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Março/2012

ÍNDICE

1. SPED

3

1.1. Evolução Histórica

3

1.2. Construção Coletiva

4

1.3. IMPACTOS NA ORGANIZAÇÃO

5

1.4. CERTIFICAÇÃO DIGITAL

6

2. EFD-Contribuições

8

2.1. DATA DA ENTREGA:

8

2.2. FATOS GERADORES PARA CUMPRIMENTO

8

3. ABERTURA DE ALGUNS REGISTROS PARA CONHECIMENTO DO CONTEÚDO

19

4. TABELAS E LEGISLAÇÕES

32

5. LEGISLAÇÕES SOBRE POSSIBILIDADES DE CRÉDITOS PIS E COFINS

35

1.

SPED

O projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes. Envolve os fiscos Federal, Estaduais e Municipais

Abrangência

SPED FISCAL (EFD) SPED CONTÁBIL (ECD) NF-e NFS-e CT-e e-LALUR Central de Balanços SPED PIS/COFINS CF-e

1.1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA

A Emenda constitucional nº 42, aprovada em 19 de dezembro de 2003, introduziu o Inciso XXII ao art. 37 da Constituição Federal, que determina às administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios atuarem de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais.

Para atender o disposto Constitucional, foi realizado, em julho de 2004, em Salvador, o I ENAT - Encontro Nacional de Administradores Tributários, reunindo o Secretário da Receita Federal, os Secretários de Fazenda dos Estados e Distrito Federal, e o representante das Secretarias de Finanças dos municípios das Capitais.

O Encontro teve como objetivo buscar soluções conjuntas nas três esferas de Governo que promovessem maior integração administrativa, padronização e melhor qualidade das informações; racionalização de custos e da carga de trabalho operacional no atendimento; maior eficácia da fiscalização; maior possibilidade de realização de ações fiscais coordenadas e integradas; maior possibilidade de intercâmbio de informações fiscais entre as diversas esferas governamentais; cruzamento de informações em larga escala com dados padronizados e uniformização de procedimentos.

Em consideração a esses requisitos, foram aprovados dois Protocolos de Cooperação Técnica, um objetivando a construção de um cadastro sincronizado que atendesse aos interesses das administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e, outro, de caráter geral, que viabilizasse o desenvolvimento de métodos e instrumentos que atendessem aos interesses das respectivas Administrações Tributárias.

Em agosto de 2005, no evento do II ENAT - Encontro Nacional de Administradores Tributários, em São Paulo, o Secretário da Receita Federal, os Secretários de Fazenda dos Estados e Distrito Federal, e os

representantes das Secretarias de Finanças dos municípios das Capitais, buscando dar efetividade aos trabalhos de intercâmbio entre os mesmos, assinaram os Protocolos de Cooperação nº 02 e nº 03, com o objetivo de desenvolver e implantar o Sistema Público de Escrituração Digital e a Nota Fiscal Eletrônica.

O Sped, no âmbito da Receita Federal, faz parte do Projeto de Modernização da Administração Tributária e Aduaneira (PMATA) que consiste na implantação de novos processos apoiados por sistemas de informação integrados, tecnologia da informação e infra-estrutura logística adequados.

Dentre as medidas anunciadas pelo Governo Federal, em 22 de janeiro de 2007, para o Programa de Aceleração do Crescimento 2007-2010 (PAC) - programa de desenvolvimento que tem por objetivo promover a aceleração do crescimento econômico no país, o aumento de emprego e a melhoria das condições de vida da população brasileira - consta, no tópico referente ao Aperfeiçoamento do Sistema Tributário, a implantação do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) no prazo de dois anos.

Na mesma linha das ações constantes do PAC que se destinam a remover obstáculos administrativos e burocráticos ao crescimento econômico, pretende-se que o Sped possa proporcionar melhor ambiente de negócios para o País e a redução do “custo Brasil”, promovendo a modernização dos processos de interação entre a administração pública e as empresas em geral, ao contrário do pragmatismo pela busca de resultados, muito comum nos projetos que têm como finalidade apenas o incremento da arrecadação.

Decreto 6.022/07

Institui o Sistema Público de Escrituração Digital - Sped. Unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos empresários e das sociedades empresárias, mediante fluxo único, computadorizado, de informações.

1.2. CONSTRUÇÃO COLETIVA

 

ENTIDADES

ABRASF

ANAC

ANTT

BACEN

CVM

DNRC

ENCAT

RFB

SEFAZ (27 UF)

SUFRAMA

SUSEP

EMPRESAS

AMBEV BANCO DO BRASIL BB SEGUROS CAIXA ECONÔMICA

CERVEJARIAS KAISER

CIA. ULTRAGAZ

DISAL

EUROFARMA

FIAT

FORD

GENERAL MOTORS

GERDAU

PETROBRAS

PIRELLI PNEUS

REDECARD

ROBERT BOSCH

SADIA

SERPRO

SIEMENS

SOUZA CRUZ

TELEFÔNICA

TOKIO SEGURADORA

TOYOTA

USIMINAS

VARIGLOG

VOLKSWAGEN

WICKBOLD

1.3. IMPACTOS NA ORGANIZAÇÃO

Comunicação

O SPED deve ser tratado como um projeto na empresa.Definir equipe responsável, dar respaldo político e financeiro. Definir metas e prazos.

Sistemas

Sistemas de EFD, ECD, NF-e integrados com sistemas das respectivas áreas de atuação.

Infra-estrutura física

Hardware (computadores), infra-estrutura de armazenamento digital, processos de segurança da informação, banda larga, gerador de energia.

Pessoas

Capacitação dos profissionais.Todos os componentes das respectivas equipes dentro da organização precisam saber o que é e a importância deste projeto.

Legislação

Revisão dos atuais processos tributários e monitoramento da evolução do SPED.

Processos

Identificar os impactos, redesenho dos atuais processos (faturamento, recebimento) além da oportunidade

de melhorias processuais.

1.4. CERTIFICAÇÃO DIGITAL

A

certificação digital é a assinatura que deverá ser feita no documento eletrônico.

O

ICP-Brasil é um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos, implementado pelas organizações

governamentais e privadas brasileiras com o objetivo de garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.

A assinatura digital, além de obrigatória, se faz necessária para conferir validade jurídica à Escrituração

Fiscal Digital, nos termos da Medida Provisória nº 2.200-2, de 24.08.2001.

Cada empresa deverá estudar quais os tipos de certificados digitais mais serão mais adequados à sua atividade.

Após esta definição a empresa deverá dirigir-se a uma das entidades certificadoras existentes no mercado para adquirir seu certificado. Menciono ao final deste subitem algumas entidades.

Os preços variam em função do tipo de certificado, da entidade escolhida e do prazo de validade.

Abaixo algumas informações acerca dos certificados.

DESCRIÇÃO

SPED Fiscal

SPED Contábil

Nota Fiscal

SPED

(EFD)

(ECD)

Eletrônica (NF-

PIS/COFINS

e)

Tipo do

e-CNPJ, e-CPF,

e-CPF

e-CNPJ, e-PJ (e- NFe)

e-CPF

Certificado

e-PJ

Forma de armazenamento

A1 (computador) ou A3 (token ou cartão)

A3 (token ou cartão)

A1 (computador) ou A3 (token ou cartão)

A1 (computador) ou A3 (token ou cartão)

Quem assina

Representante

Contabilista e representantes da empresa perante à Junta Comercial

Pessoa Jurídica emissora do documento fiscal

Representante

legal ou

legal ou

procuradores

procuradores

Tipos de certificados: e-CPF, e-CNPJ, e-PJ, e-NFe

Ainda no quadro acima percebemos também que o certificado digital pode ser emitido em nome de uma pessoa física (e-CPF) ou de uma pessoa jurídica (e-CNPJ).

Já o e-PJ (ou e-NFe) é um certificado emitido para uma pessoa jurídica, isto é, no CNPJ da empresa, com os dados de uma pessoa física que será a sua representante na assinatura dos documentos eletrônicos.

Conforme informações de uma das empresas certificadoras a vantagem do certificado NF-e é que ele foi criado unicamente para validar as NF-e e pode ser utilizado pelos funcionários da empresa e não apenas pelo seu representante legal, proporcionando uma flexibilidade na utilização. Outra diferença é que a estrutura que ele utiliza é mais robusta para verificação e validação dos campos da NF-e, devido ao volume de vezes em que ele é utilizado.

Certificado A1 e A3

No quadro acima podemos perceber a existência de dois tipos de certificados o A1 e o A3. O que os difere é que no certificado A1, o par de chaves pública e privada é gerado no disco rígido do computador enquanto que no certificado A3, o par de chaves é gerado e armazenado em um cartão inteligente ou em um token criptográfico inviolável. Os dois dispositivos são protegidos por senha e se bloqueiam quando a senha é digitada de maneira errada por várias vezes. Como são diversas entidades certificadoras algumas delas adotam nomes comerciais diferentes para os seus certificados causando com isso dificuldade aos usuários na identificação dos tipos de certificados. Os fornecedores de certificados adotam diversos nomes comerciais para os seus produtos gerando uma certa confusão para os compradores. Ressalto que a decisão sobre qual certificado utilizar deve ser bem estudada para evitar custos desnecessários. Ainda há muitos mitos com relação a esse tema.

Exigência do Certificado Digital

NF-e : AJUSTE SINIEF 07/05 “a NF-e deverá ser assinada pelo emitente, com assinatura digital, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital.”

ECD: INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB 926/08 “Os livros contábeis e documentos de que trata o caput deverão ser assinados digitalmente, utilizando-se de certificado de segurança mínima tipo A3, emitido por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil)”

EFD:CONVÊNIO ICMS 143/06

“O arquivo deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil pelo contribuinte, por seu representante legal ou por quem a legislação indicar.”

EFD:-CONTRIBUIÇÕES – INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB 1.252/12

A EFD-Contribuições emitida de forma eletrônica deverá ser assinada digitalmente pelo representante

legal da empresa ou procurador constituído nos termos daInstrução Normativa RFB nº 944, de 29 de maio de 2009, utilizando-se de certificado digital válido, emitido por entidade credenciada pela Infra-estrutura

de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), que não tenha sido revogado e que ainda esteja dentro de seu

prazo de validade, a fim de garantir a autoria do documento digital.

Entidades Certificadoras

A seguir algumas autoridades Certificadoras subordinadas à ICP-Brasil e que comercializam Certificados

Digitais:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CERTISIGN

SERASA

SERPRO

IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO

2.

EFD-CONTRIBUIÇÕES

Foi publicado no Diário Oficial da União do dia 07/07/2010, a Instrução Normativa RFB nº 1.052/2010 da Receita Federal do Brasil, que instituiu a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Com o advento da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1 de março de 2012, que revogou a IN RFB 1.052/2010, tornou obrigatória a geração de arquivo da Escrituração Fiscal Digital das Contribuições, a partir do ano-calendário de 2012, não apenas para as pessoas jurídicas contribuintes do PIS/Pasep e da Cofins, mas também para os contribuintes da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (MP nº

540/2011)

Deverão ser prestadas informações sobre operações realizadas pela pessoa jurídica que tenham repercussão no campo de incidência das contribuições sociais, dos créditos, das retenções na fonte e das deduções.

É importante lembrarmos que as regras e os critérios de compensação de créditos e tributação do PIS/COFINS, bem como as regras de retenção não sofreram modificações em função da criação desta nova obrigação acessória. Para obter informações sobre estas regras consulte principalmente as Leis 10.637/02, 10.833/03 e I.N. 459/04.

2.1. DATA DA ENTREGA:

A

EFD-PIS/Cofins será transmitida mensalmente ao Sped até o 10º dia útil do 2º mês subsequente a que

se

refira a escrituração.

2.2. FATOS GERADORES PARA CUMPRIMENTO

a) em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real;

b) em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2012, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado;

c) em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013, as pessoas jurídicas referidas nos §§ 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983;

d) em relação à Contribuição Previdenciária sobre a Receita, referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2012, as pessoas jurídicas que desenvolvam as atividades relacionadas nos arts. 7º e 8º da Medida Provisória nº 540, de 2 de agosto de 2011, convertida na Lei nº 12.546, de 2011;

e) em relação à Contribuição Previdenciária sobre a Receita, referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2012, as pessoas jurídicas que desenvolvam as atividades relacionadas nos §§ 3º e 4º do art. 7º e nos incisos III a V do caput do art. 8º da Lei nº 12.546, de 2011.

Ficou facultada a entrega da EFD-Contribuições às pessoas jurídicas em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2011.

Entrega voluntária

As demais pessoas jurídicas não obrigadas poderão apresentar a EFD-Contribuições em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2011

DACON - dispensa futura

Visando eliminar eventuais redundâncias de informação a RFB deverá simplificar as declarações e demonstrativos relativos a tributos por ela administrados. Desse modo acreditamos que deverá ser dispensada a entrega da DACON mensal.

IN 86/01 - dispensa parcial

A apresentação dos livros digitais da EFD-Contribuiçõe, nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.252/2012, supre, em relação aos arquivos correspondentes, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001.

Centralização

O arquivo EFD-Contribuições deve ser gerado de forma centralizada pelo estabelecimento matriz da

pessoa jurídica e submetido ao programa validador disponibilizado pela autoridade fiscal.

Retificação

Poderá retificar a EFD-Contribuições até o último dia útil do ano-calendário seguinte a que se refere a escrituração substituída, mediante transmissão de novo arquivo digital validado e assinado, para inclusão, alteração ou exclusão de documentos ou operações da escrituração fiscal, ou para efetivação de alteração nos registros representativos de créditos e contribuições e outros valores apurados. Porém, o arquivo retificador da EFD-Contribuições não produzirá efeitos quanto aos elementos da escrituração, quando tiver por objeto:

I - reduzir débitos de Contribuição:

a) cujos saldos a pagar já tenham sido enviados à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para inscrição em Dívida Ativa da União (DAU), nos casos em que importe alteração desses saldos;

b) cujos valores apurados em procedimentos de auditoria interna, relativos às informações indevidas ou não comprovadas prestadas na escrituração retificada, já tenham sido enviados à PGFN para inscrição em DAU; ou

c) cujos valores já tenham sido objeto de exame em procedimento de fiscalização;

II - alterar débitos de Contribuição em relação aos quais a pessoa jurídica tenha sido intimada de início de

procedimento fiscal; e

III - alterar créditos de Contribuição objeto de exame em procedimento de fiscalização ou de reconhecimento de direito creditório de valores objeto de Pedido de Ressarcimento ou de Declaração de Compensação.

Assinatura

A EFD-contribuições deverá ser assinada digitalmente pelo representante legal da empresa ou procurador

constituído nos termos da Instrução Normativa RFB nº 944, de 29 de maio de 2009, utilizando-se de

certificado digital válido

Multa

A não apresentação da no prazo fixado acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 por mês-

calendário ou fração.

Principais características do leiaute

Ato Declaratório Executivo Cofis n° 20, de 14 de março 2012

Aprova o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (EFD-Contribuições)

Alguns blocos do leiaute:

Tabela de Blocos

Bloco

Descrição

0

Abertura, Identificação e Referências

A

Documentos Fiscais - Serviços (ISS)

C

Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI)

D

Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS)

F

Demais Documentos e Operações

M

Apuração da Contribuição e Crédito de PIS/PASEP e da COFINS

P

Apuração da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta

1

Complemento da Escrituração – Controle de Saldos de Créditos e de Retenções, Operações Extemporâneas e Outras Informações

9

Controle e Encerramento do Arquivo Digital

Abertura do arquivo digital e Bloco 0

Bloco

 

Descrição

 

Registr

Níve

Ocorrênc

 

Obrigatoriedade do Registro

o

l

ia

0

Abertura

do

Arquivo

Digital

e

Identificação

da

0000

0

1

 

O

Pessoa Jurídica

 

0

Abertura do Bloco 0

 

0001

1

1

 

O

0

Dados do Contabilista

 

0100

2

V

 

OC

0

Regimes de Apuração da Contribuição Social e de Apropriação de Crédito

0110

2

1

 

O

         

O

(se no registro 0110 o Campo

0

Tabela de Receita Bruta Mensal para Fins de Rateio de Créditos Comuns

0111

3

1:1

“COD_INC_TRIB” = 1 ou 3 e o Campo “IND_APRO_CRED” = 2)

N

(se no registro 0110 o Campo

 

“COD_INC_TRIB” = 2 ou o Campo “IND_APRO_CRED” = 1)

0

Identificação

de

Períodos

Dispensados

da

0120

2

V

 

OC

Escrituração Digital

 

0

Tabela de Cadastro de Estabelecimento

 

0140

2

V

 

O

0

Regime de Apuração da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta

0145

3

1:N

 

OC

0

Tabela de Cadastro do Participante

 

0150

3

1:N

 

OC

0

Identificação das Unidades de Medida

 

0190

3

1:N

 

OC

0

Tabela

de

Identificação

do

Item

(Produtos

e

0200

3

1:N

 

OC

Serviços)

0

Alteração do Item

 

0205

4

1:N

 

OC

0

Código

de

Produto

conforme

Tabela

ANP

0206

4

1:1

 

OC

(Combustíveis)

 
 

0

Código de Grupos por Marca Comercial – REFRI (Bebidas Frias)

0208

4

1:1

 

OC

 

0

Tabela de Natureza da Operação/ Prestação

 

0400

3

1:N

 

OC

0

Tabela de Informação Complementar do Documento Fiscal

0450

3

1:N

 

OC

0

Plano de Contas Contábeis – Contas Informadas

0500

2

V

 

OC

0

Centro de Custos

 

0600

2

V

 

OC

0

Encerramento do Bloco 0

 

0990

1

1

 

O

– Bloco A - Documentos Fiscais - Serviços (ISS)

 
       

Ocorrênc

 

Obrigatoriedade do

Escrituração

Bloco

 

Descrição

 

Registro

Nível

Contribuiç

ão Social

Crédit

o

 

ia

 

Registro

A

Abertura do Bloco A

 

A001

1

 

1

O

-

 

-

A

Identificação do Estabelecimento

 

A010

2

 

V

O

(se

em

A001

   

IND_MOV = 0)

-

 

-

A

Documento – Nota Fiscal de Serviço

 

A100

3

 

1:N

OC

S

 

S

A

Complemento de Documento – Informação Complementar da NF

A110

4

 

1:N

OC

S

 

S

A

Processo Referenciado

 

A111

4

 

1:N

OC

S

 

S

A

Informação

Complementar

Operações

de

A120

4

 

1:N

OC

 

N

 

S

Importação

 

A

Complemento de Documento – Itens do Documento

A170

4

 

1:N

O (se existir A100)

S

 

S

A

Encerramento do Bloco A

 

A990

1

 

1

O

-

 

-

Bloco C – Mercadorias (nota fiscal)

   

Registr

Níve

Ocorrê

 

Escrituração

Bloco

Descrição

Obrigatoriedade do Registro

Contribuiç

ão Social

 

o

l

ncia

Crédito

C

Abertura do Bloco C

C001

1

1

 

O

2.2.1.1.1.1

2.2.1.1.1

C

Identificação do Estabelecimento

C010

2

V

O (se em C001 IND_MOV = 01)

2.2.1.1.1.1

2.2.1.1.1

 

Documento - Nota Fiscal (código 01), Nota

           

C

Fiscal Avulsa (código 1B), Nota Fiscal de Produtor (código 04) e NF-e (código 55)

C100

3

1:N

 

OC

2.2.1.1.1.1

2.2.1.1.1

 

Complemento de Documento – Informação

           

C

Complementar da Nota Fiscal (códigos 01, 1B, 04 e 55)

C110

4

1:N

 

OC

S

S

C

Processo Referenciado

C111

4

1:N

 

OC

S

S

C

Complemento de Documento – Operações de Importação (código 01)

C120

4

1:N

O (se CFOP iniciado em 3, em

N

S

 

C170)

C

Complemento de Documento – Itens do Documento (códigos 01, 1B, 04 e 55)

C170

4

1:N

O

(se existir C100)

S

S

 

Consolidação de Notas Fiscais Eletrônicas

           

C

Emitidas pela Pessoa Jurídica (Código 55) – Operações de Vendas

C180

3

1:N

 

OC

S

N

C

Detalhamento da Consolidação - Operações de Vendas - PIS/PASEP

C181

4

1:N

O

(se existir C180)

S

N

C

Detalhamento da Consolidação - Operações de Vendas – COFINS

C185

4

1:N

O

(se existir C180)

S

N

C

Processo Referenciado

C188

4

1:N

 

OC

S

N

C

Consolidação de Notas Fiscais Eletrônicas (Código 55) – Operações de Aquisição com

C190

3

1:N

 

OC

N

S

 

Direito a Crédito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas.

           
 

Detalhamento da Consolidação – Operações

           

C

de Aquisição com Direito a Crédito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas – PIS/PASEP

C191

4

1:N

 

O

(se existir C190)

N

S

 

Detalhamento da Consolidação - Operações

           

C

de Aquisição com Direito a Crédito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas – COFINS

C195

4

1:N

 

O

(se existir C190)

N

S

C

Processo Referenciado

 

C198

4

1:N

 

OC

N

S

C

Complemento de Documento – Operações de Importação (código 55)

C199

4

1:N

O

(se CFOP iniciado em 3, em C191 e C195)

N

S

C

Nota Fiscal de Venda a Consumidor (Código 02) - Consolidação de Documentos Emitidos

C380

3

1:N

 

OC

S

N

C

Detalhamento da Consolidação – PIS/PASEP

C381

4

1:N

O

(se em C380, VL_DOC > 0)

S

N

C

Detalhamento da Consolidação – COFINS

 

C385

4

1:N

O

(se em C380, VL_DOC > 0)

S

N

 

Notas Fiscais

de

Venda

a

Consumidor

           

C

(Códigos 02, 2D, 2E

e

59)

C395

3

1:N

 

OC

N

S

Aquisições/Entradas com Crédito

   

C

Itens do Documento (Códigos 02, 2D, 2E e 59) – Aquisições/Entradas com Crédito

C396

4

1:N

 

O

(se existir C395)

N

S

C

Equipamento ECF (códigos 02 e 2D)

 

C400

3

1:N

 

OC

S

N

C

Redução Z (códigos 02 e 2D)

 

C405

4

1:N

 

O

(se existir C400)

S

N

C

Resumo Diário de Documentos Emitidos por ECF – PIS/PASEP (Códigos 02 e 2D)

C481

5

1:N

 

OC

S

N

C

Resumo Diário de Documentos Emitidos por ECF – COFINS (Códigos 02 e 2D)

C485

5

1:N

 

OC

S

N

2.2.1.

Processo Referenciado

 

C489

4

1:N

 

OC

S

N

C

Consolidação de Documentos Emitidos por ECF (Códigos 02 e 2D)

C490

3

1:N

 

OC

S

 
 

Detalhamento da Consolidação de

           

C

Documentos Emitidos por ECF (Códigos 02

C491

4

1:N

 

OC

S

N

e

2D) - PIS/PASEP

   
 

Detalhamento da Consolidação de

           

C

Documentos Emitidos por ECF (Códigos 02

C495

4

1:N

 

OC

S

N

e

2D) – COFINS

 

C

Processo Referenciado - Documentos Emitidos Por ECF

C499

4

1:N

 

OC

S

N

 

Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de

           

fornecimento D’água Canalizada (Código 29)

C

e

Nota Fiscal/Consumo

 

C500

3

1:N

 

OC

N

S

Fornecimento de Gás (Código 28) – Documentos de Entrada / Aquisição com

 

Crédito

 

C

Complemento da operação (Códigos 06, 28 e 29) – PIS/PASEP

C501

4

1:N

 

O

(Se existir C500)

N

S

C

Complemento da operação (Códigos 06, 28 e 29) – COFINS

C505

4

1:N

 

O

(Se existir C500)

N

S

C

Processo Referenciado

 

C509

4

1:N

 

OC

N

S

 

Consolidação Diária de Notas Fiscais/Contas de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d´água (Código 29) e Nota Fiscal/Conta de

           

C

Fornecimento de Gás (Código 28) (Empresas Obrigadas ou Não Obrigadas Ao Convenio ICMS 115/03) -

C600

3

1:N

 

OC

S

N

-

Documentos de Saídas

   
 

Complemento da Consolidação Diária

           

C

(Códigos 06, 29 e 28) – Documentos de Saidas - PIS/PASEP

C601

4

1:N

 

O

(Se existir C600)

S

N

 

Complemento da Consolidação Diária

           

C

(Códigos 06, 29 e 28) – Documentos de Saidas – COFINS

C605

4

1:N

 

O

(Se existir C600)

S

N

C

Processo Referenciado

C609

4

1:N

 

OC

S

N

C

Cupom Fiscal Eletrônico (Código 59)

C800

3

1:N

OC N(se existir C860)

S

N

C

Detalhamento do Cupom Fiscal Eletrônico (Código 59) -PIS/PASEP e

C810

4

1:N

 

OC

S

N

 

Detalhamento do Cupom Fiscal Eletrônico

           

C

(código 59) -PIS/PASEP e COFINS Apurado por Unidade de Medida de Produto

C820

4

1:N

O

(se não existir C810)

S

N

C

Processo Referenciado

C830

4

1:N

 

OC

S

N

C

Identificação do Equipamento SAT - CF-e

C860

3

1:N

OC N(se existir C800)

S

N

C

Detalhamento do Cupom Fiscal Eletrônico (Código 59) -PIS/PASEP e COFINS

C870

4

1:N

 

OC

S

N

 

Detalhamento do Cupom Fiscal Eletrônico

           

C

(Código 59) -PIS/PASEP e COFINS Apurado por Unidade de Medida de Produto

C880

4

1:N

O

(se não existir C870)

S

N

C

Processo Referenciado

C890

4

1:N

 

OC

S

N

C

Cupom Fiscal Eletrônico (Código 59)

C800

3

1:N

OC N(se existir C860)

S

N

C

Encerramento do Bloco C

C990

1

1

 

O

-

-

Bloco D – Serviços Tributados pelo ICMS

     

Níve

Ocorrênci

Obrigatoriedade

Escrituração

Bloco

Descrição

Registro

Contribuição

Social

 

l

a

do Registro

Crédito

D

Abertura do Bloco D

D001

1

1

O

-

-

D

Identificação do Estabelecimento

D010

2

V

OC

-

-

D

Aquisição de Serviços de Transportes (Códigos 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27 e 57).

D100

3

1:N

OC

N

S

D

Complemento do Documento de Transporte – PIS/PASEP

D101

4

1:N

OC

N

S

D

Complemento do Documento de Transporte – COFINS

D105

4

1:N

OC

N

S

D

Processo Referenciado

D111

4

1:N

OC

N

S

 

Resumo da Escrituração Diária – Prestação de

           

D

Serviços de Transportes (Códigos 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27 e 57).

D200

3

1:N

OC

S

N

D

Totalização do Resumo Diário – PIS/PASEP

D201

4

1:N

OC

S

N

D

Totalização do Resumo Diário – COFINS

D205

4

1:N

OC

S

N

D

Processo Referenciado

D209

4

1:N

OC

S

N

D

Resumo da Escrituração Diária (Códigos 13, 14, 15 e 16).

D300

3

1:N

OC

S

N

D

Processo Referenciado

D309

4

1:N

OC

S

N

D

Resumo Diário de Cupom Fiscal Emitido por ECF (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16)

D350

3

1:N

OC

S

N

D

Processo Referenciado

D359

4

1:N

OC

S

N

 

Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (Código

           

D

21) e Serviço de Telecomunicação (Código 22) - Operação de Aquisição com Direito a Crédito

D500

3

1:N

OC

N

S

D

Complemento da Operação (Código 21 e 22) – PIS/PASEP

D501

4

1:N

OC

N

S

D

Complemento da Operação (Código 21 e 22) – COFINS

D505

4

1:N

OC

N

S

D

Processo Referenciado

D509

4

1:N

OC

N

S

 

Consolidação da Prestação de Serviços – Notas

           

D

de Serviço de Comunicação (Código 21) e de Serviço de Telecomunicação (Código 22)

D600

3

1:N

OC

S

N

D

Complemento da Consolidação da Prestação de Serviços (Código 21 e 22) – PIS/PASEP

D601

4

1:N

OC

S

N

D

Complemento da Consolidação da Prestação de Serviços (Código 21 e 22) – COFINS

D605

4

1:N

OC

S

N

D

Processo Referenciado

D609

4

1:N

OC

S

N

D

Encerramento do Bloco D

D990

1

1

O

-

-

Bloco F - Demais Documentos e Operações

           

Obrigatoriedade do

Registro

 

Escrituração

Bloco

 

Descrição

Registro

Nível

Ocorrência

Contribuição

Crédit

     

Social

o

F

Abertura do Bloco F

F001

1

1

 

O

-

-

F

Identificação do Estabelecimento

F010

2

V

 

OC

 

-

-

F

Demais Documentos e Operações Geradoras de Contribuição e Créditos

F100

3

1:N

 

OC

 

S

S

F

Processo Referenciado

F111

4

1:N

 

OC

 

S

S

 

Bens Incorporados ao Ativo

           

F

Imobilizado – Operações Geradoras de Créditos com base nos Encargos

F120

3

1:N

 

OC

 

N

S

de

Depreciação/Amortização

 

F

Processo Referenciado

F129

4

1:N

 

OC

 

N

S

 

Bens Incorporados ao Ativo

           

F

Imobilizado – Operações Geradoras de Créditos com base no Valor de Aquisição

F130

3

1:N

 

OC

 

N

S

F

Processo Referenciado

F139

4

1:N

 

OC

 

N

S

F

Crédito Presumido sobre Estoque de Abertura

F150

3

1:N

 

OC

 

N

S

F

Operações da Atividade Imobiliária – Unidade Imobiliária Vendida

F200

3

1:N

 

OC

 

S

S

 

Operações da Atividade Imobiliária – Custo Incorrido da Unidade Imobiliária

F205

4

1:1

 

OC

 

N

S

 

Operações da Atividade Imobiliária –

           

F

Custo Orçado da Unidade Imobiliária Vendida

F210

4

1:N

 

OC

 

N

S

F

Processo Referenciado

F211

4

1:N

 

OC

 

S

S

         

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Consolidação das Operações da Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

=

"2"

e o Campo

F500

"IND_REG_CUM" = "1")

F

de Tributação com Base no Lucro Presumido -Incidência do PIS/Pasep e da Cofins pelo Regime de Caixa

3

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

Campo "COD_INC_TRIB"

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

 

Campo "IND_REG_CUM"

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F509

4

1:N

 

OC

 

S

N

 

Consolidação das Operações da

     

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime de Tributação com Base no Lucro

=

"2"

e o Campo

"IND_REG_CUM" = "1")

F

Presumido -Incidência do PIS/Pasep

F510

3

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

e

daCofins pelo Regime de Caixa

Campo "COD_INC_TRIB"

(Apuração da Contribuição por Unidade de Medida de Produto)

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

Campo "IND_REG_CUM"

 

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F519

4

1:N

 

OC

 

S

N

F

Composição da Receita Escriturada

F525

3

1:N

 

OC

 

S

N

 

no Período -Detalhamento da Receita Recebida pelo Regime de Caixa

           
         

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Consolidação das Operações da

=

"2"

 

e o Campo

F

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

Tributação com Base no Lucro

Presumido -Incidência do PIS/Pasep

e

da Cofins pelo Regime de

de

F550

3

1:N

"IND_REG_CUM" = "2")

(se no registro 0110 o

Campo "COD_INC_TRIB"

o

N

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

S

N

Competência

Campo "IND_REG_CUM"

=

"1" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F559

4

1:N

 

OC

S

N

         

OC (se no registro 0110 o

   

Consolidação das Operações da Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

Campo"COD_INC_TRIB"

=

"2"

e

o

de

Tributação com Base no Lucro

Campo"IND_REG_CUM"

F

Presumido - Incidência do PIS/Pasep

F560

3

1:N

=

"2")

N

(se

no

registro

S

N

e

da Cofins pelo Regime de

0110

 

o

 

Competência (Apuração da

     

Campo"COD_INC_TRIB"

   

Contribuição por Unidade de Medida

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

de

Produto)

Campo "IND_REG_CUM"

=

"1" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F569

4

1:N

 

OC

S

N

         

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Consolidação das Operações da

=

"2"

 

e o Campo

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

"IND_REG_CUM" = "1")

F

de

Tributação com Base no Lucro

F500

3

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

Presumido -Incidência do PIS/Pasep e da Cofins pelo Regime de Caixa

Campo "COD_INC_TRIB"

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

 

Campo "IND_REG_CUM"

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F509

4

1:N

 

OC

S

N

 

Consolidação das Operações da

     

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

=

"2"

 

e o Campo

de

Tributação com Base no Lucro

"IND_REG_CUM" = "1")

F

Presumido -Incidência do PIS/Pasep

F510

3

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

daCofins pelo Regime de Caixa (Apuração da Contribuição por Unidade de Medida de Produto)

e

Campo "COD_INC_TRIB"

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

Campo "IND_REG_CUM"

 

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F519

4

1:N

 

OC

S

N

 

Composição da Receita Escriturada

           

F

no Período -Detalhamento da Receita Recebida pelo Regime de Caixa

F525

3

1:N

 

OC

S

N

         

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Consolidação das Operações da

=

"2"

 

e o Campo

F

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

Tributação com Base no Lucro

Presumido -Incidência do PIS/Pasep

e

da Cofins pelo Regime de

de

F550

3

1:N

"IND_REG_CUM" = "2")

(se no registro 0110 o

Campo "COD_INC_TRIB"

o

N

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

S

N

Competência

Campo "IND_REG_CUM"

=

"1" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F559

4

1:N

 

OC

S

N

 

Consolidação das Operações da

     

OC (se no registro 0110 o

   

Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

Campo"COD_INC_TRIB"

F

de

Tributação com Base no Lucro

F560

3

1:N

=

"2"

e

o

S

N

Presumido - Incidência do PIS/Pasep

Campo"IND_REG_CUM"

 

da Cofins pelo Regime de Competência (Apuração da

e

     

=

"2")

N

(se

no

registro

   

0110

 

o

 

Contribuição por Unidade de Medida

     

Campo"COD_INC_TRIB"

   

de

Produto)

 

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

 

Campo "IND_REG_CUM"

=

"1" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F569

4

 

1:N

 

OC

 

S

N

         

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

Consolidação das Operações da Pessoa Jurídica Submetida ao Regime

=

"2"

e o Campo

"IND_REG_CUM" = "1")

F

de Tributação com Base no Lucro Presumido -Incidência do PIS/Pasep e da Cofins pelo Regime de Caixa

F500

3

 

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

 

Campo "COD_INC_TRIB"

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

 

Campo "IND_REG_CUM"

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F509

4

 

1:N

 

OC

 

S

N

 

Consolidação das Operações da Pessoa Jurídica Submetida ao Regime de Tributação com Base no Lucro

     

OC (se no registro 0110 o Campo "COD_INC_TRIB"

   

=

"2"

e o Campo

"IND_REG_CUM" = "1")

F

Presumido -Incidência do PIS/Pasep

F510

3

 

1:N

N

(se no registro 0110 o

S

N

e

daCofins pelo Regime de Caixa

 

Campo "COD_INC_TRIB"

(Apuração da Contribuição por Unidade de Medida de Produto)

=

"1"

e

"3"

ou,

se "2"

o

Campo "IND_REG_CUM"

 

=

"2" ou "9")

 

F

Processo Referenciado

F519

4

 

1:N

 

OC

 

S

N

F

Contribuição Retida na Fonte

F600

3

 

1:N

 

OC

 

S

-

F

Deduções Diversas

F700

3

 

1:N

 

OC

 

S

-

F

Créditos Decorrentes de Eventos de Incorporação, Fusão e Cisão

F800

3

 

1:N

 

OC

 

N

S

F

Encerramento do Bloco F

F990

1

 

1

 

O

-

-

Bloco M - Apuração da Contrib. e Crédito de PIS/PASEP e da COFINS

 
   

Bloc

Descrição

 

Registr

Nível

Ocorrência

Obrigatoriedad

 

o

o

e do Registro

 

M

Abertura do Bloco M

M001