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Manejo de águas pluviais Segundo o levantamento realizado pela Pesquisa Nacional de Saneamento

Jose Antonio Sena do Nascimento Básico - PNSB 2008, independentemente do tamanho da extensão da rede e de
Compondo um dos principais ciclos naturais do nosso planeta, a água percorre sua eficiência, 78,6% dos municípios brasileiros tinham serviços de drenagem
um longo caminho desde o topo do solo até as maiores profundidades originalmente urbana, à época da pesquisa. A análise deste dado, pelo porte populacional dos
pela infiltração ou escoamento, dependendo das características intrínsecas do solo municípios, revela que a existência dos serviços de drenagem varia segundo o
e das condições do relevo. Ao infiltrar o solo, a água poderá percolar até grandes tamanho da população.
profundidades, atingindo e alimentando lençóis subterrâneos e aquíferos, escoar Nos municípios com até 20 mil habitantes, em 74,8% existem rede de dre-
lateralmente em funções de variações nas condições de drenabilidade interna ou nagem. Na medida em que o porte populacional cresce, a proporção do serviço
condutividade hidráulica dos materiais e inclinação do terreno ou ser absorvida aumenta, chegando a 100% nos municípios com mais de 300 mil habitantes, onde
pelas raízes dos vegetais, participando assim do processo de ciclagem natural dos vivem aproximadamente 60 milhões de pessoas. Cabe observar que as maiores
nutrientes nos ecossistemas. deficiências neste tipo de serviço ainda se encontram nos municípios com porte
Nas áreas urbanas, no entanto, tal processo sofre modificações marcantes. populacional abaixo de 45 mil habitantes.
Segundo Botelho (2011), toda essa diversidade de caminhos do sistema natural é As diferenças entre os municípios de pequeno e grande portes, no que se
reduzida ao binômio escoamento e infiltração, com maior participação do primeiro. refere aos serviços de drenagem urbana, têm explicações. Uma delas, e talvez a
Em virtude da quase total ausência de uma cobertura vegetal, nessas áreas as demais principal, é a falta de recursos enfrentada pelos municípios pequenos que têm que
possibilidades de trajetória da água são praticamente eliminadas. Nas áreas urbanas, priorizar investimentos diante de pequenos orçamentos. Uma segunda explicação
novos elementos são adicionados pelo homem, como edificações, pavimentação, pode ser as características climáticas, geográficas, geológicas ou topográficas de
canalização e retificação de rios, entre outros, que acabam por reduzir drasticamente determinadas regiões que podem demandar menores investimentos neste serviço,
a infiltração e favorecem o escoamento das águas que assume assim um padrão como é o caso de algumas áreas do Nordeste do Brasil.
mais concentrado, gerando o aumento da magnitude e frequência das enchentes. Outra possível razão seria a própria demanda de populações mais organi-
O sistema de drenagem das chuvas constitui-se num item fundamental para zadas dos municípios mais populosos que, com melhores níveis educacionais e
o funcionamento das cidades, uma vez que com o crescimento das áreas urbani- socioeconômicos, criam canais de reivindicação formais e outras formas de pressão
zadas ocorre um grande aumento de áreas impermeabilizadas, o que favorece a popular por melhores serviços.
acumulação e empoçamento da água, que precisa ser contornado por sistemas A distribuição dos serviços de drenagem urbana pelos municípios segundo
eficientes de escoamento para evitar não somente a acumulação, mas, também, as Grandes Regiões do Brasil confirma as situações mais favoráveis nas áreas mais
outros problemas relacionados como erosão e assoreamento. Neste sentido, as desenvolvidas. No caso das Regiões Sul e Sudeste, onde se concentram os melhores
grandes e médias cidades dependem cada vez mais de sistemas de drenagem que atendimentos pelo serviço de drenagem urbana. Situação oposta é a visualizada
constituem parte essencial da agenda de planejamento urbano, para assegurar para a Região Norte, onde a proporção de municípios com rede de drenagem é
crescimento ordenado com menores riscos para a população. sensivelmente menor.
As enchentes nas áreas urbanas do Brasil vêm, ao longo de várias décadas, Em termos estaduais, percebem-se variações significativas no que se refere
tornando-se um problema crônico. Este cenário foi se construindo ao longo dos anos, à qualidade dos serviços de drenagem nos municípios em praticamente todos os
principalmente, pela falta de planejamento apropriado dos sistemas de drenagem estados das Regiões Norte e Nordeste, observando-se, porém, que nessas regiões,
e pela inadequação dos projetos de engenharia à real dimensão das necessidades os núcleos urbanos próximos às capitais e áreas economicamente mais desenvol-
das cidades brasileiras. vidas apresentam uma situação melhor do que as áreas mais distantes. O caso do
As características do processo de urbanização experimentado no Brasil a Estado do Pará é bastante ilustrativo deste padrão, onde os municípios próximos a
partir da década de 1960, com uma expansão não planejada e muito acelerada, Belém apresentam condições de drenagem mais adequadas do que os municípios
sem o crescimento proporcional dos serviços de infraestrutura urbana, entre os situados a sudeste do estado.
quais os sistemas de drenagem, ocasionaram situações críticas em praticamente Mesmo nos estados mais desenvolvidos economicamente, nas Regiões Sul e
todas as regiões do Brasil. Segundo Braga (1997), os principais problemas de Sudeste, existem diferenciações entre as áreas mais dinâmicas e as de menor dina-
drenagem urbana associada a países em desenvolvimento são: mismo. No Estado de Minas Gerais, por exemplo, a presença de municípios com
- rápida expansão da população que vive em áreas urbanas; situação de drenagem muito boa e boa na porção sul do estado é visivelmente maior
- nível de conscientização baixo da população a respeito do problema; do que aquela observada na porção norte do estado. Em certa medida esta situação
- planos diretores e planos de longo prazo ineficientes; é coerente com o quadro de outros indicadores de saneamento em nível municipal.
- precária utilização de medidas não estruturais; e Nos estados das Regiões Sul e Sudeste, observa-se que, muitas vezes, municí-
- inadequada utilização dos sistemas de controle de cheias. pios mais distantes das capitais apresentam situações de atendimento pelos serviços
De acordo com Colombo (2002), as enchentes urbanas constituem-se em de drenagem melhores que a periferia imediata das metrópoles.
um dos principais impactos negativos sobre a população urbana, tanto do ponto A importância dos serviços de drenagem urbana, principalmente nas médias e
de vista da saúde pública quanto da economia. Segundo este autor, os prejuízos grandes cidades, se torna mais destacado em épocas de chuvas, quando as imagens
causados pelas enchentes são de difícil mensuração, levando-se em conta tanto as das enchentes, com consequentes danos materiais e humanos, frequentemente são
perdas diretas como indiretas. Esses impactos podem ocorrer devido à urbanização mostradas pela imprensa.
ou à inundação natural das várzeas ribeirinhas. A análise conjunta da situação dos municípios quanto à drenagem e aos aspec-
O primeiro impacto é causado pelo aumento do volume escoado, devido à tos do relevo revelam alguns aspectos importantes relacionados com a vulnerabilidade
impermeabilização do solo e consequente diminuição da infiltração, fazendo com de grande número de áreas urbanas no Brasil aos eventos climáticos extremos, princi-
que uma parcela maior da chuva se transfira para os cursos d’água da bacia através palmente as chuvas de grande intensidade. Associada às inundações, a urbanização
do escoamento superficial. provoca uma série de impactos, devido ao aumento de áreas impermeáveis, ocupação
No segundo impacto, as enchentes naturais atingem a população que ocupa do solo e a construção da rede de condutos pluviais. O crescimento urbano pode ainda
os leitos de rios por falta de planejamento do uso do solo, por ocupação indevida produzir obstruções ao escoamento, como aterros e pontes, drenagens inadequadas
ou pelo não convencimento dos reais perigos envolvidos na questão. e obstruções de condutos e assoreamento do leito dos rios. Tais efeitos poderão ser
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

potencializados quando as áreas urbanas ocupam terrenos de alta declividade, vales drenagem e criação de soluções alternativas para áreas de risco, aliado ao uso e
de rios encaixados ou se expandem por áreas sujeitas a inundações. ocupação racional do solo, que deve ser compatível com a capacidade de macro-
A vulnerabilidade de significativa parcela dos municípios do Brasil, princi- drenagem da região.
palmente nas áreas de relevo acidentado, como os municípios da Região Serrana
do Rio de Janeiro, tem se revelado como uma das questões mais sensíveis na gestão
Referências
urbana e, sem dúvida, os aspectos da adequação da rede de drenagem devem ser
bem equacionados, como forma de evitar prejuízos materiais e de vidas humanas. BOTELHO, R. G. M. Bacias hidrográficas urbanas. In: GUERRA, A. J. T. (Org.). Ge-
A superposição de informações sobre a adequação do sistema de drenagem urbana omorfologia urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. p. 71-115.
e o mapa de relevo revelam-se assim uma boa aproximação para identificação de
áreas mais críticas nestes aspectos. BRAGA, B. P. F. Controle de cheias urbanas em ambiente tropical. In: DRENAGEM
A PNSB 2008 mostrou que 5 256 municípios brasileiros possuem algum urbana: gerenciamento, simulação e controle. Porto Alegre: Ed. da UFRGS: Asso-
serviço de manejo de águas pluviais, o que corresponde a 94,5% do universo ciação Brasileira de Recursos Hídricos - ABRH, 1997. p. 51-65.
dos municípios do País. No entanto, apenas 12,7% dos municípios declararam
possuir dispositivos coletivos de detenção e amortecimento de vazão das águas COLOMBO, J. C. Diagnóstico e diretrizes para plano diretor de drenagem urbana:
pluviais urbanas. Ribeirão Quilombo Americana - SP. 2002. 2 v. Dissertação (Mestrado)-Programa
Segundo a PNSB 2008, a eficiência dos sistemas de drenagem de águas de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Estadual de Campinas - Uni-
pluviais no que tange à diminuição de impactos resultantes de processos erosivos camp, Campinas, 2002.
e assoreamento de corpos receptores – consequentemente, prevenindo desastres
com enchentes e inundações – está diretamente relacionada com a existência dos MIRANDA, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento
dispositivos de controle de vazão. Estes permitem a atenuação da energia das águas por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso
e o carreamento de sedimentos e outros detritos para os corpos receptores, hídricos em: jul. 2011.
ou não, onde há a disposição final dos efluentes da drenagem pluvial.
Estudos sobre o assunto apontam que um primeiro passo para eficiência do PESQUISA nacional de saneamento básico 2008. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. 218 p.
setor seria a criação de um Plano Diretor de Drenagem Urbana, no qual o estudo Acompanha 1 CD-ROM. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/
dos aspectos hidrológicos é fundamental para o dimensionamento do sistema de populacao/condicaodevida/pnsb2008/PNSB_2008.pdf>. Acesso em: jun. 2011.
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Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Brasil

Manejo de
águas pluviais

Arquip. de Fernando
de Noronha

Altimetria
(metros)
2,854
2854 mm

2,500 m
2,500 m
2500 m

2,000 m
2,000 m
2000 m

1500 mm
1,500
1,500 m

#
Y Estadual
Capital estadual
1,000
1,000
1000 mm m
Limite internacional
Condição da
drenagem (*) Estadual
Limite estadual

#
* Muito boa Ferrovia
500
500mm
*
# Boa Rodovia pavimentada
ESCALA : 1 : 15 000 000
*
# Regular
75 0 75 150 225 km Rio permanente
*
# Precária
PROJEÇÃO POLICÔNICA *
# Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
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Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Rondônia


-65°0’0"

A M A Z O N A S
PORTO VELHO
#
*
Y #
*
Candeias
do Jamari
-9°0’0"

-9°0’0"
#
* Itapuã do Oeste

#
* Cujubim Machadinho d’Oeste
#
*

Alto Paraíso #
* #
* Rio Crespo
#
* Vale do Anari
#
* Ariquemes
ACRE
MATO GROSSO
#
* #
* Theobroma
Buritis
#
* Monte Negro
#
* Cacaulândia
#
* #
* Vale do Paraíso
#
Jaru
* Nova Mamoré #
*
#
* Governador
Jorge Teixeira
Campo
Novo de Rondônia
Ouro Preto do Oeste #
*
#
* Guajará-Mirim
Nova União #
* #
* #
* Ji-Paraná
Teixeirópolis
Mirante da Serra #
*
#
* Urupá
#
* Ministro Andreazza
#
* Presidente Médici
Alvorada d’Oeste #
* Cacoal
#
*
#
*Castanheiras
#
* Espigão d’Oeste
Novo
Pimenta Bueno
#
*
Horizonte do Oeste
São Miguel do Guaporé
#
* #
* #
* Rolim de Moura

#
*
Nova

#
* Seringueiras
Brasilândia d’Oeste #
*
Alta Floresta d’Oeste #
* #
* #
*São Primavera
de Rondônia
-12°0’0"
Santa
Luzia d’Oeste Felipe d’Oeste

#
* São Francisco do Guaporé #
*
-12°0’0"
Alto Alegre dos Parecis #
*Parecis
Altimetria
(metros)
#
*Costa Marques #
* Chupinguaia
2,854
2854 mm

2,500 m
2,500
2500 m
m
#
*
BOLIVIA Vilhena

Corumbiara #
* Colorado
do Oeste
2,000 m #
*
2000 m
#
*
Cerejeiras

1500 mm
1,500 Pimenteiras do Oeste
#
Cabixi

Perímetro urbano
* #
*

1,000
1,000
1000 mm m
#
Y Estadual
Capital estadual
Limite internacional
Condição da
Estadual
Limite estadual drenagem (*)
Ferrovia #
* Muito boa
500 mm
500
500 m
Rodovia pavimentada
#
* Boa
#
* Regular ESCALA : 1 : 2 700 000
Rio permanente
#
* Precária 35 0 17,5 35 km
0m
0m Rio intermitente #
* Sem informação -65°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA -60°0’0"

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
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Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Acre


-72°0’0" -69°0’0"

-6°0’0"

A M A Z O N A S

#
* Cruzeiro do Sul
Mâncio Lima #
* #
*Rodrigues Alves

#
* #
* Feijó
Tarauacá

#
* Porto Walter

#
* Manoel Urbano
-9°0’0"

#
* Marechal Thaumaturgo Sena Madureira #
*
-9°0’0"

#
* Santa Rosa do Purus
#
* Jordão
Porto Acre
#
* RONDÔNIA

#
* Bujari Acrelândia #
*

Altimetria
RIO BRANCO #
*
Y
(metros) Senador Guiomard #
* Plácido de Castro
2,854
2854 mm
#
*
2,500 m
2,500 m
2500 m
Capixaba
#
*
2,000 m
m
PERÚ #
* Xapuri BOLIVIA
2,000
2000 m

Assis Brasil Brasiléia


1500 mm
1,500
1,500 m #
* #
* Epitaciolândia
Perímetro urbano
#
*

1,000
1000
1,000mmm
#
Y Estadual
Capital estadual
Limite internacional
Condição da
Estadual
Limite estadual drenagem (*)
500 mm Ferrovia #
* Muito boa
500
500 m
Rodovia pavimentada
#
* Boa
#
* Regular ESCALA : 1 : 2 700 000

#
* Precária
Rio permanente 35 0 17,5 35 km
0m
0m Rio intermitente #
* Sem informação -72°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA -69°0’0"

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
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Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Amazonas


-68°0’0" -61°0’0"

GUYANA
VENEZUELA

RORAIMA

1°0’0"

COLOMBIA
#
* São Gabriel da Cachoeira PARÁ
#
* Santa Isabel do Rio Negro

#
* Barcelos

#
* Japurá #
* Maraã
#
*
Presidente Figueiredo

São Sebastião
Nhamundá
#
*
do Uatumã
#
* Fonte Boa Rio Preto da Eva Itapiranga *#
# * Urucará Parintins
#
*
#
*
#
* Novo Airão #
* #
*
Silves #
* Barreirinha
#
*
#
* Tonantins
Jutaí

#
* Uarini MANAUS Itacoatiara
#
* # #
* Boa Vista
#
* Santo Antônio do Içá Manacapuru #
*
Y Careiro da Várzea *
#
* Alvarães Caapiranga
#
* # #
*
* Iranduba #
* Urucurituba
#
*
do Ramos

#
* Tefé
Maués

#
*
#
* Amaturá #
*
#
* Juruá #
* Anamã Manaquiri #
* Autazes
São Paulo de Olivença Codajás
#
* #
Anori
* #
*
PERÚ #
* Beruri Careiro #
* Nova Olinda do Norte
#
* Coari
#
* Tabatinga #
* Borba
*#
#
Atalaia do Norte
* Benjamin Constant
#
* Carauari
#
* Novo Aripuanã

#
* Tapauá PARÁ
#
* Manicoré
-6°0’0"

-6°0’0"
#
* Itamarati #
* Canutama

#
* Eirunepé

#
* #
* Apuí
#
Ipixuna
* Lábrea
#
* Envira #
* Humaitá
#
* Pauini
Guajará
#
* Altimetria
Altimetria
(metros)
(metros)
2,854
2854 mm
2,854 m
2854 m

2,500 m
2,500
2,500
2,500 m
m
m
#
* Boca do Acre 2500 m
2500 m
ACRE

2,000 m
2,000
2,000 m
m
2,000
2000
2000 mmm

MATO GROSSO
1500
1500 mmm
1,500
1,500
1,500
1,500 m
m
m
Perímetro urbano

RONDÔNIA # Y Estadual
Capital estadual
1,000
1,000
1000 mm m
Limite internacional
Condição da
BOLIVIA drenagem (*) Estadual
Limite estadual

#
* Muito boa Ferrovia
#
* Boa Rodovia pavimentada
500 mm
500
500 m
ESCALA : 1 : 6 400 000
#
* Regular
#
* Precária
84 0 42 84 km Rio permanente

-68°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA -61°0’0" #


* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
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Manejo de águas pluviais - Roraima


-60°0’0"

5°0’0"

VENEZUELA Uiramutã #
*
#
* Pacaraima

Normandia #
*

#
* Amajari SURINAME

Bonfim #
*

GUYANA
Alto Alegre #
*
#
*
Y
BOA VISTA

#
* Cantá
Mucajaí #
*

Iracema #
*

Caracaraí #
*

São Luiz P A R Á
#
*
Rorainópolis #
* #
*
São João da Baliza

#
* Caroebe

Altimetria
(metros)
2,854
2854 mm
A M A Z O N A S
2,500 m
2,500 m
0°0’0" 2500 m

A M A Z O N A S 2,000 m
2,000 m
2000 m

1500 mm
1,500
1,500 m

Perímetro urbano

#
Y Estadual
Capital estadual
1,000
1000 mm
1,000 m
Limite internacional
Condição da
drenagem (*) Estadual
Limite estadual

#
* Muito boa Ferrovia 500
500mm
#
* Boa Rodovia pavimentada
ESCALA : 1 : 2 700 000
#
* Regular
#
* Precária
41 0 20,5 41 km Rio permanente

PROJEÇÃO POLICÔNICA -60°0’0" #


* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
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Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Pará


SURINAME -55°0’0" -50°0’0"
GUYANA GUYANE

AMAPÁ

RORAIMA

OC
0°0’0" EA 0°0’0"
NO
#
* #
* AT
LÂN
Afuá Chaves TIC
O

#
* Soure
#
* *#*# #
*#São João de Pirabas
*#
#
Santa Cruz do Arari

#
* * #
* * Quatipuru
Salvaterra
#
* #
* #
* # #
*
*Primavera
Anajás #
* Cachoeira do Arari
#
* #
* *#
# *# * Augusto Corrêa

#
* #
* #
* *#
# *# #
*
Bragança Viseu
BELÉM # *# * # * # * Capanema
Tracuateua
Ponta de Pedras
#
* #
*#
*
Y#
* #
* #
* * #
*
#
* Almeirim #
* Gurupá Muaná
* Barcarena #
# * #
* *#
Ourém
# *
Santa Luzia do Pará

#
*São Miguel
Breves São Sebastião
Oriximiná
# # #
* da Boa Vista
#
* #
* #
*Cachoeira do Piriá
* * Porto de Moz #
*
do Guamá

# #
* Prainha Melgaço
#
* Curralinho #
*Limoeiro #
* #
*
*
Óbidos Abaetetuba São Domingos
#
*
Curuá

* do Ajuru# *
Alenquer
#
* * # * Moju # * #
Capitão Poço
# #
* # #
* Monte Alegre #
* * Mãe do Rio*Garrafão do Norte
do Capim
# * #
Irituia

*#
Faro Terra Santa
# * #
* Juruti
Portel
Bagre

do Pará #
Igarapé-Miri
do Pará #
Acará Concórdia
*Aurora
*
Oeiras
#
*
#
* Santarém
Cametá
#
* do Pará
Nova Esperança

Belterra #
* #
* Senador José Porfírio #
*Mocajuba
Tomé-Açu
#
*Ipixuna do Pará
do Piriá

A M A Z O N A S
#
*
Vitória do Xingu #
*Baião
#
* Tailândia Paragominas
#
*
#
* Altamira
#
* Brasil Novo
#
*Medicilândia #
* Anapu
#
* Aveiro #
* Uruará #
* Tucuruí #
Ulianópolis
#
*
#
* Placas #
* Pacajá * Goianésia do Pará

#
* #
*
#
*
Breu Branco
Novo Repartimento #
*
Itaituba Rurópolis Dom Eliseu

Jacundá #
#
*
*
Rondon

#
*
do Pará
#
* Bom

#
*
Trairão
#
Jesus
-5°0’0"
Nova Ipixuna
#
* *
do TocantinsAbel Figueiredo
Itupiranga #
* MARANHÃO
Marabá * #
# * São João do Araguaia
São Domingos do Araguaia
#
*
#
*#
* Palestina do Pará
Brejo Grande do Araguaia
Parauapebas
#
*#* #
Eldorado
* dos Carajás
-47°30’0"

Altimetria #
*Jacareacanga Curionópolis
#
*
* #
*
São Geraldo do Araguaia
#
* -5°0’0"
Marapanim Salinópolis
(metros)
#
* #
* São Caetano de Odivelas
#
* #
Canaã dos Carajás Piçarra Curuçá
#
* #
*
#
*
Maracanã
2,854
2854 mm São Félix do Xingu #
* #
*#
Ourilândia do Norte
#
*
Vigia Magalhães

* #
* Água Azul do Norte
Barata

#
*
Tucumã
#
*
Colares São João
da Ponta

#
* Sapucaia
Santarém Novo
2,500 m
2,500 m
2500 m
#
* Xinguara #
*
#
* Novo Progresso
Santo Terra Alta
Antônio

#
*Santa do Tauá

#
* #
*
Igarapé-Açu

* # *Rio Maria *#*


São Francisco

# #
Bárbara Peixe-Boi

#
*
do Pará
Bannach do Pará

# #
Nova Timboteua

#
* * *
Santa Isabel
Castanhal
2,000 m
2,000 m do Pará

*#
*# #
TOCANTINS
Y#
#
* * * #
*
Marituba
2000 m Bonito
Floresta do Benevides

Cumaru do Norte #
* #
*
Pau d’Arco Araguaia Ananindeua
#
* Inhangapi
Santa Maria
do Pará

Redenção
#
*
-1°30’0"
#
* Bujaru

1500 mm
1,500
1,500 m #
*
#
* 0 15 km
Perímetro urbano
Conceição do Araguaia

1,000
1000 mm
#
Y Estadual
Capital estadual

Santa Maria das Barreiras


#
* Condição da
Limite internacional

drenagem (*) Estadual


Limite estadual

#
* Muito boa Ferrovia
500
500mm
Santana do Araguaia
#
* #
* Boa Rodovia pavimentada
75
ESCALA : 1 : 5 000 000
0 37,5 75 km
#
* Regular
MATO GROSSO #
* Precária Rio permanente
0m
0m PROJEÇÃO POLICÔNICA -50°0’0" #
* Sem informação Rio intermitente
-55°0’0"

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Amapá


-55°0’0"

GUYANE
SURINAME #
* Oiapoque

3°0’0" 3°0’0"

#
* Calçoene

O
C
E
A
N
O

A
#
*

T
Amapá

L
Â
N
T
IC
O
#
* Pracuúba

#
* Tartarugalzinho

#
* Cutias
#
* Serra do Navio
#
* Ferreira Gomes
#
* Pedra Branca do Amaparí
#
* Porto Grande #
* Itaubal

Altimetria
(metros)
2,854
2854 mm

MACAPÁ 2,500 m
2,500 m
#
*
Y 2500 m
0°0’0" Santana #
*
Mazagão #
* 2,000 m
2000 m

PAR Á
1500 mm
1,500
Perímetro urbano

#
Y Capital estadual
Estadual
1,000
1000 mm
Limite internacional
#
* Vitória do Jari Condição da
drenagem (*) Limite estadual
Estadual

#
* Muito boa Ferrovia
500 mm
Laranjal do Jari #
* Boa Rodovia pavimentada
500
500 m
#
* ESCALA : 1 : 2 400 000 #
* Regular
33 0 16,5 33 km
#
* Precária Rio permanente

-55°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA #


* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Tocantins


-50°0’0" São Sebastião do Tocantins

# #
*
* Buriti#
* # * #
Carrasco Bonito
* Sampaio
*#
# * Praia
Esperantina do
Tocantins
Norte
Augustinópolis
# #
* #
*São Miguel do Tocantins
Araguatins
# *
* Axixá do Sítio Novo do Tocantins
Tocantins #
*
Itaguatins

-6°0’0"
#
* Maurilândia # *
São Bento do Tocantins
do Tocantins
#
Cachoeirinha* Luzinópolis
#
* Tocantinópolis
Ananás
#
*
Angico Nazaré
# #
* #
*
#
* Xambioá # * * # *
Santa
# #
* Aguiarnópolis
Riachinho
*Araguanã do Tocantins #
Terezinha
*Palmeiras MARANHÃO
#
* #
*Darcinópolis do Tocantins
Piraquê
#
*Wanderlândia
#
Carmolândia
*
Santa Fé #
*# *#
Muricilândia
* # Araguaína #
Aragominas * * Babaçulândia
do Araguaia
PARÁ
#
*Filadélfia
#
*Pau d’Arco
#
* Nova Olinda
Barra
#
* Bandeirantes
do Ouro
#
* #
do Tocantins
Arapoema
#
* *
#
* #
* Palmeirante
Goiatins

Bernardo Sayão

# #
*
Colinas do

#
*Juarina * Tocantins Campos Lindos

Couto de Magalhães #
* Brasilândia
do Tocantins
#
* Tupiratins#
#
*
Itapiratins
Itaporã * #
*Itacajá
#
*
do Tocantins

# #
Pequizeiro *
* Presidente
Santa Maria

#
* #
*Colméia
Kennedy
do Tocantins
#
*
#
*
Goianorte
#
*Araguacema Guaraí #
* Tupirama Bom Jesus do Tocantins
Recursolândia

*#
# *
#
*Pedro Afonso #
*
Fortaleza #
* Centenário
do Tabocão PIAUÍ
#
*Caseara #
* #
* Rio dos Bois
#
*
Dois Irmãos Rio Sono
do Tocantins

Miranorte #
* #Miracema do Tocantins
*#
* Tocantínia
#
*
Abreulândia Lizarda #
*
#
*
Lajeado
#
* #
* Tocantins #
Divinópolis do
*Barrolândia Aparecida do
Marianópolis Rio Negro
do Tocantins
do Tocantins #
Monte Santo
* #
* #
* Novo Acordo
Chapada de Areia #
* # * Paraíso do Santa Tereza
#
*
#
*
Tocantins do Tocantins
São Félix do

#
*Pugmil #
*
Y PALMAS #
* Lagoa do Tocantins
Pium
#
* Tocantins

Cristalândia #
* #
* Nova Rosalândia #
* Mateiros
Oliveira de Fátima#
* #
*
Porto Nacional

Lagoa da Confusão #
* #
* Fátima #
*Monte do Carmo #
* Ponte Alta do Tocantins
Santa Rita #
*
do Tocantins
MATO GROSSO #
*deBrejinho Altimetria
Crixás do
#
* Nazaré
# #
*Pindorama do Tocantins
(metros)
Tocantins
* Silvanópolis 2,854
mm
#
*
Aliança do
#
*Ipueiras 2854
#
* Dueré Tocantins
Santa Rosa
Rio da

#
Conceição
#
*do Tocantins * BAHIA
2,500 m
2,500
2500 m
m
Porto Alegre
Almas
Chapada da Natividade #
* #
*#* #
do Tocantins
*
Formoso do Araguaia #
* Gurupi
Natividade #
*
#
* Dianópolis
2,000 m
#
Cariri do
* Tocantins #
* 2000 m
-12°0’0" #
* Peixe
#
* #
* Novo Jardim

Figueirópolis #
Sucupira
* #
Ponte Alta
*
São Valério
da Natividade do Bom Jesus 1500 mm
1,500
Conceição #
* #
*
Taipas do
do Tocantins Perímetro urbano
Tocantins

#
* Sandolândia
Alvorada #
* Taguatinga #
* #
Y Estadual
Capital estadual
1,000
1,000
1000 mm m
#
*Jaú do Tocantins #
* Paranã Condição da
Limite internacional

#
* São
Aurora do Tocantins
Talismã
#
* Salvador Lavandeira #
* drenagem (*) Estadual
Limite estadual
do Tocantins Combinado ##
** #
* Muito boa
#
* Araguaçu Ferrovia
500 mm
Arraias #
* #
*
Novo Alegre
#
* Boa 500
500 m
ESCALA : 1 : 3 200 000 GOIÁS #
* Palmeirópolis #
* Regular
Rodovia pavimentada

#
* Precária
48 0 24 48 km Rio permanente
PROJEÇÃO POLICÔNICA -50°0’0" #
* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Maranhão


-50°0’0" -45°0’0"

O
C
E
#
* #
Carutapera A
Luís Domingues
* N
O
Godofredo Viana# *# * Cândido Mendes AT
Amapá do Maranhão
#
* #
* Apicum-Açu

NT
# #
* *
IC
O
Boa Vista do Gurupi
#
* Turiaçu Bacuri

* # *
Cururupu
Junco do Maranhão# * Serrano do Maranhão#
#
*Porto Rico do Maranhão
Maracaçumé
#
* Governador Nunes Freire Mirinzal #
* Cedral
Centro Novo do Maranhão # * # * #
* # *
Turilândia #
*# #
*Central do Maranhão
Guimarães

*
*# * Santa Helena
Maranhãozinho
Centro do Guilherme # #
* #
* #
Alcântara
*S. José do RibamarCruz Santo Amaro do Maranhão
Bequimão Raposa Primeira

#
* #
*
* #
# *
Presidente Médici Pinheiro
#
*# * #
*
* Sarney # *Palmeirândia # *#
* SÃO LUÍS
Peri Mirim Y
#
Santa Luzia do Paruá #
Presidente
Paço do Lumiar #
*
São Bento #*# *Bacurituba
Paulino Neves

#
*
Icatu Humberto de Campos
#
* #
* Tutóia Água Doce do Maranhão
Nova Olinda do Maranhão # * Olinda Nova do # Cajapió
#
*#
*Cachoeira
Axixá #
* # * #
** # *
São Vicente Ferrer Rosário
Araguanã #
*#* # * *
Morros
* Pedro# *Maranhão# * # # Grande
Barreirinhas

#
*
São João Presidente Juscelino Araioses
#
*
Bacabeira
#
Batista
do Rosário
Viana #* Cajari
Matinha Santa Rita
#
*#
Belágua
*Santana do Maranhão
Zé Doca # * Penalva #* # #
* Anajatuba *Urbano Santos
* Presidente
Itapecuru Mirim Vargas
#
* São Benedito do Rio Preto São
#
*
Bernardo
PARÁ
#
* Monção #
Governador Newton Bello Vitória do Mearim
* *# #
*
*Arari Miranda do Norte # #
* #
* Magalhães de Almeida
São João do Carú # * Bom Jardim # * Pindaré-Mirim # #
*
*
#
*
Nina Rodrigues
#
* Santa Quitéria do Maranhão
#
*# #
*
Mata Roma
#
* # * Cantanhede #
* Brejo#
**
Vargem Grande
Alto Alegre do Pindaré #* #
* # #
* Pirapemas #
* #
* * Milagres do Maranhão
#
* # *# * # *
Anapurus
Chapadinha

#
*
Buriti
Santa Luzia #
* #
*
#
* # * #
* Afonso Cunha
#
* * #
# * # * # * Timbiras
Coroatá
#
* #
* Duque Bacelar
Buriticupu
#
* #
*
# #
* #
* #
* #
* Peritoró
#
*Maranhão
Itinga do
* #
* #
Coelho Neto

* #
* #
* Codó Aldeias Altas
* # *# *# *#
Bom Jesus
das Selvas Marajá do Sena # * # *# *
# #
*
Lagoa Grande #
*
Poção de Pedras # * Capinzal do Norte
* Caxias
Arame # *
Vila Nova
dos Martírios
#
* do Maranhão Esperantinópolis #
* #
* Santo Antônio dos Lopes #
*
-5°0’0" #
* Açailândia
São Roberto #
Joselândia#
* * #
* -5°0’0"
Governador Archer
São José #* #
*
#
* Cidelândia
#
* São Francisco do Brejão #
* dos Basílios #
#
* do Grajaú#* *São João do Soter #
*
Dom Pedro
#
Itaipava
São Pedro da São Raimundo * Gonçalves Dias CEARÁ
Água Branca
Jenipapo #
do Doca Bezerra Tuntum # * #
* #
* #
* Senador Alexandre Costa Timon
João Lisboa
*#
# *Senador La Rocque * Presidente Dutra
#
Governador Eugênio Barros
* Graça#
Imperatriz #
* * Governador Luiz Rocha #
dos Vieiras Aranha
#
* #
* # * #
* #
* *
Matões

Davinópolis Amarante Barra do Corda


Filomena *
Santa
# São Domingos do Maranhão
Governador Edison Lobão # *
Buritirana do Maranhão

# #
*Fortuna #
*
#
* # *
do Maranhão

Ribamar Fiquene # *
Sítio
*
Novo Grajaú
#
* Parnarama

#
Jatobá
Montes
Altos
Fernando
* Buriti Bravo
Falcão
Colinas
#
* #
*Lagoa do Mato
Campestre do Maranhão # * #
*Lajeado Novo #
* #
* Passagem Franca
Porto Franco
#
* # São Francisco do Maranhão
*
*São João do Paraíso #
# * Serra Negra
Formosa da Mirador
#
* #
* Paraibano
#
*
Sucupira do Norte # * #
*
Sucupira do
#
* Estreito Riachão

#
** dos Patos
Pastos Bons São João

Nova Iorque #
São Domingos Barão de Grajaú
São Pedro
#
*
do Azeitão #
*
dos Crentes Fortaleza São Raimundo #
*
Feira Nova # * #
dos Nogueiras das Mangabeiras
do Maranhão
* #
* Loreto
#
* #
* #
* #
* Benedito
Félix #
*
Leite
Nova Colinas São
Sambaíba
#
*
Carolina de Balsas
#
*Riachão
#
* Balsas Altimetria
(metros)
2,854
2854 mm

PIAUÍ 2,500 m
2,500 m
2500 m
-45°0’0"
* #
# * TOCANTINS
#
*
Miranda do Norte

#
* # #
* 2,000 m
m
Pindaré-Mirim
2,000
*
Igarapé do Meio Matões do Norte
#
* #
*
Tasso Fragoso
2000 m

* #
* Bela Vista do Maranhão

PERNAMBUCO
#
* # *# #
Santa Inês
* *
Pio XII Conceição do Lago-Açu
1500 mm
1,500
1,500 m
Satubinha

#
* #
*
Lago Verde
-4°0’0" Alto Parnaíba Perímetro urbano

#
* #
São Mateus do Maranhão
#
*
Vitorino Freire
Y Estadual
#
* Capital estadual
Olho d’Água das Cunhãs

1,000
1000 mm
1,000 m
#
*
Altamira do Maranhão
Alto Alegre Limite internacional
#
* Condição da
Bom Lugar Bacabal
#
* #
*
do Maranhão

drenagem (*) Estadual


Limite estadual

#
*
BAHIA #
* Muito boa Ferrovia
#
Brejo de Areia
*
São Luís Gonzaga do Maranhão 500 mm
-10°0’0"
Paulo Ramos
#
* #
* Boa Rodovia pavimentada
500
500 m

#
* #
* Regular
Lago do Junco
Trizidela Lima Campos ESCALA : 1 : 3 800 000
#
* Lago dos
#
* #
*# #
* *
do Vale
53 0 26,5 53 km
#
* Precária Rio permanente
#
**#
Lago da Pedra
Rodrigues Pedreiras
-50°0’0" Igarapé Grande Bernardo do Mearim 0 12 km -45°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA #
* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Piauí


OC
-45°0’0" EA
NO O
AT LÂ NT I C
Ilha Grande #
*#
*#*Luís Correia
Parnaíba
#
* Cajueiro da Praia
* #
# * Bom Princípio do Piauí
Buriti dos Lopes

Murici dos Portelas


#
*
#
Caxingó
Joca Marques
#*
* ## *#
* #
Madeiro * # * *
Caraúbas Cocal
Luzilândia Joaquim
do Piauí
PARÁ Pires
#
Matias Olímpio
* # *Morro do Chapéu doSãoPiauíJosé do#
Cocal dos Alves
*Divino
Campo Largo do Piauí
#
* #
* #
*
Porto
#
* João São #
* Esperantina
Nossa Senhora dos Remédios # * do Arraial # #
* Piracuruca # * São João da Fronteira
*Batalha
Brasileira #
*
Miguel Alves
#
* Barras
#
* # #
* Domingos Mourão
*Piripiri Lagoa de São
Boa Hora Capitão de
#
* # Campos
* #
* # *
Francisco

#
Cabeceiras do Piauí
Lagoa Alegre
#
* * #
* Boqueirão do Piauí Pedro II

União #* #
*Cocal de Telha
#
*
José de Freitas #*
Nossa Senhora #
* Milton Brandão
# #
*
de Nazaré
#
*
* #
* Campo Maior
Jatobá do Piauí

Lagoinha do Piauí
-42°0’0"
MARANHÃO #
* Sigefredo Pacheco
Água#
Agricolândia
*#
Altos -5°0’0"
*# * * #
* Barro Duro
#
* Santa Cruz dos Milagres
#
* #
* #
* Coivaras

*Pedro Olho#
Y
#
#
*São Miguel da Baixa Grande
Passagem Franca do Piauí

*Sãodo#
Assunção do Piauí
#
*
Branca
#
*
TERESINA Juazeiro do Piauí
# d’Água do Piauí
#
*São Félix do Piauí #
* #
*
Alto Longá

#
*
Pau D’Arco do Piauí
# #
* do Piauí
* São Gonçalo
Piauí Hugo Napoleão Novo Santo Antônio

#
* Demerval Lobão # *# #
* Castelo #
* Buriti dos Montes
#
* # *
Santo Antônio dos Milagres * Lagoa do Piauí
#
*
do Piauí

#
-6°0’0" São João
*da Serra #
Beneditinos
Angical Jardim do Mulato #
* Aroazes Curralinhos #* # * Monsenhor Gil *São Miguel
#
*
do Piauí

* #
# *
Elesbão Veloso
#
* Pimenteiras #
* Miguel Leão #
* Prata do Piauí do Tapuio

#
*# #
*#*# ** # # * *
Regeneração

#
* Francinópolis #
* Valença do Piauí São Pedro do Piauí
Palmeirais #* *#
# * #
* #
*
#
* Novo Oriente do Piauí Santo Antônio dos Milagres # *#
* # * CEARÁ
#
* #
*
*Várzea#
# *Grande
Barra d’Alcântara
#
*Lagoa do Sítio
#
*
#
*
#
* #
Francisco Ayres
#
* Amarante # * #
* #
* R
* Tanque do Piauí
Inhuma #
*
Arraial
#
* *#
# * D
Cajazeiras do Piauí #
* # * Ipiranga do Piauí #
São José São João da Canabrava
#
* #
* #
*
* do Piauí #
*#
*São Luis do Piauí #
* # #
*
*
Santa Rosa do Piauí
#
* #
*
#
* Guadalupe # * Floriano #
São João da Varjota

#
*
Nazaré do Piauí Oeiras
#
* #
* #
*
Santana do Piauí Bocaina Francisco
* #
*# *
#
* #
*
#
* # *# *#
*
Santos
* # ** #
*
Pio IX
-7°0’0"
Dom Expedito Lopes Sussuapara
#
* Santo Antônio Monsenhor# #
* #
* #
# Picos #*
Porto Alegre do Piauí
#
* #
* #
* #
* #
* #*#
* * *# *#
de Lisboa
* São Julião Fronteiras
Alagoinha do Piauí
#
Hipólito
0 12 km
Geminiano#
* #
* # *
Marcos Parente
#
* * #
* *#
# #
* #
Campo Grande do Piauí
*
Paquetá

#
* #
* #
* #
* #
* #
* # * Landri Sales
Jerumenha
# #
* #
* #
*
Uruçuí
São Francisco # * #
* Wall #
* * Vila Nova do Piauí

#
Antônio
Colônia Ferraz
do Piauí #
Santa Cruz
* Aroeiras do Itaim * Francisco Macedo
Alegrete do Piauí

#
* # *Caldeirão Grande do Piauí
Almeida do Piauí
São José do Piauí
##
*
Santo Inácio do Piauí
#
* Jaicós
#
* #
*
#
* Ribeiro Gonçalves Sebastião Leal #
* #
*
do Peixe São Miguel
* Floresta #
* Itainópolis#
* Belém do Piauí#
*
Padre Marcos
Marcolândia
#
*
do Fidalgo Campinas
Itaueira #
*
Ribeira
Bertolínia #
* #
do Piauí Massapê do Piauí

* Canavieira
do Piauí
#
* #
* Isaías Coelho
do Piauí
#
* Vera Mendes
#
*
#
*Patos
Simões

#
* Baixa Grande do Ribeiro Rio Grande do Piauí # * # * Flores do Piauí
Paes Landim
#
* Simplício #
* #
*
#
Caridade do Piauí
* #
*Socorro #
*
Mendes
#
* doConceição
do Piauí
#
* Curral Novo do Piauí
Pavussu # *
Manoel Emídio # *
Pajeú
do Piauí
#
* do Piauí Canindé #
*
Canto do Buriti #
* do Piauí Bela Vista Jacobina do Piauí
#
* #
* #
*
Colônia do Gurguéia # * Eliseu Brejo do Piauí
# *Acauã # * Betânia do Piauí
Pedro
Martins * Laurentino
Nova Santa Rita
Campo Alegre # * São Francisco de # *
Paulistana
#
do Piauí # *
Tamboril do Piauí
#
* #
*
do Fidalgo
São João
#
*
Assis do Piauí
PERNAMBUCO
Alvorada
do Gurguéia João Costa #* Capitão #
* #
* Barro do Piauí
Lagoa do
Altimetria
Gervásio
#
*
Palmeira do Piauí #
(metros)
* Oliveira
Queimada Nova
#
* Cristino Castro São
Raimundo #
* Coronel José Dias
2,854
2854 mm
Currais
#
* #
* Santa Luz
#
*
Nonato
#
*
#
* Santa Filomena Bom Jesus
#
* São Braz do Piauí
Dom Inocêncio # *
2,500 m
2,500
2500 m
m

#
*
* do Piauí # * São Lourenço do Piauí
Anísio de Abreu
** ##
Bonfim
Caracol
#
* Jurema#
Redenção do Gurguéia
Guaribas
#
* Várzea Branca
#
* Dirceu Arcoverde 2,000 m
2,000 m
#
* #
* Fartura do Piauí
2000 m

Monte Alegre do Piauí Morro Cabeça no Tempo


#
* #
*
Gilbués #
* 1500 mm
1,500
1,500 m
-10°0’0" Barreiras do Piauí #
*
#
* São Gonçalo do Gurguéia Curimatá
#
* Avelino Lopes
Perímetro urbano

TOCANTINS #
* Riacho Frio

#
* Parnaguá #
* #Y Capital estadual
Estadual
1,000
1000 mm
BAHIA Limite internacional
#
* Júlio Borges Condição da
#
* Corrente drenagem (*) Limite estadual
Estadual

#
* Muito boa Ferrovia 500
500mm
#
* Cristalândia do Piauí #
* Boa Rodovia pavimentada

#
* Sebastião Barros
ESCALA : 1 : 3 300 000 #
* Regular
47 0 23,5 47 km
#
* Precária Rio permanente

-45°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA


#
* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Ceará


-42°0’0" -40°0’0" -38°0’0"
#
* Jijoca de Jericoacoara
-3°0’0" Camocim #
* *#
Cruz # *
Acaraú
#
*Itarema
MARANHÃO * #
# *Barroquinha Bela Cruz #
*
O
C
Chaval
#
* Marco # *
Granja E
A
N
#
* Martinópole
Morrinhos #
*
O
#
*Trairi
#
*Uruoca

#
* Senador Sá #
* Amontada
A
T
L
Moraújo #
* #
Santana do Acaraú
* #
* #
* Paracuru Â

#
*
Massapê
Coreaú #
* * #
*

N
Paraipaba
#
Meruoca
#
* #

T
*
Viçosa Itapipoca
#
* #
*Tururu

I
do Ceará Miraíma São Gonçalo do Amarante
# #
*

C
Alcântaras
#
*
Uruburetama
*

O
#
* * #
# *
Sobral

Tianguá # * # Caucaia
* #
* Itapagé Umirim São Luís do Curu
#
*
#
*Forquilha Irauçuba
#
* #
*
Y FORTALEZA
Ubajara # *
Frecheirinha Pentecoste

#
*
Maracanaú

* #
Eusébio

Ibiapina #
* Mucambo #
* Groaíras Maranguape #* #
* #
* Aquiraz
*Pacujá #
# * Cariré
Tejuçuoca #
* #
*Apuiarés Pacatuba
#
* #
*
São Benedito #* # * Graça Itaitinga
#
* #
* Pindoretama
#
*
Reriutaba General Sampaio * Paramoti Palmácia Guaiúba #
# *
#
*
#
* #
*
Carnaubal
#
*Varjota #
* Redenção # *
Horizonte
#
* Cascavel
Guaraciaba do Norte
#
* Pires Ferreira Caridade #* Pacoti
#
* #
* #
* Acarapé
Pacajus #
*Beberibe
#
*Ipu #
*
#
*Santa Quitéria # # Guaramiranga #*
Croatá #* #
* Hidrolândia Canindé #* Mulungu *Baturité *
#
Barreira
*Aracoiaba
#
*Chorozinho
Aratuba #
*
#
* Ipueiras #
* #
* Fortim
Capistrano #
*
#
* Itatira #
* Ocara
#
*
#
* Catunda Itapiúna Aracati
Nova Russas

Poranga # * # #
* #
*
*
Itaiçaba

Ararendá
#
* #
* #
* #
*
#
*Ibaretama
Monsenhor Tabosa Icapuí
#
* Choró #
* Palhano
#
* Ipaporanga
Tamboril

Madalena
#
* Jaguaruana
Quixadá # * Ibicuitinga Russas #
*
#
*
Quixeré

#
* Crateús #
*
#
* Boa Viagem
Quixeramobim #
* #
*
#
* Morada Nova
Limoeiro do Norte

#
* #
*
#
*Banabuiú São João

#
* do Jaguaribe Tabuleiro
do Norte
Independência
#
*
#
* Novo Oriente Pedra Branca
#
*Alto Santo
Senador Pompeu
#
*
Jaguaribara

#
* #
* Milhã
Jaguaretama
#
* #
* Potiretama
#
*
#
* Solonópole
Mombaça
Piquet Carneiro RIO GRANDE DO NORTE
#
* Quiterianópolis #
*
#
* Iracema
PIAUÍ
Tauá #
*Deputado #
* Jaguaribe
-6°0’0" #
* Irapuan
Pinheiro Pereiro Ererê
Catarina
#
* Acopiara #
* #
*
Parambu #
* -6°0’0"
#
* Quixelô
#
*
Orós
#
*Arneiroz #
*
#
* Iguatu
Jucás #
* Icó Altimetria

# #
*# (metros)
*Aiuaba * Saboeiro
# * Cariús 2,854
2854 mm
#
*Cedro Umari
#
* Tarrafas #
* 2,500 m
2,500 m
#
*
Lavras da Baixio
Antonina do Norte
#
* #
*
Várzea Alegre Mangabeira
#
*
2500 m

#
*Assaré #
*Ipaumirim
*Farias Brito # *
Granjeiro

# #
* Aurora 2,000 m
2,000
#
*Altaneira
2000 m

#
*Campos Sales #
* # #
* Caririaçu
Araripe Potengi
* Nova Olinda PARAÍBA
#
* #
* Crato Juazeiro
#
* 1500 mm
1,500
1,500 m
#
* # *
do Norte

#
*
Missão Velha
Santana
do Cariri #
* Milagres Barro Perímetro urbano
#
* #
*
#
Salitre
Barbalha #
* #
* Mauriti
Y Estadual
Capital estadual
Abaiara 1,000
1,000
1000 mm m
Limite internacional
#
* Brejo Santo Condição da
#
*
Porteiras
drenagem (*) Estadual
Limite estadual
PERNAMBUCO #
*Jardim #
* Muito boa Ferrovia
500 mm
#
*Jati #
* Boa Rodovia pavimentada
500
500 m

ESCALA : 1 : 2 100 000 #


* Regular
Penaforte #
* 30 0 15 30 km #
* Precária Rio permanente

-40°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA


#
* Sem informação Rio intermitente 0m
0m
-42°0’0"

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Rio Grande do Norte


-38°0’0" -36°0’0"

O C
E A
N O

A T
L Â
N
T
I C
O

Tibau #
*
CEARÁ Areia Branca

*#
Grossos #
*

#
* Baraúna Porto do Mangue
#
* Caiçara do Norte
Macau Guamaré
#
*#
Galinhos #
* #
*
São Bento do Norte
Mossoró #
* *
#
São Miguel de Touros
#
* * Serra do Mel * Pedra Grande #
# *
#
* Parazinho #
*
*Alto do#
* Pendências
Touros
#
Rodrigues
Carnaubais #
* #
* Rio do Fogo
#
* Jandaíra
#
* Governador Dix-Sept Rosado Pureza
#
* Ipanguaçu Afonso Bezerra
#
* #
*
#
* Pedro Avelino #
* Maxaranguape
#
* Felipe Guerra #
*
Açu
#
* João Câmara
Pedra Preta
#
*
#
* Upanema #
*
Itajá
#
* #
* #
*Taipu
Severiano
#
*
Jardim de Angicos Poço Branco #
*
Melo
#
*
Caraúbas
#
*
Bento Fernandes #
*
Ceará-Mirim

#
* #
*
Rodolfo
#
*
Fernando
Fernandes
#
*
Apodi
#
* Paraú São Rafael Angicos Pedroza Lajes
#
* #
*
Extremoz

#
* Itaú Augusto
#
* Caiçara do Rio do Vento

# Ielmo Marinho * #
Severo Santa São Gonçalo do Amarante
#
* #
* Triunfo Potiguar Riachuelo
*#
* Maria
#
*Y
#
*
Riacho da Cruz #
*
São Francisco
#
* Olho-d’Água Ruy Barbosa
#
* São #
* NATAL
# #
* do Potengi# *
Paulo
* #
do Oeste Taboleiro
Umarizal
do Borges
* Macaíba
-6°0’0" Grande
#
* Viçosa #
* #
* São Tomé #
* Barcelona# * #
* Parnamirim
#
São
*
Janduís
Portalegre Rafael
#
* Santana Bodó #
* Pedro
#
*
Doutor Pau Jucurutu

#
* #
Severiano
#
dos Ferros
#
*
Martins Godeiro
#
* # #
* do Matos
Lagoa de Velhos #
* Senador Bom Jesus
*
*Encanto *#* * #
*Messias #
* Cerro Corá #
*
Patu -6°0’0"
Francisco
# Lucrécia
#
* Lagoa Nova Vera Cruz
#
Monte
* Alegre São José de Mipibu
#
*
Dantas Targino Elói de Souza
#
* #
Serrinha Florânia
São Miguel dos Pintos #
* #
* Almino Afonso #
* # Tenente Sítio Novo
#
* Presidente # * Januário
Lagoa
*# * Nísia Floresta
#
* * #
# * Rafael Fernandes * Laurentino Cruz Lajes Pintadas #
*
Salgada
#
*
Frutuoso
Água Nova
#
* Gomes
Juscelino Cicco
#
* #
*
#
*Coronel #* Riacho de Santana Pilões
#
*
Antônio
#
* São Vicente #
* Arês *#Georgino Avelino
Senador

#
*
Martins
#
* Tangará Lagoa
#
* Brejinho
#
*#
#
*
Venha-Ver João Pessoa
#
*José Marcelino João Dias # #
*
* Currais Novos Campo Redondo #
*
Santa Cruz de Pedras
Jundiá
*Tibau do Sul
da Penha
Vieira
Jardim
São José
do Campestre
Serrinha
#
* #
* #
*
* #
# * Major Sales #
*Alexandria #
*de Piranhas #
* São Fernando São José Cruzeta
Coronel
#
*São #
* #
* Passagem #
*Vila Flor
#
Bento
*
Goianinha
# Canguaretama
*
Ezequiel
Luís Gomes
#
* #
*
do Trairí Santo Antônio
#
*
#
* Tenente #
* #
*
do Seridó
#
*Acari #
Serra de
#
* Lagoa d’Anta Várzea Santo
Espírito
#
* # *
#
* #
* *
Jaçanã
#
São Bento
* #
das # * *
Paraná Japi Monte
# #
*
Baía
*
Ananias Timbaúba Caicó Passa e Fica Pedro Velho
Formosa
#
*
dos Batistas Jardim Gameleiras
do Seridó #
*
Serra Negra
#
* #
* Nova Cruz
Montanhas
Carnaúba
do Norte dos Dantas
#
* São João

#
do Sabugi
*
Parelhas
#
* #
* Ouro Branco Altimetria
(metros)
#
* Santana 2,854
mm
#
* do Seridó 2854
Ipueira
2,500 m
2,500 m
2500 m

#
*
Equador

PARAÍBA 2,000 m
2,000 m
2000 m

1500 mm
1,500
1,500 m

Perímetro urbano

#Y Estadual
Capital estadual
1,000
1,000
1000 mm m
Limite internacional
Condição da
drenagem (*) Estadual
Limite estadual

PERNAMBUCO
#
* Muito boa Ferrovia
500 mm
#
* Boa Rodovia pavimentada
500
500 m
ESCALA : 1 : 1 300 000 #
* Regular
17 0 8,5 17 km
#
* Precária Rio permanente

-38°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA -36°0’0" #


* Sem informação Rio intermitente 00
mm

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Paraíba


-38°0’0" -36°0’0"

CEARÁ

-6°0’0"

-6°0’0"
RIO GRANDE DO NORTE
Belém do
#
* Brejo do Cruz
#
* São José do Brejo do Cruz

O C
Catolé do Rocha
#
*
Brejo do Cruz

#
* #
* Brejo dos Santos #
*

E A
Poço Dantas

#
* Bernardino Batista Vieirópolis *Bom Sucesso #
# *dosRiacho #
* Frei Martinho
#
*Santarém *

N O
Cavalos
* Uiraúna # Lastro
# #
* #
Santa Cruz
*
#
* São Bento Nova Floresta
#
*#
Triunfo
#
* Poço #
* de José #
Jericó
#Mato Grosso
* * * Cuité
Lagoa #
* #
*Campo de Santana
#
*São Francisco #
* Paulista Picuí
#
* Araruna
#
* Riachão#
* #
*Caiçara
de Moura
#
*

A T
Damião
#
Santa Helena
# # * #
* #
Baraúna
* * # * Mataraca
Logradouro
*Jacaraú
São João
#
*do Peixe
do Rio
#
* #
* Dona Inês Duas Estradas #
*

L Â
#
*
Pedro Régis
#
*Sousa #
*
Nova Palmeira

* Santa Rosa de Dentro Bananeiras Belém # #


*
Cacimba
*
Aparecida Vista Serrana
#
* de Pombal # #
São Domingos
* Baía da Traição
Barra de Lagoa de Dentro
#
* Bom Jesus #
* #
* Pombal #
* #
*Pedra Lavrada # #
*

N T
* #
*
Serra da Raiz
#
* Marizópolis Solânea # * #
* #
*
Curral de Cima
#
*
Sossêgo
# #
*
Várzea Sertãozinho
#
* Cajazeiras #
*deSão Casserengue
* Borborema #
* Pirpirituba *Rio#
# * Marcação
Algodão de Jandaíra #
* Arara #
José
Santa Luzia #*
# # *
São José
* *

I C O
São Bentinho #
* #
Itapororoca
*
Condado
#
* #
*
Espinharas
#
*
Malta do Sabugi
#
* Lagoa Tapada Serraria#* #
Pilõezinhos Tinto
#
Guarabira
Cachoeira Nazarezinho
São José da

#
*Cajazeirinhas
São Mamede
#
*
Cubati
* * #
* #
*
Remígio #
* * # *Cuitegi Araçagi
Mamanguape
#
* #
* Seridó Pilões#
dos Índios
Coremas # *
#
*
Patos
#
* #
* # * Capim Lucena
#
*
#
* #
* #
*
Tenório
#
*
Carrapateira
#
Quixabá
*
Junco do Seridó Alagoinha Cuité de
São José Olivedos Esperança

#
*
de Piranhas
#
*Aguiar # #
* #
* Alagoa Nova
Areia Mamanguape
#
Mulungu
* *
Emas
#
* # #
*
Santa Cacimba Areia de Assunção Areial

* #
*
Soledade Pocinhos
#
*
* # * #
*
Teresinha
#
* de Lagoa
de Areia Mari
#
Baraúnas

#
* Igaracy #
* # * # #
* Juazeirinho Montadas #* # *São Sebastião Alagoa Grande
* Sapé Cruz do
#
*Cabedelo
#
* Horebe #
Monte
*
Serra Grande Catingueira São José
#
* Salgadinho
#
*
de Roça
#
* #
* Espírito
do Bonfim Passagem
#
* #
Matinhas Gurinhém
#
* Bayeux
#
* * Piancó # * Olho d’Água * # *
Santo
# * Teixeira #
# *Cacimbas #
*Taperoá # *Santo André Gurjão
Puxinanã
* Lagoa Seca# *Serra# * Juarez Távora Brandão#
Caldas
*# * Sobrado # * Santa #
#
Itaporanga

#
* Bonito
São José
#
* * Maturéia
#
* #
* Campina Grande *# #
* Redonda Riachão do Poço
#
*Y João Pessoa
# #
*Boa Vista
de de Caiana
* #
Mãe d’Água
* *Ingá
Massaranduba Rita
#
*
Santa Fé São José dos Ramos

#
* Riachão #
#
* #
*
#
* Santana dos Garrotes * Mogeiro Pilar São Miguel de Taipu # *Conde
Desterro
#
Boa Ventura Parari
Queimadas # *
*# * #
* Imaculada
Livramento
#
*
do Bacamarte
Diamante
# #
* #
* #
* #
* #
*
Pedra Branca Itabaiana
Ibiara
#
* Nova Olinda
São João do Cariri
#
*Itatuba Salgado #
* # *
Juripiranga
#
* deSantana São José
#
* Caturité
Fagundes
#
*Pedras de Fogo
#
dos Cordeiros
Conceição #
* #
*
Mangueira
#
* Juru * Água Branca
#
*
Cabaceiras
#
*
de São Félix

#
*
Serra Branca #
* #
*Alhandra
#
* Santa Inês Curral Velho
#
*
Amparo Boqueirão
#
* Barra de Santana #
*Pitimbu
#
* #
Tavares
#
* #
* Ouro Velho
Gado Bravo #
Aroeiras *
Manaíra #
Coxixola
#
* São Domingos
#
*do Cariri Santo *
* Princesa
Caaporã

#
* #
*
Isabel
#
* Prata #
* Sumé Riacho de
Antônio Natuba #*
São José
de Princesa #
*Caraúbas Barra de #
* Umbuzeiro
#
*
#
* São Miguel #
*Alcantil # *Santa Cecília
#
* Congo
#
* Monteiro Camalaú
#
* Altimetria
-8°0’0" (metros)
2,854
2854 mm
São João

#
*
Zabelê do Tigre
2,500 m
m
#
* 2,500
2500 m
#
*São Sebastião do Umbuzeiro
2,000 m
2,000 m
2000 m

1500 mm
1,500
1,500 m

Perímetro urbano

PERNAMBUCO #Y Estadual
Capital estadual
1,000
1000 mm
Limite internacional
Condição da
drenagem (*) Estadual
Limite estadual

#
* Muito boa Ferrovia
500 mm
#
* Boa Rodovia pavimentada
500
500 m

ESCALA : 1 : 1 500 000 #


* Regular
20 0 10 20 km
#
* Precária Rio permanente

-38°0’0" PROJEÇÃO POLICÔNICA -36°0’0" #


* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Pernambuco


-39°0’0"

RI R E R E

CE R

Brejinho
#
* # * Itapetim
#
*
Santa Terezinha
I #
* #
*
Exu
#
* José do Egito #
*# #
* *
Araripina
São
#
* Ipubi Moreilândia #
* Solidão
* #
# *
Tabira
#
*
#
* Granito Cedro # #
* Tuparetama #
*
#
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* Trindade #
* Bodocó *
#
*
Quixaba
#
*Ingazeira #
* * #
# * *
#
*
*#* #
R #
#
* São José
Santa Cruz # ** Flores #
da Baixa Verde #
*Carnaíba#
* Afogados
#
da
*Iguaraci
Ingazeira
#
* # * #
*
Triunfo #
* #
*# *
##*
Verdejante do Belmonte
Ouricuri
#
* Serrita #
* #
* Serra Talhada * * #
# #
* * #
# * *
* #
# * Santa Cruz
do Capibaribe # * #
* * #* *#
# * #
*
#
* # #
* #
* * # * #
*
Calumbi

#
* Santa Filomena
#
* Parnamirim
#
* Salgueiro #
* #
* * #
* #
* *#
# #
*
#
#
* Mirandiba
#
* Jataúba
*#
# * # *#
* #
*
* Santa Cruz Sertânia Brejo da
#
*
#
*
Madre de Deus
#
Terra Nova Custódia
#
*Poção * * #
# * # *#* #*
Y RECIFE
#
* #
* Betânia
#
*#
#
* Dormentes
Carnaubeira da Penha São
#
* *
* # *
Pesqueira Tacaimbó Caitano

#
* Afrânio Orocó #
* Cabrobó #
* Sanharó
#
* # *Belo#* #
*#
# * #
* # #
*
#
* Arcoverde #
* Pedra # *
Jardim
#
* #
* * #
#
* #
* *
* #
Alagoinha
# *
Floresta
Belém de #
* * Ibimirim São Bento
#
* # #
* # * #*
Santa Maria
da Boa Vista São Francisco
# #
* #
* do Una Cachoeirinha
#
* #
*
*
Venturosa
#
* # * #* #
*
Buíque

#
* Itacuruba #
*Lajedo #
Ibirajuba *
* #**## #
#
*# *
Jucati
#
* Tupanatinga Capoeiras
#
* * #
* #
* #
*
Caetés #* Jupi # * #
* #
*
#
*
#
* # #
Inajá
* *
Calçado Jurema
-9°0’0"
#
* Lagoa Grande #
* Garanhuns #
* #
* Angelim #
* #
*
#
*
Manari
#
* Itaíba Paranatama
#
* São João #
* #
* #
*
Saloá #
*
#
*Petrolândia
Canhotinho

#
* Tacaratu Iati #
* #
* #
* Brejão #
* Palmeirina
Petrolina
#
*Jatobá #
*Águas
#
* Lagoa#* # * Correntes
Terezinha -9°0’0"
Belas Bom # * do Ouro
Conselho

I
-36°0’0" Camutanga
#
* Itambé #
*
#
* Ferreiros

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#

I C
*Timbaúba

T
#
* Macaparana
#
* Goiana

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Condado
#
* São Vicente Ferrer
* Aliança#
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L
*Machados #
*Vicência

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#

A
#
* Itaquitinga
#
* * #Orobó
Casinhas Buenos Aires
#
* # * Nazaré da Mata Ilha de Itamaracá
#
* Vertente do Lério # #
*

O
#
* Surubim * #
* #
* Itapissuma

N
Bom Jardim Lagoa Tracunhaém
#
Araçoiaba
* do Carro #* A
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* # *Carpina
Taquaritinga E
Santa Maria # * Limoeiro#
*João Alfredo
# #
*Igarassu
C
#
do Norte
*# * do Cambucá O
Vertentes # Frei Miguelinho
* #
* Salgadinho #
* Paudalho
#
*Abreu e Lima
#
*
Toritama Feira Nova
#
* #
* #
* Paulista 2,854
mm
* # *Passira
São Lourenço 2854
Cumaru #
Lagoa do Itaenga
#
* #
* #
da Mata
*#* # * Olinda
-8°0’0"
Glória do Goitá Chã de Alegria -8°0’0" 2,500 m
m
2,500
Camaragibe
#
* 2500 m
Vitória de Santo Antão
#
*
Moreno
Riacho das Almas
Pombos #
* #
* #
* #
*
Y
# RECIFE
#
* Gravatá
Jaboatão
Caruaru #
* Bezerros #
* Chã Grande
dos Guararapes

#
* 2,000 m
2,000
2000 m
m
#
*
Cabo de Santo Agostinho

#
* Sairé #
*
* Camocim de São Félix #
# * Primavera Escada
#
*
# #
*
*
São Joaquim do Monte Amaraji

#
* #
* # Ipojuca
* 1500 mm
1,500
ICO

#
Barra de Guabiraba
#
* Agrestina * Bonito # * Cortês
#
* Ribeirão
NT

Altinho
Perímetro urbano

#

Y Estadual
Capital estadual
#
*Gameleira #
* Sirinhaém
AT

#
Cupira
* #
*
Belém de Maria

#
*Joaquim Nabuco
1,000
1,000
1000 mm m
#
* #
*
Lagoa dos Gatos #
*
Limite internacional
NO

Catende C
#
*Rio Formoso
#
* * Jaqueira # *#
Palmares
Panelas Estadual
* Água Preta
Limite estadual
EA

#
#
* Muito boa
OC

#
* # * #
São Benedito do Sul
*Maraial # #
*Tamandaré Ferrovia 500 mm
* Xexéu # #
* Boa 500
500 m
Quipapá * Barreiros
#
* Regular
Rodovia pavimentada
#
* São José da Coroa Grande ESCALA : 1 : 2 450 000

-36°0’0" 0 8 km
30 0 15 30 km
#
* Precária Rio permanente

PROJEÇÃO POLICÔNICA #
* Sem informação Rio intermitente 0m
0m

Fontes: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; e Miranda, E. E. de (Coord.). Brasil em relevo. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2007. Disponível em: <http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br>. Acesso em: jul. 2011.
(*) A condição da drenagem levou em consideração: as áreas de risco sem infraestrutura de drenagem, a erosão laminar de terrenos sem cobertura vegetal, o desmatamento e a ocupação intensa e desordenada do solo nos municípios.
Atlas de saneamento 2011
Manejo de águas pluviais

Manejo de águas pluviais - Alagoas


-38°0’0" -36°0’0"

PARAÍBA

PERNAMBUCO Campestre
#
* #
*
Jacuípe
#
* #
*
Novo Lino

#
*
#
Colônia
* Ibateguara Leopoldina Jundiá
Mata Grande #
* São José da La