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Fatec Sorocaba FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA T T E E C C N N
Fatec Sorocaba FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA T T E E C C N N

Fatec Sorocaba

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA

Fatec Sorocaba FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA T T E E C C N N O

TTEECCNNOOLLOOGGIIAA DDEE EESSTTAAMMPPAAGGEEMM

Professor:

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 1

-

Eng. Msc. Ivar Benazzi Jr. Elpidio Gilson Caversan

DM 0206007-01

Revisão Agosto 2011

TECNOLOGIA DE ESTAMPAGEM - DEFORMAÇÃO – ÍNDICE 3- OPERAÇÕES DE DEFORMAÇÃO 3.1- Dobra pág 03

TECNOLOGIA DE ESTAMPAGEM - DEFORMAÇÃO – ÍNDICE

3- OPERAÇÕES DE DEFORMAÇÃO

3.1- Dobra

pág 03

A

- Cálculo da força de dobramento

pág 03

B

- Raio mínimo de dobra

pág 05

D

- Cálculo do comprimento desenvolvido

pág 05

E

- Dobras de perfil em “U”

pág

07

- Força de dobramento s/ planificação de fundo

pág 08

- Força de dobramento c/ planificação de fundo

pág 08

- Força de dobramento c/ utilização de sujeitadores

pág 08

F

– Dobra em “L” (Apoio único)

pág

10

G

- Retorno elástico

pág 13

H

- Estampos de enrolar

pág

16

3.2 - Repuxo

pág 16

A - Cálculo do diâmetro do blanque

pág 16

- Método das igualdades entre as áreas

pág 17

- Método do baricentro do perímetro

pág 18

B – Repuxo em vários estágios

pág

19

3.3 - Etapas do Repuxo

pág 23

A - Análise do produto

pág 23

B – Diâmetro do disco

pág 23

C – Número de estágios

pág 25

D – Força de Repuxo

pág 25

E – Sujeitadores

pág 26

F – Extratores

pág 26

G – Folga entre punções e matrizes

pág 26

H – Componentes do primeiro repuxo

pág 27

I – Componentes dos demais estágios de repuxo

pág 27

J – Guias Flutuantes

pág 27

K

– Escolha da Prensa – força total

pág 27

12 – BIBLIOGRAFIA

pág 28

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 2 -

3 – OPERAÇÕES DE DEFORMAÇÃO 3.1 – Dobra Para operações de dobra em “V” não

3 – OPERAÇÕES DE DEFORMAÇÃO 3.1 – Dobra

Para operações de dobra em “V” não é recomendada a utilização de prensas excêntricas, pois a força final de dobramento se torna incontrolável e muito perigosa para a máquina. A operação de dobra em “V” pode ser considerada em dois estágios: O primeiro corresponde ao dobramento de uma viga sobre dois apoios devido a flexão e o segundo corresponde a força de compressão suportada pela matriz e que garante a eficiência da dobra.

suportada pela matriz e que garante a eficiência da dobra. A - Cálculo da força de
suportada pela matriz e que garante a eficiência da dobra. A - Cálculo da força de
suportada pela matriz e que garante a eficiência da dobra. A - Cálculo da força de
suportada pela matriz e que garante a eficiência da dobra. A - Cálculo da força de

A - Cálculo da força de dobramento.

eficiência da dobra. A - Cálculo da força de dobramento. σd = M ω sendo: M
σd = M ω
σd =
M
ω

sendo:

M = P . la 4
M = P . la
4

Substituindo temos:

σd = P . la . 6 4 . lb . e²

Onde:

P = força de dobramento.

la = abertura da matriz. lb = comprimento da dobra.

e = espessura da chapa.

σd = tensão de dobra.

ω = módulo de resistência.

ω = Jy

=

lb . e³ /

12

=

lb . e²

 

y

e / 2

6

lb . e³ / 12 = lb . e²   y e / 2 6 P

P =

2

. lb . e² . σd

3

la

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 3 -

Devido a dificuldade de se obter o valor correto de σ d, costuma-se trabalhar com

Devido a dificuldade de se obter o valor correto de σd, costuma-se trabalhar com σr (tensão de ruptura).

Nota: Segundo Schuler e Cincinati; σd = 2 . σr, isto é, a tensão de dobra é o dobro da de ruptura à tração, porém para dobras a 90° com la / e 10 não se aplica esta definição.

tensão

I - Caso Se a ferramenta é como a figura do caso 2 (compressão), a força de dobra é dada por:

P =

2

. lb . e² . 2 .σr

σr = tensão de ruptura (kgf/mm²)

3

la

e = espessura da chapa (mm) la = abertura da matriz (mm) lb = comprimento da dobra(mm)

I – Exemplo Qual é a força necessária para dobrar em ângulo reto uma tira de 1m de comprimento, espessura

de 3mm , σr = 40 kgf/mm² e a abertura ''V'' = 50mm.

Dados: lb = 1000mm la = 50mm

σr = 40 kgf/mm²

σd = 2 . σr = 2 . 40 = 80 kgf/mm²

Resolução:

P

=

2

. lb . e² . 2 .σr

=

 

3

la

P

=

2

. 1000 . 3² . 2 .40 = 9600 kgf

 

3

50

Abertura da matriz da dobra

A força necessária para efetuar dobras em ângulos retos, em presas depende de:

a- espessura e natureza do material b-raio de curvatura e largura do “V” de apoio.

A força de dobra é inversamente proporcional ao

raio de curvatura e a largura de abertura do V”.

proporcional ao raio de curvatura e a largura de abertura do V”. - Fatec - So

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 4 -

Em geral: l = 15 a 20e B - Raio mínimo na dobra. A observação

Em geral:

l = 15 a 20e

Em geral: l = 15 a 20e B - Raio mínimo na dobra. A observação do

B - Raio mínimo na dobra.

A observação do raio mínimo na dobra interna é fundamental para a operação de dobramento.

De acordo com a característica e espessura do material, deve ser escolhido o raio para o punção e para a matriz. Na falta de valores específicos (DIN 9635), podemos usar os seguintes valores:

Material

 

Raio

Aço

r

= (1 a 3)e

Cobre

r

= (0,8 a 1,2)e

Latão

r

= (1 a 1,8)e

Zinco

r

= (1 a 2)e

Alumínio

r

= (0,8 a 1)e

Ligas de Alumínio

r

= (0,9 a 3) e

D - Cálculo do comprimento desenvolvido.

A camada de material que na dobra não sofre deformações de recalque ou de estiramento é

chamada de Linha Neutra (L.N.).

ou de estiramento é chamada de Linha Neutra (L.N.). No dobramento, devido aos materiais se deformarem

No dobramento, devido aos materiais se deformarem mais a tração do que a compressão, a Linha Neutra em geral não coincide com o centro (de gravidade geométrica) da secção da peça.

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 5 -

Em geral quando a relação r/e for maior que 4 a L.N. coincide com a

Em geral quando a relação r/e for maior que 4 a L.N. coincide com a linha dos centros de gravidade da secção.

coincide com a linha dos centros de gravidade da secção. L = a + b +

L =

a + b + π (r +

e

x

K)

β

 

2

180°

Valores de K (Função da Relação r/e)

r/e

0,5

0,65

1

1,5

2,4

4

K

0,5

0,6

0,7

0,8

0,9

1

EXERCÍCIOS:

1− Calcule o comprimento total desenvolvido (Lt), da peça abaixo:

1− Calcule o comprimento total desenvolvido (Lt), da peça abaixo: - Fatec - So - Tecnologia

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 6 -

2- Conforme figura abaixo calcule: Dados: ( σ r = 30kgf/mm²) a) Abertura da matriz;.

2- Conforme figura abaixo calcule:

Dados: (σr = 30kgf/mm²)

Conforme figura abaixo calcule: Dados: ( σ r = 30kgf/mm²) a) Abertura da matriz;. b) Comprimento

a) Abertura da matriz;.

b) Comprimento desenvolvido;

c) Força de dobramento;

e) Distância entre apoios.

E - Dobras de Perfil em ‘U’

Nas dobras de perfil em U as forças necessárias estão de acordo com a construção da ferramenta. Em primeiro plano temos como influência a folga ente o punção e a matriz, e em segundo plano a forma das entradas da matriz nos pontos de apoio do material. A folga deve ser escolhida, suficientemente grande de forma que não haja estiramento do material, e sim apenas as dobras nos raios internos. Raios internos das dobras (tanto na peça como na matriz), devem ser no mínimo igual a espessura do material. Nas dobras de perfis em “U” sem pisadores tornam-se os fundos abaulados, que em parte necessitam de grandes forças para a sua planificação. As forças para planificar o fundo no fim do dobramento podem alcançar valores de até duas vezes e meia a força de dobramento normal.

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Força de dobramento sem planificação de fundo P = 2 . lb . e² .

Força de dobramento sem planificação de fundo

Força de dobramento sem planificação de fundo P = 2 . lb . e² . σ

P =

2

. lb . e² . σd

3

u

u

2 . e

Onde:

lb = Comprimento da dobra.(mm) σd = Tensão de dobra ???

Força de dobramento com planificação de fundo

dobra ??? Força de dobramento com planificação de fundo Onde: ε ≈ 2,5 P = 1,2

Onde:

ε

2,5

P =

1,2 . lb . e² . σd u

1,2 . lb . e² . σd . ε u

l b = Comprimento da dobra.(mm) σd = Tensão de dobra

Força de dobramento com utilização de pisadores ou sujeitadores

de dobramento com utilização de pisadores ou sujeitadores Força do pisador ou sujeitador = 25% da

Força do pisador ou sujeitador = 25% da força para dobramento.

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 8 -

EXERCÍCIO: 1 - Calcular a força necessária para dobrar em ' u ', 1 m

EXERCÍCIO:

1 - Calcular a força necessária para dobrar em ' u', 1 m de chapa de aço com σr = 40kgf/mm² e espessura e = 3mm+/-0,1; em ferramentas de dobrar tipo matriz e punção.

a) Calcular sem planificação de fundo.

b) Calcular com planificação no fundo.

c) Calcular com prensa-chapa

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Tensão de Dobra σ d = 2 σ e = Espessura da chapa σ r

Tensão de Dobra

σd = 2σ

e = Espessura da chapa

σr = Tensão de ruptura a tração.

F- Dobra em “L”

I- Caso

Se a ferramenta é como a figura abaixo

em “L” I- Caso Se a ferramenta é como a figura abaixo Fd = 1 .

Fd =

1

. σd . e .b

6

A peça a ser dobrada se considera como uma viga engastada com balanço l =e.

como uma viga engastada com balanço l =  e. Exemplo: Para dobrar uma cantoneira de
como uma viga engastada com balanço l =  e. Exemplo: Para dobrar uma cantoneira de
como uma viga engastada com balanço l =  e. Exemplo: Para dobrar uma cantoneira de

Exemplo:

Para dobrar uma cantoneira de aço com σr = 40Kgf/mm², 1m de comprimento e 3mm de espessura, é necessária a fora de:

Fd =

1

. σd . e .b ==

1

. 2 . 40 . 3 . 1000 = 1000 =40.000Kg

6

6

Força de dobra para de aço com σr = 40Kgf/mm²

σd = 2σr 80 Kgf/mm²

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 10 -

Fd = σd be = 80 be = 13,33be 6 6 Exemplo Para dobrar uma
Fd = σd be = 80 be = 13,33be 6 6 Exemplo
Fd = σd
be
=
80
be
= 13,33be
6
6
Exemplo

Para dobrar uma tira de aço com σr= 40Kgf/mm² B=50mm, e = 4,5mm é preciso uma força Fd = 3000 Kg.

II- Caso

e = 4,5mm é preciso uma força Fd = 3000 Kg. II- Caso Para dobras bilaterais

Para dobras bilaterais o cálculo é análogo ao caso I isto é:

Fd =2 .

1

. σd . e .b

6

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Nota : a- Se o extrator for acionado por molas e força de dobra deverá
Nota : a- Se o extrator for acionado por molas e força de dobra deverá

Nota :

a- Se o extrator for acionado por molas e força de dobra deverá ser aumentada da força de deformação elástica das molas do extrator, que em geral é da ordem de 0,1 Fd.

b- Nas ferramentas de dobra as bordas da matriz deverão ser arredondadas para permitir o livre escorregamento da chapa. Este particular proporciona um melhor produto com menor esforço.

particular proporciona um melhor produto com menor esforço. Para e = ≤ 6mm a  =

Para e = 6mm

a

= 4,5 e

produto com menor esforço. Para e = ≤ 6mm a  = 4,5 e Segundo Kaczmareck

Segundo Kaczmareck o valor da força de dobra é:

Fd =

1

. σd

.

. b , em que

3

a

σd =

18 σr

 

para

σr = 30 ÷ 35 Kgf/mm²

20 σr

para

σr = 32÷ 52 Kgf/mm²

DEVEM SER EVITADAS DOBRAS EM “V” OU EM “U” em prensas excêntricas, pois uma regulagem deficiente provocaria a ruptura da prensa.

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 12 -

Exemplo 1 Calcular a força necessária para dobrar em “U”, 1m de chapa de aço

Exemplo 1

Calcular a força necessária para dobrar em “U”, 1m de chapa de aço com σr = 40 kg/mm² e espessura e = 3mm, em ferramenta com extrator de mola.

a-

Força de dobra

 

Fd =

2

(

1

. σd

.

e

. b ) = 2 (

1

. 40

.

3

. 1000) = 80000 Kg

 

6

6

b-

Força do extrator

 

Fex = 0,1 F = 0,1 . 80000 = 8000 Kg

 

c-

Força total

 

Ft =Fd ÷ Fex = 80000 ÷ 8000 = 88000Kg

G – Retorno elástico (springback)

Devido à elasticidade do material,depois da operação de dobra, a peça obtida tende readquirir a forma primitiva, isto é, tende a “reendireitar”. Isto acontece por causa da deformação elástica remanescente que precede a deformação plástica permanente. Na execução das ferramentas, poderá ser levado em conta este fenômeno, dando ângulos de dobra mais fechados do que os da peça, de maneira que, depois do retorno elásticos ângulos ficarão os desejados. Não existe cálculo para determinar a diminuição dos raios e dos ângulos; é feito por tentativa, por meio de provas e experiências. Apenas para orientação, podemos considerar que, para compensar o efeito do retorno elástico e se obter o produto com curvatura r' e a dobra seja feita com ângulo α, é necessário que o punção apresente um raio r’ e a dobra seja feita com ângulo α’ :

r’ = k(r+0,5e) – 0,5e

α’ = kα

O retorno elástico depende do material e da relação r/e . É maior nos materiais mais duros .

Valores de k

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 13 -

Exemplo: Determinar o raio do punção e o ângulo de dobra para a peça em
Exemplo: Determinar o raio do punção e o ângulo de dobra para a peça em

Exemplo:

Determinar o raio do punção e o ângulo de dobra para a peça em figura.Material : aço inox. 18 – 18.

Pelo diagrama sendo

r

=

5

= 2,5 .·. k =0,85

e

2

sendo r = 5 = 2,5 . · . k =0,85 e 2 r’ =k(r+0.5e) –

r’ =k(r+0.5e) – 0.5e = 0.85(5+0.5 x 2) – 0.5 x 2 = 4,1 mm α’ = kα = 0.85 x 90 = 76,5° = 76° 30’

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 14 -

Observações: Na dobra de perfis em “U”,os punções são executados com fundo levemente côncavo, para

Observações:

Na dobra de perfis em “U”,os punções são executados com fundo levemente côncavo, para compensar a ação elástica do material que tende a abrir o ângulo da dobra.

Devido a impossibilidade de previsões exatas dos punções e matrizes das ferramentas de dobra serão temperados somente depois de acertados os ângulos e os raios de curvatura. O acerto é feito por tentativas, isto é, estampando algumas peças com a ferramenta ainda não temperada e retificada. Nas ferramentas em “V”, a ação elástica do material é vencida, quebrando o “nervo” do material com uma pancada a fundo na zona de deformação do material. O punção será rebaixado conforme o desenho.

do material. O punção será rebaixado conforme o desenho. Nas ferramentas em “V”, além do artifício

Nas ferramentas em “V”, além do artifício citado, podemos recorrer à diminuição de α ou de r.

do artifício citado, podemos recorrer à diminuição de α ou de r. - Fatec - So

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 15 -

H - Estampos de Enrolar A operação de enrolar pode ser efetuada por vários métodos.

H - Estampos de Enrolar

A operação de enrolar pode ser efetuada por vários métodos.

de enrolar pode ser efetuada por vários métodos. Enrolar no punção Enrolar na matriz Nos dois

Enrolar no punção

Enrolar na matriz

Nos dois casos acima a peça deve ter uma pré-dobra para iniciar o desenvolvimento.

3.2 - Repuxo

Na operação de repuxo obtem-se peças ocas partindo-se de placas ou chapas planas. Durante a operação de repuxo o material sofre esforços de compressão (nas bordas da matriz) e esforços de estiramento.

(nas bordas da matriz) e esforços de estiramento. Na operação de repuxo praticamente a espessura da
(nas bordas da matriz) e esforços de estiramento. Na operação de repuxo praticamente a espessura da

Na operação de repuxo praticamente a espessura da peça se mantém igual a do Blanque.

A - Cálculo do Diâmetro do BLANQUE

Peças com formas de corpos de revolução, o blanque pode ser calculado de duas formas: pelo processo de igualdade das áreas ou pelo método do baricentro do perímetro.

Exemplo:

Calcular o diâmetro do blanque para a peça da página abaixo:

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 16 -

Processo pela igualdade das áreas. Ou seja S b l a n q u e

Processo pela igualdade das áreas.

Processo pela igualdade das áreas. Ou seja S b l a n q u e =
Processo pela igualdade das áreas. Ou seja S b l a n q u e =

Ou seja

Sblanque = Σ Scírculo + Scilindro

π . D² = π . d1 . h1 + π . d1²

4

4

π 4π . d1 . h1 + π . d1²

. D² =

4

4

D² = 4d1 . h1 + d1² D = √30000
D² = 4d1 . h1 + d1²
D
= √30000

ou ainda:

D = √4d1 . h1 + d1² D = 173,205mm
D = √4d1 . h1 + d1²
D = 173,205mm

D = 4 . 100 . 50 + 100²

S

= π . d1 . h1 + π . d1²

= π . d 1 . h 1 + π . d 1 ²

S = π .100 . 50 + π .100²

 

4

4

S

= 15707,96 + 7853,98

S

= 23561,94

como

S =

π x

então temos:

π . D² = 23561,94

4

S = π x D² então temos: π . D² = 23561,94 4 4 π .

4

π . D² =

4 . 23561,94

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 17 -

D² = 4 . 23561,94

π

D² = 4 . 23561,94 π D² = 30000 D = √ 30000 = 173,205mm -
D² = 4 . 23561,94 π D² = 30000 D = √ 30000 = 173,205mm -

D² = 30000

D = 30000 = 173,205mm

- Método do Baricentro do Perímetro (Processo Analítico)

Calculo pelo centro de gravidade das figuras:

Analítico) Calculo pelo centro de gravidade das figuras: π . D² = 2 π . R

π . D² = 2π . R1 . L1 + 2π . R2 . L2

4

π . D² = 4 . 2π (R1 . L1 + R2 . L2)

D² = 8 (Σ Ri . Li) D = √8 (Σ Ri . Li)
D² = 8 (Σ Ri . Li)
D =
√8 (Σ Ri . Li)

D =

8 (50 . 50 + 25 . 50)

D = √30000

√8 (Σ Ri . Li) D = √ 8 (50 . 50 + 25 . 50)

D = 173,205mm

Este processo é o mais utilizado pois pode utilizar a fórmula D = 8 (Σ Ri . Li), para qualquer que seja o repuxo que quisermos determinar o diâmetro do blanque.

A sequência do calculo é:

1°- Dividir o repuxo em figuras regulares como cilindros, discos, anéis, etc. 2°- Determinar o C.G de cada figura e a distância destes até o centro da peça (Ri) 3°- Determinar o comprimento desenvolvido de cada parte na seção mostrada (Li)

4°- Aplicar a fórmula:

R² = 2π . R . m x Σ li

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 18 -

B - Repuxo em vários estágios Peças com grandes profundidades de repuxo devem ser repuxados

B - Repuxo em vários estágios

Peças com grandes profundidades de repuxo devem ser repuxados em várias operações:

O número das operações depende da profundidade de repuxo e das características de estampabilidade do material da chapa. Coeficiente de repuxo - O coeficiente de repuxo fornece a menor relação entre o diâmetro do punção e o diâmetro do blanque (ainda peça intermediária) em função do material da chapa.

m

d1

( m = coeficiente para 1° operação)

 

D

m1

dn

( m1 = coeficiente para demais operações)

dn – 1

Material

m

m1

Aço para repuxo

0,60 – 0,65

0,80

Aço para repuxo profundo

0,55 – 0,60

0,75 – 0,80

Aço para carroceria

0,52 – 0,58

0,75 – 0,80

Aço Inoxidável

0,50 – 0,55

0,80 – 0,85

Cobre

0,55 – 0,60

0,85

Latão

0,50 – 0,55

0,75 – 0,80

Alumínio Mole

0,53 – 0,60

0,8

Duralumínio

0,55 – 0,60

0,9

Exemplo 1: Determinar o diâmetro do disco e o número de operações necessárias para obtermos um recipiente cilíndrico de chapa de aço inoxidável com as dimensões da figura.

de chapa de aço inoxidável com as dimensões da figura. Obs: Deixar 3% de sobremetal do

Obs: Deixar 3% de sobremetal do blanque para usinagem posterior da altura, arredondar para o número inteiro mais próximo. Pela tabela temos:

m = 0,55 m1 = 0,85

Diâmetro do blanque.

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 19 -

D = √4d1 . h1 + d² D = √4 . 72 . 56 +
D = √4d1 . h1 + d² D = √4 . 72 . 56 +
D = √4d1 . h1 + d²
D = √4 . 72 . 56 + 70²
D = √21028
D = 145,01

Da = 1,03 . 145,01 Número de operações:

D = 145,01 Da = 1,03 . 145,01 Número de operações: Da = 149,36 Da ≈

Da = 149,36

Da = 1,03 . 145,01 Número de operações: Da = 149,36 Da ≈ 149mm d 1

Da 149mm

d1 = Da . m d1 = 149,055 d1 = 81,95mm

d2 = d1 . m1 d2 = 81,95 . 0,85 d2 = 69,65 = 70mm

h1 = Da² – dm²1 4 . dm1

h2 = Da² - dm²2 4 . dm2

h1 = 149² – 83,95² 4 . 83,95

h2 = 149² - 72² 4 . 72

h1 = 15153,39

h2 = 17017

335,8

h1 = 45126mm

Exercício:

288

h2 = 59,086mm

1 - Determinar o número de operações de repuxo e as respectivas profundidades para

estampagem da peça abaixo:

Calcular o diâmetro do blanque pela igualdade das áreas:

Calcular o diâmetro do blanque pela igualdade das áreas: Material – Latão 0,5m 0,8m 1 2

Material – Latão

0,5m

0,8m1

2 – Calcular o diâmetro do blanque para a peça abaixo:

Material – aço para repuxo profundo

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 20 -

Exemplo 2: Material – Latão 0,5m 0,8m 1 1- Determinar o blanque. (dois processos) 2-
Exemplo 2: Material – Latão 0,5m 0,8m 1 1- Determinar o blanque. (dois processos) 2-

Exemplo 2:

Exemplo 2: Material – Latão 0,5m 0,8m 1 1- Determinar o blanque. (dois processos) 2- Calcular

Material – Latão

0,5m

0,8m1

1- Determinar o blanque. (dois processos) 2- Calcular o número de operações e como são feitas. Obs: Deixar 5% de sobremetal no blanque para usinagem posterior da altura.(arredondar % para o n° inteiro mais próximo para mais ou para menos)

Resolução:

1- Cálculo do blanque

S1 = π . d1 . h1

Resolução: 1- Cálculo do blanque S1 = π . d1 . h1 S2 = 2 π

S2 = 2π . r² + π² . r . d

S1 = π . 52 . 48

= 7841,41

onde

d = 50 – (2 . 2) = 46

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 21 -

2 S2 = 2 π . 3² + π ² . 3 . 46 2

2

S2 = 2π . 3² + π² . 3 . 46

2

= 56,54 + 681 = 737,54

S3 =

π . d²

4

+ π ² . 3 . 46 2 = 56,54 + 681 = 737,54 S3 =

S3 = π . 46² = 1661,85

4

Speça = 7841,41 + 737,54 + 1661,85 = 10240,85

Sblanque = Speça

π . D² = 10240,85

4

π . D² = 4 . 10240,85

π . D² = 4 . 10240,85

D² = 40963,4

D² = 40963, 4

π

D = 13039,05

D = √ 13039,05

D

= 114,18 mm

Pelo processo analítico:

CG (raio) = 0,635 . 3 = 1,9 mm

Perímetro =

2π . r / 4 = 2π . 3 = 4,71 mm

D

= 8 (Σ Ri . Li)

 

D

= 8 (26 . 48 + 24,9 . 4,71 + 11,5 . 23)

D

=114,18 mm

 

Da = 1,05 . 114,18 = 120mm d1 120 . 0,5 = 60mm d2 120 . 0,8 = 48mm

Exercício:

1- Determinar o diâmetro do blanque. 2- Determinar o número e como serão as operações.

2- Determinar o número e como serão as operações. d2 = 50mm Material – Aço Inoxidável

d2 = 50mm

Determinar o número e como serão as operações. d2 = 50mm Material – Aço Inoxidável 0,55m
Determinar o número e como serão as operações. d2 = 50mm Material – Aço Inoxidável 0,55m

Material – Aço Inoxidável

0,55m

0,85m1

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 22 -

3.3 Etapas do Repuxo 1- Análise do Produto 2- Desenvolvimento do Blanque 3- Número de

3.3 Etapas do Repuxo

1-

Análise do Produto

2-

Desenvolvimento do Blanque

3-

Número de Estágios necessários

4-

Força de Repuxo

5-

Sujeitadores

6-

Extratores

7-

Punções e Matrizes / Folga

8-

Componentes do Primeiro Repuxo

9-

Componentes dos demais Repuxos / Localizadores

10- Guias Flutuantes

A - ANÁLISE DO PRODUTO

Analisar o desenho do Produto com relação à:

- Raios:

- Tolerâncias:

- Geometria:

número de estágios necessários.

Dimensões, proporção com a espessura, posição geométrica.

Definem a precisão necessária às ferramentas

Permite uma previsão do processo interno da ferramenta e definição do

B – DIÂMETRO DO DISCO

Uma das maneiras mais precisas de se calcular o diâmetro do Disco de Blanque, para peças de repuxo cilindrico, é o método do volume. Temos abaixo algumas formulas mais usuais para o cálculo manual:

volume. Temos abaixo algumas formulas mais usuais para o cálculo manual: - Fatec - So -

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 23 -

D= √ d 1 ²+4.d.[h+0,57(R+r)] Figura 1 Figura 2 Figura 3 V1= π .h.(D²-d²)/4 ou

D=d1²+4.d.[h+0,57(R+r)]

Figura 1

D= √ d 1 ²+4.d.[h+0,57(R+r)] Figura 1 Figura 2 Figura 3 V1= π .h.(D²-d²)/4 ou V1=

Figura 2

D= √ d 1 ²+4.d.[h+0,57(R+r)] Figura 1 Figura 2 Figura 3 V1= π .h.(D²-d²)/4 ou V1=

Figura 3

V1= π.h.(D²-d²)/4 ou V1= π.h.(R²-r²)

2 Figura 3 V1= π .h.(D²-d²)/4 ou V1= π .h.(R²-r²) V2 = (( π *D²)/4) *

V2 = ((π*D²)/4) * e

Vt = V1+ V2+Vn

D = [(4*Vt)/( π*e)]

ou

Figura 4

V2= π * R² * e

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 24 -

Atualmente uma maneira bastante precisa de obter-se o volume é modelarmos a peça em CAD

Atualmente uma maneira bastante precisa de obter-se o volume é modelarmos a peça em CAD 3D, como Pro-E, SolidWorks, Inventor, etc. Devemos porém tomarmos um cuidado especial com relação aos raios externos da peça, pois sabemos de antemão que existe uma deformação nesta região em função da tração nas fibras do material no momento do repuxo. A proporção exata desta deformação só poderá ser obtida através de testes práticos, pois em um mesmo material podem ocorrer diferenças em função de variações do processo do repuxo e de fabricação do material. Um acréscimo de cerca de 20% na medida do raio externo pode ser adotado para minimizar este efeito.

C – NÚMERO DE ESTÁGIOS

Dependendo da análise da geometria da peça, ou seja, da proporção entre a altura repuxada e o diâmetro, veremos que não é possível se obter a peça pronta em uma única operação de repuxo, portanto temos que verificar quantos estágios de repuxo será necessário para fabricarmos a peça sem comprometermos as propriedades mecânicas do seu material. A redução de diâmetro com conseqüente aumento na altura deve seguir o seguinte sistema:

aumento na altura deve seguir o seguinte sistema: d1 = 0,6*D d2 = 0,48*D d3 =

d1 = 0,6*D d2 = 0,48*D

d3 = 0,384*D h3 = 0,555*D

h4 = 0,737*D h5 = 0,959*D h6 = 1,225*D

d4 = 0,307*D d5 = 0,245*D d6 = 0,196*D

h1 = 0,266*D h2 = 0,401*D

Obs.: A partir do segundo repuxo há necessidade de furos de saída de ar nos punções, para evitar deformações.

D

– FORÇA NECESSÁRIA PARA O REPUXO

O

repuxo é realizado na região plástica do diagrama Tensão-Deformação do material.

Usaremos a seguinte fórmula:

Fr = K* π *d*e*σt*1,25

onde:

Fr = Força de Repuxo

d = Diâmetro do Punção

e = Espessura do material

σt = Tensão de tração para repuxo 1,25 = Fator de correção

K = Obtido através da relação entre d e D (onde D = Diâmetro do Disco de Blanque)

d/D

0,55

0,575

0,6

0,625

0,65

0,675

0,7

0,725

0,75

0,775

0,8

K

1,0

0,93

0,86

0,79

0,72

0,66

0,6

0,55

0,5

0,45

0,4

Obs.: Para peças não cilíndricas substituir π*d pelo perímetro da peça.

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 25 -

E - SUJEITADORES O sujeitador é utilizado principalmente no primeiro estágio do repuxo, para manter

E - SUJEITADORES

O sujeitador é utilizado principalmente no primeiro estágio do repuxo, para manter uma pressão

específica sobre o blanque, evitando assim o enrugamento da chapa do blanque a ser repuxado durante a operação. O enrugamento ocorrerá se a pressão de sujeição não for suficiente para manter a chapa apoiada na matriz. Por outro lado se a pressão for excessiva ocorrerá o estiramento do material, pois a chapa terá dificuldade para “Escorregar” para dentro da matriz.

Evidentemente a superfície do sujeitador que entra em contato com a chapa deverá ser devidamente polida e o material tratado termicamente para este fim. Cálculo da força de sujeição:

P = F / A

Onde:

=>

Fsj = P . A

Fsj = Força de sujeição

P = Pressão específica = 0,1 a 0,2 Kgf/mm²

A = Área de contato entre o sujeitador e o blanque.

Obs.: Para ferramentas de baixa precisão ou aplicação grosseira usa-se de maneira genérica:

Fsj = 0,3 . Fr

F – EXTRATORES

onde: Fr = Força de repuxo

Os extratores têm a função de retirar o produto de dentro das matrizes e/ou dos punções. Genericamente usa-se:

Fex = 0,1 . F

onde: F = Força da operação (corte, repuxo, etc.)

G – FOLGA ENTRE PUNÇÕES E MATRIZES

A

folga necessária entre punção e matriz para repuxo deve levar em conta a espessura da chapa

a

ser repuxada, mas tem uma pequena variação para chapas finas, até aproximadamente 1,5mm

e

as de maior espessura:

p/

chapas finas:

Fpm = e

p/

chapas grossas

Fpm = e + t + 20% tol máx.

onde:

Fpm = Folga entre punção e matriz

 

e

= Espessura da chapa a ser repuxada

t

= Tolerância da espessura da chapa

20% tol máx. = 20% da tolerância máxima da chapa

Exemplo:

Para uma chapa com espessura de 5mm com tol. ±0,2:

Fpm = 5 + 0,2 + 0,04 = 5,24mm

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 26 -

H – COMPONENTES DO PRIMEIRO REPUXO Lista de componentes essenciais para o primeiro repuxo. Em

H – COMPONENTES DO PRIMEIRO REPUXO

Lista de componentes essenciais para o primeiro repuxo. Em ferramentas progressivas podem ser necessários outros componentes adicionais.

- Punção

- Matriz

- Localizador (para o blanque)

- Sujeitador

- Extrator Inferior (Matriz)

- Extrator Superior (Punção)

- Porta – Punção

- Porta – Matriz

- Base superior e inferior e colunas, buchas de guia, etc., se ferramenta individual

I – COMPONENTES DOS DEMAIS ESTÁGIOS DE REPUXO

A lista é muito semelhante à anterior, com pequenas diferenças citadas abaixo:

- O localizador para o blanque e o sujeitador serão substituídos por um Posicionador, que terá a função de penetrar na peça já repuxada na operação anterior para posicioná-la com precisão em relação à matriz. Uma deficiência neste posicionamento pode ocasionar um repuxo descentralizado em relação ao anterior causando imediatamente uma variação na altura e na espessura da peça, devido ao escoamento irregular do material para dentro da matriz. Este item será estudado posteriormente em detalhes, pois além desta função, também tem a finalidade de extrair a peça do punção após o repuxo.

J – GUIAS FLUTUANTES

As guias flutuantes são um recurso muito usado em ferramentas progressivas que envolvem repuxo, pois se a fita não for elevada após a operação de repuxo, não há como transportá-la para o próximo estágio. Em todos os itens aqui estudados estamos considerando um sistema convencional de repuxo, em prensas excêntricas. Existem máquinas especiais, do tipo “Transfer”, por exemplo, que são desenvolvidas especialmente para repuxar peça e trabalha em alguns casos com “Repuxo Invertido”, ou seja, as matrizes estão na parte superior do estampo e os punções na parte inferior. Nestas máquinas o transporte das peças para o próximo estágio são feitos por um sistema de transporte exclusivo; daí o nome “Transfer”.

K - Escolha da Prensa – Força Total

Como fator de segurança recomenda-se acrescentar 20% à Força total da operação, para escolha da máquina necessária, que é dada por:

Ft = (Fr +Fsj +Fex)*1,2

onde:

Ft = Força total da operação (ou do estágio) Fr = Força para Repuxo Fsj = Força para Sujeição Fex = Força de Extração 1,2 = Fator de segurança

- Fatec - So - Tecnologia de estampagem - - 27 -

A força de repuxo pode oscilar devido a variações no sistema de lubrificação das chapas,

A força de repuxo pode oscilar devido a variações no sistema de lubrificação das chapas, polimento dos punções e matrizes, variações de dureza e propriedades mecânicas da chapa ao longo da bobina, Temperatura da máquina, etc. Os métodos mais comuns de lubrificação de fitas para repuxo são:

- Óleos minerais ou vegetais

- Graxas

- Sabão

Também é comum em produções seriadas a aplicação de uma camada de fosfato na face da fita que entrará em contato com a matriz. Esta camada associada à lubrificação reduz bastante o atrito, facilitando o repuxo. Os repuxos realizados com deficiência de lubrificação alem de causar um acréscimo da força necessária para a operação, acarreta também um fenômeno chamado “Estiramento”, que é a redução da espessura da chapa, de maneira irregular. Este estiramento deforma o material aumentando a altura da peça ou reduzindo a quantidade de material que deveria escoar para dentro da matriz, comprometendo desta forma a geometria final do produto. Além disso, causa uma fragilidade estrutural no material, podendo causar trincas e até, em casos mais drásticos, a ruptura do fundo da peça, pois o estiramento normalmente se torna mais acentuado na região dos raios.

12 - Bibliografia

Estampo de Corte – BRITO, OSMAR DE

Projetista de Máquinas – PRO-TEC – PROVENZA, FRANCESCO

Estampos I – PRO-TEC - PROVENZA, FRANCESCO

Estampos II – PRO-TEC – PROVENZA, FRANCESCO

Manual do ferramenteiro – KONINCK, J. DE. GUTTER, D

Prof. Eng. Msc. Ivar Benazzi Jr. Prof. Elpidio Gilson Caversan

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