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Delegação de Nampula
Índice
CAPITITULO I : INTRUDUÇÃO..................................................................................................1
1.1. Generalidade.............................................................................................................................1
1.2. Problematização......................................................................................................................................2
1.2.1. Justificativa:.........................................................................................................................................3
1.2.2. Objetivos.............................................................................................................................................3
1.2.3. Objetivo Geral......................................................................................................................................3
1.2.4. Objetivos Específicos...........................................................................................................................3
1.2.5. Hipotese...............................................................................................................................................3
CAPÍTULO II: REVISÃO LITERATURA....................................................................................4
2.1. Cultura de gergelim..................................................................................................................4
2.2. Origem....................................................................................................................................................5
2.3.1. Características Morfológicas.................................................................................................6
2.3.2. Importância economica do gergelim e os seus beneficios.....................................................7
2.3.3. Propriedades:........................................................................................................................................8
2.3.4. Fonte de Nutrientes Essenciais............................................................................................................9
2.3.5. Fortalecimento dos Ossos..................................................................................................................10
2.3.6. Saúde da Pele e Cabelos...................................................................................................................10
2.3.7. Propriedades Anti-inflamatórias e Antioxidantes..............................................................................10
2.3.8. Propriedades:......................................................................................................................................10
2.4. Fatores que Influenciam o Desempenho Agronômico do Gergelim....................................................11
2.4.1. Clima..................................................................................................................................................11
2.4.3. Calagem e adubação..........................................................................................................................12
2.5. Adubação..............................................................................................................................................13
2.5.1. Tratos culturais...................................................................................................................................14
2.5.2. Doenças..............................................................................................................................................14
2.5.3. Pragas.................................................................................................................................................18
2.6. Colheita.................................................................................................................................................20
3. CAPÍTULO III. MATERIAL E MÉTODOS..........................................................................................21
3.1. Descrição e localização geográfica da área de estudo..........................................................................21
3.2.Características climáticas da região do estudo.......................................................................................21
3.3.Delineamento Experimental...................................................................................................................22
3.4. Instalação e Condução do Ensaio.........................................................................................................22
3.4.1. Discrição dos tratamentos..................................................................................................................23
3.5.2. Sementeira..........................................................................................................................................23
3.5.2. Rega...................................................................................................................................................23
3.5.4.Rotação de culturas...............................................................................................................24
3.5.5.Controle fitossanitário.........................................................................................................................24
3.5.6. Pragas.................................................................................................................................................24
3.5.7. Doenças..............................................................................................................................................24
3.5.8. Colheita..............................................................................................................................................24
3.5.9. Rendimento........................................................................................................................................25
3.6. Características observáveis e de medição.............................................................................................25
3.6.1.Altura da planta...................................................................................................................................25
3.6.2. Diametro do caule..............................................................................................................................25
3.6.5. Peso de 1000 sementes.......................................................................................................................26
3.6.4. Rendimento Kg/ha.............................................................................................................................26
3.6.5. Análise Estatística..............................................................................................................................26
3.6.6. Resultados esperado...........................................................................................................................26
CAPITULO IV: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE...............................................................27
4.1. Actividades...........................................................................................................................................27
3.2. Orçamento.............................................................................................................................................28
5. Bibliográfia................................................................................................................................30
6. Anexo.........................................................................................................................................32
Anexo 02: Protocolo de ensaio....................................................................................................................32
ANEXO 01: Esquema do Ensaio.................................................................................................................34
CAPITITULO I : INTRUDUÇÃO
1.1. Generalidade
O gergelim (Sesamum indicum L.) é uma cultura oleaginosa de grande importância econômica e
social em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo. Em Moçambique, particularmente
no distrito de Nampula, o gergelim tem se destacado como uma cultura promissora, com
potencial para contribuir para a segurança alimentar e geração de renda dos agricultores locais.
No entanto, para maximizar o rendimento e a qualidade da produção de gergelim, é fundamental
otimizar as práticas de maneio, incluindo o espaçamento entre plantas.
A África é considerada o continente de origem porque ali existe a maioria das espécies silvestres
do gênero Sesamum, ao passo que na Ásia encontra-se uma riqueza de formas e variedades das
espécies cultivadas. O gergelim possui grande heterogeneidade de características morfológicas,
podendo ser anual ou perene, com 0,50 m a 3,00 m de altura, de caule ereto, com ou sem
ramificações, com ou sem pelo e com sistema radicular pivotante, depenendo das condições da
região.
1
produção. A produção mundial de gergelim, em Moçambique tem apresentado crescimento
significativo na última década, estimada em 4,09 milhões de toneladas, cultivadas em 6,62
milhões de hectares,resultando em uma produtividade média de 617,4kg por hactares. No meado
de 2023 de acordo com o Inquérito Agrário Integrado, aprodução de gergelim em Moçambque
foi de 335.393 toneladas. Este valor representa um aumento significativo em relação à campanha
agricola de 2020/21, onde aproduçã foi de 291.000toneladas.
Diante desse contexto, busca responder a questão por meio da avaliação do Desempenho
Agronômico de Gergelim em Função de Diferentes Níveis de Espaçamento nas Condições
Edafoclimáticas do Distrito de Nampula, no Campus da UMBB₋Nampula.
1.2. Problematização
1.2.1. Justificativa:
2
espaçamento adequado. A otimização do espaçamento pode resultar em aumento da
produtividade, melhoria da qualidade das sementes e maior rentabilidade para os agricultores.
Este estudo busca gerar informações relevantes e aplicáveis sobre o espaçamento ideal para o
cultivo de gergelim nas condições edafoclimáticas locais, contribuindo para o desenvolvimento
da cultura na região. Os resultados poderão auxiliar os agricultores a adotar práticas de maneio
mais eficientes, promovendo a sustentabilidade da produção de gergelim e o desenvolvimento
socioeconômico das comunidades. Assim, este estudo se justifica pela necessidade de gerar
conhecimentos téncos que possam orientar agricultores e extensionistas sobre a melhor
espaçamento do plantio, visando maximizar a produtividade e a eficiência agronômica da
cultura.
1.2.2. Objetivos
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CAPÍTULO II: REVISÃO LITERATURA
O gergelim (Sesamum indicum L.) é uma cultura oleaginosa de grande importância econômica e
social em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo. Em Moçambique, particularmente
no distrito de Nampula, o gergelim tem se destacado como uma cultura promissora, com
potencial para contribuir para a segurança alimentar e geração de renda dos agricultores locais.
No entanto, para maximizar o rendimento e a qualidade da produção de gergelim, é fundamental
otimizar as práticas de maneio, incluindo o espaçamento entre plantas (Mucavele, 2000).
A África é considerada o continente de origem porque ali existe a maioria das espécies silvestres
do gênero Sesamum, ao passo que na Ásia encontra-se uma riqueza de formas e variedades das
espécies cultivadas. O gergelim possui grande heterogeneidade de características morfológicas,
podendo ser anual ou perene, com 0,50 m a 3,00 m de altura, de caule ereto, com ou sem
ramificações, com ou sem pelo e com sistema radicular pivotante, depenendo das condições da
região (BARROS et al., 2001; LANGHAM; WIEMERS, 2002).
2.2. Origem
O gergelim (Sesamum indicum L.) é uma das plantas oleaginosas mais antigas cultivadas pela
humanidade. Sua origem exata é debatida, com alguns autores apontando para a África tropical,
enquanto outros sugerem a Índia ou regiões da Ásia como seu berço. Independentemente da
origem precisa, o gergelim tem sido amplamente cultivado em regiões tropicais e subtropicais ao
redor do mundo, incluindo Moçambique.
Reino : Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Lamiales
Família: pedaliaceae
Genero : Sesanum
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2.3.1. Características Morfológicas
Hábito de Crescimento: Planta herbácea anual, podendo atingir de 0,5 m a 3,0 m de altura,
dependendo da variedade e das condições ambientais (Ashri,2007).
Sistema Radicular: Raiz pivotante, permitindo à planta acessar camadas mais profundas do
solo.
Folhas: Apresentam disposição alternada ou oposta. As folhas inferiores são geralmente mais
largas e dentadas ou lobadas, enquanto as superiores são estreitas e lanceoladas.
Frutos: Cápsulas alongadas, pilosas, que podem ser deiscentes (abrem-se na maturidade) ou
indeiscentes, com comprimento entre 2 cm e 8 cm, dependendo da variedade.
Sementes: Pequenas, com peso médio de 1.000 sementes variando entre 2 g e 4 g. A coloração
das sementes pode variar do branco ao preto, passando por tons de creme e marrom.
Dada a sua adaptabilidade a climas tropicais e subtropicais, o gergelim destaca-se como uma
cultura de grande importância econômica e nutricional, especialmente em regiões como
Moçambique.
Ciclo da cultura
O ciclo de vida do gergelim (Sesamum indicum L.) é composto por várias fases, desde a
germinação até a maturidade e colheita. Após a semeadura, as sementes germinam em
aproximadamente 3 a 5 dias, dependendo das condições ambientais. A fase vegetativa segue,
caracterizada pelo desenvolvimento das folhas e do caule, que pode durar de 20 a 30 dias. Em
seguida, ocorre a fase reprodutiva, onde surgem as flores, geralmente entre 30 a 45 dias após a
germinação. A maturação das vagens ocorre entre 60 a 80 dias após a semeadura, momento em
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que a colheita pode ser realizada. É importante notar que esses períodos podem variar conforme
a variedade e as condições ambientais.
Com base em literaturas científicas, ogergelim é valorizado por diversos fatores e beneficios:
Uso na Indústria Alimentícia: Suas sementes são amplamente utilizadas na produção de óleos,
farinhas e produtos panificados, sendo uma importante fonte de energia e nutrientes como
cálcio,ferro,magnésio e zinco, importantes para a saúde óssea e imunologica (Ashri,2007).
O valor nutricional do gergelim pode variar dependendo de como ele é consumido (cru, torrado,
em pasta ou óleo), mas aqui está uma ideia geral dos principais nutrientes encontrados em 100g
de sementes de gergelim cruas:
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Cálcio: 975 mg (cerca de 98% da ingestão diária recomendada)
Magnésio: 351 mg
Ferro: 14,6 mg
Fósforo: 629 mg
Potássio: 468 mg
Zinco: 7,8 mg
Vitaminas:
2.3.3. Propriedades:
Alta densidade calórica: devido ao seu alto teor de gorduras saudáveis, o gergelim fornece uma
boa quantidade de energia.
Fonte significativa de cálcio: com um dos maiores teores de cálcio entre os alimentos vegetais,
é excelente para a saúde óssea.
Proteínas vegetais de alta qualidade: contém aminoácidos essenciais, sendo uma boa fonte de
proteína para dietas vegetarianas e veganas.
Esses valores podem ser ajustados quando o gergelim é processado, como na produção de pasta
de gergelim (tahine) ou óleo, já que o teor de gordura pode ser mais concentrado, mas as outras
propriedades nutricionais permanecem em grande parte.
Benefícios para a Saúde: Estudos indicam que o consumo regular de gergelim pode contribuir
para a redução do colesterol LDL e para a melhoria da saúde cardiovascular (Ghosh et al., 2020).
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O gergelim (Sesamum indicum) é uma semente oleaginosa altamente nutritiva, rica em gorduras
saudáveis, proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Seu consumo traz diversos benefícios para a
saúde humana, incluindo:
Rico em cálcio, magnésio, ferro e zinco, essenciais para a saúde óssea, sistema imunológico e
metabolismo.
Contém vitaminas do complexo B, que auxiliam na produção de energia e no funcionamento
do sistema nervoso.
Saúde Cardiovascular
Possui ácidos graxos insaturados (ômega-6 e ômega-9) que ajudam a reduzir o colesterol
LDL (ruim) e aumentar o HDL (bom), prevenindo doenças cardiovasculares.
Contém antioxidantes naturais, como sesamina e sesamolina, que combatem os radicais
livres e reduzem inflamações.
Saúde Digestiva
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2.3.5. Fortalecimento dos Ossos
O alto teor de cálcio e magnésio é essencial para a saúde óssea, prevenindo doenças como a
osteoporose.
Fonte de proteínas e gorduras saudáveis, o gergelim é excelente para quem pratica atividades
físicas, fornecendo energia e auxiliando na recuperação muscular.
Seu consumo pode ser feito de diversas formas, como sementes cruas, torradas, em pastas
(tahine), óleos ou adicionadas a receitas. Além de saboroso, o gergelim é um verdadeiro aliado
para a saúde!
2.3.8. Propriedades:
Alta densidade calórica: devido ao seu alto teor de gorduras saudáveis, o gergelim fornece uma
boa quantidade de energia.
Fonte significativa de cálcio: com um dos maiores teores de cálcio entre os alimentos vegetais,
é excelente para a saúde óssea.
Proteínas vegetais de alta qualidade: contém aminoácidos essenciais, sendo uma boa fonte de
proteína para dietas vegetarianas e veganas.
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Esses valores podem ser ajustados quando o gergelim é processado, como na produção de pasta
de gergelim (tahine) ou óleo, já que o teor de gordura pode ser mais concentrado, mas as outras
propriedades nutricionais permanecem em grande parte.
2.4.1. Clima
Apesar da adaptabilidade a lugares secos, o gergelim pode ser cultivado em regiões mais úmidas
tropicais e subtropicais. As temperaturas ideais para o crescimento e desenvolvimento da planta
situam se entre 25 °C e 30 °C, inclusive para germinação das sementes.
2.4.2. Solos
O gergelim se desenvolve bem em diversos tipos de solo; porém, a planta atinge a plenitude em
solos profundos, pelo menos 60 cm, bem drenados e de boa fertilidade natural, francos do ponto
de vista textural, desde franco-arenosos até franco-argilosos. Os solos muito argilosos devem ser
evitados, pois as plantas são extremamente susceptíveis, mesmo a curtos períodos de
alagamento, e em qualquer estádio do seu desenvolvimento.
A planta tem preferência por solos de reação neutra, pH próximo de 7,0, não tolera acidez
elevada, abaixo de pH 5,5, nem alcalinidade excessiva, acima de pH 8,0, sendo extremamente
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sensível à salinidade, e especialmente à alcalinidade, em virtude do sódio trocável que pode
tornar-se tóxico ao metabolismo da planta, dependendo da concentração, desenvolvimento da
plântula, o gergelim apresenta tolerância à salinidade; porém, nos demais estádios de
crescimento, é extremamente sensíve l(BELTRÃO et al., 2001; LIMA 2009).
Para calagem, é recomendado dar maior ênfase à porcentagem de saturação de alumínio do que
ao seu teor isoladamente; porém, devem ser também levados em consideração os teores de cálcio
e magnésio do solo. Em áreas já calcariadas, que serão aproveitadas com rotação de culturas, a
amostragem, para fins de indicação de fertilizantes, pode ser feita logo após a maturação
fisiológica da cultura anterior.
Se houver necessidade de calagem em áreas onde se pretende produzir gergelim pela primeira
vez, a amostra do solo tem que ser feita de modo a possibilitar que o calcário esteja incorporado
pelo menos dois meses antes da semeadura do gergelim, para poder reagir e exercer seu papel de
correção do solo. Para a correção da acidez, deve-se dar preferência ao uso de calcário
dolomítico, que possui de 25% a 30% de CaO e mais 12% de MgO.
A aplicação pode ser feita manual ou mecânica, com bastante uniformidade na distribuição. Para
os solos ácidos, tanto cauliníticos quanto de Cerrado, Oxissolos, recomenda-se o uso de gesso
agrícola como complemento da calagem. No caso dos solos ácidos, a mistura de calcário mais o
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gesso aumentam a velocidade de percolação de bases e a correção da acidez das camadas
profundas. Porém, em solos com baixos teores de potássio, não se recomenda o uso de gesso
(BELTRÃO et al., 2001).
2.5. Adubação
Para que a planta possa externar todo seu potencial produtivo, é necessário que o solo forneça
nutrientes em quantidade adequada. O gergelim extrai do solo, em termos relativos, quantidades
elevadas de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), que variam conforme a produção, o estado
nutricional, a variedade utilizada e a parte da planta colhida. Em geral, a planta precisa de 50 kg
ha -1 – 14 kg ha -1 – 60 kg ha -1 de N-P2O5–K2O para produzir 1.000 kg de sementes.
O corte das plantas para colheita implica na perda de quase 97% dos nutrientes extraídos do solo
pelas plantas. Desse total, os frutos contêm de 33% a 60% do NPK extraído (BASCONES;
RITAS, 1961). As plantas de gergelim absorvem pouco NPK até os 30 dias após o plantio.
A partir dessa data, os requerimentos da planta por esses nutrientes crescem rapidamente
alcançando a demanda máxima de nitrogênio aos 74 dias, de fósforo dos 60 aos 90 dias e de
potássio, depois dos 35 dias crescendo até o final do ciclo (FERREIRA, 2005).
O fósforo, cuja mobilidade no solo é mínima, deve ser aplicado de uma vez por ocasião do
plantio; o nitrogênio, cuja mobilidade é grande, pode ser aplicado em duas vezes: metade após o
desbaste e metade 25 dias depois, e, de preferência, usando como fonte o sulfato de amônio.
Graças à elevada dinâmica do nitrogênio, os fertilizantes devem ser usados em cobertura, em
sulcos cobertos para reduzir as perdas por volatização, denitrificação e outros. O potássio, por
possuir mobilidade intermediária, pode ser aplicado no plantio ou dividido junto com o
nitrogênio, dependendo da capacidade de lixiviação do solo (BELTRÃO et al., 2001b).
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2.5.1. Tratos culturais
As plantas daninhas competem com a cultura principal, em água, luz e nutrientes. A intensidade
da competição das ervas daninhas depende de vários fatores, como espécie, densidade,
fertilidade do solo, disponibilidade de água e hábito de crescimento da cultura em cultivo. O
gergelim é uma planta de crescimento inicial bastante lento, e os primeiros 45 dias depois da
emergência das plântulas são críticos para essa cultura, que deve ser mantida livre de plantas
daninhas nesse período. O preparo adequado do solo pode funcionar como excelente método de
controle da vegetação daninha. Devem ser feitas de 2 a 3 capinas durante o ciclo da planta, com
enxada ou cultivador(QUEIROGA et al., 2008).
Espaçamento entre plantas: O espaçamento entre plantas é um dos fatores de maneio que mais
influenciam o desempenho agronômico do gergelim. O espaçamento adequado permite otimizar
o uso dos recursos naturais, além de reduzir a competição entre plantas e o ataque de pragas e
doenças (Lima et al., 2011).
2.5.2. Doenças
A cultura do gergelim pode ser afetada por vários patógenos, os quais causam doenças que
podem induzir severos danos à cultura e perdas expressivas à produção. Não existem fungicidas
registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para controle de doenças do
gergelim. Nesse sentido, o controle deve se basear em medidas de exclusão e no uso de
variedades resistentes. As principais medidas utilizadas para minimizar os danos por elas
ocasionados. As principais doenças do gergelim são as manchas foliares causadas por fungos, as
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quais podem causar sérios prejuízos à cultura quando as condições são favoráveis ao seu
desenvolvimento (LIMA et al., 2001).
Mancha-angular
A doença é causada pelo fungo Mycosphaerella sesamicola Sivan, que tem como forma
assexuada ou anamórfica Pseudocercospora sesami (Hansf.) Deighton (sin. Cercoseptoria sesami
(Hansf.) Deighton, Cylindrosporium sesami Hansford, = Cercospora sesamicola (Mohanty).
Afeta principalmente as folhas mais velhas induzindo a formação de manchas angulares e
irregulares de cor pardo-escura na face adaxial e mais claras na face abaxial, sendo limitadas em
um ou mais lados pelas nervuras e é encontrada com maior intensidade no terço inferior da
planta.
O fungo é transmitido pelas sementes, as quais constituem fonte de inóculo inicial. A propagação
da doença em área plantada ocorre por meio do vento, que transporta os esporos das plantas
infectadas para plantas sadias. O meio mais eficiente de controle dessa doença é o uso de
variedades resistentes. Embora não haja fungicidas registrados para controle da doença, o
tratamento das sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico e a
pulverização com sulfato de cobre quando as plantas atingem 25 cm a 30 cm de altura têm-se
mostrado medidas eficientes na redução dos danos causados pela doença(Ashri,2007).
Mancha-de-cercospora
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fazer pulverizações preventivas com fungicidas cúpricos, pois tais tratamentos apresentam
resultados satisfatórios no controle. O uso de cultivares resistentes deve ser encorajado.
Podridão-negra-do-caule
É causada pelo fungo Macrophomina phaseolina e é uma das mais importantes doenças do
gergelim nas principais regiões produtoras do mundo, assim como em Moçambique.O fungo
afeta, principalmente, o caule e os ramos da planta, ocasionando lesões de cor marrom-clara que
podem circundar essas partes da planta ou se estenderem de forma longitudinal, podendo
alcançar o broto terminal da planta. Nas lesões, podem ser observadas pontuações negras que
correspondem aos picnídios do patógeno. Cortes longitudinais dos tecidos afetados ao longo do
caule exibem também pontuações negras que correspondem aos microescleródios do fungo.
As plantas afetadas murcham, podendo secar e morrer. Altas temperaturas e baixa umidade do
solo favorecem o desenvolvimento da doença. A disseminação ocorre principalmente por meio
da água da chuva ou irrigação, partículas de solo transportadas por máquinas e implementos e
sementes infectadas. O controle da podridão-negra se baseia na rotação de culturas, no uso de
sementes sadias, na eliminação de restos culturais e no uso de cultivares resistentes.
Murcha-de-fusário
Ocorre em todas as regiões produtoras de gergelim do Brasil. É causada por um fungo habitante
do solo, o Fusarium oxysporum f. sp. Sesami, sendo a planta suscetível ao patógeno em todos os
estádios de desenvolvimento. Os sintomas se caracterizam pelo amarelecimento inicial e
posterior flacidez e murcha da planta, que, em seguida, seca e morre. Fazendo-se um corte
transversal no caule, pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular.
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Virose
Embora a doença tenha sido associada ao Blackeye cowpea mosaic virus (BlCMV), o agente
causal é conhecido atualmente como uma estirpe do Bean common mosaic virus (BCMV). A
virose é transmitida pela cigarrinha-verde, a partir de planta infectada, por feijão e por malváceas
(guaxumas, vassourinhas). Para evitar a disseminação, deve-se promover a erradicação e queima
das plantas afetadas e o controle da cigarrinha.
Mancha-bacteriana
É causada pela bactéria Xanthomonas campestris pv. sesami e ocorre com frequência quase em
toda parte da África. Inicialmente, aparecem manchas escuras arredondadas ou angulares, nas
folhas, nos caules e nas cápsulas, que, posteriormente, adquirem coloração marrom avermelhada
ou negra, e que podem coalescer formando uma área necrosada. A mancha-bacteriana é
disseminada pela água da chuva junto com o vento e transmitida pela semente. Pode sobreviver
em restos culturais. Alto teor de nitrogênio no solo favorece essa doença. Para seu controle,
recomenda-se a eliminação de restos culturais, a rotação de culturas e o uso de sementes sadias.
Mancha-de-alternária
É causada pelo fungo Alternaria sesami, Os sintomas dessa doença caracterizam-se por manchas
marrons, circulares ou irregulares nas folhas e nos caules, que podem coalescer e levar à necrose
da área afetada, causando e induzindo ao desfolhamento e à morte da planta. Nas cápsulas, as
lesões apresentam, frequentemente, anéis concêntricos de tecido necrosado com diâmetro de até
2 cm. Altas temperaturas favorecem o surgimento dessa doença, que é transmitida pelas
sementes. Como medida de controle recomenda-se fazer rotação de culturas, eliminação de
restos culturais e uso de sementes sadias.
Podridão-do-colo
É uma doença causada pelo fungo habitante do solo Sclerotium rolfsii, bastante destrutiva, uma
vez que pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento das plantas e induzir 100% de
mortalidade. Os sintomas se caracterizam pela perda progressiva da coloração normal das
plantas, seguido pelo seu tombamento. As raízes infectadas se tornam de coloração marrom-
clara, fazendo com que as plantas sejam facilmente destacadas do solo.
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Escleródios caracterizados como estruturas de coloração branca a castanho podem ser vistos em
volta das raízes infectadas. Os sintomas podem atingir a haste e causar a sua destruição. O
controle da doença é feito com base em práticas culturais que incluem a rotação de culturas,
sobretudo com gramíneas, a drenagem adequada do solo, a destruição e queima de restos
culturais, o manejo da matéria orgânica, evitando sua acumulação no colo da planta, o plantio em
solos com boa drenagem e o uso de cultivares resistentes( FAO,2012).
2.5.3. Pragas
No estágio inicial do ataque, ocorre atrofiamento de ramos e folhas. As larvas, dobram o limbo
foliar no sentido longitudinal, tecem teias e alimentam-se da face dorsal das folhas, de brotos,
flores, cápsulas imaturas e sementes. O inseto adulto é uma mariposa que mede 8 mm de largura
e 15 mm de envergadura.
Os danos são causados tanto pelo inseto adulto como pelas ninfas, que se estabelecem em
colônias na face inferior das folhas Altas infestações da praga definham a planta, provocando a
“mela”, também ocasionando o aparecimento da fumagina. Os adultos são transmissores de
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viroses causadas por Nicotiana 10 vírus. Para seu controle, é preciso eliminar as plantas
daninhas, fazer barreiras com milho ou sorgo forrageiro e usar inseticidas para adultos e ninfas,
com detergentes neutros (160 mL/20 L de água) ou óleos (0,5% a 0,8%) ou sabões para redução
do número de ninfas em pulverizações dirigidas à parte inferior da folha. Não repetir o mesmo
princípio ativo, nem usar misturas de produtos, pois essa prática promove resistência ao
inseticida. Vários inimigos naturais têm sido associados ao complexo de espécies de mosca-
branca, como os do gênero Chrysoperla, Hippodamia, Coleomegilla e Cycloneda(Mucavele,
2000).
De acordo com (Lima et al., 2011), ao sugar a seiva, o inseto inocula uma toxina que
compromete o desenvolvimento da planta e sua produção. As plantas atacadas apresentam as
folhas de coloração verde amarelada, com bordas enroladas para baixo e os ramos tenros,
estiolados. A cigarrinha-verde é transmissora de viroses e da filoidia do gergelim, especialmente
quando existem lavouras de feijãomacaçar e malváceas (guaxumas e vassourinhas) infectadas
com viroses em áreas próximas ao plantio. O controle químico é feito com inseticidas sistêmicos
à base de demeton-metílico, thiometon ou pirimicarb.
Cortam folhas e ramos tenros, podendo destruir completamente as plantas na sua fase inicial de
desenvolvimento. O controle químico por meio de iscas tóxicas granuladas é muito utilizado,
mas deve ser evitado em dias chuvosos e solos úmidos. As iscas devem ser distribuídas em
porções ou dentro de porta-iscas, ao lado dos carreiros ativos. É importante que se efetue vistoria
frequente na área. Ressalta-se que o gergelim é conhecido tradicionalmente pelo controle de
formigas cortadeiras.
Peres Filho e Dorval (2003) observaram que iscas granuladas à base de farinhas de folhas de
gergelim (15%) apresentam-se como alternativa de controle de Atta sexdans rubropilosa; porém,
estudos ainda devem ser conduzidos com o objetivo de aumentar a eficiência do produto e
diminuir o tempo necessário para atingir o nível máximo de controle.
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2.6. Colheita
A colheita do gergelim é uma etapa crucial que influencia significativamente o rendimento final
da produção, podendo ocorrer perdas de sementes superiores a 50% devido à abertura espontânea
das cápsulas após a maturação completa. Para minimizar essas perdas, é recomendado programar
a colheita para períodos de estiagem, alinhando-a ao ciclo da cultivar, que geralmente varia entre
90 e 110 dias(Oliveira et al., 2021).
Segundo Abreu (2011), os agricultores podem acondicionar o gergelim em saca .A colheita deve
ser iniciada quando as hastes, folhas e frutos apresentarem um amarelecimento completo, mas
antes que os frutos se abram totalmente. Em cultivares com tendência à deiscência, os frutos na
base da planta abrem-se primeiro, sinalizando o momento adequado para a colheita.
Métodos de colheita
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3. CAPÍTULO III. MATERIAL E MÉTODOS
O estudo será realizado nos campos da Universidade Mussa Bin Bique,localiza ₋se na localidade
de Muriaze, posto administrativo de Anchilo no distrito de Nampula que dista aproximadamente
a 11km da cidade de Nampula, na estrada via Mogovolas. Todavia, o valor máximo da
temperatura do ar situa-se a 33.2 ºC e o mínimo de 19 ºC. Regra geral, as regiões de maior
elevação do distrito, apresentam-se com temperaturas mais suaves em relação as outras zonas.
Quanto a precipitação, media e de 1.045 mm anual (MAE, 2014, pág. 1).
O distrito de Nampula está localizado a Oeste da Cidade Capital Provincial, confinando a Norte
com os distritos de Mecuburi e Muecate, a Sul com o distrito de Mogovolas, a Este com o
distrito de Meconta e a Oeste com o Distrito de Murrupula O solo da região é do tipo franco-
arenoso de cor vermelha ou cinzenta, de textura grossa, possui elevada percentagem de fracção
areia com 66.6% e poucas percentagens de argila e silte, de 23.8% e 7.6% respectivamente, com
o pH variando entre 5.5 a 6.5 (MAE, 2014, pág. 1). Figura 1: Localização geográfica da área
do estudo.
21
Fonte: Autor (2025)
O clima do distrito de Nampula é do tipo tropical húmido com duas estações, de verão que parte
de Maio a Outubro, e de inverno que começa do final de Novembro prolongando-se ate no mês
de Abril. precipitação média anual oscila é de 1050 mm e temperaturas médias anuais de 22-27
ºC (MAE 2014).
3.3.Delineamento Experimental
22
e 315 é o número total de plantas em toda área de ensaio (
T 1 … .20 Plantas por parcela x 5 parcelas=100+T 2 … .15 px 5+T 3 … .16 px 5+T 4 ….12 px 5), a
área util total do ensaio é de 75 m2 (3.75x20parcelas). A separação entre os blocos será de 1m e
entre as parcelas será de 0.5m.
3.5.2. Sementeira
23
A sementeira será realizado no treceiro dia da 3ª semana de Março, seguindo todos os
procedimentos do espaçamentos para não comprometer o ensaio.
3.5.2. Rega
De acordo com Ayres e Westcot (1991), os principais parâmetros a serem avalidos na água de
irrigação da cultura de gergelim incluem o pH, deve estar dentro de uma faixa adequada para
não afetar a disponobilidade de nutrientes e a saúde das plantas. Condutividade Elétrica, reflete a
concentração de sais dissolvido na água. O gergelim é extremamente sensível à salinidade, e
águas com alta CE podem reduzir significativamente seu desenvolvimento. Nesse contexto, caso
não haja umidade do no solo far₋se₋à a rega para umidecer o solo entes da sementeira,
permitindo uma rapida germinação e o seu desenvolvimento.
3.5.3. Sacha
Esta prática, será realizada de modo a eliminar as infestantes que competiram com a cultura pela
luz, a água e os nutrientes. Às vezes, fornecem abrigo aos organismos patogénicos. Portanto,
realizar-se-á duas sachas manualmente, a primeira será realizada na 4ª semana de Março do ano
em curso e a segunda na 1ª semana de Abril.
3.5.4.Rotação de culturas
Pode se fazer rotação de culturas. Mais como se trata de um estudo de espaçamentos não é
necessario.
3.5.5.Controle fitossanitário
Serão realizadas duas ou mais pulverizações, dependendo do nivel de ataque. Uma contra pragas
e outra preventiva contra doenças, aplicar-se-á alguns pesticidas usando um pulverizador dorsal
de 16 litros de capacidade.
3.5.6. Pragas
24
As principais pragas do gergelim são: lagarta-enroladeira, pulgão, mosca-branca, cigarrinha-
verde, vaquinha-amarela e saúvas.
Controlo
Será realizado usando pelos métodos quimicos e culturais.
3.5.7. Doenças
As principais doenças do gergelim são as manchas foliares causadas por fungos, as quais podem
causar sérios prejuízos à cultura quando as condições são favoráveis ao seu desenvolvimento.
Controlo: pode ser quimico, mecânico e cultural. Ou por outro lado, o controle deve se basear
em medidas de exclusão e no uso de variedades resistentes.
3.5.8. Colheita
3.5.9. Rendimento
O rendimento será obtido depois da colheita e secagem do gergelim existentes nos tratamentos em
diferentes blocos, depois pesados com uma balança eletrónica. Os rendimentos serão determinados
em função do peso por unidade de área útil.
3.6.1.Altura da planta
25
A altura da planta será medida 30 dias após a sementeira, momento em que o gergelim estará na
fase de crescimento e desenvolvimento. Considerar-se-á a altura a partir da superfície da planta
até o ápice apical e será utilizada uma fita métrica de 5,0 m.
Será a valiada o diâmetro do caule, para ver qual será o espaçamento que influenciou o malhoir
número do diâmetro por tratamento.
Será avaliada o número de ramos por planta , pois cada ramo adicional pode potencilmente
produzir mais cápsulas e sementes.
Será colectado através da contagem por planta, após a cultura completar 90 dias. De seguida
será determinado o total de cápsula por tratamento dividindo pelo número total de plantas de
amostra, para se obter o valor médio de cápsula.
Será escolhidas 1000 sementes de cada tratamento aleatoriamente e pesadas numa balança de
precisão.
Para a determinação do rendimento será necessário o uso da fórmula abaixo e os valores serão
convertidos em quilogramas por hectare.
ton Peso 2
Rendimento : = ×10 . 000 m
ha Area do talha o
26
Análise estatística após a colecta dos dados no campo, em fichas de registo, far-se-á a descarga e
a codificação no Microsoft Excel 2010. Seguidamente serão importados para a planilha do
pacote/ programa estatístico Sisvar versão mais recente. Com este pacote estatístico serão
analisadas as seguintes variáveis: altura da planta, número de frutos, peso do fruto e o
rendimento. Para saber se os tratamentos diferem ou não quanto ao seu efeito sobre as variáveis
far-se-á a análise de variância cuja execução será precedida pela verificação dos pressupostos de
adesividade, normalidade e homogeneidade de variâncias recorrendo aos testes de Shapiro-Wilk
e Bartlett's para os dois últimos pressupostos será Detectada a existência ou não de diferenças
significativas entre os tratamentos em relação às variáveis, e depois proceder-se-á ao teste de
comparações de médias pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
27
CAPITULO IV: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE
4.1. Actividades
MESES
1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4
Preparação do campo
Demarcação do
campo
Sementeira
Sacha e amontoa
Adubação
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Acompanhamento
Controlofitossanitário
Levamento de dados
Colheita
Análise de dados
Entrega de relatório
3.2. Orçamento
N0 de Materi Preç Qua Cus
Ordem ais ⁄ Insumos o Unit.⁄mt ntidades to Total ⁄mt
01 Caneta 15,00 2 30,00
02 Bloco de nota 50,00 1 50,00
03 Boné 150,00 2 300,00
04 Ancinho 200,00 1 200,00
05 Enxada 100,00 1 100,00
06 Catana 150,00 1 150,00
07 Régua 50,00 1 50,00
08 Fita métrica 350,00 50 m 350,00
09 Maquina 150 1 150,00
calculadora
10 Pulverizador 3000 2 6.000,00
11 Semente 250,00 20g 250,00
12 Pesticidas (litro) 250,00 1L 250,00
13 Regadores de 13litros 500,00 3 1500,00
14 Macacão ⁄uniforme 900,00 1 900,00
115 Botas ⁄galochas 450,00 1 450,00
16 Luvas 150,00 10 1500,00
17 Mascaras 150,00 10 1500,00
18 Custos de Transporte aliment 90/dia 300,00 27.000,00
19 Serradura de 50kg 80,00 4 320,00
20 Capim elefante 7 molhos 100,00 2 700,00
29
21 Transporte 500,00 **** 500,00
Valor 59.000,50,00
total
5. Bibliográfia
5.1. Referências
Abreu C.L.M.; Arriel N.H.C. (2011). Diretrizes técnicas para o cultivo do gergelim no estado de
mato grosso. Disponível em:<http://www.gestaoct. org.br/documentos/manualgergelim.p
df>, acesso: 29 de setembro de.
Araujo, L.H.A. ; Soares, J.J. (2001). Pragas e seu controle In: Beltrão, N. E. de M.; VIeira, D. J.
p. 345- 421
Amorim Neto, M da S.; Araujo, E. de A.; Beltrão, N.E.de M. Bedigian, D .(2010).Clima e solo.
In: O Agronegócio dogergelim no Brasil.
Beltrão.(2005). N.E. de M. Origem e história. In: Beltrão, N.E. de M.; Vieira, D.J. O
Embrapa.https://context.reverso.net/traducere/romana-engleza/Da+pagina.
Andrade, F. P.(2009). Cultivares. In: Arriel, N.H.C.; Beltrão, N.E.de M.; Firmino, P. de T. G
In: Bascones, L.; Ritas, J.L. La nutrición mineral del ajonjolí. I. Extracción total de
nutrientes. Agronomia Tropical, v.11, n.2, p.93-101,.
Lima, E.F.; Araújo, A.E.; Batista, F.A.S. (2001). Doenças e seu controle. In: Beltrão, N.E.M.;
Oliveira, R. T., Silva, M. F., & Lima, S. C. (2021). Espaçamento e produtividade do gergelim:
31
uma revisão. Revista de Pesquisa Agrícola, 18(2), 55-72.
Oliveira, R.C.; Castiglioni, S.A.C.; Haas, K.S.; Oliveira.(2007). Recomendação técnica e cultivo
da cultura do gergelim, no sistema safrinha, fazenda Palmeirinha município de
Campinaçú (GO). UPIS, Planaltina. 61p.. (Boletim Técnico).
Apêndice
32
6. Apêndice
11.5m
13.5 m
1.5m B1 B2 B3 B4 B5
3m T1 1 1m T2 1m T1 3m T2 T4
T1 T3
3m T2 1m T1 1m T4
1.5 m 0.5m 0.5m 0.5m
T2
T3 T4 1m T3 T4
0.5m 0.5m 0.5m
T4 T3 T2 T3 T1
1m
34