CENTRO PAULA SOUZA

ETEC “RUBENS DE FARIA E SOUZA”

TRITURADOR DE GARRAFA PET

SOROCABA
2008
1

ALEXANDRE AMORIM
ANDERSON RODRIGUES
ANSELMO TEIXEIRA
BRUNO CÉSAR
CLEBER RIBEIRO
DOUGLAS PAIFFER
FÁBIO LEITE
JOCIMAR FARIAS

PROJETO TRITURADOR DE GARRAFA PET

TCC apresentado a ETEC “Rubens de Faria
e Souza”, como exigência para a conclusão
do curso de Mecânica em 03/12/2008
Orientador: Prof. Hélio Canavesi Filho

SOROCABA
2008
2

“Quando nos propomos a fazer algo e damos tudo
de si para que isso aconteça,
aconteça, o único risco que
corremos é que alguém nos diga que chegamos
onde estamos por pura sorte.”
Autor desconhecido

3

Dedico a todo o grupo, pois se não contássemos
com ajuda de todos não teríamos alcançado
nosso objetivo, aos professores, em especial
ao Professor Hélio, que muito nos ajudou.
4

AGRADECIMENTOS

Agradecemos primeiramente a Deus, aos nossos familiares que nos ajudaram a
enfrentar os obstáculos que pensávamos não conseguir superar, esse apoio foi
essencial para a conclusão desse projeto.
À escola ETEC “Rubens de Faria e Souza” pela base, apoio e incentivo.

5

RESUMO
Este projeto é motivado pela necessidade de reciclagem de garrafas PET
(Polietileno Tereftalato), visando o máximo aproveitamento de espaço na posterior
armazenagem. Pretendemos com este trabalho desenvolver um triturador, para
granular as garrafas PET. O triturador é dotado de um painel de comandos com
funções para ligar e desligar, bem como de uma botoeira de emergência. O material é
colocado no silo alimentador e desliza para o rotor, sendo então triturado pelas lâminas
fixas e pelas lâminas rotativas do mesmo. Tanto as lâminas fixas como as lâminas
rotativas podem ser substituídas ou afiadas, quando necessário. Por baixo do rotor há
uma grade por onde passa o granulado. Existem grades diferentes para tamanhos
específicos de granulado. A grade e o triturador foram concebidos de forma a facilitar
suas desmontagens para limpeza e manutenção. O triturador é dotado de um sistema
de segurança que impede o acesso ao componente de corte, evitando-se assim
acidentes na máquina.

6

SUMÁRIO
RESUMO .................................................................................................. 6
INTRODUÇÃO ......................................................................................... 10
1.) CÁLCULOS DO TRITURADOR DE GARRAFA PET ....................... 11
1.1) Cálculo do fator de segurança ........................................................................... 11
1.2) Cálculo da secção da garrafa ............................................................................ 11
1.3) Cálculo da carga aplicada (F) ............................................................................ 12
1.4) Cálculo do momento torçor (Mt) aplicado em relação à polia e ao eixo ............ 13
1.5) Cálculo da potência do motor ............................................................................ 13
1.6) Cálculo do diâmetro do eixo .............................................................................. 14
1.7) Cálculo da polia ................................................................................................. 15
1.8) Cálculo da velocidade angular ........................................................................... 15
1.9) Cálculo da relação de transmissão ................................................................... 16
1.10) Cálculo do período da polia motora .................................................................. 16
1.11) Cálculo da freqüência da polia motora .............................................................. 16
1.12) Cálculo da freqüência da polia movida ............................................................ 17
1.13) Cálculo da velocidade periférica da transmissão ............................................. 17
1.14) Cálculo da velocidade tangencial da polia........................................................ 17
1.15) Cálculo da força tangencial aplicada na polia.................................................. 18
1.16) Cálculo da correia ............................................................................................ 18
7

1.17) Cálculo da força no mancal ............................................................................. 19
1.18) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal ........................................... 20
1.19) Cálculo da vida nominal do rolamento em horas............................................ 20
1.20) Cálculo da tolerância do eixo ......................................................................... 21
1.21) Cálculo do parafuso do suporte da faca ......................................................... 21
2.) Lista de Peças e Componentes ......................................................................... 22

CONCLUSÃO ...................................................................................... 23
ANEXOS .............................................................................................. 24
Instruções de segurança.......................................................................................... 25
Fornecedor Faca Móvel (Gold Press) ..................................................................... 26
Bibliografia............................................................................................................... 27
Triturador ETEC TURBO Série 1 (Imagens) .......................................................... 28

DESENHOS ........................................................................................................ 30
Estrutura .................................................................................................................

31

Silo .......................................................................................................................... 32
Suporte do motor .................................................................................................... 33
Suporte da faca ...................................................................................................... 34
Chapa do mancal ................................................................................................... 35
Chapa lateral .......................................................................................................... 36
Faca fixa ................................................................................................................. 37
Polia do eixo ........................................................................................................... 38
Peneira .................................................................................................................... 39
Suporte da faca fixa ................................................................................................ 40
8

Suporte da peneira .................................................................................................. 41
Polia do motor ......................................................................................................... 42
Eixo principal ........................................................................................................... 43
Proteção da correia ................................................................................................. 44
Faca móvel .............................................................................................................. 45
Chapa de apoio do motor ......................................................................................... 46
Suporte de proteção da correia ............................................................................... 47
Suporte da trava do silo ........................................................................................... 48
Dobradiça 1 ............................................................................................................. 49
Dobradiça 2 ............................................................................................................. 50
Pino de trava da dobradiça ...................................................................................... 51
Parafuso de trava do silo ......................................................................................... 52
Pino de trava do silo ................................................................................................. 53

9

INTRODUÇÃO
No Brasil, a introdução da embalagem PET (Polietileno Tereftalato), em 1988, trouxe
indiscutíveis vantagens ao consumidor, trazendo também o desafio de sua reciclagem,
fazendo-nos despertar para a questão do tratamento das 200 mil toneladas de lixo
descartadas diariamente no Brasil. O polímero de PET é um dos plásticos mais
reciclados em todo o mundo devido à sua extensa gama de aplicações: fibras têxteis,
tapetes, carpetes, embalagens, filmes, cordas, compostos, etc. A embalagem de PET,
quando reciclada, traz inúmeras vantagens sobre outras embalagens do ponto de vista
da energia consumida, do consumo de água, do impacto ambiental, dos benefícios
sociais, entre outros. O PET pode ser reciclado de três maneiras:
1 – Reciclagem Química: utilizada também para outros plásticos, separa os
componentes do PET, fornecendo matéria – prima para solventes e
resinas, entre outros produtos.
2 – Reciclagem Energética: o calor gerado com a queima do produto pode ser
aproveitado na geração de energia elétrica (usinas termelétricas),
alimentação de caldeiras e alto-fornos. O PET tem um alto poder calorífico
e não exala substâncias tóxicas quando queimado.
3 – Reciclagem Mecânica: praticamente todo o PET reciclado no Brasil passa
pelo processo mecânico. As garrafas são moídas, desta forma o produto
fica muito mais condensado, otimizando o transporte, o armazenamento e
o desempenho na transformação, ganhando valor no mercado.

10

MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO
1.) CÁLCULOS DO TRITURADOR DE GARRAFA PET
1.1)

Para segurança deste projeto calculamos a tensão de trabalho com fator de
segurança 25% a mais em cima da tensão admissível do aço 1030 laminado
conforme a tabela de Bach.

τtrab = 0.75%

τadm =

τtrab

0.75
τadm = 0.75 × adm

Onde tabela de Bach: 5.0 kg/mm2 (aço 1030 laminado)

τtrab = 0.75 × 5.0

τtrab = 3.75kg / mm 2
1.2) Cálculo da secção da garrafa.
Este cálculo foi feito com base no diâmetro interno e externo do ponto mais
resistente do material. Onde será definida a secção da garrafa PET.
Dados
Sc
D
d

Descrições
Secção da garrafa
Diâmetro externo
Diâmetro interno

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
25 mm
22 mm

11

Sc =

π (D 2 − d 2 )

Sc =

π (25mm 2 − 22mm 2 )

4

4
2

442.965mm
Sc =
4
Sc = 110.741mm

2

Sc = 110cm 2

1.3) Cálculo da carga aplicada (F)
Com base entre a tensão de ruptura e a secção da garrafa será calculado a carga
aplicada no centro do eixo que definirá a força necessária para a ruptura da
garrafa.
Resistência Mecânica do PET
Descrição
Resistência à tração
Tensão de ruptura
Deformação

Dados
F
Ttrab
Sc

Índice
20 – 30
25
20 – 100

Descrições
Carga aplicada
Tensão trabalho
Secção da garrafa

Unidade
Mpa
Mpa
%

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
254.93 kgf/cm
00.110 cm2

Onde: 25 Mpa = 254.93 kgf
F = Ttrab.Sc
F = 254.9 × 110
F = 28.042 Kgf

F = 28Kgf

12

1.4) Cálculo do momento torçor (Mt) aplicado em relação à polia e ao eixo.
Dados
P
Mt
N

Descrições
Potência torçor
Momento torçor
Nº rotações motor

Valores/Unidades
1100 W
(valor a ser calculado)
3.600 rpm

Sendo:
P = 1.5 = 1100 W
n = 3.600 rpm

P=

π × Mt × n
30

Mt =

P × 30
π ×n

Dados referentes ao tipo de motor

Mt =

1.100 × 30
π × 3.600

Mt =

30.000
11309.733

Mt = 2.652kgm

1.5) Cálculo da potência do motor
Dados
P
Mt
N

Descrições
Potencia
Torque
Rotação

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
kgf x m
rpm

Onde 1 Cv = 736W
P=
P=

π × Mt × n
30

π × 2.652 × 3.600
30

P = 1.055323804w
P = 1.433Cv
P ≅ 1.5Cv

13

Será utilizado um motor da Weg 1.5 Cv, modelo IP 55 Trifásico, tensão de trabalho
220 V com 3.600 Rpm.

1.6) Cálculo do diâmetro do eixo
Dados
Wp
Mt
Tadm
D

Descrições
Módulo de resistência
Momento torçor
Tensão de trabalho
Diâmetro mínimo do eixo

TTrab =

2.652 Kg.m
Mpa
(valor a ser calculado)

Mt
Wp

D3 =

Mt
0 . 196 × Ttrab

D =

2 . 652
0 . 196 × 3 . 75

3

Valores/Unidades

D = 18 . 323 mm
D ≥ 18 . 323 mm
D ≅ 30 mm

14

1.7) Cálculo da polia
Dados
Mt
F
Rn
Dn

Descrições
Momento torçor
Carga aplicada
Raio da polia
Diâmetro da polia

Rn =

Mt
F

Rn =

2.652
28

Valores/Unidades
2.652 kg.mm
28 kgf
(valor a ser calculado)
(valor a ser calculado)

Rn = 94.71mm
Rn ≅ 100mm
Dn = 2 × Rn

Dn = 2 × 100
Dn = 200mm

1.8) Cálculo da velocidade angular (w)
Dados
W
N

W =
W =

Descrições
Velocidade angular
Rotação

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
3.600 rpm

π ×n
30

π × 3.600
30

W = 376.1πrad / s

15

1.9) Cálculo relação de transmissão
Dados
i
D1
d2
i=

d2
d1

i=

200
200

Descrições
Relação de transmissão
Diâmetro da polia maior
Diâmetro da polia menor

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
200 mm
200 mm

i =1

1.10) Cálculo do período da polia motora
Dados
W
T

Descrições
Velocidade angular
Tempo necessário
para que “r” complete
um círculo

Valores/Unidades
376.1 πrad
(valor a ser calculado)

2 ×π
W
2 ×π
T=
376.1π
T=

T = 0.005s

1.11) Cálculo da frequência da polia motora
Dados
F
T

F=

1
T

F=

1
0.005

Descrições
Frequência
Tempo necessário

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
0.005s

F = 200 Hz

16

1.12) Cálculo da frequência da polia movida

i=

F1
F2

F1
i
F 2 = 200Hz é a mesma, pois as duas polias possuem o mesmo diâmetro.

F2 =

1.13) Cálculo da velocidade periférica da transmissão
Dados
V
W
R

Descrições
Velocidade periférica
Velocidade angular
Raio

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
376.1π rad/s
m

V = w× r
V = 376.1π × 0.1
V = 118.55m / s

1.14) Cálculo da velocidade tangencial da polia
Dados
V
N
R

V=

Descrições
Velocidade tangencial
Rotação
raio

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
3.600 rpm
0.1 m

π ×n×r

30
π × 3.600 × 0.1
V =
30
V = 37.7 m / s

17

1.15) Cálculo da força tangencial aplicada na polia
Dados
P
Ft
W
R

Descrições
Potência
Força tangencial
Velocidade angular
Raio

Valores/Unidades
1.100 w
(valor a ser calculado)
376.1π rad/s
0.1 m

P = Ft × w × r
1.100 = Ft × 376.1π × 0.1

Ft =

1.100
118.155

Ft = 9.31N

1.16) Cálculo da correia
Como a polia foi definida como trapezoidal, ou seja, com canal em “V” norma DIN
227. A correia será trapezoidal conforme a norma DIN 2215.

Polia com 1 canal
b1 - Largura do canal
b2 - Largura da polia
da - diâmetro da polia
b1 = 13 mm
b2 = 24 mm
da = 200 mm
canal = trapezoidal ou em “V”
correia = 5/16”

18

1.17) Cálculo da força no mancal
Ft=9.31 N

Ra

Rb

F=28Kgf

A
75 mm

Dados
F
Ft
a
b
c

B
237.5 mm

Descrições
Força
Força tangencial
Distância entre A e Ft
Distância entre A e F
Distância entre F e B

237.5 mm

Valores/Unidades
28 kgf
0.949 kgf
75 mm
237.5 mm
237.5 mm

∑ Fb = 0
− Ft × a + F × b − Rb × (b + c ) = 0
Rb =

− Ft × a + Fb
(b + c )

Rb =

− 0,949 × 75 + 28 × 237.5
237.5 + 237.5

Rb = 13.85 Kgf

∑ Fa = 0
− Ft + Ra − F + Rb = 0
Ra + Rb = Ft + F
Ra = Ft + F − Rb
Ra = 0.949 + 28 − 13.85

Ra = 15.01Kgf

19

1.18) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal conforme
norma (DIN ISO 281)
Dados
L
C
Ra
C 
L=

 Ra 

L=

Descrições
Vida nominal
Capacidade dinâmica
Carga equivalente

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
19.500 N
15.01 Kgf = 149 N

3

19.500 3
149 3

L = 2241532.442 N

1.19) Cálculo da vida nominal do rolamento do mancal em horas
Dados
Lh
L
n

Descrições
Duração vida nominal h
Vida nominal
Rotações

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
2241532.442 N
3.500 rpm

L × 10 6
Lh =
n × 60
Lh =

2241532.442 × 10 6
3.500 × 60

Lh = 10.666.666.66horas
Com base nos cálculos vamos utilizar um mancal e um rolamento GE 30KRRB –
FA101, conforme catálogo INA HR1 Rolling Bearings.

20

1.20) Cálculo da tolerância do eixo
Dados
Cr
P

Descrições
Capacidade dinâmica
Carga dinâmica equivalente

Valores/Unidades
19.500 N
149 N

Cr 19.500
=
= 130.872 N
p
149
Conforme catálogo INA vamos utilizar um eixo H7
1.21) Cálculo do parafuso do suporte da faca fixa
Material utilizado: aço 1020 laminado
Dados
Si
F
τtrab

Si =

Descrições
Secção interna
Força
Tensão de trabalho

Valores/Unidades
(valor a ser calculado)
28 kgf

F
0.65 × τt

Segundo tabela de Bach: τadm = 6.5 intermitente
Si =

28
0.65 × 6.5

Si = 6.627mm 2
Assim cada suporte terá 2 parafusos M8x1.25x25 mm, segundo norma DIN 912.

21

2. LISTA DE PEÇAS E COMPONENTES
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27

QUANTIDADE
DENOMINAÇÃO
1
ESTRUTURA
1
SILO
2
SUPORTE MOTOR
3
SUPORTE FACA
2
CHAPA MANCAL
2
CHAPA LATERAL
1
FACA FIXA
1
POLIA DO EIXO
1
PENEIRA
3
SUPORTE FACA FIXA
1
SUPORTE PENEIRA
1
POLIA DO MOTOR
1
EIXO
1
PROTEÇÃO CORREIA
3
FACA MÓVEL
1
CHAPA APOIO MOTOR
1
SUPORTE PROTEÇÃO CORREIA
2
SUPORTE DE TRAVA SILO
2
DOBRADIÇA 1
2
DOBRADIÇA 2
2
PINO DE TRAVA
1
PARAFUSO DE TRAVA
1
PINO DE TRAVA SILO
8
PARAFUSO SUPORTE FACA FIXA
9
PARAFUSO DA FACA MÓVEL
8
PARAFUSO FIXAÇÃO MANCAL
4
PARAFUSO SUPORTE DA PENEIRA

MATERIAL
VIGA U SAE 1020
AÇO ABNT 1010
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1030
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1030
ALUMÍNIO
AÇO SAE 1010
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1020
ALUMÍNIO
AÇO ABNT 1030
AÇO SAE 1010
AÇO ABNT 1060
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1010
AÇO ABNT 1030
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1020
AÇO ABNT 1030
AÇO ABNT 1030
AÇO ABNT 1030
DIN 912 M8X25 mm
DIN 912 M10X35 mm
DIN 912 M10X30 mm
DIN 912 M6X30 mm

22

CONCLUSÃO
Este triturador de garrafa PET foi projetado para que tenhamos uma maior quantidade
de material em um menor espaço de armazenamento e conseqüentemente obtermos
um lucro ainda maior com o material triturado.
Através dos cálculos realizados, a máquina pode ser confeccionada com o retorno
garantido e com total confiabilidade do projeto, portanto, esta máquina está apta para
um perfeito funcionamento.

23

ANEXOS

24

Instruções de segurança
O triturador foi projetado para granular embalagem PET.

PERIGO!
Corrente de alta tensão!
Esta placa encontra-se na
porta da caixa de
distribuição elétrica.

PERIGO!
Risco de ferimentos
por corte corte e
entalamento!
Colocar esta placa quando se
corre o risco de ferimentos por
corte ou entalamento.

ATENÇÃO!
Este símbolo aparece
quando se requer a
atenção especial do
operador.

PERIGO

A máquina está dotada de lâminas rotativas muito afiadas que podem causar
ferimentos mesmo quando estão paradas.

Tome as devidas precauções.

A caixa de distribuição elétrica da máquina tem corrente de alta tensão muito
perigosa.

Tome as devidas precauções para que que a correia não prenda roupas ou partes
do corpo. Nos trabalhos de manutenção desligue a corrente elétrica.

ATENÇÃO

A instalação elétrica só deve ser feita por um profissional qualificado.

Antes da abertura do triturador para operações e serviços de manutenção desligar
sempre a corrente elétrica respectivamente com os interruptores principais.

Nunca coloque partes do corpo nas aberturas do triturador quando o interruptor
principal não estiver na posição “ Desligado”.

Se a rotação do rotor tiver de ser feita manualmente proceda com as máximas
precauções!

Nunca retire as grades de proteção.
25

26

BIBLIOGRAFIA

http://www.weg.com.br, acesso em 20 set de 2008
http://www.goldpress.com.br/todas.php, acesso em 10 ago de 2008
http://www.helsten.com.br/metalurgia-e-siderurgia.html, acesso em 15 out de 2008
http://www.trademaquinas.com.br/recicpet.htm, acesso em 09 de jul de 2008
INA, Rolamentos. Catálogo Rolling Bearings HR1, pgs. 1.049, 1.054, 1.055.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos materiais, 9ª edição.
São Paulo: Érica, 1998. Páginas: 259 a 277.
MACORIM, Ubaldino Alvarez. Manual do Mecânico. 5ª edição. São Paulo: Ediouro,
1987. Páginas: 97 a 101.
CASSILAS, A.L. Máquinas: Formulário Técnico. (trad.) 3ª edição. São Paulo:
Mestre Jou, 1981. Páginas: 482 a 491.

27

Triturador ETEC TURBO Série 1

28

Triturador ETEC TURBO Série 1

Conjunto: Eixo, Suporte, Faca e Peneira
29

DESENHOS

30

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