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Manual de

Topografia
Normas para execução de levantamento planialtimétricos cadastrais

Sexta
Edição Ago.22
Governador do Estado de São Paulo
RODRIGO GARCIA
Secretário de Estado da Educação
HUBERT ALQUÉRES
Secretário Executivo
GHISLEINE TRIGO DA SILVEIRA
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Manual de

Topografia
Normas para execução de levantamento planialtimétricos cadastrais

Sexta
Edição Ago.22
Catalogação na Fonte:

CENTRO DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO MÁRIO COVAS

Fundação para o Desenvolvimento da Educação.


Manual de topografia: normas para execução de levantamentos planialtimétricos [recurso
eletrônico] / Fundação para o Desenvolvimento da Educação - São Paulo: FDE, 2016.

Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader. Disponível em www.fde.sp.gov.br


ISBN

Primeira e segunda edições em CD-ROM, com o título: Normas de apresentação de projetos de


edificações: topografia.

1. Edifício escolar 2. Normas de topografia I. Título


Topografia

Índice
1. Introdução ..................................................................................................................................................................... 7
2. Objetivo dos levantamentos planialtimétricos cadastrais para a FDE ......................................................................... 7
3. Definições e conceitos .................................................................................................................................................. 8
4. Normas e documentos complementares ..................................................................................................................... 8
5. Tipos de levantamentos ................................................................................................................................................ 8
5.1 Tipo 1 – Terreno ............................................................................................................................................. 8
5.2 Tipo 2 – Terreno com delimitação das construções existentes; .................................................................... 8
5.3 Tipo 4 – Terreno com cadastro interno das construções existentes – detalhamento das cotas de nível .... 8
6. Critérios para coleta de dados ...................................................................................................................................... 9
6.1 Sistema de coordenadas ................................................................................................................................ 9
6.2 Poligonal e pontos levantados ...................................................................................................................... 9
6.3 Método e aparelhagem ................................................................................................................................. 9
6.4 Sistema de Cálculo ...................................................................................................................................... 10
6.5 Tolerância de Fechamento .......................................................................................................................... 10
6.6 Referência de nível ...................................................................................................................................... 10
6.7 Norte ........................................................................................................................................................... 11
6.8 Polígono limítrofe do terreno ..................................................................................................................... 11
7. Dados a serem colhidos em campo ............................................................................................................................ 11
7.1 Tipo 1 – Terreno ........................................................................................................................................... 11
7.2 Tipo 2 – Terreno com delimitação das construções existentes ................................................................... 14
7.3 Tipo 4 – Terreno com cadastro interno das construções existentes – detalhamento das cotas de nível ... 15
8. Produção e Representação gráfica ............................................................................................................................. 17
8.1 Legenda e Identificações ............................................................................................................................. 17
8.2 Textos ........................................................................................................................................................... 18
8.3 Cotas ............................................................................................................................................................ 18
8.4 Malha de coordenadas................................................................................................................................. 18
8.5 Simbologia do norte ..................................................................................................................................... 18
8.6 Curvas de nível ............................................................................................................................................. 19
8.7 Malha de Triangulação ................................................................................................................................. 19
8.8 Escala do desenho ........................................................................................................................................ 19
8.9 Cortes.......................................................................................................................................................... 19
8.10 Detalhe da escada ...................................................................................................................................... 18
8.11 Folha ........................................................................................................................................................... 18
8.12 Carimbo ...................................................................................................................................................... 18
8.13 Planta de situação ...................................................................................................................................... 18
8.14 Dados do responsável pelo levantamento................................................................................................. 18
8.15 Quadro de áreas ......................................................................................................................................... 19
8.16 Quadro de notas......................................................................................................................................... 20
8.17 Quadro de coordenadas ............................................................................................................................ 20
8.18 Recursos computacionais .......................................................................................................................... 20
8.19 Sistema de coordenadas cartesianas ........................................................................................................ 20
8.20 Apresentação do desenho ......................................................................................................................... 20
8.21 Penas .......................................................................................................................................................... 20

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8.22 Traços ......................................................................................................................................................... 21


8.23 Hachuras .................................................................................................................................................... 21
8.24 Camadas de desenho (“Layers”) ................................................................................................................ 21
8.25 Impressão (plotagem) ............................................................................................................................... 21
8.26 PDF ........................................................................................................................................................... 21
8.27 Apresentação no arquivo digital ................................................................................................................ 21
8.28 Memorial Descritivo .................................................................................................................................. 22
9. Cálculo de áreas e Tabela de área dos ambientes ...................................................................................................... 22
9.1 Critérios para cálculo de áreas .................................................................................................................... 22
9.2 Tabela de áreas dos ambientes .................................................................................................................... 22
10. Relatório fotográfico ................................................................................................................................................. 24
11. Procedimento de entrega e análise do produto ...................................................................................................... 24
11.1 Procedimentos de levantamento de dados e verificação .......................................................................... 24
11.2 Assinatura digital ........................................................................................................................................ 25

ANEXOS
Anexo 1 – Informações ambientais e urbanísticos ........................................................................................................ 28
Anexo 2 – Modelo de Folha Padrão ................................................................................................................................ 30
Anexo 3 – Modelo de Carimbo Padrão ........................................................................................................................... 31
Anexo 4 – Modelo do Quadro de Dados do Responsável pelo Levantamento .............................................................. 31
Anexo 5 – Modelo de Quadro de áreas .......................................................................................................................... 31
Anexo 6 – Modelo de Quadro de Notas ......................................................................................................................... 31
Anexo 7 – Modelo de Quadro de Coordenadas.............................................................................................................. 32
Anexo 8 – Modelo de Quadro de Penas de Plotagem .................................................................................................... 32
Anexo 9 – Modelo de Planta de Situação ....................................................................................................................... 32
Anexo 10 – Modelo de Legenda Padrão ......................................................................................................................... 33
Anexo 11 – Quadro de Camadas (Layers) Padrão ........................................................................................................... 33
Anexo 12 – Representação das cotas e textos................................................................................................................ 36
Anexo 13 – Representação dos Muros e Muretas .......................................................................................................... 37
Anexo 14 – Representação de Escadas e Rampas .......................................................................................................... 38
Anexo 15 – Modelo de Apresentação das distâncias entre blocos e divisas .................................................................. 40
Anexo 16 – Modelo de divisão e Subdivisão do Polígono Limítrofe do Terreno ............................................................ 40
Anexo 17 – Representação dos caixilhos e elementos vazados .................................................................................... 41
Anexo 18 – Nomenclatura e organização dos arquivos ................................................................................................. 42
Anexo 19 – Modelo de Tabela de Áreas dos Ambientes Padrão ................................................................................... 43
Anexo 20 – Modelos de Memorial Descritivo ................................................................................................................. 45
Anexo 21 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 1 ..................................................................................... 47
Anexo 22 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 2 ..................................................................................... 48
Anexo 23 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 2 – Com Seções .............................................................. 49
Anexo 24 – Modelos de Levantamento Planialtimétrico Tipo 4 .................................................................................... 50
Anexo 25 – Quadro Resumo dos dados a serem colhido em campo ............................................................................. 52
Anexo 26 – Check List ..................................................................................................................................................... 57
Referência Bibliográfica .................................................................................................................................................. 75
Créditos ........................................................................................................................................................................... 76

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1. Introdução

A Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, entre outras atribuições, trata da viabilização do prédio
escolar compreendendo a seleção do terreno, elaboração do projeto arquitetônico, a execução da obra e o
fornecimento de mobiliário e equipamentos.
Esse trabalho é desenvolvido em sintonia com as diretrizes pedagógicas estabelecidas pela Secretaria de Estado
da Educação - SEE, com as normas técnicas e com a legislação em vigor.
A FDE sistematiza e divulga frequentemente o conhecimento acumulado sobre a produção do edifício escolar na
forma de catálogos técnicos e publicações, cujo conteúdo encontra-se, integralmente, disponibilizado na Internet.
Este material é dirigido a todos aqueles que atuam direta ou indiretamente na organização do espaço das escolas
estaduais de ensino fundamental e médio, e tem por objetivo orientar ações de planejamento, projeto e
construção, fiscalização e recebimento do prédio escolar, bem como sua medição e pagamento.
Pretende-se ainda que este conjunto de detalhes e informações seja, de fato, utilizado nas obras, sendo
fundamental que o seu conteúdo esteja sempre disponível no canteiro para todos aqueles que atuam na execução
de cada etapa da produção dos edifícios.
Periodicamente esses catálogos são atualizados visando incorporar novos critérios de projeto, disponibilizar as
revisões decorrentes de alterações de normas técnicas ou da legislação ou aquelas resultantes da reavaliação do
processo construtivo feita pelos agentes que atuam diretamente na execução ou fiscalização das obras e manter
a atualidade de referências comerciais de produtos de mercado.
As “Normas de Apresentação de Projetos de Edificações” da FDE, relativas às diferentes áreas de projeto –
Arquitetura e Paisagismo; Estruturas; Instalações Elétricas; Instalações Hidráulicas; Topografia, indicam,
independentemente das soluções arquitetônicas adotadas, as diferentes informações que devem ser fornecidas
nos projetos, seja de obras novas, ampliações ou adequações, em suas diferentes etapas: estudo preliminar,
anteprojeto e projeto executivo.
Apresentam também, as diretrizes para a representação gráfica dos projetos em meio digital.
Este Manual fixa as condições exigíveis para a execução de levantamentos planialtimétricos cadastrais para fins
de estudos e projetos, tais como: Construção de obra nova, ampliação de prédios existentes, intervenções de
reforma, adequação de acessibilidade e de combate ao incêndio, soluções estruturais, estudos de viabilidade
técnica e pesquisa de propriedade. Outrossim, define os critérios de apresentação e análise dos tais levantamentos
estabelecidos pela FDE.

2. Objetivo dos levantamentos planialtimétricos cadastrais para a FDE

Os levantamentos planialtimétricos cadastrais da FDE possuem o objetivo de fornecer:


• Conhecimento do terreno quanto ao seu relevo, limites, confrontações, localização, amarração,
posicionamento e georreferenciamento;
• Informações da edificação existente quanto à sua dimensão, posicionamento, desníveis, divisões internas,
projeções, aberturas, acessos, instalações, uso, material construtivo e acabamento;
• Elementos para subsidiar estudos preliminares, projetos e edificação;
• Dados ambientais, tais como: vegetação existente e restrições referentes às exigências de preservação
ambiental;
• Informações para verificação de propriedade do imóvel;

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3. Definições e conceitos

• Entorno: compreende a área circunvizinha aos limites das confrontações do terreno levantado.
• Terreno: Extensão de terras cujas divisas são delimitadas por documento de propriedade ou, com a
inexistência do mesmo, os limites adotados passam a serem os elementos físicos existentes no local
(Exemplo: muros, alambrados etc.)
• Edificação: Construção ou qualquer obra arquitetônica;
• Planta da edificação (cadastro interno): Vista superior do plano secante horizontal, localizado a,
aproximadamente, 1,50 m do piso em referência. A altura desse plano pode ser variável para cada
projeto de maneira a representar todos os elementos considerados necessários;

4. Normas e documentos complementares

Na aplicação deste Manual deverão ser observadas as seguintes normas:


• NBR 13133: Execução de levantamento topográfico;
• NBR 14.645-1: Elaboração do “como construído” (as built) para edificações. Parte 1: Levantamento
planialtimétrico e cadastral de imóvel urbanizado com área de até 25.000 m², para fins de estudos,
projetos e edificação – Procedimento;
• NBR 6492: Representação de projeto de arquitetura;
• Lei Federal 6766/79: Parcelamento do solo;
• Lei Federal 12.651/2012: Código Florestal Brasileiro
• Decreto no 89.137 de 20/06/84 - Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional
Quanto aos Padrões de Exatidão

5. Tipos de levantamentos

5.1 Tipo 1 – Terreno (Anexo 21)


Levantamento planialtimétrico de terreno vazio ou com pequenas construções irrelevantes e
seu entorno;

5.2 Tipo 2 – Terreno com delimitação das construções existentes (Anexo 22 e 23)
Levantamento planialtimétrico de terreno e seu entorno com a delimitação do contorno das
construções existentes;

5.3 Tipo 4 – Terreno com cadastro interno das construções existentes – detalhamento das cotas de nível
(Anexo 24)
Levantamento planialtimétrico de terreno e seu entorno com o cadastro das construções
existentes, sua divisão interna e ocupação, com detalhamento de níveis;

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6. Critérios para coleta de dados

6.1 Sistema de coordenadas


• Deve ser adotado o sistema plano-retangular de coordenadas com a orientação para o Norte Geográfico
no padrão SIRGAS2000.

6.2 Poligonal e pontos levantados


• Os pontos da poligonal topográfica devem ser implantados em locais previamente selecionados de forma
a possibilitar o melhor detalhamento planialtimétrico e cadastral de toda área a ser levantada.
• O ponto inicial da poligonal deverá ser dentro do polígono limítrofe do terreno num ponto central, ele
será o ponto de partida da distribuição da malha de coordenadas georreferenciadas.
Devem se obter as coordenadas georreferenciadas (GPS de navegação), sua altitude (em relação ao nível
do mar), fuso e projeção UTM, utilizando o referencial planimétrico (DATUM horizontal) SIRGAS2000.
• Em áreas rurais, o levantamento deverá obedecer à Lei n.º 10.267, de 28/08/2001, e à Norma Técnica para
Georreferenciamento de Imóveis Rurais. Também deverá considerar os dados constantes do CCIR
(Certificado de Cadastros de Imóvel Rural) da denominação e de suas características, confrontações,
localização e área. O INCRA adota, para a execução do cálculo das coordenadas, distâncias, área e azimute,
o plano de projeção UTM. O referencial planimétrico (datum horizontal em vigor no país) corresponde ao
Sistema Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS2000);
o O georreferenciamento, através da elaboração do memorial descritivo e assinado por profissional
habilitado e com a devida ART, contendo as coordenadas dos vértices definidores dos limites dos
imóveis rurais, conforme o Sistema Geodésico Brasileiro e a precisão da posição estabelecido pelo
INCRA.
• Para edifício tombado, o levantamento deverá conter mais pontos lindeiros ao edifício, para cálculo do PD
(Pé-Direito) de porões inacessíveis;
• A densidade mínima de pontos a serem medidos por hectare será:
o Terrenos com declividade até 10%...................: 40 pontos por hectare;
o Terrenos com declividade entre 10% e 20%...: 50 pontos por hectare;
o Terrenos com declividade acima de 20%.........: 60 pontos por hectare

6.3 Método e aparelhagem


• Para execução das operações topográficas devem-se utilizar estações totais “Total station”, medidores de
ângulos e distâncias, equipado com coletor de dados. De acordo com a NBR 13.133/2021 a classificação
do desvio padrão aceito é a seguinte:

Desvio-Padrão Desvio-Padrão

Estação Total (Precisão Angular) (Precisão Linear)

Precisão média < 07” (5mm +5ppm x D)

Onde: D = Distância medias em Km.

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• Os MED (medidores eletrônicos de distância) devem ser calibrados no máximo a cada dois anos, através
de teste realizados em entidades oficiais e/ou universidades, com a expedição de certificado, a ser
apresentado quando solicitado pela FDE;
• As observações angulares devem ser realizadas pelos métodos das direções, isto é, através de uma série
de leituras conjugadas diretas e inversa;
• As medidas lineares devem ser realizadas com observações recíprocas (vante e ré);

6.4 Sistema de Cálculo


• A compensação angular da poligonal será feita com a distribuição equitativa de erro, de estação por
estação.
• As diferenças de latitudes e longitudes serão distribuídas proporcionalmente nos respectivos
comprimentos.
• A diferença de nível será distribuída proporcionalmente a cada estação, anotando-se até 5 milímetros.
• Serão calculados os azimutes e distâncias das linhas divisórias, a partir das coordenadas dos vértices e
calculados os ângulos internos das divisas.
• Será calculada a área do terreno, analiticamente, através das coordenadas dos vértices das divisas.

6.5 Tolerância de Fechamento


• Para fechamento angular da poligonal, a tolerância será de 20”x √n, sendo n = número de vértices do
polígono.
• Para o fechamento linear, a tolerância será de 1:10.000, isto é, um erro de 1,00m para 10.000,00m
medidos.
• Para o fechamento altimétrico, a tolerância será de 20mm √p, sendo p = perímetro em quilômetro.
Observação: Será tolerada uma poligonal aberta excepcionalmente, quando houver a impossibilidade de
fechamento e, sempre, com leituras duplas.

6.6 Referência de nível


• Deve ser adotada um ponto referencial, na cota de nível em relação ao nível do mar. Informar no carimbo:
as coordenadas georreferenciadas (GPS de navegação), sua altitude (em relação ao nível do mar), fuso e
projeção UTM, utilizando o referencial planimétrico (DATUM horizontal) SIRGAS2000;
• Todos os vértices poligonais devem ser nivelados e contra nivelados geometricamente a partir da
referência de nível considerada;
• Nos levantamentos que não possuírem edificação (Tipo 1) a R.N deve estar locado em local de fácil
identificação e de difícil remoção ou deslocamento, indicando suas coordenadas. Exemplo:
▪ Postes de concreto (indicando numeração);
▪ Bocas de lobo de concreto;
▪ Soleiras (neste caso, identificar o número do imóvel);
Observação: Em casos excepcionais, da não existência de mobiliários e instalações urbanas e conforme
exemplos citados acima, a R.N deverá ser indicada dentro do polígono limítrofe do terreno, em um ponto
central, através da indicação das suas coordenadas georreferenciadas.
• Nos levantamentos que possuem edificação (tipos 2 e 4) a R.N deve ser implantado no centro do pátio
coberto;

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Observação: Nos casos de prédio administrativo que não possuem pátio coberto, a R.N deve ser
implantado no centro do Hall de entrada.
• A R.N deve estar materializada através de um pino de aço (1/4”x25mm);
• Nas condições do terreno do Tipo 1, e inserida em área rural a R.N. deve estar materializada através do
marco em concreto conforme padrão INCRA. Importante a execução da base/ proteção de concreto, para
garantir estabilidade.
Marco de Concreto:
▪ Traço 1:3:4;
▪ Alma de ferro com diâmetro de 4,2mm;
▪ Marco em forma de tronco de pirâmide com as dimensões 8cmX12cmX60cm, 30cm
enterrado;
▪ Base/ proteção de concreto com seção quadrada de 30cm e profundidade de 25cm. Esta
proteção deverá aflorar do solo 10 cm;
• A R.N deve ser cravada na base, e indicada em relação ao nível do mar;

6.7 Norte
• Adota-se o sistema plano retangular de coordenadas, com orientação para o Norte Geográfico, também
conhecido como Norte verdadeiro, este deverá sem com base no SIRGAS2000;
• Indicar data do levantamento no Norte Geográfico.

6.8 Polígono limítrofe do terreno (Anexo 16)


• Deve ser projetado um polígono limítrofe do terreno com a numeração, em cada ponto de vértice, em
algarismos numéricos consecutivos, no sentido horário, tendo início no ponto 1 que deverá situar-se no
alinhamento predial da via pública que confine com o imóvel;
• O ponto 1 deve ser amarrado em dois pontos fixos no local, os pontos devem conter suas respectivas
coordenadas, distâncias e azimutes conforme plano de projeção UTM;
• Em casos excepcionais em que não temos mobiliários e/ou instalações urbanas próximo ao terreno, o
ponto 1 será amarrado ao RN, este ponto deverá conter suas coordenadas georreferenciadas, distâncias
e azimutes conforme plano de projeção UTM.
• Importante a execução do piquete de concreto e sua fundação para marcação do ponto 1;
• Os pontos fixos devem ser, preferencialmente, coincidentes à testada de um imóvel próximo ao ponto.
Caso isso não seja possível, amarra-se em um poste público de iluminação ou bocas de lobo, indicando a
sua respectiva coordenada;
• Quando houver subdivisão do imóvel, os pontos do polígono limítrofe devem ser numerados
identicamente ao polígono original, porém acrescidos das letras “a”,“b”,”c”, e , assim, sucessivamente;
• Devem ser verificados os azimutes e distância entre os pontos de vértice das divisas. Quando as divisas
forem em curva, indicar os elementos: Ângulo central, raio e desenvolvimento;
• Em vértices de divisas delimitados em muros ou elementos divisórios irregulares pode ser aceito um limite
de 0,07m de diferença entre o polígono limítrofe e a divisa física;

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7. Dados a serem colhidos em campo (Anexo 25)

7.1 Tipo 1 – Terreno

7.1.1 Planimetria
7.1.1.1 Elementos naturais e ambientais
• Cursos d’água (Filete de água, Córregos, Rios, Lagos e lagoas etc.);
• Nascentes;
• Áreas alagadas (brejosas);
• Rochas afloradas;
• Valas;
• Erosão;
• Árvores;
• Faixa “Non aedificand” e de domínio;

7.1.1.2 Vizinhos
• Contorno das construções vizinhas e circunvizinhos dentro do perímetro a ser levantado (ver
critérios de área a ser levantada);
• Vizinhos que fazem divisa com o terreno em questão, indicar as cotas de nível (mínimo 5
metros para além da divisa).
• Testadas de todos os lotes limítrofes e suas numerações;
• Edificações notáveis, como: escolas, hospitais, edifícios públicos ou de grande relevância.

7.1.1.3 Sistema viário


• Logradouros públicos (Ruas, estradas, caminhos, rodovias, praças, ferrovias etc.),
identificando o seu nome oficial;
• Guias;
• Passeios públicos;
• Canteiros;
• Tipo de pavimentação;

7.1.1.4 Mobiliário urbano


• Postes de iluminação;
• Postes com transformador;
• Abrigo e pontos de parada de ônibus;
• Placas de identificação;
• Bancas de jornal;
• Cabines telefônicas;
• Hidrantes
• Monumentos;
• Chafarizes/fontes;
• Faixa de pedestres;
• Lombadas;

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• Quaisquer elementos notáveis existentes na calçada e via pública;

7.1.1.5 Instalações prediais e de infraestrutura


• Galerias e tubulações aparentes;
• Bocas de lobo e leão;
• Poços de visita de águas pluviais (PVAP)
• Caixas de inspeção;
• Canaletas;
• Poços de visita de esgoto (PVE);
• Caixas de inspeção;
• Fossas sépticas e sumidouros;

7.1.1.6 Delimitações
• Delimitação dos tipos de piso externos (grama, terra, cimentado, pedrisco, areia etc.)
• Contorno das eventuais construções de pequeno porte ou invasões existentes;

7.1.1.7 Elementos divisórios e de fechamento:


• Cercas e alambrados;
• Muros de fechamento;
• Muros de arrimo;
• Muretas;
• Divisas conforme documento de propriedade fornecido pela FDE

7.1.2 Altimetria
7.1.2.1 Vizinhos
• Níveis dos terrenos vizinhos junto às divisas, calçadas e ruas;
• Todas as informações exigidas para a área do terreno devem ser aplicadas às áreas vizinhas;

7.1.2.2 Sistema Viário


• Nível do leito da rua junto à guia e calçada no máximo a cada 1,50m de equidistância e quando
houver razoável repentina alteração de nível;
• Nível da calçada no máximo a cada 1,50m de equidistância e quando houver razoável
repentina alteração de nível;
• Quando existirem elementos notáveis como: Pontes, viadutos, etc,(que passe pela área
levantada) deve ser indicada todas as alturas em corte;

7.1.2.3 Instalações prediais e de infraestrutura


• Canaletas: Sentido do caimento da água e níveis de fundo e topo nos pontos extremos e no
centro;

7.1.2.4 Desníveis
• Níveis aleatórios em toda a área levantada;
• Delimitar e apresentar os níveis nas áreas de depressão;

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• Delimitação dos taludes e sua interpolação das curvas de nível, isto é, levantar o pé, crista e
imperfeições. Observação: delimita-se o talude quando é possível a visualização de seu pé e
crista (começo e fim).
• Níveis nas extremidades e vértices do contorno das eventuais construções de pequeno porte
ou invasões existentes;
• Escadas externas;
• Rampas externas;
• Degraus externos;

7.1.2.5 Elementos divisórios e de fechamento


• Altura dos muros, muretas e alambrados;
• Níveis da base dos muros de fecho e arrimo nas duas faces;
• Muros de arrimo: Níveis com equidistância máxima de 2 (dois) metros e quando houver
razoável repentina alteração de nível;

7.2 Tipo 2 – Terreno com delimitação das construções existentes;

Itens do tipo 1 acrescidos de:


7.2.1 Planimetria
7.2.1.1 Instalações prediais e de infraestrutura
• Entrada de água (cavalete);
• Poços comuns, artesianos e semiartesianos;
• Reservatórios inferiores (enterrado e semienterrado);
• Reservatórios superiores (torre com reservatório apoiado e reservatório superior
à edificação);
• Entrada de energia (poste e abrigo);
• Cabine primária e poste com transformador;
• Poste de iluminação;
• Abrigo de gás;

7.2.1.2 Delimitações
• Localização e delimitação do contorno das edificações existentes: Edifício escolar ou
administrativo, quadra de esportes, zeladoria etc.
• Portões de acesso;
• Arquibancadas;

7.2.1.3 Equipamentos e mobiliários


• Equipamentos pedagógicos e de lazer;
• Bancos fixos;
• Mesas fixas;
• Brinquedos;
• Playground;

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7.2.2 Altimetria
7.2.2.1 Sistema Viário
• Nível do leito da rua, calçada e interno/externo junto aos portões e acessos externos –
detalhamento;

7.2.2.2 Instalações prediais e de infraestrutura;


• Nível do piso, topo e fundo dos reservatórios inferiores e superiores;
• Nível em frente à entrada de energia;
• Nível em frente à entrada de água;
• Nível em frente ao abrigo de gás;

7.2.2.3 Desníveis
• Níveis de cada pavimento das edificações existente;
• Níveis de acesso e do centro do pátio coberto (ou centro do hall de entrada em caso de
inexistência de pátio coberto);
• Projeção dos beirais (quando houver);
• Níveis de início, fim e patamar;
• Nível de cada degraus da arquibancada;

Item 7.2.3 Seções


7.2.3.1 Detalhamento
• Representar com mais detalhes todas as condições atípicas do local;
• Apresentar mais níveis nas seções, no mínimo a cada 01 (um) metro de distância;
• Para casos de erosões, deslizamentos e assemelhados, o levantamento deve apresentar a
situação de forma detalhada (somente indicação de curvas de nível não é o suficiente);
• Representar elementos construtivos como muros, muretas, alambrados, canaletas, edifícios,
calçadas e quaisquer outros elementos onde a seção estiver segmentando;
• Enviar fotos com suas respectivas localizações de tomadas de fotos, o mínimo para o
entendimento do local;
• Apresentar em escala 1:100, porém, passível de ajuste para melhor compreensão das
mesmas quando impressas;
• Apresentar a seção na proporção 1:1 (proporção real) em distância x altura;

7.3 Tipo 4 – Terreno com cadastro interno das construções existentes – detalhamento das cotas de nível

Itens do tipo 1,2 e acrescidos de


7.3.1 Planimetria
7.3.1.1 Instalações prediais e infraestrutura
• Quadros de distribuição de energia;
• Hidrantes;
7.3.1.2 Delimitações
• Uso atual de cada ambiente;
• Esquadrias;

15
Topografia

• Janelas (Anexo 17);


• Elementos vazados
• Escadas e rampas internas;
• Detalhamento dos degraus e escadas internas, de acesso entre pavimentos e de acessos entre
blocos, identificando a largura de altura dos espelhos e pisos (Anexo 14).
• Portões;
• Portas;
• Vão livre;

7.3.1.3 Elementos divisórios e de fechamento


• Paredes internas;
• Divisórias internas;
• Muros e muretas internas;

7.3.1.4 Equipamentos e mobiliários


• Bancos e mesas fixos;
• Bancadas fixas (laboratórios);
• Guichês de atendimento (secretaria);
• Balcões (cozinha e cantina);
• Equipamentos sanitários (vasos, pias, lavatórios, mictórios, trocadores, chuveiros, etc.);
• Bebedouros fixos;
• Elevador
• Plataforma

7.3.2 Altimetria
7.3.2.1 Desníveis
• Demarcação de todos os desníveis internos e externos, inclusive rampas com declividade
superior a 5%;
• Pé direito de todos os ambientes e porões acessíveis com altura a partir de 1,50m;
• Nível interno e externo junto às soleiras de acesso de cada ambiente;
• Nível no centro de todos os ambientes;
• Nível do poço do elevador;
• Nível de início e fim das escadas internas;
• Detalhamento das escadas internas, de acesso entre pavimentos e de acessos entre blocos,
com a indicação do nível de cada degrau.

7.3.2.2 Elementos divisórios e de fechamento


• Altura dos muros e muretas internas;
• Altura das divisórias que não são de piso a piso

7.3.2.3 Equipamentos e mobiliários


• Altura dos balcões (cozinha e cantina);
• Altura dos guichês de atendimento (secretaria);

16
Topografia

• Altura dos bancos e mesas fixas;


• Altura das bancadas fixas (laboratório);
• Altura dos equipamentos sanitários: pias, lavatórios, mictórios e trocadores;
• Altura dos bebedouros;

8 Produção e Representação gráfica

8.1 Legenda e Identificações


• Utilizar as convenções de legenda padrão da FDE (Anexo 10);
• Identificar todos os elementos que não possuem legenda;
• Há três maneiras de apresentação das informações:

o Em forma de texto indicativo (Anexo 12), utilizado para identificação de:


▪ Curvas de nível;
▪ Pontos da poligonal (com algarismos consecutivos, ex: E0, E1, E2....)
▪ R.N;
▪ Elementos divisórios e de fechamento e suas alturas (Anexo 13);
▪ Elementos naturais;
▪ Logradouros públicos;
▪ Azimutes, distâncias e sentido entre os pontos de divisa;
▪ Pontos de divisa;
▪ Tipo de piso e pavimentação;
▪ Numeração dos lotes vizinhos;
▪ Diâmetro das árvores;
▪ Edifícios notáveis circunvizinhos, como: escolas (com a indicação do código FDE), hospitais,
prédios públicos ou edificações de grande relevância;
▪ Elementos das instalações prediais e de infraestrutura e suas alturas;
▪ Portões de entrada;
▪ Equipamentos e mobiliários internos e externos e suas alturas quando solicitadas;
▪ Sentido das escadas e rampas;
▪ Projeção da cobertura;
▪ Uso dos ambientes;
▪ Pé direito;
▪ Edificações (definidas por blocos) com o número de pavimentos existentes especificando o
material de construção: conforme modelo abaixo:
BLOCO 1 BLOCO 1 BLOCO 1 BLOCO 2 BLOCO 2 BLOCO 3
Pav. Térreo 1º Pavimento 2º Pavimento Pav. Térreo 1º Pavimento Pav. Térreo

3 Pavimentos 3 Pavimentos 3 Pavimentos 2 Pavimentos 2 Pavimentos 1 Pavimento

Alvenaria Alvenaria Alvenaria Alvenaria Alvenaria Metálica

o Em forma de indicação de linhas de cota, utilizado para informar:


▪ Faixas “non aedificandi” (Anexo 1);
▪ Largura das ruas e calçadas;
▪ Largura de escadas e rampas;

17
Topografia

▪ Largura das portas e portões;


▪ Largura dos ambientes;
▪ Larguras do Box da bacia ou chuveiro;
▪ Distâncias dos blocos em relação muros de divisa e entre blocos;

o Em forma de simbologia (legenda), utilizado em caso de:


▪ Elementos constantes na legenda padrão;
▪ Desníveis. Utilizando a simbologia de nível para indicar:
▪ Nível em frente às entradas de energia, água e abrigo de gás;
▪ Nível de início e fim das escadas, rampas, degraus e arquibancada;
▪ Nível interno e externo junto às soleiras das portas e portões;
▪ Nível do centro dos ambientes;
▪ Nível do leito da rua e calçadas junto aos acessos;

Observações gerais:
• O pátio coberto e circulações cobertas devem ser representados com duas linhas cruzadas em “X” com
linha tracejada;
• As áreas vazias dos pavimentos superiores devem ser identificadas duas linhas cruzadas em “X” com linha
contínua;
• Evitar ao máximo a sobreposição das informações;

8.2 Textos
• Deve ser utilizada a fonte Romans;
• As alturas dos textos devem seguir a tabela de camadas (“layers”) definida no Anexo 11.
• Os textos (inclusive das cotas) devem ser escritos de modo que possam ser lidos da base e/ou lado direito
do desenho;
• Textos e cotas inclinadas devem ser seguidos uma das formas conforme Anexo 12;

8.3 Cotas
• Os desenhos devem ser cotados em escala real em metro;
• Duas casas decimais, centralizados e textos paralelos;
• Textos paralelos e centralizados, acima da linha de cota;
• Setas tipo “oblique” igual a ½ da altura do texto;
• Nas cotagens angulares devem ser seguidas uma das formas conforme Anexo 12;

8.4 Malha de coordenadas


• As coordenadas cartográficas deverão ser representadas através de uma malha com simbologia padrão
indicando os valores das coordenadas com equidistância de 20 metros e referenciada a partir do ponto
inicial georreferenciado e conforme plano de projeção UTM.

8.5 Simbologia do norte


• Deve ser utilizado o símbolo de Norte padrão FDE com a indicação do Norte Geográfico do padrão SIRGAS
2000.
• Deve conter a data do levantamento.

18
Topografia

• Sempre que possível a sua simbologia deve estar localizada no canto superior direito da folha;

8.6 Curvas de nível


• As curvas de nível devem ser apresentadas com equidistância de 1 metro;
• A cada 5 metros, as curvas devem ser identificadas com cor de pena mais espessa;
• Não representar as curvas de nível em áreas pavimentadas ou cobertas dentro do terreno;

8.7 Malha de Triangulação


• A Malha de Triangulação deve estar representada no levantamento;

8.8 Escala do desenho


• Deve ser representados todos os detalhes de interesse, com dimensões graficamente, representáveis na
escala 1:200;

8.9 Cortes
• Deve ser representados cortes esquemáticos no sentido transversal e longitudinal, em escala compatível;

8.10 Detalhe da escada


• Nos levantamentos tipo 4, as escadas e rampas devem ser detalhadas na escala 1:100;

8.11 Folha
• Deve ser utilizada a folha padrão FDE, no formato A0 (Anexo 2).
• A folha padrão contém as informações básicas do levantamento, como por exemplo, o carimbo, legenda,
planta de situação, quadro de dados do responsável pelo levantamento, quadro de áreas, quadro de notas,
quadro de coordenadas dos pontos de divisa e quadro de indicação da espessura de penas de plotagem;

8.12 Carimbo
• O carimbo padrão FDE (Anexo 3) deve ser preenchido com as informações que contam na Ficha de Prédios
fornecida a empresa contratada, acrescidas informações referentes a revisão;

8.13 Planta de situação


• A planta de situação deve ser desenhada sem escala e na mesma posição do levantamento (Anexo 9);
• Em áreas urbanizadas, devem conter pelo menos duas quadras no entorno do terreno e em áreas rurais,
indicar principais vias de acesso e a distância do terreno à via principal;

8.14 Dados do responsável pelo levantamento


• Devem ser apresentados, no espaço indicado (Anexo 4), os dados referentes ao responsável pelo
levantamento, contendo: Nome do responsável e da empresa, logotipo da empresa, número do CREA/CAU
e espaço para assinatura;

8.15 Quadro de áreas


• Utilizar quadro de áreas padrão (Anexo 5) com a indicação do perímetro, área do terreno, área levantada,
área permeável, área semipermeável, área impermeável, área construída total e área ocupada;

19
Topografia

8.16 Quadro de notas


• Deve conter no quadro de notas (Anexo 6) as informações referentes a:
o Indicação da cota do R.N sua altitude (em relação ao nível do mar);
o Indicação da localização do R.N, a coordenada UTM SIRGAS 2000;
o Informações referentes à infraestrutura existente, contento a indicação de existência ou
inexistência de sistema de drenagem e coleta de esgoto externa;
o Apresentação das coordenadas georreferenciadas do ponto inicial da poligonal, sua altitude (em
relação ao nível do mar), fuso e projeção UTM, utilizando o referencial planimétrico (DATUM
horizontal) SIRGAS2000;
o Para utilização do Norte Geográfico e das coordenadas apresentadas no Google Earth, converter
previamente do padrão SIRGAS 2000 para WGS-84.
o Informação quanto à definição da projeção da área de divisa do terreno: Por documento de
propriedade ou conforme elementos físicos existentes no local;

8.17 Quadro de coordenadas


• Devem ser preenchidos com as coordenadas E (x) e N (Y) e (z) a numeração de todos os pontos de divisa
existentes (Anexo 7);
• Os valores das coordenadas devem ser apresentados com quatro casas decimais após a vírgula;

8.18 Recursos computacionais


• Toda a produção gráfica deve ser entregue com recursos computacionais tipo CAD (Computer Aided
Design) em arquivos de extensão DWG, PDF e ASC;
• O arquivo DWG deve estar na versão ano 2019;
• Pode ser utilizado software específico para o processamento dos dados de campo. (Exemplo: Topograph);

8.19 Sistema de coordenadas cartesianas


• Os levantamentos planialtimétricos devem constar os valores para as coordenadas “z” para futura
representação em 3D (três dimensões) e seu uso na elaboração de projetos em BIM. A entrega do desenho
em 2D (duas dimensões), isto é, com valores zero para as coordenadas “Z”, somente será aceita quando
houver instrução expressa da FDE para a sua adoção.

8.20 Apresentação do desenho


• Nos levantamentos com o cadastro da edificação o pavimento térreo deve ser representado na
implantação e os pavimentos superiores e/ou inferiores representados separadamente;
• Apresentação do desenho tendo como referência o alinhamento da edificação;

8.21 Penas
• A representação das espessuras das linhas deve ser definida através das penas de plotagem, ou seja, cada
cor de linha no desenho implicará numa espessura de pena na impressão (Anexo 8);

Cor da Pena Cor de Plotagem Espessura


1 (Red) 7 0.18
2 (Yellow) 7 0.25

20
Topografia

3 (Green) 7 0.35
4 (Cyan) 7 0.50
5 (Blue) 7 0.70
6 (Magenta) 7 0.13
7 (White) 7 0.10

8.22 Traços
• Deverão ser respeitadas as Normas da ABNT para representação gráfica dos tipos de linha;

8.23 Hachuras
• Devem ser utilizadas apenas as hachuras padrão FDE, conforme tabela:

8.24 Camadas de desenho (“Layers”)


• Na produção gráfica digital do desenho deve ser utilizado o conceito de camadas (layers) com a função de
agrupar informações por função e para aplicar o tipo de linha, cor e outras normas;
• Verificar no Anexo 11 os “layers” padrões para serem utilizados;

8.25 Impressão (plotagem)


• As impressões ou “plotagens” devem ser realizadas utilizando a tabela de estilo de penas (“CTB”) padrão
FDE;

8.26 PDF (plotagem)


• Arquivo fechado para impressão ou “plotagens”, devem ser realizadas utilizando a tabela de estilo de
penas (“CTB”) padrão FDE;

8.27 Apresentação no arquivo digital


• No arquivo digital o desenho deve estar localizado somente no “Model” em escala real 1:1 e a folha deve
estar no “Paper space”, também em escala real;
• Para que o desenho possa ser visualizado na folha que está no “Paper space” deve ser aberta uma
“Viewport” com escala 1:200;
• No “Model” o desenho deve estar nas coordenadas originais com o Norte no sentido vertical para cima e
na folha (“Paper space”) o desenho deverá estar alinhado tendo como referência a edificação. Atenção de
apresentar no Model, sem rotacionar a “Viewport”;

21
Topografia

• Na apresentação do “Paper space” os pavimentos superiores e inferiores devem estar no mesmo


alinhamento de seu respectivo bloco na implantação, quando possível;

8.28 Memorial Descritivo


• Após a delimitação da área é necessária a elaboração do memorial descritivo (Anexo 20) com as
informações referentes às divisas e confrontações do terreno, bem como os azimutes e distâncias
entre os vértices e coordenadas, este último se faz necessário para os respectivos pontos de
amarração em relação ao ponto inicial (Ponto 1)

9 Cálculo de áreas e Tabela de área dos ambientes

9.1 Critérios para cálculo de áreas


• Área ocupada: área da projeção no terreno da área das edificações existentes + passagens cobertas +
quadra coberta;
• Área construída: Área das edificações existentes + passagens cobertas + quadra coberta.
• Área levantada: A área levantada compreende a área circunvizinha aos limites das confrontações do
terreno levantado, sendo delimitado da seguinte maneira:
o Confrontação com lotes/casas: Delimita-se o entorno em 5 metros após o limite do terreno;
o Confrontação com logradouros públicos: Delimita-se o entorno compreendendo a via adjacente até
os limites estabelecidos:
▪ Alinhamento predial oposto a menos de 15 metros: considera-se até o alinhamento predial
oposto;
▪ Alinhamento predial oposto a mais de 15 metros: considera-se 15 metros a partir do limite do
terreno; observando que desde que a via adjacente possua canteiro central inferior a esta
delimitação, o alinhamento posterior do canteiro deve ser considerado como o limite;
o Observação: Quando solicitado pela FDE poderão ser adotados novos limites de área levantada,
conforme croqui de referência;
• Área do terreno: Área do levantamento cuja delimitação é definida por documento de propriedade ou,
com a inexistência do mesmo, pelos elementos físicos existentes no local (Exemplo: muros, alambrados,
etc.);
• Área Permeável: inclui toda a área permeável existente, por ex.: gramados, areia, pedriscos;
• Área Semipermeável: inclui área de pisos do tipo intertravado, paralelepípedos ou similares;
• Área Impermeável: inclui toda a área pavimentada existente, incluindo as construções e muros de divisa.
Observações:
▪ A delimitação da área construída se dá ao limite da face externa da edificação e dos pilares de
sustentação;
▪ Os beirais não são considerados como áreas cobertas, a não ser que estejam delimitadas por
pilares de sustentação;
▪ Em construções que os pavimentos superiores se projetam além do pavimento térreo, tal área
projetada é considerada somente como área ocupada no terreno;

9.2 Tabela de áreas dos ambientes

Existem dois modelos: Um para prédios escolares e outra para prédios administrativos.

22
Topografia

9.2.1 Prédio escolar

Utilizar a tabela padrão de áreas dos ambientes (Anexo 19), com todos os itens, sem alterar o número
e o nome dos ambientes, conforme os seguintes critérios:
• Salas de aula: como o cálculo será feito em cima da topografia (medidas reais), sempre haverá
diferença entre uma sala e outra, por ex. 48,94 ou 49,08, etc. Adotar um valor médio e multiplicar
pela quantidade de salas. Com exceção de prédios onde houver variações na área, acima de
1,00m², considerar cada sala separadamente;
• Escadas: área dos degraus + patamar, contabilizados para cada pavimento. Quando houver
ambiente debaixo da escada, este deve ser calculado até o pé direito alcançar 1,50m e não deve
ser calculada a área de escadas projetada neste trecho;
• Circulação: área da circulação e as seguintes áreas: hall, trecho entre a circulação e o início da
escada;
Obs.: a Antecâmara de elevador será considerada a parte;
• Elevador: área da caixa interna multiplicada pelo número de pavimentos;
• Passagem coberta entre blocos: na largura (medida até a face externa dos pilares), no
comprimento (até o fim do beiral da cobertura);
• Quadra coberta: Considera-se até a face externa dos pilares ou fechamento (se houver);
• Passarela coberta entre blocos: na largura (medida internamente as alvenarias/peitoris e, somar
às áreas das alvenarias no item “PAREDES”);
• Biblioteca (Centro de leitura): Considera-se quando há a existência de funcionário exclusivo e o
empréstimo de livros;
• Sala de leitura: Considera-se quando o uso é esporádico e somente fins pedagógicos e ministração
de aulas, sem empréstimo de livros e funcionários fixos;
• Paredes: Considera-se a subtração da área construída total menos a somatória das áreas dos
ambientes;

Observação: Em casos que os ambientes existentes não se enquadrem nos descritos na tabela,
deve ser verificado em qual dos itens ela pode ser inserida por aproximação de tipo de uso;

9.2.2 Prédios administrativos

Quando o edifício estiver totalmente ocupado pela Diretoria de Ensino deve ser realizada uma Tabela
de áreas específica, com o uso real de cada ambiente;
Em prédios compartilhados entre Escolas e Diretorias de Ensino, as áreas devem ser lançadas da
seguinte maneira:
• Ambientes administrativos (Diretoria de Ensino): somatória dos seguintes setores: direção,
planejamento, assessoria jurídica, assessoria de informática, pessoal, finanças, administração,
supervisão e serviços;
• Oficina Pedagógica e NRTE;
• Rede do Saber;
• Auditório (somente a área interna do auditório, os demais ambientes: sanit., copa etc., somar aos
ambientes administrativos);
Obs. muitas vezes a Diretoria de Ensino não possui todos os ambientes instalados no mesmo local.

23
Topografia

10 Relatório fotográfico

• Devem ser realizadas tomadas de fotos do levantamento (terreno, entorno e edificação);


• Não há limites de quantidade de fotos a serem tiradas, mas o que for necessário para a compreensão de toda
a área levantada, seguindo o seguinte critério mínimo:
o Entorno:
▪ Via Públicas;
▪ Acessos;
▪ Vizinhos
▪ Elementos naturais e ambientais de relevância
o Terreno
▪ Área externas;
▪ Elementos notáveis;
▪ Localização das edificações;
▪ Elementos naturais e ambientais de relevância;
▪ Escadas, rampas e desníveis;
▪ Acessos;
▪ Quadra e arquibancada;
▪ Reservatórios;
▪ Entradas de água, energia, esgoto e abrigo de gás;
o Edificação
▪ Soleiras de acesso de todos os ambientes (identificando na foto a sua localização);
▪ Internas dos ambientes;
▪ Pátio Coberto e circulações (contemplando o seu pé direito)
▪ Fachadas (contemplando as aberturas e caixilhos)
▪ Escadas (contemplando todos os degraus)
▪ Rampas e desníveis (contemplando o seu início e fim);
▪ Sanitário (contemplando a quantidade de box e equipamentos);

Observações:
• As fotos devem seguir uma sequência lógica para facilitar a identificação da sua localização;
• Não é necessário demarcar na planta a localização da tomada de foto;

11 Procedimentos de entrega e análise do produto

11.1 Procedimentos de levantamento de dados e verificação


• Fornecimento de croqui de referência pela FDE;
o A FDE fornecerá um croqui indicando o tipo de levantamento e a área a ser levantada;
• Levantamento em campo pela empresa;
o A empresa fará o levantamento em campo;
• Produção gráfica pela empresa;
o A empresa realizara a produção gráfica dos dados colhidos em campo;

24
Topografia

• Revisão da produção gráfica em campo pela empresa (em casos de levantamento de escolas ou
prédios existentes)
o A empresa retornará ao local para conferência dos dados produzidos graficamente;
o A empresa deverá levar a planta em papel para ser assinada e carimbada pela escola,
o Se houver alterações a serem realizadas, estas deverão ser corridas antes da entrega
oficial na FDE;
• Entrega para análise na FDE;
o A empresa contratada entregará a FDE os seguintes materiais:
▪ 1 planta em papel sulfite padrão A0 do levantamento;
▪ 1 cópia do memorial descritivo em papel timbrado assinado em folha A4;
▪ 1 Tabela de áreas dos Ambientes (no caso dos levantamentos planialtimétricos com
cadastro interno da edificação);
▪ Arquivos compactados, contendo arquivos digitais (DWG, PDF e DOC).
▪ Levantamento (DWG)
▪ Levantamento (PDF)
▪ Levantamento (.ASC)
▪ Memorial Descritivo (DOC)
▪ Planilha da Tabela de áreas dos ambientes (xlsx)
Os arquivos deverão seguir padrão de nomenclatura FDE (Anexo 18)
▪ Quadro Resumo dos Dados a serem colhidos no Campo preenchido e assinado,
comprovando a aplicação das exigências deste Manual (Anexo 25);
▪ Caderneta do nivelamento geométrico dos vértices da poligonal, quando solicitado;
▪ Planilha da Poligonal de irradiações (formato ASCII), quando solicitado;
▪ A empresa contratada deverá realizar a conferência do trabalho executado atendendo
as solicitações do Check List Padrão (Anexo 26) antes do envio para análise na FDE.

Observação:
O não cumprimento da responsabilidade da revisão do trabalho seguindo Check List (anexo 26), antes da
entrega pelo serviço contratado pela FDE fica sob pena de não pagamento da fatura.

• Análise do levantamento pela FDE;


o A FDE analisará o levantamento e verificará se o mesmo atende às exigências deste
Manual quanto aos dados apresentados bem como sua representação gráfica;
o Se o levantamento não obedecer aos requisitos deste Manual, o mesmo deverá ser
devolvido à empresa para revisão sem apontamentos e não será considerada sua entrega;
• Solicitação de correções pela FDE (se houver);
o Se houver alguma irregularidade, a FDE apontará as correções a serem realizadas;
• Correção dos apontamentos (se houver)
o Caberá a empresa contratada a realização das alterações necessárias apontadas pela FDE
conforme limites e penalidades estabelecidos no contrato;
• Entrega do levantamento assinado;
o Após a aprovação da FDE, a empresa fará a entrega final do levantamento devidamente
assinado;

25
Topografia

11.2 Assinatura digital

• Aprovado o projeto, assim que solicitado pelo analista da FDE, o profissional deverá disponibilizar para
verificação os documentos eletrônicos gerados na extensão p7s, e assinados digitalmente em todas as
folhas, nos padrões de assinatura digital estabelecidos pela ICP Brasil pelo responsável técnico, que deverá
conter a informação do seu nome e CPF;
• Para obter o certificado digital:
o Pesquisar uma Autoridade Certificadora (AC) da ICP-Brasil que seja adequada às suas atividades
ou uma Autoridade de Registro.
• Políticas de assinatura digital:
o O certificado deverá: pertencer à categoria A;
o Referir-se ao autor e responsável técnico pelo projeto, portanto à pessoa física do projetista;
o Conter, no mínimo, os seguintes dados: Nome / Endereço profissional / Telefone profissional / RG
/ CPF;
o Conter chave pública que permita a verificação da assinatura após transcorrido o prazo de
validade do certificado.
• O escritório deverá providenciar um software assinador de documentos eletrônicos que permita assinar
digitalmente: Levantamentos, memoriais e tabelas de áreas;
• Definições importantes formuladas após consulta aos documentos DOC ICP 15, 15.01, 15.02 e 15.03 e
RESOLUÇÃO nº 62, 09 DE JANEIRO DE 2009
• Definições:
o Certificação digital - conjunto de políticas, técnicas e procedimentos que conferem amparo legal
e benefícios reais à população pela adoção da assinatura digital. Processo regulado pela Medida
Provisória 2200-2/2001 que institui o ICP-Brasil.
o Certificado digital - documento eletrônico de identidade a ser obtido pelos arquitetos e
engenheiros contratados pela FDE, contendo informações como nome, CPF, RG, endereço;
consiste em dois códigos eletrônicos associados ao profissional detentor do certificado, emitidos
pela Autoridade Certificadora, chamados chave pública e chave privada. Através da chave privada
ou chave de criação, o profissional detentor do certificado cria a assinatura digital. Através da
chave pública ou chave de verificação, o analista da FDE verifica a validade da assinatura digital
recebida;
o Assinatura eletrônica - conjunto de dados sob forma eletrônica, utilizado para comprovação da
autoria de um documento eletrônico;
o Assinatura digital - tipo de assinatura eletrônica a ser adotada pela FDE, associada a um par de
chaves criptográficas que permite identificar o profissional signatário, baseada em um certificado
ICP-Brasil válido à época da sua aposição e que esteja vinculada ao documento eletrônico a que
diz respeito, de tal modo que qualquer alteração subsequente neste seja plenamente detectável.
o Documento eletrônico - qualquer documento que requeira reconhecimento de autoria em
formato eletrônico e/ou digital. Todos os produtos dos contratos deverão ser entregues na forma
de documento eletrônico;
o Políticas de assinatura - conjunto de regras determinadas pela FDE, enquanto parte que recebe
os documentos assinados digitalmente, para aceitação dos processos de criação e verificação da
assinatura, bem como para validar, futuramente, as assinaturas apostas no documento mesmo
que não disponha mais do sistema onde foram geradas;

26
Topografia

o Signatário - cria a assinatura digital: arquitetos e engenheiros prestadores de serviço à FDE;


o Verificador - valida a assinatura digital: arquitetos e engenheiros analistas dos projetos
contratados pela FDE.

27
Topografia

Anexo 1 – Informações ambientais e urbanísticos

1. Vegetação
Árvore: Considera-se árvore o exemplar arbóreo cujo caule tenha diâmetro igual ou superior a 03 cm à altura
de 1,30 a partir do solo (D.A.P – Diâmetro à altura do peito)

2. Restrições ambientais
2.1 Delimitação das Áreas de Preservação Permanente
Conforme Lei 12.651/2012: Código Florestal Brasileiro considera-se Área de Preservação Permanente, em
zonas rurais ou urbanas:
• Faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente (excluídos os efêmeros),
desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de:
o 30 (trinta) metros, para os cursos d’água de menos de 10 (dez) metros de largura;
o 50 (cinquenta) metros, para os cursos d’água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros
de largura;
o 100 (cem) metros, para os cursos d’água que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos)
metros de largura;
o 200 (duzentos) metros, para os cursos d’água que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos)
metros de largura;
o 500 (quinhentos) metros, para os cursos d’água que tenham largura superior a 600
(seiscentos) metros;
• Áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais, em faixa com largura mínima de:
o 100 (cem) metros, em zonas rurais, exceto para o corpo d’água com até 20 (vinte) hectares de
superfície, cuja faixa marginal será de 50 (cinquenta) metros;
o 30 (trinta) metros, em zonas urbanas;
• Áreas no entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes, qualquer que seja sua situação
topográfica, no raio mínimo de 50 (cinquenta) metros;
• Áreas no entorno dos reservatórios d’água artificiais, decorrentes de barramento ou represamento de
cursos d’água naturais, a faixa é definida na licença ambiental do empreendimento; não é exigida Área
de Preservação Permanente no entorno de reservatórios artificiais de água que não decorram de
barramento ou represamento de cursos d’água naturais. Nas acumulações naturais ou artificiais de
água com superfície inferior a 1 (um) hectare, não há reserva da faixa de proteção;
• Espaços permanentemente brejoso e encharcado, faixa marginal, em projeção horizontal, com largura
mínima de 50 (cinquenta) metros;
• Observação: Se os elementos que causem restrições sobre o terreno ou seu entorno não estiverem
dentro deste perímetro, levantar apenas a distância real e a faixa de proteção;

3. Restrições do sistema viário e urbanísticas


Faixas de domínio
• As faixas de domínio em rodovias e ferrovias são áreas de terras lindeiras à via, reservadas legalmente
para uso rodoviário ou ferroviário. Cada trecho de rodovia possui sua faixa;
1. Faixa de domínio da linha de transmissão de energia elétrica é a área reservada legalmente ao longo
do eixo da linha aérea;

28
Topografia

Faixas “non aedificandi”


2. As Faixas “non aedificand” da rodovia são as faixas de terra com largura de 15 (quinze) metros,
contados a partir da linha que define a faixa de domínio da rodovia;

29
Topografia

Anexo 2 – Modelo de Folha Padrão

30
Topografia

Anexo 3 – Modelo de Carimbo Padrão

Anexo 4 – Modelo do Quadro de Dados do Responsável pelo Levantamento

Anexo 5 – Modelo de Quadro de áreas

Anexo 6 – Modelo de Quadro de Notas

31
Topografia

Anexo 7 – Modelo de Quadro de Coordenadas

Anexo 8 – Modelo de Quadro de Penas de Plotagem

Anexo 9 – Modelo de Planta de Situação

32
Topografia

Anexo 10 – Modelo da Legenda Padrão

Anexo 11 – Quadro de Camadas (Layers) Padrão

LINHA TEXTO
ALTURA
DESCRIÇÃO
LAYER TIPO COR LAYER COR PAPER
MODEL
SPACE
Portas e portões
Acessos Continuos Magenta _Acessos Magenta 0.3 1.5
internos e externos
Paredes internas e
Alvenaria Continuos Yellow - - - -
externas
Delimitação da área
Área Construída Hidden Blue - - - - construída e
levantada
Delimitação da área
Área Permeável Hidden Cor 90 - - - -
permeável
Área Delimitação da área
Hidden Cor 90 - - - -
Semipermeável semipermeável
Delimitação das áreas
Áreas Hidden Cyan - - - - internas dos
ambientes

33
Topografia

Árvores existentes (Há


mais 7 layers de
Árvore Continuos Magenta _Árvore Magenta 0.3 1.5 árvores que estão pré-
definidos no bloco
“Árvores”)
Caixilho Continuos Magenta - - - - Caixilhos existentes
Canaletas existentes e
Canaleta Hatch Cinza _Canaleta Magenta 0.3 1.5
indicação de sentido
Cerca x-x-x-x-x Magenta _Cerca Magenta 0.3 1.5 Cercas existentes
Contorno das
Construção Continuos Cyan - - - - construções (tipo 1 e
2), resevatórios
Cotas de 34dentific
(estilo “COTA”) –
Cota Continuos Red - Red 0.3 1.5
Largura das ruas e
amarração dos blocos
Curvas de nível
Curva 1 Continuos Red _Curva 1 Red 0.4 2.0 intermediárias (1 em 1
metro)
Curvas de nível de 5
Curva 5 Continuos Yellow _Curva 5 Yellow 0.4 2.0
em 5 metros
Divisa do terreno
(azimutes /
Cyan distancias).
Divisa real Continuos _divisa real Yellow 0.4 2.0
(tipo 1) Numeração do
polígono limiítrofe em
fonte RomanT
Divisa do terreno
conforme documento
de propriedade
Cyan _divisa
Divisa registrada Continuos Green 0.4 2.0 fornecido pela FDE.
(tipo 1) registrada
Numeração do
polígono limiítrofe em
fonte RomanT
Divisória Continuos Red - - - - Divisórias existentes
Postes, telefones
públicos, PV’s, bocas
de lobo, caixas de
Equipamento Continuos Magenta _Equipamento Magenta 0.3 1.5
inspeção, abrigos de
gás, entrada de água e
energia etc.
Faixas “Non
Faixas de _faixas de
Dashdot Yellow Yellow 0.4 2 Aedificand”, domínio,
proteção proteção
etc.
1.5 –
Yellow – Elementos da folha:
Folha Continuos White - - 2.0 –
Green Margem e textos
3.0
Grades e alambrados
Grade 0-0-0-0-0- Magenta _Grade Magenta 0.3 1.5
existentes

34
Topografia

Guia Dashdot Red _Guia Red 0.3 1.5 Guias Existentes


Guia Projetada Hidden Red Guias Projetadas
Hidrografia Continuos Yellow _Hidrografia yellow 0.4 2 Rios, Córregos etc.
Malha de
Malha Continuos Magenta _Malha Magenta 0.3 1.5 coordenadas
geográficas
Bancos, mesas,
bebedouros,
Mobiliário Continuos Magenta _Mobiliário Magenta 0.3 1.5
equipamentos
sanitários etc.
Muros e muretas
Muro Continuos Red _Muro Magenta 0.3 1.5
existentes
Simbologia e cotas de
Nível Continuos Magenta Nível Magenta 0.3 1.5
nível, R.N, etc.
Yellow – 0.24 – 1.2 –
Simbolo do Norte
Norte Continuos Yellow - Green – 0.80 – 4.0 –
(padrão)
Blue 0.90 4.5
Delimitação dos tipos
de piso :cimentados,
cerâmicos,gramado,
terra, etc.
Piso Continuos Magenta _Piso Magenta 0.3 1.5 Delimitação de
escadas, rampas,
degraus,
arquibancada, linha de
desnível,etc.
Poligonal Continuos Red _Poligonal Magenta 0.3 1.5 Pontos da poligonal
Pontos aleatórios
Pontos Continuos White Pontos Magenta 0.24 1.2
levantados
Projeção de beirais,
Projeção Hidden Magenta _Projeção Magenta 0.3 1.5
coberturas, etc.
Planta de situação
Situação Continuos Red - Red - 1.2
sem escala
Bases, cristas e
Talude Continuos Red - - - - representação gráfica
dos taludes
Tg Continuos Cor 250 - - - - Malha de triangulação
Viewport no Paper
Viewport Continuos Red - - - -
space
Delimitação e
Vizinhos Continuos Yellow _Vizinhos Red 0.3 1.5 identificação dos
vizinhos
Nomes dos
ambientes, nº de
- - - _Ambiente Yellow 0.3 1.5
pavimentos, blocos,
etc.
Pé direiro, nível do
- - - _Ambiente 2 Magenta 0.24 1.2
centro e tipo de piso

35
Topografia

dos ambientes
internos.
Cotas de dimensão
_Cota
- - - Magenta 0.24 1.2 interna (estilo
ambiente
“Internas”)
Tipo de pavimentação
- - - _Pavimentação Yellow 0.4 2.0
das ruas indicadas
Identificação das ruas,
- - - _Rua Green 0.7 3.5 estradas, rodovias,
etc.

Observações:
3. Não será aceito o acréscimo de novos “layers”
4. Na nomenclatura, os “layers” referentes à textos são precedidos de “underline”;
5. Todos os” Layers” devem estar descongelados, exceto os “Layers”: Área, área Construída, área permeável,
área semipermeável e Tg;
6. As espessuras de linha (Lineweight) devem estar como padrão (Default);
7. O “Layer” Viewport deve estar configurado para não aparecer na impressão;
8. O desenho deve estar purgado de todos os elementos dispensáveis e referências externas;

Anexo 12 – Representação das cotas e textos

As cotas devem ser localizadas acima ou paralelamente às suas linhas de cotas e preferencialmente no centro. Os
textos e cotas devem ser escritos de modo que possam ser lidos da base e/ou lado direito do desenho.

Textos e cotas em linhas de cotas inclinadas devem ser seguidos como a figura abaixo:

Na cotagem angular devem ser seguida uma das formas apresentadas na figura abaixo:

36
Topografia

Anexo 13 – Representação dos Muros e Muretas

Muros de fecho e muros de arrimo


• Indicar níveis nas duas faces nestas situações:

Muros e muretas internas


• Indicar níveis e alturas nas duas faces nestas situações:

37
Topografia

Anexo 14- Representação de Escadas e Rampas

R. Representação das rampas:

2. Representação das escadas

Na representação das escadas devem constar as informações abaixo relacionadas:


• Indicar a largura dos degraus;
• Indicar largura dos patamares;
• Indicar sentido de subida;
• Indicar níveis de início e fim e de todos os patamares;
• Classificar e identificar, através de algarismo (a, b, c...), as escadas internas existentes;

2.1. No pavimento térreo:


• Representar primeiro lance da escada (térreo ao primeiro patamar);
• Apresentar pelo menos dois degraus após o patamar;
• Interromper o desenho com sinal de ruptura;
• Continuar representando os demais degraus apenas em projeção;

2.2. Nos pavimentos superiores:


• Indicar o patamar anterior ao nível representado;
• Indicar até a metade do próximo lance (se houver);

Obs.: Se houver ambientes sob a escada, será necessário apenas representar seu acesso e indicar seu uso, pé
direito e nível interno e externo junto a acesso.

38
Topografia

2.3. Detalhamento:
Nos degraus e nas escadas internas, de acesso entre pavimentos e de acessos entre blocos deverão ser
detalhadas em escala 1:100, contento as informações abaixo relacionadas.
• Conter todas as informações já apresentadas na planta;
• Numerar todos os degraus;
• Indicar o comprimento de cada lance;
• Apresentar o nível de cada degrau (espelhos);
• Apresentar a largura de cada degrau (pisadas);
Se as informações citadas acima constarem na implantação (escala 1:200) de forma legível, não será necessário
fazer o detalhe ampliado.

39
Topografia

Anexo 15 – Modelo de Apresentação das distâncias entre blocos e divisas

Anexo 16 – Modelo de divisão e Subdivisão do Polígono Limítrofe do Terreno

40
Topografia

Anexo 17 – Representação dos caixilhos e elementos vazados


• Caixilharia com peitoril de até 1,80m
Elevação

Planta

• Caixilharia e Elementos vazados com peitoril acima de 1,80m, indicar através de projeção.
Elevação

Planta

• Elementos vazados com peitoril até 1,80m ou de piso a teto


Elevação

Planta

41
Topografia

Anexo 18 – Nomenclatura e organização dos arquivos


Os arquivos deverão ser nomeados, seguindo-se a orientação abaixo:

Sequencial do Arquivo Digital

para documentos técnicos compostos de uma única folha (desenhos), utilizar: 01 para DWG
02 para PLT
03 para JPG, TIF, PDF
04 para DWF

para relatórios técnicos, memoriais e outros documentos feitos no Word ou Excel, utilizar: 01 para DOC, XLS ou TXT
01 para página 1
para relatórios técnicos, memoriais e outros documentos que foram convertidos em
imagem tipo JPG, TIF, BMP, GIF (escaneados), utilizar: 02 para página 2
03 para página 3
E assim por diante

Exemplo: Para levantamento de terreno para obra nova, de código 00.16.141, da área de topografia, para a folha de
levantamento topográfico temos: 0016141_01TLT0100_01. (DWG) e 0016141_01TLT0100_03 (PDF)

42
Topografia

Anexo 19 – Modelo de Tabela de Áreas dos Ambientes Padrão

(papel timbrado da empresa).

São Paulo, de 20..


TABELA DE AREAS DOS AMBIENTES

Código: 0000000
Nome: ESCOLA ESTADUAL município: MMMMMMMMM-SP

nº tabela Ambientes Quant Área(unitária) Área(total)


32 QUADRA DE ESPORTES DESCOBERTA 0,00
102 MINI QUADRA DE ESPORTES DESCOBERTA 0,00
66 PÁTIO DESCOBERTO 0,00
31 QUADRA DE ESPORTES COBERTA 0,00
103 MINI QUADRA DE ESPORTES COBERTA 0,00
12 ALMOXARIFADO 0,00
128 AMBIENTES ADMINISTRATIVOS (Diretoria de Ensino) 0,00
74 ANFITEATRO 0,00
137 ANTE CÂMARA ELEVADOR 0,00
35 AUDITÓRIO (Diretoria de Ensino) 0,00
6 AULA PRÁTICA/LABORATÓRIO 0,00
7 BIBLIOTECA (CENTRO DE LEITURA) 0,00
141 CABINE DE FORÇA 0,00
21 CANTINA 0,00
118 CIRCULAÇÃO 0,00
129 COORDENADOR PEDAGÓGICO 0,00
46 COPA 0,00
16 COZINHA 0,00
48 DEPÓSITO 0,00
23 DEPÓSITO MATERIAL ED FÍSICA 0,00
27 DEPÓSITO MATERIAL LIMPEZA 0,00
61 DEPÓSITO MATERIAL PEDAGÓGICO 0,00
22 DESPENSA DA CANTINA 0,00
17 DESPENSA DE COZINHA 0,00
10 DIRETORIA 0,00
78 DORMITÓRIO 0,00
51 ELEVADOR 0,00
114 ESCADAS 0,00
113 GINÁSIO DE ESPORTES 0,00
19 GRÊMIO 0,00
72 HALL DE ESPERA 0,00
50 LABORATÓRIO DE LÍNGUAS 0,00
130 OFICINA PEDAGÓGICA (Diretoria de Ensino) 0,00

43
Topografia

60 OFICINA PEDAGÓGICA 0,00


45 PALCO 0,00
116 PAREDES 0,00
122 PÁTIO COBERTO 0,00
95 PISCINA 0,00
57 PLATAFORMA 0,00
18 REFEITÓRIO 0,00
131 REDE DO SABER - SALA DE VIDEO CONFERÊNCIA 0,00
138 REDE DO SABER - SALA DE INFORMÁTICA 0,00
139 REDE DO SABER - SALA DE APOIO 0,00
140 RESERVATÓRIO 0,00
4 SALA DE AULA / ED. ESPECIAL 0,00
3 SALA DE AULA ADAPTADA 0,00
1 SALA DE AULA COMUM 0,00
39 SALA DE AULA / EMERG AMIANTO 0,00
38 SALA DE AULA / EMERG MADEIRA 0,00
37 SALA DE AULA EMERG/AÇO 0,00
142 SALA DE AULA NAKAMURA COM ALVENARIA 0,00
133 SALA DE DENTISTA/MÉDICO 0,00
65 SALA DE EDUCAÇÃO INFANTIL 0,00
36 SALA DE INFORMÁTICA 0,00
119 SALA DE INSPETOR 0,00
120 SALA DE LEITURA 0,00
56 SALA DE REFORÇO 0,00
9 SALA DE USO MULTIPLO 0,00
134 SALA DE VÍDEO 0,00
14 SALA DOS PROFESSORES 0,00
125 SALA ESCOLA DA FAMÍLIA 0,00
28 SANIT / VEST FUNC 0,00
15 SANIT. ADMINISTRAÇÃO 0,00
25 SANITÁRIO ALUNOS 0,00
84 SANITÁRIO ADEQUADO À PRÉ ESCOLA 0,00
26 SANITÁRIO ESPECIAL 0,00
136 SANITÁRIO ESPECIAL C/TROCADOR 0,00
115 SHAFT 0,00
11 SECRETARIA 0,00
68 TEATRO 0,00
24 VESTIÁRIO ALUNOS 0,00
59 VICE-DIRETOR 0,00
30 ZELADORIA 0,00

Área do terreno 0,00


Área construída (total) 0,00
Área ocupada 0,00
assinatura
responsável
CREA:

44
Topografia

Anexo 20 – Modelos de Memorial Descritivo

45
Topografia

46
Topografia

Anexo 21 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 1

47
Topografia

Anexo 22 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 2

48
Topografia

Anexo 23 – Modelo de Levantamento Planialtimétrico Tipo 2 – Com Seções

49
Topografia

Anexo 24 – Modelos de Levantamento Planialtimétrico Tipo 4

50
Topografia

51
Topografia

Anexo 25 – Quadro Resumo dos dados a serem colhidos em campo

TIPO 1 TIPO 1 TIPO 2 TIPO 2 TIPO 4 TIPO 4


ITEM
PLANIMETRIA ALTIMETRIA PLANIMETRIA ALTIMETRIA PLANIMETRIA ALTIMETRIA

Cursos d’água
(Filete de água,
Córregos, Rios,
Lagos e lagoas
etc.);
Áreas alagadas
(brejosas);
Elementos Árvores;
naturais e Erosão;
ambientais
Nascentes;
Rochas afloradas;
Valas;
Faixas "Non
aedificand" e de
domínio
Contorno das Níveis dos
construções terrenos
ENTORNO

vizinhas e vizinhos junto


circunvizinhos as divisas,
dentro do calçadas e
perímetro a ser ruas;
levantado;

Identificar Níveis e curvas


edificações de níveis;
notáveis, como:
escolas
Vizinhos (indicando código
FDE), hospitais,
prédios públicos
ou de grande
relevância.
Testadas dos Todas as
lotes e sua informações
numeração; exigidas para a
área do
terreno devem
ser aplicadas
às áreas
vizinhas;

52
Topografia

Logradouros Nível do leito Nível do leito


públicos (Ruas, da rua junto à da rua, calçada
estradas, guia e calçada e
caminhos, no máximo a interno/externo
rodovias, praças, cada 1,50m de junto aos
ferrovias, etc.), equidistância e portões e
identificando o quando acessos
seu nome oficial; houver externos –
razoável detalhamento;
repentina
alteração de
Sistema viário
nível;

Guias; Nível da
calçada no
máximo a cada
1,50m de
equidistância e
quando
houver
razoável
repentina
alteração de
nível;

Passeios públicos; Quando


ENTORNO

existirem
elementos
notáveis
como: Pontes,
viadutos,
etc.,(que passe
pela área
levantada)
deve ser
indicada todas
as alturas em
corte;
Tipo de
pavimentação;
Postes de
iluminação;
Postes com
transformador;
Abrigo e pontos
de parada de
ônibus;

Placas de
Mobiliário
identificação;
urbano
Bancas de jornal;

Cabines
telefônicas;
Hidrantes
Monumentos;
Chafarizes/fontes;

53
Topografia

Faixa de
pedestres;
Lombadas;
ENTORNO

Quaisquer
elementos
notáveis
existentes na
calçada e via
pública;

Galerias e Canaletas: Entrada de água Nível do piso, Quadros de


tubulações Sentido do (cavalete); topo e fundo distribuição de
aparentes; caimento da dos energia;
água e níveis reservatórios
de fundo e inferiores e
topo nos superiores;
pontos
extremos e no
centro;
Bocas de lobo e Poços comuns, Nível em frente Hidrantes;
leão; artesianos e à entrada de
semiartesianos; energia;

Poços de visita de Reservatórios Nível em frente


água e esgoto; inferiores à entrada de
(enterrado e água;
semienterrado);

Instalações
prediais e de Caixas de Reservatórios Nível em frente
infraestrutura inspeção; superiores ao abrigo de
TERRENO E EDIFICAÇÃO

(torre com gás;


reservatório
apoiado e
reservatório
superior à
edificação);

Canaletas; Entrada de
energia (poste e
abrigo);
Fossas sépticas e Cabine primária
sumidouros; e poste com
transformador;

Poste de
iluminação;
Abrigo de gás;
Contorno das Níveis Localização e Níveis de cada Uso atual de Demarcação
eventuais aleatórios em delimitação do pavimento das cada ambiente; de todos os
construções de toda a área contorno das edificações desníveis
pequeno porte ou levantada; edificações existente; internos e
invasões existentes: externos,
Delimitações
existentes Edificio escolar inclusive
e Desníveis
ou rampas com
administrativo, declividade
quadra de superior a 5%;
esportes,
zeladoria etc.

54
Topografia

Delimitação dos Delimitação Portões de Níveis de Esquadrias; Pé direito de


tipos de piso dos taludes e acesso; acesso e do todos os
externos (grama, sua centro do pátio ambientes e
terra, cimentado, interpolação coberto (ou porões
pedrisco, areia, das curvas de centro do hall acessíveis com
etc.) nível, isto é, de entrada em altura a partir
levantar o pé, caso de de 1,50m;
crista e inexistência de
imperfeições. pátio coberto);
Níveis nas Arquibancada; Projeção dos Janelas; Nível interno e
extremidades beirais (quando externo junto
e vértices do houver); às soleiras de
contorno das acesso de cada
eventuais ambiente;
construções de
pequeno porte
ou invasões
existentes;

Escadas Níveis de início, Elementos Nível no centro


externas; fim e patamar vazados de todos os
das escadas e ambientes;
rampas
TERRENO E EDIFICAÇÃO

Rampas Nível de cada Escadas e Nível do poço


externas; degraus da rampas do elevador
arquibancada internas;
Degraus Portões, portas Nível do início
externos; e vão livre. e fim das
escadas e
rampas;
Detalhamento Detalhamento
dos degraus e dos degraus e
das escadas das escadas
internas, de internas, de
acesso entre acesso entre
pavimentos e pavimentos e
de acessos de acessos
entre blocos, entre blocos,
identificando a com a
largura de indicação do
altura dos nível de cada
espelhos e degrau.Escala
pisos. Escala 1:000
1:000
Cercas e Altura dos Paredes Altura dos
alambrados muros, internas; muros e
muretas e muretas
alambrados; internas;
Elementos
divisórios e de Muros de Níveis da base Divisórias Altura das
fechamento fechamento dos muros de internas; divisórias que
fecho e arrimo não são de piso
nas duas faces; a piso;

Divisas conforme
documento de
propriedade
fornecido pela
FDE

55
Topografia

Muros de arrimo Muros de Muros e


arrimo: Níveis muretas
com internas;
equidistância
máxima de 2
(dois) metros e
quando
houver
razoável
repentina
alteração de
nível;
Muretas
Equipamentos Bancadas fixas Altura das
pedagógicos e (laboratórios); bancadas fixas
de lazer; (laboratório);
TERRENO E EDIFICAÇÃO

Bancos fixos; Guichê de Altura do


atendimento guichê de
(secretaria); atendimento
(secretaria);
Mesas fixas; Balcão Altura dos
(cozinha e balcões
cantina); (cozinha e
cantina);
Brinquedos; Equipamentos Altura dos
Equipamentos sanitários equipamentos
e mobiliários (vasos, pias, sanitários: pias,
lavatórios, lavatórios,
mictórios, mictórios e
trocadores, trocadores;
chuveiros etc.);
Playground; Bebedouros Altura dos
fixos; bebedouros

Elevador e Altura dos


plataformas; bancos e
mesas fixas;

56
Topografia

Anexo 26

Check List – Tipo 1

CHECK LIST DE TOPOGRAFIA - TIPO 1


CÓDIGO FDE: ANALISTA:

OBRA/NOME DA DATA:
ESCOLA:
ASSINATURA:
MUNICÍPIO:

LEVANTAMENTO CONTRATADO EM 2D SIM ( ) NÃO ( )

PLANIALTIMETRIA ATENDE
ITEM OBSERVÇÕES
TIPO 1 - TERRENO SIM NÃO
Conferir Sistema de coordenadas e Norte se
0
estão conforme padrão SIRGAS 2000.
Coordenadas E e N dos pontos de divisa
1 estão de acordo com o Norte (SIRGAS
2000) no Quadro de Coordenadas.
Coordenadas
Coordenadas com a orientação para o Norte
2
Geográfico padrão SIRGAS2000.
Verificar se há a apresentação da malha de
3
coordenadas de 20 em 20 metros
Ponto inicial indicado com as coordenadas
georreferenciadas para E e N. Ver se o
ponto está dentro do polígono limítrofe do
4
terreno num ponto central, e está indicado
como ponto de partida da distribuição da
malha de coordenadas.
Verificar se o ponto inicial possui a indicação,
Poligonal junto a esse ponto e no quadro do carimbo,
da sua altitude em relação ao nível do mar,
5
do fuso e das coordenadas
georreferenciadas, mencionando o
referencial UTM SIRGAS 2000.
Verificar se as coordenadas do ponto inicial
6 estão de acordo com a implantação desse
ponto.
Verificar se o Norte está apresentado
conforme padrão, indicando o Norte
7
Geográfico/verdadeiro, a data (dia/mês/ano)
da execução do levantamento
Norte Representação da simbologia do Norte no
8
canto superior direito da folha
Verificar se o Norte Geográfico está de
9
acordo com o padrão SIRGAS2000.

57
Topografia

Verificar se apresenta no Quadro de


informações a indicação de localização do
RN (rua ou referência que facilitem a
localização). Deve ser adotada uma
referência na cota de nível com altitude em
relação ao nível do mar, obtendo e
10
demarcando, junto a esse ponto e no
carimbo: as coordenadas georreferenciadas
(GPS de navegação), sua altitude (em
R.N. relação ao nível do mar), fuso e projeção
UTM, utilizando o referencial planimétrico
(DATUM horizontal) SIRGAS2000;
Verificar se o levantamento faz parte das
condições excepcionais, da não existência
de mobiliários e instalações urbanas. Se
positivo, a R.N está indicada dentro do
polígono limítrofe do terreno, em um ponto
central, através da indicação das suas
coordenadas georreferenciadas;
Verificar se constam curvas de nível c/ 1
11 metro de equidistância e a cada 5 metros
Curvas de destacada pela espessura da pena
nível
Verificar se as curvas de nível conferem
12
com o RN indicado
Verificar se foram levantados os vizinhos
que fazem divisa com o terreno indicado.
13
Indicar as cotas de nível (mínimo 5 metros
para além da divisa).
Apresentam todas as ruas e calçadas do
Entorno
entorno com suas larguras, até o limite
estabelecido no croqui, e cotas de nível. Em
14
caso de ruas e calçadas projetadas,
desenhar em tracejado e indicar largura e
cotas de nível
Verificar se o perímetro está numerado no
sentido horário através de algarismos
consecutivos e que a sua origem está no
15
ponto 1, que deverá, sempre, situar-se no
alinhamento predial de rua que confine com
o imóvel;
tem o ponto 1 amarrado em dois pontos
fixos existentes no local, coincidentes à
testada de um imóvel ou em postes.
Polígono
16 Verificar se os pontos contêm sua respectiva
limítrofe do
coordenadas georreferenciadas, distâncias
terreno
e azimutes conforme plano de projeção
UTM;
Se for caso excepcional, sem mobiliários
e/ou instalações urbanas próximo ao
terreno, verificar se o ponto 1 está amarrado
ao RN, este ponto deverá conter suas
coordenadas georreferenciadas, distâncias
e azimutes conforme plano de projeção
UTM.

58
Topografia

quando houver subdivisão do imóvel, se os


pontos do polígono limítrofe estão
17 numerados identicamente ao polígono
original, porém acrescidos das letras “a”, “b”,
“c”, e assim sucessivamente;
Verificar se os postes utilizados como
18 referência de amarração têm coordenadas
definidas.
Azimutes entre os pontos de divisa de
19 acordo com a malha e o Norte apresentado
em planta
Verificar se as distâncias e azimutes entre
20
os pontos de divisa estão indicados

Nas divisas em curva, indicar o ângulo


21
central, raio e desenvolvimento

Existência de cursos d'água (Filete de água,


Córregos, Rios, Lagos e lagoas, etc.),
22
nascentes, áreas alagadas (brejosas),
rochas afloradas, valas, erosão;
Estão indicadas as faixas “non aedificandi”
(córregos, rios, lagoas, nascentes, faixas de
domínio, servidões, torres de alta tensão e
23 Elementos suas respectivas cotas e larguras. Em caso
naturais e de rodovia verificar existência de faixa de
ambientais "non aedificandi" após a faixa de domínio.
Em casos de APP delimitar a área.
Verificar se estão representadas as árvores
com seus respectivos diâmetros: troncos
com D.A.P. (diâmetro à altura do peito igual
24 a 1,50m) maior ou igual a 3cm, quando
houver um conjunto de árvores que
configure maciço, levantar a projeção, tendo
como referência as copas das árvores.
Contorno das construções vizinhas e
25 circunvizinhos dentro do perímetro a ser
levantado;
Identificação das edificações notáveis,
como: escolas (indicando código FDE),
26
Vizinhos hospitais, prédios públicos ou de grande
relevância.
Verificar se consta no PDF a indicação de
lotes/casas circunvizinhas com identificação
27
de número, terrenos vagos contíguos e
alinhamento predial
Apresentação do nível do leito da rua junto à
guia e calçada no máximo a cada 1,50m de
28
equidistância e quando houver razoável
repentina alteração de nível
Sistema viário Apresentação nível da calçada no máximo a
29 cada 1,50m de equidistância e quando
houver razoável repentina alteração de nível
Apresentam os nomes oficiais e tipo de
30
pavimentação das ruas

59
Topografia

Quando existirem elementos notáveis como


pontes, viadutos, etc.,(que passem pela
31
área levantada) devem ser indicadas todas
as alturas em corte
Indicação dos elementos de mobiliários
urbanos: Postes de iluminação; Postes com
transformador; Abrigo e pontos de parada
Mobiliário de ônibus; Placas de identificação; Bancas
32
urbano de jornal; Cabines telefônicas; Hidrantes;
Monumentos; Chafarizes/ fontes; Faixa de
pedestres; Lombadas; quaisquer elementos
notáveis existentes na calçada e via pública;
Verificar se o levantamento apresenta a
indicação dos sistemas de drenagem (BL,
SARJETA, galerias, tubulações aparentes),
33 Infraestrutura
das redes de água (PVA), esgoto (PVE) e
rede elétrica (postes) no Quadro de
informações e em planta (se houver)
Apresenta eventuais construções existentes
de pequeno porte e/ou invasões (indentificar
34
o uso). Se houver, indicar o contorno e
níveis nas extremidades e vértices.
Em caso de terreno em áreas
remanescentes com construções, deve ser
35 delimitada a área a ser utilizada
Delimitações e respeitando-se os recuos das edificações
desníveis existentes, indicar seus níveis.
Verificar se há pontos de nível aleatórios pelo
36
levantamento
Verificar se os Taludes estão com limites
definidos, se apresenta a interpolação das
37
curvas de nível no talude, isto é, levantar o
pé, a crista e as imperfeições do talude
Indicação das cercas, alambrados, muros de
fechamento e de arrimo e muretas com suas
38 respectivas alturas. Em caso de muro de
arrimo, os desníveis do terreno deverão ser
indicados em toda sua extensão

Elementos Verificar se o terreno está delimitado.


39 divisórios e de Divisas conforme documento de propriedade
fechamento fornecido pela FDE
Indicação dos níveis da base dos muros de
40
fecho e arrimo nas duas faces
Indicação, nos muros de arrimo, dos níveis
com equidistância máxima de 2 (dois)
41
metros e quando houver razoável repentina
alteração de nível;
Arquivo em DWG, com o levantamento no
Model Space na escala real 1:1
42 (coordenadas originais) e a folha no Paper
Ppace (desenho na Viewport com escala
Representação 1:200);
gráfica Utilização das convenções de legenda
43
padrão da FDE
Identificação de todos os elementos que não
44
possuem legenda

60
Topografia

45 Verificar se apresenta o quadro de legenda


46 Existência de sobreposições de textos
Utilização das fontes e alturas de texto
47
padrão
Utilização das camadas (layers) e penas
48
definidas pelo CTB padrão da FDE
Apresentação do desenho tendo como
49
referência o alinhamento da edificação
Verificar na planta de situação se está
50 desenhada na mesma posição do
levantamento.
Apresentação da planta de situação, quando
em áreas urbanizadas, contendo pelo
menos duas quadras do entorno do terreno
51
e em áreas rurais, indicando as principais
vias de acesso e a distância do terreno à via
principal.
Verificar se está em folha padrão FDE,
52
formato A0
Verificar se os dados do carimbo estão
preenchidos corretamente: código do
imóvel, região administrativa, endereço
completo da OBRA NOVA, (ruas, bairro e o
53
nome do Município e do Distrito), área do
terreno, data, nomenclatura do arquivo e,
em posição superior, a definição do tipo de
topografia
Verificar se o levantamento apresenta o
Quadro de Áreas completo (perímetro, áreas
54
do terreno, levantada, construída, ocupada,
permeável, semipermeável e impermeável ).
Verificar se o LT apresenta o Quadro de
55
coordenadas dos pontos de divisa
Levantamentos planialtimétrico
representado em 3D (três dimensões). A
entrega do desenho em 2D (duas
56 dimensões), com valores zero para as
coordenadas “Z”, somente será aceita
quando houver instrução expressa da FDE
para a sua adoção.
Verificar se os dados do responsável pelo
57 levantamento e o quadro de notas estão
preenchidos corretamente
Verificar se há o arquivo digital (topografia
58 em formato .dwg e .pdf, memorial descritivo
Documentação em .doc / .docx
Verificar se o memorial descritivo está de
59
acordo com o levantamento
Tomadas de fotos conforme o mínimo exigido
60 no Manual
Relatório
fotográfico Tomada de fotos do Entorno: Via Públicas;
61 Acessos; Vizinhos; Elementos naturais e
ambientais de relevância; Terreno

61
Topografia

Check List – Tipo 2

CHECK LIST DE TOPOGRAFIA - TIPO 2


CÓDIGO FDE: ANALISTA:

OBRA/NOME DA DATA:
ESCOLA:
ASSINATURA:
MUNICÍPIO:

LEVANTAMENTO CONTRATADO EM 2D SIM ( ) NÃO ( )

PLANIALTIMETRIA ATENDE
ITEM OBSERVÇÕES
TIPO 2 - TERRENO SIM NÃO
Conferir Sistema de coordenadas e Norte se
0
estão conforme padrão SIRGAS 2000
Coordenadas E e N dos pontos de divisa estão
1 de acordo com o Norte (SIRGAS 2000) no
Coordenadas Quadro de Coordenadas
Coordenadas com a orientação para o Norte
2
Geográfico conforme padrão SIRGAS 2000.
Verificar se há a apresentação da malha de
3
coordenadas de 20 em 20 metros
Ponto inicial com as coordenadas
georreferenciadas para E e N. Ver se o ponto
está dentro do polígono limítrofe do terreno num
4
ponto central, e está indicado como ponto de
partida da distribuição da malha de
coordenadas.
Poligonal Verificar se o ponto inicial possui a indicação,
junto a esse ponto e no quadro do carimbo, da
5 sua altitude em relação ao nível do mar, do fuso
e das coordenadas georreferenciadas,
mencionando o referencial UTM SIRGAS 2000.
Verificar se as coordenadas do ponto inicial estão
6
de acordo com a implantação desse ponto.
Verificar se o Norte está apresentado conforme
padrão, indicando o Norte
7
Geográfico/verdadeiro, a data (dia/mês/ano) da
execução do levantamento
Norte Representação da simbologia do Norte no canto
8
superior direito da folha
Verificar se o Norte Geográfico está de acordo
9
com o padrão SIRGAS 2000.
Verificar se apresenta no Quadro de informações
a indicação de localização do RN (rua ou
referência que facilitem a localização).
Deve ser adotada uma referência na cota de
nível com altitude em relação ao nível do mar,
10 R.N. obtendo e demarcando, junto a esse ponto e no
carimbo: as coordenadas georreferenciadas
(GPS de navegação), sua altitude (em relação
ao nível do mar), fuso e projeção UTM, utilizando
o referencial planimétrico (DATUM horizontal)
SIRGAS2000;

62
Topografia

Verificar se constam curvas de nível c/ 1 metro


11 de equidistância e a cada 5 metros destacada
Curvas de nível pela espessura da pena
Verificar se as curvas de nível conferem com o
12
RN indicado
Verificar se foram levantados os vizinhos que
fazem divisa com o terreno indicado. Indicar as
13
cotas de nível (mínimo 5 metros para além da
divisa).
Entorno Apresentam todas as ruas e calçadas do entorno
com suas larguras, até o limite estabelecido no
14 croqui, e cotas de nível. Em caso de ruas e
calçadas projetadas, desenhar em tracejado e
indicar largura e cotas de nível
Verificar se o perímetro está numerado no
sentido horário através de algarismos
15 consecutivos e que a sua origem está no ponto
1, que deverá, sempre, situar-se no alinhamento
predial de rua que confine com o imóvel;
tem o ponto 1 amarrado em dois pontos fixos
existentes no local, coincidentes à testada de um
imóvel ou em postes. Verificar se os pontos
16 contêm sua respectiva coordenadas
georreferenciadas, conforme padrão
SIRGAS2000, distâncias e azimutes conforme
plano de projeção UTM;
Polígono quando houver subdivisão do imóvel, se os
limítrofe do pontos do polígono limítrofe estão numerados
17 terreno identicamente ao polígono original, porém
acrescidos das letras “a”, “b”, “c”, e assim
sucessivamente;
Verificar se os postes utilizados como referência
18 de amarração têm coordenadas
georreferenciadas e indicadas.
Azimutes entre os pontos de divisa de acordo
19 com a malha e o Norte SIRGAS 2000)
apresentado em planta
Verificar se as distâncias e azimutes entre os
20
pontos de divisa estão indicados
Nas divisas em curva, indicar o ângulo central,
21
raio e desenvolvimento
Existência de cursos d'água (Filete de água,
Córregos, Rios, Lagos e lagoas, etc.),
22
nascentes, áreas alagadas (brejosas), rochas
afloradas, valas, erosão;
Estão indicadas as faixas “non aedificandi”
(córregos, rios, lagoas, nascentes, faixas de
domínio, servidões, torres de alta tensão e suas
Elementos
23 respectivas cotas e larguras. Em caso de rodovia
naturais e
verificar existência de faixa de "non aedificandi"
ambientais
após a faixa de domínio. Em casos de APP
delimitar a área.
Verificar se estão representadas as árvores com
seus respectivos diâmetros: troncos com D.A.P.
24 (diâmetro à altura do peito igual a 1,50m) maior
ou igual a 3cm, quando houver um conjunto de
árvores que configure maciço, levantar a

63
Topografia

projeção, tendo como referência as copas das


árvores.
Contorno das construções vizinhas e
25 circunvizinhos dentro do perímetro a ser
levantado;
Identificação das edificações notáveis, como:
26 escolas (indicando código FDE), hospitais,
prédios públicos ou de grande relevância.
Vizinhos Verificar se consta no LT a indicação de
lotes/casas circunvizinhas com identificação de
27
número, terrenos vagos contíguos e alinhamento
predial
Verificar se há os níveis dos terrenos vizinhos
28
junto às divisas, calçadas e ruas;
Indicação dos logradouros públicos (ruas,
estradas, caminhos, rodovias, praças, ferrovias,
29
etc.), identificando o seu nome oficial e sua
largura
30 Representação das guias
Representação dos passeios públicos e
31
indicação da sua largura;
Apresentação do nível do leito da rua junto à
guia e calçada no máximo a cada 1,50m de
32
Sistema viário equidistância e quando houver razoável
repentina alteração de nível
Apresentação nível da calçada no máximo a
33 cada 1,50m de equidistância e quando houver
razoável repentina alteração de nível
34 Identificação do tipo de pavimentação das ruas
Quando existirem elementos notáveis como
pontes, viadutos, etc.,(que passem pela área
35
levantada) devem ser indicadas todas as alturas
em corte
Indicação dos elementos de mobiliários urbanos:
Postes de iluminação; Postes com
transformador; Abrigo e pontos de parada de
Mobiliário ônibus; Placas de identificação; Bancas de
36
urbano jornal; Cabines telefônicas; Hidrantes;
Monumentos; Chafarizes/ fontes; Faixa de
pedestres; Lombadas; quaisquer elementos
notáveis existentes na calçada e via pública;
Verificar se o levantamento apresenta a
indicação dos sistemas de drenagem (BL,
SARJETA, galerias, tubulações aparentes), das
37
redes de água (PVA), esgoto (PVE) e rede
elétrica (postes) no Quadro de informações e em
planta (se houver)
Canaletas: Com a indicação do sentido do
Instalações
38 caimento da água e níveis de fundo e topo nos
prediais e de
pontos extremos e no centro;
infraestrutura
Indicação de: entrada de água (cavalete); poços
comuns, artesianos e semiartesianos;
Reservatórios inferiores (enterrado e
39 semienterrado);
Reservatórios superiores (torre com reservatório
apoiado e reservatório superior à edificação);
Entrada de energia (poste e abrigo); Cabine

64
Topografia

primária e poste com transformador; Poste de


iluminação; Abrigo de gás;
Níveis em frente às entradas de água e energia
40
e ao abrigo de gás
Apresenta eventuais construções existentes de
pequeno porte e/ou invasões (identificar o uso).
41
Se houver, indicar o contorno e níveis nas
extremidades e vértices.
Delimitação dos tipos de piso externos (grama,
42
terra, cimentado, pedrisco, areia, etc.);
Em caso de terreno em áreas remanescentes
com construções, deve ser delimitada a área a
43
ser utilizada respeitando-se os recuos das
edificações existentes, indicar seus níveis.
Verificar se há pontos de nível aleatórios pelo
44
levantamento
Verificar se os Taludes estão com limites
Delimitações e definidos, se apresenta a interpolação das
45 desníveis curvas de nível no talude, isto é, levantar o pé, a
crista e as imperfeições do talude
Indicação das escadas, rampas e degraus
46
externos;
Localização e delimitação do contorno das
edificações existentes: Edifício escolar ou
47
administrativo, quadra de esportes, zeladoria,
etc. (compatível com imagem aérea);
Apresentação das distâncias dos blocos em
48
relação muros de divisa e entre blocos;
49 Indicação dos portões de acesso;
Níveis de cada pavimento das edificações
50
existentes;
Indicação das cercas, alambrados, muros de
fechamento e de arrimo e muretas com suas
51 respectivas alturas. Em caso de muro de arrimo,
os desníveis do terreno deverão ser indicados
em toda sua extensão
Verificar se o terreno está delimitado. Divisas
Elementos
52 conforme documento de propriedade fornecido
divisórios e de
pela FDE
fechamento
Indicação dos níveis da base dos muros de
53
fecho e arrimo nas duas faces
Indicação, nos muros de arrimo, dos níveis com
equidistância máxima de 2 (dois) metros e
54
quando houver razoável repentina alteração de
nível;
Arquivo em DWG, com o levantamento no Model
Space na escala real 1:1 (coordenadas originais)
55
e a folha no Paper Ppace (desenho na Viewport
com escala 1:200);
Utilização das convenções de legenda padrão da
56
Representação FDE
gráfica Identificação de todos os elementos que não
57
possuem legenda
58 Verificar se apresenta o quadro de legenda
59 Existência de sobreposições de textos
60 Utilização das fontes e alturas de texto padrão

65
Topografia

Utilização das camadas (players) e penas


61
definidas pelo CTB padrão da FDE
Apresentação do desenho tendo como
62
referência o alinhamento da edificação
Verificar na planta de situação se está desenhada
63
na mesma posição do levantamento.
Apresentação da planta de situação, quando em
áreas urbanizadas, contendo pelo menos duas
64 quadras do entorno do terreno e em áreas rurais,
indicando as principais vias de acesso e a
distância do terreno à via principal.
Verificar se está em folha padrão FDE, formato
65
A0
Verificar se os dados do carimbo estão
preenchidos corretamente: código do imóvel,
região administrativa, endereço completo da
66
OBRA NOVA, (ruas, bairro e o nome do
Município e do Distrito), área do terreno, data,
nomenclatura do arquivo
Definição do tipo de topografia acima do
67
carimbo;
Verificar se o levantamento apresenta o Quadro
de Áreas completo (perímetro, áreas do terreno,
68
levantada, construída, ocupada, permeável,
semipermeável e impermeável ).
Verificar se o LT apresenta o Quadro de
69
coordenadas dos pontos de divisa
Levantamento planialtimétrico representado em
3D (três dimensões). A entrega do desenho em
2D (duas dimensões), com valores zero para as
70
coordenadas “Z”, somente será aceita quando
houver instrução expressa da FDE para a sua
adoção.
Verificar se os dados do responsável pelo
71 levantamento e o quadro de notas estão
preenchidos corretamente
Verificar se há o arquivo digital (topografia em
72 formato .dwg e .pdf, memorial descritivo em .doc
Documentação / .docx
Verificar se o memorial descritivo está de acordo
73
com o levantamento
Tomadas de fotos conforme o mínimo exigido no
74 Manual
Relatório
Tomada de fotos do Entorno: Via Públicas;
fotográfico
75 Acessos; Vizinhos; Elementos naturais e
ambientais de relevância; Terreno

66
Topografia

Check List – Tipo 4

CHECK LIST DE TOPOGRAFIA - TIPO 4


CÓDIGO FDE: ANALISTA:

OBRA/NOME DA DATA:
ESCOLA:
ASSINATURA:
MUNICÍPIO:

LEVANTAMENTO CONTRATADO EM 2D SIM ( ) NÃO ( )

PLANIALTIMETRIA ATENDE
ITEM OBSERVAÇÕES
TIPO 4 - TERRENO SIM NÃO

Conferir Sistema de coordenadas e Norte


0
se estão conforme padrão SIRGAS 2000.

Coordenadas E e N dos pontos de divisa


1 estão de acordo com o Norte (SIRGAS
Coordenadas 2000) no Quadro de Coordenadas
Coordenadas com a orientação para o
2 Norte Geográfico conforme padrão
SIRGAS 2000
Verificar se há a apresentação da malha
3
de coordenadas de 20 em 20 metros
Ponto inicial com as coordenadas
georreferenciadas para E e N. Ver se o
ponto está dentro do polígono limítrofe do
4
terreno num ponto central, e está
indicado como ponto de partida da
distribuição da malha de coordenadas.
Verificar se o ponto inicial possui a
Poligonal indicação, junto a esse ponto e no quadro
do carimbo, da sua altitude em relação ao
5
nível do mar, do fuso e das coordenadas
georreferenciadas, mencionando o
referencial UTM SIRGAS 2000.
Verificar se as coordenadas do ponto
6 inicial estão de acordo com a implantação
desse ponto.
Verificar se o Norte está apresentado
conforme padrão, indicando o Norte
7 Geográfico/verdadeiro, a data
(dia/mês/ano) da execução do
levantamento
Norte
Representação da simbologia do Norte
8
no canto superior direito da folha
Verificar se o Norte Geográfico está de
9
acordo com o padrão SIRGAS 2000

67
Topografia

Verificar se apresenta no Quadro de


informações a indicação de localização
do RN (rua ou referência que facilitem a
localização). Deve ser adotada uma
referência na cota de nível com altitude
em relação ao nível do mar, obtendo e
10 R.N. demarcando, junto a esse ponto e no
carimbo: as coordenadas
georreferenciadas (GPS de navegação),
sua altitude (em relação ao nível do mar),
fuso e projeção UTM, utilizando o
referencial planimétrico (DATUM
horizontal) SIRGAS2000;
Verificar se constam curvas de nível c/ 1
11 metro de equidistância e a cada 5 metros
Curvas de destacada pela espessura da pena
nível
Verificar se as curvas de nível conferem
12
com o RN indicado
Verificar se foram levantados os vizinhos
que fazem divisa com o terreno indicado.
13
Indicar as cotas de nível (mínimo 5
metros para além da divisa).
Apresentam todas as ruas e calçadas do
Entorno
entorno com suas larguras, até o limite
estabelecido no croqui, e cotas de nível.
14
Em caso de ruas e calçadas projetadas,
desenhar em tracejado e indicar largura e
cotas de nível

Verificar se o perímetro está numerado


no sentido horário através de algarismos
consecutivos e que a sua origem está no
15
ponto 1, que deverá, sempre, situar-se no
alinhamento predial de rua que confine
com o imóvel;
tem o ponto 1 amarrado em dois pontos
fixos existentes no local, coincidentes à
testada de um imóvel ou em postes.
16 Verificar se os pontos contêm sua
respectiva coordenadas
Polígono georreferenciadas, distâncias e azimutes
limítrofe do conforme plano de projeção UTM;
terreno quando houver subdivisão do imóvel, se
os pontos do polígono limítrofe estão
17 numerados identicamente ao polígono
original, porém acrescidos das letras “a”,
“b”, “c”, e assim sucessivamente;
Verificar se os postes utilizados como
18 referência de amarração têm
coordenadas definidas.
Azimutes entre os pontos de divisa de
19 acordo com a malha e o Norte
apresentado em planta

68
Topografia

Verificar se as distâncias e azimutes


20
entre os pontos de divisa estão indicados

Nas divisas em curva, indicar o ângulo


21
central, raio e desenvolvimento
Existência de cursos d'água (Filete de
água, Córregos, Rios, Lagos e lagoas,
22 etc.), nascentes, áreas alagadas
(brejosas), rochas afloradas, valas,
erosão;
Estão indicadas as faixas “non
aedificandi” (córregos, rios, lagoas,
nascentes, faixas de domínio, servidões,
torres de alta tensão e suas respectivas
23
Elementos cotas e larguras. Em caso de rodovia
naturais e verificar existência de faixa de "non
ambientais aedificandi" após a faixa de domínio. Em
casos de APP delimitar a área.
Verificar se estão representadas as
árvores com seus respectivos diâmetros:
troncos com D.A.P. (diâmetro à altura do
peito igual a 1,50m) maior ou igual a
24
3cm, quando houver um conjunto de
árvores que configure maciço, levantar a
projeção, tendo como referência as
copas das árvores.
Contorno das construções vizinhas e
25 circunvizinhos dentro do perímetro a ser
levantado;
Identificação das edificações notáveis,
como: escolas (indicando código FDE),
26
hospitais, prédios públicos ou de grande
relevância.
Vizinhos
Verificar se consta no LT a indicação de
lotes/casas circunvizinhas com
27
identificação de número, terrenos vagos
contíguos e alinhamento predial
Verificar se há os níveis dos terrenos
28
vizinhos junto às divisas, calçadas e ruas;

Indicação dos logradouros públicos (ruas,


estradas, caminhos, rodovias, praças,
29
ferrovias, etc.), identificando o seu nome
oficial e sua largura

30 Representação das guias


Sistema viário
Representação dos passeios públicos e
31
indicação da sua largura;

Apresentação do nível do leito da rua


junto à guia e calçada no máximo a cada
32
1,50m de equidistância e quando houver
razoável repentina alteração de nível

69
Topografia

Apresentação nível da calçada no


máximo a cada 1,50m de equidistância e
33
quando houver razoável repentina
alteração de nível
Identificação do tipo de pavimentação
34
das ruas
Quando existirem elementos notáveis
como pontes, viadutos, etc.,(que passem
35
pela área levantada) devem ser indicadas
todas as alturas em corte
Indicar cota de nível do leito da rua,
36 calçada e interno/externo junto aos
portões e acessos externos
Indicação dos elementos de mobiliários
urbanos: Postes de iluminação; Postes
com transformador; Abrigo e pontos de
parada de ônibus; Placas de
Mobiliário
37 identificação; Bancas de jornal; Cabines
urbano
telefônicas; Hidrantes; Monumentos;
Chafarizes/ fontes; Faixa de pedestres;
Lombadas; quaisquer elementos notáveis
existentes na calçada e via pública;
Verificar se o levantamento apresenta a
indicação dos sistemas de drenagem
(BL, SARJETA, galerias, tubulações
38 aparentes), das redes de água (PVA),
esgoto (PVE) e rede elétrica (postes) no
Quadro de informações e em planta (se
houver)
Canaletas: Com a indicação do sentido
39 do caimento da água e níveis de fundo e
topo nos pontos extremos e no centro;
Indicação de: entrada de água (cavalete);
poços comuns, artesianos e
Instalações semiartesianos;
prediais e de Reservatórios inferiores (enterrado e
infraestrutura semienterrado);
40 Reservatórios superiores (torre com
reservatório apoiado e reservatório
superior à edificação); Entrada de
energia (poste e abrigo); Cabine primária
e poste com transformador; Poste de
iluminação; Abrigo de gás;
Níveis em frente às entradas de água e
41
energia e ao abrigo de gás
Nível do piso, topo e fundo dos
42
reservatórios inferiores e superiores
Representar quadros de distribuição de
43
energia e hidrantes
Apresenta eventuais construções
existentes de pequeno porte e/ou
Delimitações e
44 invasões (identificar o uso). Se houver,
desníveis
indicar o contorno e níveis nas
extremidades e vértices.

70
Topografia

Delimitação dos tipos de piso externos


45 (grama, terra, cimentado, pedrisco, areia,
etc.);
Em caso de terreno em áreas
remanescentes com construções, deve
46 ser delimitada a área a ser utilizada
respeitando-se os recuos das edificações
existentes, indicar seus níveis.

Verificar se há pontos de nível aleatórios


47
pelo levantamento
Verificar se os Taludes estão com limites
definidos, se apresenta a interpolação
48 das curvas de nível no talude, isto é,
levantar o pé, a crista e as imperfeições
do talude
Indicação das escadas, rampas e
degraus externo e internos, com suas
49
respectivas larguras e níveis de início e
fim, conforme padrão do Manual da FDE
Localização e delimitação do contorno
das edificações existentes: Edifício
50 escolar ou administrativo, quadra de
esportes, zeladoria, etc. (compatível com
imagem aérea);
Apresentação das distâncias dos blocos
51 em relação muros de divisa e entre
blocos;
52 Indicação dos portões de acesso;
Níveis de cada pavimento das
53
edificações existentes;
Indicação dos portões e níveis de acesso
do centro do pátio coberto (ou centro do
54
hall de entrada em caso de inexistência
de pátio coberto)
55 Projeção dos beirais
Indicação da arquibancada com a
56
apresentação do nível de cada degrau
Indicação das esquadrias, janelas e
57
elementos vazados
Indicação dos portões, portas e vão livres
58
com suas respectivas larguras
Detalhamento dos degraus e escadas
internas, de acesso entre pavimentos e
59 de acessos entre blocos, identificando a
largura e altura dos espelhos e pisos e
indicação do nível de cada degrau
Demarcação de todos os desníveis
60 internos e externos, inclusive rampas
com declividade superior a 5%
61 Indicação do uso atual de cada ambiente

71
Topografia

Dimensionamento dos ambientes e dos


62
boxes nos sanitários
Pé direito de todos os ambientes e
63 porões acessíveis com altura a partir de
1,50m
64 Nível no centro de todos os ambientes
Nível interno e externo junto às soleiras
65
de acesso de cada ambiente
66 Nível do poço do elevador

Indicação das cercas, alambrados, muros


de fechamento e de arrimo e muretas
com suas respectivas alturas. Em caso
67
de muro de arrimo, os desníveis do
terreno deverão ser indicados em toda
sua extensão
Verificar se o terreno está delimitado.
68 Divisas conforme documento de
propriedade fornecido pela FDE
Elementos Indicação dos níveis da base dos muros
69 divisórios e de de fecho e arrimo nas duas faces
fechamento
Indicação, nos muros de arrimo, dos
níveis com equidistância máxima de 2
70
(dois) metros e quando houver razoável
repentina alteração de nível;
71 Indicar paredes internas
Indicar divisórias internas, apresentando
72
a altura das que não são de piso a piso
Muros e muretas internas com suas
73
respectivas alturas
Indicação dos equipamentos
74 pedagógicos e de lazer; bancos fixos;
mesas fixas; brinquedos; playground
Indicação das bancadas fixas
(laboratórios), guichês de atendimento
75 (secretaria), balcões (cozinha e cantina),
Equipamentos bebedouros fixos e suas respectivas
e mobiliários alturas

Indicação dos equipamentos sanitários


(vasos, pias, lavatórios, mictórios,
76
trocadores, chuveiros, etc.) e suas
respectivas alturas
77 Indicação dos elevadores e plataformas
Arquivo em DWG, com o levantamento
no Model Space na escala real 1:1
78 (coordenadas originais) e a folha no
Representação Paper Ppace (desenho na Viewport com
gráfica escala 1:200);
Utilização das convenções de legenda
79
padrão da FDE

72
Topografia

Identificação de todos os elementos que


80
não possuem legenda
Verificar se apresenta o quadro de
81
legenda
82 Existência de sobreposições de textos
Utilização das fontes e alturas de texto
83
padrão
Utilização das camadas (layers) e penas
84
definidas pelo CTB padrão da FDE
Apresentação do desenho tendo como
85
referência o alinhamento da edificação
Verificar na planta de situação se está
86 desenhada na mesma posição do
levantamento.
Apresentação da planta de situação,
quando em áreas urbanizadas, contendo
pelo menos duas quadras do entorno do
87
terreno e em áreas rurais, indicando as
principais vias de acesso e a distância do
terreno à via principal.
Verificar se está em folha padrão FDE,
88
formato A0
Verificar se os dados do carimbo estão
preenchidos corretamente: código do
imóvel, região administrativa, endereço
89 completo da OBRA NOVA, (ruas, bairro e
o nome do Município e do Distrito), área
do terreno, data, nomenclatura do
arquivo
Definição do tipo de topografia acima do
90
carimbo;
Verificar se o levantamento apresenta o
Quadro de Áreas completo (perímetro,
91 áreas do terreno, levantada, construída,
ocupada, permeável, semipermeável e
impermeável ).
Verificar se o LT apresenta o Quadro de
92
coordenadas dos pontos de divisa
Levantamento planialtimétrico
representado em 3D (três dimensões). A
entrega do desenho em 2D (duas
93 dimensões), com valores zero para as
coordenadas “Z”, somente será aceita
quando houver instrução expressa da
FDE para a sua adoção.
Verificar se os dados do responsável pelo
94 levantamento e o quadro de notas estão
preenchidos corretamente
Os pavimentos superiores compatíveis
95 com o térreo e implantação (dimensão e
posição das escadas de acesso)

73
Topografia

Identificação dos blocos com o número


96 de pavimentos existentes especificando o
material de construção
Representado do pátio coberto, quadra
coberta e circulações cobertas com duas
97
linhas cruzadas em “X” em linha
tracejada
Identificação das áreas vazias dos
98 pavimentos superiores com duas linhas
cruzadas em “X” em linha contínua
Verificar se há o arquivo digital
(topografia em formato .dwg e .pdf,
99 memorial descritivo em .doc / .docx,
tabela de áreas dos ambientes em .xls /
.xlsx
Documentação Verificar se o memorial descritivo está de
100
acordo com o levantamento
Apresentação da Tabela de áreas no
101 padrão da FDE e áreas dos ambientes de
acordo com o apresentado em planta;
Tomadas de fotos conforme o mínimo
102
exigido no Manual
Tomada de fotos do Entorno: Via Públicas;
103 Acessos; Vizinhos; Elementos naturais e
ambientais de relevância; Terreno
Tomada de fotos da área externa;
Elementos notáveis; Localização das
edificações; Elementos naturais e
104 ambientais de relevância; Escadas,
rampas e desníveis; Acessos; Quadra e
arquibancada; Reservatórios; Entradas de
água, energia e abrigo de gás;
Tomadas de fotos da edificação: Soleiras
Relatório de acesso de todos os ambientes
fotográfico (identificando na foto a sua localização);
internas dos ambientes; Pátio Coberto e
circulações (contemplando o seu pé
105 direito) Fachadas (contemplando as
aberturas e caixilhos); Escadas
(contemplando todos os degraus)
Rampas e desníveis (contemplando o seu
início e fim); Sanitário (contemplando a
quantidade de box e equipamentos);
Fotos legíveis. Fotos nomeadas com o
local da foto ou dispostas em uma
106 sequência lógica (seguindo a sequência
dos ambientes conforme a disposição da
planta)

74
Topografia

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FDE - Gerência de Planejamento


Normas para Execução e Apresentação Gráfica de
Levantamento Planialtimétrico e Cadastral
São Paulo, 2022

NBR 13.133 - Execução de Levantamento Topográfico


ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Rio de Janeiro, 2021

NBR 14.645-1: Elaboração do “como construído” (as built) para edificações. Parte 1: Levantamento planialtimétrico e
cadastral de imóvel urbanizado com área de até 25.000 m², para fins de estudos, projetos e edificação – Procedimento
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Rio de Janeiro, 2001

FDE - Gerência de Desenvolvimento da Educação Manual de Normas de Apresentação de Projetos para Construções
Escolares de 1º Grau
São Paulo

CEDATE - Centro de Desenvolvimento e Apoio Técnico à Educação. IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas.
Procedimentos para Apresentação de Projetos de Instalações Prediais
Brasília, 1984

Lei Federal 6766/79: Parcelamento do solo

Lei Federal 12.651/2012: Código Florestal Brasileiro

75
Topografia

CRÉDITOS

Gerência de Viabilidade Técnica


SELENE AUGUSTA DE SOUZA BARREIROS (Engenheira)

Produção Técnica
CARLOS CARVALHO RIBEIRO (Engenheiro)
JORGE LUIZ PRANDO (Geógrafo)
LUANA ROSSI PARICE (Arquiteta)
MARIA REY KOBAYASHI YAMANE (Arquiteta)
MIRIAM AKIKO HIROSE (Arquiteta)
NANCI SARAIVA MOREIRA (Arquiteta)
PAULA ROCHA (Geógrafa)
SOFIA NATSUE NISHIMURA (Arquiteta)

Equipe Técnica
DANIELLE DE GOIS MENEZES (Arquiteta)
MIRIAM MASSAMI MIASIRO TINO (Arquiteta)
PAULO CESAR MANESCO (Técnico)
ROSALY ELIZABETH G. RANGEL PACHECO (Arquiteta)
ROSELENE ARAÚJO MOTTA FERREIRA (Arquiteta)
SIMÉIA DE CARVALHO PINTO (Arquiteta)
TAKASHI SAITO TAKAMOTO (Arquiteto)

Edição Revisada do Manual de 1996

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