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Wa0001

O documento apresenta uma série de questões de geometria analítica, abordando tópicos como retas, circunferências, elipses e parábolas. Cada questão oferece múltiplas alternativas, exigindo cálculos e raciocínio lógico para determinar a resposta correta. As perguntas variam em complexidade e envolvem conceitos fundamentais da geometria no plano cartesiano.

Enviado por

Fábio Magno
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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GEOMETRIA ANALÍTICA – SÓ O FILÉ ...

QUESTÃO 01: Considere a reta t mediatriz do segmento cujos extremos são os pontos em que a reta
s : 2 x  3y  12  0 intercepta os eixos coordenados. Então, a distância do ponto M(1, 1) à reta t é
13 3
a)
11
10 13
b)
13
13 11
c)
13
3 11
d)
13
3 3
e)
11

QUESTÃO 02: Seja C a circunferência de equação x2  y2  2x  4y  2  0. Considere em C a corda MN cujo


ponto médio é P( 1,  1). O comprimento de MN (em unidade de comprimento) é igual a
a) 2
b) 3
c) 2 2
d) 2 3
e) 2

QUESTÃO 03: Os valores reais de n para os quais a reta (t) y  x  n seja tangente à elipse de equação
2 x2  3y2  6 são iguais a
a)  5 e 5
b)  3 e 3
c) 3 e 3
d) 2 e 2
e) 5 e 5

QUESTÃO 04: Considere as equações de nove retas distintas do plano cartesiano:

r1 : y  3x  2 r2 : 3x  y  1  0 r3 : x  3y  1  0
x 1
r4 : y    r5 : 3x  9y  2  0 r6 : y  3x  7
3 3
x y
r7 : 6x  2y  4  0 r8 : 3x  y  9  0 r9 :  1
3 2

Sorteando aleatoriamente e sem reposição duas retas dessa lista, a probabilidade de obter duas retas cuja
interseção é um conjunto não vazio é
a) 0,15
b) 0,25
c) 0,50
d) 0,75
e) 0,85
QUESTÃO 05: Considere a circunferência que passa pelos pontos (0, 0), (0, 6) e (4, 0) em um sistema de
coordenadas cartesianas ortogonais. Sabendo que os pontos (0, 6) e (4, 0) pertencem a uma reta que passa pelo
centro dessa circunferência, uma das retas tangentes a essa circunferência, que passa pelo ponto (3,  2), tem por
equação
a) 3x  2y  13  0
b) 2x  3y  12  0
c) 2x  y  8  0
d) x  5y  13  0
e) 8x  3y  18  0

QUESTÃO 06: Considere as afirmações:

I. Uma elipse tem como focos os pontos F1( 3, 0), F2 (3, 0) e a medida do eixo maior é 8. Sua equação é
x2 y2
  1.
16 7
5
II. Os focos de uma hipérbole são F1( 10, 0), F2 (10, 0) e sua excentricidade é . Sua equação é 16x2  9y2  576.
3
III. A parábola 8x  y2  6y  9 tem como vértice o ponto V(3, 0).

Com base nessas afirmações, assinale a alternativa correta.


a) Todas as afirmações são falsas.
b) Apenas as afirmações I e III são falsas.
c) Apenas as afirmações I e II são verdadeiras.
d) Todas as afirmações são verdadeiras.
e) Apenas a afirmação III é verdadeira.

QUESTÃO 07: O ponto simétrico do ponto (1,5) em relação à reta de equação 2x  3y  4  0 é o ponto
a)  3,  1.
b)  1,  2 .
c)  4,4  .
d)  3,8  .
e)  3,2  .

QUESTÃO 08: Uma reta t passa pelo ponto A( 3,0) e é tangente à parábola de equação x  3y2 no ponto P.
Assinale a alternativa que apresenta uma solução correta de acordo com essas informações.
a) t : x  10y  3  0 e P(27,3)
b) t : 2x  15y  6  0 e P(12,2)
c) t : 2x  15y  6  0 e P(12,  2)
d) t : y  0 e P(0,0)
e) t : x  6y  3  0 e P(3,  1)

QUESTÃO 09: Sejam dados a circunferência λ : x2  y2  4x  10y  25  0 e o ponto P, que é simétrico de (–1, 1)
em relação ao eixo das abscissas. Determine a equação da circunferência concêntrica à λ e que passa pelo ponto P.
a) λ : x2  y2  4x  10y  16  0
b) λ : x2  y2  4x  10y  12  0
c) λ : x2  y2  4x  5y  16  0
d) λ : x2  y2  4x  5y  12  0
e) λ : x2  y2  4x  10y  17  0
QUESTÃO 10: Sobre a curva 9x2 + 25y2 – 36x + 50y – 164 = 0, assinale a alternativa correta.
a) Seu centro é (– 2,1).
b) A medida do seu eixo maior é 25.
c) A medida do seu eixo menor é 9.
d) A distância focal é 4.
e) Sua excentricidade é 0,8.

QUESTÃO 11: Considere a circunferência  λ  x2  y2  4x  0 e o ponto P 1, 3  . Se a reta t é tangente a λ no


ponto P, então a abscissa do ponto de intersecção de t com o eixo horizontal do sistema de coordenadas cartesianas
é
a) –2
b) 2  3
c) 3
d) 3  3
e) 3  3 3

QUESTÃO 12: O ponto da circunferência x2  y2  2x  6y  1  0 que tem ordenada máxima é


a)  0, 6
b)  1, 3 
c)  1,0 
d)  2,3
e)  2, 3

 1 y2  3
QUESTÃO 13: O ponto P  a,  pertence à parábola x  . A equação da reta perpendicular à bissetriz dos
 3 3
quadrantes ímpares que passa por P é:
a) 27x  27y – 37  0
b) 37x  27y – 27  0
c) 27x  37y – 27  0
d) 27x  27y – 9  0
e) 27x  37y – 9  0

QUESTÃO 14: Num estádio de futebol em forma de elipse, o gramado é o retângulo MNPQ, inscrito na cônica,
conforme mostra a figura. Escolhendo o sistema de coordenadas cartesianas indicado e tomando o metro como
x2 y2
unidade, a elipse é descrita pela equação   1. Sabe-se também que os focos da elipse estão situados em
362 602
lados do retângulo MNPQ.

Assim, a distância entre as retas MN e PQ é


a) 48 m
b) 68 m
c) 84 m
d) 92 m
e) 96 m
QUESTÃO 15: A representação no sistema cartesiano ortogonal da equação 9x2  y2  36x  8y  11 é dada por
a) duas retas concorrentes.
b) uma circunferência.
c) uma elipse.
d) uma parábola.
e) uma hipérbole.

QUESTÃO 16: Sejam as circunferências c1 : x2  y2  16  0 e c 2 : (x  2)2  (y  2)2  4. Considere A e B os


pontos de intersecção dessas circunferências. Determine a distância entre A e B.
a) 2 7
b) 14
c) 2 14
d) 7
7
e)
2

QUESTÃO 17: Quanto à posição relativa, podemos classificar as circunferências (x  2)2  (y  3)2  9 e
x2  y2  8x  15  0
a) secantes.
b) tangentes internas.
c) tangentes externas.
d) externas.
e) internas.

QUESTÃO 18: Seja λ : 3x2  3y2  6x  12y  k  0, uma circunferência que no plano cartesiano tem intersecção
vazia com os eixos coordenados.

Considerando k  , é correto afirmar que


k k
a) P  ,  é interior a λ .
3 3
b) existem apenas dois valores inteiros para k.
c) a reta r : x  k intersecta λ .
d) se c é o comprimento de λ, então c  2π unidades de comprimento.

QUESTÃO 19: Considere os pontos A (4 ,  2), B (2 , 0) e todos os pontos P (x , y), sendo x e y números reais,
tais que os segmentos PA e PB são catetos de um mesmo triângulo retângulo.
É correto afirmar que, no plano cartesiano, os pontos P (x , y) são tais que
a) são equidistantes de C (2 ,  1)
b) o maior valor de x é 3  2
c) o menor valor de y é 3
d) x pode ser nulo.

QUESTÃO 20: Analise as proporções abaixo e escreva V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).

I. ( ) A distância entre o vértice e o foco da parábola y2  4x  4  0 é igual a 1 unidade de comprimento.


II. ( ) Numa hipérbole equilátera, as assíntotas são perpendiculares entre si.
III. ( ) A equação 2x2  y2  4x  4y  4  0 representa uma elipse que tem um dos focos no ponto P (1, 4)

A sequência correta é
a) F - F - V
b) V - F - V
c) F - V - F
d) V - V - F
QUESTÃO 21: Considere no plano cartesiano um triângulo equilátero ABC em que:

- os vértices B, de abscissa positiva, e C, de abscissa negativa, estão sobre o eixo OX;


 3
- possui baricentro no ponto G  0, 
 3 

Considere também, nesse mesmo plano cartesiano, a circunferência λ1 inscrita e a circunferência λ 2 circunscrita ao
triângulo ABC.

Analise as proposições abaixo e escreva (V) para verdadeira e (F) para falsa.

( ) A reta r, suporte do lado AB, passa pelo ponto ( 1, b), em que b é o dobro do oposto do coeficiente angular de
r
 1 
( ) O círculo delimitado por λ 2 contém o ponto   , 3 
 2 
3
( ) O ponto da bissetriz dos quadrantes ímpares de abscissa pertence a λ1
3

A sequência correta é
a) V - F - V
b) F - F - V
c) V - F - F
d) F - V - F

QUESTÃO 22: Considerando a circunferência de equação λ : x2  y2  2x  4y  4  0, é correto afirmar que


a) λ é concêntrica com α : (x  1)2  (y  2)2  1
b) o ponto O(0,0) é exterior a λ
c) a reta r : x  y  3  0 é tangente a λ
d) λ é simétrica da circunferência β : (x 1)2  (y  2)2  9, em relação ao ponto O(0,0).

3
QUESTÃO 23: A circunferência λ é tangente à reta r : y  x também é tangente ao eixo das abscissas no ponto
4
de abscissa 6.

Dentre as equações abaixo, a que representa uma parábola que contém a origem do plano cartesiano e o centro de
λ é
a) 12(y  x)  x2  0
b) 3y2  12y  2x  0
c) 2y2  3x  0
d) 12y  x2  0

QUESTÃO 24: Considere no plano complexo, o conjunto dos números z  x  yi ; {x, y}  e i2  1 que
satisfazem a condição | z |  | 2z  1|

É FALSO afirmar que


1
a) este conjunto pode ser representado por um círculo de raio igual a
3
b) z  1 é o elemento de maior módulo, neste conjunto.
1
c) z   é o elemento de maior argumento, neste conjunto.
3
d) não existe z, neste conjunto, que seja imaginário puro.
QUESTÃO 25: Sejam a e b dois números reais positivos.
As retas r e s se interceptam no ponto (a, b)
a   b
Se  , 0   r e  0,   s, então uma equação para a reta t, que passa por (0, 0) e tem a tangente do ângulo agudo
2   2
formado entre r e s como coeficiente angular, é
a) 3abx   2a2 – b2  y  0
b) 3bx – b  a2  b2  y  0
c) 3ax – a  a2  b2  y  0
d) 3abx – 2  a2  b2  y  0

QUESTÃO 26: Sobre a circunferência de menor raio possível que circunscreve a elipse de equação
x2  9y2  8x  54y  88  0 é correto afirmar que
a) tem raio igual a 1.
b) tangencia o eixo das abscissas.
c) é secante ao eixo das ordenadas.
d) intercepta a reta de equação 4x – y  0.

 x  2t
 k
QUESTÃO 27: Considere no plano cartesiano as retas r:  1 e s: k  1 x – y –  0, onde k  .
 y  3t  2
2
Sobre as retas r e s é correto afirmar que NUNCA serão
a) concorrentes perpendiculares.
b) concorrentes oblíquas.
c) paralelas distintas.
d) paralelas coincidentes.

QUESTÃO 28: No plano cartesiano, a circunferência λ de equação x2  y2  6x  10y  k  0, com k  ,


determina no eixo das ordenadas uma corda de comprimento  8.
Dessa forma, é correto afirmar que
a) λ é tangente ao eixo Ox
b) o raio de λ é igual a k
c) P k , 1  λ
d) λ é secante à reta x  k

QUESTÃO 29: Um quadrado de 9 cm2 de área tem vértices consecutivos sobre a bissetriz dos quadrantes pares do
plano cartesiano.
Se os demais vértices estão sobre a reta r, que não possui pontos do 3º quadrante, é incorreto afirmar que a reta r
a) pode ser escrita na forma segmentária.

b) possui o ponto P  2,2 2 
c) tem coeficiente linear igual a 3 2
d) é perpendicular à reta de equação 2x  2y  0

QUESTÃO 30: Sejam y  m1x  b1 e y  m2 x  b2 as equações das retas tangentes à elipse x2  4y2  16y  12  0
que passam pelo ponto P(0, 0). O valor de (m12  m22 ) é
a) 1
3
b)
4
3
c)
2
d) 2
5
e)
2
QUESTÃO 31: A equação da circunferência tangente às retas y  x e y   x nos pontos (3, 3) e (3, 3) é
a) x2  y2  12x  18  0
b) x2  y2  12y  18  0
c) x2  y2  6x  9  0
d) x2  y2  6y  9  0
e) x2  y2  16x  20  0

QUESTÃO 32: Considere a sequência (a,b,2) uma progressão aritmética e a sequência (b,a,2) uma progressão
geométrica não constante, a,b  . A equação da reta que passa pelo ponto (a,b) e pelo vértice da curva
y2  2y  x  3  0 é

a) 6y  x  4  0
b) 2x  4y  1  0
c) 2x  4y  1  0
d) x  2y  0
e) x  2y  0
Gabarito:

Resposta da questão 1:
[B]

Intersecção da reta s com o eixo x. (y  0)


2x  12  0  x  6  P(6, 0)

Intersecção da reta s com o eixo y. (x  0)


3y  12  0  y  4  Q(0, 4)

Considerando que N é o ponto médio de PQ, temos:


6  0
xN   3
2
04
yN  2
2

Portanto, N  ( 3, 2).

A reta s tem coeficiente angular 2 3, portanto a reta t terá coeficiente angular 3 2, pois são perpendiculares.

Determinando agora a equação da reta t, que passa pelo ponto N e é perpendicular à reta s, temos:
3
y  2     x  ( 3)  3x  2y  5  0
2

Calculando a distância do ponto M(1, 1) à reta (t) 3x  2y  5  0, temos:


3 1 2 1 5 10 10  13
d  
2 2 13 13
3 2

Resposta da questão 2:
[C]

Determinando o centro A e o raio r da circunferência:


x2  y2  2x  4y  2  0  x2  2x  1  y 2  4y  4  2  4  1 
(x  1)2  (y  2)2  3

Portanto, A( 1,  2) e r  3
Sabemos que AP  1, pois são pontos que estão na mesma reta vertical.

Utilizando o Teorema de Pitágoras podemos determinar o valor de PN :


2
PN2  12  3  PN  2

Logo, MN  2  2.

Resposta da questão 3:
[A]

Resolvendo, inicialmente, um sistema com as equações da reta e da elipse:



2x2  3y2  6

y  x  n

Substituindo a segunda equação na primeira, temos:


2x 2  3  (x  n)2  6
5x 2  6nx  3n2  6  0

Para a equação tenha duas raízes reais e iguais, ou seja a reta deve ser tangente a elipse, deveremos ter o valor do
discriminante (delta) igual a zero.
 6n 2  4  5   3n2  6   0
24n2  120  0
24n2  120
n2  5
n 5

Resposta da questão 4:
[D]

As retas r2 , r6 , r7 e r8 são paralelas, pois possuem o mesmo coeficiente angular m  3.


1
As retas r3 , r4 e r5 são paralelas, pois possuem o mesmo coeficiente angular m   .
3

9!
Calculando então todas as possibilidades de escolher duas destas 9 retas, temos: n(E) C9,2   36
2! (9  2)!

Número de maneiras de se escolher duas retas cuja intersecção é um conjunto não vazio.
n(A)  36  C3,2  C4,2  36  3  4  27

Portanto, a probabilidade pedida será dada por:


n(A) 27 3
P    0,75
n(E) 36 4

Resposta da questão 5:
[A]
Centro da circunferência (ponto médio do diâmetro).
04 60
C ,  C   2,3 
 2 2 

Cálculo do raio da circunferência.


(4  0)2  (6  0)2 2 13
r   13
2 2

Equação da reta tangente à circunferência.


y  2  m  x  3  mx  y  3m  2  0

Sabendo que a distância do centro à reta tangente é o raio, podemos escrever:


2m  3  3m  2
2
m 1
 
 13  ( m  5)2  13 m2  1  12m2  10m  12  0  6m2  5m  6  0

Resolvendo a equação do segundo grau, obtemos:


5  169 3 2
m m ou m  
26 2 3

3 3
Se m  a equação da reta será dada por y  2   (x  3)  3x  2y  13  0
2 2

2 2
Se m   a equação da reta será dada por y  2    (x  3)  2x  3y  0
3 3

Portanto, a alternativa [A] é a correta.

Resposta da questão 6:
[C]

[I] Verdadeira.
x2 y2
 1
a2 b2

Admitindo os focos (c, 0) e (c, 0), temos:


a4 e c3
b2  32  42  b  7

Portanto, a equação da elipse será:


x2 y2
  1.
16 7

[II] Verdadeira.
c  10
5 10
 a6
3 a
102  62  b2  b  8

Portanto, a equação da hipérbole será dada por:


x2 y2
  1  16x2  9y2  576
62 82

[III] Falsa.
8x   y 2  6y  9
(y  3)2
x
8
Portanto, o vértice é o ponto (0, 3).

Resposta da questão 7:
[A]

Considerando, (r ) 2x  3y  4  0 e P(1, 5)
Determinando a equação da reta ( s ) perpendicular a reta (r ) e que passa pelo ponto (1, 5)

( s ) 3 x 2 y k  0
3  10  k  0
k7

Logo, a equação da reta ( s ) será dada por 3 x  2 y  7  0.

Determinando, o ponto M de intersecção das retas r e s.

2x  3y  4  0

3x  2y  7  0

Resolvendo o sistema, temos M(1, 2).

Determinando agora o ponto A simétrico do ponto p em relação à reta r, M é ponto médio de PA.

1 xA
 1  x A  3
2
5  xA
 2  x A  1
2

Logo, A ( 3,  1).

Resposta da questão 8:
[E]

Seja ( t ) a reta tangente à parábola de equação x  3y 2 .

( t ) y  mx  n, como o ponto A( -3,0) pertence a ( t ) concluímos que n  3m e a equação da reta t passa a ser
escrita por y  mx  3m.

Substituindo y  mx  3m na equação da parábola, temos:


x  3  (mx  3m)2
x  3  (m2 x 2  6m2 x  9m2 )
x  3m2 x 2  18m2 x  27m2
3m2 x 2  (18m2  1)x  27m2  0

Para que a reta seja tangente à parábola o discriminante deverá ser igual à zero.

Δ0
(18m2  1)2  324m4  0
36m2  1  0  m  1 6 ou m  1 6

Se m  1 6, temos x  6y  3  0.
Se m  1 6, temos x  6y  3  0.

Fazendo m  1 6, temos:
x2  6x  9  0  x  3 ou y  1.

Resposta da questão 9:
[B]

Determinando o centro C da circunferência dada:

x2 + 4x + 4 + y2 + 10y + 25 = 25 + 4 + 25

(x + 2)2 + (y + 5)2 = 4

Logo, o centro é C(–2,–5).

O ponto P simétrico do ponto (–1,1) em relação ao eixo x é P (–1, –1).

Portanto, o raio R da circunferência pedida será a distância entre os pontos P e C. Temos,

R2 = (–1 – (–2))2 + (–1 – (–5))2 = 17

Logo, a equação da circunferência pedida será dada por :

(x + 2)2 + (y + 5)2 = 17  x2 + y2 + 4x + 10y + 29 – 17 = 0  x2 + y2 + 4x + 10y + 12 = 0

Resposta da questão 10:


[E]

9x2 + 25y2 – 36x + 50y – 164 = 0

9(x2 – 4x + 4) + 25(y2+ 2y + 1) = 164 + 36 + 25

9(x – 2)2 + 25(y + 1)2 = 225

(x  2)2 (y  1)2
 1
25 9

Equação de uma elipse com centro no ponto (2, –1), eixo maior igual a 10, eixo menor igual a 6, distância focal igual
a 8 e excentricidade e = 4/5 = 0,8.
Portanto, a afirmação [E] é a verdadeira.

Resposta da questão 11:


[A]

Completando os quadrados, obtemos


x2  y2  4x  0  (x  2)2  y2  4.

Assim, o centro da circunferência é o ponto C(2, 0).


O coeficiente angular da reta t é dado por

x  xP 2 1 1 1 3 3
 C      .
yC  yP 0 3  3 3 3 3

3
Desse modo, a equação de t é y  3   (x  1) e, portanto, a abscissa do ponto de interseção de t com o eixo
3
x é tal que

3
0 3   (x  1)  3  x  1  x  2.
3

Resposta da questão 12:


[C]

Completando os quadrados, obtemos

x2  2x  y2  6y  1  0  (x  1)2  1  (y  3)2  9  1  0
 (x  1)2  (y  3)2  9.

Logo, segue que o centro da circunferência é o ponto C( 1,  3) e o seu raio é r  9  3.


O ponto de ordenada máxima é o ponto sobre a reta xC  1, cuja ordenada é dada por yC  r  3  3  0, ou seja,
( 1, 0).

Resposta da questão 13:


[A]

Como P pertence à parábola, segue que

2
 1
  3
a  3
1 28
 1 .
3 27 27

Sabendo que a bissetriz dos quadrantes ímpares é a reta y  x, temos que o coeficiente angular da reta procurada é
1 e, portanto, sua equação é dada por

1  28  1 28
y  ( 1)   x   xy  0
3  27  3 27
 27x  27y  37  0.

Resposta da questão 14:


[E]

Considere a figura.
Sejam F1 e F2 os focos da elipse.
Queremos calcular F1F2  2  OF1.
2 2
Sabendo que F1B1  602 e OB1  362 , da relação fundamental, vem

2 2 2 2
F1B1  OB1  OF1  OF1  602  362
 OF1  2304
 OF1  48 m.

Portanto,

2  OF1  2  48  96 m.

Resposta da questão 15:


[E]

Completando os quadrados, obtemos

9x 2  y 2  36x  8y  11  9(x 2  4x)  (y 2  8y)  11


 9[(x  2)2  4]  [(y  4)2  16]  11
 9(x  2)2  (y  4)2  9
(x  2)2 (x  2)2
   1,
12 32

que é a equação de uma hipérbole com eixo real paralelo ao eixo Ox.

Resposta da questão 16:


[B]

Resolvendo um sistema com as equações das circunferências.

 x 2  y 2  16
 2
 x  4x  4  y  4y  4  4
2
Fazendo a diferença entre a primeira e a segunda equações, temos:

y  x 5

Substituindo o resultado acima na primeira equação, temos:


2x 2  10x  9  0
5 7 5 7
x ou x =
2 2
5 7 5  7  5  7 5  7 
x y B , 
2 2  2 2
 
5 7 5  7  5  7 5  7 
x y A , 
2 2  2 2
 

Logo, a distância entre os pontos A e B será dada por:


2 2
 5  7 5  7   5  7 5  7  2 2
AB         7  7  14
 2 2   2 2
 

Resposta da questão 17:


[A]

Sejam λ1 : (x  2)2  (y  3)2  9 e λ 2 : x2  y2  8x  15  0. É imediato que C1  (2, 3) e r1  3. Ademais,


completando os quadrados na equação de λ 2 , encontramos λ 2 : (x  4)2  (y  0)2  1. Daí, vem C2  (4, 0) e
r2  1.

A distância entre os centros de λ1 e λ 2 é dada por

d(C1, C2 )  (4  2)2  (0  3)2  13.

Logo, como r1  r2  4 e r1  r2  2, temos

| r1  r2 |  d(C1, C2 )  r1  r2 .

Portanto, podemos concluir que λ1 e λ 2 são secantes.

Resposta da questão 18:


[B]

Colocando na equação geral da circunferência:


3x 2  3y 2  6x  12y  k  0

       
3  x 2  2x  3  y 2  4y  k  0  3  x 2  2x  1  3  y 2  4y  4  15  k
15  k
 x  12   y  22   R2
3

Assim, conclui-se que o centro da circunferência será em (1, 2) e que para que a mesma possua intersecção vazia
com os eixos coordenados é necessário que:
0  R  1  0  R2  1
15  k
0  1  0  15  k  3  12  k  15 com k 
3

Analisando as alternativas conclui-se que apenas a alternativa [B] é a correta, pois entre o intervalo 12 e 15 há
apenas dois números inteiros: 13 e 14.

Resposta da questão 19:


[B]

Se PA e PB são catetos de um mesmo triângulo retângulo, então AB será a hipotenusa do mesmo. Se AB é a


hipotenusa, então sabemos que oposto a ela encontra-se um ângulo reto. Se imaginarmos um arco oposto a este
ângulo reto, concluímos que tal arco deve ter um ângulo deve ter 180, pois sabe-se que a medida de um ângulo
inscrito em uma circunferência é igual à metade da respectiva medida do ângulo central (ou arco correspondente).

Daí, pode-se perceber que o conjunto de pontos P(x,y) tais que os segmentos PA e PB formem catetos de um
mesmo triângulo retângulo é uma circunferência cujo diâmetro é igual à hipotenusa dos triângulos retângulos
possíveis. A figura a seguir dá exemplo de dois triângulos retângulos possíveis (catetos identificados em vermelho).

Sabendo-se disso tudo, pode-se calcular o raio da circunferência, que será igual a metade da hipotenusa AB. A
hipotenusa pode ser calculada pela fórmula de distância entre dois pontos (A e B). Assim:
dist AB   4  22   2  0 2  (2)2  ( 2)2  8  2 2

Assim, o raio da circunferência será:


2 2
R  2
2

Do gráfico percebe-se facilmente que as coordenadas do centro da circunferência serão D(3, 1). Outra maneira de
se encontrar tais coordenadas seria deduzir a equação da reta e utilizar a fórmula da distância entre dois pontos, uma
vez que tal distância é conhecida (no caso B e D ou A e D, que distam de R  2 entre si).

Analisando então as afirmativas da questão, temos os pontos P (x, y) são tais que:
[A] Incorreto. O ponto C sugerido é um ponto qualquer dentro da circunferência e não corresponde ao centro da
mesma, e portanto não é equidistante dos pontos P (x, y).
[B] Correto. O maior valor de x corresponde a coordenada do centro da circunferência, ou seja D(3, 1), somado ao
raio da mesma, R  2, indicado em azul na figura apresentada. Assim, o valor máximo de x é 3  2.
[C] Incorreto. O maior valor de y corresponde a coordenada do centro da circunferência, ou seja D(3, 1), somado ao
raio da mesma, R  2. Assim, o valor máximo de y é 1  2 2,41.
[D] Incorreto, pois a circunferência não toca o eixo das coordenadas.

Resposta da questão 20:


[D]

Analisando as proposições:

[I] VERDADEIRA. Podemos reescrever a equação da parábola dada:


1
y2  4x  4  0  x   y2  1
4

Assim, temos que quando x  0, y  2, e quando y  0, x  1. Com isso pode-se construir um gráfico e
identificar que trata-se de uma parábola com concavidade voltada para a esquerda, que corta o eixo y nos pontos
2 e 2, cujo vértice tem coordenadas (0, 1). Conclui-se também que eixo de simetria da parábola é o próprio
eixo x (x  0).
O foco de uma parábola fica sempre sobre o eixo de simetria (portanto, nesse caso, x  0), com y  k  p onde k
1
será a coordenada y do vértice e p  .
4a

Assim, a coordenada y do foco será:


k 1
1
p  1
4  1
4
y  k  1  y  1 1  y  0

Logo, as coordenadas do foco serão (0, 0) e sua distância até o vértice é igual a 1. A alternativa é verdadeira.

[II] VERDADEIRA. A proposição é verdadeira pois esta é justamente a definição de hipérbole equilátera: ter as
assíntotas perpendiculares entre si.

[III] FALSA. Podemos reescrever a equação dada de modo a facilitar as conclusões:


 x  12  y  22
(2x2  4x)  (y 2  4y  4)  0   1
1 2

Comparando esta equação com a equação geral de uma elipse, pode-se concluir que a equação dada trata-se de
uma elipse de centro (1, 2), semi-eixo menor b  1 e semi-eixo maior a  2. A elipse pode ser representada
graficamente como na figura a seguir:

Sabendo que a2  b2  c2 , então c  1. Daí pode-se deduzir que os focos da elipse serão (1, 3) e (1, 1). A
proposição é falsa.
Resposta da questão 21:
[A]

Sabendo que G pertence à mediana relativa ao lado BC, segue que a origem, O, dos eixos cartesianos é o ponto
1
médio do lado BC, e A pertence ao semieixo positivo das ordenadas. Além disso, temos GO   AO, o que implica
3
2
em AO  3 e, portanto, A  (0, 3). Daí, BC   AO implica em BC  2, resultando em B  (1, 0) e C  ( 1, 0).
3

A equação da reta r é dada por

y  tg120  x  3   3x  3.

Logo, segue que (1, b)  (1, 2 3). Daí, temos  3  (1)  3  2 3, ou seja, r passa pelo ponto ( 1, b).

A medida do raio de  2 corresponde à medida do segmento CG. Logo, como

GO 2 3
CG  
sen30 3

e o centro de  2 é o ponto G, temos

2
 3 4
2 : x2   y    .
 3  3

 1 
Assim podemos concluir que   , 3  é exterior a 2 , pois
 2 

2
 1  3
2
4
    3    .
 2  3  3

Desde que G é o centro de 1 e seu raio é GO, vem

2
 3 1
1 : x 2   y    .
 3  3

3  3 3
Seja P o ponto da bissetriz dos quadrantes ímpares, tal que a abscissa de P é . É imediato que P   , .
3  3 3 
Desse modo, temos

2 2
 3  3 3 1
      ,
 3   3 3  3

ou seja, P pertence a 1.

Resposta da questão 22:


[D]

Completando os quadrados, segue que

x2  y2  2x  4y  4  0  (x  1)2  1  (y  2)2  4  4  0
 (x  1)2  (y  2)2  9.

Logo, o centro de  é o ponto ( 1, 2), distinto de (1, 2), que é o centro de
Seja f a função dada por f(x, y)  (x  1)2  (y  2)2  9. Como f(0, 0)  4  0, tem-se que O é interior a .

Tomando a equação explícita da reta r e a equação reduzida da circunferência , temos

(x  1)2  (x  3  2)2  9  2(x  1)2  9.

Donde podemos concluir que a reta r é secante à circunferência .

O centro da circunferência  é o ponto (1,  2), e seu raio é 3. Logo, como as circunferências  e  têm o mesmo
raio e seus centros distam 5 do ponto O, segue-se que  é simétrica de  em relação ao ponto O.

Resposta da questão 23:


[B]

Com as informações do enunciado, pode-se desenhar:

Percebe-se que:
PC  CT  b  Raio de λ (R)
2 2
PO  (x  0)2  (y  0)2  PO  x2  y2

Por semelhança de triângulos, sabe-se que:


ΔOPC ΔOCT  PO  OT  6
2
Portanto, PO  x2  y2  x2  y2  36
3
Mas P pertence à reta r, logo y  x, ou seja:
4
2
3  9 2 24
x2  y2  36  x2   x   36  x 2  x  36  x 
4  16 5
3 3 24 72 18
y xy   y
4 4 5 20 5
 24 18 
Portanto, as coordenadas do ponto P são  ,  . A distância entre o ponto P e o centro C é igual ao raio R da
 5 5 
circunferência. Assim, pode-se escrever:
2 2
 24   18 
R2    6    b   mas b  R
 5   5 
2 2 2 2
 24   18   6   18  36R 36 324 36R
R2    6    R   R2   2
   5   5  R  0  25  25  5
 5   5   5   
36R 360 R 10
    25R  50  R  2  b  2
5 25 5 25

Portanto, as coordenadas do centro C são  6, 2.


Assim, o que se pretende descobrir é uma parábola que contenha os pontos C  6, 2 e a origem O  0, 0 . Pelas
alternativas percebe-se que a única parábola descrita que passa por ambos os pontos C e O é a
3y2  12y  2x  0, pois:
Ponto O  3  02  12  0  2  0  0
Ponto C  3  22  12  2  2  6  0  12  24  12  0

Resposta da questão 24:


[C]

Considerando z  x  yi , pode-se escrever:

 3
2 1
| z |  | 2z  1| x  yi  2  x  yi   1  x 2  y 2   2x  1  4y 2  x  2
2
 y2 
9


Assim, a equação representa um círculo com centro em C  2 ,0 e raio 1 .
3 3 
Analisando cada uma das alternativas:
[A] Verdadeira. Vide cálculos acima.
[B] Verdadeira. A distância entre o centro do círculo e o ponto z( 1, 0) é igual ao raio.
[C] Falsa. Para todo y maior que zero, z será maior que  1 .
3
[D] Verdadeira. A alternativa é verdadeira porque o círculo não corta o eixo y.

Resposta da questão 25:


[D]

Calculando os coeficientes angulares das retas r e s

b  0 b 2b
mr   
a a a
a
2 2

b b
b
ms  2  2  b
a  0 a 2a

Calculando a tangente do ângulo agudo formado pelas reatas r e s.

2b b

a 2a
tgθ 
2b b
1 
a 2a
3ab
tgθ 
2  (a2  b2 )
3ab
Portanto, a reta t passa pelo ponto (0, 0) e tem coeficiente angular mt 
2  (a2  b2 )

3ab
Logo, sua equação será dada por y  0  (x  0)  3abx  2  (a2  b2 )  y  0.
2  (a2  b2 )

Resposta da questão 26:


[B]

x2  9y2  8x  54y  88  0 
x2 – 8x + 16 + 9  (y2 – 6y + 9) = –88 + 16 + 81

(x – 4)2 + 9  (y – 3)2 = 9
(x  4) (y  3)2
 1
32 12

Como o eixo maior da elipse mede 6 (3 + 3), concluímos que a circunferência de menor raio possível que
circunscreve a elipse possui centro no (4, 3) e raio 3; portanto, tangente ao eixo x.

Resposta da questão 27:


[D]
 x  2t

Escrevendo a reta r:  1 na forma geral, temos:
 y  3t  2

Escrevendo as duas retas na forma reduzida, temos:

3 1
(r)y  x e (s) y  (k  1)  x  k
2 2

Para que as retas sejam paralelas iguais, devemos ter:

K  1  3 2  k   12
K 1
2

Como não se pode ter dois valores distintos para k, concluímos que as retas nunca serão paralelas iguais.

Resposta da questão 28:


[A]

Determinando o centro (a,b) da circunferкncia, temos que:

–2a = –6, entгo a = 3


–2b = 10, entгo b = –5; logo, o centro da circunferкncia й o ponto C(3, –5).

Esboзando a circunferкncia, temos:


Calculando o raio, tem-se:

R2 = 32 + 42

R = 5, como o raio mede 5 unidades, a reta й tangente ao eixo x.

Resposta da questão 29:


[B]

O lado do quadrado é 3. Portanto, a distância da origem à reta também é 3.

O coeficiente angular da reta r é -1, pois é paralela à bissetriz dos quadrantes pares.

Portanto sua equação é y = - x + 3 2


Falso o ponto (- 2 ,2. 2 ) não pertence à reta dada, pois para x = - 2 , temos y = 4. 2.

Resposta da questão 30:


[C]

Considerando uma reta qualquer y  mx que passa pelo ponto P (origem) pode-se calcular os valores de m para os
quais há apenas um ponto de intersecção entre a reta e a elipse dada. Ou seja:

 
x 2  4   mx   16   mx   12  0  x 2  4m2  1  16mx  12  0
2

  0 (uma raíz  um ponto de int er sec ção)

 
   16m   4  4m2  1  12  0  64m2  48  m  
2 3
4
2 2
 3  3 6 3
m1  2
  m2 
2

 4 
 
 4 
 
    4 2
Resposta da questão 31:
[B]

As retas apresentadas são simétricas e cortam os quadrantes do plano cartesiano em 45. Assim, traçando as
respectivas retas e também retas perpendiculares (pois pontos de tangência numa circunferência são ligados ao
centro por retas perpendiculares à reta tangente) pode-se concluir que o centro da circunferência está sobre o eixo y
e tem coordenadas (0, 6); e raio igual a 3 2. Logo, sua equação será igual a:

 x 2   y  6 2   3 
2
2  x 2  y 2  12y  36  18  x 2  y 2  12y  18  0

Resposta da questão 32:


[D]

Sendo (a, b, 2) uma progressão aritmética, temos 2b  a  2. Além disso, se (b, a, 2) é uma progressão geométrica
não constante, então a2  2b, com a  b. Logo,

a2  a  2  a 2  a  2  0
 a  1

1
e, portanto, b  .
2

Reescrevendo a equação da parábola y2  2y  x  3  0, obtemos x  2  (y  1)2 . Donde fica fácil ver que o vértice
dessa parábola é o ponto ( 2, 1).

 1
Por conseguinte, a equação da reta que passa pelo ponto (a, b)   1,  e pelo ponto ( 2, 1) é
 2

1
1
2 1
y 1 (x  ( 2))  y  1   (x  2)
1  ( 2) 2
 x  2y  0.

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