Perguntas & Respostas - NR 32 Jornada Saúde Ocupacional em Hospitais e Demais Serviços de Saúde - NR-32 21 de Junho de 2006 – Hotel Holiday Inn Anhembi

– São Paulo A sessão de perguntas e respostas foi transcrita, a partir da gravação do áudio do evento, sendo portanto passível de erros de transcrição por problemas técnicos do sistema de som e/ou de entendimento do áudio. Para tomada de decisão sobre o assunto em pauta, consultar sempre a legislação vigente específica e profissionais especialistas no assunto. As perguntas foram respondidas por • • Noeli Martins – Auditora Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego – Coordenadora do Grupo de Trabalho Tripartite – GTT da NR-32 Paulo Mario Fernandes de Oliveira - Professor Adjunto do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Ciências Médicas, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Representante da Confederação Nacional do Comércio no Grupo de Trabalho Tripartite, responsável pela elaboração da Norma Regulamentadora 32 Pedro Tolentino - Diretor da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo Mario Bonciani – Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego, Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo – DRT/SP Francisco Ivanildo de Oliveira Junior - Instituto de Infectologia Emílio Ribas/Hospital São Cristóvão - São Paulo Ivone Martini de Oliveira – Enfermeira do Trabalho, Diretora da Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho - ANENT e Conselheira do Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo – COREN/SP Marcelo Pustiglione - Diretor da Unidade de Saúde e Segurança - S.G.E.H. do INCOR – Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo PERGUNTAS Clique sobre a para ler a resposta 01 - Uma vez que no serviço público não há registro de CAT, como ficará, com a NR-32, a questão do acidente de trabalho? 02 – Nas doenças ocupacionais, também deve ser feita a comunicação? 04 – Alguns hospitais dizem ter dificuldade para se adequar a norma, porque precisam de materiais que o convênio não reembolsa. De quem é a responsabilidade, dos hospitais ou dos planos de saúde? 05 – A NR-32 é aplicada à produção industrial de medicamentos? 07 – Uma empresa com grau de risco 3, com até 10 funcionários, está desobrigada a ter o médico coordenador. Tem que ter o PCMSO? Quem é que o elabora e quem é o responsável pelo mesmo? Esse profissional pode ser terceirizado ou tem que fazer parte do quadro de funcionários da empresa? 08 – A NR-32 também é aplicada aos funcionários públicos e hospitais públicos? Como é possível acionar a fiscalização e se não for possível devemos nos reportar ao Ministério do Trabalho? 09 – Os asilos podem ser considerados serviços de saúde? 10 – Os ambulatórios médicos das industrias devem ser enquadrados na NR-32? 11– A NR-32 se aplica ou não se aplica na empresa pública? 12 – O PCMSO tem que ser anual? Como fica o ASO? O ASO pode ter data superior há um ano? 13 – Se o trabalhador se negar a tomar vacina, o que se deve fazer? 14 – O PPRA do ambulatório médico da empresa deve integrar o PPRA da empresa?

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têm que ser submetidas à inspeção prévia e manutenções preventivas.Quais os riscos da hepatite B e como fazer a repetição da vacina? 24 . advertir ou demitir um funcionário que se recusa a tomar a vacina? 34 .Então no caso da vacina eu não posso suspender. inclusive aquelas utilizadas por equipe de manutenção.93. por parte do trabalhador? 32 . para ser usada como profilaxia pós-exposição? 37 .O que a gente faz com um profissional da saúde que se recusa a utilizar um equipamento de proteção individual? O empregador é responsável não só por oferecer. Isso se estende às terceirizadas? Como que a contratante vai fazer o controle? 22 – O que acha do uso de pro-pé na UTI? 23 .No caso de terceirizar o serviço radiológico. um profissional que trabalha num berçário e tenha varicela pode contaminar e matar todos os nenéns? Não seria o caso de rever a legislação? 35 . O que fazer? 31 .2.Onde fazer sorologia para varicela de rotina? Na rede privada ou na rede pública? 36 . Por analogia. como a senhora vê a sorologia? 17 – Quem fornece a vestimenta? 18 – Calçados devem ser fornecidos pelo empregador? 19 – E se a empresa for terceirizada? 20 – E na questão da higienização das vestimentas? 21 – O item 32. por exemplo. equipamentos e ferramentas. 26 – Qual a indicação da vacina da coqueluche para profissionais de neonatal e berçário? 27 – Os aparelhos móveis que estão no Centro Cirúrgico ou os intensificadores de imagens têm que estar contidos dentro do plano de controle radiológico? 28 . por que o item 32. considerando que a fonte é moderada? 25 . mas também por fazer com que o profissional realmente use o equipamento. visando profilaxia para tuberculose? 30 .Gostaria de sugerir que fosse lembrado ao público.15 – Já que os acidentes com perfuro-cortantes são tão importantes.Caso do trabalhador que não tem seu cartão de vacina e não lembre se tomou as vacinas do protocolo de vacinação. como fica a questão da insalubridade.Como tratar a recusa da vacinação. os médicos estão obrigados a apresentar o laudo de dosimetria? 38 – E a Nova NR-4 ? 39 – Como vocês vêem o movimento contra a insalubridade? . diz que todas as máquinas.Existem casos de trabalhadores e trabalhadoras que têm diagnóstico de alguma patologia ligada à radiação ionizante.16 não tem grau de infração prevista? 16 – Depois de um acidente com perfuro-cortantes. a importância da norma da ANVISA em relação aos serviços que aplicam a vacina. Esses profissionais têm resistência em mudar de área. a gente não pode ter esse mesmo comportamento para a utilização da vacina? 33 .Onde conseguir a medicação antiretroviral. qual a conduta no ato de contratação desse profissional de saúde? 29 – Qual a indicação de máscara PFF2 para dentistas no exercício do seu trabalho.Mesmo eu tendo comprovação científica que o efeito colateral é mínimo em relação ao benefício e que.Uma vez realizado o levantamento do risco biológico na área.4.

estudar e propor adequação ao texto. a área de saúde é campeã em acidentes de trabalho no Brasilo. têm que seguir e orientar o trabalhador a seguir esses itens : comunicação imediata à chefia e abertura do processo administrativo interno. Existe um debate muito grande no Brasil. caso ele seja coibido ou ter qualquer tipo de pressão para não fazer a comunicação. ela furou o dedo com uma agulha do paciente do 33 que tinha AIDS. melhoria e mudança. ela teve que passar pelo protocolo e tomar coquetel antiviral. Aí. não é o fato da mudança que a NR-32 traz. Imagine vocês que uma trabalhadora da saúde. As dificuldades que os senhores e as senhoras tiverem. No caso de impedimento dessa comunicação. mental e espiritual. como a comunicação às chefias imediatas e o processo de comunicação interno. quando eu falei que a CIPA tem que parar de discutir. física. O marido vai entender ? Os filhos vão entender? A sociedade vai entender? Muitas vezes. Vejo que numa doença ocupacional. os trabalhadores não fazem o procedimento com medo disso. a capacitação. estadual ou federal. sobre o que é serviço público e privado e se a legislação se aplica ou não ao serviço público. a NR-32 terá que ser discutida planta a planta. Se não foi feito a CAT. de 37 anos. a comissão nacional da NR-32 analisa e referenda e isso fica valendo a nível nacional. fazer concursinho de frases. município por município. Voltar Resposta 04 . se não é acidente de trabalho é crime e deve ser averiguado dessa maneira. que isso se aplica. o delegado vai instalar um inquérito e vai apurar se isso é uma questão de ordem pública ou se isso deve ser levado para frente até o fim do inquérito policial. O importante é a construção coletiva. utiliza-se de mão-de-obra contratada via CLT ou via terceirizada. os empresários falam que isso não é crime. ele tem todo um procedimento interno a ser realizado. estado por estado. ou ainda. que irá analisar. Aí. especialmente.E a vacinação em relação ao professor escolar? RESPOSTAS Resposta 01 Pedro Tolentino – Essa é uma questão muito simples. de uma maneira geral. usar preservativos ou que está tomando coquetel para AIDS. Devem também acompanhar. esse é um dos papeis dos sindicatos e das federações. teve um acidente com um perfuro-cortante. é que efetivamente ela tem que discutir a planta de saúde e as melhorias para o próximo ano. Isso é uma realidade nacional. esses processos dentro das instâncias municipal. com medo de ser identificado ou de ouvirem comentários como: ela tem AIDS. Eu vou citar um exemplo. É o que tem que fazer nos próximos doze meses. O que nós temos que olhar. É isso que a NR-32 traz. churrasco e parar de passar o filminho do edifício Joelma. isso vale para o servidor público e vale para o servidor da área privada. fazer o planejamento estratégico da área de segurança e saúde. desse protocolo. cabe um boletim de ocorrência numa delegacia de polícia. da mesma maneira que nos acidentes de trabalho.40 – Existem casos de soroconversão de HTLV? 41 . Então. Eu tenho muito claro comigo. como um ser saudável. a participação de todos. mesmo porque boa parte do serviço público. um ser único. se não foi instaurado um processo administrativo interno de averiguação. hoje. Aí. Os sindicatos dos servidores públicos. deve ser feita a comunicação e a investigação. Eu não tenho que tratar do acidente ou da doença. O que a NR-32 traz é a prevenção. por lesão corporal. que é em toda a planta. mandem para a comissão regional da NR-32. quando eu falo em boletim de ocorrência. No caso do servidor público. São esses os procedimentos que o servidor público e o servidor privado devem tomar. já perdemos uma vida ou já fizemos com que o trabalhador ou a trabalhadora perdesse a qualidade de vida. ou seja. Teve que chegar para o marido e falar que ela vai ter que fazer abstinência sexual. Então. Uma outra questão. o pessoal se assusta. Quando a NR-32 fala dos serviços de saúde. só 40% dos acidentes de trabalho são notificados no Brasil. Como eu disse na apresentação. onde se desenvolvem essas atividades. se a pessoa sofreu um acidente é uma lesão corporal. nós visualizamos a planta hospitalar. Voltar Resposta 03 Pedro Tolentino – Eu entendo pela leitura. ela furou o dedo com a agulha. para mim isso é uma lesão corporal. É olhar o ser humano como um ser íntegro. para que a NR-32 seja efetivamente implantada em nosso país. Eu falo isso de uma maneira muito tranqüila. No estado de São Paulo. porque quando formos cuidar disso. os delegados já estão capacitados para fazer a instauração do boletim de ocorrência do inquérito policial para averiguar o acidente de trabalho. Ainda contando que nós temos 60% de subnotificação. dentro do órgão autárquico que ele esteja diretamente vinculado. Ela teve que fazer toda a comunicação e sorologia. Voltar Resposta 02 Pedro Tolentino – Eu entendo que sim. a educação e a sensibilização.

os planos de saúde terceirizam esse trabalho e a responsabilidade é de quem realiza o procedimento. Mas mesmo que não tenha funcionários celetistas dentro do serviço público. alguns pontos muito polêmicos. A diferença entre esses Centros de Referencia e o Ministério do Trabalho é a possibilidade que eles têm de interferir nos processos de todos os trabalhadores. deve enquadrá-lo dentro da NR-32. sempre tem terceirizado. não utiliza. uma nota técnica que é um despacho do secretário de segurança da saúde de dezembro de 1996. mas é obrigado a ter o PCMSO. Eu acredito que uma norma técnica mais ampla.Paulo Mario Fernandes de Oliveira – Sempre será do hospital. que está em fase de montagem. nós estamos agora fazendo os debates e as notas técnicas. e o que se aplica deve ser colocado no programa. quais são as necessidades do PCMSO. Tem lá uma instrução. esse exame pode ser feito a cada dois anos. O PCMSO tem que ser revisto anualmente. claramente. uma coisa independe da outra. que se antecipe a alguma nota técnica mais completas. Então. Agora. Teriam. como a questão da vestimenta. Pode ser que saiam algumas referências. então. é claro que numa ocorrência. Uma empresa que tenha um ambulatório médico dentro da empresa. existe um outro recurso que são os CEREST – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. mas seguramente nesse próximo trimestre. porque a Constituição maior diz que todos nós somos iguais perante a lei. quando tem médico coordenador e quando não tem médico coordenador. fiscaliza um e acabam atingindo o outro. essa empresa tem a obrigatoriedade de seguir uma norma. setembro e outubro. então a data do ASO independe da renovação do PCMSO. Voltar Resposta 07 Mário Bonciani – Olha. o que não se aplica. Agora. Alguma coisa que vá sair. agosto. Voltar Resposta 12 Noeli Martins – Sim. Voltar Resposta 13 . e os CEREST – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do SUS. vai sair no último trimestre. Voltar Resposta 10 Noeli Martins – Essa pergunta é uma pergunta importante. têm a convocação. Nas regulamentações anteriores. data de atestado e renovação da PCMSO. essa é a visão que eu tenho. isso facilita também a comunicação dentro do Ministério do Trabalho. Mas essa á uma visão muito particular. O prazo para implantação da NR-32 em empresa pública é o mesmo que na empresa privada. Voltar Resposta 08 Mário Bonciani – Uma vez que temos trabalhadores regidos pela CLT dentro do hospital público. Isso implica na criação da comissão tripartite nacional. Voltar Resposta 09 Noeli Martins – Sim. Voltar Resposta 11 Noeli Martins – Do ponto de vista administrativo. A auditoria fiscal não pode chegar numa empresa pública e autuar. agora o ASO pode ter data de até dois anos. Como é que é o PCMSO. Então. não existe estabelecimento de saúde 100% público. Isso vocês podem ver no site. dentro da definição eles são considerados serviços de saúde. Voltar Resposta 06 Mário Bonciani – Então. o que não é muito comum. Hoje. que podem ser anônimas. O Ministério do Trabalho. é fácil. elas foram feitas de forma tripartite. só sairá no final do ano. uma coisa não tem nada haver com a outra. Tem uma simplificação para quando não tem médico coordenador. a criação e o estabelecimento de regras. inclusive os trabalhadores do serviço público. resumido ou simplificado. Essa é uma pergunta que diz respeito mais a NR-7. Lá diz. eu não vou poder narrar aqui o que precisa ser feito no caso da empresa que não precisa de coordenador. Voltar Resposta 05 Mário Bonciani – Eu entendo que a produção farmacêutica seja abrangida pela NR-32. é possível ter algumas referências sobre determinados pontos que possam sair antes. Porque se você está numa empresa que não tem risco. acredito que qualquer DRT recebe essas notificações. Como é para fazer o PCMSO ou o PPRA desse local ? Ele vai integrar o PCMSO ou o PPRA da empresa como um todo. os trabalhadores têm mais de 18 anos e menos do que 45 anos. a gente fala que não se aplica. duas opções. não deve sair nada. do ponto de vista legal. levando em consideração aquilo que foi dito. não tem problemas. Está no site do Ministério do Trabalho.

Voltar Resposta 17 Noeli Martins – É o empregador. calçados devem ser fornecidos. ele espera até o dia seguinte. vamos supor. não haveria como suprir o mercado. Por que isso? Porque nós não poderíamos ainda colocar isso em vigor. o trabalhador tem um ferimento perfuro-cortante. para poder entrar no mercado e estabelecer o cronograma. Esse é o procedimento legal que o empregador deve tomar perante a recusa de um trabalhador à vacinação. Quando você tem. uma indústria qualquer com um ambulatório lá dentro. a Escola Paulista de Medicina tem o fluxograma. como eu já vi. Então. hoje ainda os dispositivos são caros. Têm uns testes rápidos que o médico deve fazer no trabalhador. Muito cuidado com isso. eu sei que tem empresas dizendo que isso já é obrigatório e dizendo para o empregador que tem que comprar já os dispositivos de segurança. o trabalhador é levado para o outro serviço. é por isso que esse item não é penalizável. de um dia para o outro. ele tem que ser um calçado fechado. manter o kit de coquetel”. Então. um fluxograma que você pode utilizar. mas ainda não é obrigatório”. porque ainda não é obrigatório. risco químico. É uma forma de sinalizar para o empregador: “olha. antes de se tornar obrigatório. Por que? É justamente nesse sentido que o empregador fica descoberto. Nós não podemos deixar o que está acontecendo hoje. a empresa vai saber que ele não contraiu o vírus nesse acidente. dentro da norma. Temos que discutir qual vai ser o dispositivo a ser adotado. pelo Ministério do Trabalho e esse item não tem gradação de multa. ou seja. . O que nós queremos. imediatamente tem que ter um profissional responsável que sabe exatamente o que fazer com esse trabalhador. se for fonte conhecida tem que ver a possibilidade de colher sorologia dessa pessoa. aconteceu um acidente. são esses procedimentos que vão determinar a conduta e que vão dar suporte também ao empregador. Na realidade é o PPRA inteiro que vai contemplar cada um desses riscos. Voltar Resposta 18 Noeli Martins – Sim. que não funciona da meia noite a cinco. ele ainda não é obrigatório. a ANVISA tem um procedimento. Agora. é que o médico do trabalho descreva no seu PCMSO qual o procedimento a ser adotado. ainda. Ele assina um documento. é esse tipo de acidente que está lá previsto e que nós queremos no PCMSO. pelo empregador. existe o PPRA da empresa. Por isso que não tem. o que a norma fez foi sinalizar que isso vai ser tratado. Voltar Resposta 15 Noeli Martins – Semana passada saiu uma tabela. de PPRA com risco biológico. nós já estamos discutindo. nós temos que avaliar com a indústria a possibilidade de fornecimento. Então. ou então até segunda-feira. É um assunto que já está pautado e que depende agora da gente discutir com a indústria a possibilidade de suprir o mercado. por conta disso. para ver o que faz. nós vamos discutir isso. esse cronograma ainda não está estabelecido. Voltar Resposta 14 Noeli Martins – Sim. não é para se fazer um PPRA separado um do outro. aconteceu o acidente aqui. Então. porque se esse trabalhador for. gradação de risco. tem que ter uma forma de remoção. O que se quer naquele item é justamente isso. que deve ser guardado pelo empregador. Voltar Resposta 16 Noeli Martins – Consta escrito no PCMSO os procedimentos a serem adotados no caso de exposição acidental a agentes biológicos. Então. também. alguém pode falar assim: “ah. nós colocamos lá que vai ser obrigatório.Noeli Martins – Primeira coisa. Esse é o item que fala que vai ser obrigatório o uso do dispositivo de segurança conforme o cronograma a ser estabelecido pelo MTE. no futuro. por isso não tem grau de infração de multa. é nessa parte do ambulatório que você vai seguir os parâmetros exigidos pela NR-32. são esses procedimentos que têm que estar escrito no PCMSO. Nós não podemos multar. onde a pessoa fica dependendo de pegar o ônibus. porque os procedimentos já estão determinados. Não há necessidade desse calçado ter CA. ninguém sabe o que faz. Então. Vários serviços de saúde mantêm convênio com outros serviços próximos. um kit de sorologia rápida. se colocássemos isso. Eu sei que isso já deu confusão. porque isso vai determinar a conduta que o médico vai tomar. nesse momento tem que ver se a agulha é conhecida ou desconhecida. você vai contemplar essa parte do laboratório. quando nós falamos. por exemplo. esses procedimentos. eu tenho uma clínica pequena e é difícil manter. as questões de custo. fonte conhecida ou desconhecida. Num dos itens do PPRA. um quadro que determina o grau de multa. Claro que é e nem é viável. que é o seguinte. o trabalhador assina um documento em que ele coloca que se negou a tomar a vacina. HIV positivo. ele já era soropositivo antes. se o trabalhador se acidenta nesse período ele vai ter que ficar esperando. Ou seja. Existem vários tipos de procedimentos já determinados. é um PPRA único e uma parte dedicada ao ambulatório. Agora. se for no final de semana ou de noite. há uma série de discussões a serem feitas. Não é obrigatório. não pode acontecer. no meu caso.

O que nós percebemos. vai cair para a empresa que contratou. Nós nos cansamos de ver em fiscalização. você chama a empresa para consertar algo. mas colocam tudo na mão da terceirizada. têm uma queda para abaixo de 10. Voltar Resposta 23 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . aqui nós estamos falando de manutenção. a indenização por morte ou por qualquer coisa. Nos outros casos. é que o contratante pensa que terceirizou e isso não lhe diz mais respeito. só assim se organizaram. depois de pagarem muitas indenizações. porque ele estará imunizado. não há indicação para a repetição. o SESMT tem um sistema que controla todas elas. de falar que a responsabilidade é solidária.De uma forma geral. ele não checou nada em relação àquele trabalhador. naqueles casos previstos na norma. porque mesmo que o título caia para o abaixo do aceitável. estou me referindo agora aos empregadores. ela terceiriza muito. mas há um despreparo. Tem uma empresa no Paraná. inclusive o exame médico. tem tudo controlado. Voltar Resposta 21 Noeli Martins – Sim. Voltar Resposta 20 Noeli Martins – Só é obrigatório a higienização por parte da empresa. Ele não sai do trabalho vestindo a vestimenta. Então. Deus me livre alguém trabalhar no serviço de saúde com biqueira de aço. Não podemos nos esquecer do seguinte. isso tem que constar em contrato e na hora que a contratante entrar na sua planta. tem quase 60 contratadas. Se ele sofre um acidente lá dentro. Não precisa ficar mais repetindo todos os anos. se estende à terceirizada. o contratante falando que o trabalhador não é seu e sim de uma empresa terceirizada. fazer campanha e orientar que os dentistas fossem . a vestimenta vai ser higienizada na casa do trabalhador. Voltar Resposta 22 Noeli Martins – Até onde eu sei. acontece um acidente grave com esse trabalhador dentro da sua planta. Voltar Resposta 19 Noeli Martins – Se a empresa é terceirizada. do contratante. que estabeleça diferente. por um tempo. que nem era registrado na outra empresa. Só necessita ser um calçado fechado. normalmente a empresa que colocou ele lá dentro é uma empresa pequena. mas é possível. a vestimenta fica para ser higienizada no serviço de saúde. mas tem que ter uma organização e parar de achar que terceirizou. não indica a necessidade de reforços. senão quem fornece é o empregador. Então quem tem que fornecer vestimentas é o empregador. Então. Nós sabemos que os profissionais. A lei é muito clara. não é mais problema seu. depois de 5 anos. a gente sabe que se o indivíduo tiver um contato com o vírus selvagem. Há um despreparo. A responsabilidade acaba sendo toda do contratante. mesmo se ele for abaixo de 10. Essa diminuição de título é esperada. Muitas vezes. e esse profissional já tem título de anticorpos acima de 10. Eventualmente. na inspeção do trabalho. a não ser que o contrato estabeleça diferente. É a CCH que está cuidando disso e para o trabalhador não há problema nenhum. não é obrigatório a higienização por parte do empregador. não tenha dúvida. ele está assumindo um risco enorme. Então. e você pede o registro e ele é sem registro. e não somente a NR-32. Muitas vezes o serviço da contratante é excelente. não vamos falar de manutenção de equipamento caro. A contratante tem que ter um controle sobre a contratada. ele troca a vestimenta e leva para fazer a higienização em sua casa. Acabou o trabalho. Assim. colocando dentro da sua planta gente sem registro e sem nenhuma habilitação. porque há necessidade de trazer gente especializada e a contratante traz essa gente. Você nem faz contrato por muitas vezes. O conhecimento atual que nós temos em respeito da resposta vacinal e do comportamento dos vacinados. aproveitamos esse gancho para falar na necessidade de reforço da hepatite B. só se no contrato entre o tomador e o contratado existir uma clausula especifica para isso. dá trabalho. não é custo efetivo ficar repetindo essa sorologia. centro obstétrico. Apesar de o próprio Conselho Regional de Odontologia. mas leva para fazer a higienização na sua casa. Então. é possível. Mas também. Empregador é quem assinou a carteira. é possível fazer. Enquanto tivermos esse pensamento estará acontecendo o seguinte: deixando para depois e comprando mais problemas para o futuro.senão já vai ter gente dando calçado com biqueira de aço. Por que? Por necessidade. depois que você faz a sorologia. mas vamos falar de uma manutenção elétrica pequena que você chama uma empresa pequena. O empregador está correndo um baita de um risco. vamos simplificar dessa forma. Não há necessidade de acompanhar esse título para ver se ele está baixando ao longo do tempo. após a aplicação da terceira vacina. então o empregador não é o tomador. considerado como o número de proteção. você deve exigir que ela apresente a documentação de inspeção de seus equipamentos. por causa da memória imunológica. que é o título de 10. não há necessidade de fazer a repetição periódica. hoje. só fez isso depois de apanhar muito. Fora isso. é o outro. UTI e setor de isolamento. o pro-pé já foi abolido e não há problema nenhum. tem que ser feito o controle. ele vai ter uma elevação. centro cirúrgico. por falha do empregador.

então começaram a aparecer casos de coqueluche em adolescentes e adultos jovens. Então. também. é o que eu recomendo. Ela deve ter sido lançada há uns quatro ou cinco anos. ainda. esse serviço de prestação de vacina. quem paga sobre o salário mínimo paga errado e está sujeito a uma ação trabalhista. Voltar Resposta 29 . apenas em clínicas privadas. por conta da verificação. A SBIM tem um guia de vacinação ocupacional. poderão solicitar esse guia. em alguns países desenvolvidos. São esses os programas que vão delimitar isso. É lá no PCMSO e PPRA que vai determinar se o trabalhador tem que usar dosímetro. Voltar Resposta 28 Ivone Martini de Oliveira . Voltar Resposta 25 Ivone Martini de Oliveira . não temos isso como evidência científica.sbim. para fins previdenciário é outra discussão. de benefício previdenciário. Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . O que fazer nesse caso? Fazer com que ele traga algum tipo de comprovação. O enquadramento do risco profissional. é uma vacina que faz parte do calendário obrigatório.Agora tem os que afirmam que receberam as doses. ela não está disponível em postos de saúde. da exposição da ocupação. principalmente. A criação dela foi motivada.No caso da saúde ocupacional resolver fazer. se ele tem que ser monitorado. A gente sabe que a cobertura vacinal da tríplice para as crianças é muito alta. esse é o meu modo de ver. a utilização dessa vacina é o custo relativamente elevado. O que limita. Lembrando sempre que se você fizer uma vacina numa pessoa que tenha proteção contra aquela doença. Insalubridade é previdência. de prevenção. Eu acho que o serviço tem que ter algum tipo de comprovante caso venha a fiscalização. tem que usar dosímentro ou não tem. olha de 20 em 20 anos se deve tomar outra dose. você vai agir como se ele nunca tivesses recebido nenhuma vacina. por conta dessa motivação começou a pesquisa para proteger a população. Caso não seja possível esse tipo de comprovação.A existência da vacinação de coqueluche aos adultos ainda é bem pouco conhecida em nosso meio. Aqui nós estamos tratando de saúde do trabalhador. como se ele nunca tivesse recebido nada. se tem que afastar do local.revacinados depois de 5 anos. Um guia de saúde ocupacional. Os profissionais de saúde que trabalham em berçário e em unidades de pediatria é uma população adequada para receber esse tipo de vacina. segunda via de carteirinha.org. que essa discussão de 10. no ser humano íntegro e em todas as ações que devem ser feitas para a preservação da saúde. se é que vocês já não as têm. Então. Senão esse samba. Estando as crianças todas protegidas. não traz nenhum dano. tem que estar no PPR. que não podem ser misturadas. não traz nenhuma reação. onde os trabalhadores poderão cobrar isso na justiça do trabalho. não tem nada haver. porque é uma vacina relativamente recente. vai ter que estar dentro da normatização da ANVISA. mas hoje em dia não existe esse tipo de recomendação. quando nós falamos de insalubridade. 40 de insalubridade. Na NR-32 nós estamos discutindo segurança e saúde do trabalhador. 10 anos. tem que usar protetor. tem que vacinar.Quero deixar bem claro para vocês que insalubridade e prevenção em saúde e segurança. Voltar Resposta 26 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . Uma outra informação que eu quero passar para vocês. que eles enviarão para vocês. Eu quero dar uma informação para vocês. Agora. Voltar Resposta 27 Pedro Tolentino . totalmente distintas. São coisas distintas. que se vocês entrarem no site www. isso não vai fazer mal nenhum a ela. que não cabe dentro da NR-32. mas existe essa limitação que é o seu custo elevado. Isso já está em súmula do Tribunal Superior do Trabalho e pelo Supremo Tribunal Federal.Os aparelhos móveis ou os intensificadores de imagens têm que estar contidos dentro do plano de controle radiológico. Hoje. do deslocamento da coqueluche da faixa etária da coqueluche de criança para adulto. Essa vacina ainda não existe em termos de saúde pública.br. de qualidade de vida. se você ignora a situação imunológica dele. de aposentadoria. falamos de previdência. Têm que estar dentro do PCMSO e do PPRA. eu não tenho dúvida nenhuma. especialmente as que têm maior contato com criança. que tem que estar no PPR. mas não tem como comprovar. 40 é uma discussão totalmente inócua quando se fala em saúde e segurança. ela já está no mercado. 20. Pode ser que daqui alguns anos chegaremos e diremos. no global. também. que deve pensar no todo. Então. o índice 10. 20. Então. no PPRA e no PCMSO e são esses programas que vão determinar o que deve acontecer quando esses trabalhadores foram expostos. Sem dúvida é uma vacina indicada para alguns tipos de população. você vai partir do início. essa orquestra não vai tocar direito.Situação imunológica ignorada. ele deve inserir sobre a remuneração do trabalhador. Voltar Resposta 24 Pedro Tolentino .

tem que se explicar e conscientizar sobre o que vai acontecer com ele. caso haja necessidade. que o paciente tem tosse. Se ainda assim ele resistir. ele tem que ser transferido de função tem que ser transferido para outra atividade dentro do hospital. não pode. Eu acho que a máscara indicada é a máscara cirúrgica. utilizar a máscara PFF2. o empregador. ela não tem nenhum complicador técnico para sua realização. que foi capacitado. Nesses casos ou outros com suspeita de outras doenças que podem ser transmitidas por gotículas. O restante da medicação. o trabalhador tem que ser transferido para uma área compatível com sua formação. como advertência. Pedro Tolentino . mesmo que não seja o primeiro atendimento. Não dá para colocá-lo para controlar o acesso ao refeitório. acho que tem que ser utilizada quando existe uma indicação precisa para o seu uso. Tem que ser compatível com sua formação técnica. não está previsto na legislação.A legislação é muito clara nesse sentido. então anualmente. suspensão e demissão por justa causa. Voltar Resposta 30 Pedro Tolentino . da profilaxia. Quem vai prever isso é o PPR. Então. Em relação à rede pública o Instituto Adolfo Lutz tem a capacidade de realizar essa sorologia. Não dá para usar rotineiramente. que vai tomar as medidas legais cabíveis para esse caso. investigar aquela questão da definição de casos suspeitos de tuberculose. geralmente o hospital tem que adquirir e custear essa droga. até no máximo no nono dia. porque o equipamento de proteção individual está previsto na NR-6 e a vacina não é um equipamento de proteção individual. Por exemplo. a maioria dos hospitais privados tem a capacidade de fazer essa sorologia sem maiores dificuldades técnicas. se ele tem suscetibilidade ou não.Não. Voltar Resposta 36 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . Mas deve ser oferecido de rotina durante todo o periódico. Então.Na verdade. utilizando a máscara para todos os atendimentos. que é a tosse com duração de mais de 3 semanas. O profissional tem que ter clareza disso.Deve ser oferecido toda a vez que o trabalhador for para o exame periódico e sempre ficar documentando a recusa dele. é desconfortável. Voltar Resposta 35 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . o caso tem que ser encaminhado à administração. deve disponibilizar os equipamentos de proteção individual. Agora. que ele recebeu e que está obrigado a usar. apesar de ser uma sorologia que não está disponível facilmente na rede privada e na rede pública. estará passível de receber as sanções previstas no seu contrato de trabalho ou na consolidação da lei de trabalho.Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . enviar comunicados e informativos a respeito do bem que a vacina faz. normalmente não é adquirido na rede pública. tipo sarampo ou catapora. Ele recebe isso por escrito. dos 28 dias. Voltar Resposta 32 Ivone Martini de Oliveira – Não. no caso de investigação de um surto ou de um suspeito de ser suscetível tiver tido contato com um caso de varicela. Hoje em dia. tem que haver alguma divulgação ou realizar alguma estratégia para conquistar essa pessoa para a vacina. Ela é uma máscara um pouco mais difícil de ser utilizada. dificulta um pouco mais a respiração e tem um custo mais elevado do que a máscara cirúrgica. se for semestral. não tendo nenhuma legislação brasileira que obrigue. a gente consegue determinar muito rapidamente naquele período de exposição. Voltar Resposta 34 Não houve resposta. deve qualificar os trabalhadores para usá-los. Sendo explicado e orientado. Para o trabalhador e a trabalhadora. Como nós vimos ali. o PPRA e o PCMSO e a política de movimentação de pessoas e de profissionais da instituição. Se ele não utilizar. Pela legislação brasileira. fazem uma anamnese.Eu acho que não dá para indicar o uso da máscara de forma indiscriminada. para tentar conquistá-la para o programa de imunização. Voltar Resposta 31 Ivone Martini de Oliveira . como outros profissionais de saúde no atendimento. A empresa.Quando o trabalhador já tem uma patologia. Voltar Resposta 33 Pedro Tolentino .Aquela primeira dose que o hospital deve ter disponível para administrar ao profissional. Está previsto o que vai acontecer com o trabalhador e são esses programas que vão estabelecer. o profissional pode receber junto ao . de preferência nas primeiras duas horas. se for anual. Os dentistas. ou quando perceber. Não dá para pegar um técnico de radiologia e colocar na portaria. que seria o período de afastamento ou do isolamento. não tem o por quê dele resistir. não. Inclusive. existem sorologias para varicela visando um método de aglutinação que permite um resultado muito rápido. que seja semestralmente.

mas eles estão submetidos à mesma legislação que todo o cidadão e profissional está submetido. inclusive recolhimento previdenciário e recolhimento de tudo isso que a legislação fiscal já exige das cooperativas. A prevalência na população. A dificuldade de enquadrar o profissional médico nas normas administrativas de uma planta de saúde são terríveis. como eu já disse. devem contar com diversas outras normatizações para fazer um programa específico. A convivência com criança por si só. nós somos contra a extinção da insalubridade sem a contrapartida que efetivamente reconheça o risco por parte do estado. Também não tenho conhecimento de estatísticas internacionais a respeito disso. pequena. o enquadramento é o mesmo. um programa de imunização que contemplem esses profissionais que trabalhem nas escolas. existe um movimento contra que é para acabar com qualquer tipo de insalubridade. pondo tudo a baixo. só Deus está sabendo (risos). Voltar Resposta 38 Ivone Martini de Oliveira . é mais baixa do que do HIV. imagine chegar e falar que vamos acabar com o adicional de insalubridade no país. O contrato e a cobrança do tomador do serviço tem que ser o mesmo. o profissional vai receber gratuitamente da rede pública. não existe uma normatização específica. Em relação à terceirização de serviço de cooperativa. só Deus. no PPRA e no PCMSO. gostaria que vocês refletissem um pouco sobre isso. Uma outra questão é a seguinte. Só que existe uma grande resistência por parte do trabalhador. exercendo a docência ou a pesquisa. criança sadia. É só ver direitinho onde eles estão vinculados. acho que ninguém mais sabe. O risco deve ser semelhante ao risco do HIV. dar a proteção devida previdenciária e ter um ambiente seguro.A senhora me permite aqui uma correção. a insalubridade não pode ser paga sobre o salário mínimo em hipótese alguma. Voltar . Voltar Resposta 37 Pedro Tolentino . Então. Deve ter alguém que está contratando isso. a NR ou qualquer legislação não diz. porque é um evento relativamente raro. exceto os profissionais médicos. É um caso recente. que é o quanto ganha. na realidade o hospital não vai arcar com esse custo. quem contrata e toma o serviço. estando prevista na NR-15. Os trabalhadores vinculados ao Ministério do Trabalho e que trabalham no programa de geração de renda e emprego ou os que não têm vínculo. é sobre o salário mínimo regional. Não é sobre o salário dele. mas é um caso daqui do Rio Grande do Sul. quero reforçar isso aqui para quem é administrador ou gestor. a não ser em alguns grupos específicos.A nova NR-4. Tem vedação constitucional. talvez porque seja pouco procurado. Em relação ao professor e aos trabalhadores das escolas. não é motivo para ser considerado insalubridade. o salário mínimo não pode ser referência para nenhum benefício.Hoje existe um movimento contra insalubridade. Isso é insalubridade. os trabalhadores e as trabalhadoras não são contra os benefícios da insalubridade. mais deve ter sim. Com a NR-32 nós vamos ter um ambiente seguro. Mas existe um movimento muito grande. Eles não estão fora disso. por exemplo. o profissional de enfermagem. média ou grande. falam trabalhadores da saúde. Voltar Resposta 40 Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior . um caso de aquisição de HTLV após exposição percutânea. eles têm vínculo sim. foi publicado há pouco tempo numa revista americana. Pedro Tolentino . Voltar Resposta 39 Ivone Martini de Oliveira . por que a nova que está em discussão só Deus sabe. Vai ser uma invasão dos movimentos de trabalhadores lá no Ministério. eles devem estar submetidos a toda legislação trabalhista prevista no nosso território nacional.Quando eu falei aqui do professor e do pesquisador.Que eu tenha conhecimento. embora epidemiologicamente e a distribuição seja menor. a gente tem um caso de soroconversão em profissional de saúde acidentado.serviço normal de antiretroviral de qualquer centro de referência. é o professor e pesquisador da área de saúde É o trabalhador de saúde enquanto professor. ninguém mais sabe neste país. Mas a insalubridade é assim: o patrão paga pela sua saúde. mas o PCMSO e o PPRA que devem ser realizados lá. fossem amadurecendo o pensamento para que no futuro a gente possa acabar com essa vergonha que é vender a saúde por 20 % do salário mínimo regional. Então vale o que está escrita na nossa antiga e velha de 1978. que é do Ministério do Trabalho. aqui no Brasil.Estão obrigados a apresentar o laudo de dosimetria de exposição previsto na PPR dessa pessoa jurídica. Então. nem contratos particulares não podem ser. o escolar não é uma criança doente. Voltar Resposta 41 Ivone Martini de Oliveira . não é do INSS.

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