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Norma Técnica SABESP

NTS 189

Projeto de redes de distribuição, adutoras,


linhas de esgotos pressurizadas e emissá-
rios em polietileno PE 80 ou PE 100

Especificação

São Paulo
Outubro-2018: revisão 2 (incorpora Errata 1)
SUMÁRIO
ERRATA 1...........................................................................................................................1
1. OBJETIVO .................................................................................................................... 2
2. REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 2
3. DEFINIÇÕES ................................................................................................................ 2
4. ESPECIFICAÇÕES E DIMENSIONAMENTO DE TUBOS PE 80 E PE 100.................. 5
4.1 Dimensões e pressão nominal ................................................................................. 5
4.2 Diâmetros e SDR ....................................................................................................... 6
4.3 Fornecimento dos tubos (comprimento compatibilizado 100 m)............................6
4.4 Máxima pressão de operação (MPO) ....................................................................... 7
4.5Dimensionamento hidráulico da tubulação .............................................................. 7
4.6 Sobrepressões, subpressões e transientes hidráulicos ........................................ 7
4.7 Alturas de aterro ........................................................................................................ 8
5. MÉTODOS DE UNIÃO .................................................................................................. 8
5.1 Solda por termofusão (solda de topo) ..................................................................... 8
5.2 Conexões para solda por eletrofusão ...................................................................... 9
5.3 Transições entre tubos de polietileno e outros tubos ou elementos de
tubulação. ...................................................................................................................... 12
5.4 Exemplos de configurações esquemáticas de derivação com redução ............. 14
5.5 Válvulas, ventosas e drenos ................................................................................... 14
5.6 Mudanças de direção .............................................................................................. 15
6. REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA ...................................................................... 16
6.1. Dimensões dos tubos ............................................................................................ 16
6.2. Conexões utilizadas: uniões e derivações ........................................................... 16
7. ADUTORAS DE ÁGUA E LINHAS DE ESGOTO ....................................................... 16
7.1. Dimensões dos tubos ............................................................................................ 16
7.2. Conexões utilizadas: uniões e derivações ........................................................... 17
8. EMISSÁRIOS .............................................................................................................. 18
8.1 Dimensões dos tubos ............................................................................................. 18
8.2 União ........................................................................................................................ 18
9. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO .............................................................. 18
9.1 Tipo de trecho .......................................................................................................... 18
9.2 Conexões ................................................................................................................. 19
9.3 Obras em Método Não Destrutivo-MND ................................................................. 19
ANEXO A – INSTALAÇÃO SOBRE O SOLO................................................................. 20
ANEXO B – MODELO PARA DESCARGA .................................................................... 21
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Projeto de redes de distribuição, adutoras, linhas de esgotos pressurizadas e


emissários em polietileno PE 80 ou PE 100

Errata 1:
Tabela 12 - Dimensões de tubos para redes de água PE 80 e PE 100 conforme norma
NTS 194

Onde lê-se:
SDR 11
PE 80 = PN 12,5
DE PE 100 = PN16
e Dim
(mm) (mm)
63 5,8 50,9
90 8,2 72,9
110 10,0 89,3
160 14,6 129,7
200 20,5 182,5
250 25,5 227,2
315 28,7 255,6

Leia-se:
SDR 11
PE 80 = PN 12,5
DE PE 100 = PN16
e Dim
(mm) (mm)
63 5,8 51,40
90 8,2 73,60
110 10,0 90,00
160 14,6 130,80
200 20,5 159,00
250 25,5 199,00
315 28,7 257,60

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1. OBJETIVO
Estabelecer os critérios de projeto para tubulações em polietileno PE 80 ou PE 100 de
DE 63 mm até DE 1600 mm para redes de distribuição, adutoras, linhas de esgoto pres-
surizadas e emissários.
Tubulações com diâmetros superiores a DE 630 mm somente podem ser utilizadas em
linhas que não apresentam singularidades (curvas, Tês, etc).

2. REFERÊNCIAS
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento.
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não
datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emen-
das):
NTS 048: Tubos de polietileno para ramais prediais de água.
NTS 059: Requisitos para soldadores, instaladores e fiscais de obras executadas com
tubos de polietileno e conexões de polietileno e polipropileno.
NTS 060: Execução de solda em tubos e conexões de polietileno por termofusão (solda
de topo).
NTS 175: Tê de serviço integrado para ramais prediais de polietileno de DE 20 mm, DE
25 mm e DE 32 mm derivados de tubulações da rede de distribuição de água
de PVC até DN 100 ou PE até DE 110 mm.
NTS179: Adaptador e união de material plástico para tubos de polietileno DE 20mm, DE
25mm e DE 32 mm para ramais prediais.
NTS 192: Conexões de compressão para junta mecânica para tubos de polietileno ou
PVC para redes de distribuição, adutoras ou linhas de esgoto pressurizadas.
NTS 193: Conexões soldáveis de polietileno PE 80 e PE 100.
NTS 194: Tubos de polietileno para redes de distribuição, adutoras,linhas de esgoto
pressurizadas e emissários.
NBR14465: Sistemas para distribuição de gás combustível para redes enterradas – Tubos
e conexões de polietileno PE 80 e PE 100 – Execução de solda por eletrofu-
são.
NBR15802: Sistemas enterrados para distribuição e adução de água e transporte de es-
goto sob pressão – Requisitos para projeto em tubulação de polietileno PE
80 e PE 100 de diâmetro externo nominal entre 63 mm e 1600mm.
DVS 2207: Welding of thermoplastics – rigid PE (high density polyethylene) – Pipes and
pipe fittings for gas and water pipelines.
Plastics Pipe Institute - Handbook of PE Pipe – 2nd Edition – Chapter 8 – Above Ground
Applications for PE Pipe
Franklin Fueling Systems - UPP Piping Above Ground and Marina Installations
Especificações Técnicas, Regulamentação de Preços e Critérios de Medição, da Sabesp.

3. DEFINIÇÕES
Para os efeitos desta norma, aplicam-se as seguintes definições:
ADUTORA
tubulação destinada a conduzir as águas de um manancial para uma estação de trata-
mento ou, de uma estação de tratamento para um reservatório de distribuição ou a uma
tubulação de distribuição.

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COMPOSTO DE POLIETILENO PE
material fabricado com polímero base de polietileno contendo o pigmento e aditivos ne-
cessários à fabricação de tubos de polietileno.
DIÂMETRO INTERNO MÉDIO (Dim)
média aritmética de, no mínimo, 2 medições de diâmetro interno realizadas perpendicu-
larmente em uma mesma seção transversal do tubo, o qual deve ser utilizado para efeito
de cálculos hidráulicos.
DIÂMETRO EXTERNO MÉDIO (dem)
razão entre o perímetro externo do tubo, em mm, pelo número 3,142, arredondado para o
0,1 mm mais próximo.
DIÂMETRO EXTERNO NOMINAL (DE)
simples número que serve para classificar em dimensões os elementos de tubulações
(tubos, juntas, conexões e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro
externo do tubo em milímetros. O diâmetro externo nominal não deve ser objeto de medi-
ção, nem ser utilizado para fins de cálculo.
DIÂMETRO NOMINAL (DN)
simples número que serve para classificar em dimensões os elementos de tubulações
(tubos, juntas, conexões e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro
interno do tubo em milímetros, não deve ser objeto de medição e tampouco ser utilizado
para cálculos hidráulicos.
EMISSÁRIO
tubulação destinada a condução de esgoto para tratamento ou para alto mar, sem rece-
ber contribuições ao longo de seu caminhamento.
LINHA DE ESGOTO PRESSURIZADA
tubulação destinada ao transporte de esgoto cuja pressão interna é superior à pressão
atmosférica.
ESPESSURA MÍNIMA DE PAREDE DO TUBO (e)
menor valor da espessura de parede do tubo no perímetro, medida em mm, em uma se-
ção qualquer.
MÁXIMA PRESSÃO DE OPERAÇÃO (MPO)
máxima pressão, especificada em MPa, que a tubulação deve suportar em serviço contí-
nuo conduzindo água ou esgoto na temperatura de até 50°C.
PRESSÃO HIDROSTÁTICA INTERNA
pressão radial aplicada por um fluido ao longo de toda parede do tubo.
PRESSÃO NOMINAL (PN)
máxima pressão de água, especificada em bar, que os tubos, conexões e respectivas
juntas, podem ser submetidos em serviço contínuo, nas condições de temperatura de
operação de até 25°C.
REDE DE ÁGUA
tubulação, ou malha de tubos, destinada à distribuição de água, donde se faz a derivação
para o ramal predial de água.
SINGULARIDADE
peça ou acessório colocado ao longo da tubulação principal, objetivando mudança de
direção, controle de fluxo, etc.

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STANDARD DIMENSION RATIO (SDR)


número que serve para classificar em dimensões os elementos de tubulações (tubos e
singularidades). Corresponde a relação entre diâmetro externo nominal (DE) e a espes-
sura de parede (e).
SOBREPRESSÃO
pressão máxima admitida em ondas de curta duração, decorrentes de transientes hidráu-
licos.
SUBPRESSÃO
maior pressão negativa admitida em ondas de curta duração, decorrentes de transientes
hidráulicos.
TENSÃO CIRCUNFERENCIAL ()
tensão tangencial presente ao longo de toda parede do tubo decorrente da aplicação da
pressão hidrostática interna.
TUBO DE POLIETILENO PE:
tubo fabricado com composto de polietileno PE, conforme NTS 048 e/ou NTS 194.

4. ESPECIFICAÇÕES E DIMENSIONAMENTO DE TUBOS PE 80 E PE 100


Os tubos utilizados para o projeto de redes de distribuição, adutoras, linhas de esgoto
pressurizadas ou emissários, objeto desta norma, devem ser de composto de polietileno
PE 80 ou PE 100, produzidos, inspecionados e qualificados conforme NTS 194.
4.1 Dimensões e pressão nominal
Os tubos de polietileno PE são designados pelo diâmetro externo nominal (DE) e pela
pressão nominal (PN).
A utilização da denominação DN, nesta norma, visa apenas orientar o projetista, estabe-
lecendo uma correlação grosseira com tubulações e elementos de tubulação de outros
materiais, facilitando a substituição e/ou transição para a tubulação de polietileno. Não
pode ser utilizado para cálculos hidráulicos.
O número relativo à pressão nominal (PN) corresponde à máxima pressão de operação
(MPO) a 20°C para vida útil de 50 anos conduzindo água ou esgoto, expressa em bar, e
equivale aproximadamente à pressão dada em MPa multiplicada por 10.
A pressão nominal é calculada através da fórmula:
2  (  d  10 )  e
PN 
DE  e

onde d = tensão de dimensionamento em MPa, definida na Tabela 1.


Tabela 1 - Tensões de dimensionamento (d )

MRS Fator Segurança


Composto
(MPa) (FS)
d (MPa)

PE 80 8,0 1,25 6,3


PE 100 10,0 1,25 8,0

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As dimensões de tubos adotadas para os projetos são apresentadas nas Tabelas 12 a 14


desta norma, conforme a aplicação da tubulação.
4.2 Diâmetros e SDR
A pressão nominal do tubo também pode ser obtida pelo número SDR - Standard Dimen-
sion Ratio, que corresponde à relação entre o diâmetro externo nominal (DE) e a espes-
sura nominal (e).
SDR = DE / e
A correspondência entre a pressão nominal (PN) do tubo e o número SDR é dada pela
equação e tabela 2:
20  d
PN 
SDR  1
Tabela 2 - Correlação entre PN, SDR e os materiais PE 80 e PE 100
PN / PN 4 PN 5 PN 6 PN 8 PN 10 PN 12,5 PN 16
Material SDR SDR SDR SDR SDR SDR SDR
PE80 32,25 26 21 17 13,6 11 9
PE100 Não há 32,25 26 21 17 13,6 11
Obs.: Os valores da tabela são padronizados e em alguns casos pode haver pequenas
diferenças com os valores calculados.
As relações entre o diâmetro do tubo e sua espessura estabelecem as seguintes desig-
nações:
DE=Diâmetro Externo=DI + 2. e
DI=Diâmetro Interno=DE – 2. e
Dm=Diâmetro Médio=DE – e = DI + e
DIm=Diâmetro Interno Médio =DE + 0,5.TDE – 2.(e + 0,5.Te);
Tde=Tolerância admitida para o diâmetro externo, conforme NTS 194
Te=Tolerância admitida para a espessura, conforme NTS 194
As dimensões dos tubos são definidas na Norma NTS 194, Tabelas 6, 7 e 8, conforme os
cálculos anteriormente apresentados.
4.3 Fornecimento dos tubos (comprimento compatibilizado 100 m)
Tubos de diâmetros externos nominais DE 63 mm a DE 110 mm podem ser adquiridos
em bobinas de 100 m ou submúltiplos, conforme NTS 194 ou barras de 6 m. Dependendo
das condições de transporte e local da obra também podem ser fornecidas barras de 12,
18 ou 24 m.
Para diâmetros externos nominais DE > DE 110 mm, os tubos podem ser adquiridos em
barras de 6,12, 18 ou 24 m, conforme as condições de transporte e o local da obra.
4.3.1 Bobinas
Somente tubos de SDR  17 podem ser adquiridos em bobinas.
As bobinas são amarradas camada a camada, de maneira a permitir que o usuário de-
senrole somente a quantidade necessária ao uso sem ter que desmontar toda a bobina.
O comprimento das bobinas está marcado em suas extremidades.
Os diâmetros internos mínimos das bobinas obedecem ao especificado na
Tabela 3.
As demais dimensões das bobinas constam das especificações do fabricante de tubos,
com tolerância de  5%.

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Tabela 3 - Diâmetro interno mínimo de bobinas


Tubo SDR 11 SDR 17
DE (mm) Bobinas: DI mínimo (mm)
63 1300 1300
90 2500 1800
110 2500 2200

4.4 Máxima pressão de operação (MPO)


A máxima pressão de operação (MPO) não pode superar a pressão nominal (PN) dos
tubos e juntas projetados para uma vida útil de 50 anos a uma temperatura de até 20°C
Para temperaturas médias do fluído compreendidas entre 20°C e 40°C, a máxima pres-
são de operação (MPO) deve ser considerada como sendo a pressão nominal (PN) mul-
tiplicada por um fator de redução de pressão (Ft) em função da temperatura, cujos valo-
res são indicados na tabela 4.
A pressão de operação resultante é obtida pela fórmula
MPO = PN x Ft;
Para temperaturas de 20 °C a 40 °C aplicar os valores de Ft conforme Tabela 7
Tabela 4 - Fatores de redução de pressão para temperaturas
Temp. ºC 20 30 40
Ft 1,00 0,87 0,74

4.5 Dimensionamento hidráulico da tubulação


O dimensionamento hidráulico pode ser feito pela Fórmula Universal ou por Hazen-
Williams, entretanto deve ser adotada preferencialmente a Fórmula Universal.
Para fins de cálculos hidráulicos, deve se adotar o diâmetro interno (DI), em milímetros,
conforme equação abaixo:
DI = DE – 2e, onde:
DE é o diâmetro externo expresso em milímetros;
e é o valor da espessura de parede expressa em milímetros.
Os valores de rugosidade (k), no caso da Fórmula Universal, e do coeficiente hidráulico
(C) de Hazen-Williams, são fornecidos na Tabela 5.
Tabela 5 - Valores de rugosidade e coeficientes hidráulico
Método Valores
para DE  200: k = 10.10 – 6 m
Fórmula Universal
para DE > 200: k = 25.10 – 6 m
Hazen-Williams C = 150

4.6 Sobrepressões, subpressões e transientes hidráulicos


A escolha da classe de pressão do tubo deve considerar também a ocorrência de transi-
entes hidráulicos, pressões externas e subpressões, consequentes de instalações sob
lençol freático ou de ondas de subpressão decorrentes de transientes hidráulicos, que
podem levar à falha da tubulação.
Os cálculos destes fenômenos devem ser elaborados por especialistas, levando em con-
sideração fatores como módulo de elasticidade do composto, de curta e de longa dura-
ção, o coeficiente de dilatação, características hidráulicas da linha e da instalação, se
enterrada ou aérea.
O projetista deve consultar a ABNT NBR 15802, bibliografia especializada sobre o assun-
to e fabricantes, para o estudo e cálculo desses fenômenos.
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4.7 Alturas de aterro


Os tubos de parede fina, em especial aqueles de SDR > 17, requerem maior atenção do
projetista no tocante às cargas de aterro e tráfego para evitar a falha da tubulação.
As diretrizes básicas para um reaterro adequado devem seguir as seguintes premissas:
- O material de aterro e o consequente grau de compactação são preponderantes para
a resistência às cargas de colapso. Portanto as técnicas usuais para tubos flexíveis de-
vem ser obedecidas (confinamento da tubulação);
- Retirar pedras e outros materiais cortantes da vala antes do assentamento da tubula-
ção;
- Não arrastar a tubulação sobre materiais ou pedras cortantes. Sulcos ou ranhuras nos
tubos com profundidade superior a 10% da espessura de parede são inadmissíveis e
impedem a aplicação do tubo;
- Em decorrência do tubo selecionado, das cargas e tráfego e aterro, o projetista deve
identificar o tipo de solo e especificar a profundidade de instalação, o grau de compacta-
ção e o material do reaterro.
Para definição da altura máxima e mínima do reaterro, tipos de solos, condições típicas
de instalação, graus de compactação, o projetista deve consultar a ABNT NBR 15802 e
as Especificações Técnicas, Regulamentação de Preços e Critérios de Medição, da Sa-
besp.

5. MÉTODOS DE UNIÃO
Os métodos de união utilizados para tubos de polietileno considerados nesta norma são
exclusivamente:
- Solda por termofusão (solda de topo);
- Solda por eletrofusão.
Suas especificações e limites de aplicação estão definidos em 5.1 a 5.2.
5.1 Solda por termofusão (solda de topo)
A solda por termofusão (solda de topo) deve ser executada por pessoal qualificado con-
forme NTS 059 e os equipamentos devem ser conforme o Anexo F da NTS 190.
As conexões para solda por termofusão devem ser conforme NTS 193 e do mesmo SDR
do tubo de polietileno, sendo que o material deve ser da mesma classificação do tubo ou
maior, isto é, conexões de PE 100 podem ser soldadas de topo em tubos de PE 80, des-
de que do mesmo SDR e de materiais compatíveis. Conexões de PE 80 não podem ser
soldadas em tubos PE 100.
Somente são aceitas as conexões para solda por termofusão a partir de dois processos
de fabricação:
- Conexões Injetadas: DE 63 mm a DE 315 mm
- Conexões Usinadas: Somente caps, colarinhos e reduções: DE > DE 315 mm
Não podem ser utilizadas conexões segmentadas ou gomadas
5.1.1 Campos de aplicação
Linhas pressurizadas com DE  63 mm.
5.1.2 Configurações esquemáticas de conexões para solda por termofusão (exem-
plos)
A tabela 6 apresenta exemplos de configuração de conexões para solda por termofusão
(solda de topo).

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Tabela 6 - Exemplos de configuração de conexões para solda por termofusão


Solda de topo por termofusão

Colarinho injetado ou usinado

Cotovelo injetado de 90º e 45º

Tê 90º injetado

Redução injetada ou usinada

Cap injetado ou usinado

Obs: Estas figuras são de caráter ilustrativo, podendo haver configurações diferentes.

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5.2 Conexões para solda por eletrofusão


A solda por eletrofusão deve ser executada por pessoal e equipamentos qualificados con-
forme NBR 14465 e Anexo F da NTS 190.
Os equipamentos devem ser do tipo automático, com leitura ótica para código de barras e
com registro automático das soldas.
As conexões para solda de eletrofusão devem ser qualificadas conforme norma NTS 193.
Conexões de PE 80 podem ser soldadas em tubos PE 100 e vice-versa, desde que a
classe de pressão seja igual, ou maior que a do tubo.
As conexões tipo sela como Tês de sela e Tês de serviço, devem ter incorporado sistema
de fixação próprio, tais como abraçadeiras com parafusos, ganchos ou cintas de tecido.
As conexões devem ser do tipo monofilar, ou seja, ter uma única resistência elétrica por
peça, tal que a soldagem seja executada numa única operação.
5.2.1 Campos de aplicação
- Linhas pressurizadas até DE 315 mm.
- Entroncamentos ou interligações.
- Reparos.
5.2.2 Configurações esquemáticas de conexões para solda por eletrofusão (exem-
plos)
A tabela 7 apresenta exemplos de configuração de conexões para solda por eletrofusão

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Tabela 7 - Exemplos de configuração de conexões para solda por eletrofusão


Solda de eletrofusão

Luva e redução

Cotovelo 90º e 45º


DE

DE

Tê com saída ponta ou com luva EF


DE

Tê de sela, ligação sem carga e tê de serviço p/ ligação em carga

Obs: Estas figuras são de caráter ilustrativo, podendo haver configurações diferentes.

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5.3 Transições entre tubos de polietileno e outros tubos ou elementos de tubula-


ção.
A ligação do tubo de polietileno a outros elementos de tubulação, tais como válvulas, ven-
tosas, bombas ou mesmo tubos de outros materiais, é feita através de um elemento de-
nominado de Junta de Transição, cujos exemplos de configuração são apresentados na
tabela 8.
A tabela 9 apresenta a correlação entre o DE de tubos ou conexões de polietileno e o DN
de tubos de outros materiais ou elementos de tubulação. Essa correlação permite dimen-
sionar os diâmetros das extremidades da junta de transição.
A junta de transição deve ser: Colarinho / flange.
Tabela 8 - Exemplos de configuração de juntas de transição
Colarinho/Flange

de tubo PE para: tubo AÇO / FoFo / PVC / PRFV.

de tubo PE para ponta ou bolsa de outro material

Obs: Estas figuras são de caráter ilustrativo, podendo haver configurações diferentes.

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Tabela 9 - Correlação de dimensões de tubos ou conexões de polietileno PE para ligação


com tubos de outros materiais ou elementos de tubulação (DN e polegadas).
Tubos de outros materiais
Tubos ou conexões de PE ou elementos
de tubulação
DE mm DN Polegadas
63 50 2
90 75 3
110 100 4
160 150 6
200 200 8
250 250 10
315 300 12
355 350 14
400 400 16
450 - 18
500 500 20
630 600 24
710 700 28
800 800 32
900 900 36
1000 1000 42
1200 1200 50
1600 1600 60

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5.4 Exemplos de configurações esquemáticas de derivação com redução


A tabela 10 apresenta exemplos de configuração de derivação com redução
Tabela 10 - Exemplos de configuração de derivação por redução
Tê injetado + redução

Tê de eletrofusão + redução de eletrofusão

Tê de sela de eletrofusão + luva de eletrofusão

Tê de serviço de eletrofusão

Obs: estas figuras são de caráter ilustrativo, podendo haver configurações diferentes.
5.5 Válvulas, ventosas e drenos
As ligações de válvulas, ventosas ou drenos em caixas de passagem devem ser feitas
como mostrado esquematicamente nas figuras 1A; 1B e 1C a seguir, sendo as válvulas
adequadamente ancoradas para evitar transmitir o esforço da sua abertura ou fechamen-
to, à tubulação. A ancoragem pode ser feita providenciando-se um berço de concreto
adequado.
A área do tubo a ser envolvida pela parede da caixa deve ser protegida com uma manta
de borracha.

Válvula

Manta de borracha
Conexão com flange

Bloco de Ancoragem Tubo PE

Figura 1 A - Instalação de válvula metálica


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Norma Técnica SABESP NTS 189: 2018

Opcionalmente, pode-se utilizar válvulas de polietileno, diretamente soldadas no tubo, e


que podem ser enterradas, sem a necessidade de caixas de passagem.

Tubo p/ manobra
da válvula

Válvula PE

Solda de topo ou
luva EF

Figura 1 B - Instalação de válvula de PE

A instalação de descargas e ventosas deve ser feita utilizando-se Tês de redução com
saída flangeada, conforme item 5.3 dessa norma. O anexo B apresenta detalhes sobre a
instalação de descargas.

Válvula e/ou
Ventosa

Flange solto aço

Colarinho PE
Tubo PE

Tê gomado
uma ou
Injetado
cita-
ção
Figura 1 C - Instalação de ventosas
do
do-
cu-
men-
Figura 1 C - Instalação de ventosas
to ou
5.6 Mudanças de direção o
re-
As mudanças de direção, nas obras executadas através de abertura de valas, devem ser
sumo
feitas mediante a utilização de conexões de eletrofusãode
ou conexões metálicas (ferro
fundido ou aço), conforme o diâmetro da tubulação. um
As conexões metálicas devem ser ancoradas. pon-
No caso de obras, executadas pelo método não destrutivo,
to não se aplica esta exigência.
É possível executar uma mudança provisória de direção inte- na obra, devido à flexibilidade
dos tubos de polietileno PE. res-
Entretanto, essas mudanças obtidas devem obedecersante aos raios de curvatura mínimos
estabelecidos na Tabela 11. .
O raio de curvatura provisório pode ser adotado duranteVocêmovimentação para a instalação
pode
dos tubos, como quando na descida de valas.
posi-
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nar a
caixa
de
texto
em
qual
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Tabela 11 - Raios de curvatura admissíveis em função do SDR


Raio provisório
SDR
(mm)
26 – 32,25 > 30.DE
21 > 20.DE
≤ 17 > 15.DE

6. REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA


As redes de distribuição de água devem ser projetadas conforme as diretrizes desta nor-
ma. Não são admitidos tubos de materiais, dimensões e classes de pressão diferentes
das aqui especificadas.
O dimensionamento do tubo (SDR) deve considerar a MPO da rede.
6.1. Dimensões dos tubos
Os tubos de polietileno PE para projetos de redes de distribuição de água devem ser con-
forme NTS 194 e devem atender às dimensões da Tabela 12.
Tabela 12 - Dimensões de tubos para redes de água PE 80 e PE 100 conforme norma
NTS 194
SDR 11
PE 80 = PN 12,5
DE PE 100 = PN16
e Dim
(mm) (mm)
63 5,8 50,9
90 8,2 72,9
110 10,0 89,3
160 14,6 129,7
200 20,5 182,5
250 25,5 227,2
315 28,7 255,6

6.2. Conexões utilizadas: uniões e derivações


 Até DE 110 mm (inclusive): Conexões por eletrofusão.

 Acima de DE 110 mm até DE 315 mm:Conexões por eletrofusão ou por termofu-


são. Derivações com tê de redução por termofusão ou tê de sela de eletrofusão.
7. ADUTORAS DE ÁGUA E LINHAS DE ESGOTO PRESSURIZADAS
As adutoras de água e as linhas de esgoto pressurizadas devem ser projetadas conforme
as diretrizes desta norma.
7.1. Dimensões dos tubos
Os tubos para adutoras de água e linhas de esgoto devem atender a NTS 194 e as di-
mensões conforme a Tabela 13.
Caso seja necessária a execução de adutoras e linhas de esgotos pressurizadas com
diâmetros inferiores a DE 315, devem ser utilizados os mesmos SDR e critérios estabele-
cidos na tabela 13.

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Tabela 13 - Dimensões de tubos para adutoras e linhas de esgoto sob pressão – PE 80 e


PE 100 conforme norma NTS 194
SDR 17 SDR 13,6 SDR 11
PE 80 PN 8 PN 10 PN 12,5
PE 100 PN 10 PN 12,5 PN 16 b
DE e min e máx e min e máx e min e máx
315 18,7 20,7 23,2 25,7 28,6 31,6
355 21,1 23,4 26,1 28,9 32,2 35,6
400 23,7 26,2 29,4 32,5 36,3 40,1
450 26,7 29,5 33,1 36,6 40,9 45,1
500 29,7 32,8 36,8 40,6 45,4 50,1
560 33,2 36,7 41,2 45,5 50,8 56,0
630 37,4 41,3 46,3 51,1 57,2 63,1
710 42,1 46,5 52,2 57,6 64,5 71,1
800 47,4 52,3 58,8 64,8 72,6 80,0
900 53,3 58,8 66,2 73,0 81,7 90,0
1000 59,3 65,4 72,5 79,9 90,2 99,4
1200 69,7 74,8 88,2 97,2 ---- ----
1400 82,4 90,8 102,9 113,3 ---- ----
1600 94,1 103,7 117,6 129,5 ---- ----
Obs: Medidas em mm

7.2. Conexões utilizadas: uniões e derivações


 Até DE 110 (inclusive): Conexões por eletrofusão.
 Acima de DE 110 até DE 315: Conexões por eletrofusão ou termofusão.
Derivações com Tê de redução por termofusão ou Tê de sela de eletrofu-
são.
 Acima de DE 315: Conexões por eletrofusão ou mecânicas (ferro fundido
ou aço).

8. EMISSÁRIOS
8.1. Dimensões dos tubos
Os tubos para emissários devem atender a NTS 194 e as dimensões atender à tabela 14
Caso seja necessária a execução de emissários com diâmetros inferiores a DE 400, de-
vem ser utilizados os mesmos SDR e critérios estabelecidos na tabela 14.
8.2. União
Não é permitida a utilização de qualquer tipo de peça especial para unir os tubos.
A união entre tubos deve ser executada através de solda por termofusão.

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Tabela 14 – Dimensões de tubos para emissários PE 80 e PE 100 conforme norma


NTS 194
SDR 13,6
SDR 32,25* SDR 26 SDR 21 SDR 17
PE 80 = PN 10
PE 80 = PN 4 PE 80 = PN 5 PE 80 = PN 6 PE 80 = PN 8
PE 100 = PN
PE 100 = PN 5 PE 100 = PN 6 PE 100 = PN 8 PE 100 = PN 10
12,5
e DIm e DIm e DIm e DIm e DIm
DE
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
400 12,4 375,0 15,4 368,7 19,1 360,9 23,8 351,1 29,7 338,7
450 14 421,9 17,4 414,7 21,5 406,1 26,7 395,2 33,4 381,1
500 15,5 468,8 19,3 460,8 23,9 451,2 29,7 439,0 37,1 423,4
560 17,4 525,0 21,6 516,2 26,7 505,5 33,2 491,8 41,5 474,4
630 19,6 590,6 24,3 580,7 30 568,8 37,4 553,2 46,7 533,7
710 22,1 665,6 27,4 654,5 33,9 640,9 42,1 623,6 52,6 601,6
800 24,9 750,1 30,8 737,7 38,1 722,3 47,5 702,6 59,3 677,8
900 28 843,6 34,7 829,5 42,9 812,3 53,4 790,2 -- --
1000 31,1 937,0 38,5 921,5 47,7 902,2 59,3 877,8 -- --
1200 37,3 1.124,5 46,2 1.105,8 57,2 1.082,7 – – -- --
1400 43,5 1.311,5 53,9 1.289,7 – – – – -- --
1600 49,7 1.498,5 61,6 1.473,5 – – – – -- --
(*) Tubos SDR 32,25 vide item 9.

9. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO


9.1 Tipo de trecho
- Trechos terrestres: Tubos com SDR 32,25 devem ser instalados obrigatoriamente enter-
rados.
- Trechos submersos: O calculista deve obrigatoriamente determinar o SDR do tubo con-
siderando entre outros fatores a pressão externa máxima, combinada com a pressão in-
terna (positiva e negativa) na tubulação.
- Trechos aéreos (travessias de rios, córregos ou pontes etc.), os tubos de polietileno,
quando possível, devem ser encamisados ou então substituídos por tubos de ferro fundi-
do ou aço. Em caso de instalação sobre o solo, observar o previsto no anexo A, desta
norma.
- Toda interligação deve conter, entre a tubulação antiga e a nova, válvula de manobra
para a lavagem e desinfecção da nova tubulação.
9.2 Conexões
Em nenhuma hipótese é permitido o uso de conexões gomadas em redes de água, adu-
toras, linhas de esgoto pressurizadas e emissários. As conexões permitidas estão defini-
das nos itens 6.2 e 7.2.

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9.3 Obras em Método Não Destrutivo-MND


A empresa responsável pelo projeto de obra em MND deve apresentar no mínimo:
- Plano de sondagem;
- Plano de levantamento de interferências;
- Projeto detalhado, contendo:
a) Plano detalhado de furo
b) Definição e critério de escolha dos equipamentos (de superfície e furo)
c) Detalhes de navegação para furo piloto
d) Alargamento e puxamento da coluna de tubos
e) Detalhe e especificação do fluído de perfuração

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ANEXO A
INSTALAÇÃO SOBRE O SOLO
Sempre que possível deve ser evitado este tipo de instalação devido aos riscos inerentes
à exposição da tubulação, tais como intempéries, vandalismo, etc.
O projetista deve levar em consideração no dimensionamento e no assentamento da tu-
bulação, fatores que interferem diretamente no seu desempenho, tais como:
- Variação da temperatura;
- Layout da tubulação, suportes, restrições;
- Exposição a produtos químicos;
- Radiação UV;
- Cargas de impacto.
Nessa situação o valor da MPO deve ser considerado, conforme segue:
MPO = PN*Ft*0,8
Instalações acima do solo estão sujeitas a grandes variações de temperatura quando
comparadas à relativa estabilidade das instalações enterradas.
Irradiação solar, mudanças climáticas e as transições noite/dia, podem impor significati-
vos efeitos em qualquer tubulação assentada sobre o solo, provocando alterações di-
mensionais em quaisquer materiais.
Recomenda-se adotar nessas situações o assentamento da tubulação contemplando a
execução de uma “lira”, ou várias, dependendo da disponibilidade de uma faixa de terre-
no para essa montagem, ou então juntas de dilatação.
A tabela 1A a seguir mostra o coeficiente de expansão térmica do PE comparado aos
coeficientes de expansão térmica de outros materiais comumente utilizados em tubula-
ções, bem como a expansão resultante de uma variação de 10 o C para 50m de tubo.
Tabela 1A – Coeficiente de Expansão Linear
Coeficiente de Expansão Expansão resultante para
Material do Tubo Térmica Linear 50m de tubo com uma
variação térmica de 10 oC
PE 220 110 mm

PVC 52 26 mm

Aço 13 6.5 mm

PRFV 16 8 mm
Assim sendo, o projeto da tubulação e o projeto da sua instalação devem sempre evitar,
ou compensar, os efeitos potencialmente adversos da variação da temperatura:
• esforços axiais ou momentos fletores excessivos nas conexões;
• ovalização excessiva da tubulação;
• grandes esforços nas mudanças de direção.
Recomenda-se a leitura das publicações citadas na referência, cujos endereços eletrôni-
cos são:
Handbook of PE Pipe – 2nd Edition – Chapter 8
http://plasticpipe.org/cart/index.html

Franklin Fueling Systems


http://www.franklinfueling.com/media/615434/408098001-r2-upp-above-ground-install.pdf

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ANEXO B
MODELO PARA DESCARGA

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Projeto de redes de distribuição, adutoras, linhas de esgoto pressurizadas e emis-


sários em polietileno PE 80 ou PE 100

Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser
alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser
enviados ao Departamento de Acervo e Normalização Técnica, no e-mail:
nts@sabesp.com.br;
2) Tomaram parte nessa revisão de Norma:

DIRETORIA UNIDADE NOME


C CSQ Estevão Morinigo Jr
R REP Luiz Augusto Peres
MON Ernesto Sabbado Mamede
M MOED Ney Nobuo Otsuki
MAML Sidney Morelato
Dorival Corrêa Vallilo
TXA Marco Aurélio Lima Barbosa
T Pedro Jorge Chama Neto
Simone S.P. Previatelli
TOR
Júlio Tamai

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Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo


Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T
Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – TX
Departamento de Acervo e Normalização Técnica - T X A

Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900


São Paulo - S.Paulo - Brasil

Palavras-chave: Projeto de redes, adutora, emissário, Polietileno.

- 19 páginas

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