Você está na página 1de 6

CATÁSTROFE NATURAL

 fenómeno perigoso, súbito, com origem na natureza, que ocorre,


muitas vezes, de forma imprevista e que provoca vítimas e
grandes prejuízos materiais.

RISCO
 é a probabilidade de ocorrência de um fenómeno perigoso e
respetiva estimativa dos danos provocados na população, nos bens
e no ambiente.
 o risco é um conceito que abrange duas componentes: a
perigosidade e o dano.

SUSCETIBILIDADE
 grau de propensão de uma área ser afetada por um fenómeno
perigoso.

VULNERABILIDADE
 grau de perda de um elemento ou conjunto de elementos expostos
a um fenómeno potencialmente perigoso.

FURACÃO
 fenómeno resultante da intensificação da velocidade dos ventos
de uma tempestade tropical. A intensidade média dos ventos é
de, pelo menos, 119Km/h.

TORNADO
 fenómeno extremo de curta duração, que se caracteriza por uma
coluna de ar rotacional e pela ocorrência de ventos com
velocidade na ordem dos 300Km/h.

VAGA DE FRIO
 é um período de, pelo menos, seis dias consecutivos, em que a
temperatura mínima diária é 5ºC inferior ao valor médio das
temperaturas mínimas diárias no período de referência.
ONDA DE CALOR
 é um período de, pelo menos, seis dias consecutivos, em que a
temperatura máxima diária é 5ºC superior ao valor médio das
temperaturas máximas diárias no período de referência.

SECA METEOROLÓGICA
 corresponde ao desvio do valor da precipitação em relação ao
valor normal. Caracteriza-se pela falta de água como
consequência do desequilíbrio entre a precipitação e a
evapotranspiração.

SECA HIDROLÓGICA
 refere-se á redução dos níveis médios de água nos reservatórios
e no solo.

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS SEGUNDO A SUA CAUSA

furacão
origem climática tornado
seca
onda de frio e de calor

cheias
Naturais origem hidrológica
inundações

movimentos de vertentes
origem geomorfológica
avalanches
smog

chuvas ácidas
origem na poluição
atmosférica aumento do efeito de estufa

diminuição da camada de ozono

origem na poluição poluição das águas

Mistos da hidrosfera continentais e marinhas

degradação dos solos


origem geodinâmica
desertificação

origem nos incêndios florestais

QUAIS AS ÁREAS DO GLOBO COM MAIOR E MENOS


VULNERABILIDADE E SUSCETIBILIDADE

MAIOR MENOR

- Continente africano - América do Norte

- Ásia meridional e oriental - Europa

- alguns países da América Central - Oceânia (Austrália)

e do Sul (Brasil, Bolívia, México…)


Indicar as diferentes designações para os furacões de acordo com a
sua área geográfica. (pág. 79)

 Furacão:
- no Oceano Atlântico norte (golfo do México, Caraíbas e
leste dos EUA)
- leste do Oceano Pacífico central
 Tufão:
- Oceano Pacífico norte (oeste dos EUA, Japão e China)
 Ciclone Tropical Severo:
- sudoeste do Oceano Pacífico (Austrália, Nova Zelândia e
Indonésia)
 Tempestade Ciclónica Severa:
- Norte do Oceano Índico (Índia, Bangladeche e Paquistão)
 Ciclone Tropical:
- Sudoeste do Oceano Índico (Madagáscar, Moçambique e
Quénia)

Referir as principais condições para a formação de um furacão.

(pág. 80)

 efeito da força de Coriolis


 presença de centros de baixas pressões estáveis devido à
convergência de ventos
 elevada humidade na baixa troposfera
 águas oceânicas com temperatura superior a 25ºC

Conhecer o nome da escala e os respetivos níveis, para medir as


consequências da passagem de um furacão. (pág. 82)

Indicar alguns impactes da passagem de um furacão e do seu olho.


Escala: de Saffir-Simpson, variando entre a Categoria 1 e a Categoria
5

Indicar as características de um tornado. (pág. 87)

 é um fenómeno extremo, de curta duração


 caracteriza-se por uma coluna de ar rotacional
 e pela ocorrência de ventos com velocidades na ordem dos
300Km/h

Diferenciar um tornado de um furacão. (pág. 83)

um tornado é um fenómeno mais de curta duração do que o furação, mas


com velocidades muito superiores

Conhecer a escala e os diferentes níveis de um tornado. (pág. 84)

Escala: de Fujita ( varia entre F0 e F6)

Indicar medidas de proteção antes, durante e após a passagem de


um furacão e de um tornado. (pág. 85)

 conhecer as catástrofes naturais mais frequentes


 ouvir as previsões do estado do tempo e as informações
divulgadas pelos serviços de meteorologia e pela Autoridade
Nacional de Proteção Civil
 desenvolver um plano de emergência que deve incluir um estojo
de primeiros socorros, com água, medicamentos, bens
alimentares enlatados, rádio
 afastar-se da linha de costa devido ao perigo de inundações
costeiras
 afastar-se de janelas e portas
 procurar abrigo subterrâneo
Explicar o aparecimento destes fenómenos em Portugal. (págs. 86
e 87)

Em Portugal, estes fenómenos extremos relacionados com ventos


intensos são frequentes. A sua ocorrência está relacionada com a
passagem de centros de baixas pressões associados a sistemas frontais
ativos e acentuados, nos meses de outono e de inverno.

O arquipélago dos Açores é atingido, por vezes, por tempestades


tropicais devido:

- posição longitudinal do arquipélago, tendo águas oceânicas a uma


temperatura média entre os 17ºC e os 23ºC

- clima caracterizado pelo registo de temperaturas médias de


13ºC, no inverno, e de 24ºC, no Verão. O ar é também húmido.

Os tornados em Portugal não são muito frequentes