P. 1
O QUE SÃO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS?

O QUE SÃO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS?

|Views: 29.003|Likes:
Publicado por Prof. Elicio Lima
São normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e sistemas de ensino, fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala ser incumbência da União "estabelecer, em colaboração com os Estados, Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum.
São normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e sistemas de ensino, fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala ser incumbência da União "estabelecer, em colaboração com os Estados, Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum.

More info:

Published by: Prof. Elicio Lima on Jul 14, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/30/2015

pdf

text

original

DCNs : O QUE SÃO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS?

Curso formação de professores

São normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e sistemas de ensino, fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala ser incumbência da União "estabelecer, em colaboração com os Estados, Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum. A idéia das DCNs considera a questão da autonomia da escola e da proposta pedagógica, incentivando as instituições a montar seu currículo, recortando, dentro das áreas de conhecimento, os conteúdos que lhe convêm para a formação daquelas competências que estão explicitadas nas diretrizes curriculares. Dessa forma, a escola deve trabalhar esses conteúdos nos contextos que lhe parecerem necessários, considerando o tipo de pessoas que atende, a região em que está inserida e outros aspectos locais relevantes. As DCNs se diferem dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Enquanto as DCNs são leis, dando as metas e objetivos a serem buscados em cada curso, os PCNs são apenas referências curriculares, não leis. De acordo com o CNE, as diretrizes curriculares contemplam elementos de fundamentação essencial em cada área do conhecimento, campo do saber ou profissão, visando promover no estudante a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente. Dessa forma, foram estabelecidas: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil; Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental; Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio; Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores.

As diretrizes definem uma política de Estado, que não depende das gestões de governo. Os parâmetros são uma decisão de política educacional da atual administração que pode persistir ou não. As diretrizes são obrigatórias, os parâmetros não. Mas esperemos que as redes públicas tenham maturidade para avaliar esses parâmetros e aperfeiçoá-los. As diretrizes saíram do Conselho Nacional de Educação, que é um órgão de Estado e não de governo (ASSIS, 1999).

Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

A Constituição Brasileira de 1988 estabelece como objetivos fundamentais do país a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, reduzindo as desigualdades sociais e regionais, sem preconceitos e discriminação de qualquer ordem (Art. 3º). Nesta direção, a LDB, de 1996, define como princípios fundamentais da educação nacional a liberdade e a solidariedade humana (Art. 2º) e, como finalidade da educação básica, o desenvolvimento do educando para o exercício da cidadania, fornecendo-lhe os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Assim orientado, o Conselho Nacional de Educação (CNE), através da Câmara de Ensino Básico (CEB) instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, através de Parecer CNE/CEB nº. 15/98 e Resolução CNE/CEB nº 03/98, com o objetivo de orientar os procedimentos a serem utilizados na organização pedagógica e curricular de cada unidade escolar integrante dos diversos sistemas de ensino.

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DIRETRIZES PARA OS NOVOS PLANOS DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS. Parecer Resolução CEB 3/97 DIRETRIZES CURRICULARES Parecer Resolução CEB 2/98 DIRETRIZES CURRICULARES Parecer Resolução CEB 3/98 DIRETRIZES CURRICULARES Parecer Resolução CEB 1/99 CEB 10/97

NACIONAIS PARA CEB

O

ENSINO

FUNDAMENTAL 4/98

NACIONAIS CEB

PARA

O

ENSINO

MÉDIO 15/98

NACIONAIS CEB

PARA

A

EDUCAÇÃO

INFANTIL 22/98

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE NORMAL EM NÍVEL MÉDIO

Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

Parecer Resolução CEB 2/99

CEB

1/99

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – Parecer CEB/CNB no. 15/98, instituídas pela Resolução nº. 4/98, entre outras disposições, determinam que os currículos se organizem em áreas – “a base nacional comum dos currículos do ensino médio será organizada em áreas de conhecimento” – estruturadas pelos princípios pedagógicos da interdisciplinaridade, da contextualização, da identidade, da diversidade e autonomia, redefinindo, de modo radical, a forma como têm sido realizadas a seleção e organização de conteúdos e a definição de metodologias nas escolas em nosso país.

Respeito do Ensino Fundamental: A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9394/96, em seu Art. 32 assim preceitua, a respeito do Ensino Fundamental: "Art. 32 - O Ensino Fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I. II. III. IV. desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, das tecnologias, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social".

Observa-se que a grande ênfase nesta Lei é a educação para a cidadania. A Escola Cidadã. Educar para a conquista da cidadania plena, para a busca da justiça social, do bem comum e da realização pessoal do indivíduo, constitui-se no ideal de educação dos que a concebem num sentido transformador. A construção desse modelo de educação perpassa pelo reconhecimento de que a educação é um processo amplo que se desenvolve na família, nos movimentos sociais, nos organismos da sociedade civil e nas manifestações culturais e religiosas. É, portanto, um processo que ultrapassa o contexto escolar. A ação educativa que se desenvolve na instituição Escola, os conhecimentos e valores ali compartilhados e mediados pela prática pedagógica do professor, são construções históricas da humanidade e, portanto, vinculam-se ao contexto histórico, social e cultural da sociedade. Dessa forma, não há conhecimento solitário, como não há construção da cidadania sem produção, constituição e socialização do conhecimento. Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei nº 9394/96 -, apesar dos percalços e entraves ocorridos durante a sua tramitação, constitui-se em avanço para essa nova concepção de educação. Isto se evidencia em seu Artigo 1º que apresenta a seguinte conceituação: "A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais". A educação é, pois, um processo abrangente do qual a educação escolar faz parte, devendo estar vinculado à prática social, conforme parágrafo 2º do mesmo Artigo. Os conhecimentos veiculados através da educação escolar, enquanto construções sistematizadas pela prática social, não se constituem em conteúdos estáticos, devido à sua própria natureza histórico-social. A história da humanidade e, conseqüentemente, a história dos conhecimentos é construída na dialeticidade, onde o mundo é interpretado e reinterpretado constantemente, de forma a ressignificá-lo a cada nova leitura que dele se faz. A Lei nº 9394/96 traz, em seu bojo, a orientação de que os conhecimentos veiculados na educação escolar sejam contextualizados, voltados para a vida cidadã e organizados em conteúdos curriculares articulados entre si e em relação aos processos sociais. Esta organização curricular é feita pelos estabelecimentos de ensino em suas propostas pedagógicas. No entanto, as propostas pedagógicas dos estabelecimentos de ensino, devem observar o que preceitua a legislação em vigor. Assim, o Art. 9º, inciso IV, da LDB assinala ser incumbência da União. "... estabelecer, em colaboração com os Estados, Distrito Federal e os Municípios, competências e DIRETRIZES para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum". Neste sentido, através do Parecer do CNE CEB 22/98 e Res. CNE CEB 01/99 são instituídas as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, através do Parecer CNE CEB 04/98 e Res. CNE CEB nº 02/98 são instituídas as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, bem como, o Parecer CEB nº 15/98 e a Res. CEB nº 03/98 instituem as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Estas Diretrizes Curriculares Nacionais "são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos da Educação Básica, expressas pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que orientarão as escolas brasileiras dos sistemas de ensino na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas" (Res. CEB nº 02/98). Então, todas as escolas, de todos os sistemas de ensino brasileiros, deverão ter, nas suas organizações curriculares, como princípio básico o que é estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Para o presente Parecer, interessam-nos as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, estabelecidas na Res. CEB nº 02/98, oriunda do Parecer CEB nº 04/98; ainda que não possamos dissociá-las das Diretrizes para o Ensino Médio e para a Educação Infantil, que a nosso ver, seguem a mesma linha de raciocínio. Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

São as seguintes as Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental: I. As escolas deverão estabelecer como norteadores de suas ações pedagógicas: a. Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum. b. Os princípios dos Direitos e Deveres da Cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática. c. Os princípios estéticos da sensibilidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais. Ao definir suas propostas pedagógicas, as escolas deverão explicitar o reconhecimento da identidade pessoal de alunos, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade escolar e de seus respectivos sistemas de ensino. As escolas deverão reconhecer que as aprendizagens são constituídas na interação entre os processos de conhecimento, linguagem e afetivos, como conseqüência das relações entre as distintas identidades dos vários participantes do contexto escolarizado, através de ações inter. e intra-subjetivas; as diversas experiências de vida dos alunos, professores e demais participantes do ambiente escolar, expressas através de múltiplas formas de diálogo, devem contribuir para a constituição de identidades afirmativas, persistentes e capazes de protagonizar ações solidárias e autônomas de constituição de conhecimentos e valores indispensáveis à vida cidadã. Garante-se, nesta Diretriz, o acesso de todos os alunos a uma base nacional comum e abre-se a possibilidade a uma parte diversificada. Temos ainda que a "Base Nacional Comum e sua parte diversificada deverão integrar-se em torno do Paradigma Curricular, que visa estabelecer relação entre a Educação Fundamental” com:

II.

III.

IV.

a. A vida cidadã, através da articulação entre vários dos seus aspectos como: 1. A saúde 2. A sexualidade 3. A vida familiar e social 4. O meio ambiente 5. O trabalho 6. A ciência e a tecnologia 7. A cultura 8. As linguagens; com b. As Áreas de Conhecimento de : 1. Língua Portuguesa 2. Língua Materna (para populações indígenas e imigrantes) 3. Matemática 4. Ciências 5. Geografia 6. História Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

7. Língua Estrangeira 8. Educação Artística 9. Educação Física 10. Educação Religiosa (na forma do Art. 33, da LDB) Sendo as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas a partir do que preceitua a Lei nº 9394/96, observamos que estão perpassadas pelo princípio da interrelação entre conteúdos e áreas de conhecimento, de modo a garantir a contextualização dos conhecimentos trabalhados e, conseqüentemente, considerar que os conhecimentos não são isolados entre si, mas que mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos. Os conteúdos curriculares e áreas de conhecimento devem, então, ser tratados "... de modo contextualizado, aproveitando sempre as relações entre conteúdos e contexto para dar significado ao aprendido, estimular o protagonismo do aluno e estimulá-lo a ter autonomia intelectual" (Parecer CEB nº 15/98). Deste modo, compreendemos não ser possível o estabelecimento de organizações curriculares com disciplinas e cargas horárias estanques entre si, principalmente em se tratando das séries iniciais do Ensino Fundamental. Ao determinar que as áreas de conhecimento elencadas no inciso IV, alínea C do Artigo 3º da Res. CEB nº 02/98 sejam tratadas de modo compartimentado pelas escolas, inclusive, no que tange ao registro diário dos conteúdos discutidos por professores e alunos, bem como o registro da avaliação do desempenho dos alunos, impede-se o que é essencial no processo educativo: que os conteúdos sejam tratados como fontes vivas do conhecimento humano. O Parecer CEB 04/98 e a Res. CEB nº 02/98 referem-se a áreas de conhecimento e não a disciplina. A definição gramatical em dicionário registra que área é "campo ou domínio em que se exerce determinada atividade de conhecimento". E, disciplina "é um conjunto de conhecimentos que se processam em cada cadeira de um instituto escolar". Sendo assim, as Diretrizes Curriculares Nacionais apontam rumos a seguir-nos diferentes campos de conhecimentos e não conjuntos de conhecimentos fechados. Vale destacar que diretriz significa "orientação, guia, rumo, linha que regula o traçado de um caminho". O caminho a ser percorrido dentro desses campos de conhecimento que são as áreas de conhecimento é traçado pelas unidades de ensino. Diante do exposto, somos de entendimento que as áreas de conhecimento bem como os aspectos da vida cidadã devem constituir-se num todo articulado, a ser trabalhado de modo interdisciplinar nos diferentes momentos educacionais sem secionai-los em disciplinas estanques nas séries iniciais do Ensino Fundamental. É como Votamos, SMJ O que são e para que servem as diretrizes curriculares? – São um conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que orientarão as escolas brasileiras dos sistemas de ensino, na organização, na articulação, no desenvolvimento e na avaliação de suas propostas pedagógicas Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

Parecer CNE/CEB 15/98, que regulamenta suas diretrizes curriculares nacionais, a Resolução CEB 3/98, que as institui, a Emenda Constitucional 14/96 e o Decreto 2.208/97. O texto introdutório é de Clarice Nunes.

COMPETÊNCIAS

Ao Conselho Nacional de Educação compete:

I. II. III.

IV. V. VI.

VII. VIII. IX.

Subsidiar a elaboração e acompanhar a execução do Plano Nacional de Educação; Manifestar-se sobre questões que abranjam mais de um nível ou modalidade de ensino; Assessorar o Ministério da Educação no diagnóstico dos problemas e deliberar sobre medidas para aperfeiçoar os sistemas de ensino, especialmente no que diz respeito à integração dos seus diferentes níveis e modalidades; Emitir pareceres sobre assuntos da área educacional, por iniciativa de seus conselheiros ou quando solicitado pelo Ministro de Estado da Educação; Manter intercâmbio com os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal; Analisar e emitir parecer sobre questões relativas à aplicação da legislação educacional, no que diz respeito à integração entre os diferentes níveis e modalidades de ensino; Analisar, anualmente, as estatísticas da educação, oferecendo subsídios ao Ministério da Educação; Promover seminários sobre os grandes temas da educação brasileira; Elaborar o seu regimento, a ser aprovado pelo Ministro de Estado da Educação.

Prof. Ms Elicio Gomes Lima: Curso de Formação de Professores – Formação contínua – qualidade da Educação.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->