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Paróquia Cristo Rei

Catequese para Adultos


Catequista: Gilberto Dantas Jr

Sumário
26. Jesus chama seus colaboradores..............................................................................................................2
26.1. O que os apóstolos deveriam fazer após a morte de Jesus...............................................................2
26.2. 12º Apóstolo (após o suicídio de Judas Iscariotes)............................................................................3
26.3. Conceito de Igreja.............................................................................................................................4
27. Jesus nos traz a alegria e a liberdade de filhos de Deus............................................................................4
27.1. Alguns milagres de Jesus...................................................................................................................4
28. Jesus nos ensina a verdadeira felicidade..................................................................................................5
29. Jesus fala do Reino de Deus por meio das parábolas................................................................................5
30. Deus nos perdoa: Parábola do pai bondoso.............................................................................................7
31. Jesus nos ensina a rezar............................................................................................................................7
31.1. Como Jesus rezava?..........................................................................................................................8
32. Ave Maria e Santo Rosário........................................................................................................................9
32.1. Ave Maria está na Bíblia?......................................................................................................................9
32.2. Como se reza o Santo Rosário?...........................................................................................................10
32.2.1. É bíblico fazer a oração do rosário?............................................................................................10
32.2.2. Estrutura do Santo Rosário.........................................................................................................10
32.2.3. Origem e significado do Santo Rosário........................................................................................11
32.2.4. Coroa de Rosas............................................................................................................................12
32.2.5. O Rosário completo.....................................................................................................................13

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26. Jesus chama seus colaboradores


(“...
... Toda vocação é um chamado de deus para a realização de alguma coisa
... Você também é chamado a ser amigo de jesus, a fazer parte de sua igreja.

... Se você fosse chamado a ser amigo de Jesus, o que você diria?
... e por que?
O que é IGREJA?

...”)
A amizade é um bem que não tem preço. A história de uma amizade começa sempre de um encontro.
Um gesto de atenção, um esforço de estar sempre junto dos amigos podem ser os primeiros passos de
um longo caminho a percorrerem juntos.

Assim acontece com Jesus. Toda a sua vida é uma oferta contínua de amizade a todos que o encontram.
Quem acolhe seu convite, descobre pouco a pouco nos seus gestos e nas suas palavras os sinais do
verdadeiro amigo: generoso e forte, compreensivo, mas também exigente, intolerante diante de toda
hipocrisia, fiel até à morte.

Jesus começou sua vida pública anunciando a Boa Nova do Reino de Deus e ensinando as verdades de
Deus. E muitas pessoas começaram a segui-lo e tornaram-se seus discípulos. Dentre estes discípulos,
Jesus escolheu 12 que se tornaram APÓSTOLOS. Estavam sempre juntos e aprenderam tudo o que Jesus
ensinava (Mc 3:16-19 e Lc 6: 13).
1. Simão, a quem Jesus chamou de Pedro e seu irmão
2. André
3. Tiago irmão de
4. João (filhos de Zebedeu e que Jesus chamou Baonerges “filhos do trovão)
5. Filipe
6. Bartolomeu
7. Mateus
8. Tomé
9. Tiago “o Justo” (filho de Alfeu)
10. Judas Tadeu, (filho de Tiago)
11. Simão (o cananeu ou Zelote)
12. Judas Iscariotes, que traiu Jesus

26.1. O que os apóstolos deveriam fazer após a morte de Jesus


Antes de sua crucificação, Jesus disse aos apóstolos: (Jo: 12-14) Ainda tenho muito coisas
para dizer, mas vocês não seriam capazes de suportar. Quando vier o Espírito de verdade,
ele encaminhará vocês para toda a verdade; porque o Espírito não falará em seu próprio
nome, mas dirá o que escutou e anunciará para vocês as coisas que vão acontecer. O
Espírito da verdade manifestará a minha glória, porque ele vai receber daquilo que é meu
e o interpretará para vocês.

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At 2:1-4 Quando chegou o Dia de Pentecostes, todos estavam reunidos no mesmo lugar.
De repente, veio do céu um barulhos como sopro de um forte vendaval, e encheu a casa
onde eles se encontravam. Apareceram então umas como línguas de fogo, que se
espalharam e foram pousar sobre cada um dele. Todos ficaram repletos do Espírito Santo
e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito santo lhes concedia que
falassem.
Este seria o consolo e a orientação que seria dado aos apóstolos.

26.2. 12º Apóstolo (após o suicídio de Judas Iscariotes)


Pedro se precipitou e conduziu os apóstolos para a escolha de um substituto de Judas
Iscariotes antes do batismo do Espírito Santo.
Matias foi escolhido a assumir o lugar de Judas.
Paulo se tornou apóstolo por se posicionar como um Servo de Cristo, pela boa
capacidade de oratória e pela maneira de escrever o que ajudou a Igreja Católica
Apostólica a se estabelecer.
Mas Paulo não apenas fala de ser servo de Jesus, mas que Jesus é o Messias, O Cristo, O
Ungido de Deus para realizar a obra salvífica do seu povo. Paulo sempre fala de Jesus
como aquele que padeceu na cruz; era sua pregação: Cristo crucificado! Este era o
propósito de Jesus ao vir ao mundo. Mas o apóstolo sempre dizia que este Jesus Salvador
era o Messias prometido, o Cristo.
Por isso Paulo afirma que Jesus Cristo é o tema da sua pregação - Cristo e este
crucificado. Este é um grande ensino para nós pois o que deve caracterizar um servo do
Senhor é que ele proclame Cristo crucificado. Deve ser esta a nossa prova de fé. Ele é o
centro da nossa vida? O centro da nossa mensagem ao mundo? Paulo era assim. Só nos
primeiros 14 versículos da Epístola aos Efésios Paulo menciona a palavra Jesus 15 vezes.
Acontece isso conosco? Ou preferimos contar nossas experiências achando que com isso
pregamos o evangelho? Isto não é evangelho! Evangelho é Cristo. Quanto mais
crescemos na graça, menos falamos de nós e mais falamos de Jesus Cristo.
Por isso Paulo se vangloriava em ser servo de Jesus. A palavra correta no original é
“escravo” (servo). O que ele está afirmando é que é “escravo de Cristo”. Quando Paulo
diz em I Co 6:19-20, que somos templo do Espírito Santo conclui dizendo que não somos
mais de nós mesmos porque fomos “comprados por preço”. É como se ele estivesse
dizendo: “Vocês não percebem que seus corpos são templo do Espírito Santo e não são
de vocês mesmos? Que não têm o direito de fazer o que bem desejarem com seus corpos
pois foram comprados pelo preço do sangue de Cristo? Não percebem que foram libertos
da escravidão pelo precioso sangue de Cristo? Foram livres da escravidão de satanás para
servirem ao Deus vivo e verdadeiro?”. Isto é o que significa ser redimido.
Estes homens receberam a tarefa de estabelecer a fundação da igreja universal, o que foi
realizado no primeiro século. É por isso que o ofício de apóstolo não está mais em vigor.
Uma vez que a fundação é estabelecida, não precisamos mais de pessoas para esse
cargo.
“Ef 2:20 – Vocês pertencem ao edifício que tem como alicerce os apóstolos e profetas; e o
próprio Jesus Cristo é a pedra principal dessa construção”

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Os 12 Apóstolos foram escolhidos para conviver com Jesus, aprender o que Ele ensinava e continuar a
sua missão na Terra.

A maioria eram pescadores, profissão comum naquela época. Aproveitando esta situação, Jesus os
convidou dizendo: “... Sigam-me, e eu farei vocês se tornarem pescadores de homens...” (Mc 1,17)

26.3. Conceito de Igreja


Foi com este grupo de Apóstolos que Jesus começou a formar a sua IGREJA.
"Igreja" é uma palavra de origem grega escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega
de Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os judeus para
designar a assembleia geral do "povo do deserto", reunida ao apelo de Moisés.
Etimologicamente, a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos:
 ek, que significa para fora, e
 klesia, que significa chamados.

27. Jesus nos traz a alegria e a liberdade de filhos de Deus


27.1. Alguns milagres de Jesus
 Bodas de Caná (Jo 2, 1-11)

“... No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe
de Jesus estava aí. Jesus também tinha sido convidado para essa festa de
casamento, junto com seus discípulos.

Faltou vinho e a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho!” Jesus
respondeu: “Mulher, que existe entre nós? Minha hora ainda não chegou.” A mãe
de Jesus disse aos que estavam servindo: Façam o que ele mandar.

Havia aí seis potes de pedra de uns cem litros cada um, que serviam para os ritos
de purificação dos judeus. Jesus disse aos que serviam: “Encham de água esses
potes.” Eles encheram os potes até a boca. Depois Jesus disse: “Agora tirem e
levem ao mestre-sala.” Então levaram ao mestre-sala.

Este provou a água transformada em vinho, sem saber de onde vinha. Os que
serviam estavam sabendo, pois foram eles que tiraram a água. Então o mestre-sala
chamou o noivo e disse: “Todos servem primeiro o vinho bom e, quando os
convidados estão bêbados, servem o pior. Você, porém, guardou o vinho bom até
agora.”

Foi assim, em Caná da Galiléia, que Jesus começou seus sinais e manifestou a sua
glória,

 O servo do centurião (Mt 18,5-13);

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 Cura de um leproso (Mc 1,40-45);
 Ressuscitou a filha de Jairo (Lc 8,41-56)

Tudo isso, fazia Jesus para demonstrar o seu amor pelo povo e para que todos
pudessem crer na paternidade e no poder de Deus.

28. Jesus nos ensina a verdadeira felicidade


Para nossa reflexão:

Mt 5, 1-13

1. Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram,


2. e Jesus começou a ensiná-los:
3. “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu.
4. Felizes os aflitos, porque serão consolados.
5. Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
6. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
7. Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia.
8. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.
9. Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
10. Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu.
11. Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra
vocês, por causa de mim.
12. Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do
mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.”

29. Jesus fala do Reino de Deus por meio das parábolas


(“... ... Por que Jesus ensinou em parábolas?...”)
Conceito de parábola, pelo Dicionário Aurélio:
“Narração alegórica que envolve algum preceito de moral, alguma verdade importante.”
Pela doutrina religiosa, tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado
celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas
verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o
simbolismo rico em significado. As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no
Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas
analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas,
etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam
mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando
parábolas exclusivamente.

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A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o
significado de Suas parábolas? O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e
dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da
multidão.
Segundo Mat 13: 10-17:
Os discípulos aproximaram-se, e perguntaram a Jesus: “Por que usas parábolas para falar com
eles?”
Jesus respondeu: “Porque a vocês foi dado conhecer os mistérios do Reino do Céu, mas a eles
não. Pois, a quem tem, será dado ainda mais, será dado em abundância; mas daquele que não
tem, será tirado até o pouco que tem. É por isso que eu uso parábolas para falar com eles: assim
eles olham e não vêem, ouvem e não escutam nem compreendem. Desse modo se cumpre para
eles a profecia de Isaías: ‘É certo que vocês ouvirão, porém nada compreenderão. É certo que
vocês enxergarão, porém nada verão. Porque o coração desse povo se tornou insensível. Eles
são duros de ouvido e fecharam os olhos, para não ver com os olhos, e não ouvir com os
ouvidos, não compreender com o coração e não se converter. Assim eles não podem ser
curados’. Vocês, porém, são felizes, porque seus olhos vêem e seus ouvidos ouvem. Eu garanto a
vocês: muitos profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, e não puderam ver;
desejaram ouvir o que vocês estão ouvindo, e não puderam ouvir.”.
Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas
apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem
foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer.
Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles
que persistiam em descrença Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual
pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles
receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do
Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade. Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os
nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.
Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos.
Na verdade, há aqueles que não têm nenhum interesse ou estima pelas coisas profundas de
Deus. Por que, então, Ele falava em parábolas? Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus,
a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades
divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas
palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas. Assim, então,
uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com
corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de
julgamento.

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30. Deus nos perdoa: Parábola do pai bondoso


(“... ... Você é um bom pai, ou um bom filho?...”)

Segundo Lc 15, 11-32


Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos.
O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, me dá a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os
bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu, e partiu para um
lugar distante. E aí esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que
possuía, houve uma grande fome nessa região, e ele começou a passar necessidade. Então foi
pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para a roça, cuidar dos porcos. O rapaz
queria matar a fome com a lavagem que os porcos comiam, mas nem isso lhe davam. Então,
caindo em si, disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo
de fome... Vou me levantar, e vou encontrar meu pai, e dizer a ele: - Pai, pequei contra Deus e
contra ti; já não mereço que me chamem teu filho. Trata-me como um dos teus empregados’.
Então se levantou, e foi ao encontro do pai.
Quando ainda estava longe, o pai o avistou, e teve compaixão. Saiu correndo, o abraçou, e o
cobriu de beijos. Então o filho disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço que me
chamem teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Depressa, tragam a melhor túnica para
vestir meu filho. E coloquem um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Peguem o novilho gordo
e o matem. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto, e tornou a viver;
estava perdido, e foi encontrado’. E começaram a festa.
O filho mais velho estava na roça. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança.
Então chamou um dos criados, e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É
seu irmão que voltou. E seu pai, porque o recuperou são e salvo, matou o novilho gordo’. Então,
o irmão ficou com raiva, e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Mas ele respondeu
ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua; e nunca me
deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que devorou
teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho gordo!’ Então o pai lhe disse: ‘Filho, você
está sempre comigo, e tudo o que é meu é seu. Mas, era preciso festejar e nos alegrar, porque
esse seu irmão estava morto, e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’.”

31. Jesus nos ensina a rezar


A oração é uma forma de comunicar com Deus. Quando temos um amigo, gostamos de
conversar com ele, contar os segredos, pedir conselhos. Jesus é nosso maior amigo, por isso
precisamos conversar sempre com Ele, essa conversa se chama oração.

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A oração deve ser humilde, simples e vir de dentro do coração. Jesus conhece o nosso coração e
sabe de tudo que precisamos, por isso a nossa oração deve ser uma conversa amiga, cheia de
confiança. Jesus sempre viveu unido à Deus e nos ensinou que devemos fazer o mesmo.
Jesus rezava com sua família conforme o costume dos judeus, rezava também na sinagoga com
toda a comunidade, rezava também no templo quando ia em romaria com todo o povo até
Jerusalém para as festas, especialmente a Páscoa.
Jesus também se retirava um pouco para uma conversa pessoal com Deus, onde podia falar ao
Pai e escutá-lo em seu coração.
Em todos os momentos de sua vida Jesus rezava ao Pai. Jesus nos ensina que oração é falar e
escutar a Deus com muita confiança, com um coração de filhos.

31.1. Como Jesus rezava?


Pai Nosso
Mateus, capítulo 6
Jesus procurava unir-se a Deus Pai através do silêncio, da meditação, da humildade e das
boas ações.
Jesus sempre que tinha que fazer alguma coisa importante ou enfrentar algum momento
difícil, pedia forças ao Pai. Nos momentos alegres, sabia agradecer. Esse jeito de Jesus
chamou a atenção dos apóstolos que um dia pediram : -" Senhor, ensina-nos a rezar". Então
Jesus ensinou a mais bela de todas as orações: O PAI NOSSO. Nesta oração se resume tudo
que podemos e devemos pedir a Deus ().
PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU- Chamamos a Deus de Pai, reconhecemos Deus como
Santo e Senhor de todas as coisas, reconhecemos que todos são filhos do único Pai, todos
somos irmãos , não existe diferença de raça, povo , condição social e como irmãos devemos
amar uns aos outros.
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME - Que seu nome é Santo e por isso deve ser louvado e
glorificado e isso acontece quando acolhemos com amor aquele que necessita de nós.
VENHA A NÓS O VOSSO REINO - Estamos pedindo que se realize na terra o Reino do céu,
para que haja amor , paz, justiça que os povos se unam em um só coração.
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU - Para que saibamos
aceitar a vontade de Deus, que saibamos esperar com confiança.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE - Que não falte a ninguém a comida necessária
para a saúde do nosso corpo e também o que cada um precisa para viver com dignidade,
que saibamos repartir com os outros além do pão que mata a fome , mas também o pão do
amor , da fraternidade, da justiça, da paz , do perdão etc...

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PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM OS TEM
OFENDIDO - Que tenhamos um coração generoso, capaz de perdoar, que reconhecemos
que somos fracos e que do mesmo modo como Deus nos perdoa, nós também devemos
perdoar.
NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL - Para que sejamos
fortes para vencer todo o mal, de tudo que destrói, que desune, de tudo o que nos deixa
infelizes.
AMÉM - Que seja feita a sua vontade e não a minha.
Obs.: Amém é um termo em hebraico, utilizado para afirmar ou aderir a alguma coisa. É
uma interjeição que significa "certamente", "verdadeiramente" e "assim seja".

32. Ave Maria e Santo Rosário

32.1. Ave Maria está na Bíblia?


A Ave Maria é sem dúvida a oração mariana mais conhecida em todo o mundo. Ela é rezada
todos os dias por milhões de católicos e muitos chegam a recitá-la até duzentas vezes,
quando reza o rosário ao longo do dia.
Esta oração, que na época medieval era conhecida como “Saudação angélica”, é o resultado
de um longo processo. É uma oração composta de duas partes: uma de louvor e a outra de
súplica. A sua primeira parte é tirada do evangelho de São Lucas: consiste na saudação do
Anjo Gabriel a Maria: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lc 1,28b), e na
saudação de Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! (Lc
1,42b).
Inicialmente esta união entre as duas saudações era encontrada somente na liturgia, e só
mais tarde tornou-se uma oração popular. O seu uso como fórmula de oração começou nos
mosteiros, em torno do ano 1000 e foi aos poucos se difundindo, tornando-se universal após
o século XIII. O texto, porém, compreendia somente a primeira parte sem o nome de Jesus.
Foi somente no século XV que se acrescentou a segunda parte da Ave Maria: “Santa Maria,
Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém.” E foi nesta
época também que se acrescentou o nome “Jesus” no final da primeira parte.
Esta segunda parte é de origem popular-eclesial e também foi surgindo aos poucos.
Vale a pena lembrar o sermão no qual S. Bernardino de Senna (+ 1444) ao comentar a Ave
Maria disse que ao final desta se poderia acrescentar “Santa Maria, rogai por nós pecadores”.
A súplica a Maria começa com o adjetivo santa, porque Maria é a primeira entre todos os
santos venerados pela Igreja, pois somente Ela é “cheia de graça”.
A fórmula atual da Ave Maria, que se difundiu lentamente, foi divulgada no breviário
publicado em 1568, por ordem do Papa Pio V.

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32.2. Como se reza o Santo Rosário?
De acordo com o Padre Paulo Ricardo1, em seu vídeo mencionado na referência ao
final deste tópico, todas as vezes que a Virgem Maria apareceu nos últimos séculos,
ela insistiu na récita do Santo Rosário. Ainda de acordo com o Padre Paulo Ricardo, no
momento da se rezar o Santo Rosário deve ter a atenção devida, a meditação voltada
aos mistérios.

32.2.1. É bíblico fazer a oração do rosário?


Enquanto muito da oração do rosário é bíblico, toda a segunda metade do “Ave
Maria” e porções do “Salve Rainha” são claramente não-bíblicas. Apesar de a primeira
parte do Ave Maria ser quase uma citação direta de Lucas 1:28
É certo chamar Maria de “santa”, com o significado que a Igreja Católica dá de que
Maria nunca pecou nem teve sombra do pecado original. Os crentes da Bíblia eram
chamados “santos”, o que pode ser interpretado como “escolhidos”, mas o
entendimento das Escrituras é que a justiça que os crentes em Cristo têm é uma
justiça transmitida de Cristo

32.2.2. Estrutura do Santo Rosário

1
https://padrepauloricardo.org/episodios/o-santo-rosario

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32.2.3. Origem e significado do Santo Rosário
Corria o ano da graça de 1214. Havia bastante tempo que o Languedoc, região
meridional da França, vinha sendo assolado por uma infame e terrível heresia: a dos
albigenses.
Convocada uma Cruzada para estancar o mal, o choque entre católicos e hereges não
tardou a acontecer. E a terra da nobre nação francesa passou a ser o teatro de
inúmeras e sangrentas batalhas em que católicos e albigenses disputavam o terreno
palmo a palmo.
Porém, apesar de tanto sangue derramado, a heresia continuava a devastar as almas.
Como mover o Céu a derrotá-la? Como obter de Deus uma vitória definitiva?
Dias de terrível aflição foram aqueles! Havia horas em que tudo parecia perdido, e a
heresia triunfante tudo destruía, manchava e conspurcava .
Nesse estado de tribulação extrema da Cristandade, São Domingos, movido por
inspiração divina, entra numa grande e densa floresta próxima de Toulouse (capital do
Languedoc). Ali passa três dias e três noites em contínua oração e penitência, não
cessando de gemer, de chorar e de se flagelar, implorando a Deus que tivesse pena de
sua própria glória calcada aos pés pela heresia albigense.
Em consequência de tamanho ardor e esforço, acaba por cair quase morto. E eis que
então, Maria Santíssima, resplandecente de glória, lhe aparece.
A conversão dos albigenses por São Domingos
"A Santíssima Virgem, que estava acompanhada de três princesas do Céu, lhe disse:
‘Sabes tu, meu caro Domingos, de que arma a Santíssima Trindade se serviu para
reformar o mundo?' - ‘Ó Senhora! respondeu ele, Vós o sabeis melhor do que eu,
porque depois de vosso Filho Jesus Cristo fostes o principal instrumento de nossa
salvação'. Ela continuou: ‘O instrumento principal dessa obra foi o Saltério angélico,
que é o fundamento do Novo Testamento. Portanto, se queres ganhar para Deus
esses corações endurecidos, reza meu Saltério'. O Santo levantou-se muito consolado
e, abrasado de zelo pelo bem desses povos, entrou na catedral. No mesmo momento
os sinos tocaram, pela intervenção dos Anjos, para reunir os habitantes. No início da
pregação caiu uma espantosa tempestade. A terra tremeu, o sol se nublou, os trovões
e relâmpagos redobrados fizeram estremecer e empalidecer todos os ouvintes. Seu
terror aumentou ao verem uma imagem da Santíssima Virgem, exposta num lugar
eminente, levantar três vezes os braços para o céu, para pedir ao Senhor vingança
contra eles se não se convertessem e não recorressem à proteção da santa Mãe de
Deus.
O Céu queria, por esses prodígios, estimular a nova devoção do santo Rosário e torná-
la mais conhecida. A tormenta cessou, por fim, devido às orações de São Domingos.
Ele continuou seu sermão e explicou com tanto fervor e entusiasmo a excelência do

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santo Rosário, que quase todos os tolosinos o adotaram, renunciando a seus erros. Em
pouco tempo verificou-se uma grande mudança na vida e nos costumes da cidade."
Essa narrativa, de autoria do Bem-aventurado Alano de la Roche (1428-1475), no seu
famoso livro Da dignidade do Saltério, é conforme a uma sólida e venerável tradição,
segundo a qual a pregação do Rosário foi recomendada pessoalmente por Nossa
Senhora a São Domingos.
Apesar de, modernamente, a autenticidade desses fatos haver sido contestada por
vários especialistas, que alegam a ausência de documentos contemporâneos que os
atestem, a crítica histórica vem demonstrando o acerto de se considerar São
Domingos - fundador da Ordem dos Pregadores (os dominicanos) - como o instituidor
do Rosário, e a voz de numerosos Pontífices Romanos o confirmam.
Assim, a devoção do Rosário continua estreitamente vinculada a São Domingos, sem
dúvida o seu primeiro grande propagador. Obtendo excelentes frutos, ele o pregou
durante o resto de sua vida "não só pelo exemplo, como de viva voz, nas cidades e nos
campos, diante dos grandes e dos pequenos, dos sábios e dos ignorantes, diante dos
católicos e dos hereges" .
Alguns anos depois da morte de São Domingos, o costume da recitação do Rosário
começou a cair pouco a pouco em desuso, por diversas causas. Um de seus filhos
espirituais, o Bem-aventurado Alano de la Roche, no século XV, trabalhando
incansavelmente na restauração dessa piedosa prática, conseguiu fazê-la reflorescer e
difundir por todo o orbe católico.

32.2.4. Coroa de Rosas


São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716), grande apóstolo da verdadeira
devoção à Santíssima Virgem, consagrou um de seus extraordinários escritos a
enaltecer as excelências do Rosário. Trata-se de O segredo admirável do santíssimo
Rosário para se converter e se salvar, em cujas páginas o Santo comenta a origem
dessa prática de devoção, seu significado e suas maravilhas revelados pela própria
Mãe de Deus.
As considerações apresentadas em seguida são extraídas da mencionada obra de São
Luís Grignion a respeito do Rosário.
“... Depois que o Bem-aventurado Alano de la Roche renovou essa devoção ao Saltério de
Maria, a voz popular, que é a voz de Deus, conferiu-lhe o nome de Rosário, que significa
"Coroa de Rosas". Quer dizer que todas as vezes que alguém reza, de modo conveniente, seu
Rosário, deposita sobre a cabeça de Jesus e de Maria uma coroa formada de 153 rosas
brancas e 16 rosas vermelhas do Paraíso, as quais nunca perderão sua beleza ou seu brilho.  A
Santíssima Virgem aprovou e confirmou esse nome de Rosário, revelando a vários devotos
seus que eles Lhe apresentariam tantas e agradáveis rosas quantas Ave-Marias recitassem em
sua honra; e tantas coroas de rosas quantos fossem os Rosários por eles rezados.

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O Irmão Afonso Rodrigues, da Companhia de Jesus, recitava seu Rosário com tanto fervor que
se via, com frequência, a cada Pai-Nosso, sair de sua boca uma rosa vermelha, e a cada Ave-
Maria uma branca, igual em beleza e em bom odor.

As crônicas de São Francisco narram que um jovem religioso tinha o louvável costume de rezar
todos os dias, antes da refeição, a coroa da Santíssima Virgem. Um dia, não sei por que
imprevisto, deixou de fazê-lo. Tendo soado a hora do jantar, pediu a seu superior a permissão
para recitá-la antes de se dirigir à mesa. Com esta licença, recolheu-se em seu quarto. Porém,
como demorasse em retornar, o superior enviou um religioso para chamá-lo.

Esse religioso o encontrou no seu quarto, todo resplandecente de celeste luminosidade, e a


Santíssima Virgem e dois anjos junto dele. À medida que ele dizia uma Ave-Maria, uma bela
rosa saía de sua boca; os anjos recolhiam as rosas, uma após outra, e as colocavam sobre a
cabeça da Santíssima Virgem, que manifestava sua alegria com tais adornos. Dois outros
religiosos, enviados para ver a causa da demora dos primeiros, presenciaram todo esse
mistério, e Nossa Senhora só desapareceu quando a coroa foi inteiramente recitada.

O Rosário é, pois, uma grande coroa, e o Terço [a terça parte do Rosário] é um pequeno
chapéu de flores ou um diadema de rosas celestes que se deposita sobre a cabeça de Jesus e
de Maria. Assim como a rosa é a rainha das flores, assim também o Rosário é a rosa e o
primeiro dos atos de piedade. ...”

32.2.5. O Rosário completo


O rosário Completo é formado atualmente por quatro partes. Como desde o século 19
o Rosário tinha três partes, cada parte é tradicionalmente chamada de “terço”. Cada
terço é composto por cinco mistérios de nossa Redenção. Cada mistério, por sua vez,
é contemplado com uma meditação própria e a recitação de:

 01 Pai-Nosso,
 10 Ave-Marias (por isso às vezes se chama um mistério de “dezena”),
 01 Glória ao Pai
 e jaculatórias2 segundo o costume da família ou grupo de oração.

2
cada uma das rezas populares para situações determinadas (p.ex., para alguém enfermo, para livrar-se do mal dos
inimigos, para agradecer a comida na mesa, para que algo bom aconteça, etc.)

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1. Faz-se o Sinal da Cruz;


 É costume rezar a Invocação ao Espírito Santo
i. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis, e acendei
neles o fogo do Vosso Amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado
e renovareis a face da terra. Oremos: Ó Deus, que instruís os corações
de Vossos fiéis com a Luz do Espírito Santo, fazei que saibamos
apreciar retamente todas as coisas, segundo o mesmo Espírito, e
gozemos sempre de sua consolação. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.
 Reza-se o Oferecimento
ii. Divino Jesus, eu vos ofereço este terço (Rosário) que vou rezar,
contemplando os mistérios de nossa Redenção. Concedei-me, pela
intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, as
graças necessárias para bem rezá-lo para ganhar as indulgências desta
santa devoção. (Pode-se acrescentar o que segue, e também
intenções particulares: Ofereço-Vos também em reparação aos
Corações de Jesus e Maria, nas intenções do Imaculado Coração de
Maria, nas intenções do Santo Padre, pelo Santo Padre e por toda a
Igreja, pela santificação do clero e das famílias, pelas vocações
sacerdotais, religiosas, missionárias e leigas, pela Paz no mundo, pelo
Brasil.).
 Reza-se então o Credo
iii. Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, e em
Jesus Cristo, Seu Único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo
poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos
mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, está sentado à
direita de Deus Pai, Todo-Poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e

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os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na
comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da
carne, na vida eterna. Amém.

2. Em honra à Santíssima Trindade: reza-se um Pai Nosso;

Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o
Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade, assim na terra como no céu. O pão
nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como
nós perdoamos a quem nos tenha ofendido. E não nos deixeis cair em
tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

a. uma Ave Maria em honra a Deus Pai que nos criou


i. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós
entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa
Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de
nossa morte. Amém.
ou a Ave Maria com a jaculatória
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco! Bendita sois Vós
entre as mulheres e Bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa
Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores “... e derramai sobre a
humanidade inteira as graças eficazes da vossa Chama de Amor...”,
agora e na hora da nossa morte. Amém!.
b. uma Ave Maria em honra a Deus Filho que nos salva
ou a Ave Maria com a jaculatória
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco! Bendita sois Vós
entre as mulheres e Bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa
Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores “... e derramai sobre
nossos governantes do mundo o dom para que promovam o bem
dopovo ...”, agora e na hora da nossa morte. Amém!.
c. uma Ave Maria a Deus Espírito Santo que nos santifica
ou a Ave Maria com a jaculatória
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco! Bendita sois Vós
entre as mulheres e Bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa
Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores “... e derramai sobre o
mundo a energia para que a bondade prevaleça em nossos
corações...”, agora e na hora da nossa morte. Amém!
3. No intervalo,
a. um Glória
i. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio,
agora e sempre. Amém.
b. a Oração de Fátima
i. Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas
todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.
ii. e jaculatórias como for costume.

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Passos 4, 5 e 6 são repetidos até o final do Terço ou do Rosário completo

4. Enuncia-se o *Mistério e reza-se o Pai Nosso

5. Contempla-se o Mistério durante o tempo de DEZ Ave Marias

ou a Ave Maria com a jaculatória

6. Após a dezena, no intervalo reza-se um


a. Glória;
b. Oração de Fátima

Mais jaculatórias como for costume.

7. Reza-se o Agradecimento
a. Infinitas graças vos damos, soberana Rainha, pelos benefícios que todos os
dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos, agora e sempre, tomar-
nos debaixo do vosso poderoso amparo e, para mais vos obrigar, vos
saudamos com uma Salve Rainha:
i. Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve!
A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva.
A Vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois, Advogada nossa, esses Vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e, depois deste desterro, mostrai-nos a Jesus, bendito fruto de Vosso
ventre,
ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
V. Rogai por nós, santa Mãe de Deus,
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amém.

b. Sinal da Cruz.
i. Também se pode rezar, após a Salve Rainha, a Invocação a São
Miguel Arcanjo e a oração a São José

Os mistérios do Rosário
 Mistérios Gozosos

Na primeira parte do Rosário, contemplamos os cinco Mistérios Gozosos, que contemplam


a encarnação do Filho de Deus e Sua missão no mundo:

1º. Anunciação a Maria: Anunciação do Arcanjo São Gabriel à Nossa Senhora. No primeiro
mistério contemplemos a Anunciação do Arcanjo São Gabriel à Nossa Senhora.
2º. Visitação de Nossa Senhora a sua prima Isabel: no segundo mistério contemplemos a
Visitação de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel.
3º. Nascimento de Jesus: No terceiro mistério contemplemos o Nascimento do Menino
Jesus em Belém.

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4º. Apresentação do Menino Jesus no Templo e purificação de Nossa Senhora: No quarto
mistério contemplemos a Apresentação do Menino Jesus no templo e a Purificação de
Nossa Senhora.
5º. Perda e encontro do Menino Jesus no Templo: Encontro de Jesus no Templo entre os
Doutores da Lei.

 Mistérios Luminosos

Na segunda parte do Rosário, contemplamos os cinco Mistérios Luminosos, que


contemplam a revelação do Reino de Deus já personificado em Jesus:

1º. Batismo de Jesus no rio Jordão: No primeiro mistério contemplemos o Batismo de


Jesus no rio Jordão.
2º. Auto-revelação de Jesus nas Bodas de Caná: No segundo mistério, Jesus transforma a
água em vinho;
3º. Anúncio do Reino de Deus por Jesus: No terceiro mistério, Jesus faz convite à
conversão;
4º. Transfiguração de Jesus: No quarto mistério contemplemos a Transfiguração de Jesus.
5º. Instituição da Eucaristia: No quinto mistério contemplemos a Instituição da Eucaristia.

 Mistérios Dolorosos

Na terceira parte do Rosário, contemplamos os cinco Mistérios Dolorosos, que contemplam


a Paixão e Morte de Jesus:

1º. Agonia de Jesus no Horto: No primeiro mistério contemplemos a Agonia de Cristo


Nosso Senhor, quando suou sangue no Horto3.

3
Segundo a Bíblia é Jardim, onde sepultaram a Jesus

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2º. Flagelação de Jesus: No segundo mistério contemplemos a Flagelação de Jesus Cristo
atado à coluna.
3º. Coroação de espinhos: No terceiro mistério contemplemos a Coroação de espinho de
Nosso Senhor.
4º. Jesus carregando a cruz no caminho do Calvário: No quarto mistério contemplemos
Jesus Cristo carregando a Cruz para o Calvário.
5º. Crucifixão e morte de Jesus: No quinto mistério contemplemos a Crucificação e morte
de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 Mistérios Gloriosos

Na quarta parte do Rosário, contemplamos os cinco Mistérios Gloriosos, que contemplam a


vitória de Jesus sobre a morte, o nascimento da Igreja e a glorificação de Maria:

1º. A ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo: No primeiro mistério contemplemos a


Ressurreição de Cristo Nosso Senhor
2º. A ascenção admirável de Jesus Cristo ao céu: No segundo mistério contemplemos a
Ascensão de Nosso Senhor ao Céu.
3º. A vinda do Espírito Santo: No terceiro mistério contemplemos a Vinda do Espírito Santo
sobre os Apóstolos reunidos com Maria Santíssima no Cenáculo em Jerusalém.
4º. A assunção de Nossa Senhora no Céu: No quarto mistério contemplemos a Assunção
de Nossa Senhora ao Céu.
5º. A coroação de Nossa Senhora no Céu: No quinto mistério contemplemos a Coroação de
Nossa Senhora no Céu como Rainha de todos os anjos e santos.

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