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TM650

a
Ar-Con icionado Veicular
Equipamento automático para teste, carga, vácuo e reciclagem
I Automático •Computadorizado
I Reciclagem •reaproveitamento do gás do veículo
I Teste de estanque idade (vácuo) com medida digital
I Teste de pressão (ai aebaixa) com medida digital
ecla Help com explica ·es asso-a-passo das
etapas de funcioname ·s la
I Carga automática (balança ele ica)
I Fácil operação· display gráfico,ciclos eoperações _
manuais ou automáticos
I Emissão de relatórios (saída para impressora)
I Produto Nacional
AUTOMEC
Visite-nos n~ 2005
5o 9 de lu\ho
Anhembi - SP I

Display Gráfico Interativo


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Tecnologia a Serviço da Eficiência! VISite nosso site www.tecnomotor.com.br Canal Direto: 0300 789 4455
Corpo editorial

Direção geral: Marcley Lazarini


Desenvolvimento técnico: Thiago Lyra I Rodrigo Bekerman
Programação Visual: Haroldo Mainenti I Pedro Bonneau

Realização Parceria

/~TEf/101/DTDKJ
CENTRO OE DESENVOLVIMENTO
OE TECNOLOGIA MECÂNICA
Av. Sebastião de Brito, 215 - D. Clara
31260-000 - Belo Horizonte- MG
BOSCH
Televendas- (31) 2121 -0777
www.cdtm.com.br

Apoio

GEDORE W
- • -

Índice analítico
"""
Ficha técnica r"\
Ficha técnica 4 ;----,

Sistemas mecânicos !'""'.,

Motor EA 111 - 1.6 5


Testamos o lsotech! 9
Análise de gases 11 "\
Torques de aperto 14
Substituição da correia dentada 16 ' \
Cabeçote do motor 22 I'\
Suspensão 29
Sistema de arrefecimento 35
Sistema de alimentação de combustível e recuperação de vapor 39 r--
r'\
.-
mecânica
D 2000
Sistemas elétricos
Caixa de fusíveis 44
~ Caixa de maxi-fusíveis 46
r Caixa de relés 47
Pontos de aterramento do veículo 48
Painel de instrumentos 51
Interruptores de múltipla função 56
Chave de ignição 59
Relé de exclusão 59
Motor de partida I Alternador 60
Luzes de posição (faroletes) 61
Luz de placa 62
Farol baixo 63
Farol alto 64
- Luz de freio 65
Luz de ré 66
Luzes de direção 67
- Luzes de emergência (alerta) 68
Potenciômetro de intensidade das luzes internas 69
~ Tomada 12V 69
~ Desembaçador do vidro traseiro 70
Limpador do pára-brisa I vidro traseiro 71
Buzina 72
Arrefecimento do motor 73
Controlador da refrigeração interna 74
Módulo de comando do sistema de refrigeração 75
Imobilizador 76

- lnjeção Eletrônica
Pinagem do módulo de comando 78
Recursos do scanner 79
Diagnósticos de falhas 80
Testes passo a passo
Item 01 -Módulo de comando (MC) 82
Item 02 - Sensor de oxigênio (HEGO) 85
Item 03- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (ECT) 88
Item 04- Conjunto medidor de densidade (CMD ) 92
Item 05- Sensor de posição do pedal do acelerador (SPA) 98
Item 06- Borboleta motorizada (ETC) 104
Item 07- Sensor de detonação (KS) 111
Item 08- Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) 113
Item 09 - Sensor de posição da árvore de manivelas (CKP) 116
Item 1O- Eletroinjetores (INJ) 119
Item 11 -Sistema de alimentação de combustível (SAC) 123
Item 12- Eletroválvula de purga do canister (CANP) 128
Item 13 - Bobina de ignição (D IS) 131
Item 14 -Interruptor do pedal de freio (IPF) 135
Item 15 -Interruptor do pedal da embreagem (CPP) 139
Item 16- Sensor de velocidade (VSS) 142
Tabela de valores ideais 145
Diagrama elétrico 147

Avaliação
Teste seus conhecimentos 150
"
~~-------------------------------------------------------------------~.~----
6 D 2'":.~õ
Dados do motor
Potência máxima 101 [cv] à 5500 [rpm]
Torque máximo 14,3 [kgfm] à 3250 [rpm]
Número de cilindros 4
Cilindrada total 1599 cm 3
Diâmetro do pistão 76 ,50 [mm]
Curso do pistão 86,90 [mm]
Razão de compressão 10,8: 1
Velas de ignição NGK PZFR5D-11; NGK BKUR5ETC-10; Bosch FL7HTCOR
Rotação de marcha lenta 750 [rpm]

Pesos
Peso bruto total 1710 [kg]
Tara em ordem de marcha excluindo o motorista 1127 [kg]
Carga admissível sobre o eixo dianteiro 870 [kg]
Carga admissível sobre o eixo traseiro 910 [kg]
Carga admissível sobre o teta 75 [kg]

Car as de rebo ue
Reboque sem freio em inclinações até 12% 570 [kg]
Reboque com freio em inclinações até 12% 1200 [kg]

, Dimensões
Comprimento 4149 [mm]
Largura 1735 [mm]
Altura com peso em vazio 1459 [mm]
Balanço dianteiro 862 [mm]
Balanço traseiro 772 [mm]
Altura do solo com peso bruto total 120 [mm]
Distância entre eixos 2515 [mm]
Bitola dianteira 1513 [mm]
Bitola traseira 1494 [mm]

Ca acidadas
Reservatório de combustível 55 [L]
Reservatório do lavador do pára-brisa e vidro traseiro 3 [L]
Óleo do motor com a troca de filtro 4 [L]

Rodas e neus
Rodas 6 J x 15 ET 38
Pneus 195/65 R 15 V

Emissão de oluentes
Índice de CO na marcha lenta <0,5%

- .
mecan1ca
2000
O Golf 1.6 é atualmente equipado com de trabalho e redução das vibrações do grupo
o motor EA 111. Desenvolvido a partir do motor motopropulsor.
EA 111 1.0, popularmente conhecido como AT
1000. Produzido na fábrica de motores de São
Carlos (SP), este motor é provido de 73% de
,-- componentes nacionais, ao passo que o motor
anterior (EA 113, "alemão", que equipou o Golf
até 2000), utilizava somente 24% de
componentes nacionais.

Para equipar o Golf que, ao contrário


do Gol, utiliza motor transversal juntamente
com a transmissão MQ-200, foi desenvolvida
uma flange de acoplamento motor/transmissão
que integra bloco do motor, carter híbrido de
alumínio (parte superior de alumínio e inferior
' de chapa) e carcaça da transmissão fundida
em magnésio, através de seis pontos de
fixação que proporcionam maior estabilidade

Bloco do motor

O projeto do bloco foi dimensionado partes do bloco. O resultado fina l do conjunto


r-. para aplicações de 1.6 litros de capacidade do motor montado revelou ainda mais leve do
volumétrica , mas poderá ser utilizado em que o anterior: o motor EA 111 pesa 104,5 kg ,
versões de menores cilindradas, entre 1.0 e 1.6 contra 106 kg do motor EA 113.
litros.
O motor EA 113 util izava carter
O Motor EA 113, que equipava o Golf totalmente de alumínio. Já o motor EA 111
anteriormente , possuía bloco fundido em possui carter híbrido, cuja parte superior é
alumínio. Ao substitui-lo pelo EA 111, cujo bloco fundida em alumínio e a inferior fe ita de chapa
é de ferro (material cujo peso específico é de aço estampada . A parte superior serve
aproximadamente três vezes superior ao do também como face de ligação entre o motor e a
alumínio), o fabricante teve um cuidado transmissão, a fim de manter a rigidez do
especial no projeto do bloco deste motor e no conjunto, garantindo baixo nível de ruídos e
desenho de cada detalhe, para evitar aumento vibrações. A parte inferior, de chapa de aço, é
de peso, visando não alterar as características mais adequada às condições de tráfego no
dinâmicas do veiculo. Foi utilizada largamente Brasil, podendo absorver impactos sem que
a aplicação de nervuras de reforço, evitando a ocorram trincas e quebras.
concentração de material fundido por diversas

mecânica
2000
Sistemas~ "'

O desenho dos êmbolos também .,.-.,


sofreu modificação em relação aos do motor
EA 111 1.0 litro. Devido ao moderno desenho
das câmaras de combustão, dos dutos de n
admissão e escape no cabeçote e também à
utilização de câmaras de circulação de liquido ,.-..
de arrefecimento maiores, neste motor, foi ,......
aplicada a maior razão de compressão até
então utilizada em motores a gasolina da r---
Volkswagen do Brasil (1 0,8:1 ), sem a
necessidade de um sistema específico de '~
arrefecimento para os êmbolos, através do
óleo lubrificante.

Cabeçote
O cabeçote é o componente com maior
número de inovações mecânicas. Foi
desenvolvido com a preocupação de oferecer a
mínima resistência ao fluxo de enchimento,
proporcionando um valor de Swirl (movimento
do ar ao entrar nos cilindros, que o faz girar ao
redor do eixo dos cilindros) que tem especial
importância na eficiência volumétrica, na
homogeneização da mistura e no
arrefecimento da câmara de combustão. Esses
fatores contribuem para a excelente
velocidade de combustão com a conseqüente
possibilidade de utilização de uma taxa de
compressão elevada.
utilização de uma razão de compressão mais
Para o acionamento das válvulas elevada, sem a famosa adoção de um jato
utilizou-se o conceito denominado pelo permanente de óleo lubrificante na parte ,.-..,
fabricante de RSH (do alemão interna das cabeças dos êmbolos .
"Rollenschlepphebel", que significa balancins
acionados através de roletas). A grande Outra grande vantagem do sistema .r
vantagem do RSH é que apresenta a menor RSH de acionamento das válvulas é a maior
perda de potência por atrito, uma vez que os liberdade de projeto que o sistema oferece
cames das árvores comando das válvulas não para determinar os parâmetros básicos como
são arrastados sobre os tuchos, mas deslizam levante máximo das válvulas e ângulo de
sobre rolamentos. A melhor eficiência permanência. Em um sistema convencional de ,...-.
mecânica contribui para melhorar também o acionamento de válvulas, o ângulo total de r--
consumo do motor nas cargas parciais. Outro permanência das válvulas de admissão e o seu
benefício deste sistema de acionamento de levante máximo são limitados pelos valores de ,.-
válvulas é a possibilidade de se obter melhor àceleração atingidos no trem de válvulas. r--
distribuição de massa no cabeçote e melhorar Acelerações muito elevadas implicam valores
ainda mais a dissipação térmica através do inaceitáveis de esforços nos mancais, fadiga
cabeçote, em função dos menores das molas, vibração e ruídos, além da
alojamentos dos tuchos em relação ao sistema possibilidade de flutuação. O sistema RSH dá
convencional. Isso torna possível a utilização maior liberdade para a obtenção destes
de câmaras de circulação de líquido de resultados, pois seu dimensionamento permite ,.....,
arrefecimento maiores, o que possibilita a melhorias através da relação de movimento
utilização de maiores volumes de líquido no entre o balancim e a válvula, e entre o came e o ,-..._
cabeçote, contribuindo também para a diâmetro do rolamento.

mecâftica ,...-..._
2000
Sistemas~

A tampa do cabeçote é fundida em montada, porém, elimina o processo posterior


alumínio e incorpora as capas dos mancais da que seria a montagem das cinco capas dos
~ árvore de comando de válvulas. Este sistema mancais. Isso contribui para a facilidade de
exige que a usinagem dos mancais do manutenção com menor tempo de reparos.
comando seja executada com a tampa

Sistema de admissão e escape

Outros destaques nesse motor são: o rotação mais baixa. O coletor de escape foi
filtro de ar, o corpo de borboleta e os coletores desenhado com o objetivo de evitar o alto va lor
de admissão e escape. O filtro de ar incorpora de contrapressão que os gases de escape
na mesma carcaça a captação de ar, os dutos, exercem quando se trabalha próximo aos
a câmara de ressonância (para atenuação de valores de potencia máxima, dificultando a
certas freqüências sonoras), o elemento "limpeza" dos cilindros. Sua construção é de
filtrante e o respiro do carter (blow-by). A ferro fundido vermicular (que apresenta grafita
fixação deste conjunto se faz por quatro coxins no seu veio) com elementos de liga como o
r-
de borracha . O coletor de admissão foi níquel. Em função das altas temperaturas que
desenvolvido em conjunto com a curva de se formam na junção dos dutos provenientes
levante das válvulas e possui curso longo para dos cilindros , um detalhado estudo de
melhorar características da curva de torque em elementos finitos (através de computador) foi
baixas rotações. Assim, embora o valor de realizado, a fim de distribuir corretamente as
.----- torque máximo seja inferior àquele do motor EA tensões térmicas. A vedação da flange foi
113, o novo motor apresenta curva de torque obtida através de uma junta de aço com duas
mais plana e atinge seu valor máximo em uma camadas.

Tabela comparativa entre os motores EA 111 e EA 113

Itens EA 111 EA 113


Cilindros e disposição 4 cilindros em linha 4 cilindros em linha
Válvulas por cilindro 2 2
""' Cilindrada (cm 3 )
Diâmetro do cilindro (mm)
1598
76,5
1595
81 ,0
----- Curso do êmbolo (mm) 86,9 77,4
0 Relação curso/diâmetro 1'14 0,96
r Diâmetro das válvulas de admissão (mm) 32,9 39,5
Diâmetro das válvulas de escape (mm) 26,6 32,9
('. Levante máximo das válvulas de admissão e 9,4 10,6
escape (mm)
,r Razão de compressão
Rotação máxima (rpm)
10,8:1
6.500
10,3:1
6.500
Velocidade do êmbolo na rotação de máxima
r 15,9 14,4
\ potência (m/s)
r Potência máxima (kW/rpm)
Torque máximo (Nm/rpm)
74/5.500
140/3.250
74/5.600
145/3.800
r
\ Potência específica (kW/Iitro) 46,3 46,4
r Torque específico (Nm/litro) 87,5 90,9
Acionamento das válvulas RSH (roletas) Tasse (deslizamento)
.r Material do bloco Ferro fundido Alumínio
~ Coletor de admissão Fluxo constante Fluxo variável
,....._ Sistema de gerenciamento Bosch ME 7.5.10 Siemens

"' (t D
A ISO TECH possui uma completa
linha de produtos para manutenção
interna preventiva de motores
~fill:mb@
~o~

Melhor rendimento, economia e segurança. Descarbonizante


aplicado via
E o principal, ecologicamente correto. adm1sslio,
realiza a limpeza
A ISO TECH vem atuando no mercado automotivo desde 1998, desen- solubilizando
volvendo novos conceitos para o tratamento químico automotivo. residuos de borra, -.-..
Buscando sempre trazer produtos de extrema qualidade , que atendam vem1z e carvao.

às necessidades de veículos cada vez mais modernos e que enfrentam


algumas condições adversas como: tráfego intenso nas grandes cidades
e a qualidade de nossos combustíveis.

Com um trabalho consistente e uma linha de produtos de alta qualidade,


vem conquistando a satisfação de seus clientes dia-a-dia . Sua linha de
produtos, tem como foco principal a limpeza e a descarbonização de
motores e seus componentes internos por um processo químico diferen-
ciado, tanto na maneira de aplicação como nos componentes utilizados ,
que atendem veículos Ciclo Diesel e Otto. São produtos que geram
praticidade , produtividade e economia na manutenção do sistema de ali-
mentação dos motores, respeitando o meio ambiente e proporcionando
resultados excepcionais em sua linha de utilização, bem como na
geração de lucros para as empresas reparadoras , que por conseqüên-
cia, vêm acreditando nesse novo conceito ISO TECH .

Principais resultados
com a utilização dos
produtos ISO TECH:
o melhor assentamento
das válvulas;
o retomada de compressão
dos cilindros;
o redução no consumo
de combustível;
o redução na emissão
de poluentes.
ISO TECH
Produtos automotivos Ltda.
Fone/Fax: (11)4447·5155
www.laotechpa.com.br
Testamos o

ISOTECH!
O CDTM - Centro de
Desenvolvimento de
principalmente porque foram realizados em
veículos de pessoas comuns, escolhidas por
Tecnologia Mecânica -testou usos diversos do carro e em modelos
o lsotech. diferentes, decidimos avaliar o desempenho do
veículo em um dinamômetro BOSCH de rolo .
O objetivo foi simples:
avaliar se o produto aumenta a estanqueidade O dinamômetro de rolo é um
da câmara de combustão nas condições equipamento que permite a realização de
estabelecidas pelo fabricante. inúmeros testes, mas que também apresenta
limitações técnicas como, por exemplo, o fato
A princíp io tínhamos excelentes de se ter deslizamento de rodas , além do
recomendações de usuários do produto , com sistema de transmissão do veículo estar
alegações que faziam referência à maior permanentemente integrado ao motor, o que
"esperteza" do veículo após a aplicação do nos impede de determinar, com exatidão , as
produto. alterações do motor exclusivamente.

O desafio foi lançado pelo Sr. Bem , mas o que interessava era o
Francisco Isola, proprietário da empresa e o resultado nas rodas , portanto realizamos o
CDTM apostou nesse desafio . teste de força frenante e potência dissipada ,
antes e depois da aplicação do produto. Todo o
A metodologia de testes foi teste foi monitorado por especialistas e
desenvolvida pelos engenheiros do CDTM , em atestado por engenheiros.
parceria com alunos de graduação do curso de
Engenharia Mecânica da PUC-MG. Os veículos testados, os produtos
utilizados , os res ultados obtidos e a
Pela impossibilidade de desenvolvi- metodologia utilizada estão apresentadas a
mento de testes em dinamômetros de seguir.
bancada , com o motor fora do ve ículo e

• I I I I I • I .. ~ .. I "I I ... I • I I

1 - Para cada ve ículo foram medidas a força frenante


• • c. "" • • . . .. . . em 3 rota ções distintas: 2000 , 3000 e 4000 rpm .
2 - Para cada rotação do motor foram feitas 10 medidas de
1 - Motor em temperatura ótima de trabalho
fo rça frenante e velocidade.
2 - Pneus cal ibrados
3 - O va lor médio foi determinado pela média aritmética
3 - Motorista único em todos os testes
simples dos valores medidos.
4 - Sistema de ventilação forçada externa
4 - A temperatura ambiente , pressão barométrica e
5 - Temperatura do motor monitorada pelo painel de
umidade re lativa foram monitoradas continuamente. Os
instrumentos do veículo.
valores iniciais e finais do teste são apresentados.
6 -Acelerador continuamente em plena carga .
5 - Não foi notada variação da pressão barométrica em
7 - Controle de força e estabilidade realizado por operador
todo o ensaio.
externo .
6- Erro máximo acumulado das medidas e do
8 - Estabilidade de velocidade monitorada visua lmente .
equipamento calculado em 2,5%
(Considerada velocidade estável quando sua variação
ocorria a cada 15segundos e não ultrapassava 50 rpm )
9 - Correção de rotação realizada manualmente . Dados atmosféricos
10- Dados colhidos a cada 15 segundos Menor temperatura medida: 26C- Umidade relativa : 50%
aproximadamente Maior temperatura medida: 30C- Umidade relativa : 37%
Influência atmosférica sobre a potência durante os
ensaios: menor que 0,5%
SistemasM~

Resultados
Versailles- Potência em plena carga- Rolo (,....,

50,0 -.,..----...,.,...---~-----.,-~---------,
45,0
40 ,0
35,0
s:
~
30,0 • Antes
ií 25,0
• Depois
20,0
15,0
10,0
5 , 0 +-~~~.-------.--------r-------r-------r------~

1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500


(rpm)
Análise do resultado Versailles, motor AP2000, com 190.000 km: Como pode ser notado, o
veículo teve um ligeiro crescimento de potência, porém nota-se que os pontos estão dentro dos
limites de erro do teste realizado .

UNO - Potência em plena carga - Rolo


23,0
21,0
19,0
17,0
~ 15,0
~
• Antes
ií 13,0
• Depois
11 ,O
9,0
7,0
5,0
1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500
(rpm)

Análise do resultado Uno 1.0, 1996 com 89.000 km: Nesse teste a variação de potência plena foi
perceptível. O crescimento é de aproximadamente 2% à 3000 rpm e ultrapassa a casa de 3% na "'"'
rotação de 4000 rpm , já considerando a margem de erro das med idas.

Conclusão geral
Constatamos, com o teste realizado , que e eles foram unânimes em afirmar que os carros
é possível afirmar com exatidão que houve apresentaram melhorias de desempenho (carro "
crescimento de potência e torque no veículo UNO. mais "esperto"), como descrito anteriormente.

Cons i derando que a linha de Existem fortes ind ícios de melhoria, mas -.....
alimentação foi devidamente limpa após a consideramos que , para a certificação do produto,
aplicação do produto, ele parece ter ações rápidas seja ainda necessário testes em cargas parciais,
sobre a estanqueidade da câmara de combustão onde a estanqueidade da câmara é mais
no motor com utilização em reg imes mais severos representativa.
(quilometragem elevada em transito urbano).
Todos os dados obtidos estão
Foram realizadas entrevistas com os disponíveis para consulta , devendo ser solicitado
respectivos usuários após a aplicação do lsotech previamente ao CDTM.

mecãfttca
2000
Ana lisador de gases.
O Analisador de Gases é um
equipamento muito eficiente que agiliza e
facilita o diagnóstico de falhas no motor e nos
seus sistemas auxiliares. Ele é capaz de
quantificar os gases que compõem o produto
da combustão dos motores.

Para fazer uma análise criteriosa dos


valores obtidos através do analisador de gases
o usuário precisa ter conhecimento sobre o
processo de combustão dos motores. Para
isso, aconselhamos a aquisição do vídeo
Análise de Gases produzido pelo CDTM.

Conceitos básicos

Interface do programa de análise


de gases. Mistura estequiométrica - é a combinação
quimicamente correta para a perfeita queima
dentro da câmara de combustão (Lambda= 1).

Mistura pobre - ocorre quando a quantidade


de oxigênio é superior à necessária para a
combustão (Lambda > 1).

Mistura rica - ocorre quando a quantidade de


oxigênio é inferior à necessária para a
combustão (Lambda< 1).

mecânica
2000
Sistemas Me~ n
HC - são os Hidrocarbonetos (hidrogênio + C02 - é um gás residual da queima da mistura
~
carbono) presentes nos combustíveis que não ar/combustível. Seu valor deve estar próximo
foram queimados na câmara de combustão. de 15 %, indicando uma excelente combustão.
Pode estar associado tanto na mistura pobre
I'"'
como na rica. Quanto menor o valor de HC CO- é um gás indesejado (tóxico) residual da
melhor a eficiência da combustão. reação química da mistura ar/combustível. ,.-...
Geralmente associado à mistura rica, onde a
0 2 - quando a mistura é estequiométrica, todo falta de oxigênio impede a formação completa 1
oxigênio que participa da combustão reage do C0 2 • Valores elevados podem estar r-.
com o combustível. Sendo assim, quanto associados ao mau funcionamento do
menor o valor de 0 2 melhor é a eficiência da catalisador. Quanto menor sua concentração
combustão. melhor.

Outros equipamentos BOSCH


Equipamentos BOSCH.
Os equipamentos Bosch permitem o
monitoramento de parâmetros que auxil iam o
diagnóstico veicular.

O moderno scanner KTS-550 é equipado com


função multímetro de 2 cana is com precisão de
1% para medições de tensão , corrente e
resistência elétrica. Possui osciloscópio de 2
canais de alta resolução, o que permite, por
exemplo, medições simultâneas das formas de
onda dos sinais de 2 componentes na mesma
tela. Possui adaptação simples através de
-
Laptop ou PC via USB ou interface serial
standard. O software ESI[Tronic] contém
informações importantes para a manutenção
O analisador de gases permite a rápida
dos veículos abordados e é capaz de testar os
identificação de problemas existentes nos
atuais protocolos de comunicação, como rede motores e proporciona a leitura das
CAN, norma SAE e norma ISO. Possui ainda concentrações dos gases de exaustão.
ligação direta através do cabo OBD ou através
do cabo universal. O Testador de Baterias , com sua impressora
termossens ível , permite o teste de carga da
Scanner e osciloscópio KTS 550. bateria em 1O segundos pelo método da
condutância , que não requer corrente da
bateria.

O Medidor de Rotações permite a leitura deste


parâmetro sem a necessidade de pinça
indutiva, bastante útil em motores cujo sistema
de ignição utiliza o conceito monobobina .

O multímetro automotivo MMD-149, com suas


múltiplas funções, permite a realização dos
testes sugeridos pela Mecânica 2000.

Estes equipamentos tornam ainda mais


confiáveis os diagnósticos, economizam
tempo e valorizam seus serviços.
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São Paulo- SP: (11) 6955.9677
Uberlândia- MG: (34) 321ot.O'MMI!III

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www.gedcn.com.br
.__---~--------.....s~u~s~~nSão âianteira
Descrição Valores

-
Parafusos do agregado ao chassi 100 Nm + 90°
Parafusos do pivô ao braço de controle 20 Nm + 90°
Porca auto travante do pivô à ponta de eixo 45Nm
Parafuso da bieleta da barra estabilizadora ao braço de controle 15Nm+90° r-
Porca da bieleta à barra estabilizadora 15Nm+90°
Parafuso da bucha anterior do braço de controle 70 Nm + 90° .......
Parafuso do apoio pendular ao porta-agregados 50 Nm
Parafuso do apoio pendular ao agregado 25 Nm
Parafuso da barra estabilizadora ao agregado 25 Nm
Torre de suspensão à carroçaria 60 Nm "'"'
Coxim superior da torre de suspensão ao amortecedor 60Nm
Amortecedor à torre de suspensão 50 Nm + 90° ,.......
Torre de suspensão à ponta de eixo 60 Nm + 90°
Barra estabilizadora à bieleta 25Nm
Fixação da barra estabilizadora 20 Nm

Descrição
Pinça de freio ao cavalete
Valores
27,5 Nm
-
Chapa de cobertura à ponta de eixo 10 Nm
Disco de freio ao cubo de roda 4 Nm
Pino-guia da pinça de freio
Tubo flexível à pinça de freio
28 Nm
35Nm
.,
Pinça de freio à ponta de eixo 125 Nm

Er; i
Descrição Valores
Porca do rolamento do cubo de roda 175 Nm
Chapa de cobertura à ponta de eixo 60 Nm
Pinça de freio ao cavalete 65 Nm
Parafuso de roda ao cubo 120 Nm "'
Parafuso philips do disco de freio ao cubo de roda 4 Nm r
Pinça de freio à ponta de eixo 125 Nm
Sensor de rotação da roda 10 Nm

Descrição Valores
Porca do cubo traseiro 175 Nm

-
Chapa de proteção à ponta de eixo 60 Nm
Apoio do eixo traseiro 80 Nm
Amortecedor de vibrações ao eixo traseiro 20 Nm + 45°
Olhal inferior do amortecedor ao eixo traseiro 60 Nm
Parafuso de fuxação do amortecedor à carroçaria 75 Nm
Pinça do freio traseiro 65Nm r'-

Descrição Valores
Semi-eixo à transmissão 40 Nm
Porta agregados à transmissão
Porta agregados à travessa
60 Nm
60 Nm
",....,
Travessa ao chassi 110Nm+90°
Suporte do diferencial à travessa 60 Nm ,.......
Diferencial ao suporte 40 Nm + 45°

mecânica
2000
r-...

--
Sistemas Me~

Descrição Valores
Volante de direção à coluna de direção 50 Nm
Caixa de direção ao porta agregados 20 Nm + 90 °
Porta agregados à carroçaria 100 Nm + 90°
Suporte pendular à transmissão 40 Nm
r Terminal de direção à ponta de eixo
Mangueira do fluido da caixa de direção à caixa de direção
45 Nm
45 Nm

Valores

40 Nm + 90°
25 Nm
100 Nm

40 Nm + 90°
25 Nm
100 Nm

40 Nm + 45°
20 Nm + 90°

Polia dentada do eixo comando de válvulas 20 Nm + 90°


Protetor posterior da correia dentada ao cabeçote 10 Nm
Rolete tensor da correia dentada 20 Nm
Bomba d'água ao bloco 20 Nm
Suporte frontal do motor ao bloco 50 Nm
Protetor anterior inferior da correia dentada 10 Nm
Polia da árvore de manivelas à engrenagem da árvore de manivelas
20 Nm
(parafusos periféricos)
Polia da árvore de manivelas à engrenagem da árvore de manivelas
90 Nm + 90°
(parafuso central)
Bujão de drenagem de óleo 30Nm
Cárter de óleo ao bloco 10Nm+90°
Biela à capa da biela 30 Nm + goo
Parafusos do cabeçote ao bloco (observar seqüência) 6 Nm + 90°
Argola de suporte para remoção do motor 20 Nm + 90°
..
A substituição da correia dentada
do motor EA- 111 do Golf 1.6 não exige o
sincronismo é identificada na cobertura
posterior da correia dentada. O rolete
..
uso de ferramentas específicas. Deve ser tensor não possui atuação automática e
realizado a cada 60.000 km ou sempre que seu ajuste correto está descrito nos
.........
a correia apresentar sinais de procedimentos.
ressecamento ou trincas. É recomendável
também substituir o rolamento tensor na Para executar a substituição da
mesma quilometragem. correia dentada, será necessária a
remoção do suporte do motor que fixa a "'"""'
A inobservância dos corretos parte frontal do motor na longarina direita
procedimentos para sincronismo do motor, do veículo, no compartimento do motor.
ou mesmo a negligência quanto à
necessidade da troca da correia dentada Para tanto, providencie, antes de
pode causar a perda do sincronismo e até iniciar os procedimentos, os equipamentos _,. . .,
o rompimento da correia , o que causaria necessários para sustentar o motor, de
choques entre os êmbolos e as válvulas, forma a tornar possível a remoção do
gerando graves danos para o motor. suporte e o correto posicionamento do -..
motor enquanto os procedimentos
A polia do eixo comando de estiverem sendo executados. ./
válvulas é chavetada e a referência de
Remoção

1-Aiivie a tensão da correia poly-V, girando


o parafuso de seu rolete tensor com uma
chave 16 mm no sentido horário.
Simultaneamente, remova a correia .....
Poly-V e, em caso de reutilização dessa
correia, identifique e marque seu sentido
de rotação;

mecânica
2000
SistemasM~
~"'- 2- Caso o veículo seja equipado com ar
condicionado, desmonte o rolete auxiliar da Protetor superior da correia dentada
correia Poly-V; removido .

3- Remova o rolete tensor da correia Poly-V;

4-Afaste o reservatório de expansão do líquido


de arrefecimento, mas não solte suas
r-. mangueiras;

5- Desloque o reservatório do fluido da direção


r-. hidráulica (deixe as mangueiras conectadas);

6- Remova o protetor superior da correia


r dentada; ~
,.-.

Remoção do parafuso da polia da árvore


de manivelas.

7- Com uma chave 19mm, remova o parafuso


da polia da árvore de manivelas. Solicite o
auxílio de um ajudante para que pise
firmemente no pedal de freio com a quinta
marcha engatada . Este procedimento impede
que o motor gire nesta operação;

Remoção dos parafusos Allen da polia da


árvore de manivelas.

8- Com uma chave Allen 6 mm , remova os


quatro parafusos da polia da árvore de ~
"""' manivelas;

Polia da árvore de manivelas removida .

~ 9- Remova a polia da árvore de manivelas;

meca1uca - .
2000
Sistemas~

10- Com uma chave 1O mm , remova o protetor Parafusos do suporte do motor.


inferior da correia dentada;

11- Apóie adequadamente o motor para aliviar


o suporte;
-
12- Solte os parafusos do suporte do motor,
utilizando chave 16 mm;

13- Remova o suporte no bloco do motor;

Referências na polia dentada da árvore de


manivelas e na polia do eixo comando de
válvulas.

14- Reinstale o parafuso da polia da árvore de ......_


manivelas;

15- Com uma chave 19 mm , gire o motor no


..... sentido horário até que as marcas de ,r.,
referência estejam alinhadas na polia dentada
da árvore de manivelas e na polia do eixo
comando de válvulas.
-
Rolete tensor da correia dentada .

16- Com uma chave 13 mm, afrouxe o parafuso


do rolete tensor e remova a correia dentada.
Sistemas~
,-- Instalação
r Referência de sincronismo do comando de
Esta operação deve ser realizada
válvulas.
""' preferencialmente com o motor frio .

Devido ao risco de choque entre os êmbolos e


as válvulas, caso exista necessidade de
movimentação da árvore de manivelas ou do
eixo comando de válvulas, nenhum dos
êmbolos deve estar no ponto morto superior
(PMS).

,. . . . . 1- Com uma chave 16 mm, gire o eixo comando


r de válvulas no sentido horário até que a marca .....
existente na polia fique alinhada com a
referência;

4- Instale a correia dentada , inicialmente em


torno da polia dentada da árvore de manivelas,
em seguida em torno da polia dentada do eixo
comando de válvulas, polia da bomba d'água e
<01111111 finalmente em torno do rolete tensor.
Certifique-se de que o segmento da correia
entre a polia dentada da árvore de manivelas e
a polia dentada do comando de válvulas esteja
isento de folgas;

2V 4V

2-lnspecione novamente o posicionamento da


r polia dentada da árvore de manivelas.
Certifique-se de que o dente com .....
rebaixamento esmerilhado coincida com o
~ flange de marca 2V;

3- Trave o motor e remova novamente o


..-.. parafuso da polia dentada da árvore de
manivelas com a arruela de encosto (para
r-
executar a operação no veículo, peça a outra
pessoa para pisar firmemente no pedal de freio
,--..., com a 5" marcha engatada);

(i
Sistemas ~
Tensionamento correto da correia dentada.
5- Aperte manualmente o parafuso do rolete ........_
tensor;

6- Com uma chave Allen 6 mm, gire o rolete


tensor no sentido horário, tencionando a
correia dentada até que o ponteiro indicador -
coincida com o centro da cavidade em "U" """
existente na placa posterior do rolete tensor;

~ To"'"''' •p•rto do"'''''"'"'"'

7- Mantenha o tensionador nesta pos1çao e


aperte o parafuso de fixação do rolete tensor
com20Nm;

8- Instale novamente o parafuso e a arruela da


árvore de manivelas e gire-a por duas voltas
completas no sentido horário . Alinhe
novamente as referências de sincronismo da
árvore de manivelas, posicionando o êmbolo
do primeiro cilindro no ponto morto superior;

9- Verifique novamente a tensão da correia


dentada, observando se o ponteiro indicador
coincide com o entalhe de referência da sua
placa posterior. Se necessário refaça o
procedimento de tensionamento da correia
dentada;

10- Remova o parafuso da polia dentada da


árvore de manivelas e instale a própria polia
dentada . Solicite o auxílio de um ajudante para
que pise firmemente no pedal de freio com a
quinta marcha engatada. Instale novamente o
parafuso com a arruela de encosto e aperte
com um torque de 20 Nm;

11- Instale o suporte do motor (lado direito) no


bloco do motor. Aperte seus parafusos com 50
Nm;

mecânica ,--.
2000
Sistemas~

12- Instale a cobertura inferior da correia 16- Instale o suporte do motor na longarina do
dentada; veículo;
("\

13- Instale a polia da árvore de manivelas e 17- Instale a cobertura superior da correia
0 aperte seus parafusos com 20 Nm; dentada;
('
14- Instale o tensor da correia Poly-V e aperte 18- Monte os reservatórios dos fluidos da
seus parafusos com os seguintes torques, direção hidráulica e do líqu id o de
~ conforme o parafuso que equipa o motor: arrefecimento;
Parafuso M8: 20 Nm +%de volta (90°)
Parafuso M 10: 45 Nm; 19-lnstale a correia Poly-V.
fm] Abaixo estão representadas as
r 15- Se equipado com ar condicionado, monte o ~ disposições dos componentes dos
r rolete auxiliar da correia Poly-V e aperte seu veículos :
parafuso com 45 Nm; 1- Sem ar cond icionado;
2- Com ar condicionado.

=t
Polia da árvore de manivelas
Rolete tensor
Polia do alternador
Polia da bomba de direção hidráulica
Compressor do ar condicionado
Rolamento auxiliar
Remoção do cabeçote

O procedimento para remoção e 8- Desconecte os terminais elétricos de todos


instalação do cabeçote deverá ser executado os eletroinjetores;
sempre que houver necessidade de
substituição da sua junta, desmontagem do 9- Solte as mangueiras do sistema de ,......,
motor e desmembramento dos seus arrefecimento da carcaça da válvula
componentes internos para execução de termostática;
serviços como: retífica, substituição de peças
internas ou recondicionamento do motor. 10- Solte a mangueira do canister (CANP) do
corpo de borboleta ;
A remoção do cabeçote somente
deverá ser realizada com o motorfrio. 11- Remova os parafusos que fixam o tubo de
escapamento ao coletor de escapamento ;
1- Remova a carcaça do filtro de ar;
12- Desconecte o term inal elétrico dos
2- Despressurize a linha de al imentação de sensores CKP e CMD ; '"""
combustível , conforme recomendado no item ,-...
de manutenção 11 Sistema de Alimentação de 13- Desconecte o terminal elétrico da DIS e do
Combustível ; ETC ; ,.-...

3- Desconecte o terminal negativo da bateria 14- Desconecte os terminais elétricos dos


(caso o veículo possua rádio codificado , sensores CMP, ECT e HEGO; -
identifique previamente o código do aparelho) ;
15- Desconecte os terminais elétricos dos -""'c
4- Retire a tampa do reservatório de expansão eletroinjetores e do interruptor de pressão do
do sistema de arrefecimento; óleo;

5- Drene o líqu ido do sistema de arrefecimento 16- Execute o procedimento de remoção da -


do veículo e recolha o fluido em um recipiente correia dentada. Para tanto, consulte a seção
propício, soltando o parafuso de drenagem . Correia Dentada (página 16) (ambas as ,..-...
Feche o parafuso logo após a drenagem; argolas para levantamento do motor estão .-..
fixadas no cabeçote do motor. Portanto, caso
6- Solte a mangueira do servo freio do coletor for sustentar o motor pela parte superior, será
de admissão; necessário fixar um outro suporte adicional na
região do bloco);
7- Desconecte a mangueira de alimentação de
combustível no tubo distribuidor;

mecânica r"',

2000
SistemasM~

17- Com uma chave 16 mm e a ferramenta Parafusos da cobertura posterior


3036, remova o parafuso de fixação da polia da correia dentada.
dentada do eixo comando de válvulas. Remova
também a própria polia ;

18- Com uma chave 1O mm retire os parafusos ....._


de fixação da cobertura posterior da corre ia IIII""""
dentada ;

19- Com uma chave Allen 6 mm , reti re os dois


parafusos de fixação bomba d'água ;
T
Parafusos de fixação bomba d'água.

20- Remova a cobertura posterior da correia


dentada
Obs: caso não seja necessário inspecionar ou
remover o eixo comando das válvulas,
continue as operações diretamente no item 26;

21- Com uma chave 10 mm, solte os parafusos


de fixação da tampa de válvulas, obedecendo a
seqüência indicada;

11 11
22- Remova a tampa de válvulas;

Eixo comando de válvu las removido.

.... 23- Remova o eixo comando de válvulas;

mecânica
2000
SistemasM~
Balancim roletado e tucho hidráulico.

24- Remova os balancins e os tuchos


hidráulicos. Identifique a posição de cada um lllllo....
dos componentes, para que sejam instalados IIII""'"
posteriormente nas mesmas posições;

25- Remova, com uma chave Allen 6 mm, os


dois parafusos que fixam a argola para
levantamento do motor. Remova também a
tampa de abastecimento de óleo;

D 11
26- Com uma chave dodecagonal, desaperte
os parafusos de fixação do cabeçote,
obedecendo rigorosamente a seqüência ~
indicada. Remova-os; ~

11

27- Remova o cabeçote com os coletores de


admissão e escapamento;

28- Limpe o cabeçote, eliminando os resíduos


de junta , os depósitos de carvão e quaisquer
impurezas;

Superfície do bloco do motor.

...
29- Limpe a superfície do bloco e as cabeças
dos êmbolos. Remova eventuais resíduos de
junta ou quaisquer impurezas. Não permita que
corpos estranhos ou impurezas entrem nas
galerias de água e óleo do motor. Não utilize
ferramentas cortantes para não danificar a
rugosidade das peças. Tape a superfície do
bloco com um pano limpo enquanto o cabeçote
estiver fora do motor;

30- Limpe os orifícios dos parafusos no bloco e


-
......._,
certifique-se de que toda a extensão da rosca
interna esteja isenta de impurezas, para evitar
que contaminações afetem a leitura do torque
aplicado no instante da instalação.

mecânica r---
2000
SistemasM~

Cuidados especiais com o cabeçote


1- Na limpeza das superfícies do bloco e do Cabeçote e câmaras de combustão.
cabeçote, tenha o cuidado para não permitir
que sejam produzidos arranhões profundos ou
estrias largas. Caso utilize folha de lixa, a
granulação deve ser superior a 100.

2- Limpe as câmaras de combustão, com uma


escova adequada adaptada a uma furadeira . ~
,..___ Lave e limpe todas as peças adequadas.

r- 3- Verifique a rugosidade e a planicidade do


r bloco. Qualquer sinal de problema recorra a
uma retificadora de sua confiança.

4- Com o cabeçote bem limpo e isento de


qualquer tipo de resíduos, verifique sua
,..-.. planicidade (empenamento), utilizando uma
régua de aço adequada, sobre as posições
longitudinal e diagonal. O desvio de ~
r-. planicidade máximo admissível é de 0,05 mm.
r--
5- O cabeçote deverá ser substituído se
r apresentar trincas , altura inferior à
especificada (135,6 mm) ou empenamento
~ excessivo.

6- lnspecione o estado da junta do cabeçote,


que no motor EA 111 é do tipo metálica. Juntas
queimadas indicam deficiência no sistema de
arrefecimento. Juntas com problemas de
vedação são indícios de desvios de
planicidade nas superfícies do cabeçote e/ou
do bloco.

7- Jamais tente reaproveitar uma junta de


Junta do cabeçote metálica . cabeçote usada, pois no instante em que é
aplicado torque nos parafusos do cabeçote a
junta se deforma , moldando-se àquela posição
específica e não mais aceitará uma
reinstalação . Por esta razão , é recomendável
também substituir a junta mesmo se houver
necessidade de remoção de um cabeçote que
acabou de ser instalado e torqueado, ainda que
o motor não tenha funcionado.

8- A junta nova somente deve ser retirada da


embalagem no momento da instalação. Não
instale juntas que se apresentarem vincadas,
dobradas ou com qualquer dano em suas
superfícies.
Sistemas M~ ,......,

Instalação do cabeçote
1- Gire a árvore de manivelas no sentido anti-
horário por 1f.l de volta, para posicioná-la a 90°
da referência de sincronismo. Esta operação .......
posicionará os quatro êmbolos alinhados na r
metade dos seus cursos, para evitar o risco de
choque entre as válvulas e os êmbolos;

2- Com as superfícies limpas e secas, instale


uma nova junta do cabeçote, com a inscrição
"OBEN/TOP" voltada para cima e para a parte
frontal do motor (primeiro cilindro);

3- Instale o cabeçote (com os coletores).


Posicione-o cuidadosamente e certifique-se de
seu correto assentamento;

4- Caso tenha removido a tampa de válvulas, 5- Instale novos parafusos de fixação do


instale os tuchos hidráulicos e os balancins nas cabeçote;
mesmas posições iniciais. Lubrifique-os com
pasta de bissulfeto de molibdênio (caso não 6- Com um torquímetro corretamente aferido e
disponha, utilize óleo novo de motor); uma chave dodecagonal, aplique torque nos
parafusos de fixação segundo a seqüência
1a fase: 30 Nm indicada. O procedimento consiste em três -.
11 H m etapas. Primeiramente aplique 30 N.m em
cada parafuso, obedecendo a ordem de ,.......
aperto.

Na segunda etapa aplique torque angular de


90° em cada parafuso, sempre seguindo a .-
seqüência.

Porfim, aplique mais 90° em cada parafuso;


D 11
7-lnstale o eixo comando de válvulas;

2a fase 8- Aplique junta liquida (AMV 188001/02) na


tampa de válvulas. Não aplique _..
excessivamente o produto, pois caso a junta ~
líquida atinja o alojamento do eixo comando de
válvulas poderá comprometer sua lubrificação ,......_
3a fase e causar danos ao motor;
D

9- Instale a tampa de válvulas com seus


parafusos. Aperte-os: .......
-1 a fase : Parafusos 1 e 2, em forma de ~~~"""
cruz, com 6 Nm.
-2a fase: Os outros parafusos, na
seqüência , com 6 Nm. 11
-3a fase: 90°, na seqüência;

mecânica
2000
SistemasM~

10- Instale um novo vedador do eixo comando


r". de válvulas;

11- Instale a cobertura posterior da correia


dentada e aperte seus parafusos de fixação;
r
12- Instale a polia dentada do eixo comando de
válvulas. Instale também o parafuso da polia e ~
aperte-o com o torque de 20 N.m + 90°;
Sincronismo do comando de válvulas.

r
13- Gire o eixo de comando de válvulas até que
a marca em sua polia fique alinhada com a
marca na cobertura posterior da correia
dentada;

r

14- Gire a árvore de manivelas no sentido
horário até que a marca na sua polia dentada
fique alinhada com a marca na aba da carcaça ~
da bomba de óleo, para posicionar o primeiro
cilindro no PMS;

15- Instale a correia dentada, conforme


indicado a seção "Correia Dentada" (página
16);

16- Instale as mangueiras do sistema de


arrefecimento; 22- Instale a DIS e reconecte seu terminal
elétrico;
17- Instale o tubo de escapamento no coletor e
aperte seus parafusos; 23- Conecte a mangueira de alimentação de
combustível no tubo distribuidor;
18-lnstale a mangueira do canister no corpo de
borboleta; 24- Conecte os cabos das velas nas velas e na
DIS;
19- Instale o chicote elétrico do sistema de
injeção; 25- Conecte a mangueira do servo freio;

20- Reconecte os terminais elétricos dos 26- Abasteça o sistema de arrefecimento,


sensores HEGO, ECT, CMP e CKP ; conforme recomendado na seção "Sistema de
arrefecimento" (página 35);
21- Reconecte os terminais elétricos dos
r\ eletroinjetores e do ETC;
Suspensão dianteira

A suspensão dianteira é do tipo 5- Solte os três parafusos inferiores do braço


McPherson, com amortecedores estruturais e de controle;
braço triangular inferior fixado em um quadro
,-.... auxiliar que integra o suporte de agregados.

Conjunto de suporte de agregados,


r braço triangular e barra
estabilizadora

r Verifique manualmente a existência de


folgas na junta esférica (pivô) e nas buchas do
braço da suspensão, forçando o braço de
controle para cima e para baixo e forçando
também as partes inferiores das rodas para
dentro e para fora. Se for identificada a
presença de folga , o pivô deve ser substituído.
Ao forçar as partes inferiores das rodas para
dentro e para fora inspecione também as
buchas do braço de controle, que não devem
apresentar nenhuma movimentação. Esta
operação identifica também folgas nos
rolamentos das rodas. 6- Com um extrator de cubo, solte a ponta da
homocinética;
Substituição da junta esférica (pivô)
7- Empurre a coluna de suspensão para fora e
1- Posicione o veículo no elevador; apóie-a com um calço de madeira ;

2-Afrouxe os parafusos da roda; 8- Com um extrator de junta esférica, remova o


pivô.
3- Erga o veículo;
Para instalação, execute o procedimento
4- Solicite a um ajudante que pressione firme- inverso.
/'\ mente o pedal do freio e solte a porca estriada
(dodecagonal); Substitua todos os parafusos e porcas
autotravantes envolvidos.
Substituição da junta esférica (pivô)

Remoção:

1- Levante o veículo e remova a roda dianteira ;

2- Solte os parafusos de fixação do braço de


controle ao pivô e separe a ponta da junta ....
homocinética do cubo de roda , utilizando um
extra to r;

3- Solte o parafuso do braço de ligação da


barra estabilizadora (bieleta);

4- Solte os parafusos que fixam as buchas do


braço de controle à carroçaria ,......,_

Caso seja necessária a substituição da ...-"'\


bucha traseira do braço de controle, cuja ,......._
orientação é vertical , observe que possui
posição específica de montagem . A seta
(em relevo) da bucha deve apontar para
uma referência do braço de controle.

Substituição dos amortecedores dianteiros

Desmontagem da coluna de suspensão:

1- Solte os parafusos de roda, levante o ve ículo


e remova a roda ;

2- Solte os parafusos da pinça de freio e


remova-a ;
~ Não permita que a pinça fique apoiada
pelo flexível ;

3- Solte os parafusos de fixação do braço de


ligação da barra estabilizadora (bieleta);

4- Solte a fixação do chicote do sensor do ABS ;

~ Para desmontar a coluna de suspensão


direita será necessário remover o protetor
acústico;

5- Solte o parafuso e a porca de fixação do ....


amortecedor ao suporte do cubo do roda;
r 6- Com uma ferramenta apropriada, abra a 2- Recolha a mola, utilizando o dispositivo
junção da flange de união do suporte do cubo apropriado;
,...--.. de roda para soltar o amortecedor;
3- Instale o novo amortecedor e instale nova
7- Afaste o cubo de roda, puxando-o para porca autotravante de fixação do prato superior
r- baixo; da mola e aperte-a com 60 Nm;

8- Com uma chave 13 mm, remova os braços 4- Leve a coluna de suspensão ao veículo e
,-.... do limpador do pára-brisas e o defletor de instale-a novamente. Utilize nova porca de
r-. água; fixação da coluna à carroçaria e aperte-a com
60Nm ;
,-.... 9- Solte a porca sextavada de fixação do
amortecedor à carroçaria. Fixe a extremidade 5- Instale novamente a parte inferior da coluna
da haste do amortecedor para que seja de suspensão ao cubo de roda . Instale novo
r possível a remoção da porca . Apóie conjunto parafuso e porca e aperte-o com o
adequadamente a coluna de suspensão e torque de 50 Nm + 90°;
remova-a;
6- Reinstale o protetor acústico e a fixação do
r----
10- Adapte a coluna de suspensão a um chicote do sensor doABS;
encolhedor de molas apropriado e fixe o
conjunto em uma morsa . Atue no dispositivo 7- Instale o braço de ligação da barra
até que a carga da mola seja vencida , de forma estabilizadora (bieleta) e aperte seus
a permitir a remoção da porca sextavada de parafusos;
.-... retenção do amortecedor;
8- Instale novamente a pinça de freio e aperte
11- Remova o amortecedor do conjunto. seus parafusos com 27,5 Nm;

Instalação: 9- Reinstale as rodas e os parafusos , abaixe o


veículo aperte os parafusos;
0 1- Instale a mola no conjunto da coluna de
suspensão de forma que a ponta da espira 10- Reinstale o defletor de água do pára-brisas
fique apoiada no alojamento específico; e os braços dos limpadores.

Suspensão traseira

O eixo traseiro é composto por uma O eixo traseiro é fixado à carroçaria por
viga de torção em "U" que integra também a dois suportes posicionados a 25° do eixo e os
barra estabilizadora. Na suspensão traseira, as rolamentos das rodas traseiras, de dupla
molas são separadas dos amortecedores. A carreira de esferas, são integrados ao cubo e
fixação superior do amortecedor na caixa de blindados, o que dispensa a necessidade de
roda é feita por um mancai de alumínio, manutenção.A folga axial dos rolamentos é
/'-. parafusado diretamente na caixa de roda, o determinada pelo torque da porca da ponta de
que dispensa a fixação feita através da haste eixo.
do amortecedor e minimiza a transmissão de
ruídos de rodagem.
Alinhamento da geometria do conjunto suspensãojdireção

Deve ser verificado sempre que forem 5- Obter informação sobre o trem de rodagem
executados serviços nos componentes da que está montado no veículo. Esta informação
suspensão do veículo, exceto a substituição encontra-se no adesivo com os dados do ,.-....
dos amortecedores traseiros e das molas do veículo , localizado na cavidade de alojamento
eixo traseiro. do pneu sobressalente e no plano de
assistência. De acordo com a motorização e os ,......_
Antes de iniciar os procedimentos equipamentos são instalados trens de ""'
verifique as condições dos elementos da rodagens diferentes, os quais são identificados
suspensão , das rodas e do sistema de direção. por meio do número PR do eixo dianteiro -.
Os pneus devem estar corretamente impressos no adesivo citado acima. Com o
calibrados e apresentar profundidade superior número PR devidamente identificado, consulte
a 2 mm em seus sulcos. a tabela para definir quais os valores de .........,
alinhamento corretos para o veículo em
Para a execução do alinhamento, não questão.
deve haver nenhum ocupante no interior do III 27-1-1149 VY
::::::::.~9BWAA41Jl34992648
veículo. O tanque de combustível e o
"'""" 9Bl 9F4
reservatório de água do lavador do pára-brisa Cod.-/Cod.hocn~H~o

devem estar completamente abastecidos . O CooL.-ICod.hOIIIIMioo BAH


IIO. JIInlur'I / Mioricor
FDV

IIO. pimn / ~ C 7 U N2X/BR


pneu sobressalente e a caixa de ferramentas opç6oolopcioNs

devem estar em suas posições dentro do X9G 1'110 C6V GOC H6S Jlt.
HYO GlA 1.21 TlJ /// lHP
veículo.
:~~ SRQ ~~~ ~;e::
O fabricante denomina "Sopé" a
regulagem efetuada pelo pequeno
deslocamento possível do agregado. Esta 96WAA41J 134992648

regulagem afeta os valores de camber e cáster, 981 9F4 nu u9

que não possuem regulagens individuais.

Os procedimentos
executados na seguinte ordem:
devem ser
X9G 810 C6V GOC H6S J l l
MYO GtA l l l l lJ I I I 11'11'

:~~ SRQ ~;: ~;e:: -


lnspeção dos valores de
alinhamento:

1- Verificar o sopé do eixo dianteiro;


Neste exemplo , o trem de rodagem instalado ,....._
2- Verificar o sopé do eixo traseiro. Este não é não consta nas tabelas. Por isso, deve-se
regulável; adotar os valores do trem de rodagem para /""""""-,
pisos em mau estado.
3- Verificar a convergência do eixo traseiro.
Não é regulável ; Caso o valor de medição se encontre fora dos /"'-.
limites especificados será necessária a ::...._
4- Verificar a convergência do eixo dianteiro; verificação da inclinação lateral da carroçaria .
Procedimentos de regulagem

,;--., 1- Regulagem do sopé (Camber e Caster):


,;--., desaperte os parafusos e mova o agregado até
que se obtenha valores iguais e dentro das ~
~ especificações em ambos os lados. Utilize
novos parafusos e aperte-os com 100 Nm +
goo;

\
2- Regulagem de convergência: Desaperte a
I
contraporca do tirante da barra de direção e
ajuste a convergência com uma chave fixa.
Procure deixar as barras de direção de ambos
os lados com a mesma regulagem. Aperte a
contraporca com 50 Nm e verifique novamente
o valor da convergência , que não deve se
afastar em mais de 2 ' dos valores
especificados. Se necessário , refaça o
procedimento.

Valores nominais para alinhamento

Eixo dianteiro

máx 30'

- 1o 30' ± 20' - 1o 27' ± 20'

nça
admissível entre os dois máx 30'
lados
')O sopé não é ajustável. Este apenas pode ser ligeiramente corrigido, deslocando o agregado. Gama de ajuste aprox . 10' a 15'.
r-
Eixo traseiro
-~~~·--
~ ' -"' ,..,0; :~"
-- -.. ~- ~Tr.em'" d e:,rodagem :·. Trem de rodagem Trem de rodagem· ',
-~-
~
"'
'':::::P~~
,;,41''
lf;~~ : esportivo para pisos em mau
estado
' •' "'~'"' ~~
Trem de roda em 1JA 1JD 1JC 1JB

Obs: I Estes no• PR não são indicados no adesivo. A correspondência


dos valores de regulagem relativos a cada trem de rodagem é
efetuada através do no PR do amortecedor do eixo dianteiro
Sopé 1 - Valor nominal - 1o 27' + 1O'
Sopé - Diferença máxima
admissível entre ambos máx 30'
os lados
Via total (com o sopé
especificado}
Desvio máximo admissível
+ 20' ± 10'
J + 25' ± 10'
I + 1O' ± 1O'

em relação ao sentido de máx 20'


andamento

-
r Com onente Com onente
Reservatório de expansão Eletroventiladores
Radiador de aquecimento interno Carcaça da válvula termostática
Mangueira inferior do radiador Bomba d'água
Mangueira superior do radiador Sensor de nível
Radiador ECT

~:------------------------------------------------------------------~-----,
mecânica
2000
Sistemas Me~ 0

Substituição do líquido de arrefecimento


Esta operação deve ser realizada com reservatório de expansão;
o motor frio.
2- Tampe novamente o reservatório de
Drenagem expansão;

1- Remova a tampa do reservatório de 3- Desligue o aquecimento interno do


expansão; habitáculo e o ar condicionado;

2- Afrouxe o parafuso de drenagem localizado 4- Ligue o motor e deixe-o funcionando a


na parte inferior do radiador e recolha o líquido aproximadamente 2000 rpm durante cerca de ~"'""'
de arrefecimento em um recipiente adequado; 3 minutos;

3- Feche novamente o bujão de drenagem. 5- Após este período deixe o motor operando .-......
em marcha lenta até o aquecimento da _
Abastecimento mangueira inferior do sistema de arrefecimento
e até que o eletroventilador do radiador seja
Utilize somente aditivo anticongelante que acionado;
atenda à norma TL VW 774 D. Este aditivo, de
elevada vida útil , apresenta co loração
avermelhada e não deve ser misturado ao
aditivo de coloração verde-azulada , utilizado
6- Desligue o motor;

7- Verifique novamente o nível do liquido de


-
...........

pela VW até maio de 2000. A combinação de arrefecimento, completando-o se necessário.


ambos pode, dependendo da proporção , Caso o motor esteja aquecido, o sistema estará
formar uma lama de coloração marrom , pressurizado. Portanto, para evitar risco de
extremamente prejud icial ao sistema de acidentes, desenrosque lentamente a tampa ........_,
arrefecimento . para que a pressão do sistema diminua.
Somente com o sistema despressurizado retire
1- Abasteça o sistema com uma solução a tampa. O nível do líquido de arrefecimento -
composta por 40% de aditivo e 60 % de água deve alcançar a marca superior se o motor
potável. Portanto, abasteça-o com 2,0 litros de estiver aquecido . Se estiver frio , o nível deve -..
aditivo e 3,0 litros de água potável e observe se estar no centro do campo graduado.
será alcançada a marcação superior no

Substituição da bomba d'água

Esta operação deve ser executada


com o motorfrio.

Remo ão

1- Drene o líquido de arrefecimento, conforme


indicado o item "Substituição do Líquido de
arrefecimento", nesta seção;

2- Remova a correia dentada de distribuição.


Consulte a seção "Substituição da Correia
Dentada" (página 16);

3- Remova a polia dentada do eixo comando de ......._


válvulas, com a ferramenta VW 3036; .......-

mecâ~aica ,-..
2000
Sistemas Me~

4- Solte os parafusos de fixação da cobertura


posterior da correia dentada e da bomba ~
r-- d'água;

r 5- Remova a cobertura posterior da correia


dentada;

Bomba d'água

.I lP I , _. , - ;. Parafusos de fixação bomba d'água.

6- Remova a bomba d'água. A ju nta integrada


não deve ser separada da bomba d'água.

Instalação

1- lnspecione e limpe a superfície de 6- Com um torquímetro, um saquete 16 mm e a


assentamento da bomba d'água; ferramenta específica 3036, aperte o parafuso
da polia dentada do comando de válvulas com
..--. 2-lnstale a nova bomba d'água manualmente ; 20 Nm + 90°;

3- Instale os parafusos de fixação da bomba ?-Instale a correia dentada, conforme indicado


d'água com uma chave Allen 6 mm . Aperte-os na seção "Substituição da Correia Dentada"
com20N.m ; (página 16);

4- Instale os três parafusos superiores de 8- Abasteça o sistema de arrefecimento,


fixação da cobertura posterior da correia conforme indicado no item "Substituição do
dentada e aperte-os com 1ONm; Líquido de Arrefecimento", nesta seção;

5- Instale a polia dentada do eixo comando de


válvulas;

mecânica
2000
Reguladores de pressão
Exclusivo tratamento para linha Álcool e Gasolina

A I L,. mantém o mesmo padrão


1

interno para todos os modelos:

1 Conexão p/ o coletor
de admissão
2 Mola de pressão
3Diafragma
4 Anel oring de vedação
5 Filtro tela da admissão
6 Entrada de combustível
7 Oring de vedação retorno
8 Retorno de combustível

· Oregulador de pressão é responsável por manter a


pressão do circuito de combustível de forma compatível
com a pressão ideal para o funcionamento dos bicos
injetores.

· Internamente os reguladores de pressão possuem


duas câmaras isoladas entre si por um diafragma onde
uma fica em contato com combustível e a outra com o
vácuo do coletor de admissão; em sistemas onde o
regulador esteja montado junto à bomba, não se utiliza
este recurso.

· Os reguladores LP são construídos em aço inox zamak


e aço carbono beneficiados por processo de tratamento
térmico e químico conferindo-lhe altíssima resistência a
corrosão.

· Com diafragma e anéis em Viton aliado ao sistema de


Visite nosso site:
válvula lapidada garante o funcionamento perfeito e du-
radouro com gasolina ou álcool. www.lp.ind.br
®

LP INDÚSTRIA ECOMÉRCIO DE PEÇAS PARA CARBURADORES LTDA


www.lp.ind.br email: lp@lp.ind.br
LP
r e recuperação de vapor

SAC (sistema de alimentação de


combustível ) é a nomenclatura adotada por
Mecânica 2000 para designar todo o conjunto
dos compone nt es que arm aze nam e
conduzem o combustível desde a sua entrada
no bocal de abastecimento do tanque até seu
destino final enquanto combustível: o interior
do motor.

Tanque de combustível
Bomba de combustível
Bocal de enchimento
Conjunto filtro/regu lador de pressão
Coletor de admissão
Ganiste r
Eletroválvula de purga do canister
Borboleta motorizada
Tubo distribuidor
Eletroinjetores
Linha de alimentação
Linha de retorno
Linha de vapor

mecânica
2000
Sistemas Me~ ...---.

Bomba de combustível

Todos os procedimentos para manutenção


podem ser executados sem a necessidade de remoção
do tanque de combustível. Entretanto, caso haja
necessidade de se remover o tanque (para substituição
ou limpeza), deve-se remover o eixo da suspensão
traseira, uma vez que a tubulação proveniente do bocal
de enchimento não deve ser separada do tanque.

11111o... Alojada dentro do tanque de combustível. Seu


IIII""" acesso se faz por baixo do banco traseiro. -..

1- Sa ída de combustível
2- Retorno de combustível para o tanque

Sensor de nível do combustível

-
Sistemas Me~

Diagrama elétrico

MR/BR AZNM
POS ANT Relé principal

T4 T6 Bomba de
combustível

Conjunto filtro;regulador de pressão


1- Entrada de combustível
Localizado do lado direito do tanque de 2- Saída de combustível filtrado
combustível 3- Retorno de combustível para o tanque
.-J---

Em caso de substituição, existe no mercado de


reposição o filtro separado do regulador de pressão e
vice-versa.

Regulador de pressão de 3,0 [bar]


Sistemas Me~ -
Bocal de enchimento
1-Entrada de combustível
2-Respiro do tanque A válvula de gravidade impede que o r-
3-Válvula de gravidade combustível penetre na linha de vapor

Tubo distribuidor e eletroinjetores de combustível


lnjetam o combustível diretamente nos
dutos do cabeçote do motor

O eletroinjetor de combustível é responsável


pela injeção pulverizada de combustível nos
dutos de admissão do cabeçote. Os quatro
eletroinjetores estão montados no tubo
distribuidor de combustível.

Tubo distribuidor Eletroinjetor de combustível


-

mecâflllca
2000
Sistema de recuperação de vapor

O circuito tem a função de recuperar o


vapor proveniente do tanque de combustível
para minimizar seus efeitos poluentes na
atmosfera. O combustível contido no tanque
evapora continuamente, devido à sua alta
volatilidade. O vapor formado flui, devido ao
r seu baixo peso específico, para o canister,
onde é retido e liberado no instante em que a
r eletroválvula CANP se abre, fluindo até o
coletor de admissão para ser queimado na
câmara de combustão.

Eletroválvula CANP Canister

1- Saída de vapor para o coletor de admissão 1- Entrada de vapor proveniente do tanque


2- Entrada do vapor contido no canister 2- Alojamento da eletroválvula CANP
3- Saída para a atmosfera

mecâftica
2000
-
Sistemas E~

r liil@ilil§i#iiiiW!l!i&i A lica ão
1 10 Ejetores aquecidos I desembaçador dos espelhos
2 10 Interruptor das luzes de emergência
3 5 Potenciômetro de intensidade das luzes internas
4 5 Luz da placa de licença
Interruptor do pedal de freio I interruptor do pedal de embreagem I
5 7,5 interruptor do ar natural - ar circulante I módulo de comando do sistema
de refrigeração I conector de diagnóstico
r 6 5 Travamento elétrico
,...,...., 7 10 Luz de ré I sensor de velocidade
8 Não utilizado
9 5 Módulo de comando do ABS
10 15 Painel de instrumentos
11 5 Painel de instrumentos
12 7,5 Conector de diagnóstico
13 10 Luz de freio
14 10 Iluminação interna I travamento elétrico
15 5 Painel de instrumentos
16 10 Módulo de comando do sistema de refrigeração
17 Não utilizado
18 10 Farol alto lado direito
19 10 Farol alto lado esquerdo
20 15 Farol baixo lado direito
21 15 Farol baixo lado esquerdo
22 5 Farolete e lanterna lado direito
23 5 Farolete e lanterna lado esquerdo
24 20 Limpador do pára-brisa I vidro traseiro
25 25 Ventilação interna
26 25 Desembaçador do vidro traseiro
27 15 Limpador do vidro traseiro
28 15 Bomba de combustível
29 15 Alimentação do módulo de comando I bobina de ignição
30 20 Teto solar
31 20 Transmissão automática
32 10 Eletroinjetores
33 20 Lavador dos faróis
34 Não utilizado
35 30 Positivo constante do reboque
36 15 Faróis de neblina I lanternas de neblina
37 10 Alimentação do módulo de comando
38 15 Iluminação do porta-malas I travamento elétrico
39 15 Interruptor das luzes de emergência
40 20 Buzina
41 15 Tomada 12V
42 25 Rádio
43 10 Eletroválvula de purga do canister e sensor de oxigênio
44 Não utilizado
-
•ii•mwwarmmmm
1 11 o
A lica ão
Alternador
2 110 Alimentação geral
3 40 Módulo de comando do sistema de refrigeração
4 50 Relé 4 (Relé principal do sistema de injeção)
5 Não utilizado
6 30 Interruptor térmico I módulo de comando do sistema de refrigeração
7 Não utilizado
8 Não utilizado

------------------------------------------------------------------------~---~
mecânica
2000
•:ma A lica ão
1 Buzina
2 Relé de exclusão da carga durante a partida
3 Não utilizado
4 Relé principal da injeção eletrônica
5 Limpador e lavador dos vidros

~----------------------------------------------------------------------~------.
mecânica
2000
........

Aterramento T1

~------------------------------------------------------------------------~~--L--
mecânica
2000
Sistennas~

Aterramento T3

Aterramento TS
Sistemas E~ -
Aterramento T7

Aterramento TB

Aterramento T9

Aterramento T10

T10- Localizado na coluna do


cinto de segurança do passa-
geiro

T11- Localizado na coluna do


cinto de segurança do moto-
rista

. -
mecan1ca
2000
"""'
Maçaneta interna da porta
Comando de ajuste do espelho retrovisor externo
Interruptores dos comandos elétricos dos vidros e travamento elétrico das portas
Iluminação dos instrumentos e regulagem dos faróis
Difusores de ar
Interruptor das luzes
Painel de instrumentos
Buzina
Trava da direção I ignição
Alavanca de regulagem do volante
Botão recartilhado do aquecimento do banco do motorista
Regulagem antipatinagem I Programa eletrônico de estabilidade
Interruptor das luzes de advertência
Interruptor do desembaçador do vidro traseiro
Botão recartilhado do aquecimento do banco do acompanhante
Rádio
Comando de aquecimento I ventilação, do ar condicionado e do Climatronic
Airbag do acompanhante

mecâlnlca
2000
Sistennas ~ ~

Painel de Instrumentos

Indicador de temperatura
do líquido de arrefecimento Indicador do nível
do motor de combustível

Sistema de airbag
Piloto automático
Acionamento do pedal de freio (transmissão automática)
Lanterna de neblina
Regulagem eletrônica da potência do motor- EPC (E-gas)
Indicadores de direção
Faróis altos
Temperatura I nível do líquido de arrefecimento
Desgaste de pastilhas de freio
Indicador do nível de combustível
Pressão do óleo do motor
Portas abertas I tampa traseira aberta
Água do lavador do pára-brisa I vidro traseiro
Indicador de falha no sistema de injeção- Check
Regulagem antipatinagem I programa eletrônico de estabilidade
Sistema antibloqueio (ABS)
Imobilizador eletrônico
Sistema de freios
Alternador

------------------------------------------------------------------------------~--~~
mecânica
2000
Sistemas ~

Conectores elétricos do Painel de Instrumentos

Borne Cor de fios Fun ão


,...... A1 PR/RX Alimentação fusível F11
A2 PRND Seta direita
..---.,
A3 AZ/BR Sinal de velocidade
A4 RX/AM Lâmpada avisadora de reboque
A5 RX/PR Indicação do nível de combustível
A6
A7 MR/BR Massa dos sensores e interruptores
A8 RX Temperatura do motor
A9 MR Massa
A10 VD/PR Interruptor de pressão do óleo
A11
0 A12 AZ Sinal do alternador
A13
A14 CZ/BR Lâmpada avisadora da luz traseira de nevoeiro
A15
A16 MR/PR Lâmpada avisadora da tampa traseira aberta (apenas para determinados países)
A17 BR Farol alto
A18 BR/PR Seta esquerda
A19
A20 CZ/AZ Iluminação do painel de instrumentos
A21 MRIAM Sinal da porta do condutor aberta
A22 RXIVM Indicação da falta do líquido de arrefecimento
A23 VM/RX Alimentação fusível F15
~
A24 MR Massa
A25 CZ/BR Autodiagnóstico I terminal - K
r---,
A26 CZNM Luz direita de estacionamento
A27 CZ/PR Luz esquerda de estacionamento
A28 VD Sinal do sensor de velocidade do veículo
A29 AZ/MR Lâmpada avisadora do nível do fluido de freio
A30 AMNM Cantata-S
A31
A32
,......,
,.....
{""'

(i sv mecâftlca
2000
Sistemas E/~ -

-
"""'\

B1
B2 VD Bobina-antena do imobilizador
B3
B4
B5 CZ/BR Condutor- W
B6
B7
B8 LAIVO Avisador acústico externo
B9 LAIMR Sinal de advertência do cinto de segurança
B10
B11
B12 RX/AM Corte do ar condicionado
B13 MR/AM Lâmpada avisadora do freio de mão
B14
B15
B16
B17 PR Bobina-antena do imobilizador
B18
B19 LA/PR CAN High
B20
B21
B22
LAIMR CAN Low

-
,...,
B23
B24
B25
B26
-
,......._

B27 LA/PR CAN High .......


B28 LAIMR CAN Low
B29
B30
B31
B32
Sistemas~

O- Sem chave
1 - Chave de ignição desligada
{ligar e desligar a chave)
2 - Chave de ignição ligada
3 - Motor de partida

Condutor- W

CAN HIGH
MC
CAN LOW

Luz direita de estacionamento


i)-..;;.;.;...;_..;_;_..;.;...;.;_;__;_;_..;__---J) Sorne posterior do F22

Luz esquerda de estacionamento ) Sorne posterior do F23

Sinal de corte do ar condicionado ) Some A13 do módulo de comando do SIStema de refngeração

., __ ___;;
C;..;AN-'-'-'-HI.G
=;..:.
H_ _---J) Sorne 6 do conector de diagnóstico
CAN LOW
,_---------t> Sorne 14 do conector de diagnóstico

) - - - - - - - - - - t > Sorne 1 da bobina-antena do imobilizador

1)--------------J:> Sorne 2 do sensor de velocidade do veiculo


Seta direita
, _ - - - - - - - - - t : > Sorne 11 do interruptor de direçao
1) - - - -s_e_ta-'e""sq;:..;u""
er"da
"..__-----J:> Sorne 3 do Interruptor de direção
Luz de nevoeiro
1)--------------J:> Some 9 do interruptor do farol baixo
Farol alto
) - - - - - - - - - - t:> Fusível F18

fA112 ) . - - - - - - - - - - t:> Alternador


Some 3 do potenciômetro
~---------<( de intensidade das
luzes internas

mecânica
2000
Interruptor de farol alto e de luzes de direção
Farol alto (posição fixa): empurrar a Lampejador do farol alto: puxar a
alavanca alavanca

,......,
__,

,.......

......._

,--..

Comando das luzes


-
..........

,..,

,..-.,
,......
Desligado
r-,

-
r-.

_........,

,.--,

r--.._

,...-.....

mecânica
2000
Sistemas E~

Interruptor do limpador e lavador do pára-brisa

Lavador (esguicho) do pára-brisa:


a alavanca

Temporizador do limpador traseiro: Lavador do vidro traseiro : empurrar


I nca
.c;
eo
c.>
l!
=
o
E

É
'
N
c:::o

-....
N
c:::o
c:i
c:::o
""
c:::o Bateria Inteligente Moura. Oura mais porque é inteligente.
""'
r) Pós-chave com ( PRNM
exclusão na partida (75)
f'
Luzes de estacionamento (P) c cz

Sensor de presença ( MRNM


da chave (86s) , BAT '
Pós-chave (15) ( PR

VMIPR
Motor de partida (SOb) (
Bateria
O- Sem chave
Chave de 1 -Chave de ignição desligada (ligar e desligar a chave)
ignição
2 - Chave de ignição ligada
3 - Motor de partida

r
~~--------------------------------------------------------------------~~--~
,- . . .4, ~
5~
mecânica
2000
Sistemas E~

Diagrama elétrico do motor de partida I alternador

VM
POS AN

Motor de
partida
Baiana

PR
Regulador
de
) - - - - - f ) Some 11 do Módulo de comando
tensão

Alternador
Sistemas ~

,----. Diagrama elétrico das luzes de posição

VM

Bateria

Interruptor das luzes de


direção e farol alto

Borne A27 do painel CZ/PR


de instrumentos

Conector da lanterna
Sistemas E~

Diagrama elétrico da luz de placa

O-Desligado
1-Farolele
2-Farol baixo

Interruptor da luz de
posição e farol baixo Bateria

mecânica
2000
Sistemas E/~

Diagrama elétrico do farol baixo

O-Desligado
1-Farolete
2-Farol baixo

Interruptor da luz de
posiçao e farol baixo Bateria

Farol baixo
T2 direito

- .
meca1111Ca
2000
Sistemas E~

Diagrama elétrico do farol alto

O-Desligado
l -farol alto
2-Lampejo

Bateria

T2

mecânica
2000
Sistemas~

Diagrama elétrico da luz de freio

~-------------------'
r-
r ;;
T7 superior
0 (Brake light)

0 [@]
VM/MR
POS ANT POS
!"'

('
Bateria

r ~n~ã~S~afr~ig
0
Luz de freio
" "'
T7
esquerda

BR/AM
Bome 51 do MC (

r"\

(i 6V
Sistemas E/~ ---.

, '1'i
~-" .~

':':'E
r • \f~

Diagrama elétrico da luz de ré

Conector da lanterna

Interruptor da
luz de marcha ré

- .
meca•uca
2000
Sistemas E~

Diagrama elétrico da luzes de direção

PRND

PRND

PRND

PRND PRND
BRIPRND ( Some 1 do interruptor das
PR/BR luzes de emergência
Seta traseira
T7 : direita
0

r PRIBR

(' Seta traseira


T7 : esquerda

,...--..
PRIBR
~

('

,......,
PR/BR
r-
Seta lateral
esquerda
'\
PR/BR
('

mecânica
G 2000
Sistemas ~ ......._

Diagrama elétrico da luzes de direção

PRND

Seta dianteira
PRND [
Interruptor
das luzes de
direita emergência

PRND
PR/SR

,_------------i> Some 5 do interruptor da luz de


direção e farol alto

U~----C_ZJ_AZ
_ _ _ _ _-(( Sorne 3 do potenciómetro de intensidade
das luzes internas

U~------'RX/
=A"'M'-------f> Some A4 do painel de instrumentos

T4 / T6

PR/SR
SomeA18 do painel (
de instrumentos

mecânica
2000
Sistemas ~

Conector do potendômetro
de intensidade das luzes

I Bome 16 do interruptor do farolete


e farol baixo

'-----t> -Bome A20 do painel de instrumentos


-Sorne 17 do interruptor da luz de posição e farol baixo
-Some 5 do interruptor das luzes de emergência
Potendômetro de intensidade
-Sorne 3 do conector da tornada t 2 V
das luzes internas
-Bome 1 do conector do desembaçador do vidro traseiro
-Bome 3 do conector do controlador do condicionador de ar

T4/ T6 Sorne 3 do potenciômetro de intensidade


das luzes internas
Tomada 12 V
Sistemas E~

Interruptor do desembaçador do vidro


traseiro

Diagrama elétrico do desembaçador do vidro traseiro

Conector esquerdo do
desembaçador do vidro
traseiro.

n
1-iluminação do
interruptor
2-luz indicadora do
desembaçador ligado

Interruptor do
desembaçador

Conector direito do
desembaçador do vidro
traseiro.

mecâftlca
2000
Sistemas E~

Interruptor do limpador e lavador do


pára-brisa

Diagrama elétrico do limpador do pára-brisa I vidro traseiro

Conector elétrico do
interruptor do limpador e
lavador do pára-brisa

VD/BR

VDNM
Interruptor do
PRIMR limpador e lavador

Motor do limpador
do vidro traseiro
Sistemas ~ '""'

Buzina (localizada dentro do pára-choque Para acionar a buzina , pressione a parte


dianteiro , no lado interna do volante

Diagrama elétrico da buzina

mecânica
2000
Sistemas E~

Diagrama elétrico do arrefecimento do motor

m Eletroventilador
do radiador esquerdo

r
,.-.
-T2
@)
Eletroventilador
do radiador direito
""'
,--
VM/AM

r VM

Módulo de comando do sistema


,....--, de refrigeração (localizado abaixo
do suporte da bateria)
~

mecânica
G 2000
Sistemas E~ ,.......

Diagrama elétrico do controlador da refrigeração interna


1-lnlerrup1or do NC
2·1nterruptor do ar natural / ar circulante

ar natural / ar circulante

do s1slema de refngeração
Controlador do NC

( Some 6 do
relé 2

l
Conector elétrico das Conector elétrico do motor
do ventilador intemo
Sistemas~

Conectores do módulo de comando do


Interruptor do condicionador de ar ( sistema de refrigeração

Diagrama elétrico do módulo de comando do sistema de refrigeração

Some 17 do MC <+-------.,

SR
A2

Pressostato do
ar condicionado

Conector do sensor de
temperatura de corte do
compressor (localizado
abaixo do defletor de água
, do pára-brisa)
..;_.,..----.

'-----t) Sorne 1 do interruptor do NC

Sensor de temperatura
de corte do compressor

Módulo de comando do sistema



de refrigeraçao (localizado abaixo
do suporte da bateria)
O módulo do sistema de imbilização está integrado ao painel de instrumentos. A lâmpada de
anomalia do imobilizador (F.A) está localizada no painel de instrumentos e a bobina-antena (F.B) r--
está localizada junto ao comutador de ignição .
F.A - Local ização da lâmpada de F.B- Localização da bobina-antena
anomalia do sistema de imobilização

Comportamento da lâmpada de anomalias na ausência de falhas

•••

•••

Ao ligar a chave de ignição a lâmpada deve acender durante poucos segundos. Assim que o sistema
validar a chave de ignição a lâmpada se apaga e permanece nesse estado até que uma nova partida
seja executada .

- .
mecaftlca
2000
Sistemas E~

Comportamento da lâmpada de anomalias na ausência de falhas


('"

•••

Acesa permanentemente

•••

Piscando continuamente

•••

Se a lâmpada de anomalia permanecer acesa ou piscar continuamente após ligar a chave de


ignição, isso indica falha no sistema de imobilização.

Diagnóstico de falhas com o auxílio do scanner automotivo

,..... As falhas relacionadas ao sistema de imobilização que podem ser encontradas através do scanner
automotivo são:
r
CÓDIGOS DE DEFEITO DO SISTEMA VIA RASTHER
Abrevia ão Descri ão ··
1044 ECU Mal Codif. ECU mal codificado
1312 Comando Bus Comando Bus
1314 ECU lnjeção ECU lnjeção
1317 ECU Painel lnstrum. ECU painel de instrumentos
1128 Bobina lmobiliz. Bobina de leitura do imobilizador
1176 Fechadura Fechadura
1177 ECU Mot. N. Autor Aparelho de comando do motor não autorizado
1179 Prog . Chave não OK Programação incorreta das chaves

mecânica
iD 2000
Conector A
Borne Descrição Itens
2 Aterramento do MC MC ,....._
5 Sinal de velocidade vss
6
7
Alimentação do potenciômetro 2 do pedal do acelerador
Aterramento do sinal do potenciômetro 1 do pedal do
acelerador
SPA
SPA
-
8 Alimentação do potenciômetro 1 do pedal do acelerador SPA
11 Sinal do alternador ,.-,
Aterramento da resistência de aquecimento do sensor
13
HEGO
HEGO ,...._
14 Sinal para a CANP CANP
15 Alimentação direta do MC (fusível F37) MC
17 Pressostato do ar condicionado
Aterramento do sinal do potenciômetro 2 do pedal do
19 SPA
acelerador
21 Aterramento do sinal do sensor de oxigênio HEGO
23 Sinal do interruptor do pedal de freio IPF ,.......
26 Sinal para o Relé Principal
27 Alimentação pós chave do MC MC r--
28 Aterramento do MC MC ,--
29 Comunicação do MC com o imobilizador
31 CAN HIGH ,--,
32 CAN LOW
33 Sinal do potenciômetro 1 do pedal do acelerador SPA ,..,.
38 Sinal do interruptor do pedal de embreagem CPP
42 I Terminal elétrico A do MC .-...
Sinal do compressor do ar condicionado
44 Sinal de acionamento do ar condicionado ,_.,
45 Sinal do potenciômetro 2 do pedal do acelerador SPA
47 Sinal do sensor de oxigênio HEGO ,.,...
51 Sinal do interruptor do pedal de freio IPF
,--,
,...._

Conector B r.
Borne Descrição Itens /
53 Sinal do sensor de posição da árvore de manivelas CKP ,--
54 Aterramento eletrônico do MC para os sensores
55 Alimentação dos dois potenciômetros do ETC ETC
56 Sinal da temperatura do ar admitido CMD
57 Sinal para a bobina de ignição DIS
59 Sinal para o injetor 2 INJ
60 Sinal do sensor de posição do comando de válvulas CMP
61 Aterramento dos dois potenciômetros do ETC ETC ,-...
62 Tensão de alimentação dos sensores CMP, CMD e CKP
63 Sinal de aterramento do sensor KS KS
65 Sinal para o injetor 4 INJ
66 Controle da borboleta de aceleração ETC
67 Aterramento eletrônico do MC para o sensor CKP CKP
68 Sinal do potenciômetro 1 do ETC ETC
70 Sinal da pressão do coletor de admissão CMD
71 Sinal para a bobina de ignição DIS
73 Sinal para o injetor 3 INJ
74 Sinal do sensor de temperatura do líq . de arrefecimento ECT
75 Sinal do potenciômetro 2 do ETC ETC
77 Sinal do sensor KS KS
79 Sinal para o injetor 1 INJ
80 Controle da borboleta de aceleração ETC

c; 1D
" O scanner automotivo é um aparelho que simplesmente de chaveamentos de sistemas
permite uma comunicação direta com as elétricos, ele disponibiliza estas informações
centrais de comando existentes no veículo. através de um conector serial , onde as leituras
Como o módulo de comando é responsável dos parâmetros possibilita a verificação da
pelo gerenciamento de informações integridade dos sistemas .
provenientes de sensores, atuadores ou ,

Diagrama elétrico do conector de diagnóstico

Painel de
instrumentos

iD
O diagnóstico de falhas deve ser não seria observada.
consistente e rápido, para que o desperdício de
tempo e a substituição equivocada e Os componentes do sistema Bosch
desnecessária de peças sejam evitados. ME 7 .5.1O foram divididos em 3 grupos de .-...
Existem itens no sistema de injeção eletrônica sintomas. No primeiro grupo estão os
do Golf cuja anomalia apresenta sintomas dispositivos essenciais para o funcionamento -..
característicos e definidos, o que torna fácil o do motor. Se o motor não funciona, comece por
seu diagnóstico. Por outro lado, muitas vezes a este grupo . Se o motor funciona com defeitos
identificação da origem das falhas não é feita aparentes, recorra ao segundo grupo. Por fim, """
de maneira direta, mas sim pelo método da se não são notadas falhas no funcionamento ,.-.
eliminação . Para efeito de eliminação, algumas do motor quando da condução normal do
verificações rápidas nos permitem avaliar se veículo , o terceiro grupo apresenta as
um dispositivo (ou um grupo deles) está sugestões de falhas em dispositivos que pouco
funcionando . Com isso , podemos identificar os afetam o funcionamento do motor.
itens que estão funcionando e eliminar
hipóteses em torno dos componentes Os testes de cada grupo foram ,.......,
suspeitos de estarem causando a falha . Por colocados propositadamente nas seqüências
exemplo, se existe pressão de combustível , apresentadas, porque sugerem o início pelos ,.-.
não é necessário testar o relé principal , pois se testes mais fáceis. Recomendamos que siga ,......,
este estivesse com defeito, a bomba de esta seqüência.
combustível não seria energizada e a pressão
Grupo 1 - O motor não funciona

Anti-furto: O veículo é dotado de dispositivo imobilizador. Se a chave não for reconhecida


pelo MC , este não habilitará a partida do motor. Experimente uma chave reserva. Ao persistir
o problema, procure o diagnostico via sistema imobilizador. -
Existência de centelha: Instale o centelhador de teste na bobina e dê partida no motor. A r-
bobina está gerando centelha em todos os bornes de alta tensão?

0 Sim , está centelhando. Isto nos mostra que o CKP, a DIS, o MC e o Anti-furto estão ,.-.
funcionando. Teste então o SAC e os injetores. __;
~ Não, a bobina não está centelhando . Verifique os seguintes itens listados abaixo:
Falha da bobina de ignição: Causa a falta de centelha, impedindo o motor de entrar em
funcionamento . Faça o teste da DI S.
Falha no sensor de rotação (CKP): se houver, o MC não aciona dois componentes vitais: os ........
eletroinjetores e a bobina. Por isto, teste o CKP.
.......
Ausência de alimentação dos eletroinjetores e nos terminais da bomba de combustível:
indica falha no relé principal. lnspecione o relé e seu circuito de alimentação. "
Ausência de aterramento eletrônico dos eletroinjetores juntamente com ausência de
pulsos nos terminais de baixa tensão da bobina de ignição: indica falhas no MC, falha no
CKP ou ainda nos chicotes envolvidos.
Falha do sistema de alimentação de combustível (SAC): Quando ocorre, a alimentação de
combustível não é suficiente para que o motor funcione. Se a bomba estiver queimada, por
exemplo, o motor não funcionará em nenhuma hipótese. Efetue o teste do SAC.
Falha no relé principal: Causa a falta de alimentação elétrica da bomba de combustível e dos
eletroinjetores, o que justifica o não funcionamento do motor. Verifique sua correta
alimentação, atracamento e continuidade de seu chicote.

mecânica ~
2000
Sistemas E~

Falha do MC: Alimentações e aterramentos do MC podem ser comprometidos. Faça o teste


do MC para verificar sua condição para funcionar.

Grupo 2 - O motor funciona com falhas visíveis


Verifique os itens abaixo nos casos em que o motor funciona apresentando falhas, alto
consumo ou perda de potência. '
Falha do CMD: qualquer falha no conjunto medidor de densidade afeta os parâmetros com
os quais o MC controla o sistema. Em casos de descalibração do conjunto medidor de
densidade, o motor apresenta falhas em cargas parciais. Em caso de interrupção em seu
circuito, ocorre alteração de rotação somente no instante da perda do sinal. A lâmpada de
anomalia no painel de instrumentos se acende. Após poucos segundos, a rotação se
estabiliza novamente. O MC utiliza a informação de outros sensores (e outros parâmetros)
para estipular o valor de pressão absoluta do coletor. Ao recuperar o sinal do sensor, a luz no
painel permanece acesa . Somente será possível apagá-la com o scanner.
Falha no ETC: Qualquer problema na borboleta motorizada afeta o bom funcionamento do
motor. Como neste sistema não existe um "by-pass", a própria borboleta motorizada controla
a vazão de ar necessária à estabilização da rotação de marcha lenta. Assim , eventuais
acúmulos de impurezas entre a borboleta e as "paredes" do corpo de borboleta reduzem a
vazão de ar admitido em marcha lenta. Isto pode exigir a limpeza do corpo de borboleta .
Problemas de interrupção do circuito elétrico fazem com que seja imposs ível acelerar o
motor. Ao perceber qualquer destes sintomas, teste o ETC.
Falhas intermitentes no sistema de alimentação de combustível (SAC) : afetam
diretamente a alimentação de combustível, ocasionando funcionamento irregular. Verifique
todo o sistema.
Falha no sistema de ignição (DIS): acarreta falhas de ignição que comprometem a
combustão nos cilindros. Estas falhas podem ser originadas das velas, cabos, bobina ou
chicote. Confira o sistema de modo geral.

Falha do ECT: Ocasiona mau funcionamento do motor, pois quando ocorre, o MC trabalha
com informação irreal de temperatura do líquido de arrefecimento, enriquecendo ou
empobrecendo em demasia a mistura admitida . Verifique o ECT.
.... [ ,,-~j Falha nos eletroinjetores: Fazem com que o motor funcione com cilindro(s) a menos ,
- aumentando a vibração e reduzindo a velocidade de resposta de aceleração.
Grupo 3 - O motor não apresenta falhas visíveis
- Justamente por não serem observados sintomas evidentes, estes casos são de mais difícil
diagnose.
Torque incorreto do sensor de detonação (KS): quando acontece, o MC pode não otimizar
o avanço da ignição. Pode ocorrer detonação no motor.
Abertura contínua da eletroválvula CANP: Não é perceptível. Nem mesmo a lâmpada
indicadora de avaria no sistema de injeção eletrônica se acenderá . Por isto, recomendamos a
sua verificação, conforme o item 12.
Falha do sensor de velocidade (VSS): Apesar de não causar falhas no motor, sua
ocorrência é fácil de ser percebida, pois não será registrada a velocidade no painel de
instrumentos. O velocímetro permanece inativo com o veículo em movimento.
Além destes, esteja atento para a existência de outros defeitos combinados , ou seja :
situações em que dois (ou mais) defeitos, simples ou não, são responsáveis pela situação
irregular do sistema de injeção eletrônica .

mecânica
2000
lnjeçãoE~

Localização do módulo de comando: abaixo


do defletor de água

Monitora as condições de operação do motor


através das informações fornecidas pelos
diversos sensores e gerencia seu
funcionamento por meio do comando dos
-
.r--
atuadores.

Controla os sistemas de alimentação de


-
combustível e ignição. Encontra-se localizado
sob o defletor plástico dos limpadores do pára-
brisa.

Sintomas em caso de falhas

O Módulo de Comando pode não funcionamento de componentes


apresentar falhas internas de funções comandados ou alimentados pelo MC, como
específicas , tal como não comandar eletroinjetores, CANP, bobina, relé principal, -...,
corretamente algum atuador ou não fornecer borboleta motorizada, entre outros, gerando .-..,
alimentação elétrica para algum componente. alterações nem sempre perceptíveis no
Isto não necessariamente fará com que o funcionamento do motor.
motor não funcione. Porém , pode ocasionar o

Circuito elétrico

[T37l
MC POS ANT
/njeção~
Raciocínio para manutenção

,.-... O diagnóstico de falhas do MC é feito por exclusão, descrito nos testes individuais de cada
,.-... componente. Certifique-se antes de que os sinais do sensor CKP estão chegando perfeitamente ao
MC. O Módulo de Comando deve enviar pulsos de aterramento para a bobina de ignição e para os
eletroinjetores. Portanto, havendo a presença destes pulsos , não será o MC o causador do não
r' funcionamento do motor.

""' Caso o motor não funcione , teste inicialmente a alimentação elétrica do MC (teste 1).

~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição fOOl


· (teste 1)? ~

0 Sim , está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então seu


aterramento (teste 2).
~ Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de
alimentação e os fusíveis F29 , F37 e MF2. Se os fus íveis estiverem queimados,
substitua-os e verifique a possibilidade de curto-circu ito no ch icote de alimentação
do MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~-------------~"":"c
l.YJ
~ O aterramento do MC está correto (teste 2)?

0 Sim, está correto . Conclui-se que todas as condições para operação do MC


estão atendidas. Suspeite do próprio MC apenas se nen hum dos
componentes da injeção apresentar .mau funcionamento e se as co ndições
mecânicas do motor estiverem OK. E um indicativo de falha interna do MC.
Entretanto, a conclusão só pode ser atingida após a eliminação de todas as
possibilidades exteriores ao MC.
~ Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do ch icote de
aterramento. Oriente-se pelo diagrama elétrico apresentado no fina l desta
edição.

Teste 1 - Tensão de alimentação

MC

mecéilnlca
2000
/njeção ~ -
Teste 2 - Aterramento

BOSCH
MMD-149

MC
02
28

-
Procedimento para substituição

Para remover o MC, é necessano inicialmente remover os


braços dos limpadores do pára-brisas e em seguida , remover a
cobertura plástica de proteção (defletores). Com uma chave de
fenda , afaste o braço direito (foto) de fi xação do MC. Puxe então
o MC para a frente do veículo . Para a instalação , execute o
procedimento inverso.

mecânica ~
2000
lnjeçãoE~

2) Sensor de Oxigênio

Informa ao Módulo de Comando a


concentração de oxigênio existente nos gases
de escapamento. Possui resistência interna
alimentada pelo relé principal para
aquecimento rápido. É capaz de operar em
menos de 15 segundos após a partida do
motor. Envia continuamente tensão que oscila
entre O, 1 [V] a 0,9 [V] para o MC, de acordo com
o teor de oxigênio resultante da combustão:
valores inferiores a 450 [mV] indicam mistura
pobre; valores superiores a 450 [mV] indicam
mistura rica em combustível. O valor de 450
[mV] corresponde à concentração de oxigênio
liberada na combustão da mistura
estequiometricamente balanceada .
......._ Sintomas em caso de falhas

Apresenta sintomas pouco ocorre instabilidade de marcha lenta , a


perceptíveis em caso de perda do sinal, lâmpada EPC não acende no painel de
podendo haver ligeiro aumento no consumo de instrumentos e o MC não registra cód igo de
combustível e na emissão de CO no falha.
escapamento. Em caso de perda do sinal, não
r Circuito elétrico

MC

f Fusível F43

Sensor de
Oxigénio
r

Raciocínio para manutenção

r O teste complementar com osciloscópio é a melhor maneira de verificar o tempo de resposta do


sensor e concluir sobre as suas reais condições. Na tela do osciloscópio é possível verificar o sinal ,
semelhante a uma onda senoidal. Verifique, na rampa de subida, o intervalo de tempo entre os
pontos de 300 [mV] e 600 [mV] . Este tempo de resposta deve ser menor que aproximadamente
r 300 ms. Para tempos superiores a 300 ms, substitua o sensor por outro novo e verifique se houve
melhoria na emissão de poluentes. Estes testes são conclusivos, porém exigem o uso de
osciloscópio e analisador de gases. Entretanto, apenas com o uso do multímetro, é possível verificar
,.-.., seu sinal de resposta e atestar se está respondendo ou não. Um teste conclusivo se o sensor não
estiver respondendo, mas não conclusivo se estiver.

mec6nlca
2000
lnjeçãoE~ -

~ O sinal de resposta do sensor HEGO está correto (teste 1)? ~


~---------------~ ~
~ Sim , o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o
osciloscópio para verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique , por segurança ,
o chicote elétrico, para se assegurar de que o sinal está chegando ao MC. Para -._
tanto, consulte o diagrama elétrico. Se estiver em ordem , conclui-se que o sensor
está em boas condições. Mesmo assim , verifique as condições de sua resistência de
aquecimento (testes 2 e 3).

~-----~
~alimentação da resistência de aquecimento está correta ~
- (teste 2)?

~ Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3). .-

~ Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão ~


corretos (teste 3)? ~ -.

~ Sim, estão corretos. O sensor está isento de defeitos.


,......,
~ Não, estão incorretos. Substitua o sensor, pois sua resistência de
aquecimento está sendo alimentada, mas o sensor não está -..
atuante.
~ Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Neste
caso, verifique o circuito de alimentação do sensor, o fusível F43 e o relé ,......,
principal. Descubra a origem da ausência de alimentação elétrica e efetue ,......._
os reparos necessários .
Não há sinal do sensor HEGO, ou o sinal está fixo em algum valor de tensão.
Substitua o sensor, pois não está ativo.

Teste 1 - Resposta de tensão

MC

IZJA tensão deve oscilar entre O,1 e 0,9 [V] indicando a variação entre mistura rica e pobre .

mecãfllica ,..........
~--------------------------------------------------------------------------~--~
2000
tn)eçaol:.~

------------------------------------------------------------------------------------
Teste 2 - Tensão de alimentação

MC
MR/PR

MR
PR

Bateria

fm O sensor HEGO é alimentado pelo relé principal , sendo assim , para medir a tensão de
~ alimentação, é preciso conectar o borne 26 do chicote do MC à massa para atracar o relé
- principal.

Teste 3 - Resistência elétrica

Com o motor frio


MC
MRIPR
MR
PR

Curva de resposta do sensor de oxigênio

I --~-- I1 --~--
1 HEGO FIO 4 HEGO FIO 3

r É possível ver a variação da tensão entre O, 1 e


0,9 [V] (mistura pobre e mistura rica) .

Procedimento para substituição

Deve ser executado usando-se luvas chave fixa 22 mm, de extensão curta , solte o
de proteção ou com o motor frio . Inicialmente sensor. Para a instalação , limpe bem a região
desconecte seu terminal elétrico e, com uma onde o sensor se aloja .
/njeção~

3) Sensor de temperatura do líquido de


arrefecimento

--
-J

Informa ao MC a temperatura do líquido de


arrefecimento do motor. É um resistor tipo
NTC, que reduz sua resistência interna na
medida em que a temperatura aumenta . É
alimentado diretamente pelo MC.

Valores característicos do sensor ECT

Tem eratura •c Resistência kn


o 5,67
10 3,63
20 2,46
30 1,67 r
40 1,15
50 0,84 ,.....
60 0,59
70 0,43
80 0,33
90 0,25
100 0,18
110 0,15
6 r

5 ·~
\ )
~
'1 ~
~
~ .... ~
~~
o
o 10 20 30 40 50 60
Temperatura [0 C]
70 80 90 100 11 o -
,.--,.

aD mecânica
2000
,........ -
lnjeçãoE~

Tem eratura oc Tensão V


o 3,27
10 2,80
20 2,36
30 1,90
40 1,50
50 1,19
60 0,91
70 0,71
80 0,55
90 0,43
100 0,33
110 0,27

·~ ~
~~
'1~ I
~~
""~ ~ ._ -o.
-
i
o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 11 o
Temperatura [0 C]

Sintomas em caso de falhas

,- Falhas do ECT fazem com que o MC não se acenderá no painel de instrumentos. O


calcule inadequadamente o tempo de abertura tempo de injeção não sofrerá alteração
dos eletroinjetores e o avanço da ignição. O significativa em marcha lenta , mas os instantes
,.-.. eletroventilador pode entrar em funcionamento de ignição em marcha lenta serão adiantados.
sem que sua temperatura de acionamento seja Nesse caso, o MC adotará o valor de
atingida. Em caso de interrupção em seu temperatura da água fixo em -4ooc e as
circuito elétrico haverá um pequeno aumento próximas partidas do motor poderão ser feitas
de rotação de marcha lenta e a lâmpada EPC sem problemas.

Circuito elétrico

MC
RXIAM

AZNM
54

-
lnjeçãoE~

Raciocínio para manutenção

Antes de iniciar os testes, é conveniente observar as condições do sistema de arrefecimento, o ....__


volume correto de líquido, e a ausência de bolhas de ar. (Consulte a seção Sistema de
Arrefecimento.)

Inicie os testes pelo mais simples: a resposta dinâmica (teste 1).


-
~----------------------------------~ =
~ O sinal de resposta do sensor ECT está correto (teste 1 )? . , .

Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que
corresponde ao real valor de temperatura do líquido de arrefecimento . Realize por
segurança o teste de resistência (teste 3) para verificar toda a faixa de operação do
sensor.
~ Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na
alimentação do sensor (teste 2) .

~~
,~,-A__te_n_s_ã_o_d_e_a_l_im_e_n_t_a_çã_o_e_s_t_á_c_o_rr_e_ta_(_te_s_t_e_2_)_?___________________ ~ ~
0 Sim, está correta . Neste caso , o sensor ECT está danificado, pois está -
sendo alimentado e envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT.

Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se


necessário. Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis
rompimentos no chicote. Caso o chicote esteja perfeito e não haja
alimentação no ECT, suspeite de falhas internas do MC .

Teste 1 - Resposta de tensão

Tensão esperada para 20• C

MC

~--------------------------------------------------------------------------~--~--
mecânica "
2000
lnjeçãoEI~

Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

Sensor de temperatura
do líq. de arrefecimento

Teste 3 - Resistência elétrica

Resistência esperada para 20' C

MC

Procedimento para substituição

Para a substituição do ECT, o motor


deve estar preferencialmente frio. Posicione
um recipiente para recolher o fluido de
arrefecimento que sairá quando o sensor for
removido . Desconecte seu terminal elétrico e,
com uma chave de fenda remova a trava em
"U" de fixação (foto ). O tempo gasto entre a
remoção do sensor dan ificado e a instalação
de um novo deve ser o mais curto possível ,
para evitar a perda de muito líquido de
arrefecimento e a entrada de ar no sistema .
Instale o novo sensor, encaixe novamente a
trava de fixação e reabasteça o sistema de
arrefecimento.

~ ~---------------------------------------------------------------------------
4 9~ - ~.----~
mecan1ca
v '2-./ 2000
lnjeção ~

Informa ao MC a temperatura do ar admitido -.


pelo motor e a pressão interna do coletor,
possibilitando o cálculo da massa de ar "
admitida e o controle exato da quantidade de -
combustível introduzida por ciclo. O sensor
altera suas características elétricas quando
sujeito às variações de pressão e diminui sua
resistência interna à medida que a temperatura •
aumenta. _.

Valores característicos do sensor CMD

. ... o
..
6,07
10 3,82
20 2,56 I"'\

30 1,73
40
-.
1 '1 7
50 0,85
60 0,62

6 •

c
~
ro 4
5 ~
~
-
1~

c
~
rn 3
~
.(ii

~
O)
0:::
2

~.._
~

--.
o
o 10 20 30
Temperatura ["C]
40 50 60 -
mecâftica ,.........
2000
lnjeçãoEI~
- -. . o
-
3,3
..
10 2,9
20 2,4
30 1,9
40 1,5
50 1,2
60 0,9

4------
~~
""--4

~~
~ ""'1,

o
o 10 20 30 40 50 60
0
Temperatura [ C]

I.' . ..o . .
3,6
.
100 3,1
200 2,5
300 1,8
400 1,3
500 0,7
4

3
4~a.
~
~
o
l(ll
2 ~ ~

~~
(/)
c
~
r-

r
~-
o
-o -100 - 200 - 300 -400 -500
Pressão [mmHg]
lnjeção~
Sintomas em caso de falhas

O mau funcionamento do CMD gera coletor. O valor interpretado pelo Módulo de


erros na determinação do tempo de abertura Comando não será fixo , mas varia conforme a
dos eletroinjetores e no avanço da ignição. carga do motor, obedecendo a uma estratégia
que aproxima o valor adotado com o valor real -
Quando ocorre a perda da informação de pressão absoluta no interior do coletor.
fornecida pelo CMD será observada alteração
da rotação da marcha lenta no instante da Sem o sinal do CMD , o MC adota o
perda , restabelecida logo depois. O tempo de valor fixo de temperatura do ar como -40°C.
injeção não sofre variação significativa ,
enquanto o avanço da ignição será adiantado No instante em que ocorre a -.
para valores de 11 o a 15° em marcha lenta, interrupção do sinal do CMD a lâmpada EPC
quando o normal , nesta condição, seria no painel de instrumentos se acende e
próximo de 3° a r. permanece acesa mesmo que a falha seja ---.,
sanada e seja dada nova partida no motor. Esta
O MC adota então outro parâmetro lâmpada somente poderá ser apagada com o
para estipular o valor de pressão absoluta no uso de um scanner apropriado. -.

Circuito elétrico

MC
BR

MR/AZ

MR/BR
VM/BG

Conjunto Medidor
de Densidade

Raciocínio para manutenção

Se o veículo apresentar sintomas similares, ou se existirem dúvidas a respeito da atuação do


conjunto medidor de densidade, efetue inicialmente a resposta dinâmica do mesmo (testes 1 e 2) .

~ Os sinais de resposta do CMD para temperatura e pressão estão corretos r"õCl


\ ~ (testes 1 e 2)? ~
0 Sim , os sinais estão corretos. Significa que o CMD está atuante e respondendo ..J
adequadamente nas temperaturas e pressões aqui avaliadas. No entanto, estes
dados são puntuais (isolados). Como o CMD opera de forma contínua para
quaisquer temperatura e pressão, se houver indícios de mau funcionamento , para
maior segurança, teste sua condição em temperaturas e pressões variadas "'""''
(testes 4 e 5) .
~ Os resultados dos testes do sensor em várias temperaturas e pressões ~
~ estão corretos testes 4 e 5 ? ~ -

I
~ Sim, estão corretos. O sensor está funcionando normalmente. Apenas
certifique-se de que não haja entradas falsas de ar no alojamento do
sensor. Verifique a continuidade do chicote entre o sensor e o módulo de
• • comando. Assegure-se que seus sinais estão chegando ao MC.

mecânica
2000
lnjeç~

•L •L[i] ambas).
Não. Foram verificadas falhas em algumas temperaturas ou pressões (ou
Então o sensor está defeituoso. Substitua-o.
~ Não. O sinal de temperatura ou pressão (ou ambos) está incorreto . Verifique a
alimentação elétrica do sensor (teste 3).
~ A alimentação está correta (teste 3)? ~
~ Sim , está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de
resposta ao MC . Neste caso, a falha está no próprio sensor. Verifique os fios
de sinal do CMD ao MC, e seus terminais. Se estiverem perfeitos, substitua
o sensor.
~ Não. A alimentação do sensor está incorreta . Verifique então a continuidade
do chicote do sensor, e a existência de curto-circuito neste chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, inspecione os termina is do MC quanto à integridade
e mau contato, e descubra se ele está alimentando o CMD. Suspeite do MC
na hipótese pouco provável de não estar alimentando o sensor.
Nota: a inspeção visual do filtro de ar não foge ao escopo da verificação do sistema de
alimentação, uma vez que , embora os testes não identifiquem fa lhas no sensor, a
alimentação do motor torna-se comprometida em conseqüência de sua ineficácia , pois a
restrição ao enchimento dos cilindros se eleva conforme a saturação do elemento
filtrante , o que causa queda do rendimento do motor. Quando isto ocorre , o MC detecta a
redução da massa de ar admitida e comanda novos parâmetros para compensar a perda
de eficiência volumétrica. Por esta razão , verifique o filtro e seu elemento quanto a
saturação, sujeira , substituição dentro do prazo determinado , danos e uniform idade
r entre as dobras do papel fibroso .

Teste 1 - Resposta de tensão da temperatura

Tensão esperada para 20' C

Teste 2 - Resposta de tensão da pressão de marcha lenta

Motor em marcha lenta e aquecido

MC

-
mecaft1ca.
2000
lnjeç~
Teste 3 - Tensão de alimentação

MC

Conjunto Medidor
de Densidade

Conjunto Medidor
de Densidade

Teste 4 - Resistência elétrica do sensor de temperatura

Resistência esperada para 20' C Medida da resistência do


sensor de te mperatura

MC
BR

MRIAZ

MRIBR
VM/BG

mecânica
2000
lnjeçãoEI~

Teste 5 - Resposta de tensão da pressão

Resposta esperada para uma depressão de 200 [mmHg]

MC

~ Curva de resposta do sensor de pressão após uma breve aceleração

I --~-- I --~--
1 CMD FI04 1 CMD FIO 1

Durante o período de marcha lenta o sinal está


estável em 1,O[V], quando o motor é acelerado o
sinal sobe para aproximadamente 3,2 [V] o que
corresponde aproximadamente à pressão
r- atmosférica. Quando é desacelerado a tensão
cai e estabiliza novamente em 1,O [V].

Procedimento para substituição

Desconecte o terminal elétrico do Instale o novo CMD e aperte seus parafusos


sensor. Usando preferencialmente uma com uma catraca e uma ponta Torx T- 20.
catraca , solte os dois parafusos Torx T-20.
lnjeçãoE~

5) Sensor de posição do pedal


do acelerador

Localizado junto ao pedal do acelerador,


informa ao MC a posição instantânea do pedal --..
do acelerador. Consiste de dois
potenciômetros distintos que possuem -
alimentação e aterramento independentes.

Valores característicos do sensor SPA

Potenciômetro 1
% de abertura do edal ~Tensão
14 0,7
20 1,O
30 1,5
40 2,0
50 2,5
60 3,0
70 3,5
80 4,0

Potenciômetro 1
4,0

3,5
~
3,0 ~
c.o 25 ~
~
'
! (\)
(J)

~ 2,0
~~
1,5

1,O ~ -
~
0,5
10 20 30 40 50 60 70 80
% de abertura do pedal do acelerador

-
lnjeçãoE~

Potenciômetro 2
% de abertura do edal Tensão
7 0,4
10 0,5
20 1,O
30 1,5
40 2,0

Potenciôm etro 2
2,0
~
1,5 ~
G
~
o
•C1l 1,O ~
------
rJ)
c
~
0,5
.~
~

0,0
I
5 10 15 20 25 30 35 40
% de abertura do pedal do acelerador

Tensão Potenciômetro 1 Potenciômetro 2


Pedal solto 0,7 [V] 0,4 [V)
Pedal totalmente pressionado 3,9 [V) 2,0 [V)

Resistência Potenciômetro 1 Potenciômetro 2


Pedal solto 1,25 [knJ 1,19 [kn]
Pedal totalmente pressionado 2,19 [knJ 1,85 [kn]

Sintomas em caso de falhas

Caso o SPA apresente falha em um os parâmetros para comandar a borboleta


dos potenciômetros, o sistema continuará motorizada , que não obedecerá ao comando
funcionando por meio do sinal do sensor de do acelerador, o que impede o deslocamento
pressão do coletor e do outro potenciômetro . do veículo. Neste caso, a luz do EPC não
No caso de falha nos dois potenciômetros, ou acende e nenhuma falha é memorizada .
de interrupção do circuito elétrico, o MC perde
,....., Circuito elétrico

AMN D MC
BR/AZ
CZNM
CZJAZ
MR/AZ

CZJBR

Sensor de posição do
pedal do acelerador

mecânica
2000
lnjeção Ele~

Raciocínio para manutenção

No caso de falha no sensor de posição do acelerador a lâmpada de advertência EPC no painel de


instrumentos acenderá. O teste de resposta dinâmica de tensão dos potenciômetros é sugerido
inicialmente por ser o mais simples (teste 1).

~~
,?,-_A_r_e_sp_o_s_t_a_d_in_â_m_i_c_a_d_e_te_n_s_ã_o_e_s_ta_·_co_r_re_t_a_(_te_s_t_e_1_)?_.--------------------~
Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do
acelerador está funcionando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se
seu sinal está chegando ao MC. Confira o chicote elétrico entre o SPA e o MC .
-
r-
Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~~
,?,-O__c_h_ic_o_te__e_lé_tr_ic_o_e_s_t_á _e_m_b_o_a_s_c_o_n_d_iç_õ_e_s_?_____________________ ~ -
~ Sim, está perfeito. Neste caso , o circuito do SPA está em ordem e a falha
apresentada pelo veículo tem outra origem .
~ Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção do chicote
(mau conta to). Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.
Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para
identificar se a falha está na alimentação ou no sensor (teste 2).
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)? ~
llJ Sim, o sensor está devidamente alimentado. Então o defeito pode estar no
próprio sensor ou no fio de sinal do chicote. Para localizar o problema, faça
o teste de resistência interna do sensor. Este teste garantirá a
operacionalidade do sensor (teste 3) .
rn A resistência do sensor está correta (teste 3)? ~
~ É mais cômoda a realização do teste de resistência com o sensor
removido . Remova o sensor conforme recomendado no
procedimento para substituição.
~ Sim, está correta e o sensor está em ordem. Neste caso verifique
o chicote e faça um teste de continuidade e curto-circuito,
orientando-se sempre pelo diagrama elétrico. Se não for
diagnosticado nada anormal no chicote, inspecione o ETC, que
pode não estar atuando corretamente.
~ Não. A resistência está incorreta. Substitua o sensor de posição "'""
do acelerador, pois está danificado internamente.
~ Não há tensão de alimentação. lnspecione o chicote elétrico e substitua-o
se necessário. Se estiver perfeito e não houver alimentação no SPA,
suspeite do MC. Embora remota, existe a possibilidade de o MC não estar
alimentando o sensor SPA.
-

-
mecan1ca
.
2000
lnjeçãoE~
r Teste 1 - Resposta de tensão

0,72 [V] potenciômetro 1


0,35 [V] potenciômetro 2 Pedal solto

3,93 [V] potenciômetro 1


1,98 [V] potenciômetro 2 Pedal totalmente pressionado Tensão de resposta do
potenciômetro 1 (pedal

.' . . ..
pressionado)

t ,,
· -

l
r .•. f . ~ -:..

~'.,·~.1-~.. ~,
!

llr .. ."·~... . ·.
Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

mecânica
2000
lnjeçãoE~ -
Teste 3 - Resistência elétrica

1,25 [kQ] potenciômetro 1 Pedal solto


1,19 [kQ] potenciômetro 2 Resistência do potenciômetro 1
(pedal solto)

AMN D MC
BRIAZ
CZNM

CZJAZ
,.......,
MRIAZ

CZJBR

Sensor de posição do • •. •
• • pedal do aceleradpr•• •• •
....... ... _.. _.. _.. ,41' __ .... . .. ...

2,19 [kn] potenciômetro 1


1,85 [kQ] potenciômetro 2 Pedal totalmente pressionado

AMND
BRIAZ
CZNM

CZJAZ

MRJAZ

CZJBR

..
Sensor de posição do ••
pedal do acelerador• •• : · •
....-.... _---. · . ·-------·

Curva de resposta do sensor de posição do acelerador

I --~-- I --~--
1 SPA FI04 1 SPA FIO 3

O sinal está estável em 0,7 [V]. Quando o pedal do


acelerador é acionado , nota-se que o sinal sobe
até 4,0 [V] sem nenhuma descontinuidade.
Quando o pedal é liberado, o sinal torna a descer
sem descontinuidade até 0,7 [V].

-
lnjeção~

I __,__ I __,__
I SPA FI06 I SPA FIO 5

O sinal está estável em 0,4 [V]. Quando o pedal do


acelerador é acionado, nota-se que o sinal sobe
até 2,0 [V] sem nenhuma descontinuidade.
Quando o pedal é liberado, o sinal torna a descer
sem descontinuidade até 0,4 [V] .

Procedimento para substituição

Para ter acesso ao sensor, é elétrico do SPA e solte seus três parafusos com
necessário remover a proteção plástica inferior uma chave 1O mm e remova o pedal do
do painel, logo acima dos pedais , utilizando acelerador completo. Instale um novo SPA e
uma chave Torx T-20. Desconecte o terminal proceda a ordem inversa das operações .

mecãntCG
2000
lnjeção Ele~

-
motor elétrico não acionado, recuar a borboleta
de aceleração. Somente pela ação da mola a
borboleta não irá fechar totalmente, ficando ,...,
com uma abertura de aproximadamente de
7%, que é uma abertura superior àquela da
condição de marcha lenta.

É um conjunto composto por um motor No instante em que a chave de ignição


elétrico de corrente contínua que movimenta a é ligada, a borboleta atinge sua posição
borboleta do acelerador e dois potenciômetros recuada , característica de operação em _.
que informam a posição da borboleta . O MC marcha lenta (aproximadamente 4% de
controla seu posicionamento, através do envio abertura) . Se após um intervalo de 30
de um sinal de tensão , com freqüência segundos não for dada a partida , ou não for
constante de 2 KHz. O ETC controla também a acionado o pedal do acelerador, o motor
rotação de marcha lenta e executa as funções elétrico da borboleta será desativado. Com
de dash pot. Para o fechamento da borboleta o isto , a borboleta retornará à sua posição de
atuador utiliza uma mola , o que permite , com o repouso , equivalente a 7% de abertura.

Valores característicos da Borboleta Motorizada

Tensão • Pot nli Potenciômetro 2


Borboleta fechada 0,7 [V] 4,2 [V]
Borboleta totalmente aberta 4,4 (V] o.5M

Resistência
Borboleta fechada 0,87 [kQ]
.. - . - .
1,38 (kQ]
Borboleta totalmente aberta 1,57 (kn] 0,52 [kQ]

Fre üência de acionamento do motor CC 2kHz

mecâftica
2000
lnjeçãoEI~
Potenciômetro 1
% de abertura da borboleta Te são V
4 0,7 50 2,5
7 0,8 60 2,9
10 1,0 70 3,3
20 1,3 80 3,7
30 1,7 90 4,1
40 2,1 100 4,4

Potenciômetro 1
4,5
4,0
3,5
.--- --4 .--- _.~"

~ 3,0 ___..- _-4


o 2,5
I ('C

~ 2,0
_..---
~ 1,5 .--4 ~
__.--4 ......
1 ,O
0,5
...... I
I
r

0, 0
o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

% de abertura da borboleta
r

4 4,3 50 2,5
7 4,2 60 2,1
10 4,0 70 1,7
20 3,6 80 1,4
30 3,2 90 0,9
40 2,9 100 0,6

4,5
4,0
3,5
..... -----... Potenciômetro 2

c. 3,0 ~--- .... ~


o 2,5
IC'C
(j)
c
~ 1,5
2,0 ---------. .. .._
~
1,O
-. ~
0,5 ·~.
0,0
o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

% de abertura da borboleta

mecâ111ica
2000
lnjeção~
Sintomas em caso de falhas
A atuação da borboleta motorizada é sobe para 7% (posição de repouso). Nenhum
fundamental para o bom funcionamento do comando de aceleração executado sobre o
motor. Seu mau funcionamento afeta não pedal do acelerador irá surtir efeito e, com isto,
apenas as condições transientes de operação, o motor não sairá da marcha lenta. A lâmpada
mas também a marcha lenta, uma vez que não do EPC no painel de instrumentos
existe neste sistema um atuador específico de permanecerá acesa . O tempo de injeção será
marcha lenta, pois é a própria borboleta aumentado para próximo de 6 mili-segundos e
motorizada quem a controla. Em caso de o avanço da ignição será adiantado e oscilará
interrupção no circuito elétrico do ETC, será entre 3° a 22°. Mesmo que o cantata seja ,.....,
observado de imediato a alteração de marcha restabelecido, estes sintomas permanecem -
lenta, que se tornará inconstante, oscilando a até que uma nova partida seja dada no motor.
aproximadamente 1000 rpm, pois a abertura

Circuito elétrico

MR/AZ MC
RX
RXNM
VMND
MR/AZ
AZ/BR

Borboleta
motorizada

Raciocínio para manutenção

A borboleta motorizada está sujeita a contaminações que podem afetar o controle de marcha lenta. .-
Por isto são recomendadas a inspeção e limpeza de seu eixo, bem como a verificação de sua livre
movimentação angular até a posição de plena carga. Falhas no circuito elétrico do ETC geram
efeitos mais sensíveis para o motorista, o que torna a condução incômoda, dificuldade de estabilizar
a rotação , ou a não abertura da borboleta. Quando estes sintomas forem notados, ou quando
surgirem dúvidas quanto ao funcionamento do ETC, realize inicialmente o teste de resposta
dinâmica (teste 1).
~ A resposta do ETC está correta (teste 1)?
' - r - - - - - - - - -l..L!J
rl/ill
~ Para abrir a borboleta neste teste, pressione o pedal do acelerador. Não a abra
manualmente se a chave de ignição estiver ligada. -
Gm A medição de tensão de resposta indica a eficiência dos potenciômetros que
informam a posição da borboleta. A medição de freqüência identifica o sinal de .....,;
acionamento do motor elétrico do ETC.
0 Sim, a resposta está correta. Significa que o ETC está alimentado e seu
potenciômetro funciona corretamente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o
MC, pois pode não haver continuidade e seu sinal não estar chegando ao MC. """~
Confira também as condições dos terminais do chicote e do próprio MC. ~ -
~ O chicote elétrico está em boas condições? ~ _
..,I
~ Sim , o chicote está em ordem. O circuito do potenciômetro do ETC está
• funcionando corretamente.

mecâftica
-
2000
lnjeçãoEI~
· L~ Não. O chicote apresenta mal contato ou curto-circuito. Corrija o defeito ou
substitua o chicote.
Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no sensor ou
na alimentação elétrica . Verifique primeiro a alimentação do ETC (teste 2).

~~~
?~A__te_n_s_ã_o_d_e_a_li_m_e_n_ta_ç_ã_o_e_s_t_á_c_o_rr_et_a_(_te_s_t_e_2_)?_. ___________________ ~
~ Sim, está correta. O defeito pode ser do próprio sensor ou do fio de sinal do
chicote. Para localizar o problema, realize o teste de resistência interna do
ETC (teste 3).
"'~?=--A
~ __re_s_is_t_ê_nc_i_a_in_t_e_rn_a_d_o_E_T__C_e_s_ta_·c_o_r_re_t_a_(t_e_s_te__3_)?__________ ~
~ O valor máximo de resistência não coincide com a abertura
máxima da borboleta do potenciômetro 1.
0 Sim, está correta. Neste caso, o defeito está no chicote elétrico.
Faça um teste de continuidade e curto-circuito. Oriente-se pelo
diagrama elétrico apresentado ao final desta edição.
~ Não. A resistência interna está incorreta. Significa que o ETC está
danificado e deve ser substituído.
Não há tensão de alimentação. lnspecione o chicote elétrico e procure por
pontos de interrupção do mesmo . Se estiver danificado, corrija o defeito ou
substitua-o se necessário. Se o chicote estiver perfeito e não houver
alimentação no ETC, é possível que o MC não esteja alimentando o ETC .
Verifique o MC.

Teste 1 - Resposta dinâmica


0,7 [V] potenciômetro 1
Borboleta fechada Tensão de resposta do
4,2 [V] potenciômetro 2 potenciômetro 1 (borboleta
fechada)

Borboleta •
motorizaga. •

4,4 [V] potenciômetro 1 Tensão de resposta do


0,5 [V] potenciômetro 2 Borboleta totalmente aberta
potenciômetro 1 {borboleta
totalmente aberta)

MC

Borboleta •
motorizaga. •
lnjeção Ele~
Freqüência de acionamento do
motor CC (chave de ignição
li

MC

Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

Borboleta
motorizada

-
Teste 3 - Resistência elétrica

0,9 [kQ] potenciômetro 1


1,4 [kQ] potenciômetro 2 Borboleta fechada

MC

Borboleta
motorizada

mecânica ,........,
2000
lnjeçãoEI~

1,5 [kQ] potenciômetro 1


0,5 [kQ] potenciômetro 2 Borboleta totalmente aberta

MC

Borboleta
motorizada

Curvas de resposta da borboleta motorizada

I --~-- I --~--
1 ETC FIO 1 1 ETC FIO 6

O sinal está estável em 0,7 [V]. Quando a borboleta


é aberta, nota-se que o sinal sobe até 4,4 [V] sem
nenhuma descontinuidade. Quando a borboleta é
,--.. liberada , o sinal torna a descer sem
descontinuidade até 0,7 [V].

I1 --~-- I --~--
ETC FI04 1 ETC FIO 6

' O sinal está estável em 4,3 [V]. Quando a borboleta


é aberta , nota-se que o sinal desce até 0,6 [V] sem
nenhuma descontinuidade. Quando a borboleta é
liberada, o sinal torna a subir sem descontinuidade
até 4,3 [V].
lnjeçãoE~

I --~-- I1 --~--
1 ETC FIO 5 ETC FIO 3

O MC alimenta o motor CC com freqüência


constante de 2 [kHz] (f=1/T=1/0,0005). A tensão
negativa indica o fechamento da borboleta.

I1 --~-- I --~--
ETC FIO 5 1 ETC FIO 3

Note que a freqüência do sinal de alimentação é a


mesma da marcha lenta: 2 [kHz], porém a tensão
agora é positiva, indicando a abertura da
borboleta.

Procedimento para substituição

Inicialmente, desconecte o terminal abaixo do corpo de borboleta. Antes de instalar


elétrico. Com uma chave Torx T-30, solte os o ETC , verifique o posicionamento do anel de
quatro parafusos de fixação do corpo de vedação. Instale e aperte seus parafusos e
borboleta motorizada e remova-o. Remova e reconecte seu terminal elétrico. -
-"
inspecione o anel de vedação localizado

mecânica
-
2000
lnjeção~

Localização do sensor KS: fixado no bloco


do motor, abaixo do coletor de admissão

Informa ao MC a ocorrência de detonação no


motor. Por ser um sensor tipo piezoelétrico ,
não possui alimentação elétrica. É instalado
em posição estratégica no bloco do motor, que
o permite captar as vibrações oriundas da
detonação em quaisquer cilindros. Uma vez
identificada a existência de detonação, o
módulo de comando atrasará, por medida de
segurança , o ponto de ignição,
independentemente do valor imediato de
avanço de ignição encontrado no instante da
detonação. Ao cessar a detonação, o avanço
da ignição será restabelecido de forma
gradual.
Sintomas em caso de falhas

Os sintomas são praticamente detonação, ou pelo menos evitar as avarias


imperceptíveis. Porém, o sensor, quando causadas por ela. A má fixação do sensor, por
defeituoso, faz com que o MC ignore seu sinal e outro lado, não admite que o MC adote
limite o avanço da ignição a valores estratégias de segurança, e a detonação não
considerados seguros o suficiente para inibir a será reconhecida.

Circuito elétrico

MC

Raciocínio para manutenção

Verifique inicialmente a fixação do sensor e as condições do chicote elétrico. O torque de aperto do


parafuso de fixação é de 20 Nm e deve ser respeitado sempre que houver necessidade de
removê-lo.
~ O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas r::-:l
~ teste1? ~
[iJ Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança,
verifique as condições do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo
diagrama elétrico.
(1!1 Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor.

-
mecan1ca .
2000
lnjeção Ele~

Teste 1 - Resposta de tensão

BOSCH
MMD-149

MC

7
63

[~] A tensão alternada deve variar a cada batida no sensor KS.

Procedimento para substituição

O acesso ao sensor é melhor por baixo Na instalação, limpe bem a superfície


do veículo. Desconecte o terminal elétrico do do bloco onde o KS se encaixa . Instale o sensor
KS e, com uma chave 13 mm , solte seu e aperte seu parafuso com o torque de 20 Nm.
parafuso. Remova o sensor.

cd -
Mecânica 2000 é sinônimo de tecnologia de automóveis
e injeção eletrônica no Brasil.

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distribuídos. Estes são alguns de nossos números.

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de reparação em nosso país.

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mecânica
2000
-
lnjeçãoE~

8) Sensor de posição do comando


de válvulas

Informa ao MC a rotação e a pos1çao


instantânea do eixo comando de válvulas.
Opera segundo o princípio do efeito Hall,
enviando sinais de onda quadrada ao MC, para
que este reconheça o cilindro que está na fase
de admissão e, juntamente com o sinal do
sensor CKP, execute a injeção de combustível
na forma seqüencial.

,......, Valores característicos do sensor CMP

• I ,. • I

1000
I .
. -
35
1200 42
1400 48
1600 54
1800 61
2000 67
3000 99
100
v~
/
90
v
80 /
N'
~ /
/
C'O 70
·c:; ..-----
c
<Q)
:::J
o- 60 j~
~~
Q)
.....
u..
50

~V
t'
40

30
-~
1000 1200 1400 1600 1800 2000 2200 2400 2600 2800 3000
Rotação [rpm)

- .
mecaftlca
2000
lnjeçãoE~
Sintomas em caso de falhas
A ausência de sinal do sensor CMP poderá tornar-se defasado em 180° no motor.
não impossibilita o motor de funcionar. Em caso de interrupção de seu circu ito elétrico,
Entretanto, em caso de falhas, o MC continuará a luz do EPC no painel de instrumentos não se
a comandar a injeção de forma sequencial. acenderá e não serão notados sintomas
Contudo, o acionamento dos eletroinjetores aparentes .

Circuito elétrico
-J

MC
VMND
MRIAZ
BRIAM

Sensor de posição
do comando

Raciocínio para manutenção

Obviamente, para que o sensor esteja atuante, é necessário que seu posicionamento esteja em
ordem e que o comando de válvulas esteja girando normalmente, ou seja , que o sincronismo do
motor esteja correto. Uma vez inspecionados estes itens , realize inicialmente o teste de resposta
dinâmica (teste 1).

~ A resposta dinâmica do sensor estã correta (teste 1)? ~~


0
t
Sim , está correta. O sensor está operando adequadamente. É preciso ainda
verificar se os sinais estão chegando ao MC. Faça um teste de continuidade no -..
chicote do sensor, entre o CMP e o MC . Guie-se pelo diagrama elétrico.
~ Não, está incorreta . Neste caso, realize o teste de alimentação elétrica para
descobrir se o sensor está sendo devidamente alimentado (teste 2).
-
~ A alimentação do sensor está correta (teste 2)? ~
'-=r-
~ 0-----~
Sim, está correta . Verifique a integridade do chicote. Se o chicote estiver
--
em boas condições , então substitua o sensor CMP, pois apresenta dano
interno . Está sendo alimentado e não envia sinais ao MC.
~ Não existe alimentação. lnspecione seu chicote elétrico e descubra se há
algum rompimento. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Confira também o
estado dos terminais, tanto do CMP quanto do MC. Em última instância,
suspeite do MC, que pode não estar alimentando o CMP.

-
meccunca
2000
. -
lnjeção~

Teste 1 - Resposta de freqüência

Freqüência esperada para a rotação de marcha lenta Freqüência de resposta do


sensor CMP (motor em
marcha lenta e aquecido}
MC

Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

Sensor de posição
do comando

Curva de resposta do sensor de posição do comando de válvulas


Freqüência de resposta do sensor CMP
(motor em marcha lenta e aquecido)

I --~-- I --~--
1 CMP FIO 2 1 CMP FIO 3

É possível ver o sinal dos quatro dentes, sendo os


dois primeiros menores que os dois últimos. A
amplitude do sinal é de 12 [V].

IM'CÕfticca
2000
lnjeçãoE~

9) Sensor de posição da árvore


de manivelas

Informa ao MC a rotação do motor e a posição


instantânea dos êmbolos. É um sensor do tipo
Hall , assim como o CMP.

Valores característicos do sensor CKP

... ...
1000
.. . . . 1,00
1200 1 '19
1400 1,37
1600 1,56
1800 1,74
2000 1,93
3000 2,85

3,00
/~
I l ..------
'N
I
2,50
I
~~ -
=. 2,00
ro

~
r- ----
~
c
cQ)
::::J
....4
...g
u.
1,50

1,00 / v .-----

0,50
1000 1200 1400 1600 1800 2000 2200 2400 2600 2800 3000
Rotação [rpm]

mecãntca
2000
- - - -------------~-------
lnjeção~
Sintomas em caso de falhas

Caso o sinal do CKP não chegue ao seu chicote afeta a exatidão do sinal , gerando
MC, o motor não entra em funcionamento em falhas intermitentes.
nenhuma hipótese. O correto isolamento do

Circuito elétrico

MC
VM/BG

BR
MR/AZ

Sensor de posição da
árvore de manivelas

Raciocínio para manutenção

~ A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)? rn:J


0 Sim, está correta. O sensor está operando adequadamente. É preciso ainda verificar
se os sinais estão chegando ao MC. Faça um teste de continuidade no chicote do
sensor, entre o CKP e o MC. Guie-se pelo diagrama elétrico.
~ Não, está incorreta . Neste caso, realize o teste de alimentação elétrica para
descobrir se o sensor está sendo devidamente alimentado (teste 2). ~

~ A alimentação do sensor está correta (teste 2)?


' - - - - r - - - - - - - - -
~ Sim, está correta. Verifique a integridade do chicote, se estiver em boas
condições, então substitua o sensor CKP, pois apresenta dano interno.
Está sendo alimentado e não envia sinais ao MC.
~ Não existe alimentação. lnspecione seu chicote elétrico e descubra se há
algum rompimento. Oriente-se pelo diagrama elétrico . Confira também o
estado dos terminais, tanto do CKP quanto do MC. Em última instância,
averigüe o MC, pois embora pouco provável , pode não estar alimentando o
CKP.

Teste 1 - Resposta de freqüência


~ No caso de o motor não entrar em funcionamento, a resposta de
~ freqüência será menor. Os valores variam conforme a carga da Freqüência de resposta do
bateria. sensor CKP (motor em marcha
lenta e aquecido)
Freqüência esperada para a rotação de marcha lenta,__......,.
MC

mecânica
2000
lnjeçãoE~
Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

Curva de resposta do sensor de posição da árvore de manivelas

Freqüência de resposta do sensor CKP


I __,__ I __,__ (motor em marcha lenta e aquecido)

I CKP FIO 2 I CKP FIO 3

Cada pulso significa a passagem por um dente da


roda dentada. O espaço maior indica a passagem
pelos 2 dentes faltantes roda dentada. A freqüência
do sina l é aproximadamente 571 [Hz]
(f=1/T=1/0 ,00175).Aamplitude do sinal é de 5 [V].

Procedimento para substituição

Para a substutuição do CKP, será e o retentor traseiro da árvore de manivelas,


necessário remover a transmissão e o conjunto que incorporam o sensor CKP.
de embreagem . Será preciso substituir a flange

mecânica ,.......
2000
lnjeçãoEI~

Os eletroinjetores do Golf 1.6 não


fazem a injeção de combustível no coletor de
admissão, mas nos dutos de admissão do
cabeçote do motor EA 111 . São alimentados
pelo relé principal e controlados pelo Módulo
de Comando. São acionados individualmente
pelo MC segundo a ordem 1-3-4-2, o que
caracteriza a injeção de combustível como
seqüencial.

Em marcha lenta o tempo em que o


eletroinjetor permanece aberto (tempo de
injeção) é de aproximadamente 3,0 ms .
Valores característicos dos eletroinjetores

Resistência elétrica 14 [n]


Tem o de in'e ão marcha lenta aprox. 3 [ms]

Sintomas em caso de falhas

Se um eletroinjetor deixar de funcionar, apenas dois cilindros operantes, o motor


será observado aumento de vibração do motor conseguirá entrar em funcionamento . Em
e perda de potência. No caso de dois ambos os casos o tempo de injeção e o avanço
eletroinjetores deixarem de funcionar, a da ignição serão aumentados. Em nenhum
vibração será excessiva e o motor demorará destes casos a lâmpada EPC se acenderá.
r- muito para subir de rotação. Mesmo com

Circuito elétrico

MC
VM/RX

VM/RX

VM/RX

Eletro~njetor

VM/RX

Eletrojnjetor

---------------------------------------------------------------------------~------
mecãftica
2000
lnjeçãoE~
Raciocínio para manutenção

Se houver sintoma de cilindro falhando, este deve ser identificado da seguinte maneira : remova o -
conector elétrico do eletroinjetor de um cilindro e observe se há alteração no funcionamento Uá
irregular) do motor. Se a vibração aumentar é indicativo de que aquele cilindro está funcionando. De
maneira análoga , se não aumentar, é sinal que aquele cilindro não está funcionando corretam ente e,
possivelmente, é o responsável pelo problema. Reconecte seu terminal elétrico e repita o
procedimento nos outros cilindros até que seja identificado o cilindro causador do sintoma. ,
-
Podem ocorrer defeitos elétricos e mecânicos. Para a identificação dos defeitos mecânicos , deve-se
remover os eletroinjetores e testá-los em equipamento próprio, para que seja possível avaliar vazão ,
capacidade de estanqueidade e formato do spray de combustível de cada um dos eletroinjetores ,
conforme recomenda o fabricante do equipamento de teste aplicado.
-
Os defeitos elétricos são mais fáceis de serem identificados. Siga o fluxograma abaixo :

~~,?~A--re_s_is_t_ê_nc_i_a_in_t_e_rn_a_e_s_ta_·_co_r_r_et_a_(_te_s_t_e_1_)?_. _____________________________ ~ ~
~ Sim, estão corretas. Faça agora o teste de alimentação elétrica (teste 1).

'-~
,?__A__a_lim__e_n_ta_ç_ã_o_d_o_s_e_l_e_tr_o_in_je_t_o_re_s_e_s_ta_· _c_o_rr_e_ta__(t_e_s_te_2_)_?___________ ~
0 Sim, eles estão sendo alimentados corretamente. Faça então o teste de
pulso para verificar se o MC está aterrando os eletroinjetores correta mente
(teste 3).
[1B Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os rpl
• eletroinjetores (teste 3)? lf±j -...
0 Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4
eletroinjetores. Neste caso , não há falhas de acionamento , pois os
e let ro inj etores estão sendo alimentados e aterrados
corretamente . Para se assegurar da funciona lidade dos mesmos,
remova-os e instale-os no equipamento de teste e limpeza. Efetue
a limpeza e faça os testes de vazão , formato de spray de
combustível e estanqueidade .
-
~ Não há pulsos de aterramento. Ve rifique a continuidade dos
chicotes dos eletroinjetores ao MC . Caso os chicotes estejam
perfeitos, suspeite do MC, que pode não estar enviando os pulsos
de aterramento.
~ Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o relé principal , o
fusível F32 e inspecione todo o chicote elétrico de alimentação. Oriente-se
pelo diagrama elétrico para tanto.
~ Não . A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada . Isto significa
defeitos no enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente.
Substitua todos os eletroinjetores cujas resistências apresentam-se incorretas .

mecânica
2000
lnjeçãoE~
Teste 1 - Resistência elétrica

MC

RX/MR Ciif'

-
......-.

Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

RX/M R . . -
._

Eletroinjetor
1

Bateria

Os eletroinjetores são alimentados pelo relé principal. Sendo assim , para medir a te nsão de
alimentação, é preciso conectar o borne 26 do chicote do MC à massa para atracar o relé
principal.

Teste 3 - Pulsos de aterramento

MC

Eletroinjetor
1

Ao dar a apartida , o led verde deve piscar e o vermelho


permanecer aceso , indicando que o MC está
comandando os eletroinjetores.

mecânica
2000
lnjeçãoEI~
Curva de resposta do eletroinjetor

I --1--
I --~--
I INJ FIO 2 1 BAT TRM (-)

A amplitude do sinal é de 12 [V] até o MC aterrar o


fio 2, fazendo com que o injetor abra . Quando o MC
retira o sinal de terra, acontece um pico de tensão,
depois o sinal volta para 12 [V]. O tempo de injeção
é o tempo em que o MC mantém o fio 2 aterrado.

Procedimento para substituição

Inicialmente será necessár i o chave Allen 5 mm, remova os dois parafusos de


despressurizar a linha de alimentação de fixação do tubo distribuidor. Desconecte os
combustível. Para isto, remova o fusível F28 , terminais elétricos dos eletroinjetores e afaste
dê partida no motor e aguarde seu o chicote. Remova o tubo distribuidor e os
desligamento por falta de combustível. Com a eletroinjetores. Para a instalação, lubrifique ,.-..,
linha de alimentação já despressurizada , solte corretamente os anéis de vedação e execute o ..__,
o engate rápido da mangueira de alimentação procedimento inverso.
de combustível ao tubo distribuidor. Com uma

mecânica
2000
lnjeção Ele~

ID Sistema de alimentação de
combustível

desligada após aproximadamente dois


segundos, pois o MC reconhece que não foi
dada a partida , por meio da ausência do sinal
do sensor de rotações e então, por medida de
segurança , desarma o relé. O MC possui uma
estratégia que energiza a bomba sempre que a
chave de ignição for li gada após o
desligamento do motor. Se , entretanto, a chave
for ligada várias vezes consecutivas , sem ser
O Sistema de Alimentação de dada a partida no motor, não necessariamente
Combustível (SAC) compreende todo o a bomba será energizada.
sistema de combustível do veículo, composto
de bomba , filtro , regulador de pressão O filtro de combustível incorpora o
(incorporado ao filtro) , tanque e tubulações. regulador de pressão . A alimentação de
combustível proveniente da bomba (tubulação
A bomba elétrica de combustível opera preta) é feita pela entrada mais externa do filtro .
submersa no combustível , localizada no O retorno de combustível para o tanque
interior do tanque. Bombeia o combustível até (tubulação azul) sai do regulador de pressão,
os eletroinjetores e mantém a linha de localizado na parte central da face traseira do
combust íve l pressur izada durante o filtro .
funcionamento do motor.
O prazo recomendado para a troca é
A bomba é alimentada pelo relé de 30.000 Km , e a direção do fluxo indicada no
principal , quando a chave de ignição é ligada. corpo do filtro deve ser obrigatoriamente
Se não for dada a partida no motor, a bomba é mantida .

Valores característicos do sistema de alimentação

Pressão de operação 3 [bar]


Vazão 1,9 [1/min]

Sintomas em caso de falhas

r Baixa pressão na linha de alimentação funcionar, o motor não terá suprimento de


de combustível gera falhas em acelerações e combustível e não entrará em funcionamento .
perda de potência. Caso a bomba deixe de

mecâftica
2000
lnjeçãoEI~
Circuito elétrico

c Sorne 23 do
relé principal
"ª"
T4 /T6
Bomba de
combustível

Circuito hidráulico

Regulador de
pressão
linha de retorno linha de aumentação
---+

---+
linha de alimentação Filtro de
combustível
Tanque
Eletroinietores

-
Raciocínio para manutenção

Verifique, antes de executar testes elétricos no sistema, se o filtro de combustível foi devidamente
substituído no prazo correto e se o mesmo não está entupido. Assegure-se de que não existam
--
obstruções ao longo das tubulações de alimentação, que possam conduzir a eventuais erros no
diagnóstico. Se não existirem também vazamentos externos, inicie pelo teste de tensão de
alimentação da bomba de combustível (teste 3). ,.......

~~
~?__A__te_n_s_ã_o_d_e_a_li_m_e_n_ta_ç_ã_o_e_s_t_á _c_or_r_et_a_(_te_s_t_e_3_)?_. __________________________ ~
0 Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente e que a
falha não está em seu circuito de alimentação elétrica. Se a bomba não é acionada ,
inspecione seu terminal elétrico, pois possivelmente seu motor elétrico está
danificado ou travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, os
testes hidráulicos são necessários. Realize, neste caso, o teste de vazão de
combustível (teste 1). r1Jl
~ A vazão de combustível medida está correta (teste 1)? ~ -

mecânica
2000
lnjeçãoE~

• ~ Para executar o teste de vazão de combustível, é necessário


despressurizar a linha de alimentação de combustível. Remova o fusível
F28, dê partida no motor e aguarde seu desligamento por falta de
combustível. Desligue a chave de ignição e reinstale o fusível F28.
Desconecte o terminal elétricoAdo MC e faça um curto entre o borne 26 do
chicote do MC e a massa. Levante o veículo e solte a tubulação de entrada
de combustível no filtro (mangueira preta) . Prepare um recipiente graduado
para recolher o combustível e solicite a um ajudante para ligar e desl igar a
chave de ignição nos intervalos de tempo cronometrados. Instale na
tubulação um manômetro com válvula reguladora e ajuste a pressão para 3
bar. Uma vez estabelecida a leitura de 3 bar no manômetro , realize a
medição da vazão .
0 Sim , está correta . Isto indica que a bomba está operando corretamente.
Contudo , ainda é necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e
regulador de pressão). Aproveite e realize o teste de pressão de operação
para testar o restante do circuito (teste 2). r;;.;-1
~ A pressão de operação está correta (teste 2)? ~

Aproveitando a linha de alimentação já despressurizada no teste


anterior, reinstale a tubulação de entrada do filtro e solte a
tubulação de saída, após o filtro. Instale o manômetro em série na
linha de alimentação após o filtro , com a válvula estranguladora
totalmente aberta (se houver). Ligue a chave de ignição e faça a
leitura da pressão.
Após o teste, despressurize novamente a linha, remova o
manômetro, desfaça o curto entre o borne 26 do chicote do MC e a
massa e reconecte o terminal elétrico do MC.
~ Sim , está correta. O circuito hidráulico está em ordem . Se os
sintomas de falta de combustível persistirem , inspecione a linha
de alimentação para verificar vazamentos ou dobras. Teste
também os eletroinjetores.
~ Não, está incorreta ou não há pressão. Este resultado indica que
provavelmente o regulador de pressão está danificado.
lnspecione-o e se estiver danificado, substitua-o.
(1\;1 O regulador de pressão pode ser adquirido
~ independentemente do filtro de combustível.
~ Não, a vazão está incorreta. Neste caso a bomba não pode alimentar o
motor adequadamente. Os valores de vazão da bomba abaixo dos
apresentados são indicativos de falha iminente, e a substituição da bomba
é aconselhada.
Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito
no chicote. Verifique o funcionamento do relé principal e do fusível F28. Estes
componentes são responsáveis pelo controle e pela proteção da linha de
alimentação elétrica da bomba. ~
~ Os componentes citados estão em ordem? ~
Sim, estão perfeitos . Verifique então se o MC está aterrando o relé principal
quando é dada a partida no motor. Sem o sinal de aterramento, o relé não
será atracado e os componentes não serão energizados. (Oriente-se pelo
diagrama elétrico).
~ O teste do sinal de aterramento do MC apresentou resultado l7l
correto? ~

-
meca~a1ca
.
2000
lnjeçãoE~ -

Sim, apresentou resultado correto. Então verifique e limpe os


contatos elétricos do saquete do relé principal e do MC.
lnspecione o chicote elétrico. Se o MC estive r enviando sinal de
aterramento ao relé , identifique a causa do seu não atracamento.
Oriente-se pelo diagrama elétrico apresentado no fina l desta
edição.
~ Não existe sinal de aterramento. lnspecione o relé principal. Faça
o teste de continuidade no fio de acionamento do re lé principal ,
-;

oriente-se pelo diagrama elétrico. Se estiver em bom estado , -.


suspeite do MC. Embora pouco provável , o MC pode não estar
aterrando o relé , ou mesmo não estar sendo alimentado.

Não, não estão em ordem . Substitua o componente defeituoso e identifique


a causa de sua avaria. No caso de fusíveis queimados, verifique todo o
chicote elétrico, procure por sinais de mau isolamento ou curto-circuito, que
possa ter ocasionado a queima do fusível. Oriente-se pelo diagrama
elétrico.

Teste 1 - Vazão de combustível


Instale o manômetro na linha de alimentação antes do filtro de combustível.
Regulador da
pressão
linha de retorno linha da alimentação
+- -+

Filtro de
combustível

EletroinJetores

1.9 L/min

A vazão deve ser medida com a pressão de trabalho, ou seja , 3 [bar]. Para isso , use a válvula -.
-
estranguladora do manômetro.

Teste 2 - Pressão de combustível


Instale o manômetro na linha de alimentação após o filtro de combustível.
Regulador de
pressão
linha de retorno linha de alimentação
+- -+

Filtro de
combustível

Manometro Eletroinietores

.
-
meccuuca
2000 _,
lnjeçãoE~
Teste 3 - Tensão de alimentação

A bomba de combustível é alimentada pelo relé principal, sendo assim, para medir a tensão
de alimentação, é preciso conectar o borne 26 do chicote do MC à massa para atracar o relé
r
principal.

,_... Procedimento para substituição

Substituição da bomba: Substituição do filtro:


Inicialmente será necessário Despressurize a linha de alimentação de
despressurizar a linha de alimentação de combustível e solte as tubulações de entrada ,
combustível. Remova o fusível F28, dê partida saída de retorno. Afrouxe a braçadeira de
no motor e aguarde seu desligamento. fixação e remova o filtro. Para instalação,
Desligue a chave de ignição, levante o assento execute o procedimento inverso.
do banco traseiro e remova os parafusos da
tampa metálica de proteção da bomba de Substituição do Regulador de
combustível. Desconecte o terminal elétrico e Pressão:
as tubulações de alimentação e retorno de
.--- combustível. Usando preferencialmente Remova inicialmente o filtro de
ferramenta específica, gire a porca plástica de combustível, como recomendado acima.
que fixa a bomba ao tanque no sentido anti- Utilizando uma chave defenda, retire a trava de
horário. Retire a porca e remova a bomba. Ao fixação do regulador de pressão. Puxe o
r-- instalar a nova bomba, execute o procedimento regulador e remova-o. Ao instalar um novo
inverso . regulador, execute o procedimento inverso.

Consulte a seção "Sistema de alimentação de combustível e recuperação de vapor" para ver


as ilustrações detalhadas.

-
mecan1ca .
2000
lnjeção E/~ -

,.....
Controla fluxo de vapor de combustível (purga)
gerado no tanque, direcionando-o para o
canister (filtro de carvão ativado) ou para o
coletor de admissão, durante os vários regimes
de funcionamento do motor, evitando a
poluição atmosférica por hidrocarbonetos e
contribuindo para a economia de combustível.
É alimentada pelo relé principal e controlada
pelo MC. Quando aberta, permite a passagem
do vapor de combustível proveniente do
tanque para o coletor de admissão, para ser
incorporado à mistura ar/combustível. Quando
fechada, os vapores são direcionados para o -
canister, onde são absorvidos no filtro de ......,
carvão ativado.

Sintomas em caso de falhas

A CANP do Golf produz um ruído do canister afeta muito pouco o funcionamento


característico, audível mesmo em marcha do motor. Seus sintomas são imperceptíveis a
lenta. Recomendamos que o reparador se olho nu .Aiuzdo EPC no painel de instrumentos _
familiarize com este ruído, porque sua não identifica falhas na CANP. A interrupção do
ausência é um indicativo de i natividade. O mau seu circuito elétrico pode ser identificada ,....,
funcionamento da válvula de controle de purga através do scanner.

Circuito elétrico

MC

Válvula d~ purga
do camsler

mecânica
2000
lnjeção~

Raciocínio para manutenção

,......_, Seu teste requer o uso da bomba de pressão para verificar sua estanqueidade. Apenas o teste de
resistência elétrica é inconclusivo, pois não verifica o estado de seu mecanismo interno. Para
verificar seu funcionamento , inicialmente certifique-se de que o relé principal (responsável pelo
controle de sua linha de alimentação) e o fusível F43 (que protege seu circuito elétrico) estejam em
ordem. Realize inicialmente o teste de funcionamento da eletroválvula (teste 1).

~ A CANP funciona correta mente (teste 1)? cr;::::J


'-=T"-------~
~ Sim, a eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Realize o teste de
alimentação da eletroválvula CANP (teste 2) .
[;! ACANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)? ~
la Sim, está sendo corretamente alimentada. Verifique então a continuidade do
fio de aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico . ~.:

[11 O chicote elétrico está em ordem? ~

• Sim , o chicote está perfeito . Conclu i-se que o ci rcuito elétrico da


válvula CANP está funcionando corretamente e que a própria
válvula possui defeito interno.
~ Não. O chicote apresenta rompimento ou curto-circu ito. Procure
~ sanar a avaria ou substitua o chicote .

~
~ Não há alimentação para a CANP. lnspecione novamente o fusível F43 ,
assim como o relé principal. Confira o chicote elétrico de alimentação, teste
sua continuidade e verifique a existência de curto-circuito, conforme o
diagrama elétrico.
IIi] Não. Neste caso é necessário substituir a CANP.

Teste 1- Funcionamento da CANP

Aplicar e manter uma pressão de -200 [mmHg].

MC
RXNM ~
~

Válvula d~ purga
do can1ster

Aeletroválvula CANP deve apresentar estanqueidade.

r
~------------------------------------------------~~---
mecânica
2000
lnjeçãoE~ -

Aplicar o positivo da bateria no componente 1 da CAN P e


o negativo no componente 2.

MC

[i J] A pressão (medida no manômetro) deve cair para 0,0 [mmHg] .

Teste 2 - Tensão de alimentação

MC

-
RXNM . -

Válvula d~ purga
do camsler

Bateria

A CANP é alimentada pelo relé principal , sendo assim , para med ir a tensão de alimentação, é _
preciso conectar o borne 26 do chicote do MC à massa para atracar o relé principal.

Procedimento para substituição

Desconecte o terminal elétrico da CANP CANP poucos graus e puxe-a para cima. '"""'
e com um alicate, afaste a braçadeira da Execute o procedimento inverso para instalar
mangueira de vapor. Solte a magueira. Gire a novamente .
lnjeçãoE~

O sistema de ignição é estático (sem


distribuidor). Alimentado diretamente pela
chave de ignição, seu controle de aterramento
eletrônico é feito pelo MC. Uma bobina
alimenta simultaneamente as velas dos
cilindros 2 e 3, e a outra bobina alimenta as
velas dos cilindros 1 e 4.
Gera a alta tensão fornecida às velas
para a produção do centelhamento que dá Todos os controles de avanço, ângulo
início ao processo de combustão. É um módulo de permanência e o ponto inicial de ignição são
composto por duas bobinas de ignição, efetuados pelo MC, através de parâmetros pré-
encapsuladas numa única peça, com apenas definidos em sua memória e por meio de
um conector elétrico. informações fornecidas pelos sensores.

Valores característicos do sistema de ignição

Resistência do secundário 4 a 6 [kQ)


Resistência dos cabos de alta tensão , aprox. 6 [kQ)
Foi a entre os eletrodos da vela 1,0 a 1,1 [mm]
Sintomas em caso de falhas

Caso uma das bobinas apresente normalmente, é notada vibração excessiva. Se


falhas , os sintomas podem ser similares aos de ambas as bobinas deixarem de operar
motor funcionando com apenas dois cilindros. simultaneamente , não haverá centelha em
Pode também apresentar funcionamento nenhum cilindro e o motor não terá condições
irregular, contínuo ou intermitente. A resposta de funcionar. O MC não memoriza falha e nem
aos comandos de aceleração torna-se lenta e, a luz do EPC se acende.

Circuito elétrico

r' MC

~~------------------------------------------------------------------------~------
mecânica
2000
lnjeçãoEI~

Raciocínio para manutenção

Observe antes a condição dos cabos quanto ao ressecamento - que pode ocasionar fugas de
centelha - assim como o estado dos seus terminais. Cabos duros e quebradiços devem ser
substituídos. A presença de agentes químicos nos terminais, como graxa e óleo, também facilita a
fuga de centelha, gerando falhas do motor e levando ao diagnóstico incorreto do sistema de ignição.
-
lnspecione também a bobina , que deve apresentar-se isenta de trincas, deformações ou
aquecimento excessivo.
[à] No sistema de ignição do Golf, a bobina de ignição possui módulo de potência incorporado ao
-
circuito primário, o que impossibilita a realização de qualquer medida de resistência elétrica
nesse circu ito.
~ A centelha está com o aspecto correto (teste 1)? [I]
0 Sim , a centelha é intensa e azulada. Isto demonstra a boa condição da bobina e do
sistema de ignição. Verifique as velas e os cabos. Se necessário, substitua-os
(teste 5).
-
./

~ Não, a centelha é fraca e amarelada . Neste caso, realize o teste de resistência do

-
secundário (teste 2) apenas para verificar se o problema está nessa parte do circuito.

~'-----------~
~ Sim , está correta. lnspecione a ocorrência de superaquecimento.

~ Não. A resistência está fora da faixa especificada . Substitua a bobina , pois


-
a alteração da sua resistência interna afeta a potência da centelha .
~ Não há centelha . Então três possibilidades são prováveis: ausência de alimentação,
ausência de pulsos do MC e bobina danificada. Realize o teste de alimentação
elétrica (teste 3) .

~~
~?__A_a_l_im_e_n_t_aç_ã_o_e_s_ta_· _co_r_re_t_a_(t_e_s_te_3_)_?__________________________ ~ ::

fi) Sim , está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do MC
até a bobina; no MC; ou na própria bobina . Verifique o chicote elétrico. Faça
o teste de pulsos de aterramento para verificar se o MC está comandando a
bobina corretamente (teste 4) .
-
~ Os pulsos estão sendo enviados corretam ente (teste 4 )? í"7l
' - - r - - - - - - - -bU -
~ Sim, estão chegando pulsos à bobina . Então, a falha está na

-
bobina . Substitua-a.
~ Não há pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico ,
entre o MC e a bobina . Oriente-se pelo diagrama elétrico . Verifique
também o sensor CKP, pois sem seu sinal o MC não envia pulsos
de aterramento para a bobina, o que levaria a um diagnóstico
incorreto, pois neste caso o problema não estaria no sistema de
ignição. Por fim , verifique o correto aterramento e alimentação do
MC. Se o CKP estiver em ordem e o chicote do circuito de ignição
-
perfeito, suspeite do MC.
li) Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote de alimentação e
o fusível F29, sempre se orientando pelo diagrama elétrico. Limpe todos os
terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de continuidade e curto-
circuito. Possivelmente a falha está no chicote elétrico.

mecãfllica
2000
lnjeçãoE~

Teste 1 - Centelhamento

Teste 2 - Resistência elétrica

MC

... .
..................... .,. , .... ___
...
..

Teste 3 - Tensão de alimentação

MC
lnjeção E/~ -

Teste 4 - Pulsos de aterramento

MC

• • Bobina de
• • : • •ig.nição

~ Ao dar a a partida, o led verde acende e o vermelho oscila.

Teste 5 - Resistência dos cabos de alta tensão

Resistência dos cabos de alta


tensão

I I I

Curva de resposta da Bobina de ignição


Sinal de acionamento da bobina de
-
I - -1--
I --~--
I DIS FIO 1 1 BAT TRM (-)

Este é o sinal que o MC envia para o módulo de


potência dentro da bobina de ignição. Verifique que
o sinal possui mesma freqüência que o motor:
12,5 [Hz] (f=1/T=1/0,08) em marcha lenta. O motor
está a 900 [rpm] que é igual a 750/60=12,5 [Hz].

Procedimento para substituição

Ao executar o procedimento com o cabos de velas da bobina e retire os 3 -


motor aquecido, use preferencialmente luvas parafusos Torx T- 30 . Remova a bobina, os
de proteção. Inicialmente solte o conector parafusos e o suporte do conjunto. Para
elétrico da DIS . Desencaixe os terminais dos instalação, execute o procedimento inverso.

mecânica
2000
lnjeçãoEI~

Informa ao MC os estados do pedal do freio:


pedal acionado e pedal desacionado. O
interruptor possui duas alimentações: fusível
F13 {alimentação di reta da bateria) e fusível F5
(pós-chave). Com essas informações de freio
aplicado ou não, o MC terá meios de inibir o
acionamento de estratégias de dash pot e com
isto criar uma condição de freio motor quando a
frenagem estiver sendo executada. O
interruptor do pedal de freio também faz o
acionamento das lâmpadas de freio
monitoradas pela central.

Sintomas em caso de falhas

Como o interruptor do pedal do freio comportamento do motor. Uma maneira


atua principalmente no controle do dash-pot, simples e eficaz de identificar seu não
,.-.... as falhas que podem ocorrer serão funcionamento é observar se as luzes de freio
praticamente imperceptíveis no estão acendendo quando o pedal é acionado.

,.-.... Circuito elétrico

MC

Fusível FS ))--;..:PRI
-"'AZ-=--~
Fusível F 13 ),)--V
.:..:;M"'-'
/M:::.R;....._tiJ---'-'>----1

Interruptor qo pedal
de fre1o

mecânica
2000
lnjeçãoE~
Raciocínio para manutenção

r?] As luzes de freio acendem quando o pedal é acionado (chave de ignição ligada)?

Sim . As luzes acendem. Isso não prova que o MC está recebendo o sinal do IPF. ,-.
Realize o teste de resposta dinâmica (teste 1).
Não. Nenhuma das luzes acende. Verifique os fusíveis F5, F13 e faça o teste de
resposta dinâmica do interruptor (teste 1). Verifique, por segurança, o circuito das .-..,
luzes de freio, pois seu chicote pode estar rompido em algum ponto.
lt7dl A resposta dinâmica do IPF está correta (teste 1)? ~
~ Sim, está correta. Verifique a continuidade no chicote para certificar-se que
o MC está recebendo o sinal do IPF.
!tJ
Não, a resposta dinâmica está incorreta. Realize o teste de resistência
(teste 2).

~ O interruptor é composto de duas partes e possui duas posições distintas.


Uma trava desloca um cilindro em relação ao outro. Ao se remover o
sensor é normal que este saia do seu alojamento na posição em que não
está ativo. Isto impossibilita o teste de resistência. Por esta razão, para
evitar erros, MECANICA 2000 recomenda que o teste de resistência seja ,......,
executado com o interruptor instalado em seu local de trabalho.
~ A resistência elétrica do interruptor está correta (teste 2)? ~
~----~ Sim , está correta. lnspecione os terminais do interruptor e sua
-
fixação. O IPF está em ordem.
Não, está incorreta . Substitua o IPF, pois está danificado. -
Teste 1 - Resposta de tensão

Interruptor 1: 0,0 [V) Pedal de freio solto


Interruptor 2: 12,6 [V]

MC

Bateria

mecãfttca .......,
2000
lnjeçãoEI~

Interruptor 1: 12,6 [V] Pedal de freio pressionado


Interruptor 2: 0,0 [V]

MC

Bateria

Teste 2 - Resistência elétrica

Interruptor 1: oo (circuito aberto) Pedal de freio solto


Interruptor 2: 0,0 [O] (circuito fechado)

MC

Pedal de freio pressionado


Interruptor 1: 0,0 [O] (circuito fechado)
Interruptor 2: oo (circuito aberto)

MC

mecânica
2000
lnjeção E/~ --.

Curva de resposta do interruptor do pedal de freio

__,__
I I
I IPF FIO 4 I BAT TRM (-)

O sinal está estável em 0,0 [V] . Quando o pedal do


freio é acionado, o sinal sobe até 12 [V]. Quando o
pedal é solto, o sinal volta a descer até os 0,0 [V].

I __,__ I __,__
I IPF FIO 3 I BAT TRM (-)

O sinal está estável em 12 [V] . Quando o pedal do


freio é acionado, o sinal desce até 0,0 [V] . Quando o
pedal é solto, o sinal volta a subir até os 12 [V].

Procedimento para substituição

Para ter acesso ao sensor, é elétrico, gire o interruptor no sentido anti-


necessário remover a proteção plástica inferior horário e remova-o . Na instalação, certifique-
do painel, logo acima dos pedais, utilizando se de que o interruptor esteja na posição de
uma chave Torx T-20. Desconecte o terminal atuação após a montagem.

mecânica
2000
lnjeção Ele~

É um interruptor que informa ao MC sobre o


acionamento do pedal de embreagem . É
alimentado através da chave de ignição. Assim
como o IPF, sua função influencia o controle do
Dash-pot, juntamente com os sensores CKP e
VSS .

Sintomas em caso de falhas


O funcionamento da embreagem em alguma falha, de forma que dificilmente o
nada será afetado caso o CPP apresente condutor perceberá seu mau funcionamento.

Circuito elétrico

MC

PRIAZ
Fusível F5 >

Interruptor do pedal
de embreagem

Raciocínio para manutenção

~~
.?__A__re_s_p_o_s_ta_d_i_na_-m__ic_a_d_o_c__P_P_e_s_ta_·c_o_r_re_t_a_(t_e_s_te__1_)?________________________ ~
0 Sim, está correta . Verifique a continuidade no chicote para certificar-se de que o MC
está recebendo o sinal do CPP.
Não, a resposta dinâmica está incorreta. Realize o teste de resistência (teste 2).

~ A resistência elétrica do interruptor está correta (teste 2)? ~


O interruptor é composto de duas partes e possui duas posições distintas.
Uma trava desloca um cilindro em relação ao outro. Ao se remover o
sensor é normal que este saia do seu alojamento na posição em que não
está ativo . Isto impossibilita o teste de resistência. Por esta razão, para
evitar erros, MECANICA 2000 recomenda que o teste de resistência seja
executado com o interruptor instalado em seu local de trabalho.
-
meca1uca .
2000
lnjeçãoE~

Sim, está correta. lnspecione os terminais do interruptor e sua fixação. O -


CPP está em ordem .
Não, está incorreta . Substitua o CPP, pois está danificado.

Teste 1 - Resposta de tensão

Pedal de embreagem solto

MC

Bateria

Pedal de embreagem pressionado

MC

Teste 2 - Resistência elétrica

Pedal de embreagem solto -


MC

mecânica
2000
lnjeçãoEI~

Pedal de embreagem pressionado

MC

Curva de resposta do interruptor do pedal de embreagem

I --~-- I
1 CPP FIO 2 I BAT TRM (-)

O sinal está estável em 12 [V] . Quando o pedal


de embreagem é acionado, o sinal desce até
0,0 [V]. Quando o pedal é solto , o sinal volta a
subir até os 12 [V] .

Procedimento para substituição

Para ter acesso ao sensor, é elétrico , gire o interruptor no sentido anti-


necessário remover a proteção plástica inferior horário e remova-o. Na instalação, certifique-
do painel , logo acima dos pedais , utilizando se que o interruptor esteja na posição de
uma chave Torx T-20 . Desconecte o terminal atuação

mecânica
2000
lnjeção E/~ -.
-
16> Sensor de velocidade
'~~ ----
Localização do sensor VSS : fixado na
carcaça do diferencial

-
Informa ao MC a velocidade do veículo , através
da freqüência de pulsos elétricos enviados ao
ele . É um sensor que opera segundo o _
pri nc ípio do efeito HALL . O sensor é
al imentado pela chave de ignição .

Valores característicos do sensor VSS

.. 10 11
20 22
30 31
40 41
50 51
60 61

70

I
Jv
60 Jt
'

50
'N
I
";; 40 ./
.~
'(3
c
cQJ

'6- 30

~~
~
LL

20

10 .L
o
o 10 20 30 40 50 60
Velocidade [km/h]

mecânica _.-..
2000
lnjeçãoEI~

Sintomas em caso de falhas

Se o VSS de ixar de atuar, o no painel de instrumentos . Em caso de


r ve locímetro do veiculo se tornará inativo. interrupção do circu ito elétrico, a lâmpada EPC
Observe também se existe discrepância entre permanece apagada e não será reg istrada
r- ' a real velocidade do veículo e aquela indicada falha identificável pelo scanner.

r Circuito elétrico

r
/'
r
BRIAZ
~
Fusível F7 )

MR

Sensor de velocidade
T3 ~
Painel de
instrumentos

r
r
Raciocínio para manutenção
r.
lrn O sinal de resposta do VSS está correto (teste 1)? fi]
~ Sim , o sinal está correto . Significa que o sensor está operando corretamente . Ape nas
verifique o chicote elétrico para certificar-se de que o sinal está chegando ao MC . Se
não forem notadas falhas no chicote, o VSS está em ordem .

/' [i!1 Não, o sinal está incorreto. Realize o teste de alimentação para confirmar se o sensor
está sendo alimentado (teste 2).
/'

r ~ A alimentação do VSS está correta (teste 2)? ~


/' Sim, o sensor está sendo alimentado corretamente . Isto indica falha no
sensor, pois sua alimentação está perfeita e o sensor não envia sinais
corretamente. Verifique a fixação e as condições mecânicas do sensor. Se
/' estiverem em ordem , substitua o sensor.
r
Não há tensão de alimentação. Está identificada a causa da ausência de
r resposta do sensor, pois sem alimentação, o VSS não gera sinal de
'
resposta. Neste caso, verifique o fusível F7 e todo o ch icote de alimentação.
Oriente-se pelo diagrama elétrico de MECÂNICA2000 .

.. mecânica
2000
lnjeçãoE~

Teste 1 - Resposta de freqüência

Freqüência esperada para a velocidade de 20 [km/h]

Painel de
instrumentos

Teste 2 - Tensão de alimentação

8
o-
RJ_AZ_ _,.~[28 A I 0
Sensor de velocidade

Painel de
instrumentos

Curva de resposta do sensor de velocidade

Freqüência de resposta do sensor VSS


(velocidade 20 [km/h])

I --~-- I1 --~--
1 VSS FIO 2 VSS FIO 3

Cada pulso significa a passagem por um dente da


roda fônica. A freqüência do sinal é
aproximadamente 22[Hz] (f=1/T=1/0 ,045). A
amplitude do sinal é de 12 [V].

Procedimento para substituição

Para remover o sensor de velocidade é chave Torx T-40. Para retirar o sensor de seu
necessário desconectar seu terminal elétrico e alojamento basta puxá-lo para cima . Para r
soltar o parafuso estriado de fixação, com uma instalação, siga a seqüência inversa.

mecânica ~
2000
--

r

n
/) MC
Teste a ser realizado

Teste de alimentação do MC
- -1--
MC CH 15
MC CH 27
MC CH 02
--
massa
massa
BAT CH (-)
Valores ideais
>11,5[V]
>11 ,5[V]
o,o a 1,0 [ n 1
Teste do aterramento do MC
MC CH 28 BAT CH (-) 0,0 a 1,0 [ n 1
r Tensão de resposta HEGO FI04 HEGO FIO 3 100 a 900 [ mV ]
HEGO Tensão de alimentação HEGO CH 1 TRM (-) >11 ,5(V ]
Resistência elétrica do sensor HEGO CP 1 HEGO CP 2 8,5 [O]
Tensão de reposta ECT FIO 3 ECT FI04 Pag . 89
ECT Tensão de alimentação ECTCH 3 ECT CH 4 4,7 [V ]
Resistência do componente ECTCP 3 ECTCP4 Pag. 88
Tensão de resposta (temperatura do ar) CMD FIO 2 CMD FIO 1 Pag. 93
Tensão de alimentação CMD CH 2 CMD CH 1 4,7 [V]
CMD Tensão de alimentação CMD CH 3 CMD CH 1 4,8 a 5,2 [V]
Resistência elétrica do sensor CMD CP 2 CMD CP 1 Pag. 92
Tensão de resposta (pressão do coletor em aprox. 1 [V]
CMD FI04 CMD FIO 1
marcha lenta)
Tensão de resposta SPA FIO 4 SPA FIO 3 Potenc. 1 : 0,72 [V]
(pedal não pressionado) SPA FIO 6 SPA FIO 5 Potenc. 2 : 0,35 [V]
Tensão de resposta SPA FIO 4 SPA FIO 3 Potenc. 1 : 3,93 [ V]
(pedal pressionado) SPA FIO 6 SPA FIO 5 Potenc. 2 : 1,98 [ V ]
SPA Tensão de alimentação do potenciômetro 1 SPACH 2 SPACH 3 4,8 a 5,2 [V]
Tensão de alimentação do potenciômetro 2 SPACH 1 SPACH 5 4,8 a 5,2 [V]
Resistência do potenciômetro SPACP4 SPA CP 3 Potenc. 1 : 1,25 [ kn ]
(pedal não pressionado) SPA CP 6 SPA CP 5 Potenc. 2 : 1,19 [ kn ]
Resistência do potenciômetro SPACP4 SPA CP 3 Potenc. 1 : 2,19 [ kn]
(pedal pressionado) SPA CP 6 SPA CP 5 Potenc. 2 : 1,85 [ kn 1
Tensão de resposta ETC FIO 1 ETC FIO 6 Potenc. 1 : 0,7 [V]
(borboleta fechada) ETC FIO 4 ETC FIO 6 Potenc. 2 : 4,2 [ V]
Tensão de resposta ETC FIO 1 ETC FIO 6 Potenc. 1 : 4,4 [V ]
(borboleta aberta) ETC FIO 4 ETC FIO 6 Potenc. 2 : 0,5 [V ]
ETC Freqüência de acionamento do motor CC ETC FIO 3 ETC FIO 5 2 [ KHz]
Tensão de alimentação dos potenciômetros ETC CH 2 ETC CH 6 4,8 a 5,2 [V]
Resistência do potenciômetro ETC CP 1 ETC CP 6 Potenc. 1 : 0,9 [ kn]
(borboleta fechada) ETC CP4 ETC CP 6 Potenc. 2 : 1,4 [ kn ]
Resistência do potenciômetro ETC CP 1 ETC CP 6 Potenc. 1 : 1,5 [ kn ]
(borboleta aberta) ETC CP4 ETC CP 6 Potenc. 2 : 0,5 [ kn ]
KS Resposta dinâmica (bater levemente no Variação da tensão
KS CP 1 KS CP2
sensor KS) alternada

mecânica
2000
lnjeçãoEI~


CMP

CKP
Teste a ser realizado
Tensão de alimentação
Resposta dinâmica
Tensão de alimentação
Resposta dinâmica
Resistência elétrica do eletroinjetor
Procedimento

CMP CH 1
CMP FIO 2
CKP CH 1
CKP FIO 2
INJ CP 1
CMP CH 3
CMP FIO 3
CKP CH 3
CKP FIO 3
INJ CP 2
Valores ideais
4,8 a 5,2 [V]
Pag . 113
4 ,8 a 5,2 [V]
Pag . 116
14 [ O ]
INJ
Tensão de alimentação INJ CH 1 massa >11 ,5[V]
Pressão da bomba de combustível - Manômetro instalado na linha
aprox. 3 [ Bar]
em marcha lenta de alimentação
SAC Vazão da bomba de combustível Antes do filtro de combustível aprox . 1,9 [ 1/min ]
Tensão de acionamento da bomba BOMBA CH 1 BOMBA CH 4 >11 ,5[V ]
CANP Tensão de alimentação CANP CH 1 massa >11,5[V]
Tensão de alimentação DIS CH 2 DIS CH 4 >11 ,5[V]
DIS Resistência elétrica dos terminais de alta AT 1 AT 4 aprox. 5,4 [k O ]
tensão AT 2 AT 3 aprox. 5,4 [k o ]
Tensão de resposta IPF FIO 4 massa O [V]
(pedal não pressionado) IPF FIO 3 massa >11,5[V]
Tensão de resposta IPF FIO 4 massa >11 ,5[V]
(pedal pressionado) IPF FIO 3 massa O [V]
IPF
Resistência do componente IPF CP 1 IPF CP 4 circuito aberto
(pedal não pressionado) IPF CP 3 IPF CP 2 continuidade O [O]
Resistência do componente IPF CP 1 IPF CP 4 continu idade O [O]
(pedal pressionado) IPF CP 3 IPF CP 2 circuito aberto
Tensão de resposta (pedal não pressionado) CPP FIO 2 massa >11,5[V]
CPP
Tensão de resposta (pedal pressionado) CPP FIO 2 massa o [V]
Resistência do componente (peda l não
CPP CP 2 CPP CP 3 continuidade O [O]
pressionado)
Resistência do componente (peda l
pressionado) CPP CP 2 CPP CP 3 circuito aberto
Tensão de alimentação VSS CH 1 VSS CH 3 >11 ,5[V]
vss Resposta dinâmica VSS FIO 2 VSS FIO 3 Pag. 142

-
Todos os fundamentos básicos
da eletl6nica 8lllbarcada e da
eletricldade ....,. ,.,.,.,.,.,
de estudo essenclall

Estudo de
Eletrícídade básica
Sistemas~

Motor EA111 MC

Sistema BR

BOSCH ME Z5.10 MRIAZ


MRIBR
Entenda a simbologia da MECÂNICA 2000 VM/BG
para o diagrama elétrico :
Número do teste onde você Conjunto Medidor
de Densidade
lfl.= aprenderá tudo sobre o
~ componente
\1__ Abreviação do nome do
componente
L Numeração do conector
Válvula d~ purga - Descrição da função
do camster do componente

Conector elétrico auxiliar


e sua numeração
Sensor de posição
do comando
o
1'-1
~_
QQD - - Numeração do fusível
Sornes do fusível indicando
a posição dele em relação
VM/BG Lri
BR ~
ao veículo.
~M~R/
~AZ~----~'1~--------. 67
SUPERIOR (SUP) Sensor de posição da
árvore de mamvelas
LU
:E
AZNM :X:
RX/AM (.)
Sensor de temperatura V)
do líq. de arrefecimento
o
Cores dos fios : CXl
MR marrom
Pontos de alimentação: VM vermelho

o Alimentação via relé principal


PR
BR
preto
branco

e Alimentação pós-chave
VD
CZ
verde
cinza

e Alimentação via fusível MF2


AM
BG
VT
RX
amarelo
bege
violeta
roxo
MRIAZ
RX

A cor dos números dos bornes do MC tem um RX/VM


significado. Aprenda o significado de cada cor: VMND

~ Verde indica o sinal do componente MRIAZ


AZ/BR
Vermelho indica a alimentação
do componente
Borboleta
motorizada
Sistemas E~

MC

e, --
--
r

-
~
""
(
e
o
1"-1•
1.0 ~
~ VM/RX

r
LLI Eletroinjetor
1 -..
:E VM/RX

:X:
(.) VM/RX
[§D
,o ,......,
(J) ,.......,
o Eletro~njetor
r
CC VM/RX
~

C@]
AZJAM
ANT

Válvula d~ ~urga
do cams er
AZJVM
;""<...

r
r

-
Sensor de
Oxigênio

@]
MRIBR AZJVM
POS

T4rT6 Bomba de
combustível

-.

G 1~
-
meca1uca . -
2000
Sistemas~

MC Ba.---..-------ic Sorne 2 do pressostato do AJC


AMND L-----cc Sorne A2 do Módulo do sistema
de arrefecimento
BRIAZ
CZIVM ·----------<c Sorne 2 do alternador
CZJAZ 1-~-------<c Sorne A3 do Módulo do sistema
de arrefecimento
MRIAZ
CZJBR
·-----.-----<c Sorne 1 do controlador do AJC
L-----cc Sorne A8 do Módulo do sistema
de arrefecimento
Sensor de posição do
r pedal do acelerador

"f T3

Interruptor do pedal
de fre1o

0
r

Sensor de velocidade

CAN LOW
Imobilizador
Sinal de velocidade
(
f) Alimentação via relé principal

Q Alimentação pós-chave

~8
:g~
Q) c:
e Alimentação via fusível MF2

§~ T
ü '6 T4/T6

mecâflllca
2000
01-0 motor que equipa o Golf 1.6 atual é o: 08-A ausência de centelha nas velas pode ser
a)EA - 113; ocasionada, exceto, por: ,......
b)EA - 111 de8válvulas; a)Fusível F28 aberto (queimado), o que impede a
c)AP 1.6 Total Flex;
d)EA - 111 de16válvulas.
alimentação da bobina;
b)Sensor CKP danificado, fazendo com que o MC
não envie pulsos de aterramento à bobina ;
-
02-Em relação ao relé principal , é incorreto afirmar: c)Fusível F29 aberto (queimado), o que impede a

-
a)Ai imenta a válvula de purga do canister, os alimentação da bobina;
eletroinjetores e a bomba de combustível ; d)Bornes 57 e 71 do MC danificados ou quebrados.
b)É alimentado pela chave de ignição e aterrado
eletronicamente pelo pino 26 do MC; 09-Qual o torque de aperto dos parafusos do
cabeçote? -
c)Em caso de falhas sua função será suprida pela
estratégia de emergência (recovery) ; a) 40 Nm na primeira etapa e 120° na segunda;
d)Sua ausência impede o funcionamento do motor. b) 60 Nm em 3 etapas ;
c) 105 Nm com o motor frio e 115 Nm com o motor -.
aquecido ;
03-Se o motor do Golf não entra em funcionamento
d) 30 Nm + 90° + 90°.
ao ser dada partida no motor, os seguintes itens
podem ser causas, exceto:
10-Se a resposta de temperatura do CMD acusa 1,7
a) SensorCKP danificado ou desconectado; volts, significa que:
b) Sensor CMP danificado ou desconectado; a)A temperatura no interior do coletor é de 20°C;
c) Bomba de combustível inoperante; b)O sensor está danificado;
d) Bobina de ignição danificada. c)A temperatura no interior do coletor está
provavelmente entre 30°C e 40°C;
04-Qual destas opções não apresenta característica d)O CMD não apresenta qualquer defeito e não há
técnica do Golf 1.6? necessidade de prosseguir com os testes.
a)Motorcom balancins roletados;
b)Sistema de injeção eletrônica multiponto, com 11-Se a resposta de pressão do sensor CMD acusa ,.....,
sensor de fase via software; 2,0 volts , significa que:
c)Coletor de admissão em plástico e comando de a)A depressão no interior do coletor está -
válvulas acionado por correia dentada; provavelmente entre 100 mmHg e 200 mmHg;
d)Borboleta de aceleração eletrônica (drive-by- b )O sensor está danificado;
wire) . c)Adepressão no interior do coletor é de 200 mmHg; -
d)A depressão no interior do coletor está
05-Qual o fabricante do sistema de injeção provavelmente entre 200 mmHg e 300 mmHg . -
eletrônica do Golf?
a) Magneti Marelli ; 12-0 que aconteceria ao funcionamento do motor se ""'
b)Visteon; o terminal elétrico do sensor de posição do pedal do
c) Bosch ; acelerador for desconectado? "
d) Delphi . a)O motor não entraria em funcionamento ;
b)A rotação da marcha lenta sobe para 2600 rpm,
para permitir o deslocamento do veículo até uma ,...
06-Para remover o cabeçote do motor, os seguintes
oficina;
procedimentos são necessários, exceto:
c)O motor não responde aos comandos de -
a) Remover o motor do veículo ;
aceleração e a borboleta motorizada torna-se
b) Remover um dos suportes de fixação do motor; inoperante;
c) Remover a correia dentada de distribuição;
d)Obedecer rigorosamente a seqüência de
desaperto dos parafusos.
d)Nenhum sintoma perceptível.

13-Para assegurar a operacionalidade do sensor


CKP, devem ser testados:
-
07 -Na substituição da junta do cabeçote, devem ser a) Resistência de resposta e corrente elétricas;
tomados os seguintes cuidados , exceto: b) Corrente de alimentação e tensão elétricas ;
a)Utilizar novos parafusos para a instalação do c) Freqüência de resposta e se necessário, tensão r
cabeçote ; elétrica de alimentação;
b)Aplicar "junta líquida" na face superior do d) Resistência elétrica e freqüência de resposta .
cabeçote, na superfície de assentamento da tampa
do comando de válvulas; 14-0s eletroinjetores do Golf injetam combustível:
c)Substituir os tuchos e os balancins, devido ao a) Diretamente nos dutos de admissão do cabeçote ;
assentamento individual destes componentes; b) No coletor de admissão feito em plástico;
d)Utilizar sempre nova junta metálica na c) No interior da câmara de combustão (GDI);
reinstalação do cabeçote . d) No corpo de borboleta, logo acima da borboleta de
aceleração.

mecânica
2000
15-É função da eletroválvula de purga do canister 22-0 sensor de velocidade do veículo (VSS) é do
r- (CANP): tipo:
a)Permitir a liberação dos vapores de combustível a) Hall;
do tanque para a atmosfera, para possibilitar a b) Piezoelétrico;
,.....,_ aeração do tanque; c) Indutivo;
b)Efetuar o controle da vazão dos vapores de d) Capacitivo.
combustível originados no tanque, retendo-os no
filtro de carvão ativado ou direcionando-os para o
23-0 Golf 1.6 possui :
/"-. coletorde admissão;
a) Direção eletro-hidráulica;
c)lnterromper o fluxo de combustível em caso de
b) Borboleta motorizada (Drive-by-wire );
" ' acidente;
d)Recircular os vapores de combustível já c)Distribuição mecânica por corrente de
r queimados, visando melhorias na emissão de sincronismo;
d) Motor com bloco de Alumínio.
hidrocarbonetos.
!"""'
16-Qual o valor da resistência elétrica entre os 24-Caso o fusível que protege o circuito da DIS se
r terminais de alta tensão da OIS? queime, o que provavelmente acontecerá?
r a)4a6[V] ; a)Não haverá centelhamento nas velas, o que
impedirá o funcionamento do motor;
b)4a6[n];
b)O circuito será alimentado por uma linha paralela,
c)4a6[kn]; para garantir que o usuário consiga chegar até uma
r- d) 0,4 a 0,6 [n] . oficina ;
c)Acenderá a luz de anomalia no painel de
17-Em relação ao sensor de detonação, é correto instrumentos;
afirmar: d)Não existe fusível neste circui to, pois a DIS é
,r a)É alimentado pelo MC; alimentada di reta mente pelo MC.
b)É alimentado pelo Relé Principal;
c)Não é alimentado; 25-0s bornes 71 e 79 do MC realizam ,
( d)Não é alimentado, mas possui uma resistência respectivamente :
interna de aquecimento, pois só começa a operar a) A alimentação de todos os eletroinjetores e o
r em temperaturas superiores a 300°C. aterramento eletrônico do eletroinjetor 3;
b) O aterramento eletrônico do circuito primário da
18-Em um veículo cujos eletroinjetores estão sendo bobina de ignição e do eletroinjetor 1
testados, foi verificado que a resistência interna e a c) A alimentação de todos os eletroinjetores e o
alimentação estão corretas. Para concluir o teste, aterramento eletrônico do circuito eletroinjetor 1;
ainda é necessário testar: d) O aterramento de todos os eletroinjetores e a
a)A temperatura de operação dos 4 eletroinjetores; alimentação do circuito primário da bobina de
r b) A resistência entre 2 eletroinjetores, para verificar ignição.
a existência de curto-circuito;
c)A freqüência de operação da DIS; 26-0s bornes 62, 54 e 60 do MC fazem ,
d) Os pulsos de aterramento enviados pelo MC. respectivamente, a alimentação, o aterramento
I eletrônico e recebem sinal do seguinte componente :
( 19-Em marcha lenta, a resposta de freqüência do a) Bobina de ignição;
sensor CKP deve ser: b) Sensor de posição da árvore de manivelas;
a)Aproximadamente 725 [Vac]; c) Eletroválvula CANP;
b)Aproximadamente 725 [Vdc]; d) Sensor de posição do comando de válvulas .
"" c)Aproximadamente 75 [mVdc] ;
d)Aproximadamente 725 [Hz]. 27 -As seguintes falhas podem ocasionar o não
funcionamento do motor, exceto:
( 20-Qual deve ser a resposta do sensor CMP em a) Chicote interrompido entre aDIS e o MC;
marcha lenta? b) Relé principal defeituoso;
a)Aproximadamente 25 [Vac]; c) Falha de alimentação da bomba de combustível ;
b)Aproximadamente 25 [n]; d) Fusível F43 aberto (queimado)'
c)Aproximadamente 25 [Vdc] ;
d)Aproximadamente 25 [Hz]. 28-Aeletroválvula de purga do canisteré acionada:
a)Eietronicamente pelo módulo de comando;
21-Para testar a pressão de operação do sistema de b)Pneumaticamente pela pressão no coletor de
combustível, deve-se instalar o manômetro: admissão;
,-... a) Na linha de retorno de combustível; c)Hidraulicamente pela pressão de vapor de
b) Na linha de alimentação de combustível; gasolina excedente no tanque;
c) Na linha de pressão da CANP; d)Fiuidodinamicamente através da variação da
d) Não é necessário o uso de manômetro. vazão no corpo de borboleta.
A~
29-Qual destas alternativas não é verdadeira? 36-0 CMD informa ao MC:
a)A ausência do fusível MF4 impede o a)A posição da borboleta e a pressão absoluta no ..-..
funcionamento do motor; coletor de admissão; ........,
b)Mau cantata ou dano no borne 26 do MC impede o b)A temperatura do ar admitido e a pressão absoluta
funcionamento do motor; no coletorde admissão;
c)Mau cantata ou dano no borne 38 do MC não c)A temperatura do líquido de arrefecimento e a
impede o funcionamento do motor; temperatura do ar admitido; '\
d)Aalimentação elétrica do CMD, do CMP e da DIS é d)A pressão absoluta no coletor de admissão e a
feita di reta mente pelo MC. pressão de combustível.

30-Qual a proporção de aditivo e água que


compõem o fluido de arrefecimento do motor?
37-Qual destes componentes não está presente no
Golf1 .6?
"""
a)40%e60% ; a)TPS;
b)50%e50%; b) KS ; """
c)30%e70%; c)CMD;
d)20%e70%. d)CMP.

31-0nde está localizado o conjunto medidor de 38-0s sensores CKP e CMP são do tipo:
densidade (CMD) do Golf 1.6? a) CKP Indutivo e CMP Hall;
a)No corpo de borboleta; b)Ambos do tipo Hall;
b )Fixado no coletor de admissão; c)Ambos do tipo indutivo;
c)Fixado na mangueira de admissão, entre o filtro de d) CKP Hall e CMP indutivo.
ar e o corpo de borboleta;
d)No filtro de ardo motor. 39-Um veículo apresenta sintoma intermitente de ---.
cilindro falhando. Os eletroinjetores e a bobina
32-Para despressurizar a linha de alimentação de foram testados e estão normais. Nenhuma falha foi ..-....
combustível, o procedimento correto é: detectada no sistema de injeção eletrônica . As velas
a)Desligar o motor e soltar a tubulação de entrada do estão com aspecto bom e a resistência dos cabos ..-....
filtro de combustível; está OK. Deve ser inspecionado:
b)Dar partida no motor, remover o fusível F28 e a)A regulagem das válvulas de admissão, pois é
aguardar o desligamento do motor por falta de provável que a folga excessiva na válvula de apenas ,-....
combustível; um cilindro seja a causadora do problema;
c)Remover o Relé Principal e ligar o motor; b)O estado dos cabos de velas e seus terminais,
d)Desconectar a tubulação de retorno de pois ressecamentos podem ocasionar fuga de
combustível e ligar o motor. corrente ;
c)Uma eventual quebra de dois dentes da correia
33-Qual fusível protege o circuito do interruptor do dentada, fazendo um cilindro falhar quando a falta
pedal da embreagem (CPP)? de dois dentes é detectada , justificando o defeito
a)F13 intermitente;
d)O sensor CMD , que pode estar enviando
b)F28
informação incorreta ao MC, gerando falhas no
c) F5 cilindro de número 3.
d)F17
40- Com a perda do sinal do sensor CKP, o motor:
34-0nde fica localizado o regulador da pressão de a)Funciona, mas não comanda a injeção
alimentação de combustível? seqüencialmente;
a)Na extremidade do tubo distribuidor de b)Funciona, mas não comanda a injeção na fase
combustível; correta;
b) Incorporado ao filtro de combustível ; c)Não funciona;
c) Incorporado à bomba de combustível; d)Funciona, mas não efetua as correções de avanço
d) No Golf não existe regulador. de ignição.

35-Qual destes componentes não é alimentado pelo


MC?
a)KS ;
b)CKP;
c) CMP;
d)ETC.

~--------------------------------------------------------------------------~.----
(i 1sD 2ôilõ ~
-- Manual Golf 1.6- Volume 31
Guia de orientação às perguntas do Manual
O guia de orientação Mecânica 2000 foi desenvolvido para atender o profissional de reparação automotiva,
r auxiliando-o a realizar as avaliações pertinentes a cada sistema abordado. Na sua concepção foram utilizados
critérios específicos que permitem ao CDTM verificar a capacidade de consulta do profissiona l aos manuais
Mecânica 2000.

A avaliação é composta por um banco de questões de múltipla escolha, consultado para realização de todo o
r-- teste. O CDTM se preocupa em aprovar todos os profissionais inscritos, apresentando questões orientadas,
para que, além da avaliação e certificação, todo o processo seja também uma ajuda na identificação dos
~, diversos itens e recursos abordados em cada manual.

, Nos modernos centros de ensino, as avaliações devem ser estimulantes e agradáveis de serem realizadas .
Assim pensa o CDTM, preocupando-se em ensinar até no instante da certificação . Temos a certeza que com
r essa abordagem, você terá mais condições de entender o conteúdo do manual e mais facilidade em consultar
1 qualquer assunto, rapidamente.
CDTM Regulamento geral
Único responsável pela realização , distribuição, -Transfira suas respostas para a folha de respostas;
fiscalização e certificação dos candidatos em todo o -Utilize caneta esferográfica;
território nacional. O CDTM se reserva o direito de -Marque apenas uma alternativa correta;
aprovar e reprovar segundo o critério pré- -Não deixe nenhuma questão em aberto;
estabelecido, devendo cumprir integralmente o -Preencha e assine o cadastro para identificação;
disposto.
-Coloque num envelope, e envie pelo Correio, para o
Todas as questões foram cuidadosamente seguinte endereço:
desenvolvidas para que o candidato encontre as
respostas no próprio manual de origem .
CDTM - Departamento de Certificação
Candidato ao certificado Av. Sebastião de Brito, 215- Dona Clara
r ~
Mecânico, eletricista ou profissional do setor BELO HORIZONTE - MG
automotivo, cliente Mecânica 2000. CEP 31260-000
Avaliação - Só serão aceitas folhas de respostas originais do
CDTM;
A avaliação consta de questões de múltipla escolha - Os certificados serão assinados pelo CDTM e,
r referentes ao sistema abordado. Cada exemplar do automaticamente, emitidos àqueles candidatos que
manual possui um Guia de Orientação com um alcançarem o mínimo de 70% de acertos.
r Quadro de Respostas, que é independente, pessoal e
intransferível. ~
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Quadro de respostaS Manual Golf 1.6- Volume 31

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aDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
r oD D D D D D D D D D D D D D D D D D D D
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
ADDDDDDDDDDDDDDDDDDDD
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