Você está na página 1de 12

Capítulo 17

Aspectos Práticos
da Vermicompostagem

Adriana Maria de Aquino


Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

424
Aspectos Práticos da Vermicompostagem

Introdução

Minhocultura é um termo muito utilizado para se referir à criação


intensiva de minhocas. Como é um processo que visa, principalmente, a
reciclagem de resíduos orgânicos e a produção de adubo orgânico estabilizado,
é mais adequadamente denominado vermicompostagem. O produto
final desse processo é conhecido como vermicomposto ou húmus de
minhoca.
Embora a compostagem seja uma prática antiga, a vermicompostagem
foi desenvolvida mais recentemente e tem despertado muito interesse
por ser uma tecnologia de baixo custo e facilmente adaptável à pequena
produção.
A minhocultura deve ser vista como uma atividade complementar e
integrada às atividades pecuárias e eventualmente agroindustriais, de tal
maneira que os produtos e subprodutos sejam utilizados em sua totalidade.
No meio urbano, também tem sido detectado crescente interesse no
Brasil, provavelmente, porque essa atividade exige pouco espaço, e da
necessidade que o homem urbano tem de se aproximar da natureza (Aquino
et al., 1997). Em Cuba, país que se destaca por apresentar o movimento de
agricultura urbana mais bem organizado e mais bem-sucedido, o vermicomposto
é largamente utilizado. Em 2001, foram produzidas 145 milhões de toneladas
de húmus de minhocas em todo o país (Peña Turruella, comunicação verbal)1.
As espécies de minhocas Eisenia foetida e Eudrilus eugeniae, conhecidas,
respectivamente, como minhoca-vermelha-da-califórnia e minhoca-de-esterco
ou minhoca-noturna-africana, são amplamente utilizadas na
vermicompostagem, porque além de alimentarem-se de resíduos orgânicos
semicrus, têm alta capacidade para proliferarem e apresentam crescimento
muito rápido (NEUHAUSER et al., 1979, 1980; HARTENSTEIN et al., 1979;
VENTER; REINCKE, 1988).
Em alguns casos, a minhoca-vermelha-da-califórnia é preferida por
adaptar-se melhor ao cativeiro, do que a minhoca-noturna-africana, que na
falta de alimento e de umidade, rapidamente busca outros ambientes. Em
outras situações, a minhoca-noturna-africana é a escolhida, por atingir maior
tamanho e peso, aspecto interessante para os que as comercializam.

1
Comunicação verbal fornecida por Peña Turruella, E. Havana, 14 de novembro de 2003.

425
Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

As minhocas são hermafroditas, o que significa que cada indivíduo


apresenta órgão reprodutor masculino e feminino. No entanto, necessitam
de dois indivíduos para que ocorra a reprodução. Em condições favoráveis,
as minhocas-filhas atingem a maturidade sexual e com completa formação
do clitelo, dentro de 40 a 60 dias, quando então estarão aptas à reprodução
(VENTER; REINNECKE, 1988).

Resíduos orgânicos utilizados


na vermicompostagem
Da mesma forma que a compostagem, as condições ótimas para a
vermicompostagem são estabelecidas considerando-se a temperatura, a
umidade e a aeração.
A qualidade nutricional do resíduo orgânico também é importante,
influenciando a taxa de alimentação das minhocas. O substrato adequado
para as minhocas possibilita que possam ingerir ¼ do seu próprio peso
diariamente (HARTENSTEIN, 1981). Materiais com alta relação C/N como o
bagaço de cana-de-açúcar, em torno de 273, contém grande quantidade de
carboidratos resistentes à transformação e baixo conteúdo de N (nitrogênio),
em torno de 2 g.kg-1 (CERRI et al., 1988).
Materiais pobres em N necessitam ser misturados a outros resíduos
ricos em N, para fornecer nutrientes e inóculo de microrganismos. Sendo o
corpo das minhocas constituído por cerca de 65% de proteína, necessitam
de grande quantidade de N em sua dieta.
O esterco bovino puro representa boa fonte de alimento para as
minhocas, sendo o mais utilizado. Além disso, o aspecto do produto final
favorece muito sua comercialização. Entretanto, o esterco também é utilizado
para adubação de capineiras e hortaliças, e as quantidades disponíveis são,
muitas vezes, insuficientes para atender à grande demanda, o que faz com
que sua utilização como única fonte para obtenção do vermicomposto eleve
seu preço. Assim, a disponibilidade desse resíduo é um dos aspectos limitantes
para iniciar e, principalmente, para manter a criação.
A mistura do esterco bovino com outros materiais pode representar
significativa economia de esterco, além de possibilitar a vermicompostagem
de outros resíduos que não poderiam ser processados isoladamente. A mistura

426
Aspectos Práticos da Vermicompostagem

de esterco com bagaço de cana-de-açúcar, por exemplo, possibilita a


reciclagem mais rápida do bagaço. Além disso, nas proporções de 1:1 e 3:1
de esterco: bagaço promove maior número de minhocas jovens e sobrevivência
das adultas do que em esterco bovino puro (AQUINO et al., 1994). O bagaço,
misturado ao esterco, provavelmente favorece a circulação de água, a aeração
do ambiente e promove espaço para as minhocas moverem-se.
A adição de materiais ricos em N, como as leguminosas, pode trazer
uma série de vantagens, desde que facilmente disponíveis. A utilização de
palha ou similares, leucena e esterco, na proporção de 1:1:2, respectivamente,
proporciona a produção de vermicomposto 30% mais rico em N e considerável
economia de esterco (SILVA, 1992).
Outros estercos também podem ser utilizados, principalmente o de
coelho e o de cavalo. Em relação aos estercos de galinha e de porco, cuidados
especiais devem ser tomados, pois a adaptação das minhocas tem sido um
desafio. Devide et al. (1999) observaram que a condutividade elétrica do
esterco de suíno é 2,6 vezes maior que a do esterco bovino, havendo uma
correlação negativa entre o número e o peso das minhocas e a condutividade
elétrica.
O esterco de suíno pode sofrer um pré-tratamento com sulfato de
cálcio, para controlar a amônia e deve ser lavado, para eliminar os sais de
urina (CHAN; GRIFFITHS, 1988). Entretanto, o uso de sulfato restringe a
utilização desse vermicomposto na agricultura orgânica.
A utilização de outros resíduos é bastante interessante, por representar
uma oportunidade, para de um lado minimizar a poluição ambiental,
considerando aqueles resíduos de mais difícil disposição, como o lodo de
esgoto, o lixo, entre outros; por sua vez, possibilitar a criação das minhocas
para aqueles que não disponham de estercos.
Alguns cuidados devem ser observados quanto ao lodo de esgoto e
aos resíduos industriais, pela possível contaminação de metais pesados e
agentes causadores de doenças, limitando a utilização do vermicomposto,
que passa a ser mais indicado, principalmente, na reabilitação de áreas
degradadas, na produção de mudas ornamentais e similares.
A qualidade do vermicomposto produzido dependerá da qualidade do
resíduo orgânico utilizado, bem como da forma como será manejado durante
todo o processo da vermicompostagem.

427
Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

Preparo do vermicomposto: substratos e canteiros


Substratos

Para preparar os substratos antes de colocar as minhocas, independentemente


se misturados ou não a outros resíduos, deve-se ter o cuidado para que a
temperatura já esteja controlada. Caso contrário, as minhocas podem morrer,
devido à alta temperatura e à liberação de amônia, no caso dos estercos.
Quando a temperatura atingir cerca de 30°C, os substratos podem ser
acondicionados em canteiros ou colocados diretamente no solo. Após a
irrigação, as minhocas podem ser introduzidas, porque o material já estará
em condições de recebê-las.

Canteiros
Os canteiros facilitam em termos de organização, mas dependendo do
objetivo da vermicompostagem, podem ser dispensados e os substratos
colocados diretamente no solo. Se as condições de alimento (substratos) e a
umidade estiverem boas, as minhocas não fugirão. Os tipos de canteiros
utilizados podem ser os mais variados possíveis e, preferencialmente, devem
se adequar aos materiais disponíveis na propriedade.
Considerando-se que as minhocas utilizadas se deslocam preferencialmente
na horizontal, os canteiros devem ter no máximo 40 cm de altura, sejam
leiras, anéis de concreto e canteiros de alvenaria, bambu, etc, de tal forma
que aproximadamente 35 cm sejam ocupados pelo substrato e o restante
por cobertura com palha. A cobertura com palha é importante para manter
a umidade e proteger as minhocas contra a luz.
O comprimento do canteiro pode variar de acordo com a disponibilidade
da área. Sugere-se que a largura seja no máximo de 1 m, para facilitar o manejo
do canteiro. Os canteiros devem ter drenagem, ou seja, escoamento de água
suficiente para que a mesma não se acumule no fundo. A utilização de pedras
britadas tem sido eficiente para esse fim, quando os canteiros são feitos de
bambu.
A cobertura dos canteiros pode ser feita com telhas de amianto, plástico,
sapé, folha de bananeira ou outros materiais disponíveis, e tem por fim evitar
o excesso de água da chuva, que acarreta na lixiviação de alguns nutrientes do
substrato. Além disso, a ausência de oxigênio, causado pelo excesso de água,
afeta a atividade das minhocas, promovendo perda de N por volatilização.

428
Aspectos Práticos da Vermicompostagem

Para cada metro cúbico de canteiro, é utilizado, pelo menos, ½ L de


minhocas, o que corresponde a cerca de mil minhocas.

Manejo durante a vermicompostagem


A umidade é fator limitante para o processo. As minhocas realizam as
trocas gasosas através da epiderme. Assim, o ideal é manter a umidade do
substrato de 60% a 70%, o suficiente para que, ao apertar uma amostra do
substrato na mão, não escorra água.
Durante a vermicompostagem, deve-se ter o cuidado com os predadores
das minhocas. Os mais freqüentes são as sanguessugas e as formigas. As
formigas, muitas vezes, podem ser controladas com cal ao redor dos canteiros.
Entretanto, quando a população é baixa, não causa sérios danos.
Ao contrário das formigas, as sanguessugas são extremamente danosas,
pois alimentam-se fixando suas ventosas no corpo das minhocas. Por terem
a aparência muito similar à das minhocas (principalmente aos olhos dos
iniciantes), percebe-se sua presença somente quando a infestação é alta e
grande quantidade de minhocas já morreram. Nesse caso, é melhor reiniciar
a criação com nova matriz de minhocas. Contudo, se os canteiros são
cuidadosamente observados, é possível retirá-las, manualmente, evitando
grande contaminação.
Ao contrário da compostagem, na vermicompostagem, não é necessário
o reviramento do substrato nos canteiros ou nas leiras. Com seu deslocamento,
as minhocas, ingerindo nutrientes e defecando na superfície, promovem o
reviramento do substrato. Como resultado dessa atividade, ao final do
processo, ocorre a produção de material mais estabilizado, ou seja, com
carbono na forma humificada.
O tempo para que o vermicomposto fique pronto varia com a
composição original dos resíduos, mas em geral a vermicompostagem do
esterco bovino leva, em média, 45 dias e, quando complementado com
material fibroso, pode levar até 90 dias.
Quando o vermicomposto está pronto, ou seja, o substrato está
estabilizado e em condições de uso agrícola, normalmente apresenta cor
escura e aparência de pó de café. Observa-se, também, que as minhocas
ficam mais lentas e mais magras, sendo esse fenômeno natural, uma vez que
não dispõem mais de alimento. Uma dica: ao umedecer uma pequena porção

429
Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

do substrato e esfregá-la entre as mãos, se as mãos ficarem escuras, como se


estivessem sujas de graxa, é um forte indicativo de que o substrato está
estabilizado (KIEHL, 1985).
Pode ocorrer, depois de certo tempo, limitação de espaço e de alimento
para as minhocas. Por isso, deve-se ter o cuidado para que as mesmas não
fujam para outro local à procura de melhores condições de sobrevivência.

Separação das minhocas e do vermicomposto


Existem diferentes formas para a separação das minhocas: peneiramento,
iscas, divisórias em canteiros, entre outras.
Para a separação das minhocas com peneiras, devem-se evitar irrigações
do vermicomposto pelo menos 1 semana antes. Dentre os métodos, a
utilização de peneiras tem-se a vantagem de se promover grande eficiência
na separação. Contudo, além de estressar as minhocas, é um trabalho
exaustivo e, muitas vezes, dificultado pela limitação de mão-de-obra.
Já as iscas, não envolvem grande esforço e podem ser obtidas utilizando-
se peneiras sobre o substrato, contendo resíduo orgânico fresco. Em seguida,
são deixadas por cerca de 1 semana ou o tempo suficiente para as minhocas
migrarem do vermicomposto para o resíduo fresco.
Outra possibilidade é a utilização de divisórias, que são suspensas após
a adição de resíduo fresco na parte não utilizada do canteiro. Nesse caso,
quando em leiras, a sugestão é fazer a nova leira ao lado do vermicomposto,
permitindo que as minhocas migrem para o substrato fresco.

Nota: o método para a separação das minhocas do vermicomposto deve


ser adaptado à conveniência do produtor.

Reciclagem das minhocas


As minhocas recolhidas são reutilizadas na produção de vermicomposto
de nova partida de resíduos orgânicos e o excedente deve ser aproveitado na
alimentação de rãs, peixes, camarão-da-malásia, aves, etc., ou mesmo
comercializadas, quando for o caso.

430
Aspectos Práticos da Vermicompostagem

Na Fazendinha Agroecológica, onde é desenvolvido o projeto Sistema


Integrado de Produção Agroecológica, numa parceria entre a Embrapa
Agrobiologia, a Embrapa Solos, a Pesagro/RJ e a UFRural/RJ, em Seropédica,
RJ, as minhocas vêm sendo utilizadas na complementação alimentar de aves
poedeiras.
Como as minhocas são ricas em proteínas, tem sido possível a redução
considerável na utilização da ração comercial, além de permitir às aves, a
volta do hábito de ciscar. Após a alimentação, o vermicomposto é recolhido
e utilizado na própria lavoura, já sem as minhocas.
O processo consiste em retirar, por meio de iscas, parte das minhocas
do substrato em quantidade suficiente para promover a vermicompostagem
em outros canteiros. As minhocas restantes são oferecidas às aves, com o
vermicomposto.

Características do vermicomposto
O adubo orgânico estabilizado, seja por meio da compostagem
convencional ou por meio da vermicompostagem, representa excelente
condicionador do solo, favorecendo especialmente a melhoria das
propriedades físicas do solo (agregação das partículas do solo, infiltração de
água, etc.).
Entretanto, o processo de vermicompostagem altera quantitativamente
e qualitativamente a composição das substâncias húmicas dos materiais
orgânicos, favorecendo a formação da matéria orgânica estabilizada, tornando
a mineralização mais lenta e a liberação de nutrientes mais gradual (ALMEIDA,
1991; CHAOUI et al., 2003), não atendendo à expectativa de quem busca a
aplicação do vermicomposto apenas para o rápido fornecimento de nutrientes.
Por sua vez, devido ao elevado conteúdo de hormônios de crescimento
vegetal, enzimas e microrganismos, aumenta a produção e o vigor das plantas,
principalmente de hortaliças (TOMATTI et. Al., 1987).

Outros métodos de vermicompostagem


Na Argentina e em Cuba, principalmente em Cuba, o vermicomposto
é amplamente utilizado na agricultura, sendo o processo diferenciado em
relação ao utilizado no Brasil (SCHULDT, 2001; TURRUELLA et al., 2002).

431
Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

Com a tecnologia utilizada nesses países, é possível a reciclagem de


resíduos que, com a tecnologia brasileira, não tem sido possível (AQUINO,
2002).
Geralmente, a vermicompostagem cubana é feita entre bananeiras,
prestando-se assim a dois propósitos: produção de frutos e sombra para as
minhocas, sendo as matrizes de minhocas mantidas em canteiros e protegidas
de intempéries (AQUINO, 2002).
Em Cuba, o processo da vermicompostagem consiste em colocar uma
camada de substrato com cerca de 10 cm de altura e 1,5 a 2 m de largura,
com o comprimento variável de acordo com a disponibilidade do substrato e
de área disponíveis. Após o umidecimento, as minhocas são distribuídas
uniformemente. Depois de 1 semana, novas camadas de 10 cm são colocadas
sobre a primeira. Esse procedimento é repetido até atingir 60 cm de altura, o
que leva 3 meses.
Esse processo tem a vantagem de possibilitar a reciclagem de uma
gama diversa de resíduos e propiciar que o ciclo de vida das minhocas se
complete. Conclui-se que esse processo deva ser melhor investigado no Brasil.

Referências
ALMEIDA, D. L. de. Contribuição da matéria orgânica na fertilidade do solo.
1991. 188p. Tese (Doutorado)– Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Itaguaí,
RJ, 1991.

AQUINO, A. M. de. Agricultura urbana de Cuba: análise de alguns aspectos


técnicos. Seropédica: Embrapa Agrobiologia, 2002. 25 p. (Embrapa Agrobiologia.
Documentos, 160).

AQUINO, A. M. de; ALMEIDA, D. L. de; FREIRE, L. R.; DE-POLLI, H. Reprodução de


minhocas (Oligochaeta) em esterco bovino e bagaço de cana-de-açúcar. Pesquisa
Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 29, n. 2., p. 161-168, 1994.

AQUINO, A. M. de; DE-POLLI, H.; ASSIS, R. L. de. Globo Rural – oportunidade para
levantamentos de demandas de pesquisas e difusão de tecnologias: um estudo de
caso. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 31, n. 34, p. 42-53,
1997.

CHAN, P. S.; GRIFFITHS, D. A. The vermicomposting of pre-treated pig manure.


Biological Wastes, England, v. 24, p. 57-69, 1988.

432
Aspectos Práticos da Vermicompostagem

CERRI, C. C.; POLO, A.; ANDREUX, F.; LOBO, M. C.; EDUARDO, B. P. Resíduos
orgânicos da agroindústria canavieira: 1. Características físicas e químicas. STAB,
Piracicaba, v. 6, p. 34-37, 1988.

CHAOUI, H. I.; ZIBILSKE, L. M.; OHNO, T. Effects of earthworm casts and compost
on soil microbial activity and plant nutrient availability. Soil Biology and
Biochemistry, Oxford, v. 35, p. 295-302, 2003.

DEVIDE, A. C. P.; GUERRA, J. G. M.; AQUINO, A. M. de. Estudo comparativo da


adaptabilidade da minhoca Eisenia foetida em estercos de suíno, galinha, coelho e
bovino misturados ao bagaço de cana-de-açúcar. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
CIÊNCIA DO SOLO, 27., 1999, Brasília. Resumos... Brasília: Sociedade Brasileira de
Ciência do Solo, 1999. 1p. N. T005-5. Seção 5. CD ROM.

HARTENSTEIN, R. Use of Eisenia foetida in organic recycling based on laboratory


experiments. WORKSHOP ON THE ROLE OF EARTHWORMS IN THE STABILIZATION
OF ORGANIC RESIDUES, 1981, Michigan. Proceedings... Michigan: Beech Leaf
Press,1981. v. 1. p. 155-166.

HARTENSTEIN, R.; NEUHAUSER, E. F.; KAPLAN, D. L. Reproductive potential of the


earthworm Eisenia foetida. Oecologia, Berlin, v. 43, p. 329-340, 1979.

KIEHL, E. J. Fertilizantes orgânicos. Piracicaba: Ceres, 1985. 492 p.

NEUHAUSER, E. F.; HARTENSTEIN, R.; KAPLAN, D. L. Growth of the earthworm Eisenia


foetida in relation to population density and food rationing. Oikos, Copenhagen, v.
35, p. 93-98, 1980.

NEUHAUSER, E. F.; KAPLAN, D. L.; HARTENSTEIN, R. Live history of earthwom Eudrilus


eugenia. Revue d´Ecologie et de Biologie du Sol, Paris, v. 16, p. 525-534, 1979.

SCHULDT, M. Lombricultura: su teoría y prática en el ámbito agropecuario, industrial


y domestico. La Plata: [s.n.], 2001. 135 p.

SILVA, V. F. da. Vermicompostagem utilizando esterco e palha enriquecida


com N e P: processo de produção e avaliação para a cultura da cenoura (Daucus
carota L.). 1992. 138 f. Tese (Mestrado em Agronomia, na área de concentração em
Ciência do Solo)– Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Itaguaí, RJ, 1992.

TOMATI, U.; GRAPELLI, A.; GALLI, E. The hormone-like effect of eartworm casts on
plant growth. Biology and Fertility of Soils, Berlin, v. 5, p. 288-294, 1987.

TURRUELLA, E.; CARRIÓN, M.; MATÍNEZ, F.; NODALS, A. R; COMPANIONI, N. Manual


para la producción de abonos orgánicos en la agricultura urbana. La Habana,
Cuba: INIFAT, 2002. 102 p.

433
Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável

VENTER, J. M.; REINECKE, A. J. The life-cycle of the compost worm Eisenia foetida
(Oligochaeta). South African Journal of Zoology, África do Sul, v. 23,
p. 161-163, 1988.

434