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Ecu 4s

Este documento fornece informações sobre uma unidade de controle do motor (ECU) para barcos. Descreve a estrutura e função da ECU, incluindo o controle do motor, a regulação da injeção, a comunicação via bus CAN e as entradas e saídas. Também aborda tópicos como a partida e parada do motor, a limitação de potência, a proteção do motor e as indicações de estado e falhas. A documentação consiste em várias partes que tratam sobre a estrutura, a manutenção e o catálogo de peças.
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Ecu 4s

Este documento fornece informações sobre uma unidade de controle do motor (ECU) para barcos. Descreve a estrutura e função da ECU, incluindo o controle do motor, a regulação da injeção, a comunicação via bus CAN e as entradas e saídas. Também aborda tópicos como a partida e parada do motor, a limitação de potência, a proteção do motor e as indicações de estado e falhas. A documentação consiste em várias partes que tratam sobre a estrutura, a manutenção e o catálogo de peças.
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Unidade de controle do motor

Tipo ECU 4/S


DDC/MTU Série 2000
Aplicação: Barco

Documentação
Partes 1, 3, 4, 5
Desestrutura e função
Manutenção e reparo
(pessoal da instalação)
Manutenção e reparo
(pessoal de manutenção)
Catálogo de peças ilustrado

E 531 691 / 01 S
garantir

Certificação segundo :
Asseguramento da qualidade em design/desenvolvimento,
produção, montagem e serviço pós-venda

Conformidade :

-Diretiva 73/23/CEE – Diretiva de baixa tensão –


do dia 19 de fevereiro de 1973 com modificação de 22 de
julho de 1993 (diretiva 93/68/CEE)

-Diretiva 89/336/CEE – Diretiva sobre compatibilidade


eletromagnética – de 3 de maio de 1989 com
modificação de 28 de abril de 1992 (diretiva
92/31/CEE

A conformidade CE é afetada por uma montagem inadequada, uma operação inadequada


do módulo ou da instalação, e/ou pela não utilização de componentes originais da MTU.
Diretório Página Eu
FRIEDRICHSHAFEN

Índice

Índice Eu
Índice de abreviaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .VI
Explicações sobre a documentação. IX

1 Estrutura e função . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
1.1 Uso previsto e estrutura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

1.1.1 Uso previsto 2

1.1.2 Estrutura do regulador do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4


[Link] Estrutura externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . .
[Link] Estrutura interna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
[Link] Montagem do regulador do motor ECU 4/S no motor . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

1.2 Funções do regulador eletrônico do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . 9

1.2.1 Regulação/controle do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9. .

1.2.2 Software . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

1.2.3 Regulação da velocidade de rotação e da injeção . . . . . . . . . . . . . . . 11

1.2.4 Sistema de injeção PLN 12

1.2.5 Medida do ângulo/determinação dos tempos de controle . . . . . . . . . . . 13

1.2.6 Grado P ajustável 14

1.2.7 Limitação de potência (limitação de vazão) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15


[Link] Limitação dinâmica de caudal 15
[Link] Limitação de caudal fixa quinze
[Link] Controle do enchimento de partida quinze
[Link] Limitação da velocidade de rotação 15

1.2.8 Tratamento do valor nominal da velocidade de rotação . . . . . . . . . . . . . . 16

1.2.9 Controle do turbocompressor por gases de escape


com recirculação 17

1.2.10 Desconexão de cilindros dezoito

1.3 Funções de arranque e parada. 18

1.3.1 Arranque do motor 18

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página II Diretório
FRIEDRICHSHAFEN

Índice(continuação)

1.3.2 Arranque de emergência do motor 19

1.3.3 Parada do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19


...

1.3.4 Parada de emergência do motor 20

1.3.5 Puenteo do sistema de segurança (Override) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20

1.4 Vigilância do motor 21

1.4.1 Sistema de proteção do motor 21

1.4.2 Sistema de teste integrado (ITS) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22


[Link] Vigilância do sistema eletrônico do regulador do motor ECU 4/S . . . . . 23
[Link] Vigilância dos sensores e atuadores 23
[Link] Vigilância da comunicação por barramento. 23

1,5 Indicadores de estado e falhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

1,6 Comunicação e integração no sistema via barramento CAN. 25

1.7 Entradas e saídas do regulador do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

1.7.1 Entradas no lado da instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25


[Link] Atribuição das entradas no lado da instalação . . . . . . . . . . . . . . . . 25
[Link] Especificações das entradas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26

1.7.2 Entradas do lado do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28


[Link] Atribuição das entradas do lado do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
[Link] Especificações de entradas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .29

1.7.3 Saídas no lado da instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34


[Link] Atribuição das saídas no lado da instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
[Link] Especificações das saídas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35

1.7.4 Saídas no lado do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37


[Link] Atribuição das saídas do lado do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . trinta e sete
[Link] Especificações das saídas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Diretório Página III
FRIEDRICHSHAFEN

Índice(continuação)

1.7.5 Conexões de ônibus 40


[Link] Interface série RS232 40
[Link] Interface de ônibus CAN 41

1.8 Dados técnicos 42

2 Manejo 45
(Não requerido nesta documentação!)

3 Manutenção e reparo (pessoal da instalação) . . . . . . . . . . . 49

3.1 Normas de segurança 49

3.2 Manutenção 51

3.2.1 Generalidades 51

3.2.2 Trabalhos de manutenção 54


[Link] Intervalos de manutenção 54
[Link] Sinopse de tarefas para os trabalhos de manutenção previstos. 54

3.2.3 Tarefa – Controle visual 55


[Link] Verifique a firmeza de todos os conectores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
[Link] Comprovar o assento firme dos cabos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
[Link] Verificar a estanqueidade de todos os conectores do sensor . . . . . . . . . . . . 58
[Link] Verificar os fios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59

3.2.4 Limpeza 60
[Link] Limpar a unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
[Link] Limpar os conectores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
..

3.3 Localização de falhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63


..

3.3.1 Descripções de falha sem indicação de códigos de falha 63

3.3.2 Fallos com indicação dos códigos de falha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

3.3.3 Fallos com indicação por LEDs 91

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página IV Diretório
FRIEDRICHSHAFEN

Índice(continuação)

3.4 Reparação 92

3.4.1 Substituir a unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92


[Link] Desmontar do motor a carcaça da unidade de controle
do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . 95
[Link] Substituir os módulos de memória da unidade de controle
do motor ECU 4/S 96
[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . 98
[Link] Montar no motor a carcaça da unidade de controle
do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

3.4.2 Substituir o fusível do ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101


[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S
em estado de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
[Link] Substituir o fusível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103
[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S
em estado de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104

4 Manutenção e reparo (pessoal de manutenção) . . . . . . . . . . 107

4.1 Normas de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107

4.2 Manutenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4.2.1 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4.2.2 Trabalhos de manutenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109

4.3 Localização de falhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109

4.3.1 Fallos com indicação de códigos de falha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109

4.4 Reparação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4.4.1 Substituir o módulo de dados IDM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117


[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . 118
[Link] Substituir o módulo de dados da interface IDM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . 121

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Diretório Página V
FRIEDRICHSHAFEN

Índice (continuação)

4.4.2 Substituir o módulo de dados EDM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122


[Link] Remover a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . . 123
[Link] Substituir o módulo de dados do motor EDM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S . . . . . . . . . . . . . 125

4.5 Comprovacões em matéria de medição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125

4.5.1 Verificar o barramento CAN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125


[Link] Verificação de curto-circuito do barramento CAN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126
[Link] Verificar e melhorar o blindagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128

5 Catálogo de peças ilustrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130

5.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130

5.2 Ilustrações e tabelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135

5.3 Lista de referência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141

Anexo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Anexo A: Atribuição de pinos dos conectores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

Anexo B: Circuitaria de entrada dos canais ECU . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página VI Diretório
FRIEDRICHSHAFEN

Índice de abreviaturas

a Aceleração
ATL Turbocompressor por gases de escape

BR Série (neste caso: de motores)

PODE Rede de Área do Controlador (denominação de bus)


CB Caixa de Conexão, Caixa de Bornes

E/S (Equipamento) de Entrada/Saída


ECS Sistema de Controle do Motor (sistema de gestão do motor de MTU)
ECU Unidade de Controle do Motor, Unidade de controle do motor (regulador do motor)
EDM Módulo de dados do motor
ESI Interface do Sistema do Motor (caja de conexão)
ET Reposto

f Sinal de fórmula da frequência


fl Frequência limite
FPP Hélice Fixa

g Aceleração pela gravidade

H Histérese

I/O Entrada/Saída
Eu Símbolo da fórmula da corrente elétrica
IDM Módulo de dados de interface
EuE Corrente de entrada
IEC Comissão Eletrotécnica Internacional (denominação de norma)
IP Proteção de Isolamento

LED Diodo Emissor de Luz


LOP Painel de Operação Local

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Diretório Página VII
FRIEDRICHSHAFEN

Índice de abreviaturas (continuação)

mA Miliampere
MCS Sistema de Monitoramento e Controle
Sistema de vigilância e controle de MTU
MEM Módulo de memória
mH Milihenry
min Minuto
MTU União de Motores e Turbinas
mV Milivoltio
MV Electroválvula

n Velocidade de rotação

p Pressão
PCS Sistema de Controle de Propulsão
PIDT Regulador proporcional/integral/derivador
PIM Módulo de Interface Periférica
PLN Bomba
PPS Estação de processo programável
PWM Modulação da largura do pulso

R Símbolo da fórmula da resistência elétrica


RAM Memória de Acesso Aleatório (memória de dados)
RCS Sistema de controle remoto
RS422 Norma Padrão (norma de interface)

s Segundo
SB Início da injeção
SE Final da injeção
Sísifo Sistema de segurança
SSK Chapaleta de fechamento rápido
STn Denominação do conector

T Temperatura

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página VIII Diretório
FRIEDRICHSHAFEN

Índice de abreviaturas (continuação)

U Tensão
UB Tensão de bordo (+24 V)
VocêE Tensão de entrada
US Tensão de saída

V Voltio
VCC Tensão de serviço
VDC Tensão contínua
Vpp Valor de tensão pico-pico

xpp Desvio no ensaio de vibrações, valor pico-a-pico

– 08,98 – E 531 691 / 01 S


Diretório Página IX
FRIEDRICHSHAFEN

Explicações sobre a documentação

Estrutura da documentação

Documentação Denominação/ Target Group


Parte Conteúdo
1 Estrutura e função Operadores, pessoal da instalação

2 Manejo Operadores

3 Manutenção e Operadores, pessoal da instalação


reparação (pessoal
da instalação)
4 Manutenção e Pessoal de manutenção eletrônica
reparação (pessoal com conhecimentos da instalação
de manutenção
5 Catálogo de peças Operadores, pessoal de manutenção e
ilustrado de logística
6 Adaptação específica Pessoal de manutenção eletrônica
para o pedido
7 Instalação Pessoal especializado em eletromecânica

Nota: Nem todos os produtos vêm acompanhados de todas as partes do


documentação!

Referências relativas ao conteúdo


Para compreender cada parte da documentação, recomenda-se ler as partes numéricas.
casos precedentes, se houver.

Figuras e referências
Dado o caso, os detalhes nas figuras estão fornecidos com números de localização, a
através de umas linhas de referência.
Se no texto se refere a um detalhe numerado, entre parênteses são indicados, em primeiro
lugar, o número da figura e, separado por barra oblíqua, o número de localização do
detalhe. Exemplo: (5/2) refere-se à figura 5, número de localização 2.

Um ponto naquele extremo da linha de referência que está situado junto ao


objeto, significa que o detalhe mencionado está visível na representação.
Uma seta naquela extremidade da linha de referência que está situada junto ao
objeto, significa que o detalhe mencionado não está visível na representação.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página X Diretório
FRIEDRICHSHAFEN

Símbolos

A eliminação de uma falha identificada desta forma requer uma equipe de


manutenção realizada pelo cliente, ou por uma equipe de manutenção
da casa MTU. Também existe a possibilidade de enviar o módulo em questão
à casa MTU, para que seja reparado. A falha não pode ser eliminada pelo
pessoal de bordo.

Para a busca posterior de uma falha ou para eliminá-la, devem executar-


se trabalhos no motor, observando a documentação do mesmo.

Para a busca ulterior de uma falha ou para eliminá-la, deve-se executar-


se trabalhos mecânicos em outros módulos ou equipamentos, observando a documentação
ção correspondente.

Mais informações podem ser encontradas nos seguintes manuais da MTU.

Aqui são fornecidas informações cuja não observância originaria dificuldades de com-
prensão (se por exemplo, algumas circunstâncias só se explicam a título de exemplo).

Fig. X
Ver a fig. X para mais informações (referência a outra figura).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 1

Parte 1

Estrutura e função

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 2 FRIEDRICHSHAFEN

1 Estrutura e função

1.1 Uso previsto e estrutura

1.1.1 Uso previsto

O módulo ECU 4/S é um regulador da velocidade de rotação e de injeção para moto


res da série DDC/MTU 2000. Este se encontra na parte superior do motor.

Fig. 1 : Regulador do motor ECU 4/S

O regulador do motor ECU 4/S apresenta as seguintes características:


Ativação de sistemas de injeção individuais do tipo PLN (bomba - tubulação
– tobera), controlados por diagramas característicos
Podem ser controladas até 20 válvulas de injeção
Comunicação com dispositivos do PCS-5 e o sistema de ordem superior através
do ônibus CAN

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 3

Autovigilância e autodiagnóstico
Display de estado e de falhas integrado
Memória de falhas
Equipamento E/S amplo:
-13 entradas, 10 saídas, 6 interfaces série no lado da instalação
-26 entradas, 26 saídas do lado do motor
Magnitudes de ajuste referidas ao motor e à instalação em uns módulos de
memórias substituíveis
Diagnóstico por meio da interface RS232 para a unidade de diálogo
Programação online mediante procedimento de download (unidade de diálogo)
Configurável via interface (RS232)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 4 FRIEDRICHSHAFEN

1.1.2 Estrutura do regulador do motor ECU 4/S

[Link] Estrutura externa


O regulador do motor ECU 4/S está integrado em uma carcaça de fundição com tampa de aperto.
nillada.

1 3
455
aprox. 48 4

12
2
2

277
11

91 12

5 6 7 8 9 10

W1 W3 W2 W5 W4 W6

todas as medidas
em mm

Fig. 2 : Estrutura mecânica

1 Tapas 7 Conector Volume de sensores ampliado


2 Tornillos da tampa 8 Conector de Alimentação elétrica
3 Carcasa 9 Conector Mazo de cabos
4 Precintos 10 Conector Unidade de diálogo
5 Conector posto de vigilância 11 Lâminas de fixação
6 Conector Mazo de cabos 12 Placas de montagem

Quatro linguetas de fixação servem para montar o regulador do motor ECU na placa de
montagem do motor. A tampa está unida ao corpo por meio de 10 parafusos de cabeça
ranurada em cruz.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 5

A carcaça está hermetizada com uma junta tórrica entre a tampa e a parte inferior do
carcaça.

As conexões para a alimentação elétrica, a unidade de diálogo e os conjuntos de cabos


estão inscritas na tampa da carcaça. Nestes conectores (X1 ... X6) são conectados os
cabos do sistema e os feixes de cabos pré-montados (ver a tabela abaixo).

As conexões elétricas são feitas como conectores de baioneta. Uma capa


protetora contra a poeira, protege a conexão X6 não utilizada para o funcionamento do
motor.

O conector da unidade de diálogo X6 é utilizado apenas para a conexão temporária da uni-


dado de diálogo para fins de manutenção.

Como cabeamento do motor, são utilizados feixes de cabos pré-montados com sensor-
res e atuadores plugáveis. Diferentes isolantes protegem os conectores contra uma
confusão. As conexões das linhas não utilizadas estão isoladas.

Conexão Meaning
Conector X1 Conexão do cabo do sistema para o posto de vigilância
Cabo do sistema W1 LOP

Conector X2 Conexão para o feixe de cabos do lado do motor I para sensores


Mazo de cabos W2 e atuadores (volume básico)
Conector X3 Conexão para o feixe de cabos do lado do motor II para senso-
Cabo W3 res e atuadores (volume opcional)
Conector X4 Conexão para o maço de cabos das eletroválvulas;
Mazo de cabos W4 a quantidade de eletroválvulas disponíveis depende do número de
cilindros do motor
Conector X5 Conexão da alimentação elétrica
Cabo do sistema W5 (cabo do sistema para o posto de vigilância LOP)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 6 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Estrutura interna

Módulo de tarjeta Junta tórica


ECU

Fusível enchufável plano

Carcaça

Cabo de conexão

Fig. 3 : Estrutura interna do regulador do motor ECU 4/S (sem a tampa)

No interior da carcaça encontra-se um módulo de cartão ECU que contém todos


os componentes eletrônicos (exceto o condensador filtrante).

O fusível enchufável plano recambiável (30 A) protege a alimentação elétrica do regu-


lador do motor ECU 4/S completo.

No interior da tampa está fixado um fusível de reposição por meio de uma


abraçadeira de cabo.

Com o objetivo de otimizar a segurança operacional e a manutenção e reparo, o regu-


o conector do motor ECU 4/S não tem nenhum cabeamento interno, exceto a conexão do
condensador.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 7

4 5 1 2 3 3 3 2 2 2 10

X1 X3 X2 X5 X4 X6

6 6 6 7 9 6 8

Fig. 4 : Disposição dos componentes eletrônicos no módulo da placa do regulador do mot


ECU 4/S
1 LED de alimentação elétrica
2 REDEFINIR LED
3 Pulsador
4 Módulo de dados do motor e de memória do programa EDM (MEM 6)
5 Módulo de dados de interface IDM
6 Conector Mazo de cables do motor e posto de vigilância
7 Conector de Alimentação Elétrica
8 Conector Unidade de diálogo
9 Fusível 30 A
10 Exibição de estado e falhas

Os dois módulos de dados vão inseridos em uma fixação a pressão, para poder trocar-
Uma codificação de plugue os protege contra uma confusão.

O display de LEDs de quatro dígitos (4/10) serve para indicar o estado e as falhas. O
significado dos códigos numéricos figura na tabela da Parte 3, a partir da página
67 (apartado 3.3.2) da presente documentação.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 8 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Montagem do regulador do motor ECU 4/S no motor

Fig. 5 : Montagem do regulador do motor ECU 4/S no motor

1 Amortecedor de impacto por cabo metálico


2 Placa de sujeción (va sujeta ao motor)
3 Placa de sujeição (vai sujeita ao motor)
4 Regulador do motor ECU 4/S
5 Caixas de tomada

O regulador do motor ECU 4/S foi projetado para ser instalado no motor.

A fixação é feita de acordo com a fig. 5, através de quatro amortecedores de impacto por
cabo, com 4 parafusos nas placas de fixação do motor.

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 9

1.2 Funções do regulador eletrônico do motor ECU 4/S

1.2.1 Regulação/controle do motor

O regulador do motor realiza as seguintes funções de regulação e controle do motor:


Controle de parada e de parada de emergência
Regulador de velocidade de rotação
Regulação da injeção, para uma injeção controlada por válvula eletromagnética,
com regulação do início da injeção controlada pelo diagrama característico
Grado P ajustável
Valor nominal da velocidade de rotação via:
Prefijação digital da velocidade de rotação via barramento CAN
Prefixação analógica da velocidade de rotação de 4 mA ... 20 mA
Prefijação binária da velocidade de rotação via sinal de mais/menos
Controle da quantidade de injeção em função da carga do motor, a velocidade-
dad de rotação, a pressão do ar de sobrealimentação e a temperatura do
combustível
Comutação do ATL
Desconexão de cilindros

Além disso, o regulador do motor é responsável pelas seguintes tarefas de vigilância:


Ativação de indicações analógicas para:
Velocidade de rotação do motor
Pressão do óleo lubrificante do motor
Temperatura do líquido refrigerante do motor
Carga do motor
Transmissão de todos os valores medidos, advertências e alarmes para o sistema
de vigilância, via ônibus CAN
Parada automática (parada de emergência) em caso de:
Velocidade de rotação excessiva
Parada ou limitação de potência (configurável) em caso de:
Pressão insuficiente do óleo lubrificante do motor
Temperatura excessiva do líquido refrigerante do motor
Bloqueio de arranque
Os critérios para o bloqueio de arranque podem ser ajustados na posição de
vigilância LOP

Os dados de configuração específicos do pedido devem ser consultados na lista dos


pontos de medição.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 10 FRIEDRICHSHAFEN

A comunicação com outros módulos é feita através de interfaces seriais:


2 interfaces de ônibus CAN (ônibus CAN redundante), para a comunicação com os
siguientes módulos:
-Outros aparelhos do PCS 5
Sistemas de vigilância e controle de ordem superior
(sistema de controle remoto RCS, sistema de vigilância MCS)

1.2.2 Software

O software funcional (programa) é carregado durante a montagem do motor ou a colocação em


serviço da instalação elétrica, através da interface da unidade de diálogo, no
regulador do motor ECU 4/S.

Os valores limites e parâmetros necessários para controlar, regular e monitorar o motor, são de-
finen mediante configuração ou um teste do motor, e são alimentados durante a marcha
de teste do motor no PCS-5 da série DDC/MTU 2000. Os valores podem ser editados.
se com a unidade de diálogo.

O conceito de módulos de dados plugáveis oferece a vantagem de que, em caso de um


recambio, um regulador do motor ECU 4/S pode ser utilizado em diferentes motores e apli-
citações, transferindo os módulos de software.

A fig. 6 mostra a repartição do software entre os dois módulos de dados:

Dados do motor Dados de interface


Memória do
programa

Cópia de segurança Backup


Dados de interface Dados do motor

EDM EEPROM

Módulo de dados do motor Módulo de dados de interface


MEM 6 IDM

Fig. 6 : Módulos de software

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 11

1.2.3 Regulação da velocidade de rotação e da injeção

A regulação da velocidade de rotação do motor que está integrada no regulador


do motor ECU 4/S, realiza as seguintes funções:
Manter constante a velocidade de rotação desejada do motor com uma carga
variável
Adaptar a velocidade de rotação do motor caso o operador modifique
que a prefijação

Outras funções do regulador do motor ECU 4/S com efeitos sobre a regulação do
velocidade de rotação, são as seguintes:
Ajuste de um preenchimento de arranque definido ao ligar o motor
Parada de segurança do motor
Otimização do comportamento funcional, dos valores de gás de escape e
do consumo de combustível
Proteção do motor contra sobretensões

A regulação do motor inclui funções de proteção para o motor, por ex. uma limitação
de potência mediante a limitação do fluxo do combustível injetado, em função de
determinados valores e condições de serviço.

A pré-definição para a velocidade de rotação do motor (valor nominal) pode ser comutada
da entre:
Sistema de controle remoto (prefixação via bus CAN ou sinal analógico)
Manejo local no LOP integrado por meio de botões para aumentar e reduzir
cir a velocidade de rotação

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Parte 1
Estrutura e função
Página 12 FRIEDRICHSHAFEN

1.2.4 Sistema de injeção PLN

Vel. rot. Ordem


[Link]. rot. [Link]. Limitação de caudal [Link]. Reguldr SB/SE acender.
nominal ilimitada Cant. nom.
PID

Início da injeção Momento de


Quantidade máxima Quantidade de injeção Impulsos fechamento/abertura
M=f (Veloc. rotacional) de ajuste MV
M=f (Pres. sobrealim.) Eletrônica de pot.
etc.

Tempo de
Velocidade de rotação do motor admissão
trabalho

Bombas de injeção

Roda dentada do
árvore de cames
Ângulo do Motor
Cálculo da
cigüeñal
velocidade de
rot ação Roda dentada do virabrequim

Fig. 7 : Circuito de regulação

A pré-definição da velocidade de rotação (alavanca de comando, botões de mais/menos)


é comparada pelo regulador da velocidade de rotação, com a velocidade de rotação
real do motor. Em caso de diferenças, ele adapta seu sinal de saída (quantidade nominal
de injeção) de acordo com a diferença. A característica PID garante uma rápida reac-
ção a mudanças e um ajuste exato da velocidade de rotação.

A limitação dinâmica do fluxo em função do ponto de operação protege o


motor contra uma sobrecarga.

A quantidade nominal após a limitação do fluxo é o sinal de entrada para o


regulador SB/SE (início/fim da injeção), controlado por diagrama característico. Em
função das prefixações deste último, o sistema eletrônico de potência ativa as
válvulas de injeção de cada um dos cilindros.

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 13

1.2.5 Medida do ângulo/determinação dos tempos de controle

Na eletrônica, os tempos de controle são formados com base nas informações dos
sensores de medição angular em duas rodas de medição. Uma roda de medição vai
acoplada mecanicamente ao virabrequim, e outra ao eixo de comando.

O sensor do virabrequim fornece, em funcionamento normal, a posição angular exata


do virabrequim, para determinar os tempos de controle para a injeção e, por conseguinte,
a velocidade de rotação do motor.

O sensor do coletor de admissão fornece, em funcionamento normal, a diferenciação


entre tempo de admissão e tempo de trabalho.

Os sensores são concebidos para uma funcionalidade redundante. Isso significa que um
o funcionamento de emergência é possível, embora falhe um dos dois canais, desviando
ambas tarefas do canal restante.

Virabrequim

A roda de medição do virabrequim gira na velocidade de rotação do motor. No sensor


indutivo (canal KW1), cada dente da roda de medição gera um impulso. A contagem
dos impulsos do sensor, é avaliado para determinar o ângulo do virabrequim. A contagem
é sincronizado por um espaço do dente (ou seja, falta um impulso no sensor) em
uma posição angular definida.

Funcionamento de emergência: Em caso de falha do sensor de medição angular NW1


(árbol de levas), a diferenciação entre o tempo de admissão e o de trabalho é realizada durante
te o arranque do motor. Isso não reduz a exatidão do controle de injeção, mas em
o câmbio se retarda um pouco a sequência de partida.

Árvore de levas:

A roda de medição do virabrequim gira a metade da velocidade de rotação do


motor. No funcionamento de regulação, o regulador do motor ECU 4/S apenas avalia o
hueco do dentado.

Através deste buraco dentado, o sistema eletrônico pode diferenciar o tempo de


admissão e trabalho do cilindro A1.

Funcionamento de emergência: Em caso de falha do sensor de medição angular KW1


(cigüeñal), adicionalmente se evalúan los impulsos individuales de los dentes para a
informação angular. Desta forma, pode-se manter o funcionamento do motor com
uns valores característicos limitados.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 14 FRIEDRICHSHAFEN

1.2.6 Grado P ajustável

A fig. 8 mostra a faixa de regulação básica do regulador do motor, bem como os


efeitos do grau P ajustável (mudança do valor nominal da velocidade de rotação em
função da carga).

Entre outras coisas, o grau P é necessário para alcançar um ajuste de carga no caso de
máquinas de propulsão acopladas. O ajuste do grau P é realizado em função de
instalação, e pode ser modificada através da unidade de diálogo.

O grau P é definido como a mudança relativa na velocidade de rotação em caso de descarte.


ga do motor. O grau P é referido à velocidade de rotação nominal (= velocidade de ro-
tensão máxima com uma potência máxima fornecida). Isso influencia em cada um dos
pontos da gama de funcionamento em caso de uma mudança de carga.

Veloc. rot. máx. (carga zero)nzeroVeloc. rot. [Link].


Grau P = x 100 %
Velocidade de rotação nominalnome.

Curva DBR
Velocidade de
rotação re-
sultante com
L1 cargaL 1

Carga zero
Velocidade
V de marcha em vazio Valor prefijado da
veloc. de rotac.
Grau P
n [Link]. rot. nom. Veloc. de
rotacão
nzero Veloc. de rot. máx. com carga zero do motor

Fig. 8 : Representação gráfica da margem de ajuste da velocidade de rotação e do grau

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 15

1.2.7 Limitação de potência (limitação de vazão)

[Link] Limitação dinâmica de caudal

Limitações de fluxo dinâmico, ou seja, limitações variáveis da injeção


ção de combustível, servem para proteger o motor de uma sobrecarga e para otimizar os
valores de gás de escape. O regulador do motor ECU 4/S determina a quantidade máxima
de injeção no âmbito de alguns diagramas característicos do motor pré-ajustados e
armazenados.

As seguintes funções são realizadas:


Limitação de enchimento em função da velocidade de rotação (DBR)
Limitação de enchimento em função da pressão do ar de sobrealimentação
Limitação de enchimento em função da temperatura do combustível
Limitação de enchimento em caso de velocidade de rotação excessiva do sobreali-
mentador

[Link] Limitação de caudal fixa

As limitações de fluxo fixas servem para limitar ou reduzir a potência, a modo de fun-
ação protetora do motor em caso de:
Uma temperatura excessiva do líquido refrigerante (segundo valor limite)
Defeito do sistema eletrônico
Tensão de alimentação fora do limite de tolerância

[Link] Controle do enchimento de partida

O enchimento de arranque é incrementado a partir de um valor inicial predeterminado, através


de uma rampa de tempo, até a curva de enchimento de partida. A curva de enchimento de
arranque limita o preenchimento com base na velocidade de rotação, até alcançar por pri-
mera vez a velocidade de marcha em vazio.

[Link] Limitação da velocidade de rotação

A limitação da velocidade de rotação do motor constitui outra possibilidade para proteger-


ger al motor contra uma sobrecarga (por exemplo, uma sobrecarga térmica). Realiza-se uma limita-
ção da velocidade de rotação, se for excessiva a temperatura do líquido refrigerante (se
superou o segundo valor limite.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 16 FRIEDRICHSHAFEN

1.2.8 Tratamento do valor nominal da velocidade de rotação

A pré-fixação da velocidade de rotação (= valor nominal da velocidade de rotação) é


a magnitude piloto do circuito de regulação para a velocidade de rotação do motor.

Geralmente (com o sistema de controle remoto RCS-5 conectado) a velocidade de rota-


A ação nominal é prefixada através da comunicação via barramento CAN.

Entre as seguintes variantes, comuta-se através da entrada binária "Comutação de


a velocidade de rotação nominal
Prefijação do valor nominal da velocidade de rotação pelo sistema de con-
controle remoto
A velocidade de rotação nominal pode ser ajustada entre a velocidade de marcha
em vazio e a velocidade de rotação final.
A velocidade de rotação nominal interna segue através de uma curva de aceleração.
racionamento e desaceleração configurável (rampa da velocidade de rotação), ao
valor pré-fixado da velocidade de rotação que foi aplicada. Em caso de
caso de falha do sinal aplicado, mantém-se o último valor predefinido aplicado, ou bem se
reduza a potência do motor à velocidade de marcha em vazio.
O comportamento desejado pode ser configurado.
Pré-fixação do valor nominal da velocidade de rotação via bus CAN
-Pré-fixação do valor nominal da velocidade de rotação através de uma
entrada analógica para predefinir a velocidade de rotação nominal
(0 V ... 10V, 4mA ... 20 mA, potenciômetro)
Processamento do valor nominal através das entradas binárias 'Velocidade de
rotación nominal Mais
A velocidade de rotação nominal pode ser ajustada entre a velocidade de marcha
em vazio e a velocidade de rotação final. Uma ativação breve da entrada de
optoacoplador correspondente durante menos de 1 s, aumenta ou reduz a ve-
velocidade de rotação nominal em uma magnitude fixa (o valor padrão é 1 r.p.m.).
Se a entrada for ativada por mais de 1 s, a velocidade de rotação...
A ação nominal é modificada automaticamente com uma velocidade configurável
(o valor padrão é de 50 r.p.m. por segundo).

Comportamento ao comutar (“Comutação da velocidade de rotação nominal”):

Analógico³Mais/Menos A velocidade de rotação nominal analógica presente se conserva ao


comutar, e pode ser modificado com as teclas Mais/Menos

Mais/Menos³Analógico A velocidade de rotação é ajustada ao valor analógico ajustado

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 17

1.2.9 Controle do turbocompressor por gases de escape com recirculação

Os turbocompressores por gases de escape (ATLs) alimentam com sobrepressão ao


motor a diesel com a quantidade de ar necessária para a combustão. Assim,
obtêm um maior rendimento e um aumento de potência do motor.

O controle do ATL produz uma superalimentação otimizada através de uma ampla gama de
potência.

O ATL 1 não é comutável. Este opera como um sobrealimentador básico, assim que está em
marcha o motor.
A velocidade de rotação do ATL 1 é medida através da entrada de velocidade de rotação.
ción DME 1.

Proteção contra velocidade de rotação excessiva do ATL 1:

Para proteger o ATL, a potência do motor é reduzida em caso de uma velocidade de rotação.
ção excessiva do ATL.

Comutação ATL para o ATL 2:

O ATL 2 é ativado ou desativado dependendo do ponto de funcionamento.

Possíveis critérios de comutação são os seguintes (configurável):


Velocidade de rotação do motor
Velocidade de rotação do ATL 1
Preenchimento

O ATL 2 é ativado e desativado, abrindo e fechando uma válvula de comando ATL


hidraulicamente acionada. A ativação da válvula de comando ATL é realizada por
uma válvula solenoide controlada pelo regulador do motor ECU 4/S.

A válvula de comando é ativada pela saída do transistor TAM 1 (válvula de comando


ATL 2).

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Parte 1
Estrutura e função
Página 18 FRIEDRICHSHAFEN

1.2.10 Desconexão de cilindros

A desconexão dos cilindros controlada pelo regulador do motor ECU 4/S, desconecta a
alimentação de combustível das válvulas de injeção de alguns cilindros em determi-
nadas gamas de funcionamento. En el funcionamento de carga reduzida, de este modo
se alcança um funcionamento do motor com poucos gases de escape e com um consumo
favorável.

O regulador do motor ECU 4/S ativa e desativa a desconexão dos cilindros no


funcionamento normal, dependendo do ponto de funcionamento do motor.

A sinal da instalação "Desconexão de cilindros des." (entrada binária BE 2) impede


esta comutação. O motor sempre funciona como motor completo (desconexão de cilindro
dros desativada), enquanto este sinal está ativo.

1,3 Funções de arranque e paragem

1.3.1 Arranque do motor

A sequência de arranque é controlada pelo posto de vigilância LOP.

Documentação adicional:
A descrição da sequência de inicialização faz parte da documentação
“Posto de vigilância LOP para os motores DDC/MTU Série 2000”
tación Parte 1, documento nº E 531 687.

O regulador do motor ECU 4/S começa com a injeção, assim que o motor estiver
alcançado por meio do arrancador um limiar de velocidade de rotação definido, e enquanto-
não haja pendente nenhum comando de parada por parte da instalação.

A partida do motor pode ser ativada por:


O sistema de vigilância de ordem superior MCS no serviço de controle remoto
O posto de vigilância LOP no serviço local (com o sinal "local" ativo)

Dado o caso, no posto de vigilância LOP são verificadas sinais adicionais como condi-
ação prévia para iniciar a sequência de arranque.

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 19

1.3.2 Arranque de emergência do motor

No posto de vigilância LOP está integrada uma função de partida de emergência.


Esta aciona o motor em situações de emergência, sem levar em conta as con-
dicações de arranque. Exceção: Deve ter sido concedido o comando "pronto para o ser-
vício”, e não deve haver nenhum bloqueio de arranque externo.

Documentação adicional:
A descrição da sequência de arranque de emergência é parte da
documentação "Ponto de vigilância LOP para os motores DDC/MTU Série"
2000, MTU/DDC Série 4000”, Documentação Parte 1, documento nº
E 531 687.

A função de arranque de emergência é ativada por um botão externo.

1.3.3 Parada do motor

Bloqueando todas as válvulas de injeção e reduzindo a pressão de combustível para


zero, o motor para devido a um comando de parada externo (sinal da instalação
BE 1) ou por uma parada automática.

Em função do sinal LOCAL, aceita-se um comando de parada do posto de vigilância


LOP ou de um sistema de vigilância de ordem superior MCS. Os comandos de parada de
esses módulos ou sistemas são executados em todo caso.

Todos os outros comandos de parada com outra origem (unidade de vigilância do motor,
unidade de vigilância do redutor) somente são executados, enquanto não estiver ativado o
puenteo do sistema de segurança (override).

Se a válvula de fechamento rápido (se houver) estiver fechada, um comando de parada é emitido.

O comando de parada é emitido para o regulador do motor ECU 4/S, que em seguida
corta a injeção do combustível.

Paralelamente ao comando de parada para o regulador do motor ECU 4/S, é emitido um


comando de desembrague para o sistema de controle remoto.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 20 FRIEDRICHSHAFEN

1.3.4 Parada de emergência do motor

Uma parada de emergência é executada incondicionalmente ao detectar um sinal de


parada de emergência.

A parada de emergência é controlada pelo posto de vigilância.


No caso de uma parada de emergência automática (velocidade de rotação excessiva), o re-
gulador do motor ECU 4/S emite um sinal de parada de emergência (sinal da instala-
ción TAA1) ao posto de vigilância LOP, que em seguida ativa a parada de emergência.

Em função do equipamento do motor, a parada de emergência é realizada:


Desconectando a tensão do regulador do motor ECU 4/S
Ativando a(s) chapaleta(s) de fechamento rápido

Parada de emergência externa


w1
Parar/Desembragar
Parada emerg. manual 1 (MCS)
Parada
emerg.
Ativação SSK ou
Parada emerg. manual 2 (LOP)
Deixar sem tensão ECU

Parada de emergência ECU

Fig. 9 : Diagrama lógico das condições de parada de emergência (simplificado)

Paralelamente ao sinal de parada de emergência, emite-se um sinal de parada do


motor e de desembrague.

1.3.5 Puenteo do sistema de segurança (Override)

A função "Override" é ativada no sistema de vigilância de ordem superior MCS.

A função de bypass evita uma parada automática do motor. Isso pode ser de impor-
tancia, se em determinadas situações tem prioridade a manobrabilidade. Os comandos
de parada da unidade de vigilância do motor ou do redutor não são executados, enquanto
está ativado o desvio do sistema de segurança (Override).

Se o motor for ligado com a função de bypass ativada, os bloqueios são bypassados de
Redutor não em posição neutra e SSK fechadas.

A ativação de uma parada de emergência (acionando um botão de parada de emergência


agência, ou detecção de velocidade de rotação excessiva), não é afetada pela função
Substituir

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 21

1.4 Vigilância do motor

1.4.1 Sistema de proteção do motor

Motor

Sensores Atuadores

Sist. prot. motor

Regulador

Valor nominal Alimentação elétrica

Fig. 10 : Regulador e sistema de proteção do motor

A proteção do motor é realizada por um sistema de proteção do motor integrado.


Este vigia os valores de serviço do motor.

Ao alcançar valores limites, o sistema de proteção do motor reage da seguinte forma


modo
Proteção do motor contra estados de serviço críticos
Alerta dos operadores através de um sistema de vigilância conectado
Adaptação provisória do funcionamento do motor às possibilidades restantes

Em função dos valores medidos, são executadas ações, como um aviso, um


bloqueio de partida, uma redução de potência, ou uma parada do motor através da
redução do enchimento, ou o fechamento das válvulas de fechamento rápido.

Possíveis ações do sistema de proteção do motor são:


Emissão de uma mensagem de falha
Emissão de um alarme
Limitação de preenchimento dinâmica
Parada do motor mediante redução do enchimento
Parada de emergência do motor, ativando a parada de emergência
Bloqueio de arranque

Se o sistema de segurança do motor detectar a falha no sinal de um sensor, é emitido um


mensagem de falha através do sistema de vigilância.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 22 FRIEDRICHSHAFEN

Graças às ações do sistema de proteção do motor, o regulador do motor ECU 4/S


pode manter o funcionamento ou o funcionamento de emergência do motor.

Paradas de segurança

As paradas de segurança para proteger o motor a diesel são executadas nos seguintes
pontos de medição, no caso de ultrapassar ou ficar abaixo dos valores limite:
Velocidade de rotação do motor
Pressão do óleo lubrificante do motor
(configurável)
Nível do líquido refrigerante (configurável)

No caso das paradas de segurança sob demanda, alternativamente pode configurar


rarse uma limitação do enchimento em vez da parada do motor.

Os dados de configuração específicos do pedido devem ser consultados na lista dos


pontos de medição.

1.4.2 Sistema de teste integrado (ITS)

O sistema de teste integrado ITS monitora todas as áreas funcionais importantes do


regulador do motor ECU 4/S:
Sistema eletrônico do regulador do motor ECU 4/S propriamente dito
Sensores
Atuadores
Comunicação por barramento
Alimentação elétrica

O ITS detecta as falhas ocorridas, localiza-as e avisa através de um alarme coletivo.


uma indicação interna e o barramento CAN, ao sistema de vigilância de ordem superior MCS e por
o tanto ao operador.

Os erros ocorridos são armazenados para uma avaliação posterior. Estes podem ser lidos.
com a unidade de diálogo.

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Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 23

As mensagens de falha são armazenadas em duas memórias:


Memória cronológica
Os números das mensagens de falha são armazenados cronologicamente, de
acordo ao momento de sua aparição ou desaparecimento, junto com a posição do
contador de horas de serviço em uma memória circular. A memória circular
armazena os últimos 65 processos de ativação e eliminação.
Memória estatística
A aparição de mensagens de falha é contada em uma memória estatística.
A tal efeito, prepara-se para cada número de mensagem de falha um ponto de con-
taje, que conta até um máximo de 10.000.

[Link] Vigilância do sistema eletrônico do regulador do motor ECU 4/S

O hardware e o software do regulador do motor ECU 4/S são projetados de tal maneira,
que se detectam as falhas do sistema eletrônico, para reagir a elas e avisar-
os.

A temperatura interna na carcaça do regulador do motor ECU 4/S é monitorada. Se esta


supera um valor limite (configurável), a falha é avisada através da saída 'Alarme
colectiva” e através do ônibus CAN para o sistema de vigilância de nível superior MCS.

[Link] Vigilância dos sensores e atuadores

Os canais individuais para os sensores e atuadores do sistema do regulador do


motor, estão concebidos para uma ampla tolerância a falhas (por exemplo, resistência ao curto-circuito-
cuito).

Falhas como quebras de fio, curtos-circuitos, etc., são detectadas pela verificação
de plausibilidade e são comunicados ao sistema de vigilância de ordem superior MCS.

[Link] Vigilância da comunicação por bus

A comunicação por barramento é monitorada por uma verificação de plausibilidade e de excesso


de tempo. Os erros detectados são comunicados à instalação através de um alarme
coletiva e, se possível, através do ônibus CAN.

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Parte 1
Estrutura e função
Página 24 FRIEDRICHSHAFEN

1.5 Indicadores de estado e falhas

RESET/PARADA
Pulsador Botão Botão
24 V Modo Abaixo Acima -15 V +5 V +15 V Exibir

Fig. 11: LEDs e display no regulador do motor ECU 4/S

Se vigilan as seguintes tensões:


Tensão de alimentação de +24 VDC
+15 VDC (interna)
-15 VDC (interno)
+5 VDC (interna)

O estado do processador é indicado por:


RESET/PARADA
O sistema do processador é colocado através do RESET em um estado definido.
O motor para.

O display de quatro dígitos indica códigos de estado e de falhas (ver a tabela na Parte 3
da presente documentação, a partir da página 67, apartado 3.3.2).

Os três botões "Modo", "Cima" e "Baixo" não são utilizados no regulador do


módulo ECU 4/S para a série DDC/MTU 2000.

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Parte 1
Estrutura e função
Friedrichshafen Página 25

1.6 Comunicação e integração no sistema via barramento CAN

O barramento CAN é um barramento de campo padronizado da técnica de automação, através


del qual podem se comunicar diferentes sistemas, equipamentos, sensores e atuadores.

O regulador do motor ECU 4/S possui duas interfaces de barramento CAN.

O ônibus CAN tem as seguintes tarefas:


Recepção de sinais da instalação e de comandos do sistema de controle
remoto RCS de ordem superior
Emissão de todos os valores medidos/valores limite para o sistema de vigilância
cia (MCS-5)
Emissão de alarmes para a sinalização e avaliação no sistema de vigilância
cia (MCS-5)
Emissão dos sinais relevantes para o controle do motor

1.7 Entradas e saídas do regulador do motor ECU 4/S

1.7.1 Entradas no lado da instalação

[Link] Atribuição das entradas no lado da instalação

Do lado da instalação, estão disponíveis as seguintes entradas:

Sinal Canal Denominação no


esquema de conexão

Parada do motor SE 1 OCIN 1

Desconexão de cilindros des. SE 2 OCIN 2

Velocidade de rotação fixa SEJA 4 OCIN 4

Velocidade de rotação nominal Mais SEJA 5 OCIN 5

Velocidade de rotação nominal Menos SE 6 OCIN 6

Comutação Prefijada. velocidade rotacional nominal SE 8 OCIN 8

Nível de água refrigerante da refrigeração do forro SEJA 9 OCIN 9


exterior

Velocidade de rotação nominal (analógico) IUE 1 IIN/UIN 1

Velocidade de rotação nominal (PWM) FE 1 FREQU. EM

tensão_da_bateria UBATT +24 VDC/GND

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 26 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Especificações das entradas

Entradas binárias BE 1 ... BE 9

Função Fonte

Captura de sinais binários, com isolamento de 50 V Interruptor, tecla, controlador, contacto

U=
ext 24 V

ECU 4/S

+IN

-DENTRO

Cabo
W003

Fig. 12 : Princípio da entrada binária BE

Especificação do canal

Tipo Entrada binária com separação de potencial, com alimentação externa

Sinal de entrada U(alto)


E = 24 V (mín. 8 V)
0 E V (máx. 4 V)

Isolamento galvânico " 50 V

Deteção de falhas Nenhuma

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V sem afetar o canal


contíguo
Resistente à tensão transitória até 1000V, 70 V/2 ms,
50 V/50 ms

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 27

Entrada de corrente e de tensão IUE 1

Função Fonte

Medición de tensões (0 VDC ... 10 VDC) e [Link]. pedal do acelerador, alavanca de


correntes (4 mA ... 20 mA), mando
[Link]. Pré-fixação analógica da velocidade de rotação nominal

Por exemplo, pedal de aceleração.


UISO = 5 V
[Link]. palanca m.

5V_ISO

ECU 4/S
EU_NA
U_IN

GND_ISO

Cabo
W003

Fig. 13 : Princípio da entrada de tensão/corrente IUE

Especificação do canal de medição

Gama de medição U=
E 0 VDC ... 10 VDC/I=
E 4 mA ... 20 mA

Potenciómetro R= 1 ... 10 kΩ

Alimentação do potenciómetro 5 V/5 mA

Exatidão do canal de medição Inferior a 5 % (medição de tensão)


Inferior a 4 % (medição de corrente)

Resolução Inferior a 5 mV ou 10µA

Aislamiento galvânico " 50 V

Comportamento em caso de falha Quebra de linha/cortocircuito por zonas de falha

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V sem afetar o canal


contíguo
Resistente à tensão transitória até 1000 V
Tensão de isolamento superior a 500 V

U_IN1 e I_IN1 não devem ser usados ao mesmo tempo. Isso se aplica analogamente.
para U_IN2 e I_IN2.
As entradas IUE1 e IUE2 não estão separadas entre si.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 28 FRIEDRICHSHAFEN

1.7.2 Entradas do lado do motor

[Link] Atribuição das entradas no lado do motor

Os valores de serviço do motor são captados com a ajuda das seguintes entradas:

Sinal Canal

Nível do líquido refrigerante NSE 1

Nível de combustível de fuga NSE 2

Pressão diferencial do óleo lubrificante NSE 3*

Velocidade de rotação do virabrequim KW 1

Velocidade de rotação do eixo de comando NW 1

Velocidade de rotação do ATL1 DME 1

Temperatura do líquido refrigerante TE 1

Temperatura do ar de sobrealimentação TE 2

Temperatura de gás de escape coletiva Lado motor A TE 3*

Temperatura de gás de escape coletiva Lado motor B TE 4*

Temperatura do ar de admissão TE 5

Temperatura do combustível TE 6

Temperatura do óleo lubrificante TE 7

Pressão do combustível após o filtro DE 4

Pressão do óleo lubrificante DE 5

Pressão do ar de sobrealimentação DE 7

Pressão do líquido refrigerante DE 8*

Estes canais fazem parte do volume de pontos de medição ampliado (opcional)

– 08,98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 29

[Link] Especificações de entradas

Entradas de sensor de nível NSE 1 ... NSE 3

Função Sensor

Vigilância de nível Controlador de nível, [Link]. sonda de


nível do líquido refrigerante BEDIA

UB = 24 V
24V_NSE Prot. contra
sobrecorr.
+5V

Controldr
de nível EM
GND
ECU 4/S
Cabo
W2

Fig. 14 : Princípio da entrada de comutação de nível TAA

Especificação do canal

Sensor Coletor aberto, com conexão à massa


Sonda de nível do líquido refrigerante BEDIA: Com autoprova automática
mática (aprox. 2 s tras conectar, está conectado o contato com a
massa

Isolamento galvânico Nenhum

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V sem afetar o canal


contíguo (exceto GND)
Resistente à tensão transitória até 1000V, 70 V/2 ms,
50 V/50 ms

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 30 FRIEDRICHSHAFEN

Entradas de medição angular giratória KW 1 e NW 1

Canal Função Sensor

KW1 Medida do ângulo e da velocidade de rotação do Sensor indutivo VDO


virabrequim

NW1 Medida do ângulo e da velocidade de rotação do Sensor indutivo VDO


árvore de manivelas

ECU 4/S

n/δ
+IN

U/f
-EM
Sensor indutivo
Cabo
W2

Fig. 15 : Princípio da entrada de medição angular KW1/NW1

Especificação do canal de medição

Frequência limite f=
l 26 kHz

Tensão de entrada 1,5 Vpp <U<E 180 Vpp

Histérese H x 150 mV

Isolamento galvânico Nenhum

Rejeição em modo comum Superior a 20 dB

Detecção de falhas Marcha em vazio e curto-circuito através da verificação de plausibilidade


pai

Resistência a interferências Resistência à tensão transitória até 1000 V

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 31

Entrada de medição da velocidade de rotação DME 1

Função Sensor

Medición de velocidades de rotação ([Link]. ATL) Sensor indutivo VDO

ECU 4/S

n
+IN

U/f
-EM
Sensor indutivo

Cabo
W2

Fig. 16 : Princípio da entrada de medição da velocidade de rotação DME

Especificação do canal de medição

Frequência limite fl = 26 kHz

Tensão de entrada 0,9 Vpp


<U< 180
E V pp

Histérese H= 400 mV

Outros Outras características, assim como a entrada de medição angular


(ver a página 30)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 32 FRIEDRICHSHAFEN

Entradas de temperatura TE 1 ... TE 9

Função Sensor

Medição da temperatura Resistência em função da temperatura


tura NI1000

Uref = 5 V

EM ECU 4/S
NI1000
−ϑ

GND

Cabo
W2

Fig. 17 : Princípio da entrada de medição de temperatura TE

Especificação do canal de medição

Gama de medição 0 oC ... 130


o C

Exatidão do canal de medição Inferior a 1 %

Isolamento galvânico Nenhum

Detecção de falhas Rotura de linha/cortocircuito por zonas de falha

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V sem afetar o canal


contíguo (exceto GND)

Os canais TE8 e TE9 têm outra escala (para Pt100).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 33

DE 1 ... DE 7

Função Sensor

Medición da pressão na faixa de 0 bar ... 10 bar Sensor de pressão

U=
ref 5 V

5V_BUF

p ECU 4/S
EM

U
GND
Sensor de
pressão
Cabo
W2

Fig. 18 : Princípio da entrada de medição de pressão DE

Especificação do canal de medição

Canal DE1 ... DE3/UE1/UE2

Gama de medição Em função do sensor

Sinal de saída U S 0,5 VDC ... 4,5 VDC

Alimentação do sensor 5 V 250 mV

Exatidão do canal de medi- Inferior a 0,6 %


ção

Resolução 12 bits

Isolamento galvânico Nenhum

Detecção de falhas Rotura de linha/cortocircuito por zonas de falha

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V sem afetar ao canal conti-
guo (exceto GND)

E 531 691 / 01 S – 08,98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 34 FRIEDRICHSHAFEN

1.7.3 Saídas no lado da instalação

[Link] Atribuição das saídas no lado da instalação

Com o objetivo de poder captar do lado da instalação sinais sem utilizar a interface CAN,
se emiten paralelamente las siguientes señales:

Sinal Canal Denominação no


esquema de conexão

Parada de emergência TAA 1 TRANOUT 1

Parada automática do motor TAA 2 TRANOUT 2

Alarme coletivo TAA 3 TRANOUT 3

> 300 r.p.m. (motor em funcionamento) TAA 4 TRANOUT 4

Redução de potência ativa TAA 5 TRANOUT 5

Janela de velocidade de rotação TAA 6 TRANOUT 6

Velocidade de rotação do motor UA 1 UOUT 1

Quantidade de injeção/carga do motor UA 2 UOUT 2

Pressão de óleo UA 3 UOUT 3

Temperatura do líquido refrigerante UA 4 UOUT 4

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 35

[Link] Especificações das saídas

Saídas de transistor TAA 1 ... TAA 6

Função Destino

Saída de comutação Instalação

U=
B 24 V
FORA

GND

ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 19 : Princípio da saída do transístor TAA

Especificação do canal

Canal TAA1

Corrente de saída I=
S 300 mA máximo

Frequência de comutação Inferior a 2 Hz

Indutividade de carga Máx. 140 mH

Isolamento galvânico Nenhum

Estado com reset Desconectado


do processador

Resistência ao curto-circuito Sim, desconexão automática do canal em caso de curto-circuito

Detecção de ruptura de arame - Sim


bre

Proteção contra sobreten- Sim, o transistor se desconecta se a tensão de alimentação estiver fora do
sensão/subtensão margem 11 V <U<B42 V

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 36 FRIEDRICHSHAFEN

Saídas de tensão UA 1 ... UA 4

Função Destino

Tensão de saída 0 V ... 10 V, Instalação


p. ex. para instrumentos indicadores

U= 15 V

FORA

GND
ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 20 : Princípio da saída do transistor TAA

Especificação do canal

Tensão de saída U=
S 0 ... 10 V

Corrente de saída I=
S 8 mA máximo

Exatidão 2,5 %

Resolução Inferior a 40 mV

Proteção As 4 saídas de tensão através de fusível de reposição automática a


massa

Isolamento galvânico Nenhum

Resistência ao curto-circuito Sim

Outros Seguro contra polarização inversa até 36V, resistente à tensão


transitória até 1000 V

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 37

1.7.4 Saídas do lado do motor

[Link] Atribuição das saídas do lado do motor

O controle do motor é realizado através das seguintes saídas de sinal:

Sinal Canal

Válvula de comando ATL2 TAM 1

Eletroválvulas para injeção MVA 1 ... MVA 20


(a quantidade depende do número de cilindros)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 38 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Especificações das saídas

Saída de transistor TAM 1

Função Destino

Saída de comutação Motor

U=
B 24 V
FORA

GND

ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 21 : Princípio da saída do transistor TAM

Especificação do canal

Canal TAM1

Corrente de saída I=
S 1,5 A máximo

Frequência de comutação Inferior a 2 Hz

Indutância de carga Máx. 140 mH

Isolamento galvânico Nenhum

Estado com reset Desconectado


do processador

Resistência ao curto-circuito Sim, desconexão automática do canal em caso de curto-circuito

Detecção de ruptura de Sim


fio

Proteção contra sobreten- Sim, o transistor se desconecta se a tensão de alimentação estiver fora do
s tensão/subtensão margem 11 V <U<B42V,GND não protegido

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 39

Saídas de eletroválvula MVA 1 ... MVA 20

Função Destino

Ativar as eletroválvulas dos bicos injetores Electroválvula de injeção

MV 1
...
MV 20

ECU 4/S
Cabo
W4

Fig. 22 : Princípio da saída da eletroválvula MVA (ativação do injetor)

Especificação do canal

Sinal de saída SMáx = 20 A


Eu

Frecuencia de relógio fRelojMáx = 100 kHz

Resistência ao curto-circuito Sim

Detecção de falhas Carga aberta/cortocircuito/contacto a massa

Outros Seguro contra polarização inversa até 36 V


Solapamento simples de MV 1-10 com MV 11-20
Vigilância do movimento da válvula solenóide
Controle de sequência livremente programável para as válvulas de entrada
injeção

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 40 FRIEDRICHSHAFEN

1.7.5 Conexões de ônibus

RS422 Interface para unidade de diálogo


CAN1 Interface de ônibus CAN 1
CAN2 Interface de ônibus CAN 2

[Link] Interface série RS232

Canal Função Destino

RS232 Interface serial para a transmissão de dados entre a Unidade de diálogo


pai de diálogo e o ECU 4/S

Conector XC6

RS232 RS232
TxD RxD
A
RxD TxD
Unidade B ECU 4/S
de
diálogo
GND GND
F
Cabo de diálogo

Fig. 23 : Esquema de conexões básico para a conexão da unidade de diálogo

Especificação do canal

Velocidade em bauds 9600 bauds

Formato de dados Formato MTU

Isolamento galvânico Não

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 41

[Link] Interface de ônibus CAN

Canal Função Destino

CAN1/ Conexão de ônibus para sistemas externos MCS, RCS


CAN2

Aislamiento galvânico

ÔNIBUS_H
Resistência
terminal

ÔNIBUS BUS_L

GND
ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 24: Princípio da interface de barramento CAN

Especificação do canal

Nível físico ISO 11 898

Especificação CAN Versão 2.0 A

Formato de dados Específico de MTU (bus de campo 1)

Resistência terminal No conector (o ônibus não é interrompido se o conector estiver retirado)

Resistência à tensão transitória de acordo com a IEC 801

Velocidade em bauds 125 kbaudios

Aislamiento galvânico Sim

As interfaces de barramento CAN são operadas de forma independente.

E 531 691 / 01 S – 08,98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 42 FRIEDRICHSHAFEN

1.8 Dados técnicos

Tipo Regulador do motor ECU 4/S

Dimensões (largura x altura x profundidade) 455 mm x 277 mm x 91 mm


Altura + aprox. 230 mm para enchufar conectores

Peso 7 kg

Carcasa Carcaça de fundição de alumínio

Cor/Pintura Como o motor

Posição de montagem Enchufe lateral de conectores

Fixação 4 parafusos hexagonais M6 x 60


Par de aperto 4 Nm

Conexão 6 conectores de baioneta

Aterramento É necessária (é realizada no motor)

Tensão de serviço
Tensão permanente 16,5 VDC ... 32 VDC
Funcmto. brevemente restringido 11 VDC ... 36 VDC
Ondulação residual Máx. 8 Vpp

Consumo de corrente 0,3 A… 17 A

Potência disipada por calor Máx. 35 W

Fusível Fusível enchufável plano de 30 A

Temperatura ambiente máxima +75oC

Umidade atmosférica relativa 0 %... 95 % com condensação

Grau de proteção IP 65 segundo a DIN 40 050

Resistência ao impacto 15g, Impacto semisinusoidal de 11 ms

Resistência a vibrações
Frequência 2 Hz ... 25 Hz Amplitude de deslocamentoPP1,6 mm
Frequência 25 Hz ... 100 Hz 4g
Frequência 20 Hz ... 2000 Hz Ruído 1,3grms

Proteção CEM/IEM DIN EN 50081-2

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 1
Estrutura e função
FRIEDRICHSHAFEN Página 43

entradas
Lado da instalação 9 entradas binárias
1 entrada de corrente/tensão
1 entrada PWM
2 entradas analógicas
Lado do motor 3 entradas de nível
2 veloc. de rotação do virabrequim/árvore de cames
2 entradas de velocidade de rotação
10 entradas de temperatura
9 entradas de pressão

Saídas
Lado da instalação 4 saídas de tensão 0 V ... 10 V
6 saídas de transistor 0,3 A
Lado do motor 4 saídas de transistor 1,5 A
Máx. 20 saídas de eletroválvula para as
válvulas de injeção

Interface série Segundo RS232 (para a unidade de diálogo)

Exibição de diagnóstico Display de LEDs de quatro dígitos,


visível após abrir a tampa

Indicação de estado 5 LEDs


visível depois de abrir a tampa
Reiniciar
+5 VDC
+15 VDC
-15 VDC
+24 VDC

Módulos de dados intercambiáveis IDM (módulo de dados de interface)


MEM 6 (módulo de dados do motor e de memória
do programa, acessível após abrir a tampa)

Ajustável Com unidade de diálogo

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 1
Estrutura e função
Página 44 FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 2
Manejo
FRIEDRICHSHAFEN Página 45

Parte 2

Manejo

(Não requerido nesta documentação!)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 2
Manejo
Página 46 FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 47

Parte 3

Manutenção e reparo
(pessoal da instalação)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 48 FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 49

3 Manutenção e reparação (pessoal da instalação)

3.1 Normas de segurança

I M PO R TAN T E
Toda pessoa encarregada do manuseio, cuidado, manutenção ou reparo
dos produtos descritos, deve ler e aplicar,
sem falta, as presentes normas de segurança.

Além disso, devem ser observados e cumpridos:


As indicações de segurança (se houver) em outros documentos importantes de
MTU
As instruções de advertência e segurança, assim como os valores de serviço,
e valores limites que, dado o caso, figuram nos produtos
As normas nacionais para a prevenção de acidentes e proteção do trabalho
As prescrições correspondentes, específicas do ramo
As indicações de segurança no texto deste documento, se houver

Convenções para as indicações de segurança dentro do texto

O presente documento contém, onde necessário, algumas indicações de segurança


especialmente ressaltadas que começam com uma palavra sinalizadora. Estas indica-
As normas de segurança devem ser observadas e cumpridas sem falta, a fim de evitar danos ao per-
sonhos e materiais.

Uma indicação desse tipo avisa sobre um perigo que,


em caso de não cumprimento, pode causar lesões ou a morte
de personas.

PERIGO

Uma indicação desse tipo alerta para um perigo que,


em caso de inobservância, pode causar o dano ou a destruição
ción do produto descrito ou de outra parte da instalação.
ATENÇÃO

Uso conforme ao previsto e qualificação do usuário

Todos os aparelhos e partes da instalação devem ser utilizados apenas de acordo com o uso previsto.

O manuseio, manutenção e reparo só devem ser realizados por pessoas que


estão instruídas e encarregadas disso.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 50 FRIEDRICHSHAFEN

Normas de segurança para a manutenção e o reparo

O cumprimento dos prazos do plano de manutenção e a execução exata dos tra-


o baixo custo de manutenção e reparação é decisivo para a disponibilidade da aplicação
permanente e fiabilidade do produto.

Antes de iniciar qualquer trabalho de manutenção e reparo, ou antes de realizar a


desconexão de partes do sistema eletrônico, necessária a tal efeito, haverá que pedir a
autorização ao pessoal de comando responsável.

Antes de executar trabalhos em módulos, será necessário desligar a alimentação elétrica


dos setores correspondentes, e garantir a mesma contra uma conexão não autorizada
da. Sempre que uma determinada medida exigir uma alimentação elétrica, isso será
indicado no local correspondente da documentação.

As pessoas responsáveis pelos trabalhos de manutenção e reparo devem realizar


estes trabalhos seguindo as instruções da documentação.

Para os trabalhos de manutenção e reparo, devem ser utilizadas ferramentas adequadas.


das, dado o caso as ferramentas especiais de MTU.

Para a substituição de componentes ou módulos defeituosos, devem ser utilizados apenas


peças de reposição originais. O fabricante se isenta de toda responsabilidade por danos causados por
a utilização de outros componentes. Além disso, perde-se a garantia do fabricante.

Mudanças ou modificações não autorizadas do produto anulam a responsabilidade e


garantia do fabricante.

Antes da troca, as peças de reposição devem ser armazenadas adequadamente, ou seja,


devem ser protegidos particularmente contra a umidade. Os componentes e módulos
eletrônicos que estão defeituosos devem ser embalados adequadamente para serem
transportados para o local de reparação, ou seja, que devem estar especialmente protegidos
contra a humidade, à prova de choques e, se necessário, envoltos em folha antiestática.

Em caso de danos que não possam ser eliminados pelo proprietário da instalação,
haverá que avisar ao serviço técnico da MTU, ou à sua representação.

Depois de cada trabalho de manutenção ou reparo, é preciso verificar se não


não ficam peças inadmissíveis (ferramentas ou similares) dentro do aparelho
o da instalação.

Após cada reparo, deve-se realizar um controle de funcionamento do aparelho.


o da instalação, através de alguns testes de funcionamento correspondentes. Um con-
trol separado do componente reparado sem integrá-lo no sistema completo, não é sufi-
ciente.

Ao realizar trabalhos no motor, deve-se excluir uma partida involuntária do mesmo.


tomando umas medidas adequadas.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 51

3.2 Manutenção

3.2.1 Generalidades

No presente capítulo são explicadas medidas na unidade de controle do motor ECU 4/S,
que são necessárias para conservar a disponibilidade operacional. Essas medidas podem
realizar-se sem aparelhos de medição.

Os trabalhos de manutenção na unidade de controle do motor ECU 4/S consistem principalmente


palmente de controles visuais, para detectar danos mecânicos ou para localizar peças
sueltas e fixações que tenham se soltado. Os módulos defeituosos deverão ser reparados ou
substituir-se no ato.

Falha do sistema

Se as medidas explicadas a seguir não forem executadas, continuam-


dê as instruções e dentro dos intervalos indicados, isso
ATENÇÃO pode provocar a falha da unidade de controle do motor ECU 4/S
ó da instalação PCS-5 completa.

Se forem detectadas falhas, pode-se detectar e eliminar a causa de acordo com as instruções.
ções dos seguintes capítulos.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 52 FRIEDRICHSHAFEN

Terminologia e estrutura da presente documentação

Na presente documentação, distingue-se entre dois termos:


Atividades
Como atividade se define a totalidade de todos os passos que pertencem a
parte de uma tarefa (por exemplo, remover a tampa da unidade de controle do motor
ECU 4/S). As atividades estão sinalizadas com uns números de identificação
(Nº ident. ou Nº ID) que começam com uma “A” ([Link]. A-P-ECU-2006)
Tarefa
Uma tarefa é a soma das atividades que dá o resultado global desejado
(por exemplo, substitua a unidade de controle do motor ECU 4/S).
As tarefas estão sinalizadas com números de identificação (Nº ident. ou
Nº ID) que começam com uma “T” ([Link]. T-P-ECU-2003).

Na introdução da descrição de todos os trabalhos de manutenção previstos, se


resumo todas as tarefas de manutenção em uma sinopse. A partir deste lugar, faz-se
referência às descrições individuais das tarefas, que por sua vez consistem em uma
série de atividades, que são descritas após a descrição da tarefa, respectiva-
mente.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 53

Sinopse Descrições Descrições


detarezas deveres de atividades

Listado [Link]-Imagem

Tabela Listagem [Link]-Imagem


plano de manutenção ou
tabela de códigos de falha ou
tabela de localização de
falhas)

Listagem [Link]-Imagem

Referências via Referências via


ID da tarefa ID da atividade

Fig. 25 : Sinopse de tarefas – Tarefa – Atividades

A subdivisão em tarefas com atividades pertinentes também é realizada para todos os


trabalhos de reparação. Na introdução do capítulo "Reparação" são listados de forma
resumida todas as tarefas descritas.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 54 FRIEDRICHSHAFEN

3.2.2 Trabalhos de manutenção

[Link] Intervalos de manutenção

Todos os trabalhos que são explicados na tabela a seguir podem ser executados pelo
pessoal da instalação.

Os trabalhos de manutenção são executados durante três intervalos:


Etapa de manutenção e reparação W2
Etapa de manutenção e reparação W3
Etapa de manutenção e reparo W4

A sucessão cronológica desses intervalos está sujeita aos intervalos das etapas de
manutenção e reparo do motor W1 até W6.

Documentação adicional:
Por este motivo, na documentação do motor deve-se consultar em quanto
o tempo deve ser executado os trabalhos de manutenção dentro dos intervalos
los.

[Link] Sinopse das tarefas para os trabalhos de manutenção previstos

Na tabela a seguir, relacionam-se as medidas de manutenção a serem executadas, juntamente com os


lugares onde são realizados.

Inter- Denominação de Cuali- Durac. tarefa_id Pág. Observações


valo a tarefa ficac. (abr.)
W4 Executar um controle Pers 0,2 h T-P-ECU-2001 55 Se falhas são detectadas
visual Inst. durante as comproba-
ações, estes deverão
eliminar-se no ato

W4 Limpar a unidade de Pers 0,2 h T-P-ECU-2002 60 Executar somente se


controle do motor Inst. é necessário
ECU 4/S

Todos os trabalhos que forem executados na unidade de controle do motor ECU 4/S
(por exemplo, motor de babor ou motor de estibordo), deverão ser realizados em seguida
separadamente em todas as outras unidades de controle do motor ECU 4/S que
haya no barco.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 55

3.2.3 Tarefa - Controle visual


Nº ident. T-P-ECU-2001

Módulos requeridos/aparatos requeridos do sistema completo PCS-5 OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Sensores no motor
Fiação no motor
Cabeamento para os módulos e sistemas periféricos
Dado o caso, abraçadeiras de cabo

Meios de trabalho recomendados OK?

Lanterna
Tenazas para conectores

Documentação de referência OK?

Documentação do motor
Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S,
documento nº E 531 691

Condições prévias OK?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicacões de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 3.1.


Observar as indicações de segurança de ordem superior junto às
descrições das atividades.

Lista de atividades Nº ID OK?

1. Verifique o assento firme dos conectores. A-P-ECU-2012


Página 56
2. Verifique a fixação firme dos cabos. A-P-ECU-2009
Página 57
3. Verificar a estanqueidade dos acessórios A-P-ECU-2010
de sensor. Página 58
4. Verifique os cabos. A-P-ECU-2008
Página 59

A ordem das atividades é arbitrária.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparação
Página 56 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Verificar o assento firme de todos os conectores


Nº ident. A-P-ECU-2012

A unidade de controle do motor ECU 4/S


(26/1) está localizado no lado superior
do motor. No lado da carcaça há
(em função do equipamento do motor)
2
até 5 conectores (26/4). A sexta caixa
de enchufe (26/3) está prevista para
4 conectar uma unidade de diálogo, e está
fechada durante o funcionamento normal
do motor com uma caperuza protetora.

Além disso, todas as caixas de tomada que


não estejam ocupadas com um conector, tam-
bem estão fechadas com uma capa
protetora.

Para verificar o assento firme dos co-


conectores da unidade de controle do motor
ECU 4/S, proceda da seguinte forma:

1. Tentar girar a mão com pouca força


as porcas de conexão de baioneta
(26/2) dos conectores laterais.
3
2. Se isso for possível, haverá de se apertar
a porca de conector de bayoneta em
questão (26/2) em sentido horário, uti-
1 lisando as tenazes para conectores
(ver a fig. 27).
Fig. 26 : Conectores do ECU 4/S
Todos os módulos elétricos no motor
(sensores, eletroválvulas, atuadores,
etc.) foram unidos por meio de diferentes
conexões por plugue com o maço de
cabos do motor. Também deve compro-
base o assento firme dessas conexões
nos por enchufe e, dado o caso, devem
enchufar-se e assegurar-se corretamente
as mesmas.

Fig. 27 : Tenazas para conectores

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 57

[Link] Verificar o assento firme dos cabos


Nº ident. A-P-ECU-2009

Os cabos no motor da série DDC/


MTU 2000 estão agrupados em um maço
de cabos (ou em vários, dependendo do
equipamento elétrico). A modo de pro-
proteção contra danos mecânicos, estes
1
discorrer dentro de tubos plásticos
(28/3). Esses tubos estão conectados ao motor.
2

1. Verificar se os feixes de cabos


estão bem fixados no motor dentro
de seus suportes (28/1), e não podem
vibrar livremente; se um cabo pendura
do motor, este deverá ser fixado de
forma adequada.
2. Verificar se os parafusos de fixação
3 (28/2) dos suportes estão bem
apertados, dado o caso deverão
apertar os parafusos com uma
ferramenta adequada.
Fig. 28 : Cabos no motor
3. Verificar se os abraçadores se soltaram
deras de cable, dado o caso montar
umas novas abraçadeiras de cabo e
sujeitar os cabos com os mesmos.

E 531 691 / 01 S – 08,98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 58 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Verificar a estanqueidade de todos os conectores de sensor


Nº ident. A-P-ECU-2010

Os sensores no motor da série DDC/MTU 2000 são fixamente rosqueados nos


módulos mecânicos do motor (sensores de pressão, sensores de temperatura, transmissores
da velocidade de rotação). Deve-se verificar a estanqueidade dos raccords desses
sensores.

1. Localizar o sensor.
2. Verificar se pela superfície obstruída
dora entre o motor e a flange do sen-
sor, sale ou saiu um meio a pré-
sión (no caso de meios líquidos
pode ser reconhecido pelas marcas);
dado o caso, reapertar o conector do
sensor com uma ferramenta adequada
da (chave de boca).
3. Se não for possível hermetizar o conector de
dessa forma, será necessário desmontar o
sensor e instalar uma nova junta.

Fig. 29 : Exemplo de um conector de sensor

Documentação adicional:
Uma descrição sobre a montagem dos sensores é parte da documentação.
ção do motor. Esta deverá ser consultada sem falta antes de desmontar um sen-
sor.

Ao apertar as conexões nos sensores de nível, deve-se ter cuidado com


conta que estes têm um par de aperto muito pequeno. Um aperto-
te excessivo destrói esses sensores. Para o par de aperto: ver a
descrição do motor.
ATENÇÃO

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 59

[Link] Verificar os cabos


Nº ident. A-P-ECU-2008

Os cabos que estiverem danificados deverão


1
isolar-se ou substituir-se no ato (se o
o dano é grande demais).

1. Verificar visualmente todos os


cabos instalados no motor.
2. Se o isolamento exterior estiver danificado
2 e são vistos condutores individuais
(exemplo 30/1), será suficiente envolver-
ver o cabo com fita isolante, siem-
pre e quando nenhum dos condutores
O torres está danificado.

3. Se houver condutores nus ou quebrados,


haverá que substituir o martelo de
cabos (ou a parte correspondente do
mazo de cabos) (exemplo 30/2).
4. Os controles de continuidade podem
executar de acordo com as tabelas em
Fig. 30 : Exemplos de cabos danificados o Anexo A do presente documento
ção. A tal efeito, deve-se afrouxar o
conector correspondente da unidade
de controle do motor ECU 4/S
(ver a página 56) e de separar a conexão por plugue no módulo do lado do motor
(por exemplo, em um sensor). Cortar essa conexão, em seguida, verificar com um
multímetro, se houver uma conexão elétrica entre os pinos correspondentes no conector
do ECU.

Exemplo:

Deve-se verificar a conexão com fio entre o sensor de rotações do eixo de


levas e o ECU:
Afrouxar e desconectar o conector X2 da unidade de controle do motor
ECU 4/S.
Afrouxe o conector do sensor de rotações do árvore de cames e faça um curto-circuito
atar esses dois contatos com um fio de metal.
Executar o controle de continuidade entre os pinos T e n do conector X2, utili-
usando um multímetro.
Se não há nenhuma conexão, o cabo correspondente está defeituoso no
maço de cabos, e será necessário substituir o maço de cabos.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 60 FRIEDRICHSHAFEN

3.2.4 Sinopse da tarefa - Limpeza


Nº ident. T-P-ECU-2002

Módulos requeridos OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Sensores no motor
Cabeamento no motor
Cabeamento para os módulos e sistemas periféricos

Meios de trabalho recomendados OK?

Paño macio sem fiapos, não abrasivo


Álcool isopropílico

Condições prévias OK?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicadores de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 3.1.


Observar as indicações de segurança de ordem superior junto a as
descrições das atividades.
Não danifique nenhum cabo durante a limpeza.
Se os conectores forem desmontados, ter cuidado para que sejam fechados corretamente novamente.

tamente o bloqueio de baioneta.

Lista de atividades Nº ID OK?

1 Limpar a unidade de controle do motor ECU 4/S. A-P-ECU-2001


Página 61
2. Limpar os conectores. A-P-ECU-2002
Página 62

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 61

[Link] Limpar a unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident. A-P-ECU-2001

A unidade de controle do motor ECU 4/S


(31/1) consta de uma carcaça completa-
mente cerrada. Todos os módulos
eletrônicos que pertencem à unidade
de controle do motor ECU 4/S, vão inte-
graus nesta carcaça.

1. As impurezas grossas na superfice-


a partir desta carcaça deverão eliminar-
se com um pano umedecido com álcool
álcool isopropílico.

2. Prestar atenção para que sejam legíveis


os conjuntos de rótulos nos cabos
1 (31/2), dado o caso de tornar legível a
letra o reemplazarla.

Fig. 31 : Limpar a unidade de controle do motor


ECU 4/S

Durante os trabalhos de limpeza, cuidar para não danificar nada e de


que não se soltem conectores na tampa, particularmente os
conectores intermediários entre o feixe de fios e os sensores.

ATENÇÃO

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 62 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Limpar os conectores


Nº ident. A-P-ECU-2002

Impressões excessivas nas conec-


tores a longo prazo podem contribuir para
que se veja afetado o funcionamento.
Por este motivo, tais devem ser eliminados.
impurezas (óleo, gordura, combustível,
etc.).

1. Limpar a superfície do conector


(32/1) e da parte encolhível do
mesmo, com um pano impregnado de
álcool isopropílico.
2. Em caso de sujeira extrema,
desmontar o conector (ver a página
56).
3. Limpar a fundo a carcaça do conec-
tor (32/2) e os contatos, utilizando
álcool isopropílico.
4. O casquillo fêmea da carcaça de
unidade de controle do motor ECU 4/S
também deve ser limpo a fundo com seu-
álcool isopropílico.
2
1
5. Antes de enchufar, prestar atenção a
Fig. 32: Limpar os conectores da unidade que estejam secos o conector e o cas-
de controle do motor ECU 4/S quillo; para enchufar deve-se proceder
segundo as indicações na página
56.

Durante os trabalhos de limpeza, cuidar para não danificar nada e de


que os conectores na carcaça não se soltem involuntariamente,
particularmente os conectores intermediários entre o maço de
cabos e os sensores. Para conectar, deve-se proceder de acordo com as
ATENÇÃO indicações na página 56.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 63

3.3 Localização de falhas

3.3.1 Descripciones de fallo sin indicación de códigos de fallo

Na tabela a seguir estão mostradas possíveis descrições de falhas que o operador pode
reconhecer à simples vista.

Nº Descrição da falha Causa(s) do falha Medidas ID de tarefa V.


corr
O PCS-5 completo não a) Não está disponível Eles também estão fora
reage depois de a tensão de ali- de serviço outras partes
conectá-lo mentação da instalação elétrica
carta do barco?

b) Outras instalações
(ou partes do)
mismas) também
funcionam em todo o
barco→ d)

c) Todas as demais
partes da instala-
ção do barco divertido
cionan correta-
mente, só o
PCS-5 está fora
de serviço→ e)

d) Falta a tensão de a Verificar outros sistemi- Manual de a


bordo mas, dado o caso co- bordo
nectar a tensão de a
bordo

e) A alimentação Controle visual; dado o


elétrica do PCS-5 caso reponer o inte-
está desconectada, disjuntor automático
o interruptor automático existente
mático correspon- E 531 687
dente disparou

f) O interruptor chave Girar a chave em senti- Manual de a


(if there is) of the syste- do antihorário, sacá-la bordo
ma não está bem co- voltar a inseri-la e gi-
nectado o encajado rarla até o topo em
sentido horário

g) O interruptor chave Substituir o interr- Manual de a


está defeituoso tor chave bordo

>>

E 531 691 / 01 S - 08.98 -


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 64 FRIEDRICHSHAFEN

Nº Descrição da falha Causa(s) do falho Medidas ID de tarefa V.


corr
>>

A unidade de controle Foi ativado um


do motor ECU 4/S não parada de emergência
está em serviço (automático ou manual)
no sistema de vigi-
lança; ou seja, há
pendente de um alarme?

a) Há um alarme
pendente→ c)

b) Nenhum alarme
pendente→ d)

c) Valores de serviço Verificar o sistema


inadmissíveis ou o ac- de vigilância
acionar um botão
de parada de emer-
gência, eles provocaram-
cada uma parada de E 531 687
emerg. do motor

d) O fusível do regula- Extrair e verificar o fu- T-P-ECU-2004 101


dor do motor está substituí-lo se
defeituoso é preciso

d) O fusível pré-conectadoSubstituir o fusível Manual de a


tado (se houver) está preconectado bordo
defeituoso

e) O relé para comu- Conectar o sistema e


tar a tensão de ali- verificar ao mesmo tempo
mentação está pois, se comuta o relé
defeituoso em questão (controle
visual); se não o fizer, E 531 687
substituí-lo

>>

– 08,98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 65

Nº Descrição do erro Causa(s) do falho Medidas tarefa_id V.


corr
>>

Não é possível modificar Sólo en RCS externo:


a velocidade de rota- Pode ser ajustado o
ação no serviço local velocidade de rotação
no serviço de con-
controle remoto?

a) Sim→ c)

b) Não→ d)

c) Relé de comutação Verificar se o relé


Serviço de controle comuta ao comutar ao
remoto↔ Serviço serviço local, substituição-
local zarlo se necessário
E 531 687

d) ECU 4/S Mensagem de falha por


defeituoso ECU 4/S ou módulos de
ordem superior;

E 531 687
Substituir o
ECU 4/S T-P-ECU-2003 92

Pulsadores corresp. Reparar os botões Documentação.


do sistema defeituoso. pertinente

4 Não é possível colocar em É possível arrancar


bate o motor no serviço local?

a) Sim→ c)

b) Não→ d)

c) A causa do erro Verificar os módulos Documentação.


está nos módulos com a documentação pertinente
de ordem superior pertinente

Pulsador corresponder Reparar o botão


dente do sistema de-
fectuoso

d) Está defeituoso o e) Sim→ Substituir o T-P-ECU-2004 101


fusível do regulador fusível
do motor?

f) Não→ g)

g) ECU 4/S Mensagem de falha por T-P-ECU-2003 92


defeituoso módulos de ordem sup.
substituir ECU 4/S

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 66 FRIEDRICHSHAFEN

3.3.2 Fallos com indicação dos códigos de falha

Além das mensagens de alarme no sistema de vigilância MCS-5, são emitidos alguns
códigos de falha no módulo da placa do regulador do motor ECU 4/S em um display de
quatro dígitos.

Dito display de códigos de falha tem a seguinte estrutura:

24 V -15 V +5 V +15 V Display de sete segmentos


de quatro dígitos

Fig. 33 : LEDs e display no regulador do motor ECU 4/S

O significado dos quatro dígitos é o seguinte:


O primeiro dígito indica que ocorreu uma falha
(no exemplo da fig. 33:F).
Os dígitos do dois ao quatro do display indicam o código de falha de três dígitos.
tos (veja a tabela a seguir, no exemplo da fig. 33:034).

Para poder ler o display no módulo de cartão do regulador do motor


ECU 4/S, deve-se abrir a tampa da carcaça (veja a página 102).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 67

Alteração do funcionamento!
Uma sujeira excessiva na ECU pode afetar o funcionamento
ao sistema de gestão do motor.
Por este motivo, há que voltar a fechar o ECU depois de ler.
ATENÇÃO o display ou após a conclusão dos trabalhos de reparo, cuidando de
que esteja limpa a superfície de fechamento e do assento correcto de
a tampa.

O interior da carcaça deve estar totalmente seco (sem


condensações ou similares), antes de fechar a carcaça!

A tabela a seguir mostra quais medidas podem ser tomadas para eliminar uma falha, em função de
ção do código de falha.

No capítulo "Reparação" são descritas as medidas para eliminar as falhas.


que são nomeados junto a cada um dos códigos de falha.

Cód. Texto do veredicto Descrição Reparação Ver

003 L1 T-FUEL Valor limite 1Tempe- Refrigerar a sala de –


fatura de combustível máquinas ou o depósito
de combustível

004 L2 T-FUEL Valor limite 2Tempe- Refrigerar a sala de –


fatura de combustível máquinas ou o depósito
de combustível

005 L1 T-CARGA DE AR Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


ratura do ar de
sobrealimentação
E 531 687

006 L2 AR DO T-CHARGE Valor limite 2Tempe- Reduzir a potência


rutura do ar de
sobrealimentação
E 531 687

007 L1 T-CARGA DE AR B Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


rutura do ar de
sobrealimentação
Lado motor B
E 531 687

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 68 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

008 L2 T-CARGA DE AR B Valor limite 2Tempe- Reduzir a potência


rutura do ar de so-
brealimentação Lado
motor B
E 531 687

009 L1 T-INTERCOOLER Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


rastura do água refri-
gerente do ar de
sobrealimentação
E 531 687

010 L2 T-INTERCOOLER Valor limite 2Tempe- Reduzir a potência


rutura do água refri-
gerente do ar de
sobrealimentação
E 531 687

011 L1 AR DE CARGA P Valor limite 1 Pressão Reduzir a potência


do ar de sobreali-
mentação Lado
motor A
E 531 687

012 Valor limite 2 Pressão


L2 AR CONDICIONADO P-CHARGE Reduzir a potência
do ar de sobreali-
mentação Lado
motor A
E 531 687

013 L1 AR DE CARGA P Valor limite 1 Pressão Reduzir a potência


do ar de sobreali-
menteção Lado
motor B
E 531 687

014 L2 P-CARGA DE AR B Valor limite 2 Pressão Reduzir a potência


do ar de sobreali-
mentação Lado
motor B
E 531 687

015 L1 ÓLEO P-LUBE Valor limite 1 Pressão Comprovar o nível de


de aceite acceptance
do motor

016 L2 ÓLEO P-LUBE Valor limite 2 Pressão Verificar o nível de


de aceite acceptance
do motor

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 69

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

019 L1 T-EXHAUST A Valor limite 1Tempe- É necessário reduzir a


fatura de gás de esca- potência
pelo Lado motor A
E 531 687

020 L2 T-EXHAUST A Valor limite 2Tempe- É necessário reduzir a


rutura de gás de esca- potência
pe Lado motor A
E 531 687

021 L1 T-EXHAUST B Valor limite 1Tempe- É necessário reduzir a


rutura de gás de esca- potência
pe Lado motor B
E 531 687

022 L2 T-EXHAUST B Valor limite 2Tempe- É necessário reduzir a


fatura de gás de esca- potência
pe Lado motor B
E 531 687

023 Valor limite 1 Nível do Verificar o nível do


L1 NÍVEL DO REFRIGERANTE
líquido refrigerante líquido refrigerante

024 Valor limite 2 Nível do Verificar o nível do


L2 NÍVEL DO LÍQUIDO DE REFRIGERAÇÃO
líquido refrigerante líquido refrigerante

025 L1 P-FILTRO DE ÓLEO DIF. Valor limite 1 Pressão Verificar o filtro de


diferencial do filtro de aceite
aceite

026 L2 P-FILTRO DE ÓLEO DIF. Valor limite 2 Pressão Verificar o filtro de


diferencial do filtro de aceite
aceite

027 L1 VAZAMENTO DE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL Valor limite 1 Eliminar os pontos de


Combustível de fuga fuga na tubulação de
combustível

028 L2 NÍVEL VAZAMENTO DE COMBUSTÍVEL Valor limite 2 Eliminar os pontos de


Combustível de fuga fuga na tubulação de
combustível

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 70 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

030 Velocidade de rotação


MOTOR EXCESSO DE VELOCIDADE 1. Redefinir alarme
excessiva do motor
2. Depois de parar
o motor, tentar um
rearranque 1. E 531 687

3. Se não ligar o mo- 2. E 531 687


tor, observar outros
mensagens de falha 3. E 531 687

4. Se não tiver sucesso, [Link]-


Parte 4
sar al pessoal espe-
cializado
031 CARREGADOR1 EXCESSO DE VELOCIDADE 1 Valor [Link] 1
Verificar Turbo-
o filtro
sobrealimentador por de ar
gases de escape 1
Velocidade de rotação 2. A unidade de controle
excessiva do motor reduz
automaticamente a
potência (reação
do sistema)
032 CARREGADOR1 SOBRECARGA 2 Valor limite1. 2 Turbo-
Verificar o filtro
sobrealimentador por de ar
gases de escape 1
Velocidade de rotação 2. A unidade de controle
excessiva do motor reduz
automaticamente a
potência (reação
do sistema)

034 L1 IUE2 Valor limite 1 Entrada – –


de tensão 2

035 L2 IUE2 Valor limite 2 Entrada – –


de tensão 2

036 L1 DEMANDA DE VELOCIDADE AN. Valor limite 1 Prefij. – –


analógico. vel. rot. nom.

037 L2 DEMANDA DE VELOCIDADE AN. Valor limite 2 Prefij. – –


analóg. vel. rot. nom.

038 L1 [Link] BENCH Val. limite 1 Pref. vel. – –


rot nome Banco prova
039 L2 [Link] BENCH Val. limite 2 Prefij. vel. – –
rot nom Banco prova

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 71

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

050 L1 NÍVEL DO REFRIGERANTE EXT Verificar o nível de


líquido refrig. para líquido refrigerante
refrigeração do forro dado o caso assegurar
exterior, não alcançado o fornecimento

051 L1 ÓLEO T-LUBE Valor limite 1Tempe- É necessário reduzir a


rutura do óleo lubrificante potência
cante excedida
E 531 687

052 L2 ÓLEO T-LUBE Valor limite 2Tempe- É necessário reduzir a


rasura do óleo lubrificante potência
cante excedida
E 531 687

053 L1 T-ENTRADA DE AR Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


ruptura do ar de ad-
missão
E 531 687

054 L2 T-MTR AIR Valor limite 2Tempe- Reduzir a potência


ruptura do ar de ad-
missão
E 531 687

055 L1 T-TE10 Valor limite 1 Canal de Reduzir a potência


10

E 531 687

056 L2 T-TE10 Valor limite 2 Canal de Reduzir a potência


temperatura 10

E 531 687

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 72 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto do acórdão Descrição Reparação Ver

>>

057 L1 P-REFRIGERANTE Valor limite 1 Pressão Verificar o circuito


do líquido refrigerante do líquido refrigerante
não alcançada

058 L2 P-RESFRIANTE Valor limite 2 Pressão Verificar o circuito


do líquido refrigerante do líquido refrigerante
não alcançada;

Uma parada foi executada


automática do motor

059 L1 P-INTERCOOLER Valor limite 1 Pressão Reduzir a potência


da água refrigerante
do ar de sobreali-
mentação
E 531 687

060 L2 P-INTERCOOLER Valor limite 2 Pressão Reduzir a potência


do água refrigerante
do ar de sobreali-
mentação
E 531 687

061 L1 T-ADMISSÃO DE AR Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


ratura do ar de ad-
missão
E 531 687

062 L2 T-ENTRADA DE AR Valor limite 2Tempe- Reduzir a potência


rutura do ar de ad-
missão
E 531 687

065 L1 P-FUEL Valor limite 1 Pressão Verificar a bomba de


do combustível (asig- combustível
nação configurável

066 L2 P-FUEL Valor limite 2 Pressão Verificar a bomba de


do combustível (asig- combustível
nação configurável

067 L1 T-ARREFECEDOR Valor limite 1Tempe- Reduzir a potência


ratura do líquido refrigerante
gerente excedida
E 531 687

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 73

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

068 L2 T-COOLANT Valor limite 2Tempe- Foi realizada uma –


ratura do líquido refrigeranteredução de potência
gerente excedida automática do motor

069 L1 T-EXTERN 1 Valor limite 1 Instala- – –


Temperatura 1

070 L2 T-EXTERN 1 Valor limite 2 Instala- – –


Temperatura 1

071 L1 T-EXTERN 2 Valor limite 1 Instala- – –


Temperatura 2

072 L2 T-EXTERN 2 Valor limite 2 Instala- – –


Temperatura 2

073 L1 P-EXTERN 1 Valor limite 1 Instala- – –


Pressão 1

074 L2 P-EXTERN 1 Valor limite 2 Instala- – –


Pressão 1

075 L1 P-EXTERN 2 Valor limite 1 Instala- – –


ção Pressão 2

076 L2 P-EXTERN 2 Valor limite 2 Instala- – –


ção Pressão 2

077 L Bin-EXTERN 1 Sinal binário 1 Insta- – –


relação ativa

078 L Bin-EXTERN 2 Sinal binário 2 Insta- – –


relação ativa

079 L Bin-EXTERN 3 Sinal binário 3 Insta- – –


relação ativa

080 L Bin-EXTERN 4 Sinal binário 4 Insta- – –


relação ativa

090 OCIOSO VELOCIDADE BAIXA Velocidade de marcha Eliminar o erro na


em vazio demais sequência de arranque
baja,n≥ 600 r.p.m. não
alcançada

091 CORRIDA VELOCIDADE BAIXA Velocidade de aceleração Eliminar o erro na


ção demasiado baixa, sequência de arranque
n≥ 300 r.p.m. não
alcançada

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 74 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto do julgamento Descrição Reparação Ver

>>

092 INÍCIO VELOCIDADE BAIXA Velocidade de partida Eliminar o erro na


demasiado baixa sequência de arranque
n≥ 100 r.p.m. não
alcançada
093 TEMPERATURA DE Temperatura
PRÉ-AQUECIMENTO BAIXA insufi- Deixe aquecer o –
ciente do líquido refri- motor antes de algum-
gerente terlo a uma carga

100 EDM NÃO VÁLIDO Soma de verificação Se o erro aparecer repetidamente Parte 4
de dados do motor de- calmamente
fectuosa (EngineData el EDM durante o
Módulo, EEPROM 1) manutenção seguinte

A unidade de controle
do motor continua fun-
cionando, pela re-
dundância do IDM

101 IDM NÃO VÁLIDO Soma de verificação Se o erro aparecer repetidamente Parte 4
de dados de interface tidamente, substituir
defeituosa (Interface o IDM durante o
MóduloDeDados manutenção seguinte
EEPROM 2)

A unidade de controle
do motor continua fun-
cionando, pela re-
dundância do EDM
102 COMBUSTÍVEL INVÁLIDO CONS. 1 Indicação deo erro
Se consu-
aparecer novamente- Parte 4
mo 1 inválida; erro em calmamente, substituir
o EDM (EngineData o EDM durante o
Módulo, EEPROM 1) manutenção seguinte
103 CONS. DE COMBUSTÍVEL INVÁLIDO. 2 Indicação Se o
deerro consu-
aparecer repetidamente Parte 4
mo 2 inválida; erro em tidamente, substituir
o IDM (Interface de Dados o IDM durante o
Módulo, EEPROM 2) manutenção seguinte

104 OP HOURS1 NÃO VÁLIDO Contador de horas de Se a falha aparecer repetidamente Parte 4
serviço no EDM calmamente, substituir
inválido (EngineData o EDM durante o
Módulo, EEPROM 1) manutenção seguinte

O contador de horas
de serviço continua fun-
cionando, graças à
redundância

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 75

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

105 OP HORAS2 NÃO VÁLIDO Contador de horas de Se o erro aparecer novamente Parte 4
serviço no IDM calmamente, substituir
inválido (Interface o IDM durante o
Módulo de Dados manutenção seguinte
EEPROM 2)

O contador de horas
de serviço continua fun-
cionando, obrigado pela
redundância

106 ERR REC1 NÃO Registrador de erros Se o erro aparecer repetidamente


VÁLIDO Parte 4
1 no EDM inválido calmamente, substituir
(MóduloDeDadosDoMotor,o EDM durante o
EEPROM 1) manutenção seguinte

Se continuam registrando
os erros, graças a
a redundância

107 ERR REC2 NÃO Registrador de erros Se o erro aparecer novamente


VÁLIDO Parte 4
2 no IDM inválido tranquilamente
InterfaceData o IDM durante o
Módulo, EEPROM 1) manutenção seguinte
Ainda estão sendo registrados
os erros, graças a
a redundância

118 Valor limite 1Tensão


L1 TENSÃO DE SUPPLY BAIXA Verificar a tensão
de alimentação de- de serviço do sistema
muito baixa de gestão do motor,
mediante o instrumento
indicador de tensão Documenta-
de a bordo (se houver) ção do barco

119 Valor limite 2Tensão


L2 VOLT. DE SUPRIMENTO BAIXO Verificar a tensão
de alimentação de- de serviço do sistema
muito baixa de gestão do motor,
mediante o instrumento
indicador de tensão Documenta-
de a bordo (se houver) ção do barco

120 L1 FORNECIMENTO VOLT. ALTO Valor limite 1Tensão Verificar a tensão


de serviço demais de serviço do sistema
alta de gestão do motor,
mediante o instrumento
indicador de tensão Documenta-
de a bordo (se houver) ação do barco

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 76 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

121 L2 TENSÃO DE FORNECIMENTO VOLT. ALTA Valor limite 2Tensão


Verificar a tensão
de serviço demais de serviço do sistema
alta de gestão do motor,
mediante o instrumento
indicador de tensão Documenta-
de a bordo (se houver) ção do barco

O motor parou

122 L1 T-ELECTRÔNICO Valor limite 1Tempe- 1. Ventilar bem a sala


rutura interna da de máquinas
carcaça

1. Documenta-
ción do
barco

2. Reduzir a potência 2. E 531 687


do (dos)
motor(es)

130 CURVA ERRO Erro ao calcular o


curva

133 L1 Fonte de 15V A tensão interna


(+15 VDC) é defeito-
tuosa

134 15V DEFECTO ECU POS A tensão interna Substituir a unidade T-P-ECU-2003
(+15 VDC) missing de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi feita uma
parada automática do
motor

135 L1 Fonte negativa de 15V A tensão interna


(-15 VDC) é defeito-
tuosa

136 15V ECU DEFECTO A tensão interna Substituir a unidade T-P-ECU-2003


(-15 VDC) falta de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizado um
parada automática do
motor

137 L1 TESTE DE BUFFER 5V Tensão de alimentação Verificar a fiação A-P-ECU-2008


ção defeituosa dos e os sensores de pré- Página 59
sensores de pressão são A-P-ECU-2010
Página 58

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 77

Cód. Texto do despacho Descrição Reparação Ver

>>

138 Tensão de alimentação Verificar a fiação A-P-ECU-2008


SENSOR DEFECTO DE ENERGIA
ção defeituosa dos e os sensores de pré- Página 59
sensores de pressão sión A-P-ECU-2010
Página 58

139 L1 TESTE DE BUFFER Tensão de alimentação Verificar a fiação A-P-ECU-2008


ção defeituosa dos e os sensores de tem- Página 59
sensores de temperatura peratura
tura

140 TE DEFECTO DO ECU Tensão de alimentação Verificar a fiação A-P-ECU-2008


ração defeituosa dos e os sensores de tem- Página 59
sensores de temperatura peratura
tura

141 L1 TESTE BANCO1 Erro interno ECU

142 BANCO1 DEFEITO NO ECU A etapa final de po- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
tência para ativar as de controle do motor Página 92
válvulas eletromagnéticas da ECU 4/S
fila 1 está defectuosa

143 L1 TESTE DO BANCO2 Erro interno do ECU

144 BANCO2 DEFEITO DE ECU A etapa final de po- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
tência para ativar as de controle do motor Página 92
válvulas eletromagnéticas de ECU 4/S
a fila 2 está defeituosa

145 15V_BOM DEFEITO DA Alimentação


ECU elétrica Substituir a unidade T-P-ECU-2003
defeituosa de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

146 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade


L1 FORNECIMENTO AD-TEST1 T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

147 d.C. DEFECTO ECU TESTE1 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparação
Página 78 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

148 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade


L1 FORNECIMENTO AD-TESTE2 T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

149 d.C. DEFECTO DO ECU TESTE2 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

150 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade


L1 FORNECIMENTO AD-TEST3 T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

151 d.C. DEFECTO ECU TESTE3 Erro eletrônico inter- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
não de controle do motor Página 92
ECU 4/S
Foi realizada uma
parada automática do
motor

170 MI FALHA DO MÓDULO Pelo menos um módulo Se este erro não se pro- Fallo Nº 171
no indicador de duce ao mesmo tempo
manutenção está que o julgamento Nº 171, não
defeituoso é necessário agir, em
os outros casos ver o
fallo Nº 171

171 MI NÃO ATIVO O indicador de mante- 1. Recarregar os Parte 4


nimiento já não está dados de configura-
ativo ção

2. Trocar EEPROMs

172 TBO EXPIRADO A vida expirou Revisão geral do –


útil do motor motor por parte de MTU

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 79

Cód. Texto do veredicto Descrição Reparação Ver

>>

173 O indicador de mante- Salvar todos os dados


MÓDULO LIMITE DE ESCRITA Parte 4
nimento atingiu da EEPROM, colocar
o valor limite de escrev- novas EEPROMs e
tura da EEPROM restaurar os dados sal-
vados

180 CAN1 NÓ PERDIDO Pelo menos um nó vi- 1. Verificar o CAN 1 T-P-ECU-2001


gilado pela unidade de (ônibus) Página 55
controle do motor
ECU 4/S (um aparelho) 2. Controlar o nó
falta no CAN 1
3. Dado o caso, elimine-
nar a interrupção

4. Dado o caso, reem-


plazar o aparelho
defeituoso

181 CAN2 NÓ PERDIDO Pelo menos um nó vi- 1. Verificar o CAN 2 T-P-ECU-2001


gilado pela unidade de (ônibus) Página 55
controle do motor
ECU 4/S (um aparelho) 2. Controlar o nodo
falta no CAN 2
3. Dado o caso, elimine
nar a interrupção

4. Dado o caso, reem-


plazar o aparelho
defeituoso

183 NÃO PU-DATA Devem ser utilizados dados Deve ser executado um
de configuração para download dos dados
inicializar a comunica- de configuração com o
ção, mas não há módulo de dados de
nenhum módulo de da- backup BDM E 531 718
tos de configuração
válido disponível

184 PODE DADOS Durante um download


EE-FALHA Repetir o processo Parte 4
dos dados de confi-
garantia não puderam 2. Substituir o(s)
programar-se comple- EEPROM(s)
tamente uma
EEPROM ou ambos
EEPROMs
185 PODE MENOS CAIXAS DE CORREIO

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 80 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto do veredicto Descrição Reparação Ver

>>

186 CAN1 SAIA DO CAMINHO CAN 1 em estado Bus- 1. Verifique o ônibus Parte 4
Desligado, ou há um cor- CAN em relação a
tocircuito no ônibus, ou cortocircuito e, dado
bem uns campos o caso, eliminar o
magnéticos massivos curto-circuito
perturba o ônibus
2. Localizar e dado o
caso eliminar os fa-
llos, melhorar o blin-
daje se é preciso

187 CAN1 ERRO PASSIVO CAN 1 em estado 1. Controlar se pelo menos Parte 4
Erro-passivo, há um háumparticipante
falha fraca no ônibus ou POSSO,dadoocaso
falta um participante verificarafiação
POTER
2. Localizar e dado o
caso eliminar os fa-
llos, melhorar o blin-
dá se é preciso

188 CAN2 SAIA DAQUI CAN 2 em estado Bus- 1. Verificar o ônibus Parte 4
Desligado, ou há um cor- CAN em relação a
circuito no ônibus, ou cortocircuito e, dado
bem uns campos o caso, eliminar o
magnéticos masivos curto-circuito
perturbar o ônibus
2. Localizar e dado o
caso eliminar os fa-
llos, melhorar o blin-
daje se é preciso

189 CAN2 ERRO PASSIVO CAN 2 em estado 1. Controlar se pelo menos Parte 4
Erro-Passivo, há um háumparticipante
falha fraca no ônibus ou CAN,dadoocaso
falta um participante verificarocabeamento
PODE
2. Localizar e dado o
caso eliminar os fa-
llos, melhorar o blin-
daje se é preciso

201 SD T-COOLANT Defeito de sensor 1. Verificar a fiação,


Temperatura do líquido especialmente os
do refrigerante conectores e repa-
Ralos, se necessário
Documenta-
2. Trocar o sensor ção do barco
B06 no motor

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 81

Cód. Texto da sentença Descrição Reparação Ver

>>

202 SD T-FUEL Defeito de sensor 1. Verificar o cabeamento,A-P-ECU-2008


Temperatura de com- especialmente os Página 59
combustível conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
B33 no motor

203 SD T-CARGA DE AR Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Temperatura do ar especialmente os Página 59
de sobrealimentação conectores, e repa-
lado_A raros se preciso

2. Trocar o sensor
no motor

204 SD T-CHARGE AR B Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Temperatura do ar especialmente os Página 59
de sobrealimenta- conectores, e repa-
ção B ralos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

206 SD T-EXHAUST A Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Temperatura de gás especialmente os Página 59
de escape Lado conectores, e repa-
motor A rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

207 SD T-EXHAUST B Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Temperatura de gás especialmente os Página 59
de escape Lado conectores, e repa-
motor B Rá-los se for preciso

2. Mudar o sensor
no motor

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 82 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

208 Defeito de sensor


SD AR DE CARREGAMENTO P 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008
Pressão do ar de especialmente os Página 59
sobrealimentação conectores e repa-
lado_A rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

209 SD AR DE CARGA P Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Pressão do ar de especialmente os Página 59
sobrealimentação B conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Mudar o sensor
no motor

210 SD IUE2 Fallo interno da ECU -

211 SD ÓLEO P-LUBE Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Pressão do óleo especialmente os Página 59
lubrificante conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

212 SD P-COOLANT Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Pressão do líquido especialmente os Página 59
refrigerante conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

216 SD ÓLEO T-LUBE Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Temperatura do óleo especialmente os Página 59
te lubricante conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 83

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

217 SD T-TE10 Defeito do sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Entrada de temperatura especialmente os Página 59
ra 10 conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

219 SD T-ENTRADA DE AR Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


temperatura_do_ar especialmente os Página 59
de sobrealimentação conectores, e repa-
ralá-los se for preciso

2. Mudar o sensor
no motor

220 Defeito de sensor


SD NÍVEL DE REFRIGERANTE 1. Verificar o cabeamento, A-P-ECU-2008
Nível do líquido refrigerante especialmente os Página 59
gerente 1 conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

221 SD FILTRO DE ÓLEO P-DIF. Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Pressão diferencial do especialmente os Página 59
aceite lubricante conectores, e repa-
defeituoso ralos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

222 SD Vazamento de Nível de Combustível 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Combustível de fuga especialmente os Página 59
conectores, e repa-
ralos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 84 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

223 SD NÍVEL INTERCOOLER Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Refrigerador de ar especialmente os Página 59
de sobrealimentação conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

230 SD VELOCIDADE DO VIRABREQUE Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Velocidade de rotação especialmente os Página 59
Ângulo do virabrequim conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

231 Defeito
SD VELOCIDADE DO EIXO DE de sensor
COMANDO 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008
Velocidade de rotação especialmente os Página 59
Ângulo da árvore de conectores, e repa-
levas rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

232 Defeito de
SD VELOCIDADE DO CARREGADOR 1 sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008
Velocidade de rotação especialmente os Página 59
do sobrealimenta- conectores, e repa-
dor 1 ralos se necessário

2. Trocar o sensor
B44 no motor

240 SD P-FUEL Defeito de sensor 1. Verificar a fiação, A-P-ECU-2008


Pressão do combustí- especialmente os Página 59
ble conectores, e repa-
rarlos se necessário

2. Trocar o sensor
no motor

245 SD Fonte de alimentação Defeito de sensor Substituir o ECU 4/S T-P-ECU-2003


Tensão de serviço Página 92

>>

08.98 E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 85

Cód. Texto do julgamento Descrição Reparo Ver

>>

246 SD T-ELECTRÔNICO O sensor de temperatura Substituir a unidade T-P-ECU-2003


tura para medir a de controle do motor Página 92
temperatura do sistema ECU 4/S
ma eletrônico, está
defeituoso

249 SD PODE PARAR Defeito de sensor Comprovar a comunhi- Documenta-


Sinal de parada CAN cación com o MCS-5 ción do siste-
ma de vigilan-
cia MCS-5 por-
tinente

250 Defeito de sensor


SD PODE A DEMANDA POR VELOCIDADE Verificar a alavanca Documenta-
CAN Velocidade de de mando ou a comuni- ção do siste-
rotação nominal ou cación PCS-5 mão de controle
nenhuma comunicação remoto RCS-5
com o RCS pertinente

251 SD PODE SUBIR/DESCER Não há dados do Verifique a alavanca Documenta-


módulo de interface a de mando ou a comuni- ción do siste-
periféricos PIM cación PCS-5 mão de controle
remoto
RCS-5 perti-
nente
(por exemplo, RCS-5
FPP/B)

252 SD NÃO PODE NOTCH POS. Não há dados do Verificar a alavanca Documenta-
módulo de interface a de mando ou a comuni- ção do siste-
periféricos PIM no cación PCS-5 mão de controle
ônibus CAN remoto
RCS-5 perti-
253 SD PODE SOBRESCREVER Nenhum sinal de Verificar a alavanca nente
Sobreposição do MCS em de mando ou a comuni- ([Link]. RCS-5)
o ônibus CAN cação PCS-5 FPP/B)
254 SD PODER TESTAR OVERSP Nenhum sinal "Teste Verificar a alavanca
de velocidade de rota- de mando ou a comuni-
ção excessiva” no cación PCS-5
ônibus CAN

255 SD NENHUMA SINAL "Em- Verificar a alavanca


bragar” no ônibus CAN de mando ou a comuni-
cación PCS-5

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparação
Página 86 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da sentença Descrição Reparação Ver

>>

256 SD CORTE DE CILINDRO Nenhum sinal “Des- Verificar a alavanca Documenta-


conexão de cilindros de mando ou a comuni- ción do siste-
no barramento CAN cación PCS-5 mão de controle
remoto
RCS-5 perti-
nente
([Link]. RCS-5
FPP/B)

257 SD PODE LOCAL Nenhum sinal "Servi- Verificar a alavanca Documenta-


cio local" no ônibus de mando ou a comuni- ção do siste-
PODER cación PCS-5 mão de controle
remoto
258 SD O RCS PODE ENGAJAR S. Nenhum sinal “RCS Verificar a alavanca RCS-5 perti-
Embragar de mando ou a comuni- nente
PODE cación PCS-5 ([Link]. RCS-5
FPP/B)
259 Nenhum sinal “RCS
SD PODE RCS CORTAR CILINDRO. Verificar a alavanca
Desconexão de cilin- de mando ou a comuni-
dros" no ônibus CAN cación PCS-5

260 SD Fonte de 15V POS Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
papel de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S; Defeito ECU 4/S
de sensor +15 VDC

261 SD Fonte Negativa de 15V Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003
papai de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S; Defeito ECU 4/S
de sensor -15 VDC

262 SD TESTE DE BUFFER 5V Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003


papel de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S ECU 4/S

263 SD TESTE DO BUFFER Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003


pai de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S ECU 4/S

264 SD TESTE DO BANCO 1 Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003


pai de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S ECU 4/S

265 SD BANCO 2 TESTE Erro interno da uni- Substituir a unidade T-P-ECU-2003


pai de controle do mo- de controle do motor Página 92
tor ECU 4/S ECU 4/S

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 87

Cód. Texto do julgamento Descrição Reparação Ver

>>

266 SD DEMANDA DE VELOCIDADE AN. O transmissor externo Verificar a alavanca


para a pré-fixação. de mando e o cabeamento
análogo da veloc. de da mesma
rotac. está defeituoso
E 531 616
267 SD [Link] BENCH O transmissor externo Comprovar o poten- Documenta-
para a prefij. anál. ciómetro e a fiação ção especial
da vel. de rotac. para o banco
do banco de provas de provas
está defeituoso

270 SD DEMANDA RÁPIDA FI1 Erro de sinal Fre- Verificar e reparar o Docum. espe-
sequência predefinida da aparato de prefijação e cial para banco
velocidade de rotação o cabeamento de provas
nominal

271 SD T-EXTERN 1 Defeito de sensor En- – –


tabela de temperatura
externa 1

272 SD T-EXTERN 2 Defeito de sensor En- – –


estrada de temperatura
externa 2

273 SD P-EXTERN 1 Defeito de sensor En- – –


trada de pressão exter-
na 1

274 SD P-EXTERN 2 Defeito de sensor En- – –


trada de pressão exter-
na 2

275 DADOS MIS BINA-EXT Não1 há dados na en- – –


trada binaria externa 1

276 MIS-DATA BIN-EXT 2 Não há dados na en- – –


trada binária externa 2

277 MIS-DATA BIN-EXT 3 Não há dados na en- – –


trada binária externa 3
278 DADOS DE MÍSERA Não 4há
BIN-EXT dados na en- – –
trada binária externa 4
279 SD PODE RES TRIP COMBUSTÍVEL Defeito de sensor Verificar a comuni- Documenta-
Sinal CAN Indicação cación MCS-5 ção do siste-
de consumo diário mão de vigilância
cia MCS-5 por-
tenente

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 88 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

280 Defeito de sensor


SD PODER RESETAR O ALARME Comprovar a comuni- Docum. do sis-
Sinal CAN para repo- cación MCS-5 tema de vigi-
alarme ner lancia MCS-5
pertinente

284 Defeito de sensor


SD PODER TESTAR LÂMPADA Verificar a comuni- Docum. do sis-
Sinal CAN para teste cación MCS-5 tema de vigi-
de lâmpadas lancia MCS-5
pertinente

285 SD PODENOS IDLE REQ SER Defeito de sensor Comprovar a comuni- –


Petic. veloc. marcha cuação com o interlocu-
vazio pela interface serial tor

286 SD PODER REQUERIDO IDLEDefeito de sensor Verificar a comuni- –


Petic. veloc. de mar- cación MCS-5/PCS-5
cha em vazio via CAN

287 SD TURBO SW LOCK SER Defeito de sensor Verificar a comuni- –


Conmut. turbosobre- cación com o interlocu-
alim. via interface série tor

288 SD CAN TURBO SW LOCK Defeito de sensor Comprovar a comuni- –


Conmut. turbosobrea- cación MCS-5/PCS-5
limentdr via CAN série

301 TEMPO BANCO1 MV1 Tempo Fila 1 Substituir o injetor Parte 4


Electroválvula 1 em questão, se o homem-
sujeito a falhas sempre
: : : está pendente
308 TEMPO BANCO1 MV10 Tempo Fila 1
Electroválvula 10

TEMPO 311 BANCO2 MV1 Tempo Fila 2 Substituir o injetor Parte 4


Electroválvula 1 em questão, se o homem-
saje de fallo sempre
: : : está pendente
318 TEMPORIZAÇÃO BANCO2 MV10 Timing Fila 2
Electroválvula 10

321 Fiação BANCO1 MV1 Cableado Fila 1 Comprovar a Parte 4


Electroválvula 1 eletroválvula

: : :

328 FIOS BANCO1 MV10 Cablagem Fila 1


Electroválvula 10

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 89

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

331 FIOS BANCO2 MV1 Cableado Fila 2 Verificar a Parte 4


Electroválvula 1 electroválvula

: : :

338 FIOS BANCO2 MV10 Cableado Fila 2


Electroválvula 10
341 BANCOS DE CARGA Abrir MV1
ABERTA1 Carregar Fila 1 Verificar a Parte 4
Electroválvula 1 electroválvula

: : :
348 CARGA_ABERTA BANCO1 MV10 Carga Aberta Fila 1
Electroválvula 10
351 ABERTURA_CARGA BANCO2 Abrir
MV1 Load Fila 2 Verificar a Parte 4
Electroválvula 1 electroválvula

: : :
358 CARREGAMENTO_ABERTO BANCO2 MV10 Carga Aberta Fila 2
Electroválvula 10

361 PODER FALHA DE ESTÁGIO 1Falha na etapa final Comprovar cabeamento A-P-ECU-2008
de eletroválvula da eletroválvula Página 59
Fila 1
2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003
pai de controle do Página 92
ECU do motor 4/S

362 PODER FALHA DO NÍVEL 2 Falha na etapa final 1. Comprovar fiação A-P-ECU-2008
de eletroválvula da eletroválvula Página 59
Fila 2
2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003
pai de controle do Página 92
ECU do motor 4/S

363 PARAR ETAPA DE POTÊNCIA 1Parada automática do 1. Comprovar cabeamento A-P-ECU-2008


motor por falha na da electroválvula Página 59
etapa final de electro-
válvula Fila 1 2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003
controle do Página 92
ECU do motor 4/S

364 PARAR ESTÁGIO DE PODER 2 Parada automática do 1. Comprobar cableado A-P-ECU-2008


motor por falha na da eletroválvula Página 59
etapa final de electro-
válvula Fila 2 2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003
pai de controle do Página 92
ECU do motor 4/S

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 90 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

365 PARAR Fiação MV Parada automática do Verificar a fiação


motor por cableado das eletroválvulas
defeituoso de
electroválvulas
371 TRAN.OUT1 MOTOR DEF Saída de transistor
1. Comprovar e, dado A-P-ECU-2008
binária do motor 1 o caso, reparar a Página 59
defeituosa válvula do sobrealimente
mentador/o cabo
fazer

2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003


pai de controle do Página 92
ECU do motor 4/S

372 TRAN.OUT2 MOTOR DEF Saída do transistor


1. Comprovar e, dado A-P-ECU-2008
binária do motor 2 o caso, reparar a Página 59
defeituosa válvula de recircula
ción/o cabeamento

2. Substituir a uni- T-P-ECU-2003


pai de controle do Página 92
ECU do motor 4/S

373 TRAN.OUT4 MOTOR DEF Saída de transistor


– –
binária do motor 3
defeituosa

374 TRAN.OUT4 ENGINE DEF Saída de transistor


– –
binária do motor 4
defeituosa

381 TRAN.OUT1 PLANTA Saída de transistor


DEF Verificar a fiação A-P-ECU-2008
instalação binária 1 em direção à instalação Página 59
defeituosa

: : :

386 TRAN.OUT6 DEF DE PLANTAS Saída de transistor


binária Instalação 6
defeituosa

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 91

3.3.3 Fallos com indicação por LEDs

No módulo de cartão da unidade de controle do motor ECU 4/S, são monitorados os seguintes
tensões
Tensão de alimentação de +24 VDC
+15 VDC (interna)
-15 VDC (interna)
+5 VDC (interno)

As falhas nas tensões de alimentação também são indicadas por códigos


de falha (se a unidade de controle do motor ECU ainda funciona) (veja a parte
3.3.2). Importantes são os seguintes códigos numéricos de falha: 118… 121,
133… 138, 145, 245 e 260… 262.

O estado do processador é indicado por:


RESET/PARADA
O sistema do processador é colocado através do RESET em um estado definido.
O motor para.

Se faltar uma das tensões de alimentação internas (o LED correspondente está


apagado), haverá que substituir a unidade de controle do motor ECU 4/S. Isso também é
válido se desconectar e conectar novamente o PCS-5 completo, o processador
passa automaticamente para o estado de RESET/PARADA.

A substituição da unidade de controle do motor ECU 4/S está descrita


na tarefa T-P-ECU-2003.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 92 FRIEDRICHSHAFEN

3.4 Reparação

Nos capítulos seguintes são explicados os seguintes trabalhos de reparação:

Nº Denominação de Cuali- Durac. ID de tarefa Pág. Observações


corr. a tarefa ficac. (abr.)
1 Substituir a unidade Pers 0,5 h T-P-ECU-2003 92 –
de controle do motor Inst.
ECU 4/S

2 Substituir o fusível Pers 0,2 h T-P-ECU-2004 101 –


del ECU 4/S Inst.

3.4.1 Substituir a unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident.: T-P-ECU-2003

Módulos requeridos OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Unidad de control del motor ECU 4/S de recambio

Meios de trabalho recomendados OK?

Jogo de chaves de duas bocas


Destornillador para parafusos de cabeça chata em cruz

Condições prévias OK?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicações de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 3.1.


Observar as indicações de segurança de ordem superior junto às
descrições das atividades.

Documentação de referência OK?

Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S,


documento nº E 531 691

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 93

A observar adicionalmente OK?

Os dois módulos de memória da unidade de controle do motor


ECU 4/S antiga, devem ser transferidas para a unidade de controle do motor
nova, caso contrário não é possível operar o motor.

Lista de atividades Nº ID OK?

1 Desmontar do motor a carcaça da A-P-ECU-2004


unidade de controle do motor ECU 4/S. Página 94
2. Retirar a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2006
do motor ECU 4/S. Página 95
3. Substituir os módulos de memória A-P-ECU-2011
da unidade de controle do motor ECU 4/S. Página 96
4. Montar a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2007
do motor ECU 4/S. Página 98
5. Montar no motor a carcaça do A-P-ECU-2005
unidade de controle do motor ECU 4/S. Página 99

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 94 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Desmontar do motor a carcaça da unidade de controle do motor


ECU 4/S
Nº ident. A-P-ECU-2004

A unidade de controle do motor ECU 4/S


5 (34/4) está na parte superior
do motor. Esta vai atornilhada sobre dois
chapas de montagem (34/6), que vão unidas
ao motor através de uns amortecedores
de impacto por cabo (34/5).

Para desmontar a unidade de controle do


ECU do motor 4/S, deve-se proceder do
seguinte modo:

1. Soltar sucessivamente os conectores


6 laterais (34/3):
1
1 2. Girar no sentido anti-horário a porca
de bayoneta (34/2) de um conector.
3
4 3. Extrair o conector da carcaça.
2 4. Retirar analogamente todos os
conectores da unidade de controle do
ECU do motor 4/S.
Fig. 34 : Unidade de controle do motor ECU 4/S
no motor 5. Afrouxar e desenroscar os quatro parafusos.
llos hexagonais (34/1) que unem a
carcaça da unidade de controle do
motor ECU 4/S (34/4) com os amorti-
guadores de impacto por cabo (34/5)
(os parafusos hexagonais vão emros-
cados em uma rosca dos amortigua-
dores de impacto por cabo

6. A seguir, desmontar do motor


a carcaça da unidade de controle do
ECU do motor 4/S (35/1).
7. Para evitar que penetrem impurezas
1 nos casquilhos fêmea, estes de-
serão fechadas com umas caperuzas
protetoras (de plástico) (35/2), mien-
2 tras não se encontre no motor a
carcaça da unidade de controle do
Fig. 35 : Unidade de controle do motor ECU 4/S motor ECU 4/S e não estejam conectados
desmontada
os conectores.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 95

[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident. A-P-ECU-2006

1. Colocar de tal modo a unidade de con-


trol do motor ECU 4/S, que os cas-
quillos fêmea sinalizem para a perso-
na que atua.
A tampa é fixada com dez parafusos de
cabeça ranurada em cruz na carcaça
da unidade de controle do motor
ECU 4/S. Afrouxar esses parafusos suce-
sivamente com uma chave de fenda para
parafusos de cabeça fenda cruzada.
3. Debaixo de cada parafuso há uma aran-
dela e uma arruela elástica: Durante
o desmontagem, cuidar para que estes
elementos não se percam nem penetrem
no interior da carcaça.
Fig. 36 : Desmontar a tampa

4. Desmontar a tampa para cima; cuidar


de não danificar a junta (e de que não esteja
pegada à tampa ou algo semelhante).

Fig. 37 : Retirar a tampa

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 96 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Substituir os módulos de memória da unidade de controle do motor


ECU 4/S
Nº ident. A-P-ECU-2011

Em primeiro lugar, devem ser desmontados os


dos módulos de dados (dados do motor e
memória do programa EDM, 38/1) e
(dados da interface IDM 38/2) da ECU anti-
guo. A tal efeito, deve-se proceder do
modo seguinte:

1. Agarrar o módulo de dados MEM 6-01


(38/1) com dois dedos pelas superfícies
cies ásperas, e retirá-lo verticalmente
do módulo de cartão ECB 4-01.
2. Apertar as duas alavancas do módulo
de dados posterior MEM 7 (38/2) em
as linguetas de fixação por pressão,
2 com o polegar e o indicador na direção
1 da flecha.
3. Extrair o módulo de dados para arri-
ba da base.
4. Retirar do mesmo modo os dois
módulos de dados (¡no programados!)
do novo ECU.
5. Montar os dois módulos de dados do
ECU 4/S antigo no novo
ECU 4/S; a tal efeito deve proceder-se
de acordo com os passos 6 a 8.
Fig. 38 : Módulos de dados da unidade de
controle do motor ECU 4/S

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 97

1 3 Observar a
polaridade!
No pino 1 do
módulo de dados
4 ATENÇÃO de interface IDM e
sua base, há uma
1 marca, respectiva-
mente (39/4);
dichas marcas
devem coincidir.

6. Colocar o módulo de dados posterior


(39/3) na base do módulo ECB
4-01 (39/2), até que se encaixem as
lengüetas de fijación a pressão (39/1).
7. Colocar o módulo de dados dianteiro
4
MEM 6-01 (40/1) nas duas régua
2 de enchufes do módulo de cartão
BCE 4-01 (40/2).
Fig. 39 : Colocar o módulo de dados de inter-
faz IDM (MEM 7)

Observe a polaridade!
Se o módulo de dados
MEM 6-01 (40/1) se
coloca mal orientado, não
ATENÇÃO
2
1
pode ser inserido nas
regletas de enchufes.
3 Neste caso, é necessário
girá-lo 180°.
Uma colocação forçada
o módulo será destruído.

8. Inserir o módulo de dados MEM 6-01


(40/1) com cuidado até o limite em
as réguas de tomadas.

4
Fig. 40: Colocar o módulo de dados do motor
e memória do programa EDM
(MEM 6-01)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 98 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident. A-P-ECU-2007

1. Verifique se não está danificada a


junta tórica, caso contrário substituir
a junta.
2. Certificar-se de que a junta está situada-
da fixamente em toda a ranhura de
carcaça.
3. Colocar a tampa sobre a carcaça da
unidade de controle do motor ECU 4/S,
observando a orientação: a tampa
deve ser colocado de tal modo sobre a
carcaça, que as designações dos
conectores se encontrem naquele
lado em que se encontram os
conectores.

Fig. 41 : Colocar a tampa

4. Dotar os dez parafusos (ver a fig. 42)


2 4
de arandelas e arandelas elasticas,
enroscá-los nas roscas e apertá-los
à mão.
5. Apretar sucessivamente os parafusos
que estão diagonalmente opostos
respectivamente (veja o exemplo em a
fig. 42, apertar primeiro o parafuso
(42/1) depois o parafuso (42/2), depois o
tornilho (42/3) e depois o tornilho (42/4),
etc.).

1
3

Fig. 42 : Parafusar a tampa

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 99

[Link] Montar no motor a carcaça da unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident. A-P-ECU-2005

1. Colocar a unidade de controle do motor


2 3
(43/1) com as chapas adaptadoras
1
(43/2) sobre os amortecedores de
impacto por cabo (43/4).
2. Apertar os quatro parafusos hexagonais
nales (43/3) à mão através das
chapas adaptadoras (43/2), nas
roscas dos amortecedores de im-
pacto por cabo (43/4).
3. Apertar os quatro parafusos com uma
chave de boca adequada.

Fig. 43 : Unidade de controle do motor ECU 4/S


desmontada

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparação
Página 100 FRIEDRICHSHAFEN

4. Montar o primeiro conector (44/1) de um


maço de cabos no soquete fêmea
correspondente (44/2) da unidade
de controle do motor ECU 4/S.
5. Girar a porca do conector de baioneta
(44/4) com as tenazes para conectar
res (44/3) em sentido horário, até
que se encaixe firmemente.

¡Não apertar à mão!


4 Não é suficiente
apertar a mão a
porca de conexão de
ATENÇÃO bayoneta. Há filme-
gro de que no encas-
tre corretamente el
bloqueio e do que se
1 2
solte o conector
durante o funciona-
mau funcionamento do motor.

3 Por este motivo


devem ser utilizadas as
tenazas para conectar
Fig. 44 : Unidade de controle do motor ECU 4/S
no motor
torespara girar las
porcas de racor!

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 101

3.4.2 Substituir o fusível do ECU 4/S


Nº ident. T-P-ECU-2004

Módulos requeridos OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Fusível de recambio

Meios de trabalho recomendados OK?

Destornillador para parafusos de cabeça fendida em cruz

Documentação de referência OK?

Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S,


documento nº E 531 691

Condições prévias OK?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicadores de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Apartado 3.1.


Observar as instruções de segurança de ordem superior junto às
descrições das atividades.

A observar adicionalmente OK?

A observar sem falta:


Utilizar exclusivamente um fusível com o mesmo valor elétrico (30 A).
O fusível da unidade de controle do motor está localizado no módulo
de cartão ECB 4-01, dentro da unidade de controle do motor
ECU4/S.

Lista de atividades Nº ID OK?

1. Abrir a carcaça removendo A-P-ECU-2006


a tampa. Página 102
2. Substituir o fusível. A-P-ECU-2003
Página 103
3. Fechar a carcaça montando A-P-ECU-2007
a tampa. Página 104

E 531 691 / 01 S – 08,98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 102 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S em estado de


montagem
Nº ident. A-P-ECU-2006

A tampa é fixada com dez parafusos de


cabeça ranhurada em cruz na carcaça
da unidade de controle do motor
ECU 4/S. Afrouxar esses parafusos suce-
silvadamente com um chave de fendas para
tornillos de cabeça ranurada em cruz
2. Debaixo de cada parafuso há uma aran-
dela e uma arruela elástica; durante
o desmontagem, cuidar para que estes
elementos não se percam nem penetrem
dentro da carcaça.

Fig. 45 : Retirar a tampa

Quando o último parafuso for desenroscado, será necessário segurar a


tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S para que não se
caia.

ATENÇÃO

3. Desmontar a tampa para a frente;


cuidar para não danificar a junta (e de que
não esteja colada na tampa ou algo assim
semelhante).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 3
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 103

[Link] Substituir o fusível


Nº ident. A-P-ECU-2003

1. O fusível está localizado no lado


direito do módulo de cartão ECB
4-01 (ver a fig. 46); este pode extrair-
erse com a mão.

Prestar sem falta


atenção a que os
fusíveis só sejam
ATENÇÃO substituídos por
fusíveis com os
mesmos valores
elétricos. De lo
contrário a uma
destruição de
módulos eletrônicos
o um incêndio podem
ser a consequência.
Fig. 46 : Posição do fusível

2. Verificar se realmente está defecando


tuoso o fusível, isso pode reconhecer
cerse na ruptura do fio (47/3).
3. Instalar um novo fusível (47/1) (30 A)
1 segundo a fig. 47, este deve ser inserido
até o topo na base (47/2).

Fig. 47 : Substituir o fusível

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 3
Manutenção e reparo
Página 104 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S em estado de


montagem
Nº ident. A-P-ECU-2007

1. Verificar se não está danificada a


1 junta tórica, caso contrário substituir
a junta.
2. Certificar-se de que a junta está situada-
da fijamente en toda a ranhura de a
3
carcaça.
3. Colocar a tampa sobre a caixa da
unidade de controle do motor ECU 4/S,
observando a orientação: a tampa
deve ser colocado de tal modo sobre a
carcaça, que as designações dos
conectores se encontrem naquele
4 lado em que se encontram os
conectores.
2
4. Dotar os dez parafusos de arruelas e
arandelas elásticas, enroscá-los em
as roscas e apertá-las à mão.
5. Apertar sucessivamente os parafusos
Fig. 48 : Montar a tampa que estão diagonalmente opostos
respectivamente (veja o exemplo em
fig. 48, apertar primeiro o parafuso
(48/1) e então o parafuso (48/2), depois
o parafuso (48/3) e depois o parafuso
(48/4), etc.).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 105

Parte 4

Manutenção e reparo
(pessoal de manutenção)

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 106 FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 107

4 Manutenção e reparação (pessoal de manutenção)

4.1 Normas de segurança

I M PO R TAN T E
Toda pessoa encarregada do manejo, cuidado, manutenção ou reparo
dos produtos descritos, deve ler e aplicar,
sem falta, as presentes normas de segurança.

Além disso, devem ser observadas e cumpridas:


As indicações de segurança (se houver) em outros documentos importantes de
MTU
As indicações de advertência e segurança, assim como os valores de serviço,
e valores limite que, dado o caso, figuram nos produtos
As normativas nacionais para a prevenção de acidentes e proteção do trabalho
As prescrições correspondentes, específicas do ramo
As indicações de segurança no texto deste documento, se houver

Convenções para as indicações de segurança dentro do texto

O presente documento contém, onde necessário, algumas instruções de segurança


especialmente ressaltadas que começam com uma palavra sinalizadora. Essas indicações
As normas de segurança devem ser observadas e cumpridas sem falta, a fim de evitar danos a per-
sonhos e materiais.

Uma indicação desse tipo alerta para um perigo que,


em caso de inobservância, pode causar lesões ou a morte
de personas.

PERIGO

Uma indicação desse tipo alerta para um perigo que,


Em caso de descumprimento, pode causar danos ou destruição.
ción do produto descrito ou de outra parte da instalação.
ATENÇÃO

Uso conforme ao previsto e qualificação do usuário

Todos os aparelhos e partes da instalação só devem ser utilizados de acordo com o uso previsto.

O manuseio, manutenção e reparo só devem ser realizados por pessoas que


estão instruídas e encarregadas disso.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 108 FRIEDRICHSHAFEN

Normas de segurança para a manutenção e o reparo

O cumprimento dos prazos do plano de manutenção e a execução exata dos tra-


baixas de manutenção e reparo são decisivas para a disponibilidade da aplicação
permanência e fiabilidade do produto.

Antes de iniciar qualquer trabalho de manutenção e reparo, ou antes de realizar a


desconexão de partes do sistema eletrônico, necessária para tal efeito, será preciso solicitar a
autorização ao pessoal de comando responsável.

Antes de executar trabalhos em módulos, será necessário desconectar a alimentação elétrica


dos setores correspondentes e garantir a mesma contra uma conexão não autorizada
Sim. Sempre que uma determinada medida exigir uma alimentação elétrica, isso será
indicado no local apropriado da documentação.

As pessoas encarregadas dos trabalhos de manutenção e reparo, devem realizar


estes trabalhos seguindo as instruções da documentação.

Para os trabalhos de manutenção e reparação, devem ser utilizadas ferramentas adequadas.


das, dado o caso as ferramentas especiais de MTU.

Para a troca de componentes ou módulos defeituosos, devem ser utilizados exclusivamente


peças originais. O fabricante se isenta de toda responsabilidade por danos causados por
a utilização de outros componentes. Além disso, a garantia do fabricante é perdida.

Mudanças ou modificações não autorizadas do produto anulam a responsabilidade e


garantia do fabricante.

Antes do intercâmbio, as peças de reposição devem ser armazenadas adequadamente, ou seja, que
devem ser protegidos particularmente contra a umidade. Os componentes e módulos
eletrônicos que estão defeituosos, devem ser embalados adequadamente para serem
transportados para o local de reparação, ou seja, devem estar especialmente protegidos
contra a umidade, à prova de impactos e, caso necessário, envoltos em folha antistática.

Em caso de danos que não possam ser eliminados pelo proprietário da instalação,
haverá que avisar ao serviço técnico da MTU, ou à sua representação.

Após cada trabalho de manutenção ou reparo, deve-se verificar se não


não ficam nenhuma peça inadmissível (ferramentas ou similares) no interior do aparelho
ou da instalação.

Após cada reparo, deve-se realizar um controle de funcionamento do aparelho


o da instalação, através de testes de funcionamento correspondentes. Um com-
trol separado do componente reparado sem integrá-lo no sistema completo, não é sufi-
ciente.

Ao realizar trabalhos no motor, deverá-se excluir uma partida involuntária do mesmo.


tomando umas medidas adequadas.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 109

4.2 Manutenção

4.2.1 Generalidades

No presente capítulo são explicadas medidas na unidade de controle do motor ECU 4/S,
que são necessárias para restabelecer a disponibilidade operacional. Essas medidas não
sempre podem ser realizados sem aparelhos de medição e verificação.

4.2.2 Trabalhos de manutenção

Os trabalhos de manutenção na unidade de controle do motor ECU 4/S consistem principalmente em


palmente de controles visuais, e estão descritos na Parte 3 do presente documento.
ção.

Falha do sistema

Se as medidas explicadas a seguir não forem executadas, continuam-


siga as instruções, isso pode provocar a falha da unidade de
ATENÇÃO controle do motor ECU 4/S ou da instalação PCS-5 completa.

Se falhas forem detectadas, a causa pode ser identificada e eliminada de acordo com as instruções.
ções dos seguintes capítulos.

4.3 Localização de falhas

4.3.1 Fallos com indicação de códigos de falha

A descrição do display de códigos de falha, assim como a estrutura dos códigos de


falha, são explicados na Parte 3 da presente documentação (seção 3.3.2). Na
a tabela seguinte repete apenas aqueles códigos de falha cuja eliminação é necessária
umas medidas que só devem ser executadas por pessoal de manutenção treinado.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 110 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto do veredicto Descrição Reparação Ver

030 Velocidade de rotação


MOTOR EXCESSO DE VELOCIDADE 1. Resetar o alarme
excessiva do motor
2. Depois de parar-
se o motor, tentar
um rearranjo

3. Se não liga o
motor
outras mensagens de
erro

4. Se não tiver sucesso,


avisar ao pessoal
especializado

100 EDM NÃO VÁLIDO Soma de verificação Se o erro aparecer T-P-ECU-2402


de dados do motor de- repetidamente, reem- Página 122
fectuosa (EngineData plazar o EDM durante
Módulo, EEPROM 1) a manutenção
próximo
A unidade de controle
do motor continua fun-
cionando, por la
redundância do IDM

101 IDM NÃO VÁLIDO Soma de verificação Se o erro aparecer T-P-ECU-2401


de dados de interface repetidamente, reem- Página 117
defeituosa (Interface plazar o IDM durante
Módulo de Dados a manutenção
EEPROM 2) próximo

A unidade de controle
do motor continua fun-
cionando, pela
redundância do EDM

104 OP HORAS1 NÃO VÁLIDO Contador de horas de Se o erro aparecer T-P-ECU-2402


serviço no EDM repetidamente, reem- Página 122
inválido (EngineData plazar o EDM durante
Módulo, EEPROM 1) a manutenção
seguinte
O contador de horas
de serviço continua fun-
cionando, graças a a
redundância

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 111

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

105 OP HORAS2 NÃO VÁLIDAS Contador de horas de Se o erro aparecer T-P-ECU-2401


serviço no IDM repetidamente, reem- Página 117
inválido (Interface plazar o IDM durante
Módulo de Dados a manutenção
EEPROM 2) seguinte

O contador de horas
de serviço continua fun-
cionando, graças ao
redundância

106 ERR REC1 NÃO Registrador de erros Se o erro aparecer


VÁLIDO T-P-ECU-2402
1 no EDM inválido repetidamente, reem- Página 122
(Módulo de Dados do Motor,
plazar o EDM durante
EEPROM 1) a manutenção
próximo
Continuam sendo registrados
os erros, graças a
a redundância

107 ERR REC2 NÃO Registrador de erros Se o erro aparecer


VÁLIDO T-P-ECU-2401
2 no IDM inválido repetidamente, reem- Página 117
(InterfaceData adiar o IDM durante
Módulo, EEPROM 1) a manutenção
seguinte
Continuam sendo registrados
os erros, graças a
a redundância

171 MI NÃO ATIVO O indicador de mante- 1. Recargar os


o fornecimento já não está dados de configura-
ativo ção

2. Trocar EEPROMs T-P-ECU-2402


(EDM e IDM) Página 122
y
T-P-ECU-2401
Página 117

173 O indicador de mante- Salvar todos os dados T-P-ECU-2402


MÓDULO LIMITAÇÃO DE ESCRITA
nimiento ha alcanzado da EEPROM, colo- Página 122
o valor limite de esqui- car novas EEPROMs y
tura da EEPROM (EDM e IDM) e res- T-P-ECU-2401
traçar dados salvos Página 117

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 112 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

189 CAN2 ERRO PASSIVO CAN 2 em estado Controlar se ao


Erro-Passivo, há um menosháumparti-
falha fraca no ônibus ou cipanteCAN,dado
falta um participante ocasoverificaro
PODE cabeamento

2. Localizar e dado o A-P-ECU-2406


caso eliminar os fa- Página 128
llos, melhorar o blin-
daje se é preciso

301 TEMPO BANCO1 MV1 Temporização Fila 1 Substituir o injetor Documenta-


Electroválvula 1 em questão, se o homem- ação do motor
saje de fallo sempre
: : : está pendente
310 TEMPO BANCO1 MV10 Temporização Fila 1
Electroválvula 10

184 CAN PU-DATA Durante um download


EE-FALHA 1. Repetir o processo
dos dados de confi-
guración não puderam 2. Substituir a(s) T-P-ECU-2402
programar-se comple- EEPROM(s) (EDM Página 122
tamente uma e IDM) y
EEPROM ou ambas T-P-ECU-2401
EEPROMs Página 117

186 CAN1 SAIA FORA CAN 1 em estado Bus- 1. Verificar o ônibus A-P-ECU-2404
Desligado, ou há um cor- CAN em relação a Página 126
circuito no ônibus, ou cortocircuito e, dado
bem uns campos o caso, eliminar o
magnéticos massivos curto-circuito
perturba o ônibus
2. Localizar e dado o A-P-ECU-2406
caso eliminar os Página 128
falhas, melhorar o
blindagem se é preço-
então

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 113

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

187 CAN1 ERRO PASSIVO CAN 1 em estado 1. Controlar se ao me-


Erro-Passivo, há um nosháumpartici-
falha fraca no ônibus ou panteCAN,dadoo
falta um participante casoverificaroca-
PODER bleado

2. Localizar e dado o A-P-ECU-2406


caso eliminar os fa- Página 128
llos, melhorar o blin-
daje se é preciso

188 CAN2 SAIA DO CAMINHO CAN 2 em estado Bus- 1. Verificar o ônibus A-P-ECU-2404
Desconectado, ou há um cor- CAN em relação a Página 126
circuito no ônibus, ou cortocircuito e, dado
bem alguns campos o caso, eliminar o
magnéticos massivos cortocircuito
perturba o ônibus
2. Localizar e dado o A-P-ECU-2406
caso eliminar os fa- Página 128
llos, melhorar o blin-
dá-lhe se for preciso

311 TEMPORIZAÇÃO BANCO2 MV1 Tempo Fila 2 Substituir o injetor


Electroválvula 1 em questão, se o homem-
saje de fallo sempre
: : : está pendente
320 TEMPORIZAÇÃO BANCO2 MV10 Cronometragem Fila 2
Electroválvula 10

321 Fiação BANCO1 MV1 Cabeamento da elec- Verifique o cabo


troválvula 1 da fila 1 faça; especialmente os
: : está defeituoso conectores no motor

: : :

330 FIO BANCO1 MV10 Cabeamento da elec-


troválvula 10 da fila
1 está defeituoso

331 FIOS BANCO1 MV1 Cabeamento da elec- Verificar o cabo


troválvula 1 da fila 2 faça; especialmente os
: : está defeituoso conectores no motor

: : :

340 FIOS BANCO1 MV10 Cabeamento da elec-


troválvula 10 da fila
2 está defeituoso

>>

E 531 691 / 01 S - 08.98 -


Parte 4
Manutenção e reparação
Página 114 FRIEDRICHSHAFEN

Cód. Texto da decisão Descrição Reparação Ver

>>

341 ABERTURA_CARGA BANCO1 Não


MV1pode ser acionado Comprovar a elec-
a electroválvula 1 de troválvula e substituição
a fila 1, não há absor- zarla, se necessário
: : ção de carga

: : :
350 CARGA_ABERTA BANK1 MV10 Não pode ser acionado
a eletroválvula 10 de
a fila 1, não há absor-
ação de carga

351 ABERTURA_CARGA BANCO2 Não


MV1pode ser acionado Verificar a elec-
a eletroválvula 1 de troválvula e substituição
a fila 2, não há absor- zarla, se for preciso
: : carga

: : :
360 ABERTURA_CARGA BANK2 MV10 Não pode ser acionado
a eletroválvula 10 de
a fila 2, não há absor-
carga

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 115

4.4 Reparação

Terminologia e estrutura da presente documentação

Na presente documentação, distingue-se entre dois termos:


Atividades
Como atividade se define a totalidade de todos os passos que pertencem a
parte de uma tarefa (por exemplo, remover a tampa da unidade de controle do motor ECU
4/S). As atividades estão sinalizadas com alguns números de identificação
(Nº ident. ou Nº ID) que começam com uma “A” (ex.: A-P-ECU-2006)
Tarefa
Uma tarefa é a soma das atividades que resulta no resultado global desejado
(por exemplo, substituir a unidade de controle do motor ECU 4/S).
As tarefas estão sinalizadas com uns números de identificação (Nº ident. ou
Nº ID) que começam com uma “T” (por exemplo, T-P-ECU-2003).

Na introdução da descrição de todos os trabalhos de manutenção previstos, se


resumo todas as tarefas de manutenção em uma sinopse. A partir deste lugar, faz-se
referência às descrições individuais das tarefas, que por sua vez consistem em uma
série de atividades, que são descritas após a descrição da tarefa, respectiva-
mente.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparação
Página 116 FRIEDRICHSHAFEN

sinopse Descrições Descrições


detareas detareas de atividades

Listagem [Link]-Imagens

Tabela
Listagem [Link]-Imagem
(plano de manutenção ou
tabela de códigos de falha ou
tabela de localização de
falhas)

Listagem [Link]-Imagem

Referências via Referências via


ID da tarefa ID da atividade

Fig. 49 : Sinopse de tarefas – Tarefa – Atividades

A subdivisão em tarefas com atividades pertinentes também é realizada para todos os


trabalhos de reparação. Na introdução do capítulo "Reparação" são listados de forma
resumidas todas as tarefas descritas.

Nos capítulos seguintes são explicados os seguintes trabalhos de reparo:

Nº Denominação de Cuali- Durac. ID de tarefa Pág. Observações


corr. a tarefa ficac. (abr.)
1 Substituir o módulo Pers 0,5 h T-P-ECU-2401 117 –
de dados IDM Homem

2 Substituir o módulo Pers 0,2 h T-P-ECU-2402 122 –


de dados EDM Homem

3 Verificar o ônibus Pers 0,4 h T-P-ECU-2405 125 –


PODER Homem

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 117

4.4.1 Substituir o módulo de dados IDM


Nº ident. T-P-ECU-2401

Módulos requeridos OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Módulo de dados correspondente (sem programar)

Meios de trabalho recomendados OK?

Módulo de Dados de Backup


Destornillador para parafusos de cabeça fenda cruzada

Condições prévias OK?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicaciones de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 4.1.


Observar as indicações de segurança de ordem superior junto às
descrições das atividades.

Documentação de referência OK?

Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S


documento nº E 531 691
Documentação do módulo de dados de backup, documento nº
E 531 718
O módulo de dados IDM da unidade de controle do motor, se encontra-
insira o módulo de cartão ECB 4-02 dentro da unidade de
controle do motor ECU 4/S.

Lista de atividades Nº ID Está bem?

1. Retirar a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2401


do motor ECU 4/S. Página 118
2. Substituir o módulo de memória IDM A-P-ECU-2402
da unidade de controle do motor ECU 4/S. Página 119
3. Montar a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2007
do motor ECU 4/S. Página 121

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 118 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Retirar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident.: A-P-ECU-2401

A tampa é unida com dez parafusos de


cabeça ranurada em cruz na carcaça
da unidade de controle do motor
ECU 4/S. Afrouxar esses parafusos
sivamente com uma chave de fenda para
tornillos de cabeça ranurada em cruz.
2. Debajo de cada tornillo hay una aran-
dela e uma arruela elástica; durante
o desmontagem, cuidar para que estes
elementos não se percam nem penetrem
dentro da carcaça.

Fig. 50 : Retirar a tampa

Quando o último parafuso for desenroscado, será necessário segurar a


tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S para que não se
caia.

ATENÇÃO

3. Desmontar a tampa para a frente;


cuidar para não danificar a junta (e que
não esteja colada à tampa ou algo do tipo
lar).

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 119

[Link] Substituir o módulo de dados da interface IDM


Nº ident. A-P-ECU-2402

O módulo de dados de interface se encontra-


tra na parte inferior esquerda do módu-
lo de tarjeta ECB 4-02 (ver a fig. 51).

1. Desmontar o módulo de dados IDM


(51/1); este pode ser extraído com a
irmão.
2. Apertar as duas alavancas (52/1) do
módulo de dados esquerdo MEM 7 em
as lengüetas de fixação a pressão,
com o polegar e o indicador na direção
da flecha.

1 3. Extrair o módulo de dados para


diante da base.

Fig. 51: Posição do módulo de dados de


interface IDM

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 120 FRIEDRICHSHAFEN

4. Inserir o novo módulo de dados (sem


1
programar) (52/3) na base do
3 módulo de cartão ECB 4-02 (52/2)
até que as linguetas se encaixem
4 fissuração a pressão (52/1).
1
Observar a
polaridade!
No pino 1 do
4 módulo de dados
de interface IDM e
2
ATENÇÃO sua base há uma
marca respecti-
vamente (52/4);
dichas marcas
Fig. 52 : Inserir o IDM (MEM 7) devem coincidir.

5. Conectar o cabo de conexão entre


posto de vigilância LOP 1-01 e módulo
de dados de backup BDM (53/2) no
posto de vigilância LOP 1-01 da in-
instalação. Para tal efeito, deve-se retirar a
capa do plugue de diálogo (53/3).
3
6. Conectar o cabo de conexão entre
posto de vigilância LOP 1-01 e módu-
lo de dados de backup BDM (53/2) em
o módulo de dados de backup BDM
(53/1), garantindo que não se confunda-
dão os conectores. O módulo de dados
de backup deve estar equipado com o
2 módulo de dados correspondente da
instalação (encontra-se no interior
do posto de vigilância, ver a docu-
mentação do BDM).
1
7. Conectar a alimentação elétrica de
a instalação.
8. Depois de um download bem-sucedido,
montar a tampa da unidade de controle
do motor ECU 4/S.
Fig. 53 : Conectar o módulo de dados de
Documentación
backup BDM adicional
Uma descrição detalhada do processo de download faz parte da documentação.
ção do módulo de dados de backup BDM.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 121

[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S


Nº ident. A-P-ECU-2007

1. Verificar se não está danificado o


junta tórica, caso contrário substituir
a junta.
2. Certifique-se de que a junta está situada
da fixamente em toda a fenda da
carcaça.
3. Colocar a tampa sobre a carcaça da
unidade de controle do motor ECU 4/S,
observando a orientação: a tampa de-
construir-se de tal modo sobre a car-
casa, que as designações dos
conectores se encontrem naquele
lado em que se encontram os co-
conectores.

Fig. 54 : Colocar a tampa

4. Dotar os dez parafusos (ver a fig. 54)


2 4
de arruelas e arruelas elásticas,
enroscá-los nas roscas e apertá-los
à mão.
5. Apertar sucessivamente os parafusos
que estão diagonalmente opostos
respectivamente (ver o exemplo em)
fig. 54, apertar primeiro o parafuso
(54/1) depois o parafuso (54/2), depois o
tornillo (54/3) e depois o tornillo (54/4),
etc.).

1
3

Fig. 55 : Parafusar a tampa

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparação
Página 122 FRIEDRICHSHAFEN

4.4.2 Substituir o módulo de dados EDM


Nº ident.: T-P-ECU-2402

Módulos requeridos OK?

Unidade de controle do motor ECU 4/S no motor


Módulo de dados correspondente (sem programar)

Meios de trabalho recomendados OK?

Unidade de diálogo com software DiaSys


Destornillador para tornillos de cabeça ranurada em cruz

Condições prévias Ok?

A sala de máquinas está acessível


O motor está parado

Indicações de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 4.1.


Observar as instruções de segurança de ordem superior junto às
descrições das atividades.

Documentação de referência OK?

Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S,


documento nº E 531 691
Documentação da unidade de diálogo utilizada

Lista de atividades Nº ID OK?

1. Remover a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2401


do motor ECU 4/S. Página 123
2. Substituir o módulo de memória EDM A-P-ECU-2402
da unidade de controle do motor ECU 4/S. Página 123
3. Montar a tampa da unidade de controle A-P-ECU-2007
do motor ECU 4/S. Página 125

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 123

[Link] Remover a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S

A desmontagem da tampa está descrita na seção [Link] (Nº ID A-P-ECU-2401).

[Link] Substituir o módulo de dados do motor EDM


Nº ident. A-P-ECU-2403

O módulo de dados do motor se encontra-


tra na parte inferior esquerda do módu-
lo de tarjeta ECB 4-02 (ver a fig. 51).

1. Desmontar o módulo de dados EDM


(56/1); este pode ser extraído com a
irmão.
2. Agarrar o módulo de dados MEM 6-01
(56/1) com dois dedos pelo super-
ficies ásperas, e retirá-lo horizontalmente
mente do módulo de cartão
BCE 4-02.
3. Colocar o novo módulo de dados
(não programado) MEM 6-01 (57/1) a
a direita sobre as duas réguas de
enchufes do módulo de cartão
BCE 4-02 (57/2).

Fig. 56 : Posição do módulo de dados do


motor EDM

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 124 FRIEDRICHSHAFEN

4. Inserir o novo módulo de dados


(não programado) MEM 6-01 (57/1)
com cuidado até o topo nas
regletas de enchufes.
2 1
3 Observe a polaridade!
Se o módulo de dados
MEM 6-01 (40/1) se
coloca mal orientado
ATENÇÃO não pode ser inserido em
as réguas de extensão
fes. Neste caso há
4
que girá-lo 180°.
Uma colocação forçada
vai destruir o módulo.

Fig. 57 : Inserir o EDM (MEM 6)

5. Conectar o cabo de conexão entre a


unidade de diálogo e a unidade de con-
trol do motor ECU 4/S em ambos apa-
ratos (enchufe de diálogo da unidade
de controle do motor ECU 4/S: 58/1);
trata-se de uma interface RS232.
6. Conectar a alimentação elétrica de
a instalação.
7. Com o programa DiaSys, programar o
módulo de dados da unidade de con-
trol do motor ECU 4/S com os dados
1 válidos para o motor (ver a documen-
tuação da unidade de diálogo e a
documentação de software para o
programa “DiaSys”).
8. Desconectar a alimentação elétrica
da instalação.
9. Depois de uma programação
Fig. 58: Tomada de diálogo da unidade de
controle do motor ECU 4/S bem-sucedida, montar a tampa da unidade
de controle do motor ECU 4/S.
Documentación adicional
Uma descrição detalhada do processo de programação é parte da docu-
manutenção do programa DiaSys e da unidade de diálogo.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparo
FRIEDRICHSHAFEN Página 125

[Link] Montar a tampa da unidade de controle do motor ECU 4/S

A montagem da tampa está descrita na seção [Link] (Nº ID A-P-ECU-2007).

4.5 Comprovações em matéria de medição

4.5.1 Verificar o barramento CAN

Nº ident. T-P-ECU-2405

Módulos requeridos OK?

PCS 5 completo

Meios de trabalho recomendados OK?

Multímetro

Condições prévias OK?

O barramento CAN (barramento padrão e barramento redundante) está acessível em um


ponto em cada aparelho
A instalação está desconectada
O motor está parado

Indicacoes de segurança adicionais OK?

Observar as normas de segurança gerais: Seção 4.1.


Observar as indicações de segurança de ordem superior juntamente com as
descrições das atividades.

Documentação de referência OK?

Documentação da unidade de controle do motor ECU 4/S,


documento nº E 531 691
Esquema de cabeamento do sistema em questão

Lista de atividades Nº ID OK?

1 Comprovação de curto-circuito do barramento CAN A-P-ECU-2404


Página 126
2. Verificar e melhorar o blindagem A-P-ECU-2406
Página 128

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 126 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Comprovação de curto-circuito do barramento CAN

Nº ident. A-P-ECU-2404

O barramento CAN consiste em uma conexão por


Aparato 1
4 11 PODER (L)
12 GND
cabo que se conecta a cada aparelho apto
Por padrão 1
PODER (H) para CAN e se passa em loop. Os extre-
13
120Ω
3 14 PODER (L) os del ônibus se terminam com uma resis-
15 GND tência de 120Ω.
Redundante 2
16 PODER (H)
120Ω
As duas resistências na
26 PODE (H) conexão da unidade de con-
Aparato 2 trol do motor ECU 4/S, van
25 GND
Redundante
24 CAN (L) integradas no cabo do
23 PODER (H) sistema.
22 GND
Por defeito O exemplo da fig. 59 mostra um ônibus
21 PODER (L)
PODER (L) CAN redundante com três aparelhos conectados
GND tados. Nos aparelhos 1 e 3 termina o
Por padrão
PODER (H) ônibus, e pelo aparelho 2 é passado em
CAN (L) bucle.
GND
Redundante
CAN (H) Uma verificação de curto-circuito se
realiza del siguiente modo:
36 PODE (H)
Aparato 3
Redundante 35 GND 1. Localizar em um ponto qualquer os
6 34 PODER (L) bornes (ou as conexões) correspondem
120Ω 5
7
33 PODE (H) teeth
32 GND -CAN (H) do barramento por padrão
Por padrão 8
31 PODE (L) -Blindagem (Massa, GND)
120Ω
-CAN (L) do barramento por padrão

Fig. 59 : Sistema de bus com medições -CAN (H) do barramento redundante


-Blindagem (Massa, GND)
-CAN (L) do bus redundante
2. Conectar o multímetro, conectar o
margem de medição "Resistência"
3. Executar as medições de acordo com
a seguinte tabela

Os números de terminais devem ser considerados como um exemplo. Os números


reais devem ser consultados nos planos de MTU.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 4
Manutenção e reparação
FRIEDRICHSHAFEN Página 127

Tipo de medição Ponto medic. 1 Ponto medic. 2 Resultado.


CAN (H) por padrão CAN (L) por padrão
1 Está correta? Resistência 60Ω
Borne 13 Borne 11
mente terminado
CAN (H) redundante. CAN (L) redundante.
2 o ônibus? Resistência 60Ω
Borne 16 Borne 14
CAN (H) por defeito GND
3 Há curto-circuito? Resistência > 10 MΩ
Borne 13 Borne 12
tos respeito do
CAN (L) por defeito GND
4 blindagem? Resistência > 10 MΩ
Borne 11 Borne 12
CAN (H) redundante.
5 Resistência > 10 MΩ
CAN (H) por defeito Borne 36
Borne 33 CAN (L) redundante.
6 Há curto-circuito? Resistência > 10 MΩ
Borne 34
tos entre os ele-
CAN (H) redundante.
7 mentos? Resistência > 10 MΩ
CAN (L) por defeito Borne 36
Borne 31 CAN (L) redundante.
8 Resistência > 10 MΩ
Borne 34
Os números da primeira coluna refletem as medições de acordo com a figura 59.

Se outros resultados de medição forem determinados, as resistências deverão ser verificadas.


minais do ônibus e todas as conexões dos aparelhos.

As duas resistências na conexão da unidade de controle do motor ECU 4/S,


vão integradas no cabo do sistema.

Os defeitos detectados devem ser eliminados da seguinte maneira:


Bornes soltos:
Apertar os terminais de parafuso com uma chave de fenda, substituir os anéis
de cabo que estejam danificadas ou soltas, se necessário.
Afrouxar os terminais da mola de tração com uma ferramenta de acionamento
mento, e inserir corretamente o cabo correspondente; retirar em seguida-
mente a ferramenta de acionamento.
Cortocircuitos com relação à terra (GND):
-Retirar os arames finos do blindagem, se necessário, torcer corretamente
te la malla do blindagem e isolá-la com mangueira encolhível, só realizar a
conexão depois deste processo.
Se houver suspeitas de que um aparelho está defeituoso, retire todas as conexões de barramento.
no aparelho em questão e conectá-las provisoriamente com ponte de arame
(observar as polaridades, ver a documentação pertinente!). A seguir, devem vol-
ver a executarse as medições mencionadas. Se então resultam os valores corretos,
verificar o aparelho ponteado e, se for o caso, reparar ou substituir.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Parte 4
Manutenção e reparo
Página 128 FRIEDRICHSHAFEN

[Link] Verificar e melhorar o blindagem


Nº ident. A-P-ECU-2406

Durante o blindagem de um ônibus, devem ser verificados os seguintes pontos:


O blindagem de um ônibus deve estar conectado em cada aparelho nos terminais correspondentes.
pendentes.
As entradas e saídas não devem estar diretamente conectadas entre si, mas sim
devem entrar no aparelho e sair do mesmo através dos conectores ou borne
nes correspondentes.
O blindagem não deve ter nenhuma conexão com a massa do barco, exceto em
os lugares previstos.

O próprio cabo do ônibus não deve ser colocado muito perto de aparelhos que irradiem um
campos magnéticos de grande intensidade. A estes pertencem:
Monitores
Transformadores
Conversores de tensão
Cabos de alimentação elétrica de alta potência
Estações de rádio
Aparatos de microondas

Se perturbações ocorrem em intervalos irregulares no ônibus, deve-se verificar se


A conexão de outros aparelhos ou de outras instalações elétricas influencia no comportamento
minto do ônibus. Se for assim, essa influência deve ser suprimida, tomando algumas medidas
adequadas.

Dele faz parte, dado o caso, uma instalação local do cabo do barramento ou a utilização
de outro cabo. Neste caso, pode-se recorrer ao Serviço Técnico da MTU.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Parte 5
FRIEDRICHSHAFEN Página 129

Parte 5

Catálogo de peças ilustrado

E 531 691 / 01 S – 04.2001 –


Parte 5
Página 130 FRIEDRICHSHAFEN

5 Catálogo de peças ilustrado

5.1 Introdução

O catálogo de peças ilustrado serve como base para o pedido de peças de reposição.

O presente catálogo de peças consiste em ilustrações com as tabelas pertencentes e


uma lista de referência.

Além disso, as ilustrações e tabelas do catálogo de peças ilustrado são úteis para o des-
peça e a montagem de cada um dos grupos construtivos. Por este motivo também
estão representadas e relacionadas aquelas peças no catálogo que não estão previstas
para fornecimento de peças de reposição.

Ilustrações e tabelas

As linhas de cabeçalho das ilustrações e tabelas incluem as informações se-


guientes:
EDIÇÃO (data da edição)
PÁGINA (número de página)
PROJETO
GAPL (denominação do respectivo grupo em alemão) e
EGC (denominação do grupo no respectivo idioma estrangeiro)
REFERÊNCIA (número de lista de peças correspondente ao objeto represen-
tado na ilustração)
CATÁLOGO (número do catálogo de peças)
TABELA ILL. (número da ilustração de quatro cifras)
REG. NO. (número de registro de seis cifras)

Os conteúdos da linha de cabeçalho de uma ilustração e da tabela pertencem-


ciente só se diferenciam em seu número de página (PAGE). Todos os outros dados são
idénticos.

O cabeçalho da tabela contém as seguintes informações:


LOC. Os números de localização estabelecem a relação entre
os componentes na ilustração e os números de pe-
dido e denominações que figuram na tabela correspondem
dente.
Na tabela, os números de localização estão classificados
em ordem ascendente.
Nº DO PEDIDO É o número da peça a ser indicado em pedidos de peças
de recambio

– 04.2001 – E 531 691 / 01 S


Parte 5
FRIEDRICHSHAFEN Página 131

DENOMINAÇÃO Nesta coluna figura a denominação exata da


peça.
Aquelas peças cujas denominações estão "indenta-
das” para a direita nesta coluna (indicado por
pontos antepostos), estão contidos nas peças
cujas denominações não estão "identadas" ou que estão
um pouco menos "indentadas" para a direita e cujas de-
as nomeações estão antes das denominações
nes "indentadas".
CNT Quantidade no local. Esta quantidade indica o número de
unidades da peça que figura no grupo construtivo
representado na ilustração.
UNID Unidade de referência para a peça mencionada
unidade quilograma metro
rollo jogo
NE Nota explicativa que contiene indicações referentes a
questões de peças de reposição.
Podem haver as seguintes notas explicativas:
AB Somente fornecível como unidade completa, reparação somente nas ins-
tal ações do fabricante
KE Componente não previsto para fornecimento como peça de reposição
KF Pieza ajustável: Para realizar o pedido é imprescindível ter em
Pedido de peças de reposição
NB Indicação da quantidade desejada pelo cliente (de acordo com as necessidades
das existentes)
DEN. ADICIONAL Nesta coluna são indicadas denominações de peças
OBSERVAÇÕES normalizadas ou denominações do fabricante ao tratar-se
de peças de compra suplementar.
Nº REGISTRO Se um grupo construtivo está representado, adicional-
mente, de forma desglosada em uma ilustração separada,
figura na coluna "Nº REGISTRO" a referência a di-
cha ilustração.
POS. Para uso interno do fabricante

Lista de referência

A lista de referência contém todos os números de pedido que constam no catálogo de


peças de reposição ilustradas. Os números do pedido estão classificados na coluna
NO. DE PEDIDO em ordem ascendente. Além disso, estão listados para cada número de pe-
dido DENOMINAÇÃO, ILUSTR., REG. Nº, LOC. e, se aplicável, Nº.
ABASTECIMENTO e NÚMERO DE PEÇA NOVO.

E 531 691 / 01 S – 04.2001 –


Parte 5
Página 132 FRIEDRICHSHAFEN

Serviço de modificação

Mudanças e modificações de números de pedido produzidas após a elaboração


do catálogo de peças de reposição ilustrado já não são considerados. Por este motivo re-
comendamos apunten las informaciones sobre modificaciones de números de pedido en
o catálogo de peças de reposição ilustrado. Essas informações constam na confirmação
ção do pedido e nas etiquetas das peças de reposição.

Pedido de peças de reposição

Para poder tramitar um pedido de peças de reposição, são necessários os seguintes dados:
Número de pedido MTU
Número do motor e tipo de motor (veja a placa de características)
Número do pedido (= número da peça)
Denominação
Quantidade e unidade de referência

Para pedir uma peça já ajustada (marcada com ''KF'' na coluna ''NE'') devem indi-
carse as seguintes informações adicionais:
Se o número de ajuste é conhecido (veja a placa de identificação na peça):
Ampliação do número do pedido com o número de ajuste após uma
barra inclinada: ”/xxxxx”.
Exemplo: Por esta ampliação, o número de ajuste "E1234" ligado ao número
de pedido "500 536 28 10" da lugar a "500 536 28 10/E1234".
Se não se conhece o número de ajuste:
Descrição detalhada do local de montagem da peça de reposição requerida a
através da denominação da unidade completa (Descrição do Dispositivo)
(por exemplo, ”= 37.1.1 + A022 - F003”) e ampliação do número do pedido com ”/77”
(por ex. ”500 536 28 10/77”)
Neste caso, o fornecimento de uma peça de reposição adequada ocorre sob
um número de peça novo.
A denominação da unidade completa figura em uma placa de identificação em
o lugar de montagem do equipamento. Também pode desprender-se do plano de ca-
bleado (Diagrama de Fiação) correspondente.

Para o pedido de uma peça ajustável não ajustada (marcada com "KF" na coluna
”NE”) que não deve ser ajustada pela fábrica, deve ser indicada a seguinte informação
adicional
Ampliação do número do pedido com o dado adicional “/76”
(por ex.: 500 536 28 10/76)

Para evitar qualquer erro, pedimos que todos os pedidos feitos por telefone sejam com-
firmados por escrito.

– 04.2001 – E 531 691 / 01 S


Parte 5
FRIEDRICHSHAFEN Página 133

Suministro de peças a serem reparadas

As peças que são enviadas para a MTU Friedrichshafen para reparo devem estar marcadas-
dê claramente o número do pedido MTU e o número do motor.

E 531 691 / 01 S – 04.2001 –


Parte 5
Página 134 FRIEDRICHSHAFEN

Notas / Apontamentos

– 04.2001 – E 531 691 / 01 S


EDIÇÃO: 04.2001 CATÁLOGO: E531691/01SD
PÁGINA: 135
FRIEDRICHSHAFEN
PROJETO:L691

5.2 Painéis de imagem e tabelas


Ilustrações e tabelas
EDIÇÃO: 04.2001 GAPL 27 Dispositivos de controle e regulagem adicionais CATÁLOGO E531691/01SD
PÁGINA 136 EGC 27 Equipos de Comando e Regulagem. Supl. TABELA ILL. 27 01
FRIEDRICHSHAFEN L691 527 530 37 60 REG. N.º: E00122

41,42
2

8 38
41,42
7

25

24

19
16 4

18
24
dezessete

12

21

33 1
30
31 35
32 37
36
28
29
EDIÇÃO: 04.2001 GAPL 27 Dispositivos de controle e regulação adicionais CATÁLOGO E531691/01SD
PAGE 137 EGC 27 Equipos de Comando e Regulação. Suplemento. TABELA ILL. 27 01
FRIEDRICHSHAFEN L691 REFERÊNCIA: 527 530 37 60 REG. NÚM.: E00122

ORTZ SACHNUMMER NOMEAÇÃO STO BZEH NE DENOMINAÇÃO ADICIONAL BILD-REG. POS.-NR.


LOC. NÚMERO DO PEDIDO DENOMINAÇÃO CNT UNID NE OBSERVAÇÃO / OBSERVAÇÕES No. registro POS.

000 527 530 37 60 ZB GABINE ECU 4-02 001 EA KF 270002


CAIXA
01 527 533 32 02 .GEHAEUSE ECU4 001 EA 270004
.CAJA
02 527 535 07 91 .TAMPA DE CAIXA ECU4 001 EA 270006
.TAPA
04 527 530 37 12 .ZB STECKK. ECB 4-01 001 EA KF 270008
.TARJETA DE ENCHUFE

07 527 538 55 80 .SW.MEM6-01 [Link] 001 EA KE 270010


.SOFTWARE
08 500 531 76 74 .ZB MEMÓRIA DE ARMAZENAMENTO 7-01 001 EA 270012
.ELEMENTO MEMORIA
12 527 533 27 89 .SCHILDSATZ ECU 001 EA KE 270014
.PLACA
16 006 531 32 25 .KOND. ELKO 4700UF 001 EA 270016
CONDENSADOR
17 003 531 44 81 .[Link] 002 EA 270018
.ZOCALO
18 002 531 73 81 .KABELBINDER T50S 002 EA 270020
.SUJETACABLES
19 000 530 20 34 .CABO F. CONDENSADOR 001 EA 270022
CABELO
21 700429 .O-RING 001 EA 380 X 4 MMN 429 270024
.ANILLO O
24 010 990 99 01 .PARAFUSO CEM4X8 T20 019 EA 270026
TORNILLO
25 011 990 00 01 .PARAFUSO CEM4X25 T20 001 EA 270028
TORNILLO
28 910001 003100 .NIET 001 EA KE AK 3,2X 7,49 N 10001 270030
.REMACHE
04.2001 GAPL 27 Dispositivos adicionais de controle e regulação CATÁLOGO E531691/01SD
PÁGINA 138 EGC: 27 Equipos de Comando e Regulagem. Suplemento. TABELA ILL. 27 01
FRIEDRICHSHAFEN L691 REFERÊNCIA: 527 530 37 60 REG. N.º: E00122

Notas
EDIÇÃO: 04.2001 GAPL 27 Dispositivos de controle e regulagem adicionais CATÁLOGO E531691/01SD
PÁGINA: 139 EGC 27 Equipos de Comando e Regulação. Suplemento. TABELA ILL. 27 01
FRIEDRICHSHAFEN L691 REFERÊNCIA: 527 530 37 60 REG. NO. E00122

ORTZ NÚMERO DO PROCESSO NOMEAÇÃO STO BZEH NE DENOMINAÇÃO ADICIONAL BILD-REG. POS.-NR.
LOC. Nº DO PEDIDO DENOMINAÇÃO CNT UNID NE OBSERVAÇÕES / OBSERVAÇÕES Não. registro POS.

29 001 533 30 31 .PROTEÇÃO DE POEIRA K. GR12 001 EA 270032


CAPERUZA GUARDAPOLVO
30 001 533 54 31 STAUBSCHUTZKAP GR.16 001 EA 270034
.Caperuza
31 000 533 27 31 .PROTEÇÃO CONTRA POEIRA K. GR18 001 EA 270036
Caperuza Guardapó
32 000 533 81 31 .STAUBSCHUTZK. GR20 001 EA 270038
.CAPERUZA GUARDAPOLVO
33 000 533 72 31 .PROTEÇÃO CONTRA POEIRA K. GR22 002 EA 270040
CAPEZINHA GUARDAPOLVO
35 000 533 11 90 .SINAL DE PROTEÇÃO 001 EA KE 270042
.PLACA
36 000934 006034 Porca hexagonal 001 EA M 6 DIN 934 A4-70 270044
TUERCA HEXAGONAL
37 200125 006400 .ROTA 002 EA A 6,4 DIN 125 140 HV - A4-70 270046
.ARANDELA
38 207985 006102 .LINSENSCHRAUBE 010 EA M 6 X 16 DIN 7985 A4-70-H 270048
TORNILLO ALOMADO
41 000 988 02 70 .ZWEILOCHPLOMBE 002 EA 270050
.PRECINTO
42 414 58 .FIO DE CHUMBO 000 KG 270052
ALAMBRE PRECINTAR
EDIÇÃO: 04.2001 GAPL 27 Dispositivos adicionais de controle e regulação CATÁLOGO E531691/01SD
PAGE 140 EGC 27 Equipos de Comando e Regulação. Supl. TABELA ILL: 27 01
FRIEDRICHSHAFEN PROJETO:L691 527 530 37 60 Nº DE REGISTRO: E00122

Notas / Apontamentos
PROJETO:L691 CATÁLOGO: E531691/01SD
FRIEDRICHSHAFEN
EDIÇÃO: 04.2001 PAGE: 141

5.3 Lista de referência cruzada


Lista de referência
Lista de referência
L691 CATÁLOGO: E531691/01SD
FRIEDRICHSHAFEN 142
EDIÇÃO: 04.2001 PÁGINA

NÚMERO DO ITEM NOMEAÇÃO [Link]. ORTZ NÚMERO DE FORNECIMENTO. SACHNR. NEU


Nº DO PEDIDO DENOMINAÇÃO REG.NÚM. ILLUSTR LOC. Não. abastecimento NÚM. DE PEÇAS
NOVO
000 530 20 34 [Link] 27 01 E00122 19
CABO
000 533 11 90 SINAL DE CHEFE DE SEGURANÇA
27 01 E00122 35
PLACA
000 533 27 31 PROTEÇÃO DE POEIRA K. GR18 27 01 E00122 31
CAPERUZA GUARDAPOLVO
000 533 72 31 STAUBSCHUTZK. GR22 27 01 E00122 33
CAPERUZA GUARDAPOLVO
000 533 81 31 PROTEÇÃO CONTRA POEIRA GR20 27 01 E00122 32
CAPERUZA GUARDAPOLVO
000934 006034 NUT DE SEIS LADOS 27 01 E00122 36
TUERCA HEXAGONAL
000 988 02 70 ZWEILOCHPLOMBE 27 01 E00122 41 5340-12-132-2748
PRECINTO
001 533 30 31 STAUBSCHUTZK. GR12 27 01 E00122 29
CAPERUZA GUARDAPOLVO
001 533 54 31 CAPA DE PROTEÇÃO CONTRA POEIRA GR.16 27 01 E00122 30
CAPERUZA
002 531 73 81 KABELBINDER T50S 27 01 E00122 18
SUJETACABLES
003 531 44 81 [Link] 27 01 E00122 17
ZOCALO
006 531 32 25 KOND. ELKO 4700UF 27 01 E00122 16
CONDENSADOR
010 990 99 01 PARAFUSO CEM4X8 T20 27 01 E00122 24
Torneira
011 990 00 01 PARAFUSO CEM4X25 T20 27 01 E00122 25
PARAFUSO
200125 006400 FOLHA 27 01 E00122 37
ARANDELA
207985 006102 PARAFUSO DE LENTE 27 01 E00122 38
TORNILHO ALOMADO
414 58 PLOMBENDRAHT 27 01 E00122 42 5340-12-129-6848
ALAMBRE PRECINTAR
500 531 76 74 ZB SPEICHER MEM 7-01 27 01 E00122 08
ELEMENTO MEMÓRIA
527 530 37 12 ZB STECKK. BCE 4-01 27 01 E00122 04
TARJETA ENCHUFE
527 530 37 60 ZB GABINETE ECU 4-02 27 01 E00122 000
CAIXA
527 533 27 89 ECU SCHILDSATZ 27 01 E00122 12
PLACA
527 533 32 02 CARCAÇA ECU4 27 01 E00122 01
CAIXA
527 535 07 91 TAMPA DE GABINETE ECU4 27 01 E00122 02
TAPA
527 538 55 80 SW.MEM6-01 [Link] 27 01 E00122 07
SOFTWARE
700429 380002 ANÉIS O 27 01 E00122 21
ANILLO O
910001 003100 NIET 27 01 E00122 28
REMACHE
Anexo Página 143
FRIEDRICHSHAFEN

Anexo

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 144 Anexo
FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 145
FRIEDRICHSHAFEN

Anexo A: Atribuição de pinos dos conectores

Conector X1: Tipo de conector VPT 06 GSE 22-55 P


Destino Mazo de cables da instalação

X1

Vista do plugue embutido:

Instalação

Fig. 60 : Pinos do conector X1

Canal Sinal Pino Observações


IUE1 5V_ISO BB 5 V/20 mA com isolamento galvânico

IUE1 U_IN AA 0 V ... 10 V

IUE1 EU_EM X 0 V ... 23,7 mA

IUE1 GND_ISO q

IUE2 5V_ISO b 5 V/20 mA com isolamento galvânico

IUE2 U_IN r 0 V ... 10 V

IUE2 Eu_EM a 0 V ... 23,7 mA

IUE2 GND_ISO W

UA1 FORA HH 0 V ... 10 V/8 mA

UA1 GND GG

UA2 FORA DD 0 V ... 10 V/8 mA

UA2 GND CC

>>

E 531 691 / 01 S 08.98


Página 146 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal Pino Observações


>>

UA3 FORA t 0 V ... 10 V/8 mA

UA3 GND s

UA4 FORA Z 0 V ... 10 V/8 mA

UA4 GND Y

BE1 +IN h U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE1 -DENTRO g Com isolamento galvânico

BE2 +IN x U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE2 -EM w Com isolamento galvânico

BE3 +IN R U<4 V = baixo / U>8 V = alto

BE3 -EM P Com isolamento galvânico

BE4 +IN j U<4 V = baixo / U>8 V = alto

BE4 -EM eu Com isolamento galvânico

BE5 +IN FF U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE5 -EM EE Com isolamento galvânico

BE6 +IN v U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE6 -EM u Com isolamento galvânico

BE7 +IN f U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE7 -EM e Com isolamento galvânico

BE8 +IN d U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE8 -EM c Com isolamento galvânico

BE9 +IN N U<4 V = baixo / U> 8 V = alto

BE9 -EM M Com isolamento galvânico

FE1 EM J U<1,5 V = baixo / U> 3,5 V = alto

FE1 GND H Entrada de frequência

TAA1 FORA V 24 V/600 mA

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 147
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal Pino Observações


>>

TAA1 GND U

TAA2 FORA p 24 V/600 mA

TAA2 GND n

TAA3 FORA T 24 V/300 mA

TAA3 GND S

TAA4 FORA z 24 V/300 mA

TAA4 GND y

TAA5 FORA m 24 V/300 mA

TAA5 GND k

TAA6 FORA L 24 V/2A

TAA6 GND K Alimentação da instalação, instrumentos magnetoelétricos


tricos FZ)

CAN1 ALTO G Com isolamento galvânico

CAN1 BAIXO F

CAN1 GND E

CAN2 ALTO C Com isolamento galvânico

CAN2 BAIXO B

CAN2 GND D

As circuitarias de entrada básicas no lado da ECU (denominação da 1ª


A coluna "Canal" pode ser consultada no Anexo B.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 148 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Conector X2: tipo_de_conector VPT 06 GSE 22-55 PW


Destino Massa de cabos do motor

X2

Vista do plugue incorporado:

Motor

Fig. 61 : Pinos do conector X2

Canal Sinal Pino Observações


TE1 EM k 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE1 GND z

TE2 DENTRO N 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE2 GND P

TE5 EM M 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE5 GND g

TE6 DENTRO y 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE6 GND FF

TE7 EM w 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE7 GND x

TE8 EM t 0 V ... 5 V/Interno 1k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE8 GND a

TE9 NA E 0 V ... 5 V/Intern 1k0 Pullup para 5V_TE_BUF

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 149
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal PIN Observações


>>

TE9 GND F

DE1 5V_BUF1 D 5 V/20 mA

DE1 DENTRO Z 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pulldown

DE1 GND Y

DE2 5V_BUF1 r 5 V/20 mA

DE2 EM s 0 V ... 5 V/Intern 47k5 Pulldown

DE2 GND CC

DE3 5V_BUF2 BB 5 V/20 mA

DE3 EM GG 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pulldown

DE3 GND HH

DE4 5V_BUF2 d 5 V/20 mA

DE4 EM H 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pulldown

DE4 GND J

DE5 5V_BUF3 f 5 V/20 mA

DE5 EM v 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pull-down

DE5 GND e

DE6 5V_BUF3 EE 5 V/20 mA

DE6 EM DD 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pulldown

DE6 GND u

DE7 5V_BUF4 c 5 V/20 mA

DE7 EM G 0 V ... 5 V/Intern 47k5 Pulldown

DE7 GND b

NSE1 24V_NSE1 X Alimentação do sensor máx. 300 mA

NSE1 EM C 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pullup para 5V_TE_BUF

NSE1 GND B

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 150 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal PIN Observações


>>

NSE2 24V_NSE2 W Alimentação de sensor máx. 300 mA

NSE2 DENTRO q 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pullup para 5V_TE_BUF

NSE2 GND V

KW +IN m U<0 V = baixo /U> 400mV = alto

KW -EM S

NW +IN T U<0 V = baixo / U> 400mV = alto

NW -EM n

DME1 +IN p U< -400mV = baixo / U> 400mV = alto

DME1 -EM AA

DME2 +IN A U< -400mV = baixo / U> 400mV = alto

DME2 -EM U

PDM1 FORA K 24 V/3A

PDM1 GND L

TAM1 FORA R 24 V/1,5A

TAM1 GND j

TAM2 FORA h 24 V/1,5A

TAM2 GND eu

As circuitarias de entrada básicas no lado da ECU (denominação da 1ª


A coluna “Canal” pode ser consultada no Anexo B.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 151
FRIEDRICHSHAFEN

Conector X3: Tipo de conector: VPT 06 GSE 16-26 P


Destino Mazuelo de cabos do motor

X3

Vista do plugue embutido:

Amplição do Motor

Fig. 62 : Pinos do conector X3

Canal Sinal Pino Observações


TE3 EM b 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE3 GND c

TE4 DENTRO U 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE4 GND V

TE10 EM E 0 V ... 5 V/Interno 2k0 Pullup para 5V_TE_BUF

TE10 GND D

DE8 5V_BUF4 J 5 V/20 mA

DE8 EM Y 0 V ... 5 V/Intern 47k5 Pulldown

DE8 GND K

DEH 5V_BUF5 B 5 V/20 mA

DEH NA T 0 V ... 5 V/Interno 47k5 Pulldown/TP2 : 20Hz

DEH GND C

NSE3 24V_NSE3 A Alimentação de sensor máx. 300 mA

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 152 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal Pino Observações


>>

NSE3 EM R 0 V ... 5 V/Intern 47K5 Pullup para 5V_TE_BUF

NSE3 GND S

PDM2 FORA M 24 V/3A

PDM2 GND N

TAM3 FORA L 24 V/1,5A

TAM3 GND Z

TAM4 FORA P 24 V/1,5A

TAM4 GND a

EDM TXD X RS232

EDM RXD H RS232

EDM GND F RS232

TA_EDM 24V_SAÍDA G Alimentação do EDM/2A

TA_EDM GND W

As circuitarias de entrada básicas do lado da ECU (denominação da 1ª


a coluna “Canal”) pode ser consultada no Anexo B.

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 153
FRIEDRICHSHAFEN

Conector X4: Tipo de conector VPT 06 GSE 20-41 PW


Destino Mazo de cabos do motor
(electroválvulas)

X4

Vista do plugue embutido:

Electroválvulas

Fig. 63 : Pines do conector X4

Canal Sinal Pino Observações


MV1 ALTO n 24 V/20A

MV1 BAIXO m Fila 1

MV2 ALTO D 24 V/20A

MV2 BAIXO C Fila 1

MV3 ALTO F 24 V/20A

MV3 BAIXO E Fila 1

MV4 ALTO a 24 V/20A

MV4 BAIXO Z Fila 1

MV5 ALTO H 24 V/20A

MV5 BAIXO G Linha 1

MV6 ALTO s 24 V/20A

MV6 BAIXO r Fila 1

MV7 ALTO Y 24 V/20A

>>

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 154 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal Pino Observações


>>

MV7 BAIXO X Fila 1

MV8 ALTO W 24 V/20A

MV8 BAIXO V Fila 1

MV9 ALTO k 24 V/20A

MV9 BAIXO j Fila 1

MV10 ALTO B 24 V/20A

MV10 BAIXO A Fila 1

MV11 ALTO S 24 V/20A

MV11 BAIXO R Fila 2

MV12 ALTO P 24 V/20A

MV12 BAIXO N Fila 2

MV13 ALTO eu 24 V/20A

MV13 BAIXO h Fila 2

MV14 ALTO g 24 V/20A

MV14 BAIXO f Fila 2

MV15 ALTO U 24 V/20A

MV15 BAIXO T Fila 2

MV16 ALTO K 24 V/20A

MV16 BAIXO J Fila 2

MV17 ALTO M 24 V/20A

MV17 BAIXO L Fila 2

MV18 ALTO e 24 V/20A

MV18 BAIXO d Fila 2

MV19 ALTO c 24 V/20A

MV19 BAIXO b Fila 2

>>

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 155
FRIEDRICHSHAFEN

Canal Sinal Pino Observações


>>

MV20 ALTO q 24 V/20A

MV20 BAIXO p Fila 2

As circuitarias de entrada básicas no lado da ECU (denominação da 1ª


coluna "Canal") podem ser consultados no Anexo B.

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 156 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

Conector X5: Tipo de conector CIR 06 G2 - 18-11 S


Destino Mazo de cabos da instalação
(alimentação elétrica)

X5

Vista do plugue incorporado:

Alimentação elétrica

Fig. 64 : Pines do conector X5

Canal Sinal Pino Observações


PODER +24V A Ualim = 24 V/30 A

PODER +24V D

PODER GND B

PODER GND C

PODER GND E

08.98 E 531 691 / 01 S


Anexo A Página 157
FRIEDRICHSHAFEN

Conector X6: Tipo de conector VPT 06 GSE 12-10 P


Destino Unidade de diálogo

X6
Vista do plugue embutido:

Diálogo

Fig. 65 : Pinos do conector X6

Canal Sinal Pino Observações


DIÁLOGO TXD B RS232

DIÁLOGO RXD A RS232

DIÁLOGO GND F RS232

TAD 24V_SAÍDA G Alimentação da unidade de diálogo (máx. 3 A)

TAD GND H

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 158 Anexo A
FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo B Página 159
FRIEDRICHSHAFEN

Anexo B: Circuito de entrada dos canais ECU

Uext = 24 V

ECU 4/S

+IN

-NO

Cabo
W003

Fig. 66 : Princípio da entrada binária BE

[Link]. pedal do acelerador. UISO = 5 V


[Link]. palanca m.

5V_ISO

ECU 4/S
EU_NA
U_IN

GND_ISO

Cabo
W003

Fig. 67 : Princípio da entrada de tensão/corrente IUE

U=
B 24 V
24V_NSE Prot. contra
sobrecorr.
+5V

Controldr
de nível EM
GND
ECU 4/S
Cabo
W2

Fig. 68 : Princípio da entrada de comutação de nível TAA

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 160 Anexo B
FRIEDRICHSHAFEN

ECU 4/S

n/δ
+IN

U/f
-DENTRO
Sensor indutivo
Cabo
W2

Fig. 69 : Princípio da entrada de medição angular KW1/NW1

ECU 4/S

n
+IN

U/f
-EM
Sensor indutivo

Cabo
W2

Fig. 70 : Princípio da entrada de medição da velocidade de rotação DME

U=
ref 5 V

EM ECU 4/S
NI1000
−ϑ

GND

Cabo
W2

Fig. 71 : Princípio de entrada de medição de temperatura TE

– 08,98 – E 531 691 / 01 S


Anexo B Página 161
FRIEDRICHSHAFEN

Uref = 5 V

5V_BUF

p ECU 4/S
EM

U
GND
Sensor de
pressão
Cabo
W2

Fig. 72 : Princípio da entrada de medição de pressão DE

24B V
FORA

GND

ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 73 : Princípio da saída do transistor TAA

U= 15 V

FORA

GND
ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 74 : Princípio da saída do transistor TAA

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 162 Anexo B
FRIEDRICHSHAFEN

U=
B 24 V
FORA

GND

ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 75 : Princípio da saída do transistor TAM

UB = 24 V

ECU 4/S
Cabo
W1

Fig. 76 : Princípio da saída PDM

MV 1
...
MV 20

ECU 4/S
Cabo
W4

Fig. 77 : Princípio da saída da solenóide MVA (ativação do injetor)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S


Anexo B Página 163
FRIEDRICHSHAFEN

Conector XC6

RS232 RS232
TxD RxD
A
RxD TxD
Unidade B ECU 4/S
de
diálogo
GND GND
F
Cabo de diálogo

Fig. 78 : Esquema de conexões básico para a conexão da unidade de diálogo

Isolamento galvânico

PODE (H)
Resistência
terminal

ÔNIBUS PODE PODER (L)

CAN (GND)
ECU 4/S
Cabo
W003

Fig. 79 : Princípio da interface do barramento CAN

E 531 691 / 01 S – 08.98 –


Página 164 Anexo B
FRIEDRICHSHAFEN

(Página em branco)

– 08.98 – E 531 691 / 01 S

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