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1. Introdução e Objetivos

Quando se tem duas substâncias líquidas que são parcial ou totalmente miscíveis entre si, pode ʹse
separá-las usando uma terceira substância que dissolve as duas, formando duas fases, cada uma com
uma determinada composição diferente da composição inicial. Esse fato permite a saparação de
subtâncias liquídas que estejam misturadas. Essa operação tem o nome de extração líquido-líquido. No
presente experimento, será analizado esse comportamento, de modo a se obter diagramas triangulares
de composição dos sistemas líquidos parcialmente miscíveis e suas devidas características.

'. mundamentos Teóricos

Não são todos os líquidos; puros; totalmente miscíveis entre si. Esse fato se deve as diferenças
na polaridade da estrutura tridimensional da molécula, que provoca as diferentes níveis solubilidades
entre as substâncias. Uma mistura de dois líquidos parcialmente miscíveis tende, com o tempo, a se
estabilizar e formar duas fases distintas, de modo a satisfazer a teoria da energia livre de Gibbs, que
afirma que qualquer sistema na natureza tende com o tempo a atingir seu estado de menor energia de
Gibbs. Com a adição de uma terceira substância que tenha afinidade pelas duas, ocorre a formação de
duas novas fases. Contudo, ela não tem a mesma afinidade (solubilidade) pelas duas, e quando se forma
as duas fases, a composição das mesmas não é igual a composição anterior. No caso do experimento,
água e clorofórmio são muito pouco miscíveis entre si, como se pode observar na Figura 1, é possível se
ter em uma mesma fase (area externa à curva) muito pouco de qualquer um dos dois componentes, ou
seja, são praticamente imiscíveis. Qualquer porcentagem a mais, implica que a mistura água,
clorofórmio estará na area interna, que apresenta no equilibrio duas fases, com muito pouco de cada
um dos componentes dissolvido no outro.
Quando se adiciona ácido acético, que tem afinidade pelas duas substâncias, ocorre a formação
de duas fases com composições diferentes da composição inicial.

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migura 1. piagrama Ternário das subtâncias envolvidas em nosso experimento.


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ß. |esultados e Discussões

No primeiro procedimento temos os seguintes valores de volume, em mililitros, na tabela 1


abaixo, para o ensaio a 50°C. As quantidades de água e clorofórmio e quantos mililitros de
ácido acético foi necessário adicionar até a formação de uma só fase.

Água Clorofórmio Ácido Ácetico


Tubo Adicionado Fração Mássica Adicionado Fração Mássica Adicionado Fração Mássica
1 0,5 2,31 9,5 65,17 6,7 32,51
2 1 4,52 9 60,35 7,0 33,20
3 2 8,65 8 51,32 7,3 33,13
4 3 12,44 7 43,04 14,6 63,51
5 4 15,93 6 35,43 11,0 45,94
6 5 19,14 5 28,39 12,8 51,41
7 6 22,13 4 21,88 13,5 52,22
8 7 24,90 3 15,82 12,8 47,76
9 8 27,48 2 10,19 11,0 39,63
10 9 29,88 1 4,92 8,0 27,86
11 9,5 31,03 0,5 2,42 6,5 22,27

Tabela 1. Volumes iniciais de água e clorofórmio adicionados em cada tubo de ensaio com os respectivos volumes de
ácido acético a 50°C.

Água Clorofórmio Ácido Ácetico


Tubo Adicionado Fração Mássica Adicionado Fração Mássica Adicionado Fração Mássica
1 0,5 2,30 9,5 64,86 6,8 32,84
2 1 4,20 9 56,11 9,0 39,69
3 2 7,94 8 47,09 10,8 44,97
4 3 11,89 7 41,14 11,3 46,97
5 4 15,83 6 35,20 11,8 48,97
6 5 21,25 5 31,51 10,6 47,25
7 6 26,63 4 26,33 10,1 47,03
8 7 33,01 3 20,98 9,3 46,01
9 8 40,03 2 14,84 8,6 45,14
10 9 49,90 1 8,22 7,2 41,88
11 9,5 60,52 0,5 4,72 5,2 34,75
Tabela '. Volumes iniciais de água e clorofórmio adicionados em cada tubo de ensaio com os respectivosvolumes de
ácido acético a temperatura ambiente.