ESTATUTO

CAPITULO I DA LIGA E SEUS FINS

ART. lº - A Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício, neste Estatuto denominada CICLOVALE, sociedade civil de direito privado, fundada em 10 de fevereiro de 2011, tem sede e foro, á Rua Nego Pinto, 31 – Jardim Objetivo na cidade de Jaraguá, Estado de Goiás é filiada a Federação Goiana de Ciclismo, com seus Estatutos adaptados a Lei no. 9.615, de 24 de março de 1998, Decreto no. 9.981 de 14 de Julho e Decreto 3.659 de novembro de 2000, que regulamentou a Lei supramencionada é uma entidade de Administração Municipal da região de Jaraguá que superintende os desportos de Ciclismo, Mountain Bike, Bike Trial, Bicicross e Ciclo-Turismo.

ART. 2º - A CICLOVALE tem personalidade jurídica distinta da de seus filiados, que não respondem pelas obrigações por ela contraídas. Paragrafo 1º. – É facultado à CICLOVALE, manter as gestões de suas atividades profissionais sob a responsabilidade de outra entidade, através: a)- Da constituição de uma sociedade comercial para essa finalidade específica, onde a CICLOVALE deve ter o mínimo de 51% do capital e direito a voto. b)- Da contratação de uma Sociedade Comercial ou pessoa física com capacidade e especialização comprovadas para o desempenho dessa atividade. ART. 3º. - A Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício, filiada a Federação Goiana de Ciclismo, na forma da legislação vigente, tem por finalidade como entidade de administração do desporto do Ciclismo, MTB, BT, Bicicross e Ciclo-Turismo no Vale do São Patrício, o desporto de rendimento praticado segundo normas e regras nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do País e estas com outras nações, a CICLOVALE poderá ser no domicílio do Presidente ou em qualquer cidade da Região do Vale do São Patrício , a seu critério; § Único:- Como desporto de rendimento a CICLOVALE está organizada à administrar a prática: 1. Do Ciclismo, MTB, BT. Bicicross e Ciclo-Turismo Profissional, caracterizado por remuneração pactuada por contrato de trabalho ou demais formas contratuais pertinentes; 2. Do Ciclismo, MTB, BT, Bicicross e Ciclo-Turismo Amador, identificado pela inexistência de qualquer forma de remuneração ou de incentivos material.

desportos do item anterior. Bicicross e Ciclo-Turismo. Bicicross e Ciclo-Turismo. BT. particulares. ofereçam garantia de estabilidade. desde que. nas competições. sem caráter rigorosamente gratuito. podendo admitir na consecução desses fins. e ao mesmo tempo. exercerá suas atividades segundo este Estatuto e normas legais pertinentes. empresas jornalísticas. c) representar oficialmente. a critério da Diretoria. g) amparar. e) instituir e organizar provas clássicas e competições com prêmios anuais. BT. difundir e incentivar na Região.A Liga. poderes públicos. . assim como outros desportos que eventualmente vier a adotar. Bicicross e Ciclo-Turismo da Região do Vale do São Patrício. . tendo em vista a impropriedade da realização de competições em determinadas estações de clima desfavorável. que lhe seja direta ou indiretamente vinculada.ART. d) fiscalizar as associações (clubes) que a constituem. cujo prazo de duração é indeterminado. oficialmente. da legislação esportiva vigente no País e do Código Desportivo da U. e não permitir a realização das mesmas na conformidade das normas vigentes: 1) organizar o programa das competições esportivas. procurando desenvolver o amadorismo. aprovados pelos poderes superiores.. BT. promovida por entidade desportiva. inter-clubes ou intermunicipais da Região. f) deliberar sobre qualquer assunto de interesse ligado ao Ciclismo. a criação de novas associações e Clubes de Ciclismo. MTB. j) vedar a realização de competições desportivas. exercer rigorosa vigilância sobre o profissionalismo. m) cumprir e fazer cumprir todas as disposições da legislação desportiva brasileira e reger-se por este estatuto e demais regulamentos. com o objetivo de mantê-lo dentro dos princípios de estrita moralidade. i) proibir a realização de qualquer exibição pública. MTB. h) autorizar e fiscalizar as competições e outras provas ciclísticas. a colaboração subsidiária de seus filiados. o desenvolvimento das associações (clubes) Regionais a ela filiadas e de não considerável expressão. na sua base territorial. MTB. k) fixar o período anual de suas atividades desportivas.C. a Região do Vale do São Patrício fora de seu território. bem como auxílios pecuniários ou oferecimento de prêmio. b) dirigir. obrigando a observância deste Estatuto. pelos meios de seu alcance. pratiquem o Ciclismo. como parte de desportos educativos. associações e estabelecimentos comerciais ou industriais. procurar incentivar. incompatíveis com o interesse público.I. tendo por objetivo: a) congregar associações (clubes) que. dentro de sua base território da Região do Vale do São Patrício. 4º. bem como.

que deverão ser aceitas pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto.§ Único:. da Lei 9. que institui normas gerais sobre desporto.615. de 24 de março de 1998. .O desporto brasileiro. e decreto 3. conforme estabelecido no § lº do Ad.659 de 14 de Novembro de 2000. 10. é regulado por normas nacionais e internacionais e pelas regras de prática desportiva de cada modalidade. no âmbito das práticas formais.

. . 6º. será composta de número ilimitado de Entidades. cujos títulos serão outorgados pela Diretoria. .CAPITULO II DOS FILIADOS ART. 7º. . ART. em virtude de renúncia. ART. ART. 9º.. ao que continuar filiado satisfazer. § Único:. dissolução.A Liga concederá diploma ás pessoas agraciada com os títulos de Benemérito e Honorário. 7º. Atletas Profissionais e Amadores de prática desportiva de Ciclismo. cabendo.A critério da Diretoria. ART.A Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício.É facultada a filiação direta de ciclistas profissionais e amadores na Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício.A admissão de novos filiados será deferida pela Diretoria da Liga mediante requerimento escrito. . BT. perderão seus direitos de filiação. e em pena de eliminação imposta pela Comissão Disciplinar e em falta de pagamento. ART. fusão com congêneres não filiadas á Liga. desaparecimento ocorrido na forma do art.As Entidades de Prática desportiva perderão a filiação. todos os compromissos que porventura competirem as entidades desaparecidas. MTB.No caso de fusão de Entidades. Bicicross e Ciclo-Turismo. imediatamente. e após serem cumpridas as exigências regulamentares da entidade. l0º. 5º. . 8º. pela Diretoria da Entidade. as que perante a Liga desaparecerem.Serão Beneméritos ou Honorários os que tiverem prestado relevantes serviços. poderão ser concedidos títulos de Beneméritos ou Honorários ás pessoas físicas ou jurídicas § Único:.

Bicicross e Ciclo-Turismo. provas amistosas reconhecidas ou patrocinadas por entidades filiadas a entidade máxima estadual e nacional. b) fazerem-se representar nas convocações. profissional ou amador na órbita dos respectivos municípios. d)disputar competições inter . MTB. promovendo e estimulando competições e torneios inter-municipais. m)organizar torneios e competições na Região do Vale do São Patricio. 11º. BT. j)reger-se por leis próprias. pelo Conselho Superior de Desportos. pelo Comitê Olímpico Brasileiro e pela Confederação Brasileira de Ciclismo: i) dirigir o Ciclismo. e) promover competições e festivais beneficentes com o concurso de associação e clube filiados ou entidade reconhecida pela CICLOVALE sempre em aquiescência da Diretoria da CICLOVALE. campeonatos e torneios de CICLISMO. pela Federação Goiana de Ciclismo. . quando quites com os cofres sociais. l)discutir os campeonatos. torneios e competições promovidas pela Liga. g) organizar dirigir e fiscalizar. na zona de sua jurisdição. em sua Região.São direitos das Entidades de prática do desporto no que porventura lhes caibam: a) organizarem-se livremente desde que não contrariem as leis desta Liga e das entidades esportivas superiores. amador e profissional de acordo com as regras reconhecidas pelas entidades hierarquicamente superiores. f) representar oficialmente os desportos que superintende.associações ou clubes. ou solicitar o encaminhamento de expediente aos órgãos do poder público ou aos organismos e entidades internacionais: c) solicitar licença. usufruir das regalias concedidas de acordo com os regulamentos ou códigos da CICLOVALE desde que estejam quites com os cofres da CICLOVALE e entidades superiores. h) zelar pela aplicação das leis e determinações emanadas pela Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício. mediante prévia comunicação a Liga.CAPÍTULO III DOS DIREITOS E DEVERES DOS FILIADOS ART. k)dirigir-se aos poderes competentes da Liga nos termos do presente Estatuto. .

ou no mínimo 2/3 (dois terços). 12º. d)subordinar a organização das suas leis ás determinações deste Estatuto e demais leis pertinentes. do Comitê Olímpico Brasileiro e da Confederação Brasileira de Ciclismo. e competições amistosas que disputar. c)reconhecer a Liga como única dirigente do ciclismo. no prazo de 15 (quinze) dias. no caso de associações ou clubes. praticadas por outras filiadas ou por pessoas vinculadas a qualquer delas ou a Liga. e)efetuar os pagamentos das Taxas. BI. .São deveres das Entidades de prática do desporto. o) denunciar ações irregulares ou degradantes á moral desportiva. b)possuir administração idônea. l) manter em sua praça desportiva. j) Requerer á Liga para promover ou disputar competições amistosas locais. a eleição da nova diretoria ou qualquer modificação na mesma verificada. do Conselho Superior de Desportos. os resultados técnicos de todos os torneios. ART. inclusive internos. bem como as penalidades aplicadas aos seus jurisdicionados. multas e débitos e outras modalidades de contribuições devidas á Liga ou a entidades superiores. i) remeter á Liga. interestaduais ou internacionais. k)comunicar. com as demais filiadas e de órgãos superiores. p) ter pavilhão. bem como as autoridades Policiais incumbidas da preservação da ordem durante as competições. lugares próprios designados aos membros da Liga. causados por infrações ás leis próprias ou da Liga. h)comunicar. todos os campeonatos e torneios em que estiverem inscritos e forem obrigatórios na forma do regulamento geral. MTB. nas condições estabelecidas pelas Leis da Liga e das entidades superiores. anualmente. observado o Estatuto e Regimentos Internos da Liga. símbolo e uniformes próprios. f) manter relações desportivas com as demais filiadas. inconfundíveis. Bicicross e Ciclo-Turismo em sua base Territorial. as filiações de novos filiados. da Federação. até suas definitivas conclusões. do calendário oficial. g)disputar anualmente.n) impugnar a validade de competições e apresentar recursos dos atos que julgarem lesivos aos seus interesses e ao de seus atletas. dentro dos prazos legais. ou ainda de órgãos superiores esclarecendo sempre os motivos da sanção imposta.. além de outros que porventura lhes caibam: a)ter personalidade jurídica.

14º. ART.Além das proibições e dos deveres que lhes sejam impostas por outros dispositivos deste Estatuto e demais leis assessoras. que seus atletas tomem parte em competições integrando equipes de entidades não filiadas. c) cópia autenticada dos seguintes documentos: cadastramento no C. d) indicação do respectivo pavilhão e suas cores e do desenho do uniforme.S. deturpe o sentido do desporto. é também vedado ás Entidades de prática do desporto: a) atentar contra o bom nome da Liga. ou Responsável. ou pelo Representante Legal quando pessoa jurídica de explore a prática do desporto profissional acompanhado dos seguintes elementos: a) estatuto ou Contrato Social devidamente legalizado. constando. envolvendo assuntos subordinados.. atletas. . ART. Bicicross e Ciclo-Turismo. á Liga. c) permitir ou tolerar que atleta seu. d) consentir. b) relação da diretoria. ao estudo ou decisão da Liga. cede-los. quando convocados. em duas vias. em proveito próprio ou de seus atletas.O pedido de admissão como filiado deverá ser firmado no caso de Entidade de Prática do Desporto pelo presidente do clube. n) independentemente de qualquer indenização ou vantagem. nome.N. Inscrição no Município para entidades de prática do desporto profissional e certidão de Inscrição no l. profissão. assinatura e duração dos mandatos. nacionalidade.m) ceder suas instalações desportivas. empregados ou dependentes. de acordo com as medidas segundo ás regras aprovadas pela LIGA.S. . promover a desarmonia entre os filiados ou tolerar que façam os seus dirigentes e associados. profissional ou amador que pratique o Ciclismo. MTB.J. por sua natureza. Federação ou Confederação. no Ministério da Fazenda. e) planta do local de competições. endereço. b) dar publicidade a qualquer comunicação ou solicitação que tenham feito ou pretendem fazer. p) evitar na sede da Liga em outros locais e nas competições quaisquer manifestações políticas. com a indicação das respectivas dimensões. quando requisitados pela Liga. . sem prévio consentimento da Liga. 13º. quando for o caso. religiosas ou raciais q) remunerar Associações de árbitros e juizes ou estes profissionais quando não associados sempre que prestarem serviços na consecução de eventos ciclísticos. antes do pronunciamento desta. o) manter seus livros de escrituração e de registro de sócios e atletas em dia. BT. e do emblema do clube ou Associação. sem qualquer vantagem especial dos seus associados.P.N.

no Estatuto da Entidade ou da Associação requerente.f) esteja. § Único:.Quando se tratar de Associações ou Clubes. a finalidade da prática á modalidade desportiva objeto da filiação. h) depositar na tesouraria da Liga. com o requerimento de filiação. será necessário ainda: a) localizar-se no Estado de Goiás. além das exigências do artigo anterior. . MTB. instruindo com documentos exigidos. dentre outras se houver. Bicicross e Ciclo-Turismo. g)demonstre a Entidade que não é devedora de taxas ou mensalidades perante a Liga. prevista. expressamente. b) possuir pelo menos (um) atleta filiado que pratiquem o Ciclismo. BT. a jóia e a anuidade estabelecida.

ART. ART. necessário se toma a observância das exigências Estatutárias. 18º. I5º. 17º.D. .CAPITULO IV DOS PODERES E SUA CONVOCAÇÃO ART. por prazo não excedente a 60 (sessenta) dias. ART.As convocações da Assembléia Geral. § Único:. e se possível. devendo constar da Ordem do Dia os assuntos que a motivaram.Os poderes somente deliberarão sobre assuntos constantes da ordem do dia mencionadas no respectivo aviso de convocação.Compete a Diretoria da Liga a elaboração do Regimento Geral. Ao poder respectivo compete ajuizar e decidir do pedido. . por via correio por AR. SEDEX ou similar ou com antecedência mínima de 3(três) dias por intermédio de nota oficial. 16º. 20º. 22º. serão feitas com antecedência mínima de 10 (dez dias. na sede da Liga ART. . ART.Para que seja legal a convocação de qualquer poder. ou pelo Presidente da CICLOVALE.J. bem como prorrogar o pedido. 23º. I9º. adiar ou interromper o gozo de qualquer licença concedida.O T. ART. . ART.. 21º. sempre que convocado pelo seu Presidente. . .Compete a cada poder da Liga a elaboração do Regimento Interno.O Conselho Fiscal se reunirá por iniciativa do Presidente da Liga. . . . poderá licenciar-se do exercício do cargo. publicadas em jornais de circulação diária. todo membro de qualquer poder.Na aplicação deste artigo prevalecem as disposições da lei pública regulamentando a organização e o funcionamento do Conselho Fiscal.Após devida comunicação por escrito. por dois de seus membros. nos prazos previstos em lei. deverá reunir-se sempre e extraordinariamente.São poderes da Liga: a) Assembléia Geral b) Presidência c) Diretoria ART.

c) inadimplentes na prestação de contas da própria entidade. os que estiverem cumprindo penalidades impostas pelos Órgãos de Justiça Desportiva ou pelo COB. inadimplentes das contribuições providenciadas e trabalhistas. inadimplentes na prestação de contas de recursos públicos em decisão administrativa definitiva.ART. 24º. Lei 9. f). afastados de cargos eletivos ou de confiança da entidade desportiva ou em virtude de gestão patrimonial ou financeira irregular ou temerária da entidade. .São inelegíveis para o desempenho de funções e cargos eletivos nos Poderes da Entidade. 23. os desportistas: (Ad. g). . b). d). tem II. mesmo os de livre nomeação.615/98) a). os falidos e. condenados por crime doloso em sentença definitiva. e).

preenchido os requisitas do artigo 15. § 2º. com intervalo nunca inferior a meia hora.Ao Presidente da Liga é assegurado o direito de assistir as reuniões da assembléia Geral e tomar parte das mesmas. ART. . votar nem intervir na votação. inclusive na eleição dos poderes. no mínimo 1/3 (um terço) dos filiados.:. -É vedado a qualquer membro da diretoria funcionar na Assembléia Geral como representante do filiado. em face do Parecer do Conselho Fiscal. não podendo. 26º. 29º. com a maioria absoluta dos filiados. § lº.C. porém. representados pelos respectivos Presidentes ou Delegados devidamente credenciados. não podendo porém votar nem intervir na votação.A Assembléia Geral será convocada pelo Presidente da Liga. aprovar o relatório do ano anterior. 28º. ordinariamente.A Assembléia Geral só poderá ser constituída. promovido pela Liga.C. perderão direito ao voto na assembléia Geral e só o readquirirão no momento em que saldarem seus débitos com a tesouraria e/ou a partir do momento que houverem participado de novo campeonato. 30º. ART... . ou pelo Conselho Fiscal. 25º. em primeira convocação.CAPITULO V DA ASSEMBLEIA GERAL ART. . § Único:.Os filiados que não estiverem quites com suas obrigações financeiras ou que deixarem de tomar parte em mais de um campeonato. e em segunda e última convocação. para aprovar proposta orçamentária para o atual exercício. ART.Compete á Assembléia Geral: a) reunir-se. com qualquer número de filiados. na segunda quinzena de Janeiro para julgar as contas da Diretoria. ART. poder máximo da Liga. b) reunir-se em Janeiro.:. ART. é constituído por seus filiados.Cada membro da Assembléia Geral terá direito a um voto em qualquer decisão. 27º. .Aos Atletas Profissionais e Amadores inscritos na Liga é assegurado o direito de assistir as reuniões da Assembléia Geral. bem como tomar conhecimento do relatório da Comissão Disciplinar ou do Tribunal de Justiça Desportivo da L. e mediante requerimento de.A Assembléia Geral.

. 33º. só podendo deliberar sobre assuntos especificados nos respectivos editais de convocação. . 31º. d) destituir. mediante 2/3 (dois terços) dos votos da totalidade dos filiados. a respectiva vigência das mesmas. ART. em escrutínio aberto. dentro da Liga. a Assembléia Geral será presidida pelo representante por ela indicado. fixando. o de qualidade. ART. b)Julgar em última instância. exceção para as decisões do Tribunal de Justiça Desportivo da LICIVSP. o Presidente e os Vice-Presidentes. outorgados pela sua Diretoria. no caso de empate na votação. quadrienalmente. 34º. devidamente fundamentada. . por outro lado. mediante 2/3 (dois terços) dos votos favoráveis da totalidade dos filiados. tendo. § Único:.Na hipótese acima. . que constituirão anualmente o período legislativo da Liga. ainda. Persistindo a igualdade será proclamado eleito aquele que for o mais idoso. ART. devendo tal deliberação ser tomada no trimestre compreendido pelos meses de Novembro. alienação ou gravação de bens móveis e imóveis depois de ouvido o Conselho Fiscal.c) reunir-se. ou de. ART. e) Homologar sobre concessão de títulos de Beneméritos e Honorários. os recursos interpostos contra atos de qualquer poder. quando de sua atribuição. na segunda quinzena de novembro.. para eleger.Todas as eleições serão realizadas por escrutínio aberto. respeitando. o qual não perderá o seu direito de voto. o Presidente ou Vice-Presidente bem como os membros do Conselho Fiscal e do Tribunal de Justiça Desportivo.A Assembléia reunir-se-á extraordinariamente a qualquer tempo por iniciativa do Presidente ou por solicitação da Diretoria. c)autorizar á aquisição. procedendo-se em caso de empate. . em qualquer caso o direito de defesa. e dar conhecimento aos membros presentes a Assembléia. conceder licença aos membros dos poderes por ela eleitos ressalvado os membros do Tribunal de Justiça Desportivo. concorrendo apenas aqueles que tenham empatado. f) deliberar sobre as leis internas que devem vigorar. os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal e do Tribunal de Justiça Desportivo. 32º. g) resolver sobre a dissolução da Liga. na forma do presente Estatuto. no mínimo 2/3 (dois terços) das filiadas declarando-se sempre o motivo da convocação. dando-lhes posse.As reuniões da Assembléia Geral serão convocadas e instaladas pelo Presidente da Liga e presidida pelo membro eleito entre seus componentes. por justa causa. Dezembro e Janeiro.E ainda da competência da Assembléia Geral: a)preencher os cargos vagos. a um segundo escrutínio.

e)autorizar abertura de créditos adicionais mediante justificativa da Diretoria e ouvido o Conselho Fiscal.d)delegar poderes especiais ao Presidente da Liga para. . quando for o caso os demais poderes. ouvido. assumir responsabilidades que escapem a sua competência privativa. em nome desta.

35º. § Único:.suspensão.3º O inquérito administrativo será realizado por comissão nomeada pelo Presidente da entidade e terá o prazo de 30 (trinta dias) para conclusão. as seguintes penalidades: (Art.1º As sanções previstas nos incisos deste artigo não prescindem do processo administrativo no qual sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa.Com o objetivo de manter a ordem desportiva. . sem o preenchimento nos prazos estatutários. a entidade poderá aplicar às suas filiadas. § Único:. ou ainda para fazer cumprir decisões da Justiça Desportiva da Entidade. bem como autorizá-las a intervir nas associações suas filiadas nos casos graves que possam comprometer o respeito aos Poderes internos ou para restabelecer a ordem desportiva. Lei 9615/98) I. Art.multa. IV. 37º. Art.4º O inquérito. § Único:. .censura escrita III. § Único:.A entidade poderá intervir em suas filiadas. desportiva e administrativa de sua filiada. a entidade poderá designar um delegado que promoverá o cumprimento dos atos por ela previamente determinados e necessários á normalização da vida institucional.desfiliação ou desvinculação. depois de concluído. bem como às pessoas físicas ou jurídicas direta ou indiretamente a ela vinculada. . será remetido ao Presidente que o submeterá á Diretoria.CAPITULO VI DA ORDEM DESPORTIVA Art. o respeito aos atos emanados de seus poderes internos e fazer cumprir os atos legalmente expedidos pelos órgãos ou representantes do Poder Público. só poderão ser comutadas ou anistiadas pelo próprio Poder que as aplicou. 36º. 48.Em caso de Vacância dos Poderes em quaisquer das filiadas. V .2º As penalidades de que tratam os incisos IV e V deste artigo só serão aplicadas após decisão definitiva da Justiça Desportiva. . as penalidades administrativas aplicadas pelo Poder competente da Entidade.5º Executando-se os casos de interposição de recursos. § Único:. II .advertência. sem prejuízo das sanções de competência da Justiça Desportiva.

Ao organizar competições de âmbito nacional a entidade poderá determinar a aplicação de medidas disciplinares automáticas. da CBC.Nos casos de urgência comprovada. 50 da Lei nº 9. fará incluir no respectivo regulamento a relação das infrações disciplinares com as correspondentes penalidades automáticas que poderão ser aplicadas. para tanto. da FGC.615/98. . Art. 39º. o órgão competente da entidade decidirá sobre o afastamento de qualquer pessoa física ou jurídica a ela direta ou indiretamente vinculada. 38º. . do COB. . que infrinja ou tolere que sejam infringidas as normas constantes deste estatuto. obedecidas as penas previstas no § 1º . e em caráter preventivo.do art. da UCI (União Ciclistica Internacional) bem como normas contidas na Legislação Brasileira.Art.

.O tribunal de Justiça Desportiva será composto por auditores.574/98 que a regulamentou.Compete ao Presidente do TJD conceder licença temporária aos membros. indicados na forma do artigo 55 da Lei 9615/98.A organização. . 40º. 44o. as questões decorrentes de descumprimento de normas relativas á disciplina e às competições. compete processar e julgar. Art. Art. exceção feita aos membros dos Conselhos Deliberativos das entidades de prática desportiva. nomeados pelo seu Presidente.V.CAPÍTULO VII DA JUSTIÇA DESPORTIVA Art. limitadas ao processo e julgamento das infrações disciplinares e às competições desportivas. Art. .615/98.Ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD).. nunca superior a 90 (noventa) dias. O TJD da Liga de Ciclismo do Vale do São Patrício será obrigatoriamente o da Federação Goiana de Ciclismo. 41º. com mandato de 4 (quatro) anos.Junto ao TJD funcionarão 1 (um) ou mais Procuradores e 1 (um) Secretário. 45º. em última instância. 46º. membro efetivo do TJD. 42º. . § Único:. Art.Havendo vacância de cargo de auditor. Art. permitida apenas uma recondução. unidade autônoma e independente. 217 da Constituição Federal. o funcionamento e as atribuições da Justiça Desportiva. o exercício de cargo ou função na Justiça Desportiva. ressalvados os pressupostos processuais estabelecidos nos parágrafos V e 2º do Art. . serão definidas de acordo com o disposto especificamente na Lei nº 9.O TJD elegerá o seu Presidente dentre seus membros e disporá sobre a sua organização e funcionamento em Regimento Interno. . o seu Presidente deverá oficiar a entidade indicadora para que no prazo máximo de 30 (trinta) dias promova nova indicação. .E vedado aos dirigentes desportivos das entidades de administração e das entidades de prática. Art. e no Decreto nº 2. 43º.

será composta por 3 (três) auditores efetivos do Tribunal de Justiça Desportiva.Das decisões da Comissão disciplinar caberá recurso ao Tribunal de Justiça Desportiva. § Único:. Art.Da Comissão Disciplinar Art. . ou. . 48º. obrigatoriamente com a presença da totalidade de seus membros.Seção II .A Comissão Disciplinar (CD). ainda decorrentes de infringência ao regulamento da respectiva competição. órgão de primeira instância. para aplicação imediata das sanções decorrentes das súmulas ou documentos similares dos árbritos.1º. . em regular sessão de julgamento. 49º.A Comissão Disciplinar elegerá o seu Presidente dentre seus membros e disporá sobre a sua organização e funcionamento em Regimento Interno.A Comissão Disciplinar aplicará sanções em procedimento sumário. § Único:. excepcionalmente naquela ocasião.. 47º. ser convocado um representante indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil para compor a Comissão Disciplinar Art. poderá. de livre nomeação do seu Presidente.2º para evitar a suspensão da sessão de julgamento por falta de número legal.

uma vez por mês. d) dar parecer sobre o orçamento anual a ser apresentado pela Diretoria á Assembléia Geral. denunciando erros administrativos ou qualquer violação da lei. 51º. . á Assembléia Geral. f) comparecer a sessões da Assembléia Geral. enviando cópia a Diretoria. com mandatos de 4 (quatro) anos. ou Estatuto.CAPÍTULO VIII DO CONSELHO FISCAL Art.O Conselho Fiscal compor-se-a de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes. eleitos pela Assembléia Geral. Art. extraordinariamente. h) convocar Assembléia Geral quando ocorrer motivo grave e urgente. ordinariamente. sendo permitida a recondução por mais um período.G. todos brasileiros. c) apresentar. O Conselho Fiscal da Liga será o da F. oneração ou alienação de bens móveis e imóveis da Liga. b) examinar mensalmente os balancetes da Tesouraria e dar parecer por escrito sobre os mesmos. . . 52º. . seu parecer sobre as respectivas gestões financeiras. a ordem dos livros e o cumprimento das prescrições legais relativas a administração financeira. sugerindo medidas a serem tomadas.Logo após a posse do Conselho Fiscal escolherá o seu Presidente e o seu relator e funcionará com a maioria de seus membros competindo-lhe ainda: a) examinar a escrituração. inclusive para que possa. bem como sobre compra.C. 50º. em cada caso. os documentos e os livros da Tesouraria e Contabilidade da Liga afim de se verificar a exatidão dos lançamentos. exercer plenamente suas funções fiscalizadora. da Diretoria ou da Assembléia Geral. bem como sobre suplementação de verbas solicitadas.O Conselho Fiscal se reunirá. quando ela for convocada. e) opinar sobre qualquer matéria financeira submetida ao seu exame pelo Presidente da Liga. sempre que for convocado por iniciativa de um de seus membros ou por solicitação do Presidente da Liga. no fim de cada exercício. Art. g) julgar todos os processos relativos a contas irregulares das finanças da Liga.

a complementação dos mandatos do Presidente. 53º. Jaraguá. passará a vigorar na data da respectiva inscrição ou averbação no Registro Público e será submetido a aprovação da Federação Goiana de Ciclismo com a ata da Assembléia que o aprovou. será eleito quadrienal mente pela Assembléia Geral. for inferior a um ano.CAPITULO IX DA PRESIDÊNCIA Art. § Único:. 8 de fevereiro de 2011. aprovado em Assembléia Geral. coincidindo sempre ao Ciclo Olímpico. Art. 54º .O Presidente da Liga.No caso de vacância. não será considerada para efeito de proibir recondução.O presente Estatuto. . . sendo-lhes permitidos a recondução por mais de um quatriênio.

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