operacionalização do processo de avaliação dos cursos e o constante acompanhamento do desempenho de seus atores sociais. executadas sempre que possível.A implementação sistemática e contínua do processo de auto-avaliação torna possível a identificação de aspectos considerados insatisfatórios ou indesejados (segundo o ponto de vista dos docentes e dos educandos da IES) que deverão ser corrigidos ou eliminados. Do mesmo modo a CPA para relatórios circunstanciados sobre o andamento das avaliações. Esses instrumentos são desde consultas diretas a docentes e discentes em grupos focais até a utilização de sistemas eletrônicos combinados com outras ferramentas. para avaliação externa. ou seja. 10. 67 . O Projeto de Avaliação Institucional encontra-se à disposição para eventuais consultas. Além disso. conforme determina o SINAES. um Programa de Avaliação Interna de Curso denominado MECidade. o Curso contará com a Comissão Própria de Avaliação da IES que anualmente desenvolve o programa de Avaliação Institucional abrangendo a avaliação do docente e de toda a IES. onde os problemas são levantados e as soluções possíveis são apresentadas e. devem subsidiar a tomada de decisão e promoção de mudanças necessárias ao bom desempenho dos cursos ofertados. que desenvolve.

Fitas de Vídeo. pesquisa e extensão perpetuadas na Instituição. dentre outros itens que integram a sua coleção. Base de Dados. Faculdade da Cidade do Salvador e comunidade externa. O acervo da Biblioteca relativo ao Curso de Pedagogia tem como objetivo facilitar o ensino.11 Biblioteca As Bibliotecas da Rede de Ensino FTC Faculdade da Cidade do Salvador subsidiam as atividades de ensino.COMUT. consulta ao acervo. O seu principal objetivo é a prestação de serviços na área da Informação Científica e Tecnológica. Periódicos CD-ROM. O acervo bibliográfico atualmente disponível atende às necessidades básicas e complementares dos cursos e abragem todas as áreas do conhecimento. horário de funcionamento sem intervalos inclusive aos sábados. na organização e no partilhamento de conhecimentos. Está dotada de sistema anti-furto de proteção ao acervo. fornecendo o material bibliográfico adequado. Todas as Bibliotecas possuem profissional Bibliotecário com formação acadêmica e colaboradores treinados que estão aptos a prestar suporte para levantamentos bibliográficos. Estrutura de atendimento 100% automatizada. Folhetos. As Bibliotecas da Rede FTC e Faculdade da Cidade do Salvador são integrantes da Rede Pergamum de Bibliotecas. reserva. pesquisas e orientações acadêmicas aos usuários de toda a comunidade da Rede de Ensino FTC. DVD’s. permitem acesso via internet aos serviços de renovação. Possui política de formação do acervo que é analisada e atualizada semestralmente. Acervos 68 . Possui acervo 100% informatizado composto por Livros. Oferecem serviço de Comutação Bibliográfica . na produção. Mapas. A biblioteca do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador é entendida como uma rede de relações. salas para estudo em grupo e cabines de estudo individual. TCC’s. tanto para o uso dos alunos quanto para os professores. disponibilizando informação e aproximando pessoas ou instituições envolvidas na geração. etc. acesso à Base de Dados e conexão a internet Wi-Fi em todas as Bibliotecas.

multimídia e periódicos voltados para a temática mais geral da educação e. Além destas. o acervo contará com títulos de obras de referência. mais especificamente. estarão disponíveis para o primeiro ano do curso os livros indicados na bibliografia básica e complementar das disciplinas que compõem o primeiro e segundo semestres da grade curricular. constituindo acervos atualizados. 69 . o número de exemplares adotado para bibliografia básica equivale a 1 exemplar para cada grupo de 10 alunos. Como política de aquisição. a Instituição mantém acervo de livros relacionados às disciplinas dos outros semestres e áreas afins. visto que a instituição possui pouco tempo de existência. da Docência na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Além de contar com os livros indicados para as disciplinas do primeiro e segundo semestres do curso. com fitas de vídeos. e para bibliografia complementar 1 exemplar. Pretende aumentar seu acervo em média 30% ao ano ou à proporção que forem sendo implementados novos cursos. Todo o acervo da biblioteca encontra-se em ótimo estado. conforme descrito neste projeto. Ofertas do Acervo Em relação ao acervo de livros.O acervo específico do Curso está formado pelas bibliografias básicas e complementares estabelecidas juntamente com o ementário das disciplinas ofertadas pelo Curso de Pedagogia. proporcionando aos alunos materiais para que os mesmos possam desenvolver trabalhos de consultas bibliográficas. fundamentais para o referencial teórico.

animais. a partir de 2007. • Fantasias e acessórios. • Fantoches. HISTÓRIA.2. 70 . LÍNGUA PORTUGUESA) A construção da sala de atividades multidisciplinares tem como objetivo dar apoio ao Ensino e à Pesquisa.lápis de cera etc) • Sucatas. meios de transporte. • Blocos lógicos coloridos. • Vídeo. números. cores. dominós. • Massa de modelar. • Materiais de artes (tinta. frutas. • Dentre outros. quebra-cabeça. tesoura. • Livros de história infantil de diversas faixas etárias. • Aparelho de som. lápis de cor. pincéis. • CD com música infantil. à pesquisa acerca de atividades práticas referentes à doc6encia. CIÊNCIAS NATURAIS. • Quebra cabeças. SALAS DE ATIVIDADES MULTIDISCIPLINARES (MATEMÁTICA.memória. Tal espaço está disponibilizado pra os alunos nos turnos diurno e noturno. com palavras. • Televisão.12 Infra-estrutura Física e Recursos Materiais LUDOTECA A sala de ludoteca é um espaço que funciona em parceria com o curso de Psicologia e tem como objetivo dar apoio ao ensino. GEOGRAFIA. • Miniaturas plásticas de diferentes temas: bichos. pessoas. etc. Materiais que compõem a brinquedoteca: • Jogos educativos de 1 a 12 anos: de encaixe (Lego).

NOGUEIRA. J. Profissão professor. CARBONELL. A construção do projeto educativo de escola: estudos de caso no ensino básico. SACRISTÁN. CASTANHO. o século XXI. GADOTTI. et alli. A. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 11-22. In:BRZEZINSKI. 71 . Educação Brasileira. Campinas. 109-139. São Paulo: Anped. Lisboa. 1991p 35 REIS SILVA Jr. São Paulo: Cortez. CIONAL DE DIDATICA E PRATICA DE ENSINO. nº 11. Paris: UNESCO. In: ALARÇÃO. 89-122. Rosemary. Porto Alegre.(org. Maria João. Pelotas. 1999. Como se realizam as mudanças em educação.br/anfope BENAVENTE. 1983. 1998.).). 8. História da educação no Brasil: 1930-1973. Boletim da ANFOPE. I. 6. M. AMARAL. p. 1997. São Paulo: Ática. Goiânia. O papel do supervisor no desenvolvimento do professor reflexivo: estratégias de supervisão. Rio de Janeiro: Revan. Belo Horizonte. Portugal: Porto. 1997. CASTANHO. (Org. p. n.B. 2003 Rivière. Valdemar. 1996. A prática docente na Universidade. In: PIMENTA. n. HUBERMAN. M. p.). Inovação na zona cinzenta da transição. Decisões nas políticas e práticas educativas.Educação e compromisso. 1992. Brasília. Selma G. 1996. NÓVOA. GADOTTI. 11. ROMANELLI. 2002. Tese de Doutorado. O. Formação reflexiva de professores. Porto Alegre: Artmed. v. Goiânia: ENDIPE. Porto Alegre: ARTMED. Contribuição da didática para a formação de professores: reflexões sobre o seu ensino. 22.. Lisboa. ANFOPE. 2002.). A. 2002.unicamp. Ensino – Aprendizagem no 3o grau. v. n.Referências AGUIAR. 1991. 1973. Isabel. 1985. DF. Concepção dialética da educação. Izabel (Org. SGUISSARDI. São Paulo: Cortez. In: D’ANTOLA.C.M. M. 2000. Currículo e identidade institucional. Porto: Porto.L.A. Jorge. Para o estudo sócio-histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. São Paulo: EPU. Porto: SPCE.) Formação Reflexiva de Professores: estratégias de supervisão. São Paulo: Cortez. Campinas: Papirus. Portugal: Porto. A. Documento final: Formação de profissionais na educação: desafios para GADOTTI. NÓVOA. 4./fev. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. A. Como pode um peixe vivo viver fora d´agua fria: Formação de Professores para uma Prática Educativa Lúdica. O currículo: Uma reflexão sobre a prática .) COSTA. 1997.G. Os donos do saber: profissões e monopólios profissionais. Cadernos de Educação. agosto 1999 http://lite. Teoria e Educação. ALARCÃO. 46. 1996. 1978. MASSETTO. 2001. 1997. jan. Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro./fev. ano V. DINIZ. 2002. A aventura de inovar: a mudança na escola. 1999a.fae.). Arlette. “Reconfiguração da educação superior no Brasil e redefinição das esferas pública e privada nos anos 90”. Avaliação da aprendizagem escolar. p. Revista Brasileira de Educação no 10. Salvador: PPGE-FACED-UFBA. A. jan. Marcos.. Porto Alegre: Artes Médicas. Moacir. Reestruturação acadêmica e desenvolvimento regional. D. ed. O que há de novo na educação superior: do projeto pedagógico à prática transformadora.V. p. 2.M. J. Campinas: Papirus. 1996. 2001. RAMOS. jun. Belo Horizonte: ANFOPE. “Institutos superiores de educação na nova LDB”. LDB interpretada: Diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez Editora. MADEIRA. Coleção CIDINE.. (digit. (Org. LUCKESI. A. 23. ENCONTRO NACIONAL DA ANFOPE. Cipriano Carlos. Isabel (Org. As ciências da educação e a inovação das práticas educativas. In: SOCIEDADE PORTUGUESA DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO. S. 159-190. et al. BICUDO. M. 1995. 8. ALARCÃO. SP. 3a ed./abr./mar.I. LEITE.E. João.C. Petrópolis: Vozes. 1992. Márcia A. (Org.

Diário Oficial da União.). (Org.692. Brasília: MEC/SEF. Conselho Pleno. UNESCO. Conselho Pleno. Lei n. DF. de 30 de janeiro de 2001. S. de 20 de dezembro de 1996 BRASIL. Ministério de Educação. de 28 de novembro de 1968. Ministério de Educação. Parecer nº 133. 29 nov. 2001. de 30 de setembro de 1999. 1. v. Os professores e sua formação. M. ______ . Faculdades de Educação e formação de professores. Parecer nº 09. Conselho Pleno. Secretaria de Educação Fundamental. Fixa as normas de organização e funcionamento do Ensino Superior. Ministério de Educação. Ministério de Educação. ______ . p. Estudos e Documentos. Ministério de Educação e do Desporto. Constituição da República Federativa do Brasil. ______ . ______. 27 dez. – Brasília: MEC/SEF/COEDI. Ministério de Educação. Ministério de Educação. FONSECA. BRASIL. Brasília. 1998. DF. Conselho Nacional de Educação. 2.P. Brasília. Formar professores como profissionais reflexivos. Resolução nº 02. Plano Decenal de Educação para Todos: 1993-2002. Donald. 1996. Uma Educação para todos durante toda a vida. 129-156. Campinas: Papirus. de 18 de fevereiro de 2002.554. ______ . Conselho Nacional de Educação. I. Resolução nº 01. de 07 de agosto de 2000. v. 2000b. Políticas educacionais. In: ENCONTRO NA- DOCUMENTOS OFICIAIS – DIRETRIZES CURRICULARES BRASIL. Ministério de Educação. Fixa as diretrizes e bases para o ensino de 1º e 2º graus. Conselho Nacional de Educação. 1998. Conselho Pleno. e 3. DF: MEC.A. Educação & Sociedade. Conselho Pleno. Lisboa: Dom Quixote. Lei de diretrizes e bases da educação nacional nº 9. 2000. 1993. Conselho Nacional de Educação. WEBER. ______. 72 . Dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. São Paulo. Diário Oficial da União. de 08 de maio de 2001. BRASIL.540. 21. Como e onde formar professores: espaços em confronto.024. v. n. Secretaria de Educação Fundamental.394. ______. Conselho Pleno. práticas escolares e objetivos de aprendizagem: repercussões na sala de aula. Por uma política de formação do profissional de educação infantil. Diário Oficial da União.77-92. Conselho Nacional de Educação. DF: Senado Federal. Parâmetros curriculares nacionais.2. S.. ______ . de 11 de agosto de 1971. Decreto nº 3. Ministério da Educação. 70. WEBER. Brasília. Fixa as diretrizes e bases da educação nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 127-138. MEC/SEF/COEDI. Referencial curricular para a educação infantil. 23 dez. 5. 4. Conselho Pleno. DF. Brasília: MEC/SEF. 18.). Ministério de Educação e do Desporto.394. BRASIL. 42. 12 ago. Conselho Nacional de Educação. Parecer nº 27. 1971. 9. ______ . p. BRASIL. In: NÓVOA. de 20 de dezembro de 1996.Brasília. O Direito à Educação. Brasília.276. p. Ministério de Educação e do Desporto. de 30 de setembro de 1999. DF. Conselho Nacional de Educação. 1968. WEBER. Resolução nº 01. Lei n. Secretaria de Educação Fundamental. BRASIL. 1994. Campinas. Brasília: MEC/SEF. Porto: Edições ASA. de 20 de dezembro de 1961. António (Coord. 5. Lei n. Parecer nº 115. Decreto nº 3. 1992. Constituição (1988). ______ . (Relatório Mundial sobre a Educação). Lei n. Conselho Nacional de Educação. Diário Oficial da União. de 06 de dezembro de 1999. Conselho Pleno. de 02 de outubro de 2001. DOCUMENTOS OFICIAIS – LEGISLAÇÃO CONSULTADA BRASIL. Conselho Nacional de Educação.SCHÖN. de 19 de fevereiro de 2002. Referenciais para formação de professores. ______ . Câmara de Educação Superior. ______ . 1961. 1988. S. 1999. 2000 VEIGA. Brasília.

de 03 de abril de 2001. Conselho Nacional de Educação. Conselho Nacional de Educação. de 02 de outubro de 2001. ______ . Parecer nº 28.______ . Conselho Pleno. Conselho Pleno. 73 . Parecer nº 492.

4 ANEXO D TÍTULO: Regulamento de Atividade Complementar 14.1 ANEXO A TÍTULO: Ementas e Bibliografias – Atual 14.3 ANEXO C TÍTULO: Projeto de Prática Pedagógica. 14.Anexos 14.5 ANEXO E TÍTULO: Contrato Pedagógico 14.6 ANEXO F TÍTULO: Regulamento de TCC 14.2 ANEXO B TÍTULO: Ementas e Bibliografias – Aprovadas pelo MEC 14.7 ANEXO G TÍTULO: Regulamento de Estágio Supervisionado 74 .

Ementas e Bibliografias .1 ANEXO A TÍTULO.2 .Atual a EMENTÁRIO CURSO DE PEDAGOGIA REDE DE ENSINO 75 2008.14.

Uma incursão humanista na questão ambiental. GOLDMAN.. L. São Paulo: Millennium. glossário. J. Ecomanagement: gerenciamento ecológico. Educação ambiental: curso básico à distância: questões ambientais: conceitos. MEDINA-MININI.A. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIRSHAWKA Jr. O outro lado do meio ambiente. Gestão ambiental empresarial: conceitos. ed.. SIMANTOB. 2006.. R. COMPLEMENTAR MILARÉ. MARBURG. LIPPI.). Rodrigues. 2002. Criatividade: descobrindo e encorajando.T.. profissional e pessoal. E. 2001. A. C. J. E. Análise das barreiras à criatividade e inovação e estratégias sistêmicas para sua superação. CALLENBACH. 2002. modelos e instrumentos. 76 . F. São Paulo: Atlas S. Solange. E.1 1º SEMESTRE MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE EMENTA: A importância do desenvolvimento sustentável para as sociedades modernas e a necessidade de integração dos conceitos ambientais visando equacionar o binômio crescimento econômico x consolidação dos recursos naturais. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2007. Brasília: MMA. J. 2004. 2003. COIMBRA. jurisprudência. São Paulo: Atlas. FGV Editora. A. Londrina: E. Victor.2ª MATRIZ_2008. São Paulo: Globo. S. A. Gestão da mudança. C. LEITE. T. B.A. CAPRA. LUTZ. As abordagens Teóricas e práticas sobre criatividade e inovação. 2. prática.. Qualidade da criatividade. Guia Valor Econômico de inovação nas empresas.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS. 2003. 1998. São Paulo: Cultrix. 2003.C. 2.. São Paulo: DVS. São Paulo: Revista dos Tribunais. J. R. A inovação nas organizações que aprendem. Moysés. e RODRIGUES. Inovações nas organizações empresariais. WECHSLER. 2001. Organizações inovadoras: estudos e casos brasileiros. problemas e alternativas. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. (Org. TACHIZAWA. Campinas: PSY. PRIMACK.T. Rio de Janeiro. 2001. CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO EMENTA Estudo da criatividade e inovação como elementos fundamentais no processo de desenvolvimento social. BARBIERE. 2. Álvares. L. 5v. São Paulo: Saraiva. Coordenação-Geral: Ana Lúcia Tostes de Aquino Leite e Nana Mininni-Medina. história. R. In: Barbieri. Direito do Ambiente: doutrina. A. MIRSHAWKA.. Roberta. ed. ed. C. COMPLEMENTAR BARBIERI. Biologia da conservação.

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Rio de Janeiro: Objetiva.. São Paulo. tristeza. 1999. GOLEMAN. A emoção como instrumento estratégico de atuação em sala de aula.Salvador. 2001. 1995. O. Ática. Faculdade Castro Alves. A Construção das Bases para o Desenvolvimento de um Software CBT Tendo Como Conteúdo Central um Teste de Avaliação da Inteligência Emocional. 1997. tipos e formas de manifestações. Razão e Emoção: a inteligência emocional em questão. 2000. Educação Emocional na Escola – a emoção na sala de aula. 1997. Campus. WEISINGER. EDUCAÇÃO EMOCIONAL EMENTA: Competências e habilidades emocionais relevantes para o pedadogo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS. MIRANDA. ARMSTRONG. ZOHAR. Inteligência Emocional. 2a edição. Salvador: Gráfica Santa Helena. Rio de Janeiro: Objetiva. Howard. 1998. Trabalhando com a Inteligência Emocional. GARDNER. 2003. COMPLEMENTAR: ACCIOLY. Daniel. 108f. Casa da Qualidade. 1997. H. Porto Alegre: Artes Médicas. Inteligência: um conceito reformulado. 2003. R. SANTANA. e SAWAF A . 1998. 2000. Fela. GOLEMAN. Inteligência Emocional. Petrópolis: Vozes. A Alquimia do Medo. Atahyde. 2000. São Paulo. GOLEMAN. Além da Inteligência Emocional – Campus. São Paulo: Record. Consciência Social e Habilidades interpessoais. Eunice Soriano de. Técnica de relacionamento professor-aluno. Linda. Inteligência Emocional no Trabalho. Inteligências múltiplas na sala de aula. COOPER. Inteligência Emocional na Empresa. Avaliação da Inteligência Emocional. J. ed. medo. A Educacão Emocional – O Caminho para a Competência Emocional.UFSC. 10a. 2000. Daniel. Ensino e aprendizagem por meio das inteligências múltiplas. O pedagogo emocionalmente inteligente. Santa Catarina. MOSCOVICI. 2. Autogestão. São Paulo. Como desenvolver o potencial criador: uma guia para a liberação da criatividade em sala de aula. COMPLEMENTAR CAMPBELL. Objetiva. numa 88 . Rio de Janeiro. alegria e afeto. 4º SEMESTRE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DIRIGIDO _ TID IV EMENTA: Estudo de temas inerentes às linhas de pesquisa do curso de graduação no sentido de promover a interdisciplinaridade com os demais componentes da matriz curricular. Thomas. 1996. L. Gilson Vieira.BÁSICA ALENCAR. GILLEY. Daniel. Kay. Salvador. J. Cultrix. Rio de Janeiro: Objetiva. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) . Emoção: significado e mecanismos. respostas orgânicas. Autoconsciência. Danah. ed. QS: inteligência espiritual. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. R. Estudo da raiva. classificação. 1997. 1990.

Campinas: Autores Associados. Tem-se como eixo de trabalho deste semestre: Cultura. 1991. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES-MAZZOTTI. 1990. A construção do saber : manual de metodologia da pesquisa em ciências sociais. Gil. Luiz Carlos. RJ: Vozes. Menga. São Paulo: Cortez. Marli. 1997. SOLÉ. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Maria Auxiliadora (Org. DEMO. São Paulo: Scipione. Metodologia da Pesquisa Educacional. Pedro.U. escrita e construção do pensamento no processo de escolarização. L. Ana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARBOSA. DEMO. Petrópolis. Parâmetros Curriculares Nacionais (1ª a 4ª série): língua portuguesa. FERREIRO. Brasília: ME/SEF. 1988. Isabel. Alfabetização e Leitura. Pedro. 1985. 2000. CARDOSO. Beatriz. A aprendizagem na perspectiva do Letramento.P. 1994. José Juvêncio. Como elaborar projetos de pesquisa. Porto Alegre: Artes Médicas. Secretaria de Educação Fundamental. E. F. LUDKE. Outras referentes às especificidades de cada disciplina FUNDAMENTOS E DIDÁTICA DA ALFABETIZAÇÃO EMENTA: Estudos dos Métodos de Alfabetização. J.perspectiva transdisciplinar. 2.. Pedro. CAGLIARI. GEWANDSZNAJDER.). Práticas discursivas da alfabetização. São Paulo: Pioneira. 2. Educar pela pesquisa. Antonio. O Método nas Ciências Naturais e Sociais. CALAZANS. DEMO. diversidade e identidade: matrizes da linguagem. TEBEROSKY A. 10.. A construção do pensamento e da linguagem. 1985. ANDRÉ.. Atividades didático-pedagógicas na alfabetização. Gêneros textuais e ensino. 2004. ed. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Belo Horizonte: UFMG. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez. Outras referentes às especificidades de cada disciplina COMPLEMENTAR CHIZZOTI. Psicogêneses da língua escrita.). 1986. Alda J. São Paulo: E. Iniciação científica: construindo o pensamento crítico. Rio de Janeiro: Lucerna. Anna Rachel. 89 . O texto literário na alfabetização. FAZENDA. Análise reflexiva da leitura. DIONNE. TEBEROSKY. Estratégias de Leitura. BEZERRA. São Paulo: Cortez. ed. Porto Alegre: Artes Médicas. São Paulo: Atlas. 1988. 1998. S. Angela Paiva. 2002. Alfabetização e lingüística. ed. A escrita como produção social. COMPLEMENTAR: BRASIL. MACHADO. Antonio Carlos. Julieta (Org. LAVILLE. São Paulo: Atlas. São Paulo: Martins Fontes. C. VYGOTSKY. 2000. 1999. 1999. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. 2002. 2005. DIONISIO. São Paulo: Cortez. Ivani. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Cortez.

Gramática do Texto. 1999. Leitura ativa. Relação entre o ler. 5. 2000. 2003. ed. Importância da literatura no processo de alfabetização. ed. o pensar e o escrever. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EMENTA: Estratégias de leitura e escrita em diferentes tipos e gêneros textuais adequados às condições de produção e recepção. R. Literatura infantil: voz de criança. ed. Problemas de Redação. analítica e crítica de textos. São Paulo: Global. 1994. 2000. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO. texto da gramática. lingüísticos. PÉCORA. São Paulo: Scipione. Leitura na escola e na biblioteca. 2003. Ezequiel. 4. Autores e obras representativos da literatura para crianças. SILVA. como se faz. Coesão e coerência textual. A. Belo Horizonte: UFMG. Maria Rosa Duarte. semânticos e discursivos no processo de produção de sentido e no processo de produção de textos escritos. M. R. 1999. didática. OLIVEIRA. Rio de Janeiro: Objetiva. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Loyola. Papel da ilustração nos livros de literatura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARTHES. 3. Ronald. 1998. O prazer do texto. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. Aspectos cognitivos. Prática da literatura na escola. MACHADO.ed. Escrever sem doer. A Literatura Infantil na Escola. Maria José. São Paulo: Ática. São Paulo: Moderna. 2002. Preconceito lingüístico: como é. Campinas: Papirus. Alcir. Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática.ed. 1988.LITERATURA E PRÁTICA PEDAGÓGICA EMENTA: Literatura e o significado social para infância: do imaginário ao real. FIORIN. COMPLEMENTAR COELHO. São Paulo: Martins Fontes. análise. Roland. Literatura Infantil: teoria. 5. COMPLEMENTAR: BAGNO. São Paulo: Ática. Novaes. Como e porque ler os clássicos universais desde cedo. Elementos de estruturação de um texto. Marcos. Oficina de Redação. São Paulo: Perspectiva. Literatura infantil brasileira: história & histórias. LAJOLO. Samira Youseff. 2004. Ana Maria. ZILBERMAN. 2002. São Paulo: Ática. CLAVER. PALO. Linguagem e ideologia. 90 . José Luiz. MACHADO. Docente como mediador da leitura e do prazer de ler. I. 2000. 1995. 2.ed. Betty. CAMPEDELLI. 11. e ZILBERMAN. jovens e adultos. Nelly.

GARRIDO. As dez novas competências para ensinar. ARTE E EDUCAÇÃO EMENTA: O ensino da arte no Brasil: história e importância. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na Formação de Professores. COMPLEMENTAR: BARBOSA. As oficinas de arte na construção de materiais expressivos. 1996. São Paulo: Com Arte. Desenvolvimento da capacidade criadora. Linguagens sonoras. 2002. 1999. Denise. Secretaria de Educação Fundamental. São Paulo: Com Arte. Howard. Viktor. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA: O significado do estágio. O projeto de estágio e os elementos constituintes da prática docente. 2001. CAMARGO. GARDNER. A representação da arte no espaço educativo. 1. São Paulo: Cortez. 2002. Orientações didáticas em arte educação. Joâo Francisco. São Paulo: Avercamp. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FREITAS. 2000. 2006. Por que arte-educação? São Paulo: Papirus. ed. 2. As artes e o desenvolvimento humano. PERRENOUD. O estágio na formação de professores . Brasília: MEC/SEF.SOARES. São Paulo: Perspectiva. Belo Horizonte: Autêntica. Iraíde Barreiro Marques de. Ana Mae. Philippe. Forma e Cor. 1996. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARBOSA. Magda. SANTOS. A pesquisa como eixo da abordagem de ensino por projetos. A observação do trabalho didático desenvolvido em instituições não-escolares. 91 . 2000. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Luiz (Org). DUARTE JR. teatrais e corporais na vida cotidiana. LOWENFELD. Porto Alegre: Artes Médicas. Arte e educação no Brasil. 2004. MEC. Arte Educação da pré-escola à universidade.ed. Som. Gesto. histórico e modalidades da pedagogia de projetos. Planejamento e práxis profissional. Ana Mae. Selma Pimenta.unidade teórica e prática. São Paulo: Nobel. Mestre Jou. 1994. um tema em três gêneros. Letramento. 1997. Porto Alegre: Artmed. Propostas metodológicas para o ensino das Artes nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A expressão artística e o desenvolvimento cognitivo na infância.

Atividades na pré-escola. I. objetivos. Campinas: Pontes. São Paulo: Scipione. MACHADO. Antônio. Cidadania e competitividade da escola: desafios educacionais no terceiro milênio. I.). SOLÉ. pintura. Mary Aizawa (Org. ed. O aprendizado da leitura. 1999. L. 1995. 1998. 1994. São Paulo: Scipione. PERREL Ó. enfatizando os aspectos geográficos. Funções da linguagem. ed. 5º SEMESTRE ESTUDOS DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Estuda o desenvolvimento da linguagem oral e escrita na educação infantil: as concepções acerca de sua aquisição pelas crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos. Jorge Solivellas. ESTUDOS DA SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Aponta a importância do estudo sobre a sociedade nas classes de educação infantil. fotografia e cinema enquanto diferentes gêneros e formas discursivas a serem exploradas pela criança. 1. orientação metodológica e avaliação do ensino na educação infantil. 1998. 1998. 92 . Giomar Mello. e ZILBERMAN. Porto Alegre: Artes Médicas. LAJOLO. São Paulo: Saraiva. M. orientações metodológicas e avaliação dos conhecimentos relacionados a esta área. A arte de ensinar a escrever. refletindo sobre os objetivos. 1988. a oralidade e a escrita. São Paulo: Ática. CALDAS. gostosuras e bobices. conteúdo. Literatura Infantil. 17. 1994. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALKINS. 4. desenho animado. E. 2002. São Paulo: Loyola. A produção de textos na escola: uma trajetória da palavra. CHALUB. S. 1998. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. KATO. 1999. Belo Horizonte: Imprensa Oficial. FERREIRA. MACHADO. São Paulo: Ática. conteúdos. sua importância.COMPLEMENTAR: NAMO. R. ed. São Paulo: Scipione. Valorização das várias formas de linguagem: os gestos. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. 1988. ed. 1989. I. GIL NETO. propondo atividades interdisciplinares. nfantil brasileira: história & histórias. Literatura infantil brasileira: história & histórias. Pedagogia do estágio: experiências de formação profissional. São Paulo: Ática. ed. A. Souza. 1999. São Paulo: Cortez. 6. 5. A. KATO. F. São Paulo: Ática. ed. 4. Porto Alegre: Artes Médicas. Mary. Sarah P. históricos e culturais. Idalina Ladeira. A concepção da escrita pela criança. COMPLEMENTAR: ABRAMOVICK. ed. 3. Estratégias de leitura.

O Ensino de história: revisão urgente. Anna Maria Pessoa de. Ministério da Educação e Desportos. 93 . São Paulo: Cortez. COMPLEMENTAR: CABRINI. Brasília: MEC/SEF. OLIVERIA. KOFF. Ana Fani Alessandri (Org. Porto Alegre: Mediação. refletindo sobre os objetivos. São Paulo: Cortez. 1997. PENTEADO. Ministério da Educação e Desportos. GIL-PEREZ. Demetrio.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRASIL. Daniel. Metodologia do ensino: geografia e história. 1998. Ensino de ciências. Referenciais Curriculares Nacionais. DELIZOICOV. Antonio Carlos (Org. Ciências na educação infantil. Referenciais Curriculares Nacionais. Carlos Alberto. 1996. Metodologia do ensino de história e geografia. Rio de Janeiro: Lê. Porto Alegre: Editora Mediação. SILVA. E. São Paulo: Cortez. 2003. Formação de professores de ciências. NUNES. Jean. Campinas: Papirus.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no Cotidiano. C. 1999. COMPLEMENTAR: CARVALHO. A. Lana de Souza. Novos caminhos da geografia. 2000. Daisy L. conteúdos. Geografia. ESTUDOS DA NATUREZA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Aponta a importância do estudo sobre a natureza nas classes de educação infantil. M. CASTROGIOVANNI. 1999. 2002. orientações metodológicas e avaliação dos conhecimentos relacionados a esta área. CARLOS. CAVALCANTE. Repensando a História. Perceber a sala de aula como espaço de produção de conhecimentos sobre a natureza e a ciência e a problematização como estratégia de trabalho nas Ciências Naturais. D. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRASIL. (Org). 1998.). et al. Rio de Janeiro: Nobel. (Org. Goiânia: UFG. Algumas atividades. 1995. 1998. Heloisa Dupas. 1996. 1998. Brasília: MEC/SEF.) Ciências nas salas de aula. São Paulo: Brasiliense. A questão ambiental e o estudo de Ciências. São Paulo: Contexto. 1995. HARLAN. Escola e Construção de conhecimentos. Porto Alegre: Artes Médicas.

Educação matemática e a construção do número pela criança. O ensino de matemática na Educação Infantil. Trad.GIORDANA.. C. Concomitante. Porto Alegre: Mediação. Petrópolis: Vozes. P. de V. E. tomando como referencial a prática social dos alunos. Constance. M. Trad. através de regência em sala de aula de uma turma da Educação Infantil. FAYOL. Estudo dos objetivos. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. 2. Porto Alegre: Artes Médicas. São Paulo: Ática. V. D.. COMPLEMENTAR: BRASIL. Projeto de Estágio. orientações metodológicas e avaliação dos conhecimentos relacionados a esta área. D. 2. ESTUDOS DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Estuda as concepções da Matemática.). 1992. KAMII. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CERQUETTI-ABERKANE. A criança e o número: da contagem à resolução de problemas. 1995. ZUNINO. a docência na classe observada e o relatório de Estágio. tendo o apoio de um professor orientador. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997. Aprender pensando. As criançcas pequenas reiventam a aritmética. Porto Alegre: Artes Médicas. 2002. Ciências nas salas de aula. Análise reflexiva das etapas de construção das noções matemáticas pela criança. CARRAHER. Porto Alegre: Artes Médicas. Lorens. Referencial Curricular para Educação Infantil. Juan A. F. conteúdos. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA: Atividade de observação e docência compartilhada em classes da Educação Infantil. 1996. BRYANT. Porto Alegre: Artes Médicas. L. Terezinha. ed. Porto Alegre: Artes Médicas. NUNES. do desenvolvimento do pensamento lógico-matemático. ed. 1996. o cotidiano de sala de aula e o trabalho interdisciplinar. de. T. 1992. 1998. (Org. 1997. Ana Cristina Souza. 1. Brasília: MEC. 2001. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores. Visão histórica e social do conhecimento matemático e do ensino da matemática. G. L. 6º SEMESTRE 94 . 2 e 3. A matemática na escola: aqui e agora. BERDONNEAU. Ministério da Educação e do Desporto/ SEF. Sandra Costa. RANGEL. Crianças fazendo matemática. OLIVEIRA. As origens do saber: das concepções dos aprendentes aos conceitos científicos. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas.

Cascavel: Assoeste. Marxismo e filosofia da linguagem. J. BRASIL. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL.LÍNGUA PORTUGUESA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Ensino e aprendizagem de língua portuguesa para o 1o ciclo de escolarização. 95 . 39. Estética da criação verbal. GALVES. (org. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA. Secretaria de educação fundamental. N. 1988. 1973. et alii. São Paulo: Martins Fontes. GERALDI. J. 1994. o trabalho interdisciplinar. MATEMÁTICA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Concepções da Matemática. concordância verbal e nominal. M. C.. bem como abordagens metodológicas adequadas à construção do conhecimento matemático. 1986. o planejamento e a avaliação do ensino de matemática para crianças de zero a três anos e para crianças de quatro a seis anos. Análise e utilização de metodologias e dos recursos pedagógicos e tecnológicos aplicados ao ensino. Secretaria de educação fundamental. Avaliação da aprendizagem. refletindo sobre os conteúdos. Secretaria de educação fundamental. e OTONI. regras de acentuação. O texto: escrita e leitura. Análise e reflexão sobre a língua. os métodos. São Paulo: Martins Fontes. 1994. M. 1985. C. 1990. proposto pelo MEC. tomando como referencial a prática social dos alunos. DUBOIS. ed. U. O texto na sala de aula: leitura e produção. do desenvolvimento do pensamento lógico-matemático e sua importância na educação infantil. São Paulo: Hucitec. BAKHTIN. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Gramática metódica da língua portuguesa. (orgs. Linguagem. Dicionário de lingüística. São Paulo: Saraiva. Parâmetros curriculares Nacionais : Língua Portuguesa/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 COLL. __________. Campinas: Pontes. através da análise reflexiva das etapas de construção das noções matemáticas pela criança. E. 1984. Língua oral e escrita: usos e formas. Porto Alegre: Artes Médicas. M. pontuação. P. GNERRE. Parâmetros curriculares Nacionais : Matemática/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 D’AMBROSIO. 1992. São Paulo: Cultrix. formação de palavras: composição e derivação.).). W. ORLANDI. Parâmetros curriculares Nacionais : ciências naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 COMPLEMENTAR BRASIL. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. Campinas: Unicamp. segundo orientações do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Blocos de conteúdos. classe de palavras. o cotidiano de sala de aula. escrita e poder..

J. A revolução tecnológica e os novos paradigmas da sociedade. 1986. COMPLEMENTAR BIGODE. COMPLEMENTAR BERNAL. Parâmetros curriculares Nacionais : ciências naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 BRONOWSKY. A. FRACALANZA. Tradução de João B. A avaliação no Ensino de Geografia. São Paulo: Ática. FIGUEIREDO. 2000. Metodologia do ensino de ciências. Matemática. D. 1994. R. São Paulo: Ática. Incentivo à investigação por meio da pesquisa. M. CHASSOT. São Paulo: Edusp. 1995 (tese de doutorado). 1986. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. L. HISTÓRIA E GEOGRAFIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Caracterização das áreas de História e Geografia. 1990. São Paulo: FTD. PIRES. Estudo e análise dos Blocos temáticos e conteúdos. Antonio José. É importante ensinar ciências desde as primeiras séries. Currículos de Matemática: da organização linear à idéia de rede. 4 vol. Matemática hoje é feita assim. A experiência matemática. P. Conteúdos das áreas: critérios de seleção e organização. Análise e utilização de recursos pedagógicos e tecnológicos. 7 v. A. contexto e aplicações. Luiz Roberto. Funbec. BONGIOVANNI. 1993. 3 vol. Rio de Janeiro: Francisco Alves. Ciência na história. São Paulo: Moderna. Com base nos Parâmetros Curriculares. José Ruy. Matemática e vida. 1989. 1978. O ensino de ciências no 1º grau. São Paulo: Cortez. A. DELIZOICOV. 4 vol. Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Competências e habilidades para 1º e 2o ciclos de escolaridade. 2000. Belo Horizonte: Ipso/Oficina de livros. D. O espaço geográfico e o conhecimento geográfico: sua importância social em relação com o tempo e espaço histórico. métodos e recursos didáticos. 2000. CIÊNCIAS: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Histórico e conceitos de ciências. O espaço do conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. C. P. M. M. Lisboa: Horizonte. São Paulo: Atual. T. 1994. e ANGOTTI. 4 vol. CARVALHO. C. Aprender e ensinar geografia e história no Ensino Fundamental. Revista de Ensino de Ciências. J. D. e HERSH. Matemática. DAVIS. BIBLIOGRAFIA 96 . São Paulo: FTD. H. nov. São Paulo: Cortez. DANTE. Vicenzo et al.DOWBOR. pensar e descobrir. Pitombeira. e GIL PÉRES. J. Ciências e valores humanos. 1979. et alii. A ciência através dos tempos. Belo Horizonte: Itatiaia. J. GIOVANNI. Avaliação da aprendizagem. Secretaria de educação fundamental. 1993.

D. p. 3. São Paulo: Hucitec. ed. São Paulo: Contexto. 2. LE GOFF. Espaço geográfico: ensino e representação. M. 2001. D. A escola pública contemporânea: propostas curriculares e ensino de história. __________. 1986. A. Psicomotricidade. Porto Alegre: Artes Médicas. In: Revista Geografia e Ensino. 1990. 1988. São Paulo: Thomson Learning. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1990. São Paulo: Difel. Aula inaugural da FFLCH/USP. Porto: Edições 70. O brincar e suas teorias. BRASIL. et alii. ed. 2002. MENDONÇA. Secretaria de educação fundamental. Arminda. 2001. ________. e PASSINI. Natalie Zenon. BRASIL. aprendizado e construção da identidade e autonomia. 1989. 1990. Parâmetros curriculares Nacionais : Geografia/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 PEREIRA. ed. Conceito. A redescoberta da natureza. São Paulo: Cortez. 1993. 97 . A importância da ludicidade: os jogos. F. CABRINI. 1992. C. Rio de Janeiro. 11. LUDOLOGIA EMENTA: Conceituação de jogos. brincadeiras e atividades lúdicas no ensino fundamental. Rio de Janeiro: Paz e Terra. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROUGÈRE. MACHADO. Gilles. C. Johan. 2000. R. P. São Paulo: Brasiliense. 1972. 1997. Heloísa Turini. Revista Brasileira de História. A geografia escolar: conteúdos e/ou objetivos? In: Caderno Prudentino de Geografia. HUIZINGA. E. COMPLEMENTAR ABERASTURY. Parâmetros curriculares Nacionais : História/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 CHARTIER. O estudo da paisagem: uma abordagem perspectiva. Presidente Prudente: AGB. FONSECA. BRUHNS. C. Tizuko M. evolução e fases da psicomotricidade infantil. sócio-culturais e psicológicas no entendimento do brincar. Roger. São Paulo: Martins Fontes. A criança e seus jogos. SANTOS. HELLER. Perspectivas da geografia. COMPLEMENTAR: CHISTOFOFOCETTI. São Paulo: Contexto. KISHIMOTO. São Paulo: Papirus. Campinas: Ed. Culturas do povo: sociedade e cultura no início da França moderna. as brincadeiras e a sua relação com o processo de desenvolvimento. v. São Paulo: Perspectiva. As abordagens educacionais. ed. UNICAMP. (org. (8):37-45. 5. s/d. Vitor. E. NADAI. J. Secretaria de educação fundamental. analisando as suas características e a relação com as áreas do conhecimento do Ensino Fundamental. veículo e meio de comunicação. Pensando o espaço do homem. 99-116. Geografia e meio ambiente. O ensino de história: revisão urgente. Lisboa e Rio de Janeiro: DIFEL e Bertrand. L. A. n. Estudo do corpo como linguagem: significação. 1992. Reflexões sobre a história. 1991.). Brinquedo e cultura. 1986. Vivência de jogos e brincadeiras diversos. O corpo parceiro e o corpo adversário. A. 1995. Y. O cotidiano e a história. M. 1992. História e memória. DAVIS.BÁSICA ALMEIDA. 3. A história cultural entre práticas e representações. Homo Ludens. 17.

PÁDUA. São Paulo: E. Belo Horizonte: Interlivros. analisando as 98 . SALOMON. Menga. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EMENTA: Educação de jovens e adultos em suas diferentes formas: educação popular. Antonio. 1997.. COMPLEMENTAR BECKER. ed. MARCONI. São Paulo: Trajetória Cultural. Pesquisa em Ciência humanas e sociais. Além desta atividade. 1996. Geraldo. 2000. Técnicas de Pesquisa.KAMII. a docência na classe observada e o relatório de Estágio. 2001. educação na terceira idade. e DEVRIES. Concomitante. 2002. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRÉ. A simbologia do movimento. Porto Alegre: Artes Médicas.P. o estudante também desenvolverá o projeto de Estágio. C. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. 3. R. ed. Marli e LUDCKE. Elizabete.U. 1986. político-social e cultural. 1991. Tradução Marco Estevão e Renato Aguiar. Marina de Andrade. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA: Atividade de Docência Compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental: estudante co-participará e atuará como regente no cotidiano de uma instituição de Ensino Fundamental em turmas do 1º ao 5º ano. Projeto de pesquisa educacional. 7º SEMESTRE PESQUISA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO_I EMENTA: Pesquisa em Educação: abordagens. Educação psicomotora: a psicocinética na idade escolar. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas. LE BOULCH. CHIZZOTTI. 1995. Regulamentos da Metodologia Científica. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. J. Jogos em grupo. 5. Délcio Vieira. São Paulo: Atlas. educação permanente. LAKATOS. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: Hucitec. LAPIERRE & AUCOUTURIER. ed. A Monografia na Universidade. São Paulo: Papirus. Porto Alegre: Artes Médicas. estudando o educando adulto em seus vários aspectos: biopsicológico. 4. educação supletiva. INÁCIO FILHO. 1987. Howard S. 1996. Eva Maria. São Paulo: Cortez. Metodologia da Pesquisa. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. São Paulo: Papirus.

2002. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOHN. LEAL. ONGs e redes solidárias: projetos e ações. São Paulo: Papirus. Subsídios para a organização de serviços pedagógicos em ambiente hospitalar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBUQUERQUE. DUMAZEDIER. 2001.perspectivas atuais e a alfabetização de jovens e adultos proposta por Paulo Freire: Antropologia e EJA. Autores Associados 2003.progressista. portarias. Rio de Janeiro: Paz e Terra. psicológicos e relacionais da criança e do adolescente hospitalizado. Educação de Jovens e Adultos: Teoria. Moacir. Olga Rodrigues de Moraes von. Evolução histórica da Educação não formal: Educação popular. Stela C. José Eustáquio. PARK. GADOTTI. Prática e Proposta. Desafios da educação de jovens e adultos. São Paulo: Cortez. PICONEZ. FREIRE. Joffre. Legislação (leis. Educação Comunitária Além do Estado e do Mercado? São Paulo. COMPLEMENTAR GOHN. Bertholo. Aspectos afetivos. SP: Editora da Unicamp/Centro de Memória. 1976. SILVA. pareceres sobre as questões de internação hospitalar). COMPLEMENTAR FREIRE. M. EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS EMENTA: A Educação não Formal: conceito e função sócio. São Paulo: Autêntica. Gerontologia Educacional. Caminhos e significados da educação popular em diferentes Contextos. Pedagogia da esperança. São Paulo: Perspectiva. S. Paulo. Educação escolar de jovens e adultos. Educação Rural. MACEDO. 1999 GADOTTI. G. Lazer e cultura popular. São Paulo: Cortez. Donaldo.educacional. Cortez. Telma Ferraz. PEDAGOGIA HOSPITALAR EMENTA: Direitos educacionais do aluno em situação de internação hospitalar. Renata Sieiro (orgs) Educação Não-formal cenários da criação. 2002. Movimentos Sociais. Educação não – formal e cultura política . São Paulo: Cortez. Educação Não Formal e Cultura Política. Paulo. As principais Instituições que atuam na área da Educação não formal. 2001. 2005. Margareth Brandini. FERNANDES. ROMÃO. Rio de Janeiro: Paz e Terra. do preconceito e da discriminação. decretos. Paulo. Eliana Borges de. Moacir . leitura da palavra. 2003. Maria da Glória . Educação sócio. Impactos sobre o associativismo do terceiro setor. O Jovem como sujeito de uma aprendizagem de sobrevivência numa sociedade letrada: a questão da auto – estima. 99 . IPF 1999. Alfabetização: leitura do mundo. GADOTTI. 1992. SIMSON. Ronalda Barreto. Campinas. 2003. resoluções. Moacir. Escola Cidadã. Educação indígena.

F. São Paulo. 44. et al. BRASIL. Celso. Sandra Maia Farias.Manutenção dos vínculos escolares. 2004 Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA ..J. FONSECA. H. M. v. VASCONCELOS. tendo o apoio de um professor orientador. MEC. MUGIATTI. Pedagogia da animação. M. M. mai. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CAIADO. Campinas. através de regência em sala de aula. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.-jun/1999. C.I. O nascimento da inteligência na criança. Disponível em: http://www. S.. Pedagogia Hospitalar. SCHIMIDT M. S.32-37. E. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Rio de Janeiro: UERJ. A situação brasileira do atendimento pedagógico-educacional Hospitalar. M. E a psicologia entrou no hospital. O que é Pedagogia. 2003. Promoção e proteção da saúde da criança e do adolescente. p. FONSECA. 2001. L. E.“Construindo a garantia de direitos . Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseada em evidências. c.usp.” FÁVERO. In EDUCAÇÃO especial: do querer ao fazer. O. 1999e. Integralidade de atenção à Saúde. FONSECA.pdf GHIRALDELLI. São Paulo: Pioneira.futuro. Champagnat. DUNCAN B. A Psicopedagogia hospitalar para crianças e adolescentes 2001. n. V. .394.. 1996. GIULIANI E. 2002. MATOS. O universo simbólico da criança: olhares sensíveis para a infância. Lei 9. P. ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV EMENTA: Atividade de Docência Compartilhada em classes da Educação de Jovens e Adultos. 3ª edição. CALMON. Artmed: Porto Alegre. E. 1999. E. São Paulo. Foz do Iguaçu: Zahar. 7. CHIATTONE. da. 4ed. 2003d. Classe hospitalar: ação sistemática na atenção às necessidades pedagógico-educacionais de crianças e adolescentes hospitalizados. 2005 PIAGET. B. formulários.br/textos/hemeroteca/edp/edp25/edp25n108. Organização do espaço físico. S. São Paulo: Avercamp. SP: Papirus.SC. atividades em grupo e individual). de 20 de dezembro de 1990. Secretaria do Estado Social e do Desenvolvimento Social e da Família. O trabalho pedagógico no ambiente hospitalar: um espaço em construção. Curitiba: Ed.R. BIBLIOGRAFIA 100 . Kátia R. Jean. São Paulo: Memnon. Brasiliense 1989. 1982. MARCELLINO. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Petrópolis: Vozes. da. T. modelos de cuidados à saúde. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores. RJ: Vozes. Dinâmica de trabalho (listas de pacientes. Petrópolis. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. COMPLEMENTAR: ANTUNES. n. da. Revista Temas sobre Desenvolvimento. Atendimento pedagógico-educacional para crianças e jovens hospitalizados: realidade nacional.bibvirt. 2000. educação e saúde.

de disciplina. SALOMON. 5. Délcio Vieira. relatórios pedagógicos e administrativos. Tradução Marco Estevão e Renato Aguiar. 101 .U. Observação de classes de Educação Básica. Belo Horizonte: Interlivros. ed. A organização e o funcionamento da estrutura administrativa e pedagógica da escola. Gestão da escola fundamental. MARCONI. São Paulo: Papirus. Menga. A Monografia na Universidade. 1997. Marina de Andrade. São Paulo: Cortez. São Paulo: Papirus. Geraldo. ed. Howard S.. analisando questões da prática docente. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. ed. DIAS. Pesquisa em Ciência humanas e sociais. 1997. de curso etc. São Paulo: Cortez. os diários de classe. 2002. cadernos de planejamento. os planos de aula. no que se refere à estrutura do projeto político-pedagógico. Vera L. GESTÃO DE INSTITUIÇÕES EMENTA: O cotidiano e a cultura da escola. 2001.Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas. Eva Maria. LAKATOS. construção de relatórios. PÁDUA. 2000. as fichas de observação. CHIZZOTTI. 2001. São Paulo: Hucitec. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRÉ. Antonio. COMPLEMENTAR BECKER. São Paulo: Atlas. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. 3. instrumentos de registro. Metodologia da Pesquisa. 8º SEMESTRE PESQUISA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO_II EMENTA: Pesquisa educacional: tipologias. da proposta curricular e do planejamento e sua operacionalização. Técnicas de Pesquisa. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. análise de discurso. José A . INÁCIO FILHO. C. (adaptado).P. (org) Gestão educacional e descentralização: novos padrões. São Paulo: Cortez. importância social da pesquisa na educação: conceitos. 1996. 1996. O registro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA. a memória escolar e sua cultura: os arquivos. Definição de objetos de estudo. São Paulo: E. A elaboração de projetos para atender as demandas dos órgãos oficiais e não governamentais. Elizabete. 1995. Marli e LUDCKE. 4.

VEIGA. O Direito à Educação. Ilma P. NÓVOA. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. PAULO R. C.). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIACAGLIA. Imagens Organizacionais da Escola. São Paulo: Cortez. A. André (1998). Orientação educacional e intervenção psicopedagógica. Uma Educação para todos durante toda a vida. Mírian P. Porto: Edições ASA. Wilma. Orientação educacional na prática: princípios. São Paulo. Heloísa. Lia Renata A. Projecto Educativo da Escola. Planejamento dialógico: como construir um Projeto político pedagógico da escola. Autonomia. 2000.LIBÂNEO. Lourdes Marcelino (Org. As Organizações Escolares em Análise. 2005. 2001 in: PADILHA. diretrizes e perspectivas de trabalho junto ao educando. Pioneira. GRINSPUN. Autonomia. 2002. São Paulo. COMPLEMENTAR COSTA. Gestão Escolar: Participação. 1996). Princípios e métodos de orientação educacional. Organização e Gestão da escola: teoria e prática. MARTINS. 1992. 1997. (Relatório Mundial sobre a Educação). tipos de instituição e realidades sócio-culturais. Jorge Adelino (1996). Lisboa: Quixote. 1997. 2001.) Administração e Supervisão Escolar. UNESCO (2000). S. instrumentos. considerando os fundamentos.) (1992). LUCK. SOLÉ. António (coord. MACHADO. Jorge Adelino (1991). José do Prado. Petrópolis : Vozes. 1997. Porto: ASA. São Paulo: Atlas. Análise das condições relacionadas às variáveis de faixas etárias. técnicas. LAFOND. Campinas: Papirus. Atuação do orientador educacional. Summus. Gestão e Avaliação das Escolas. COSTA. São Paulo: Pioneira. Porto: Edições ASA. Porto Alegre: Artes Médicas. PENTEADO. São Paulo: Cortez. Estudo dos fundamentos e da prática de atuação para o orientador educacional no atual contexto sócio-educacional brasileiro.. Lisboa: Texto Editora (4ª ed. (Org. objetivos. M. Ação integrada: administração. FUNDAMENTOS DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EMENTA: 102 . Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e Práticas. 3. Isabel. ed. J. 2001. Julio (Org). supervisão e orientação educacional. FUNDAMENTOS DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL EMENTA: O processo histórico da orientação educacional no Brasil. considerandose o planejamento educacional e as possibilidades de intervenção do orientador contextualizadas ao projeto político-pedagógico das escolas. COMPLEMENTAR: AQUINO. Zippin. A orientação educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. São Paulo: Cortez.

2005. Ementas e Bibliografias – Autorizado pelo MEC 103 . Campinas: Papirus. 3. o saber e o fazer pedagógico nas instituições de Educação Básica. (org. C. ed. Gestão democrática da escola pública. Debater sobre o plano de ação e o trabalho educativo do coordenador pedagógico na conjuntura atual. PARO. H. 2000.). 1997. Ilma P.).) Administração e Supervisão Escolar. supervisão e orientação educacional. Ângela da S. São Paulo: Pionera. N. São Paulo: Ática.2 ANEXO B TÍTULO. COMPLEMENTAR: FERREIRA. 2001. AGUIR. Princípios e métodos de orientação educacional. 2000. São Paulo: Thomson Pioneira. Estuda os fundamentos teóricos (filosóficos. Os mecanismos de participação coletiva no Projeto PolíticoPedagógico da escola. Ação integrada: administração. envolvendo a comunidade escolar e a comunidade local. A. 1992. perspectivas e compromissos. através da reflexão sobre o ser. políticos. Graziela Zambão Abdian (org). São Paulo: Atlas. Gestão da educação: impasses. São Paulo: Cortez. MAIA. 14. José do Prado. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. MARTINS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LUCK. Administração & Supervisão Escolar: questões para o novo milênio.S. V. Heloísa.. (Orgs. 1997. sobre o acompanhamento dos processos de ensino-aprendizagem e processos de liderança e educação continuada.Revisão histórico-crítica do surgimento do especialista em educação (Supervisor Escolar) no Brasil. Petrópolis: Vozes. ideológicos e legais) da ação do coordenador pedagógico e seu perfil profissional. MACHADO. VEIGA. Lourdes Marcelino (org.

BRASIL MARÇO DE 2007 104 .BAHIA .l Ementas e Bibliografias Curso de Pedagogia – Licenciatura em Educação Infantil e Ensino Fundamental SALVADOR .

Marcos Cezar. Escola e transformação Social. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. G. rev. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2. BIBLIOGRAFIA Básica LAPLANTINE. São Paulo: Autores Associados. o professor como mantenedor da ordem social. A EDUCAÇÃO COMO PROBLEMA FILOSÓFICO. R. Moacir História das idéias pedagógicas. Moema. 2002. Eva Maria. Demerval. M. São Paulo: Atlas. François. Relativizando. SEVERINO. São Paulo: EPU. CONSTRUINDO A CIDADANIA. Aprender antropologia. TOSCANO. GADOTTI. 2001. 13. Tomas R. Funções sociais do professor. VELHO. 2000. Filosofia da educação. 2002. 2001. São Paulo: Cortez. A FILOSOFIA E SUAS DIMENSÕES EPISTEMOLÓGICA. 1994. São Paulo: Moderna. 3. LAKATOS. ed. São Paulo: 2003. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E DA PEDAGOGIA. reimp. OLIVEIRA. 2002. 1987. ed. Petrópolis: Vozes. PRINCIPAIS EDUCADORES DE CADA PERÍODO HISTÓRICO E SUA INTERFACE COM A FILOSOFIA. LORENZO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARANHA. PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES DA HISTÓRIA E DA FILOSOFIA PARA A TEORIA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO. 1996. Petrópolis: Vozes. A escola. Danilo. História da educação. 1987. Filosofia da educação. L. História. 2001. 2005. São Paulo: Brasiliense. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANHA. São Paulo: Ática. Análise sociológica do processo educacional. antropologia e a pesquisa educacional. LUZURIAGA. 2003. o professor como questionador e transformador da ordem social. ANTÔNIO JOAQUIM. São Paulo: Cortez Editora. ed. L. 1998. SÃO PAULO: FTD. FREITAS. Educação: do senso comum à consciência filosófica. Arruda. a educação e os profissionais de educação. História da educação. Introdução à sociologia educacional. Projeto e metamorfose: antropologia das sociedades complexas. M. FUNDAMENTOS SOCIO-ANTROPOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO EMENTA: A educação enquanto objeto de reflexão sociológica: a contribuição das principais correntes teóricas. Pérsio Santos de. GILES. o professor como ator social. FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL A INFÂNCIA 105 . ed. Complementar DA MATTA. 9. SAVIANI. Introdução à sociologia. São Paulo: Moderna. AXIOLÓGICA E ANTROPOLÓGICA. 1994. Cipriano.1º SEMESTRE FUNDAMENTOS HISTÓRICO-FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO EMENTA: OS GRANDES PERÍODOS DA HISTÓRIA E O MODELO CORRESPONDENTE DE EDUCAÇÃO. Arruda. Introdução à sociologia da educação. Uma introdução à antropologia social. LUCKESI. SÃO PAULO: CIA EDITORA NACIONAL. GANDIN. Rio de Janeiro: Rocco. 21.

1995. 5. B. BIBLIOGRAFIA Básica OLIVEIRA. Lev. Rio de Janeiro: Vozes. o lar e a escola. 1998. Rio de Janeiro: José Olympio. WEIL. A. Jean. 2000. São Paulo: Saraiva. 1996. G. GALVÃO. pais ausentes: regras e limites. Henry. homem primitivo e criança. Marta Kohl de. Petrópolis: Vozes. ed. A construção da autonomia. 2000. cognitivos e sociais potencializados nas relações e necessários ao desenvolvimento pleno e integral da criança de 0 a 6 anos de idade. Ivet Braga. Zilma de Morais Ramos de (Org. São Paulo: Martins Fontes. ed. WALLON. VYGOTSKY.). Pais presentes. LURIA. e ampl. 106 . MIZZUKAMI. A criança. Rio de Janeiro: Vozes. T. Para onde vai a educação? Trad. 2004. São Paulo: Nova Alexandria. A formação social da mente. Ana Mercês e outros. Piaget: o diálogo com criança e o desenvolvimento do raciocínio. Concepções de aprendizagem numa perspectiva histórico-crítica: teorias de base empirista. SEBER. Porto Alegre: Artes Médica. construtivista dialética e suas implicações para a prática pedagógica. 1992. São Paulo: Scipione. racionalista. 2001. B. As primeiras relações. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. Epistemologia genética. 2000. Petrópolis. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: formação pessoal e social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAZELTON. 1999.ed. OLIVEIRA. 8. 15. ed. Estudos sobre a história do comportamento. VYGOTSKY. Distúrbios do desenvolvimento e da aprendizagem ligados a fatores psicopedagógicos e socioculturais. 1998. PIAGET. Símios. Brasília: MEC/SEF. Maria Cristina. 2002. GOMIDE. São Paulo: Martins Fontes. ______. São Paulo: Martins Fontes. CRAMER. As origens do caráter na criança. KUPFER. 1994. Izabel. 2002. 2 ed. 23. São Paulo: Scipione. 1986. O desenvolvimento sócio-afetivo nas perspectivas psicanalíticas e neo-psicanalíticas. Bibliografia Complementar: BRASIL. Petrópolis. Freud e a educação: o mestre do impossível. São Paulo: Scipione. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. São Paulo: Cortez. v. Os recursos afetivos. Vigotski: aprendizagem e desenvolvimento: um processo sócio histórico. Ensino: as abordagens do processo. Complementar BOCK. 4. ed. Lev. 2. Maria da Glória. Educação Infantil: muitos olhares. PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM I EMENTA: O campo da Psicologia Educacional: dimensões e abordagens. Maria da Graça Nicoletti. 1997. Paula Inez. São Paulo: EPU.EMENTA: Estuda a construção da identidade da criança a partir do conhecimento de si e do outro enquanto processos interligados de socialização. 13 ed rev. Pierre.

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DAVIS. A. São Paulo: Contexto.BIBLIOGRAFIA Básica BRASIL. Métodos e recursos didáticos. São Paulo: Edusp. São Paulo: Difel. FRACALANZA. Perspectivas da geografia. Aprender e ensinar história no Ensino Fundamental. CHASSOT. Presidente Prudente: AGB. CARVALHO. nov. São Paulo: Hucitec. Lisboa: Horizonte. 1990. Parâmetros curriculares Nacionais : ciências naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 BRONOWSKY. 1990. 7 v. Culturas do povo: sociedade e cultura no início da França moderna. São Paulo: Cortez. J. O ensino de ciências no 1º grau. Ciências e valores humanos. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. e PASSINI. Funbec. D. Parâmetros curriculares Nacionais : Geografia/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 PEREIRA. Aprender e ensinar geografia no Ensino Fundamental. Rio de Janeiro: Paz e Terra. E. A ciência através dos tempos. Complementar BERNAL. 1994. Geografia e meio ambiente. (org. Estudo e valorização da cultura afro-brasileira nas escolas. 1993. D. n. COMPLEMENTAR: CHISTOFOFOCETTI. 1995. H. BRASIL. M. São Paulo: Atual. M. O conhecimento histórico: concepções de tempo e de tempo histórico. Parâmetros curriculares Nacionais : História/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 CHARTIER. 1989. Secretaria de educação fundamental. D. Revista de Ensino de Ciências. 1979. T. Lisboa e Rio de Janeiro: DIFEL e Bertrand. FIGUEIREDO. C. Espaço geográfico: ensino e representação. A geografia escolar: conteúdos e/ou objetivos? In: Caderno Prudentino de Geografia. GEOGRAFIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Caracterização da área de Geografia. O espaço geográfico e o conhecimento geográfico: sua importância social. Y. métodos e recursos didáticos. 1986. 1991. C. 1992. et alii.). A avaliação no Ensino de Geografia. Conteúdos de geografia: critérios de seleção e organização. É importante ensinar ciências desde as primeiras séries. A. L. BIBLIOGRAFIA Básica ALMEIDA. J. D. J. SANTOS. Secretaria de educação fundamental. (8):37-45. Roger. P. Aspectos do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Moderna. Conteúdos de história: critérios de seleção e organização. São Paulo: Contexto. 1978. MENDONÇA. M. __________. 1992. A. 1990. Natalie Zenon. O estudo da paisagem: uma abordagem perspectiva. A. In: Revista Geografia e Ensino. A história cultural entre práticas e representações. M. F. Secretaria de educação fundamental. A avaliação no Ensino de História. P. e GIL PÉRES. Pensando o espaço do homem. 115 . Com base nos Parâmetros Curriculares. HISTÓRIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIA EMENTA: Caracterização da área de História. DELIZOICOV. Ciência na história. São Paulo: Cortez. 1989. 17. A redescoberta da natureza. Belo Horizonte: Itatiaia. MACHADO. Metodologia do ensino de ciências. Aula inaugural da FFLCH/USP. 1993. 1988. e ANGOTTI. R. BIBLIOGRAFIA: Básica BRASIL. D. A.

edição. A escola pública contemporânea: propostas curriculares e ensino de história. O projeto de estágio e os elementos constituintes da prática docente. Epistemologia e Didática. UNICAMP. São Paulo: Libertad. ________. delineamento da ação didática e avaliação. Bertholo (Coord. Ed. 1999. 1972.Complementar LE GOFF. Terezinha Azerêdo. 2001. a abordagem interdisciplinar como mudança de atitude. Rio de Janeiro: Paz e Terra. A prática de ensino e o estágio supervisionado. RIOS. Planejamento e práxis profissional. CABRINI. Dimensões do planejamento. J.(Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). 2002. Planejamento dialógico: como construir o projeto político pedagógico da escola. edição. O cotidiano e a história. A pesquisa como eixo da abordagem de ensino por projetos. VEIGA. 11. O planejamento como elemento potencializador e organizador do trabalho pedagógico: conteúdos. 1998. Coordenação do Trabalho Pedagógico . O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. objetivos. VASCONCELLOS. escolha do conteúdo programático.). A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Rio de Janeiro. 2002. Celso dos S. Reflexões sobre a história. PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO EMENTA: Concepção de currículo: histórico e perspectivas. 2002. NADAI. métodos e técnicas de ensino e avaliação do processo ensinoaprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas. Ilma Passos e FONSECA. MACHADO. Marília (Orgs. Complementar CARVALHO. histórico e modalidades da pedagogia de projetos. demandas legais para a construção do currículo. 2001. et alii. edição. dimensões do currículo. Paulo Roberto.). A observação do trabalho didático desenvolvido em instituições nãoescolares. HELLER. Christian. 5a. Revista Brasileira de História. São Paulo: Cortez. A. E. C. Campinas: Ed.Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto PolíticoPedagógico. Selma G. Celso dos S. Complementar ALENCASTRO. 12a. PICONEZ. Aplicações de princípios científicos no planejamento do processo ensinoaprendizagem. LAVILLE. BIBLIOGRAFIA Básica VASCONCELLOS. 2002. São Paulo: Cortez. BIBLIOGRAFIA Básica FREITAS. Helena Costa de. Porto: Edições 70. 1999. São Paulo: Libertad. 116 . 1990. A formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Papirus. PADILHA. Pioneira. São Paulo: Papirus. 2002. elementos estruturantes do currículo. As dimensões do projeto político pedagógico. São Paulo: Brasiliense. o diálogo entre os diferentes as diferentes áreas do saber. 1996. Ética e Competência. Professor Reflexivo no Brasil. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA: O significado do estágio. Ana Maria Pessoa. 2a. s/d. 99-116. São Paulo: Cortez. Campinas: Papirus. p. DIDÁTICA: CURRÍCULO. PIMENTA. Nilson J. Planejamento . v. História e memória. Determinação de objetivos.Do projeto políticopedagógico ao cotidiano da sala de aula.). O ensino de história: revisão urgente. 2002. Stela C. 1986. São Paulo: Papirus. 1986. São Paulo. Ilma P(org. Repensando a didática. São Paulo: Cortez.

FREIRE. 2002. Betty. 5º SEMESTRE LITERATURA E PRÁTICA PEDAGÓGICA EMENTA: Literatura e o significado social para infância: do imaginário ao real. análise. 1994. São Paulo: Cortez. Literatura e redação: os gêneros literários e a tradição oral. Educação de Jovens e Adultos: Teoria. Relação entre o ler. São Paulo: Cortez. Autores e obras representativos da literatura para crianças . PALO. político-social e cultural. Donaldo. Ezequiel. 2003. Pedagogia da esperança. educação na terceira idade. São Paulo: Scipione. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 117 . São Paulo: Ática. PICONEZ. Stela C. 2005. Desafios da educação de jovens e adultos. Campinas: Papirus. Escola Cidadã. José Eustáquio. Sala de aula: que espaço é este? 17.MORAIS. Novaes. Docente como mediador da leitura e do prazer de ler. Telma Ferraz. educação permanente. 4. e ZILBERMAN. analisando as perspectivas atuais e a alfabetização de jovens e adultos proposta por Paulo Freire: Antropologia e EJA. ZILBERMAN. SILVA. R. 2002. M. 2003. Regis. São Paulo: Papirus. Importância da literatura no processo de alfabetização. ed. LEAL. Prática da literatura na escola. Literatura Infantil: teoria. São Paulo: Global. Maria José. R. Prática e Proposta. ed. MACHADO. didática. BIBLIOGRAFIA Básica COELHO. ROMÃO. estudando o educando adulto em seus vários aspectos: biopsicológico. MACEDO. 2003. Paulo. 2003. São Paulo: Autêntica. Eliana Borges de. Moacir. Contar Histórias: uma arte sem idade. Complementar FREIRE. 2000. São Paulo: Moderna. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EMENTA: Educação de jovens e adultos em suas diferentes formas: educação popular. 2003. 11. Maria Rosa Duarte. A. 1998. 1995. ed. GADOTTI. Educação escolar de jovens e adultos. Literatura infantil: voz de criança. Bertholo. A Literatura Infantil na Escola. Nelly. educação supletiva. Leitura na escola e na biblioteca. São Paulo: Ática. 1992. Básica ALBUQUERQUE. Moacir. Paulo. o pensar e o escrever. LAJOLO. Papel da ilustração nos livros de literatura. 5. 1988. leitura da palavra. jovens e adultos. Literatura infantil brasileira: história & histórias. OLIVEIRA. GADOTTI. I. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Alfabetização: leitura do mundo. Complementar COELHO. São Paulo: Papirus. São Paulo: Ática. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

as concepções de portadores de necessidades especiais. Estatuto da Criança e do Adolescente. educação e saúde. Artmed: Porto Alegre. CORREIA. 3ª edição. E..“Construindo a garantia de direitos . teatral. R. São Paulo: Perspectiva. Promoção e proteção da saúde da criança e do adolescente. 2004. 1990.J.. Abordagem da família: a criança. Conceito.” DUNCAN B. desde as précientíficas às atuais.. 2004. GIULIANI E. 3. Marcos J. C. 1983. COSTA. fev/abr. sugerindo técnicas de modificação do comportamento no ensino especial. criar. EDUCAÇÃO E SAÚDE Integralidade de atenção à Saúde. Porto Alegre: Artes Médicas. GIUGLIANI. BRASIL. pp: 328-339.I.O. e SALES. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseada em evidências. São Paulo: PME. 2. R.R. Complementar ARIES. Rio de Janeiro: Guanabara. ed.I. 1998. São Paulo: Martins Fontes. Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Elaboração de propostas práticas para o ensino fundamental em consonância com as demais áreas do currículo e ou temas transversais. MARCHESI. musical). BRONOWSKI. imaginar. O ensino da arte e sua história. M. Adolescência: Problemas mais comuns In: DUNCAN. Rumo a uma avaliação inclusiva. ano 3. CARVALHO. 1999. História social da criança e da família. Avaliação em arte. Assistência integral à saúde da mulher e do adulto. C. o adulto e o idoso no contexto da família (MS 2000 – PSF) ARTE E EDUCAÇÃO: CONTEÚDO E METODOLOGIA EMENTA Histórico do ensino de arte. M. SCHIMIDT M. R. 1997. J. B. Edler. (orgs. Cidades saudáveis.. BIBLIOGRAFIA: Básica Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA .) Medicina Ambulatorial: Condutas de Atenção Primária Baseada em Evidências. ARTEMD. A. Javier Onrubia. Secretaria de educação fundamental.. Rio de Janeiro: VWA. modelos de cuidados à saúde. P.EMENTA: Aspectos gerais da inclusão. Arte e educação. 2000. (Org).12. BIBLIOGRAFIA Básica COLL. Integrar/incluir: desafio para a escola atual. A. 1997. v. apreciar e refletir arte nas diferentes linguagens (visual. PALACIOS. São Paulo: MAC/USP. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Especificidades do comportamento do portador de necessidades especiais na família e na sociedade e delineia o perfil do professor dessas crianças. BAUMEL. R. Parâmetros curriculares Nacionais : Artes / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : 1997 BARBOSA. Concepções para o ensino de Arte no ensino fundamental.. Das origens ao modernismo. identificando os tipos de problemas educacionais existentes. Complementar MAZZOTTA. E..J. GONI. M. BIBLIOGRAFIA Básica BARBOSA.). Vivência do fazer. Cap. J. 118 . 2004 BIBLIOGRAFIA COPLEMENTAR FEIJO. SCHIMIDT.R.. terminologia e classificação das excepcionalidades.SC. 3. SEMEGHINI. In: Revista Pátio. Porto: Porto. Luis de Miranda.B. n. Indicadores de qualidade de vida. Arte-educação no Brasil. S. H. 1981. o adolescente. A. M.C. São Paulo: FEUSP. Secretaria do Estado Social e do Desenvolvimento Social e da Família. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. (Org. Participação em eventos culturais da comunidade local e ou outras.B. Arte e conhecimento: ver. M. A nova LDB e a educação especial.

Lima P. Akiko e MAIA. Plano Escolar . J. P. Princípios e os elementos constitutivos do trabalho de coordenação pedagógica e de orientação educacional. Cortez Ed. Princípios básicos de currículo e ensino. M. Porto Alegre. R. R. o desenvolvimento do currículo e o atendimento às necessidades individuais dos alunos. e RANGEL. 1985. SIVA. Coperatica Técnica Educacional. 1997 (Nº 05). São Paulo. Brasília: Editora da UNB. SILVA JR. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA: Atividade de observação e docência compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e EJA – 1 ciclo.) Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola. 1974. BRUNER. Projeto Político-Pedagógico da Escola uma construção possível.caminho para autonomia. 1996. Diferenças e Preconceitos na Escola: alternativas teóricos-práticas. As origens do conhecimento e da imaginação. Petrópolis. CALABRESE. A. 1984. Planejamento Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto Educativo. Psicopedagogia e Realidade Escolar: o problema escolar e de aprendizagem. através de regência em sala de aula de uma turma dos anos iniciais do Ensino o Fundamental. tendo como eixos a construção partilhada do projeto educacional da escola. Campinas (SP) Papirus Editora. M. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores. 1987. O processo da educação. Mary (orgs). BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas.__________. O. A Prática dos Orientadores Educacionais. 1995. Summus. Celso dos S. L. S. (org. Papirus Editora. S. AQUINO. VASCONCELLOS. Complementar: APEOESP . VEIGA. Nove Olhares sobre a Supervisão. 1995.Z\\ COORDENAÇÃO DO TRABALHO ESCOLAR EMENTA: Coordenar o trabalho na unidade escolar e no sistema de ensino. Zippin. (org.Um Caminho Metodológico. 1998. Vozes. 1994. 6º SEMESTRE 119 . SCOZ. tendo o apoio de um professor orientador. São Paulo. Mudanças de Comportamentos e Atitudes: implicações para a prática escolar. APEOESP .O Trabalho do Professor Coordenador Pedagógico . 1994.). São Paulo. C. São Paulo. Nilda (org. Eny. São Paulo.). São Paulo. J. Cortez. BIBLIOGRAFIA Básica: ALVES. Campinas (SP). Coordenação do trabalho na unidade escolar e seus desdobramentos no plano de curso e no projeto pedagógico.. 1997. TYLER. A linguagem da arte. 1998. Libertad. Compreensão do papel social do currículo escolar na formação dos educandos. São Paulo. Cortez/Autores Associados. São Paulo. 1987. Celestino A. B. OYAFUSO. Rio de Janeiro: Globo. 1996 GRINSPUN. São Paulo: Companhia Editora Nacional.As Inovações Introduzidas pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.

PROFISSIONALISMO E ÉTICA NA DOCÊNCIA EMENTA: Conceitos e concepções de ética e profissionalismo. A conduta desenvolvida com profissionalismo. Trabalho docente e profissionalismo. Educação moral, limites e disciplina escolar. Autonomia moral. Ética e valores. Bullying ou crise de valores. BIBLIOGRAFIA Básica Appel, Karl Otto - Estudos de Moral Moderna. São Paulo. Ed.Vozes. 1994 Bach, J. Marcos - Consciência e Identidade Moral. São Paulo.Ed.Vozes.1985 Cabral, Roque - Temas de Ética. Braga.FFL-UC Durkheim, E.- Sociologia, Educação e Moral.Porto.Rés.1984. Duvignaud, Jean - A Solidariedade - Laços de Sangue e Laços de Razão. Lisboa. Instituto Piaget. Frankena, W.K.- Ética. Rio de Janeiro.Zahar.1981 Jones, Hans - O Princípio da Vida. Fundamentos. Petrópolis. Vozes. Tugendhat, Ernst. - Lições sobre Ética.Petropólis.Vozes.1997 Valls Alm - O Que é a Ética. SP. Brasilense. 1998

EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS FORMAIS/ NÃO-FORMAIS EMENTA: A Educação não Formal:conceito e função sócio- educacional. Evolução histórica da Educação não formal: Educação popular. Educação sócio- progressista. Educação indígena, Educação Rural ,Movimentos Sociais, ONGs e redes solidárias: projetos e ações. As principais Instituições que atuam na área da Educação não formal. O Jovem como sujeito de uma aprendizagem de sobrevivência numa sociedade letrada: a questão da auto – estima, do preconceito e da discriminação. BIBLIOGRAFIA Básica Gohn, Maria da Glória . Educação não – formal e cultura política . São Paulo: Cortez. 1999 Gadotti, Moacir . Caminhos e significados da educação popular em diferentes Contextos. IPF 1999. Silva. Ronalda Barreto. Educação Comunitária Além do Estado e do Mercado? São Paulo. Autores Associados 2003. Complementar
GOHN, M. G. Educação Não Formal e Cultura Política. Impactos sobre o associativismo do terceiro setor. S. Paulo, Cortez, 2001. DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. São Paulo: Perspectiva, 1976.

SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von, PARK, Margareth Brandini, FERNANDES, Renata Sieiro (orgs) Educaação Não-formal cenários da criação. Campinas, SP: Editora da Unicamp/Centro de Memória, 2001. GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO EMENTA: O cotidiano e a cultura da escola. A organização e o funcionamento da estrutura administrativa e pedagógica da escola. O registro, a memória escolar e sua cultura: os arquivos, os diários de classe, as fichas de observação, cadernos de planejamento, relatórios pedagógicos e administrativos, os planos de aula, de disciplina, de curso etc. Observação de classes de Educação Básica, analisando questões da prática docente, no que se refere à estrutura do projeto político-pedagógico, da proposta curricular e do planejamento e sua operacionalização. A elaboração de projetos para atender as demandas dos órgãos oficiais e não governamentais. modalidades de liderança; liderança e gerenciamento em espaços educativos; gerência como articulação de processos grupais gerenciamento: o exercício permanente da liderança. BIBLIOGRAFIA Básica

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COSTA, Vera L. C. (org) Gestão educacional e descentralização: novos padrões. São Paulo: Cortez, 1997. DIAS, José A . (adaptado). Gestão da escola fundamental. São Paulo: Cortez, 2001. LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2001 in: PADILHA, PAULO R. Planejamento dialógico: como construir um Projeto político pedagógico da escola. São Paulo: Cortez, 2001. PICHON-RIVIÈRE, E. Processo Grupal. São Paulo, Martins Fontes, 1980. Complementar COSTA, Jorge Adelino (1991). Gestão Escolar: Participação, Autonomia, Projecto Educativo da Escola. Lisboa: Texto Editora (4ª ed. 1996). COSTA, Jorge Adelino (1996). Imagens Organizacionais da Escola. Porto: ASA. LAFOND, M. André (1998). Autonomia, Gestão e Avaliação das Escolas. Porto: Edições ASA. NÓVOA, António (coord.) (1992). As Organizações Escolares em Análise. Lisboa: Quixote. UNESCO (2000). O Direito à Educação. Uma Educação para todos durante toda a vida. (Relatório Mundial sobre a Educação). Porto: Edições ASA. DAVIS, Keith, NEWSTROM, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicologica. São Paulo : Pioneira, 1992. KOOTTER, John P. O fator liderança. São Paulo : Makron, 1992 KRAUSZ, Rosa. Compartilhando o poder nas organizações. São Paulo : Nobel, 1993. LAPIERRE, Laurent (coord.) Imaginário e liderança : na sociedade, no governo, nas empresas e na mídia. São Paulo : Atlas, 1995. PESQUISA E PRÁTICA DE ENSINO I _ TCC EMENTA: Elaboração do projeto de pesquisa que consubstanciará a realização de seu trabalho de conclusão de curso, de acordo com o regulamento institucional para tal atividade e segundo as orientações da Metodologia Científica, especificamente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Bibliografia Básica ANDRÉ, Marli e LUDCKE, Menga. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1996. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciência humanas e sociais. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Complementar BECKER, Howard S. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. Tradução Marco Estevão e Renato Aguiar. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. INÁCIO FILHO, Geraldo. A Monografia na Universidade. São Paulo: Papirus, 1995. PÁDUA, Elizabete. Metodologia da Pesquisa. São Paulo: Papirus, 1996. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Interlivros, 2001. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA: Atividade de Docência Compartilhada em classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e de o Jovens e Adultos – 2 ciclo. Desenvolvimento do trabalho planejado e organizado nos semestres anteriores, através de regência em sala de aula de uma turma dos anos finais do Ensino Fundamental, tendo o apoio de um professor orientador. BIBLIOGRAFIA Considerar as referências indicadas nas diversas disciplinas.

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14.4 ANEXO C TITULO: PROJETO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

Curso de Pedagogia, Licenciatura

PRÁTICA PEDAGÓGICA
Atividade, Desempenho e Ambientação

Salvador – Bahia 2007.2

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desempenho e ambientação se propõe a delinear os caminhos a serem trilhados com vistas a desenvolver uma ação prática no Curso. FUNDAMENTAÇÃO Entendemos que o contato do educando com o cotidiano pedagógico. a elaboração de uma proposta dando corporeidade às intenções presentes no documento fazse necessária para que todos os professores possam sintonizar a mesma idéia a fim de que o discurso alinhe-se ao proposto: uma forte relação entre o saber e o saber-fazer. desvela situações concretas e desafiadoras. Desde então. Identificar e relacionar os conceitos estudados em sala de aula em ambientes profissionais articulando teoria com a prática. apresente sem eu projeto uma proposta de estabelecer frequentemente uma articulação entre teoria e prática. Assim sendo. 3. para tanto. como parte da sua formação acadêmica/profissional. 1. ao mesmo tempo em que suscitará redirecionamentos ou reorganização da atividade pedagógica que vem efetivando. estimulará o futuro pedagogo a desenvolver reflexão sobre as teorias a que vem se expondo.APRESENTAÇÃO: O curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador iniciou seu trabalho em 2007.1 GERAL Oportunizar a experiência com os diversos campos de atuação da Pedagogia. 2. 2. Neste referido curso da Faculdade da Cidade do Salvador. possibilitando articulação entre os conhecimentos abordados nos componentes curriculares do semestre o trabalho interdisciplinar e o cotidiano profissional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • • • • • Desenvolver o gosto pela pesquisa formando educandos que saibam buscar informações. a prática pedagógica será desenvolvida atrelada ao planejamento dos componentes curriculares de cada semestre que tenham maior .2. OBJETIVOS • 2. requerem habilidades múltiplas dos educandos. Identificar as dificuldades enfrentadas nos diversos setores da educação em que o pedagogo atua. que precisam ser resolvidas e que. OBJETO • Momento pedagógico de natureza teórica-prática que envolve trabalho de campo em diversos espaços formativos. Cientes dessa necessidade.2 com as adequações devidamente aprovadas para o exercício da licenciatura. O seu enfrentamento sob a supervisão da instituição formadora. Promover o contato do educando com o cotidiano pedagógico para vivenciar situações concretas e desafiadoras Desenvolver habilidades múltiplas para o bom exercício da profissão. este projeto Prática Pedagógica: Atividade.

de cumprimento formal da prática de ensino. Estas atividades serão individuais e previstas no início do semestre para que o educando possa organizar-se com antecedência e desenvolver a contento. faz elemento e instrumento primeiro para o desenvolvimento de todas as atividades. (b) encontros para narrativas das vivências em campo profissional. Inserida nos componentes curriculares. quer formais ou não formais. o que não garante uma reflexão aprofundada sobre o vivido. que se operacionalizam em conjunto com os demais componente curriculares do semestre. pois é assim que as transformações no campo educacional são construídas: a partir das mudanças nas práticas dos professores e das escolas com um todo. Ambientação consiste efetivamente em criar um ambiente em que o educando possa desde cedo. (e) realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. teorizando-a assim como em espaços que são oportunidades de trabalho para este futuro profissional. descartando de nossos cursos aqueles contatos artificiais. sob a orientação do professor. em se tratando da formação de professores. a partir dos eixos temáticos do semestre. pretendemos fugir da tradicional falta de um vínculo mais efetivo dos educandos com esta realidade. deve desenvolverse a partir de vivências pedagógicas no interior da escola. Por acreditarmos que. em contribuir para que o educando possa vivenciar. especialmente em relação direta com o TID _ componente curricular que permite o exercício prático acerca do olhar interdisciplinar do educando. prevendo. (c) salas de leitura.Faculdade da Cidade do Salvador relevância e peso no curso. dentre outros. Como dito. Assim. Aqui a noção da conversa reflexiva com a situação. ambientar-se com as relações que se estabelecem nas instituições de ensino. por meio destas atividades programadas situações reais de desempenho dos para as mais diversas situações. e das competências que se quer desenvolver há de se pensar sua articulação com os saberes produzidos nos diversos campos. a Prática Pedagógica deste curso. isso pressupõe um investimento positivo nas experiências inovadoras que já se fazem presentes neste meio. Atividades deverão ser programadas pelo professor do componente curricular que contemple Prática Pedagógica no semestre articulando a teoria à prática. abraça a operacionalização de desenvolvimento de atividades ao longo de todo o curso. com uso ou não de tecnologia. Desempenho pedagógico implica duas vertentes. 2 . A segunda. (f) encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). Esta ação implica em desenvolver um trabalho de parceria com diversas instituições escolares ou não escolares. desenvolvida por Schön (1992). assenta-se em três pilares: Atividade. na forma de desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Para isto. a Prática Pedagógica. em verificar o desempenho pessoal do pedagogo para que possa perceber o seu perfil pessoal e aliar ao profissional. (d) desenvolvimento e apresentação de projetos feitos pelos aprendizes. pois é dessa realidade que as propostas de ensino devem emergir. Desempenho e Ambientação. desde espaço e tempo para (a) organização de grupos de estudos. A primeira. no desenvolvimento profissional do aprendiz de professor o contato com espaços educativos é imprescindível. Assim. A operacionalização específica deste momento de aprendizagem será descrito em cada plano de disciplina do semestre que tiver presente a prática pedagógica. conhecer-se e perceber-se capaz de desempenhar as atividades que lhes serão conferidas ao longo do exercício da profissão.

OPERACIONALIZAÇÃO Semestralmente. 20 horas de prática pedagógica. 4. montagem e articulação de oficinas (ou outro espaço pedagógico). dentre outras relacionadas ao campo do saber em questão de cada componente curricular preferencialmente articulando ao trabalho interdisciplinar sempre de acordo com as recomendações do professor. hora. encontros reflexivos entre professores e aprendizes (que já são docentes ou não). O educando. Nesta ficha.Faculdade da Cidade do Salvador Em tal contexto deve-se prever: • • • • • • Manter a articulação entre ensino e pesquisa. Contextualização dos conhecimentos. Implantação de uma cultura de avaliação contínua e qualitativa. Utilização da flexibilidade curricular. Estas atividades deverão ser apresentadas no Plano de Ação da prática Pedagógica no início do semestre para que os educandos possam se organizar previamente. Poderão ser computadas horas de prática pedagógica: organização de grupos de estudos. realização de seminários temáticos feitos pelos educandos. Os educandos poderão formar grupos para realizar a atividade. período.2 1º Semestre PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE: o pedagogo em diversos campos de atuação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação Formação Pessoal e Social na Infância TOTAL 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Diversidade na Organização do Trabalho Pedagógico Didática: currículo e planejamento educacional Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem I TOTAL CH SEMESTRAL T 60 60 PP 20 20 40 CH SEMESTRAL T 60 60 PP 20 20 40 TOT 80 80 TOT 80 80 3 . o trabalho interdisciplinar e o cotidiano profissional referentes a pesquisas com a finalidade de relacionar teoria e prática. conforme orientações do professor. Cada disciplina definirá no seu plano de ação a proposta de socialização e produção final. os componentes curriculares relacionados a seguir terão. pesquisa em espaços formais ou não formais de ensino. Durante a realização da atividade de campo. Caso a atividade seja realizada em grupos poderá ser feito apenas um produto. preferencialmente. Articulação da formação pedagógica com o campo de estágio. um responsável local pela atividade assinará a presença do educando em tal atividade (este responsável local será designado pela escola e devidamente cadastrado pela Faculdade). sob a orientação do professor deverá realizar atividades de campo que. os educandos deverão semanalmente apresentar ao professor a ficha de acompanhamento das visitações onde estarão descritos: dia. Desenvolvimento de uma metodologia de trabalho interdisciplinar. entretanto as fichas de acompanhamento da Prática Pedagógica deverão ser individuais. Entretanto. possibilitem a articulação entre os conhecimentos abordados nos componentes curriculares do semestre. 5. COMPONENTES CURRICULARES COM PRÁTICA PEDAGÓGICA Fonte: MATRIZ 2007. local e atividade desenvolvida pelo educando. em sua carga horária. cada educando deverá apresentar o formulário comprovando o cumprimento da carga horária total de cada componente curricular prevista na matriz do Curso.

espaços e movimentos Ludologia Estágio Supervisionado IV TOTAL 8º Semestre CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: Saberes a socializar Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica TOTAL TOTAL CURSO 6. Avaliação e Tecnologias na organização do trabalho pedagógico Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Didática: currículo e planejamento educacional Psicologia e Educação: teorias psicológicas TOTAL 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: espaços escolar formal e não formal CH SEMESTRAL T 60 60 60 PP 20 20 20 60 TOT 80 80 80 240 CH SEMESTRAL T 60 60 60 PP 20 20 20 60 T 60 60 20 PP 20 TOT 80 80 80 240 TOT 80 80 160 CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL Inteligenciologia Educação Inclusiva TOTAL 4º Semestre 4 .Faculdade da Cidade do Salvador 3º Semestre A PRÁTICA INCLUSIVA: espaços escolar formal e não formal T 60 60 CH SEMESTRAL PP 20 20 40 CH SEMESTRAL T 40 PP 20 20 CH SEMESTRAL T 40 PP 40 40 CH SEMESTRAL T 20 PP 60 60 CH SEMESTRAL T 60 20 PP 20 60 80 CH SEMESTRAL T 60 60 PP 10 10 20 340 TOT 70 70 TOT 80 80 TOT 80 TOT 80 TOT 60 TOT 80 80 Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem II Educação e Saúde TOTAL 4º Semestre CULTURA DIVERSIDADE E IDENTIDADE: Matrizes da Linguagem Estágio Supervisionado I TOTAL 5º Semestre EDUCAÇÃO INFANTIL: Natureza e Construção Estágio Supervisionado II TOTAL 6º Semestre ENSINO FUNDAMENTAL: Natureza e Construção Estágio Supervisionado III TOTAL 7º Semestre PEDAGOGIA PARA ALÉM DA DOCÊNCIA: tempos. COMPONENTES CURRICULARES COM PRÁTICA PEDAGÓGICA Fonte: MATRIZ 2008.1 1º Semestre PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE: o pedagogo em diversos campos de atuação Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação Psicologia e Educação: desenvolvimento e aprendizagem Formação Pessoal e Social na Infância TOTAL 2º Semestre ESPAÇOS ESCOLARES: Didática.

5 . Daí o educando ter que apresentar sistematicamente o formulário de acompanhamento e procedimentos das atividades realizadas. visando à aquisição do conhecimento. A avaliação deve aparecer dentro da prática escolar como elemento que promove o conhecimento. espaços e movimentos Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Pedagogia Hospitalar Estágio Supervisionado IV TOTAL 8º Semestre CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: Saberes a socializar Fundamentos da Orientação Educacional Fundamentos da Coordenação Pedagógica Gestão de Instituições TOTAL TOTAL CURSO T 40 PP 20 20 T 60 60 40 PP 20 20 40 80 T 60 60 20 PP 20 20 60 100 T 60 40 20 PP 20 20 60 100 T 60 60 40 PP 20 20 20 60 500 TOT 60 60 TOT 80 80 80 240 TOT 80 80 80 240 TOT 80 60 80 220 TOT 80 80 60 CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL CH SEMESTRAL 7. cabe de fato considerar que a avaliação formativa tem suas nuances que devem ser verificadas. à aprendizagem. A avaliação contínua é Formativa. diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em cada uma delas. Ela é importante para o professor à medida que serve como diagnóstico da situação e indica formas de intervenção no processo. à reflexão sobre a própria prática.Faculdade da Cidade do Salvador CULTURA DIVERSIDADE E IDENTIDADE: Matrizes da Linguagem Estágio Supervisionado I TOTAL 5º Semestre MUNDO INFANTIL: Natureza e Construção Estudos da Linguagem Oral e Escrita na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Estágio Supervisionado II TOTAL 6º Semestre ENSINO FUNDAMENTAL: Natureza e Construção Língua Portuguesa: conteúdo e metodologia Matemática: conteúdo e metodologia Estágio Supervisionado III TOTAL 7º Semestre PEDAGOGIA PARA ALÉM DA DOCÊNCIA: tempos. corrigidas e analisadas durante o processo e não ao final. é um elemento essencial na reordenação da prática pedagógica. E considerando o teor prático que a Prática Pedagógica exige. PRÁTICA DA AVALIAÇÃO De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. dentro do processo educativo. A avaliação contínua. com função de acompanhar o desenvolvimento das disciplinas de todos os cursos de graduação de Pedagogia. o aproveitamento é avaliado por meio de avaliações contínuas mantendo o caráter da interdisciplinaridade que é eixo norteador do currículo na formação de professores.

Relação com o interdisciplinar 6. Trabalhos escritos (se houver ) a coerência 3.00 QUANTO AO VALOR AVALIAÇÃO O valor total da avaliação é de 10. Apresentação do Formulário de Acompanhamento devidamente preenchido Distribuir de acordo com 2. Análise crítica 4. Outros que considerar adequado e de acordo com a proposta pedagógica do curso TOTAL 10. Apresentações orais (se houver) e ASPECTOS SUBJETIVOS necessidade 1. 6 . Articulação e Criatividade 5.0 (dez pontos) na disciplina e terá peso relacionado às atividades individuais.Faculdade da Cidade do Salvador QUANTO AOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nº CRITÉRIO VALOR ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS 1. Objetividade/Clareza da disciplina 2. Domínio de conteúdo 3. Clareza.

Data H. H.C.Faculdade da Cidade do Salvador PEDAGOGIA. desempenho e ambientação Componente Curricular: Professor(a): Aluno(a): Semestre: Turma: Período: Dados Atividade desenvolvida da Instituição Nome Orientador Descrição No. C.H.S. LICENCIATURA PRÁTICA PEDAGÓGICA: Diário de atividades.T Dados Gerais Total de Carga Horária Data da entrega Assinatura do Aluno Assinatura do Professor 7 .

Visão crítica. sites. escrita e liderança. Avaliação coerente do seu próprio trabalho e trabalho dos outros. Habilidade de mobilização. apresentar a justificativa e os objetivos para tal. SUGESTÃO DE HABILIDADES: • • • • • • • Auto-aprendizado. autonomia. Realização de pesquisa. de formular uma hipótese. iniciativa. enfrentamento de problemas e sociabilidade. a importância e necessidade da prática pedagógica. Articulação de pessoas e situações e visão sistêmica Utilização de novas tecnologias visando com criatividade novas aplicações. Boa expressão oral. Atuação e trabalhos de equipe. INDICAÇÕES DE LEITURAS Sugerir livros.Faculdade da Cidade do Salvador PLANO DE AÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Carga Horária CONTEXTO Breve texto com argumentações acerca da relação entre os conteúdos abordados. (segue sugestões ao final da proposta) DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE Descrever a proposta da atividade a ser desenvolvida pelo aluno com detalhamento das ações de forma que seja proporcional à carga horária prevista. vídeos e outros. visão estratégica. HABILIDADES e ATITUDES A DESENVOLVER Citar as habilidades que se pretende desenvolver nesta prática pedagógica. UNIVERSO A SER VIVENCIADO Sugerir possíveis locais para a realização da prática pedagógica. domínio e utilização de seus movimentos • • • 8 . AVALIAÇÃO Apresentar a proposta de avaliação coerente com o Plano de Disciplina. Organização do seu próprio estudo. COMPETÊNCIAS. aplicação de conhecimentos teóricos multidisciplinares. periódicos.

Admitir trabalhar com incertezas. responsabilizar-se por seus erros e decisões. Estar sintonizado com os objetivos. 9 . empreendimento. à profissão. políticas e estratégias do mercado de trabalho. Capacidade de iniciativa. valores que dá ao que conhece. acontecimento e teoria. os sentimentos que experimenta diante de fatos e idéias. aos fatos. dentre outros. ser seguro de si mesmo e postura ética profissional.Faculdade da Cidade do Salvador • Desenvolver/aperfeiçoar: curiosidade científica. responsabilidade quanto à aprendizagem. promover clima de segurança e participação. • • • • Aceitar desafios com o auto-gerenciamento de sua formação. consciência crítica frente à realidade. perseverança em questionamento.

serão planejadas de forma a propiciar que os alunos de graduação do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador as realizem no decorrer dos 04 (quatro) anos letivos. V . 1º .As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios que possibilitam o reconhecimento. por intermédio de avaliação do colegiado de Curso e da Coordenação. e outras atividades afins. opcionais. documentação apresentada e total de horas validadas e registradas no respectivo Histórico Escolar. 10 . cursos. incluindo cursos. exigindo-se. vídeos informativos. inclusive. com as atribuições de: I . 2º . estudos e atividades independentes. e interdisciplinares. transversais. desde que devidamente comprovadas e observando-se as diretrizes deste Regulamento.LICENCIATURA PLENA TÍTULO I DA NATUREZA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. conhecimentos e competências do aluno.proporcionar. arquivo atualizado contendo a ficha de cada aluno.4 ANEXO D TÍTULO: Regulamento de Atividade Complementar REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES DO CURSO DE PEDAGOGIA. junto à Secretaria Geral. II . especialmente no tocante às relações profissionais. IV . junto a outros Cursos e órgãos da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. cuja realização é indispensável à colação de grau.disponibilizar informações ao aluno de Pedagogia sobre as atividades complementares inclusive fora da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC. um total mínimo de 100 (cem) horas/aula. das habilidades.As Atividades Complementares têm como principal objetivo estimular a participação dos alunos em experiências diversificadas que possam contribuir para a sua formação profissional. aquelas adquiridas fora do âmbito da Faculdade da Cidade e Rede FTC.proporcionar ao aluno atividades no âmbito do Curso. a realização de atividades das quais o aluno do Curso Pedagogia possa beneficiar-se. acesso a palestras. seminários.promover.As Atividades Complementares serão subordinadas ao Colegiado do Curso Pedagogia da Faculdade da Cidade. III . nas ações de pesquisa e de ensino que associam teoria e prática e nas ações de extensão desenvolvidas juntamente à comunidade. TÍTULO II DO COLEGIADO DE CURSO Art. § 2º .manter. compreendidas. As cargas horárias obtidas pelos alunos devem ter relação direta com os princípios fundamentais do Curso e serão lançadas no Histórico Escolar do aluno. § 1º .Faculdade da Cidade do Salvador 14. ao aluno do Curso Pedagogia.As Atividades Complementares.

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VI - estabelecer contato com outras coordenações e secretarias da Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC visando criar, para os alunos do Curso, acesso à atividade do seu interesse; VII - estabelecer contato com órgãos dos Poderes Públicos, instituições públicas e privadas, entidades assistenciais e organismos não governamentais, entre outros, com o objetivo de proporcionar aos alunos do Curso Pedagogia a possibilidade de desenvolver atividades em parceria com estas instituições; VIII - apreciar os requerimentos de alunos e professores sobre questões pertinentes às atividades complementares; IX - fixar as regras de acesso dos alunos para cada uma das atividades, limite de aproveitamento de horas cumpridas bem como estabelecer o número de alunos por atividade, critério de seleção, carga horária e pré-requisitos, entre outros; X - apreciar e decidir sobre a validação das atividades realizadas pelos alunos para efeito de cumprimento das atividades complementares; XI - fiscalizar o arquivamento adequado dos certificados e demais informações sobre as atividades cumpridas pelos alunos; XII - fixar o limite de aproveitamento da carga horária cumprida pelo aluno em cada evento para o cômputo das Atividades Complementares, independentemente da carga horária total prevista na atividade. TÍTULO III DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SEU APROVEITAMENTO Art.3º - As Atividades Complementares desdobram-se em três níveis: ensino, pesquisa e extensão. Devem ser realizadas na própria Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC ou outras instituições de notória reputação, não podendo ser preenchidas por apenas uma espécie de atividade. Art.4º - Cabe ao aluno, encaminhar a documentação comprobatória, conforme previsto neste Regulamento, entregando-o à Coordenação de Curso, para lançamento da atividade e computação da respectiva carga horária. § 1º - Os comprovantes e formulários deverão ficar arquivados na Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC até a expedição do diploma de conclusão do Curso Pedagogia. § 2º - O aluno deve guardar uma via do comprovante da atividade realizada entregue à Coordenação até a obtenção do seu diploma de graduado em Pedagogia - Licenciatura plena. § 3º - Caso o aluno não esteja regularmente matriculado na Faculdade da Cidade do Salvador e REDE FTC, não será possível o aproveitamento da atividade cumprida no mesmo ano, impondo-se sua matrícula do ano seguinte e adoção do procedimento de aproveitamento das atividades realizadas no período de afastamento.

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Art.5º - O aproveitamento das Atividades Complementares na integralização do currículo obedecerá ao sistema de pontuação de crédito-hora de atividade previsto no Regulamento geral da Faculdade da Cidade do Salvador. Art.6º - A Coordenação de Curso poderá exigir, a qualquer tempo, sempre que houver dúvida ou insuficiência da documentação apresentada na realização de atividade, independentemente dos requisitos fixados no artigo subseqüente, a apresentação de certificados de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária cumprida, relatório de desempenho, relatórios circunstanciados dos discentes e quaisquer outras provas ou documentos que permitam o efetivo acompanhamento e avaliação da respectiva atividade complementar. Art.7º - Ficam estabelecidas as seguintes exigências mínimas para o aproveitamento das atividades complementares e outorga de horas a serem creditadas ao aluno:

ATIVIDADES COMPLEMENTARES Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas. Cursos de extensão realizados guardando correlação com o programa do curso de Pedagogia. Disciplinas cursadas em outros cursos de graduação ou pós-graduação. Programas de monitorias. Participação em projeto de voluntariado.

REQUISITOS PARA A CONTABILIZAÇÃO CURRICULAR Certificado de participação (mínimo 4 horas) Certificado de participação (mínimo 20 horas) Histórico acadêmico, com respectiva carga horária e aprovação, ementa e programa da disciplina Relatório do professor orientador Relatório do professor orientador (mínimo de 8 horas). Atestado de realização do estágio e apresentação de relatório, devidamente vistado pela instituição da realização do estágio Material publicado Certificado de participação e trabalho apresentado Monografia elaborada e apresentação de certificado A serem fixados pela coordenação.

Realização de estágios extracurriculares.

Publicação de artigos relativos à área. Apresentação de trabalhos em eventos de iniciação à pesquisa científica. Participação em concursos de Monografia de áreas afins. Outras atividades

Art.8º - Antes de realizar qualquer atividade complementar que não tenha previsão ou pontuação horária pré-fixada na Tabela do ANEXO I deste Regulamento, o aluno deve,

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previamente, obter um parecer favorável da Coordenação, inclusive quanto à carga horária a ser considerada e registrada no histórico escolar. Art.9º - Certificados de cursos realizados pelo acadêmico com carga horária igual ou maior que 80 horas, será submetido a análise e contabilizado no máximo50% (cinqüenta por cento) do total de horas cursadas. Art.10 - Antes de realizar qualquer atividade complementar que não tenha previsão ou pontuação horária pré-fixada neste Regulamento, o aluno deve, previamente, obter um parecer favorável da Coordenação, inclusive quanto à carga horária a ser considerada e registrada no histórico escolar. Art.11 - Das decisões da Coordenação de Curso de negatórias do aproveitamento de qualquer atividade caberá recurso ao Colegiado do Curso de Pedagogia, no prazo de 5 (cinco) dias após a decisão. TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS Art. 12 - Os casos omissos serão resolvidos e decididos pela Coordenação do Curso Pedagogia e Colegiado do Curso. Art. 13 - Este Regulamento entra em vigor a partir de agosto de 2007.

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BAHIA .5 ANEXO E TÍTULO: Contrato Pedagógico CURSO DE PEDAGOGIA – Licenciatura CONTRATO PEDAGÓGICO Orientações para nosso bem-viver SALVADOR .BRASIL JULHO DE 2007 14 .Faculdade da Cidade do Salvador 14.

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Caro Professor,

Iniciar um semestre implica em abrir diálogos freqüentes entre os pares que compõem o trabalho pedagógico para discutir o que é bom para todos. Sabemos que uma rotina pedagógica implica em diversos fazeres, de forma que organizar-se, bem como conhecer suas atribuições torna-se fundamental para um bom conviver no trabalho. Este contrato pedagógico espelha as recomendações adequadas de consagração das atribuições do educador. Como em todo diálogo, esse também pressupõe a possibilidade de rever posições, se necessário. Assim, todos devem opinar pois ainda estamos em construção. Entretanto, ao assumi-lo as recomendações passam a ser normas a serem cumpridas por todos. Cordialmente, Luiza Ramos.

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1. DO PROJETO PEDAGÓGICO a. Conhecer, discutir e contribuir com a atualização do Projeto Político Pedagógico do curso. b. Articular-se com demais setores de colaboração do trabalho pedagógico: NASP, NAI, EXTENSAO, COORDENACAO DE ESTÁGIO, BIBLIOTECA. c. Empreender esforços para dar o diferencial na formação profissional: pedagogos são futuros professores, e com tais, terão como referência profissional ,especialmente, nossas ações, posturas, crenças e atitudes.

2. PLANEJAMENTO E CRONOGRAMA DE AULAS: Elaboração, entrega e execução a. Todo docente deverá preparar, antes do inicio das aulas, seu plano de disciplina e cronograma de aulas. b. As ementas e referências bibliográficas devem ser respeitadas na sua essência. Caso tenham alguma sugestão de ampliação deve-se discutir junto à Coordenação Pedagógica. c. O Plano de disciplina deverá ser entregue à Coordenação atendendo ao prazo previamente estabelecido para que se encaminhe aos membros do colegiado e se obtenha posterior aprovação. d. Cumprir com as avaliações que sinalizam no Plano. Deve haver coerência entre prática e planejamento. e. No plano de Disciplina deverá constar, ao final, seu contrato pedagógico com os educandos. Ao final, tem-se algumas recomendações: regra de convivência com o educando. f. Prever no cronograma encontros com os educandos para discutir o Interdisciplinar. Este deve fazer parte da pauta de todas as disciplinas.

g. Prever no cronograma visitas em bibliotecas, laboratório de informática e com os educandos para discutir o Interdisciplinar. Este deve fazer parte da pauta de todas as disciplinas.

3. REUNIÕES: a. PEDAGÓGICA – comprometer-se a participar, mensalmente, da reunião sugerindo ações e contribuindo para a objetividade do encontro. b. COLEGIADO DE CURSO – envolver-se com ações do Colegiado de forma a fortalecer as diretrizes do curso que ora se inicia.

4. LIDERES:

a. Mobilizar, junto à coordenação os educandos para que elejam o seu líder de
turma. b. Observar as demandas do líder e estar aberto para contribuir/encaminhar alternativas para resolução de possíveis problemas que possam ocorrer.

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5. DESENVOLVIMENTO DO SEMESTRE a. Apresentar semestralmente relatório da disciplina. b. Lançar as notas dos educandos no prazo estabelecido, para com isto evitar transtornos maiores. c. Avisar com antecedências eventuais ausências e marcar reposição. d. Em caso de substituição, apresentar, antecipadamente o professor para entrevista à coordenação. e. Desenvolver atividades didático-pedagógica em que possamos obter o mapeamento das escolas do entorno (municipais, estaduais, particulares e ONGs). f. Fomentar e estimular a atividade complementar.

g. Observar desde os primeiros dias de aula, os educandos com dificuldades de português para encaminhar às turmas de nivelamento (extra aula) h. Reservar com antecedência recursos audiovisuais para que sejam melhor otimizados.

6. SOBRE AVALIAÇÃO a. Observar o que dispõe a avaliação da Instituição e direcionar a disciplina para este fim. b. Diversificar os tipos de itens na prova: dissertativos, objetivos, interpretativos, pictóricos. c. Zelar pelo sigilo da prova e obedecer aos prazos para impressão. d. Ao elaborar as Provas, apresentar as chaves de respostas. e. Elaborar critérios/ barema de avaliação em caso de trabalhos de grupo, comunicando antecipadamente aos educandos. f. Entregar as avaliações no prazo previsto e com comentários para os alunos.

g. Estabelecer no calendário um dia de entrega da avaliação comentando as questões.

7.

ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL a. Preparar uma oficina de temática que tenha bom domínio, para ministrar aos colegas pedagogos outros docentes da casa que precisem ser capacitados naquela temática., semestralmente. b. Participar semestralmente de duas oficinas, no mínimo, um dos temas estabelecidos pela coordenação do curso e outro a escolha dele.

8. FECHAMENTO DE CADERNETA E LANÇAMENTO DE NOTAS a. Atualizar e atender ao prazo do fechamento da caderneta eletrônica e lançamento de notas, especialmente no final do semestre.

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Se for necessária uma revisão de provas. esta deverá ser marcada posteriormente com o professor.Faculdade da Cidade do Salvador 9. será considerado faltante. Trabalhos copiados da Internet serão desconsiderados. Se sair durante a aula e não voltar. Não se pode ler o que não se entende. maridos. Português – a linguagem pode ser simples. tais como doença em família. O aprofundamento da resposta só pode contribuir.o professor não poderá. Celulares • Proibido durante a aula. O aluno que não responder. Apresentação – uma prova é o espelho do aluno. REGRAS DE CONVIVÊNCIA COM O EDUCANDO • • • • • • • • Presença em Sala O limite máximo para entrada em sala de aula é de até 15 minutos após o horário de início da aula. namorados etc) em sala de aula. O professor tem o direito de reter a prova de quem consultar qualquer material ou pedir ajuda para outro aluno. Colas . leve e solta. a prova deve ser limpa e organizada. Prestar atenção à chamada que será feita no final da aula. A Internet deve ser usada como fonte de pesquisa e não como cola. Deve propiciar leitura fácil e entendimento. provas (regulares ou substitutivas) e exames na presença do aluno. corrigir trabalhos. Ao entrar atrasado. ficará com falta. É proibido a entrada de acompanhantes (filhos. Profundidade – as provas são analisadas comparativamente. em hipótese alguma. vocabulário e concordância. Casos excepcionais. Não existe presença coletiva. ou voltar somente no final da aula. • • • • • • • • • 18 . Aprofundamento não é enrolação.as provas deverão ser feitas sem consulta e individualmente. Assim sendo. mas correta. falar antes com o professor. Conversas paralelas somente quando se referirem ao que está sendo exposto. Trabalhos e provas • Correções . sem erros de gramática. portanto fuja da superficialidade da análise. identificação do aluno e de acordo com as recomendações do professor e da instituição. Fluência/clareza de idéias – o texto deve fluir de forma agradável. Os trabalhos deverão ser entregues de forma profissional: com capa. A data combinada para entrega de trabalhos não será alterada. faça em silêncio para não atrapalhar a aula. Evitar a Linguagem de Internet.

previsto na matriz curricular dos cursos. 3°. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. sendo elaborado pelo aluno. O Trabalho de Conclusão de Curso . III – propiciar aos graduandos condições necessárias à elaboração de um estudo teórico e/ou trabalho de campo de acordo com as normas técnicas que configuram a pesquisa científica.TCC.Faculdade da Cidade do Salvador 14. 1°. 2°.8 ANEXO F TÍTULO: Regulamento do TCC CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades referentes ao Trabalho de Conclusão do Curso. CAPÍTULO I DO CONCEITO Art. CAPÍTULO III DA MATRÍCULA E DA FREQUÊNCIA Art. O TCC dos cursos deverá estar vinculado às disciplinas destinadas à Pesquisa. e a resolução 008/2005 sobre Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso da Instituição. 19 . de acordo com o que estabelecem as respectivas matrizes curriculares. consiste em um trabalho científico de final de graduação. que versará sobre temas que estejam contemplados nas linhas de iniciação à pesquisa dos cursos. conforme estabelecido no Regimento Interno da Faculdade da Cidade do Salvador. mediante orientação de um professor por ele escolhido e que componha o quadro de docentes-orientadores. II – correlacionar teoria e prática do curso. São objetivos da elaboração do TCC: I – possibilitar ao aluno o desenvolvimento de suas capacidades científicas e criativas na sua área de formação.

o calendário de todas as atividades relativas as atividades de Conclusão de Curso. para coordenar as atividades de Conclusão de Curso. 5°. reuniões com os professores orientadores e alunos que estejam elaborando TCC. A matrícula no TCC. Art. O controle de freqüência e o acompanhamento das construções teórico-práticas dos alunos ficarão sob a responsabilidade do professor/orientador. semestralmente. utilizará uma das seguintes modalidades. opção por um aporte teórico que fundamente sua pesquisa e definição de procedimentos técnicometodológicos. § 1º A escolha dar-se-á por meio de critérios estabelecidos pela Direção Acadêmica da Faculdade da Cidade do Salvador. Em conformidade com artigo 7o da Resolução FCS 008/2005. CAPÍTULO V DA COORDENAÇÃO DE TCC Art. 4°. 008/2005. atender aos professores orientadores e aos alunos matriculados em Trabalho de Conclusão de Curso. CAPÍTULO IV DOS TIPOS DE TRABALHO Art. conforme orientação do professor/orientador: a) Monografia: consiste em um trabalho de natureza científica. O aluno. 9º. convocar. titulação mínima de mestre e experiência comprovada em pesquisa. b) Projeto de Intervenção: consiste na identificação de uma problemática no campo da gestão e na elaboração de um projeto que proponha linhas de ação. n. sempre que necessário. pelo menos. Conforme artigo 6o do regulamento institucional de TCC. Art. 7º. Art.Faculdade da Cidade do Salvador Art. segundo estabelecido em cada curso. 2 (dois) anos.40 horas). onde o aluno buscará aprofundar o conhecimento sobre uma dada parcela da realidade. na elaboração do trabalho. tendo como condição essencial a aprovação no componente curricular Pesquisa e Prática de Ensino I_TCC ou equivalente. § 2º O Coordenador Geral (ou a Comissão Coordenadora) será nomeado(a) por Portaria do Diretor Acadêmico. compete ao Coordenador de TCC: elaborar. a partir da escolha de um tema que esteja de acordo com as linhas de pesquisa sugeridas por seu curso. 8º. as atividades de Conclusão de Curso são coordenadas por um professor. § 3º Podem candidatar-se à função professores que comprovem experiência no magistério superior no Curso de Pedagogia há. que busquem atender aos problemas detectados em uma dada realidade e as suas demandas. está limitada ao cumprimento dos pré-requisitos. junto ao Coordenador e Colegiado do Curso de Pedagogia. sob a direção/supervisão do Coordenador e do Colegiado do de Pedagogia. ou disciplina que equivalha. 20 . 6º. identificação de uma problemática de investigação. O Coordenador do Curso escolhe um professor em regime de dedicação TI (Tempo Integral . devidamente fundamentadas. conforme Resolução FCS 008/2005.

organizar. para eventuais aquisições. Art. aos alunos e professores. 12º – O Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolvido sob a orientação de um professor vinculado ao Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador. 21 . II . a partir das indicações dos docentes orientadores e seus orientandos. tomar. todas as demais medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento. cumprir e fazer cumprir este Regulamento. responsabilizar-se frente à Secretaria Acadêmica pela lista final de freqüência e notas de Trabalho de Conclusão de Curso a partir das informações enviadas pelos professores orientadores.emitir parecer nos casos excepcionais de substituição de orientadores. III . organizar e manter atualizado em arquivo os Trabalhos de Conclusão de Curso dos alunos do Curso de Pedagogia. 11º Compete ao Colegiado de Curso: I . IV . possibilidades de bolsas de iniciação científica ou outras formas de financiamento à pesquisa. ministrar no mínimo 8 (oito) horas-aula no curso de graduação ou pós-graduação em Educação e orientar trabalhos de conclusão de curso. nos prazos adequados. designar. evitando a sobrecarga de aulas na grade curricular. 10º. no âmbito de sua competência.Faculdade da Cidade do Salvador indicar professores orientadores para os alunos que não os tiverem.delimitar as áreas de conhecimento do TCC.garantir ao acadêmico carga horária semanal disponível no ano de elaboração do TCC. os plantões de atendimento das orientações e acompanhar seu cumprimento. para facilitar a escolha de orientadores pelos alunos. levantar a bibliografia indicada pelos orientadores junto à Biblioteca da Faculdade. A Coordenação de TCC é avaliada pelo Coordenador e Colegiado do Curso de Pedagogia semestralmente. por áreas e temas de pesquisa. manter informado a Coordenação do Curso de Pedagogia sobre o andamento das atividades de trabalhos de conclusão de curso. informar. acompanhar o processo de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso. entregando ao final de cada semestre um relatório de avaliação qualitativa das atividades desenvolvidas em cada fase.emitir parecer sobre o regulamento específico do TCC. podendo inclusive vir a compor a banca examinadora. CAPÍTULO VI DA ORIENTAÇÃO Art. elaborar um cadastro detalhado das áreas de pesquisa e respectivos professores do Curso de Pedagogia. manter atualizado o livro de atas das reuniões das bancas examinadoras. Art. constituir e organizar as bancas examinadoras até a 10º semana de cada período letivo.

15º – O critério para designação do professor orientador obedecerá à ordem de escolha feita pelo aluno. 13º – Estão habilitados para orientação os professores mestres e/ou doutores e. na sua categoria por tantos quantos forem seus orientandos. e à data de entrega do formulário. ainda. 22 . atuando como co-orientador. O Art.Faculdade da Cidade do Salvador Art. 14º – Os professores orientadores serão escolhidos pelos alunos. Parágrafo único – Preenchidas as dez vagas do orientador. Art. a fim de estabelecer os vínculos entre orientador e aluno. deve procurar o Coordenador de TCC a fim de que lhe indique um orientador. Parágrafo único: O Coordenador de TCC estabelecerá uma listagem dos professores orientadores. o Coordenador de TCC deve levar em consideração. segundo suas respectivas áreas de interesse. na conclusão dos respectivos cursos de pósgraduação lato sensu. § 1º. sempre que possível. O o Art. 17 O nome do co-orientador deve constar dos documentos e relatórios entregues pelo aluno. assim. a distribuição de acordo com as áreas de interesse dos professores. sucessivamente. Parágrafo único. desde que obtenha a aprovação de seu orientador. Art. na ordem de preferência do aluno. da Resolução FCS 008/2005 pode o aluno contar com a colaboração de outro professor que não o seu orientador ou de profissional que não faça parte do corpo docente dos Cursos de Graduação da Faculdade da Cidade do Salvador. dentre os professores habilitados. os especialistas que comprovem ter defendido monografia perante banca especial. e. onde deverá constar o nome de três professores. os demais alunos que tiverem escolhido o mesmo professor deverão preencher as vagas do orientador constante da segunda opção do formulário. Na indicação de professores orientadores. 16 conforme artigo 10 . Art. através do preenchimento de um formulário que deverá ser entregue na Secretaria Acadêmica da Faculdade. O professor orientador pode ter no máximo 10 (dez) orientandos e recebe meia hora/aula semanal. no prazo fixado por esta Coordenação. 18 O Na situação em que o aluno não encontre nenhum professor que se disponha a assumir a sua orientação. bem como a distribuição eqüitativa de orientandos entre eles.

cabendo ao aluno apresentar defesa das colocações feitas no documento. sendo: a) b) até 01 (uma) hora para exposição do trabalho pelo aluno examinado. 19°. previamente acertado pelo aluno junto ao seu orientador. documento composto pelo cronograma de execução da matéria. Art. a mais de 15 (quinze) trabalhos. incluindo a resposta do examinado e os esclarecimentos do professor/orientador. 22°. prazos de entrega do projeto. ao mesmo tempo. 23 . 23°. Art. CAPÍTULO IX DAS ATRIBUIÇÕES Art. 21°. pelo professor/orientador do aluno. relatório e defesa. o manual de TCC do curso. O Trabalho de Conclusão de Curso será encaminhado pelo Coordenador do Curso a cada membro da Banca Examinadora com antecedência mínima de 05 (cinco) dias para a realização da Banca Examinadora. Cada TCC deverá ter um projeto de pesquisa. cabendo ao coordenador designar a Banca Examinadora para. II – apresentar este Regulamento a toda a comunidade envolvida na atividade. IV – atualizar. bem como outras informações que julgar importantes. Art. semestralmente. Em caso de questionamentos postos pela Banca ou pelo examinador. com o seu deferimento. de acordo com a estrutura previamente estabelecida pelo docente. em sessão aberta à Banca Examinadora.Faculdade da Cidade do Salvador CAPÍTULO VII DO ALUNO CAPÍTULO VIII DA ORGANIZAÇÃO Parágrafo Único . num prazo mínimo de 10 (dez) ou máximo de 30 (trinta) dias. perante Banca Examinadora constituída de três professores. III – coordenar a apresentação do TCC. Compete ao Coordenador do Curso: I – acompanhar a administração e supervisão do TCC feito pelo Coordenador de TCC de acordo com o presente Regulamento. questionamentos e esclarecimentos. reunir-se para avaliá-lo. Art.Nenhum orientador poderá estar vinculado. 20°. O tempo definido para apresentação do trabalho. junto com o Coordenador de TCC. lista de orientadores e respectivas linhas de pesquisas. que deverá estar presente ao ato da apresentação. até 01 (uma) hora para colocações. o aluno poderá contar com a participação do seu professor/orientador. O Trabalho de Conclusão de Curso será apresentado pelo graduando. é de no máximo 02 (duas) hora. O Trabalho de Conclusão de Curso será encaminhado ao Coordenador do Curso. para efeito de esclarecimentos de tópicos e colocações. Art. 24º.

reunir-se. as atividades acadêmicas a serem realizadas pelo estudante. até a efetivação da matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I. manter contatos semanais com o professor orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa. Art. elaborar a versão final de sua monografia. Art. entregar relatórios escritos ao orientador. os documentos entregues para avaliação e recomendações. devendo justificar eventuais faltas. podendo até indicá-lo para fazer parte da Banca Examinadora. rubricar a folha individual do Diário de Classe. VI .Faculdade da Cidade do Salvador Art.fixar um cronograma de trabalho e estabelecer os controles regulares. aquele regularmente matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso. respondendo e devolvendo questionários de pesquisa. V . o nome de um professor para participar da avaliação do seu projeto.orientar e supervisionar nas dependências da Faculdade da Cidade do Salvador e fora (quando for o caso).resolver. VII . hora e local determinados para apresentar e defender a monografia. e as de seus orientandos. Art. sob supervisão da Coordenação do TCC. de acordo com o presente Regulamento e as instruções de seu orientador e da Coordenação de TCC. até o final do primeiro mês letivo. dentro das normas definidas neste Regulamento.contribuir para o aperfeiçoamento do TCC. 26º Em caso de impedimento do orientador. deve substituí-lo um professor indicado pelo Coordenador de TCC. os relatórios depois de avaliados e discutidos pelo orientador devem ser entregues à Coordenação de TCC. semanalmente e/ou quinzenalmente. 29º Compete ao aluno: escolher o tema e o orientador. por ocasião das sessões de orientação.participar das reuniões organizadas pela Coordenação do TCC e/ou Coordenação do Curso. apresentar-se ao seu orientador até a primeira semana letiva do semestre. questões relacionadas ao TCC. Parágrafo único. ao longo do desenvolvimento do TCC. freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de TCC ou pelo seu orientador. 25º O compete ao orientador do TCC: I . com o orientando. comparecer em dia. relatórios parciais e versão final do Trabalho. as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. II .preencher o Parecer da Banca Examinadora. VIII .avaliar e devolver. 24 . pertencente ao currículo pleno do Curso de Pedagogia. definir com o seu orientador. no menor espaço de tempo possível. sugerindo melhorias nos instrumentos de coleta de materiais que avaliam os estudantes e o TCC. o que não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente. eventualmente aplicados pela Coordenação. através de comunicação oficial ao Coordenador de TCC. O não cumprimento do disposto no artigo 16 deste Regulamento autoriza o professor a desligarse dos encargos de orientação. visando melhor acompanhamento do TCC. III . comunicando à Coordenação de Monografia. caso não estejam previstas neste Regulamento. apresentar ao orientador um cronograma de atividade para ser encaminhado à Coordenação de TCC. IV . em datas pré-fixadas. Art. em geral. 28º Considera-se aluno em fase de realização das atividades de Conclusão de Curso. 27º A responsabilidade pela elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é integralmente do aluno. cumprir o calendário divulgado pelo Coordenador de TCC para a entrega de projetos.

considerando as orientações metodológicas e as especificações para apresentação.0 (oito). CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. CAPÍTULO X DA AVALIAÇÃO DO TCC Art. Parágrafo único. Caberá a cada curso elaborar o seu próprio Manual de Orientações para TCC. 30°. logicidade e linguagem em que foi desenvolvida. III . além de sua contribuição para a área. o aluno deverá demonstrar conhecimento e domínio do assunto nele versado. Art.Faculdade da Cidade do Salvador cumprir e fazer cumprir este Regulamento. 25 . estas últimas que seguem anexas. A estrutura do projeto e relatório do TCC deverá seguir as normas da ABNT. as linhas de pesquisa. divulgação do nome professores/orientadores do TCC. através de um barema e um parecer técnico. 34º. respectivamente. No Trabalho de Conclusão de Curso. O TCC será apresentado publicamente. bem como o calendário de atividades do TCC para o semestre corrente. Os trabalhos que obtiverem nota igual ou superior a 8. Art. Parágrafo único.o conteúdo e a relevância do trabalho realizado. Na avaliação. compreendendo estrutura. a Banca Examinadora levará em consideração: I . deverão ter sua cópia encaminhada à Biblioteca da Faculdade da Cidade do Salvador. Art. considerando-se a atualidade e importância do tema. 32º. anexo a este regulamente. 33º.a apresentação do trabalho. com a demonstração de domínio da matéria versada e a clareza do que for exposto. II . de acordo com as especificidades da área e campo de atuação profissional. formas de avaliação e acompanhamento. A banca examinadora efetivará a avaliação de forma quantitativa e qualitativa.as consistências metodológicas. 31º. apresentando os tipos de trabalhos que serão oferecidos. não sendo exigido posicionamentos ou análises que o configurem como dissertação ou tese.

4 ANEXO D TÍTULO: BAREMA DE AVALIAÇÀO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 26 .1 ANEXO A TÍTULO: ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA 2.Faculdade da Cidade do Salvador 2 ANEXOS 2.3 ANEXO C TÍTULO: ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2.2 ANEXO B TÍTULO: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÀO DO PROJETO DE PESQUISA 2.

1 Objetivo geral 3.2 Objetivos Específicos 4 Justificativa / Fundamentação Teórica (Revisão Bibliográfica) 5 Metodologia 5.2 Técnicas e Instrumento(s) de Pesquisa 5.1 Método de abordagem e de procedimento 5.2 Problema 2.4 Tipos de amostragem 6 Cronograma 7 Referências 8 Anexos .3 Hipótese básica 3 Objetivos 3.3 Delimitação do universo 5.1 Tema e Delimitação do tema 2.Anexo A ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA Sumário 1 Apresentação 2 Objeto 2.

02 Espaço entre as Linhas Fonte das letras do trabalho como um todo Tamanho das fontes da construção do trabalho como um todo Tamanho das margens 1.40 03 -----12 14 05 • 06 • Itens de tal apresentação • • -------• • • • • • • • • -------• • • • • • • • • 07 • Quantidade de páginas do relatório 2 .5 • • • • Times New Roman Arial Para o corpo do texto Para títulos Superior: 3 cm Inferior: 2 cm Esquerda: 3 cm Direita: 2 cm Capa Folha de rosto Mensagem Sumário Apresentação Objeto Objetivos Justificativa/Fundamentação Teórica Metodologia Cronograma Orçamento Bibliografia Anexos Capa de fundo Mínimo – 30 Máximo .Anexo 01 Especificações Técnicas para Apresentação do Projeto de Pesquisa Item 01 • • • • 04 Descrição das especificações Formato de Apresentação Qtd. -------• Observações Formato de papel tamanho A4 de cor branca.

Elementos pré-textuais 2. e s t. a c a d ê m ic o s . (o ) d e d ic a tó ria p á g . 2 3 p . e d . 1 9 9 6 . d is s e r t a ç õ e s t ea b a lh o s r . N o rm a s p a ra a p r e s e n t a ç ã o d e t r a b a lh o s .E s t r u t u r a d a d is s e r t a ç ã o o u t e s e F o n te : U N IV E R S ID A D E F E D E R A L D O P A R A N Á . C u r it ib a : E d it o r a U F P R . t e s e s . fo lh a d e ro s to capa n u m e ra d a s e m a lg a ris m o s a rá b ic o s p á g in a s n ã o n u m e ra d a s (o ) o p c io n a is (fic h a d e c a ta lo g a ç ã o n o v e rs o ) F ig u r a 2 . p a r t e 2 . d e a p ro v . Elementos pós-textuais e l e m en t o s p ó s-t e x t u a i s e le m e n to s te x tu a is capa (o ) g lo s s á rio (o ) a n e x o s (o ) a p ê n d ic e s re fe rê n c ia s e le m e n to s p r é -t e x t u a i s te x to (o ) lis ta s s u m á rio re s u m o lin g . Elementos textuais 3. 1 . 6 .Anexo C ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1. re s u m o (o ) e p íg ra fe (o ) a g ra d .

Curso e Unidade Universitária (Departamento e Centro). acrescentar sua qualificação acadêmica): natureza e destinação: classificação do trabalho. Úrsulal 1982 c) dedicatória – folha em cuja parte final o autor dedica a sua obra. em caixa alta. (para alunos de cursos de Aperfeiçoamento e Especialização. Exemplo: Nome do autor Leda Maria Hühne Tema A especificidade do Conhecimento científico Local Data Univ. 4 . Exemplo: Nome do autor Leda Maria Hühne Tema A especificidade do Conhecimento científico Local Data Univ. • • nome do(s) autor(es). editor e data). deve apresentar a seguinte seqüência: • título e subtítulo. autor e imprensa (local. Sta. Elementos pré-textuais a) capa – deverá conter apenas os dados indispensáveis à identificação do trabalho. grau para o qual foi elaborado. sendo que o primeiro. Sta. título em destaque.Continuação do Anexo C 1. Úrsulal 1982 b) folha de rosto – elemento inicial indispensável.

pelo apoio .. pela ajuda datilográfica. e) resumo – é uma apresentação concisa do assunto a ser tratado. entidades).Continuação do Anexo C Exemplo: Nome das pessoas Aos alunos de Metodologia Científica d) agradecimentos – folha dedicada aos agradecimentos daqueles que contribuíram para a realização do trabalho (orientadores. professores de Metodologia Científica. Exemplo: RESUMO (Abstract) RESUMO (Abstract) f) sumário – é a elaboração das principais divisões. seções e outras partes do 5 . Exemplo: AGRADECIMENTOS .Aos colegas. redigido em português e em uma língua estrangeira de larga difusão. pessoas.A Elisa..

1 Confronto com.. c) notas – observações ou aditamentos do texto. exemplificação ou comprovação do texto. Deve confirmar o material apresentado nas duas primeiras partes do trabalho. quando então deverão aparecer nessa ordem numérica. devendo obedecer à estruturação orgânica da obra seguindo a numeração progressiva. fase do desdobramento do assunto em suas partes constitutivas a fim de melhor explicitá-lo. em ordem alfabética da palavra de ordem.Continuação do Anexo C documento. b) desenvolvimento – parte fundamental do trabalho. indicação da metodologia adotada e referência aos trabalhos anteriores dedicados à questão a ser apresentada. c) conclusão – é a síntese da argumentação. 6 . Elementos pós-textuais a) anexos – elementos que se acrescentam para demonstração. e) referências – relação de autores consultados ou citados.. 2. d) apêndices – elementos que se anexam para complementação do trabalho. Exemplo: SUMÁRIO SUMÁRIO 1 Introdução CAPÍTULO I 1 A especificidade da ciência 1. Elementos textuais a) introdução – definição do tema-problema e delimitação da pesquisa. símbolos etc. 3. a menos que sejam numerados no texto. b) adendos – dados que se acrescentam para complementação do trabalho. siglas. g) listas – de tabelas ou quadros. ilustrações. abreviaturas.

2. Escolha do assunto revela 1. Resumos bem feitos para evitar freqüentes citações 4.5.Anexo C BAREMA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 Itens Avaliação do trabalho escrito 1. É adequado para abordar o problema Pontos 5 4 3 2 1 0 2 Adaptações Salomon (2002) . Relevância contemporânea 1. Citações oportunas e fiéis 3. Introdução 4. Relevância operativa 2.1.2. Evita repetições e digressões desnecessárias 3. Conceituações e definições 3. Especificação bem-feita 2. Método e técnicas empregadas 6. É equilibrada em relação às demais partes 4. Elaborada segundo os requisitos da Metodologia Científica 5.1.1. Segurança nas explicações 5.1.2.2. Apresentação das três partes distintas (introdução. Estrutura do trabalho 3. O método é bem definido e justificado 6.2. desenvolvimento e conclusão) 3. Clareza no raciocínio 6. Organização lógica das partes 3.4.1.3. Existe introdução 4. Desenvolvimento lógico 5.1.2.3. Hipótese formulada de forma clara 2. Formulação do problema e/ou hipótese 2.3.

Usa argumentos para demonstrar em vez de persuadir 11.2. Observância das normas de modo geral 10. Observância das normas da ABNT 10.1. Lógica na exposição (demonstrar.2.1. Proposições elaboradas de forma a revelar o que é “principal” do que é “detalhe importante” (provas.2 Itens Avaliação do trabalho escrito 7.4. Observância das especificações técnicas para apresentação Pontos 5 4 3 2 1 0 Itens Avaliação da apresentação oral 11.1. Fidedignidade 8. São apresentadas como parte final do trabalho e de modo sintético 7.3. Relação entre conclusões e hipóteses 8.2. Revela análise crítica do material documentado 9. Extensão 8.1. Pesquisa Bibliográfica 8. explicar. Observância das normas de citações e notas de rodapé 10.1. generalizar.3. Método expositivo 11. Redação e apresentação do trabalho 9. Linguagem clara 10.2. Conclusões 7.2.3. Atualização 8. Linguagem objetiva 9. inferir e concluir) 11. exemplos etc) TOTAL Pontos 5 4 3 2 1 0 Avaliação Geral: 145 a 155 pontos: Excelente 123 a 144 pontos: Satisfatório 91 a 122 pontos: Tolerável Abaixo de 91: Não satisfatória 2 .

7 ANEXO G TÍTULO: Regulamento de Estágio Supervisionado REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REDE DE ENSINO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 Salvador.3 14. jul 2011 .

2.1. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO 8. ESPECÍFICOS 3.4.4 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV 9.4 1. CARGA HORÁRIA 5. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DIDÁTICO 8. DA APRESENTAÇÃO FORMAL DO RELATÓRIO 11. ANEXOS 4 . ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO 8. QUESTÕES PRELIMINARES 2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS 4. GERAL 2.3 ESTAGIO SUPERVISIONADO III 9.5. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO 8. DAS ATIVIDADES 11. ATRIBUIÇÕES DO ESTUDANTE ESTAGIÁRIO 9.1.1.1 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I 9.2.2 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II 9. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR DE ESTÁGIO 8.5 ESPAÇOS NÃO FORMAIS 10. DISCIPLINAS E EMENTÁRIO 9. CAMPOS DO ESTÁGIO 8.3. OBJETIVOS 2.6. DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO 10. AVALIAÇÃO 14. PRÉ-REQUISITOS 7. CONDIÇÕES E DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO 6.1. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISONADO 8. DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 12.

de aprofundamentos das disciplinas por meio de observação. ampliando sua visão acerca da vida e do trabalho do professor na sociedade. coordenação. QUESTÕES PRELIMINARES O Estágio Curricular Supervisionado a ser desenvolvido a partir do quarto semestre do Curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador integra a dimensão interdisciplinar teórica-prática do referencial curricular de maneira articulada aos conteúdos: dos núcleos de estudos dirigidos. orientação e gestão de instituições. A presença do aluno estagiário no cotidiano da escola proporciona o contato direto com a realidade do cotidiano escolar. saberes e posturas específicas ao exercício profissional docente. pois para além de uma visão meramente prática do curso. tem a abrangência nos espaços educativos formais e não formais na sociedade atuando na: na docência da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. A carga horária referente às atividades do Estágio Curricular Supervisionado incluirá as horas destinadas ao planejamento. 1. O Estágio Curricular Supervisionado fica caracterizado como um conjunto de atividades de práticas profissionais exercidas em situações reais de trabalho. Assim sendo. recebe uma conotação de atividade instrumentalizadora do trabalho de docência. sem vínculo empregatício. investigação da realidade. INTRODUÇÃO A realização do estágio supervisionado traduz-se num espaço de superação de perspectivas. No curso de formação de professores. Segmento da Educação de Jovens e Adultos. o estágio é concebido como campo de conhecimentos e eixo curricular central que possibilita o desenvolvimento de aspectos indispensáveis para a construção de identidades. Tal prática possibilita a reelaboração de saberes adquiridos no processo de formação acadêmica em confronto com as experiências vivenciadas nos contextos escolares. na medida em que transforma-se numa prática de reflexão e compreensão a partir da realidade vivenciada pelo estudante estagiário. ocorrendo assim a interação entre os cursos de formação e o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas.5 1. docência supervisionada. orientação paralela e 5 . reflexão. de atividades práticas e de projetos.

1. Assim sendo. reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. o conhecimento adquirido da Educação Profissional. OBJETIVOS 2. De acordo com o Regulamento de Estágio Supervisionado nº 029/2007 da Faculdade da Cidade do Salvador.6 avaliação das atividades realizadas sob a responsabilidade do supervisor de Estágio e do professor da disciplina. 41º. 9394. capaz de produzir a reflexão na sua prática nas intervenções que repensem seu trabalho e estimulem o desenvolvimento do pensamento criativo em seu processo formativo de professores/pesquisadores. crítica e atualizada. poderá ser objeto de avaliação. de 26 de dezembro de 1996. deve articular-se com as demais atividades acadêmicas conforme indica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). A Educação Profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada. GERAL Proporcionar vivências em diferentes dimensões da atuação profissional. em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. o que exigirá do estagiário. promovendo a articulação entre teoria-prática na busca de soluções para as situações problemas características do cotidiano escolar. 40º. de maneira contextualizada. 6 . refletir e exercitar o fazer pedagógico a partir do fundamento epistemológico no processo educativo. a concepção que dá suporte ao Estágio Curricular Supervisionado fundamenta-se nos princípios da ação-reflexão-ação que tem como finalidade nortear o Projeto Político Pedagógico do curso de Pedagogia Licenciatura. conforme explicitado nos seguintes artigos: Art. inclusive no trabalho. No. observar criticamente o entorno. 2. Art. Esta prática se constitui obrigatória para obtenção da licença para o exercício da docência no contexto da Educação Básica: Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental e para tanto.

expresso no Projeto Político Pedagógico. Planejar. 7 . orientação e gestão escolar bem como nos espaços não formais da Educação. para isto.7 2. principalmente o constante exercício de teorização da prática educativa. • Exercer a docência e outras atividades pedagógicas correlatas no campo de atuação de Estágio previamente definidas no Projeto Político Pedagógico do curso. para atingir o perfil do Pedagogo da Faculdade da Cidade do Salvador. coordenação. necessita desenvolver ações e atividades docentes. Observar e registrar a própria prática educativa. Apropriar-se dos conceitos essenciais/conteúdos a serem trabalhados com os estudantes. o estudante terá oportunidade de desenvolver habilidades e competências para: • • • • • • • • Entender o fazer pedagógico como exercício de pesquisa. Fazer intervenções pedagógicas que garantam o aprendizado dos estudantes. • Observar e exercer co-participativamente as competências exigidas na prática profissional relativas ao contexto da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS O estagiário deve ter clareza de que o pedagogo. no Estágio Curricular Supervisionado. no Segmento da Educação de Jovens e Adultos. 3. Compreender e intervir no processo de alfabetização e letramento. Neste sentido. contribui em seu processo formativo e. assim como gerenciar processos educativos. Aprimorar a capacidade do trabalho interdisciplinar. executar e avaliar suas ações pedagógicas cotidianamente. Desenvolver a capacidade de observação.1. ESPECÍFICOS • Acompanhar e refletir a partir de observações de aspectos e/ou concepções presentes no cotidiano da gestão educativa em todas as dimensões do fazer pedagógico. em todas as áreas do conhecimento.

Realizar intervenções pedagógicas com estudantes que possuem dificuldades de aprendizagem. H. Elaborar instrumentos e novos dispositivos para realização de avaliação processual. analisar e contribuir com o Projeto Político Pedagógico da instituição. Participar de reuniões com professores. PRÁTICA C. SUPERV.2. funcionários.SEJA 40h 40h 40h 40h 20h 40h 40h 40h 60h 80h 80h 80h 300h De acordo com o Regulamento do Estágio Supervisionado. distribuídas em quatro disciplinas: C.1. II EST. 5. TT Observação e Coparticipação Docência Docência Docência Escolas regulares: Educação Infantil e Ensino Fundamental I Escolas regulares: Educação infantil Escolas regulares: Ensino Fundamental I Segmento de Educação de Jovens e Adultos . SUPERV.A realização do Estágio em época diferenciada pode ser aprovada de acordo com as necessidades do plano de Estágio proposto. a juízo da Coordenação do 8 . CONDIÇÕES E DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO 5.As atividades do Estágio Curricular Supervisionado devem ser cumpridas dentro do período letivo a partir do 4º semestre. poderá ser dispensado das responsabilidades de Estágio de acordo com as especificações contidas neste documento. CARGA HORÁRIA O Estágio Curricular Supervisionado prevê a carga horária total de 300 horas a partir do quarto semestre do curso de Pedagogia. III EST.8 • • • • Conhecer. IV Total de Horas a integralizar Atividade Eixo ESPAÇOS EDUCATIVOS ORIENTAÇ ÃO C. H. SUPERV. 4. 5. o discente com experiência profissional. ESTÁGIOS EST. formativa e/ou diagnóstica. pais e/ou responsáveis. I EST.SUPERV. H. observa-se que.

4 . As exceções devem ser 9 .Em conformidade com o Regulamento de Estágio Supervisionado nº 029/2007 desta instituição. 5. se for o caso.SEJA ou Gestão em Espaço Escolar formal e não formal.6 – No segmento da Educação Infantil. quando tiver mais de um ano de atividade instituições escolares. excetuando-se o período de Docência. terá redução de duas horas aula em sua carga horária prevista no Estágio Curricular Supervisionado. 5.7 . as atividades de Estágio poderão ser desenvolvidas em turmas de diferentes faixas etárias. o discente que exerce atividade docente regular na Educação Básica: Educação Infantil ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental I e II.3.8 – Na realização do Estágio. que normatiza tais Diretrizes. nos anos iniciais do Ensino Fundamental e gestão de processos educativos em espaços formais e não-formais e apresenta uma carga horária de Estágio Curricular Supervisionado de 300 horas.As atividades de Estágio serão desenvolvidas em escolas da rede pública ou privada.No Ensino Fundamental. Educação de Jovens e Adultos . as atividades de Estágio poderão ocorrer em classes de 1º ao 4º ano ou 5º.9 Curso de Pedagogia Licenciatura da Faculdade da Cidade ouvido o Colegiado do Curso. para a etapa referente a observação e coparticipação um mínimo de 2 horas e um máximo de 4 horas diárias devem ser cumpridas. licenciatura. 5. a saber: crianças de 0 a 3 anos e de 4 a 5 anos de idade. 5.5 – De acordo com a Resolução CNE/CP nº1 de 15/05/2006 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Pedagogia. e a Deliberação CEE 60/2006 homologada pela Resolução SEE de 20. específica em 5. publicada em 22/09/2006. a organização curricular do curso de Pedagogia da Faculdade da Cidade do Salvador contempla a licenciatura para docência na Educação Infantil. 5. desde que conveniadas com a Faculdade da Cidade do Salvador.

Currículo e Planejamento Escolar. seguem a seguinte ordem: • • Estágio Curricular Supervisionado I: Didática. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Didática. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Didática. é o representante docente do Curso designado pela coordenação para estruturar. Didática.  O Professor Coordenador de Estágio: em conformidade com o Regulamento de Estágio Supervisionado da Faculdade da Cidade do Salvador. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Assim sendo. Estágio Curricular Supervisionado II: Estágio Curricular Supervisionado I.10 justificadas à coordenação do curso de Pedagogia Licenciatura pelo professor supervisor. acompanhar e orientar o desenvolvimento de todas as 10 . Fundamentos da Educação de Jovens e adultos. PRÉ-REQUISITOS As diversas disciplinas organizadas nos três primeiros períodos da formação do pedagogo integram-se como pré-requisitos para o desenvolvimento de competências e habilidades previstas no Projeto Político Pedagógico do referido curso que serão necessárias ao discente para avançar no seu processo de formação. • Estágio Curricular Supervisionado III: Fundamentos e Didática da Alfabetização. 7. Currículo e Planejamento Escolar. Currículo e Planejamento Escolar. 6. Currículo e Planejamento Escolar. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO Fazem parte do processo de acompanhamento e avaliação do Estágio Curricular Supervisionado os seguintes atores:  O Coordenador do Curso de Pedagogia: acompanha as ações de modo geral tomando como princípio o cumprimento dos dispositivos estabelecidos no Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia Licenciatura e interage com o coordenador do curso. Avaliação da Aprendizagem Escolar. • Estágio Curricular Supervisionado IV: Fundamentos e Didática da Alfabetização. e por ela autorizada.

 O Professor de Campo de Estágio: é um representante docente da Instituição Cedente Educativa.  Os estudantes da escola: estudantes da Instituição Cedente escolhida para realização de Estágio.  O Estudante Estagiário: estudante do curso de Pedagogia. Coordenador do Curso e Colegiado Professor Coordenador de Estágio Professor da Disciplina Estágio Curricular Supervisionado O Professor de Campo de Estágio O Diretor/representante do Campo de Estágio O Estudante Estagiário O Estudante da Escola 8. A seguir tem-se a estrutura organizacional representada através de um organograma.  O Professor da Disciplina do Estágio que Curricular assume a Supervisionado: disciplina e seu representante docente Curso desenvolvimento.11 atividades específicas e inerentes aos Estágios curriculares supervisionados. regularmente matriculado em uma das disciplinas de Estágio. responsável pelo acompanhamento direto das ações didático pedagógicas dos estagiários.  O Diretor/Representante do Campo de Estágio: representante legal da Instituição Cedente. Este professor assumirá no mínimo uma turma de Estágio. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO DO ESTÁGIO 11 .

Caso o estudante queira estagiar na instituição onde trabalha. desde que seja aprovado pelo Coordenador do curso e seja firmado um contrato entre a escola e o estagiário. Objetivando-se facilitar o fluxo de informação. o estudante deve estar regularmente matriculado nas disciplinas e preencher os demais requisitos elencados pela instituição. 8. assim como o contato direto com o coordenador. controle e avaliação do Estágio Curricular Supervisionado são organizadas pela Coordenação de Curso de Pedagogia Licenciatura. As instituições de ensino acolhedoras dos Estágios serão cadastradas pela coordenação de Estágios e receberão periodicamente contatos (via endereço eletrônico e telefônico) do coordenador de Estágio para compartilhar idéias e verificar o atendimento soa objetivos do Estágio.12 As atividades relacionadas ao processo de acompanhamento. sob a orientação dos setores competentes da Faculdade da Cidade de Salvador. estabelecendo os compromissos mútuos em acordo com as normas gerais conferidas por lei. professor e supervisor de Estágio. cabendo ao coordenador do curso de Pedagogia Licenciatura orientá-lo.1. os estudantes-estagiários terão à sua disposição acesso ao laboratório e a um endereço eletrônico coletivo. que contemplará todas as informações necessárias para a estruturação do Estágio. poderá fazê-lo. 12 . caracterizando-se em um Espaço Virtual de Aprendizagem (EVA). A equipe de professores supervisores de Estágio também é definida pela coordenação do Curso. Para fins legais de realização do Estágio. Campos do Estágio A escolha e definição da instituição de ensino (a cada dois anos) onde o estudante realizará suas atividades de Estágio são de responsabilidade da Faculdade da Cidade do Salvador.

telefone ou e-mail. Elaborar relatórios parciais e finais de Estágio e enviá-los ao professor da disciplina Estágio Supervisionado nas datas previstas. respeitando o Regimento Geral da Faculdade da Cidade do Salvador e a resolução de avaliação específica do Curso de Pedagogia. de maneira prévia e organizada. A avaliação final deste processo será expressa em nota emitida pelo supervisor de Estágio. com vistas a garantir o alcance dos objetivos delineados para atividade do Estágio Curricular Supervisionado. 13 . a partir do desempenho global do estagiário. todas as atividades previstas no plano de Estágio. 3 Os modelos dos instrumentos de avaliação e acompanhamento serão disponibilizados pela coordenação do Curso. Atribuições do Estagiário • Elaborar Plano de Estágio detalhado. baseando-se em todas as atividades desenvolvidas através de sua atuação profissional e por meio dos documentos/documentos/planejamento/relatórios/portfólios que apresentar inclusive relatório descritivo da instituição onde realizou Estágio. Providenciar o preenchimento de todos os formulários solicitados pelo professor supervisor e coordenador de Estágio. Comparecer no local de Estágio pontualmente nos dias e horários estipulados.13 8. sendo que ambos devem cumprir todas as atribuições que lhes cabe previstas neste regulamento.2. • • • • • Desenvolver com ética e responsabilidade. em parceria com representantes do campo de Estágio.3. Os dois manterão contato constante por meio dos recursos e ferramentas virtuais disponibilizados pela Faculdade da Cidade do Salvador. cumprindo assim a carga horária pré-estabelecida. Respeitar as diretrizes do Projeto Político Pedagógico das Instituições de Ensino que o acolhem como estagiário. Orientação e Avaliação O processo de orientação e avaliação do Estágio está alicerçado num compromisso mútuo entre o professor supervisor e o estagiário. sob a orientação direta do professor da disciplina Estágio Supervisionado. descritas por meio de relatórios parciais e finais e demais instrumentos3 de acompanhamento. 8.

Atribuições do Professor Coordenador de Estágio É de responsabilidade do Professor Coordenador de Estágio:  Utilizar e alimentar a ferramenta EVA. Aceitar sugestões pertinentes oriundas dos professores e dirigentes da instituição do campo de Estágio.5. • • • Solicitar orientação professor da disciplina Estágio Supervisionado para resolução de problemas ou dúvidas surgidas no decorrer do Estágio. de todas as atividades do 8.  Orientar o estagiário na elaboração dos relatórios de Estágio e na resolução de problemas que por ventura possam surgir no decorrer deste processo. da Instituição de Ensino que o acolhe como estagiário.  Avaliar o Estágio e encaminhar os resultados finais para a coordenação do Curso.4. Zelar pelo nome da Faculdade da Cidade.  Organizar socialização das experiências dos estagiários (expo pedagogia) por meio de apresentação oral.  Supervisionar e acompanhar o desenvolvimento estagiário definidas no plano de Estágio. 8.  Orientar estagiário na elaboração do seu plano de Estágio.  Acompanhar o andamento dos Estágios dos estudantes por meio de relatórios e contatos virtuais.  Preencher todos os formulários de acompanhamento solicitados pela coordenação do Curso e de Estágio. assim como sua imagem como estudante.14 • Comunicar ao professor da disciplina Estágio Supervisionado todos os eventuais imprevistos ou intercorrências que possam gerar re- planejamento de ações específicas do Estágio. a 14 . inclusive com a instituição de campo de Estágio. envolvendo a comunidade acadêmica. Atribuições do Responsável de Campo de Estágio Espera-se que através de um convênio prévio de Estágio obrigatório. devidamente auditado entre a Instituição Cedente e a Faculdade da Cidade do Salvador.

em formulário próprio cedido pela Instituição formadora.  Responder aos contatos do professor da disciplina Estágio Supervisionado da Faculdade da Cidade. Quando da ação de Estágio. Assim sendo.6. 8.  Conhecer e aprovar o Plano de Estágio elaborado pelo estagiário. o plano de ensino. possa cooperar com o Professor da disciplina Estágio Supervisionado ou à Coordenação do curso com informações necessárias para as intervenções de aperfeiçoamento concernentes à aprendizagem do estagiário. no início do Estágio.  Emitir parecer sobre o desempenho do estagiário. Assim haverá um diálogo constante entre a coordenação do Curso e da direção da escola. quando solicitado. Atribuições do Professor de Campo A Coordenação do Curso de Pedagogia Licenciatura e o Professor da disciplina Estágio Supervisionado devem atuar junto à escola campo de Estágio.15 interlocução entre as partes. são atribuições do Professor da disciplina Estágio Supervisionado:  Conhecer o plano de Estágio apresentado pelo estagiário.  Assinar os Planos de Estágio apresentados pelo estagiário. buscando uma efetiva parceria.  Encaminhar o Termo de Convênio assinado à Faculdade da Cidade do Salvador (quando se aplicar). no sentido de garantir a perfeita sintonia entre todos os agentes envolvidos no Estágio curricular supervisionado.  Revisar e aprovar o plano de Estágio elaborado pelo estagiário. É-lhes atribuído:  Apresentar à coordenação do Curso. 15 . a direção da escola de campo deve indicar um professor para exercer o papel de observador in loco em pelo menos três momentos diferentes do Plano de Estágio. Espera-se que a partir desta parceira o Professor da Escola de Campo de Estágio seja um observador in loco. participante das ações do estudanteestagiário na sua classe e. através de relatos e/ou relatórios. de Estágio e aos estudantes.  Preencher e assinar os formulários de acompanhamento do estagiário.

Todas essas ações serão realizadas em conjunto com os estudos teóricos dirigidos à disciplina curricular. Além desta atividade. DISCIPLINAS QUE COMPOEM O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I No desenvolvimento desta disciplina o estudante-estagiário vivenciará o dia-a-dia de uma instituição de Educação Infantil e Ensino Fundamental I.16  Preencher e assinar os formulários de acompanhamento do estagiário. o estudante co-participará e atuará como regente no cotidiano de uma Instituição de Ensino Fundamental. a docência na classe observada e o Relatório de Estágio. por meio do acompanhamento das aulas em turmas da Educação Infantil. Concomitante. através desta observação verificará o cotidiano da instituição aplicando também entrevistas aos docentes e demais elementos desta instituição. a docência na classe observada e o Relatório de Estágio.  Responder aos contatos do Coordenador do Curso de Pedagogia Licenciatura da Faculdade da Cidade quando solicitado. Concomitante.  ESTAGIO SUPERVISIONADO III Neste Estágio. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. o estudante também desenvolverá o Plano de Estágio. o estudante co-participará e atuará em Docência na Educação Infantil.  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II Neste Estágio. Além desta atividade. serão realizados estudos teóricos para embasamento destas ações. por meio de observação e co-participação em uma classe específica. 16 .  Emitir parecer sobre o desempenho do estagiário em formulário próprio da Faculdade da Cidade. a exemplo coordenadores e diretores da Instituição Cedente. em turmas do 1º ao 5º ano. 9. Assim. o estudante também desenvolverá o Plano de Estágio.

no prazo de quinze dias.17  ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV Neste Estágio.  ESPAÇOS NÃO FORMAIS O estudante realizará ações de caracterização. para análise e observação do professor supervisor. O estudante deverá também. desenvolve. portanto. DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO O Estágio caracteriza-se como uma atividade obrigatória estritamente individual. ser apresentado de acordo com as normas estabelecidas pela Faculdade Cidade e o Manual de Metodologia. serão desenvolvidos estudos teóricos relacionados à disciplina. o Relatório de suas atividades deve resultar de uma elaboração pessoal de cada estudante-estagiário.1. Deverão. análise e acompanhamento de processos de gestão educativa em instituições de educação básica ou em um espaço de educação não formal associada à prática pedagógica da disciplina Gestão em Instituições. 10. o estudante elabora o Plano de Estágio e assume a docência no Segmento da Educação de Jovens e Adultos (SEJA). devendo este. realizar atividades de observação de práticas de gestão e entrevistas com os profissionais envolvidos neste processo. o Relatório de Estágio nestas modalidades. por isso. 10. Serão desenvolvidos como suporte ao processo deste Estágio. • Constituem exigências mínimas para apresentação do relatório: 17 . Aliado a estas ações. ainda. O estudante deve apresentar o relato das atividades desenvolvidas. Da apresentação Formal do Relatório • O referido documento será entregue após o encerramento de Estágio. elaborar relatórios de análise crítica e relatos a partir do que foi acompanhado e observado em seu diário de campo. estudos teóricos dirigidos à disciplina.

• O Relatório deve ser organizado da seguinte forma:  Capa plástica transparente e verso nas cores azul ou preta. constituída de impresso próprio fornecido pela Coordenação de Estágios. Caracterização da instituição de ensino cedente. Plano de Gestão. quando for o caso. Apresentação de ações envolvendo a prática pedagógica: a docência supervisionada. projetos desenvolvidos.  A Declaração de Estágio Realizado devidamente assinada pelo Diretor ou responsável e carimbada pela escola e entregue à Coordenação do Curso em duas vias. dos encaminhamentos efetivados com análise crítica fundamentada em referenciais teóricos. das aprendizagens construídas e das contribuições do Estágio para sua formação profissional. 4. participações. 2. a parte. professores. estudantes. deve constituir-se em um documento a ser apresentado em uma única via original. com carimbo da Faculdade da Cidade e da Instituição Cedente.  Avaliação do Estágio realizada pelo estudante-estagiário.  Página de Rosto. enquanto comunidade educativa: elementos descritivos sobre a instituição e equipe de gestão. 3. • A apresentação formal da experiência da prática. recursos e materiais pedagógicos.  Folha de Freqüência devidamente assinada pela autoridade responsável. ou seja. 18 . sem rasuras. Relato das observações. do Relatório. Avaliação da própria ação como estagiário. bem como aquelas resultantes da própria experiência docente.  Anexos. desenvolvimento de projetos e investigações. do Relatório de Estágio Curricular Supervisionado.  Folha de Aprovação das etapas do Relatório de Estágio cedida pelo Professor Supervisor. das experiências vividas.  Relatório: textos e documentos que sistematizam a experiência prática. Proposta Pedagógica e Regimento Escolar. impresso de acordo com as normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as orientações do Núcleo de Acompanhamento das Ações Acadêmicas (NAAC) e o Manual de Metodologia da Faculdade da Cidade.18 1.

Das Atividades de Estágio Curricular Supervisionado 1. fazendo constar neste instrumento: local (Escola ou sala de aula). DAS ATIVIDADES 11. • O procedimento de observação se constitui em um dos mais importantes na experiência de Estágio na escola. a elaboração do Relatório do Estágio Curricular Supervisionado pelo estudante-estagiário. As atividades de Estágio requerem o uso do registro em dois momentos: • No primeiro momento. dia. bem como uma importante ação da atividade docente. 3. • No segundo momento. Os informes obtidos podem ser discutidos. analisados e interpretados à luz de referenciais teóricos. a observação subsidia o registro apontando para os aspectos mais relevantes e significativos da realidade. participações e demais atividades desenvolvidas • Instrumento para a construção de conhecimentos pedagógicos e científicos. Registro – de observações.1. tais como: 19 . é possível em Registro que envolve uma reflexão sobre a ação. constitui o recurso básico para sistematização da experiência prática. 2. ou seja. distanciado no tempo e no espaço em que as ações transcorreram. realização ou avaliação dessas mesmas atividades. horário de início ou término do período de observação e/ou participação. O registro sistemático de observações. • Dessa forma o estudante-estagiário pode organizar e sistematizar seus registros de campo empregando o Diário de Bordo ou uma Ficha de Registro de Campo. Co-participação – em atividades da Escola ou de sala de aula  A co-participação do estudante-estagiário envolve a sua colaboração ativa no planejamento. participações e experiências vivenciadas no campo de Estágio.19 11. Observação em campo – da Escola e nas salas de aula da Educação Infantil ou dos anos iniciais do Ensino Fundamental I. no ato de realização do Estágio.

pesquisas e estudos científico-tecnológicos: ♦ Envolve atividades de produção e difusão de conhecimentos do campo educacional em articulação com as práticas e de pesquisa. • • • Colaborar com o professor em qualquer outra atividade dentro ou fora da sala.. excursões. comunitários. Propostas curriculares. empresariais. passeios. assistenciais. jovens e adolescentes e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências. A pesquisa. Práticas pedagógicas. Investigação na Realidade . entre outros. entradas e saídas de estudantes. orienta que as investigações levem à produção e divulgação de conhecimento sobre: • • • • • • • Crianças. de Conselho de Classe. organização de filas.  O Parecer CNE/CP05/2005 de 13 de dezembro de 2005. tais como: festas. Organização do trabalho educativo. etc. 4. neste caso. Auxiliar nas rotinas de classe: chamada. Processos de ensinagens e aprendências. correção de atividades. recreio dirigido. 20 .. Processos educativos e de gestão em diferentes situações institucionais: escolares. objetiva investigações que apóiem práticas educativas em contextos escolares e não escolares. visitas externas. rodinhas.20 • • • Auxiliar o professor na elaboração de atividades de ensino. Processos de formação e das lutas nas quais incluem a dos professores. Participar de reuniões realizadas na escola: com professores na hora de Acompanhamento Pedagógico (AC). quando solicitado. etc. Colaborar com a direção e/ou professores na organização ou promoção de eventos escolares. em diferentes realidades e meios ecológicos. etc. gincanas. Prestar assistência individual ou a pequemos grupos de estudantes durante a realização de exercícios ou quando apresentarem dificuldades em relação ao entendimento dos conteúdos do ensino ou nas atividades. exercícios ou tarefas das diversas áreas do currículo escolar.

• • Elaborar projetos de produção de materiais didáticos ou institucionais como: jogos. Trata-se da atividade de docência compartilhada.na Educação Infantil. sobre temas sugeridos pelo contexto da escola. ou seja. 5. escola de formação. 21 . 12. o estudanteestagiário deve: • Planejar e desenvolver projetos interdisciplinares de atividades educacionais. cartazes etc. especialmente nas faixas de zero a seis anos. • Avaliação pelo menos em um momento durante a realização de Estágio por meio da observação. Docência . Assim sendo. Ensino Fundamental I e II. por estudantes ou pelo docente da classe. sob a assistência de professores experientes da Escola Campo de Estágio e sob a supervisão da Faculdade da Cidade. atividades. • Auto-avaliação do estudante. mas é possível. de sala de aula. AVALIAÇÃO A avaliação do estudante estagiário será realizado pelo Professor da disciplina de Estágio Supervisionado levando em consideração: • A avaliação do Supervisor de Estágio da Instituição de Campo. desenvolvimento de projetos ou programas. sob a coordenação do professor Supervisor de Estágio e a colaboração do professor de classe. textos. contudo. Segmento da Educação de Jovens e Adultos:  As oportunidades de ação pedagógica efetiva em sala de aula podem ser restritas para os estudantes-estagiários em algumas escolas. de aulas.. criar alguns espaços para o exercício da docência. • Avaliação dos instrumentos: projeto de Estágio e relatório final.21 • Como as crianças aprendem e se desenvolvem nas diversas etapas de vida. em espaços diversos da família e instituições como orfanatos e creches. Ministrar aulas de reforço para recuperação de aprendizagens dos estudantes com a participação do professor e/ou dos estudantes.

Atenciosamente.edu. III OU IV). o apoio necessário ao(a) nosso(a) discente(a)._____________________________________________________________ Sr Prezados Senhores. através de experiências concretas em atividades pertinentes a sua formação docente. no_______semestre do curso de Pedagogia.Sa.22 ANEXO A . quarenta ou oitenta) horas semestrais e oportunizará a articulação entre teoria-prática. matriculado (a) nesta Instituição de Ensino Superior. Vimos apresentar o (a) regularmente discente_____________________________________________.br Tel. II.: 3254-6913 Faculdade da Cidade do Salvador – Praça da Inglaterra s/n – Comércio – Salvador/ Bahia 22 . que está cursando a disciplina de Estágio Curricular Supervisionado _____ (I.CARTA DE APRESENTAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA Carta de apresentação de Estágio Curricular Supervisionado Salvador ____________ de ____________ de __________ À Empresa____________________________________________________________ ___ A/C (a). Solicitamos de V. buscando viabilizar o Estágio _____________ (de observação/ co-participação / regência) em atividade de ensino desta conceituada instituição. Coordenador do Curso de Pedagogia Profª Luiza Olivia Lacerda Ramos E-mail: lramos@faculdadedacidade. Este Estágio deverá ter carga horária de ____ 20/40/80 (vinte.

TOTAL CARGA HORÁRIA C. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO VISTO DO SUPERVISOR LOCAL OBSERVAÇÕES DO ESTAGIÁRIO QUANTO ÀS ATIVIDADES: PARECER DO ORIENTADOR – APROVEITAMENTO DAS ATIVIDADES Data Assinatura do Estagiário Assinatura do Orientador 23 . 2. 5.H. 4. 9. 7. 6.23 ANEXO B – REGISTRO DE FREQUÊNCIA E ATIVIDADES DE ESTÁGIO Registro de Freqüência e Atividades de Estágio CURSO DE PEDAGOGIA Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado________Semestre _________ Ano ______ Estagiário (a): Orientador(a): Instituição: Supervisor (a): DATAS E CARGA HORÁRIA NA INSTITUIÇÃO Nº Data Horário Horário Chegada Saída 1. 8. 3. 10.

Postura e apresentação 4. Assiduidade 2. Progresso apresentado no decorrer do Estágio OBSERVAÇÕES DO SUPERVISOR Ótimo Regular Insuficient e Estágio Curricular Supervisionado________Semestre _________ Ano ______ Data Assinatura do Estagiário Assinatura do Orientador 24 . Responsabilidade no desempenho das tarefas 5. Pontualidade 3.24 ANEXO C – BOLETIM DE AVLIAÇÃO DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO BOLETIM DE AVLIAÇÃO DO PROFESSOR DE CAMPO DE ESTÁGIO CURSO DE PEDAGOGIA Disciplina: Estagiário (a): Orientador(a): Instituição: Supervisor (a): CONCEITO ASPECTOS OBSERVADOS Bom 1.

Métodos ( Como? Onde? Quanto? Quando?) 7. Introdução 5.4 – Cronograma das atividades 8. turmas e horários em que realizará o Estágio 7.3 – Recursos materiais necessários para o Estágio 9.3 – Série.1 – Nome e contatos (e-mail e telefone) do estagiário 8. Recursos (com que e com quem) 8.1 – Características e método de desenvolvimento do Estágio 7. Capa 2.2 – Escola onde será realizada o Estágio 7. Contracapa 3. Referências Bibliográficas 10.25 CURSO DE PEDAGOGIA Modelo de Plano de Estágio TÓPICOS 1. Objetivos (para quê?) 7. Fundamentação Teórica e justificativa (por quê?) 6. Anexos (planejamento de ensino original das turmas em que realizará o Estágio) 25 .2 – Nome e contatos (e-mail e telefone) do Professor Supervisor 8. Sumário 4.

Folha de Rosto 3.CURSO DE PEDAGOGIA CURSO DE PEDAGOGIA 26 BAREMA DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO FATORESDE AVALIAÇÃO Ótimo 1. Importância do estágio para sua vida profissional 10. Apresentação dos resultados (apontando as dificuldades encontradas no desenvolvimento do trabalho) analise e interpretação 9. Caracterização da organização e esquema do trabalho de investigação 6. Conclusão e Recomendações 11. Anexos CONCEITO Bom Regular Insuficiente OBSERVAÇÕES DO PROFESSOR-ORIENTADOR DATA Nome do Professor-Orientador Assinatura do professor 26 . Capa 2. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos 8. Introdução 5. Sumário 4. Referências 12. Fundamentação teórica 7.

36116517 E-mail esc-tiradentes@salvador.ba. Santa Luzia.br Diretora: Cristina Barbosa Vice diretores: Matutino: Francinete Lima de Menezes Vespertino: Ana Cristina ESCOLA CENTRO MUNICIPAL DE EDUCACAO INFANTIL CID PASSOS Endereço RUA DA LAGOA. 36115979 E-mail esc-cidpassos@salvador.br INSTITUTO UNIVÉRSICO DE PESQUISA E EDUCAÇÃO Diretor: Geisa Arlete do Carmo Santos e Roberto Emilio Bailly Andersen Cavalcanti Endereço: Av. 333 Bairro COUTOS CEP 40760-020 Telefone(s) 36115978. Telefone tel: 3314-2148/ (71) 312-6300 Diretora: Selma Vice Diretora: Jamira ESCOLA CENTRO MUNICIPAL DE EDUCACAO INFANTIL ARLETE MAGALHAES Endereço R Antonio Franco Brandao Bairro ROMA CEP Telefone(s) 31166392 E-mail cmei-arletemagalhaes@salvador. qd. 19 Salvador-BA CEP: 40327-170 Telefone: (71) 3389-8232 iupe@iupe. 5.gov. Salvador.br ESCOLA MARIA DO ROSÁRIO Diretor: Telefone: 3306-3493 FICHA DE CADASTRO E DE LEMBRETES 27 .CURSO DE PEDAGOGIA 27 RELAÇÃO DAS ESCOLAS DE CAMPO PARA ESTÁGIO Unidade Escolar: ESCOLA MUNICIPAL TIRADENTES Endereço RUA JARDIM CASTRO ALVES. BA.br Diretora: Denise Lima Ferreira Vice diretores: Matutino: Vespertino: ESCOLA COMUNITÁRIA LUIZA MAHIN Endereço: Conj.br Diretora: Patrícia Barral Vice diretores: Matutino: Vespertino: ESCOLA MUNICIPAL DA FAZENDA GRANDE Endereço PRAÇA PRAZERES CALMON. Monteiro. 90/ Rua Orois. 32140450 E-mail esc-fazgrande@salvador.gov. Bairro: Uruguai (fim de linha) CEP 40450-300.gov. 68 Bairro CAMINHO DE AREIA CEP 40440-520 Telefone(s) 36116516.org.ba.gov. s/n Bairro FAZENDA GRANDE DO RETIRO CEP 40353-440 Telefone(s) 32140109.ba. 18.ba.

Saberá como lá chegar e quanto tempo demora a faze-lo. Vista-se apropriadamente.. Se necessário experimente ir previamente ao local na mesma altura em que a visita irá decorrer. Tenho uma entrevista marcada às 14 horas com Manuel Roriz”. agradeça pelo tempo dispensado consigo. “Boa tarde.” SOLICITE O HORÁRIO Peça o horário das aulas. Muito obrigada por me receber hoje. bem como as mãos. SABER OS NOMES CERTOS Não há nada mais estranho do que ter pessoas a perguntarem-nos como estamos. Nada de usar roupas curtas. caso ainda não o saiba: coordenador/ diretor/ vice diretor/ professor. Os sapatos deverão estar limpos. o meu nome é Maria Reis. peça desculpas. estas devem ter as unhas limpas e aparadas. Caso identifique-se com a carga horária e a escola. blusas decotadas ou com falta de botões.. Chegar no horário marcado e apresentar-se expondo os motivos da visita: buscar espaços para realizar estágio curricular supervisionado (Co-participação / Regência) APRESENTAÇÃO Ter bom aspecto é tão importante como usar a roupa apropriada.28 SEMPRE VALE LEMBRAR QUE. portanto os alunos os terão como referência. CHEGUE NA HORA Não existe qualquer tipo de exceção para esta regra. INVESTIGUE TUDO Existem várias razões para fazer uma visita a uma empresa antes de lá ir fazer uma entrevista. Se acontecer algum imprevisto. levante-se. Uma boa dica é vestir-se um pouco mais formal. “Boa tarde Sr. Tenha atenção em saber o nome da pessoa pela qual será entrevistada(o). ligue para a escola e avise o mais rápido possível. Memorize o nome das pessoas. O cabelo deverá estar limpo e arrumado. explique e ofereça-se para remarcar a entrevista. preencha imediatamente a ficha de cadastro. Tente saber o nome das pessoas com as quais irá contatar. Roriz. Apresente-se ao coordenador/ diretor/ vice diretor e diga-lhe o seu nome. as roupas deverão estar limpas bem apresentadas. e olhando-o nos olhos aperte-lhe a mão.. de como se veste. AGRADEÇA No fim da entrevista. se porta e se dirige às pessoas. para ver quanto tempo demora a chegar ao destino. Lembre-se que é uma escola e. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA ESTÁGIO I: Co participação Confecção do relatório ESTÁGIO II: Regência Confecção dos planos e relatório de estágio 50 horas 10 horas 40 horas 04 horas 28 . o meu nome é Maria Reis.

29 FICHA DE CADASTRO ALUNO ESCOLA SELECIONADA PROFESSOR REGENTE TELEFONES EMAIL TURNO DO ESTÁGIO SÉRIES TURMAS PREVISÃO DE INÍCIO PREVISÃO DE TÉRMINO (tire uma cópia para você e entregue a original e envie preenchido por e-mail à sua professora de estágio curricular supervisionado) 29 .

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