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Orientações para o As Built Elétrico dos Prédios Administrativos Lanxess

1 – Toda a equipe de trabalho responsável pela execução do levantamento deverá estar ciente
de todas as normas, protocolos e procedimentos a serem seguidos na Lanxess, munidos das
plantas das áreas alvo do levantamento e dos respectivos equipamentos de segurança
necessários ao serviço.

2 – O serviço deverá ser executado conforme o cronograma desenvolvido e encaminhado às


partes envolvidas nesta atividade.

3 – Toda e qualquer ocorrência que provoque atraso na realização do serviço deverá ser
encaminhada por e-mail para o Sr. Damasceno – Enga. Lanxess e Luiz Patrício (Vórtice),
informando o tempo de parada e a sua causa para fins de registro, comunicação e
providências para que o impedimento não volte a ocorrer.

4 – Antes do início do levantamento em cada setor, o funcionário Casman responsável pela


realização da atividade, deverá contatar o responsável (Lanxess) pelo setor onde será
realizado o levantamento, para informá-lo da atividade programada, obter a autorização e
recomendações quanto aos cuidados com os equipamentos existentes no setor.

Estes cuidados devem ser redobrados nas áreas de TI dos escritórios e laboratórios, visando
evitar danos aos equipamentos existentes, perdas de informações relevantes e/ou
acidentes.

Por questão de precaução, a Casman deverá adotar esta providência sempre em relação a
dois setores simultaneamente, uma vez que, na ocorrência de impedimentos em uma
setor, o levantamento poderá ser antecipado em uma outra área, o que evitará
comprometer o cronograma traçado.

5 – Ao final dos trabalhos de cada dia, os avanços e ocorrências deverão ser registrados em um
diário de obra (eletrônico) e encaminhados, quando do término do levantamento em cada
prédio, via e-mail, para a Vórtice (e-mail para Luiz Patrício), juntamente com os dados do
levantamento.

As informações do levantamento deverão ser registradas nos próprios desenhos do prédio


em questão e deverão ser enviadas para a Vórtice, seguindo as seguintes orientações:

- Onde não for encontrado divergência entre desenho e instalações reais, deverá ser
colocado um símbolo “v” em tinta na cor azul, confirmando que aquele ponto foi
verificado e não houve divergência;

- Onde houver divergência ou inadequação entre o físico e o desenho, a correção deverá


ser executada no próprio desenho utilizando caneta na cor vermelha. (considera-se que
os desenho Lanxess serão fornecidos em preto e branco. Caso sejam coloridos, indicar na
planta através de uma legenda a cor que será utilizada para indicar as correções).

- Utilizar letra de forma para as informações a serem colocadas nos desenhos.


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- Em caso de grandes divergências nos esboços de correção e/ou detalhamento de


informações a serem efetuados, para evitar erros de identificação por parte do projetista,
deverá ser feita uma indicação numérica (código) da área que será alterada (no desenho),
indicando que a descrição da alteração ou novo esboço será fornecido em papel anexo ao
desenho, por questão de clareza da informação.

- Em locais que apresentarem grandes irregularidades em termos de questões de segurança


ou risco potencial de acidente, deverá ser feito o registro no desenho e em folha anexa,
descrevendo a irregularidade e indicando-a para que o registro fotográfico seja efetuado,
para fins de apresentação no relatório final do serviço.

6 - Ao término do levantamento no prédio, a Vórtice deverá ser informada da conclusão para


que seja providenciada o recolhimento dos documentos na Lanxess.

7 – Após a atualização dos desenhos pela Vórtice, deverá ser feito uma conferência in loco
(que poderá ser por amostragem), afim de identificar erros de atualização.

8 – Pontos a serem conferidos no levantamento:

- Existência de diagramas unifilares nos painéis;

- Existência de aterramento nas partes metálicas das instalações (equipamentos, quadros


etc.);

- Grau de dificuldade de acesso aos quadros elétricos e/ou encaminhamento das instalações
em locais indevidos;

- Instalações inadequadas em setores classificados como de risco;

- Medir a intensidade luminosa de cada setor de cada setor;

- Existência de espaçamento de segurança próximo de painéis elétricos quando pertinente;

- Disponibilidade de EPI e EPC quando pertinente ao setor;

- Divergências entre as instalações do projeto e as físicas encontradas;

- Especificação dos componentes dos QE’s: marca, tipo, modelo, tensão, corrente, potência,
quantidade de pólos, forma de montagem, distribuição de cargas pelas fases etc.

- Cabeamento exposto;

- Emendas elétricas em locais indevidos ou mal feitas ou expostas;

- Situações de instalações que apresentem risco potencial de choque elétrico;

- Bitola dos eletrodutos e dos cabos;

- Características dos cabos elétricos encontrados e quantidade de cabos por diâmetro de


eletroduto;
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- Dispositivos defeituosos e/ou com partes danificadas;

- Falta de identificação de circuitos e de quadros e painéis elétricos;

- Correlação entre circuitos existentes no setor e os seus acionamentos proteções;

- Condições da instalação e resistência da malha de aterramento.

Recife, 28/01/20011

Luiz Patrício
Vórtice Engenharia