Perguntas & Respostas - NR 32 Jornada Saúde Ocupacional em Hospitais e Demais Serviços de Saúde - NR-32 21 de Junho de 2006 – Hotel Holiday Inn Anhembi

– São Paulo A sessão de perguntas e respostas foi transcrita, a partir da gravação do áudio do evento, sendo portanto passível de erros de transcrição por problemas técnicos do sistema de som e/ou de entendimento do áudio. Para tomada de decisão sobre o assunto em pauta, consultar sempre a legislação vigente específica e profissionais especialistas no assunto. As perguntas foram respondidas por • • Noeli Martins – Auditora Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego – Coordenadora do Grupo de Trabalho Tripartite – GTT da NR-32 Paulo Mario Fernandes de Oliveira - Professor Adjunto do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Ciências Médicas, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Representante da Confederação Nacional do Comércio no Grupo de Trabalho Tripartite, responsável pela elaboração da Norma Regulamentadora 32 Pedro Tolentino - Diretor da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo Mario Bonciani – Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego, Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo – DRT/SP Francisco Ivanildo de Oliveira Junior - Instituto de Infectologia Emílio Ribas/Hospital São Cristóvão - São Paulo Ivone Martini de Oliveira – Enfermeira do Trabalho, Diretora da Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho - ANENT e Conselheira do Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo – COREN/SP Marcelo Pustiglione - Diretor da Unidade de Saúde e Segurança - S.G.E.H. do INCOR – Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo PERGUNTAS Clique sobre a para ler a resposta 01 - Uma vez que no serviço público não há registro de CAT, como ficará, com a NR-32, a questão do acidente de trabalho? 02 – Nas doenças ocupacionais, também deve ser feita a comunicação? 04 – Alguns hospitais dizem ter dificuldade para se adequar a norma, porque precisam de materiais que o convênio não reembolsa. De quem é a responsabilidade, dos hospitais ou dos planos de saúde? 05 – A NR-32 é aplicada à produção industrial de medicamentos? 07 – Uma empresa com grau de risco 3, com até 10 funcionários, está desobrigada a ter o médico coordenador. Tem que ter o PCMSO? Quem é que o elabora e quem é o responsável pelo mesmo? Esse profissional pode ser terceirizado ou tem que fazer parte do quadro de funcionários da empresa? 08 – A NR-32 também é aplicada aos funcionários públicos e hospitais públicos? Como é possível acionar a fiscalização e se não for possível devemos nos reportar ao Ministério do Trabalho? 09 – Os asilos podem ser considerados serviços de saúde? 10 – Os ambulatórios médicos das industrias devem ser enquadrados na NR-32? 11– A NR-32 se aplica ou não se aplica na empresa pública? 12 – O PCMSO tem que ser anual? Como fica o ASO? O ASO pode ter data superior há um ano? 13 – Se o trabalhador se negar a tomar vacina, o que se deve fazer? 14 – O PPRA do ambulatório médico da empresa deve integrar o PPRA da empresa?

• • • • •

No caso de terceirizar o serviço radiológico. visando profilaxia para tuberculose? 30 . Por analogia.16 não tem grau de infração prevista? 16 – Depois de um acidente com perfuro-cortantes.Mesmo eu tendo comprovação científica que o efeito colateral é mínimo em relação ao benefício e que. advertir ou demitir um funcionário que se recusa a tomar a vacina? 34 .Uma vez realizado o levantamento do risco biológico na área. O que fazer? 31 .Caso do trabalhador que não tem seu cartão de vacina e não lembre se tomou as vacinas do protocolo de vacinação.Então no caso da vacina eu não posso suspender. qual a conduta no ato de contratação desse profissional de saúde? 29 – Qual a indicação de máscara PFF2 para dentistas no exercício do seu trabalho. por parte do trabalhador? 32 . como fica a questão da insalubridade. inclusive aquelas utilizadas por equipe de manutenção. têm que ser submetidas à inspeção prévia e manutenções preventivas. como a senhora vê a sorologia? 17 – Quem fornece a vestimenta? 18 – Calçados devem ser fornecidos pelo empregador? 19 – E se a empresa for terceirizada? 20 – E na questão da higienização das vestimentas? 21 – O item 32.Gostaria de sugerir que fosse lembrado ao público.93.Existem casos de trabalhadores e trabalhadoras que têm diagnóstico de alguma patologia ligada à radiação ionizante. a importância da norma da ANVISA em relação aos serviços que aplicam a vacina.O que a gente faz com um profissional da saúde que se recusa a utilizar um equipamento de proteção individual? O empregador é responsável não só por oferecer.4. a gente não pode ter esse mesmo comportamento para a utilização da vacina? 33 . equipamentos e ferramentas.2.Onde fazer sorologia para varicela de rotina? Na rede privada ou na rede pública? 36 . os médicos estão obrigados a apresentar o laudo de dosimetria? 38 – E a Nova NR-4 ? 39 – Como vocês vêem o movimento contra a insalubridade? . 26 – Qual a indicação da vacina da coqueluche para profissionais de neonatal e berçário? 27 – Os aparelhos móveis que estão no Centro Cirúrgico ou os intensificadores de imagens têm que estar contidos dentro do plano de controle radiológico? 28 .Como tratar a recusa da vacinação. por que o item 32. um profissional que trabalha num berçário e tenha varicela pode contaminar e matar todos os nenéns? Não seria o caso de rever a legislação? 35 . mas também por fazer com que o profissional realmente use o equipamento. considerando que a fonte é moderada? 25 . por exemplo. para ser usada como profilaxia pós-exposição? 37 . Isso se estende às terceirizadas? Como que a contratante vai fazer o controle? 22 – O que acha do uso de pro-pé na UTI? 23 . diz que todas as máquinas.Onde conseguir a medicação antiretroviral. Esses profissionais têm resistência em mudar de área.Quais os riscos da hepatite B e como fazer a repetição da vacina? 24 .15 – Já que os acidentes com perfuro-cortantes são tão importantes.

mandem para a comissão regional da NR-32. Voltar Resposta 02 Pedro Tolentino – Eu entendo que sim. a capacitação. Aí. para mim isso é uma lesão corporal. Aí. esse é um dos papeis dos sindicatos e das federações. ela furou o dedo com uma agulha do paciente do 33 que tinha AIDS. para que a NR-32 seja efetivamente implantada em nosso país. ela teve que passar pelo protocolo e tomar coquetel antiviral. estadual ou federal. São esses os procedimentos que o servidor público e o servidor privado devem tomar. de uma maneira geral.40 – Existem casos de soroconversão de HTLV? 41 . a NR-32 terá que ser discutida planta a planta. como um ser saudável. não é o fato da mudança que a NR-32 traz. Uma outra questão. Imagine vocês que uma trabalhadora da saúde. ou ainda. mental e espiritual. se a pessoa sofreu um acidente é uma lesão corporal. Existe um debate muito grande no Brasil. Isso é uma realidade nacional. Devem também acompanhar. nós visualizamos a planta hospitalar. por lesão corporal. O que nós temos que olhar. onde se desenvolvem essas atividades. a participação de todos. a comissão nacional da NR-32 analisa e referenda e isso fica valendo a nível nacional. Quando a NR-32 fala dos serviços de saúde. fazer o planejamento estratégico da área de segurança e saúde. Eu falo isso de uma maneira muito tranqüila. Os sindicatos dos servidores públicos. O que a NR-32 traz é a prevenção. que irá analisar. cabe um boletim de ocorrência numa delegacia de polícia. estado por estado. Eu vou citar um exemplo. esses processos dentro das instâncias municipal. teve um acidente com um perfuro-cortante. estudar e propor adequação ao texto. Ela teve que fazer toda a comunicação e sorologia. só 40% dos acidentes de trabalho são notificados no Brasil. da mesma maneira que nos acidentes de trabalho. desse protocolo. quando eu falei que a CIPA tem que parar de discutir. No caso do servidor público. mesmo porque boa parte do serviço público. deve ser feita a comunicação e a investigação. física. Vejo que numa doença ocupacional. isso vale para o servidor público e vale para o servidor da área privada. que é em toda a planta. os trabalhadores não fazem o procedimento com medo disso. As dificuldades que os senhores e as senhoras tiverem. Ainda contando que nós temos 60% de subnotificação. de 37 anos. os delegados já estão capacitados para fazer a instauração do boletim de ocorrência do inquérito policial para averiguar o acidente de trabalho. Teve que chegar para o marido e falar que ela vai ter que fazer abstinência sexual. Aí. hoje. o delegado vai instalar um inquérito e vai apurar se isso é uma questão de ordem pública ou se isso deve ser levado para frente até o fim do inquérito policial. o pessoal se assusta. porque quando formos cuidar disso. No caso de impedimento dessa comunicação. os empresários falam que isso não é crime. Então. churrasco e parar de passar o filminho do edifício Joelma. especialmente. melhoria e mudança. é que efetivamente ela tem que discutir a planta de saúde e as melhorias para o próximo ano. que isso se aplica. utiliza-se de mão-de-obra contratada via CLT ou via terceirizada. É isso que a NR-32 traz. caso ele seja coibido ou ter qualquer tipo de pressão para não fazer a comunicação. Como eu disse na apresentação. Voltar Resposta 03 Pedro Tolentino – Eu entendo pela leitura. ela furou o dedo com a agulha. como a comunicação às chefias imediatas e o processo de comunicação interno. O marido vai entender ? Os filhos vão entender? A sociedade vai entender? Muitas vezes. fazer concursinho de frases. É olhar o ser humano como um ser íntegro. têm que seguir e orientar o trabalhador a seguir esses itens : comunicação imediata à chefia e abertura do processo administrativo interno. um ser único. dentro do órgão autárquico que ele esteja diretamente vinculado. Se não foi feito a CAT. se não foi instaurado um processo administrativo interno de averiguação. usar preservativos ou que está tomando coquetel para AIDS.E a vacinação em relação ao professor escolar? RESPOSTAS Resposta 01 Pedro Tolentino – Essa é uma questão muito simples. Eu tenho muito claro comigo. Eu não tenho que tratar do acidente ou da doença. O importante é a construção coletiva. sobre o que é serviço público e privado e se a legislação se aplica ou não ao serviço público. É o que tem que fazer nos próximos doze meses. se não é acidente de trabalho é crime e deve ser averiguado dessa maneira. ou seja. ele tem todo um procedimento interno a ser realizado. a educação e a sensibilização. município por município. a área de saúde é campeã em acidentes de trabalho no Brasilo. No estado de São Paulo. com medo de ser identificado ou de ouvirem comentários como: ela tem AIDS. já perdemos uma vida ou já fizemos com que o trabalhador ou a trabalhadora perdesse a qualidade de vida. quando eu falo em boletim de ocorrência. Então. Voltar Resposta 04 .

a criação e o estabelecimento de regras. os planos de saúde terceirizam esse trabalho e a responsabilidade é de quem realiza o procedimento. existe um outro recurso que são os CEREST – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Hoje. agosto. é claro que numa ocorrência. Alguma coisa que vá sair. uma coisa não tem nada haver com a outra. eu não vou poder narrar aqui o que precisa ser feito no caso da empresa que não precisa de coordenador. que podem ser anônimas. Voltar Resposta 11 Noeli Martins – Do ponto de vista administrativo. A auditoria fiscal não pode chegar numa empresa pública e autuar. Tem lá uma instrução. claramente. não existe estabelecimento de saúde 100% público. Voltar Resposta 13 . então. como a questão da vestimenta. Como é para fazer o PCMSO ou o PPRA desse local ? Ele vai integrar o PCMSO ou o PPRA da empresa como um todo. acredito que qualquer DRT recebe essas notificações. Agora. e o que se aplica deve ser colocado no programa. data de atestado e renovação da PCMSO. o que não é muito comum. e os CEREST – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do SUS. que se antecipe a alguma nota técnica mais completas. alguns pontos muito polêmicos. então a data do ASO independe da renovação do PCMSO. Voltar Resposta 05 Mário Bonciani – Eu entendo que a produção farmacêutica seja abrangida pela NR-32. elas foram feitas de forma tripartite. os trabalhadores têm mais de 18 anos e menos do que 45 anos. Voltar Resposta 08 Mário Bonciani – Uma vez que temos trabalhadores regidos pela CLT dentro do hospital público. essa empresa tem a obrigatoriedade de seguir uma norma. Isso vocês podem ver no site. O prazo para implantação da NR-32 em empresa pública é o mesmo que na empresa privada. agora o ASO pode ter data de até dois anos. uma nota técnica que é um despacho do secretário de segurança da saúde de dezembro de 1996. quando tem médico coordenador e quando não tem médico coordenador. Voltar Resposta 10 Noeli Martins – Essa pergunta é uma pergunta importante. isso facilita também a comunicação dentro do Ministério do Trabalho. a gente fala que não se aplica. sempre tem terceirizado. Mas essa á uma visão muito particular. uma coisa independe da outra. Mas mesmo que não tenha funcionários celetistas dentro do serviço público. mas é obrigado a ter o PCMSO. dentro da definição eles são considerados serviços de saúde. levando em consideração aquilo que foi dito. Eu acredito que uma norma técnica mais ampla. O Ministério do Trabalho. é fácil. quais são as necessidades do PCMSO. Tem uma simplificação para quando não tem médico coordenador. porque a Constituição maior diz que todos nós somos iguais perante a lei. Teriam. Essa é uma pergunta que diz respeito mais a NR-7. Está no site do Ministério do Trabalho. fiscaliza um e acabam atingindo o outro. Voltar Resposta 12 Noeli Martins – Sim. esse exame pode ser feito a cada dois anos. vai sair no último trimestre. essa é a visão que eu tenho. A diferença entre esses Centros de Referencia e o Ministério do Trabalho é a possibilidade que eles têm de interferir nos processos de todos os trabalhadores. mas seguramente nesse próximo trimestre. Agora. o que não se aplica. só sairá no final do ano. duas opções. Pode ser que saiam algumas referências.Paulo Mario Fernandes de Oliveira – Sempre será do hospital. Voltar Resposta 06 Mário Bonciani – Então. não utiliza. Voltar Resposta 09 Noeli Martins – Sim. é possível ter algumas referências sobre determinados pontos que possam sair antes. Então. Então. não tem problemas. Como é que é o PCMSO. Lá diz. Porque se você está numa empresa que não tem risco. Isso implica na criação da comissão tripartite nacional. Uma empresa que tenha um ambulatório médico dentro da empresa. não deve sair nada. O PCMSO tem que ser revisto anualmente. resumido ou simplificado. Nas regulamentações anteriores. do ponto de vista legal. inclusive os trabalhadores do serviço público. Voltar Resposta 07 Mário Bonciani – Olha. têm a convocação. que está em fase de montagem. deve enquadrá-lo dentro da NR-32. setembro e outubro. nós estamos agora fazendo os debates e as notas técnicas.

O que nós queremos. Então. também. o que a norma fez foi sinalizar que isso vai ser tratado. ou então até segunda-feira. Voltar Resposta 16 Noeli Martins – Consta escrito no PCMSO os procedimentos a serem adotados no caso de exposição acidental a agentes biológicos. Existem vários tipos de procedimentos já determinados. que é o seguinte. risco químico. não é para se fazer um PPRA separado um do outro. aconteceu o acidente aqui. esses procedimentos. Esse é o procedimento legal que o empregador deve tomar perante a recusa de um trabalhador à vacinação. ainda. Eu sei que isso já deu confusão. no meu caso. um fluxograma que você pode utilizar. mas ainda não é obrigatório”. Voltar Resposta 14 Noeli Martins – Sim. são esses procedimentos que têm que estar escrito no PCMSO. ele já era soropositivo antes. por isso não tem grau de infração de multa. pelo empregador. aconteceu um acidente. por exemplo. um kit de sorologia rápida. Nós não podemos multar. é que o médico do trabalho descreva no seu PCMSO qual o procedimento a ser adotado. Ou seja. um quadro que determina o grau de multa. uma indústria qualquer com um ambulatório lá dentro. quando nós falamos. Voltar Resposta 18 Noeli Martins – Sim. se colocássemos isso. Então. Não há necessidade desse calçado ter CA. Claro que é e nem é viável. Voltar Resposta 15 Noeli Martins – Semana passada saiu uma tabela. Agora.Noeli Martins – Primeira coisa. antes de se tornar obrigatório. porque os procedimentos já estão determinados. nesse momento tem que ver se a agulha é conhecida ou desconhecida. tem que ter uma forma de remoção. ele ainda não é obrigatório. ninguém sabe o que faz. Por que isso? Porque nós não poderíamos ainda colocar isso em vigor. Agora. Voltar Resposta 17 Noeli Martins – É o empregador. que deve ser guardado pelo empregador. o trabalhador tem um ferimento perfuro-cortante. a ANVISA tem um procedimento. Vários serviços de saúde mantêm convênio com outros serviços próximos. ou seja. gradação de risco. hoje ainda os dispositivos são caros. manter o kit de coquetel”. Têm uns testes rápidos que o médico deve fazer no trabalhador. de PPRA com risco biológico. É uma forma de sinalizar para o empregador: “olha. Não é obrigatório. há uma série de discussões a serem feitas. pelo Ministério do Trabalho e esse item não tem gradação de multa. onde a pessoa fica dependendo de pegar o ônibus. você vai contemplar essa parte do laboratório. Temos que discutir qual vai ser o dispositivo a ser adotado. Então. imediatamente tem que ter um profissional responsável que sabe exatamente o que fazer com esse trabalhador. nós temos que avaliar com a indústria a possibilidade de fornecimento. as questões de custo. é nessa parte do ambulatório que você vai seguir os parâmetros exigidos pela NR-32. porque ainda não é obrigatório. porque isso vai determinar a conduta que o médico vai tomar. Esse é o item que fala que vai ser obrigatório o uso do dispositivo de segurança conforme o cronograma a ser estabelecido pelo MTE. de um dia para o outro. ele espera até o dia seguinte. nós colocamos lá que vai ser obrigatório. Na realidade é o PPRA inteiro que vai contemplar cada um desses riscos. para ver o que faz. Quando você tem. . É um assunto que já está pautado e que depende agora da gente discutir com a indústria a possibilidade de suprir o mercado. esse cronograma ainda não está estabelecido. calçados devem ser fornecidos. são esses procedimentos que vão determinar a conduta e que vão dar suporte também ao empregador. é por isso que esse item não é penalizável. vamos supor. HIV positivo. que não funciona da meia noite a cinco. existe o PPRA da empresa. alguém pode falar assim: “ah. por conta disso. eu sei que tem empresas dizendo que isso já é obrigatório e dizendo para o empregador que tem que comprar já os dispositivos de segurança. Por isso que não tem. ele tem que ser um calçado fechado. nós já estamos discutindo. não pode acontecer. O que se quer naquele item é justamente isso. não haveria como suprir o mercado. Nós não podemos deixar o que está acontecendo hoje. Então. se o trabalhador se acidenta nesse período ele vai ter que ficar esperando. Por que? É justamente nesse sentido que o empregador fica descoberto. dentro da norma. Ele assina um documento. no futuro. se for no final de semana ou de noite. Então. Então. nós vamos discutir isso. se for fonte conhecida tem que ver a possibilidade de colher sorologia dessa pessoa. fonte conhecida ou desconhecida. é um PPRA único e uma parte dedicada ao ambulatório. para poder entrar no mercado e estabelecer o cronograma. eu tenho uma clínica pequena e é difícil manter. Muito cuidado com isso. a Escola Paulista de Medicina tem o fluxograma. como eu já vi. a empresa vai saber que ele não contraiu o vírus nesse acidente. Num dos itens do PPRA. o trabalhador assina um documento em que ele coloca que se negou a tomar a vacina. porque se esse trabalhador for. é esse tipo de acidente que está lá previsto e que nós queremos no PCMSO. o trabalhador é levado para o outro serviço.

Voltar Resposta 22 Noeli Martins – Até onde eu sei. ele não checou nada em relação àquele trabalhador. Há um despreparo. vai cair para a empresa que contratou. o contratante falando que o trabalhador não é seu e sim de uma empresa terceirizada. por falha do empregador. naqueles casos previstos na norma. centro obstétrico. Se ele sofre um acidente lá dentro. Voltar Resposta 19 Noeli Martins – Se a empresa é terceirizada. Não precisa ficar mais repetindo todos os anos. ele troca a vestimenta e leva para fazer a higienização em sua casa. mas é possível. de falar que a responsabilidade é solidária. Deus me livre alguém trabalhar no serviço de saúde com biqueira de aço. O que nós percebemos. você deve exigir que ela apresente a documentação de inspeção de seus equipamentos. Então. não tenha dúvida. tem quase 60 contratadas. inclusive o exame médico. mas há um despreparo. acontece um acidente grave com esse trabalhador dentro da sua planta. Então. depois de pagarem muitas indenizações. porque há necessidade de trazer gente especializada e a contratante traz essa gente. aproveitamos esse gancho para falar na necessidade de reforço da hepatite B. mas leva para fazer a higienização na sua casa. Nos outros casos. a não ser que o contrato estabeleça diferente. não é mais problema seu. Nós sabemos que os profissionais. Voltar Resposta 20 Noeli Martins – Só é obrigatório a higienização por parte da empresa. Não há necessidade de acompanhar esse título para ver se ele está baixando ao longo do tempo. É a CCH que está cuidando disso e para o trabalhador não há problema nenhum. A responsabilidade acaba sendo toda do contratante. Assim. Voltar Resposta 23 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . na inspeção do trabalho. tem tudo controlado. não há necessidade de fazer a repetição periódica. e não somente a NR-32. A contratante tem que ter um controle sobre a contratada. Por que? Por necessidade. considerado como o número de proteção. têm uma queda para abaixo de 10. o pro-pé já foi abolido e não há problema nenhum. Enquanto tivermos esse pensamento estará acontecendo o seguinte: deixando para depois e comprando mais problemas para o futuro. que nem era registrado na outra empresa.De uma forma geral. não é custo efetivo ficar repetindo essa sorologia.senão já vai ter gente dando calçado com biqueira de aço. só fez isso depois de apanhar muito. você chama a empresa para consertar algo. do contratante. ela terceiriza muito. vamos simplificar dessa forma. não vamos falar de manutenção de equipamento caro. após a aplicação da terceira vacina. que é o título de 10. Fora isso. UTI e setor de isolamento. aqui nós estamos falando de manutenção. Muitas vezes. Você nem faz contrato por muitas vezes. ele vai ter uma elevação. O conhecimento atual que nós temos em respeito da resposta vacinal e do comportamento dos vacinados. tem que ser feito o controle. centro cirúrgico. Muitas vezes o serviço da contratante é excelente. fazer campanha e orientar que os dentistas fossem . Então. a vestimenta fica para ser higienizada no serviço de saúde. Apesar de o próprio Conselho Regional de Odontologia. A lei é muito clara. Ele não sai do trabalho vestindo a vestimenta. mas vamos falar de uma manutenção elétrica pequena que você chama uma empresa pequena. ele está assumindo um risco enorme. isso tem que constar em contrato e na hora que a contratante entrar na sua planta. o SESMT tem um sistema que controla todas elas. é que o contratante pensa que terceirizou e isso não lhe diz mais respeito. que estabeleça diferente. não é obrigatório a higienização por parte do empregador. se estende à terceirizada. hoje. a vestimenta vai ser higienizada na casa do trabalhador. mas tem que ter uma organização e parar de achar que terceirizou. Então quem tem que fornecer vestimentas é o empregador. só assim se organizaram. Voltar Resposta 21 Noeli Martins – Sim. Mas também. não há indicação para a repetição. O empregador está correndo um baita de um risco. Eventualmente. por um tempo. a indenização por morte ou por qualquer coisa. normalmente a empresa que colocou ele lá dentro é uma empresa pequena. Tem uma empresa no Paraná. então o empregador não é o tomador. depois que você faz a sorologia. colocando dentro da sua planta gente sem registro e sem nenhuma habilitação. Acabou o trabalho. só se no contrato entre o tomador e o contratado existir uma clausula especifica para isso. depois de 5 anos. mas colocam tudo na mão da terceirizada. Só necessita ser um calçado fechado. e esse profissional já tem título de anticorpos acima de 10. Então. Essa diminuição de título é esperada. Não podemos nos esquecer do seguinte. é possível. porque mesmo que o título caia para o abaixo do aceitável. Empregador é quem assinou a carteira. a gente sabe que se o indivíduo tiver um contato com o vírus selvagem. e você pede o registro e ele é sem registro. Nós nos cansamos de ver em fiscalização. mesmo se ele for abaixo de 10. porque ele estará imunizado. é o outro. estou me referindo agora aos empregadores. por causa da memória imunológica. não indica a necessidade de reforços. é possível fazer. dá trabalho. senão quem fornece é o empregador.

Agora. mas não tem como comprovar. São coisas distintas. o índice 10. se é que vocês já não as têm. A SBIM tem um guia de vacinação ocupacional. Têm que estar dentro do PCMSO e do PPRA.sbim. tem que usar protetor. O que fazer nesse caso? Fazer com que ele traga algum tipo de comprovação.Agora tem os que afirmam que receberam as doses. para fins previdenciário é outra discussão. olha de 20 em 20 anos se deve tomar outra dose. São esses os programas que vão delimitar isso. da exposição da ocupação. Estando as crianças todas protegidas. Uma outra informação que eu quero passar para vocês. porque é uma vacina relativamente recente. como se ele nunca tivesse recebido nada. É lá no PCMSO e PPRA que vai determinar se o trabalhador tem que usar dosímetro. Senão esse samba. de qualidade de vida. no ser humano íntegro e em todas as ações que devem ser feitas para a preservação da saúde. ela não está disponível em postos de saúde. em alguns países desenvolvidos. falamos de previdência. Voltar Resposta 26 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . não temos isso como evidência científica. não traz nenhum dano. não traz nenhuma reação. você vai agir como se ele nunca tivesses recebido nenhuma vacina. tem que vacinar. não tem nada haver. A criação dela foi motivada. quem paga sobre o salário mínimo paga errado e está sujeito a uma ação trabalhista. no PPRA e no PCMSO e são esses programas que vão determinar o que deve acontecer quando esses trabalhadores foram expostos. que não cabe dentro da NR-32. a utilização dessa vacina é o custo relativamente elevado. se ele tem que ser monitorado. O que limita. de aposentadoria. vai ter que estar dentro da normatização da ANVISA. Insalubridade é previdência. se você ignora a situação imunológica dele. que se vocês entrarem no site www. eu não tenho dúvida nenhuma. esse serviço de prestação de vacina. Os profissionais de saúde que trabalham em berçário e em unidades de pediatria é uma população adequada para receber esse tipo de vacina. Então.Os aparelhos móveis ou os intensificadores de imagens têm que estar contidos dentro do plano de controle radiológico. Eu quero dar uma informação para vocês. que não podem ser misturadas. isso não vai fazer mal nenhum a ela.No caso da saúde ocupacional resolver fazer. Voltar Resposta 27 Pedro Tolentino . esse é o meu modo de ver. principalmente. Um guia de saúde ocupacional. se tem que afastar do local. tem que estar no PPR. Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . A gente sabe que a cobertura vacinal da tríplice para as crianças é muito alta.Quero deixar bem claro para vocês que insalubridade e prevenção em saúde e segurança. Então. no global. Na NR-32 nós estamos discutindo segurança e saúde do trabalhador. Lembrando sempre que se você fizer uma vacina numa pessoa que tenha proteção contra aquela doença. 40 é uma discussão totalmente inócua quando se fala em saúde e segurança. totalmente distintas.br. é uma vacina que faz parte do calendário obrigatório. 20. poderão solicitar esse guia. Ela deve ter sido lançada há uns quatro ou cinco anos. por conta da verificação. do deslocamento da coqueluche da faixa etária da coqueluche de criança para adulto. 10 anos. você vai partir do início.org. que eles enviarão para vocês. Voltar Resposta 24 Pedro Tolentino . apenas em clínicas privadas. 40 de insalubridade. é o que eu recomendo. Hoje.Situação imunológica ignorada. quando nós falamos de insalubridade. Pode ser que daqui alguns anos chegaremos e diremos. também. Então.revacinados depois de 5 anos. que tem que estar no PPR. O enquadramento do risco profissional. ainda. especialmente as que têm maior contato com criança. que deve pensar no todo. onde os trabalhadores poderão cobrar isso na justiça do trabalho. mas hoje em dia não existe esse tipo de recomendação. Voltar Resposta 29 . Isso já está em súmula do Tribunal Superior do Trabalho e pelo Supremo Tribunal Federal. Então. Voltar Resposta 25 Ivone Martini de Oliveira . mas existe essa limitação que é o seu custo elevado. Eu acho que o serviço tem que ter algum tipo de comprovante caso venha a fiscalização. também. então começaram a aparecer casos de coqueluche em adolescentes e adultos jovens. ela já está no mercado. Essa vacina ainda não existe em termos de saúde pública. por conta dessa motivação começou a pesquisa para proteger a população. 20. de benefício previdenciário. Sem dúvida é uma vacina indicada para alguns tipos de população. que essa discussão de 10. Caso não seja possível esse tipo de comprovação. Voltar Resposta 28 Ivone Martini de Oliveira . Aqui nós estamos tratando de saúde do trabalhador.A existência da vacinação de coqueluche aos adultos ainda é bem pouco conhecida em nosso meio. tem que usar dosímentro ou não tem. segunda via de carteirinha. essa orquestra não vai tocar direito. ele deve inserir sobre a remuneração do trabalhador. de prevenção.

se ele tem suscetibilidade ou não. deve qualificar os trabalhadores para usá-los. deve disponibilizar os equipamentos de proteção individual. é desconfortável. Mas deve ser oferecido de rotina durante todo o periódico. que seja semestralmente. porque o equipamento de proteção individual está previsto na NR-6 e a vacina não é um equipamento de proteção individual. não pode. Voltar Resposta 34 Não houve resposta.Na verdade. se for semestral. não está previsto na legislação. A empresa. Ela é uma máscara um pouco mais difícil de ser utilizada. Pela legislação brasileira. então anualmente. tem que se explicar e conscientizar sobre o que vai acontecer com ele. estará passível de receber as sanções previstas no seu contrato de trabalho ou na consolidação da lei de trabalho. fazem uma anamnese. para tentar conquistá-la para o programa de imunização. Não dá para colocá-lo para controlar o acesso ao refeitório. que o paciente tem tosse. Voltar Resposta 30 Pedro Tolentino .A legislação é muito clara nesse sentido. não.Eu acho que não dá para indicar o uso da máscara de forma indiscriminada. geralmente o hospital tem que adquirir e custear essa droga. Não dá para pegar um técnico de radiologia e colocar na portaria.Quando o trabalhador já tem uma patologia. dificulta um pouco mais a respiração e tem um custo mais elevado do que a máscara cirúrgica. que foi capacitado. que vai tomar as medidas legais cabíveis para esse caso. ela não tem nenhum complicador técnico para sua realização. Pedro Tolentino . Voltar Resposta 33 Pedro Tolentino . ele tem que ser transferido de função tem que ser transferido para outra atividade dentro do hospital. no caso de investigação de um surto ou de um suspeito de ser suscetível tiver tido contato com um caso de varicela. a maioria dos hospitais privados tem a capacidade de fazer essa sorologia sem maiores dificuldades técnicas. Sendo explicado e orientado. como outros profissionais de saúde no atendimento. que é a tosse com duração de mais de 3 semanas. Se ele não utilizar. suspensão e demissão por justa causa. o profissional pode receber junto ao . caso haja necessidade. Eu acho que a máscara indicada é a máscara cirúrgica. Inclusive. apesar de ser uma sorologia que não está disponível facilmente na rede privada e na rede pública. Voltar Resposta 32 Ivone Martini de Oliveira – Não. se for anual. Como nós vimos ali. Tem que ser compatível com sua formação técnica. da profilaxia. Se ainda assim ele resistir. de preferência nas primeiras duas horas. utilizando a máscara para todos os atendimentos. tem que haver alguma divulgação ou realizar alguma estratégia para conquistar essa pessoa para a vacina. Está previsto o que vai acontecer com o trabalhador e são esses programas que vão estabelecer. Então. Ele recebe isso por escrito. o PPRA e o PCMSO e a política de movimentação de pessoas e de profissionais da instituição. Por exemplo. dos 28 dias. acho que tem que ser utilizada quando existe uma indicação precisa para o seu uso. enviar comunicados e informativos a respeito do bem que a vacina faz. o trabalhador tem que ser transferido para uma área compatível com sua formação. tipo sarampo ou catapora. o caso tem que ser encaminhado à administração.Não. como advertência. o empregador. Nesses casos ou outros com suspeita de outras doenças que podem ser transmitidas por gotículas. investigar aquela questão da definição de casos suspeitos de tuberculose. Hoje em dia. mesmo que não seja o primeiro atendimento.Deve ser oferecido toda a vez que o trabalhador for para o exame periódico e sempre ficar documentando a recusa dele. existem sorologias para varicela visando um método de aglutinação que permite um resultado muito rápido. Então. que seria o período de afastamento ou do isolamento. que ele recebeu e que está obrigado a usar. Não dá para usar rotineiramente. ou quando perceber. Agora. Os dentistas. normalmente não é adquirido na rede pública. Em relação à rede pública o Instituto Adolfo Lutz tem a capacidade de realizar essa sorologia. até no máximo no nono dia. utilizar a máscara PFF2. não tem o por quê dele resistir.Aquela primeira dose que o hospital deve ter disponível para administrar ao profissional. Voltar Resposta 35 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . Voltar Resposta 31 Ivone Martini de Oliveira . O restante da medicação. a gente consegue determinar muito rapidamente naquele período de exposição. Para o trabalhador e a trabalhadora. Quem vai prever isso é o PPR. O profissional tem que ter clareza disso. Voltar Resposta 36 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior .Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . não tendo nenhuma legislação brasileira que obrigue.

pondo tudo a baixo. devem contar com diversas outras normatizações para fazer um programa específico. Voltar Resposta 41 Ivone Martini de Oliveira . um caso de aquisição de HTLV após exposição percutânea. pequena. média ou grande. É só ver direitinho onde eles estão vinculados. Voltar Resposta 39 Ivone Martini de Oliveira .A nova NR-4. eles devem estar submetidos a toda legislação trabalhista prevista no nosso território nacional. Não é sobre o salário dele. Em relação à terceirização de serviço de cooperativa. o salário mínimo não pode ser referência para nenhum benefício. Mas existe um movimento muito grande. é mais baixa do que do HIV. um programa de imunização que contemplem esses profissionais que trabalhem nas escolas. mas eles estão submetidos à mesma legislação que todo o cidadão e profissional está submetido. por exemplo. Mas a insalubridade é assim: o patrão paga pela sua saúde. mas o PCMSO e o PPRA que devem ser realizados lá. nem contratos particulares não podem ser.Que eu tenha conhecimento. é o professor e pesquisador da área de saúde É o trabalhador de saúde enquanto professor. O risco deve ser semelhante ao risco do HIV.Quando eu falei aqui do professor e do pesquisador. exceto os profissionais médicos. Só que existe uma grande resistência por parte do trabalhador. o enquadramento é o mesmo. A dificuldade de enquadrar o profissional médico nas normas administrativas de uma planta de saúde são terríveis. Voltar . eles têm vínculo sim. a NR ou qualquer legislação não diz. no PPRA e no PCMSO. é sobre o salário mínimo regional. embora epidemiologicamente e a distribuição seja menor.Estão obrigados a apresentar o laudo de dosimetria de exposição previsto na PPR dessa pessoa jurídica. exercendo a docência ou a pesquisa. existe um movimento contra que é para acabar com qualquer tipo de insalubridade. o profissional vai receber gratuitamente da rede pública. inclusive recolhimento previdenciário e recolhimento de tudo isso que a legislação fiscal já exige das cooperativas. dar a proteção devida previdenciária e ter um ambiente seguro. Voltar Resposta 38 Ivone Martini de Oliveira . Deve ter alguém que está contratando isso. porque é um evento relativamente raro. Isso é insalubridade. Em relação ao professor e aos trabalhadores das escolas. na realidade o hospital não vai arcar com esse custo. Tem vedação constitucional. estando prevista na NR-15.serviço normal de antiretroviral de qualquer centro de referência. A convivência com criança por si só.A senhora me permite aqui uma correção. Com a NR-32 nós vamos ter um ambiente seguro. como eu já disse. a insalubridade não pode ser paga sobre o salário mínimo em hipótese alguma. Pedro Tolentino . aqui no Brasil. Vai ser uma invasão dos movimentos de trabalhadores lá no Ministério. só Deus. A prevalência na população. gostaria que vocês refletissem um pouco sobre isso. o escolar não é uma criança doente. Voltar Resposta 40 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . Também não tenho conhecimento de estatísticas internacionais a respeito disso. os trabalhadores e as trabalhadoras não são contra os benefícios da insalubridade. que é o quanto ganha. Então vale o que está escrita na nossa antiga e velha de 1978. que é do Ministério do Trabalho. fossem amadurecendo o pensamento para que no futuro a gente possa acabar com essa vergonha que é vender a saúde por 20 % do salário mínimo regional. foi publicado há pouco tempo numa revista americana. imagine chegar e falar que vamos acabar com o adicional de insalubridade no país. Uma outra questão é a seguinte. quero reforçar isso aqui para quem é administrador ou gestor. Então. quem contrata e toma o serviço.Hoje existe um movimento contra insalubridade. não é motivo para ser considerado insalubridade. Voltar Resposta 37 Pedro Tolentino . Os trabalhadores vinculados ao Ministério do Trabalho e que trabalham no programa de geração de renda e emprego ou os que não têm vínculo. nós somos contra a extinção da insalubridade sem a contrapartida que efetivamente reconheça o risco por parte do estado. É um caso recente. por que a nova que está em discussão só Deus sabe. Eles não estão fora disso. a gente tem um caso de soroconversão em profissional de saúde acidentado. só Deus está sabendo (risos). Então. O contrato e a cobrança do tomador do serviço tem que ser o mesmo. talvez porque seja pouco procurado. ninguém mais sabe neste país. falam trabalhadores da saúde. acho que ninguém mais sabe. não é do INSS. mais deve ter sim. mas é um caso daqui do Rio Grande do Sul. não existe uma normatização específica. o profissional de enfermagem. criança sadia. a não ser em alguns grupos específicos.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful