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PROJETO FIGUEIRA BRANCA

Relatório Final de Pesquisa

Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova do Norte - MT

Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova
Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova
Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova
Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova
Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova

PROJETO FIGUEIRA BRANCA

Relatório Final de Pesquisa

Área dos Processos de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova do Norte - MT

de DNPM N° 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 Nova Santa Helena / Terra Nova do Norte -

Curitiba, Abril de 2011

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa   SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 1.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa   SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 1.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa   SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 1.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa   SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 1.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa   SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 1.1 -

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

 

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO

5

1.1

- Histórico da pesquisa de ouro no Brasil

5

1.2

- Histórico da área

5

2. OBJETIVOS

7

3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS

8

3.1 - Localização do Empreendimento

8

3.2 - Localização e Vias de Acesso da Área dos Processos

866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010

8

3.3

- Infraestrutura

9

4.

DADOS DA POLIGONAL

10

4.1

- Área do Processo 866.587/2005

10

4.2

- Área do Processo 866.977/2010

10

4.3

- Área do Processo 867.061/2010

11

5.

TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS

12

5.2 - Fotointerpretação

12

5.3 - Mapeamento Geológico

12

7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

15

8. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS

16

8.1 - Pedologia

16

8.2 - Geomorfologia

16

8.3 - Vegetação

18

8.3.1 - Bioma da Amazônia

18

8.3.2 - Transição Amazônia Cerrado

18

8.4 - Hidrografia

20

8.5 - Clima

21

9.

CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL

22

9.1

- Litoestratigrafia

25

9.1.1

- Embasamento Pré-magmatismo Teles Pires

25

9.1.1.1 - Complexos Xingu e Cuiú-Cuiú

25

9.1.1.2 - Suítes Intrusivas Matupá

25

9.1.1.3 – Suíte Intrusiva Flor da Serra

26

9.1.1.4. - Suíte Vulcânica Colíder e Suíte Intrusiva Teles Pires

27

91.1.5 - Granito e Nhandú

27

9.1.1.6 - Coberturas Detrito lateriticas

28

9.1.1.7 - Depósitos Aluvionares

28

10.

GEOLOGIA LOCAL

30

10.1 Descrição dos Veios

31

11.

TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA

34

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.1 Histórico da Área 34 11.2 Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.1 Histórico da Área 34 11.2 Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.1 Histórico da Área 34 11.2 Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.1 Histórico da Área 34 11.2 Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.1 Histórico da Área 34 11.2 Processo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.1 Histórico da Área

34

11.2 Processo DNPM 886.587/2005

35

11.2.1 Shaft / Veio Cocheiro– Encaixante Cocheiro

35

11.2.2 Shaft / Veio 20 – Encaixante 20

37

11.3

Processo DNPM 886.977/2010

39

11.3.1 Veio Tchem – Encaixante Tchem

39

11.3.2 Shaft / Veio Laje – Encaixante Laje

41

11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo – Encaixante Tira Blefo

43

11.4

Processo DNPM 887.061/2010

45

11.4.1 Shaft / Veio 38 – Encaixante 38

45

11.4.2 Shaft / Veio 44 – Encaixante 44

47

11.5 Importância do Empreendimento no Contexto Econômico-social

do País

49

12.

PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO

50

12.1

- 1º Fase de explotação

50

12.2

- 2º Fase de explotação

51

12.3

- 3º Fase de explotação

51

13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

52

14. VIABILIDADE ECONOMICA

57

14.1

Investimento em maquinas e equipamentos para futura

explotação

57

14.2 Viabilidade Economica (ÁREA I – DNPM 866.587/2005)

57

14.3 Viabilidade Economica (ÁREA II – DNPM 866.977/2010)

59

14.4 Viabilidade Economica (ÁREA III – DNPM 867.061/2010)

62

15. CONCLUSÃO

65

16. BIBLIOGRAFIA

66

17. EQUIPE TÉCNICA

69

18. ANEXOS

77

Anexo I - Fotos

77

Anexo II - Laudos Analíticos

88

Anexo III - Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)

94

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 1. INTRODUÇÃO O Relatório Final de Pesquisa
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 1. INTRODUÇÃO O Relatório Final de Pesquisa
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 1. INTRODUÇÃO O Relatório Final de Pesquisa
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 1. INTRODUÇÃO O Relatório Final de Pesquisa

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

1. INTRODUÇÃO

O Relatório Final de Pesquisa Mineral apresenta ao Departamento

Nacional da Produção Mineral – DNPM, os resultados finais coletados nas diversas etapas de campo, escritório e laboratório, referente ao estudo geológico e de viabilidade econômica das áreas cujo DNPM são 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010 com áreas de 2037,14 Ha, 1000,48 Ha e 150 Ha respectivamente, situadas nos municípios de Nova Santa Helena/Terra Nova do Norte - MT.

As áreas foram pesquisadas para o bem mineral Au.

Os dados foram coletados ao longo dos últimos 02 (dois) anos, onde

as titularidades dos processos e da superfície são pertencentes ao Sr.

Ângelo Carlos Vicari.

1.1 - Histórico da pesquisa de ouro no Brasil

No Brasil a produção de ouro por unidade de área ainda é baixa (0.9 kg/km2) e o valor relativamente baixo (U$ 685 milhões) dos investimentos alocados para exploração de ouro no Brasil entre 1970 e 1990, comparado com os outros países produtores, pode facilmente explicar este quadro desfavorável ao Brasil, que perdeu a posição de um dos maiores produtores mundial.

Entretanto, estes dados também mostram que o Brasil apresenta o melhor retorno dos investimentos em termos de produção de ouro, o que confirma o excelente potencial geológico do país.

Acontece é que este potencial acaba recaindo nas mãos de grandes grupos econômicos, capazes de financiar operações industrializadas caras e complexas que, por isso mesmo, só investem em projetos com uma capacidade produtiva muito grande, de várias toneladas por ano.

Assim, muitos dos depósitos minerais do país já foram avaliados e por ora são considerados “antieconômicos”, integrando, portanto o estoque de recursos. Nesta categoria, poderiam ser mencionados os

casos de Andorinhas (PA), Gurupi (MA) e Luziânia (GO), por exemplo

e, é claro, Poconé, no Mato Grosso.

(GO), por exemplo e, é claro, Poconé, no Mato Grosso. 1.2 - Histórico da área A

1.2 - Histórico da área

A história da garimpagem de ouro no estado do Mato Grosso remonta de meados do século XVIII, com a descoberta de ouro em veios quartzíticos e bolsões rasos extremamente ricos. No transcorrer desses períodos até os dias de hoje a região vem sofrendo com exploração irregular do minério, a partir de inúmeros ciclos de garimpagem que se repetem de forma aleatória. As empresas de mineração, embora

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa empreguem tecnologias modernas para a extração do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa empreguem tecnologias modernas para a extração do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa empreguem tecnologias modernas para a extração do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa empreguem tecnologias modernas para a extração do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa empreguem tecnologias modernas para a extração do

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

empreguem tecnologias modernas para a extração do minério, também contribuem significativamente para um quadro ambiental adverso, uma vez que estas são as maiores geradoras de rejeitos. Além do impacto visual e do assoreamento dos meios hídricos, a provável contaminação por mercúrio e/ou cianeto é eminente, preocupando não somente as autoridades e órgãos ambientais, como também os moradores locais.

A influência dos minerais de canga sobre a recuperação do metal de interesse - Au (e o consumo de reagentes, quando necessário) deve ser analisada atentamente na formulação do projeto, já que impactam sobre os custos operacionais envolvidos em especial o pré-tratamento de minérios refratários.

Como o processo de extração do ouro na região é feito na maioria das vezes por pequenos garimpeiros, estima-se que a recuperação do metal contido seja em torno de 50%, deixando 100% do ouro ultrafino (180/200 mash) e grande parte do ouro médio a fino (60/150 mash). Com base nesses dados acredita-se que os rejeitos na região sejam altamente enriquecidos em ouro ultrafino, que só poderão ser recuperados por processo muito mais sofisticado que as ineficientes e rudimentares “tecnologias extrativas” da mineração artesanal.

As mineralizações de ouro concentrada no triangulo Alta Floresta - Peixoto de Azevedo – Terra Nova é conhecida a mais de 20 anos. O ouro é de característica venulada cortando granitos Proterozóicos de granulação media.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 2. OBJETIVOS O presente trabalho tem como
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 2. OBJETIVOS O presente trabalho tem como
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 2. OBJETIVOS O presente trabalho tem como
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 2. OBJETIVOS O presente trabalho tem como
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 2. OBJETIVOS O presente trabalho tem como

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

2. OBJETIVOS

O presente trabalho tem como principal objetivo atender os

requisitos legais estabelecidos em lei, que prevê a obrigatoriedade

de apresentação de um relatório final de pesquisa para um futuro

aproveitamento de substância mineral em estudo.

Fundamentalmente, consiste em fornecer os elementos técnicos

para o aproveitamento econômico da substância mineral em questão, mostrando a viabilidade econômica para uma possível lavra, ou se

for o caso apresentar desistência da área requerida, no caso da

pesquisa apresentar dados negativos o que inviabilizaria a lavra do

bem mineral.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 3.1 - Localização do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 3.1 - Localização do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 3.1 - Localização do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 3.1 - Localização do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 3.1 - Localização do

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS

3.1 - Localização do Empreendimento

O depósito fica localizado nas proximidades da sede da Fazenda Figueira Branca, distando cerca de 50km ESE da cidade de Terra Nova no norte de Mato Grosso. Terra Nova fica a 40km a SW da cidade Peixoto de Azevedo.

Esta região Peixoto de Azevedo - Alta Floresta - Terra Nova é famosa por mineralização de ouro em veios cortando granitos Proterozóicos.

3.2 - Localização e Vias de Acesso da Área dos Processos 866.587/2005, 866.977/2010 e 867.061/2010

As áreas dos processos, objeto deste relatório final de pesquisa localizam-se na porção norte do estado de Mato Grosso, no município de Terra Nova do Norte (Fig. 2). A aproximadamente 650 km da Capital Cuiabá, o acesso de da pela rodovia BR 364/163 até a cidade de Terra Nova. Na cidade de Terra Nova pega-se a estrada denominada de Bonfim por mais 30 km segue a direita, por mais 10 km até o rio do Pombo, até a fazenda Figueira Branca de Propriedade do senhor Ângelo Carlos Vicari, local onde se localizam as áreas.

Figura 2 - Mapa de localização da Área de Pesquisa.

senhor Ângelo Carlos Vicari, local onde se localizam as áreas. Figura 2 - Mapa de localização
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3.3 - Infraestrutura Nova Santa Helena/Terra Nova
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3.3 - Infraestrutura Nova Santa Helena/Terra Nova
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3.3 - Infraestrutura Nova Santa Helena/Terra Nova
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3.3 - Infraestrutura Nova Santa Helena/Terra Nova
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 3.3 - Infraestrutura Nova Santa Helena/Terra Nova

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

3.3 - Infraestrutura

Nova Santa Helena/Terra Nova do Norte ficam na rodovia asfaltada BR-163 que liga Cuiabá a Santarém no Pará, passando por Novo Progresso. Acesso a fazenda é feita por estrada de terra de boa rodagem.

A região goza de excelente infraestrutura. Os municípios contam com Energia Tri-Fásica e água encanada. Nas cidades de Nova Santa Helena e Terra Nova do Norte é possível encontrar o serviços de hospital e postos de saúde, também são encontrados serviços bancários e de correios. As cidades são servidas por linhas regulares de ônibus.

Na área dos processos existe acesso a telefone fixo e diversas operadoras de telefonia celular, a fazenda ainda conta com diversos imóveis para apoio como sede, galpões, refeitório e alojamentos, conta ainda com pista de pouso homologada com 1.200 m de extensão.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 4. DADOS DA POLIGONAL Neste item é
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 4. DADOS DA POLIGONAL Neste item é
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 4. DADOS DA POLIGONAL Neste item é
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 4. DADOS DA POLIGONAL Neste item é

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

4. DADOS DA POLIGONAL

Neste item é apresentado o memorial descritivo das áreas dos processos, retirados do site do DNPM e aprovados para pesquisa.

4.1 - Área do Processo 866.587/2005 – Ângelo Carlos Vicari. Terra

Nova do Norte

Este Memorial Descritivo corresponde a toda a área do processo 866.587/2005, totalizando 2.037,14 hectares (Tab. 1), cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União – D.O.U. em 04/08/2005 sob n.o 8659.

Tabela 1

da União – D.O.U. em 04/08/2005 sob n.o 8659. Tabela 1 4.2 - Área do Processo

4.2 - Área do Processo 866.977/2010 – Ângelo Carlos Vicari. Nova

Santa Helena

866.977/2010 – Ângelo Carlos Vicari. Nova Santa Helena Este Memorial Descritivo corresponde a toda a área

Este Memorial Descritivo corresponde a toda a área do processo 866.977/2010, totalizando 1000,48 hectares (Tab. 2), cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União – D.O.U. em 20/10/2010 sob n.o 13.026.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Tabela 2 4.3 - Área do Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Tabela 2 4.3 - Área do Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Tabela 2 4.3 - Área do Processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Tabela 2 4.3 - Área do Processo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Tabela 2

Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Tabela 2 4.3 - Área do Processo 867.061/2010 –

4.3 - Área do Processo 867.061/2010 – Ângelo Carlos Vicari. Nova Santa Helena

Este Memorial Descritivo corresponde a toda a área do processo 867.061/2010, totalizando 150 hectares (Tab. 3), cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União – D.O.U. em 09/12/2010 sob n.o 15.981.

cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União – D.O.U. em 09/12/2010 sob

Tabela 3

cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União – D.O.U. em 09/12/2010 sob
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 5. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS 5.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 5. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS 5.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 5. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS 5.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 5. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS 5.1 -

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

5. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS

5.1

- Levantamento Bibliográfico

O

início da pesquisa foi feito a partir do levantamento bibliográfico

abrangendo todas as publicações a respeito da geologia regional e local da área do requerimento. A partir daí, todos os tópicos mais importantes foram anotados e interpretados visando inserir a área de pesquisa no contexto da geologia regional.

5.2 - Fotointerpretação

Paralelamente ao levantamento bibliográfico foram elaborados mapas preliminares a partir da fotointerpretação utilizando fotos da USAF na escala 1:60.000. Além das fotos aéreas, foram feitas interpretações de imagens de satélites atualizadas e georreferenciadas, com base em mosaico GEOCOVER – LANDSAT TM7 ano 2005.

5.3 - Mapeamento Geológico

O mapeamento geológico foi feito com auxílio dos trabalhos prévios de fotointerpretação e através de caminhamento em picadas, estradas, trilhas, rios, córregos, e qualquer outra via que desse acesso ao interior da área, marcando-se os pontos com GPS para amarração topográfica e descrevendo-se afloramentos e feições de importância no auxílio à compreensão da geologia local.

Os caminhamentos no campo foram feitos ao longo de perfis (sem picadas) de comprimento variável atingindo até 1.000 m em alguns casos. Todos os perfis foram realizados no rumo aproximado N/S, distando-se aproximadamente 500 m um do outro. Por vezes esta regularidade não pode ser mantida, devido a obstáculos naturais.

Nestes caminhamentos foram coletados dados estruturais e, nos afloramentos, foram coletados amostras para análises químicas. Algumas destas amostras foram enviadas para laboratório Geosol, que

são parte integrante deste relatóriol. A partir do melhor conhecimento

da

geologia obtida nos perfis foi possível mapear os contatos e definir

as

estruturas de interesse.

Em alguns pontos onde não haviam afloramentos foram utilizados como critérios no mapeamento das rochas, a tipologia dos solos e da vegetação, os quais mostram características próprias e distintas dependendo do litótipo em sub-superfície nesta região.

dependendo do litótipo em sub-superfície nesta região. Nas áreas dos processos engloba a geologia de duas

Nas áreas dos processos engloba a geologia de duas unidades o Grupo Colider, e Suíte Intrusiva Matupá - Fáceis 2.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A região norte do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A região norte do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A região norte do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A região norte do
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A região norte do

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

6. AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO

A região norte do estado de Mato Grosso vem sendo alvo de pesquisas para ouro e outros metais há vários anos, trabalhos estes que são desenvolvidos por diversas empresas, tanto brasileiras como multinacionais.

Os municípios da região norte são caracterizados principalmente

por atividades de mineração de forma intensiva, onde através de atividades artesanais como os garimpos, o ouro foi extraído por vários anos, sem qualquer preocupação com a preservação ambiental e com

o aproveitamento racional dos minérios. O crescimento constante das

pesquisas em todo o estado revelou o grande potencial metalogenético da região norte, englobando os municípios de Colider, Alta Floresta,

Apiacás, Nova Monte Verde, Guarantã do Norte, Nova santa Helena

e Terra Nova do Norte. Devido a estudos realizados na região foram

delimitadas quatro províncias auríferas propostas por Lacerda Filho, et al 2004 (Figura 3). A área do Relatório de Pesquisa localiza-se na província aurífera Alta Floresta, onde já são conhecidas diversas ocorrências de ouro, confirmados pelas pesquisas, bem como garimpos como Trairão na região de Alta Floresta e Novo Mundo e Cabeça na região de nova Canaã do Norte ( Figura 3).

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 3 – Localização das províncias e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 3 – Localização das províncias e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 3 – Localização das províncias e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 3 – Localização das províncias e

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Figura 3 – Localização das províncias e distritos auríferos no estado de Mato Grosso (Figura extraída de Fernandes 2006 (no Prelo-inédito). 1 – Província Aurífera Cuiabá-Poconé; 2 – Distrito Aurífero de Nova Xavantina; 3 - Província Aurífera do Alto Guaporé; 4 – Distrito Aurífero do Alto Jauru; 5 – Província Aurífera Alta Floresta (A – Distrito Aripuanã; B – Distrito Teles Pires; C - Distrito Cabeça e; D – Distrito Peixoto de Azevedo – Divisão Proposta por Paes de Barros et al. 1999 / a – Distrito de Moriru; b – Distrito de Novo Astro; c – Distrito de Apiacás/Paranaíta; d – Distrito de Alta Floresta; e – Distrito do Cabeça; f – Distrito de Nova Canaã/Sta. Helena; g – Distrito de Peixoto de Azevedo-Matupá; h – Distrito de Mogno – Divisão Proposta por Oliveira (2004 In: Lacerda Filho, et al. 2004).

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LEGENDA

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Províncias e Distritos Auríferos
Rodovias
Drenagens
Divisão da Província Aurífera Alta Floresta
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Proposta por Paes de Barros e t al. (1999)
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO A
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO A
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO A
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO A
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO A

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

7. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

A região norte do estado de Mato Grosso foi colonizada inicialmente por garimpeiros, que migravam para a região visando à exploração mineral de ouro de forma artesanal, os municípios de Paranaíta e Peixoto de Azevedo foram marcados pela intensa atividade garimpeira. Atualmente estão sendo investidos muitos recursos na região através de pesquisas minerais que estão sendo desenvolvidas por empresas nacionais ou estrangeirais.

Localmente na área do referido Relatório Final de Pesquisa a agricultura e a pecuária abrangem a maior parte conforme observado no mapa de uso e ocupação (Figura 5 e anexo). São observadas também grandes extensões de área onde a vegetação esta quase na sua totalidade preservada com Cerrado/Mata, pertencentes ao Bioma Transição Amazônia Cerrado.

Figura 5 – Imagem de satélite mostrando o uso e ocupação do solo da área da presente pesquisa e seu entorno.

Figura 5 – Imagem de satélite mostrando o uso e ocupação do solo da área da
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS Neste capítulo são descritos
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

8. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS

Neste capítulo são descritos os principais aspectos fisiográficos observados na área pesquisada ou retirados de trabalhos anteriores realizados na região, como Pedologia, Geomorfologia, Vegetação, Hidrografia e Clima, as quais são relacionadas direta e indiretamente com o substrato geológico.

8.1 - Pedologia

Segundo Miranda & Amorim (2000), os solos da Macro-região

Colider, erra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo,Guarantã do Norte

e Alta Floresta são representados principalmente por Neossolos e

Alissolos. Os Neossolos ocorrem na porção norte da Macro-região,

e principalmente na região de Alta Floresta, a norte da área de

autorização de pesquisa dos processos. Apresentam ausência de Horizonte B, caracterizando solos pouco desenvolvidos. As cores variam do vermelho, amarelo a cores mais claras. Possuem uma textura arenosa com granulometria média caracterizando solos pouco profundos (Miranda & Amorim, 2000).

Os Alissolos são mais distribuídos na área do processo, apresentando

Horizonte B textural, distinta com individualização dos horizontes. São considerados solos minerais não hidromórficos com cores variando do vermelho ao amarelo, às vezes brunado ou acizentado. Estes solos apresentam textura média a argilosa e variam de pouco profundo a profundo.

Ocorrem ainda na área solos lateríticos vermelhos a amarelados, concrecionários, com abundante presença de cangas ferruginosas

e algumas faixas ocupadas por areias quartzosas brancas a avermelhadas e isentas de laterização (DNPM, 1980).

8.2 - Geomorfologia

Na Compartimentação Geomorfológica da região norte do Estado de Mato Grosso, onde situa a área objeto do pedido de Licença de

Operação Pesquisa, são identificadas duas unidades geomorfológicas.

A primeira é representada pela Depressão do Norte de Mato Grosso

(Miranda & Amorim, 2000), que compreende uma grande zona de rebaixamento que vai da região da Ilha do Bananal, no extremo nordeste do Mato Grosso até o extremo noroeste do estado (Fig. 06).

do Mato Grosso até o extremo noroeste do estado (Fig. 06). A segunda unidade geomorfológica é

A segunda unidade geomorfológica é registrada como sendo planaltos em intrusões e coberturas residuais de plataforma denominadas Planaltos e Serras Residuais do Norte de Mato Grosso (Miranda & Amorim, 2000). Ocorre representado pelas serras do Cachimbo, Apiacás, Pacutinga, Dardanelos e Caiabís (Fig. 06).

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 6 - Mapa Geomorfológico do Estado
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 6 - Mapa Geomorfológico do Estado
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 6 - Mapa Geomorfológico do Estado
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Figura 6 - Mapa Geomorfológico do Estado de Mato Grosso (Miranda & Amorim, 2000).

- Relatório Final de Pesquisa Figura 6 - Mapa Geomorfológico do Estado de Mato Grosso (Miranda
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.3 - Vegetação A área é representada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.3 - Vegetação A área é representada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.3 - Vegetação A área é representada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.3 - Vegetação A área é representada

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

8.3 - Vegetação

A área é representada pelos Biomas Amazônia, constituído na região por três tipos de vegetação de acordo com a compartimentação proposta por Barros et al. (1982 in: Miranda & Amorim, 2000) e Transição Amazônia Cerrado, constituído por mais de um Bioma (Fig. 07 ).

8.3.1- Bioma da Amazônia

Floresta Ombrófila Densa e ocorre em porções restritas nas proximidades da cidade de Apiacás e próximo das margens do rio Teles Pires. Também se distribui na porção norte da área, nas proximidades da divisa de Mato Grosso com o Estado do Amazonas.

São encontradas nos aluviões recentes ao longo dos rios e em solos bem desenvolvidos, geralmente originários de rochas vulcânicas ou de rochas básicas. Esta Floresta exibe um adensamento de grandes espécies como: Mogno, Ipê, Cedro etc.

Floresta Ombrófila Aberta. Distribui-se do extremo noroeste do estado até a região de Alta Floresta, porção centro-norte do estado de Mato Grosso. É encontrada nas depressões e quase sempre em relevo dissecado. É aquela floresta que exibe feições alternadas pelas palmeiras e cipós.

8.3.2 - Transição Amazônia Cerrado

Áreas de Tensão Ecológica que representa região de contato entre tipos de vegetação diferentes. Ocorre na região de Aripuanã se estendendo desta para sul, oeste e leste. É observada também na região extrema do estado entre o rio Juruena e o rio São Manoel (Fig.

07).

As áreas de Tensões Ecológicas são comuns e ocupam grandes extensões. Localizam-se em alguns casos sobre solos deficientes da serra dos Caiabís e das serras e chapada do Cachimbo, com espécies de Florestas Ombrófila e Estacional e da Savana, formando grandes contatos.

Em alguns pontos podem observar campos de ação antrópica onde a vegetação é destinada à pastagem e culturas, sendo caracterizados por um tapete de gramíneas e espécies reliquiares. Normalmente, acha-se evoluído sobre aquelas áreas anteriormente ocupadas pelos outros tipos de vegetação descritos.

ocupadas pelos outros tipos de vegetação descritos. A área do processo 866587/2005 ocorre próximo ao limite

A área do processo 866587/2005 ocorre próximo ao limite do tipo Floresta Ombrófila Aberta e da compartimentação representada por Áreas de Tensão Ecológica. Além disso, aproximadamente 80% da

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa área do processo ocorrem em região com
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa área do processo ocorrem em região com
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa área do processo ocorrem em região com
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa área do processo ocorrem em região com
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa área do processo ocorrem em região com

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

área do processo ocorrem em região com ação antrópica bastante acentuada, sendo representado por grandes áreas de pastagem para gado. Descrição mais detalhada encontra-se no tópico Uso e Ocupação de Solo deste trabalho.

Figura 7 - Mapa de distribuição da vegetação no estado de Mato Grosso (Miranda & Amorim, 2000).

deste trabalho. Figura 7 - Mapa de distribuição da vegetação no estado de Mato Grosso (Miranda
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.4 - Hidrografia Na área do processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.4 - Hidrografia Na área do processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.4 - Hidrografia Na área do processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.4 - Hidrografia Na área do processo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.4 - Hidrografia Na área do processo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

8.4 - Hidrografia

Na área do processo e seu entorno, a rede hidrográfica apresenta um padrão de drenagem predominantemente dentrítica e em algumas porções, um padrão paralelo. A principal drenagem da é o rio Peixoto, que ocorre a nordeste da área, tendo como seus afluentes o Rio do Pombo e Arroio Ipora, todos pertencentes a Bacia Hidrográfica do Amazonas. O curso destes rios se dá de sul para norte (Fig. 08).

Figura 8 - Mapa Hidrográfico do Estado de Mato Grosso (Miranda & Amorim,

2000).

dá de sul para norte (Fig. 08). Figura 8 - Mapa Hidrográfico do Estado de Mato
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.5 - Clima A região é marcada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.5 - Clima A região é marcada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.5 - Clima A região é marcada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.5 - Clima A região é marcada
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 8.5 - Clima A região é marcada

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

8.5 - Clima

A região é marcada por um clima equatorial quente e úmido com 1 a 3 meses secos. A temperatura em varia de 15ºC (período de junho a julho) a 35ºC (período de agosto a setembro). A precipitação se dá na ordem de 300 mm mensal no período que vai de janeiro a abril e caindo bruscamente para 100 a 10 mm no período de maio a setembro. Nos meses seguintes a precipitação volta a subir chegando novamente, em dezembro, na casa dos 300 mm (Miranda & Amorim, 2000).

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9. CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL A região norte
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9. CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL A região norte
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9. CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL A região norte
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9. CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL A região norte

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

9. CONTEXTO GEOLÓGICO REGIONAL

A região norte de Mato Grosso, em especial a área dos Processos

objeto deste Relatório Final de Pesquisa caracteriza-se por apresentar uma densidade não muito expressiva de trabalhos científicos e de pesquisa mineral. Porém, atualmente o número destes já é maior do que há alguns anos atrás, já que nos últimos anos foram publicados artigos científicos completos e desenvolvido cerca de três teses de doutorado e mestrado, além de diversos trabalhos publicados em eventos, tais como congressos e simpósios.

A área objeto deste Relatório esta inserida no contexto geológico

da Província Geocronológica Ventuarí-Tapajós, próximo ao limite com a Província Geocronológica Rio Negro-Juruena de Tassinari & Macambira (1999) (Fig. 07) e incluída na Província Aurífera de Alta Floresta. Esta província, também essencialmente aurífera como a Província Aurífera de Tapajós, situa-se entre a Serra do Cachimbo, ao norte; a Serra dos Caiabís e a Chapada dos Dardanelos, ao sul; a região de Peixoto de Azevedo/Matupá, a leste, e o rio Teles Pires, a leste. O nível do conhecimento regional da geologia dessa província em algumas porções restringe-se, de forma geral, à escala de 1:1.000.000. Dos trabalhos existentes em escala de mais detalhe destaca-se o de cartografia geológica em escala 1:250.000 (Lacerda Filho et al., 2000 – Projeto PROMIN Alta Floresta, figura 9), que permitiu uma divisão local da província, que inclui o conjunto de áreas de concessão da CVRD, em dois domínios crustais distintos denominados informalmente de: (i) Domínio Acrescionário Deformado e (ii) Domínio Granito-Vulcânico.

O Domínio Acrescionário Deformado é formado por rochas

supracrustais e corposplutônicos submetidos a metamorfismo de médio a alto grau e deformação dúctil acentuada. Ele ocupa grande área a oeste-sudoeste da região exibida na figura 3 e inclui as seguintes unidades: Complexos Nova Monte Verde e Bacaeri- Mogno, Seqüência Metavulcanossedimentar São Marcelo/Cabeça, Granitóides São Pedro e São Romão e o Tonalito Vitória (Fig. 10).

De maior interesse à Geologia da área do processo pesquisada, o

Domínio Granito – Vulcânico constitui um cinturão de rochas plutônicas

e vulcânicas, pouco deformadas, de caráter calcialcalino, com

composições dioríticas a graníticas. Elas podem ser genericamente classificadas como do tipo I oxidado (Paranaíta, Nhandu, Flor da Serra, Matupá, Juruena, Colíder) e tipo S (Apiacás).

como do tipo I oxidado (Paranaíta, Nhandu, Flor da Serra, Matupá, Juruena, Colíder) e tipo S
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Figura 9 - Mapa mostrando a distribuição das províncias geocronológicas e suas principais associações litológicas do Cráton Amazônico, no norte da América do Sul (Tassinari, 1996 e Tassinari & Macambira, 1999).

Oceano Atlântico O ceano Atlântico 0º 15º41” Oceano Pacífico -59º10”
Oceano Atlântico
O ceano Atlântico
15º41”
Oceano
Pacífico
-59º10”

PR O VÍN C IAS G EO C R O N O LÓ G IC AS

Am azônia C entral > 2,3 G a-59º10” PR O VÍN C IAS G EO C R O N O LÓ G IC

G EO C R O N O LÓ G IC AS Am azônia C entral >

M aroni

- Itacaiúnas

2,2 - 1,95 G a

Ve n tu a ri - Ta p a jó s 1,95 - 1,8 G aC entral > 2,3 G a M aroni - Itacaiúnas 2,2 - 1,95 G a Rio

Rio Negro - Juruena 1,8 - 1,55 G a2,2 - 1,95 G a Ve n tu a ri - Ta p a jó s

R ondoniano - San Ignácio 1,5 - 1,3 G a Sunsás 1,25 - 1,0 G a
Sunsás 1,25 - 1,0 G aR ondoniano - San Ignácio 1,5 - 1,3 G a

Lim ites inter-estaduais e internacionais- San Ignácio 1,5 - 1,3 G a Sunsás 1,25 - 1,0 G a Área do

Área do Processo 866428-02

PR O VÍN C IAS G EO C R O N O LÓ G IC AS

C obertura F anerozóica

C

obertura F anerozóica

G ranitóides

G

ranitóides

C obertura Sedim entar

C

obertura Sedim entar

Pré-Cambriana

C obertura vulcânicas

C

obertura vulcânicas

Ácidas - Interm ediárias

Vulcânicas Básicas

Vulcânicas Básicas

Gree nstone Belts

Gree nstone Belts

C om plexo G ranulítico

C

om plexo G ranulítico

C

inturão M óvel N eoproterozóico

Alto estrutural do em basam ento

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Área aprox. D o proc.866587/05 Figura 10 - Geologia da região da área dos Processos
Área aprox.
D o proc.866587/05
Figura 10 - Geologia da região da área dos Processos (Lacerda et al. 2001; Moura & Botelho 2002).
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9.1 - Litoestratigrafia A seguir são sumariamente
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9.1 - Litoestratigrafia A seguir são sumariamente
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9.1 - Litoestratigrafia A seguir são sumariamente
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9.1 - Litoestratigrafia A seguir são sumariamente
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 9.1 - Litoestratigrafia A seguir são sumariamente

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

9.1 - Litoestratigrafia

A seguir são sumariamente descritas as principais unidades litoestratigráficas mapeadas na região levando em consideração as principais relações cronoestratigráficas e dados geocronológicos mais recentes.

9.1.1 - Embasamento Pré-magmatismo Teles Pires

9.1.1.1 - Complexos Xingu e Cuiú-Cuiú.

Dentro do domínio das rochas do embasamento Precambriano, as mais antigas são aquelas do Complexo Xingu (G. G. da Silva et al.,1974 in: Sousa J., 1991), com idades mesoarqueanas entre 2,9-2,8 G.a., representadas por rochas policíclicas granulíticas, dioríticas, granito- gnáissicas a migmatíticas e metabásicas, fortemente deformadas.

O Complexo Cuiú-Cuiú, apesar de não apresentar idades radiométricas

arqueanas, foi criado (Pessoa et al., 1977) no âmbito do Complexo Xingu como unidade gnáissico-migmatítica portadora de relictos máficos, na região do Tapajós. Já na compartimentação geológica da Província Tapajós, adotada pelo Projeto PROMIN-Tapajós (Almeida et al., 2000; Ferreira et al., 2000; Klein e Vasquez 2000 in CPRM, 2001), com base num modelo evolutivo que envolve acresção crustal de arcos magmáticos e colisão continental, os granitóides representantes desses arcos magmáticos, foram agrupados dentro do

Complexo Cuiú-Cuiú. Santos et.al, 2001 in CPRM, (2001) obtiveram idades U/Pb Shrimp em zircão, entre 2.033 e 2.005 M.a. para tonalitos

e granodioritos dessa unidade. Apesar da não conformidade das

informações deve-se ressaltar a localidade tipo dessas ocorrências com aquelas do norte do Mato Grosso, cujas idades radiométricas estão entre 2.033 e 2.011 M.a., e também o fato da denominação original do Complexo Xingu incluir rochas policíclicas com idades em sua maioria não arqueanas e provavelmente modificadas por eventos tectono-magmáticos subseqüentes. Trabalhos mais recentes estão identificando corpos graníticos distintos no que se antes mapeava como Complexo Xingu e Cuiú-Cuiú, a exemplo do que atualmente ocorre na região do rio Tapajós no estado do Pará.

9.1.1.2 - Suítes Intrusivas Matupá

Suíte intrusiva Matupá engloba diversos corpos graníticos expostos e

individualizados por critérios petrográficos, litoquimícos, morfológicos

e geofísicos em diferentes fácies. Fácies 1,Fácies 2,Fácies 3 e Fácies 4.Moreton & Martins (2003). Regionalmente na área do processo são reconhecidas 3 fácies da suíte intrusiva Matupá, que serão sucintamente descritas abaixo:

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fácies 2 - Constituído basicamente por horblenda
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fácies 2 - Constituído basicamente por horblenda
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fácies 2 - Constituído basicamente por horblenda
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fácies 2 - Constituído basicamente por horblenda

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Fácies 2 - Constituído basicamente por horblenda monzogranito, biotita-horblenda monzodiorito, possui padrão radiométrico menos elevado e relevo magnético maior do que os granitos do fáceis 1. Apresenta mineralização de ouro em veios de quartzo com sulfetos e ocorre em forma de batólitos em topografia aplainada. Esta fácies é localmente observada dentro da poligonal da área do processo.

Fácies 3 - Constituído basicamente por clinopiroxenio-hornblenda, monzogranito, clinopiroxenio-hornblenda monzodioritico magnético. As rochas desta fácies são maciças isotrópicas e não deformada. Sua textura equigranular a inequigranular fina a média e raramente porfirítica, com composição intermediaria entre as rochas básicas da Suíte Intrusiva Flor da Serra e as fácies graníticas da Suíte Intrusiva Matupá, resultantes de mistura de magmas. A coloração varia de rosa avermelhado com pintas verdes acinzentadas provenientes dos minerais máficos.

Ocorre em forma de batolitos e stocks com contornos irregulares em região de topografia plana com solos argilosos vermelhos ricos em magnetita.dominantemente.

Fácies 4 - Constituído por granito biotita granito e monzogranito com microgranitos e granófiros subordinados. Quando analisados os dados geofísicos, mostram valores radioativos baixos e relativamente homogêneos, tanto no canal de potássio como na contagem total, apresentando relevo magnético muito baixo.

Ocorre em forma de batólitos em contato tectônico com as demais fácies da suíte Matupá. Estas rochas são intrudidas pelos granitos Teles Pires e pela Suíte Flor da Serra, englobando restos de ganisses do complexo Cuiú-Cuiú As rochas desta fácies são limitadas por rochas da Suíte Intrusiva Juruena e do Granito Nhandu, sendo recoberto por rochas sedimentares da Formação Dardanelos, e por rochas vulcânicas da Suíte Intrusiva Colider.

9.1.1.3 – Suíte Intrusiva Flor da Serra

A Suíte Intrusiva Flor da Serra (1.816-2.050 M.a.) abriga rochas de composição intermediária a máfico-ultramáfica sendo mais comuns dioritos, meta-gabros, meta-monzogabros, quartzo-dioritos, piroxenitos, metanoritos e meta-gabronoritos.

piroxenitos, metanoritos e meta-gabronoritos. As rochas apresentam textura variável, sendo grossa nas

As rochas apresentam textura variável, sendo grossa nas partes centrais e voluindo para texturas finas e porfiríticas.Apresenta-se em forma de corpos homogêneos com deformações restritas a zonas de falhas.

A radiometria dos corpos apresenta baixa intensidade do

canal de

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa potássio, sendo também identificados anomalias de cobre
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa potássio, sendo também identificados anomalias de cobre
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa potássio, sendo também identificados anomalias de cobre
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa potássio, sendo também identificados anomalias de cobre

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

potássio, sendo também identificados anomalias de cobre e ferro. Ocorre em forma de batólitos e stocks e mais restritamente como dikes,

Apresentam-se intrudindo nos granitos Matupá ou englobados por eles, sendo em alguns locais interpretados como mistura de magmas. Dikes e apófises ocorrem também cortando as rochas da Suíte Intrusiva Matupá, e mais restritamente as próprias rochas da Formação Flor da Serra.Moreton & Martins 2000.

9.1.1.4. - Suíte Vulcânica Colíder e Suíte Intrusiva Teles Pires

Diferentes trabalhos fazem referência a rochas vulcânicas nos bordo norte e sul da Bacia Amazônica sendo unânime entre eles, que essas fazem parte de um extenso magmatismo predominantemente ácido, atuante na região. Diferentes denominações foram propostas em função da localidade de ocorrência e tentativas de divisões em unidades e formações. Prefere-se fazer referência à denominação inicial de Grupo Iriri na discussão dessas rochas, como sendo caracterizadas por encerrar predominantemente derrames vulcânicos aos quais associam-se camadas, níveis, lentes de vulcanoclásticas diversas. Encerram desde andesitos, dacitos e riolitos alcalinos, incluindo latitos, traquitos, quartzo-latitos, quartzo-traquitos. Predominam os derrames riolíticos e dacitos enquanto derrames de composição basáltica são raros (Santos, 1980).

Entre as vulcanoclásticas ocorrem tufos, tufos lapílicos, tufos cineríticos, tufitos, brechas e aglomerados vulcânicos. Mais recentemente Lacerda Filho et al. (2001) consideraram como Suíte Vulcânica Colider os riolitos, riodacitos, andesitos e vulcanoclásticas, de natureza calci-alcalina, que bordejam as porções sul da Serra do Cachimbo e norte da Serra dos Apiacás, formando contínuas faixas com direção NW-SE. Denominou ainda, como Suíte Intrusiva Teles Pires os granitos róseos a vermelhos porfiríticos, localmente rapakívicos e com fluorita, que intrudem a Suíte Colíder e os terrenos graníticos do tipo Juruena.

Suíte Vulcênica/Subvulcânica Colíder - onde se desenvolveu o primeiro projeto na região de Guarantã do Norte no alvo denominado Guarantã ainda pela companhia Vale do Rio Doce. Essa unidade vulcânica, localmente encontra-se silicificada e sulfetada com minreralizações de Ag e Au junto aos sulfetos e também representam importantes hospedeiras de potenciais mineralizações.

importantes hospedeiras de potenciais mineralizações. 91.1.5 - Granito e Nhandú Trata-se de uma série de corpos

91.1.5 - Granito e Nhandú

Trata-se de uma série de corpos de tamanhos variados que integram o conjunto de granitóides do tipo Nhandú (1,6-1,8 G.a.). Esses caracterizam-se por apresentarem textura fina a aplítica,

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa granofírica e associações com corpos sienograníticos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa granofírica e associações com corpos sienograníticos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa granofírica e associações com corpos sienograníticos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa granofírica e associações com corpos sienograníticos e

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

granofírica e associações com corpos sienograníticos e sieníticos e greinseficação local. Menciona-se ainda o Granito São Romão, de mesma faixa de idade, porém constituído por rochas monzograníticas

a monzosieníticas e sieníticas deformadas.

9.1.1.6 - Coberturas Detrito lateriticas

Extensa superfície de aplainamento recobrindo as rochas pertencentes ao Grupo Parecis ao Norte, e na porção sudoeste recobrindo os sedimentos da Bacia do Paraná. De idade Terciária Quaternário, com espessuras variando entre, 20 e 50 m, apresentam-se por material argilo arenoso associado a crostas ferruginosas a concessionárias, em relevo com ondulações suaves drenagens de baixa freqüência, com vegetação de serrado ralo a campos sujos. Sendo atribuída a sua origem a condições climáticas tropicais, alternadas entre estações secas e chuvosas, consideradas ideais para a formação destes sedimentos Maignie (1971 apud Figueiredo et all, 1974).

9.1.1.7 - Depósitos Aluvionares

Constituem depósitos caracterizados por sedimentos inconsolidados, dominantemente arenosos, representados por areias com níveis de cascalhos e lentes de material silto-argiloso. Ocorrem associados as calhas dos cursos d’água de maior porte, encaixados no embasamento cristalino compreendendo basicamente a sedimentos aluviais.

O padrão de sedimentação fluvial holocenico dessas drenagens em geral é caracterizado por depósitos de acresção lateral de margem de canal e de carga de fundo, incluindo barras em pontal, barras de meio de canal e depósitos de carga de fundo.

Estes sedimentos distribuem-se também nas planícies de inundação dos rios onde ocorre o ambiente lacustre, representado por lagos residuais formados pela migração das cristas de acresção lateral das barras, alem de lagos represados.

A idade provável destes depósitos é c obtida pelo conteúdo fossilífero

encontrado nos aluviões e paleoterraços aluviais de alguns rios da região. Estas regiões possuem um bom potencial metalogenético para ouro e diamante.

aluviais de alguns rios da região. Estas regiões possuem um bom potencial metalogenético para ouro e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando em amarelo a poligonal das áreas pesquisadas.

Final de Pesquisa Figura 11 - Mapa Geológico Regional destacando em amarelo a poligonal das áreas
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10. GEOLOGIA LOCAL As áreas dos processos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10. GEOLOGIA LOCAL As áreas dos processos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10. GEOLOGIA LOCAL As áreas dos processos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10. GEOLOGIA LOCAL As áreas dos processos
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

10. GEOLOGIA LOCAL

As áreas dos processos estão contidas dentro do domínio das rochas vulcânicas do Grupo Colider Suíte Intrusiva Matupá fácies 2 (Figuras 11 e 12).

As rochas do Grupo Colider na área da pesquisa são representadas por microgranitos, granófiros e localmente brechas vulcânicas e tufos. A textura observada é geralmente afanitica a faneritica, e em alguns locais apresenta-se porfirítica, sendo a coloração transacionando entre rósea, pela presença de K Feldspatos chegando até ao tom avermelhado.

As rochas da Suíte intrusiva Matupá localmente é representada pelas rochas pertencentes a Fácies 2 de .Moreton & Martins (2003). Estas rochas são constituídas por horblenda monzogranito,biotita-horblenda monzodiorito, Apresenta mineralização de ouro em veios de quartzo sulfetados

As mineralizações de ouro presentes nas rochas das duas unidades estão subordinadas a tectônica regional gerando famílias de fraturamentos de direção preferencial N5-30W, onde estão hospedados os veios de quartzo mineralizados em ouro e galena.

Figura 12 - Mapa Geológico local das poligonais pesquisadas.

os veios de quartzo mineralizados em ouro e galena. Figura 12 - Mapa Geológico local das
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10.1 - Descrição dos Veios Processo 866.587/2005
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10.1 - Descrição dos Veios Processo 866.587/2005
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10.1 - Descrição dos Veios Processo 866.587/2005
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 10.1 - Descrição dos Veios Processo 866.587/2005

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

10.1 - Descrição dos Veios

Processo 866.587/2005

Veio do Cocheiro – Formado por 5 veios na base da cava com largura aproximada de 40cm cada, atingindo cerca de 2m de largura e com profundidade em torno de 40m. A rocha encaixante contem cerca de 0,23g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 248,33g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo).

Veio 20 – Veio com 1m de largura em média, atingindo cerca de 45m de profundidade. A rocha encaixante contem cerca de 0,31g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 27,81g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo).

Veio da Mina – Veio com 0,60m de largura em média, atingindo cerca de 25m de profundidade. A rocha encaixante contem cerca de 1,01g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 1,5g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo).

Processo 866.977/2010

Tira Blefo – veio estreito e rico , atingindo 1.5m de largura desenvolvido até 25m de profundidade. A rocha encaixante contem cerca de 5,4g/t em média de ouro (segundo laudos em anexo) e o filão 102,25g/t em média de ouro (segundo laudos em anexo).

Veio 22 – Veio estreito com 0.5m de largura desenvolvido até 15m de profundidade. A rocha encaixante contem 0,34g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em Anexo) e o filão 23,1g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em Anexo)

Veio do Tchem – Veio estreito e enriquecido, com 30 cm de largura desenvolvido até uma profundidade de 10m. A rocha encaixante contem cerca de 0,2g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 128,5g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo).

Veio da Lage – Veio extenso e enriquecido, com 0,60m de largura desenvolvida até uma profundidade de 15 metros. A rocha encaixante contem cerca de 74,23g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 51,9g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em anexo).

recuperável (segundo laudos em anexo) e o filão 51,9g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 6 - Veio da Lage –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 6 - Veio da Lage –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 6 - Veio da Lage –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 6 - Veio da Lage –

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Fig. 6 - Veio da Lage – seção transversal 12cm, mostrando boxworks de pirita

– seção transversal 12cm, mostrando boxworks de pirita Processo 867.061/2010 Veio 38 – Formado por dois

Processo 867.061/2010

Veio 38 – Formado por dois veios convergentes. Desenvolvido a céu aberto até a profundidade máxima de 50m vertical. Os veios chega a ter 4m de largura contendo cerca de 31,87g/t ouro recuperável (segundo laudos em Anexo) e a rocha encaixante com 62,41g/t em média de ouro recuperável (segundo laudos em Anexo).

Veio 44 – Veio de maior extensão pesquisado, chegando a 4.5m de largura e desenvolvido até a profundidade de 30m a céu aberto. O lado leste termina em minério bem sulfetado. A rocha encaixante contem cerca de 18,81g/t em média (segundo laudos em anexo) e o filão 1,83g/t em média (segundo laudos em anexo). Neste veio não foi analisado o ouro contido no sulfeto.

e o filão 1,83g/t em média (segundo laudos em anexo). Neste veio não foi analisado o
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Fig. 4 - Veio 44.

Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5 - Veio 44

Fig. 5 - Veio 44 – nódulo de pirita com 3cm de comprimento

Branca - Relatório Final de Pesquisa Fig. 4 - Veio 44. Fig. 5 - Veio 44
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11. TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS NA ÁREA

11.1 - Histórico da Área

Às áreas em questão estão localizadas dentro dos limites da fazenda Figueira Branca, de propriedade do Sr. Ângelo Carlos Vicari, e segundo histórico da área já na década de 90 existia atividade garimpeira por parte dos chamados filoneiros.

A área foi lavrada no período de 1997 a 2004. Durante este período houve invasão garimpeira de cerca de 1200 garimpeiros que foi erradicada por ação da Polícia Federal e Ibama.

As áreas contem varias cavas abertas por conta dos vários anos trabalhados, mas nenhuma delas ultrapassa a profundidade dos quarenta metros.

Cabe ressaltar que a existência de ouro nos depósitos da área já foi confirmada pela atividade garimpeira que atuou no local. Também confirmaram a presença deste metal, os trabalhos de pesquisa que foram desenvolvidos na área.

As informações disponíveis sobre os depósitos de ouro da região norte do Estado de mato Grosso, em especial as da região de Nova Santa Helena/Terra Nova do Norte - MT, mostram bastante similaridades entre as ocorrências, com certas variações relacionadas ao tipo de encaixante, ou variações na orientação das estruturas e dos veios.

De um modo geral não fogem muito aos litótipos descritos na área dos processos, onde as encaixantes das mineralizações são rochas granitoides, na maioria das vezes apresentando uma foliação que varia de incipiente a bem desenvolvida. Os granitos no geral apresentam- se hidrotermalmente alterados nas zonas próximas aos veios mineralizados, sendo comum o desenvolvimento de epidotização, potassificação e seritização gerados por processos hidrotermais, conferindo uma coloração esverdeado para tais granitos.

Os trabalhos de pesquisa se iniciaram em 2008 pelo processo 866.587/2005 e em 2010 pelos processos 866.977/2010 e

867.061/2010.

e em 2010 pelos processos 866.977/2010 e 867.061/2010. Através das cavas abertas no período de 1990

Através das cavas abertas no período de 1990 até 2004, foi iniciada as pesquisas de reconhecimento dos veios mineralizados e da rocha encaixante, com base nesse estudo foram abertos 7 shafts nas áreas com maior potencial, estes estão sendo apresentados neste relatório. As descrições dos perfis estratigráficos dos shafts assim como os resultados analíticos das amostras coletadas nos mesmo estão apresentados e interpretados a seguir.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2 - Processo DNPM 886.587/2005 11.2.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2 - Processo DNPM 886.587/2005 11.2.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2 - Processo DNPM 886.587/2005 11.2.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2 - Processo DNPM 886.587/2005 11.2.1 -

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2 - Processo DNPM 886.587/2005 11.2.1 - Shaft

11.2 - Processo DNPM 886.587/2005

11.2.1 - Shaft / Veio Cocheiro– Encaixante Cocheiro FILÃO DO COCHEIRA ( S 10 41 42 .1 | W 54 49.54 .1 | 287 ELEVAÇÃO)

O perfil do shaft inicia-se na base da cava a uma profundidade 7 metros. A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada de 2m, posteriormente até a base desta a mesma apresenta como um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,2 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 07 (sete) metros até a profundidade final do shaft a 50m a rocha é um granito. Neste perfil foram coletadas amostras em diversas profundidades e feito concentrado de bateia. A concentração maior de ouro encontrada nesse perfil foi na profundidade de 35m coletadas amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS. Na profundidade de 45metros foi feito uma galeria com extensão de 80ms no sentido do veio.

feito uma galeria com extensão de 80ms no sentido do veio. Na profundidade de 35m foram

Na profundidade de 35m foram coletadas amostras da rocha encaixante com aproximadamente 50 cm de ambos os lados do veio, que foram submetidas à homogeneização e quarteamento, sendo enviadas à SGS para análise. Os resultados se encontram nos respectivos gráficos e nos laudos analíticos anexos.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão do Cocheiro

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão do Cocheiro 36
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2.2 - Shaft / Veio 20 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2.2 - Shaft / Veio 20 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2.2 - Shaft / Veio 20 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2.2 - Shaft / Veio 20 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.2.2 - Shaft / Veio 20 –

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.2.2 - Shaft / Veio 20 – Encaixante 20

FILÃO DO 20

(S 10 41 16. 1 | W 54 49 27 .7 | 289 ELEVAÇÃO)

(VINTE)

O perfil do shaft inicia-se na base da cava a uma profundidade 12

metros. A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada de 3m, posteriormente até a base desta a mesma apresenta como um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,2 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 12m até a profundidade final do shaft a 40m a rocha

é um granito. Neste perfil foram coletadas amostras em diversas

profundidades e feito concentrado de bateia. A concentração maior

de ouro encontrada nesse perfil foi na profundidade de 30m coletadas

amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS. Na profundidade

de 40metros foi feito uma galeria com extensão de 25m no sentido do

veio.

Na profundidade de 30m foram coletadas amostras da rocha encaixante com aproximadamente 50 cm de ambos os lados do veio, que foram submetidas à homogeneização e quarteamento, sendo enviadas à SGS para análise. Os resultados se encontram nos respectivos gráficos e nos laudos analíticos anexos.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão 20

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão 20 38
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3 - Processo DNPM 886.977/2010 11.3.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3 - Processo DNPM 886.977/2010 11.3.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3 - Processo DNPM 886.977/2010 11.3.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3 - Processo DNPM 886.977/2010 11.3.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3 - Processo DNPM 886.977/2010 11.3.1 -

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.3 - Processo DNPM 886.977/2010

11.3.1 - Veio Tchem – Encaixante Tchem FILÃO DO TCHEM (S 10 43 29 .0 | W 54 49 31 .1 | 297 ELEVAÇÃO)

A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada

de 3m, posteriormente até a base, à mesma apresenta um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,2 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 3m até a profundidade final da cava 10m foram coletadas

amostras em diversas profundidades e feito concentrado de bateia.

A concentração maior de ouro encontrada nesse perfil em cima do

veio e no halo de mineralização do mesmo encontra-se a 5m de profundidade onde foram coletadas amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão do Tchem

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão do Tchem 40
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.2 - Shaft / Veio Laje –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.2 - Shaft / Veio Laje –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.2 - Shaft / Veio Laje –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.2 - Shaft / Veio Laje –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.2 - Shaft / Veio Laje –

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.3.2 - Shaft / Veio Laje – Encaixante Laje FILÃO DA LAJE (S 10 43 03 9 | W 54 50 16 3)

A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada

de 3m, posteriormente até a base, à mesma apresenta um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,4 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 3m até a profundidade final da cava 12m foram coletadas

amostras em diversas profundidades e feito concentrado de bateia.

A concentração maior de ouro encontrada nesse perfil em cima do

veio e no halo de mineralização do mesmo encontra-se a 6m de profundidade onde foram coletadas amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão do Lage

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão do Lage 42
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.3.3 - Shaft / Veio Tira Blefo – Encaixante Tira Blefo FILÃO TIRA BREFO (S 10 43 31 1 | W 54 48 59 7)

O perfil do shaft inicia-se na base da cava a uma profundidade 8 metros.

A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada

de 2m, posteriormente até a base desta a mesma apresenta como um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,3 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 8m até a profundidade final do shaft a 15m a rocha é

um granito. Neste perfil foram coletadas amostras em diversas profundidades e feito concentrado de bateia. A concentração maior de ouro encontrada nesse perfil foi na profundidade de 15m coletadas amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS. Na profundidade de 15metros foram feitas duas galeria com extensão de 20m e 35m no sentido do veio.

Na profundidade de 15m foram coletadas amostras da rocha encaixante com aproximadamente 50 cm de ambos os lados do veio, que foram submetidas à homogeneização e quarteamento, sendo enviadas à SGS para análise. Os resultados se encontram nos respectivos gráficos e nos laudos analíticos anexos.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão do Tira Blefo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão do Tira Blefo 44
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4 - Processo DNPM 887.061/2010 11.4.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4 - Processo DNPM 887.061/2010 11.4.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4 - Processo DNPM 887.061/2010 11.4.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4 - Processo DNPM 887.061/2010 11.4.1 -
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4 - Processo DNPM 887.061/2010 11.4.1 -

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.4 - Processo DNPM 887.061/2010

11.4.1 - Shaft / Veio 38– Encaixante 38 FILÃO 38 (S 10 43 00 .5 | W 54 49 30 .2 | 294 ELEVAÇÃO)

O perfil do shaft inicia-se na base da cava a uma profundidade 15

metros. A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada de 3m, posteriormente até a base desta a mesma apresenta como um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,5 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 15m até a profundidade final do shaft a 35m a rocha

é um granito. Neste perfil foram coletadas amostras em diversas

profundidades e feito concentrado de bateia. A concentração maior de ouro encontrada nesse perfil foi na profundidade de 35m onde

foram coletadas amostras e enviadas ao Laboratório SGS. Nesta profundidade foram feitos duas galerias com extensão de 20m cada no sentido do veio nas quais foram coletadas amostras da rocha encaixante com aproximadamente 50 cm de ambos os lados do veio, que foram submetidas à homogeneização e quarteamento, sendo enviadas à SGS para análise. Os resultados se encontram nos respectivos gráficos e nos laudos analíticos anexos.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão 38

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão 38 46
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4.2 - Shaft / Veio 44 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4.2 - Shaft / Veio 44 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4.2 - Shaft / Veio 44 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4.2 - Shaft / Veio 44 –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.4.2 - Shaft / Veio 44 –

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.4.2 - Shaft / Veio 44 – Encaixante 44 FILÃO 44 (S 10 43 02 . 7 | W 54 48 59 . 2 | 289 ELEVAÇÃO)

O perfil do shaft inicia-se na base da cava a uma profundidade 12

metros. A cava é formada por um perfil de solo com profundidade aproximada de 3m, posteriormente até a base desta a mesma apresenta como um manto de alteração da rocha encaixante um possível horizonte “C” de solo, onde a presença de ouro é detectada. Através dos concentrados de batéia estimase que a concentração de ouro esteja em torno de 0,6 ppm, portanto, o material possui viabilidade de ser processado.

A partir dos 12m até a profundidade final do shaft a 40m a rocha

é um granito. Neste perfil foram coletadas amostras em diversas

profundidades e feito concentrado de bateia. A concentração maior

de ouro encontrada nesse perfil foi na profundidade de 30m coletadas

amostras que foram enviadas ao Laboratório SGS. Na profundidade

de 40metros foi feito uma galeria com extensão de 30m no sentido do

veio.

Na profundidade de 30m foram coletadas amostras da rocha encaixante com aproximadamente 50 cm de ambos os lados do veio, que foram submetidas à homogeneização e quarteamento, sendo enviadas à SGS para análise. Os resultados se encontram nos respectivos gráficos e nos laudos analíticos anexos.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

Filão 44

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa Filão 44 48
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

11.5 - Importância do Empreendimento no Contexto Econômico-social do País

Em termos econômicos um empreendimento deste porte traz grandes vantagens em todos os campos. Em termos financeiros o

país ganha através dos impostos pagos sobre o material extraído,

e temos também a CFEM, que é a Compensação Financeira das

Empresas de Mineração que pagará 2% do faturamento líquido pela

comercialização mineral.

Quando se comercializa qualquer bem mineral, são incidentes três

tipos de impostos (VALE et all, 1992); Imposto sobre Operação Financeira (IOF), Imposto sobre Circulação de Mercadoria (ICMS) e

a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

(CFEM). O imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), foi introduzido pela Constituição Federal de 1988, em substituição ao IUM (Imposto sobre Minerais). O principal fator que gera os impostos, seria a saída do bem mineral do setor de extração e produção para determinado ambiente de beneficiamento.

A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

(CFEM) ou “Royalty”, instituído em 1989 e 1992, pelas leis 7.990 e

8.001, respectivamente, decretadas em janeiro de 1991, diz que o imposto incide sobre o valor líquido do faturamento, com a venda

do produto mineral. As alíquotas variam de acordo com os tipos de substâncias minerais que alcançam 2%. O município onde é produzido

o bem mineral tem direito a uma cota de 65% do total arrecadado, o Estado a 23% e a União a 12% (DNPM e IBAMA).

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

12. PROCESSO DE EXPLOTAÇÃO A SER UTILIZADO

A explotação prevista para este depósito é dividido em três fases distintas que são explicados abaixo.

12.1 - 1º Fase de explotação

O método de lavra empregado na primeira fase é a céu aberto,

com bancadas entre 4 e 6 metros de altura. A fim de obter maior homogeneidade do minério, a lavra será feita simultaneamente em duas frentes que depois são unidas em uma única frente ampla com cerca de 300 metros de largura. Como se trata de material friável é desnecessário o uso de desmonte com explosivos, utilizando-se apenas as escavadeiras hidráulicas.

Este método de explotação se dará até a profundidade onde o material permita o desmonte pela escadeira, espera-se atingir a profundidade

de

25 metros.

O

material do rebaixamento é estéril e destinado ao bota-fora. A

relação do minério lavrado para com o material estéril depende da densidade dos veios ou travessões existentes na área lavrada e a largura do alo de mineralização da rocha encaixante, que até uma profundidade de mais ou menos 25 metros é de 5:1, ou seja, cinco cargas de estéril para cada carga de ROM destinada à unidade de processamento.

25 metros é de 5:1, ou seja, cinco cargas de estéril para cada carga de ROM
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12.2 - 2º Fase de explotação O
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12.2 - 2º Fase de explotação O
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12.2 - 2º Fase de explotação O
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 12.2 - 2º Fase de explotação O

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

12.2 - 2º Fase de explotação

O método de lavra a ser empregado na segunda fase é a céu aberto, com bancadas entre 4 e 6 metros de altura,

Estima-se chegar nesta fase a uma profundidade em torno de 50m,

para isto será utilizado marteletes hidráulicos de 3,5 ton acoplados a escavadeiras hidráulicas de 47 ton, as mesmas desagregaram a rocha em bancadas entre 4 e 6m. Com este método haverá uma diminuição

do material processado, porém os teores do mesmo serão maiores

diminuindo assim a relação estéril ROM na ordem 3:1, ou seja, três cargas de estéril para cada carga de ROM destinada à unidade de processamento.

12.3 - 3º Fase de explotação

O método de lavra a ser empregado na terceira fase é a lavra

subterrânea, com galerias que serão projetadas de acordo com a direção dos veios, que nesta fase estarão bem definidos. O projeto para a instalação das mesmas e para detonação, serão definidos posteriormente a segunda fase, pois com o avanço da lavra nas fases anteriores o conhecimento do comportamento da rocha encaixante, como padrão de fraturamento que é fundamental para abertura das galerias estará amplamente estudado.

Vale lembra que o método de explotação dentro das galerias será primeiramente tentado com escariantes no braço da escadeira ou a utilização do jumbo, caso este método não for viável será utilizado detonação.

A construção das galerias seguirá todos os padrões, normas e técnicas pertinentes.

será utilizado detonação. A construção das galerias seguirá todos os padrões, normas e técnicas pertinentes. 51
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Os equipamentos que
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Os equipamentos que
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Os equipamentos que
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Os equipamentos que
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Os equipamentos que

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

13. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Os equipamentos que serão utilizados na operação de desmonte e carregamento do minério lavrado de cada área estão listados a seguir:

1. Três escavadeiras hidráulicas, com concha;

2. Duas escavadeiras hidráulicas com marteletes hidráulicos acoplados;

3. Duas carregadeiras frontal, para manuseio do ROM na caixa de alimentação e auxilio nas frentes de lavra; 4. Seis caminhões FORD CARGO basculantes com capacidade de 20 t para transporte do material da frente de lavra;

5. Duas camionetes de apoio;

A concha da Escavadeira Hidráulica CAT 330 C tem 1,80 metros de largura e com aproximadamente 4 a 6 conchas, a carga de um caminhão será completada. Os modelos FORD CARGO basculantes, trucados, traçados e reduzidos, ideais para este tipo de operação, tem capacidade de 12 m3 ou cerca de 20 toneladas de peso, com a densidade do minério de 1,8 até 2,5.

A máquina escavadeira levará em média 3 minutos para carregar um caminhão e a descarga na rampa de alimentação da planta ou no botafora, conforme o caso se dará em torno de 5 minutos devido à proximidade destas.

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

 

RELAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA EXTRAÇÃO DE OURO

 

PLANTA FIGUEIRA BRANCA

 

TOTAL

R$ 7.053.628,00

Quant.

Descrição

 

Preço Unitário

Sub-Total

 

PLANTA INDUSTRIAL

   

R$ 1.428.000,00

1

Moinho de Bolas 150cv 2,4x7m

 

R$ 950.000,00

R$ 950.000,00

18000

Kg de bolas

 

R$ 4,00

R$ 60.000,00

1

Moinho de Martelo 150 cv 60 ton-h 1050mm

 

R$ 125.000,00

R$ 125.000,00

3

Hidrociclone

 

R$ 9.000,00

R$ 27.000,00

6

Centrifuga 7,5 cv modelo c25 com chave

 

R$ 26.000,00

R$ 156.000,00

1

Conjunto de peças sobressalentes

 

R$ 50.000,00

R$ 50.000,00

1

Instalação dos Equipamentos

 

R$ 60.000,00

R$ 60.000,00

 

PARTE ELÉTRICA

   

R$ 325.000,00

1

Projeto elétrico

 

R$ 30.000,00

R$ 30.000,00

1

Quadro elétrico

 

R$ 25.000,00

R$ 25.000,00

2

Painel de controle

 

R$ 35.000,00

R$ 70.000,00

2

Geradores de 500 Kwa

 

R$ 100.000,00

R$ 200.000,00

 

TUBULAÇÃO E BOMBEAMENTO

   

R$ 92.740,00

4

Dragas 5” e 4” (by pass) revestidas

 

R$ 15.000,00

R$ 60.000,00

2

Motor 50 cv

 

R$ 3.800,00

R$ 7.600,00

2

Motor 30 cv

 

R$ 2.800,00

R$ 5.600,00

2

Motor 20 cv

 

R$ 2.350,00

R$ 4.700,00

4

Chupão (cebola)

 

R$ 200,00

R$ 800,00

400

(m)

Mangueira de água 4”

R$ 13,00

R$ 5.200,00

300

(m)

Mangueira preta de 3”

R$ 10,00

R$ 3.000,00

50

(m)

Cano Flexível de alta resistência de 5”

R$ 25,00

R$ 1.250,00

100

(m)

Cano Flexível de alta resistência de 2”

R$ 18,00

R$ 1.800,00

2

Registro de 4”

 

R$ 100,00

R$ 200,00

4

Registro de 2”

 

R$ 800,00

R$ 320,00

1

Jg soquete ¾ 22 a 50

 

R$ 620,00

R$ 620,00

1

Jg soquete ¾ 7/8 a 2”

 

R$ 650,00

R$ 650,00

1

Conjunto de 20 PIPERACK´s

 

R$ 1.000,00

R$ 1.000,00

 

CASA DE RESUMIÇÃO e LABORATÓRIO

   

R$ 40.500,00

2

Amalgamadoras

 

R$ 9.000,00

R$ 18.000,00

2

Bateias

 

R$ 250,00

R$ 500,00

1

Retorta com copo de 1Kg

 

R$ 2.000,00

R$ 2.000,00

2

Cilindro de acetileno

 

R$ 2.000,00

R$ 4.000,00

2

Cilindro de oxigênio

 

R$ 2.500,00

R$ 5.000,00

1

Kit fundição (maçarico, cadinho, trempe, rilheira

)

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

1

Balança hidrostática

 

R$ 6.000,00

R$ 6.000,00

 

OBRAS CIVIS

   

R$ 313.000,00

1

Rampa de acesso

 

R$ 25.000,00

R$ 25.000,00

1

Caixa de rampa em aço 3-8

 

R$ 10.000,00

R$ 10.000,00

1

Galpão industrial de 90 m2 – Piso e cobertura

 

R$ 45.000,00

R$ 45.000,00

1

Sala de controle, vestiários, banheiros e depósito

R$ 35.000,00

R$ 35.000,00

1

Administração e refeitório

 

R$ 35.000,00

R$ 35.000,00

1

Casa de resumição

 

R$ 42.000,00

R$ 42.000,00

1

Trincheira impermeabilizada c/ cobertura p/ descarte do amalgamado

R$ 18.000,00

R$ 18.000,00

1

Lagoa de abastecimento 70x100m

 

R$ 38.000,00

R$ 38.000,00

1

Lagoa de transição 50x50m

 

R$ 25.000,00

R$ 25.000,00

1

Lagoa de descarte 100x75m

 

R$ 25.000,00

R$ 25.000,00

1

Tanque de Diesel 10.000 litros

 

R$ 15.000,00

R$ 15.000,00

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EXPLOTAÇÃO E TRANSPORTE

 

R$ 4.770.000,00

5

Escavadeira Hidráulica CAT 330 C

R$ 600.000,00

R$ 3.000.000,00

2

Pá carregadeira

R$ 280.000,00

R$ 560.000,00

6

Caminhão com caçamba (reduzido e traçado)

R$ 180.000,00

R$ 1.080.000,00

2

Camionete

R$ 65.000,00

R$ 130.000,00

 

OFICINA

 

R$ 75.813,00

1

Furadeira de Impacto 1/2cv bosch

R$ 600,00

R$ 600,00

1

Suporte de Serra Copo

R$ 50,00

R$ 50,00

1

Retifica Elétrica

R$ 235,00

R$ 235,00

1

Serra Copo jogo 19 a 76mm

R$ 415,00

R$ 415,00

2

Suporte Serra Copo 1 L

R$ 56,00

R$ 112,00

1

Jogo de chaves diversas

R$ 3.200,00

R$ 3.200,00

1

Talha elétrica 3 T

R$ 10.000,00

R$ 10.000,00

1

Extrator 3 garras

R$ 1.550,00

R$ 1.550,00

1

Motosserra MS 390

R$ 1.800,00

R$ 1.800,00

1

Jogo de Micrometros

R$ 1.600,00

R$ 1.600,00

2

Caixa de Ferramentas

R$ 1.925,00

R$ 3.850,00

2

Bancadas de Ferramentas

R$ 3.650,00

R$ 7.300,00

1

Ratificador de solda 400 A

R$ 3.000,00

R$ 3.000,00

1

Girrafa

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

1

Macaco Jacaré

R$ 900,00

R$ 900,00

1

Cj bomba de graxa

R$ 1.600,00

R$ 1.600,00

1

Serra Tico-Tico

R$ 600,00

R$ 600,00

1

Serra Circular

R$ 750,00

R$ 750,00

1

Almotolia

R$ 50,00

R$ 50,00

3

Marreta 5 Kg

R$ 110,00

R$ 330,00

1

Solda mig Lincoln 400l

R$ 6.000,00

R$ 6.000,00

1

Multicorte 3 cv

R$ 1.000,00

R$ 1.000,00

1

Furadeira Fresadora

R$ 18.000,00

R$ 18.000,00

1

Cj de Solda cote ppu

R$ 3.000,00

R$ 3.000,00

2

Jogos de Brocas

R$ 750,00

R$ 1.500,00

1

Esmirilhadeira 4 ½

R$ 800,00

R$ 800,00

1

Furadeira de Impacto 3/8

R$ 250,00

R$ 250,00

1

Esmirilhadeira de 7”

R$ 750,00

R$ 750,00

10

Picareta

R$ 35,00

R$ 350,00

2

Pá corte jardineira

R$ 37,00

R$ 37,00

2

Pá corte 7 cravos

R$ 34,00

R$ 34,00

3

Enxada

R$ 35,00

R$ 105,00

1

Nível de alumínio

R$ 45,00

R$ 45,00

5

Carrinho de mão

R$ 150,00

R$ 750,00

10

Pá concha

R$ 25,00

R$ 250,00

 

EPI´s

 

R$ 8.575,00

50

Avental de Raspa

R$ 40,00

R$ 2.000,00

20

Luva de algodão pigmentada

R$ 5,00

R$ 100,00

15

Óculos de proteção

R$ 25,00

R$ 375,00

30

Abafador de ruído concha

R$ 70,00

R$ 2.100,00

1

Máscara de solda

R$ 200,00

R$ 200,00

50

Luvas de raspa cano curto

R$ 6,00

R$ 300,00

50

Luvas de raspa cano longo

R$ 10,00

R$ 500,00

30

Capacete

R$ 20,00

R$ 600,00

40

Botinas

R$ 60,00

R$ 2.400,00

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS Memorial de Cálculo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS Memorial de Cálculo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS Memorial de Cálculo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS Memorial de Cálculo
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS Memorial de Cálculo

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

DEMONSTRATIVO DE CUSTOS MENSAIS

Memorial de Cálculo

PREMISSAS OPERACIONAIS:

 

Número de TURNOS (8 horas)

2

Dias Trabalhados

30

Total de turnos trabalhados

60

Carga horária total / mês

720

COEFICIENTE DE ATIVIDADE

75%

COEFICIENTE DE EFICIÊNCIA

100%

(-) Despesas operacionais

R$ 186.800,00

(-) COMBUSTIVEL (DIESEL)

R$ 108.000,00

(-) COMBUSTIVEL (Gasolina)

R$ 1.800,00

(-) ENERGIA ELÉTRICA *

R$ 40.000,00

(-) ENERGIA TÉRMICA

R$ 1.00,00

(-) MANUTENÇÃO EQUIPAMENTOS

R$ 30.000,00

(-) Manutenção PREVENTIVA

R$ 5.000,00

(-) Água de consumo e esgoto

R$ 1.000,00

(-) Despesas administrativas

R$ 20.250,00

(-) Contabilidade

R$ 750,00

(-) Conservação e segurança patrimonial

R$ 15.000,00

(-) Comunicação

R$ 2.500,00

(-) Material de laboratório

R$ 2.000,00

(-) Despesas de pessoal (fixos)

R$ 126.008,80

(-) Folha de pagamento

R$ 71.200,00

(-) Provisão de Férias + 13º Salário

R$ 15.000,00

(-) FGTS – Fundo de Garantia (8,5%)

R$ 6.052,00

(-) Encargos junto ao INSS (33,9%)

R$ 24.136,80

(-) Adicional de insalubridade

R$ 7.120,00

(-) Adicional noturno (entre 22:00 hs – 05:00 hs)

R$ 2.500,00

TOTAL DE GASTOS

R$ 333,058,80

BALANÇO ENERGÉTICO

 

Combustível

 

Caminhões (6)

 

Escavadeira Hidráulica (5)

 

Escavadeira Hidráulica (2)

 

Motores estacionados

 

Custo do litro de DIESEL

 

ENERGIA TÉRMICA

 

Preço cilindro Oxigênio (45 kg)

 

Preço cilindro Acetileno (45 kg)

 

ENERGIA ELÉTRICA

 

Quantidade KWH consumidor hora

 

Quantidade KWH consumidor batelada

 

Preço KWH de Energia Elétrica

 

Custo total da Energia Elétrica

 

ÁGUA INDUSTRIAL – Recirculante (vazão)

 
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa MÃO DE OBRA ADM 10 Geólogo –
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa MÃO DE OBRA ADM 10 Geólogo –
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Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa MÃO DE OBRA ADM 10 Geólogo –

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

MÃO DE OBRA ADM

10

Geólogo – RT

2

Gerente administrativo

1

Técnico químico (lab.)

1

Secretária

1

Porteiro

2

Auxiliar de serviços gerais

3

MÃO DE OBRA OPER

21

Chefe de equipe

2

Auxiliares

6

Operador de escavadeira

5

Operador de carregadeira

2

Motorista

6

TOTAL DE FUNCIONÁRIOS

31

MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS

 

Reposição de bola (5 ton/mês x R$ 4.000,00)

 

Jogo de Martelo (60 por mês x R$ 180,00)

 

Balata (segurança moinhos)

 

Caracol para bombas (1 cada 4 dias)

 
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 14. VIABILIDADE ECONÔMICA 14.1 - Investimento em
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 14. VIABILIDADE ECONÔMICA 14.1 - Investimento em
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 14. VIABILIDADE ECONÔMICA 14.1 - Investimento em
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 14. VIABILIDADE ECONÔMICA 14.1 - Investimento em

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

14. VIABILIDADE ECONÔMICA

14.1 - Investimento em maquinas e equipamentos para futura

explotação

Sendo as áreas de um mesmo proprietário a planta descrita acima será utilizada para o todos os processos.

14.2 - VIABILIDADE ECONOMICA (ÁREA I – DNPM 866.587/2005)

Com relação à área I, usaremos a viabilidade dos veios e as encaixante das cavas do Cocheiro e do 20.

Veio Cocheiro

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 60m para este veio, com uma distância linear de 600 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 54.000,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 116.100,00 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,40 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,40 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 2/1, perfazendo assim, uma média de 82,92 ppm ([0,23] de Au da Encaixante X 2 + [248,33] de Au do Veio / 3).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 116.100,00 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 82,92 ppm, teremos então 9.627 kg de ouro ou 9,627 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura

e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 66,34 ppm (82,92 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 66,34 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 66.340,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 49.755,00 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 48.262,35 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 48.262,35 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 1.206.558,7 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 1.206.558,7 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 56.557.439,00 (cinqüenta e seis milhões quinhentos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 56.557.439,00 (cinqüenta e seis milhões quinhentos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 56.557.439,00 (cinqüenta e seis milhões quinhentos e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 56.557.439,00 (cinqüenta e seis milhões quinhentos e

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

56.557.439,00 (cinqüenta e seis milhões quinhentos e cinqüenta e

sete mil e quatrocentos e trinta e nove dólares americanos) e com

o dólar americano cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um

valor final de R$ 89.360.753,00 (oitenta e nove milhões trezentos

e sessenta mil setecentos e cinqüenta e três reais). Visto que os

custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará um valor total de R$ 89.360.753,00 teremos um saldo positivo de R$ 89.027.695,00 (oitenta e nove milhões vinte e sete mil seiscentos e noventa e cinco reais).

Veio 20

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 75m para este veio, com uma distância linear de 500 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 56.250,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 120.937,50 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,60 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,30 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 1/1, perfazendo assim, uma média de 14,06 ppm ([0,31] de Au da Encaixante X 1 + [27,81] de Au do Veio / 2).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 120.937,50 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 14,06 ppm, teremos então 1.700,38 kg de ouro ou 1,700 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura

e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 11,25 ppm (14,06 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 11,25 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 11.250,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 8.437,50 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 8.184,37 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 8.184,37 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 204.609,37 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 204.609,37 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$ 9.591.064,20 (nove milhões quinhentos e noventa e um mil e sessenta e quatro dólares americanos e vinte centavos) e com o dólar americano

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa cotado na mesma data em R$ 1,58
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa cotado na mesma data em R$ 1,58
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa cotado na mesma data em R$ 1,58
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa cotado na mesma data em R$ 1,58

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um valor final de R$ 15.153.881,00 (quinze milhões cento e cinqüenta e três mil oitocentos e oitenta e um reais). Visto que os custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará um valor total de R$ 15.153.881,00 teremos um saldo positivo de R$ 14.820.823,00 (quatorze milhões oitocentos e vinte mil oitocentos e vinte e três reais).

14.3 - VIABILIDADE ECONOMICA (ÁREA II – DNPM 866.977/2010)

Com relação à área II, usaremos a viabilidade dos veios e as encaixante das cavas do Tchem, Laje e Tira Blefo.

Veio Tchem

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 60m para este veio, com uma distância linear de 600 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 54.000,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 116.100,00 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,30 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,45 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 3/1, perfazendo assim, uma média de 32,5 ppm ([0,2] de Au da Encaixante X 3 + [128,5] de Au do Veio / 4).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 116.100,00 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 32,5 ppm, teremos então 3.773,25 kg de ouro ou 3,773 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 26 ppm (32,5 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 26 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 26.000,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 19.500,00 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 18.915,00 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 18.915,00 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 47.2875,00 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 47.2875,00 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 22.166.015,00 (vinte e dois milhões cento e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 22.166.015,00 (vinte e dois milhões cento e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 22.166.015,00 (vinte e dois milhões cento e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa 22.166.015,00 (vinte e dois milhões cento e

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

22.166.015,00 (vinte e dois milhões cento e sessenta e seis mil e quinze dólares americanos) e com o dólar americano cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um valor final de R$ 35.022.303,00

(trinta e cinco milhões vinte e dois mil trezentos e três reais). Visto que os custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará um valor total de R$ 35.022.303,00 teremos um saldo positivo de R$ 34.689.245,00 (trinca

e

quatro milhões seiscentos e oitenta e nove mil duzentos e quarenta

e

cinco reais).

Veio Laje

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 80m para este veio, com uma distância linear de 750 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 90.000,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 193.500,00 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,40 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,40 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 2/1, perfazendo assim, uma média de 59,34 ppm ([51,9] de Au da Encaixante X 2 + [74,23] de Au do Veio / 3).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 193.500,00 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 59,34 ppm, teremos então 11.482,29 kg de ouro ou 11,482 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura

e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 47,47 ppm (59,34 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 47,47 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 47.470,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 35.602,50 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 34.534,42 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 34.534,42 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 863.360,62 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 863.360,62 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$ 40.470.029,00 (quarenta milhões quatrocentos e setenta mil e vinte e nove dólares americanos) e com o dólar americano cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um valor final de R$ 63.942.645,00

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa (sessenta e três milhões novecentos e quarenta
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa (sessenta e três milhões novecentos e quarenta
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa (sessenta e três milhões novecentos e quarenta
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa (sessenta e três milhões novecentos e quarenta

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(sessenta e três milhões novecentos e quarenta e dois mil seiscentos e quarenta e cinco reais). Visto que os custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará um valor total de R$ 63.942.645,00 teremos um saldo positivo de R$ 63.609.560,00 (sessenta e três milhões seiscentos e nove mil quinhentos e sessenta reais).

Veio Tira Blefo

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 75m para este veio, com uma distância linear de 700 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 78.750,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 169.312,50 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,30 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,45 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 3/1, perfazendo assim, uma média de 30,36 ppm ([5,4] de Au da Encaixante X 3 + [105,25] de Au do Veio / 4).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 169.312,50 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 30,36 ppm, teremos então 5.140,33 kg de ouro ou 5,140 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura

e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 24,28 ppm (30,36 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 24,28 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 24.288,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 18.216,00 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 17.669,52 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 17.669,52 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 441.738,00 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 441.738,00 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$ 20.706.468,00 (vinte milhões setecentos e seis mil quatrocentos e sessenta e oito dólares americanos) e com o dólar americano cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um valor final de R$ 32.716.219,00 (trinta e dois milhões setecentos e dezesseis mil duzentos e dezenovo reais). Visto que os custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa um valor total de R$ 32.716.219,00 teremos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa um valor total de R$ 32.716.219,00 teremos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa um valor total de R$ 32.716.219,00 teremos
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa um valor total de R$ 32.716.219,00 teremos

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

um valor total de R$ 32.716.219,00 teremos um saldo positivo de R$ 32.383.161,00 (trinta e dois milhões trezentos e oitenta e três mil cento e sessenta e um reais).

14.4 - VIABILIDADE ECONOMICA (ÁREA III – DNPM 867.061/2010)

Com relação à área III, usaremos a viabilidade dos veios e as encaixante das cavas do 38 e 44.

Veio 38

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 95m para este veio, com uma distância linear de 850 metros e a largura veio/encaixante de 1,50m, (Profundidade X Distância Linear X Largura) teremos, portanto, 121.125,00 m³ que multiplicado pela densidade do material que é 2,15m³/ton teremos então 260.418,75 Toneladas a serem processadas.

Tomando-se por base que o veio possui em torno de 0,20 metros de espessura e que a rocha encaixante esta pelo menos mineralizada em 0,50 metros para cada lado do veio, teremos, portanto uma relação encaixante/veio de 5/1, perfazendo assim, uma média de 57,30 ppm ([62,41] de Au da Encaixante X 5 + [31,87] de Au do Veio / 6).

Portanto a quantidade de ouro contido neste filão/encaixante levando em consideração os parâmetros acima de, 260.418,75 ton de material

a serem processadas e uma concentração média de ouro de 57,30 ppm, teremos então 14.921,99 kg de ouro ou 14,921 ton.

Porém como a concha da escavadeira hidráulica tem 1,5m de largura

e a área mineralizada veio/encaixante é 1,2m teremos a concentração em ppm reduzida para 45,84 ppm (62,41 ppm X 0,80).

A capacidade de processamento da planta a ser instalada é de 1.000

toneladas por dia, portanto teremos 45,84 ppm X 1.000 Toneladas o que nos dará 45.840,00 gramas de Au/Dia. Levando-se em consideração ainda uma recuperação histórica para este sistema de processamento de 75 % teremos então, 34.380,00 gramas/dia. Cabe ressaltar que a pureza do material é da ordem de 97%, portanto teremos 33.348,60 gramas/dia.

é da ordem de 97%, portanto teremos 33.348,60 gramas/dia. Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 833.715,00 g

Considerando-se 25 dias trabalhados, teremos 833.715,00 g por mês. Com base na cotação do ouro (Au) em 28/04/2011, que é de U$$ 46,875/g podemos afirmar esse valor como reserva natural verdadeiramente existente na área, e que corresponde a U$$ 39.080.390,00 (trinta e nove milhões oitenta mil trezentos e noventa dólares americanos) e com o dólar americano cotado na mesma data em R$ 1,58 obtemos um valor final de R$ 61.747.016,00 (sessenta

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa e um milhões setecentos e quarenta e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa e um milhões setecentos e quarenta e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa e um milhões setecentos e quarenta e
Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa e um milhões setecentos e quarenta e

Projeto Figueira Branca - Relatório Final de Pesquisa

e um milhões setecentos e quarenta e sete mil e dezesseis reais).

Visto que os custos mensais de operação serão na ordem de R$ 333.058,80, e que a explotação referente a 01 (um) mês gerará um valor total de R$ 61.747.016,00 teremos um saldo positivo de R$ 61.413.958,00 (sessenta e um milhões quatrocentos e treze milhões novecentos e cinqüenta e oito reais).

Veio 44

Para base de cálculo do material a ser processado, inferimos uma profundidade de 90m para este veio, com uma distância linear de