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Cartilha do Ministério de Música

Igreja Cristã Evangélica em Ceilândia (ICEC)

Apresentação

O ministério de música da ICEC tem como objetivo louvar e adorar o Senhor por meio
da música na igreja.

A missão deste ministério é conduzir os remidos a louvarem a Deus e levar a mensagem


da salvação aos que ainda não conhecem a Jesus.

Este serviço ao Senhor é um grande privilégio e ao mesmo tempo uma grande


responsabilidade. Sabendo disso, apresenta-se aqui alguns pontos essenciais para o
cumprimento de nossa missão com excelência.

Para participar deste ministério, os membros devem ser:

 Obreiros aprovados por Deus;

“Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de
que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade (2 Timóteo 2:15)”

 Conscientes da responsabilidade que este ministério tem no andamento do


culto ao Senhor;

 Membros ativos da igreja há no mínimo seis meses;

 Estar em comunhão com a Igreja e possuir bom testemunho na comunidade


e na Igreja;

 Participantes constantes dos cultos e da comunhão com os irmãos, não


apenas no domingo à noite;

 Ter aptidão e talento musical, buscando se aperfeiçoar a cada dia;

 Ter disponibilidade de tempo para as atividades do ministério.


Processo de admissão de novos membros

O ministério de música da ICEC é um grupo aberto a todos os membros da igreja.


Estamos abertos a receber novos membros, pois cremos que o Senhor continua
chamando pessoas para servi-lo por meio da música.

Para ingressar no ministério, o candidato precisa passar por um processo que


compreende duas etapas: avaliação do perfil e capacitação. Esse processo poderá
ocorrer em determinados períodos do ano (um em abril outro em setembro, por
exemplo).

Avaliação do perfil

Existe um conjunto de características que um membro do ministério de música deve ter.


Portanto, para fazer parte da equipe, o candidato precisa atender a esse perfil. Estas
características estão listados abaixo:

 Obreiros aprovados por Deus;

“Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de
que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade (2 Timóteo 2:15)”

 Conscientes da responsabilidade que este ministério tem no andamento do


culto ao Senhor;

 Membros ativos da igreja há no mínimo seis meses;

 Estar em comunhão com a Igreja e possuir bom testemunho na comunidade


e na Igreja;

 Participantes constantes dos cultos e da comunhão com os irmãos, não


apenas no domingo à noite;

 Ter aptidão e talento musical, buscando se aperfeiçoar a cada dia;

 Ter disponibilidade de tempo para as atividades do ministério.

A avaliação do candidato será feita pela liderança do ministério, juntamente com o


pastor e liderança espiritual da ICEC. Caso o candidato não for aprovado, terá a
oportunidade de se adequar para tentar novamente.

Este processo visa o aperfeiçoamento do ministério, porque nem todas as pessoas


interessadas em participar do grupo foram chamadas para tal. Imaginem uma pessoa
subindo no púlpito sem saber falar em público ou sem ter comunhão com o Senhor e
também sem a capacidade de ensinar a palavra de Deus. Com o ministério de música
acontece da mesma forma.

Capacitação

Mesmo que o candidato tenha o perfil desejado, pode ser que não está pronto para o
ministério, precisa ser treinado em algumas áreas. A capacitação consiste na preparação
espiritual e técnica dos novos membros.

O curso de capacitação apresenta duas etapas: curso de formação e integração

Curso de formação: apresenta a função do ministério de música, traz conceitos


bíblicos sobre música e reflexões sobre adoração e louvor.

Integração: o candidato passa a participar dos ensaios e devocionais, com o objetivo de


conhecer melhor o grupo. Esta fase acontece ao mesmo tempo em que acontece o curso
de formação.

Depois de cumpridas as duas etapas, os novos membros são recebidos oficialmente e


integrados nas escalas.
30 erros dos grupos de música na igreja (texto da internet)

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

A) Aspecto espiritual

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e


meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse:
“Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.

B) Aspecto musical

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.

- Tenha uma lista definida dos cânticos; cifrar as músicas quando forem novas.

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e


afinação mínima dos que tocam e cantam. A falta de preparo musical chega a atrapalhar
ensaios e momentos de ministração. É preciso dedicação e estudo para superar esse
obstáculo.

2- Nunca preparar a ministração

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há
sequência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na sequência da música
cantada, não há expressão, há insegurança, etc.

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da
adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à


risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas
ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. Quando não damos satisfação sobre
nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos
dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4- Não aceitar as críticas

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre
nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e
paremos de crescer.

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma


demonstração de amor

- Não seja “juiz” das pessoas. Mostre a graça de Deus e o amor.

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o
caminho para compreensão e recepção da ministração. Uma boa ministração precisa ter
um começo, meio e fim.

7- Gritaria

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos, por não terem o equilíbrio
e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes e exagerados.

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos
percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos,
aquele que errou.

- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor
nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante
do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.

- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros.
Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias da família, testemunhos,


dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da
ministração. Ministre cantando! Flua!

- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”.
Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de
se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e


transmitir mensagens não verbais.

- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar
podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber
avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.

- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só


para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não
precisam participar daquele momento de ministração.

13- Não se avaliar

- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico (vocal e instrumentista) deve
buscar. Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções
necessárias.

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!


- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria
com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público
através da sua expressão e entonação de voz.

15- Comunicação inadequada ao tipo de público

- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem
adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma
reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc.

- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja
natural, sempre observando o público que você está ministrando.

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado

- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!

- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o


que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível
para que o ministro atinja seu objetivo.

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens,


evangelismo, santa ceia, etc;

- Elabore uma sequência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de


adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um
destino.

21- Ensinar muitas canções num período de ministração

- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois
cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações

- Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as


pessoas acabam cantando apenas com a mente.

- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar,


significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre
estar atualizados, escutando boas músicas

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo

- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem
ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam
apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do
Espírito Santo.

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não
possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos
ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.

- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de


Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25- Imitar outros ministros

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar
do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50
minutos. Esteja sensível ao ambiente. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus
sentado.

27- Deixar de participar de outros momentos do culto

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto.


Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem
outras coisas.

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da


melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso
inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso.
Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta
quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.

- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por
obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.

- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2).

- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e


veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização

*com algumas alterações

http://www.supergospel.com.br/noticia_artigo-30-erros-que-o-ministro-de-louvor-no-pode-
cometer_1359.html