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ADUTORAS

ADUTORAS EM SISTEMAS DE
ABASTECIMENTO DE ÁGUA
ÁGUA
Curso de água

Rede da
Estação ETA zona baixa
elevatória Adutora para o

reservatório da Reservatório

zona baixa por

gravidade

Captação
Reservatório

elevado
Adutora de

água bruta

por recalque

Adutora
Estação Rede da zona alta

elevatória

Adutora para o

reservatório da

zona alta por

recalque
CLASSIFICA ÇÃO DAS ADUTORAS
CLASSIFICAÇÃO

Quanto à natureza da água transportada

• Adutoras de água bruta

• Adutoras de água tratada

Quanto à energia para a movimentação da água

• Adutora por gravidade

• Adutora por recalque

• Adutoras mistas
CLASSIFICA ÇÃO DAS ADUTORAS
CLASSIFICAÇÃO
Adutoras por gravidade

• Conduto forçado

• Conduto livre

• Conduto livre e forçado


CLASSIFICA ÇÃO DAS ADUTORAS
CLASSIFICAÇÃO
Adutoras por recalque

• Recalque simples

• Recalque duplo
CLASSIFICA ÇÃO DAS ADUTORAS
CLASSIFICAÇÃO

Adutora mista
VAZÃO DE DIMENSIONAMENTO
DAS ADUTORAS

Fatores intervenientes:

• Horizonte de projeto

• Vazão de adução

• Período de funcionamento da

adução
HORIZONTE DE PROJETO

Fatores a serem considerados:

• Vida útil da obra

• Evolução da demanda de água

• Custo da obra

• Flexibilidade na ampliação do sistema

• Custo da energia elétrica


VAZÃO DE ADU ÇÃO
ADUÇÃO

Curso de água

Estação de

Tratamento

Qa Qb Qc

Qa

Estação
elevatória
Captação
Rede

 K Pq  K1 P q K1 K 2 P q
 + Q C
1
Qa = Qb = +Q Qc = +Q
 86.400 
e ETA e e
86.400 86.400
PER ÍODO DE FUNCIONAMENTO DA ADU
PERÍODO ÇÃO
ADUÇÃO

• Período de funcionamento → função do

dimensionamento hidráulico

• Aduções por gravidade: 24 h/dia

• Adução por recalque: 16 a 20 h/dia

• Adução por recalque – economia de

energia elétrica

– Parada das bombas no período de 3

horas, entre 17:00 e 22:00 h


HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA
Equações gerais

• Equação de energia
2 2
p1 V1 p2 V2
Z1 + + = Z +
2
+ + ∆h
γ 2g γ 2g

Equação de Bernoulli

onde: Z = carga de posição, m;

p
= carga de pressão
γ p
(em conduto livre = Y), m;
2 γ
V
= carga cinética, m;
2g

∆h = perda de carga.

p
– Z + , corresponde à linha piezométrica;
γ
2
p V
– Z + + , corresponde à linha de carga;
γ 2g
2
p V
– Z + + + ∆h, corresponde ao plano de carga
γ 2g
HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA

Escoamento em conduto livre Escoamento em conduto forçado


HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA

Equações gerais

• Equação da continuidade

Q = V1A1 = V2A2 = VA = constante

3
onde: Q = vazão, m /s

V= velocidade média na seção, m/s

2
A = área da seção de escoamento, m
HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA
Equações para cálculo das perdas de carga

• Perdas distribuídas

– Condutos livres

Equação de Chézy (1775)

V = C RH I

Onde: V = velocidade média do escoamento, m/s;

R = raio hidráulico, m;
H

I = declividade da linha de energia, m/m;

C = coeficiente de Chézy.

Equação de Manning (1890)

1/ 6
RH
C =
n

1 2/3 1/2
V 1 2/3
V = RH I ou = RH
n I n

nQ 2/3
Q 1 2/3
= AR ou = A RH
H
I I n
HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA
Equações para cálculo das perdas de carga

• Perdas distribuídas

– Condutos forçados

Fórmula Universal (1850)

2
L V
∆h = f
D 2g

Onde: ∆h = perda de carga, m

f = coeficiente de atrito

L = comprimento da tubulação, m

V = velocidade média, m/s

D = diâmetro da tubulação, m

2
g = aceleração da gravidade, m/s

3
Q = vazão, m /s
HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA
Equações para cálculo das perdas de carga

• Perdas distribuídas

– Condutos forçados

Fórmula de Hazen-Williams (1903)

1,85 − 1,85 − 4,87


J = 10, 65 Q C D

Onde: J = perda de carga unitária, m/m

3
Q = vazão, m /s

D = diâmetro, m

C = coeficiente de rugosidade

2,63 0 ,54
Q = 0, 279 C D J

0 ,63 0 ,54
V = 0, 355 C D J
HIDR ÁULICA PARA ADUTORAS
HIDRÁULICA
Equações para cálculo das perdas de carga

• Perdas localizadas

2
V
∆h = K
L
2g

Onde: ∆h = perda de carga localizada, m


L

K = coeficiente adimensional que depende da singularidade, do número de Reynolds, da

rugosidade da parede e, em alguns casos, das condições de escoamento

V = velocidade média, m/s

2
g = aceleração da gravidade, m/s
TRAÇADO DA ADUTORA
TRAÇADO
Traçado das adutoras por gravidade e a posição do

plano de carga e da linha piezométrica


TRAÇADO DA ADUTORA
TRAÇADO
Adutora por gravidade com tubulação assentada

abaixo da linha piezométrica efetiva


TRAÇADO DA ADUTORA
TRAÇADO

Adutora por gravidade com tubulação em conduto livre


TRAÇADO DA ADUTORA
TRAÇADO
Adutora por gravidade com trecho da tubulação abaixo da linha

piezométrica absoluta, porém acima da piezométrica efetiva


TRAÇADO DA ADUTORA
TRAÇADO
Adutora por gravidade com trecho da tubulação acima da linha piezométrica

efetiva e plano de carga efetivo, porém abaixo da linha piezométrica absoluta


RECOMENDAÇÕES PARA O TRA
RECOMENDAÇÕES ÇADO
TRAÇADO
• A adutora deverá ser implantada, de preferência em ruas e terrenos

públicos

• Deve-se evitar traçado onde o terreno é rochoso, pantanoso e de outras

características não adequadas

• A adutora deve ser composta de trechos ascendentes com declividade

não inferior a 0,2% e trechos descendentes com declividade não inferior

a 0,3%, mesmo em terrenos planos

• Quando a inclinação do conduto for superior a 25%, há necessidade de

se utilizar blocos de ancoragem para dar estabilidade ao conduto

• Não se devem executar trechos de adução horizontal; no caso do perfil

do terreno seja horizontal, o conduto deve apresentar alternadamente,

perfis ascendentes e descendentes

• São recomendados os traçados que apresentam trechos ascendentes

longos com pequena declividade, seguido de trechos descendentes

curtos, com maior declividade

• A linha piezométrica da adutora em regime permanente deve situar-se,

em quaisquer condições de operação, acima da geratriz superior do

conduto.
RECOMENDAÇÕES PARA O TRA
RECOMENDAÇÕES ÇADO
TRAÇADO
PLANTA E PERFIL DE
UMA ADUTORA
DIMENSIONAMENTO DAS ADUTORAS
POR GRAVIDADE

Parâmetros para o cálculo da adutora:

• Vazão (Q)

• Velocidade (V)

• Perda de carga unitária (J)

• Diâmetro (D)
DIMENSIONAMENTO DAS ADUTORAS
POR GRAVIDADE

Adutora por gravidade em conduto forçado

2
L V
∆h = f
D 2g

onde: ∆h = cota NA1 – cota NA2, m/s

f = coeficiente de atrito

L = comprimento da adutora, m

D = diâmetro da adutora, m

V = velocidade média da água, m/s

2
g = aceleração da gravidade, m/s
DIMENSIONAMENTO DAS ADUTORAS
POR GRAVIDADE
Adutora por gravidade em conduto livre

1 2 1
3 2
V = RH I
n

onde: V = velocidade média do

escoamento, m/s

n = coeficiente de

Manning

RH = raio hidráulico, m

I = declividade da linha

de energia, m/m

Velocidade máximas em condutos

forçados: 3,0 a 6,0 m/s


DIMENSIONAMENTO DAS ADUTORA POR RECALQUE
• Parâmetros para o cálculo da adutora:

– Vazão de adução, Q

– Comprimento da adutora, L

– Desnível a ser vencido, Hg

– Material da adutora

• Diâmetro da adutora por recalque → hidraulicamente indeterminado

• Determinação do diâmetro → aspectos econômico-financeiros


DIMENSIONAMENTO DAS ADUTORAS
Recomendações para o estudo do diâmetro econômico da adutora

• Pré-dimensionamento do diâmetro através da fórmula de Bresse, utilizando-se, no

mínimo, os valores de K de 0,9, 1,0, 1,1 e 1,2. A fórmula de Bresse é apresentada a

seguir:

D =K Q

onde: D = diâmetro, m

3
Q = vazão, m /s

K = coeficiente de Bresse

• Análise econômica através do critério do valor presente, com taxa de desconto de

12% ao ano, ou indicada pelo órgão financiador do empreendimento;

• Consideração de todos os custos não comuns, tais como:

– custo de aquisição e implantação da adutora;

– custo dos equipamentos;

– despesas de energia elétrica;

• As obras comuns, como tubulações da elevatória, blocos de ancoragem, descargas,

ventosas, etc, não necessitam ser consideradas;

• Definição das etapas de implantação da adutora e dos conjuntos motor-bomba;

• Alternativas a serem estudadas com o mesmo tipo de bomba e também com a

mesma modulação.
MATERIAIS DAS ADUTORAS

Análises a serem consideradas para a

escolha de materiais:

• Qualidade de água

• Quantidade de água

• Não provocar vazamentos nas

juntas

• Não provocar trincas, corrosões e

arrebentamentos por ações

externas e internas

• Pressão da água

• Economia
PRINCIPAIS MATERIAIS DAS TUBULAÇÕES
TUBULAÇÕES
Tubos metálicos

– Aço

– Ferro fundido dúctil

– Ferro fundido cinzento (não está sendo

fabricado no Brasil)

Tubos não metálicos

– Materiais plásticos (PVC, poliéster

reforçado com fibra de vidro)

– Concreto protendido

– Cimento amianto (não está sendo

fabricado no Brasil)
TUBULAÇÃO DE A
TUBULAÇÃO ÇO
AÇO
Vantagens

– Alta resistência às pressões

internas e externas

– Não apresenta vazamentos

– Baixa fragilidade

– Disponíveis para vários

diâmetros e tipos de juntas

Desvantagens

– Pouca resistência à corrosão

externa

– Precauções para transporte e

armazenamento

– Cuidados com a dilatação

térmica

– Dimensionamento das paredes

dos tubo quanto ao colapso


TUBULAÇÃO DE A
TUBULAÇÃO ÇO
AÇO
Revestimentos externos

– FBE (Fusion Bonded Epoxy)

– Polietileno tripla camada

– Poliuretano tar

– Primer epoxy com alumínio fenólico

Revestimento interno

– Coaltar epoxy
TUBULAÇÃO DE A
TUBULAÇÃO ÇO
AÇO
• Tipos de juntas

– Soldada

– Flangeada

– Elástica

Junta soldada Junta elástica

(1) Junta soldada nas extremidades

(2) Junta soldada nas extremidades com anel

(3) Junta com solda dupla nas extremidades

(4) Junta com solda tipo copo

(5) Junta com solda nas duas extremidades


TUBULAÇÃO DE FERRO FUNDIDO
TUBULAÇÃO
Tipos de tubos

– Dúctil

– Tipo cinzento → não é mais fabricado

Tipos de tubos

– Diâmetros: 50 a 1.200 mm

– Comprimento: 3, 6 e 7 m

– Classes: K-9, K-7 e 1 MPa

– Tipos de juntas:

 Chumbo

 Elástica

 Elástica travada

 Mecânica

 Flanges
TUBULAÇÃO DE FERRO FUNDIDO
TUBULAÇÃO

Detalhes das juntas de tubulações de ferro fundido dúctil

Junta elástica
Junta elástica travada

Junta mecânica Junta de flange


OPERA ÇÃO DAS ADUTORAS
OPERAÇÃO

Condições operacionais:

•Condição normal → condição prevista no projeto

•Condição emergencial → falha operacional de dispositivos

•Condição catastrófica → acidente operacional


ENCHIMENTO DE ADUTORAS

• Condição para enchimento →

expulsão plena de ar, com a

gradativa e lenta admissão de água

• Velocidade média para enchimento:

0,3 m/s

• Válvulas para expulsão de ar:

ventosas
BLOQUEIO DE ADUTORAS
• Consiste na total paralisação do escoamento, ocasionada

pela existência de ar confinado nos pontos altos da adutora

Bloqueio da adutora por gravidade Bloqueio da adutora por recalque


ALTERNATIVAS PARA A ENTRADA DE AR
EM ADUTORAS

Nível muito baixo

Descarga superior com introdução de ar

Formação de vórtice
TUBULAÇÃO COM BOLSA DE AR
TUBULAÇÃO

Em repouso

Em movimento sem ressalto

Em movimento com ressalto


DESCARGA EM ADUTORAS

Descarga da adutora em galerias, valas e córregos


DESCARGA DE ADUTORAS
UTILIZADAS NO SISTEMA ADUTOR
METROPOLITANO DA RMSP
ESVAZIAMENTO DA ADUTORA
OPERA ÇÃO DAS ADUTORAS
OPERAÇÃO
Descarga
Dimensões da descarga

Parâmetros básicos para o D T ( Zm )


= 65
dimensionamento da d L

descarga
d
2

V1 = 2, 5 Z máx  
D

d
2

V2 = 1, 25 Z min  
D

onde: D = diâmetro da adutora, m;

d = diâmetro da descarga, m;

T = tempo de esvaziamento da adutora, h;

Z + Z 
  , m;
1 2
Z = carga média disponível
m  2 

L = extensão total da adutora entre os

pontos altos nos quais há admissão

de ar (L + L ), m;
1 2

Z = carga máxima de (Z , Z ), m;
máx 1 2

Z = carga mínima de (Z , Z ), m.
mín 1 2
ROMPIMENTO DE UMA ADUTORA

a) Adutora em operação normal

b) Rompimento da adutora no ponto baixo E

c) Configuração final da adutora


ADMISSÃO DE AR
Dimensionamento das válvulas de admissão de ar

1/4
d = 0,21 Z d
a

onde: d = diâmetro da válvula de admissão de ar, m;


a

d = diâmetro da descarga de água, m;

Z = máximo de (Z , Z ), m.
1 2

Regra prática:

• Diâmetro da válvula ≥ 1/8 do diâmetro da adutora


CAIXA COM V ÁLVULA DE ADMISSÃO DE AR
VÁLVULA
DISPOSITIVOS DE PROTE ÇÃO DAS ADUTORAS
PROTEÇÃO

• Blocos de ancoragens

• Proteção contra corrosão

• Proteção contra os transitórios

hidráulicos
BLOCOS DE ANCORAGEM
Tipos de esforços nas tubulações:

• Tensão tangencial

• Tensão longitudinal

• Tensões de compressão e flexão

• Tensões das reações de apoio

Esforços em uma curva horizontal


BLOCOS DE ANCORAGEM
Valor da força resultante para Resultante dos esforços:

derivações em “Y”
R = k · P · A

onde: R = força resultante, N

P = pressão máxima de teste, Pa

A = área da seção externa do tubo ou

da saída do tê ou a diferença de
2
áreas no caso de redução, m

k = coeficiente, função da geometria

da peça da tubulação:

- Flanges cegos, caps, tês: k = 1

- Reduções: k = 1 – A´/A

(A´ = seção de menor diâmetro)


σ
- Curvas de ângulo θ: k = 2 sen
2
k = 1,414 para curvas de 90°

k = 0,765 para curvas de 45°

k = 0,390 para curvas de 22° 30’

k = 0,196 para curvas de 11° 15’


BLOCOS DE
ANCORAGEM
BLOCOS DE ANCORAGEM
Dimensionamento dos blocos - Dados necessários Forças envolvidas para o

• Resultante das forças (direção e intensidade)


dimensionamento de um bloco de

ancoragem
• Tensão máxima admissível na parede lateral da

vala

• Coesão do solo

• Ângulo de atrito interno do solo

• Tensão máxima admissível pelo solo na vertical

• Peso específico do solo

• Especificações do concreto a ser utilizado

• Atrito concreto-solo

Critérios de cálculo

• Por atrito entre o bloco e o solo (peso do bloco);

• Por reação de apoio da parede da vala


R = força resultante;
(engastamento).
P = peso do bloco;

W = peso do aterro;

B = apoio sobre a parede da vala;

f = atrito sobre o solo;

M = momento de tombamento.
ANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVE

Ancoragem da tubulação

• Declividade ≥ 20% - tubulação área;

• Declividade ≥ 25% - tubulação enterrada

Força axial em tubulações com declividade


ANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVE
Assentamento de tubulação aérea: ancoragem tubo por tubo

Assentamento de tubulação enterrada com ancoragem por trecho travado


CORROSÃO

Corrosão → deterioração de material, por ação

química ou eletroquímica, aliada ou

não a esforços mecânicos


CORROSÃO
Tipos de corrosão

• Corrosão galvânica

• Corrosão em frestas

• Corrosão atmosférica

• Corrosão pelo solo

• Corrosão pela água

• Corrosão eletrolítica

• Outros tipos de corrosão


CORROSÃO

Proteção catódica → consiste na injeção de corrente

contínua na estrutura a ser

protegida elevando seu potencial

em relação ao meio

– corrente impressa
Sistemas de proteção catódica
– corrente galvânica
PROTE ÇÃO CONTRA CORROSÃO
PROTEÇÃO

Proteção catódica galvânica Proteção catódica por

corrente impressa
PROTE ÇÃO CAT
PROTEÇÃO ÓDICA
CATÓDICA

Componentes principais

• Retificador e leito de anodos

• Drenagem

• Caixa de medição e interligação

• Pontos de teste
APLICAÇÃO DA PROTE
APLICAÇÃO ÇÃO CAT
PROTEÇÃO ÓDICA
CATÓDICA
EM UMA ADUTORA DA RMSP
LIMPEZA DAS ADUTORAS

Sedimentação Incrustação

Deposição de minerais insolúveis


Incrustação em tubo de ferro
em tubo de ferro fundido dúctil
fundido dúctil sem revestimento.
com revestimento. Adutora de
Adutora de água bruta, ∅ 250
água tratada, ∅ 250 mm. Idade da
mm. Idade da tubulação ~ 25
tubulação ~ 15 anos. Coeficiente
anos. Coeficiente de rugosidade
de rugosidade C ~ 85 (Hazen-
C ~ 70 (Hazen-Williams)
Williams).
LIMPEZA DAS ADUTORAS
Polly-pig Raspador de arraste hidráulico
LIMPEZA DAS ADUTORAS
Variação do coeficiente de Hazen-Williams

devido a limpezas por raspagem


LIMPEZA DAS ADUTORAS
Entrada e saída do “polly-pig” em uma adutora

Introdução do “polly-pig” Introdução de “polly-pig” Introdução do “polly-pig”

através de hidrante, sem através de uma peça através de uma peça em Y

registro especial
APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE
APLICAÇÃO
ARGAMASSA DE CIMENTO
EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
MEDIÇÃO

• Medidores de pressão

– Manômetro de Bourdon
– Manômetros
– Manômetro do tipo fole

– Magnético de pressão

– Capacitivos
– Transdutores de pressão
– Extensiométricos

– Piezoelétricos

• Amplificadores de sinal
MEDIDORES EM CONDUTOS FOR ÇADOS
FORÇADOS

• Medidores de vazão

– Medidores de obstrução

Venturi Orifício
EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
MEDIÇÃO
Medidores em condutos forçados

• Medidores de vazão

– Ultrassônicos – Eletromagnéticos

Modo diagonal

Modo reflexivo
MEDIDORES EM CONDUTOS LIVRE

• Vertedores: triangulares, circulares,

retangulares, Sutro, etc

• Calhas: Parshall, Palmer-Bowlus, etc

• Medidor eletromagnético

• Medidor ultrassônico
INTERVEN ÇÃO EM ADUTORAS EM CARGA
INTERVENÇÃO
Simulação de bloqueio com execução de by-pass
INTERVEN ÇÃO EM
INTERVENÇÃO
ADUTORAS EM CARGA
Seqüência do processo de furação

e bloqueio em carga das adutoras

da RMSP
INTERVEN ÇÃO EM ADUTORAS EM CARGA
INTERVENÇÃO

Equipamento de furação Equipamento de bloqueio

em carga de tubulação
INTERVEN ÇÃO EM ADUTORAS EM CARGA
INTERVENÇÃO
Derivação pelo processo de furação em carga da adutora do SAM Leste da RMSP
EXEMPLOS DE TRAVESSIA A ÉREA
AÉREA
EM CURSOS D’ÁGUA
D’ÁGUA
TRAVESSIA AÉREA
AÉREA
TRAVESSIA DE UMA ADUTORA SOB UMA
ESTRADA DE FERRO