CURSO DE GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA
GUTEMBERGUE RAMALHO AURELIANO ARISTIDES
RELATÓRIO DE AULA PRATICA DISCIPLINA FÍSICA GERAL.
Caicó
2024
GUTEMBERGUE RAMALHO AURELIANO ARISTIDES
Trabalho de Radiologia apresentado à Universidade
Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para
a obtenção de média bimestral na disciplina de Física
Geral.
Orientador: Prof. Brunna Emanuella Franca Robles.
Caicó
2024
LISTA DE GRAFICOS
Tabela 1.......................................................................................................................9
Tabela 2.....................................................................................................................10
Tabela 3.....................................................................................................................12
Tabela 4.....................................................................................................................13
Tabela 5.....................................................................................................................14
SUMÁRIO
OBJETIVO................................................................................................5
1 INTRODUÇÃO...................................................................................6
2 DESENVOLVIMENTO........................................................................7
2.2.1. atividade 2. Princípio da conservação da energia.......................10
2.3.1. ETAPA 3 – LANCAMENTOS HORIZONTAIS E COLISõES........16
2.4.1. ETAPA 4 – CALORIMETRIA........................................................19
3 CONCLUSãO...................................................................................22
REFERÊNCIAS......................................................................................24
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OBJETIVO
Esta apresentação textual tem como objetivo apresentar as aulas práticas propostas para a
disciplina de Física Geral.
Atividade 1 caracterizar o movimento de um objeto através do deslocamento, velocidade média e
aceleração média; utilizando o laboratório algetec, contendo explicações e gráficos, para melhor
analise;
Compreender e comprovar a transformação da Energia Potencial Gravitacional em Energia
Cinética, esclarecendo o princípio da Conservação da Energia Mecânica;
Entender e identificar os tipos de colisões e suas principais características;
Descrever os fenômenos causados pelo aquecimento de um corpo, determinando o calor
específico e capacidade térmica.
Observações! Os resultados podem variar em cada experimento!.
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1 INTRODUÇÃO
Esta produção textual sobre a disciplina de Física Geral, a qual
desempenha um papel importantíssimo para a formação de estudantes, proporcionando
uma compreensão aprofundada dos princípios que regem o mundo físico ao nosso
redor. Este portfólio de aula prática de Física Geral tem como objetivo apresentar quatro
temas essenciais: caracterização do movimento, conservação de energia mecânica,
colisões e fenômenos térmicos. Cada um desses temas desempenha um papel crucial
na compreensão dos fenômenos físicos que ocorrem em nosso cotidiano e na
construção do conhecimento científico.
A primeira etapa das atividades aborda a caracterização do movimento,
explorando conceitos como deslocamento, velocidade média e aceleração média.
A segunda etapa tem como meta a transformação de energia,
especificamente na relação entre energia potencial gravitacional e energia cinética, com
destaque para o princípio da conservação da energia mecânica.
A terceira etapa das atividades envolve o estudo das colisões,
abordando diferentes tipos de colisões e suas características.
Finalizando na quarta etapa tendo em meta os fenômenos térmicos e na
troca de energia térmica entre os corpos. A grande importância desses temas reside no
fato de que eles são fundamentais para a melhor compreensão da natureza e do mundo
físico em que vivemos.
Por meio deste estudo do movimento, da conservação de energia, das
colisões e dos fenômenos térmicos, se desenvolvem habilidades analíticas, a
capacidade de resolver problemas complexos e uma melhor compreensão mais
profunda das leis físicas que está presente em todo universo.
Essas atividades práticas, dá a oportunidade de aplicar os conceitos
aprendidos, desenvolver habilidades experimentais e fortalecer a capacidade de
raciocínio científico.
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2 DESENVOLVIMENTO
2.1.1 ETAPA 1. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO.
Seguindo o roteiro da atividade, para iniciar o experimento, arrastei o nível bolha até o
plano inclinado. Logo após, nivelei a base clicando com o botão direito do mouse no
nível bolha e selecionei a opção "Nivelar base".
Posicionei o ímã arrastando-o até a indicação no plano inclinado.
Esse ímã serve para segurar o carrinho.
Posicionei o fuso elevador para grandes inclinações.
Em seguida, posicionei o sensor na marca de 300 mm na régua, clicando com o botão
esquerdo do mouse sobre o sensor. Então o sensor será utilizado para medir o tempo
pecorrido durante o movimento do carrinho.
Analisei a escala que aparece no canto da tela e localizei o ponto de ativação, indicado
pelo ponto branco no sensor.
Para ajustar a inclinação da rampa, cliquei com o botão direito do mouse no fuso
elevador e selecionei a opção "Girar fuso". Ajustei o ângulo para 10°.
De imediato, liguei o multicronômetro. Conectando a fonte de alimentação do
multicronômetro na tomada. Para ligar o multicronômetro clicando em "Power" com o
botão esquerdo do mouse.
Então conectei o cabo do sensor na porta S0 do multi cronômetro, arrastando-o com o
botão esquerdo do mouse. Com isso, estabeleceu-se a conexão adequada para realizar
as medições. Ao operar o multi cronômetro, primeiramente selecionei o idioma
português. Em seguida, tive que selecionar a função específica para o experimento.
Para isso, foi só clicar no botão adequado até que a função "F3 10PASS 1SEN" fosse
exibida.
Após selecionar, confirmei a escolha da função.
Além disso, foi necessário definir o número de intervalos desejado. que no caso foram
10. Por fim, confirmei esta configuração Após todas essas configurações, posicionei o
carrinho no plano inclinado. Arrastei o carrinho até o ímã e esperei até o momento certo
para iniciar o movimento. Para soltar o carrinho eu cliquei com o botão esquerdo do
mouse sobre o ímã. Então , o carrinho desceu pelo plano inclinado e o sensor mediu o
intervalo de tempo entre as marcações presentes no carrinho. Finalizando o
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experimento, realizei a leitura dos resultados.
Durante o experimento, o sensor capturou medidas de tempo nas marcações de 0 mm,
18 mm, 36 mm, 54 mm, 72 mm, 90 mm, 108 mm, 126 mm, 144 mm, 162 mm e 180 mm,
devido às marcações presentes no carrinho. Para registrar os resultados, é criada a
seguinte tabela:
Tabela 1.
S[mm] T(s) S[m] V[m/s]
0 0 0,018
18 0,3441 0,036 0,104621
36 0,372 0,054 0,145161
54 0,3982 0,072 0,180814
72 0,423 0,09 0,212766
90 0,4461 0,108 0,242098
108 0,4693 0,126 0,268485
126 0,4909 0,144 0,293339
144 0,5118 0,162 0,31653
162 0,523 0,18 0,344168
180 0,5515 0 0
Depois de concluir as leituras, seguimos para a seção. Avaliação de Resultados no
experimento. Foram requeridas atividades para avaliar e interpretar os resultados
obtidos nos experimentos. Com base nas observações feitas durante o experimento
e nas medidas de tempo registradas, respondemos as atividades de acordo com os
resultados obtidos.
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2.1.2. Construa o gráfico S x t (Espaço x Tempo).
Tabela 2.
Espaço x Tempo: Eixo X = T(s); Eixo Y = S(m).
0.2
0.18
0.16
0.14
0.12 R² = 0.271818296434516
0.1
0.08
0.06
0.04
0.02
0
0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
Tendo o gráfico como base. Espaço x Tempo, a função representada e uma função
de segundo grau ou uma função quadrática. Isso ocorre porque a relação entre o
espaço percorrido (S) e o tempo (t) e descrita por uma equação do tipo S = a * t2 + b
* t + c, onde "a", "b" e "c" são constantes.
Quanto ao coeficiente angular ou declividade da tangente do gráfico, ele
representa a taxa de variação do espaço em relação ao tempo, ou seja, a velocidade
instantânea do objeto em movimento. O coeficiente angular e dado pela derivada da
função S(t) em relação ao tempo (dS/dt).
No caso de uma função quadrática, a derivada em relação ao tempo e uma
função linear, representando a velocidade instantânea do objeto. A inclinação da reta
tangente ao gráfico em um determinado ponto e igual a velocidade instantânea
nesse ponto. Se a inclinação e positiva, indica que o objeto esta se movendo em
uma direção crescente no espaço. Se a inclinação e negativa, indica que o objeto
esta se movendo em direção decrescente no espaço.
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2.2.1. ATIVIDADE 2. PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA.
De acordo com o roteiro, iniciei nivelando a base do plano inclinado utilizando o nível
bolha.
Clicando sobre o nível bolha na bancada, ele foi arrastado ate a posição indicada no
plano inclinado. Para garantir o nivelamento, clicando com o botão direito do mouse no
nível bolha e selecionando a opção "Nivelar base".
Posteriormente , ajustando a posição do sensor na distancia indicada. Clicando
sobre o sensor, arrastou-se o mouse ate obter a posição desejada. O sensor foi
posicionado na marca de 300 mm na régua.
Para regular a inclinação da rampa, é utilizado o fuso elevador. O angulo de
inclinação do plano foi ajustado para 20°.
Para ligar o multi cronômetro, coloquei a fonte de alimentação na tomada
arrastando-a para a posição desejada. Em seguida, conectando o cabo do sensor na
porta S0 do cronometro, arrastando-o para a posição correta. Para ligar o
cronometro, clique no botão "Power" e selecionei o idioma desejado.
Selecione a função "F2 VM 1 SENSOR". Inseri a largura do corpo de prova,
ajustando o valor para 50 mm. Confirmei o valor.
Logo após, foi feito o ensaio com o corpo de prova oco. Posicionando o corpo
de prova oco no plano inclinado arrastando-o para a posição desejada. Verificando os
resultados no display do multi cronometro. Observei o resultado exibido, assim como
a velocidade linear no intervalo. O procedimento foi repetido mais duas vezes com o
corpo de prova oco.
Para o ensaio com o corpo de prova maciço, repetiu-se o procedimento
anterior. Realizando o ensaio com o corpo de prova maciço, também repetindo-o três
vezes.
Finalizando os experimentos, segui para a seção "Avaliação de Resultados",
respondendo de acordo com as observações feitas durante os experimentos,
sugeridos:
2.2.2. Tabela a seguir com os valores obtidos no experimento.
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Tabela 3.
Velocidade Linear (m/s) Cilindro Maciço Cilindro Oco
Descida 1 1.020408 0.892857
Descida 2 1 0.909090
Descida 3 0.961538 0.925925
Média 0.993982 0.909290
Teve diferença entre as velocidades dos corpos de prova ensaiados. O
motivo para essa diferença pode ser atribuído as características físicas dos corpos
de prova. O cilindro oco e o cilindro maciço possuem diferentes distribuições de
massa em relação ao eixo de rotação, o que afeta o momento de inercia de cada
corpo.
No instante de inercia é uma grandeza que mede a resistência de um objeto
a mudança de sua velocidade angular.
Então no caso do movimento rotacional em um
plano inclinado, o momento de inercia do corpo de prova está diretamente
relacionado a velocidade angular, que, por sua vez, influencia a velocidade linear.
Já o cilindro oco possui maior momento de inercia em relação ao cilindro maciço
devido a sua distribuição de massa mais distante do eixo de rotação.
Isso significa
que, para uma mesma altura e angulo de inclinação do plano, o cilindro oco terá
a velocidade angular menor do que o cilindro maciço.
Consequentemente, a
velocidade linear do cilindro oco será menor em comparação com o cilindro maciço.
Conclui-se que, a diferença nas velocidades dos corpos de prova ensaiados pode
ser atribuída as diferenças nos momentos de inercia causadas pela distribuição de
massa de cada corpo.
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Tabela 4.
Especificações Cilindro Oco Cilindro Maciço
Massa – m(g) 110 300
Diâmetro interno – 40 -
di(mm)
Diâmetro externo – 50 50
de(mm)
Densidade do Aço – 7,86 7,86
(g/cm3)
Para o cilindro oco:
m = 110 g = 0.11 kg
r1 = di/2 = 40 mm/2 = 0.02 m
r2 = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m
V(cilindro oco) = 0.909290 m/s
I(cilindro oco) = (1/2) * m * (r12 + r22) = (1/2) * 0.11 * (0.022 + 0.0252) =
0.000056375kg.m2
w(cilindro oco) = V / r2 = 0.909290 / 0.025 = 36.3716 rad/s
Kt(cilindro oco) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.11 * 0.9092902 = 0.0458684 J
Altura da descida = 0.909290 m
Kr(cilindro oco) = (1/2) * 0.000056375* 36.37162 = 0.0372890 J
K(cilindro oco) = 0.0458684 J + 0.0372890 J = 0.083157 J
U(cilindro oco) = 0.11 kg * 9.8 m/s2 * 0.909290 m = 0.9896 J
ER%(cilindro oco) = ((0.833157 J - 0.9896 J) / 0. 0.9896 J) * 100 = 91.6737%.
Para o cilindro macico:
m = 300 g = 0.3 kg
r = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m
V(cilindro macico) = 0.993982 m/s
I(cilindro macico) = (1/2) * m * r2 = (1/2) * 0.3 * 0.0252 = 0.00009375 kg.m2
w(cilindro macico) = V / r = 0.993982 / 0.025 = 39.7593 rad/s
Kt(cilindro macico) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.3 * 0.9939822 = 0.148457 J
Altura da descida = 0.993982 m
12
Kr(cilindro macico) = (1/2) * 0.00009375 * 39.75932 = 0.1482 J
K(cilindro macico) = 0.148457 J + 0.1482 J = 0.296657 J
U(cilindro macico) = 0.3 kg * 9.8 m/s2 * 0.993982 m = 2.9356 J
ER%(cilindro macico) = [(2.9356 - 0.296657) / 2.9356] * 100 = 89.8681%.
Tabela 5.
Grandezas Cilindro Oco Cilindro Maciço
Momento de Inércia 0.000056375 0.00009375
– I(kg.m2)
Velocidade linear 0.909290 0.993982
média– V (m/s)
Velocidade angular – 36.3716 39.7593
w(rad/s)
Energia cinética de 0.0458684 0.148457
translação – Kt (J =
Kgm2/s2)
Energia cinética de 0.0372890 0.1482
rotação – Kr (J = Kg
m2/s2)
Energia cinética 0.083157 0.296657
total –K (J = Kg
m2/s2)
Energia potencial 0.9896 2.9356
gravitacional – U (J =
Kg m2/s2)
Erro relativo 91.6737 89.8681
percentual
em relação à energia
inicial do cilindro –
ER%(%)
Nao é correto afirmar que a energia potencial gravitacional se iguala a soma
das energias cinéticas de translação e rotação. A energia potencial gravitacional e as
energias cinéticas de translação e rotação são formas diferentes de energia e nao
podem ser diretamente somadas entre elas.
Então a energia potencial gravitacional esta relacionada a altura de um objeto em
relação a um ponto de referência e é determinada pela massa do objeto, a
aceleração da gravidade e a altura em que se encontram. Já a energia associada a
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posição do objeto em um campo gravitacional.
Por outro lado, as energias cinéticas de translação e rotação estão
relacionadas ao movimento do objeto.
A energia cinética de translação esta
associada ao movimento linear do objeto, enquanto a energia cinética de rotação
esta associada ao movimento rotacional do objeto em torno de um eixo.
Ambas as
energias são determinadas pela massa do objeto e sua velocidade linear ou angular,
respectivamente.
Portanto, a energia potencial gravitacional e as energias cinéticas de
translação e rotação são grandezas distintas e nao podem ser diretamente
somadas. Cada uma delas descreve um aspecto diferente do comportamento
energético do objeto.
2.2.3. O ERRO RELATIVO ENTRE A ENERGIA ENVOLVIDA QUANDO O
CORPO DE PROVA ESTÁ NO TOPO DO PLANO E A ENERGIA
QUANDO ELE PASSA PELO SENSOR. CASO O ERRO SEJA MAIOR
QUE ZERO.
ER% = |(K - U)/U| * 100%
ER% = |(0.083157 J - 0.9896 J)/0.9896 J| * 100%
ER% = |-0.906443 J/0.9896 J| * 100%
ER% = 0.9161 * 100%
ER% = 91.61%
Se o valor do erro for maior que zero, significa que a energia nao foi
conservada durante a descida do corpo pelo plano, o que pode ter ocorrido devido a
diversos fatores, como o atrito entre o corpo e o plano, a resistência do ar, a
deformação do corpo durante a descida, entre outros.
É importante saber que conservação da energia pode ser definida como a manutenção
da
quantidade total de energia ao longo do movimento do corpo de prova. Durante o
experimento, diferentes formas de energia estão envolvidas, como a energia
14
potencial gravitacional, a energia cinética de translação e a energia cinética de
rotação.
A energia potencial gravitacional esta presente no inicio do movimento,
quando o corpo de prova esta no topo do plano inclinado. De acordo que o corpo
desce, essa energia e convertida em energia cinética de translação e energia
cinética de rotação.
A energia cinética de translação esta relacionada ao movimento do corpo
como um todo, considerando sua velocidade linear. Já a energia cinética de rotação
esta associada a rotação do corpo em torno do seu eixo.
A conservação da energia ocorre quando a quantidade total de energia se
mantem constante durante todo o movimento. No caso deste experimento, a energia
potencial gravitacional e convertida em energia cinética de translação e energia
cinética de rotação a medida que o corpo de prova desce pelo plano inclinado.
Embora haja perdas de energia devido a fatores como atrito e dissipação térmica, a
soma das energias cinéticas e a energia potencial gravitacional inicial devem ser
constantes ao longo do movimento, de acordo com o principio da conservação da
energia.
15
2.3.1. ETAPA 3 – LANCAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES.
2.3.1. Qual foi o valor médio do alcance horizontal para os lançamentos
realizados?
Valor médio do alcance horizontal para os lançamentos = 28,4cm.
2.3.2. Qual a velocidade da esfera metálica quando ela perde contato com a
rampa?
Tempo de queda (t):
t = √(2H/g)
t = √(2 * 0.1 / 9.8)
t ≈ 0.14 segundos
Velocidade na direcao vertical (vy):
vy = √(2gH)
vy = √(2 * 9.8 * 0.1)
vy ≈ 1.4 m/s
Velocidade na direcao horizontal (vx):
vx = A / t
vx = 0.284 / 0.14
vx ≈ 2.03 m/s
2.3.3. No ensaio de colisão, duas circunferências são marcadas no papel
ofício baseada nas marcações feitas pelas esferas. Identifique qual esfera
metálica produziu cada circunferência.
A primeira esfera produz a circunferencia mais a direita da folha, uma vez
que e lancada apos a colisao. Ja a segunda esfera produz a circunferencia mais a
esquerda da folha.
2.3.4. O alcance de cada esfera metálica no ensaio de colisão.
Valor medio do alcance horizontal da segunda esfera = 3cm
Valor medio do alcance horizontal da primeira esfera = 26,5cm.
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2.3.5. A velocidade de cada uma das esferas metálicas logo após a
colisão?
Coeficiente de restituição (e) = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|
Massa da Esfera 1 = 24.1 g
Massa da Esfera 2 = 24.3 g
Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm
Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm
Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm = 0.265 m
Para Esfera 1:
t = A / 𝑣𝑣
t = 0.265 m / 𝑣𝑣
H = 0 mm (altura em relação ao solo)
vy = √(2gH)
vy = 0 m/s
vx = A / t
vx = 0.265 m / t
e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|
e = |v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣|
Portanto, para a Esfera 1:
e=1
|v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1
|v1| / |𝑣𝑣| = 1
|v1| = |𝑣𝑣|
Portanto, a velocidade da Esfera 1 apos a colisão e igual a sua velocidade na
direção horizontal antes da colisão, que e o valor médio do alcance horizontal da
Esfera 1:
v1 = 0.265 m/s
Para esfera 2:
Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm = 0.03 m
17
t = A / 𝑣𝑣
t = 0.03 m / 𝑣𝑣
vy = √(2gH)
vy = √(2 * 9.8 m/s^2 * 0.1 m)
vy = √(1.96 m^2/s^2)
vy = 1.4 m/s
vx = A / t
vx = 0.03 m / t
e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|
e = |v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣|
e=1
|v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1
|v2| / |𝑣𝑣| = 1
|v2| = |𝑣𝑣|
Assim, a velocidade da Esfera 2 apos a colisão e igual a sua velocidade na
direção horizontal antes da colisão, que e o valor médio do alcance horizontal da
Esfera 2:
v2 = 0.03 m/s.
18
2.4.1. ETAPA 4 – CALORIMETRIA.
Após seguir o roteiro dessa aula prática os resultados foram:
Parte 1:
A capacidade térmica C do calorimetro pode ser determinada pelo principio
da conservação de energia:
QCEDIDO = QRECEBIDO
QCEDIDO PELA AGUA QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORIMETRO
m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC)
C = m1c (T1 - Tf) / (Tf - TC)
Onde:
C = capacidade térmica do calorimetro;
m1 = massa de agua;
c = calor especifico da agua (1cal/g °C);
T1= temperatura da agua quente;
Tf = temperatura final de equilibrio sistema;
TC = temperatura no interior do calorímetro
2.4.2. Com os dados obtidos, calcule a capacidade térmica do
calorímetro:
C = (m1 * c * (T1 - Tf)) / (Tf - TC)
m1 = 102.42 g
c = 1 cal/g °C
T1 = temperatura inicial do calorimetro = 25.3 °C
Tf = temperatura final de equilíbrio do sistema = 75.8 °C
TC = temperatura no interior do calorimetro = 80.9 °C
C = (102.42 * 1 * (25.3 - 75.8)) / (75.8 - 80.9)
C = (102.42 * 1 * (-50.5)) / (-5.1)
C = (-5186.71) / (-5.1)
C ≈ 1016.63 cal/°C
Parte 2:
A capacidade térmica C do calorimetro pode ser determinada pelo principio
da conservação de energia:
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QCEDIDO = QRECEBIDO
QCEDIDO PELO OLEO QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORIMETRO
m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC) c = C (Tf - TC) / m1 (T1 – Tf)
Onde:
C = capacidade térmica do calorimetro;
m1 = massa de óleo;
c = calor especifico do óleo;
T1= temperatura do óleo quente;
Tf = temperatura final de equilíbrio sistema;
TC = temperatura no interior do calorimetro.
2.4.3. 2.4.3. Com os dados obtidos, calcule o calor específico do óleo. Compare o
valor obtido com valores de calor específico de óleos vegetais encontrados na
internet. Justifique eventuais diferenças.
Massa de óleo (m1) = 97.13 g
Temperatura inicial do calorimetro (Tc) = 25.6º°C
Temperatura final de equilíbrio do sistema (Tf) = 81°C
Temperatura no interior do calorimetro (TC) = 71.3°C
Capacidade termica do calorimetro (C) ≈ 1016.63 cal/°C
c = C * (Td - TC) / (m1 * (Tc - Td))
c = 1016.63 cal/°C * (81°C - 71.3°C) / (97.13 g * (25.6oC – 81°C))
c ≈ 1016.63 cal/°C * 9.7°C / (-7568.6 g * -55.4º°C)
c ≈ -10062.11 cal / (-417949.24 g * °C)
c ≈ 0.024 cal/g°C
Tendo como base a literatura, os valores típicos de calor especifico de óleos
vegetais variam entre 1,9 a 2,8 cal/g°C. No entanto, e importante ressaltar que esses
valores podem variar dependendo da fonte, da composição especifica do óleo e das
condições de medição.
No experimento realizado, o valor obtido para o calor especifico do óleo foi
aproximadamente 0,024 cal/g°C. Esse valor e consideravelmente menor do que os
valores típicos encontrados na literatura para óleos vegetais. Essa diferença pode
ser atribuída a vários fatores, tais como:
- a Composição especifica do óleo: O óleo utilizado no experimento pode conter
uma composição diferente dos óleos vegetais utilizados nas referencias
20
encontradas. Diferentes ácidos graxos e outros componentes presentes no óleo
podem influenciar o calor especifico.
- Erros de calculo.
Já os erros experimentais: O experimento em si pode ter envolvido erros
experimentais que afetaram a precisão dos resultados, como medições imprecisas
de temperatura ou massa.
21
3 CONCLUSÃO
Conclui-se esta produção textual, com o conteúdo o qual foi apresentado
e desenvolvido de acordo com a elaboração da matéria juntamente com o plano de
ensino.
Os quatro experimentos realizados, pode aprofundar o
conhecimento e melhor compreensão em diferentes conceitos da física.
Através da caracterização do movimento de um objeto, explorando o deslocamento, a
velocidade media e a aceleração media, compreendendo a relação entre essas
grandezas e a variação no tempo.
Foi possível interpretar e analisar gráficos que representavam essas
variáveis físicas, o que contribuiu para a capacidade de observar e interpretar diferentes
padrões de movimento.
Então na segunda etapa teve como base processos de transformação
de energia durante um movimento, levando em consideração o principio de conserva a
energia. Conseguindo explorar como a energia mecânica se transforma
entre diferentes formas, como energia cinética e energia potencial, e como essa
transformação afeta o movimento do objeto em questão.
Compreender esse
principio me permitiu reconhecer e analisar as diferentes formas de energia
envolvidas em um sistema físico.
Já no terceiro experimento, foi dedicado ao estudo das colisões,
identificando os diferentes tipos de colisões e suas características.
Fui capaz de analisar as propriedades e descrever o comportamento
dos corpos antes e depois da colisão,
aplicando o principio da conservação de energia nesse contexto.
Essa experiencia tem proporcionado uma visão mais aprofundada sobre a conservação
de energia em
colisões e como ela influencia o movimento dos objetos envolvidos.
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Concluindo a quarta etapa, foi explorado os fenômenos relacionados a troca de
energia térmica entre corpos. Determinando a capacidade térmica de um calorimetro
e utilizamos esse dado para calcular o calor especifico de varias substancias.
Compreendendo como a energia térmica se transfere entre os corpos e
como a quantidade de energia transferida esta relacionada as propriedades especificas
das substancias. Essa etapa permitiu aplicar conceitos de termodinâmica e expandir
Melhor o entendimento sobre a transferência de energia térmica.
Em resumo, ao realizar esses quatro experimentos, tive a oportunidade de
aprofundar meu conhecimento em diferentes áreas da física, como cinemática
conservação de energia, colisões e termodinâmica. Cada etapa
contribuiu para a compreensão dos princípios fundamentais que regem o
comportamento dos
corpos no espaço e as diferentes formas de energia envolvidas nesses processos
Chegando ao fim, com a certeza que esta produção textual irá contribuir na jornada acadêmica
do leitor.
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REFERÊNCIAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física -
eletromagnetismo - volume 3. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2023.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros - vol. 2 -
eletricidade e magnetismo, ótica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
NEGRÃO, L. C. Física geral. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional
S.A., 2018. 240 p.
SERWAY, R. A.; JEWET JR., J. W. Física para cientistas e
engenheiros: eletricidade e magnetismo. 9. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2017. v. 3.
SILVA FILHO, M. T. da. Fundamentos de eletricidade. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
HEWITT, P. G. Física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2023.