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(Q3/2F/N1/2005) (geometria)

1. Emília quer encher uma caixa com cubos de madeira de 5 cm de aresta. Como mostra
a figura, a caixa tem a forma de um bloco retangular, e alguns cubos já foram colocados
na caixa.

A) Calcule o comprimento, a largura e a altura da caixa.


Solução: O comprimento da caixa corresponde a 10 cubinhos; logo este comprimento é
igual a 10 x 5 = 50 cm; do mesmo modo, a largura é igual a 7 x 5 = 35 cm e a altura é
igual a 6 × 5 = 30 cm.
B) Quantos cubos ainda faltam para Emília encher a caixa completamente, se ela
continuar a empilhá-los conforme indicado na figura?
Solução: A contagem pode ser feita de forma direta a partir de camadas. Por exemplo,
começando do fundo, na primeira camada faltam 6 ×10 − 18 = 42 ; na segunda, faltam 60 − 4 =
56 ; na terceira faltam 6 ×10 − 2 = 58 ; na quarta faltam 6 ×10 − 3 = 57 na quinta, faltam 6 ×10 −
2 = 58 ; na sexta e na sétima faltam na 6 ×10 − 1 = 59 . Logo, o número de cubos que faltam é
42 + 56 + 57 + 2 × 58 + 2 × 59 = 115 + 116 + 118 = 389 .

(Q2/2F/N1/2007) (álgebra)
2. Um antigo método para codificar palavras consiste em escolher um número de 1 a 26,
chamado chave do código, e girar o disco interno do aparelho ilustrado na figura até que
essa chave corresponda à letra A. Depois disso, as letras da palavra são substituídas pelos
números correspondentes, separados por tracinhos. Por exemplo, na figura ao lado a
chave é 5 e a palavra PAI é codificada como 20-5-13.
A) Usando a chave indicada na figura, descubra qual palavra foi codificada como
23-25-7-25-22-13.
Solução: (a) A partir da figura do enunciado temos 23=S, 25=U, 7=C, 22=R e 13=I.
Logo a palavra codificada como 23-25-7-25-22-13 é SUCURI.

B) Codifique OBMEP usando a chave 20.


Solução: (b) Para a chave 20 temos a figura ao lado, onde vemos que O=8, B=21, M=6,
E=24 e P=9. Assim, a codificação de OBMEP é 8-21-6-24-9.
Alternativamente, ao passar da chave 5 para a chave 20 devemos somar 15 aos números
da figura do enunciado, lembrando que se a soma for maior do que 26 devemos subtrair
26. Assim, temos : O 19 + 15 - 26 = 34 – 26 = 8, B 6 + 15 = 21, M 17 + 15 – 26 = 6,
E 9 + 15 = 24, P 20 + 15 – 26 = 9 , donde OBMEP é codificada como 8-21-6-24-9.

Q5/2F/N1/2009) (Princípio multiplicativo)


3. Ana quer colorir as bolinhas das figuras 1 e 2 de azul (A), preto (P) ou vermelho (V)
de modo que bolinhas ligadas por um segmento tenham cores diferentes.

Veja a seguir duas maneiras diferentes de colorir a figura 1 e duas maneiras diferentes
de colorir a figura 2:

A) De quantas maneiras diferentes Ana pode colorir a figura 1?


Solução:
Ana pode pintar a bolinha 1 com qualquer uma das três cores. A bolinha 2 deve então
ser pintada de uma cor diferente da primeira, restando a Ana duas cores para pintá-la. A
bolinha 3 deve ser pintada com a cor que sobrar. Portanto, a figura 1 pode ser pintada de
3 × 2 × 1 = 6 maneiras diferentes.
B) De quantas maneiras diferentes Ana pode colorir a figura 2?
Solução: b) Vamos dividir as maneiras de pintar a figura 2 em dois casos.
1º caso: as bolinhas 1 e 3 são pintadas da mesma cor. Essa cor pode ser escolhida de três
maneiras diferentes; após esta escolha, a cor da bolinha 2 pode ser escolhida de duas
maneiras diferentes, bem como a da bolinha 4. O número de maneiras de pintar a figura
2 nesse caso é 3 ×2 × 2 = 12 .
2º caso: as bolinhas 1 e 3 são pintadas de cores diferentes. Nesse caso, a cor da bolinha 1
pode ser escolhida de três maneiras diferentes e após isso, restam duas possibilidades para
a cor da bolinha 3. Para as bolinhas 2 e 4 há apenas uma possibilidade, que é a cor que
não foi usada nas bolinhas 1 e 3. Logo o número de maneiras de pintar a figura 2 nesse
caso é 3 × 2 × 1 = 6. No total, a figura 2 pode ser pintada de 12 + 6 = 18 maneiras
diferentes.

(Q6/2F/N1/2005) (aritmética)
4. Pedrinho escreveu todos os números inteiros compreendidos entre 100 e 999 cuja soma
dos algarismos é 12. Por exemplo, os números 129 e 750 aparecem entre os números
escritos.
A) Quantos números escritos têm apenas dois algarismos iguais?
Solução:
O algarismo 1 não pode ser repetido porque não é possível escrever 12 como uma soma
da forma 1+ 1+ x onde x é um algarismo; de fato, como x é no máximo 9, esta soma será
no máximo 11. O algarismo 4 também não pode ser repetido pois neste caso o número
teria que ser 444, que tem três algarismos iguais e não está de acordo com o enunciado.
Finalmente, os algarismos 7, 8 e 9 não podem ser repetidos, pois neste caso a soma dos
algarismos ultrapassaria 12. Assim, o algarismo repetido só pode ser 2, 3, 5 ou 6. Com 2,
3 e 5 podemos formar 9 números: 228, 282, 822, 336, 363, 633, 552, 525 e 255. Com o
algarismo 6 podemos formar 2 números: 606 e 660. Portanto a quantidade de números
escrita é 9 + 2 = 11.

B) Quantos números escritos são formados apenas por algarismos ímpares?


Solução:
A soma de três números ímpares é um número ímpar. Como 12 é par, vemos que é
impossível achar três algarismos ímpares cuja soma é 12. Logo nenhum dos números
escritos tem os três algarismos ímpares.
(Q4/1F/N1/2014) (aritmética)
5. Milena começou a estudar quando seu relógio digital
marcava 20 horas e 14 minutos, e só parou quando o
relógio voltou a mostrar os mesmos algarismos pela última
vez antes da meia noite.
a) Quantos minutos Milena estudou?
Solução:
Os horários com os algarismos 0, 1, 2 e 4, a partir de 20:14 e anteriores à meia noite, em
ordem cronológica, são: 20:14, 20:41, 21:04 e 21:40. Portanto, ela estudou das 20:14 às
21:40. Das 20:14 às 21:14 há 1 hora e das 21:14 às 21:40 há (40 – 14) = 26 minutos.
Logo, Milena estudou 86 minutos, ou seja, 1 hora
e 26 minutos.
b) A que horas Milena parou de estudar?
Solução
Conforme raciocínio anterior, Milena estudou até 21:40.