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Windows Server

1 - Diferenças de Sistemas Windows Server


R- datacenter edition standard edition
-funcionalidades básicas -funcionalidades básicas
-contêines de OSEs/Hyper-V (ilimitado) -contêines de OSEs/Hyper-V (2)
-contêiners do windows server (ilimitado) -contêiners do windows server (ilimitado)
-nano server -nano server
-novos recursos de armazenamento
(que incluem espaços de armazenamento
diretos e réplicas de armazenamento)
-Nonas máquinas virtuais Blindadas
-Nova pilha de rede
-Modelo de licenciamento (core + CAL) -Modelo de licenciamento (core + CAL)
-preço $6.155 -preço $6.155

2 - Diferenças de File System


Fat
 Sistema de arquivos básico
 Limitações no tamanho de partições
 FAT32 para permitir discos maiores
 exFAT desenvolvido para flash drives

NTFS
 Metadados
 Auditoria e registro em logs
 Segurança (criptografia e ACLs)

Refs
 Suporte de compatibilidade com versões anteriores para o NTFS
 Suporte para arquivos,diretórios e volumes maiores
 Verificação de dados melhorada e correção de erros

3 - Diferenças de Partições MBR-GPT


R - MBR
 formato de tabela de partição padrão desde o inicio dos anos 80
 suporta um máximo de quatro partições primarias por drive
 pode particionar um disco ate 2 tb

GPT
 é o sucessor do formato de tabelas de partição MBR
 suporta um máximo de 120 partições por unidade
 pode particionar um disco de 18 exabytes

4 - Caminho de Atualizações de Versões Windows Server:

5 - Versões do Windows Server:


R - Windows Server 2016 Standard
Windows Server 2016 Data Center
Windows Hyper-V Server 2016
Windows Storage Server 2016

6 - DNS - Tipos de Consulta Recursiva - Interativa - Autoritativa


R - Consulta interativa – esse tipo de consulta distribuída não é automática e
acontece quando o seu DNS direto não é capaz de resolver um determinado
nome e, assim, devolve endereços de servidores que podem resolver.

Consulta recursiva – a consulta distribuída é automática, ocorre quando o


servidor DNS direto consegue resolver o nome e devolve essa resolução ao
cliente que a solicitou.

Tipos de respostas

(Resposta Autoritativa) – quando é resolvido pelo servidor DNS, que é


autoridade pelo domínio consultado, exemplo: o usuário está tentando acessar
o “servidor.local” por meio do servidor que hospeda a zona direta
“usuario.local”.

7 - Funcionamento do Fluxo DNS

8 - Top Domain Level


R - É o último segmento do seu nome de domínio, aquele elemento
localizado após o último ponto. Como ele fica no final do endereço, ele
também é conhecido como sufixo de domínio.
O domínio é dividido em três níveis. Primeiro vem o subdomínio, que fica
localizado na parte da frente (ou lado esquerdo). Depois tem o nome de
domínio ou second level domain, que fica no meio. Finalmente, temos o
top-level domain (extensão) está posicionado na parte final, ou no lado
direito do nome de domínio.
Um domínio que tenha um top-level domain e um nome de domínio é
considerado um Nome de Domínio Completamente Qualificado (da sigla
em inglês FQDN, ou Fully Qualified Domain Name)

9 - Tipos De Registros DNS


A – O A, também conhecido por hostname, é o registro central de um DNS,
ele vincula um domínio ou subdomínio a um endereço IP direto. Os registros de
DNS do tipo A são a razão final da existência do sistema de resolução de nomes,
e o tipo de registros que dá nome ao serviço. Este é, hoje, um dos dois tipos
de registros que se destinam a fazer o que o nome diz… resolver nomes.

AAAA – A internet cresceu de tal forma que o número de IPs inicialmente disponíveis
está praticamente esgotado e já não permite acompanhar o crescimento da rede.
Hoje existem computadores numa grande percentagem de casas, e cada vez mais
existe um computador na mão (ou no bolso) de casa pessoa (os SmartPhones). Para
ultrapassar este problema foi criado um novo conjunto de endereços, designados
com o nome IPv6. Sendo assim, registros AAAA executam a mesma função de A,
porém, para um endereço IPv6.

NS – Name Server (Servidor de Domínio), especifica servidores DNS para o domínio


ou subdomínio. Pelo menos, dois registros NS devem ser definidos para cada
domínio. Geralmente, m principal e outro secundário.

CNAME – Significa Canonical NAME. Especifica um apelido (alias) para o hostname


(A). É uma forma de redirecionamento.

MX – Sigla para Mail eXchanger. Aponta o servidor de e-mails. Pode-se especificar


mais de um endereço, formando-se assim uma lista em ordem de prioridade para que
haja alternativas no caso de algum e-mail não puder ser entregue. Na prática,
quando temos um email do tipo email@example.com,
devemos perguntar ao servidor de NS do domínio example.com qual é o servidor de
email do domínio, isto é, qual o MX do domínio, e em seguida, enviar o email para
esse servidor.

PTR – PoinTeR, aponta o domínio reverso a partir de um endereço IP.

SOA – Start Of Authority. Indica o responsável por respostas autoritárias a um


domínio,ou seja, o responsável pelo domínio. Também indica outras informações
úteis como número serial da zona,replicação, etc.

TXT – Refere-se a TeXT, o qual permite incluir um texto curto em um hostname.


Técnica usada para implementar o SPF. Atualmente, uma das informações mais
comuns – mas ainda não comum o suficiente – que podemos encontrar neste tipo de
registros são as chaves públicas dos servidores de email, que podem ser utilizadas
para validar que um email enviado como se tivesse origem num domínio aí tem de
facto origem.

SPF – Sender Policy Framework, é uma tentativa de controle de falsos e-mails.


Permite ao administrador de um domínio definir os endereços das máquinas
autorizadas a enviar mensagens neste domínio.

SRV – Abreviação de SeRVice, permite definir localização de serviços disponíveis


em um domínio, inclusive seus protocolos e portas. Este tipo de registros servem
para indicar que servidores suportam cada tipo de serviço baseado no domínio para
o endereçamento, isto é, em que o tipo de conta
seja do tipo <utilizador>@<dominio.com>, com exceção do domínio que, sendo
deste tipo (o endereçamento do email é do tipo acima), utiliza os domínio do tipo MX.
10 - Formas de Instalação do Servidor DNS

11 - Diferenças de ipconfig
R - Comando ipconfig /all
Neste caso é mostrado o nome do computador, a respectiva configuração de rede,
onde inclui o MAC Address da placa e o IP, bem como a configuração da ligação à
Internet.

O ipconfig utiliza ainda os parâmetros /renew, no caso de estarmos obtendo um IP


dinâmico, ou seja, um computador nos dá o IP em vez de sermos nós a atribuí-lo
manualmente. Nesta situação,

o ipconfig /renew ia renovar o número de IP do computador.

O comando ipconfig /release permite lilberar o PC do número de IP que tem


para obter um novo através do comando anterior.

O comando ipconfig /renew renova o PC do com o mesmo ou novo número de IP.

12 - Diferenças de Zonas DNS Primaria X Secundaria


R -Zona primária
Quando a zona que este servidor DNS hospeda é uma zona primária,
o servidor DNS é a fonte primária de informações sobre esta zona e
ele armazena a cópia mestra dos dados da zona em um arquivo local
ou no AD DS. Esta zona permite escrita/leitura de informações.
Zona secundária
Quando a zona que este servidor DNS hospeda é uma zona secundária,
este servidor DNS é a fonte secundária de informações sobre esta zona.
A zona neste servidor precisa ser obtida de outro computador servidor
DNS remoto que também hospede a zona.

13 - Encaminhador Condicional
R- Encaminhador condicional

Os encaminhadores condicionais são servidores DNS usados para encaminhar


consultas de acordo com nomes de domínio.
Em vez de determinar que um servidor DNS encaminhe todas as consultas que
não pode resolver localmente para um encaminhador, os servidores DNS podem
ser configurados para encaminhar consultas a diferentes encaminhadores,
de acordo com os nomes de domínio específicos incluídos nas consultas.
O encaminhamento de acordo com nomes de domínio melhora o encaminhamento
convencional ao acrescentar uma condição baseada em nome ao processo de
encaminhamento.
14 - Diferenças Disco Básico X Dinamico
R - Discos básicos
Discos inicializaveis para armazenamento básico
O armazenamento padrão para sistemas operacionais windows

Discos Dinamicos
Oferecem varias opções para configurar volumes

15 - Diferenças Domínio X Subdomínio

R -Domínio

Domínio é o nome de identificação de um site na internet, por exemplo,


resultadosdigitais.com.br.Ele é formado pelo nome e pela extensão:
resultadosdigitais é o nome do domínio e o .com.br é a extensão.Um domínio é único
e para ser usado é necessário registrá-lo. Você pode registrar um domínio em algum
site conveniado aos órgãos responsáveis pelas extensões que se pretende registrar,
o que na maioria das vezes é um serviço pago. Um dos mais comuns é o registro.br,
responsável pela extensão .com.br.Outras extensões podem ter o registro privado. É
o caso de organizações não governamentais que usam o org.br , por exemplo.

Subdomínio

Subdomínio é um endereço que faz parte do domínio, ou seja, é uma ramificação do


domínio.Geralmente é possível criar quantos subdomínios quiser a partir de um
domínio.O subdomínio usa o domínio principal e se diferencia pela adição de um
outro nome, além do nome do domínio. Por exemplo:
genciasderesultados.resultadosdigitais.com.br.

Como vantagens, através do subdomínio é possível ter sites relacionados, bem como
o corte de custos e a indexação diferente do domínio principal.

16 -Diferenças Host x Guest


R - HOST

Host em inglês significa hospedeiro. Mais utilizado na área de tecnologia, quer dizer
quem hospeda ou mantém uma estrutura de tecnologia funcionando.
Pode ser um website, uma aplicação, um sistema ou uma estrutura inteira de data
center. Ao mesmo tempo, “host” pode, também, significar qualquer computador ou
máquina conectada a uma rede, que armazena qualquer tipo de informação.

R - GUEST
Significa “convidado” sendo este um S.O. que divide recursos e serviços de um
computador “hospedeiro”, ou ainda, uma conta
De usuário convidado dentro de um ambiente computacional cliente-servidor.

17 - Root Servers
R -Os ‘Root-Servers‘ são servidores distribuídos globalmente e que são vitais
para o funcionamento do serviço de DNS. Eles operam a ‘Root Zone‘ ou Zona Raiz,
que é responsável por responder pelas requisições dos TLDs – Top Level Domains
ou domínios de topo.

18 - nslookup

R - O Nslookup (Name System Look Up) é um instrumento que permite interrogar


um servidor de nomes a fim de obter as informações relativas a um domínio
ou a um hóspede e, assim, diagnosticar eventuais problemas de configuração do
DNS.Utilizado sem nenhum argumento, o comando nslookup mostra o nome e o
endereço IP do servidor de nomes primário e exibe um convite de comando para
realizar consultas. Basta introduzir o nome de um domínio no convite para exibir as
características.
Também é possível solicitar as informações sobre um hóspede indicando o seu nome
seguido do comando nslookup: nslookup nome_do_host

É possível alterar o modo de consulta do comando nslookup graças ao argumento


set:

set type=mx: permite recolher informações relativas aos servidores do serviço de


mensagens de um domínio;
set type=ns: permite reunir informações relativas ao servidor de nomes associado ao
domínio;
set type=a: permite colher informações relativas a um hóspede da rede. É o modo de
interrogação por padrão;
set type=soa: permite exibir as informações do campo SOA (Start Of Authority);
set type=cname: permite mostrar as informações relativas ao pseudônimo;
set type=hinfo: permite, quando estes dados são informados, exibir as informações
relativas ao hardware e
ao sistema operacional do hóspede.