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Banzatto Consultoria em Processos Industrias. Melhorias continuas Eficiência > < Perdas Carlos R Banzatto
Banzatto Consultoria em Processos Industrias.
Melhorias continuas
Eficiência >
< Perdas
Carlos R Banzatto
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016 997913995
CONTEUDO 1 - OBJETIVO 2 - DEFINIÇÕES 3 - CARASTERÍSTICAS BASICAS DE OPERAÇÃO 4 -
CONTEUDO
1 - OBJETIVO
2 - DEFINIÇÕES
3 - CARASTERÍSTICAS BASICAS DE OPERAÇÃO
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
5- NORMAS
6 - DIMENSIONAMENTO
7- MANUAIS, MONTAGEM E INSTALAÇÃO
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
.
.
1 - OBJETIVOS 1.1 - CÓDIGO ASME BOILER & PRESSURE VESSEL 1.1.1 - O Código
1 - OBJETIVOS
1.1 - CÓDIGO
ASME BOILER & PRESSURE VESSEL
1.1.1 - O Código ASME, American Society of Mechanical Engineers e uma
sociedade sem fins lucrativos fundada em 1880 , com o objetivo de acabar com
os problemas de explosões em caldeiras nos Estados Unidos, que naquela
época eram quase diários.
A média das pressões do vapor era de aproximadamente 300 psig e as
explosões traziam grandes prejuízos pessoais e patrimoniais.
O primeiro Código ASME de 1914, abaixo algumas seções.
CÓDIGO ASME SEC. I
CALDEIRAS
CODIGO ASME SEC.
III
PLANTAS NUCLEARES
CÓDIGO ASME SEC. IV CALDEIRAS DE AQUECIMENTO
CÓDIGO ASME SEC. VIII
CÓDIGO ASME SEC. X
VASOS SOB PRESSÃO
VASOS DE FIBRA DE VIDRO
1- OBJETIVOS 1. 2 - A válvula de Alivio/Segurança tem por finalidade principal proteger vidas
1- OBJETIVOS
1.
2 - A válvula de Alivio/Segurança tem por finalidade principal proteger vidas
e
equipamentos, evitando aumento de pressão além dos limites perigosos.
1.
3 - Em
principio, deve atender a três funções básicas, de forma confiável
e
precisa:
1.
3.1 - Abrir a uma pressão pré determinada.
1.
3.2 - Descarregar
todo
o
volume
previsto
em
seu dimensionamento,
na
sobre pressão permitida.
1.
3.3 - Fechar dentro do diferencial de alivio permitido, com a vedação
inicial.
2 - DEFINIÇÕES . 2.4 - Válvula Tipo Convencional Válvula que tem seu desempenho afetado
2 - DEFINIÇÕES
.
2.4 - Válvula Tipo Convencional
Válvula que tem seu desempenho afetado diretamente pela
aplicação da variação da contrapressão
2.5 - Válvula Tipo Balanceada
Válvula que incorpora um fole ou outro meio para atenuar o
efeito da contrapressão no seu desempenho.
2.6 - Válvula Tipo Piloto Operada
Dispositivo em que a válvula principal de alívio de pressão
está combinada e é controlada por uma válvula auxiliar
auto-operada.
2.7 - Válvula de alívio de pressão e vácuo
Válvula empregada em baixa pressão ( positiva e negativa )
Características e seleção definidas pelo API - 2000
2 - DEFINIÇÕES 2.1 - Válvula de Alívio Dispositivo automático de alívio de pressão caracterizado
2 - DEFINIÇÕES
2.1 - Válvula de Alívio
Dispositivo automático de alívio de pressão caracterizado por uma abertura
progressiva e proporcional ao aumento de pressão acima da pressão de
abertura. Usada para fluídos incompressíveis ( Líquidos )
2.2 - Válvula de Segurança
Dispositivo automático de alívio de pressão caracterizado por uma abertura
instantânea (“ pop”) uma vez atingida a pressão de abertura. Usada para
fluídos compressíveis, ( gases ou vapores ).
2.3 - Válvula de Alívio e Segurança
Dispositivo automático de alívio de pressão adequado para trabalhar
como válvula de alivio ou válvula de segurança, dependendo da aplicação
desejada.
2 - DEFINIÇÕES 2.8 - Pressão Máxima de Trabalho Permitida ( PMTP ) ou Pressão
2 - DEFINIÇÕES
2.8 - Pressão Máxima de Trabalho Permitida ( PMTP ) ou Pressão Máxima de
Trabalho Admissível ( PMTA )
Maior valor de pressão compatível com o código de projeto, a resistência
dos materiais utilizados, as dimensões do equipamento e seus parâmetros
operacionais.
2.9 - Pressão de Abertura (“Set Pressure”)
Pressão manométrica na qual a válvula é ajustada para abrir quando
solicitada .
Observar que a pressão de operação deve estar abaixo do diferencial de
fechamento do dispositivo utilizado.
2.10 - Pressão de Ajuste a frio
Pressão manométrica na qual a válvula abre em bancada de teste, incluindo
correções para contrapressão e temperatura.
2 - DEFINIÇÕES 2.11 - Pressão de Fechamento Pressão de entrada da válvula, na qual
2 - DEFINIÇÕES
2.11 - Pressão de Fechamento
Pressão de entrada da válvula, na qual o
disco reassenta sobre o bocal, e
não há fluxo
mensurável.
2.12 - Pressão Máxima de Operação
Máxima pressão
esperada durante
operação
normal do sistema.
2.13 - Diferencial
de Alívio ( “Blow Down” )
Diferença entre a pressão de abertura e a de fechamento. Expressa em
porcentagem da pressão de abertura.
ASME I - Caldeiras e Vasos de pressão sujeitos a fogo, 4% e acima de 375 psig
ASME VIII - Vasos de pressão, Tubulações
e
Equipamentos, 5% a 7%
2 - DEFINIÇÕES. 2.17 - Contrapressão Superimposta ( “ Superimposed ” ) Pressão existente na
2 - DEFINIÇÕES.
2.17 - Contrapressão Superimposta ( “ Superimposed ” )
Pressão existente na conexão da saída da válvula no momento que a válvula é
solicitada a operar. É o resultado da pressão no sistema de descarga originada de
outras fontes, podendo ser constante ou variável.
Esclarecimento
Para seleção
da
válvula
de
acordo com
o tipo de contra pressão é recomendado
seguir os
seguintes
parâmetros:
Usar Válvula Convencional:
Contra pressão ( Superimposta + Desenvolvida ) = Constante não há variação de pressão
no lado da descarga da válvula em qualquer condição de operação, com a válvula fechada.
Quando a descarga da válvula é
para atmosfera.
Quando a soma
pressão de ajuste.
da contra-pressão do tipo
constante for menor ou igual a 10 % da
2.18 - Contra pressão Desenvolvida ( “ Built - Up “ )
Pressão existente na conexão de saída da válvula provocada pela perda de carga na
linha de saída após a sua abertura.
2 - DEFINIÇÕES. 2.14 - Sobre pressão ( “ Overpressure” ) Aumento da pressão acima
2 - DEFINIÇÕES.
2.14 - Sobre pressão ( “ Overpressure” )
Aumento da pressão acima da pressão de abertura da válvula que permitirá a máxima
capacidade de alívio. Normalmente expressa em porcentagem da pressão de
abertura.
ASME I - Caldeiras
e
Vasos
de
pressão
sujeitos
a
fogo, 3%
de
sobre
pressão
ASME VIII - Vasos de pressão, Tubulações, Equipamentos, 10% de sobre pressão para
gases, vapores ou liquídos
2.15 - Acumulação
Máximo aumento de pressão acima da PMTA do sistema durante a descarga da válvula.
2.16 - Contrapressão ( “ Backpressure” )
Pressão
existente
na
conexão
de
saída da válvula. É a
soma
da
contrapressão
superimposta
e da contrapressão desenvolvida.
2 - DEFINIÇÕES 2.19 - Estanqueidade Vazamento máximo admissível para as válvulas sob determinadas condições,
2 - DEFINIÇÕES
2.19 - Estanqueidade
Vazamento máximo admissível para as válvulas sob determinadas condições,
conforme NORMA API - 527
2.20 - Disparo (“Pop” )
Ação
característica
da
abertura
das
válvulas
quando
usadas
com
fluído
compressível.
2.21 - Chiado (“Simmer”)
Escape audível ou visível do fluído entre as superfícies de assentamento que
ocorre a um valor imediatamente abaixo da pressão de disparo, e de capacidade
não mensurável.
2.22 - Batimento (“Chatter”)
Situação
anormal caracterizada por aberturas
e
fechamentos
em rápida sucessão,
podendo causar
sérios danos à
válvula.
2.23 - Flutuação ( “ Flutter “ )
É
um
movimento anormal de
flutuação
dos
componentes
internos, onde
não há
contato.
2 -DEFINIÇÕES 2.24 - Trava “gag” Dispositivo para travamento da haste da válvula para evitar
2 -DEFINIÇÕES
2.24 - Trava “gag”
Dispositivo para travamento da haste da válvula para evitar sua abertura durante o teste
hidrostático ou teste de abertura de outras válvulas no campo.
2.25 - Faixa de pressão da mola
É a faixa operacional mínima e máxima que a mola deve operar, garantindo assim o escoamento da
válvula.
Normalmente a faixa da mola é de baixo faixa para garantir o curso necessário, maior desempenho
no fechamento e abertura das válvulas.
A definição da mola depende do modelo da válvula, orifício, classe de pressão - temperatura e
a pressão de ajuste.
Deve
ser
avaliada
pelo
solicitante,
para
garantir
um
bom
desempenho
do
produto.
2.26– Bocal integral
E´ área de entrada de uma válvula até a superfície de vedação, construída de um mesmo material,
pode ser fundido ou laminado, nas construções mais nobres são de aços especiais, inox, podem
ser de bronze, etc.
O fluido
de
processo, fica
em
contato
o
bocal
de material mais nobre que o corpo.
Vantagem técnica, evita construções roscadas ou solda com o corpo, que é o caso de semi bocais.
Desvantagem comercial, estes produtos normalmente feitos de blocos laminados tem um custo
bem maior fabricação.
3.5 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO Comportamento do fluxo nos bocais Quando a pressão de
3.5 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO
Comportamento do fluxo
nos bocais
Quando a pressão de ajuste é
atingida e ligeiramente excedida
o disco inicia uma abertura rápida.
Anel da
Guia
Anel do
Bocal
O fluído expande e, na descarga,
desvia para o anel do bocal, contra
uma área secundaria maior.
Isso causa um aumento imediato
de força expansiva superando o
aumento da força da mola, de forma
que esta abertura instantânea
atinja aproximadamente 70 % do
curso total.
Neste ponto uma força reativa
adicional se soma para completar
o levantamento com o fluído sendo
Foto obtida com a introdução de
uma tinta na garganta do bocal e
levada pela corrente do fluxo
dirigido para baixo pelo disco e
anel guia.
3 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO 3.1 - Válvula de Segurança Em operação normal a
3 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO
3.1 - Válvula de Segurança
Em operação normal a válvula permanece fechada devido à ação da mola que mantêm o disco
pressionado contra o bocal. No momento em que a força resultante da pressão do sistema sobre a área
do disco se equilibra com a força da mola, ocorre escape de fluído compreensível para a câmara
formada pelo bocal, anel de regulagem e suporte do disco. Esse vazamento promove uma força
adicional, não equilibrada pela força da mola, que provoca a rápida elevação do disco (disparo “pop”).
Após o alívio da pressão a válvula irá fechar em valor menor daquele que provocou a abertura.
3.2 - Válvula de Alívio
Em operação normal a válvula permanece fechada devido à ação da mola que mantêm o disco
pressionado contra o bocal. A abertura inicial ocorre quando a força resultante da pressão do líquido
sob a área do disco supera a força da mola que mantinha a válvula fechada. À medida que a pressão
aumenta acima da pressão de abertura, o disco se eleva do bocal, permitindo um aumento progressivo
da vazão através da válvula. Após a descarga e aliviada a pressão haverá fechamento quando a força
da mola equilibrar a pressão atuando na área total do disco.
3.3 - Válvula Piloto Operada
Na válvula do tipo piloto operada a válvula principal é controlada por uma válvula piloto atuada por
mola que promove a abertura e fechamento da válvula principal. Em operação normal, a válvula
principal é mantida fechada pela pressão do sistema, que passa através do piloto, atuando na sua
região superior. Atingida a pressão de abertura o piloto alivia a pressão da região superior da válvula
principal para abri-la.
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO 100% curso secundário 80% 60% “pop” fechamento inicial 40%
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO
100%
curso
secundário
80%
60%
“pop”
fechamento inicial
40%
3%
4%máx./
Sobrepressão
diferencial de alivio
20%
fechamento
final
0%
- 4% abaixo
- 3%
- 2%
- 1%
+ 3% acima
Pressão
+ 1%
+ 2%
pressão de ajuste
pressão de ajuste
de ajuste
Curso de Capacidade Total ( ASME I )
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO Sobrepressão / Diferencial de alívio ASME I / VIII
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO
Sobrepressão / Diferencial de alívio
ASME I
/ VIII
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -Código : ASME Seção VIII Tamanhos : 1/2” x 1"
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-Código : ASME Seção VIII
Tamanhos : 1/2” x 1" a 2” x 2,1/2"
-Orifício : 0,074 a 0,503 pol2
-Conexão de entrada : Roscada, flangeada ou para solda
-Pressão de ajuste : conforme limite fabricante
-Materiais : Cilindro em aço carbono ou aço inoxidável e internos em
aço inoxidável ( disponível em materiais especiais)
-Vedação : Metal/metal ou resiliente
-Temperatura: conforme limite fabricante.
-Corpo / base integral
-Aplicações :
Gases,
vapores
e
líquidos,
limitados
a
temperatura
dos
materiais.
-Ex : compressores
de ar,
linhas
água, trocadores
de
calor, alivio
e
-sentinela
de turbinas
a
vapor, linhas de óleo
combustível etc
-Observar:
-Nas aplicações em fluidos que ficam mais viscosos com temperaturas mais
-baixas é necessário traço de vapor na válvula toda e tubulação de saída.
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO Sobrepressão- Vasos de Pressão ASME VIII Pressão do Requisitos
3.6 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE OPERAÇÃO
Sobrepressão- Vasos de Pressão ASME VIII
Pressão do
Requisitos do Vaso de Pressão
Vaso
Características Típicas da
Válvula de Segurança
Máximo Valor Admissível de
Sobrepressão
(Exposição ao Fogo)
Máxima pressão de alívio
121
(+21%)
(Exposição ao Fogo)
Máxima Valor Admissível de
Sobrepressão
(Múltiplas Válvulas)
Máxima pressão de alívio
116
(+16%)
(Múltiplas Válvulas)
Máximo Valor Admissível de
Sobrepressão
(Válvula Única)
Máxima pressão de alívio (Válvula
110
(+10%)
Única).
Máxima pressão de abertura para
105
válvulas adicionais(processo)
Pressão Máxima de Trabalho
Amissível ou Pressão de Projeto
Máxima pressão de abertura para
100
válvula única
93
Pressão de fechamento esperada
Pressão Máxima de Operação
esperada
90
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Nº DENOMINAÇÃO 01 CAPUZ 02 CONTRA PORCA 03 PARAFUSO DE
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
DENOMINAÇÃO
01
CAPUZ
02
CONTRA PORCA
03
PARAFUSO DE REGULAGEM
04
SUPORTE DA MOLA
05
MOLA
06
HASTE
07
GUIA
08
DISCO
09
CASTELO
10
CORPO / BASE
11
TRAVA GAG
4 - TIPOS DE VÁLVULAS - -Código: ASME Seção VIII -Tamanhos: 3/4" e 1" -Conexão
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-
-Código: ASME Seção VIII
-Tamanhos: 3/4" e 1"
-Conexão de entrada : Roscada ou flangeada
-Pressão de ajuste: conforme limite fabricante
-Materiais : Cilindro em aço carbono ou aço inoxidável e
-internos em aço inoxidável (disponível em
materiais especiais)
-Vedação : Resiliente
-Temperatura: conforme limites do fabricante e vedação aplicada.
-Corpo / Base integral
-Aplicações
-Em gases, líquidos
-faixa materiais.
e
vapores de
baixa pressão ( limitados a
-Ex : Compressores de ar, compressores de amônia, tubulações,
-linhas água, vasos de pressão etc.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Válvula sem fole -Código : ASME Seção VIII -Tamanhos: 1"
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
Válvula sem fole
-Código : ASME Seção VIII
-Tamanhos: 1" D 2" a 8" T 10"
-Conexão de entrada: Flangeada
-Pressão de ajuste: Conforme fabricante.
-Materiais : Corpo e castelo em aço carbono ou aço liga e
internos em aço inoxidável - disponível em materiais especiais
-Vedação : Metal - metal ou resiliente
-Temperatura: limites conforme fabricante.
-Tipo do Bocal : integral
Aplicações
Em gases, vapores limitados a temperatura dos
materiais, líquidos.
Ex: Compressores de ar, Linhas água, Trocadores de calor,
Alivio de Turbinas a vapor, Linhas de vapor, Evaporadores
Vasos de pressão etc.
.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Nº DENOMINAÇÃO Nº DENOMINAÇÃO 01 CAPUZ 09 FOLE 02 PARAFUSO
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
DENOMINAÇÃO
DENOMINAÇÃO
01
CAPUZ
09
FOLE
02
PARAFUSO DE REGULAGEM
10
SUPORTE DO DISCO
03
CONTRA PORCA
11
DISCO
04
CASTELO
12
PARAFUSO TRAVA
05
SUPORTE DA MOLA
13
ANEL DE REGULAGEM
06
MOLA
14
CORPO
07
HASTE
15
BOCAL
08
GUIA
16
TRAVA GAG
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Válvula (com Fole) -Código : ASME Seção VIII -Tamanhos :
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
Válvula (com Fole)
-Código : ASME Seção VIII
-Tamanhos : 1" D 2" a 8" T 10"
-Conexão de entrada: Flangeada nas classes conforme
fabricante.
-Pressão de ajuste : Conforme fabricante.
-Materiais: Corpo e castelo em aço carbono ou aço liga e
-internos em aço inoxidável -disponível em materiais especiais
-Vedação: Metal-metal ou resiliente
-Temperatura: -Conforme fabricante
-Tipo do Bocal: Integral
Aplicações: Em gases, vapores limitados a temperatura dos
materiais, líquidos.
Ex : compressores de ar, linhas água, trocadores de calor,
alivio de turbinas a vapor, linhas de vapor, evaporadores
Vasos de pressão etc.
Observar : Nas aplicações em fluidos que contenham sólidos em suspensão, que
cristalizam ou formam resíduos, especificar
válvula com fole de proteção para não
travar o acionamento das válvulas.
A tubulação de saída também deve ter escoamento, para estes fluidos não
afetarem o desempenho da válvula.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -Código: ASME Seções I ou VIII -Tamanhos: 1,1/2" F 2”,
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-Código: ASME Seções I ou VIII
-Tamanhos: 1,1/2" F 2”, a 6" Q 8"
-Conexão de entrada : Flangeada nas classes
-150 a 2500 ANSI
-Pressão de ajuste: Conforme fabricante
-Materiais: Corpo e castelo em aço carbono ou
aço liga e internos em aço inoxidável
-Vedação: Metal - Metal
-Temperatura: conforme fabricante
-Tipo do Bocal : Integral
-Dois
anéis
para
ajustes
de
abertura
e
-fechamento.
-Aplicações: Vapores
-Ex
:
Caldeiras
Turbinas,
Evaporadores,
-Tubulações
etc.
4- TIPOS DE VÁLVULAS -Código: ASME Seções I ou VIII -Tamanhos : 3/4" x 1",
4- TIPOS DE VÁLVULAS
-Código: ASME Seções I ou VIII
-Tamanhos : 3/4" x 1", 1,1/2" x 2" e 2" x 2,1/2"
-Conexão de Entrada: Roscada
-Pressão de Ajuste : Até 250 psig
-Materiais : Castelo em ferro fundido ou aço
-inoxidável e internos em aço inoxidável
-Vedação: Metal - metal
-Tipo do Bocal : Integral
-Dois anéis para ajustes de abertura e fechamento.
-Aplicações: Vapores, Ar
Ex : Caldeiras, Turbinas,
de pressão, Compressores
Evaporadores,
Vasos
de
ar etc.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Nº DENOMINAÇÃO Nº DENOMINAÇÃO 01 CAPUZ 10 GUIA 02 GARFO
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
DENOMINAÇÃO
DENOMINAÇÃO
01
CAPUZ
10
GUIA
02
GARFO
11
SUPORTE DO DISCO
03
CONTRA PORCA
12
PARAFUSO TRAVA SUPERIOR
04
PARAFUSO DE REGULAGEM
13
DISCO
05
SUPORTE DA MOLA
14
PARAFUSO TRAVA INFERIOR
06
MOLA
15
ANEL DE REGULAGEM INFERIOR
07
HASTE
16
ANEL DE REGULAGEM SUPERIOR
08
ALAVANCA
17
CORPO
09
CASTELO
18
BOCAL
19
TRAVA GAG
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -Código: ASME Seção I -Tamanhos: 1.1/2” F 2.1/2" a 8”
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-Código: ASME Seção I
-Tamanhos: 1.1/2” F 2.1/2" a 8” T 12"
-Conexão de em entrada : Flangeada nas
classes 600 a 2500 ANSI ou para solda de topo
-Pressão de ajuste : Conforme fabricante
-Materiais : Corpo em aço carbono ou aço liga e
- internos em aço inoxidável
-Vedação: Metal - Metal
-Temperatura : Conforme fabricante
-Tipo do Bocal : Integral ou semi Bocal conforme
fabricante.
- Dois
anéis
para
-ajustes
de
abertura
e
fechamento.
-Aplicações : Vapor
Ex: Caldeiras de media e alta pressão
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Válvula Piloto Operada -Código: ASME Seção VIII -Tamanhos: 1 D
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
Válvula Piloto Operada
-Código: ASME Seção VIII
-Tamanhos: 1 D 2" a 8" T 10"
-Conexão de entrada: Flangeada nas classes
-150 conforme fabricante.
-Pressão de ajuste : Conforme fabricante.
-Materiais : Corpo em aço carbono ou
-aço inoxidável, internos em aço inoxidável,
-piloto em aço inoxidável
-Vedação : Resiliente
-Temperatura: Conforme fabricante e material
da vedação.
-Aplicações: Vapor, Gases limpos
Ex :
Trocadores de
calor, Vasos
de
pressão, Tubulações, etc.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS Capuzes e Alavancas
4 - TIPOS
DE VÁLVULAS
Capuzes e Alavancas
4 - TIPOS DE VÁLVULVAS Válvula Piloto Operada -Código: ASME Seção VIII -Tamanhos: 1" D
4 - TIPOS DE VÁLVULVAS
Válvula Piloto Operada
-Código: ASME Seção VIII
-Tamanhos: 1" D 2” a 8" T 10"
-Conexão de entrada : Flangeada nas classes 150
conforme fabricante.
-Pressão de ajuste : Conforme fabricante.
-Materiais: Corpo em aço carbono ou aço inoxidável,
-internos em aço inoxidável, piloto em aço inoxidável
-Vedação : Resiliente
-Temperatura: Conforme fabricante.
- Aplicações : Vapor, Gases limpos
Ex : Trocadores
Tubulações, etc.
de
calor,
Vasos
de
pressão,
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -Válvula Tamanhos : 1.1/2" e 4“ Pressão de ajuste :
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-Válvula
Tamanhos : 1.1/2" e
4“
Pressão
de ajuste : Conforme fabricante.
–Aplicações : Em
Gás
CLORO
Ex: TANQUES
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -VALVULAS DE ALIVIO DE PRESSÃO E VACUO Figura Ilustrativa -Tamanhos
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-VALVULAS DE ALIVIO DE PRESSÃO E VACUO
Figura Ilustrativa
-Tamanhos : Conforme
fabricante
-Pressão de ajuste : Conforme
solicitado
-Materiais : Corpo em aço carbono, inox etc
-Vedação : Metal - Metal, Resiliente.
-Temperatura : conforme material
-Devem
ser especificados
para
trabalho
com
baixas
pressões e vácuo conjugado.
-Aplicações: Vapor, Gases
- Ex : Vasos, Tanque com de pressão positiva e
vácuo,
Desaeradores,
Dutos, Tubulações etc.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS -DISCO DE RUPTURA Figura Ilustrativa -Código: ASME Seção VIII -Tamanhos:
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
-DISCO DE RUPTURA
Figura Ilustrativa
-Código: ASME Seção VIII
-Tamanhos: Conforme fabricante
-Pressão de ajuste : Conforme material, tipo do disco e o
fabricante
-Materiais: Corpo em aço inox, grafite teflon etc.
-Vedação: Metal-metal, resiliente.
-Temperatura : conforme material
-Podem ser especificados para trabalho com baixas pressões
e vácuo conjugado.
-Fabricadas normalmente 3 peças, sendo uma para teste,
operação
e
sobressalente + suporte ( flanges )
-Aplicações Vapor, Gases, Líquidos.
Ex : Vasos de pressão, Desaeradores, Dutos, Tubulações, etc.
Os discos de ruptura, podem ser especificados para trabalhar em conjunto com válvulas de alivio /segurança,
quando o fluido utilizado for agressivo aos materiais das válvulas.
É instalado entre o disco / válvula um pressostato ou manômetro, que informarão o aumento de pressão e o
rompimento do mesmo que devem ser trocado.
Para assegurar a integridade da planta, não deve ser instalada válvula de bloqueio antes do conjunto.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS COLUNA HIDRÁULICA - Vários processos de baixa pressão, onde possível,
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
COLUNA HIDRÁULICA
- Vários processos de baixa pressão, onde possível, podem ser projetados
sifões hidráulicos para as segurar os equipamentos.
-A coluna hidráulica pode ser consorciada com
de rupturas.
válvulas de
alivio, e
discos
-Materiais aplicados devem ser compatíveis com os fluidos.
-Ao definir o volume de escoamento da coluna hidráulica, deve - se levar em
conta o escoamento de Liquido
e
Gases ( vapores ) se for o caso.
DISPOSITIVOS
AUXILIARES, IMPORTANTES
NO QUESITO SEGURANÇA, MAS
QUE NÃO SÃO CONSIDERADOS NAS NORMAS:
-Pressostatos, fluxostatos, termostatos, alarmes, manômetros,
-Intertravamentos elétricos,
-Válvulas
de controle
globo, borboletas
excêntricas,
aplicadas
como alivio,
pilotadas
pneumaticamente.
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
5 – NORMAS UTILIZADAS 5.1 - NORMAS UTILIZADAS - ASME SEÇÃO I - CALDEIRAS -
5 – NORMAS
UTILIZADAS
5.1 - NORMAS UTILIZADAS
- ASME SEÇÃO I - CALDEIRAS
- ASME SEÇÃO VIII - PROCESSOS INDUSTRIAIS ( USO GERAL)
- API RP-520/21 - DIMENSIONAMENTO
- API STD-526 - PROJETO E CONSTRUÇÃO
- API STD-527 - VEDAÇÃO
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
4 - TIPOS DE VÁLVULAS
ASME SEÇÃO I - CALDEIRAS
ASME SEÇÃO I - CALDEIRAS
- ASME SEÇÃO VIII - PROCESSOS INDUSTRIAIS ( USO GERAL)
- ASME SEÇÃO VIII - PROCESSOS INDUSTRIAIS ( USO GERAL)
5 – NORMAS UTILIZADAS 5.2 - NORMAS UTILIZADAS - NR 13 VASOS DE PRESSÃO TUBULAÇOES-
5 – NORMAS
UTILIZADAS
5.2 - NORMAS UTILIZADAS
- NR 13 VASOS DE PRESSÃO TUBULAÇOES- PROCESSOS INDUSTRIAIS (
USO GERAL
13.5 Vasos de Pressão
13.5.1 Vasos de pressão - disposições gerais.
13.5.1.1 Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob
pressão interna ou externa, diferente da atmosférica.
13.5.1.3 Os vasos de pressão devem ser dotados dos seguintes itens:
a) válvula ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura
ajustada em valor igual ou inferior à PMTA, instalado diretamente no vaso
ou no sistema que o inclui, considerados os requisitos do código de
projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração
5 – NORMAS UTILIZADAS 5.2- NORMAS UTILIZADAS - NR 13 13.4.1 – CALDEIRAS ULTIMA ATUALIZAÇÃO
5 – NORMAS
UTILIZADAS
5.2- NORMAS UTILIZADAS
- NR 13 13.4.1 – CALDEIRAS ULTIMA ATUALIZAÇÃO 2014
13.4.1 Caldeiras a vapor - disposições gerais
13.4.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e
acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer
fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-
se refervedores e similares
. 13.4.1.3 As caldeiras devem ser dotadas dos seguintes itens:
a) válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor
igual ou inferior a PMTA, considerados os requisitos do código de
projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;
6 - DIMENSIONAMENTO 6.1 - DADOS PARA DIMENSIONAMENTO FLUÍDO CAPACIDADE REQUERIDA PRESSÃO DE AJUSTE SOBREPRESSÃO
6 - DIMENSIONAMENTO
6.1 - DADOS PARA DIMENSIONAMENTO
FLUÍDO
CAPACIDADE REQUERIDA
PRESSÃO DE AJUSTE
SOBREPRESSÃO
CONTRAPRESSÃO ( tipo: Constante, Variável ou Desenvolvida )
MÁXIMA TEMPERATURA DE SERVIÇO
PESO MOLECULAR ( vapores, exceto vapor de água )
GRAVIDADE ESPECÍFICA
VISCOSIDADE ( líquidos )
TIPO DE CAPUZ
MATERIAL DA VEDAÇÃO
BASE DE SELEÇÃO ( Código seção )
PROGRAMAS DE DIMENSIONAMENTOS DISPONIVEIS N0S SITES DOS
FABRICANTES
6 - DIMENSIONAMENTO As formulas usadas para dimensionamento das válvulas de alivio e segurança derivam
6 - DIMENSIONAMENTO
As formulas usadas para dimensionamento das válvulas de
alivio e segurança derivam da API - RP 520 parte 1.
6.2 - Gases ou Vapores
O dimensionamento para gases ou vapores podem ser calculados pela
capacidade dada em massa ou volume. As formulas usadas são
baseadas na perfeita lei dos gases. Esta lei assume que os gases
não tenham ganho ou perda de calor ( adiabatica ), sendo a energia de
expansão convertida em energia cinética.
Entretanto, poucos gases possuam esta propriedade e o desvio de um
gás perfeito torna - se maior a medida que se aproxima do saturado.
Fatores de correção são usados, tal como a constante ( C ) e o fator
de compressibilidade ( Z ).
6 - DIMENSIONAMENTO A pressão critica pode ser determinada pela seguinte equação: k 2 k
6 - DIMENSIONAMENTO
A pressão critica pode ser determinada pela seguinte equação:
k
2
k
1
P
 P
c f
1
 
k
1
 
Pcf
: Pressão critica do fluxo no bocal, psia
P1
: Pressão de alivio de entrada, psia
k
: Relação dos calores específicos do gás ideal, Cp/Cv
( Vide
tabela 1 para alguns típicos
valores de k )
6 - DIMENSIONAMENTO 6.2.1-Fluxo Critico As formulas para gases ou vapores em geral são baseadas
6 - DIMENSIONAMENTO
6.2.1-Fluxo Critico
As formulas para gases ou vapores em geral são baseadas em duas
categorias com respeito a pressão de descarga.
Estas duas categorias são Sônica e Subsônica.
Fluxo sônico ou Crítico, geralmente ocorre quando a pressão de
saída da válvula é igual o menor do que a pressão critica do
fluxo do bocal ( Pcf ).
Se a pressão de saída da válvula for maior que a pressão critica do
fluxo do bocal, então o fluxo é subsônico ou subcritico.
6 - DIMENSIONAMENTO Tabela - 1 Propriedades dos Gases Gás Peso M Fator C Calor
6
- DIMENSIONAMENTO
Tabela - 1
Propriedades dos Gases
Gás
Peso
M
Fator C
Calor
k
Gás
Peso
M
Fator C
Calor
k
Molecular
Especifico
Molecular
Especifico
Acetileno
26
343
1,26
Hidrogênio
2
357
1,41
Ar
29
356
1,40
Sulfeto de
34
349
1.32
Hidrogênio
Amônia
17
348
1,31
Metano
16
348
1,31
Argônio
40
378
1,67
N-Butano
58
326
1,09
Benzeno
78
329
1,12
Gás
18,9
344
1,27
Natural
Butadieno
54
329
1,12
Nitrogênio
28
356
1,40
Dióxido de
44
345
1,28
Oxigênio
32
356
1,40
Carbono
Monóxido
28
356
1,40
Pentano
72
323
1,07
de carbono
Etileno
28
341
1,24
Propánio
44
330
1,13
Freon
86
335
1,18
Propileno
42
332
1,15
Hélio
4
377
1,66
Vapor de
18
348
1,31
Água
Hexana
86
322
1,06
Dioxido
64
346
1,29
Sulfurico
6 - DIMENSIONAMENTO Equações Básicas Vazão em Volume Vazão em Massa V TZM W TM
6 - DIMENSIONAMENTO
Equações Básicas
Vazão em Volume
Vazão em Massa
V
TZM
W TM
A 
A 
6,32CK P K K
CK
P K
K
M
d
1
b
C
d
1
b
c
6 - DIMENSIONAMENTO 400 380 360 340 320 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0 Figura
6 - DIMENSIONAMENTO
400
380
360
340
320
1,0
1,2
1,4
1,6
1,8
2,0
Figura 1 - Relação dos Calores Específicos
k = Cp/Cv
Coeficiente C
Válvulas Crosby Ind. e Com. Ltda. 6 - DIMENSIONAMENTO Onde: A : Área efetiva de
Válvulas Crosby Ind. e Com. Ltda.
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
A
: Área efetiva de descarga, pol². ( Conforme API - 526, para a faixa
dos orifícios das letras D a T ).
MV
( W 
)
W
: Capacidade requerida em massa, lb/h
6,32
V
: Capacidade requerida em volume, scfm
C : Coeficiente determinado pela relação dos calores específicos,
pode ser obtido pela tabela -1, figura 1 ou pela seguinte equação:
2 (k 1)/(k
1)
C
 520
k(
)
k
 1
Quando o valor do k não pode ser determinado, recomenda - se
lbm
lbmol
o R
como valor de C = 315. As unidades para C são :
lbf
 hr
6-DIMENSIONAMENTO Onde: Gg :Gravidade Especifica do gás nas condições de alivio na entrada da válvula.
6-DIMENSIONAMENTO
Onde:
Gg :Gravidade Especifica do gás nas condições de alivio na entrada
da válvula. Para o ar, Gg = 1,000 a 14,7 psia a 60ºF.
Kd : Coeficiente efetivo de descarga = 0,975
P1 : Pressão de entrada de alivio, psia. É pressão de ajuste mais
sobre pressão mais pressão atmosférica.
Kb: Fator de correção devido a contra pressão.
Para válvulas convencional ou piloto-operado, Kb = 1,000
Para válvulas balanceadas, vide figura 2
Kc:Fator de correção quando um disco de ruptura for instalado
na entrada da válvula, Kc = 0,9 e 1,00 quando o disco não for
instalado.
T: Temperatura de alivio na entrada da válvula, ºR ( ºF+ 460 )
6 - DIMENSIONAMENTO Fator de Correção da Contra pressão - Kb 1,00 0,90 0,80 10%
6 - DIMENSIONAMENTO
Fator de Correção da Contra pressão - Kb
1,00
0,90
0,80
10% de Sobre pressão
0,70
0,60
0,50
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
Figura - 2 : Contra pressão = Pb/Ps * 100
Pb: Contra Pressão, psig
Ps: Pressão de ajuste, psig
de correção - K bFator
6 - DIMENSIONAMENTO Dimensionamento de Válvulas Fator de Compressibilidade - Z Figura - 3 Fator
6 - DIMENSIONAMENTO
Dimensionamento de Válvulas
Fator de Compressibilidade - Z
Figura - 3
Fator de Compressibilidade - Z
Figura - 4
1,02
Tr = 1, 00
Tr =2,50
1,05
4,0
1,00
1,10
1,15
0,98
Tr =2,00
1,20
0,96
1,30
0,94
Tr =1,80
1,40
1,50
0,92
1,60
3,0
0,90
1,80
0,88
2,00
Tr =1,60
0,86
2,50
0,84
3,00
3,50
0,82
Tr =1,60
2,0
4,00
5,00
0,80
6,00
8,00
0,78
10,00
0,76
Tr =1,40
15,00
Tr =5,00
0,74
1,0
0,72
1,20
0,70
Tr =1,30
0,68
Tr =1,00
0,66
Tr =1,20
Tr =1,20
0,64 0
0
1
2
3
4
5
6
0
5
10
15
20
25
30
35
40
Pressão reduzida,
Pressão Reduzida
PR
P r
Pressão reduzida, P
Pressão Reduzida
PR
r
Fator de Compressibilidade Z
Fator de compressibilidade Z
Fator de Compressibilidade Z
Fator de compressibilidade Z
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: Z : Fator de compressibilidade, compensa o desvio do gás em
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
Z : Fator de compressibilidade, compensa o desvio do gás em relação
ao gás perfeito nas condições d e alivio. Pode ser obtido pelas
figuras 3 e
4.
p
T
1
P
T
R
R
P
T
C
C
PR
: Pressão reduzida TR : Temperatura reduzida
P1
: Pressão de alivio, psia
T : Temperatura de alivio, ºR (ºF+460)
PC
: Pressão critica, psia
TC : Temperatura
critica, ºR (ºF+460)
M
: Peso molecular do gás ou
lbm/lmmole ( M = 29,7Gg )
vapor na condições
de
alivio,
6 - DIMENSIONAMENTO Exemplo: Condições de operações: Fluído: Gás Sopre pressão: 10% ( ASME Seção
6 - DIMENSIONAMENTO
Exemplo:
Condições de operações:
Fluído: Gás
Sopre pressão: 10% ( ASME Seção VIII )
Vazão (V): 126.000 scfm
Peso Molecular (M): 18,9
Pressão de Alivio (P1):1.000 psig
Temperatura de Alivio (T): 60ºF
Fator de Compressibilidade (Z): 1,00
Contra Pressão Desenvolvida ( Built-up) (Pb): 150 psig
6 - DIMENSIONAMENTO Solução V TZM 126 000 520 18,9   1,00 2 A
6 - DIMENSIONAMENTO
Solução
V
TZM
126 000
520 18,9
 1,00
2
A 
 5,286pol
6,32CK P K K
6,32
344
0,975 1114,7 1,00 1,00
d
1
b
c
V
: 126.000 scfm
T
: 60+460 = 520ºR
Z
: 1,00
Kc = 1,00 ( sem instalação de disco )
P1
: 1000  1,10+14,7=1114,7 psia
C
: 344
Kd = 0,975
P
150
Kb
: 1,00
(
2 
100
100
15%
pela Fig.1 K
1,00 )
b
P
1000
1
O Orifício
com
Área
próxima
maior conforme API - 526 é
P,
com
ÁREA = 6,38 POL²
6 - DIMENSIONAMENTO 6.2.2 - Vapor de água Para serviço de alivio de pressão para
6 - DIMENSIONAMENTO
6.2.2 - Vapor de água
Para serviço de alivio de pressão para vapor de água em
condição critica, a seguinte equação pode ser usada:
W
A 
51,5P K K K K
K
1
d
b
c
n
sh
A
: Área efetiva de descarga, pol², Conforme API - 526
para as faixa de orifícios das letras D até T.
W
: Capacidade em massa, lb/h
Kd
: Coeficiente efetivo de descarga = 0,975
Kb
: Fator de correção devido a contra pressão.
Válvulas Convencionais e piloto operado, Kb = 1,00
Válvulas Balanceadas vide figura 1.
6 - DIMENSIONAMENTO Válvula Selecionada : Tamanho : 4P6 Modelo: Conforme fabricante. Balanceada por ter
6 - DIMENSIONAMENTO
Válvula Selecionada :
Tamanho : 4P6
Modelo: Conforme fabricante.
Balanceada por ter contrapressão acima de 10%
Classe de Entrada : 600 - RF
Classe de Saída : 150 - RF
Tipo do Capuz : Tipo B
6 - DIMENSIONAMENTO Onde : KC: Fator de correção quando um disco de rotura for
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde :
KC: Fator de correção quando um disco de rotura for instalado na
entrada da válvula, KC = 0,900 e 1,00 quando o disco não
for instalado.
Kn : Fator de correção para a equação de Napier ( Thompson e
O. E. Buston, máximo isontropico fluxo para vapor saturado
através da válvula de alivio )
Kn = 1,00 para P1  1500 psia
e
para
0,1906P
 1000
Kn
1
para P1 > 1500 psia
0,2292P
 1061
1
Ksh : Fator de correção para vapor superaquecido. Vide tabela 2
P1: Pressão de entrada de alivio, psia. É pressão de ajuste
mais sobre pressão mais pressão atmosfera.
Tabela -2 Fator de Correção para Vapor Superaquecido, KSH Pressão Temperatura – Graus Fahrenheit Ajuste
Tabela -2 Fator de Correção para Vapor
Superaquecido, KSH
Pressão
Temperatura – Graus Fahrenheit
Ajuste
300
400
500
600
700
800
900
1000
1100
1200
psig
15
1,00
0,98
0,93
0,88
0,84
0,80
0,77
0,74
0,72
0,70
20
1,00
0,98
0,93
0,88
0,84
0,80
0,77
0,74
0,72
0,70
40
1,00
0,99
0,93
0,88
0,84
0,81
0,77
0,74
0,72
0,70
60
1,00
0,99
0,93
0,88
0,84
0,81
0,77
0,75
0,72
0,70
80
1,00
0,99
0,93
0,88
0,84
0,81
0,77
0,75
0,72
0,70
100
1,00
0,99
0,94
0,89
0,84
0,81
0,77
0,75
0,72
0,70
120
1,00
0,99
0,94
0,89
0,84
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
140
1,00
0,99
0,94
0,89
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
160
1,00
0,99
0,94
0,89
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
180
1,00
0,99
0,94
0,89
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
200
1,00
0,99
0,95
0,89
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
220
1,00
0,99
0,95
0,89
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
240
1,00
0,95
0,90
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
260
1,00
0,95
0,90
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
280
1,00
0,96
0,90
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
300
1,00
0,96
0,90
0,85
0,81
0,78
0,75
0,72
0,70
350
1,00
0,96
0,90
0,86
0,82
0,78
0,75
0,72
0,70
400
1,00
0,96
0,91
0,86
0,82
0,78
0,75
0,72
0,70
500
1,00
0,96
0,92
0,86
0,82
0,78
0,75
0,73
0,70
600
1,00
0,97
0,92
0,87
0,82
0,79
0,75
0,73
0,70
800
1,00
0,95
0,88
0,83
0,79
0,76
0,73
0,70
1000
1,00
0,96
0,89
0,84
0,78
0,76
0,73
0,71
1250
1,00
0,97
0,91
0,85
0,80
0,77
0,74
0,71
1500
1,00
0,93
0,86
0,81
0,77
0,74
0,71
1750
1,00
0,94
0,86
0,81
0,77
0,73
0,70
2000
1,00
0,95
0,86
0,80
0,76
0,72
0,69
2500
1,00
0,95
0,85
0,78
0,73
0,69
0,66
3000
1,00
1,00
0,82
0,74
0,69
0,65
0,62
6- DIMENSIONAMENTO W : 153.500 lb/h P1 : 1600 • 1,10 + 14,7 = 1774,7
6- DIMENSIONAMENTO
W : 153.500 lb/h
P1
: 1600 • 1,10 + 14,7 = 1774,7 psia
Kd
: 0,975
Kb
: 1,00 ( Para válvula convencional descarregando para atmosfera )
KC
: 1,00 ( Sem disco de ruptura instalado )
0,1906P
 0,1906 1774,7
1000
1000
1
 
1,01(P
1500psia)
K N
1
0,2293P
 0,2293 1774,7
1061
1061
1
Ksh: 1,00 ( Para vapor saturado )
153.000
2
A
 1,705pol
51,5 1774,7
0,975 1,00
1,00 1,01 1.00
Para seleção do tamanho do orifício, vide API - 526. Neste exemplo o
orifício selecionado K, tem uma área efetiva de 1,838 pol²
6 - DIMENSIONAMENTO Exemplo: Fluído: Vapor saturado Vazão:153.500 lb/h Pressão de Ajuste: 1600 psig Sobre
6 - DIMENSIONAMENTO
Exemplo:
Fluído: Vapor saturado
Vazão:153.500 lb/h
Pressão de Ajuste: 1600 psig
Sobre pressão: 10% ( ASME Seção VIII )
W
A 
51,5P K
K
K
K
K
1
D
B
C
N
SH
6- DIMENSIONAMENTO Válvula Selecionada : Tamanho : 3 K 4 Modelo : Conforme fabricante Convencional,
6- DIMENSIONAMENTO
Válvula Selecionada :
Tamanho : 3 K 4
Modelo : Conforme fabricante
Convencional, por não existir contrapressão
Classe de Entrada : 900 - RF
Classe de Saída : 150 - RF
Tipo do Capuz : C com Alavanca
6 - DIMENSIONAMENTO 6.2.3 - Fluxo Subcritico Para gases ou vapores o dimensionamento quando a
6 - DIMENSIONAMENTO
6.2.3 - Fluxo Subcritico
Para gases ou vapores o dimensionamento quando a pressão de
saída da válvula excede a pressão critica do fluxo o mesmo
torna-se subsônico. Sob estas condições, o fluxo diminua com
aumento da contra pressão enquanto a pressão de entrada
permanece constante.
A contra pressão no qual o fluxo subsônico ocorre varia com o
tipo de fluído e pode ser calculado pela seguinte formula.
K
 
2
 
K
 1
C
P
 P
P
Onde:
K 
2(crítica)
1
K
1
C
V
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: F2: Coeficiente do fluxo subcritico, use a seguintes equação:  1
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
F2: Coeficiente
do fluxo subcritico,
use
a
seguintes
equação:
 1 r K 1 /K 
2/K

F 2
  K  
r
K
 1
 
1  r
K : Relação dos calores específicos dos gases ideais. Cp/Cv
( Vide tabela 1 para alguns valores de K ).
r : Relação entre a contrapressão com a pressão de entrada ( P2/P1)
Kc : Coeficiente efetivo de descarga = 0,975
Kc: Fator de correção quando um disco de ruptura for instalado na
entrada da válvula, Kc = 0,90 e 1,00 quando o disco não
for instalado.
M : Peso molecular do gás ou vapor nas condições de entrada
( lbm/lbmole ).
T:Temperatura de alivio na entrada da válvula, ºR ( ºF + 460 )
6 - DIMENSIONAMENTO As formulas usadas para cálculos das áreas dos orifício para fluxo sub-crítico
6 - DIMENSIONAMENTO
As formulas
usadas
para
cálculos
das áreas
dos orifício para
fluxo sub-crítico são:
Vazão em Volume
Vazão em Massa
V ZTM
W TZ
A 
A 
4645F K K
P
P
 P
735F K K
MP P
 P
2
D
C
1
1
2
2
D
C
1
1
2
Onde:
A
: Área efetiva de descarga, pol², conforme API - 526 para a faixa
dos orifícios de D a T.
V
: Capacidade
requerida
em
volume,
scfm
( a
14,7
psia
a
temperatura de 60ºF ).
W
: Capacidade requerida em massa, lb/h.
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: P1:Pressão de entrada de alivio, psia. Isto é, pressão de ajuste
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
P1:Pressão de entrada de alivio, psia. Isto é, pressão de ajuste mais
sobrepressão.
P2: Contra pressão na saída da válvula, psia
Z:Fator de compressibilidade, compensa o desvio do gás em relação
ao gás perfeito nas condições de alivio. Pode ser obtido pelas
figuras 2 e 3.
p
T
1
P
T
R
R
P
T
C
C
PR: Pressão reduzida TR: Temperatura reduzida
P 1: Pressão de alivio, psia T: Temperatura de alivio,ºR (ºF+460)
PC: Pressão critica, psia TC : Temperatura critica, ºR (ºF+460)
6 - DIMENSIONAMENTO 6.3 - Líquidos As válvulas de alivio para líquidos projetadas de acordo
6 - DIMENSIONAMENTO
6.3 - Líquidos
As válvulas de alivio para líquidos projetadas de acordo com código
ASME, Seçaõ VIII, Divisão 1 com sobre pressão de 10 %
requerendo o certificado de capacidade usa a seguinte equação.
Q
G
f
A 
38K K KcK
P
 P
d
w
v
1
2
Onde:
A: Área efetiva de descarga, pol², conforme API - 526 para a
a
Q: Capacidade requerida em volume, gpm
Gf: Gravidade especifica do fluido a temperatura de alivio.
Para água, Gf = 1,00 a 60ºF
faixa
dos orifícios de D
T.
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: Kd: Coeficiente de descarga = 0,65 KC: Fator de correção quando
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
Kd: Coeficiente de
descarga = 0,65
KC: Fator de correção quando um disco de ruptura for instalado na
entrada da válvula, Kc = 0,90 e 1,00 quando o disco não for
instalado.
Kv : Fator de correção devido a viscosidade . Sendo determinado
pelas seguintes equações ou pela figura 5:
2,878
342,75
K
 1
0,9935
V
R 0,5
R 1,5
Q 2800
 G
f 
12700
 Q
R 
ou
R 
μ
A
υ
A
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: KW : Fator de correção devido a contra pressão. Válvulas convencionais
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
KW : Fator de correção devido a contra pressão. Válvulas convencionais
e piloto operado, K W = 1,00 e válvulas balanceadas vide figura 4.
1,00
0,95
0,90
0,85
0,80
KW
0,75
0,70
0,65
0,60
0,55
0
10
20
30
40
50
Porcentagem de Contra Pressão
Fig. 4 – Kw para Válvula Balanceada com Sanfona
para fluído liquído
6 - DIMENSIONAMENTO 1,0 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 5 1 2 3
6 - DIMENSIONAMENTO
1,0
0,9
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4
0,3
5
1
2
3
4
10
10
10
10
10
Numero de Reynolds - R
Figura 5-Fator de Correção da Capacidade, Kv devido a Viscosidade
Fator de Correção da
Viscosidade Kv
6 - DIMESIONAMENTO Onde: P1: Pressão de alivio de entrada, psig. Isto é pressão de
6 - DIMESIONAMENTO
Onde:
P1: Pressão de alivio de entrada, psig. Isto é pressão de ajuste mais
sobre pressão
P2: Contra pressão, psig.
R: Numero de Reynods
Q: Capacidade requerida a temperatura do fluxo, gpm
Gf: Gravidade especifica do líquido a temperatura de alivio.
µ: Viscosidade absoluta a temperatura de alivio, centipoise (cp)
A: área de descarga efetiva, pol.²
: Viscosidade a temperatura de alivio, Saybolt Universal
Second, SSU ( não usar esta equação quando a viscosidade for menor
do que 100 SSU ) .
Depois que o numero de Reynolds R é determinado e o fator KV calculado,
aplica na equação preliminar para descarga da área o valor do K V. Se a
área corrigida exceder a área do orifício prelecionado, os cálculos devem
ser repetidos usando o próximo tamanho do orifício maior.
6 - DIMENSIONAMENTO KW : 0,97 pela figura 4 KC: 1,00 Kd : 0,65 KV
6 - DIMENSIONAMENTO
KW : 0,97 pela figura 4
KC: 1,00
Kd : 0,65
KV : 1,00 ( Primeiramente
não consideramos o fator de
correção da viscosidade ).
Q
G
f
A
r
38
K
K
K
K
 
1,25 P
P b
w
c
d
v
1800
 0,900
2
A
 4,752Pol
r
38
0,97
1,00 1,00 1,00
275
 50
Ar : É a área requerida sem a correção da viscosidade.
6 - DIMENSIONAMENTO Exemplo: Fluído : Óleo Cru Vazão ( Q ) : 1800 gpm
6 - DIMENSIONAMENTO
Exemplo:
Fluído : Óleo Cru
Vazão ( Q ) : 1800 gpm
Gf : 0,90
Pressão de Ajuste : 250 psig
Contra pressão variável : 0 a 50 psig
Sobre pressão : 10%
Pressão de alivio, P1 = 250  1,1= 275 psig
Contra pressão (50/250 )100 = 20%
Viscosidade : 2000 SSU
Selecionamos válvula balanceada com fole devido a contra pressão ser
maior do que 10%.
6 - DIMENSIONAMENTO Selecionamos uma área de 6,380 pol² correspondente ao orifício P conforme API
6 - DIMENSIONAMENTO
Selecionamos uma área de 6,380 pol² correspondente ao orifício
P conforme API - 526.
O numero de Reynolds R é então calculado como segue:
12700
Q
2800
1800
R 
 4525,2
υ
A
2000
6,380
r
Então o fator de correção Kv é calculado como segue:
2,878
342,75
 1
K
0,9935
 0,964
V 
0,5
1,5
4525,2
4525,2
A
4,752
r
2
Então : A 
 4,929Pol
K
V 0,964
A área selecionada de 6,380 pol² correspondente ao orifício P satisfaz.
Portanto o tamanho da válvula de alivio é 4P6.
6 - DIMENSIONAMENTO Válvulas de alivio para líquidos que não requerem o certificado de capacidade.
6 - DIMENSIONAMENTO
Válvulas de alivio para líquidos que não requerem o certificado
de capacidade.
Antes do código ASME incorporar o certificado de capacidade, as
válvulas de alivio para líquidos usavam a seguinte formula:
Q
G
f
A 
38 
K
K
K
K
1,25 P
K p
P p
d
w
c
v
Onde:
A : Área efetiva de descarga requerida, pol²
Q : Capacidade requerida em volume, gpm.
Gf: Gravidade especifica do fluído a temperatura de alivio.
Para água = 1,00 a 60² F.
P: Pressão de ajuste, psig
Pp: Total de contra pressão, psig.
6 - DIMENSIONAMENTO 1,1 1,0 0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00
6 - DIMENSIONAMENTO
1,1
1,0
0,90
0,80
0,70
0,60
0,50
0,40
0,30
0,20
0,10
0,00
10%
20% 25% 30%
40%
50%
Figura 6 - Porcentagem da Sobre pressão
Fator de Correção, Kp
5 - DIMENSIONAMENTO Onde: Kd: Coeficiente de descarga = 0,62 Kc: Correção de combinação do
5 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
Kd: Coeficiente de descarga = 0,62
Kc: Correção de combinação do fator quando o disco de rotura for
instalado. Kc = 1,00 quando o disco não for instalado e Kc = 0,90
quando o disco de rotura for instalado.
Kw: Fator de correção devido a contra pressão. Válvulas convencionais
e piloto operado, K W =1,00 e válvulas balanceadas vide figura 4.
Kp : Fator de correção devido a sobre pressão. Para sobre pressão
igual a 25% o valor de KP = 1,00 e para sobre pressão igual
a 10% o valor de Kp= 0,60. Para sobre pressão diferente o valor
de Kp é determinado pela figura 6.
Kv: Fator de correção devido a viscosidade. Sento determinado pela
seguintes equações ou pela figura 5:
2,878
342,75
 1
K
0,9935
V
R 0,5
R 1,5
6 - DIMENSIONAMENTO Q 2800   G f  12700  Q R 
6 - DIMENSIONAMENTO
Q 2800
 G
f 
12700
 Q
R 
OU
R 
μ
A
υ
A
R: Numero de Reynods
Q: Capacidade requerida a temperatura do fluxo, gpm
Gf: Gravidade especifica do líquido a temperatura de alivio.
µ: Viscosidade absoluta a temperatura de alivio, centipoise (cp)
A: área de descarga efetiva, pol.²
: Viscosidade a temperatura de alivio, Saybolt Universal
Second, SSU ( não usar esta equação quando a viscosidade for menor
do que
Depois
100 SSU ) .
que o numero de Reynolds R é determinado e o fator KV calculado,
aplica na equação preliminar para descarga da área o valor do K V. Se a
área corrigida exceder a área do orifício prelecionado, os
cálculos
devem
ser repetidos usando o próximo tamanho do orifício maior.
6 - DIMENSIONAMENTO 6.4 - Para Fogo: O procedimento usado para dimensionamento para Fogo depende
6 - DIMENSIONAMENTO
6.4 - Para Fogo:
O
procedimento usado para dimensionamento para Fogo depende
do
código e da pratica da engenharia aplicada a cada instalação.
Algumas praticas recomendadas para dimensionamento para fogo são
listadas a seguir:
API - 520, Parte 1 - Pratica recomendada para projeto e instalação de
sistema de alivio em refinarias.
API - Standard 2000 - Para descarga ( Vent ) atmosférica e em
armazenamento de Tanques com Baixa Pressão.
API - Standard 2510 - Para projeto e instalação de LP Gás.
NFPA ( National Fire Protection Association ) numero 58, armazenagem
e manuseio para Gases e Liqüefeitos de petróleo.
CGA - ( Compressed Gás Association ), CGA S - 13.
6 - DIMENSIONAMENTO 6.4.1- Tanques contento Gás / Vapor ( Conforme API-520 apêndice D.5.2.1 )
6 - DIMENSIONAMENTO
6.4.1- Tanques contento Gás / Vapor
( Conforme API-520 apêndice D.5.2.1 )
A área do orifício requerida da válvula de alivio em tanques preenchido com
gás/vapor exposto externamente a chama pode ser determinada usando
a seguinte equação:
'
'
F A
A 
P
1
Onde:
A : Área do orifício, pol²
F’: Fator de operação
Nota : F’ pode ser determinada independente da relação da API - 520,
apêndice D.5.2.1. Recomendamos um valor mínimo de 0,01.
Quando o valor não é conhecido, F’ = 0,045 será usado.
6 - DIMENSIONAMENTO Duas condições de tanques devem ser consideradas para dimensionamento para Fogo. As
6 - DIMENSIONAMENTO
Duas condições de tanques devem ser consideradas para dimensionamento
para Fogo. As duas condições são : Tanque preenchido com Líquido
e Tanque preenchido a Gás.
A capacidade de alivio requerida para tanque contento líquido é sempre
maior do tanque contento gás, porque ocorre a evaporação do líquido.
Muitos tanques contento líquido exposto direto a radiação de calor o líquido
irá evaporar. O calor adquirido pelo tanque irá aumentar rapidamente a
temperatura do corpo.
Para tanques preenchido com gás ou vapor a temperatura irá aumentar
rapidamente. Estas temperaturas podem facilmente aumentar o nível de
tensão, e a rotura pode ocorrer ainda que a pressão dentro do tanque no
excede o limite máximo para condição de fogo.
6 - DIMENSIONAMENTO Onde: A’ : Área da superfície externa do tanque exposta, pés² Nota
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde:
A’ : Área da superfície externa do tanque exposta, pés²
Nota : A parte elevada do tanque acima de 25 pés do nível do solo
é normalmente excluída, conforme figura - 7, exceto para esfera que
está na metade.
P1 : Pressão de alivio na entrada da válvula,
psia = P ajuste – P perda + P operacional + P atmosfera
6 - DIMENSIONAMENTO Superfície total do tanque molhado, pé², até 25 pés acima do nível
6 - DIMENSIONAMENTO
Superfície
total do
tanque molhado, pé², até 25 pés
acima do nível do solo ou, em caso de esfera, para
elevação de
diâmetro
maior, qualquer seja o
maior.
Tanque Vertical
Esfera
Tanque Horizontal
Máx.
Diâm.
25 pés
Solo
Figura - 7
6 - DIMENSIONAMENTO 6.4.2-Tanques contento Líquido ( Conforme API-520 apêndice D.5.2.1 ) Onde a drenagem
6 - DIMENSIONAMENTO
6.4.2-Tanques contento Líquido ( Conforme API-520 apêndice D.5.2.1 )
Onde a drenagem adequada e os equipamentos de combate ao fogo não existem, o líquido
contido no tanque exposto a chama externa requer uma válvula de alivio de tamanho de
acordo com o seguinte:
Determina o total do calor absorvido através da parede interna do tanque e do líquido interno.
0,82
Q  34500FA
Onde:
Q : Calor total absorvido pela superfície interna do tanque, BTU/hr e do líquido interno
F : Fator ambiental ( Como referencia vide Tabela 3 )
Nota : Ainda que o tanque externamente pode ser isolado, não é raro considerar o
mesmo como despido, podendo o isolamento ter sido queimado e/ou sido deslocado
pelo jato de água dos equipamentos.
A : Superfície total molhada, pés
6 - DIMENSIONAMENTO Exemplo : Tanque Vertical preenchido com hidrocarboneto com 12 pés de diâmetro
6 - DIMENSIONAMENTO
Exemplo : Tanque Vertical preenchido com hidrocarboneto com 12 pés de diâmetro
externo, 63 pés de altura, 3 % de perda da pressão de entrada e MAOP de 285 psig.
F’ = 0,042 ( Suposição Conservadora )
Pperda = 285  0,03 = 8,55 psi
A’ =  D L =  ( 12 ) 25 = 942,5 pés²
Poperacional = 60 psig
P1= 285 - 8,55 + 60 + 14,7 = 351,15 psia
'
'
F A
0,042 945,5
2
A 
 2,119pol
351,15
P 1
Selecionamos válvula de tamanho 3 L 4 com área do orifício de 2,853 pol² para ambas
configurações direta com mola ou piloto operada.
Nota: A formula
para
dimensionamento
para
fogo, é
especifica somente
para
vapor/gás.
6 - DIMENSIONAMENTO Tipo de Equipamento Fator F Tanque despido 1,0 Tanques com isolamento Nota:
6 - DIMENSIONAMENTO
Tipo de Equipamento
Fator F
Tanque despido
1,0
Tanques com isolamento
Nota: Estes valores arbitrários são mostrado como
exemplo
e são
em
British
thermal
Unit por
hora por raiz quadrada pé por grau farhreneit
4
0,3
2
0,15
1
0,075
0,67
0,05
0,5
0,0376
0,4
0,03
0,33
0,026
Tabela 3 - Fator Ambiental, F
6 - DIMENSIONAMENTO Novamente, o calor latente de vaporização contido no líquido deve ser conhecido.
6 - DIMENSIONAMENTO
Novamente, o
calor latente
de vaporização
contido no líquido deve
ser conhecido.
Estes valores são normalmente fixado em BTU/lb. A seguir alguns típicos exemplos:
Metano
219
Oxigênio
92
Propano
183
Água
970
Etilene
208
Butano
166
Benzeno
169
GLP
167
Amônia
587
6 - DIMENSIONAMENTO Para calcular a área do orifício da válvula de alivio, usualmente a
6 - DIMENSIONAMENTO
Para calcular a área do orifício da válvula de alivio, usualmente a capacidade
usada na equação é massa.
W
TZ
A 
CK P K
M
d
1
b
T é a temperatura no qual o líquido irá vaporizar na pressão de ajuste.
200º F é normalmente uma temperatura conversativa. Outras variáveis
são dependente do usual estado do vapor.
6 - DIMENSIONAMENTO Para determinar a capacidade em massa requerida para a válvula de alivio
6 - DIMENSIONAMENTO
Para determinar a capacidade em massa requerida para a válvula de
alivio para condição de fogo usa a seguinte formula :
Q
W 
V
Onde :
W
: Capacidade em massa, lb/h
Q
: Calor total absorvido, BTU/lb
V
: Calor latente de vaporização, BTU/lb
6 - DIMENSIONAMENTO 6.5 - Alivio Térmico por Expansão de Liquido ( API - 521,
6 - DIMENSIONAMENTO
6.5 - Alivio Térmico por Expansão de Liquido ( API - 521, seção 3 )
Causas:
A Expansão Hidráulica do volume de um
líquido causada pela aumenta de
temperatura ( vide tabela - 4 ), pode ser causada por varias causas, as mais
comuns são as seguintes:
a - Tubulações ou tanque bloqueados, enquanto são preenchidos com líquidos
frios e subseqüentemente aquecido por serpentina, calor ambiental ou fogo.
b - Uma mudança do bloqueio sobre um lado frio com fluxo quente.
c - Tubulação ou tanque bloqueados enquanto são preenchidos com liquido a
temperatura ambiente sendo aquecido diretamente pela radiação solar.
6 - DIMENSIONAMENTO Tamanho e Pressão de Ajuste A capacidade requerida não é fácil de
6 - DIMENSIONAMENTO
Tamanho e Pressão de Ajuste
A capacidade requerida não é fácil de ser determinada. Cada aplicação
requer uma capacidade de alivio do líquido. Como estas capacidade são
pequenas, normalmente especificamos um tamanho aceitável de 3/4”x 1”.
Se por qualquer razão duvidamos que o tamanho 3/4” x 1” não ser
adequado, calcula a capacidade pela seguinte formula: ( item 3.14.3 )
BH
GPM 
500GC
6 - DIMENSIONAMENTO Tabela 4 - Típicos Valores do Coeficiente da Expansão Cubica para Hidrocarbonetos
6 - DIMENSIONAMENTO
Tabela 4 - Típicos Valores do Coeficiente da Expansão Cubica para
Hidrocarbonetos e água a 60º F
Gravidade do
Líquido ( API )
B
Graviade do
Líquido ( API )
B
3 - 34,9
0,0004
79 - 88,9
0,0008
35
- 50,9
0,0005
89 - 93,9
0,00085
51
- 63,94
0,0006
94 - 100 e maior
0,0009
64
- 78,9
0,0007
Água
0,0001
6 - DIMENSIONAMENTO Onde : GPM : capacidade em galões por minuto B: Coeficiente da
6 - DIMENSIONAMENTO
Onde :
GPM : capacidade em galões por minuto
B: Coeficiente da expansão cubica do liquido por º F a temperatura esperada.
A Tabela 4 mostra valores típicos de hidrocarbonetos e água a 60ºF.
H: A capacidade total do Calor transferido em BTU/hr.
Esta troca máxima de calor pode ser tomada durante a operação.
G: Gravidade Especifica
C: Calor especifico do fluído arrastado, BTU/lb/ºF
Exemplos: Vide Tabela 5
6 - DIMENSIONAMENTO Tabela 5 - Valores típicos do calor especifico a 100 º F
6 - DIMENSIONAMENTO
Tabela 5 - Valores típicos do calor especifico a 100 º F
Líquido
C
Água
4,18
Amônia
2,18
Metano
2,27
Propano
1,75
Nota: Se o líquido a ser aliviado se espera vaporização ou sólidos em suspensão
o procedimento do item 3.20.1 é recomendado.
6 - DIMENSIONAMENTO Para determinar a pressão de ajuste em válvula de alivio térmico devemos
6 - DIMENSIONAMENTO
Para determinar a pressão de ajuste em válvula de alivio térmico devemos
considerar a classe é todos os itens incluídos no sistema de bloqueio.
A pressão de ajuste de alivio térmico nunca dever estar acima da pressão
máxima permitida pelos componentes do sistema.
Entretanto a pressão de alivio será ajustada o suficiente para abrir sob a
ação da expansão hidráulica.
Quando a válvula de alivio descarrega em sistema fechado, os efeitos da contra
pressão devem ser considerados.
Duas aplicações gerais nas válvulas de alivio térmico maior do que 3/4” x 1”
devem ser consideradas:
Instalação longa e diâmetro grande sem isolamento instalada acima do nível do
solo e grande tanque ou mudança de operação completa do líquido.
Longa tubulação pode estar bloqueadas ou instaladas abaixo de temperatura
ambiente, e os efeitos da radiação solar irá aumentar a temperatura.
Se o total do calor transferido e o coeficiente térmico de expansão do fluído
são conhecidos a capacidade de alivio pode ser calculada.
7-MANUSEIO, MONTAGEM E INSTALAÇÃO 7.2 - Utilização Incorreta A válvula de segurança e alívio é
7-MANUSEIO, MONTAGEM E INSTALAÇÃO
7.2 - Utilização Incorreta
A válvula de segurança e alívio é exclusivamente um dispositivo
para segurança, nunca pode ser utilizada para controlar a pressão
de operação.
A válvula pode sofrer dano se for usada de modo incorreto. Há sério
risco de empenamento da haste caso se acione a alavanca com
pressão abaixo de 75% da pressão de abertura da válvula, se forem
feitas tentativas de forçar o fechamento de uma válvula que está
aberta ou apresenta vazamento, ou se for apertada excessivamente
a trava “gag
7-MANUSEIO, MONTAGEM E INSTALAÇÃO 7.1- Manuseio Descuidado Um manuseio descuidado pode afetar a calibração da
7-MANUSEIO, MONTAGEM E INSTALAÇÃO
7.1- Manuseio Descuidado
Um manuseio descuidado pode afetar a calibração da válvula, destruir sua estanqueidade e alterar o
desempenho na bancada de teste, ou provocar vazamento excessivo em operação se a válvula já foi
testada. Este problema pode ocorrer:
a) No transporte: Devido à impressão de construção robusta as válvulas de segurança podem
não ser tratadas com cuidado. Na verdade são equipamentos sensíveis que devem ser
transportados somente na posição vertical e com muito cuidado, sendo proibido o transporte
pela alavanca de teste. Devem também ser protegidas contra entrada de sujeira e partículas
estranhas que danifiquem a superfície de vedação.
b) Na manutenção: Durante todas as fases de manutenção deve-se manusear cuidadosamente a
válvula, mantendo-a limpa e perfeitamente alinhada. Após a liberação da válvula deve-se proteger as
conexões de entrada e saída.
c) Na instalação : Deve - e evitar quedas ou impactos na válvula. Válvulas pesadas devem ser
movimentadas com equipamento apropriado.
7-MANUSEIO, MONTAGEM, E INSTALAÇÃO 7.1-Inspeção Visual: Disco, Bocal, Guias Áreas Polidas 7.2 - Lapidação 7.3
7-MANUSEIO, MONTAGEM, E INSTALAÇÃO
7.1-Inspeção Visual:
Disco, Bocal, Guias Áreas Polidas
7.2 - Lapidação
7.3 - Ajustes dos Anéis de Regulagem :
ASME I
( Dois anéis )
ASME VIII ( Um anel )
7.3.1- Anel do Bocal:
Regula a abertura e influencia no diferencial de alívio
7 3.2 - Anel da Guia:
Ajusta o diferencial de alívio
7-MANUSEIO, MONTAGEM, E INSTALAÇÃO 7.4-Pressão de Ajuste a Frio: Válvulas com valores de contrapressão Válvulas
7-MANUSEIO, MONTAGEM, E INSTALAÇÃO
7.4-Pressão de Ajuste a Frio:
Válvulas com valores de contrapressão
Válvulas com valores de contrapressão variável
Válvulas com valores de contra pressão desenvolvida
7.5 Valores de Correção de Temperatura para Válvula com
Castelo Fechado:
0º C até
66º C
= sem correção
67º C até 316º C
= 1%
de
correção
317º C até 427º C = 2 % de correção
428º C até 538º C = 3 % de correção
OBS: Não é aplicável valores de correção de temperatura
em válvula com castelo do tipo aberto
7.4 - RECOMENDAÇÕES PARA INSTALAÇÃO FORÇA TOTAL RESULTANTE NO BOCAL DE SAÍDA (cotovelo 90 Gr.)
7.4 - RECOMENDAÇÕES
PARA INSTALAÇÃO
FORÇA TOTAL RESULTANTE NO BOCAL DE SAÍDA
(cotovelo 90 Gr.)
Nota: a Força horizontal (Fh),
é equilibrada pela Força da descaraga
de vapor agindo no cotovelo de 90Gr.
WV
F
AP
v
e
g
C
Fh
Fh
ONDE:
Fv
= Força vertical (kN)
Fv
W
= Vazão em lbs./ seg
V
= Velocidade, ft./ seg
A
= Área da saída, pol2
Pe
= Pressão estática no bocal
de saída, PSIG
gc
= Constante gravitacional
Alerta: A responsabilidade pela determinação da Força de
Reação na saída, é do projetista do vaso e/ou tubulação.
Para outras inform ações consultar nosso catálogo.
7.3 - RECOMENDAÇÕES PARA INSTALAÇÃO SUPORTE FIXO ANCORADO À ESTRUTURA DA CONSTRUÇÃO 24” Max. DEIXAR
7.3 - RECOMENDAÇÕES PARA INSTALAÇÃO
SUPORTE FIXO
ANCORADO À ESTRUTURA
DA CONSTRUÇÃO
24” Max.
DEIXAR ESPAÇO SUFICIENTE
PARA EXPANSÃO DO TUBO
DE DESCARGA
COMPRIMENTO
MAIS CURTO
DIÂMETRO MÍN. RECOMENDADO
1/2” > QUE A ENTRADA DA VÁLVULA
POSSÍVEL
BALÃO DA CALDEIRA
SUAVEMENTE ARREDONDADO
Nota: Cheque o coletor contra qualquer contrapressão possível que poderá causar um retorno
do fluxo de vapor fora das bandejas coletoras. Se sistemas fechados estão sendo usados,
contrapressões no coletor resultado de uma descarga de válvula poderá afetar o ponto
de abertura de outras válvulas conectadas ao mesmo sistema.
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS 8.1 - Corrosão Praticamente todos os tipos
8 - CAUSAS
ESPECÍFICAS
DE DETERIORAÇÃO
E AVARIAS
8.1 - Corrosão
Praticamente todos os tipos de corrosão podem estar presentes numa instalação
industrial e são as causas básicas de muitas das dificuldades encontradas. A
corrosão geralmente provoca pites nos componentes das válvulas, depósitos que
interferem com o funcionamento das partes móveis, quebra de várias partes ou
uma deterioração generalizada dos materiais da válvula.
O ataque corrosivo pode ser eliminado ou reduzido adotando - se as
seguintes medidas:
-Melhorar a vedação para evitar a circulação de fluído corrosivo
-nas partes superiores da válvula;
-Melhorar a vedação utilizando válvula com anel “O”;
-Especificar válvula com fole para isolar a parte superior da válvula;
-Melhorar a especificação dos materiais;
-Aplicar pintura ou revestimento anticorrosivo;
-Instalar disco de ruptura em série com a válvula.
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS 8.2 - Superfícies de Assentamento Danificadas As
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
8.2 - Superfícies de Assentamento Danificadas
As superfícies de assentamento devem ser mantidas planas, polidas e centralizadas para se obter perfeita
vedação, caso contrário poderá ocorrer vazamento. As causas de danos nessas superfícies são:
a) Corrosão: A presença de pites ou marcas de corrosão nas superfícies de assentamento possibilita
a passagem de fluído e conseqüente agravamento dos danos.
b) Partículas Estranhas: Carepa, rebarba de solda ou escória, depósitos corrosivos, coque ou sujeira
entram na válvula e passam através dela quando abre. Essas partículas podem danificar as superfícies de
assentamento e destruir o perfeito contato necessário para a vedação. Os danos podem acontecer tanto
em operação quanto nos testes. Eventualmente pode ocorrer polimerização de fluídos que vazam e se
depositam nas superfícies de assentamento.
c) Batimento: Fenômeno provocado por tubulação muito longa ou por obstruções e restrições a montante
da válvula. A pressão estática atuando na válvula é suficiente para abri-la; no entanto, assim que o fluxo se
estabelece, a perda de carga na linha de entrada é tão grande que a pressão atuando no disco diminui e a
válvula fecha. O ciclo de abertura e fechamento pode continuar repetidamente, as vezes de forma intensa,
o que resulta numa ação de batimento que danifica seriamente as superfícies de assentamento, em alguns
casos sem a possibilidade de reparo. Outras causas de batimento são: super dimensionamento da válvula;
fluxo bifásico; perda de carga excessiva na tubulação de descarga; e ajuste inadequado do(s) anel(s) de
regulagem.
8- CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS 8.3 - Molas Quebradas São quase sempre ocasionadas
8- CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
8.3 - Molas Quebradas
São quase sempre ocasionadas por algum tipo de corrosão. Dois tipos são mais comuns:
a) Corrosão generalizada: Que ataca a superfície da mola até que a área da seção da mola não seja
suficiente para suportar o esforço necessário. Pode haver também formação de pites que atuam
como concentradores de tensão, causando trincas na superfície da mola que levam à sua falha.
b) Corrosão sob tensão: Que pode causar uma falha rápida e inesperada da mola por ser de difícil
detecção antes da quebra. Meios contendo H2S causam este tipo de problema em molas de
aço carbono.
As avarias em molas dependem do tipo e agressividade do agente corrosivo, do nível de tensão da
mola e do tempo. Onde a corrosão prevalece, a correção pode ser por proteção anticorrosiva da
mola (com material que resista ao meio corrosivo e seja suficientemente dúctil para flexionar com a
mola), pela especificação de um material que resista mais satisfatoriamente à corrosão ou pelo uso
de fole que isole a mola.
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS d) Manuseio descuidado da válvula ou de
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
d) Manuseio descuidado da válvula ou de seus componentes, provocando quedas, pancadas ou
arranhões.
e) Vazamento através das superfícies de assentamento da válvula após a sua instalação, que
pode ser causado por manutenção ou instalação inadequada, tais como deformação na
tubulação de descarga devido a suportes impróprios ou mesmo ausência destes, por vibração
nas tubulações de entrada ou descarga ou ainda quando a pressão de operação está muito
próxima da pressão de abertura. Este vazamento danifica as superfícies de vedação porque
provoca erosão ou corrosão e conseqüente piora do vazamento.
Outras causas freqüentes de vazamento são: desalinhamento das partes móveis; deformação da
haste; ajuste inadequado da mola com os suportes da mola; apoio inadequado entre
suportes da mola e seus respectivos pontos de apoio, e entre haste e disco ou suporte do disco.
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS 8.4 - Ajustes Inadequados O ajuste inadequado
8 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
8.4 - Ajustes Inadequados
O ajuste inadequado ocorre por uso de equipamentos impróprios ou falta de conhecimento sobre os
ajustes exigidos. A utilização de manuais de fabricantes pode ajudar a eliminar estas deficiências.
Manômetros descalibrados são causa freqüente de ajuste inadequado. Para garantir precisão é
necessário calibrar regularmente os manômetros da bancada de teste. O ajuste dos anéis de
regulagem freqüentemente é mal compreendido. Como é praticamente impossível ajustar os anéis
de regulagem na bancada de teste recomenda -se calibrar a válvula para pressão de ajuste e em
seguida regular os anéis segundo as recomendações do fabricante.
8.5 - Entupimento e Emperramento
Sólidos do processo, tais como coque, produtos solidificados ou resíduos de manutenção que não
foram removidos podem provocar incrustações ou em casos extremos entupir a entrada ou saída
da válvula.
Outra razão de mau funcionamento é o possível emperramento do disco ou do suporte do disco na
guia, devido à corrosão, partículas estranhas ou aspereza do material nas superfícies guiadas.
O emperramento pode ocorrer também devido a: desalinhamento do disco; limpeza mal feita das
superfícies de guia; usinagem do suporte do disco ou da guia fora dos limites de tolerância;
arranhões nas guias.
9 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS 8.6 - Especificação Incorreta de Materiais Geralmente,
9 - CAUSAS ESPECÍFICAS DE DETERIORAÇÃO E AVARIAS
8.6 - Especificação Incorreta de Materiais
Geralmente, a especificação de materiais para um determinado serviço é ditada pelos requisitos de
temperatura, pressão e corrosão do fluído na válvula, e pelas condições ambientais a que a válvula está
exposta. A seleção de materiais padronizados dentro desses limites é normalmente possível.
Há ocasiões entretanto em que corrosão severa ou condições pouco usuais de pressão e temperatura
requerem consideração especial, e nestes casos, os fabricantes devem fornecer materiais que resistam
a essas condições especiais de serviço.
Exemplos de especificação incorreta: uso de mola de aço carbono em ambiente que contem H2S ou
disco de aço inoxidável AISI 304 em meios que contem cloretos. Quando a experiência indica que o tipo
selecionado de material não é correto para as condições de trabalho, deve-se proceder imediatamente a
uma troca para material mais adequado. É interessante que se mantenha um registro desses materiais
especiais e dos locais onde devem ser utilizados.
8.7 - Instalação Inadequada
A válvula perde sua finalidade se não for instalada no local exato para o qual foi projetada. Para evitar
erros na instalação deve-se estabelecer um sistema rígido de controle que evite trocas nas posições das
válvulas. As normas de projeto da instalação exigem que as válvulas tenham um placa de identificação,
e que nesta placa conste a localização (TAG) da válvula.
A válvula pode apresentar problemas quando não é corretamente montada. A montagem
obrigatoriamente deve ser feita na posição vertical, com a haste para cima. As tubulações a montante e
jusante devem ser adequadamente projetadas e suportadas para evitar que tensões devido a peso
próprio ou dilatação térmica causem danos aos internos ou desempenho inadequado da válvula.
devido a peso próprio ou dilatação térmica causem danos aos internos ou desempenho inadequado da válvula.