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O filme: RATATOUILLE

= Resenha do Filme Ratatouille,da Disney/Pixar

Poster do filme Ratatouille

O filme Ratatouille conta a história do ratinho Rémy, que sonha em ser chef de cozinha e vive em uma
casa com toda a sua família, uma verdadeira colônia. Rémy assistia diariamente a programas culinários
de um grande chef de cozinha, Gusteau, além de ler vários livros escondidos na cozinha da senhora
dona da casa onde vivia. Em uma dessas empreitadas Remy é descoberto pela senhora, o que coloca
toda sua colônia em risco. Sem nenhuma alternativa, os ratinhos se veêm obrigados a sair da casa. No
meio da mudança, Remy se perde do grupo, indo parar em Paris, a porta do Gueteau’s, o restaurante
fundado pelo seu grande mentor e idolo Aguste Gusteau, agora já falecido. O restaurante está sob o
comando de Skinner, um ambicioso gerente que quer transformar o local em um restaurante de fast
food.
Rémy, dono de um faro apurado, sempre se recusou a comer os restos de comida jogados nos lixos,
indo contra a sua familia e seus amigos. Dono de um gosto requintado Rémy sabe como identificar os
melhores ingredientes e, quando adentra na cozinha do restaurante, se sente em casa. Lá conhece
Linguini, um jovem funcionário que é um desastre na cozinha. Linguini adiciona ingredientes em uma
sopa que será servida no jantar para tentar concerar m eerro cometido por ele. Rémy acha um absurdo
a mistura feita e tenta “concertar” a sopa. Ao ser pego por Linguini, Rémy acha que é o fim, porém
um pouco da sopa já foi servida e faz sucesso no salão. Assim, Rémy passa a se comunicar através de
gestos e sinais com Linguini, que acaba virando chef do restaurante e, mais tarde, o dono, pois com a
ajuda de Rémy é descoberto que Linguini é filho de Gusteau. Com o passar do tempo um renomado
critico gastronômico, Anton Ego, resolve visitar o restaurante. Neste dia, todos os funcionários haviam
se demitido, pois Linguini confessou que não era ele que prepava os pratos. O pai de Rémy resolve
então ajudar o filho e leva toda a colônia para cozinhar sob o comando do filho. Ego prova então
um ratatoulle, prato tradicional a base de legumes, o que o faz relembrar até momentos de sua infância.
Após o jantar, Ego quer conhecer o chef responsável pela saborosa refeição, o que ocorre depois que
todos vão embora. O critico fica surpreso, mas declara o pequeno ratinho como sendo o maior chef de
toda a França.

O filme faz menção ao movimento slow food, que se trata do apreciamento da comida, levando a
refeição a um nível de prazer e sociabilidade. Também é notado o desejo de se criar uma rede de fast
food, que se trata de comida rápida, que muitas vezes vem em formato de lanches. Este tipo de refeição
se baseia na rapidez com que se come, gastando pouco tempo no alimentar e tendo mais tempo para
realizar outras funções.

O tipo de serviço é o Serviço a Francesa, o mais requintado que pode ser utilizado em grandes eventos
e banquetes. O restaurante Gusteau’s tem o requinte de um local gastronômico, pois apresenta os pratos
de forma elegante e requintada.

Os principais profissionais presentes na animação são os garçons, chef, maitre. John R. Walker diz
(2002): “Um nível de especialização apropriado deve ser empregado para dar conta tanto dos picos de
demanda quanto da excelência culinária esperada pela clientela”

Sendo assim, deve-se avaliar que o nível gastronômico do local também tem que ser mantido em alta,
com bons profissionais e bom atendimento.
Ainda com base em Walker, podemos ver que a alimentação feita em um restaurante também deve
ocorrer de forma que o indivíduo se sinta à vontade, plenamente satisfeito, não com relação a saciar a
fome e sim, a necessidade sociológica que todos temos, pois, um alimento nos traz sensações e
lembranças como ocorreu Ego no filme.
= Enredo
Rémy (Patton Oswalt) vive em uma colônia de ratos no sótão de uma casa na zona rural da França,
juntamente com seu irmão Émile (Peter Sohn) e seu pai Django (Brian Dennehy). Ao contrário de seus
semelhantes, Rémy é um gourmet cujo habilidoso olfato é útil para distinguir comidas de veneno de rato.
Mas Rémy tem sonhos mais ambiciosos, entrando secretamente na cozinha para ler os livros de cozinha
de seu herói, o chef Parisiense Auguste Gusteau, que aparece para Rémy em visões ao longo do filme,
mantendo seu ditado de que "qualquer um pode cozinhar". Rémy descobre que Gusteau morreu após
receber uma dura crítica de um crítico culinário Anton Ego (Peter O'Toole).

Os esgotos de Paris, onde Remy conversa com Gusteau

Os ratos deixam o local após a moradora, uma velha senhora, descobrir a colônia. Rémy, separado dos
outros, acaba chegando em Paris através dos esgotos, seguindo a visão de Gusteau até o restaurante
fundado pelo chef, agora mantido pelo chef Skinner (Ian Holm). Enquanto Rémy observa de uma
clarabóia, Alfredo Linguini (Lou Romano), um jovem com nenhum talento culinário, chega e é contratado
no restaurante pelo desejo de sua recém-falecida mãe, para serviços de faxina. O garoto é na realidade
o filho de Gusteau, algo desconhecido de todos exceto pela mãe. Linguini acaba derramando uma panela
de sopa e tenta ocultar seu acidente ao adicionar ingredientes aleatórios na panela. Horrorizado por isto,
Rémy acaba caindo na cozinha e ainda que precise desesperadamente escapar dali, ele não consegue
evitar de tentar consertar a sopa arruinada. Rémy é flagrado por Linguini, que por sua vez é flagrado por
Skinner no momento que ele capturava o rato, mas não antes de algumas porções da sopa terem sido
servidas. Para a surpresa de todos, a sopa é um sucesso. A única cozinheira mulher do estabelecimento,
Colette (Janeane Garofalo), convence Skinner a não despedir Linguini contanto que ele consiga recriar a
sopa. E assim inicia-se uma aliança, difícil no começo, na qual Rémy tenta secretamente instruir Linguini.
Os dois aperfeiçoam um truque de marionete no qual Rémy consegue controlar os movimentos de Linguini
ao puxar o seu cabelo.
Skinner acaba descobrindo que Linguini é o filho de Gusteau, coisa que ele mantém em segredo para
evitar que Linguini herde o restaurante, o que iria atrapalhar suas ambições de explorar a imagem de
Gusteau (Brad Garrett) para lançar uma marca de comida congelada. Suspeitando de Linguini, Skinner o
embriaga com bons vinhos em uma fracassada tentativa de descobrir o segredo de seu inesperado
talento. Na manhã seguinte, de ressaca, Linguini quase confessa o seu segredo para Colette.
Desesperadamente tentando parar Linguini, Rémy puxa seu cabelo, fazendo com que ele caia em Colette,
o que leva os dois a se beijarem. Eles começam a namorar, fazendo com que Rémy sinta-se meio
abandonado.
Em uma noite, Rémy e sua colônia são reunidos. Rémy discute com Émile e seu pai sobre a sua nova
secreta carreira de chef. Enquanto procurava comida para a família, Rémy descobre o testamento de
Gusteau. O documento revela que Linguini é na verdade o filho de Gusteau, e, portanto, o seu legítimo
herdeiro. Após escapar de uma perseguição por Skinner, ele consegue entregar o testamento a Linguini.
Linguini, agora dono do restaurante, despede Skinner e se torna a nova sensação no mundo culinário,
atraindo o renovado interesse de Anton Ego (Peter O'Toole), que havia acabado com a reputação do
restaurante. Linguini e Rémy tem um desentendimento, e Linguini decide que não mais precisa de Rémy,
esnobada a qual leva Rémy a um saque da cozinha para a sua colônia de ratos.
As coisas se complicam uma noite quando há uma planejada visita de Ego ao restaurante que pede que
o chefe lhe dê o melhor que tem. Remi volta ao restaurante nessa noite para ver como estava o
restaurante sem ele (uma desordem completa), mas é apanhado por Skinner que tinha descoberto o seu
segredo e do Linguini, preso numa jaula ele é posto no porta bagagem do carro dele, ai ele confessa ao
Gusteau das suas visões que está farto de fingir ser um rato para o seu pai e de fingir ser um humano
para o Linguinni, mas o Gusteau diz-lhe que ele nunca fingiu e desaparece pela última vez, de repente os
ratos soltam-no, mas Rémi inspirado pelas palavras de Gusteau decide voltar ao restaurante onde é visto
por todos mas Linguinin protegeu, e visto que ele era incapaz de cozinhar sem a ajuda do rato e como
eles ainda não tinham servido um único prato, admite a situação para a equipe, o que faz com que todos
deixem o local. Colette retorna após pensar a respeito do ditado de Gusteau. Django, inspirado pela
coragem do filho, retorna com a colônia de ratos para cozinhar sob a liderança de Rémy, enquanto Linguini
descobre seu verdadeiro talento, que é servir as mesas usando patins. Colette ajuda Rémy a preparar
um ratatouille, uma tradicional, mas mundana refeição francesa, baseada em legumes. O ratatouille fica
tão bom que Ego acaba por recordar memórias de sua infância após a primeira bocada. Ego pede para
conhecer o chef, mas Colette diz a ele que eles devem esperar até depois de os outros clientes terem
saído. Ao fim do serviço, Rémy e os demais ratos são revelados. Um homem modificado, Ego escreve
uma elogiosa crítica, declarando que o chef no restaurante de Gusteau é o melhor chef de toda a França.
No epílogo, o restaurante é definitivamente fechado por um inspetor da vigilância sanitária, que encontra
os ratos após ter sido avisado por Skinner. Ego perde sua credibilidade e posição após o público descobrir
que ele elogiou um restaurante infestado de ratos. Contudo, isto ocorre para o melhor. Com Ego como
investidor e cliente regular, Linguini, Colette, e Rémy abrem um bistrô de sucesso, chamado "La
Ratatouille," que inclui uma cozinha e salão de refeições tanto para ratos como para humanos.
= Enredo
Remy é um rato diferente dos outros, não gosta de roubar comida, não gosta de restos do lixo, adora
cozinhar, juntar alimentos diferentes para obter sabores diferentes.
Seu ídolo é o chef Gusteau cujo lema é “qualquer um pode cozinhar” e ao assistir a um programa de
TV, descobre que ele morreu. Por coincidência, depois de muitas aventuras e perdido de sua família
acaba parando em seu restaurante.
Lá conhece Lingüini, um rapaz que trabalha na limpeza do restaurante e um incidente acaba os unindo,
pois todos acreditam que Lingüini sabe cozinhar e na realidade é Remy quem o ajuda.
Depois de um tempo, Remy reencontra sua família que quer demovê-lo da idéia de continuar a
cozinhar, pois seu pai acredita que um rato deve continuar a viver como todo rato e não pode querer
algo diferente.
Remy não segue a orientação de seu pai de voltar para sua comunidade, dizendo que se você só olha
para trás não conseguirá ver o que vem pela frente e ele vai alcançar seu sonho, de se tornar um chef.
A parceria de sucesso entre Remy e Lingüini continua apesar de vários problemas que enfrentam
durante todo o filme.
Em todos os momentos difíceis para Remy, aparece a imagem de Gusteau que é sua consciência que
o orienta e o questiona sobre seus comportamentos e atitudes.
Agora, vamos comparar alguns aspectos desse desenho com a vida empreendedora.
A figura do rato que aparece no filme representa as várias categorias ou classes que muitas vezes são
discriminadas pelas outras pessoas ou até por elas próprias.
Conheço muitas pessoas que acreditam que não podem e não têm o direito de sonhar em ter sua
própria empresa, pois não se acham à altura disso. Por exemplo, por ser pobre, por ser mulher, por
ser mais velho, por ser muito jovem, por ser deficiente não podem ser nada. É como o pai de Remy
que acredita que se é um rato, será um rato pela vida inteira, afinal nunca teve um lugar digno no
mundo.
Quando Remy diz que se olhar apenas para trás não verá o que vem pela frente, ele quer dizer que
quantos de nós ficamos presos no passado, no que não foi conseguido, nas frustrações e dessa forma,
não consegue visualizar o futuro, sonhar.
E como já disse em vários posts, o sonho é o mobilizador que faz com que as pessoas busquem um
sentido para sua vida, mesmo com inúmeros obstáculos.
Em vários treinamentos que ministro, principalmente, aqueles em que trabalho o autoconhecimento
e feedback, percebo que todas as pessoas possuem um “grilo falante” como o Gusteau, porém poucos
acreditam nele e sempre vêm em busca de alguém de “carne e osso” que confirme tudo o que sabem.
Por isso, sempre digo que as respostas todos têm, só falta fazer para si mesmo as perguntas.
Quando Gusteau diz que “todos podem cozinhar”, podemos transpor para nossa realidade e afirmar
que as pessoas podem fazer tudo o que desejarem desde que se predisponham a isso por meio de
capacitação, treinamento, relacionamento ou qualquer outro meio para atingirem seus objetivos.
Por meio da parceria de Remy e Lingüini podemos analisar que muitas vezes sozinhos não poderemos
atingir nossos objetivos, porém quando encontramos pessoas que nos complementam podemos ter
melhores resultados.
Esse desenho nos faz pensar sobre paradigmas, preconceitos, obstáculos e acima de tudo, no poder
que temos em realizar tudo o que desejamos.
= Mas o que é ratatouille???

O ratatouille surgiu no século XVIII e é um prato típico de Provence, na França. Frio ou quente, é servido como
entrada ou como acompanhamento de outros pratos, como os assados.

Considerado um dos pratos que melhor representa a região do Mediterrâneo, o ratatouille é um refogado com
azeite de oliva, pimentão, berinjela, abobrinha, tomate, cebola e alho, todos ingredientes típicos de uma cozinha
saudável e aromática. De acordo com o “Pequeno Dicionário da Gastronomia”, ratatouille pode ser traduzido
como ragôut de legumes ou prato de berinjelas.

Foto da internet

Há várias maneiras de se fazer um ratatouille, mas vou postar aqui a receita original que o ratinho Remy
preparou no filme diretamente para a sua mesa.

RATATOUILLE

Ingredientes:
1 abobrinha cortada em rodelas finas
1 berinjela cortada em rodelas finas
2 tomates cortados em rodelas finas
Sal
Pimenta-do-reino
Azeite de oliva para regar

PARA O MOLHO:
5 tomates sem pele e sem sementes
1 dente de alho picado
1/2 cebola picada
½ xícara de azeite de oliva
Alecrim
Manjericão
Tomilho
Sal
Pimenta-do-reino

MOLHO:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho.
Acrescente os tomates e deixe refogar por 5 minutos. Acrescente o sal, a pimenta e as ervas aromáticas
picadas.
Leve tudo ao processador até formar um creme.
Retorne o molho à panela a deixe apurar um pouco mais, para ficar mais cremoso.

MONTAR:
Coloque em um refratário uma camada do molho de tomate. Monte, alternadamente, rodelas de tomate,
berinjela e abobrinha. Tempere com sal e pimenta. Regue com azeite. Cubra com papel manteiga do tamanho
do refratário, formando uma tampa. Leve ao forno a 200°C por aproximadamente 40 minutos ou até os legumes
ficarem macios.

26/06/2014 hoje é dia de jogo: Alemanha X França. Há tempo desejo escrever algo sobre a culinária da França,
e a Copa Mundial de Futebol no Brasil com a presença do país europeu no Brasil é um bom motivo, tenho
esperança de que jogadores do time alemão façam "picadinho" da seleção que ganhou apenas uma vez a copa
mundial, mas que deixou marcas na copa 2010. Aquela cabeçada do Zidane no jogador Italiano doeu no Brasil
inteiro. Porém, fomos "liberados mais cedo" pela Holanda que mandou Daniel Alves, Lúcio, Tiago Silva e Julio
Cezar para casa naquele ano.
A copa do Mundo é isso mesmo: mistura perfeita de gente e emoção de todas as partes do mundo com a
paixão pelo futebol. As cores das bandeiras coloridas retratam a arte e a miscigenação. A cor dos ingredientes
do prato francês representa bem isso: é ratatouille!

Ratatouille é um prato rústico típico da região da Provença, feito de legumes em camadas intercalados com
temperos e condimentos. Notam-se influências espanholas e italianas na receita. O nome significa «picar,
triturar», mas podemos traduzir também como 'ragu de legumes" ou "prato de berinjelas" A palavra
é substantivo feminino francês, e o prato é também chamado de "ragu grosseiro", pode conter carne de peixe,
galinha ou boi, mas para ficar gostoso o segredo está no tempero intercalado.
Para o preparo do ratatouille é imprescindível dois ingredientes: tomate e berinjela. Com o restante dos
ingredientes pode-se lidar mais à vontade. O pimentão e a abobrinha não são obrigatórios na receita. O
método clássico de preparar a ratatouille envolvia tirar as peles e sementes ao tomate e cozinhar
separadamente os vegetais, para serem combinados no final e temperados com sal e ervas da Provença (ou
uma combinação de tomilho, orégano, sementes de coentro e funcho; o conjunto, normalmente leva cerca
de uma hora para cozer, sendo regado com vinho branco ou tinto.

Ratatouille
Ingredientes
berinjela
tomate
abobrinha
pimenta
alho
tomilho
manjericão ou alecrim
vinho branco seco ou uma colher de sopa de
vinagre de vinho em 1/2 copo de água
azeite de oliva extra virgem

Modo de fazer
Pique todo os ingredientes em rodelas
Em uma panela disponha os legumes enfileirados de maneira, podendo formar círculos ou formato
espiralado
Tempere com o sal alho, a pimenta e manjericão, alecrim, pimenta a gosto.
Regue com vinho branco e coloque no forno até dourar

Ratatouille Cozido na Panela

Os ingredientes são os mesmos da receita anterior, aliás, o preparo do molho também. Utilize uma quantidade
igual de tomate, abobrinha e berinjela. Lave e corte em fatias grossas.
Unte o interior de uma panela alta com um fio de azeite. Vá fazendo camadas com os legumes e o molho,
alternando entre si. Nas camadas de molho, utilize pimenta à gosto. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo
até que os vegetais estejam ao ponto.

Ratatouille Salteado
Um pouco diferente do tradicional, essa versão se baseia no seguinte fato: o molho pode ajudar a cozinhar os
legumes. Para isso, inicie o preparo do molho (frite a cebola e o alho e coloque o tomate para refogar em fogo
baixo). Assim que o molho começar a cozinhar, retire do fogo e acrescente os legumes picados em cubinhos.
Acrescente a pimenta (à gosto) e misture delicadamente.
Volte a panela no fogo baixo e deixe cozinhar em fogo baixo por mais alguns minutos, antes do tomate
terminar de secar. Os legumes devem ficar firminhos.
O chef de cozinha Thomas Keller ajudou a
projetar o ratatouille (imagem) utilizado no
filme.

4 lições de vida que o filme Ratatouille pode te ensinar


Publicado em 8 de dezembro de 2016

Aline Aprileo
Especialista de Comunicação e Marketing

Nunca tinha assistido ao filme Ratatouille, uma animação da Disney e da Pixar, que tem como cenário Paris,
linda cidade Luz da França, conhecida pela sua culinária tradicional e mais famosa do mundo, sendo considerada
Patrimônio Cultural Imaterial do Mundo. Há uns dias resolvi assistir ao filme e descobri o porquê tanta gente se
encanta com a história de Remy, um ratinho que tinha como sonho se tornar um grande chef de cozinha.
A animação, além de ter aquela sensibilidade que nos apaixona, traz conceitos e lições que todos devem levar
para a vida pessoal e profissional. Listo aqui:

1. Foque no seu sonho e acredite no seu potencial, mesmo que você só consiga enxergar problemas e
adversidades.
Por mais que tenha tido inúmeros motivos para desistir de ir atrás do sonho de se tornar um chef renomado,
Remy (o ratinho) sabia que tinha talento suficiente para fazer com que seus pratos encantassem até mesmo o
mais ranzinza crítico da culinária francesa. E foi isso o que fez: focou no sonho e superou as dificuldades,
estudando ainda mais e colocando em prática suas habilidades, chegando ao aperfeiçoamento de suas técnicas,
até que, um dia, chegou a ser reconhecido por suas criações apetitosas.

2. Saia da zona de conforto.


No renomado Gusteou’s, restaurante do chef Auguste Gusteau, todos os cozinheiros seguiam à risca as receitas
desse que era considerado o melhor cozinheiro do Mundo, chegando a ocultar seus próprios talentos. E essa é
uma das partes do filme que mais me chamou atenção, já que Remy incentiva uma dessas funcionárias a criar
coisas novas e se permitir cozinhar do seu jeito, ilustrando que temos que sair da nossa zona de conforto e que
agir diferente, na maioria das vezes, pode trazer resultados impensáveis e surpreendentes. Crie! Faça! Renove
(se)!

3. Sucesso é resultado de trabalho duro e perseverança.


Remy ensinou que é preciso trabalhar duro e acreditar que você vai atingir seus objetivos. O resto é
consequência desse processo.
4. É preciso ter paixão e brilho nos olhos.
Sabe aquelas pessoas que se destacam entre as demais? Sabe aquele funcionário que trabalha com garra,
brilho nos olhos, que veste a camisa e coloca um pouquinho de amor em todas suas atividades? Então, isso faz
muita diferença no mundo corporativo. Ou melhor, em todos os campos da vida. Seja uma pessoa que tenha
amor pelo que se compromete a realizar.