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Planos de Manejo garantem produção

de alimentos em ambiental

áreas de proteção

zonas observado

polares nos

fenômeno a óptico

boreal, próximas

Aurora de regiões

céus

a óptico boreal, próximas Aurora de regiões céus • • Matemática – Matrizes pg. 02 •

Matemática – Matrizes

pg. 02

Matemática – Determinantes

pg. 04

Física – Óptica geométrica

Física – Refração da luz

pg. 06

pg. 08

Português – Perscrutando o texto

pg. 10

geométrica • • Física – Refração da luz pg. 06 pg. 08 • • Português –

Pesquisas de alunos da UEA contribuem para preservação da floresta

Melhoramento genético, preservação de ecossistemas e recuperação de áreas degradadas. Estes são alguns dos focos das pesquisas desenvolvidas por alunos do curso de Engenharia Florestal da UEA em trabalhos de conclusão de curso. As pesquisas, ainda

que preliminares, já demonstram resultados significativos no esforço de produzir conhecimentos aplicáveis ao manejo e proteção de recursos florestais e representam uma parte da contribuição da UEA para preservação do ecossistema da região e melhoria das condições de vida do homem amazônico.

É o caso da pesquisa desenvolvida por

Larissa Chevreuil. Orientada pela pelas

professoras Silvana Cristina Pando e Márcia Bananeira Castro e Silva, a estudante pesquisou a caracterização de proteínas de sementes florestais da Amazônia. Com esse trabalho, a aluna foi aprovada no Programa de Pós-Graduação em Ciências de Florestas Tropicais do INPA.

A avaliação de sementes, principal insumo

para produção de mudas de qualidade

usadas no reflorestamento, foi o objeto de um outro estudo, desenvolvido pela aluna Adriana de Araújo Bastos. O trabalho, inserido no projeto Parkia, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi orientado pelas professoras Ângela Maria da Silva Mendes

e Maria da Glória Gonçalves de Melo.

Desenvolvendo estudos sobre plantas jovens de mogno (Swietena macrophylla King), o acadêmico Adamir da Rocha Nina Júnior buscou identificar o melhor ambiente de plantio da espécie. A pesquisa, cujos resultados devem viabilizar plantios por meio da seleção de indivíduos de alta

performance produtiva e também o manejo florestal, garantiu ao acadêmico, aprovação em três cursos de mestrado, em algumas das principais instituições de pesquisa do Estado: Ufam, UEA e INPA. O trabalho foi orientado pelos professores José Francisco de Carvalho Gonçalves e Ananias Alves Cruz.

A identificação de doenças em espécies

florestais da Amazônia foi o tema central do trabalho da aluna Áurea da Silva Trindade. Considerando a escassez de estudos sobre doenças mais incidentes da região, ela identificou três novas doenças foliareas em mudas de andiroba (Carapa guianensis), jacareúba (Calophyllum brasiliensis), ipê roxo (Tabebuia impetiginosa) e mogno (Swietena macrophylla). O trabalho representa o primeiro passo para a adoção de manejo fitossanitário em plantios e no manejo sustentável das espécies nativas.

Matemática

e no manejo sustentável das espécies nativas. Matemática Professor CLÍCIO Matrizes Notação geral Costuma-se

Professor CLÍCIO

das espécies nativas. Matemática Professor CLÍCIO Matrizes Notação geral Costuma-se representar as matrizes

Matrizesdas espécies nativas. Matemática Professor CLÍCIO Notação geral Costuma-se representar as matrizes por

espécies nativas. Matemática Professor CLÍCIO Matrizes Notação geral Costuma-se representar as matrizes por

Notação geral Costuma-se representar as matrizes por letras maiúsculas e seus elementos por letras minúsculas, acompanhadas por dois índicesz que indicam, respectivamente, a linha e a coluna que o elemento ocupa.

Assim, uma matriz A do tipo m x n é representada

por:

Assim, uma matriz A do tipo m x n é representada por: ou, abreviadamente, A =

ou, abreviadamente, A = [a ij ] m x n , em que i e j representam, respectivamente, a linha e a coluna que o elemento ocupa. Por exemplo, na matriz anterior, a 23 é o elemento da 2. a linha e da 3. a coluna.

Na matriz , temos: Ou na matriz B = [ −1 0 2 5 ],
Na matriz
, temos:
Ou na matriz B = [ −1 0 2 5 ], temos: a 11 = −1,

a 12 = 0, a 13 = 2 e a 14 = 5.

Denominações especiais

Algumas matrizes, por suas características,

recebem denominações especiais. Matriz linha: matriz do tipo 1 x n, ou seja, com uma única linha. Por exemplo, a matriz

A =[4 7 3 1], do tipo 1 x 4.

Matriz coluna: matriz do tipo m x 1, ou seja, com uma

Por exemplo,

.
.

Matriz diagonal: matriz quadrada em que todos os elementos que não estão na diagonal principal são nulos. Por exemplo:

não estão na diagonal principal são nulos. Por exemplo: Matriz identidade : matriz quadrada em que

Matriz identidade: matriz quadrada em que todos os elementos da diagonal principal são iguais a 1 e os demais são nulos; é representada por I n , sendo n a ordem da matriz. Por exemplo:

Assim, para uma matriz identidade: I n
Assim, para uma matriz identidade:
I n

Matriz transposta: matriz A t obtida a partir da matriz A trocando-se ordenadamente as linhas por colunas ou as colunas por linhas. Por

exemplo: Se
exemplo:
Se
por colunas ou as colunas por linhas. Por exemplo: Se Desse modo, se a matriz A

Desse modo, se a matriz A é do tipo m x n, A t é do tipo n x m. Note que a 1. a linha de A corresponde à 1. a coluna de A t e a 2. a linha de A corresponde à 2. a coluna de A t .

Matriz simétrica: matriz quadrada de ordem n,

tal que A = A t . Por exemplo,

quadrada de ordem n, tal que A = A t . Por exemplo, é simétrica, pois

é simétrica, pois a 12 = a 21 = 5, a 13 = a 31 = 6,

a 23 = a 32 = 4, ou seja, temos sempre a ij = a ji .

Matriz oposta: matriz −−A obtida a partir de A trocando-se o sinal de todos os
Matriz oposta: matriz −−A obtida a partir de A
trocando-se o sinal de todos os elementos de A.
Por exemplo,
.

única coluna. Por exemplo,

elementos de A. Por exemplo, . única coluna. Por exemplo, , dotipo 3 x 1. Matriz

, dotipo 3 x 1.

Matriz quadrada: matriz do tipo n x n, ou seja, com o mesmo número de linhas e colunas; dizemos que a matriz é de ordem n. Por

exemplo, a matriz

dizemos que a matriz é de ordem n . Por exemplo, a matriz é do tipo

é do tipo 2 x 2, isto

Igualdade de matrizes

Duas matrizes, A e B, do mesmo tipo m x n, são iguais se, e somente se, todos os elementos que ocupam a mesma posição são iguais:

A=Ba ij = b ij para todo 1i m e todo 1jn.

i j para todo 1 ≤ i ≤ m e todo 1 ≤ j ≤ n.

e A = B, então

é, quadrada de ordem 2.

Numa matriz quadrada, definimos a diagonal principal e a diagonal secundária. A principal é formada pelos elementos a ij tais que i = j. Na

secundária, temos i + j = n + 1.

c = 0 e b = 3

Operações envolvendo matrizes

Adição

Dadas as matrizes, A = [a ij ] mxn e B = [b ij ] mxn , chamamos de soma dessas matrizes a matriz

C = [C ij ] mxn , tal que C ij = a ij + b ij , para todo:

l i m e todo l j n

A + B = C

Exemplos:

Veja:
Veja:

Observe a matriz a seguir:

≤ n A + B = C Exemplos: Veja: Observe a matriz a seguir: a 1
≤ n A + B = C Exemplos: Veja: Observe a matriz a seguir: a 1

a 11 = 1 é elemento da diagonal principal, pois

i = j = 1

a 31 = 5 é elemento da diagonal secundária, pois

i + j = n + 1 (3 + 1 = 3 + 1) Matriz nula: matriz em que todos os elementos são nulos; é representada por 0 m x n .

Observação: A + B existe se, e somente se, A

e B forem do mesmo tipo.

Propriedades

Sendo A, B e C matrizes do mesmo tipo (m x n), temos as seguintes propriedades para a

adição:

a) comutativa: A + B = B + A

2
2

b) associativa: ( A + B) + C = A + ( B + C)

c) elemento neutro: A + 0 = 0 + A = A, sendo

0 a matriz nula m x n

d) elemento oposto: A + (A) = (A) + A = 0

Subtração

Dadas as matrizes A = [a ij ] mxn e B = [b ij ] mxn , chamamos de diferença entre essas matrizes a soma de A com a matriz oposta de B:

A B = A + ( B )

Observe:

a matriz oposta de B : A − B = A + ( − B )

Multiplicação de um número real por uma matriz

Dados um número real x e uma matriz A do tipo

m x n, o produto de x por A é uma matriz B do

tipo m x n obtida pela multiplicação de cada elemento de A por x, ou seja, b ij = xa ij :

B = x . A. Observe o seguinte exemplo:

j = xa i j : B = x . A. Observe o seguinte exemplo: Propriedades

Propriedades

Sendo A e B matrizes do mesmo tipo ( m x n) e x e y números reais quaisquer, valem as seguintes propriedades:

a)associativa: x . (yA) = (xy) . A b)distributiva de um número real em relação à adição de matrizes: x . (A + B) = xA + xB

c) distributiva de uma matriz em relação à adição de dois números reais: (x + y) . A = xA = yA

d)elemento neutro: xA = A, para x=1, ou seja, A=A

Multiplicação de matrizes

O produto de uma matriz por outra não é

determinado por meio do produto dos seus respectivos elementos.

Assim, o produto das matrizes A = (a ij ) mxp e

B = (b ij ) pxn é a matriz C = (c ij ) mxn em que cada

elemento c ij é obtido por meio da soma dos produtos dos elementos correspondentes da ié- sima linha de A pelos elementos da j-ésima coluna B.

ié- sima linha de A pelos elementos da j-ésima coluna B . Vamos multiplicar a matriz

Vamos multiplicar a matriz para entender como se obtém cada C ij :

1. a linha e 1. a coluna:
1. a linha e 1. a coluna:
1. a linha e 2. a coluna:
1. a linha e 2. a coluna:

2. a linha e 1. a coluna:

2. a linha e 2. a coluna:
2. a linha e 2. a coluna:

Assim, observe que:

a coluna: 2. a linha e 2. a coluna: Assim, observe que: Portanto, A . B

Portanto, A . B B . A, ou seja, para a multiplica- ção de matrizes não vale a propriedade comutativa. Vejamos outro exemplo com as matrizes:

comutativa. Vejamos outro exemplo com as matrizes: Da definição, temos que a matriz produto A .
comutativa. Vejamos outro exemplo com as matrizes: Da definição, temos que a matriz produto A .

Da definição, temos que a matriz produto A . B só existe se o número de colunas de A for igual ao número de linhas de B:

de colunas de A for igual ao número de linhas de B : A matriz produto

A matriz produto terá o número de linhas de A

(m) e o número de colunas de B(n):

Se A 3 x 2 e B 2 x 5 , então (A . B) 3 x 5 Se A 4 x 1 e B 2 x 3 , então não existe o produto Se A 4 x 2 e B 2 x 1 , então (A . B) 4 x 1

Propriedades

Verificadas as condições de existência para a

multiplicação de matrizes, valem as seguintes

propriedades:

a) associativa: (A . B). C = A .(B . C)

b) distributiva em relação à adição: A .(B + C)=

A . B + A . C ou (A + B). C = A . C + B . C

c) elemento neutro: A . I n = I n . A = A, sendo I n

a matriz identidade de ordem n

Vimos que a propriedade comutativa, geralmen- te, não vale para a multiplicação de matrizes. Não vale também o anulamento do produto, ou

seja: sendo 0 m x n uma matriz nula, A .B =0 m x n não implica, necessariamente, que A = 0 m x n ou

B

Matriz inversa

Dada uma matriz A, quadrada, de ordem n, se

existir uma matriz A’, de mesma ordem, tal que

A . A’ = A’ . A = I n , então A’ é matriz inversa de

A . representamos a matriz inversa por A -1 .

= 0 m x n .

Exemplos: 01. (FGV)Determinar a inversa da matriz . Solução:
Exemplos:
01. (FGV)Determinar a inversa da matriz
.
Solução:
01. (FGV)Determinar a inversa da matriz . Solução: 02. (PUC) Determine a matriz X na equação

02. (PUC) Determine a matriz X na equação

A.(B+X) T = C, sabendo- se que A, B e C são inversíveis. Solução:

A.(B + X) T = C A -1 .A.(B + X) T = A -1 .C I 2 .(B + X) T = A -1 .C (B + X) T = A -1 .C

B + X = (A -1 .C) T X = (A -1 .C) T –
B
+ X = (A -1 .C) T
X
= (A -1 .C) T – B
3

Desafio

Matemático

01.

Sendo A=

Sendo A= e B= ,calcule o

e B=

Sendo A= e B= ,calcule o

,calcule o

 

valor

 

de 2 A – B.

a)

b) e)

b)

e)

a) b) e) c)

c)

c)

d)

02.

Se A e B são matrizes do tipo 2 x 3, qual das seguintes operações não pode ser efetuada?

a)

A + B

b) A t – B t

c)(A + B) . B t

d)

B t . A

e) A . B

03.

Sabe-se que as ordens das matrizes A,

B

e C são, respectivamente, 3xr, 3xs, e

2xt. Se a matriz (A – B) . C é de ordem

3x4, então r + s + t é igual a:

a)

6

b) 8

c) 10

d)

12

e) 14

04.

Dadas as matrizes A=

e

e

B=

, conclui-se que a matriz:

, conclui-se que a matriz:

a) AB é nula

 

b) BA é não nula

c) A 2 é nula

d) B 2 é nula

e) A + B é nula

Multiplicando

e) A + B é nula Multiplicando
e) A + B é nula Multiplicando obtemos
obtemos
obtemos

obtemos

05.

. O produto dos elementos a e b
.
.

O produto dos elementos a e b

da primeira matriz é:

 

a)

–2

b) –1

c) 0

d)

1

e) 6

06.

Sejam as matrizes M=

Sejam as matrizes M= e

e

T=

.
.

Se M . T é a matriz nula 2 x 1,

então p . q é igual a:

 

a)

–12

b) –15

c) –16

d)

–18

07.

O

valor de x para o qual se tem

é:

é:

a)

–2

b) –1

c) 0

d)

1

e) 2

08.

Se A é igual a

igual a:

, então A 3 é

a)

b) c) e)
b)
c)
e)

d)

Desafio

Matemático

Matemática

Desafio Matemático Matemática Professor CLÍCIO Determinantes 01. Dadas as matrizes A= e B= , o determinante

Professor CLÍCIO

Desafio Matemático Matemática Professor CLÍCIO Determinantes 01. Dadas as matrizes A= e B= , o determinante

DeterminantesDesafio Matemático Matemática Professor CLÍCIO 01. Dadas as matrizes A= e B= , o determinante da

Matemático Matemática Professor CLÍCIO Determinantes 01. Dadas as matrizes A= e B= , o determinante da

01. Dadas as matrizes A=

Professor CLÍCIO Determinantes 01. Dadas as matrizes A= e B= , o determinante da matriz A

e B=

,
,

o determinante da matriz A . B é:

a)

–1

b) 6

c) 10

d)

12

e) 14

02. São dadas as matrizes M 1 =

d) 12 e) 14 02. São dadas as matrizes M 1 = e Entenderemos por determinante

e

Entenderemos por determinante , como sendo um número ou uma função, associado a uma matriz quadrada , calculado de acordo com regras específicas .

É importante observar , que só as matrizes quadradas possuem determinante.

1. Regra para o cálculo de um determinante

de 2. ª ordem.

Dada a matriz quadrada de ordem 2 temos que:

O determinante de A será indicado por det(A) e

calculado da seguinte forma:

det (A) = 1/2 A1/2 = ad bc

Exemplo:

,
,
seguinte forma: det (A) = 1/2 A1/2 = ad − bc Exemplo: , M 2 =

M 2 =

determinante da matriz M 2 vale D, o determinante de M 1 valerá:

. Considerando-se que o

a)

–2D -1

b) –2D

c) –1/2D

d)

1/2D -1

e) 1/2D

= senx . senx − [cosx . ( − cosx)] [cosx . (cosx)]

= senx . senx + cosx . cosx

Regra para o cálculo de um determinante de 3. a ordem (Regra de SARRUS).

Para o cálculo de um determinante de 3. a ordem pela Regra de Sarrus, proceda da seguinte maneira:

1. Reescreva abaixo da 3. a linha do determinante,

03. Calcule o valor de x, a fim de que o determinante da matriz A seja nulo:

a) x = 7 b) x = 10 c) x = 13 d) x =
a)
x = 7
b) x = 10
c) x = 13
d)
x = 15
e) x = 9

a 1. a e 2. a linhas do determinante.

2. Efetue os produtos em “diagonal”, atribuindo

sinais negativos para os resultados à esquerda

e sinal positivo para os resultados à direita.

3. Efetue a soma algébrica. O resultado encontrado será o determinante associado à matriz dada.

Exemplo:
Exemplo:

Portanto, o determinante procurado é o número real positivo 8.

Principais propriedades dos determinantes

P1. Somente as matrizes quadradas possuem determinantes.

P2. O determinante de uma matriz e de sua

transposta são iguais: det(A) = det( A t ). P3. O determinante que tem todos os elementos de uma fila iguais a zero , é nulo. Obs: Chama-se FILA de um determinante,

P4. Se trocarmos de posição duas filas paralelas de um determinante, ele muda de sinal. P5. O determinante que tem duas filas paralelas iguais ou proporcionais, é nulo.

P6. Multiplicando-se (ou dividindo-se) os elemen- tos de uma fila por um número, o determinan- te fica multiplicado (ou dividido) por esse número. P7. Um determinante não se altera quando se substitui uma fila pela soma desta com uma fila paralela, multiplicada por um número real qualquer. P8. Determinante da matriz inversa:

det( A -1 )= 1/det(A).

Se A -1 é a matriz inversa de A , então A . A -1 =

A -1 . A = I n , onde I n é a matriz identidade de ordem n. Nestas condições , podemos afirmar que det(A.A -1 ) = det(I n ) e portanto igual a 1. Logo , podemos também escrever det(A) . det(A -1 ) = 1; logo , concluímos que: det(A -1 ) = 1/det(A). Notas:

1. Se det(A) = 0 , não existe a matriz inversa A 1 . Dizemos então que a matriz A é SINGULAR ou NÃO INVERSÍVEL .

2. Se det A 0, então a matriz inversa A -1 existe e é única. Dizemos então que a

matriz A é INVERSÍVEL .

04. Na matriz A, faça K = 0 e resolva a

equação matricial de x – y – z. . Dê o valor a) 0 b)
equação matricial
de x – y – z.
. Dê o valor
a)
0
b) 1
c) 2
d)
3
e) 4
05. Seja a matriz A=
.

Sabendo-se que A t = A, calcule o determinante da matriz A – A 2 + I

sendo I 3 a matriz identidade de ordem

3.

a)

d)

–35

–76

b) 67

e) –54 2 x + 2 –x

c) 89

2 x 2 –x

2 qualquer LINHA ou COLUNA.

3 ,

06. Sendo a= ––––––– e b=–––––– , o

2

2

determinante da matriz a:

a) 1/4

b) 4

c) 1

é igual, o 2 2 determinante da matriz a: a) 1/4 b) 4 c) 1 d) 1/2

d) 1/2

07. Calcular x e y de sorte que:

b) 4 c) 1 é igual d) 1/2 07. Calcular x e y de sorte que:

a) x = 1, y = 3

b) x = 3, y = 2

c) x = 4, y = 4

d) x = 4, y = 3

P9. Se todos os elementos situados de um mesmo lado da diagonal principal de uma matriz quadrada de ordem n, forem nulos (matriz triangular), o determinante é igual ao produto dos elementos da diagonal principal. P10.Se A é matriz quadrada de ordem n e kIR então det(k.A) = k n . det A

Exemplos:

1) Qual o determinante associado à matriz?

det A Exemplos: 1) Qual o determinante associado à matriz? Observe que a 4. ª linha

Observe que a 4.ª linha da matriz é proporcional

à 1.ª linha (cada elemento da 4.ª linha é obtido

multiplicando os elementos da 1.ª linha por 3).

Portanto, pela propriedade P5, o determinante da matriz dada é NULO.

2) Calcule o determinante:

da matriz dada é NULO. 2) Calcule o determinante: Observe que a 2. ª coluna é

Observe que a 2.ª coluna é composta por zeros; FILA NULA POSSUI DETERMINANTE NULO , conforme propriedade P3 acima. Logo, D=0.

3) Calcule o determinante:

propriedade P3 acima. Logo, D=0. 3) Calcule o determinante: Ora, pela propriedade P9 acima, temos: D

Ora, pela propriedade P9 acima, temos:

D = 2.5.9 = 90

Definições.

a) Chama-se Menor Complementar (D ij ) de um elemento a ij de uma matriz quadrada A, ao determinante que se obtém eliminando-se a linha i e a coluna j da matriz. Assim, dada a matriz quadrada de terceira ordem (3x3) A a seguir :

dada a matriz quadrada de terceira ordem (3x3) A a seguir : Podemos escrever: Da mesma

Podemos escrever:

de terceira ordem (3x3) A a seguir : Podemos escrever: Da mesma forma determinaríamos D 1

Da mesma forma determinaríamos D 11 , D 12 ,

D

13 ,

D 21 , D 22 , D 31 , D 32 e D 33 . Faça os cálculos

como exercício! b)Cofator de um elemento a ij de uma matriz :

cof (a ij ) = (1 ) i+j . D ij . Assim, por exemplo, o cofator do elemento

a 23 = 9 da matriz do exemplo anterior, seria

igual a:

cof(a 23 ) = (1) 2+3 . D 23 = (1) 5 . 10 = 10.

Teorema de Laplace.

determinante de uma matriz quadrada é igual à soma dos produtos dos elementos de uma fila qualquer (linha ou coluna) pelos respectivos cofatores.

Este teorema permite o cálculo do determi- nante de uma matriz de qualquer ordem. Como já conhecemos as regras práticas para

o cálculo dos determinantes de ordem 2 e de

ordem 3, só recorremos à este teorema para

o cálculo de determinantes de 4. a ordem em

diante. O uso desse teorema, possibilita

abaixar a ordem do determinante. Assim, para

o cálculo de um determinante de 4. a ordem, a

sua aplicação resultará no cálculo de quatro determinantes de 3. a ordem. O cálculo de determinantes de 5. a ordem, já justifica o uso de planilhas eletrônicas, a exemplo do Excel for Windows, Lótus 1-2-3, entre outros.

Para expandir um determinante pelo teorema de Laplace, é mais prático escolher a fila (linha ou coluna) que contenha mais zeros, pois isto vai facilitar e reduzir o número de cálculos necessários.

Pierre Simon Laplace – (1749–1827) – Matemático e astrônomo francês.

4
4

Cálculo da inversa de uma matriz.

a) A matriz inversa de uma matriz X , é a matriz X -1 , tal que X . X -1 = X -1 . X = I n , onde I n é a matriz identidade de ordem n. b)Matriz dos cofatores da matriz A: é a matriz obtida substituindo-se cada elemento pelo seu respectivo cofator. Símbolo: cof A . c) Fórmula para o cálculo da inversa de uma matriz:

A -1 =––––– detA . (cofA) T Onde: A -1 = matriz inversa de A; det A = determinante da matriz A; (cof A) T = matriz transposta da matriz dos cofatores de A .

Determinante de matrizes de Vandermonde

Chama-se matriz de Vandermonde a toda matriz quadrada de ordem n x n , ou seja,

1

a toda matriz quadrada de ordem n x n , ou seja, 1 com n linhas

com n linhas e n colunas, da forma geral:

Observe que na matriz de Vandermonde acima, temos:

a) a primeira linha é composta por bases do tipo a i (i N , conjunto dos números naturais)

elevado a zero, ou seja, a 1 , a 2 ,

, a n

elevadas ao expoente zero e portanto são todas iguais a 1, pois a 0 = 1 para todo aR, conjunto dos números reais. b)a segunda linha é composta por bases do

tipo a i elevado à unidade, ou seja, a 1 , a 2 , a n elevadas ao expoente um e portanto são todas iguais a si próprio, pois a 1 = a para todo aR. Sendo assim, a matriz genérica acima pode ser reescrita na forma a seguir:

Numa matriz de Vandermonde, os elementos

a 1 , a 2 , a 3 ,

característicos da matriz. Assim, por exemplo, na matriz de Vandermonde abaixo,

, a n são denominados elementos

,

Vandermonde abaixo, , a n são denominados elementos , os elementos característicos são 5, 6 e

os elementos característicos são 5, 6 e 7. Observe que a matriz é de Vandermonde pois na terceira linha os elementos são obtidos da segunda linha, quadrando cada termo, ou seja:

25 = 5 2 , 36 = 6 2 e 49 = 7 2 . Prova-se que o de uma matriz de Vandermonde pode ser obtido multiplicando- se todas as diferenças possíveis entre os elementos característicos (a i – a k ) com a condição de que i>k. Assim, por exemplo, na matriz M acima, o determinante será igual a :

|M| = (6 – 5).(7 – 6).(7 – 5) = 1.1.2 = 2.

Veja mais um exemplo:

Calcule o determinante de Vandermonde abaixo:

um exemplo: Calcule o determinante de Vandermonde abaixo: Ora, como os elementos característicos são 5, 3,

Ora, como os elementos característicos são 5, 3, 2 e 4, o determinante será igual a:

|D| = (3 – 5).(2 – 5).(2 – 3).(4 – 5).(4 – 3).(4 – 2) = (–2).(–3).(–1).(–1).1.2 = 12

Claro que este método de cálculo de, aplica-se somente a matrizes de Vandermonde.

Nota: como o determinante de Vandermonde é obtido multiplicando-se todas as diferenças pos- síveis (a i – a k ) entre os elementos característicos, com a condição que i > k, podemos concluir que se pelo menos dois dos elementos carac- terísticos forem iguais entre si, o determinante será nulo, pois aparecerá um zero no produto.

determinante será nulo, pois aparecerá um zero no produto. Exemplo: = 0 ⇔ (5 − 7)

Exemplo:

= 0 ⇔ (5 − 7) . (X − 7) . (x − 5) = 0 (5 7) . (X 7) . (x 5) = 0

(2) . (x 7) . (x 5) = 0 x = 7

Então, se x for igual a 5 ou a 7, o determinante de Vandermonde acima será nulo.

x = 5

Exercícios resolvidosa 7, o determinante de Vandermonde acima será nulo. x = 5 Desafio Matemático 01. Dada

Desafio

Matemático

01. Dada uma matriz A de ordem 3, cujo deter-

minante é igual a 2, calcule o determinante da

matriz 2A.

a) 12 b) 14 c) 16 d) 18 e) 20 Resolução: Det (2A) = 2
a)
12
b) 14
c) 16
d)
18
e) 20
Resolução:
Det (2A) = 2 3 .det A = 8. 2 = 16
02. O valor do determinante da matriz
é
igual a:
a)
2
b) 3
c) 4
d)
0
e) –1
Resolução:
–x
–x
2
x + 2
2
x – 2
03. Sendo a=–––––––– 2 e b=–––––––– 2 , o
determinante da matriz
é igual a:
a)
1/4
b) 4
c) 1
d)
1/2
e) 2

Resolução:

–x –x 2 x + 2 2 x + 2 a – b = ––––––––
–x
–x
2 x + 2
2 x + 2
a – b = –––––––– – –––––––– = 2 –x
2
2
–x
–x
2 x – 2
2 x – 2
a + b = –––––––– – –––––––– = 2 x
2
2

04. Quais os valores assumidos pela função

a) [0;1] b) ]0;1] d) ]0;1[ e) [0;2]
a)
[0;1]
b) ]0;1]
d)
]0;1[
e) [0;2]

?pela função a) [0;1] b) ]0;1] d) ]0;1[ e) [0;2] c) [0;1[ Resolução: f(x) = senx.

c) [0;1[

Resolução:

f(x) = senx. cosx. sen2x = (1/2).sen2x.sen2x = (1/2).sen 2 2x Como –1 sen2x 1, temos que 0 sen 2 2x 1 0 (1/2)sen 2 2x 1/2 0 f(x) ½

05. Calcule o valor de . a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e)
05. Calcule o valor de
.
a)
2
b) 3
c) 4
d)
5
e) 6

Resolução:

o valor de . a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 Resolução: 06.
o valor de . a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 Resolução: 06.

06. O determinante da matriz

é igual a:

e) 6 Resolução: 06. O determinante da matriz é igual a: a) –1 b) 1 c)

a)

–1

b) 1

c) 0

d)

2

e) –2

Resolução:

–1 b) 1 c) 0 d) 2 e) –2 Resolução: 01. A condição para que o

01.

A

condição para que o determinante

da matriz A=

da matriz A= seja diferente

seja diferente

de zero é:

 

a)

a = –1 e a = 2

b) a 1 e a –2

c)

a > 0

d) a –1 e a 2

e)

a 1 e a 2

 

02.

O

valor de

valor de

é:

a)

4 (cosa + sena)

b) 4

c)

2(cos 2 a – sena)

d) 2

e) 0

03.

Sejam as matrizes A=

Sejam as matrizes A=

e B=

.
.

A

equação det (A – xB) = 0, com xIR,

admite:

 

a) uma raiz de multiplicidade 2;

 

b) uma raiz negativa;

c) duas raízes negativas;

d) uma raiz positiva e outra negativa;

 

e) uma raiz nula.

 

04.

O

valor do determinante da matriz

é igual a:

é

igual a:

 

a)

–4

b) –3

c) –1

 

d)

2

e) 3

05.

, .
,
.

Considere as matrizes A=

B=

, . Considere as matrizes A= B= e C=

e C=

Sabe-se que B = C, o determinante da matriz A será:

a)

42

b) 21

c) 24

d)

12

e) 15

06.

Se A=

e M = A t + A – 1 , então

e

M = A t + A 1 , então

 

o determinante

 

da matriz M é igual a:

 

a)

–89

b) –39

c) 0

d)

–1

e) 39

07.

Se A é uma matriz quadrada de ordem

n, de elementos reais, λλ é um número

real e I, a matriz identidade de ordem n,

chama-se “valor próprio” de A a uma raiz da equação det(A –λλ. I) = 0, em que “det” significa determinante. Dessa forma, a soma dos valores próprios da matriz A, abaixo é:

forma, a soma dos valores próprios da matriz A, abaixo é: , já que a terceira

, já que a terceira

a)

4

b) 2

c) 0

d)

6

e) –4

coluna é igual à soma das colunas 1 e 2.

5
5

Desafio

Físico

01. Três raios luminosos, A, B e C, incidem num espelho plano. O raio A incide perpendicularmente ao espelho; B incide formando 80° com o seu raio refletido; C incide formando 30° com o espelho. Os ângulos de incidência são, respectivamente:

a)

0°, 40° e 60°

b) 60°, 40° e 0°

c)

40°, 60° e 0°

d) 90°, 60° e 30°

e)

30°, 90° e 60°

02. Uma pessoa olha-se em um espelho esférico e vê que sua imagem, virtual, aparece ampliada e direita. Quanto ao tipo de espelho e à posição da pessoa em relação ao espelho:

a) convexo; defronte o espelho;

b) côncavo; entre o foco e o vértice;

c) côncavo; sobre o foco;

d) côncavo; entre o foco e o centro de curvatura;

e) côncavo; sobre o centro de curvatura.

03. (UECE) Quando um homem se aproxima diretamente de um espelho plano, com velocidade de 1,2m/s, ele:

a) afasta-se de sua imagem com velocidade de 1,2m/s;

b) aproxima-se de sua imagem com velocidade de 1,2m/s;

c) aproxima-se de sua imagem com velocidade de 2,4m/s;

d) mantém uma distância constante de sua imagem.

04. Sobre a imagem formada em um espelho plano:

I)

É real.

II)

É virtual.

III)

Tem o mesmo tamanho do objeto.

IV)É menor que o objeto.

V) É invertida.

VI)Não é superponível ao objeto.

São falsas:

a) II e V b) IV, V e VI c) II e IV d) I,
a)
II e V
b) IV, V e VI
c) II e IV
d)
I, IV e V
e) II, III, IV e VI
05. Um raio de luz monocromática propa-
gando-se no ar (meio 1) incide na
superfície plana e polida de um bloco de
vidro (meio 2), como mostra a figura.
Dados: n 1 = 1,00; n 2 = 1,41≅
.10 8 m/s; θ 1 =45°
;c= 3,0

a) Calcule o ângulo de refração.

b) Calcule o desvio do raio incidente ao refrata-se.

c) Calcule a velocidade da luz refratada

Física

refrata-se. c) Calcule a velocidade da luz refratada Física Professor CARLOS Jennings Óptica geométrica Estuda as

Professor CARLOS Jennings

da luz refratada Física Professor CARLOS Jennings Óptica geométrica Estuda as leis que descrevem o
da luz refratada Física Professor CARLOS Jennings Óptica geométrica Estuda as leis que descrevem o

Óptica geométrica

Estuda as leis que descrevem o comportamento geométrico da luz nos fenômenos ópticos. Reflexão da luz – Fenômeno óptico que ocorre quando a luz, ao incidir em uma superfície que separa dois meios, volta ao meio original.

a) Reflexão difusa – Efetua-se em todas as direções, como a reflexão produzida por todos os corpos que não apresentam uma superfície polida como um espelho (esta página que você está lendo, por exemplo).

b) Reflexão especular – Ocorre quando um

feixe incide numa superfície polida e volta regularmente para o meio original; por exemplo, se o feixe incidente é paralelo, o refletido também é paralelo. A reflexão especular permite a formação de imagens. AS LEIS DA REFLEXÃO 1. a O raio incidente, a normal à superfície refletora no ponto de incidência e o raio refletido pertencem a um mesmo plano. 2. a O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. ESPELHO PLANO Qualquer superfície lisa e

ESPELHO PLANO Qualquer superfície lisa e plana que reflita especularmente a luz.

superfície lisa e plana que reflita especularmente a luz. Figura 2 – Imagem conjugada por espelho

Figura 2 – Imagem conjugada por espelho plano.

Características da imagem em um espelho plano:

a) Imagem virtual – Forma-se atrás do espelho, na interseção dos prolongamentos dos raios

refletidos.

na interseção dos prolongamentos dos raios refletidos. b) Imagem de um objeto extenso – Tem o

b) Imagem de um objeto extenso – Tem o mesmo tamanho do objeto e é simétrica dele em relação ao espelho: invertem-se os lados

esquerdo e direito. A distância da imagem ao

espelho é igual à distância do objeto ao espelho.

ao espelho é igual à distância do objeto ao espelho. Aplicação Que altura deve ter um
ao espelho é igual à distância do objeto ao espelho. Aplicação Que altura deve ter um

Aplicação

Que altura deve ter um espelho plano para que uma pessoa possa ver-se por inteiro quando olha para o espelho colocado verticalmente diante dela? Solução:

o espelho colocado verticalmente diante dela? Solução: Como d 1 = d 2 , os triângulos

Como d 1 = d 2 , os triângulos OAB e OCD são

semelhantes. Então, seus lados são

proporcionais às suas alturas:

AB

–––

CD

d 1 (altura OAB) = –––––––––––––––––––– d 1 +d 2 (altura de OCD)

x d 1

h

––=–––– x=––

h

2d 1

2

O

espelho deve ter a metade da altura da pessoa.

ESPELHO ESFÉRICO

Qualquer superfície lisa, de formato esférico, que reflete especularmente a luz.

de formato esférico, que reflete especularmente a luz. Elementos de um espelho esférico C = centro

Elementos de um espelho esférico

especularmente a luz. Elementos de um espelho esférico C = centro de curvatura do espelho; V

C

= centro de curvatura do espelho;

V

= vértice do espelho;

CV

= raio de curvatura;

EP

= eixo principal;

ES

= eixo secundário;

αα = abertura do espelho (obedeceremos às condições de Gauss: espelhos com abertura menor que 10° e raios incidentes próximos ao eixo principal). Foco imagem de um espelho esférico – É o ponto de encontro dos raios refletidos ou de seus prolongamentos.

de encontro dos raios refletidos ou de seus prolongamentos. a) O foco do espelho côncavo é

a) O foco do espelho côncavo é real (espelho convergente); do convexo, virtual (espelho divergente);

b)A distância entre o foco e o vértice do espelho é chamada distância focal (f) – nos espelhos de Gauss, consideramos f = R/2, onde R é o raio de curvatura. Raios fundamentais:

1. Todo raio paralelo ao eixo principal de um espelho esférico reflete-se passando pelo foco.

2. Todo raio que passa pelo centro de curvatura reflete-se sobre si mesmo.

3. Todo raio que passa pelo foco reflete-se paralelamente ao eixo principal.

6
6

4. Todo raio que atinge o vértice, formando certo ângulo com o eixo principal, reflete-se formando ângulo igual.

com o eixo principal, reflete-se formando ângulo igual. Imagem de um objeto extenso 1.° caso –

Imagem de um objeto extenso 1.° caso – espelho côncavo; objeto colocado além de C:

caso – espelho côncavo; objeto colocado além de C: Imagem: real, invertida e menor que o

Imagem: real, invertida e menor que o objeto. 2.° caso – espelho côncavo; objeto colocado sobre C:

2.° caso – espelho côncavo; objeto colocado sobre C: Imagem: real, invertida e do mesmo tamanho

Imagem: real, invertida e do mesmo tamanho do objeto. 3.° caso – espelho côncavo; objeto colocado entre F e C:

caso – espelho côncavo; objeto colocado entre F e C: Imagem: real, invertida e maior que

Imagem: real, invertida e maior que o objeto. 4.° caso – espelho côncavo; objeto colocado sobre F:

4.° caso – espelho côncavo; objeto colocado sobre F: Neste caso, não haverá formação de imagem

Neste caso, não haverá formação de imagem (imagem imprópria). 5.° caso – espelho côncavo; objeto colocado entre V e F:

caso – espelho côncavo; objeto colocado entre V e F: Imagem: virtual, direita e maior. 6.°

Imagem: virtual, direita e maior. 6.° caso – espelho convexo:

virtual, direita e maior. 6.° caso – espelho convexo: No espelho convexo, a imagem de um

No espelho convexo, a imagem de um objeto

espelho convexo: No espelho convexo, a imagem de um objeto real é sempre virtual, direita e

real é sempre virtual, direita e menor que o objeto.

Equação dos espelhos esféricos (Equação de Gauss)

1

–– = ––– + –––

1

1

f

d i

d o

Equação da ampliação (A)

H i

d i

––– = –––

H o

d o

Nas equações acima:

f = distância focal (positiva para espelho côncavo; negativa para convexo);

d i = distância da imagem ao vértice (positiva

para imagem real; negativa para virtual);

H i = altura da imagem (positiva para imagem

direita; negativa para invertida).

d o = distância do objeto ao vértice;

H o = altura do objeto. Aplicações
H o = altura do objeto.
Aplicações

01. Um objeto de 4cm é colocado verticalmente

sobre o eixo principal de um espelho côncavo, a 60cm do vértice. O raio do espelho mede 40cm. Calcule a natureza e a posição da imagem fornecida pelo espelho.

Solução:

a) Pela Equação de Gauss:

H o = 4cm; d o = 60cm; f = R/2 = 40/2 = 20cm

1 1

1

–– = ––– + –––

f d

o

1 1

d i

1

1

1

1

––– = ––– + ––– –– = ––– – –––

20 60

1 2

d i

d i

––– = ––– d i =30cm

d i

60

20

60

Como d i é positiva, a imagem é real.

b) Para determinar o tamanho da imagem, aplicamos a expressão da ampliação:

H i

d i

H i

30

––– = – ––– ––– = – ––– H i =–2cm

H o

d o

4

60

O resultado mostra que a imagem é menor que o objeto e invertida em relação a ele (H i negativa).

02. Um objeto de 4cm é colocado verticalmente

sobre o eixo principal de um espelho convexo com raio de curvatura de 20cm. A distância objeto é de 20cm. Determine as características da imagem.

Solução:

a)Equação de Gauss:

H o = 4cm; f = –10cm (espelho convexo); d o = 20cm

1 1

1

–– = ––– + –––

f d o

d i

1

1

1

1

1

1

–––– = ––– + ––– –– = ––– – –––

–10

20

d i

d i

10

20

1

–2–1

––– = ––––– d i =–6,6cm

d i

20

Como d i é negativa, a imagem é virtual.

b)Usando a ampliação:

H i

d i

H i

(–6,6)

––– = – ––– ––– = – ––––– H i =1,3cm

H o

d o

4

20

O resultado mostra que a imagem é menor que o objeto e direita (H i positiva).

7
7

Desafio

Físico

01. Uma pessoa, de 1,70m de altura, posta-se diante de um espelho plano colocado a 1,5m dela. A altura da imagem e a distância que separa a pessoa de sua própria imagem são:

(1,60m; 3,0m)

a) 85cm e 3m

b) 1,70m e 3m

c) 1,70m e 75cm

d) 1,70m e 1,70m

e) 3m e 1,5m

02. Analise as sentenças abaixo, indicando as falsas e as verdadeiras:

I) Toda imagem real é sempre invertida em relação ao objeto.

II) Toda imagem virtual é sempre direita em relação ao objeto.

III) Um espelho que produz uma

imagem virtual e menor que o objeto é, certamente, côncavo. IV)Os espelhos convexos só podem

produzir, de objetos reais, imagens virtuais.

V) Um espelho esférico produz uma imagem real, invertida e maior que o objeto. Podemos afirmar que o objeto está entre o foco e o raio de curvatura.

a) Todas são verdadeiras.

b) Todas são falsas.

c) Apenas a III é falsa.

d) I, II e III são falsas.

e) Apenas V é verdadeira.

03. (Unifor–CE) Um espelho esférico tem raio de curvatura 40cm. Um raio luminoso, paralelo ao eixo principal, incide próximo ao vértice e sofre reflexão passando por um ponto P do eixo principal. A distância de P ao espelho vale, em cm:

a) 10

b) 20

c) 30

d) 40

e) 80

04. (UFMT) A um objeto colocado a 90cm de um espelho esférico de pequena abertura corresponde uma imagem que é real e situada a 60cm do espelho. Baseado nesses dados, deduza a distância focal, em cm, e reconheça a natureza do espelho. (36cm; côncavo)

a) 50, convexo;

b) 45, convexo;

c) 40, côncavo;

d) 30, côncavo;

e) 36, côncavo.

Desafio

Físico

DEFEITOS DA VISÃO HUMANA

O olho emetrope (normal) é praticamente

esférico. Os meios transparentes (córnea, humor

aquoso, cristalino e humor vítreo) funcionam

como um sistema de lentes que refratam a luz,

permitindo a formação de imagens nítidas

exatamente sobre a retina, que é um

prolongamento do nervo ótico.

Miopia

O olho míope é mais alongado que o olho

normal. Em conseqüência disso, a imagem de

um objeto situado a longa distância forma-se

antes da retina, perdendo nitidez.

longa distância forma-se antes da retina, perdendo nitidez. A correção dessa anomalia é feita com o

A correção dessa anomalia é feita com o auxílio

de uma lente divergente para compensar a

excessiva convergência do cristalino, permitindo

que se forme a imagem sobre a retina.

Hipermetropia

É o inverso da miopia. Neste caso, o olho é

menos alongado que o normal e,

conseqüentemente, a imagem forma-se depois

da retina, perdendo a nitidez.

a imagem forma-se depois da retina, perdendo a nitidez. Presbiopia ou “vista cansada” É um defeito

Presbiopia ou “vista cansada”

É um defeito comum em pessoas idosas e

ocorre por falta de acomodação do cristalino.

Com o passar do tempo, tanto o cristalino

quanto os músculos ciliares perdem sua

elasticidade, dificultando ainda mais a

acomodação visual, ou seja, aumentando a

distância mínima de visão nítida. A correção da

presbiopia é feita com o emprego de uma lente

convergente, que soma sua convergência à do

cristalino, permitindo uma visão perfeita de

objetos próximos.

Astigmatismo

Normalmente, esse defeito é provocado pela

falta de esfericidade da córnea. Por isso, é

corrigido com o auxílio de lentes cilíndricas.

As pessoas astigmatas vêem os objetos sem

nitidez, como se estivessem superpostos, com

pequena sombra lateral.

Física

estivessem superpostos, com pequena sombra lateral. Física Professor CARLOS Jennings Refração da luz raio OC é

Professor CARLOS Jennings

Refração da luzpequena sombra lateral. Física Professor CARLOS Jennings raio OC é o ângulo-limite porque o correspon- dente

lateral. Física Professor CARLOS Jennings Refração da luz raio OC é o ângulo-limite porque o correspon-

raio OC é o ângulo-limite porque o correspon- dente ângulo de refração é 90°.

porque o correspon- dente ângulo de refração é 90°. A velocidade de um raio luminoso muda

A velocidade de um raio luminoso muda quando

ele passa de um meio para outro, sofrendo, em conseqüência, um desvio na sua direção de

propagação. A esse fenômeno dá-se o nome de refração da luz. Índice de refração – Caracteriza, do ponto de vista óptico, um meio transparente e homogêneo. A velocidade da luz em cada meio

está associada ao índice de refração absoluto:

c

n = –––

v

Na expressão acima, c é a velocidade da luz no vácuo (300.000km/s), e v é a velocidade da luz em dado meio.

O índice de refração é também chamado de

refringência. Diz-se que mais refringente é o meio com maior índice de refração; menos refringente, o meio com menor índice de refração.

menos refringente, o meio com menor índice de refração. Aplicação (UFCE) O índice de refração da

Aplicação

(UFCE) O índice de refração da água é 4/3 e o do vidro é 3/2. Qual é a razão entre a velocidade da luz na água e no vidro? Solução:

n a = ––– C v a

––– = ––– v v

––– = ––– = ––––

v

a

= ––– C e n n a

3/2

4/3

v

a

v

= ––– C v v

9

8

v

v

= ––– C n v

v a

v v

n

v

n a

Lei de Snell-Descartes Ao incidir na superfície de separação (dióptro plano) dos meios 1 e 2, parte do feixe de luz é refletida e parte é refratada.

2, parte do feixe de luz é refletida e parte é refratada. Figura 1 O produto

Figura 1

O produto do seno do ângulo de incidência pelo

valor do índice de refração do meio onde se propaga o raio incidente (n 1 ) é igual ao produto do seno do ângulo de refração pelo índice de refração do meio onde se propaga o raio refratado (n 2 ). n 1 . sen i = n 2 . sen r

Importante:

1. Passando a luz de um meio menos refringente para outro mais refringente, o raio refratado aproxima-se da normal. 2. Passando a luz de um meio mais refringente para outro menos refringente, o raio sofre um desvio afastando-se da normal.

refringente, o raio sofre um desvio afastando-se da normal. Aplicação Um raio de luz propaga-se no

Aplicação

Um raio de luz propaga-se no ar (n ar = 1,0) e incide em uma placa de vidro (n vidro = 1,4), sofrendo refração. O ângulo de incidência é 45°. Calcule o ângulo de refração. Solução:

n 1 . sen i = n 2 .sen r 1. sen 45° = 1,4 . sen r 0,7 = 1,4.sen r sen r = 0,5 r = 30° Ângulo-limite (L) É o ângulo de incidência que corresponde a um ângulo de refração de 90 ° . Sendo o meio 1 mais refringente que o meio 2, ao passar de 1 para 2, um raio luminoso sofre um desvio, afastando-se da normal. À medida que o ângulo de incidência cresce, o de refração também cresce, mas numa proporção maior. No esquema abaixo, o ângulo de incidência do

Figura 2

Reflexão total – Se um raio de luz incidir na superfície de separação de dois meios com ângulo maior que o ângulo-limite, a superfície reflete o raio incidente. Na figura acima, o raio OD é totalmente refletido.

Na figura acima, o raio OD é totalmente refletido. Arapuca Determine o ângulo-limite para a água,

Arapuca

Determine o ângulo-limite para a água, cujo índice de refração é 4/3. Solução:

Neste caso, comparamos a água com o ar

(n

ar (lembre-se de que o ângulo de refração é 90 o ):

n 1 . sen i = n 2 .sen r

n

sen L

Dióptro plano – Um conjunto de dois meios

separados por uma superfície plana (água e ar, por exemplo) é chamado dióptro plano. Profundidade aparente - Dado um dióptro (ar- água), um observador no ar e um ponto objeto

P na água, verifica-se que a luz, saindo da água,

afasta-se da normal. O observador, em vez de

enxergar o ponto objeto P, verá a imagem P’.

=1), aplicando a Lei de Snell-Descartes

água . sen L = n ar . sen 90° 4/3 . sen L = 1,1

= 3/4 sen L = 0,5 L 50°

4/3 . sen L = 1,1 = 3/4 ∴ sen L = 0,5 ∴ L ≅

Quando os raios incidem praticamente na vertical,

d i

é válida a proporção: ––– = –––– , em que y' é

d o

a profundidade aparente; y é a profundidade

real; n 2 é o índice de refração do meio onde está o observador; n 1 é o índice de refração do meio onde está o objeto. Exemplo:

No fundo de um copo de 12cm de altura,

completamente cheio de água, há uma moeda.

A que altura um menino, que observa a moeda

numa direção aproximadamente perpendicular, vai vê-la? Dados: n água = 4/3; n ar = 1.

Solução:

n 2

n 1

––– = ––––– ––– = ––––– y= 9cm

y

ar

n água

12

4/3

y’

n

y’

1

A imagem da moeda é virtual e, embora muitos

digam que não, ela tem o mesmo tamanho da

moeda propriamente dita.

Lentes esféricas

As aplicações mais importantes dos dióptros, na vida cotidiana, estão nas lentes. De modo simples, lente é um corpo transparente, delimitado por duas faces, das quais uma, pelo menos, é curva. Então, uma lente esférica pode ser considerada como a interseção de duas esferas. Elementos geométricos de uma lente

C 1 e C 2 = centros de curvatura das faces.

r 1 e r 2 = raios de curvatura das faces.

Eixo principal = reta que contém C 1 e C 2 .

e = espessura da lente.

Classificação das lentes delgadas – A denomi-

nação das lentes de bordas finas termina sempre com a palavra convexa; das de bordas grossas, com a palavra côncava.

lentes de bordas finas termina sempre com a palavra convexa ; das de bordas grossas, com

Figura 4

8
8

Para simplificar, convencionou-se representar as lentes pelos símbolos:

convencionou-se representar as lentes pelos símbolos: Lentes convergentes e divergentes – Os raios luminosos

Lentes convergentes e divergentes – Os raios luminosos que incidem numa lente podem ser desviados, convergindo para o eixo principal ou divergindo dele. Isso depende da forma das lentes e do índice de refração do meio onde elas se encontram:

1. Se o índice de refração da lente for maior que o do meio em que ela está: as de bordas finas são convergentes; as de bordas grossas, divergentes. 2. Se o índice de refração da lente for menor que o do meio em que ela está: as de bordas finas são divergentes; as de bordas grossas, convergentes. Foco principal objeto – Refere-se à luz incidente. Quando raios luminosos incidem numa direção que contém o foco objeto, emergem paralelos ao eixo principal:

Foco principal imagem – Refere-se à luz emergente. Quando raios luminosos incidem paralelos ao eixo principal, emergem numa direção que contém o foco imagem:

principal, emergem numa direção que contém o foco imagem: Construção de imagens – De modo semelhante

Construção de imagens – De modo semelhante aos espelhos (veja a aula anterior), as lentes também formam imagens reais ou virtuais de objetos que são colocados diante delas. Usaremos, também aqui, os raios principais que permitem encontrar a posição da imagem de um ponto. 1.° – Um raio luminoso que incide paralelamente ao eixo de uma lente convergente refrata-se passando pelo 1.° foco.

uma lente convergente refrata-se passando pelo 1.° foco. Um raio luminoso que incide paralelamente ao eixo

Um raio luminoso que incide paralelamente ao eixo de uma lente divergente refrata-se de modo que o seu prolongamento passa pelo 1.° foco. 2.°– Um raio luminoso que incide em uma lente convergente e cuja direção passa pelo 2.° foco, refrata-se paralelamente ao eixo da lente. Um raio luminoso que incide em uma lente divergente, de modo que o seu prolongamento passe pelo 2.° foco, refrata-se paralelamente ao eixo da lente.

pelo 2.° foco, refrata-se paralelamente ao eixo da lente. Exemplo 1 – O objeto AB da

Exemplo 1 – O objeto AB da figura encontra-se

em frente a uma lente convergente, cujos focos

estão localizados em F 1 e F 2 . A distância do

objeto à lente é maior do que o dobro de sua distância focal. Localizar a imagem do objeto.

dobro de sua distância focal. Localizar a imagem do objeto. Traçamos, a partir do ponto A,

Traçamos, a partir do ponto A, os dois raios principais. Os raios refratados encontram-se em A’, onde se forma a imagem A’B’ real, invertida e menor que o objeto.

a imagem A’B’ real, invertida e menor que o objeto. Agora, faça você: desloque o objeto

Agora, faça você: desloque o objeto AB para uma posição entre o foco e a lente, e obtenha a imagem A’B’ (ela será virtual, direita e maior que o objeto). Exemplo 2 – Considere o objeto AB diante de uma lente divergente como na figura. Como será a imagem dele?

lente divergente como na figura. Como será a imagem dele? Neste caso, observe que os raios

Neste caso, observe que os raios refratados não se cruzam. Seus prolongamentos cortam-se no ponto A’, onde o observador verá a imagem A’B’ virtual, direita e menor que o objeto. Numa lente divergente, a imagem terá sempre essas características.

Equação de Gauss para lentes esféricas

características. Equação de Gauss para lentes esféricas 1 1 1 ––– = –––– + –––– f

1 1

1

––– = –––– + ––––

f

d i

d o

Equação da ampliação (A)

H i

d i

–––– = – ––––

H o

d o

Nas equações acima:

f = distância focal (positiva para lentes convergentes; negativa para divergentes); d i = distância imagem (positiva para imagem real, negativa para virtual); H i = altura da imagem (positiva para imagem direita; negativa para invertida); d o = distância do objeto ao vértice; H o = altura do objeto.

do objeto ao vértice; H o = altura do objeto. Aplicações 01. Um objeto de 6cm

Aplicações

01. Um objeto de 6cm é colocado diante de

uma lente convergente, com distância focal de 20cm, a 60cm do centro óptico da lente. Determine a natureza e a posição da imagem.

Solução:

a) H o = 6cm; d o = 60cm; f = 20cm

1 1

1

1

1

1

–– = ––– + –––

–––– = ––– + –––

f d

1

o

1

d i

1

20

3–1

60

d i

––– = ––– – –––– = ––––– d i =30cm

d i

20

60

60

b) Pela ampliação:

H i

d i

–––– = – ––––

H o

d o

H i

30

––– = – ––– H i =–3cm

6

60

Os resultados mostram que a imagem é real, invertida e colocada a 30cm do centro óptico da

lente.

02. Um objeto de 4cm é colocado diante de

uma lente divergente, com distância focal de 20cm, a 40cm do centro óptico da lente.

Determine a natureza e a posição da imagem.

Solução:

a) H o = 4cm; d o = 40cm; f = –20cm

1

–– = ––– + –––

40

1

––– = ––– – –––– = ––––– d

40

b) Pela ampliação:

1 1

f d

o

1 1

d i

–20

1

d i

1

1

–––– = ––– + –––

–20

–2–1

40

i

d i

40

=– ––– cm

3

H i

d i

–––– = – ––––

H o

d o

H i

–40/3

––– = – –––––– H i =4/3cm

4

40

A imagem é direita e colocada a 4/3cm à

esquerda da lente (virtual).

9
9

Desafio

Físico

01. (PUC-SP) Que tipo de imagem uma lente divergente conjuga de um objeto real?

a) real e maior que o objeto;

b) virtual e invertida;

c) real e direita;

d) real e invertida;

e) virtual e direita.

02. (UCP) Numa lente divergente de distância focal 30cm, tem-se um objeto real situado a 30cm da lente. A imagem será:

a) virtual a 15cm da lente;

b) real a 15cm da lente;

c) real ou virtual situada no infinito;

d) virtual a 40cm da lente;

e) n.d.a.

03. índice de refração do diamante é 2,5.

O

A

velocidade da luz no diamante é, em

km/s:

a)

25.000

b) 250.000

c)

120.000

d) 10.000

e) n.d.a.

04. (Fac. Med. U.M.G.) A luz ao passar de um meio de menor índice de refração para outro de maior índice de refração tem:

a) o comprimento de onda aumentado;

b) a velocidade aumentada;

c) a velocidade diminuída;

d) a velocidade da luz não se altera, pois é constante universal;

e) n.d.a.

05. (ABC) Pessoas míopes possuem o globo ocular longo. Para corrigir esse defeito da visão usam-se:

a) lentes convergentes;

b) lentes cilíndricas;

c) lentes divergentes;

d) prismas especiais;

e)

n.d.a.

06. (FEI) A reflexão total somente ocorre ao

passar a luz:

a) de um meio mais para outro menos refringente;

b) de um meio menos para outro mais refringente;

c) de um meio mais para outro menos absorvente;

d) de um meio menos para outro mais absorvente;

e) n.d.a.

07. (AMAN) Um raio luminoso incide com um ângulo de incidência de 30° e refrata-se formando um ângulo de 60° com a normal. O índice de refração do

meio que contém o raio refratado em relação ao meio que contém o raio incidente é:

a)

1

b)

a) 1 b)

c)

c) d) e)

d)

c) d) e)

e)

meio que contém o raio refratado em relação ao meio que contém o raio incidente é:

Desafio

gramatical

01. (FGV) Quase todos os verbos deriva- dos conjugam-se por seus primitivos. Assim, expor e obter, por exemplo, conjugam-se pelos verbos pôr e ter respectivamente. Assinale a alternativa em que há ERRO na conjugação do verbo derivado em destaque:

a) Devemos agir com rigor sempre que prevermos a má intenção do pales- trante.

b)

Não aceitarei as críticas, provenham elas de onde provierem.

c)

O

diplomata brasileiro interveio na pa-

lestra do economista americano.

d)

Creio que os brasileiros já reouveram

o tempo perdido.

e) Se o palestrante mantivesse a neces- sária prudência, não ouviria os protes- tos que ouviu.

02. Escolha a alternativa em que as pala- vras são graficamente acentuadas em função da mesma regra.

a) balneário e autógrafo

b) você e atrás

c) saía e Amazônia

d) íamos e pôster

e) armário e nós

03. Escolha a alternativa em que se ERRA na análise fonética:

a) Lembro: dígrafo e encontro consonan- tal.

b) Inteira: dígrafo e ditongo decrescente oral.

c)

Nenhum: dois dígrafos.

d)

Ainda: hiato e dígrafo.

e)

Gente: encontro consonantal.

04. Escolha a construção que respeita a norma culta da língua escrita.

a) Geisislaine, faça uma surpresa: mande um fardo de farinha para o teu amor.

b) Geisislaine, faz uma surpresa: manda um fardo de farinha para o seu amor.

c) Geisislaine, faze uma surpresa: manda um fardo de farinha para o teu amor.

d) Geisislaine, faze uma surpresa: manda um fardo de farinha para o seu amor.

e) Geisislaine, faz uma surpresa: mande um fardo de farinha para o teu amor.

05. Escolha a construção que respeita a norma culta da língua escrita.

a) Não te esqueças do cordão de prata que te dei.

b) Não esqueças do cordão de prata.

c) Não te esqueces do cordão de prata.

O

d) cordão de prata: esquece dele.

O

e) cordão de prata: esqueça-te dele.

Português

dele. O e) cordão de prata: esqueça-te dele. Português Professor João BATISTA Gomes Texto Geisislaine Nicolas
dele. O e) cordão de prata: esqueça-te dele. Português Professor João BATISTA Gomes Texto Geisislaine Nicolas

Professor João BATISTA Gomes

Textoesqueça-te dele. Português Professor João BATISTA Gomes Geisislaine Nicolas Júnior Eu lembro aquela manhã de

dele. Português Professor João BATISTA Gomes Texto Geisislaine Nicolas Júnior Eu lembro aquela manhã de

Geisislaine

Nicolas Júnior

Eu lembro aquela manhã de domingo Você lá na laje tomando banho de [mangueira

Nós se olhemo e logo se apaixonemo

E nós juremo quera amor pra vida inteira

Domingo à tarde eu calçava meu all star Minha calça social e a camisa de tergal Você de shortinho de lycra alaranjado

E

uma blusa social com a foto do Magal

E

na cabeça uma fita verde e branca

Que nós ganhemo de lembrança Da Amazônia Celular

E na cintura uma carteira de derby

Um corote na pochete e saía a passear

Primeiramente o Balneário da Dengosa,

Em seguida a Ponta Negra, depois praça [do DB

À noite íamos pro boteco

Tomar Cerpa e jogar bilhar Virava a noite nos bregas, lá na Grande [Circular

Oh, Geisislaine, Geisislaine meu amor! Por que você pegou aquele barco Não deixou nenhum recado

E se mandou pro interior

Oh, Geisislaine, manda uma carta por favor! Aproveite e manda um fardo de farinha

E a cassete da Calypson

Que você me apresentou

Me impressionava o seu cabelo bicolor Ao som de Fernando Mendes a gente [acasalava Sonhava em ter um Fusca, totalmente [incrementado

Atrás escrito TURBO

E um terço no retrovisor

E o cordão grosso de prata

Que lhe dei de aniversário Ela esqueceu lá na gaveta do armário Ficou ainda o tururi do Carnaboi

O

autógrafo do Nunes

E

um pingüim de geladeira

A

camisa do Rio Negro

E

um pôster do Arlindo

E

a foto que ela tirou

Com um ex-vereador

Perscrutando o textodo Arlindo E a foto que ela tirou Com um ex-vereador 01. Aparecem, no texto, algumas

01. Aparecem, no texto, algumas constru- ções típicas da linguagem coloquial. Assinale a alternativa em que a mudança para a norma culta da língua foi feita com ERRO gramatical.

a) Nós se olhemo e logo se apaixonemo

Nós nos olhamos e logo nos apaixona- mos.

b) nós juremo quera amor pra vida inteira

E

E

nós juramos que era amor para a vida

inteira.

c) Oh, Geisislaine, manda uma carta por fa- vor! Aproveite e manda um fardo de farinha Oh, Geisislaine, mande uma carta por fa- vor! Aproveita e mande um fardo de farinha

d) Me impressionava o seu cabelo bicolor Impressionava-me o seu cabelo bicolor

e) Ao som de Fernando Mendes a gente acasalava Ao som de Fernando Mendes, nós nos acasalávamos.

02. Observe o trecho seguinte:

E o cordão grosso de prata

Que lhe dei de aniversário Ela esqueceu lá na gaveta do armário

Em relação a ele, a única afirmação INCOR- RETA é que:

a) a inclusão do pronome átono o depois de ela não agride a norma culta da lín- gua;

b) o pronome átono que aparece no trecho tem função de objeto indireto.

c) a inclusão da contração dele depois de esqueceu não agride a norma culta da língua;

d) a partícula que tem função sintática e função morfológica;

e) o trecho contém oração subordinada adjetiva.

03. Observe o trecho seguinte:

Eu lembro aquela manhã de domingo Você lá na laje tomando banho de [mangueira

Nós se olhemo e logo se apaixonemo

E nós juremo quera amor pra vida inteira

Em relação a ele, assinale a afirmação IN- CORRETA.

a) O primeiro verso admite a seguinte cons- trução, sem agressão à norma culta da língua: “Eu me lembro daquela manhã de domingo”.

b) Pode-se isolar a expressão “lá na laje” por vírgulas, sem prejuízo gramatical.

c) Na construção “tomando banho de man- gueira” há metonímia.

d) A contração de “que era” para “quera” pode ser chamada de composição por aglutinação.

e) A transformação de “E nós juremo quera amor pra vida inteira” para “E nós jura- mos que era amor para toda vida” cor- rige todas as falhas gramaticais.

04. Observe o trecho seguinte:

À noite íamos pro boteco

Tomar Cerpa e jogar bilhar

Em relação a ele, assinale a afirmação IN- CORRETA.

a) Há orações subordinadas coordenadas entre si.

b) Mudando-se a construção “À noite íamos pro boteco” para “À noite, íamos no boteco” fez-se total adaptação para a norma culta da língua.

c) O vocábulo boteco é forma reduzida de botequim.

d) Entre os dois versos, há idéia de finali- dade.

e) Na construção “Toma cerpa” há metoní- mia.

05. Assinale a alternativa em que, reescre- vendo versos do texto, a norma culta

10
10

da língua foi totalmente respeitada.

a)

Primeiramente, o balneário da Dengosa; em seguida, o da Ponta Negra; depois,

a

praça do DB.

b)

Oh, Geisislaine, Geisislaine meu amor! Porque você pegou aquele barco?

c)

Você não deixou nenhum recado por que?

d)

Quero saber o porque de você se mandar para o interior.

e)

O

seu cabelo bi-color impressionava-me.

06. O vocábulo Carnaboi é resultado da fusão de carnaval e boi (composição por aglutinação). Escolha a alternativa em que a formação da palavra dá-se por processo idêntico.

a) Alaranjado.

b) Bicolor

c) Acasalava

d) Autógrafo

e) Embora

07. Na seqüência seguinte, só NÃO há:

Domingo à tarde eu calçava meu all star Minha calça social e a camisa de tergal

a) metonímia;

b) elipse;

c) verbo transitivo direto;

d) adjunto adverbial;

e) complemento nominal.

08. Observe o verso:

“E na cabeça uma fita verde e branca”

Escolha a alternativa em que o adjetivo para dar cor a fita contraria a norma culta da lín- gua.

a) Havia na cabeça fitas esverdeadas.

b) Havia na cabeça fitas verdes.

c) Havia na cabeça fitas verde-claras.

d) Havia na cabeça fitas verde-musgos.

e) Havia na cabeça fitas verde-escuras.

verde-musgos . e) Havia na cabeça fitas verde-escuras . Caiu no vestibular 12. (FGV) Das sentenças

Caiu no vestibularverde-musgos . e) Havia na cabeça fitas verde-escuras . 12. (FGV) Das sentenças abaixo, aquela em

12. (FGV) Das sentenças abaixo, aquela em que se usou ERRADAMENTE um dos homônimos entre parênteses é:

a) Após o censo de 2000, o IBGE publicou Brasil em Números, que contém informa- ções muito úteis aos pesquisadores. (censo / senso)

b) O complexo de inferioridade não diz res- peito apenas ao estrato mais pobre da população brasileira. (estrato / extrato)

c) Foi necessária a interseção do embai- xador para que o palestrante parasse de falar asneiras sobre o Brasil. (interseção / intercessão)

d) O embaixador tachou o comentarista in- ternacional de ignorante. (tachar / taxar)

e) Ninguém gosta de ver o nome de seu país inserto no rol das nações subdesenvolvidas. (inserto / incerto)

Arapucano rol das nações subdesenvolvidas. (inserto / incerto) 13. A paroxítona pôster , usada nos últimos

13. A paroxítona pôster, usada nos últimos versos do poema de Nicolas Júnior, torna-se proparoxítona no plural: pôsteres. Escolha a alternativa em que o plural da paroxítona contraria essa lógica.

a) Hambúrguer

b) Gêiser

c) Vômer

d) Caráter

e) Suéter

a) Hambúrguer b) Gêiser c) Vômer d) Caráter e) Suéter Momento semântico 09. Observe o verso:

Momento semântico

09. Observe o verso:

“Me impressionava o seu cabelo bicolor”

Escolha a alternativa em que o vocábulo formado a partir do prefixo bi- apresente grafia incorreta.

a) Bi-campeão

b) Birreator

c) Bianual

d) Birrepetente

e) Bissexual

10. Aponte o erro quanto à indicação do processo de formação da palavra.

a) Alaranjado: derivação prefixal e sufixal.

b) Mangueira: derivação sufixal.

c) Foto: derivação regressiva.

d) Retrovisor: derivação prefixal.

e) Acasalar: derivação parassintética.

11. Observe o verso seguinte:

“Ficou ainda o tururi do Carnaboi”

Escolha a alternativa em que a oxítona ter- minada em i – a exemplo de tururi – não mereça acento gráfico.

a) Urubui

b) Distrai-la

c) Atrai-la

d) Impedi-la

e) Conclui-lo

Semântica de palavras envolvendo as letras E e I.

Algoso (ô)

da natureza das algas.

Algozo

forma do verbo algozar.

Alisar

tornar liso; acariciar.

Alizar

peça para arremate.

Alvarás

plural de alvará: licença.

Alvaraz

manchas brancas na pele.

Asado

que tem asas; alado.

Azado

oportuno, propício.

Asar

guarnecer com asas.

Azar

má sorte; revés.

Asinha

diminutivo de asa.

Azinha

fruto da azinheira.

Ás

exímio; carta de jogo.

Az

ala do exército; esquadrão.

Brisa

aragem; viração; vento ameno.

Briza

espécie de plantas.

Canonisa

cônega.

Canoniza

do verbo canonizar.

Colisão

choque entre corpos.

Coalizão

união, junção, aliança.

Coser

costurar.

Cozer

cozinhar.

Desasado

que tem asas caídas ou partidas.

Desazado

maljeitoso, descuidado.

Fiúsa

desusado; fora de moda.