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Triturador de Garrafa Pet

Triturador de Garrafa Pet

4.0

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Este projeto é motivado pela necessidade de reciclagem de garrafas PET (Polietileno Tereftalato), visando o máximo aproveitamento de espaço na posterior armazenagem. Pretendemos com este trabalho desenvolver um triturador, para granular as garrafas PET. O triturador é dotado de um painel de comandos com funções para ligar e desligar, bem como de uma botoeira de emergência. O material é colocado no silo alimentador e desliza para o rotor, sendo então triturado pelas lâminas fixas e pelas lâminas rotativas do mesmo. Tanto as lâminas fixas como as lâminas rotativas podem ser substituídas ou afiadas, quando necessário. Por baixo do rotor há uma grade por onde passa o granulado. Existem grades diferentes para tamanhos específicos de granulado. A grade e o triturador foram concebidos de forma a facilitar suas desmontagens para limpeza e manutenção. O triturador é dotado de um sistema de segurança que impede o acesso ao componente de corte, evitando-se assim acidentes na máquina
Este projeto é motivado pela necessidade de reciclagem de garrafas PET (Polietileno Tereftalato), visando o máximo aproveitamento de espaço na posterior armazenagem. Pretendemos com este trabalho desenvolver um triturador, para granular as garrafas PET. O triturador é dotado de um painel de comandos com funções para ligar e desligar, bem como de uma botoeira de emergência. O material é colocado no silo alimentador e desliza para o rotor, sendo então triturado pelas lâminas fixas e pelas lâminas rotativas do mesmo. Tanto as lâminas fixas como as lâminas rotativas podem ser substituídas ou afiadas, quando necessário. Por baixo do rotor há uma grade por onde passa o granulado. Existem grades diferentes para tamanhos específicos de granulado. A grade e o triturador foram concebidos de forma a facilitar suas desmontagens para limpeza e manutenção. O triturador é dotado de um sistema de segurança que impede o acesso ao componente de corte, evitando-se assim acidentes na máquina

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10/27/2013

1

CENTRO PAULA SOUZA

ETEC “RUBENS DE FARIA E SOUZA”
















TRITURADOR DE GARRAFA PET

























SOROCABA
2008
2
ALEXANDRE AMORIM
ANDERSON RODRIGUES
ANSELMO TEIXEIRA
BRUNO CÉSAR
CLEBER RIBEIRO
DOUGLAS PAIFFER
FÁBIO LEITE
JOCIMAR FARIAS











PROJETO TRITURADOR DE GARRAFA PET






TCC apresentado a ETEC “Rubens de Faria
e Souza”, como exigência para a conclusão
do curso de Mecânica em 03/12/2008
Orientador: Prof. Hélio Canavesi Filho









SOROCABA
2008
3



































“Quando nos propomos a fazer algo e damos tudo “Quando nos propomos a fazer algo e damos tudo “Quando nos propomos a fazer algo e damos tudo “Quando nos propomos a fazer algo e damos tudo
de si para que isso aconte de si para que isso aconte de si para que isso aconte de si para que isso aconteça, o único risco que ça, o único risco que ça, o único risco que ça, o único risco que
corremos é que alguém nos diga que chegamos corremos é que alguém nos diga que chegamos corremos é que alguém nos diga que chegamos corremos é que alguém nos diga que chegamos
onde estamos por pura sorte.” onde estamos por pura sorte.” onde estamos por pura sorte.” onde estamos por pura sorte.”
Autor desconhecido Autor desconhecido Autor desconhecido Autor desconhecido

4







































Dedico a todo o grupo, pois se não contássemos Dedico a todo o grupo, pois se não contássemos Dedico a todo o grupo, pois se não contássemos Dedico a todo o grupo, pois se não contássemos
com ajuda de todos não teríamos alcançado com ajuda de todos não teríamos alcançado com ajuda de todos não teríamos alcançado com ajuda de todos não teríamos alcançado
nosso objetivo, aos professores, em especial nosso objetivo, aos professores, em especial nosso objetivo, aos professores, em especial nosso objetivo, aos professores, em especial
ao Professor Hélio, que muito nos ajudou. ao Professor Hélio, que muito nos ajudou. ao Professor Hélio, que muito nos ajudou. ao Professor Hélio, que muito nos ajudou.
5
AGRADECIMENTOS



Agradecemos primeiramente a Deus, aos nossos familiares que nos ajudaram a Agradecemos primeiramente a Deus, aos nossos familiares que nos ajudaram a Agradecemos primeiramente a Deus, aos nossos familiares que nos ajudaram a Agradecemos primeiramente a Deus, aos nossos familiares que nos ajudaram a
enfrentar os obstáculos que pensávamos não conseguir superar, esse apoio foi enfrentar os obstáculos que pensávamos não conseguir superar, esse apoio foi enfrentar os obstáculos que pensávamos não conseguir superar, esse apoio foi enfrentar os obstáculos que pensávamos não conseguir superar, esse apoio foi
essencial para a conclusão desse projeto. essencial para a conclusão desse projeto. essencial para a conclusão desse projeto. essencial para a conclusão desse projeto.

À escola ETEC “Rubens de Faria e Souza” pela base, apoio À escola ETEC “Rubens de Faria e Souza” pela base, apoio À escola ETEC “Rubens de Faria e Souza” pela base, apoio À escola ETEC “Rubens de Faria e Souza” pela base, apoio e incentivo. e incentivo. e incentivo. e incentivo.

























6










RESUMO


Este projeto é motivado pela necessidade de reciclagem de garrafas PET
(Polietileno Tereftalato), visando o máximo aproveitamento de espaço na posterior
armazenagem. Pretendemos com este trabalho desenvolver um triturador, para
granular as garrafas PET. O triturador é dotado de um painel de comandos com
funções para ligar e desligar, bem como de uma botoeira de emergência. O material é
colocado no silo alimentador e desliza para o rotor, sendo então triturado pelas lâminas
fixas e pelas lâminas rotativas do mesmo. Tanto as lâminas fixas como as lâminas
rotativas podem ser substituídas ou afiadas, quando necessário. Por baixo do rotor há
uma grade por onde passa o granulado. Existem grades diferentes para tamanhos
específicos de granulado. A grade e o triturador foram concebidos de forma a facilitar
suas desmontagens para limpeza e manutenção. O triturador é dotado de um sistema
de segurança que impede o acesso ao componente de corte, evitando-se assim
acidentes na máquina.














7






SUMÁRIO



RESUMO .................................................................................................. 6

INTRODUÇÃO ......................................................................................... 10

1.) CÁLCULOS DO TRITURADOR DE GARRAFA PET ....................... 11

1.1) Cálculo do fator de segurança ........................................................................... 11
1.2) Cálculo da secção da garrafa ............................................................................ 11
1.3) Cálculo da carga aplicada (F) ............................................................................ 12
1.4) Cálculo do momento torçor (Mt) aplicado em relação à polia e ao eixo ............ 13

1.5) Cálculo da potência do motor ............................................................................ 13
1.6) Cálculo do diâmetro do eixo .............................................................................. 14
1.7) Cálculo da polia ................................................................................................. 15
1.8) Cálculo da velocidade angular ........................................................................... 15
1.9) Cálculo da relação de transmissão ................................................................... 16
1.10) Cálculo do período da polia motora .................................................................. 16
1.11) Cálculo da freqüência da polia motora .............................................................. 16
1.12) Cálculo da freqüência da polia movida ............................................................ 17
1.13) Cálculo da velocidade periférica da transmissão ............................................. 17
1.14) Cálculo da velocidade tangencial da polia........................................................ 17
1.15) Cálculo da força tangencial aplicada na polia.................................................. 18
1.16) Cálculo da correia ............................................................................................ 18
8
1.17) Cálculo da força no mancal ............................................................................. 19
1.18) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal ........................................... 20
1.19) Cálculo da vida nominal do rolamento em horas............................................ 20
1.20) Cálculo da tolerância do eixo ......................................................................... 21
1.21) Cálculo do parafuso do suporte da faca ......................................................... 21
2.) Lista de Peças e Componentes ......................................................................... 22
CONCLUSÃO ...................................................................................... 23
ANEXOS .............................................................................................. 24
Instruções de segurança.......................................................................................... 25
Fornecedor Faca Móvel (Gold Press) ..................................................................... 26
Bibliografia............................................................................................................... 27
Triturador ETEC TURBO Série 1 (Imagens) .......................................................... 28
DESENHOS ........................................................................................................ 30

Estrutura ................................................................................................................. 31
Silo .......................................................................................................................... 32
Suporte do motor .................................................................................................... 33
Suporte da faca ...................................................................................................... 34
Chapa do mancal ................................................................................................... 35
Chapa lateral .......................................................................................................... 36
Faca fixa ................................................................................................................. 37
Polia do eixo ........................................................................................................... 38
Peneira .................................................................................................................... 39
Suporte da faca fixa ................................................................................................ 40
9
Suporte da peneira .................................................................................................. 41
Polia do motor ......................................................................................................... 42
Eixo principal ........................................................................................................... 43
Proteção da correia ................................................................................................. 44
Faca móvel .............................................................................................................. 45
Chapa de apoio do motor ......................................................................................... 46
Suporte de proteção da correia ............................................................................... 47
Suporte da trava do silo ........................................................................................... 48
Dobradiça 1 ............................................................................................................. 49
Dobradiça 2 ............................................................................................................. 50
Pino de trava da dobradiça ...................................................................................... 51
Parafuso de trava do silo ......................................................................................... 52
Pino de trava do silo ................................................................................................. 53



















10

INTRODUÇÃO

No Brasil, a introdução da embalagem PET (Polietileno Tereftalato), em 1988, trouxe
indiscutíveis vantagens ao consumidor, trazendo também o desafio de sua reciclagem,
fazendo-nos despertar para a questão do tratamento das 200 mil toneladas de lixo
descartadas diariamente no Brasil. O polímero de PET é um dos plásticos mais
reciclados em todo o mundo devido à sua extensa gama de aplicações: fibras têxteis,
tapetes, carpetes, embalagens, filmes, cordas, compostos, etc. A embalagem de PET,
quando reciclada, traz inúmeras vantagens sobre outras embalagens do ponto de vista
da energia consumida, do consumo de água, do impacto ambiental, dos benefícios
sociais, entre outros. O PET pode ser reciclado de três maneiras:
1 – Reciclagem Química: utilizada também para outros plásticos, separa os
componentes do PET, fornecendo matéria – prima para solventes e
resinas, entre outros produtos.
2 – Reciclagem Energética: o calor gerado com a queima do produto pode ser
aproveitado na geração de energia elétrica (usinas termelétricas),
alimentação de caldeiras e alto-fornos. O PET tem um alto poder calorífico
e não exala substâncias tóxicas quando queimado.
3 – Reciclagem Mecânica: praticamente todo o PET reciclado no Brasil passa
pelo processo mecânico. As garrafas são moídas, desta forma o produto
fica muito mais condensado, otimizando o transporte, o armazenamento e
o desempenho na transformação, ganhando valor no mercado.












11

MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO


1.) CÁLCULOS DO TRITURADOR DE GARRAFA PET

1.1) Para segurança deste projeto calculamos a tensão de trabalho com fator de
segurança 25% a mais em cima da tensão admissível do aço 1030 laminado
conforme a tabela de Bach.


Onde tabela de Bach: 5.0 kg/mm
2
(aço 1030 laminado)






1.2) Cálculo da secção da garrafa.

Este cálculo foi feito com base no diâmetro interno e externo do ponto mais
resistente do material. Onde será definida a secção da garrafa PET.

Dados Descrições Valores/Unidades
Sc Secção da garrafa (valor a ser calculado)
D Diâmetro externo 25 mm
d Diâmetro interno 22 mm


% 75 . 0 = trab τ
75 . 0
trab
adm
τ
τ =
adm adm × = 75 . 0 τ
0 . 5 75 . 0 × = trab τ
2
/ 75 . 3 mm kg trab = τ
12



1.3) Cálculo da carga aplicada (F)

Com base entre a tensão de ruptura e a secção da garrafa será calculado a carga
aplicada no centro do eixo que definirá a força necessária para a ruptura da
garrafa.

Resistência Mecânica do PET

Descrição Índice Unidade
Resistência à tração 20 – 30 Mpa
Tensão de ruptura 25 Mpa
Deformação 20 – 100 %


Dados Descrições Valores/Unidades
F Carga aplicada (valor a ser calculado)
Ttrab Tensão trabalho 254.93 kgf/cm
Sc Secção da garrafa 00.110 cm
2


Onde: 25 Mpa = 254.93 kgf


( )
4
2 2
d D
Sc

=
π
( )
4
22 25
2 2
mm mm
Sc

=
π
4
965 . 442
2
mm
Sc =
2
741 . 110 mm Sc =
2
110cm Sc =
Sc Ttrab F . =
110 9 . 254 × = F
Kgf F 042 . 28 =
Kgf F 28 =
13
1.4) Cálculo do momento torçor (Mt) aplicado em relação à polia e ao eixo.

Dados Descrições Valores/Unidades
P Potência torçor 1100 W
Mt Momento torçor (valor a ser calculado)
N Nº rotações motor 3.600 rpm

Sendo:

P = 1.5 = 1100 W
n = 3.600 rpm Dados referentes ao tipo de motor
1.5) Cálculo da potência do motor

Dados Descrições Valores/Unidades
P Potencia (valor a ser calculado)
Mt Torque kgf x m
N Rotação rpm

Onde 1 Cv = 736W

30
n Mt
P
× ×
=
π


30
600 . 3 652 . 2 × ×
=
π
P

w P 055323804 . 1 =

Cv P 433 . 1 =

Cv P 5 . 1 ≅







30
n Mt
P
× ×
=
π
n
P
Mt
×
×
=
π
30
600 . 3
30 100 . 1
×
×
=
π
Mt
733 . 11309
000 . 30
= Mt
kgm Mt 652 . 2 =
14
Será utilizado um motor da Weg 1.5 Cv, modelo IP 55 Trifásico, tensão de trabalho
220 V com 3.600 Rpm.





1.6) Cálculo do diâmetro do eixo

Dados Descrições Valores/Unidades
Wp Módulo de resistência
Mt Momento torçor 2.652 Kg.m
Tadm Tensão de trabalho Mpa
D Diâmetro mínimo do eixo (valor a ser calculado)











Ttrab
Mt
D
×
=
196 . 0
3
Wp
Mt
TTrab =
3
75 . 3 196 . 0
652 . 2
×
= D
mm D 323 . 18 =
mm D 323 . 18 ≥
mm D 30 ≅
15
1.7) Cálculo da polia


Dados Descrições Valores/Unidades
Mt Momento torçor 2.652 kg.mm
F Carga aplicada 28 kgf
Rn Raio da polia (valor a ser calculado)
Dn Diâmetro da polia (valor a ser calculado)






1.8) Cálculo da velocidade angular (w)

Dados Descrições Valores/Unidades
W Velocidade angular (valor a ser calculado)
N Rotação 3.600 rpm




30
n
W
×
=
π


30
600 . 3 ×
=
π
W

s rad W / 1 . 376 π =







F
Mt
Rn =
28
652 . 2
= Rn
mm Rn 71 . 94 =
mm Rn 100 ≅
Rn Dn × = 2
100 2× = Dn
mm Dn 200 =
16
1.9) Cálculo relação de transmissão


Dados Descrições Valores/Unidades
i Relação de transmissão (valor a ser calculado)
D1 Diâmetro da polia maior 200 mm
d2 Diâmetro da polia menor 200 mm

1.10) Cálculo do período da polia motora

Dados Descrições Valores/Unidades
W Velocidade angular 376.1 πrad
T Tempo necessário
para que “r” complete
um círculo
(valor a ser calculado)



1.11) Cálculo da frequência da polia motora

Dados Descrições Valores/Unidades
F Frequência (valor a ser calculado)
T Tempo necessário 0.005s




1
2
d
d
i =
200
200
= i
1 = i
W
T
π ×
=
2
π
π
1 . 376

= T
s T 005 . 0 =
T
F
1
=
005 . 0
1
= F
Hz F 200 =
17


1.12) Cálculo da frequência da polia movida



1.13) Cálculo da velocidade periférica da transmissão

Dados Descrições Valores/Unidades
V Velocidade periférica (valor a ser calculado)
W Velocidade angular 376.1π rad/s
R Raio m

r w V × =

1 . 0 1 . 376 × = π V

s m V / 55 . 118 =



1.14) Cálculo da velocidade tangencial da polia

Dados Descrições Valores/Unidades
V Velocidade tangencial (valor a ser calculado)
N Rotação 3.600 rpm
R raio 0.1 m









2
1
F
F
i =
i
F
F
1
2 =
Hz F 200 2 = é a mesma, pois as duas polias possuem o mesmo diâmetro.
30
r n
V
× ×
=
π
30
1 . 0 600 . 3 × ×
=
π
V
s m V / 7 . 37 =
18


1.15) Cálculo da força tangencial aplicada na polia

Dados Descrições Valores/Unidades
P Potência 1.100 w
Ft Força tangencial (valor a ser calculado)
W Velocidade angular 376.1π rad/s
R Raio 0.1 m


1.16) Cálculo da correia

Como a polia foi definida como trapezoidal, ou seja, com canal em “V” norma DIN
227. A correia será trapezoidal conforme a norma DIN 2215.

Polia com 1 canal

b1 - Largura do canal
b2 - Largura da polia
da - diâmetro da polia

b1 = 13 mm
b2 = 24 mm
da = 200 mm
canal = trapezoidal ou em “V”
correia = 5/16”



r w Ft P × × =
1 . 0 1 . 376 100 . 1 × × = π Ft
155 . 118
100 . 1
= Ft
N Ft 31 . 9 =
19


1.17) Cálculo da força no mancal


Dados Descrições Valores/Unidades
F
Ft
Força
Força tangencial
28 kgf
0.949 kgf
a Distância entre A e Ft 75 mm
b Distância entre A e F 237.5 mm
c Distância entre F e B 237.5 mm






0 = ∑Fb
( ) 0 = + × − × + × − c b Rb b F a Ft
( ) c b
Fb a Ft
Rb
+
+ × −
=
5 . 237 5 . 237
5 . 237 28 75 949 , 0
+
× + × −
= Rb
Kgf Rb 85 . 13 =
0 = ∑Fa
0 = + − + − Rb F Ra Ft
F Ft Rb Ra + = +
Rb F Ft Ra − + =
85 . 13 28 949 . 0 − + = Ra
Kgf Ra 01 . 15 =
B
Ra Rb F=28Kgf
Ft=9.31 N
237.5 mm 237.5 mm 75 mm
A
20


1.18) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal conforme
norma (DIN ISO 281)

Dados Descrições Valores/Unidades
L
C
Vida nominal
Capacidade dinâmica
(valor a ser calculado)
19.500 N
Ra Carga equivalente 15.01 Kgf = 149 N



1.19) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal em horas


Dados Descrições Valores/Unidades
L
h

L
Duração vida nominal h
Vida nominal
(valor a ser calculado)
2241532.442 N
n Rotações 3.500 rpm


Com base nos cálculos vamos utilizar um mancal e um rolamento GE 30KRRB –
FA101, conforme catálogo INA HR1 Rolling Bearings.









3






=
Ra
C
L
3
3
149
500 . 19
= L
N L 442 . 2241532 =
60
10
6
×
×
=
n
L
L
h
60 500 . 3
10 442 . 2241532
6
×
×
=
h
L
horas L
h
66 . 666 . 666 . 10 =
21



1.20) Cálculo da tolerância do eixo

Dados Descrições Valores/Unidades
Cr
P
Capacidade dinâmica
Carga dinâmica equivalente
19.500 N
149 N

Conforme catálogo INA vamos utilizar um eixo H7

1.21) Cálculo do parafuso do suporte da faca fixa

Material utilizado: aço 1020 laminado

Dados Descrições Valores/Unidades
Si
F
Secção interna
Força
(valor a ser calculado)
28 kgf
τtrab Tensão de trabalho


Segundo tabela de Bach: τ ττ τadm = 6.5 intermitente



Assim cada suporte terá 2 parafusos M8x1.25x25 mm, segundo norma DIN 912.












t
F
Si
τ ×
=
65 . 0
5 . 6 65 . 0
28
×
= Si
2
627 . 6 mm Si =
N
p
Cr
872 . 130
149
500 . 19
= =
22



2. LISTA DE PEÇAS E COMPONENTES

ITEM QUANTIDADE DENOMINAÇÃO MATERIAL
1 1 ESTRUTURA VIGA U SAE 1020
2 1 SILO AÇO ABNT 1010
3 2 SUPORTE MOTOR AÇO ABNT 1020
4 3 SUPORTE FACA AÇO ABNT 1030
5 2 CHAPA MANCAL AÇO ABNT 1020
6 2 CHAPA LATERAL AÇO ABNT 1020
7 1 FACA FIXA AÇO ABNT 1030
8 1 POLIA DO EIXO ALUMÍNIO
9 1 PENEIRA AÇO SAE 1010
10 3 SUPORTE FACA FIXA AÇO ABNT 1020
11 1 SUPORTE PENEIRA AÇO ABNT 1020
12 1 POLIA DO MOTOR ALUMÍNIO
13 1 EIXO AÇO ABNT 1030
14 1

PROTEÇÃO CORREIA AÇO SAE 1010
15 3 FACA MÓVEL AÇO ABNT 1060
16 1 CHAPA APOIO MOTOR AÇO ABNT 1020
17 1 SUPORTE PROTEÇÃO CORREIA AÇO ABNT 1010
18 2 SUPORTE DE TRAVA SILO AÇO ABNT 1030
19 2 DOBRADIÇA 1 AÇO ABNT 1020
20 2 DOBRADIÇA 2 AÇO ABNT 1020
21 2 PINO DE TRAVA AÇO ABNT 1030
22 1 PARAFUSO DE TRAVA AÇO ABNT 1030
23 1 PINO DE TRAVA SILO AÇO ABNT 1030
24 8 PARAFUSO SUPORTE FACA FIXA DIN 912 M8X25 mm
25 9 PARAFUSO DA FACA MÓVEL DIN 912 M10X35 mm
26 8 PARAFUSO FIXAÇÃO MANCAL DIN 912 M10X30 mm
27 4 PARAFUSO SUPORTE DA PENEIRA DIN 912 M6X30 mm








23







CONCLUSÃO

Este triturador de garrafa PET foi projetado para que tenhamos uma maior quantidade
de material em um menor espaço de armazenamento e conseqüentemente obtermos
um lucro ainda maior com o material triturado.
Através dos cálculos realizados, a máquina pode ser confeccionada com o retorno
garantido e com total confiabilidade do projeto, portanto, esta máquina está apta para
um perfeito funcionamento.


24





































ANEXOS
25

Instruções de segurança

O triturador foi projetado para granular embalagem PET.

PERIGO

• A máquina está dotada de lâminas rotativas muito afiadas que podem causar
ferimentos mesmo quando estão paradas.

• Tome as devidas precauções.

• A caixa de distribuição elétrica da máquina tem corrente de alta tensão muito
perigosa.

• Tome as devidas precauções para que que a correia não prenda roupas ou partes
do corpo. Nos trabalhos de manutenção desligue a corrente elétrica.


ATENÇÃO

• A instalação elétrica só deve ser feita por um profissional qualificado.

• Antes da abertura do triturador para operações e serviços de manutenção desligar
sempre a corrente elétrica respectivamente com os interruptores principais.

• Nunca coloque partes do corpo nas aberturas do triturador quando o interruptor
principal não estiver na posição “ Desligado”.

• Se a rotação do rotor tiver de ser feita manualmente proceda com as máximas
precauções!

• Nunca retire as grades de proteção.
PERIGO!
Corrente de alta tensão!
Esta placa encontra-se na
porta da caixa de
distribuição elétrica.
PERIGO!
Risco de ferimentos
por corte corte e
entalamento!
Colocar esta placa quando se
corre o risco de ferimentos por
corte ou entalamento.
ATENÇÃO!
Este símbolo aparece
quando se requer a
atenção especial do
operador.
26



































27


BIBLIOGRAFIA



http://www.weg.com.br, acesso em 20 set de 2008

http://www.goldpress.com.br/todas.php, acesso em 10 ago de 2008

http://www.helsten.com.br/metalurgia-e-siderurgia.html, acesso em 15 out de 2008

http://www.trademaquinas.com.br/recicpet.htm, acesso em 09 de jul de 2008

INA, Rolamentos. Catálogo Rolling Bearings HR1, pgs. 1.049, 1.054, 1.055.

MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos materiais, 9ª edição.
São Paulo: Érica, 1998. Páginas: 259 a 277.

MACORIM, Ubaldino Alvarez. Manual do Mecânico. 5ª edição. São Paulo: Ediouro,
1987. Páginas: 97 a 101.

CASSILAS, A.L. Máquinas: Formulário Técnico. (trad.) 3ª edição. São Paulo:
Mestre Jou, 1981. Páginas: 482 a 491.


























28




Triturador ETEC TURBO Série 1










29



Triturador ETEC TURBO Série 1










Conjunto: Eixo, Suporte, Faca e Peneira
30



















































DESENHOS

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