REPUBLICA DE MOCAMBIQUE
PROVINCIA DE GAZA
TRABALHO DE PORTUGUES
TEMA Estigmatizacao "HIV /SIDA"
Curso Diurno
: Quem nunca foi monótono Jamais será um sabio
O átomo
Todas as substâncias são formadas de pequenas partículas chamadas átomos. Para se ter
uma idéia, eles são tão pequenos que uma cabeça de alfinete pode conter 60 milhões deles.
Os gregos antigos foram os primeiros a saber que a matéria é formada por tais partículas, as
quais chamaram átomo, que significa indivisível. Os átomos porém são compostos de
partículas
menores: os prótons, os nêutrons e os elétrons. No átomo, os elétrons orbitam no núcleo,
que
contém prótons e nêutrons.
Elétrons são minúsculas partículas que vagueiam aleatoriamente ao redor do núcleo central
do átomo, sua massa é cerca de 1840 vezes menor que a do Núcleo. Prótons e nêutrons são
as
partículas localizadas no interior do núcleo, elas contém a maior parte da massa do átomo.
O Interior do Átomo
No centro de um átomo está o seu núcleo, que apesar de pequeno, contém quase toda a
massa do átomo. Os prótons e os nêutrons são as partículas nele encontradas, cada um com
uma
massa atômica unitária.
O Número de prótons no núcleo estabelece o número atômico do elemento químico e, o
número de prótons somado ao número de nêutrons é o número de massa atômica. Os
elétrons
ficam fora do núcleo e tem pequena massa.
Há no máximo sete camadas em torno do núcleo e nelas estão os elétrons que orbitam o
núcleo. Cada camada pode conter um número limitado de elétrons fixado em 8 elétrons por
camada. Características das Partículas:
Prótons: tem carga elétrica positiva e uma massa unitária.
Nêutrons: não tem carga elétrica mas tem massa unitária.
Elétrons: tem carga elétrica negativa e quase não possuem massa.
Estudo do Átomo
Em 1911 o físico neozelandês Ernest Rutherford fez sua "experiência da dispersão" para
suas novas descobertas sobre a estrutura do átomo e dela surgiu a base para o modelo de
átomo
que estudamos até os dias de hoje.
Rutherford bombardeou uma fina camada de ouro com partículas alfa (partículas atômicas
emitidas por alguns átomos radioativos), sendo que a maioria atravessou a lâmina, outras
mudaram
ligeiramente de direção e algumas rebateram para trás. Ele concluiu que isso acontecia
porque em
cada átomo de ouro há um denso núcleo que bloqueia a passagem de algumas partículas
Partículas Fundamentais
Os físicos dividem as partículas atômicas fundamentais em três categorias: quarks,
léptons e bósons. Os léptons são partículas leves como o elétron.
Os bósons são partículas sem massa que propagam todas as forças do Universo. O
glúon, por exemplo, é um bóson que une os quarks e estes formam os prótons e os
nêutrons no núcleo atômico.
Os quarks se combinam para formar as partículas pesadas, como o próton e o
nêutron. As partículas formadas pelos quarks são chamadas hádrons. Tal como
outras
partículas tem cargas diferentes, tipos diferentes de quarks tem propriedades
distintas,
chamadas "sabores" e "cores" , que afetam a forma de como eles se combinam.
A soma do número de prótons e de nêutrons existentes no núcleo de um átomo
recebe o nome de número de massa e é representado pela letra A. O
número atômico corresponde ao número de prótons ou de elétrons
existentes
num átomo e é representado pela letra Z.
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A = número da massa = p + n Z = número atômico = p = e
O átomo é eletricamente neutro, pois o número de prótons é igual ao número de
elétrons, e, como sabemos, as cargas elétricas dessas têm o mesmo valor
absoluto,
embora sejam de sinais contrários.
Massa atômica
O átomo é tão pequeno que é impossível vê-lo até mesmo com o auxílio de
microscópios potentes. Logo é impossível medir sua massa ultilizando uma
balança e
as unidades usuais de massa, como grama, quilograma, etc. Para determinar a
massa
atômica, os cientistas precisavam de algo que pudesse ser usado como
padrão. Assim,
em 1961, eles adotaram o átomo-padrão o átomo do carbono com o número
atômico
igual a 6 e o número da massa igual a 12. A seguir imaginaram esse átomo
dividido em
12 partes iguais e consideraram uma dessas partes como a unidade de
massa
atômica.
Imagine você também o átomo de carbono sendo dividido em doze partes iguais.
A unidade de massa atômica corresponde à massa de ½ do carbono 12. Quando
dizemos, por exemplo, que a massa atômica do hélio é 4, queremos dizer que
sua
massa é 4 vezes maior que 1/12 da massa do carbono
12.
O arranjo dos elétrons na eletrosfera
A eletrosfera é constituída por partículas chamadas elétrons que giram ao redor
do núcleo.
Mas essas partículas não se encontram aí de maneira desorganizada, girando
ao
acaso. Pelo contrário. Elas distribuem-se em camadas, cada uma com o número
determinado de elétrons. Camadas eletrônicas
Um átomo pode ter no máximo 7 camadas eletrônicas. Cada uma é designada
por uma
letra. A mais próxima do núcleo é designada pela letra K, a segunda pela letra L,
a
terceira pela letra
M e assim por diante.
Cada uma das camadas eletrônicas tem um número máximo de elétrons. Veja
qual é
esse número no quadro que segue:
De modo geral, os átomos não possuem todas as camadas eletrônicas. O átomo
de hidrogênio, por exemplo, tem apenas uma. Já o mercúrio tem 6. Mas
qualquer que
seja o número de camadas eletrônicas de um átomo, a última delas não pode ter
mais
de 8 elétrons.
Distribuição dos elétrons de alguns átomos
A= número de massa = 4
Z= número atômico = 2
Como Z corresponde ao número de prótons, Esse átomo tem 2 prótons.
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Consequentemente o átomo de hélio possui também 2 elétrons pois o número
de
prótons é igual ao de elétrons.
Ainda com base na notação, sabemos que A = 4. Como A = p +n, temos:
O número de nêutrons = 4-2 = 2.
Assim, esse átomo tem:
2 prótons, 2 nêutrons e 2 elétrons.Íons
Consideremos o átomo de cloro com 17 prótons, 17 elétrons e 18 nêutrons.
Para adquirirem estabilidade, os átomos tendem a ganhar ou perder elétrons de
tal
forma que a última camada fique completa.
Observe que a última camada eletrônica do átomo de cloro com 7 elétrons. Para
completar o número máximo de 8 elétrons na última camada, esse átomo deverá
receber 1 elétron. Porém caso ganhe o elétron que lhe falta, o átomo de cloro
deixará
de ser neutro, pois terá 17 prótons e 18 elétrons.
Nesse caso o átomo de cloro ficará carregado negativamente, pois terá mais
elétrons do que prótons. O átomo carregado negativamente recebe o nome de
íon
negativo ou ânion.
Assim esse átomo é denominado de íon de cloro e é representado por Cl-. O
sinal menos mostra que o átomo de cloro ganhou um elétron.
Consideremos o átomo de sódio que tem 11 prótons, 11 elétrons e 12
nêutrons. Veja esse átomo tem apenas um elétron na última camada. Se ele
perder
esse elétron, a camada anterior ficará completa. Porém nesse caso o átomo de
sódio
deixará de ser um neutro, pois terá 11 prótons e 10 elétrons.
Dizemos então que o átomo de sódio ficou carregado positivamente pois seu
números de prótons tornou-se maior do que seu número de elétrons. O átomo
carregado positivamente recebe o nome de íon positivo ou cátion. O
átomo de sódio
é denominado, portanto, de íon de sódio e é representado por Na+. O sinal
mais
significa que o átomo de sódio perdeu um elétron.
Podemos dizer que os íons se classificam em dois tipos:
* Ânions - São íons negativos, pois nesse caso o número de elétrons é maior
do que o
de prótons, ou seja, o átomo ganhou elétrons.
* Cátions - São íons positivos, pois nesse caso o número de elétrons do
átomo é
menor do que o de prótons, ou seja, o átomo perdeu elétrons.
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6. Conclusão
A estigmatização e a discriminação contra pessoas vivendo com HIV/SIDA
representam uma séria barreira à prevenção, diagnóstico, tratamento e suporte eficaz
da doença. Essas atitudes discriminatórias originam-se de preconceitos sociais e
culturais enraizados, frequentemente alimentados pela ignorância, medo e
desinformação. Para combater o estigma, é essencial promover a educação, formar os
profissionais de saúde com uma abordagem ética e humana, e implementar políticas
que protejam os direitos das pessoas afetadas. Assim, será possível criar um ambiente
mais inclusivo, solidário e justo, onde todas as pessoas, independentemente do seu
estado serológico, possam viver com dignidade.
: Quem nunca foi monótono Jamais será um sabio