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SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL

PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO

Senado/2012 – Comunicação

Aula 11 – Produção Gráfica e Evento/Cerimonial

Olá, pessoal!

Vamos à décima primeira aula do nosso curso para o cargo de Comunicação
do concurso Senado/2012.
Hoje vamos estudar um pouco de produção gráfica e de eventos e cerimonial.
Nosso trabalho hoje aborda:
1. Eventos – tipologia, etapas;
2. Cerimonial – princípios e legislação (decreto 70.274/72);
3. Projeto gráfico e tecnologias de impressão.

Bom estudo!

Prof. Cintia Moreno e Janaina Carvalho

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1. Eventos e Cerimonial
Vamos começar com um conceito apresentado em prova pelo Cespe; assim, já
conhecemos o conceito nas palavras de uma banca examinadora:
“Evento é um conjunto de ações previamente definidas que
geram

um

propiciar

acontecimento.

uma

ocasião

Sua

característica

bem-sucedida

ao

principal

encontro

é

entre

pessoas. Planejamento, organização, conhecimento e utilização
de regras protocolares e cerimoniais são determinantes para o
sucesso

de

um

evento.”

(Cespe/2009

MPS/Técnico

em

Comunicação Social/Relações Públicas)

E é isso que vamos estudar agora: eventos.

1.1. Organização de Eventos
Indo além da definição do Cespe dada acima, podemos dizer que evento é um
acontecimento planejado, com públicos e objetivos previamente definidos, que
pretende provocar uma experiência ou sensação calculada para atender às
demandas de seu organizador. O evento tem hora e local pra acontecer e
possui uma avaliação para posteriores posicionamentos, com vistas a
desenvolver possíveis estratégias corretivas dos erros cometidos, mas também
para ratificar os acertos e pontos positivos.
O evento é importante ferramenta de comunicação e especialmente, mas não
exclusivamente, de Relações Públicas. Encarando o evento como ferramenta
de RP, devemos partir do princípio que o evento é uma atividade que deve
gerar lucros, direta ou indiretamente, e que deve ser oferecido a um público
que anseie consumir tal informação ou entretenimento, gerando experiências

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gratificantes. Daí a importância do seu planejamento: identificar os objetivos
de RP, o público específico e o tipo e formato ideal de evento nestas
circunstâncias. Sempre levando em consideração o fator “recursos financeiros
disponíveis”.
Quando não há referencias anteriores, o produto evento apresenta um elevado
risco, já que não pode ser testado com antecedência. Neste caso, ganha mais
peso a qualidade do planejamento, começando pela identificação correta da
situação de comunicação.
O evento empresarial, especificamente, é um instrumento tanto institucional
quanto promocional, utilizado na comunicação dirigida e tendo como finalidade
criar conceito e estabelecer a imagem da empresa, de seus produtos e/ou
serviços, idéias e pessoas por meio deste acontecimento. Com ele, busca-se
criar o máximo de relacionamento entre seus participantes.
A prática dos eventos nas organizações como estratégia de alcance de
objetivos corporativos ou como produto negociável nasce da necessidade de
desenvolvimento de:
• Relacionamentos estratégicos;
• Elemento de diferenciação competitiva;
• Solidificação de imagem institucional;
• Contribuição no aumento de vendas (participação de mercado);
• Maior visibilidade;
• Contribuição social (Marketing Social);
• Contribuição ao cenário cultural (Marketing Cultural);
• Fator de socialização.

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O fator de socialização é que aponta para a origem dos eventos, cerimoniais e
protocolo. É o ponto de partida de interesse.
Falamos anteriormente que o evento é uma atividade que deve gerar lucros,
direta ou indiretamente. Dessa forma, a promoção de eventos age em dois
campos da comunicação mercadológica:
• estimulando diretamente a ação de compra do produto, denominada de
promoção de persuasão ou promoção de vendas propriamente dita;
• auxiliando na divulgação e na formação ou sustentação da imagem da
empresa e do produto, também chamada de promoção de vendas com
fins institucionais (ou simplesmente promoção institucional).
Vemos aí que, do ponto de vista das organizações, há dois interesses centrais
na classificação de eventos: o interesse institucional e o interesse promocional
(comercial). Ou seja, a geração de lucro direta ou indireta.
01)

FIOCRUZ

(Comunicação

Institucional

-

Jornalismo)

FGV/2010: Uma importante característica da formação do profissional
de relações públicas é o treinamento na coordenação e elaboração de
eventos de qualquer natureza, destinados a todos os públicos de uma
instituição, interno e externo.
Sobre esta habilidade, é correto afirmar que:
(A) pode-se observar que as instituições brasileiras que tratam de ciência
têm a tradição de contar com o profissional de relações públicas na
coordenação dos eventos, o que facilita seus bons resultados.
(B) pode-se observar que eventos são organizados por profissionais de
qualquer categoria, inclusive sem qualquer formação nas habilitações da
comunicação social, o que provavelmente gera grandes dificuldades de
organização.
(C) o mais recomendado é que os eventos que tratem de ciência sejam
organizados diretamente por seus pares científicos como, por exemplo,
médicos,

biólogos,

cientistas

sociais,

físicos,

astrônomos

etc.

da

instituição promotora do evento.
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(D) o mais recomendado é que os diretores ou presidentes das
organizações

científicas

promotoras

dos

eventos

conduzam

sua

realização, pois estão mais afinados com os objetivos dos mesmos.
(E) os eventos devem ser organizados por empresas que cuidam dos
serviços de alimentação, recepção, limpeza e nada tem a ver com
profissionais de relações públicas.

Conforme dissemos, os eventos têm afinidade com as Relações Públicas, sendo
estes

os

profissionais

indicados

para

atuação

na

área.

Mas

não

exclusividade; porém, é um erro acreditar que se trata de uma ferramenta
simples e que qualquer pessoa, mesmo sem a devida qualificação, possa
assumir a tarefa. Evento não é festa – é preciso ter isso bem claro. Evento é
ferramenta estratégica de comunicação e marketing. Festa é outra coisa.
Correta a alternativa (B).
02) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) –
Cespe/2009: O planejamento de relações públicas inclui o planejamento
de eventos. (

)

Sim. Os eventos são importantes ferramentas das Relações Públicas, nas suas
mais variadas formas e objetivos. É uma estratégia eficiente, quando bem
planejada e executada.

1.1.1. Planejamento de Eventos
O processo de planejamento e organização de eventos envolve 4 etapas
principais. São elas:
1. Concepção – construção da ideia e objetivos;
2. Pré-evento – planejamento e organização;
3. Per ou transevento – realização;

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Definir a data do evento: • Verificar calendário da empresa e calendários oficiais. 8. 7.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 4.). lançamento de promoção. Definir objetivos do evento (exemplo: lançamento de produto. Definir as estratégias para o evento e apresentar o plano. é fundamental que todos os envolvidos saibam). apresentação institucional. Definir o tema do evento (mesmo que não seja divulgado. etc. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.br 6 .evento – avaliação e encerramento. 5. • Atendimento na recepção. no planejamento de eventos são indicados os seguintes passos: 1. 6. Definir o público-alvo do evento. se for o caso: • Serviço de manobrista. 4. Definir horário para o evento (observar a cultura local e prever atrasos). Segundo Cecília Giacaglia. Prof. etc.pontodosconcursos. • Evitar também as segundas e sextas-feiras – a não ser que o evento seja em locais externos: bares. 3. • Evitar os primeiros e os últimos dias do mês para eventos empresariais – as melhores datas são entre os dias 11 e 25 de cada mês. analisando. Definir o local do evento.com. Verificar e analisar o orçamento disponível. 2. Pós. casa de show. • Espaços a serem utilizados.

. Definir mecanismos para a divulgação e pagamento do evento.. (solicitar orçamento detalhado por item). 22. caneta. 18..). etc. e atrações (shows. 20.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO • Equipamentos a serem utilizados. Desenvolver material promocional: crachá. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. • Limpeza e segurança. sinalização interna. 9. se houver algum tipo de premiação. 10. formulário de avaliação. 19. Preparar sistema de cadastro de visitantes. tarjeta de mala.com. dentre outros. programa do evento. Prof.br 7 . teatro. Definir promoções. 17. bloco. Verificar o investimento total previsto para o evento. • Alimentação e bebidas. Escolher a disposição dos espaços e ambientes. Preparar formulários e questionários de avaliação. prisma.pontodosconcursos. Preparar formulários de controle. cartão de visitas dos palestrantes. brindes. Contratar assessoria de imprensa e preparar um press release (o melhor horário para conseguir a presença de imprensa é entre 10 e 15 horas). 16. kit palestra – pasta. 21. formulário para perguntas. folhetos institucionais.

(B) reserva de mesas e distribuição de brindes.br 8 . confirmação de conferencistas e elaboração do cerimonial. bastante usuais.pontodosconcursos. • Modelo T – mesma finalidade das anteriores. 03) Petrobrás (Profissional de Comunicação Social Júnior – Relações Públicas) – Cesgranrio/2008: A produção de um evento passa essencialmente por três etapas. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. • Modelo O – mais integração do grupo. workshops. (E) distribuição de carta de agradecimento e prestação de contas à alta administração. é usado em convenções de vendas. a saber: o pré-evento. etc. treinamentos. distribuição de brindes e separação do material para a mídia. desde que não seja numeroso. o evento propriamente dito e o pós-evento. há modelos comuns. Prof. Vejam alguns deles: • Modelo U – envolvimento direto e participativo. (C) impressão de convites.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Para Saber Mais! A respeito da disposição das salas de evento. Constituem exclusivamente atividades realizadas na fase de um pré-evento: (A) decoração do local e seleção de imagens do evento para divulgação na imprensa. • Modelo Pente – de grande interação e proximidade – usado em reuniões de trabalho sem divisão hierárquica. (D) recepção de convidados. reuniões com clientes. mas gera mais proximidade e permite separação mais clara da hierarquia.. • Modelo “auditório” – feito para um número elevado de participantes onde a interação não é o ponto fundamental.com. dos acentos nas salas.

Alternativa errada. pois todas as ações são pós-evento. Ambas as ações são pré-evento.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (A) A seleção de imagens do evento para divulgação na imprensa é posterior. (D) Alternativa errada.br 9 . não é mesmo? Qualquer um que não saiba nada sobre evento acerta o gabarito simplesmente sabendo que “pós” significa depois. (A) a decoração do local e a reserva de mesas para os convidados (B) a identificação dos canais de divulgação e o envio de brindes aos jornalistas (C) a distribuição de convites e o follow up dos releases enviados (D) a elaboração do cerimonial e a recepção de convidados (E) a confecção do clipping e a prestação de contas à alta Administração A FGV brindou os candidatos com essa questão. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Portanto. evento e pósevento. (E) Alternativa errada. correta a alternativa (E). Isso para ficar apenas em um item de cada alternativa. A produção de um evento passa pelas fases de pré-evento. a distribuição de convites (C) não pode ser depois. a identificação dos canais de divulgação (B) não pode ser depois. A decoração do local (A) não pode ser depois.pontodosconcursos. pois mistura ações de durante e após evento. Assinale a afirmativa que apresente as atividades inerentes ao pósevento.com. 04) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: Muitas empresas investem na promoção de eventos a fim de tornar suas marcas conhecidas do público. (C) Alternativa correta. lógico! Se não aconteceu o evento ainda. não há fotos. a elaboração de cerimonial (D) não pode ser depois. Prof. Alternativa errada. (B) A distribuição de brindes também é ação durante ou após o evento. pois ele tem a capacidade de gerar uma espécie de “mídia espontânea” favorável à empresa.

E está correta a que afirma a necessidade de licitação para contratação de prestador de serviço a órgão público – um simples contrato de administração não é instrumento legal adequado no caso.com. “Na contratação de uma empresa para organizar os eventos de um órgão. englobando itens como quantidade e preços de recursos físicos e de terceiros para a execução do evento.br 10 . onde a contratada se responsabilizará totalmente pela organização do evento. (B) Apenas a afirmativa I está correta. o recebimento das propostas e suas análises e a deliberação sobre o contrato. Prof. entre elas. Assim. o profissional de RP deve optar por um contrato de administração.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO O ruim de questões muito fáceis como esta é que quase todos acertam. estando o RP atento às suas fases. Uma afirmativa contraria a outra. (C) As duas afirmativas estão parcialmente corretas. “A escolha da organizadora de eventos deve se realizar através de licitação. Mas colocamos aqui porque é importante informação para vocês e também para chamar atenção para o fato de que o profissional de comunicação precisa de conhecimentos diversos na execução de seu trabalho. Só alguém muito distraído (e sempre tem!) erra esse tipo de questão. (E) Ambas as afirmativas estão corretas. portanto. Não é à toa que a maioria dos concursos para vagas de comunicação incluem noções de Direito no conteúdo programático. apenas uma está correta. o gabarito é alternativa (D).pontodosconcursos. Esta questão diz respeito mais diretamente ao Direito Administrativo. (D) Apenas a afirmativa II está correta. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.” Assinale a alternativa correta: (A) Ambas as afirmativas estão incorretas. tema licitações e contratos públicos.” II. 05) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: Analise as afirmativas correlatas: I. a publicação de edital de convocação.

profundo conhecedor do tema em questão faz preleção pública por tempo determinado e após colocase à disposição para perguntas da audiência. Pode haver mediador ou não. Isso vale não só para eventos. Nenhuma avaliação é feita apenas para levantar erros.com. pois embasam novas ações. ( ) Correto.2. uma ação específica.br 11 . Alguns eventos nem sequer requerem divulgação externa. Cada delegação ocupa lugar específico no plenário e observadores precisam ser aceitos com antecedência pelas delegações. cada evento pede um planejamento diferente. os acertos também são encontrados e avaliados. mas para todas as ferramentas de comunicação. • Conferência: conferencista renomado. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. ( ) Não necessariamente.1. As decisões aí tomadas são submetidas a voto e registradas em atas. Como falamos na questão anterior. Prof.pontodosconcursos. 07) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A avaliação de um evento serve para identificar falhas em seu planejamento e execução. diferenciando-se pelo fato de haver vários palestrantes sobre o tema em questão e/ou temas correlatos. mas também para apontar pontos fortes em sua realização. Tipos de Eventos Os principais tipos de eventos corporativos são: • Assembleia: reunião onde delegações oficiais representam os grupos envolvidos. • Ciclo de palestras: variação da conferência.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 06) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: O sucesso de um evento está sempre ligado ao volume de divulgação externa que tiver sido feita. 1.

específicas para grupos profissionais que discutem temas não debatidos em congressos. • Convenção: reúne representantes de determinado grupo com objetivos de integração e motivação para que ajam em defesa dos interesses abordados. pois os expositores estão no mesmo nível de conhecimento da audiência para a qual expõem. cursos. bem como estabelecimento de contatos entre participantes de determinado setor. podendo ter ou não participação da audiência. Obedecem certa periodicidade. onde convidados apresentam seus pontos de vista e estudos sobre determinado assunto a fim de gerar troca de conhecimento entre os participantes. Prof. tais como. painéis.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO • Congresso: são reuniões com o objetivo de estudar determinado tema ou temas de determinada área. painéis. • Feiras: eventos para demonstração e/ou comercialização de produtos ou serviços. ciclos de palestras.pontodosconcursos. ou presidente da mesa. Conclusões. o Discussão: o tema é discutido por todos os participantes. etc. Diversas atividades compõem a estrutura de um congresso. • Mesa redonda: debates onde especialistas expõem seus assuntos por tempo limitado e debatem entre si sobre todos os temas abordados. Ocorre em três etapas: o Exposição: o palestrante leva ao público o tema pesquisado. resultados ali alcançados também são registradas em atas para uso na área de interesse.br 12 . Tudo isso coordenado por um mediador. • Jornada: versão menor dos congressos. • Seminário: evento mais voltado para aprendizagem.com. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. • Fórum: debates. Podem ser abertas ou restritas a grupos específicos.

ao invés de ter somente apresentação teórica. da quantidade de participantes. Diante do briefing exposto. 08) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: O setor de Recursos Humanos solicita que a Assessoria de Comunicação organize um evento técnico destinado aos profissionais de engenharia de uma grande construtora. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. além de relatório resumido da exposição realizada. (B) Convenção. e deve ser produzido material técnico para consulta.br 13 . (D) Rodada de negócios. • Reuniões de trabalho/negócios: reuniões diferenciadas que atrelam as questões práticas a serem discutidas com uma interação social entre o grupo. o mediador reúne as opiniões dominantes e submete a aprovação para os registros finais. • Reuniões administrativas: reuniões cotidianas de trabalho. (C) Seminário. Ao final. para que possam se reunir e discutir aspectos técnicos de um problema em busca de soluções. Tema de interesse de determinado grupo é apresentado por vários expositores.com. O evento deve ter três partes: exposição. Prof. como na mesa-redonda. o coordenador submete as opiniões dominantes ao grupo e a aprovação resultante é documentada com as considerações finais do grupo.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO o Conclusão: após as discussões. no entanto. • Workshop: também voltado para aprendizagem. • Simpósio: uma mescla de características dos demais eventos.pontodosconcursos. mas eles não debatem entre si. discussão e conclusão. Pode ser feita na forma de café da manhã. o profissional de RP deve organizar o seguinte tipo de evento: (A) Jornada de trabalho. mas que a depender do porte. a audiência pode participar. mas com a diferença do trabalho prático em torno do tema abordado. brunch ou almoço. pode acontecer em locais específicos com utilização de determinados recursos audiovisuais.

pois as alternativas passam longe das características do evento citado no enunciado. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. (C) voltado para um pequeno público e dividido em pelo menos dois momentos: um teórico e outro prático. reciclagem. uma questão fácil. Eventos sem planejamento e objetivo claro são desperdícios de recursos e podem até gerar prejuízos de imagem para a empresa. cada situação. almoço e brunch são tipos de eventos que não precisam de um objetivo claro e definido para acontecer.pontodosconcursos. (B) interno. no qual uma autoridade no assunto apresenta um tema informativo. (D) que apresenta um tema geral. Cada público.com. entrosamento ou avaliação dos funcionários participantes. não é? Acabamos de ver que essa descrição de evento corresponde ao seminário – alternativa (C). (E) mais formal que a palestra. pois disso depende a escolha do tipo de evento e a forma de sua realização. Novamente. passando uma mensagem errada. objetivando treinamento. que é estimulado a discutir de maneira criativa as suas idéias. cujo objetivo é o intercâmbio de opiniões para tomada de decisão estratégica. técnico ou científico para um grande número de pessoas. cada objetivo pedem um tipo e um Prof. Qualquer evento precisa de ) planejamento e o planejamento começa na definição dos objetivos a serem alcançados.br 14 . Apenas a alternativa (E) descreve as peculiares da conferência – sendo a grande peculiaridade a apresentação de uma única autoridade no tema. dividido em subtemas. ou simplesmente da forma errada. 09) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: A conferência pode ser classificada como um evento: (A) marcado pela ativa participação do público. direcionando-se a um público errado. ( Totalmente errado. 10) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Jantar. Muito tranquila essa questão.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (E) Conferência.

geralmente utilizadas nos três níveis de governo (federal. estadual e municipal). é uma contração dos termos “café da manhã” e “almoço”. definidos por Lukower (2010) e alguns acréscimos nossos e citados: Protocolo: conjunto de normas jurídicas. Tradicionalmente. é a ordem de hierarquia que determina as regras de conduta dos participantes de determinado acontecimento social. pois não acontece tão cedo quanto o café da manhã.2. as suas regras. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. com um cardápio que une pratos de café da manhã e pratos de almoço. mas foi adotada como evento social tanto para o meio corporativo quanto para eventos pessoais. Por isso ele faz parte das competências de relações públicas e não de outro departamento ou profissional qualquer – por exigir essa visão sistêmica e estratégica da comunicação em geral e da ferramenta em particular. exigindo sacrifícios dos participantes e organizadores. nem se prolonga pela tarde como o almoço. 1. costumes e ritos de uma sociedade em um dado momento histórico.br 15 . tanto nos EUA quanto na Inglaterra.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO formato específico de evento. ou seja. em inglês. Cerimonial: é a aplicação prática do protocolo. CURIOSIDADE Brunch = breakfast + lunch Ou seja. é uma refeição de reunião familiar aos domingos.pontodosconcursos. Regras de Cerimonial Vamos começar por alguns conceitos importantes. Numa conceituação menos formal. Exemplo: cerimoniais e protocolos oficiais como a troca de guarda do Palácio Prof. Tem sido cada dia mais freqüente. regras de comportamento. Significa uma refeição especial que acontece no meio da manhã.com.

A diplomacia está ligada a Cerimonial e Protocolo. 11) INCA (Analista em C&T Jr. Prof. de comportamentos entre anfitriões e convidados. em primeiro lugar. Numa conceituação característicos como menos formal. Como exemplo. O cerimonial da diplomacia possui regras internacionais. A etiqueta também indica costumes e hábitos dos povos. Etiqueta: é um conjunto de normas de comportamento social. Vale lembrar que as regras protocolares são referências de comportamento. permitindo que cada pessoa receba os privilégios a que tem direito. podemos citar o cumprimento dos orientais. “é o conjunto de formalidades que se devem seguir em um ato solene ou festa pública. o cumprimento do visitante. Questão errada. e. corte da faixa inaugural em estabelecimentos. no mundo todo. como forma de praticidade e melhor entendimento. as regras de etiqueta que prevalecem são o cumprimento do anfitrião. ( ) A questão fez uma troca de conceitos. sua aplicação é que compõe o cerimonial. – Relações Públicas) – Cespe/2010: Cerimonial é a ordem hierárquica que determina regras de conduta das autoridades e seus representantes em ocasiões oficiais ou particulares. profissional e familiar. cordialidade e é um guia hospitalidade. imediatamente após. em oposição ao cumprimento ocidental do aperto de mãos. Segundo o Dicionário Aurélio. Exemplo de cerimonial não oficial: fila de cumprimentos em eventos. uma inclinação para frente com a cabeça. Neste caso. pois as regras de conduta são o protocolo. mas a tendência atualmente é uma maior simplificação dessas regras. sem estes ela não poderia existir.pontodosconcursos.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO de Buckingham. Regra que estabelece tais formalidades”.com. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.br 16 . que retrata a sociedade em cada época distinta.

Há diferentes formatos de mesa. não de memorização. Sobre a precedência. ( ) Errado. a regra de precedência não muda. existe uma lógica muito clara que facilita a apreensão.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO As regras de cerimonial no Brasil são reguladas pelo Decreto nº 70.jusbrasil.274/72. 13) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A utilização correta de precedência é essencial para o bom andamento de eventos oficiais. na medida em que. mas a disposição na mesa é claro que vai variar de acordo com o número de pessoas que podem ser acomodadas nela. A atenção à ordem de precedência correta evita que alguém se sinta desprestigiado. para diferentes números de lugares.com. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Não há muito que se preocupar quanto a isso porque as determinações não apresentam dificuldade e as provas limitam-se muito ao que diz respeito a ordem de precedência.com. http://www. de certa forma. Veja o que diz o decreto 70. evita conflitos entre os atores envolvidos. praticamente todas as questões abordam essa parte. Isto não é detalhe. Prof. A precedência entre os ministros é regulada pela antiguidade na criação do ministério. Mesmo porque é um tema de muita consulta. O respeito às regras não pode significar inflexibilidade.274. ( ) Correto. mesmo para quem trabalha com isso. por ter sido preterido em sua posição. ( ) Errado. 14) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A precedência entre ministros de Estado é regulada pela importância do respectivo ministério.br 17 .br/legislacao/110298/decreto-70274-72 12) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A ordem de precedência na mesa de abertura de um evento independe do número de lugares que estiverem disponíveis. cujo link segue abaixo para conhecimento dessas informações.pontodosconcursos. adaptações podem ser feitas para que todos sejam representados.

(. de 09 de março de 1972. (B) do Exército. Além disso. Transportes. Agricultura. (D) da Defesa. à medida que são criados. Aeronáutica. Art. Saúde. referendará a nomeação dos demais. Fazenda. Trabalho e Previdência Social. Claro que essa ordem sempre inclui os novos ministérios. 44. Marinha. 4º A precedência entre os Ministros de Estado. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.. na seguinte ordem: Justiça. Exército. Ele estabelece que o primeiro ministro a ter o seu decreto de nomeação assinado é o ministro: (A) da Justiça. do Prof. O disposto no presente parágrafo não se aplica ao Ministro de Estado em cuja jurisdição ocorrer a cerimônia. Até mesmo na ordem das alternativas a precedência é do Ministro da Justiça (rs): alternativa (A). sempre obedecendo ao critério. é ele que. ainda que interinos. (E) de Ciência e Tecnologia. o Ministro de Estado das Relações Exteriores terá precedência sobre seus colegas. Educação e Cultura. (C) da Fazenda. que terá precedência sobre os Chefes dos Estados-Maior da Armada e do Exército.274. depois de nomeado. Indústria e Comércio. do Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República.) § 1º O primeiro decreto a ser assinado será o de nomeação do Ministro de Estado da Justiça. a quem caberá referendar os decretos de nomeação dos demais Ministros de Estado.pontodosconcursos..SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Art. Planejamento e Coordenação Geral. § 1º Quando estiverem presentes personalidades estrangeiras. Minas e Energia.br 18 . trata da posse do Presidente da República e de seu ministério. e Comunicações. observando-se critério análogo com relação ao Secretário-Geral de Política Exterior do Ministério das Relações Exteriores. 15) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: O capítulo II do Decreto 70. Relações Exteriores. é determinada pelo critério histórico de criação do respectivo Ministério.com. Interior. que estabelece as Normas do Cerimonial Público e a Ordem Geral de Precedência.

E vale lembrar. mesmo na presença do presidente da República. ao receber missões diplomáticas em audiência solene.com. 1º O Presidente da República presidirá sempre a cerimônia a que comparecer. Para melhor compreensão desta questão. 16) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Os ministros de Estado devem sempre presidir as solenidades promovidas por seu ministério. vamos fazer uma combinação de artigos do texto do decreto. entre eles. a precedência do Vice-Presidente: Art. das três esferas. a ordem é esfera federal.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República. que define as Normas do Cerimonial e a Ordem Geral de Procedência. estadual e municipal.pontodosconcursos. O presidente da República tem a precedência máxima.br 19 . ( ) Errado.274. Realmente. 3º Os Ministros de Estado presidirão as solenidades promovidas pelos respectivos Ministérios. o Vice-Presidente da República presidirá a cerimônia a que estiver presente. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. A precedência máxima é sempre do chefe do Poder Executivo. os ministros de Estado presidem as solenidades promovidas por seu ministério: Art. 2º Não comparecendo o Presidente da República. respectivamente. estando juntos na solenidade. 17) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: De acordo com as normas estabelecidas no artigo 71 do Capítulo IV do Decreto 70. é correto afirmar que o Presidente da República. deve estar ladeado: Prof. ainda. Mas isto se altera se tiver a presença do Presidente da República: Art. em todas as situações. do Chefe do Serviço Nacional de Informações e do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas.

onde se encontra o Presidente da República. e pedirá permissão para introduzir o novo chefe de Missão.” Prof. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Militar. no Salão de Credenciais. à direita. pelo Ministro-Chefe do Gabinete Militar da Presidência e pelo Ministro de Estado da Defesa e. pelo Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República.. à direita. a ordem dos discursos deve seguir o mesmo critério do cerimonial público. os discursos são proferidos pelos titulares dos cargos em atos oficiais. à esquerda. (D) à direita.. com a abertura sendo realizada pelo anfitrião e o encerramento pela pessoa de maior importância hierárquica ou homenageada. à esquerda pelos Ministros de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República. pelo embaixador brasileiro no país do visitante e. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (A) à esquerda. o Chefe do Cerimonial da Presidência da República entrará. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República. (C) à direita. (. Correta a alternativa (B). pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República e.pontodosconcursos. e. pelo Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República e. de acordo com o texto exato do decreto. sozinho. “Na ordem inversa da hierarquia dos presentes. muitas vezes com meras repetições do texto do decreto. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Cerimonial da Presidência da República. à direita. (B) à direita. “Nas organizações privadas. ladeado. 18) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: Analise as afirmativas correlatas sobre eventos: I. 71.com. pelo Ministro de Estado da Defesa e. (E) à esquerda.” II. à esquerda.br 20 . Art. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República.) § 4º Em seguida. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Observe a obviedade das questões. à esquerda.

auditórios.com. escritórios. (C) As duas afirmativas estão parcialmente corretas. embora seja comum que isso aconteça às 8 horas e às 18 horas.pontodosconcursos. deve ficar iluminada. 19) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A bandeira nacional pode ser hasteada em edifícios públicos ou particulares. Ambas as alternativas estão corretas. O profissional responsável pelo evento deve estar atento às peculiaridades hierárquicas das organizações envolvidas para evitar problemas. As determinações mais importantes do cerimonial público são adotadas no âmbito das organizações. portanto o gabarito é a alternativa (E). nós a colocamos aqui para chamar atenção de que mesmos nestes casos há certo cerimonial. É uma questão que vale mais como aprendizado em si que como checagem. Aquelas que são mais formais têm um programa mais estruturado neste sentido. No entanto. (D) Apenas a afirmativa II está correta. ( ) Correto. salas de aula. se ficar hasteada à noite. pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite.br 21 . haja vista o fato de não haver regra geral estabelecida. (B) Apenas a afirmativa I está correta. A bandeira nacional pode ser hasteada em todos os lugares. (E) Ambas as afirmativas estão corretas. mas de eventos corporativos privados. templos. embarcações.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Assinale a alternativa correta: (A) Ambas as afirmativas estão incorretas. pátios de instituições de ensino. mas no geral existe certa dificuldade em hierarquizar a precedência porque as organizações têm diferentes tamanhos e estruturas de organograma. No entanto. mas sempre cumprindo o devido respeito: não pode ser apresentada suja ou rasgada. locais de prática de esportes. ruas e praças. Esta questão não trata de cerimonial oficial. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Prof.

Piauí. Ceará.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO CURIOSIDADE As bandeiras envelhecidas e em mau estado de conservação devem ser entregues em uma unidade militar para que sejam incineradas no Dia da Bandeira. Tocantins foi criado da divisão de Goiás e Fernando de Noronha foi incorporado a Pernambuco.pontodosconcursos. e Territórios: Amapá. Mato Grosso do Sul. Importante observar que o decreto data de 1972.274. São Paulo. 5. 10. São Paulo. Prof. 4. Ceará. Sergipe. Minas Gerais. Minas Gerais. Amazonas. Acre. Distrito Federal. a saber: Bahia. A precedência para governadores depende da ordem de constituição histórica. criação dos Estados – o mesmo critério utilizado para precedência nos ministérios. Rondônia e Roraima viraram Estado. 3. 9.com. Alagoas. Maranhão. 7. Art. Bahia. Pernambuco. em cerimônia especial. ( ) Errado. Paraíba. de lá para cá Amapá. Pará. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. hoje. Portanto. 6. Maranhão. Veja o que diz o decreto 70. Pará. Paraná. Santa Catarina. o critério utilizado para precedência é o índice populacional do respectivo estado. 8º A precedência entre os Governadores dos Estados. 11. Pernambuco. Mato Grosso. Rondônia e Roraima. Espírito Santo. 12. a ordem de precedência é: 1. Goiás. 19 de novembro. 20) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Para governadores. Rio Grande do Sul. Fernando de Noronha. 8. Paraíba. Goiás.br 22 . como vimos acima. do Distrito Federal e dos Territórios é determinada pela ordem de constituição histórica dessas entidades. Rio Grande do Sul. Mato Grosso. 2.

gráficos. Espírito Santo. Tocantins. 26. Distrito Federal. Acre. 23.pontodosconcursos. 18. Sergipe. Produção Gráfica A produção gráfica inclui a diagramação e a paginação das informações.br 23 . 20. a serem apresentadas ao público-alvo pelo veículo de comunicação. 25. mas também fotografias. livro ou tudo que é impresso. Amapá. Paraná. Mato Grosso do Sul. Piauí. do veículo. revista. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. 1985): O discurso gráfico é um conjunto de elementos visuais de um jornal. seja ele impresso ou eletrônico. Pelas palavras de Rodolfo Prado (in Silva. entreter e persuadir o leitor. ele possui a Prof. como acabamos de ver nas duas questões anteriores. Todos os elementos contêm uma mensagem. ilustrações e todos os elementos que compõem a matéria veiculada. todos juntos compõem o discurso do repórter. 16. 24. 15.com. 27. O discurso textual alia-se ao discurso visual. Rondônia. 19. 21) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Para a exposição das bandeiras dos estados. Alagoas. Como discurso. 2. Amazonas.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO SOCIAL PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 13. 17. 14. A disposição das bandeiras deve seguir a mesma ordem da precedência dos governadores. ( ) Correto. 22. Rio Grande do Norte. com tudo que aí se possa incluir. gráfico. Roraima. 21. Santa Catarina. pois tudo isso é selecionado e ordenado com o intuito de informar. o critério utilizado é a data de criação. Não apenas o texto é informação.

a partir de 1950. o surgimento dos veículos de comunicação de massa no meio internet provocou uma nova grande revolução na comunicação.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO qualidade de ser significável (. o jornalismo impresso precisou se reestruturar para acompanhar a forte concorrência imposta pelos poderosos veículos de comunicação de massa eletrônicos. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.pontodosconcursos. do Rio de Janeiro. A nova dinâmica das mídias eletrônicas provocou profundas alterações na estrutura editorial e gráfica da mídia impressa. Já no final dos anos 1950. Prof. Como resultado. o rádio já era forte naquela época e a televisão veio complementar essa nova realidade. a figura lendária de Samuel Wainer surge com força no cenário jornalístico brasileiro. O jornal apresenta uma linha inovadora e paginação ousada. mais economia e racionalidade na produção dos textos originais nas redações e na composição gráfica desses originais nas oficinas. Neste período. implantando novos padrões gráficos e jornalísticos. pela instantaneidade da informação transmitida em som e imagem. Em 1951 ele funda em São Paulo o jornal Última Hora. ao mesmo tempo. Com o advento da televisão no Brasil. conseguindo.. Então. Em nossos tempos mais modernos. outros jornais brasileiros criaram seus modelos específicos de planejamento gráfico através da diagramação. reestruturou toda a sua paginação.br 24 .). espalhando este conceito pelo país ao ser editado nos principais centros urbanos da época.. obedecendo a modernos conceitos de layout e surpreendendo tanto aos profissionais de imprensa quanto aos leitores. Diante disto. uma nova roupagem visual e maior controle e eficiência na produção industrial gráfica de suas edições.com. formado por um grupo de profissionais muito qualificados e causa uma revolução na imprensa brasileira. há pelo menos duas leituras: uma gráfica e outra textual. o Jornal do Brasil.

com. (C) servir-se de um conjunto de técnicas de design gráfico e de editoração aplicáveis à preparação de sites e páginas para a web pelo recurso a softwares específicos. ao qual se pode hoje dar a denominação de web design. Prof. (B) proporcionar uma editoração informatizada por meio da qual se pode inferir.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Neste cenário. com razoável segurança. A alternativa mais clara. de uma linguagem visual inovadora. vamos usar duas questões da FGV: 23) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor de Publicidade e Propaganda) – FGV/2008: A editoração eletrônica permite a criação de layouts. programação visual e formatação. Sua principal característica é: (A) apropriar-se de estratégias de programação visual pelas quais é possível. A necessidade é a conciliação de técnicas de design gráfico e editoração com o meio internet.br 25 . colocando o resultado em prática com o uso dos softwares específicos. ordenar eletronicamente a comunicação visual na rede. (E) servir de complemento a ações comunicativas de webwritting. mediante softwares específicos.0. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. mediante recurso a programas de paginação. vamos ver como a FGV abordou o tema em prova: 22) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor de Multimídia) – FGV/2008: Novas tecnologias da comunicação e da informação têm influenciado o desenvolvimento do design gráfico. reunindo recursos de editoração de sites. gráficos. dedicadas à programação de linguagem visual típica de portais e páginas da web 2.pontodosconcursos. fotografias e outros elementos gráficos. nos quais se encontram texto. objetiva e assertiva para responder ao enunciado é a alternativa (C). (D) facultar a criação. Para identificar estes softwares específicos. por meios eletrônicos. o modo pelo qual o entendimento das imagens na web se processa.

(B) QuarkXPress. Picasa 2. Apple Pages.1.0. Word Editor 2. Na diagramação dos jornais e revistas da atualidade percebemos claramente os efeitos positivos da interação entre forma e conteúdo. o arranjo gráfico passa a atuar como discurso. Rag Time Solo 5 e Pixia 2. (C) Corel Draw X13. os softwares são aqueles citados na alternativa (A). 24) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: Assinale a afirmativa que indique o software usado para diagramação de textos e imagens da mídia impressa. 2. Autocad e Page Stream. conforme dissemos acima. QuarkXPress e Scribus. Apple Pages e Adobe PageMaker. (E) Adobe PageMaker.1.com.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO A essa finalidade atendem os programas: (A) Scribus. Prof. Para mídia eletrônica.1. (D) Text Script. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Microsoft Publisher e Odigo 3. A cultura do jornal letrado caiu de moda e ganhou o reforço estético das ilustrações. As mídias eletrônicas veiculam informações com 24 horas de diferença da mídia impressa. o software é aquele citado na alternativa (C). Adobe Photoshop. Microsoft Publisher. que traduz a consciência do valor informativo e estético da peça impressa.br 26 . A partir daí. Diagramação O ‘furo de reportagem’ já não é mais uma exclusividade dos jornais. (A) Adobe Inews (B) Sony Premiere (C) QuarkXPress (D) Adobe NewsCutter (E) QuarkVegas Para mídia impressa.pontodosconcursos.

para. Notícias.” (1981. como irão ficar.pontodosconcursos. aquilo que para ele representa algum interesse. os desenhos e tudo o mais a ser apresentado e outras especificações complementares. Fotos. uma revista. depois de montados e impressos. os anúncios. É ordenar. a diagramação é o projeto. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. um cartaz ou outra peça qualquer. rápida e confortavelmente. um jornal. Montagem de: • • • Paginação Diagramação Títulos. Consciência dos elementos gráficos com a estética Para transmitir a mensagem na página de forma visualmente harmônica o diagramador conta com quatro elementos básicos: Prof.br 27 . 51-68) Segundo Juarez Bahia (1965).com. conforme uma orientação predeterminada. as fotografias. A tarefa específica do programador visual (ou designer gráfico) é dar a tais mensagens a devida estrutura visual a fim de que o leitor possa discernir. já a diagramação é a consciência dos elementos gráficos com a estética. p. a partir daí. seja ele uma página de livro. a paginação consiste na montagem de títulos. notícias e fotos. servir de modelo para a sua reprodução em série. Erlobato nos traz um conceito bem prático quando diz que: “Diagramar é desenhar previamente a disposição de todos os elementos que integram cada página do jornal ou revista. Mário L. a configuração gráfica de uma mensagem colocada em determinado campo. os títulos.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Em termos de programação visual.

frases e períodos. sob forma de fotos ou ilustrações. há a opção muito usada de colocar todas as notas ao final do volume.pontodosconcursos. Vinheta: mini-títulos que marcam um tema ou assunto recorrente ou em destaque. • Os espaços em branco da página. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. num capítulo especial só de notas. é correto. 25) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Na diagramação de uma página de jornal que esteja com muitas notas de rodapé referentes à identificação de autores dos textos e à complementação de informações históricas e dados estatísticos. com suas devidas informações complementares.br 28 . Dentro da mancha gráfica. Independente da busca da harmonia estética entre forma e conteúdo proposta pela diagramação. sendo: Standard (entre 56 x 32 cm) e Tablóide (cerca de 40. Vale aí o bom-senso e competência do profissional para não se exceder em citações e apêndices que necessitem tão extenso rodapé. excluir essas notas da mancha gráfica da página diagramada.com.0 x 29. encontramos Prof. Mancha gráfica é o espaço delimitado para impressão em uma página e varia de acordo com o formato dos jornais. No caso de livros. • Os fios tipográficos e vinhetas.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO • Letras. ( ) Questão errada. Fio tipográfico: separa elementos do texto que por algum motivo podem ser confundidos. para legitimar o conteúdo expresso. é obrigatório citar as referências de autoria dos textos ou citações publicados. podem incluir mini-ilustrações e geralmente vêm acima do título da matéria ou no alto da página.0 cm). do ponto de vista técnico. • Imagens. em grupos de palavras.

0cm Mancha Gráfica Mancha gráfica 40. ou refilada.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO os elementos básicos vistos acima. vale falarmos da sangria.7cm Tablóide Standard Neste ponto. quando todo o fundo impresso tem artifícios de cor que perderiam beleza se tivessem uma borda definida.0cm 56.br 29 . na linguagem técnica. Prof. por exemplo. seria como pintar um quadrado grande e depois cortar as bordas para não aparecer o acabamento nas pontas do papel e assim a cor ficar toda por igual. nesse conceito. Numa analogia grosseira. ou margem de impressão. ocupando a borda branca não impressa e deve ser cortada da página. Não se incluem. ela invade o espaço delimitado para impressão da página. Uma mera questão de cobrança de conceito. percebemos que a questão está correta.0 29. ( ) Analisando a explicação e as ilustrações acima. 32.5 X 29. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.pontodosconcursos. Ou seja. da impressão. Isto é comum em impressos publicitários. Sangria é uma área da zona de impressão que vai além da mancha gráfica. portanto.5 X 29. Quer dizer. A mancha tem uma medida menor que a área por conta das margens do papel ao redor da impressão. ela corresponde à parte útil da página.7cm 52.0 26. os espaços em branco das margens. 26) ANATEL (Analista de Comunicação – Jornalismo) – Cespe/2006: Mancha é a parte impressa ou a ser impressa de qualquer publicação.com.

As alternativas (B) e (C) trazem conteúdos parecidos. Social – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2010: Em um anúncio impresso. Prof. (C) uma área da chapa ou da impressão que se estende além da margem a ser refilada. ( ) Como acabamos de ver. Portanto. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. O que caracteriza a área de sangria é que ela invade os espaços reservados às margens e é por meio do refile que se delimita a área impressa. ou seja. O espelho é também chamado de boneco. 28) DPU (Técnico em Com. vamos ver aqui algumas referências adequadas e comumente usadas. Cuidado para não confundir na hora de marcar a opção correta. a área de sangria corresponde a (A) pequenas linhas verticais e horizontais que mostram as dimensões finais de uma página. mas a corrente majoritária adota as medidas apresentadas. (E) emenda feita diretamente sobre o fotolito com estilete e fita adesiva. (B) um recurso de diagramação que consiste em deixar que se invada os espaços reservados às margens. constituindo sua parte impressa. uma amostra de como ficará o material pronto. 27) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: O conjunto de elementos mostrados — textuais. que é o conjunto de texto e imagens da página.com. o texto trata da mancha gráfica. mas apenas a alternativa (C) está correta. Para diagramação da imprensa escrita.pontodosconcursos. (D) uma quantidade impressa em excesso em relação à quantidade realmente necessária. o enunciado está incorreto. a fim de fornecer informação complementar e prepará-los para denominações e conceitos que podem surgir em algum momento na prova.br 30 . gráficos e fotográficos — compõem figura conhecida na área editorial como espelho.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Importante: Vale lembrar que alguns autores podem apresentar essas medidas com pequenas variações.

br 31 .com.pontodosconcursos. mas em se tratando do meio internet. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. vamos a mais uma questão da FGV: 29) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: Sobre a elaboração Prof.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO Ainda a este respeito.

(D) Garante a usabilidade do site. as notícias mais importantes. Com base no Prof.com.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO adequada de uma página de informação jornalística para internet. visto que pela velocidade em que se busca informação evita-se voltar ao texto já lido.2. (B) Coloca na metade superior da página principal as informações mais importantes. dispensando os de retorno. concentrando o máximo de informação numa única página para que o usuário seja obrigado a recorrer à barra de rolagem. (E) Estrutura a navegação com base em links. 2. o projeto gráfico deve ser elaborado observando as zonas de visualização de uma página. A resposta correta não difere do que vimos no quadro acima sobre “localização na página” em jornal impresso: no topo. priorizando o uso de molduras e barras decorativas para separar os conteúdos jornalísticos e agilizar a navegação. (C) Induz à leitura linear da matéria. Sabemos que muitos elementos decorativos poluem o texto e tornam a navegação lenta e eliminamos (D). (A) Emprega capitular em cores diferentes nos parágrafos.br 32 . além de posicionar o título ou logotipo do webjornal no topo da página.pontodosconcursos. segundo J. visto que somente o verde pode ser usado como sinal de link para hipertextos. Apenas para confirmar o gabarito correto. Zonas de Visualização da página impressa Durante o processo de diagramação do jornal. Pinho (2004). Sabemos que o botão de retorno é fundamental para uso nos links e hipertextos e eliminamos (E).B. Alternativa (B). Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Sabemos que o texto de internet é não linear (lembram das aulas passadas?) e eliminamos a alternativa (C). Sabemos que os links de hipertextos usam a cor azul e eliminamos (A). assinale a afirmativa correta.

daí pede-se o cuidado ao diagramador para preencher as zonas mortas com conteúdo mais atrativo a fim de gerar uma leitura confortável. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. a vista se projeta do lado superior esquerdo para o lado inferior direito. texto. 1985. Zona Morta 5. Summus. O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa. Centro geométrico SILVA. identificamos as seguintes zonas de visualização num jornal: 1. por meio delas se define a disposição das matérias ou anúncios que merecem mais visibilidade na página. Zona Secundária 3. Zona Principal ou primária 2. Estas orientações são cruciais para a diagramação. Veja como os assuntos acima foram abordados em questões de provas: Prof. no cruzamento das diagonais.br 33 . realizado da esquerda para a direita. O centro ótico se localiza um pouco acima do centro geométrico. Zona Morta 4. A zona primária deve conter elementos (foto. Diagramação. e sua altura vai variar de acordo com a dimensão da página. De forma instintiva. Rafael Souza. Centro ótico 6.com. grande título) que causem impacto e despertem o interesse do leitor. por exemplo.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO condicionamento ocidental de leitura. as notícias menos importantes e os espaços em branco. sem deslocamento brusco da visão.pontodosconcursos.

o diagramador vai organizar o conteúdo em módulos (coluna padronizada) para criar o layout da página impressa acrescentando Prof. por isso o custo de publicações em páginas ímpares é mais elevado. Não podemos considerar. onde o esquema se amplia para toda a área visualizada. juntas. que tem 20 linhas com 70 toques cada uma.pontodosconcursos. Ao final desse capítulo. as duas páginas. onde vale o esquema acima.br 34 . recurso usado pelos diagramadores e editores para embelezar a página com letras mais rebuscadas e ilustrações envolvidas em molduras. Exceto a contracapa. uma lauda (quantidade de texto a ser produzido na matéria) era datilografada em folha padronizada e correspondia a 20 linhas x 70 toques.400 caracteres. uma página individualmente. anúncio de permuta para encher espaços vazios por falta de material ou erro de cálculo de diagramação. listamos alguns para facilitar seu estudo. com espaço. 31) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Com o desenvolvimento das técnicas de diagramação e editoração.com. como a que se baseia na lauda-padrão. ocupa lugar diferenciado em relação às páginas pares. conforme citado na questão. Uma vez o texto pronto. uma lauda corresponde a um texto de 1. Por exemplo. na página diagramada. a questão traz o conceito incorreto do termo calhau. sim. abertas diante de nós. Atualmente. que se apresentam de diversas formas.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 30) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Nas páginas ímpares de um jornal. ( ) Correto. a chamada zona morta. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. 32) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: A diagramação das edições dos jornais diários é facilitada pelo uso de tabelas. também é considerado calhau. que quer dizer artigo ou notícia curta de menor importância. ( ) Antes da informatização das redações. está sendo deixado de lado o calhau. mas. ( ) É frequente questões sobre jargões e termos técnicos. todas as páginas pares oferecem menor impacto de exposição da mensagem. nessa análise.

Essa etapa é executada de forma digital. 2. os layouts contam com os softwares específicos para serem desenvolvidos.pontodosconcursos. Estes softwares utilizam um processo de cores conhecido como RGB (Red. A variação de intensidade de emissão de luz ao passar por estes pontos cria diversas cores possíveis em aparelhos eletrônicos.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO fotos.com. os layouts são convertidos no processo CMYK. Prof. Existe em duas categorias: matrizes físicas (palpáveis) e matrizes digitais (representadas por arquivos ou códigos binários). do computador para a chapa. apesar da lauda-padrão não ser mais a usual. verde e azul. 2. Magenta. A lauda-padrão é citada apenas como exemplo.br 35 . via computador.4. Green. ilustrações e todos os itens que precisarem constar na página. onde a cor é formada por três pontos luminosos em vermelho. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. No momento da impressão. A questão está correta. As matrizes utilizadas em impressão offset podem ser produzidas por: • Fotogravura: (processo planográfico de sensibilização de chapas metálicas. em que todas as cores são formadas pelas variações de pigmentos nas cores Ciano.3. não temos nenhum dado errado na questão. Amarelo e Preto. pois. • Gravação Digital: (processo CtP – Computer to plate). fotolitos). não afirmação de ser a mais usada ainda hoje em dia. Sistema de Cores Nos dias de hoje. Matriz A matriz é o objeto/original que gera cópias durante o processo de impressão. Blue).

Tecnologias de impressão As tecnologias de impressão são os processos utilizados na atividade.5. Nos últimos tempos. flexografia e serigrafia. então.pontodosconcursos.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 2. A solicitação aumentou em Prof. As tecnologias de impressão ficam cada vez mais modernas. que já utilizava um computador para aprimorar suas impressões. com velocidades incríveis e que podem se conectar via wi-fi. calcografia e silkscreen.br 36 . onde cada palavra ou frase era formada pelo encaixe das letras lado a lado. criada por Chester Carlson em 1938. Um conjunto de técnicas e equipamentos que possibilitam a impressão de uma ou mais cópias a partir de uma matriz. agora. no qual cada página levava horas para ser reproduzida. os clientes de empresas de impressão mudaram muito suas demandas de serviços. são totalmente automáticas e ainda criam objetos 3-D. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Entre os processos convencionais. A origem dos processos de impressão vem da xilogravura. jato de tinta e a laser. que utilizam uma matriz física para a produção de cópias.com. as impressoras matriciais. conhecemos a tipografia. A impressão era feita por meio de máquinas fotocopiadoras. Desde então. foi criada a primeira impressora de alta velocidade (levando em consideração o que isso significava à época). A história da impressão e de sua tecnologia começa no século XV com Gutenberg. na era das impressões em alta definição. estando. em 1953. as tecnologias não pararam de se modificar e acrescentar mais velocidade e conforto para quem quer uma impressão de qualidade. Mais tarde. muitas técnicas foram aperfeiçoadas e atualizadas até chegarmos à primeira impressora de fato. que criou a prensa a tipos. em função de novas necessidades de seus negócios – sejam eles empresas ou pessoas físicas. litografia. Vieram. Depois disso. rotogravura. offset.

Vamos conhecer um pouco melhor a tecnologia de impressão a laser. pois armazenam aí a informação a ser processada e impressa. Ao término do processo uma máquina digital de tecnologia laser chamada imagesetter gera os fotolitos de páginas. a manipulação dos arquivos. Dependendo da quantidade de memória RAM que uma impressora laser possua. que imprimem uma linha de cada vez.com. pequenas empresas especializadas em pré-impressão e fotolitagem. As impressoras laser utilizam memória RAM para funcionar. Diferente dos demais métodos. Em função disto. inclusive menores ou únicas. Além disso.pontodosconcursos. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. quantidade e qualidade.br 37 . as prestadoras desse serviço necessitavam de uma maior automatização na sala de impressão. define-se a capacidade e velocidade de Prof. e grande variedade nos resultados de efeitos de impressão. a fim de aumentar a agilidade do processo. Computer-to-Film Na gravação direta para o filme (fotolito). a imposição das páginas e o complexo universo dos clientes que fornecem informações digitais fazem do filme um meio ideal para chegar a qualquer impressora. foi quando surgiram os birôs de serviço.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO termos de rapidez e flexibilidade nos ciclos de produção: atendimento a qualquer horário sem maiores transtornos de agendamento e prazos longos de entrega (a entrega imediata passou a ser realidade). esse processo permite que permaneça nas mãos do impressor a manipulação e a substituição de um fotolito/chapa de impressão se necessário. pois é ideal para atender tais demandas de impressão com velocidade. mais usual no momento. tiragens variadas. Essas empresas investiram em processos de automatização de fluxos de trabalho através da tecnologia Computer-to-Film. no momento da impressão. já que se adéqua a uma grande variedade de chapas e máquinas. a impressão a laser imprime a página inteira de uma vez só. variedade.

Mais tarde estes pontos vão absorver o toner. que é capaz de armazenar cargas estáticas se não for exposto à luz. As partes do cilindro Prof. A página impressa por uma impressora laser é formada através de uma série de pequenos pontos. ilustrações. por isso a qualidade de sua impressão é medida em dpi (ou. muito menos levantar mais detalhes que isso) a) Carregamento Eletrostático (Condicionamento) – Dentro da impressora a laser o cilindro fotocondutor. etc. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. Como o cilindro fotocondutor é sensível à luz. fotos. Este fio corona deposita uma carga negativa uniforme no cilindro fotocondutor. que é constituído de minúsculas partículas de um pó negro (tóxico!) a ser usado na impressão propriamente dita. Então. ppp – pontos por polegada). se um laser “desenha” na superfície cilíndrica rotativa uma “imagem”.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO impressão de páginas com muita informação.br 38 . o cilindro vai perder carga negativa naqueles pontos que foram sensibilizados. b) Escrita da Imagem (Exposição) – O cilindro fotocondutor é sensível à luz. gira e passa sobre um fio conhecido como “fio corona primário”. Algumas impressoras definem este processo como “aquecimento”.pontodosconcursos.com. está na hora de receber o toner. o cilindro fotocondutor está pronto para receber a imagem. não precisam se preocupar em memorizar tudo e serem capazes de recitar o processo. c) Impressão (ou Revelação) – Com o cilindro fotocondutor sensibilizado. Quando a impressora laser recebe a informação que será impressa. recomenda-se embalá-lo em um saco negro se este for mandado para revisão ou conserto. ela a divide em uma série de pequenas faixas de pontos. Colado ao cilindro fotocondutor existe um cilindro de cargas que contém minúsculas partículas de toner. Este processo e chamado deposição eletrofotográfica e consiste das seguintes fases: (a explicação detalhada do processo é para melhor esclarecimento. Assim que este processo estiver terminado. como gráficos.

A técnica de impressão com moldes não era novidade Prof. ele precisa transferir este toner para a folha de papel a ser impressa. f) Limpeza – Na fase de limpeza a impressão já terminou. Curiosidade Histórica Em meados de 1455. Este fio é responsável por carregar eletricamente o papel. Esta limpeza é feita com a ajuda de uma lâmpada fluorescente e com uma pequena lâmina de borracha que conseguem remover todo o toner e cargas eletrostáticas presentes no cilindro fotocondutor.br 39 . e) Fusão – Esta é a última parte do processo de impressão.com. d) Transferência – Agora que o cilindro fotocondutor já está cheio de toner. Numa impressão a laser monocromática este processo de seis fases é repetido para cada uma das páginas impressas. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. chamado de “fio corona secundário”. Assim. usam-se quatro toners (nas cores preto. Na fusão as partículas de toner são aquecidas e pressionadas de encontro ao papel de modo que a impressão fique permanente. Entra em ação um segundo fio corona. ciano. magenta e amarelo) e os seis passos se repetem para cada um dos toners. Finalmente um eliminador de eletricidade estática remove a mesma do papel. É por isso que o papel sai “quente” de uma impressora a laser. pegou nas mãos seu trunfo em forma de livro. para que o processo todo possa se repetir em outra página.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO fotocondutor que foram sensibilizadas pelo laser receberão as partículas de toner que ficarão “grudadas” a este. impresso com uma técnica inédita e infalível: a prensa de tipos móveis. mas ainda é necessária uma limpeza do cilindro fotocondutor. Após anos de pesquisas e trabalho duro. Já numa impressora laser a cores.pontodosconcursos. o ourives alemão Johannes Gutenberg realizou seu grande sonho. o papel terá poder de atração suficiente para descolar as partículas de toner do cilindro fotocondutor.

O prelo: Como o prato de platina era pequeno. França. que moldara os tipos em um material bem mais resistente e durável que os usados pelos chineses. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. A composição: Nessa etapa. possibilitada a partir daí. por exemplo. duas metades da mesma página eram impressas separadamente. com a criação de Gutenberg. a informação escrita deixou de ser exclusividade dos nobres e do clero. A impressão em massa. agora. Holanda. com seu invento. cerca de 15 milhões de livros já haviam sido impressos. Inglaterra e Dinamarca. onde já havia retas que garantiam o alinhamento. Em 1424. suprir a crescente necessidade por conhecimento da Europa rumo ao Renascimento. O papel era colocado sobre os caracteres e emoldurado por madeira. Ela era aplicada aos tipos móveis após ser impregnada em uma trouxa de pano. já havia prensas como a dele na Itália. Espanha. Até 1489. 2. 5. O prelo descia duas vezes para imprimir cada página. Mas os tipos eram talhados em madeira – e não possibilitavam o uso de tanta pressão para marcar bem o papel. transformaria a cultura ocidental para sempre.pontodosconcursos. com pouca mobilidade. A prensa. 4. Prof. 3. A partir do feito. Uma folha de feltro era colocada entre a página a ser impressa e a platina para melhorar o resultado. Gutenberg conseguiu. não oferecia boa aderência na hora da prensagem. à base de água. a Universidade de Cambridge. As condições de trabalho do compositor eram cansativas – ele ficava o tempo todo sentado. Antes dela. no Reino Unido. página por página. era movimentada com uma barra.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO – já tinha sido iniciada havia 14 séculos na China por meio da impressão de gravuras. A impressão: A forma ficava sobre uma pedra de mármore. Na outra ponta. que movia a rosca. um prato de platina pressionava a folha nos caracteres. possuía apenas 122 livros – e o preço de cada um era equivalente ao de uma fazenda ou vinícola. os caracteres eram juntados em páginas – uma forma com moldura de madeira. Mas. Os Tipos: A impressão já existia na China. abaixo. Trabalho manual: A invenção do alemão mudou a história dos livros 1.br 40 . Gutenberg usou uma tinta à base de óleo de linhaça e negro-de-fumo – que marcava bem o papel e não borrava. ela ficava muito mais eficaz e rápida. A prensa de Gutenberg tinha placas de metal duro que serviam de molde para fundir quantos caracteres fossem necessários. Em 1500. cada cópia de livro exigia um escriba – que escrevia tudo a mão. A tinta: A tinta que existia.com.

eram caros. 2008. De todas elas. Eles.5. Tipografia Originado da xilogravura foi o primeiro processo de impressão industrial. André. Como a quantia era altíssima. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. 48 sobrevivem até hoje em museus de diversos países. Para Saber Mais! Sugerimos uma leitura complementar para quem quiser mais informações sobre estes e outros processos. porém. o inventor teve de pagar dívidas a Johann Fust.wordpress. que se tornara seu sócio-investidor. 2. mas foi só no século 15 que seu uso se generalizou.pontodosconcursos. o sucesso para Gutenberg durou pouco. esse estudo para os processos utilizados na impressão de jornais. Algumas contavam com traços decorativos feitos a mão. Antes dele. Impressas em latim e com letras góticas – imitando a escrita –. VILLAS-BOAS. Criado por Johannes Gutemberg em 1450. Devido à grossura dos exemplares – até 1300 páginas –. suas páginas tinham 42 linhas divididas em duas colunas. Antes delas. Fonte: http://maniadehistoria. Santo livro – Quase 200 Bíblias foram os primeiros livros impressos Logo na primeira remessa. 7. Gutenberg imprimiu algumas páginas soltas para testar sua invenção. O produto: O papel foi fundamental para a impressão dar certo. agora.com. Rio de Janeiro. Produção Gráfica para Designers. O criador: Ao contrário de sua invenção. só o pergaminho e o velino proporcionavam boa absorção da tinta.br 41 . acredita-se que tenham sido feitas cerca de 135 Bíblias de papel e 45 de velino (papel de couro de vitela).SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 6. 2AB. O processo utilizava os clichês para Prof. cada Bíblia tinha dois volumes.com/ Direcionando.1. temos a tipografia e offset. Já em 1455. O papel já vinha da China através da Arábia havia 200 anos. Gutenberg pagou com a própria gráfica e metade da produção das Bíblias impressas.

pontodosconcursos. Prof. Linguagem técnica da tipografia: • Caracteres (tipo): Letras. pode ser usada uma simples letra maiúscula ou uma letra maiúscula de tamanho ampliado ou uma letra diferenciada. quantidade de pontos gráficos que a letra possui numa variação entre 5 e 72 pontos. números e sinais de pontuação. O formato mais usado para corpo do texto. é tipo serifado. além de cortes especiais.br 42 . de acordo com a necessidade. acrescida de adornos. • Caixa alta: letras maiúsculas. ( ) A questão está correta. números e sinais de pontuação. Cabe ao diagramador a escolha do caractere. ilustrações. Atualmente. o tom. • Caixa baixa: letras minúsculas. com letras maiúsculas e minúsculas. • Corpo do tipo: tamanho da letra (tipo). de tiragens médias e baixo custo. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO gerar as matrizes relevográficas. A massa de texto normalmente ocupa mais da metade da mancha gráfica do jornal e deve estar delimitada (cercada) pelos outros elementos (fotos. anúncios. técnica com finalidade de comunicar uma informação por meio da letra impressa (tipo).com. o entrelinhamento. espaços) que compõem a página. a largura e as demais características inerentes ao aspecto do tipo e de sua família. • Versal ou Capitular: letra maiúscula que inicia capítulos. • Fonte: alfabeto completo. relevos secos e vincos. em jornais. Veja questões Cespe sobre tipografia: 33) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Um dos principais elementos de um layout é a seleção do tipo a ser usado. com corpo (tamanho) 12 pontos. as gráficas reduziram a sua utilização para impressão de materiais mais simples. todos com o mesmo tipo de desenho. pois um item que vai favorecer a legibilidade da mensagem e o bom ritmo de leitura é o bom uso da tipografia.

por exemplo. como Times New Roman. ou seja. seja um artigo definido ou a primeira letra de uma palavra. ( ) Esta questão está incorreta. principalmente para grandes tiragens. a matriz recebe água nas áreas não marcadas para impressão e recebe tinta gordurosa nas áreas que serão impressas. num texto. • Serifa: Pequeno traço ou filete que finaliza as hastes de algumas letras. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. entre outros). Utiliza como princípio de impressão a repulsão entre água e gordura. É a primeira letra do parágrafo. Prof. • Entrelinhamento: Espaço entre uma linha e outra.br 43 . O offset foi descoberto pelo norte-americano Rubel (1904) e é um processo rotativo.pontodosconcursos. romano.com. a água repele a gordura não permitindo que a mesma se instale nas áreas que não contém grafismos. Também usada em romances: lembram aquelas letras decoradas que iniciam cada capítulo dos livros de contos de fadas? 2. • Espacejamento: Espaço entre as letras numa palavra. muito usada em texto para jornal. 34) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Capitular é um recurso gráfico que permite interromper o processo de edição de textos longos e que não devem ser publicados.5.2. condensados. contínuo. Capitular é a letra em destaque no início de um texto. Offset É o resultado da evolução do processo de litografia.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO • Família de tipos: Agrupamento de todos os tamanhos dos caracteres reunindo a variação de estilos de um desenho de tipo (negrito. itálico. que permite altas velocidades de impressão com alta qualidade a baixo custo. Este conjunto de vantagens popularizou seu uso nas gráficas.

As folhas utilizadas para impressão são planas. próprias para grandes tiragens (acima de 20. que compreende um suporte metálico. que podem ser rotativas. Devem manter boa calibragem e regulagem das cores na impressão. Com a chegada das mídias eletrônicas. de rádio e TV. as mais modernas são computadorizadas e com ajustes digitais. preto e mais duas cores especiais. apresentando um resultado final de boa qualidade. ( ) Esta questão está incorreta. amarelo.com. ou planas (tiragens menores). que podem ser até seis: ciano. O offset é um processo de impressão indireto feito por um cilindro de borracha que transfere o material impresso para as máquinas.000 cópias). atualizando o material publicado. magenta. disposto manualmente com os tipos metálicos que formavam frases e colunas. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. os jornais passaram a fazer um segundo ou terceiro clichê para Prof. de papel ou filmes especiais (PVC-Vinil). Para cada página de jornal era usado um clichê.pontodosconcursos. que permite fazer nova prova de uma edição do jornal para corrigir possíveis erros de diagramação. fotolitos e chapas de impressão de qualidade e um bom controle de funcionamento da máquina offset. Vejam questões de provas que abordam o processo de impressão: 35) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: O jornalismo impresso conta com a possibilidade de usar o segundo clichê. Os jornais tiravam várias edições.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO A matriz é uma lâmina metálica gravada a partir de um fotolito. retículas uniformes e variáveis. Atualmente. Para cada cor (CMYK) são produzidos uma matriz e um fotolito. já existe a opção do sistema direct to plate (direto na chapa) que dispensa o uso de fotolito. isto porque um mínimo deslize na posição de uma chapa pode gerar problemas visíveis na impressão final.br 44 . O sistema offset permite o uso de várias cores. O nível de qualidade de uma impressão depende igualmente de arquivos digitais bem construídos.

Segue mais uma questão para ilustrar a abordagem deste assunto na prova do Cespe: 36) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Do ponto de vista gráfico. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.26mm 12 pontos = 1 cícero ou 1 paica = 1/2cm 24 pontos = 2 cíceros ou 2 paicas = 1 cm 48 pontos = 4 cíceros (1 furo) = 2 cm Prof. portanto mais usado para produção de materiais de grandes tiragens. Outro sistema que também é muito utilizado é o anglo-americano. a exemplo de revistas e algumas embalagens de material fino ou flexível.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO atualizar matérias importantes e não para corrigir erros de diagramação. essas atualizações são feitas depois do horário de fechamento do jornal. Veja a tabela comparativa: Sistema Didot (1 ponto = 0. Questão errada. tido como referência de medida gráfica universal em tipografia.br 45 .351mm) 6 pontos = ½ cícero ou ½ paica = 2. Geralmente.com. utiliza-se o sistema Didot.pontodosconcursos. No Brasil.6. Medida tipográfica Todos os caracteres e espaços contidos num projeto gráfico integram um sistema que utiliza o ponto tipográfico como unidade de medida para dimensionar o material a ser impresso. representado pelo Cícero. é correto afirmar que a logomarca do jornal foi impressa pelo processo de rotogravura.376mm) Sistema Anglo-americano (1 ponto = 0. que é composto por 12 pontos. O processo usado para impressão de jornais é o offset. 2. representado pela paica. ( ) A rotogravura é um processo de impressão de alto custo.

1997 (com adaptações). mas sim. Alguns autores consideram que por terem valores bem aproximados. O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa. impressão e acabamento. atualmente. guarnições e lingotes Prof. ( ) A banca aceitou esta resposta como correta.br 46 . os valores reais das medidas tipográficas. Cardoso Apud Mário C. ela não considerou o valor aproximado. são quase todas automáticas. Diagramação. Social – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2010: Considerando o texto acima. assinale a opção em que são listadas algumas operações de acabamento.com. tinta. (A) quadrantim. para facilitar o trabalho. possuem 12 pontos gráficos e são consideradas medidasbase do sistema tipográfico. Antônio S. 1985. Para Silva: “Tanto o Cícero. 37) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: O que se convencionou chamar paica é a medida tipográfica que equivale a 12 pontos do sistema anglo-americano ou 11. essas atividades foram se mecanizando e. p.22 pontos do sistema Didot. 38) DPU (Técnico em Com. In Produção gráfica II: papel. Neto.” (1985. quanto a paica no sistema angloamericano. vamos a mais duas questões do Cespe sobre os temas estudados: Acabamento em artes gráficas vem de acapamento que era a antiga operação de colocar capas nos livros e brochuras produzidos manualmente.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 12 pontos = 1 cícero ou 1 paica = ½ SILVA.94) Para finalizar. Rafael Souza. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. ou seja. é melhor unificar as medidas. Summus. São Paulo: Global.pontodosconcursos. Com o passar dos séculos. no sistema Didot.

SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (B) dobra. 2. revista ou qualquer peça gráfica. sabemos que a métrica e estética são variadas. corte e vinco (C) flexografia.com. formatos de uso restrito para livros sobre cinema. luminosidade e saturação Na alternativa (A). são definidas proporções ideais e regras rígidas. e dimensões específicas para largura de linhas e altura de colunas de textos poéticos e musicais. Questão absurda que só pode derrubar o candidato mais distraído que existir.7. Já as guarnições e lingotes não são termos relacionados ao assunto. existem tamanhos reservados para revistas de assuntos econômicos. Por exemplo. tricromia e quadricromia (E) tonalidade. conforme o sistema Munsell. litografia e offset (D) bicromia.pontodosconcursos. Mais alguns termos técnicos e jargões gráficos • Boneca: Esboço ou espelho do jornal. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. por exemplo. o quadratim equivale a letra “M” e é uma medida básica horizontal usada em tipografia. A alternativa (E) apresenta os três atributos que definem os termos tridimensionais das cores. A alternativa (B) é a única que trata das opções de acabamento em produção gráfica. Prof. desenvolvido pelo artista plástico Albert Henry Munsell no final do século XX. percebemos que não existe uma norma rígida que enquadre os meios em formatos préestabelecidos. A alternativa (C) apresenta processos de impressão. ( ) Pelas variações de formatos de jornais e revistas. A alternativa (D) lista as nomenclaturas que definem a quantidade de cores numa impressão. 39) MPS (Técnico em Comunicação – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2009: Para cada tipo de projeto gráfico. Textos poéticos.br 47 . menos ainda: conhecendo um pouco de poesia.

com. • Intertítulo: (ou quebras) Cada um dos títulos que subdividem um texto extenso. Uma imagem é fragmentada em pequenos pontos para ser impressa.br 48 . Informações complementares ao título para instigar o leitor à leitura do texto. • Paste-up: Montagem das páginas no processo de fotocomposição. representada da mesma forma que o Cícero. notícia curta. conhecido como formato itálico. É conhecido como pré-impressão. Usado para dividir a matéria em trechos e facilitar a leitura. • Fotolito: Película transparente de material fotossensível que registra uma imagem por meio de um processo fotomecânico. • Encalhe: Exemplares devolvidos pela rede de vendedores a rede editora. de menor importância. Prof. • Retícula: Rede de pequenos pontos de tamanhos e formatos variáveis dispostos geometricamente. geralmente em formato reticulado (composição das imagens por pequenos pontos). • Clichê: Reprodução para impressão de fotos e desenhos numa chapa de zinco.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO • Cartola: Palavra ou expressão que define o assunto da matéria. normalmente antecede o título. • Olho: Frase destacada sob o título ou no conjunto da página. que ocorre entre a finalização do arquivo em computador e a impressão. • Encarte: Inserção de páginas soltas ou suplementos dentro de uma edição de uma publicação. • Grifo: Tipo de letra com formato inclinado. • Paica: Medida gráfica utilizada no sistema anglo-americano. • Calhau: Artigo.pontodosconcursos. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. ou anúncios de permuta para encher espaços vazios por falta de material ou erro de cálculo de diagramação. localizado abaixo do título principal. • Linha Fina: É o mesmo que subtítulo. por 12 pontos gráficos.

Alternativa (E).SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 40) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: As notícias. Organização de Eventos: Teoria e Prática. São Paulo: Contexto. São Paulo. Cleuza. Cíntia e Janaina REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DA AULA: CESCA. Cerimonial e Protocolo. ERBOLATO.com. (B) barriga. 1981. 9ª Ed. Na próxima aula trataremos de Relações Públicas e Imagem.pontodosconcursos. Jornalismo Gráfico. (C) calibre. Até breve! Abraço. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. (D) furo. inclusive anúncios a serem publicados por permuta. conceito este que acabamos de ver na listagem acima. (E) calhau.Manual para Planejamento e Execução. Prof. Mário L. LUKOWER. 2010. Summus. são conhecidos no jargão jornalístico por: (A) stand up. os artigos ou qualquer matéria de importância relativa. 3ª reimpressão. Editora Thomson Learning. Ana. Organização de Eventos . São Paulo: Edições Loyola. 2003.br 49 . 2008. ____________________________________ Concluímos aqui nossa décima primeira aula e esperamos que você tenha gostado. que servem para “tapar buracos” originados pela falta de material editorial ou por erro de cálculo na diagramação. Maria Cecília. Questão de mera cobrança de conceito. GIACAGLIA. 3ª Ed.

o que facilita seus bons resultados. Summus. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. é correto afirmar que: (A) pode-se observar que as instituições brasileiras que tratam de ciência têm a tradição de contar com o profissional de relações públicas na coordenação dos eventos. http://www. 1956.br 50 . Rio de Janeiro. destinados a todos os públicos de uma instituição. pois estão mais afinados com os objetivos dos mesmos.Jornalismo) – FGV/2010: Uma importante característica da formação do profissional de relações públicas é o treinamento na coordenação e elaboração de eventos de qualquer natureza. 02) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: O planejamento de relações públicas inclui o planejamento de eventos. (E) os eventos devem ser organizados por empresas que cuidam dos serviços de alimentação. (D) o mais recomendado é que os diretores ou presidentes das organizações científicas promotoras dos eventos conduzam sua realização.com. da instituição promotora do evento. inclusive sem qualquer formação nas habilitações da comunicação social. Marina. biólogos. Carlos. Diagramação: O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa.br/blog RELAÇÃO DAS QUESTÕES DESTA AULA: 01) FIOCRUZ (Comunicação Institucional . Maristela. 2008. VILLAS-BOAS. Comunicação Corporativa – Gestão. Sobre esta habilidade. Valdete. CECATO. Rafael Souza. recepção. 2AB. 2011. o Jornal e a Tipografia no Brasil. a saber: Prof.gomaq. (B) pode-se observar que eventos são organizados por profissionais de qualquer categoria. limpeza e nada tem a ver com profissionais de relações públicas. 4ª Ed. Porto Alegre: Editora Dora Luzzatto. SILVA. Imagem e Posicionamento.. RIZZINI. 2006. MARTINEZ. O Livro. Cerimonial para executivos. astrônomos etc. físicos. Rio de Janeiro. cientistas sociais. André. médicos. o que provavelmente gera grandes dificuldades de organização. 1985. São Paulo.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO MAFEI.com. por exemplo. interno e externo. (C) o mais recomendado é que os eventos que tratem de ciência sejam organizados diretamente por seus pares científicos como.pontodosconcursos. ( ) 03) Petrobrás (Profissional de Comunicação Social Júnior – Relações Públicas) – Cesgranrio/2008: A produção de um evento passa essencialmente por três etapas. Produção Gráfica para Designers. São Paulo: Contexto.

pois ele tem a capacidade de gerar uma espécie de “mídia espontânea” favorável à empresa. Assinale a afirmativa que apresente as atividades inerentes ao pós-evento. confirmação de conferencistas e elaboração do cerimonial. o evento propriamente dito e o pós-evento. Prof. (C) impressão de convites.pontodosconcursos. evento e pós-evento. (B) Apenas a afirmativa I está correta. (C) As duas afirmativas estão parcialmente corretas. (E) distribuição de carta de agradecimento e prestação de contas à alta administração. “A escolha da organizadora de eventos deve se realizar através de licitação. (D) Apenas a afirmativa II está correta.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO o pré-evento.br 51 . 04) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: Muitas empresas investem na promoção de eventos a fim de tornar suas marcas conhecidas do público. Constituem exclusivamente atividades realizadas na fase de um pré-evento: (A) decoração do local e seleção de imagens do evento para divulgação na imprensa. entre elas. englobando itens como quantidade e preços de recursos físicos e de terceiros para a execução do evento. (A) a decoração do local e a reserva de mesas para os convidados (B) a identificação dos canais de divulgação e o envio de brindes aos jornalistas (C) a distribuição de convites e o follow up dos releases enviados (D) a elaboração do cerimonial e a recepção de convidados (E) a confecção do clipping e a prestação de contas à alta Administração 05) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: Analise as afirmativas correlatas: I.com. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.” II. A produção de um evento passa pelas fases de pré-evento. (B) reserva de mesas e distribuição de brindes. a publicação de edital de convocação. (E) Ambas as afirmativas estão corretas. distribuição de brindes e separação do material para a mídia. estando o RP atento às suas fases. o profissional de RP deve optar por um contrato de administração. onde a contratada se responsabilizará totalmente pela organização do evento.” Assinale a alternativa correta: (A) Ambas as afirmativas estão incorretas. o recebimento das propostas e suas análises e a deliberação sobre o contrato. (D) recepção de convidados. “Na contratação de uma empresa para organizar os eventos de um órgão.

SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 06) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: O sucesso de um evento está sempre ligado ao volume de divulgação externa que tiver sido feita. no qual uma autoridade no assunto apresenta um tema informativo. (C) voltado para um pequeno público e dividido em pelo menos dois momentos: um teórico e outro prático. discussão e conclusão. (E) Conferência. ( ) 11) INCA (Analista em C&T Jr. Diante do briefing exposto. reciclagem. objetivando treinamento. ( ) 08) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: O setor de Recursos Humanos solicita que a Assessoria de Comunicação organize um evento técnico destinado aos profissionais de engenharia de uma grande construtora.br 52 . (E) mais formal que a palestra. O evento deve ter três partes: exposição. (B) Convenção.pontodosconcursos.com. além de relatório resumido da exposição realizada. o profissional de RP deve organizar o seguinte tipo de evento: (A) Jornada de trabalho. (D) Rodada de negócios. ( ) 07) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A avaliação de um evento serve para identificar falhas em seu planejamento e execução. dividido em subtemas. cujo objetivo é o intercâmbio de opiniões para tomada de decisão estratégica. para que possam se reunir e discutir aspectos técnicos de um problema em busca de soluções. (B) interno. e deve ser produzido material técnico para consulta. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. (C) Seminário. mas também para apontar pontos fortes em sua realização. técnico ou científico para um grande número de pessoas. (D) que apresenta um tema geral. – Relações Públicas) – Cespe/2010: Cerimonial é a ordem hierárquica que determina regras de conduta das autoridades e seus representantes em Prof. almoço e brunch são tipos de eventos que não precisam de um objetivo claro e definido para acontecer. 10) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Jantar. 09) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: A conferência pode ser classificada como um evento: (A) marcado pela ativa participação do público. que é estimulado a discutir de maneira criativa as suas idéias. entrosamento ou avaliação dos funcionários participantes.

de 09 de março de 1972. (D) da Defesa. trata da posse do Presidente da República e de seu ministério. à esquerda. mesmo na presença do presidente da República. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. ( ) 13) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A utilização correta de precedência é essencial para o bom andamento de eventos oficiais. ao receber missões diplomáticas em audiência solene. é correto afirmar que o Presidente da República. Prof. deve estar ladeado: (A) à esquerda.274.com.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO ocasiões oficiais ou particulares.br 53 . à direita. pelo Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República e.274. ( ) 15) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: O capítulo II do Decreto 70. pelo Ministro-Chefe do Gabinete Militar da Presidência e pelo Ministro de Estado da Defesa e. ( ) 17) Senado Federal (Analista Legislativo – Relações Públicas) – FGV/2008: De acordo com as normas estabelecidas no artigo 71 do Capítulo IV do Decreto 70. 16) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Os ministros de Estado devem sempre presidir as solenidades promovidas por seu ministério. de certa forma. Ele estabelece que o primeiro ministro a ter o seu decreto de nomeação assinado é o ministro: (A) da Justiça. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores. que define as Normas do Cerimonial e a Ordem Geral de Procedência.pontodosconcursos. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República. (C) da Fazenda. ( ) 14) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A precedência entre ministros de Estado é regulada pela importância do respectivo ministério. (B) do Exército. que estabelece as Normas do Cerimonial Público e a Ordem Geral de Precedência. na medida em que. permitindo que cada pessoa receba os privilégios a que tem direito. (E) de Ciência e Tecnologia. evita conflitos entre os atores envolvidos. ( ) 12) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A ordem de precedência na mesa de abertura de um evento independe do número de lugares que estiverem disponíveis. (B) à direita.

( ) 21) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Para a exposição das bandeiras dos estados. pelo embaixador brasileiro no país do visitante e. salas de aula. (D) Apenas a afirmativa II está correta. ruas e praças. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República. (C) As duas afirmativas estão parcialmente corretas.” Assinale a alternativa correta: (A) Ambas as afirmativas estão incorretas. “Nas organizações privadas. o critério utilizado para precedência é o índice populacional do respectivo estado. à esquerda.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (C) à direita.pontodosconcursos. pelo Ministro de Estado da Defesa e. 18) Detran/RN (Assessor Técnico – Relações Públicas) – FGV/2010: Analise as afirmativas correlatas sobre eventos: I. ( ) 22) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor de Multimídia) – FGV/2008: Novas tecnologias da comunicação e da informação têm influenciado o desenvolvimento do Prof. à esquerda. pelo Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República e. 19) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: A bandeira nacional pode ser hasteada em edifícios públicos ou particulares.” II. embarcações. ( ) 20) MPS (Técnico em Comunicação Social – Relações Públicas) – Cespe/2009: Para governadores. (D) à direita.com. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Gabinete Militar. (B) Apenas a afirmativa I está correta. com a abertura sendo realizada pelo anfitrião e o encerramento pela pessoa de maior importância hierárquica ou homenageada. o critério utilizado é a data de criação. os discursos são proferidos pelos titulares dos cargos em atos oficiais. templos.br 54 . à direita. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. locais de prática de esportes. auditórios. (E) Ambas as afirmativas estão corretas. “Na ordem inversa da hierarquia dos presentes. pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores e pelo Chefe do Cerimonial da Presidência da República. pátios de instituições de ensino. (E) à esquerda. escritórios. a ordem dos discursos deve seguir o mesmo critério do cerimonial público.

0. Word Editor 2.0. 23) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor de Publicidade e Propaganda) – FGV/2008: A editoração eletrônica permite a criação de layouts.com. Adobe Photoshop. (E) servir de complemento a ações comunicativas de webwritting.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO design gráfico. Picasa 2. excluir essas notas da mancha gráfica da página diagramada. QuarkXPress e Scribus. de uma linguagem visual inovadora. Sua principal característica é: (A) apropriar-se de estratégias de programação visual pelas quais é possível. (B) QuarkXPress. (E) Adobe PageMaker. Apple Pages e Adobe PageMaker. (D) Text Script. fotografias e outros elementos gráficos. reunindo recursos de editoração de sites. (C) Corel Draw X13. Apple Pages. dedicadas à programação de linguagem visual típica de portais e páginas da web 2. Microsoft Publisher.br 55 . Autocad e Page Stream. ( Prof.pontodosconcursos. mediante recurso a programas de paginação. 24) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: Assinale a afirmativa que indique o software usado para diagramação de textos e imagens da mídia impressa. (B) proporcionar uma editoração informatizada por meio da qual se pode inferir. Rag Time Solo 5 e Pixia 2. (A) Adobe Inews (B) Sony Premiere (D) Adobe NewsCutter (E) QuarkVegas (C) QuarkXPress 25) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Na diagramação de uma página de jornal que esteja com muitas notas de rodapé referentes à identificação de autores dos textos e à complementação de informações históricas e dados estatísticos. com razoável segurança. do ponto de vista técnico. Cintia Moreno e Janaina Carvalho ) www. nos quais se encontram texto. mediante softwares específicos. (D) facultar a criação. é correto. ao qual se pode hoje dar a denominação de web design.1. Microsoft Publisher e Odigo 3. por meios eletrônicos. o modo pelo qual o entendimento das imagens na web se processa. gráficos. (C) servir-se de um conjunto de técnicas de design gráfico e de editoração aplicáveis à preparação de sites e páginas para a web pelo recurso a softwares específicos.1. programação visual e formatação. A essa finalidade atendem os programas: (A) Scribus. ordenar eletronicamente a comunicação visual na rede.

(D) Garante a usabilidade do site. visto que pela velocidade em que se busca informação evita-se voltar ao texto já lido.br 56 . 30) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Nas páginas ímpares de um jornal. nesse conceito. ( ) 31) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Com o desenvolvimento das técnicas de diagramação e editoração. (D) uma quantidade impressa em excesso em relação à quantidade realmente necessária. Não se incluem. (E) emenda feita diretamente sobre o fotolito com estilete e fita adesiva. concentrando o máximo de informação numa única página para que o usuário seja obrigado a recorrer à barra de rolagem. visto que somente o verde pode ser usado como sinal de link para hipertextos. ( ) 27) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: O conjunto de elementos mostrados — textuais. ocupa lugar diferenciado em relação às páginas pares. (B) Coloca na metade superior da página principal as informações mais importantes. a área de sangria corresponde a (A) pequenas linhas verticais e horizontais que mostram as dimensões finais de uma página. na página diagramada. portanto. está sendo deixado de lado o calhau. (C) Induz à leitura linear da matéria. segundo J.B. ( ) 28) DPU (Técnico em Com. Pinho (2004).SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO 26) ANATEL (Analista de Comunicação – Jornalismo) – Cespe/2006: Mancha é a parte impressa ou a ser impressa de qualquer publicação.com. (B) um recurso de diagramação que consiste em deixar que se invada os espaços reservados às margens. 29) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: Sobre a elaboração adequada de uma página de informação jornalística para internet. (C) uma área da chapa ou da impressão que se estende além da margem a ser refilada. (E) Estrutura a navegação com base em links. gráficos e fotográficos — compõem figura conhecida na área editorial como espelho. recurso usado Prof.pontodosconcursos. os espaços em branco das margens. a chamada zona morta. Social – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2010: Em um anúncio impresso. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. dispensando os de retorno. assinale a afirmativa correta. além de posicionar o título ou logotipo do webjornal no topo da página. priorizando o uso de molduras e barras decorativas para separar os conteúdos jornalísticos e agilizar a navegação. (A) Emprega capitular em cores diferentes nos parágrafos.

38) DPU (Técnico em Com.com. Antônio S. ( ) 35) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: O jornalismo impresso conta com a possibilidade de usar o segundo clichê. Cabe ao diagramador a escolha do caractere. corte e vinco (C) flexografia. o entrelinhamento. Cardoso Apud Mário C. Neto. litografia e offset Prof. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www. In Produção gráfica II: papel. é correto afirmar que a logomarca do jornal foi impressa pelo processo de rotogravura. que se apresentam de diversas formas. ( ) Acabamento em artes gráficas vem de acapamento que era a antiga operação de colocar capas nos livros e brochuras produzidos manualmente. que tem 20 linhas com 70 toques cada uma. que permite fazer nova prova de uma edição do jornal para corrigir possíveis erros de diagramação. ( ) 33) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Um dos principais elementos de um layout é a seleção do tipo a ser usado. de acordo com a necessidade. Com o passar dos séculos. ( ) 37) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: O que se convencionou chamar paica é a medida tipográfica que equivale a 12 pontos do sistema anglo-americano ou 11. ( ) 34) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: Capitular é um recurso gráfico que permite interromper o processo de edição de textos longos e que não devem ser publicados. Social – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2010: Considerando o texto acima. guarnições e lingotes (B) dobra.br 57 . ( ) 36) Serpro (Analista de Comunicação Social) – Cespe/2008: Do ponto de vista gráfico. a largura e as demais características inerentes ao aspecto do tipo e de sua família.22 pontos do sistema Didot. 1997 (com adaptações). impressão e acabamento. assinale a opção em que são listadas algumas operações de acabamento. o tom.pontodosconcursos. são quase todas automáticas. como a que se baseia na lauda-padrão. São Paulo: Global. (A) quadrantim. ( ) 32) DPF (Agente de Comunicação Social) – Cespe/2004: A diagramação das edições dos jornais diários é facilitada pelo uso de tabelas. essas atividades foram se mecanizando e.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO pelos diagramadores e editores para embelezar a página com letras mais rebuscadas e ilustrações envolvidas em molduras. tinta. atualmente.

e dimensões específicas para largura de linhas e altura de colunas de textos poéticos e musicais.C 4.E 28.C 38. tricromia e quadricromia (E) tonalidade.E 11.E 37. luminosidade e saturação 39) MPS (Técnico em Comunicação – Publicidade e Propaganda) – Cespe/2009: Para cada tipo de projeto gráfico.C 14.E 2. são conhecidos no jargão jornalístico por: (A) stand up.E 6. Cintia Moreno e Janaina Carvalho www.com. B 18.C 30. os artigos ou qualquer matéria de importância relativa.E 9. Por exemplo. D 22. C 19.C 8.E 35.E 7.B 34.A 32.SENADO 2012 – COMUNICAÇÃO PROFESSORAS: CINTIA MORENO E JANAINA CARVALHO (D) bicromia.E 31. que servem para “tapar buracos” originados pela falta de material editorial ou por erro de cálculo na diagramação.C 36.E 33. C 20. ( ) 40) Senado Federal (Analista Legislativo – Produtor para Revisão de Conteúdos Jornalísticos) – FGV/2008: As notícias.B 5. C 25.C 17.E 3. existem tamanhos reservados para revistas de assuntos econômicos.E 29. formatos de uso restrito para livros sobre cinema. são definidas proporções ideais e regras rígidas. E 26. inclusive anúncios a serem publicados por permuta.C 16.pontodosconcursos.C 12.A 40. E 23. GABARITO: 1. E 21. (C) calibre. (B) barriga.C 39.E 27.B 13. C 24.E 15.E Prof.C 10.br 58 . (D) furo. (E) calhau.