Elaine Cristina Ferreira da Conceição Butantã USP I

Turma E

O JUÍZO MORAL NA CRIANÇA
Vídeo Aula 03

Jean Piaget
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Psicólogo Epistemólogo , suíço Em 1932, escreveu o livro “ O juízo moral na criança”, a cerca de como se dá o processo de construção de valores e moralidade pelas crianças desde os primeiros momentos. Explicitando que:

"Toda moral consiste num sistema de regras, e a essência de toda moralidade deve ser procurada no respeito que o individuo adquire por essas regras.
Aspectos relevantes: Moral: vinculada as regras (leis, normas e condutas formalizadas ou não Respeito e não obediência, internalização do respeito as regras da coletividade, sociedade, família, etc.
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Processo de Desenvolvimento do Juízo Moral

Estados

ANOMIA A = sufixo de negação Nomia= regras (grego) Ausência de regras

HETE RONOMIA Hetero = vários Descoberta/ Percepção da existencia de regras por fontes variadas
Ou seja, através do outro (família, pessoas de sua convivencia, sociedade, Deus, etc) percebe o que pode ou nao fazer em determinado lugar ou circunstância, assim como o que é certo ou errado.

AUTO/NOMIA Auto = de si próprio Regras internalizada, construidas, sabidas e discernidas no próprio sujeito.
O sujeito consegue por si só: compreender a existência e necessidade das regras, discernir o que é certo ou errado e avaliar considerando o coletivo em suas ações, pensamentos, etc. nos mais diversos espaços de convivência.

Definição

Ou seja, sem discernimento do que é certo e errado

Coação: sabe que nao pode fazer algo por conta de alguma puniçao ou penalidade.
Relação

Cooperaçao: Trabalho colaborativo Respeito Mútuo: onde relaçao é trabalhada por todos os envolvidos.

Respeito unilateral: orientado por um unica direçao, sem que necessariamente aconteça no sentido oposto.

pela experiência da cooperação e respeito mútuo A personagem Mafalda. ainda que em conflito.A ESCOLA deve ser o espaço de desenvolvimento da AUTONOMIA e nao da obediência! Assim. consegue avaliar e decidir sozinha o que ser feito mesmo contrariando sua vontade. consideração da coletividade e avaliação do que é certo ou não ser feito aos e pelos individuo. discernimento próprio. aproximará e dará condições de motivação. .

A ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES Vídeo-Aula 04 .

garantindo espaços de vivência. aprendizagem e construção de valores .Como a ESCOLA pode atuar nessa dimensão dos processos de construção de Valores? Compreendendo e estando apta para o trabalho com e das novas demandas. .

pouco interessantes. “Eu tô aqui pra quê? Será que é pra aprender? Ou será que é pra sentar. de madrugar. seu jeito de ser. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil Em vão.Ué não te ensinaram? -Não. eu fico pu. me acomodar e obedecer? (. aprender e ensinar.Reavaliando.) Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!" (…) Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação ... Tô cansado de estudar. replanejando e refazendo.. que sacrilégio” (Trecho da música “Estudo errado” – Gabriel Pensador) .

Relações Interpessoais 7. Gestão Escolar 2. 2. privilégio ou escuta restrita a grupos específicos. convivência. 6. Conteúdos Escolares 7. isentando-se de autoritarismo . Autoconhecime nto 3. Sendo permeada por relações democráticas e de respeito/ consideração a todos. RELAÇÕES INTERPESSOAIS: que garantam a construção do respeito e admiração mútua. direitos humanos. 1. o respeito mútuo e o distanciamento da relação de unilateralidade. respeito. inclusão social.Aspectos que também devem ser observados: 1. Tendo como referencial a Declaração Universal dos Direitos Humanos. CONTEUDOS: o currículo escolar deve contemplar a inserção a articulação junto aos demais a temática da ética. 5. TRABALHO INTENCIONAL COM VALORES: aprendizagem de valores deve ser priorizada. METODOLOGIA: é fundamental garantir a construção coletiva do conhecimento. 4. etc. embora se reconheça a difícil equalização. 6. assim como da autoridade AUTOESTIMA: viabilizar um ambiente de incentivo e estimulação mútuo que garanta a percepção e valorização da autoimagem. o fortalecimento do dialogo e a participação ativa e protagonista do aluno em seu conhecimento. Autoestima 4. AUTOCONHECIMENTO : possibilitar a tomada e percepção dos próprios sentimentos e emoções GESTÃO ESCOLAR: reorganizar-se frente as novas demandas e necessidades. . ser pensada e planejada assim como dos demais conteúdos. O trabalho intencional com valores 5. Metodologia 3.

EDUCAÇÃO E ÉTICA Vídeo Aula 07 .

É fundamental a viabilização de uma ação sensata. Professores Pais e responsáveis dos alunos Alunos ETICA NA ESCOLA Comunidade Equipe de Apoio Escolar Equipe gestora . coerente. haja garantia de um trabalho colaborativo e participativo. onde autoridade e liberdade sejam exercitadas.A relação entre ÉTICA e EDUCAÇÃO Sendo a escola a intermediária entre as relações familiares e da sociedade. se vivencie o respeito mútuo e consideração de TODOS os envolvidos.

domínio das paixões. Grécia Clássica Ethos (Ética): ideal regulador. Atualidade Ética: comportamento escolhido.ÉTICA É preciso que a ética esteja presente e seja exercitada para além do discurso. Moral: formas de agir socialmente recomendadas. agir. princípio e fim da conduta. externas a opção individual. Mores (Moral): costumes. . adesão voluntária a um conjunto de regras.

A CONSTRUÇÃO PSICOLÓGICA DOS VALORES Vídeo Aula 08 .

. Logo... os valores referem-se as trocas afetivas que o sujeito realiza .. “O gesto que agradece o dado O ato que engradece o fato A luz que guia o meu sapato (.Como se dá a construção de valores? Para Piaget. seus sentimentos morais e valores psicológicos centrais serão distintos para cada individuo e são fruto do modo como foi estabelecida a construção de sua identidade.) As coisas do mundo Vão se traduzindo E o tempo é o vento que vai conduzindo E a gente navega nos mares da vida aprendendo a viver” (trecho da música “ Aprendendo a viver” – Zé Geraldo .0 A sensação de embaraço A intimidade de um abraço (.

Responsabilidade Enquanto escola e docente. que tipo de experiências devo e quero proporcionar? Que seja distinta desta que se mostra unilateral... visando apenas os próprios interesses. etc. desrespeitosa. a fim de possibilitar uma formação moral e ética de excelência e não burocrática. a SOCIEDADE e a FAMÍLIA possuem a responsabilidade e dever de garantir a vivência significativa de valores. A ESCOLA. .

PERSPECTIVAS ATUAIS DAS PESQUISAS EM PSICOLOGIA MORAL Vídeo Aula 11 .

A MORALIDADE FAZ PARTE DE QUEM SOMOS! . cognitivos.Sujeito Psicológico Através desta representação é possível demonstrar que o sujeito é formado pela interação e articulação dos aspectos biológicos. socioculturais e afetivos. Logo.

pessoas.Valores São as trocas afetivas que o sujeito realiza com o exterior. organizados e integrados no sistema moral do indivíduo ao longo da vida. Orientam as escolhas a serem feitas . dependendo da situação. aparecem com maior ou menor intensidade. fortes e claros frente as situações de conflitos morais • periféricos .são fluidos.assim denominados por serem tidos como mais importantes. relações ou sobre si mesmo) são alocados. Sendo classificados em: • central . E através da projeção dos sentimentos positivos ( sobre objetos.

Através da articulação entre comunidade. Sendo capaz de transcender a simples obediência ou concordância pelo respeito e explicitação seus sentimentos e emoções.Protagonismo e a construção de valores O sujeito precisa ter papel ativo e ser protagonista na construção dos valores. . bens culturais e escola garantindo assim a formação cidadã. não é papel da escola “depositar” valores ou qualquer outra aprendizagem. Certamente. É preciso que se construa junto .

PERSPECTIVAS ATUAIS DA EDUCAÇÃO EM VALORES Video-Aula 12 .

precisa estar articulada com a comunidade do entorno da escola e ser baseada em situações da vida cotidiana das localidades onde vivem os estudantes. Projetos e trabalho pedagógico Comunidade do entorno da escola e situações cotidianas Educação Comunitária A educação em valores para ser efetiva precisa ocorrer em todos os momentos da vida escolar.Articulação entre escola e sociedade Protagonismo dos alunos Gestão . e não apenas em momentos específicos ou por meio de disciplinas. (Ulisses Araujo) É preciso ir além do discurso e das situações pontuais . planejamento e intencionalidade Transversalidade. Para isso.

.. construções Somos todos soldados Armados ou não (.. nas ruas Campos... vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer” (trecho da música “ Pra não dizer que eu não falei das flores” – Geraldo Vandré) A escola por e de todos! .Fazer acontecer! Essa é a nossa responsabilidade.) Nas escolas..) Aprendendo e ensinando Uma nova lição Vem. “Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Os amores na mente As flores no chão A certeza na frente A história na mão (.

DIMENSÕES CONSTITUTIVAS DO SUJEITO PSICOLÓGICO Vídeo-Aula 15 .

Dimensões do sujeito psicológico 1 – Biológico (aspectos físicos e fisiológicos) 2 – Afetivo (sentimentos e emoções). conhecimento) O estudo e analise isolado destas dimensões não é suficiente para explicar o ser humano. Para uma melhor compreensão é fundamental a consideração da articulação. interação e ação simultânea entre elas na composição e formação dos indivíduos. 3 – Sociocultural (situações cotidianas. dada a sua complexidade. realidade. . intelecto. legado cultural) 4 – Cognitivo (inteligência.

.ALUNO: sujeito real e complexo Nosso aluno não pode ser reduzido a uma idealização ou modelo.

cenas como a da história em quadrinhos seguem ocorrendo em nossa atualidade.Pode uma escola educar efetivamente desconsiderando seu entorno e sem perceber ou ver realmente que é o seu aluno? Penso que não. Apesar disso. .

A CONSTRUÇÃO DE VALORES E A DIMENSÃO AFETIVA Vídeo-Aula 16 .

) O seu olhar agora O seu olhar nasceu O seu olhar me olha O seu olhar é seu O seu olhar.. melhora o meu” (trecho da música “ O seu olhar” – Arnaldo Antunes) . Seu olhar melhora.Afetividade: fonte de energia pra a cognição “O seu olhar no meu (..

a afetividade é compreendida como fonte de energia para a cognição. Afetividade = aspecto motivacional Cognição = estrutura e funcionamento do psiquismo humano Diante destas considerações é estabelecida a relevância de um trabalho educacional que contemple os sentimentos e afetos. embora não seja capaz de modificá-la.Sentimentos e afeto Para Piaget. sua explicitação e pautado na intencionalidade e não casualidade. .

A ESCOLA deve ser um ambiente dotado de influências positivas na resolução de conflitos. E que situações como a retratada na imagem se extingam! . livre explicitação dos sentimentos e do exercício da cidadania e solidariedade.

PODEM A ÉTICA E A CIDADANIA SER ENSINADAS? Vídeo-Aula 19 .

destinada a complementação e fundação dos costumes virtuosos. Demonstrando a que já criam no ensino da ética e a moral... Contrariando o pensamento de muitos. mas aperfeiçoada através do hábito. como segue: 0 ARISTÓTELES : considerava a educação como influenciadora e capaz de trabalhar na formação ética e de virtude. . pelos hábitos e pela razão Sendo a última. E que a virtude pudesse não somente ser ensinada. que pensam ser a demanda de uma educação ética e moral na escola uma inovação ou a atribuição de um novo papel. discordando de Homero que pensasse estes temas como algo herdado e não aprendido. do costume e da prática.Na Grécia Antiga essa ideia já era difundida. os seres tornavam-se virtuosos pela natureza. Para os gregos. 0 PROTÁGORAS : defendia que a formação ética não estava dissociada da formação em outras disciplinas ou campos do conhecimento.

vivencias e não apenas da difusão de informação. Se dá através da formação de hábitos. Ética é mais do que um conteúdo escolar desvinculado da realidade. exige vivencia.A demanda de uma educação ética e moral na escola EDUCAÇAO ÉTICA E MORAL : RESPONSABILIDADE . .DIREITO E NECESSIDADE Mas como fazer? (duvida que paira sobre educadores. DEVER. planejamento. transversalidade. cuja qual se exige um especialista para sua difusão. pais e todos os envolvimento no processo educativo) 1) 2) 3) Compreender que a Ética não é uma disciplina especializada e inflexível. Requer intencionalidade.

VIOLÊNCIA E EDUCAÇÃO UNIVESP TV: VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS Vídeo-Aula 20 .

.A violência rompe discursos e emudece! Entretanto. concebe-la como fatalidade ou mesmo cultivar a sensação de perplexidade não colabora para a analise . resolução e apontamentos sobre este problema que invade o entorno/interior das escolas e também da sociedade.

2. Violência à escola que surgiu fora da escola – quando as desavenças do ambiente externo chegam à escola.Violência na e à escola 1. o prédio. etc. funcionários. Violência à escola – contra professores. 3. Violência da escola – quando o ato violenta parte da escola para um dos seus componentes .

a tolerância. de forma que os alunos possam criar e absorver os valores de não violência 6) Articular e criar conexões e parcerias com a comunidade e entes públicos 7) Promover a participação efetiva de todos na resolução dos problemas 8) Viabilizar uma formação e absorção de valores distintos da violência.) 2) Não permitir que as situações de violência da escola e do entorno não possam estigmatizar os alunos 3) Compreender e agir isenta de predeterminismos e preconceitos que alunos oriundos de tais locais ou escolas sejam mais ou menos violentos que outros 4) Analisar os fatos na sua dimensão correta e sem “pânico” desnecessário 5) Articular e criar conexões e parcerias através de projetos com a comunidade e entes públicos. etc. . o respeito. intolerância.Escola e violência É importante lembrar que a escola não é a salvadora do mundo. mas que valorizem o dialogo. violência familiar e domestica. localização e características/ marcos do bairro. etc. a igualdade. Esses projetos tornam possível a discussão e a participação de todos na resolução do problema. nem deve ser a única responsável e combatente da violência. 0 COMPETENCIAS DA ESCOLA: 1) diagnosticar os tipos de violência presentes (considerando desde desrespeito entre seus componentes.

ASSEMBLEIAS ESCOLARES E DEMOCRACIA ESCOLAR Video-Aula 23 .

parabeniza e reivindicar. críticas. ouvir atentamente. etc. baseia-se no respeito mútuo. respeitar o posicionamento alheio. fazer e explorar as críticas construtivas às ações e nunca à pessoa. dialogo. aprender a elogiar. propor novos trabalhos. vivencia a postura ética desde o momento como esperar a vez de falar.Democracia Escolar: Exercicio de Cidadania A escola democrática oportuniza e possibilita que todos tenham lugar para expor seus pensamentos. Desta forma. respeito e estimulo a autonomia. .

Além de criar um espaço de diálogo no qual se trabalha a construção de valores democráticos dentro da escola e a resolução de conflitos cotidianos que podem ultrapassar seu muros. 2) Assembleias de Escola – participação de todos os segmentos da escola. 3) Assembleia docente –docentes e a direção da escola.Ao meu lado há um amigo Que é preciso proteger Todos juntos somos fortes Não há nada pra temer. Teimosia E mais dia menos dia A lei da selva vai mudar Todos juntos somos fortes Somos flecha e somos arco Todos nós no mesmo barco Não há nada pra temer . .Aprender junto ASSEMBLÉIAS ESCOLARES São práticas que objetivam a participação do sujeito em seu desenvolvimento moral e formação ética. Paciência Lealdade. 0 “Junte um bico com dez unhas Quatro patas. trinta dentes E o valente dos valentes Ainda vai te respeitar Esperteza.” (trecho da música “ Todos juntos” – Chico Buarque) São divididas em : 1) Assembleias de Classe – entre alunos e professor.

a escola deve propiciar a vivencia formativa em valores articulada aos diversos campos do conhecimento. .Escola e vida são indissociáveis Mas do que trocas de informações.

DIVERSIDADE/PLURALIDA DE CULTURAL NA ESCOLA Vídeo-Aula 24 .

” (trecho da música “ Pé de Nabo” – Palavra Cantada) . “Ser assim é uma delícia Desse jeito como eu sou De outro jeito dá preguiça Sou assim pronto e acabou (..Ser assim como sou.) Dali a pouco eu me dou conta Que ninguém é cem por cento Seja um príncipe ou um sapo Seja um bicho ou uma pessoa Até mesmo um pé-de-nabo Tem alguma coisa boa....

desconsidera e as influências de outras marcas sobre ela. rejeitado e excluído. a fim de defender a essencialização da diferença ( exemplo. quando são tratados como tribos distantes e de costumes inalterados desde o inicio dos • • ALGUÉM A TOLERAR . o nazismo).Quem é o outro? IMPRESSÕES E OLHARES EQUIVOCADOS • FONTE DE TODO MAL: doença e deve ser perseguido (exemplo. • SUJEITO PLENO DE UMA MARCA CULTURAL IMUTÁVEL: . . a relação estabelecida com os indígenas ainda hoje nas escolas.embora se parece melhor que as anteriores. um ser tolerado torna-se facilmente o desprezado.

sem atribuição de juízo de valor ou classificatório Valorização Isenção de estigmas ou padroes Sendo a ESCOLA DIREITO DE TODOS. . deve se reorganizar de forma a atender efetivamente esta totalidade e garantir uma educação inclusiva com respeito. valorização e consideração da diversidade.Responsabilidade da Educação EU    OUTRO     Identidade Reconhecimento Valorização   Diversidade cultural brasileira Novos parâmetros curriculares Não é um ser exótico Reconhecimento das diferenças.

PRÁTICAS DE CIDADANIA Vídeo Aula 27 .

Onde Processo de aquisição de conhecimento. 0 É imprescindivel reconhecer. estudar e valorizar a realidade e as características objetivas e subjetivas dos indivíduos e comunidade com a qual se deseja trabalhar. se dá pelo acumulo de experiências e atribuições de sentido e valores às diversas relações.Desvelando a REALIDADE A abordagem psicossocial é um processo de construção histórico-cultural que analisa a realidade social como determinadora ao mesmo tempo em que é produzida pelo sujeito humano. . Compreendendo-os e não somente os observando como algo exótico ou menor.

Exercício de Cidadania . 0 Levantamento conjunto das demandas a serem atendidas. 0 Estabelecimento de parcerias com comunidades alvos e seus representantes. 0 Problematização das demandas e definição dos temas dos projetos. caracterização e contextualização do campo.Projeto de atenção direta à comunidade Etapas : 0 Reconhecimento.

O FENÔMENO DO BULLYING Video-Aula 28 .

. Xingamentos. 0 Intimidação. Exclusão. 0 Agressão física.Bullying Consiste em todas as formas de atitudes agressivas. Perseguições. Constrangimento Menosprezo. intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s) causando dor e angústia e executadas dentro de uma relação desigual de poder e capacidade defesa AÇOES: 0 Difamação. 0 Ameaças. 0 0 0 0 0 0 Humilhação.

a sensibilização da comunidade escolar. criação de um ambiente democrático. na presença do professor e a não interferência do mesmo agrava a situação.. Acontecem com frequência na sala de aula. agressor ou expectador.praticam mais a agressão física Meninas .Não é uma brincadeira! 0 40. difamação e exclusão do grupo. Aos educadores cabe a conscientização. o reconhecimento do problema. solidário e ético que a boa convivência e o respeito mútuo . 0 50% das vítimas não denunciam por medo de 0 Características: meninos .mais fofoca. represálias.5% dos adolescentes já vivenciou a situação como alvo (vítima). a presença de um ambiente acolhedor e de confiabilidade. seriedade na analise dos fatos e seu enfrentamento.

PASSIVAMENTE: apenas assistem sem interferir para não se tornarem novas vítimas ATIVAMENTE: estimulam e incentivam a violência Desenvolva a empatia e faça diferente! .” São mantenedores do Bullying e da impunidade. na medida em que o observam e se omitem. Como eu não me importei com ninguém Ninguém se importa comigo.O papel do expectadores no BULLYING Intertexto – Bertold Brecht (1898-1956) “Primeiro levaram os negros Mas não me importei com isso Eu não era negro Em seguida levaram alguns operários Mas não me importei com isso Eu também não era operário Depois prenderam os miseráveis Mas não me importei com isso Porque eu não sou miserável Depois agarraram uns desempregados Mas como tenho meu emprego Também não me importei Agora estão me levando Mas já é tarde.