Outras Obras de Artur de Azevedo

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 O Mandarim
O narrador desta novela é Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino. Mora em Lisboa, na
pensão de D. Augusta, na Travessa da Conceição. Leva uma vida monótona e medíocre de um pobre funcionário
público que suspira por uma ventura amorosa, por um bom jantar, num bom hotel, mas que tem pouco
dinheiro.
Teodoro não acredita no Diabo nem em Deus, mas é supersticioso e reza a N. Sr.ª das Dores.
Um dia descobre, numa Feira da Ladra, um livro com a lenda do Mandarim, segundo a qual um simples
toque de campainha, a uma certa hora, mataria o Mandarim e faria dele herdeiro dos seus milhões. O Diabo
aconselha-o a tocar a campainha. Tocará a campainha e será rico.
Começa então, uma vida de luxúria e dissipação. As mulheres são o seu fraco, logo é traído por Cândida, que
o troca por um Alferes. Logo se aborrece permanecendo em si o sentimento de culpa do Mandarim que
assassinara.
Viaja pela Europa e Oriente. Depois, decide partir para a China, pensando em compensar a deserdada
família do falecido Mandarim. Tudo corre mal. Tenta em vão fugir dos remorsos.
Regressado a Lisboa tem visões com o Mandarim. Acaba por pedir ao Diabo que ressuscite o Mandarim e o
livre da fortuna. Teodoro deixa a sua fortuna ao Diabo, em testamento. Volta à sua vida de aborrecimento e
saciedade, considerando finalmente, que "só sabe bem o pão que dia-a-dia ganham as nossas mãos".
 A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro
"A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro", de autoria de Artur Azevedo, é um conto de fadas às avessas que conta
a história de uma bela jovem impedida de casar com quem ela ama. Tudo isso com muito bem humor, recheado
de ironia, próprias do autor.
 Nova Viagem à Lua

"Nova Viagem à Lua" é uma opereta de três atos escrita por Artur Azevedo em 1877, de co-autoria de Frederico
Severo e com música de Le Coq. Foi representada pela primeira vez no Teatro Fênix Dramática no Rio de
Janeiro. Seus personagens são criados, escravos, estudantes, máscaras, cocotes, etc. O primeiro ato passa-se em
Ubá/MG, ao passo que os dois últimos passam na corte.

 O Barão de Pituaçu
Em 1887, Artur Azevedo lança a peça teatral "O Barão de Pituaçu", subdividida em quatro atos. Na narração,
predomina o humor característico do autor, que narra a conversa de um capoeira na cidade do Rio de Janeiro.

 O Diletante
"O Diletante" é uma peça de teatro escrita por Artur Azevedo em 1846. Foi dedicada a Júlia Lopes e Almeida,
autora da cintilante crônica "Reflexões de um Marido", cuja leitura inspirou Azevedo.
 O Homem
"O Homem" é uma revista fluminense de 1887, em prosa e verso, em três atos e dez quadros, escrita por Artur
Azevedo. Seus personagens são transeuntes, passageiros, vendedores ambulantes, marinheiros franceses,
inimigos da justiça, policiais, carregadores, atores e atrizes.


 O Tribofe

"O Tribofe", de Artur Azevedo, quer dizer ao mesmo tempo trapaça e namorico. Trata-se de uma peça que
conta a história de uma família que chega ao Rio de Janeiro e se perdem. Aventuras acontecem e, no final, se
reencontram e voltam para o interior. Comédia muito interessante e divertida.

 A Casadinha de Fresco

"A Casadinha de Fresco", de autoria de Artur de Azevedo, é uma ópera cômica em três atos, representada pela
primeira vez no Rio de Janeiro em 1876 e em São Paulo, no mesmo ano. Passa-se em Viamão e Porto Alegre,
ambas cidades do Rio Grande do Sul, nos tempos coloniais.

 A Filha de Maria Angu
"A Filha de Maria Angu", escrita por Artur Azevedo, é uma paródia de uma ópera francesa chamada "La Fille de
Mme. Ango". O autor a escreveu sem intenção de exibi-la, mas ao ser lida pela primeira vez foi bastante
disputada por dois empresários e tornou-se um sucesso com mais de cem representações.

 A Princesa dos Cajueiros

"A Princesa dos Cajueiros" é uma ópera cômica em um prólogo e dois atos escrita por Artur Azevedo, com
música de Francisco de Sá Noronha. Foi representada pela primeira vez no Rio de Janeiro, no Teatro Fênix
Dramática, em 6 de março de 1880.

 Abel e Helena
"Abel e Helena" é uma peça cômica e lírica de autoria de Artur Azevedo. Escrita a propósito da ópera-cômica "A
Bela Helena" de Henrique Heilhac e Ludovico Halévy. Com música de Jacques Offenbach..

 Contos Fora de Moda

"Contos Fora de Moda" é uma coletânea de contos escritos por Artur Azevedo. Fazem parte dessa obra os
seguintes contos: "O Viúvo", "Romantismo", "Questão de Honra", "A Cozinheira", "Caiporismo", "Plebiscito", "A
Praia de Santa Luzia", "Black", "A Filha do Patrão", "Ardil", "Útil Inda Brincando", "Uma Noite em Petrópolis",
"Uma Embaixada", "Vingança", "Como Eu Me Diverti", "A Dona Branca", "O Velho Lima", "A Réclame", "O
Contrabando", "A Água de Janos" e "Marcelina".


 O Dote

"O Dote" é uma comédia de Artur Azevedo que fez imenso sucesso em 1907. O enredo, simples e curto, não
permite um aprofundamento emotivo como nas outras comédias curtas do autor. A simplicidade fornece o
ritmo acelerado ao desenvolvimento da fábula, o que não significa que esta peque por falta de continuidade.
Pelo contrário, trata-se de um texto bastante coeso.

http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/mandarim_resumo.html
http://www.mensagenscomamor.com/livros/livros_de_artur_azevedo.htm

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