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De Mendacio

Por que será que a mentira se institucionalizou nos brasileiros a tal ponto que
todos acreditam ser a verdade?
Uma seara que se infinita, que se perde nos confins e a tudo abarca
sufocando o grão da verdade que teima em vivificar. Os semeadores foram
treinados por mestres dos ardis sofismáticos e replicam de forma
inconsciente os mestres menores perdendo-se nas brumas da ilusão. Seus
olhos são de outrem, seus ouvidos moucos, as mentes embotadas por falsos
conceitos e fórmulas que os impede de se aproximarem da luz da verdade.
Seus sentimentos bestiais afloram em quaisquer ocasiões quando
confrontados diante da própria imagem, negando-a e reagindo com violência
e despaupérios. O ar que respiram fede a enxofre e se alimentam da luxúria
numa explosão autofágica. São assassino de si próprio, ato que transcende
todos os canônes da compreensão.
Os brasileiros, assim como se observa em cidadãos de muitas nações,
mentem, mentem e mentem. Primeiro para si, depois para os próximos e,
enfim, ao mundo inteiro interligado pela comunicação instantânea.
Conseguem o prodigio de dissertar com palavreado enfeitado, cheio de
erudição, perolando o núcleo da própria mentira, recebe aplausos, loas das
mídias e se envaidece como um pavão que não olha os próprios pés.
A sua mentira é aquela que recebe com vestimentas da verdade, marteladas o
tempo todo pela mídia. Assim como a mentira, com ares de sabedoria, de
quem ocupa os mais altos cargos da República, doutos juristas que se
perdem em citações latinas e nos seus significados, togados e embevecidos
na Suprema Corte da ignorância e da perfídia. São esses que ancoram a
formação educacional da mentira, que mandam prender e violar a
integridade daqueles que intentem se levantar e brandir a clava da verdade.
Os acadêmicos, a elite intelectual, onstentam seus títulos de imbecilidades
para se autoproclamarem donos da razão, ártifices dos enunciados libertários
e libertinos, distribuindo iguais diplomas aos milhares a seguidores de sua
seita com promessas de bom emprego, do paraíso das licenciosidades, do
livre agir e gozo de suas mais insidiosas vontades de carne. Canibais!
Um edifício de dezenas de andares é construído tijolo por tijolo, peça por
peça como um grande jogo de quebra-cabeças, cujo final maravilha quem o
olha pela engenhosidade humana que o criou. Da mesma forma, de
mentirinha em mentirinha o brasileiro constrói seu castelo de cuja torre mija
em quem se arvore em observá-lo. A engenhosidade de seu castelo pessoal
tem arcabouços de uma engendração ideológica satânica que desafia a
hermenêutica, de pensadores cuja vida é medrada na podridão das
obscenidades. Essa é a base de seu castelo de mentiras, que se aprende nas
escolas e universidades de professores treinados por tais pensadores, teses e
mais teses louvadas fora e dentro de casa dourando um ego tão grande
quanto sua idiotice.
E ela, a mentira, para os cristãos filha dileta do Satanás, toma conta de
comunidades, de cidades e de nações, cujos dirigentes a usam para camuflar
intenções - por sinal, verdadeiras - de condução das massas para consecução
de seus hediondos projetos de poder pessoal. Como no Brasil, onde a imensa
multidão de zumbis ser arma de palavras e imagens para provar que o porco
não é porco, mas pura ilusão de ótica de olhos conservadores. O porco fala
de suas imundíceis, grava vídeos, rouba o celeiro e acusa seus adversários
como os responsáveis. O porco mergulha na porcaria e mostra seus
comportamentos imorais, mas quando se depara no espelho convoca a
porcada para denunciar quem assomou sua imagem como o mais vil e
degenerado ser! E a multidão da casta intelectual da porcada - filósofos
sociólogos, sexólogos, jornalistas e artistas etc. - sai às ruas para, num ato de
suprema revolta, emporcalhar as ruas das cidades, as televisões, as mídias
sociais e as mentes dos que se enojam com suas atitudes. Uma revolta contra
si próprio.
O exemplo de felicidade da porcada vem da Rússia e do seu chiqueiro na
América Central, Cuba. Lá, cada porco tem sua ração e nenhum deles tem
livre arbítrio ou de ir e vir por onde quiser. Seus comportamentos são
monitorados pelo dono do chiqueiro, que leva para o açougue todo aquele
sublevar a ordem e as leis. Submissos e covardes, eles vivem sim, porém
sem nenhuma perspectiva de liberdade, uma vida vegetativa e sem nenhum
sentido. O sol da verdade brilha sobre tais seres, mas eles se escondem nas
sombras da mentira e usam óculos para evitar que seus olhos vejam no
horizonte o portal da verdade que os libertará.
As profecias de Fátima, em 1917, avisaram da grande mentira que se
espalharia para os quatro cantos da Terra vindo da Rússia, um povo
mentiroso por natureza, como bem descreveu seu maior escritor, Fiodor
Dostoiésvki. Chegou no Brasil em 1922 e encontrou terrreno fértil após o
golpe contra D. Pedro II que instalou a República da corrupção, irmã gêmea
da mentira. E cresceu até chegar o Poder em alianças com a escória da
sociedade - bandidos, traficantes de drogas e assassinos - e com militantes de
guerrilhas de narcotraficantes que alimentam ditadores e governantes
espúrios.
A mentira de hoje é um monstro apocalíptico incrustado pelos comunistas no
seio dos lares. A História despedaça as verdades, a Filosofia deixou de ser o
caminho da busca da verdade, a Sociologia é uma fábrica de invenções e até
a Medicina se rendeu à mentira na transformação de homens em mulheres e
mulheres em homens, só nas aparências, é obvio. Porque uma mangueira não
vira abacateiro. A família é uma convenção de mentira acordada entre
legisladores e juristas mentirosos que prconizaram que dois homens ou
duas mulheres tem o direito de ter “filhos”, que são impossíveis de serem
gerados em gêneros iguais, total contradição com o aspecto da parte animal
dos humanos de se procriarem. E mentira maior há de vir quando a
procriação substituirá o útero materno, suas interdependências emocionais e
espirituais, por provetas e bolhas e será colocada no mercado uma multidão
sem fim de seres à escolha preferencial dos tutores subservientes ao deus
estatal
E, por fim, a maioria professa que Deus é uma grande mentira, como pregam
os ideologos comunistas ao elegerem um Estado opressor em seu lugar,
tangendo as massas para o inferno eterno que para eles é o paraíso. O islã,
aliado provisório de tais ambições, tem um deus mortífero, raivoso,
ciumento, que condena a todos que não o segue à uma morte de torturas
indescritíveis. Treinam jovens e crianças para se martirizarem em detonação
de bombas pela vãs promessas paradisíacas. E de mentira em mentira, outras
religiões se espalham tendo como altares representações ilusórias de poder
tais quais às ligadas aos quatro elementos conhecidos: água.ar, fogo e terra.
E neles se perdem consumindo drogas alucinógenas que promovem estados
de devaneios e sonhos como se fossem caminhos da Verdade. O culto ao
corpo e tudo que lhe dá efêmeros prazeres simboliza a comquista de uma
fantasiosa liberdade ao se afastarem cada vez mais da Verdade e mergulhar
nos mundos abissais da mentira, caminhos opostos de todos os ensinamentos
dos grandes mestres do passado.
O grande mestre cristão, Jesus Cristo, que é verdadeiro caminho da
verdade e da vida, é enxovalhado, blasfesmado pela ira dos mentirosos em
todos os lugares, crucificando-o e torturando-o todos os santos dias nas ruas,
nas imagens televisivas e nas redes de comunicação mundial da Internet. E
entram em êxtase nesta perfídia louca,
Toda esta grande mentira, como tudo no universo criado, terá seu fim. E será
apocalíptico e seus amantes não terão tempo para se convencerem de que
existe uma verdade, única e grandiosa, tão vilmente negada por eles, verdade
que é o Cristo, um sol a iluminar as consciências daqueles que não se
perverteram e se mantiveram fiéis nas promessas do Uno, do Alfa e do
Ômega. E os sinais de tais tempos já se manifestam: o desamor, o
maerialismo, os cultos luxuriosos, o fim da família, a briga entre pais e filhos,
de raças, de gêneros e de nações contra nações. Então, após o colapso
mundial, a Verdade reinará e a mentira será lançada no abismo eterno da
perdição, o inferno.