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004 Protocolo MARCH

O documento aborda a avaliação primária e secundária no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) avançado, utilizando o protocolo MARCH para priorizar intervenções em situações críticas de trauma. O protocolo inclui o controle de hemorragias, manejo da via aérea, avaliação da respiração, controle da circulação e prevenção de hipotermia, além de métodos de triagem em múltiplas vítimas. Exemplos práticos são fornecidos para ilustrar a aplicação do protocolo em cenários de emergência.

Enviado por

Albert Reis
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004 Protocolo MARCH

O documento aborda a avaliação primária e secundária no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) avançado, utilizando o protocolo MARCH para priorizar intervenções em situações críticas de trauma. O protocolo inclui o controle de hemorragias, manejo da via aérea, avaliação da respiração, controle da circulação e prevenção de hipotermia, além de métodos de triagem em múltiplas vítimas. Exemplos práticos são fornecidos para ilustrar a aplicação do protocolo em cenários de emergência.

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Avaliação Primária e

Secundária no APH
Avançado: Protocolo
MARCH
Capacitar os alunos a realizar avaliações primárias e secundárias no
Atendimento Pré-Hospitalar (APH) avançado, seguindo as normas
atuais (PHTLS, HTLS,CBMDF) e utilizando o protocolo MARCH de
maneira eficaz para priorização em cenários de múltiplas vítimas.
Introdução ao Protocolo MARCH
Definição e Importância
MARCH: Método sistemático que prioriza intervenções em situações críticas de trauma.

• M (Massive Hemorrhage): Controle de hemorragias graves.


• A (Airway): Garantia de uma via aérea pérvia.

• R (Respiration): Avaliação e manejo da respiração.

• C (Circulation): Controle do choque e da perfusão.

• H (Hypothermia/Head injury): Prevenção de hipotermia e manejo de lesões na cabeça.

Atualizações: Baseado no PHTLS 10ª edição e no CBMDF, inclui protocolos de triagem START em múltiplas vítimas.

Exemplo: Um acidente de trânsito com múltiplos feridos: utilizar MARCH para priorizar a
vítima com sangramento arterial evidente antes de realizar avaliação respiratória.
.
Controle de Hemorragias Massivas (M)
Técnicas e Materiais Exemplo prático:
• Torniquete tático: Aplicação em hemorragias de
Vítima com amputação traumática de membro inferior:
extremidades.
Aplicar torniquete 2-3 cm acima da lesão, seguido de
• Curativos hemostáticos: Uso em regiões onde o
curativo compressivo.
torniquete não é eficaz (virilha, axila, pescoço).
• Compressão direta: Para sangramentos
controláveis manualmente

Atualização normativa (CBMDF e PHTLS): Reavaliação de torniquetes a cada 2 horas em cenário prolongado.
Manejo da Via Aérea (A)
Avaliação e Intervenções Técnicas:
• Chin-lift ou jaw-thrust para
Abordagem inicial: Perguntar ao desobstrução inicial.
paciente algo simples (ex.: "Como
• Inserção de cânulas orofaríngeas
você se chama?"). Identifica
ou nasofaríngeas para proteção
obstrução parcial ou total.
da via aérea.

• Intubação endotraqueal em
pacientes inconscientes ou com
risco de obstrução.

Exemplo prático:
Vítima inconsciente em colisão de moto com suspeita de TCE: priorizar técnica
de jaw-thrust para manter a via aérea aberta, evitando movimento cervical.

Atualização normativa (CBMDF)

Uso de dispositivos supraglóticos como via aérea temporária em situações de


resgate.
Avaliação e Manejo da
Respiração ®

Identificação Tratamento de pneumotórax:


Verificar esforço respiratório, simetria
torácica e presença de ruídos. • Pneumotórax hipertensivo:
Descompressão torácica com agulha
14G no segundo espaço intercostal.

• Pneumotórax aberto: Curativo


oclusivo de três lados.

Exemplo prático:
Atropelamento com vítima apresentando dispneia severa e murmúrio vesicular
ausente: realizar descompressão torácica após avaliação.
Controle da Circulação
Avaliação e Intervenções

1 Checar perfusão: cor da pele, pulso periférico, tempo de


enchimento capilar (< 2s).

2 Infusão de fluidos: Priorizar cristaloides aquecidos


(Normas HTLS).

3 Hemorragia interna: Transporte imediato para centro cirúrgico.

4 Exemplo prático:

Paciente pálido, sem pulso radial: estabelecer acesso


intravenoso ou intraósseo e iniciar infusão de solução salina.
Prevenção de Hipotermia e Lesões na Cabeça (H)

1 Manejo Prático 2 TCE


• Cobrir a vítima com manta térmica (norma CBMDF). Elevar a cabeça da maca (30°) para diminuir pressão
• Evitar exposição prolongada ao ambiente intracraniana

Exemplo prático: Em noite fria, vítima resgatada após acidente: colocar manta de isolamento térmico e administrar oxigênio
aquecido.
Prevenção de Hipotermia e Lesões na Cabeça (H)

1 Manejo Prático 2 TCE


• Cobrir a vítima com manta térmica (norma CBMDF). Elevar a cabeça da maca (30°) para diminuir pressão
• Evitar exposição prolongada ao ambiente intracraniana

Exemplo prático: Em noite fria, vítima resgatada após acidente: colocar manta de isolamento térmico e administrar oxigênio
aquecido.
Exame Secundário

Objetivo
Identificar lesões não fatais após estabilização inicial.

Exame “head-to-toe”:

verificar áreas ocultas como axilas, virilhas e dorso.

Exemplo:
Um acidente de trânsito com múltiplos
feridos: utilizar MARCH para priorizar a vítima
com sangramento arterial evidente antes de
realizar avaliação respiratória.
Diagnósticos Rápidos
no Campo

1 Métodos e Ferramentas
• Ultrassom portátil: Identificação de hemorragias internas (FAST).
• Capnografia: Monitoramento da ventilação em vítimas intubadas.

2 Exemplo prático:
Uso de ultrassom para confirmar hemotórax antes de
descompressão torácica em cenário de trauma penetrante.
Priorização em Múltiplas
Vítimas
Métodos de Triagem Cores de prioridade
Protocolo START (Simple
Triage and Rapid Treatment). • Preto: Óbito ou não
salváveis.
• Vermelho: Vítimas críticas.
• Amarelo: Urgentes, mas
não imediatas.
• Verde: Ambulatórias.

Exemplo:
Acidente com ônibus: 20 vítimas. Aplicar triagem inicial com
base na respiração, perfusão e estado mental (RPM).
Conclusão e Revisão
Prática

Resumo
• Importância da tecnologia para salvar vidas.
• Uso correto e manutenção dos equipamentos.

Discussão
Como adaptar essas tecnologias às necessidades da região do DF?

Atividade
• Prática simulada em cenários dinâmicos com múltiplas vítimas.
3
• Exercício final: Simulação de acidente com múltiplos feridos.
Divisão em equipes para priorização e aplicação do protocolo MARCH.

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