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1.

Denuncia de Actos Administrativos

Tenho acompanhado e sem possibilidades de puder fazer algo directamente porque estou ciente de que não me compete, mas não posso contunuar a observar os acontecimentos no silêncio porque estaria a compactuar ou ser conivente com aquilo que eu analiso como injustiças. Ja deparei com alguns cenários e situações dramáticas que vivem as nossas colegas sub comando e orientação da supervisora da área da Administração. Já deparei com algumas colegas com baixo astral e a jorar lagrimas pela forma de tratamento na qual a Lara Ribeiro se dirige a elas perante assuntos laborais que parecem-se mais com pessoais.

Tratando-se de uma empresa com os padrões da CLN que presa pela saúde, segurança e integridade fisica e moral dos seus colaboradores, creio que os preceitos de gestão de pessoas que orientam uma organização deveriam estar sempre patentes nos gestores e lideres desta empresa, utilizando o RH apenas como ferramenta para alcançar os resultados mais acertivos, pois colaboradores motivados e satisfeitos desenvolvem constantemente suas habilidades e capacidades o que se traduz não só no desenvolvimento pessoal, mas também no benéficio da organização através do crescimento da área e da empresa como um todo.

Escrevo com imensa insatisfação, mas com esperança de que os conteúdos deste depoimento possam contribuir de forma satisfatória na mudança de conduta e de alguns comportamentos manifestado pela supervisara da área de Administração aquando da abordagem com as suas subordinadas no concernente a assuntos relacionados as actividades laborais. Dos pontos narrados, chama-se atenção aos seguintes:

a) Discusão de Ideias Laborais

A descusão de ideias em vez de reforçar a motivação da equipe e promover a troca de conhecimento, para a Lara Ribeiro é visto como afrontação, por isso, muitas colegas limitam-se a ouvir as suas injurias sem possibilidades nenhuma de se defender, poís das poucas vezes que as fizeram, foram ameaçadas de serem levadas ao RH com intuito de apresentar a sua demissão.

A titulo de exemplo, pode- se tomar como a ex. colega Amina Muze, que no seu parecer, alegou o baixo performance como causa da sua demissão, mas na realidade, a real causa, foi a descussão de ideias de caracter laboral e muitas delas no sentido positivo para melhoria da qualidade de atendimento aos demais clientes internos, mas como a chefe não aceitava as suas premissas e não

criava espaço para opinião dos outros, considerava como afrontação, razão pela qual, aproveitando que esta ainda encontrava-se dentro do período probatório, moveu rios e mares numa actitude anti- profissional para acelerar o processo da demissão e se livrar daquilo que considerava de um estorvo em vez de explorar as potencialidades profissional.

Quanto a demissão da colega Amina, coloca-se a seguinte questão de reflexão: como é que uma estagiária que antes do termino de periodo probatório, passa para o quadro da empresa e efectiva como analista devido ao seu desempenho e depois é demitida sub alegação de baixo perfomance?

Face a este e outros cenário e com medo de seguir o mesmo rumo que a Amina, as demais colegas,

optam por calar mediante as injurias e falta de respeito para com as colegas, pois, o tratamento não é mercés de pessoas adultas e com responsabilidade profissionais e familiares. A demias, acima de tudo e que não carecem de ser tratadas daquela forma em detrimento de um emprego que nela estam por merito próprio e não por alçada de alguém que as trata como se da sua empresa se tratasse. Mesmo que da sua empresa se tratasse, existem padrões e normas na qual deve- se dirigir

as

demais pessoas.

b)

Forma de tratamento

A

forma de tratamento, sobretudo por meio de correspondência verbal pela qual nos dirigimos as

pessoas, é um vocativo para chamar atenção do destinatário, poís trata- se de um codigo social que quando se transgride, pode causar prejuizo no relacionamento entre os interlocutores.

Quanto a este ponto, a pessoa em causa, quando é questionada ou recebe reclamações dos seus superiores sobre os serviços sub a sua supervisão, dirige-se aos seus subordinados e sem medir o seu estado comportamental, sanciona de forma inadequada e num tom de nervosismo,

descarregando toda tensão para as suas colegas de trabalho. Servindo-se para o efeito de uma forma

de tratamento incoerente, anti-profissional e atipica de uma gestora ou lider de grupo.

Quando isso acontece, as subordinadas tendem a ouvir as injurias sem direito a explicarem-se ou defenderem-se, mesmo providas de suas razões, pois quando o tentam esclarecer, parece que só tendem a piorar a forma de tratamento humilhante e não cortez para um profissional que saiu de sua casa bem motivada e que deixou a sua familia, para no final do dia voltar a sua casa indisposta por motivos anti-profissionais. As descarga de tensão sobre as suas colegas é feita sub alegações de que, trata-se de trabalho e que trabalho é assim mesmo, mas por meu lado, penso que trabalho

é uma coisa e frustrações pessoais não podem ser contempladas neste contexto para justifacar os

seus desequilibrios emocionais nas colegas de trabalho. Chegar a chamar as colegas de incompente

e burras, não justifica- se pelo facto de possuir um cargo de chefia para esta barbalidade verbal perente um profissional.

Contudo, este é outros factores que não foram aqui menc ionados, só lesam a empresa na medida em que afectam a saúde psico-mental das colaboradoras e desmotivam ao ponto de ofuscar o seu brio-profissional.

c) Intimidação

Das situações presenciadas, algumas delas na presença do gerente da área, sobre a forma de tratamento que até certo modo pode-se equiparar com aquelas utilizadas por alguns patrões quando desrespeitam os seus empregados domésticos, questionei-me:

1. Vendo a situação de imoralidade que as suas subordinadas são submetidas, porque o gerente não intervem num forum próprio para corrigir?

2. Porque as colegas não reportam ou denunciam as actitudes da sua supervisora a BP Busyness Patiners”?

Quanto a 1ª questão, constatou-se que o gerente esta a par da situação e já foi reportado algumas vezes, mas pouco faz para mudar o cenário de modo a criar um bom ambiente de trabalho. Um dos reportes foi da ex. colega Amina, que insatisfeita com o posicionamento do gerente, decidiu recorrer as outras instâncias ‘BP” que por azar, esta instância em vez de preservar o direito de anonimato da queixosa, revelou a supervisora que de imediato tratou de instaurar um processo que culminou com a demissão queixosa.

Quanto a 2ª questão, fica claro a razão das colegas manterem-se caladas perante as actitudes comportamentais da sua supervisora em vez de recorrer a BP gerencial para expor os factos que lhes apocuentam, poís tem medo de seguir o mesmo destino tomado pela ex. colega Amina.

d) Ne opotismo

O neopotismo é um factor notório na Área de Administração, pois quase a metade das colegas que

la trabalham, possuem um grau de parentesco ou laços de familiaridade com a supervisora, razão

pela qual coloca-se em questão a transparência nos processos e critérios de selecção e contratação.

A titulo de exemplo, coloca-se a contratação da colega que veio ocupar a vaga deixada pela Amina,

colega esta que encontrava- se a trabalhar na LARAF, empresa que presta serviço s de agência de viagens a CLN na qual pressupõem- se que a Lara é detentora de acções.

Sobre este assunto, ainda pode-se questionar: será que a demissão da Amina não teria como propósito estratégico a colocação de alguém mais próximo para melhor controle e coordenação dos assuntos entre a CLN e a LARAF?.

Quanto ao neopotismo, nota-se até pela forma de tratamento quanto as outras que não possuem nenhum laço de parentesco ou familiaridade com a pessoa em causa. Quando as profissionais com seu grau de parentesco comentem algum desvio ou erro, não recebem represálias públicas, mas quando se trata das outras, levam uma chamada de atenção incomum, humilhante e aos berros para todos presentes na sala puderem ouvir as represalias humilhantes o que deixa todos colegas sem reação e sem clima de trabalho na sala. Estas situações ja foram por mim presenciadas várias vezes e confesso que é chocante para quem esteja na sala a ouvir, então nos coloquemos no lugar de quem esteja a passar pela situação e a ser proferido as tais palavras?

e)

Valorização

As inicitivas e esforço abnegado das colegas para responderem de forma satisfatória e atempada as demandas dos clientes, em algumas situações, deixando de realizar as suas actividades programadas para atender as demandas fora do fluxo de modo a não inviabilizar as actividades do sector solicitante, só são reconhecidas e elogiadas pelos clientes das áreas solicitantes e quase ou nunca é vista pela supervisora. Esta somente foca-se nos erros cometidos, rempreendendo publicamente e de forma humilhante e repugnante as colegas de trabalho através de um tom ineadequado de liderança e não digno de tratamento as colegas.

Em vez de valorizar as acções, limita-se a desmoralizar as colegas perante aos demais presentes na sala e chaga a chamar de incompetente, burras e que não merece os cargos que ocupam, uma desqualificação desmotivadora e não é digna e muito menos exemplar de liderança que conhece os valores da empresa e que preocupa-se com o desenvolvimento de pessoal e consequentemente melhor ia dos resultados da empresa

Sugiro a criação de um ambiente de trabalho produtivo em que valoriza- se as inicitaivas e esforço das colegas e que os erros por elas cometidos, não sejam reprimidos publicamente, mas sim corrigidos com dialogo na busca de soluções para resolução do problema. Esta acção não

beneficiará somente a empresa, mas também os seus colaboradores, atingindo o sucesso profissional e satisfação pessoal através da valorização do colaborador, pois muitas das vezes a satisfação profissional é colocada acima da remuneração.

f)

Imparcialidade

Apercebe- se que certas decisões não são tomadas quando se trata dos profissionais que estão na empresa sub a sua indicação “profissionais com laços de familiaridade”, isso é, a mesma acção práticada por umas, tem tratamento diferente e/ou de repreensão pública quando práticada por outras, isso desmotiva as demais colegas e têm consequências negativas no dessempenho profissional, pois as outras sentem de que existe um tratamento diferenciado e com b eneficios directos para outras, ou seja, apercebem de que existem um tratamento de filhos e enteados dentro da organização.

i) Corrupção e Falta de Transparência

As acções de corrupção activa e falta de transparêcia nos processos de contratação das empresas de prestação de serviços é uma incogrinita, pois existem indicios que indicam que a Lara Ribeiro em cordenação com alguns colegas da área de Suprimentos estam envolvidos num esquema que facilitam a contratação de empresas em detrimento de comissões. Ora bem vejamos e analisemos o seguinte:

1.

Existem factores claros que indicam a Lara como a pessoa que recebe comissões de alguns hoteis e agências de viagens que possuem convênio com a CLN.

Prezados, sub as alegações acima, remete-se a quem de direito para averiguação das constatações de modo a tomar as melhores decisões.

Cordiais saudações

In anonimo