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Trabalho

De

Ciências
Escola Municipal Nagen Jorge Saad
Alunos: Thiago Linconl Torales Rodrigues Nº 35
André Luiz Leão Nazareth Nº 3 8º B
Matheus França Oliveira Nº 20
Leonardo Pereira Felix Nº 17
Profª : Márcia Chagas
Sumario

Sífilis: ........................................................................................................................ 1
Transmição: ............................................................................................................... 2
Sintomas: ................................................................................................................... 3
Sífilis primaria: .......................................................................................................... 4
Sífilis Secundaria: ...................................................................................................... 5
Sífilis Terciária: ......................................................................................................... 6
Sífilis congênita: ........................................................................................................ 7
Sífilis decapitada: ...................................................................................................... 8
Sífilis latente: ............................................................................................................. 9
Como identificar a sífilis: .......................................................................................... 10
Introdução: ................................................................................................................ 11
Bibliografia: .............................................................................................................. 12
Imagens: .................................................................................................................... 13 14
Sífilis
Sífilis é uma doença infecciosa causada por uma espiroqueta chamada Treponema
pallidum que evolui lentamente em três estágios, caracterizada por lesões da pele e
mucosas. Pode ser transmitida por contato sexual, configurando-se assim como uma
DST, e mais raramente por contaminação feto-placentária. O Treponema pallidum é
uma bactéria com forma de espiral (em média dá 10 a 126 voltas) e tem cerca de 54
micrómetros de comprimento mas apenas 0,2 micrómetros de astro autura. Correndo ao
longo do eixo longotominal, tipo "sacolas". A sífilis também é conhecida como lues
(palavra latina que significa praga), cancro duro, avariose, doença-do-mundo, mal-de-
franga, mal-de-nápoles, mal-de-santa-eufêmia e pudendagra, entre outros.A sífilis pode
ser evitada com o uso de camisinha e tratada com a utilização de peniclina:
Procedimentos que evitam esta gama de complicações.

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Transmição

A transmissão quase sempre é através do contato sexual, porém pode ser transmitida
também da mãe para o feto. Neste caso dá-se o nome de sífilis congénita. A bactéria é
móvel e invade a submucosa por micro rupturas invisíveis na mucosa. Afeta unicamente
o ser humano.

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Sintomas

Os sintomas da sífilis variam de acordo com o estágio da doença. Assim, durante o


primeiro estágio aparecem pequenas vesículas avermelhadas, indolores que se chamam
“cancro”. As pessoas desenvolvem o cancro geralmente na região próxima aos genitais,
entretanto pode aparecer que têm cancro se os mesmos estiveram no interior da vagina.
Os cancros localizados no pênis geralmente são visíveis. Estas vesículas podem surgir
de 10 dias a 3 meses após o contato com umas pessoa contaminada e duram
normalmente de 1 até 8 semanas.

Se for infectado e ficar sem tratamento a doença evoluirá para um segundo estágio.
Este segundo estágio é chamado de sífilis secundária que começa então de 6 a 12
semanas após o contato com uma pessoa infectada e pode durar desde algumas semanas
após o contato com uma pessoa infectada e pode durar desde algumas semanas até
mesmo um ano. Os sintomas deste segundo estágio são:

• Um enrubescimento discreto da pele com o parecimento de feridas e cascas por


todo o corpo (exantema) que pode incluir manchas nas palmas da mão, na sola
do pé que são altamente contagiosas.

• Gânglios linfáticos inchados (ínguas)

• Sintomas de resfriado comum tais como febre, corpo dolorido, dor de cabeça,
fatiga e falta de apetite.

• Perda de cabelos e tufos

• Crescimento de verrugas semelhantes a couve – flor na área em volta do ânus.

Periodicamente o segundo estágio da sífilis é seguido por um estágio de latência.


Durante o mesmo se não tomar a medicação os sintomas irão desaparecer. Este período
pode durar de poucos anos ou até a vida toda.

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Sífilis Primaria

A sífilis primária manifesta-se após um período de incubação variável de 10 a 90 dias,


com uma média de 21 dias após o contato. Até este período inicial o indivíduo
permanece assintomático, quando aparece o chamado "cancro duro".

O cancro é uma pequena ferida ou ulceração firme e dura que ocorre no ponto exposto
inicialmente ao treponema, geralmente o pênis, a vagina, o reto ou a boca. O
diagnóstico no homem é muito mais fácil, pois a lesão no pênis chama a atenção,
enquanto que a lesão na vagina pode ser interna e somente vista através de exame com
um espéculo ginecológico. Pode ocorrer linfonodomegalia satélite não dolorosa. Esta
lesão permanece por 4 a 6 semanas, desaparecendo espontaneamente. Nesta fase a
pessoa infectada pode pensar erroneamente que está curada. Ocorre disseminação
hematogênica.

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Sífilis Secundaria
A sífilis secundária é a seqüência lógica da sífilis primária não tratada e é caracterizada
por uma erupção cutânea que aparece de 1 a 6 meses (geralmente 6 a 8 semanas) após a
lesão primária ter desaparecido. Esta erupção é vermelha rosácea e aparece
simetricamente no tronco e membros, e, ao contrário de outras doenças que cursam com
erupções, como o sarampo, a rubéola e a catapora, as lesões atingem também as palmas
das mãos e as solas dos pés. Em áreas úmidas do corpo se forma uma erupção cutânea
larga e plana chamada de condiloma lata. Manchas tipo placas também podem aparecer
nas mucosas genitais ou orais. O paciente é muito contagioso nesta fase.

Os sintomas gerais da sífilis secundária mais relatados são mal-estar cefaléia, febre,
prurido e hiporexia. Outros, menos comuns, são dor nos olhos, dor óssea, artralgia,
meningismo, irite e rouquidão.

Sinais mais específicos ocorrem nas seguintes freqüências: exantema, linfadenopatia,


cancro primário residual, condiloma plano, hepatoesplenomegalia, placas mucosas e
alopecia.

Manifestações raras incluem meningite aguda, que acontece em aproximadamente 2%


de pacientes, hepatite, doença renal, gastrite, proctite, colite ulcerativa, artrite, periostite,
neurite do nervo óptico, irite, e uveíte.

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Sífilis Terciária
A sífilis terciária acontece já um ano depois da infecção inicial mas pode levar dez anos
para se manifestar, e já foram informados casos onde esta fase aconteceu cinqüenta anos
depois de infecção inicial.

Esta fase é caracterizada por formação de gomas sifilíticas, tumorações amolecidas


vistas na pele e nas membranas mucosas, mas que podem acontecer em quase qualquer
parte do corpo, inclusive no esqueleto . Outras características da sífilis não tratada
incluem as juntas de Charcot (deformidade articular), e as juntas de Clutton (efusões
bilaterais do joelho). As manifestações mais graves incluem neurossífilis e a sífilis
cardiovascular.

Complicações neurológicas nesta fase incluem a "paralisia geral progressiva" que


resulta em mudanças de personalidade, mudanças emocionais, hiperreflexia e pupilas de
Argyll Robertson, um sinal diagnóstico no qual as pupilas contraem-se pouco e
irregularmente quando os olhos são focalizados em algum objeto, mas não respondem à
luz; e também a Tabes dorsalis, uma desordem da medula espinhal que resulta em um
modo de andar característico. Complicações cardiovasculares incluem aortite,
aneurisma de aorta, aneurisma do seio de Valsalva, e regurgitação aórtica, uma causa
freqüente de morte. A aortite sifilítica pode causar o sinal de Musset (um subir e descer
da cabeça, acompanhando os batimentos cardíacos, percebido por Musset
primeiramente em prostitutas parisienses).

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Sífilis congênita

Sífilis congênita é o contágio do Treponema pallidum por via transplacentária, quando a


gestante infectada, não tratada o transmite para o bebê. Transmissão essa que poderá
ocorrer em qualquer fase da gestação, provocando aborto espontâneo, morte fetal,
prematuridade, recém-nascidos com sintomas da doença.
Sendo que a metade de todos os bebês infectados morre pouco antes ou pouco depois do
parto.

Os bebês que sobrevivem apresentam os sintomas da etapa inicial, como irritabilidade,


incapacidade de progredir e febre.

O diagnóstico precoce e o tratamento da gestante são eficazes na prevenção da doença,


sendo assim é importante que o serviço da saúde disponibilize a toda gestante uma
assistência pré-natal adequada.

O diagnóstico precoce no pré-natal consiste na realização do teste VDRL e no


tratamento imediato da gestante e seu parceiro, quando diagnosticada a doença, a fim de
evitar que a gestante adquira uma nova infecção. O tratamento é realizado com
penicilina, 30 dias antes do parto.

A sífilis congênita pode ser classificada em:

• recente: quando os sintomas aparecem nos primeiros dois anos de vida, sendo
mais manifestos do primeiro ao terceiro mês.
• Tardia: quando os sintomas aparecem a partir do segundo ano, ocasionando
deformações de dentes, surdez alterações oculares, dificuldades de
aprendizagem, retardo mental.

Na sífilis congênita acontece grande aumento da placenta, cerca de 1/6 a 1/12 a mais do
que o normal em relação ao peso com vilosite e fusite.

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Sífilis Decapitada

Chamamos de sífilis decapitada à sífilis adquirida por transfusão sanguínea, já que não
apresenta a primeira fase e começa direto na sífilis secundária. Este tipo de transmissão
atualmente é quase impossível, já que todo sangue é testado antes de ser disponibilizado
aos bancos de sangue. Em termos teóricos é possível admitir que a sífilis decapitada
também possa ser contraída por usuários de drogas injetáveis tal como a AIDS.

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Sífilis Latente
Estado tipo portador, em que o indivíduo está infectado e é infeccioso, mas não
apresenta sintomas significativos.

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Como identificar à sífilis

O único meio seguro de diagnosticar a sífilis é a realização de exames laboratoriais.


Se você identificar alguma lesão na área genital e suspeitar da doença, procure um
médico. Ele vai orientar que seja colhido o material da área infectada, para que seja
analisado em microscópio por algum laboratório. O diagnostico também pode ser feito a
partir de exames de sangue específicos para a identificação da doença, como o VDRL, o
RPR e o FTA e o ABS. Os exames são simples e o resultado sai rápido, possibilitando
que o tratamento seja iniciado.

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Introdução

A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica crônica, transmitida através de intercurso


sexual e outros contatos íntimos; também pode ser transmitida da mulher grávida para o
feito inutero ou adquirida pela criança que tenha contato com lesões maternas durante o
nascimento. O agente causal da sífilis é o treponema pallidum, subespécie pallidum, um
espiroqueta. Esse agente nunca foi cultivado com o sucesso em meios artificiais e não
incorpora corante de gram. Três outros treponemas (subespécies pertunue, subespécie
endemicume T. carateum) também são patogênicos para humanos. A infecção com
esses microorganismos tornam positivos os testes sorológicos para sífilis, embora as
infecções não sejam sexualmente transmitidas.

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Bibliografia

http://www.medcenter.com/medscape/content.aspx?bpid+121&id=4939
http://www.brasilescola.com/doencas/sifilis-congenita.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADfilis
http://www.brasilescola.com/doencas/sifilis.htm
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3309&ReturnCatID=1793

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