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cap5.pdf Analise de ADITIVOS

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CAPÍTULO

V

A D IT IV O S

IAL - 161

Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

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V
A D IT IV O S

Capítulo V - Aditivos

C

om o d e se volvim ent te cnológ icoé g ra n d e varia d o núm e de n o , e o ro su b s tâ n c ia s químicas empregadas no decorrer de todo o proces so de produção de alimentos. Dentre estas substâncias, destacam-se os aditivos, que podem apresentar grandes va n ta g esn p a r m e lhora os a r alim ento do pont de v is a te cnológ ico e s d q ue s o t ,d e seu uso seja seguro. Para isto, é neces sário verificar se obedecem às normas de identidade e pureza e s ta b e le cid p e a FAO/OMS ou p el Fo od C h e m ics lC o d e,x s a l o a exigidos pela legislação b ra sile irasen d portant e s e conto le fe it a n te da , o o t r o s adiçã ao alim ent o o. Toda a legislação a respeito de aditivos é positiva e dinâmica, isto é, são agrupadas em lis ta as su b s tâ n c iacujo u so é perm itido os alim ento em que s s , s pode s er u s a ds e os lim itesmáximos no produto final, sendo estas listas m a revisadas e acrescidas com novas substâncias sempre que neces sário. A partir de 1997 houve muitas alterações na legislação de aditivos ,

alimentares, a fim de compatibilizar a legislação nacional com o estabelecido nas resoluções harmonizadas no Merco su,l a c o m eça com a Porta ri no 540 da SVS/M de r a S 27/10/1997q ue aprova o re g u lamento té cnico de aditivos alimentares e os , define como “qualquer ingrediente adicionado intencionalm ent os alim e ntos e a , sem propósit de nutri , com o objeti de m odifica a s c a ra c te rísticfís ic a,s o r vo r s a quím icasb iológ icaou se n so riadurant a fa b rica ç ão c e ss a m -e n , s s i e , pro to, pre p a ra çã o tratam ento em balage,m acondicionam ento rm a ag em , , , a zen , tra n sprte ou manipulação de um alimento. Ao agregar-se, poderá resultar que o o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento. Esta definição não inclui os contam inanteou s u b stâ n c ianutriti s s vas q ue se ja in corp o ra d a alim ent p a r m anter m s ao o a ou melhorar suas propriedades nutricionais.” Esta Portaria também altera a clas sificação dos aditivos alimentares, aumentando de 11 para 23 clas ses funcionais.
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A se g u i s ão com en ta da u m s c la s ssede aditi o s, c u ja d efin içõsefora r, s alg a v s m e x tra íd a s da Porta ri n° 540/97. a Acidulantes/ Reguladoes de acidez r Substâncias que aumentam a acidez ou conferem um sabor ácido aos alimentos, dente e s ta são de m aio em p go os á cid o o rg â n ico s s com o o r s r re s , ta i : ácid cítrico tartárico, láctico áric e m álico além do ácid fo sfó ricoque é o , , fum o ; o , inorgânic E s te á cid o tam bém podem ser utilizados como reguladores de o. s s acidez, substâncias que alteram ou controlam a a c id ou a alcalinid ad d os ez e alim entos. Antioxidantes Su b stâ n cs q ue re ta ia rdam o a p a cim ent de a lte ra ç õ eoxid ati n os re o s vas alim entos. Geralmente são utilizados os galatos (propila, octila ou duodecila), ácido ascórbico e seus isômeros, butil-hidroxianisol (BHA) e butil-hidroxitolueno (BHT), isoladamente ou em mistura, pois apresentam melhores resultados quando juntos (efeito sinérgico). Arom atizantes Su b stâ n cs o u m istur de s u b stâ n cia ia a s com pro p rie d a d earom ática e/ou s s sá p id a s, capazes de conferir ou reforçar o aroma e/ou sabor dos alimentos. Segundo a Resolução RDC n° 2 da ANVISA de 15 de ja nei de 2007 os , ro , arom a tizantea pre se n ta d u a c la -s sificações: aromas naturais e sintéticos. As s m s misturas de aromas, os aromas de reação ou de transformação e os de fumaça poderão ser considerados naturais ou sintéticos, de acordo com a natu reza de s u a m a té ria s -p rimou pro c e s s ode e la b o ra çã Eles pode s er com ercializados s s a s o. m na forma sólida (pós, granulados ou tabletes), líquida (soluções ou emulsões) ou p a sto saNo c a s d os arom a em pó, além d os e n s a io d e s criton e st capítulo . o s s s e , d ete rm inam se os re síd us m inera fixo e o insolú em HCl (1 + 9,)p a r se ve rifica a pre se na o l vel a r ç do dió- xido de silício (anti-umectante). Conse rvadore s Antigamente, os alimentos eram conservados com ácidos, sal, açúcar e fumaça de madeira. Nos dias de hoje, é grande o número de conservadores químicos empregados em alimentos. Tais aditivos impedem ou retardam as alterações dos alimentos provocadas por m icroo rg an ism oou en zim asEntre os s .

de m aio em p go e s tã : dióxido de e nxo fre, ácido benzóico, ácido sórbico, r re o ácido propiônico, na forma livre, ou de sais de sódio ou potás sio e nitrito e s nitra to de sódi e de p o tá ssi s o o.
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Capítulo V - Aditivos

Corantes Su b stâ n cs que co n feem, inte nsifica ou resta u ra a c or de um ia r m m alim ent Os co- rantes artificiais são substâncias orgânicas de síntese cuja o. estrutura molecular difere dos c o ra n te encon tra dona natu s s reza. São produto s cu a ca p a cid a dde co n fe r g ra n d intensi j e ri e - dade de cor e estabilidade supera a dos corantes naturais. Em 1999 foram introduzidos na le g isla ç ã b ra silea os , o ir se g u in s c o ra n teartific ia isazul paten teverde sólid e azo rrubina, q e pas sam a te s : , o u fazer parte deste capítulo. Apesar das dificuldades encontradas na aplicação d os c o ra n te na tu rai n os alim e ntosdevid ao seu b a xo p ode tintorial alto cu st e s s , o i r , o instabilidade, atualmente seu emprego vem crescendo de forma significativa no ramo alimentício, p e a preocu pa çã d os consum ido com o u so de s u b stâ n c ia l o res s artific ia i em alim entos. s Edulcorantes Substâncias diferentes dos açúcares que conferem sabor doce aos alimentos. Seu em p go ju s tific a -s os produto d estin a d oa consum ido q ue re e n s s res n e c e s sita de re striç ã ca ló ric em s u a d ie ta,sbem como p a r a q u e le portad o m o a s a s res de d ia b e te s . Atualm entea técni , ca m ai utilizad p a r se p a ra ç ã identificaçãe quantificaçãd os e d u lco ra nste a s a a ,o o o é crom atografia líquida de alta eficiência. Os edulcorantes mais empregados hoje em dia são: sacarina, ciclam atoa s p atam e a c e s u lfa m ee- e ste v io s o. i , r , K íd Gom as s ão p o lissa c a ríd io alto p e s m ole cula e, d e s d que atenda : s de o r e m a os pa- drões de identidade e pureza exigidos para uso em alimentos, são consideradas GRAS pelo FDA. Devido à sua afinidade pela água, desempenham papel importante na maioria dos alim entosse n d de am pl u so , o o na indústriacomo e s p e s s a n,te e le ific a n te ss ta b iliza n te s , gs ,e e em u lsifica n tes. E sp essa n tes Su b stâ n cs q ue aum enta a v isc o sid a d os alim entos ia m ed . Eles s ão u s a d s p a r o a conto- lar a co n sistê n ci alim ento líquido e sem ilíquidos. r a de s s Geleificantes Su b stâ n cs que con feem te x tua p e a form açã de um g e l. ia r r l o

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Estabilizantes Substâncias que tornam pos sível a manutenção de uma dispersão uniforme de duas ou m ai su b s tâ n c ia iscí is em um alim ent s s im ve o. Em ulsificantes Su b stâ n cs que propicia a form açã ou m anutençã de uma m istur ia m o o a uniform d e duas ou mais fases imiscíveis no alimento. Estes podem ser naturais e ou sintéticos. Ne s e capítulo s ão d e sta ca d oalg u n acid ulantesregu ladres de a c id t , s s , o ez, anti xidan te s arom atiza ntesc o n se do s, c o ra n te n atu ra i e artificia is o , , rva re s s , e d u lco ra n tes s p e s s a n te s , , e geleificantes, estabilizantes, emulsionantes; além dos bromatos, cujo uso não é permitido na legislação brasileira, da determinação de teobromina e cafeína em produtos a base de c a ca e d os contam inantea rsê n io fluo to e b en u s , re zo(a)pi , um reno hidrocarb o net policí clico aromático (HPA), formado principalmente em o proces sos de combustão incompleta de matérias orgânicas, que se encontra na natureza como contaminante de solo, ar, água e alimentos. Como atualm ent s ão perm itidos no Bra s il m ai de 300 aditi o s, é e , , s v d e s c ritaa s e- gui , a a n á lis a p e n s d os aditi o s, puros ou pre s e n te em uma , r e a v s form ulaçãom ai utilizados alimentos. Os métodos podem sofrer algumas , s nos alterações em função da formulação do produt . o A determinação dos aditivos nos alimentos é tratada nos respectivos livro. capítulos deste 058/I Acidulante – Identificaçã de ácido cítrico láctic e tartáric por V s o , o o cromato grafi em papel. a Os ácidos orgânicos podem ser identificados por cromatografia em papel. Na análise dos ácidos orgânicos, este método permite identificar, simultaneamente, a presença dos ác id o cítrico tartáric e lá ctic em a m o s trade s , o o s aditi os alim enta s . v re Material Ba la n ç analíticap ap e Whatma nº 1 (20 x 20) cm, balã volum étric de 100 a , l n o o

mL, bé- qu e de 100 mL, cub crom a tog rá a com tam pa fra sc Erlenm yer de r a fic , o e 300 mL, prove ta s de 50 e 100 mL e s e rin gsade 5 μL.
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Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes Hidróxido de amônio Á lcool Azul de timol Ácido cloríd rico Soluções-padrão – Pese 1 g de ácido cítrico, transfira para um balão volumétrico de 100 mL e complete o volume com água. Repita o mesmo procedimento para os ácidos tartárico e lá ctic . o Solve n t p a r a fa s móvel com reve la d o – Misture 35 mL de álco ol, 13 mL de e a e r água e 2 mL de hidróxido de amônio e adicione 50 mg de azul de timol. Se neces sário, prepare um volum m aio m antend as m e sms propo e . Guarde em fra sc de e r o a rçõ s o vidro com tam pa. Procedim ent – Em um bé qu e de 100 mL, d isso l a a m ostr com pouc o r va a a água Aplique,em pontos eqüidistantes e a 2 cm da borda inferior no papel de . cromatografia, 5 μL da s o lu ç ã o -te se 5 μL de ca d uma d as so lu ç õ e s-p ao.rã e t a d De s e nolva o crom atogram a v , em cuba saturada com a fase móvel contendo revelador, até a frente do solvente atingir dois centímetros antes da borda superior do papel. As manchas amarelas sob o fundo azul do papel indicam a presença dos ácidos. Colocando o papel em atmosfera de vapores de ácido clorídricoo fund azu do p ape to rn a e verm elh. Marque im ediatam ente , o l l -s o , , o contorno d as m ancha com lá p is A identificaçãd eve s er fe it por com paraçãd os Rf das s . o a o manchas ob tid a com os d as s o lu çõ e s -p a o.rã s d Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: TO s o Mé to d oqsu ím icoe fís icsop ara a n á lis de a lim e n to3. e d. São Pau lo IMESP, 1985 p. s e , s : . 7 8 -7 9 . 059/I Acidulante – Identificaçã de ácido cítrico V s o E s t e n s a i perm it a identificaçãdo ácid cítric puro e b a s e ia -s e o e o o o e numa re a ç ã o colorid com piridin e anidrid a cé tic. a a o o

Material Bé q u ees de 5 e 25 mL, p ip e ta g ra d u a d ade 1, 5 e 20 mL e b a stã de vidro. r s s o

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Rea g e n tes Piridina Anidrido ac ético Procedim ent – Dis solva alguns mg de ácido cítrico em 1 mL de água, o transfira para um b éq u e contend 15 mL de piridin e a g ite Acre s c e n t 5 mL r o a . e de anidrid a cé tic e a g itenovam enteA solu çã d eve fic a averm elh ad a. o o . o r Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX.Food Chem ical Codex 4. ed . S s . Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 753. n l c s . 060/I Acidulante – Quantificaçã de ácido cítrico V s o Material Balança analítica, frascos Erlenmeyer de 125 mL, proveta graduada de 50 mL e bureta de 50 mL. Rea g e n tes Soluçã a q u oa de hidróxido de sódi 1 M o s o Soluçã de fenolftaleín1% m /v – Pe s 1 g de fen olftaleína n s fir p a r um o a e , tra a a b alãovolum étric de 100 mL e com plet o volum com álcool. o e e Procedim ent – Pese, com precisão, cerca de 3 g da amostra e dis solva em 40 mL o de água. Adicion alg um s g o ta de soluçã de fenolftaleíne titul com NaOH 1 e a s o a e M. Cálculo Cada mL de NaOH 1M é equi le ne a 64,0 mg de C6H8O7. va t 4 Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX. Food Chem ical Codex 4. S s . ed. Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 102 e 753. n l c s .

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061/I Antioxidante – Titulaçã de ácido ascórbic e isôm e com soluçã de V s o o ros o iodo O ácido ascórbico pode ser adicionado aos alimentos com a função de antioxidante ou m elho radode farinha Tam bé é em p g a d n os s as de cu r p a r red u zi a r . m re o i a a r p o ssib ilid ad de form açã de N -nito sam in asp e a a çã bloq uead a na re a ç ã e o r , l o or o de nitro sa ç o d e nitrit . E s t m étod é aplicad p a r m istu ra de aditi o s, d e s d ã o e o o a s v e q ue não contenha nitrito m ou o u tra su b s tâ n c ia d u to ras oi re a g e com o iodo. s s re ,p s m

2

Ácido a scó rb o ic Material

Ácido dehid a scó rb ico ro

Ba la n ç analíticab éq ue de 100 mL, balã volum étric de 100 mL, prove ta de 25 a , r o o mL, bure ta de 25 mL e fra sc Erlenm yer de 250 mL. o e Rea g e n tes Soluçã de ácid sulfúric o o o M Soluçã de iodo 0,05 M o Solução de amido a 1% m/v Procedim ent – Pese uma quantidade de amostra que contenha o aproximadamente 0,2 g de ácid a scó rb o e d iss o l em uma soluçã de 100 mL de água re ce n te m een t o ic va o , fervida e resfriada, e adicione 25 mL de ácido sulfúrico M. Titule a solução imediatamente com iodo 0,05 M, adicionando amido a 1% próximo ao ponto final da titulação.

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Cálculo

V = volume de I2 0,1 M g a st na titulação o f = fa to da soluçã de I2 0,1 M r o P = m a ss da a m o str em g a a Nota: cada mL de iodo 0,1 M é equivalente a 8,806 mg de ácido ascórbico ou ácido eritórbico (C6H8O6), 9,90 mg de a sc o rb a tde sódi (C6H7NaO6) e 10,81 mg de eritorbato 5 o o de sódio m onohidratad(C6H7NaO6.H2O). o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX. Food Chem ical Codex 4. ed. S s . WashingtonD.C.: Nationa Aca dem Pre s , 1996 p. 33,34,134,35e 362. , l y s . 4 062/I Antioxidante – De te V s rminaçã de ácido ascórbic e isôm e pelo o o ros métod de o Tillman’s Este método, aplicado para misturas de aditivos que apresentem baixa concentração de ácid a scó rb o e não contenha nitrit em sua form ulação n d a m e n ta -s o ic m o , fu e na red ução de 2 ,6 -d iclo no indofenopor uma soluçã de ácid a scó rb o. rofe l l o o ic

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Capítulo V - Aditivos

Procedim ent – Siga a dete rm inaçã o o conform m étod 365/IV. e o 063/IV Antioxidantes – Titulação de ácido ascórbico e isômeros com solução de iodo na pre se n a de polisorbat 80 ç o O polisorbato 80, componente comum nos produtos para panificação, interfere na dete rm inaçãdo te o de ácid a scó rb o p el m étod de iodim etria o r o ic o o . A ssim quand am b os e s ti , o verem pre s e n te sé n e ce ss á ri fazer a e x tra ço do , o ã p olisorbat a n te da determ inaçãdo ácid a scó rb o. Po d e -s tam bé d o s áo o s o o ic e m -l dire ta m en tpor téc n ic p ola g rá ficasem n e c e- s a d de e x tra ço. e a ro , sid e ã Material Balança analítica, balança semi-analítica, béquer de 100 mL, provetas de 25 e 50 mL, funil de separação tipo pêra de 250 mL, funil e papel de filtro, bureta de 10 mL e frasco Erle nm yer de 250 mL. e Rea g e n tes Soluçã a q u oa de iodo 0,05 o s M Cloreto de sódio Butanol Soluçã a q u oa de HCl 3 M sa tu raa com NaCl – Adicione NaCl sólido à solução o s d HCl 3 M a té h aver pre cip itaçã o a ltern avam entedilua 1:1 uma solu çã de HCl 6 M , ou, ti , o com solu ção a q u oa sa tu raa de NaCl. s d Procedim ent – Pe s e com pre c is ã,o uma quantidad de a m o str q ue contenh o , e a a a proxim a damente 50 mg de ácido ascórbico. Adicione 2 g de cloreto de sódio e dis solva a mistura em 50 mL de água com agitação. Filtre, se neces sário. Transfira o filtrado para um funil de separação. Adicione ao funil 25 mL de HCl 3 M, saturado com NaCl, e 25 mL de butanol. A g it a m istur por 2 m inutos e a , d e xe s e p a raas fa s e,se re co lh a cam ad aq u oa inferio, filtra n d a -p a r o fra s o i r a a s r o a c Erle nm yer. Titul com iodo usand am id a 1% como indicado Cada mL de e e o o r. iodo 0,05 M equivale a 8,806 mg de ácido ascórbico ou de ácido eritórbico, 9,90 mg de a sc o rb a tde sódi e 10,8 mg de eritorb a t de sódi 5 o o 1 o o m onohidratad o.

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Cálculos

V = mL de iodo 0,2 M g a so na titulação t f = fa to da soluçã de iodo r o 0,2 M P = m a ss da a m o str a a em g Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g DES SOUKY, Y. M.; HUS SEIN, F. T.; ISMAEL S. A. Determination of ascorbic acid in the pre s e nec of p o ly so rbe t Pharm azie v.28 (1 1-12 )p. 7 91 -7 9.21973. a 80 , , 064/I Antioxidante – Identificaçã de ácido ascórbic por reduçã da soluçã de V s o o o o Fehling Este método é aplicado para a identificação de ácido ascórbico, ácido eritórbico, ascorbato de sódio e eritorbato de sódio em amostras puras ou em misturas de aditivos que não a pre se n te o u tra su b s tâ n c ia d u to ra s. m s s re Material Balança analítica, banho-maria, tubo de ensaio, béquer de 10 mL e balão volumétrico de 50 mL. Rea ge n te So lu çõ s titulads A e B de Fehlin (Apêndic I) e a g e Procedim ent – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a concentração final o de ácid a scó rb o e s te j em torn de 2%. Tra n sfir p a r um b alã volum étric de 100 o ic a o a a o o mL e complete o volume com água. Filtre se neces sário. Adicione a solução de Fehling.

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Capítulo V - Aditivos

Na pre s e na de ácid a scó rb ico tarta rao cúpric alcalin é reduzid lentam e nta ç o ,o t o o o e 25°C, porém m ai rap idam e e sob aquecim ent s nt o. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX Food Chem ical Codex 4. ed. S s . Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s . 1996 p. 34. n l c s . FARMACOPÉIA BRASILEIRA3. ed. São Paulo: Organização Andrei Editora S.A., , 1977 . p. 83. 065/I Antioxidante – Identificaçã de ácido ascórbic por reduçã da soluçã V s o o o o de Tillmans Material Ba la n ç analíticab alã volum étric de 100 mL, tubo de e n sa iobé qu e de 10 mL a , o o , r e p ip e ta s de 1 e 2 mL. Rea ge n te Soluçã de Tillm an d e s c rit no m étod 365/IV o s a o . Procedim ent – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a o concentração final de ácido ascórbico esteja em torno de 1%. Transfira para um balão volumétrico de 100 mL e com p le t o volum com água Filtre se e e . n e c e s s á ri Pip e e 2 mL d e sa soluçã no tubo d e e n saoi e adicion 1 mL da o. t t o e soluçã de Tillm ans que d eve rá d e s c o r ae im ediatam ente. o , r-s Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: s o . Mé to dsoQu ím ics e Fís ic s p ara An á lisse de Alim e n to s ed. São Paulo: IMESP, o o .3 1985 p. . 39 4-3 95 . ASSOCI TION OF OFFICIA ANALYTICAL CHEMISTS. Officia Method of A L l s th Analysi of the Associatio of Officia AnalyticaChem ists 15 , Arlington: s n l l .

A.O.A.C., 1990 c h a p te 45, p. 10 58 -1 05 9. , r

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066/IV Antioxidantes – Identificação de ácido ascórbico pela reação com bicarbonato de sódi e sulfat fe rroso o o Material Ba la n ç analíticab a lõ e volum é tricode 100 e 1000 mL, prove ta de 100 mL, tubo a , s s d e e n sa,io q u ees de 10 mL e p ip e ta g ra d u a d ade 5 mL. bé r s s Rea g e n tes Ácido sulfúrico Bicarb onat de o sódioSulfat fe r o so o Soluçã a q u oa de ácid sulfúric a 10% v /v o s o o Procedim ent – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a o concentração final de ácido ascórbico esteja em torno de 1%. Transfira para um balão volumétrico de 100 mL e com p le t o volum com água Filtre se e e . n e c e s s á riPip e e 4 mL d e sa solu çã em um tubo o. t t o de e n s a i Adicion 0,1 g de bicarbonatde sódi e c erca de 0,02 g de su lfao o. e o o t fe r o so. A g ite e d e xe re p o u sr. A soluçã d eve rá produzi c o lo ra çã v io le ta -e s a u rue d e sa pre ce i a o r o cq a a p ó a ad içã de 5 mL de ácid sulfúric a 10%. s o o o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g FARMACOPÉIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. 2. ed. São Paulo: Indústria Grá fic Siq ue ir S.A. 1959 p. 4 5 -4 6 . a a , . FARMACOPÉIA BRASILEIRA3. ed. São Paulo Org an iza ç ãAndrei Editor S.A. . : o a , 1977. p. 8 2 -8 3 . 067/I Antioxidante – De te V s rminaçã de butil-hid o roxianiso (BHA) l A s o lu b ilid a dem á lc o o a 72% de q u a e to d o os a n ti x id a n te m a s e l s s o s i co m u m e n e u tiliz a d o sfavore ce a a n á lis d os m e s m o. sAp ós a e x t r a çoã d os t , e a n ti x id a n tes, podem ser feitas provas qualitativas envolvendo reações para a o identificação ou cromatografia em camada delgada. O butil-hidroxianisol pode ser identificado em a m o s tr ade g ord u ra ou a d iti fo rm u la dsoc o n te n o e s e s s vos d t

a n ti x id a ne a p ó a e x- tr a ç ã com á lc o o a 72% e p o s te rioc o n firm a ç ãp or o t s o l r o m e o de re a ç ã c o lo rim é triccom 2 ,6 -d ic ro quinon c loroim id (re a g e n t de i o a lo a a e Gib b s e b ó ra x A re a ç ã do BHA, ) . o
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Capítulo V - Aditivos

a p ó e x t r a çoãcom á lc o o a 72%, c om 2 ,6 -d ic ro q u in o n a clo id em pre s e na s l lo roim a ç de b ó ra x fo rm um c o m p o s t a z u c u a c o n c e n tra o ã m e d id , a o l j çé a porespectrofotometria 620 nm, usand curva -p a d rã o o.

Material Balança analítica, balança semi-analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de (25 e 100) mL, bastão de vidro, funil de separação tipo pêra de 250 mL, provetas graduadas de 25, 50, 100 e 500 mL, balões volumétricos de 100, 200 e 500 mL, pipeta graduada de 2 mL e p ip e ta volu m étricade (1 a 12) mL. s s Rea g e n tes Éter de p et óleo (6 0r 10 0)°C Álcoo l absoluto B ó ra x 2,6-Dicloroquinonacloroimida Pa d rã an alític de 3-B H ou uma m istur co n h e cidd os d o s isô m ros 3-B H e 2o o A a a i e A BHA Solução de álcool a 72% v/v – Adicione 360 mL de álcool em um balão volumétrico de 500 mL e co m p le t o volum com á g u a . e e Soluçã de b ó ra a 2% m /v – Pe s 2 g de b óra – Na2B4O7.10H2O, transfira para o x e x um balão volum étric de 100 mL e com p let o volum com água. o e e Soluçã de 2 ,6 -d ic roquinonaclo id (re a g e n t de Gibbs – Pe s 0,01 g de 2 ,6 o lo roim a e ) e diclo ro-quinonaclo id (C6H2ONCl3), transfira para um balão volumétrico de roim a 100 mL e com plet o volum com álcoo absolut Pre p a a soluçã no dia do u so. e e l o. re o

Procedim ent – Dis solva 10 g da amostra em 50 mL de éter de petróleo e o transfira quantitativamente para um funil de separação. Adicione 25 mL de álcool a 72% e agite. Separe a camada alcoólica e extraia mais duas vezes com 60 mL de álcool. Reúna os e x tra to a lc o ó licoe com p le t o volum a té 200 mL s s e e com álcoo a 72%. Adicion a uma l e
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alíquota de 12 mL desta solução, 2 mL de uma solução de 2,6dicloroquinonacloroimida a 0,01% e 2 mL de uma solução de bórax a 2% e agite. Meça a coloração desenvolvida em espectrofotômetro a 620 nm e determine a quantidade de BHA correspondente usando a curva -p a d rãprev ia m en te sta b e le c id a . o e Curva-padrão – Pese, com precisão, 0,1 g de BHA e dis solva em álcool a 72%. Transfira quantitativamente para um balão volumétrico de 100 mL, completando o volume. Retire 1 mL desta solução, transfira para outro balão volumétrico de 100 mL e complete o volume com o m esm s o ven te Tome o l . alíq uo ta de 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 mL d e sa última solu çã em b équ ee s s t o r de 25 mL e adicione, respectivamente, 11, 10, 9, 8, 7, 6 e 5 mL de álcool a 72%, totalizando 12 mL em todos eles. Adicione 2 mL de solução de 2,6dicloroquinonacloroimida a 0,01% em álcool absoluto e 2 mL de solução de bórax a 2%. Homogeneíze. Meça a coloração desenvolvidaemespectrofotômetroa620nmusandocomobrancoumamisturacons tituídade 12 mL de álcoo a 72% e os doi re a g e n s acim m encionados l s te a . Constua a curva r p a d rã. o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g INSTITU ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: TO s o . Mé t o dso Qu ím ics e Fís ic s p ara An á lisse de Alim e n to s e d. São Paulo IMESP, 1985 o o .3 : . p. 85. JOSEPHY, P.D.; VAN DAMME, A. Reaction of Gibbs reagent with parasubstituted phenolsAnal Chem. v. 56, p. 81 3-814.,1984 . . . MAHON, J.H.; CHAPMAN, R.Q. Butylated Hydroxianisole in lard and shortening. Anal Chem. v. 23, n.8, p. 11 20 -1 12 3 . , 1951. 068/I Antioxidante – Identificaçã de butil-hid V s o roxianiso (BHA) l Ba s e ae-sna re a ç ã do BHA com 2 ,6 -d ic roquinonaclo id em pre se na de o lo roim a ç bó- ra x a p ó e x tra ço com álcoo a 72%, p a r form a um com post azul. , s ã l a r o Material Balança semi-analítica, béqueres de 25 e 100 mL, balão volumétrico de 100 mL, provetas graduadas de 50 e 100 mL, funil de separação tipo pêra de 250 mL e pipetas graduadas de 1 e 5 mL.

Rea g e n tes Éter de p et óleo (6 0r 10 0)°C Álcool B ó ra x
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2,6- iclo D roquinonaclo ida roim Á lcoo a 72% v /v l Solução de bórax a 2% m/v Procedim ent – Dis solva 20 g da amostra em 50 mL de éter de petróleo. Extraia o em funil de separação com três porções de 30 mL de álcool a 72%. Reúna os extratos alcoólicos em balão volumétrico de 100 mL e complete com álcool a 72%. Adicione 1 mL de solução de b ó ra a 2% e algu n c rista ide 2 ,6 -d ic roquinonaclo x s s lo roimida a 5 mL de extrato alcoólico obtid no item an terio Uma co lora ço azu indicar a pre se na de BHA. o r. ã l á ç Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g JOSEPHY, P.D.; VAN DAMME, A. Reaction of Gibbs reagent with parasubstituted phenolsAnal Chem. v. 56, p. 8 13 -8 1,41984. . . 069/I Antioxidante – De te V s rminaçã de butil hidroxitoluen (BHT) o o O princípio deste método baseia-se na reação do BHT, após extração da amostra, com o-d ian isidine nitrit de sódi e na m edid e sp e c t a o o a rofotom étricdo a com post ve rm e lho-alaranjado formado. O BHT é melhor extraído por o destilação com arraste de vapor e o d estilao é utilizad na re a ç ã colorim étrica. d o o Material Ba la n a a n a lític a b a la na se m i-a n a lític a s p e c t ç , ç , e rofotôm et UV/VIS m ant ro , a a q u e c e dao r lé tric are g u la drode te m p e ra tu ra p ote, g a rra m ufa tubo de lá te e , , su r , , x p a r co n d e n sar, ob a s tã de v idro, funil de separação tipo pêra de 250 mL, a d o provetas graduadas de 50 e 1 00 mL, condensador tipo re to com junt e sm e rilh a d , a 24/40 b a lõ s vo lu m é trico 100 e 250 m L, b é q u res de 50, 10 0 , e s de e e 250 m L, p ip e ta g ra d u a d a 2 e 5 mL e p ip ea vo lu m é tricde 25 m L. s s de t a Rea g e n tes Clorofórm io Nitrito de sódio o-Dianisidin a (C14H16N2O2) Meta n ol Carvão Ácido cloríd ric 1 M o Clore to de m agnési o (MgCl .6H2O) Pad rã analític de o o 2

BHT
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Solução-padrão de BHT a 0,05% m/v – Pese 0,05 g de BHT, transfira para um balão volum étric de 100 mL e com plet o volum com m etanol. o e e Soluçã de nitrit de sódi a 0,3% m /v – Pe s 0,3 g de nitrit de sódio tra n s fir o o o e o , a p a r um balã volum étric de 100 mL e com plet o volum com ág ua E s t a o o e e . a soluçã é e s tá e l, pelom e nos por d u a se m a nsaa 4ºC o v , s Soluçã de o-dianisida – Pe s 250 mg de o -d ia isidina (C1 4H1 6N2O2) e d is s o l o in e n va com 50 mL de m e ta n o lAd ic io n 1 00 mg de c arvão. A g it p or c in c minutos e . e e o filtre. Adicione a 40 mL do filtrado, 60 mL de ácido clorídrico 1 M. Prepare diariamente, e g u a ao ab rig da luz. rde o Solução de cloreto de magnésio – Pese 100 g de cloreto de magnésio e dis solva em 50 mL de água. Procedim ent – Monte o aparelho para destilação por arraste de vapor. Pese o exatamente 5 g da am ostr e tran sfir p ar o fra sc Erlenm yer junto com 15 mL da sol ção de a a a o e u cloreto de magnésio. Adapte as juntas conectoras e destile com arraste de vapor à razão de 4 mL por minut . Re co lh de 100 a 125 mL do d estilao em um balã o a d o volum étric de 250 mL, completando o volume com metanol. A uma alíquota o de 25 mL, adicione 2 mL da solução de nitrito de sódio e 5 mL da solução de o-dianisidina Após 10 minutos, extraia a fração colorida com 10 mL de clorofórmio. Meça espectrofotometricamente a 520 nm e determine a con cen tra o de BHT, utilizand uma curva de ca lib ra ç ãpre v ia m e n t çã o o e co n st ruída. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: TO s o Mé t o d o s Qu ím icsoe Fís icso p ara An á lissede Alim e n to 3. e d. São Pau lo IMES 19 85 p. 8 5 -8 6 . .s : P . 070/I Antioxidante – Identificaçã de butil hidroxitoluen V s o o (BHT) Material

Balança semi-analítica, manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte, garra e mufa, tubo de látex para condensador, balão de fundo redondo com junta esmerilhada 45/50 e capacidade para 5 L, tubo de vidro de 1,4 m de comprimento e 1,2 cm de diâmetro, juntas conectoras para frasco Erlenmeyer com presilha, frasco Erlenmeyer com junta esmerilhada 29/32 e capacidade 500 mL, condensador tipo reto, com junta esmerilhada 24/40, balão volum étric de 100 mL, prove tas g ra d u a d a (50 e 100 m L, b éq u res de o s de ) e (50, 100 e 250 mL ) e p ip e ta g ra d u a d a (2 e 5) mL. s s de
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Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes Clorofórm io Nitrito de sódio o-Dianisidin a (C14H16N2O2) Meta n ol Carvão Ácido cloríd rico Clore to de m agnési o (MgCl .6H2O) Padrão analítico 2 de BHT Soluçã de nitrit de sódi a 0,3% m /v, conform o o o e 069/IVSoluçã de o-dian isidina o , conform 069/IV e Soluçã de c lore to de m agnésio o , conform 069/IV e Procedim ent – Mont o a p a o e relho para destilação por arraste de vapor. Pese 5 g da amostra, transfira para o frasco Erlenmeyer junto com 15 mL da solução de cloreto de magnésio. Adapte as juntas conectoras e destile com arraste de vapor à razão de 4 mL por minuto. Re co lh de 100 a 125 mL do d estilao em um a d b éq u e de 250 mL. Concent em b a n h omaria, o destilado até 50 mL. A uma r re, alíquota de 25 mL, adicione 5 mL de solução de o-d ian isida e 2 mL de solu çã de nitrit de sódi . Na pre se na de BHT, d eve rá in o o o ç form ar uma co lo ra çã ve rm e lh o -a la ra n ja d a té 10 m inutos. o a em Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: TO s o Mé to d oqsu ím icoe fís icsop ara a n á lis de a lim e n to3. e d. São Pau lo IMESP, 1985 p. s e , s : . 8 5 -8 6 . 071/I Antioxidante – Identificaçã de galatos V s o E s t e n s a i perm it a identificaçãd os g a la to em m istu ra de aditi os e b a s e ia e o e o s s v se na extração dos galatos (propila, octila ou duodecila) com álcool a 72% e reação com hidróxido de amôni . o Material Balança semi-analítica, béqueres de 10 e 1 00 mL, proveta graduada de 50 mL, funil de s e p a r a ç ãde 1 25 m L, b a lõ s vo lu m é tric ode 1 00 e 5 00 mL e p ip e ta o e s s g ra d u a d a s d e 5 m L. e1 Rea g e n tes

Éter de petróleo
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Álcool Hidróxido de amônio Soluçã de álcoo a 72% v /v – Mistu 360 mL de álcoo e 140 mL de ág ua. o l re l Procedim ent – Dis solva 20 g de amostra em 50 mL de éter de petróleo. o Extraia em funil de s e p a ra ç ãcom álcoo a 72% (30 mL por três veze s . Reún o l ) a os e x tra to em balãovolumétrico de 100 mL e complete o volume com álcool a s 72%. Adicione 0,5 mL de hidróxido de am ôni a 5 mL do extrato alcoólico. o Uma coloração rósea indicará a presença de g a la to s . Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: TO s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to 3. e d. São Paulo IMESP, 1985 s e ,s : . p. 82. 072/I Arom atizante – Identificaçã e quantificação V s o A identificaçã e a quantificaçã d os com p one ntedo aroma (a ld eíd os o o s , é s tee s, ce to nas, etc.) são efetuadas por cromatografia em fase gasosa, usando r detector de ionização de cham (FID). a Material Balança analítica, cromatógrafo a gás, coluna Carbowax 20 M ou equivalente, detector de ionizaçã de chama (FID), balões volumétricos de 10 mL, pipetas o graduadas de 2 mL e m icro s s e rin gde 10 μL. a Rea g e n tes Álcool Pa drõ es a n a líticsode a ld e íd o sé s tee s, ce to n a se tc . , r , Solução-padrão – Com auxílio de uma pipeta, pese cerca de 100 mg dos padrões diretamente em b a lõ s volum étricode 10 mL e com plet o volum com álcool. e s e e Condições cromatográficas – Temperatura do injetor: 230°C, temperatura do detector: 250°C prog ra m açãde aquecim entda coluna de (70 - 210)°C 8°C/min ra zã , o o : , , o de s p litte r 1:100. Procedim ent – Para aromas líquidos, pese diretamente em balão volumétrico de o

10 mL, com auxílio de uma pipeta, uma quantidade da amostra de modo que a concentração do
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Capítulo V - Aditivos

analito estudado seja próxima a do padrão e em torno de 1%. Complete o volume com álcool Pa ra arom a em pó, p e s uma quantidad da a m o str cuj co ncen traçã . s e e a a o do analito estudado seja próxima a do padrão. Transfira, com álcool, para um balão volumétrico de 10 mL e complete o volume. Filtre, se neces sário. Injete 1 μL da amostra e dos padrões no crom atógraf e ca lc u l a porce n tagm d os a n a lito e stu d a d o por o e e s s m ei d as áre as ob tid a n o scrom atogram as. o s Cálculo

Cp = concentra o do çã padrãoCa = con cen tra o çã da a m o stra = área do Ap padrão Aa = área da a m o stra Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g ARCTANDER, S. Perfum and flavor chem ical (aroma chem icalsv. 1-2. New s ) Jersey, U.S.A. publicad p el auto 1969. : o o r, Flavor and Fra g ra n cMa te ria .lsW heaton USA: Allured Publishin Corporation e , g , 1993. 073/I Arom atizante – Teor alcoólic a 20°C V s o A quantificaçãdo te o alcoólicoquand pre se n teem arom a líquido é o r , o , s s de term nado conform o m étod 0217/IV -i e o . 074/I Arom atizante – Identificaçã de óleo e sse n cia is V s o s Os ó le o e s s e n c ia is s , quand pre s e n te n os arom as pode s er id entificado o s , m s por cro- m atografi em cam ad d elg a a ou quantificad ocom o u so do balã a a d s o volum étric tipo C ás sia. Quando puros, devem ser feitas as seguintes o determinações físico-químicas: índice de refração a 20°C, densidade relativa a (20/20)°C e rotação óptica a 20°C. Os valores obtidos são comparados com os da literatura. Os aromas líquidos podem ser analisados diretamente ou após a separação dos óleos es senciais com solução saturada de cloreto de sódio, enquanto q ue os em pó d evem s er prev ia m en te x tra íd o s ra a m o stra e . Pa s em pó, e x tra i com uma p e- quen quantidad de álcoo ou é te a a e l r.

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Material Placas de sílica gel 60 G (20 x 20)cm, estufa, câmara ultravioleta, cuba cromatográfica com tam pa fra sc Erlen m yer de 250 mL e prove ta de 10 e 100 , o e s mL. Rea g e n tes C iclohexano Acetato de etila Ácido a cé tico Ácido sulfúrico Pa drõ es a n a líticsode ó le o e s s e n c ia is s Fa se móvel – C iclo h e x a n o -a ce ta t e tila -á cida cé tic o de o o (90:10:1). Reve la d o – Soluçã aq u oa de ácid sulfúric a r o s o o 10% (v/v). Procedim ent – Sa ture a c u ba de v idro com a m istu a de s o ve n t e da o r l s fa s e móve l. C oloque com a u x íli de um c a p ila, a a m o s tr e os p a drõ es em , o r a p o n to s d ife n t e da p la c de s ílic g e , pre p a r a a p a r cro m a to g raa a s c e n d e n .t e re s a a l d a fi De ixe s e c a. C oloqu na c u ba cro m a to g rá fic com o s o ve n t e d e xe c o r a té r e a l e i rer uns 2 cm da e x t e m id a d s u p e rio da p la c a Re t ire e d e xe s e c a ao ar. Va p o ri r e r . i r ze com o revelador. Seque em estufa a 105°C por alguns minutos tomando o cu id a d de não d e ix a c a rb o n izraa p la c a Com pa o cro m a to g ra m da o r . re a a m o s tr a com o d os p a drõ e s A n te de reve lar a p la c a o b s e o cro m a to g ra m s ob . s , rve a lu z u ltra v io le ta . 075/I Arom atizante – Quantificaçã dos óleo e sse n cia is V s o s Material Pipeta volumétrica de 10 mLe balão volumétrico tipo Cás sia (110 mL de capacidade e g a rg a l graduad de 10 mL, subdividid em 0,1 mL). o o o Rea g e n tes

Clore to de sódio Solução saturada de cloreto de sódio – Adicione cloreto de sódio em 1000 mL de água até sa tu ra a solu çã. r o Procedim ent – Pip e t 10 mL da a m o s tratr a n s fir p a r um b a lã o e , a a o vo lum étrico tipo C á s sa e co m p lee o volum com s o lu ç ã s a tu raa de i t e o d c lore to de só d o. i
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O volume do óleo es sencial separado (obtido na esc ala graduada do gargalo do b a lã o c o r e s p o n e ao te or em p orc e n ta gm do ó leo na a m o sra. ) d e t 076/I Arom atizante – Rotaçã óptic a V s o a 20°C Material Polarím et ro Procedim ent – Tra n sfir a a m ostr p a r um tubo de 1 dm de um o a a a polarím et Ajuste a temperatura da amostra a 20°C. Faça a determinação da ro. rotação óptica com luz m onocom átic (lâm pad de sódio) Efe tu no mínim r a a . e o 5 le itu ra e c a lc u l a m édiaaritm é tica. s e Cálculo

L = leitua no polarím et r ro C = com prim entdo tubo em dm o D = d e n sid aedda a m o stra Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: s o Mé t o dsoq u ím icsoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to 3. ed. São Paulo IMESP. 1985 e ,s : . p. 419. FENAROLI, G. Sostan Aromatich Naturali Milano, Italy: Editore Ulrico ze e . Hopepli, v. 1:, 1963 1004 p. . 077/I Arom atizante – Índice de refraçã a V s o 20°C Material Refra tôm e t ro Procediment – Faça circular uma corrente de água através do refratômetro de o modo a m ante a tem pera tu r n sta n . E st tem p eraturnão d eve rá d ife ri da r a co te a a r

re fe n ci de + 2°C. rê a
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A n te de co lo ca o óleo e s s e n cl ia in st um ento o m esm d eve e s ta à tem pera tu r s r no r , o r a na qual a m edid s e á e fe tu a d aColoqu 2 g o ta da a m o str ent e os p rism a. sFe c h os a r . e s a r e p rism a s,ocalize e corrija o índice de refração obtido pela leitura da escala, f conforme o cálculo a se g u i r. Cálculo

= índic de re fra ço à tem p era tu r trabalho e ã a de t’ = tem pe ra tu r a de trabalho = 20°C t

Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo IMESP. 3. ed. 1985 s e .s : , . p. 420. FENAROLI, G. Sostan Arom atich Naturali Milano, Italy: Editore Ulrico ze e . Hopepli, v. 1, 1963 1004 p. . 078/I Arom atizante – Densidad relati a a V s e v (20/20)°CMaterial Term ôm et picnôm et (ou d ensím et digital e d e s se c ar. o ro, ro ro ) d Procedim ent – Tare um picnômetro, previamente seco em estufa a 100°C. o Encha-o com água, a 20°C e pese. Seque o picnômetro em estufa e coloque nele a amostra, a 20°C e p e s e . Cálculo

A = m a ss do conjunt picnôm et e a m o str m e no a ta r do picnôm et a o ro a s a ro B = m a ss do conjunt picnôm et e á g u m e no a ta r do picnôm et a o ro a s a ro

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Capítulo V - Aditivos

Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo IMESP. 3. ed. 1985 s e .s : , . p. 421. FENAROLI, G. Sostan Arom atich Naturali Milano, Italy: Editore Ulrico ze e . Hopepli, v. 1, 1963 1004 p. . 079/I Arom atizante – Vanilina e correlatos V s Pe s q u is em arom a contendovanilina eti vanilina m altol eti m altol a s : , l , , l , heliot - na, cum arinadihid ropi , rocum arinae tc . , Material Pa p e Whatma nº 1, (20x20 cm, câm aa ultrav ioleta a crom ato g ráfic l n ) r , cub a com tam pa,funi de se p a ra ç ãde 250 mL, b éq u ees de 50 mL, b a lõ s volum étrico l o r e s de 100 mL e m icro s se rin g a . Rea g e n tes Isobutanol Hidróxido de amônio Pa drõ es a n a líticsode vanilina eti vanilina m altol eti m altol heliot , l , , l , ropina , cum arinadihi, drocum arina So lu çã o -p a d rã Pre p a so lu ç õsea 1% de vanilina e til vanilina m altol e ti m altol o– re , , , l , helio tropina cum arinadihid , , rocum arinaem álcool. , Fa se móvel – Isobutano(100 mL) e hidróxido de am ôni a 2% (60 mL). A g it em l o e funil d e separação. Decante. A camada alcoólica (superior) é utilizada para correr o cromatograma. A cam ad a q u oa (infe rioré utilizad p a r s a tu ra a câm ara. a s ) a a r Procedim ent – Coloqu a cam ad alcoólic da fa s móvel na cub o e a a e a crom atog ráfica . Distri bua a camada aquosa da fase móvel em dois béqueres pequenos e coloque-os dentro da cuba, um em cada extremidade. Para amostras em pó, extraia com uma pequena quantidade de álcoo ou é te e filtre. l r As am ostralíquida não ne ce ssita de pre pa raçã Aplique com auxílio s s m o. , de um cap ila, a am ostr e os pad es em ponto d ife n te do pape Whatma nº r a rõ s re s l n 1, pre p a ra do para cromatografia ascendente. Deixe secar. Coloque-o na cuba

cromatográfica contendo a fase móvel e deixe correr até 2 cm da extremidade superior do papel. Retire e deixe secar ao ar. Ob se sob luz ultraviolet e rve a m arque as m ancha obtidasCompa com as dos padrões. s . re

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Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: TO s o Mé to d oqsu ím icoe fís icsop ara a n á lis de a lim e n toSão Pau lo IMESP. 3. e d , 1985 p. s e . s : . . 4 2 7 -4 2 8 . 080/IV Conservadores – Determinação espectrofotométrica simultânea de nitrito e nitrato E s s m étod a p lic ae às fo rm ulaçõe p le de aditi os contend nitritos e o -s s sim s v o , nitratos e cloreto de sódio. A razão das abs o r b â n c ia se um a s o lu ç ã o q u o s a e nitritoa d a d 3 5 5 nm e a 3 0 2 nm é 2 ,5. O n itra tonão a b s ove a 3 5 5 nm m a ste m um a b a n d a r c a ra c t e r ís tic a a 3 0 2 nm. A a b s o rb â n c ia n itra to p o d e s e r c a lc u la d ad iv id in d o -s e do a a b s o rb â n c iao nitritoa 3 5 5 nm p o r 2 ,5 e s u b tra in d o -s eq u o c ie n te to ta l d o do d a a b s o rb â n c ia 3 0 2 nm. Em cubeta de 1 cm, o limite de detecção para a nitrito é 0,02 mg/mL e 0,09 mg/mL para nitrato. O pH da solução não deve estar abaixo de 5 (o nitrito forma ácido nitroso, com uma a b so rb â naci áxim m a a 357 nm). Material Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 25 mL e balões volumétricos de 100 mL. Rea ge n te Pa drõ es a n a líticsode nitrat de sódi e nitrit de sódio o o o Procedim ent – Pe s 20 g da a m o stracom pre cis o a té m g. Tra n sfir p a r um o e , ã a a b alãovolumétrico de 100 mL e complete o volume com água. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância a 302 ou 355 nm, utilizando água como branco e cubetas de 1 cm. Meça a absorbância da amostra a 302 e 355 nm e calcule como descrito a seguir. Determine o teor de nitrito na amostra utilizando o valor da absorbância a 355 nm e a curva-padrão do nitrito. Para o nitrato, divida o valor desta absorbância por 2,5 e subtraia do valor da absorbância a 302 nm. Calcule a concentração de nitrato na amostra utilizando

o va lor de a b so rb â n c re su lta n td e sa su b tra çã e a curva -p a d rã do nitrat . ai e t o o o Curva-padrão do nitrito – Prepare, em uma série de balões volumétricos de 100 mL, diferentes concentrações de nitrito (0,025 - 0,2)g/100 mL e meça a absorbância destas so lu ç õsea 355 nm.

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Capítulo V - Aditivos

Curva -p a d rã do nitrat – Pre p a em uma s é ri de b a lõ e volum é tricode 100 o o re, e s s mL, d ife n te co n ce n tra çõde nitrat (0,1 - 1)g/10 mL e m eç a a b so rb â n c d e s ta re s s e o 0 a ai s s o lu ç õ e s a 302 nm. Cálculos 1. Em nitrito:

C = concentra o de nitrit de sódi encon tra dna curva -p a d rã a 355 nm çã o o a o P = m a ss da a m o stra a 2. Em nitrato:

C = concentra o de nitrat de sódi obtid na leitua de Ac na curva -p a d rã o çã o o o r P = m a ss da a m o stra a Ac = a b so rb â naci rrig id a co Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g LARA, W.H.; TAKAHASHI M. Determ ina çãesp e cto fo to m étric nitrito e , o a de s nitra to s s as de cu ra Rev. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo v. 52, p. 3 5 -3 , 1974. em i . , 9 WETTERS J.M.; UGLUM, K.L. Dire ct s p e crophotom etrisim ultane ou , t c s determ ination of nitrit e and nitrat in the ultrav iolet r e . Anal Chem. v. 42. p. 3 5 5 -3 401970. . , , 081/IV Conservadores – Determinação de nitrato após redução em coluna de cádmio e de nitrito E s t m étod a p lic ae à a m o stra de aditi os que p o ssum na sua e o -s s v e form ulaçã com- postos que interferem na análise direta dos nitritos e nitratos o por espectrofotometria no u ltrav ioletconform 080/IV A análise dos nitritos e a e . nitratos é feita por espectrofotometria

no v isve l, a p ó red uçã d os n itra to em colun de cádm io conform os m éto do í s o s a , e s 283/IV e 284/IV .
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082/I Conse V rvadores – De te rminaçã de propionatos o Os s as de cá lci e sódi do ácid propiônic têm a çã antim icobiana i o o o o o r , se n d e fe ti vos no conto le de bolo o r res em fa rin hs e c ertos produto de a s co nfe ita ria m étodo p a r a sua determinação envolvem primeiro a extração, . Os s a que geralmente é feita por destilação por arraste a vapor, seguida da separação e identificação do ácido propiônico junto aos demais á cid o q ue pode s er co s m e x tra íd o Ne s a e ta p a p o d e e utiliza as té cn icsa de crom atogra .s t , -s r fia em fa s g a s o s, aem cam ad d e lg a a ou em pap el. e a d Material Banho-maria, aparelho completo para destilação por arraste a vapor, pipetas de 1, 2 e 5 mL, fra s o Erle nm yer de 200 mL, pap e Whatma nº 1 (20 x 20) cm, c e l n m icro sse rin g a p o rizador, pHmetro, béqueres de 100, 200, 400 e 600 mL, , va provetas de 10, 50, 100 e 500 mL e cub crom ato gráfic a a com tam pa. Rea g e n tes Ácido sulfúrico Ácido fo sfo tú n gstico Sulfato de magnésio Hidróxido de sódio Pa p e indicado verm elh cong o l r o Hidróxido de amônio tercButanol n-Butanol Indicadoes verm e lh de m etil e azu de bromotimol r o a l Form ol Álcool Ácido propiônico Solução aquosa de ácido fosfotúngstico a 20% – Em um frasco Erlenmeyer de 200 mL, p e s 20 g de ácid fosfotú g stic e dilua com 80 mL de água Mistu e o n o . re bem. Gu ar de em fra sc de vidro com tam pa. o So lu çã o -p a d rã Ne u traze, com hidróxido de sódi 1 M, 1 mL de ácid o– li o o propiônic e di- lua até 100 mL. Use 4 mL desta solução para uma destilação igual o à da amostra, recolhendo

200 mL do d estila doneutralizande se c a no n as m e sms co n diçõe , o d a s d e s critaFa se móvel – terc-b u ta n o l-n -b u ta n o l-h id de am ôni (1:1:1). s. róxido o Reve la d r – Mis t u 2 00 mg de ve r m e lh de m e tila 2 00 mg de a z u de o re o , l bro m o ti 188 - IAL

Capítulo V - Aditivos

mol, 1 00 mL de formol e 4 00 mL de álco ol e ajuste o pH a 5,2 com hidróxido de sódi 0,1 M. o Procedim ent – Tra n s fir 20 g da a m o str p a r um fra sc de d e stila çã o o a a a o , com au- xílio de 50 mL de água. Adicione 10 mL de ácido sulfúrico 0,5 M, agite e adicione 10 mL de ácid fo sfo tú n g stic 20% e a g it nova m e n tep or ro ta çãoo fra so e o oa e , , c a d icio n e 40 g de su lfao de m a g n ési A g ite A m istua d eve s er á cid quand se t o. . r a o u sa p a- p el ve rm e lh o -co n gc a s não s e ja a d icioe ácid su lfú ric (1 + 1. ) ; o o , n o o Aq u e ç o fr a -s a co contend a a m o s a a n te de c o n e c ta no a p a lho de d e stila ç ã por o tr s r re o a rra- s te a vap o De s til 200 mL em 3 5 -4 m inutos re co lh o d e stilao em r. e 0 , a d b é q ur d e e 400 m L, contend 2 mL de so lu çã de hidróxido de sódo 1 M. Eva p o em o o i re b a n h o -m a ri té s e c a g e.m s ova o re s íd u em 2 mL de á g u a De ixe sa tu ra no a Dis l o . d na cu b de v idro o s o ve n te : terc -b u ta n o l-n -b u ta n róxido de am ôni na a l o l-h id o prop o rção (1:1:1) Coloqu 2 μL da so lu çã o . e da a m o s a e do p ad rã em po nto d ife n te do p a p e W hatm a nº 1, pre p a rao tr o s re s l n d p a r cro- m a to g ra fi a sc e n d e n te ixe s e c r. C o lo q u e - na cub crom a to g ráa a a . De a o a fic conte nd o s o ve n t e d e xe c o r er a té a proxim adam en t2 cm da e x rem idae o l e i e t d s u p e rio do p a p e (5 h o ra s) Re ti e e d e xe s e c r ao ar. Va p o ri com o reve la d o. r l . r i a ze r Coloqu o p a p e em a tm o s fe r de am oníac p or a lg u n in s ta n te sAs m an chsa e l a o s . ve rm e lh ac o r esp o n dm a os á cid o vo lá te isComo não são e s táve is m arq ue lo go s e s . , q ue a p a ça com lá p is Com pa as m a n chsac o r e s p o n d e n te a m o stra re m . re sà e ao p ad rã . O m esm Rf m o stra r a pre s e naç do propionat na a m o str e, se a o o á o a in ten sid ad e da m anch for m as fra c q ue a do p ad rã ,oe s taár a b axo de 0,2% m/m. a i a i Referência bibliográfica ASSOCI TION OF OFFICIA ANALYTICAL CHEMISTS. Officia Method of A L l s th Analysi of the Associatio of Officia AnalyticaChem ist 16 , Arlington: s n l l s A.O.A.C., 1996 c h a p te 47, p. 19 (m etho 970.36). . r d 083/I Conse V rvadores – Identificaçã de ácido sórbic e sorbatos o o O ácido sórbico e seus sais de sódio, potás sio e cálcio têm ação mais efetiva sobre ferm en to e fung o do que em b a c té riae a g e m elho em m ei s s s m r o

ácid Podem s er iden tificados em formulações de aditivos ou em alimentos o. após adequada extração. Eles são convertidos em ácido sórbico após acidulação e são extraídos das amostras por destilação com a rra s t de vap o d’águ e e r a po sterio rm ent ide ntifica do por crom a tog ra fi em p ap e ou com ácid e s a l o tiobarbitúric o.

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Material Balança analítica, balança semi-analítica, banho-maria, espectrofotômetro UV/VIS, estufa, manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte, garra, mufa, tubo de látex para condensador,béqueresde100e400mL,balãodefundoredondocomjuntaesmerilha da45/50 ecomcapacidadepara5L,tubodevidrode1,40mdecomprimentoe1,2cmdediâmet ro,juntas conectoras para frasco Erlenmeyer com presilha, frasco Erlenmeyer com junta esmerilhada 29/32 com capacidade para 500 mL, condensador tipo reto com junta esmerilhada 24/40, funil de separação tipo pêra de 250 mL, pipeta graduada de 2 mL, provetas graduadas de 25 e 200 mL, b a lõ e volum étricode 1000 500 e 100 mL e tubo ca p ila de vidro. s s , r Rea g e n tes Cloreto de sódio Ácido fosfórico Sulfat de o m agnéio s Hidróxido de sódio Éte r Ácido sulfúrico Ácido só rb ic o Propanol Acetato de etila Hidróxido de amônio Soluçã de ácid sórb ic 0,001 m /v – Pe s 0,00 g de ácid sórb ic (C6H8O2) e o o o % e 1 o o dis solva em á gu su fic ie n tp a r 100 mL em balã volum étric a e a o o. So lu çã de hidróxido de só do 1 M – Dis s o l 4 g de hidróx ido de só do com á g u em o i va i a um b é q u e r de 100 m L, e s frietra n s firp a a um b a lã vo lu m étricde 1 00 mL e c o m p le to , a r o o e volu m e. Solução de ácido sulfúrico 0,005 M – Dis solva 0,3 mL de ácido sulfúrico em água, esfrie, tra n s fir p a r um b alã volum étric de 1000 mL e com plet o volum e. a a o o e Solução saturada de cloreto de sódio – Adicione cloreto de sódio em 1000 mL de água até sa tu ra a solu çã. r o Procedim ent – Monte o aparelho para destilação por arraste de vapor. Pese 5 g o

da amostra ou meça 5 mL, se a amostra for líquida. Transfira para o frasco Erlenmeyer de 500 mL com 200 mL de solução saturada de cloreto de sódio. Acidule com 2 mL de ácido fosfórico. Adicione 7,5 g de sulfato de magnésio. Destile cerca de 350 mL, com arraste de vapor d’água para um béquer de 400 mL contendo 10 mL de hidróxido de sódio 1 M, inclinando o béquer de modo a manter a extremidade do condensador imersa na solução alcalina. Evapore o destilado em banho-maria até reduzir o volume a 100 mL. Esfrie. Transfira para um funil de separação, acidule e extraia com 4 porções de éter. Reúna os extratos e evapore
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Capítulo V - Aditivos

o éter sem levar à secura. Dis solva o resíduo em 0,5 mL de água. Acidule a solução aquosa com ácid sulfúric 0,00 M e apliqu com ca p ila em p ape crom atográfic o o 5 e r l o Whatman nº 4 ou equivalente, paralelamente com o padrão de ácido sórbico a 0,001%. Coloque em cub crom ato g ráficpre v ia m e n tsa tu raa com o s o ve n t pro p a n o la a e d l e a ce tao de e tila hidróxido de amônio-água (3:1:1:1) e deixe correr até ± 2 cm da t extremidade superior do p apel Re ti e e s e q u a 60°C Ob s e o crom atogram . r e . rve a em câm aa com luz ultrav iolet(± r a 255 nm). Compa as m ancha da a m o str e do padrã re s a o. A identificação do ácido sórbico, após a extração por arraste de vapor, também pode s er rea liza d como d e sc rit no m étod colorim étric 085/IV utilizando o a o o o , ácido tiobarbitúric o. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: TO s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo IMESP. 3. ed. 1985 s e .s : , . p. 103. 084/I Conse V rvadores – De te rminaçã de ácido sórbic e sorbato por o o s esp e ct rofoto m etri no UV a O ácido sórbico e seus sais podem ser quantificados em alimentos ou formulações de aditivos após sua extração. Este método baseia-se na extração do ácido sórbico ou de seus s a is con , vertido em ácid só rb ic a p ó acid ificaçã opor s o o s , d e stila çãcom a rra s t de va po e p o ste rioleitua e s p e c t o e r r r rofotom é trica 254 nm. a Material Ba la n ç analítica balanç se m i-a n a líticb anh o -m a ria sp e c t a , a , a , e rofotôm et UV/VIS ro , e s tu fa ,manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte, garra, mufa, tubo de látex para con den sa dopHmeto, pipetadoautom átic de 100 a 1000 r, r r o μL e de 1 a 5 mL com a s respectivas ponteiras, papel de filtro qualitativo, béqueres de 25, 100 e 400 mL, balão de fundo redondo com junta esmerilhada 45/50 e co m c a p a c id a dp a ra5 L, tubo d e v idro d e e 1 ,4 m d e co m p rim e nto 1 ,2 cm d e d iâ m ero , ju n ta sc o n e c to r a s rafr a s c o e t pa Erle n m ye r com pre s ilh afr a s c o e , Erle n m ye r co m ju nta e s m e rilh a d a /3 2e com e 29 capacidade para 500 mL, condensador tipo reto com junta esmerilhada 24/40, pipeta graduada de

2 mL e b a lõ e volum é tricode 500 e 1000 mL. s s Rea g e n tes Cloreto de sódio Ácido fosfórico

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Sulfat de m agnési (MgSO4.7H2O) o o Hidróxido de sódio Ácido sulfúrico Ácido só rb ic (C6H8O2) o Solução de ácido sulfúrico 0,005 M – Dis solva 0,3 mL de ácido sulfúrico em água, esfrie, tra n s fir p a r um b alã volum étric de 1000 mL e com plet o volum e. a a o o e Procedim ent – Pro ce d como no m étod 083/IV a té “inclinand o b é q ure de o a o , : o m odo a m a n te a e x re m id ae do c o n d e n s a dim e rs na s o lu çoã alcalina. Diss ova o r t d r o a ” l resíd u da destilação, obtido no item anterior, com água até 500 mL, acidulando o com ácido sulfúrico 0,00 M, a fim de o b te pH 5,9. A ju st o zero do e s p e c t 5 r e rofotôm et a 254 nm, ro utilizando como branco água acidulada com ácido sulfúrico 0,005 M até pH igual a 5,9, em cubeta de 1 cm de cam inh óptic Me ça a a b so rb â naci am o a 254 nm. o o. da stra Cálculo C alcul a co nce ntraçã e o usand o va lor o = 2200 ou uma curva-padrão , construída com so lu ç õ e s-p a o rã ácid só rb ic (ou so rb aot de p o tá ssio ). d de o o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: s o Mé to dso q u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo: IMESP, 3. ed., 1985 s e .s . p. 103. 085/IV Conservadores – Determinação de ácido sórbico por espectrofotometria no visí el v E s t m étod b a s e ia -sna e x tra ço do ácid só rb ic ou de s e u s a is e o e ã o o s , con vertid o em ácid sórbicocom clorofórmo na re a ç ã colorim étriccom ácid s o , i o a o tiobarbitúrice p o s terior leitua e sp e c t o r rofotom é trica 530 nm. a Material Ba la n ç a a n a lític ab a n h o -m a rias p e c t fo tô m e t UV/VIS,s u p ote , g a rr a m u fa , , e , ro ro r , p a- ra film ep a p e ld e filtro q u a litavo , funil d e s e p a ra ç ã tipo p ê ra ,d e 2 5 0 m L, , ti o, b a lõ e svolu- m é tric o s e 2 5 , 5 0 , 1 0 0 , 2 0 0 , 2 5 0 , 5 0 0 e 1 0 0 0 m L, p ip e ta s d vo lu m é tric a se 1 , 2 , 5 , 1 0 , d 2 5 m L, funil p a r afiltra ç ã o , o d e e n s a iop ip e ta d oa u to m á ticd e 1 0 0 a 2 0 0 μL tub , r o

e de1 a 5 m L co m a s re s p e cvai s p o n te ira s ,é q u re s d e 2 5 , 1 0 0 e 4 0 0 m L e prove t a s t b e g ra d u a d a s d e 2 5 , 5 0 e 2 0 0 m L.
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Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes Clorofórm io Sulfat de sódi anid o o ro Ácido sórb ic o Ácido cloríd rico Dicrom at de o p o tá ssio Bicarb onat o de sódioÁcido sulfúrico Solução-padrão – Pese, com precisão, cerca de 100 mg de ácido sórbico, transfira para um balã volum étric de 1000 mL com pletand o volume com o o o água . Esta solução tem concen- tra çã de 100 μg/mL Re ti e 1 mL d e st soluçã o . r a o e leve p a r um balã volum étric de 50 mL, com pletando volum e E st soluçã a o o o . a o tem concentraçã 2 μg/mL. Retire 5 mL da solução o de a 100 μg/mL e leve p a r um b alã volum étric de 100 mL, com p a o o letando o volume. Esta soluçã tem concen tra o de 5 μg/m L. o çã Soluçã de ácid clorídric (1:1 – Dis s ova 25 mL de ácid cloríd ric em 25 mL o o o ) l o o d e ág ua. Solução de bicarbonato de sódio 0,5 M – Dis solva 4,2 g de bicarbonato de sódio em água, tra n sfir p a r um balã volum étric de 100 mL e com plet o volum a a o o e e com ág ua. Soluçã de dicrom at de p o tá ssi – Pe s 0,49 g de dicrom at de p o tá ssi e d isso l o o o e o o va em balão volumétrico de 1000 mL, com aproximadamente 500 mL de água. Adicione 8 mL de ácid sulfúric e com plet o volum com ág ua. o o e e Solução de ácido tiobarbitúrico a 0,5% m/v – Dis solva 0,5 g de ácido tiobarbitúrico em água, aquecendo em banho-maria para dis solver, esfrie, transfira para um balão volumétrico de 100 mL e com p let o volum e Pre p a na hor de u sa e . re a r. Procedim ent – Pese , com precisão, 5 g da amostra (triture no liqüidificador, o se neces sário), transfira para um balão volumétrico de 250 mL e complete o volume com água. Filtre se neces sário, e pipete 10 mL do filtrado para um funil de separação de 250 mL e extraia, por agitação durante 1 minuto, com duas porções de 40 mL de clorofórmio (pode-se aumentar para 4 extrações de 25 mL, se neces sário). Recolha a fase clorofórmica em balão volumétrico de 100 mL ou outro de volume adequado, pas sando por um funil com sulfato de

sódio anidro. Completeovolumecomclorofórmio.Pipete25mLdestasoluçãoparaumfunildesepara çãode 250 mL e e x tra i com 15 mL de soluçã de bicarbonatde sódi 0,5 M, agitand a o o o o durante 1 minuto, despreze a fase clorofórmica e transfira quantitativamente a fase aquosa para um balã volum étric de 25 mL (p o d ee aum entap a r 4 e x tra ç õ e 20 o o -s r a s de mL, se n e c e s s á rio ;
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nes se caso, receba o extratos em um balão volumétrico de 100 mL). Adicione ácido clorídrico 1:1 cuidadosam e nt té q ue a soluçã fiq u ácid e com p le t o volum com e a o e a e e água Pip e e 2 mL p a r um tubo de e n s a i contend 2 mL de solu çã su lfú ric . t a o o o a de dicrom at de p o tá ssi Cubra os tubos com parafilme e coloque-os em um o o. banho de água fervente, por 5 minutos. Retire-os e, imediatamente, adicione 2 mL de solução de ácido tiobarbitúrico, cobrindo-os novam ent com pa ra film. e e Coloqu os tubo de e n s a i novam ent em um banh de á g uafervente, durante e s o e o 10 minutos. Retire os tubos e deixe esfriar. Faça um branco usando 2 mL de á g u em lu ga da a m o straLe a a a b sorb â n ci 530 nm e com pae com uma a r . i aa r curva -padrã obtid n as m e sms co n diçõeda a n á lise . o a a s Curva -p a d rã – Re ti e com pipetado autom áticoporç õ e de 0,5; 1; 1,5 e 2 mL o r r , s da s o lu çã o padrã a 2 μg/mL p a r 4 tubo de e n s a i e ad icion 1,5; 1; 0,5 e 0 o a s o e mL de água re s p e cti , - vamente. Estas soluções contêm 1, 2, 3 e 4 μg de ácido sórbico, pela ordem. Retire, com pipetador automático, porções de 1; 1,2; 1,4; 1,6; 1,8 e 2 mL da solução a 5 μg/mL para 6 tubos de ensaio e adicione 1; 0,8; 0,6; 0,4; 0,2 e 0 mL de água respectivamente. Estas s o lu ç õse contê 5, 6, 7, 8, 9 e 10 μg de ácid só rb ico m o , p e a ordem. Pro ce d a de term inação l a como d e sc rit acim a Constua o g rá fic o . r o a b so rb ânaci μg ácid sórbico/ mL soluçã. x o 6 o No ta a p ó a e x tra ço do analito p o d e e tam bé fazer a quantificaçã por : s ã , -s m o m ei d e leitur dire ta a 254 nm da soluçã a q u oa final utilizand como o a o s , o branc uma soluçã d e bicarbonato de sódio. Outro modo de determinar o o o ácido sórbico seria a extração deste por a rra s t de va po (com d e sc rit no e r o o m étod 083/IV recolhe nd o d estilao e levando e s te o ), o d a um volum definidose n e c e s s á ri pro ce d a determ inaçã e , oe a o como d e sc rit o acim a. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: TO s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo IMESP, 3. ed. 1985 s e .s : , . p. 103. 086/I Corante artificiai – Identificaçã por crom atografi em papel V s s o a Material Balança analítica, papel Whatman nº 1, cuba cromatográfica, balão volumétrico de 100

mL e ca p ilaes de vidro. r Rea g e n tes Citrat de sódio o Hidróxido de am ônio
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Capítulo V - Aditivos

n -Butanol Á lcool So lu çõ e s-p a d rã Pre p a as s o lu ç õsea q u o sade pad es d os c o ra n tea 1% m /v. o– re s rõ s Fase móvel (Solvente A) – Pese 2 g de citrato de sódio, transfira para um balão volumétrico de 100 mL, adicione 20 mL de hidróxido de amônio e complete o volume com água. Fa se móvel (Solve n t B) – n -b u ta n o l-á lc o o l-á g u a -h id de amôni e róxido o (50:25:25:10). Procedim ent – Prepare soluções aquosas das amostras a 1%. Sobre uma folha o de papel Whatman nº 1, a 2 cm da extremidade, em pontos distantes 2 cm uns dos outros, aplique com um tubo capilar as soluções das amostras e dos respectivos padrões dos corantes. De s e nolva o crom atogramcom o s o ve n t A ou B. O va lor de Rf e a co lo ra çã da v a l e o m ancha evem s er idê ntico a os do padrã A v isu a liza o da m anch tam bé d s o. çã a m pod s er fe it à luz ultravioleta, onde tem-se melhor nitidez dos contornos e, em e a certos casos, de algumas m ancha que não fora v is ta no e x a m dire to. s m s e No ta os cromatogramas feitos com os solventes A e B não levam sempre ao : mesmo resultado. A lg un c o ra n temuda inteiram entos va lores de Rf de um p a r s s m e a outro solvente e outros se mostram mais puros em solvente A que em solvente B. O cromatograma com solvente A é o m ai u sad por s er m ai rápido a p e sad os contorno d as m ancha não s erem s o s , r s s muito pre c is o. sOutros s o ve n te tam b pode s er u sa d s como m ostr a Tabel 1. l s ém m o a a Tabel 1 – Rf e absorbância máxima de alguns corantes artificiais a permitidos em alimentos
Corante
B ord e a u x ou S A m a ra n to Eritro s in a A m a lo re cre p ú s c u lo Tartra z in a

C la s s e
Az o X anten o Az o Pir azo lon a

A

Rf no so l e n te v B C D E

F

Ab s. Máx.(nm)
520 (em m e ioác id o ) 525 (em m e ioác id o ) 480 (e m m eioá c id o ) 430 (e m m eioá c id o )

0,62 0,27 0,29 0,14 0,19 0,11 0,21 0,52 0,61 1,00 0,58 0,47 0,73 0,72 0,46 0,28 0,45 0,40 0,91 0,41 0,28 0,12 0,17 0,09

Indigotin a

Indigóid e

0,52 0,27 0,25 0,14 0,20 0,30

285 e 615 (em m e ioác id o )

A = Hidróxido de amô io -á ga (1: 99) n u B = Clore to de sódi a 2% em álcoo a o l 50%

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C = Iso b u ta n o l-á lco o l-á(1:2:1) a gu D = n -Bu ta n o l-á g u a -á cid tic g la cia (20:12:5) o a cé o l E = Iso b u ta n o l-á lco o l-á(3:2:2 e 1 mL de hidróxido de am ôni p a r 99 mL da a gu ) o a m istura anterio r F = Solução de 80 g de fenol em 20 mL de água Re fe n ca biblio fic a rê i grá GAUTIER J.A . MALANGE , ; AU, P. Mis es au Point de Chimi Analytiqu Organiqu e e e – Pharm aceutiqu et Brom atologique ed , Pa ris Ma s s o & Cie. 1964 p. 70, e . 13. . : n , . 71, 91. 087/I Corante artificiai – Identificaçã por esp ecrofotometria V s s o t Material Ba la n ç analíticapHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, balão volumétrico de 100 a , mL , pip et de 1 mL e balã de 2 L. a o Rea g e n tes Ácido a cé tico Acetato de amônio 0,02 M (pH 5,6) – Pese 3,08 g de acetato de amônio e transfira para balã volum étric de 2 L, dilua com ág ua a c e o pH da solu çã o o , rte o p a r 5,6 com ácidoa cé tic e com p le t o volum com água. a o e e Procedim ent – Pe s 0,1 g da amostra e dilua a 100 mL com uma solução de o e acetato de amôni 0,02 M (pH 5,6) Pip e e 1 mL d e sa soluçã e dilua a 100 o . t t o mL com a soluçã d e acetato de amônio 0,02 M. Controle o pH da solução o para 5,6. Trace o espectro do corante no inte rvalo de 200 a 600 nm. Os m áxim s e m ínim o de a b soção s ão bem o s r de finidospo- dendo variar de 2 a 3 nm. Compare com os espectros obtidos nas , mesmas condições para os c o ra n te s -p ao.rã d Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specificationfor genera notices genera analytica techniquesidentificatio s l , l l , n te sts,te s solution and othe re fe n c m aterials Rom e 1991 p. 114 ( t s r re e . , . FNP5/ev.2). r 088/I Corante artificiai – Quantificaçã por esp e ct V s s o rofotom etria Material

Balança analítica, pHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, balões volumétricos de 100, 200
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Capítulo V - Aditivos

e 1000 mL, p ip e ta volu m étricade 1 e 10 mL e fra s o Erlen m yer de 250 mL. s s c e Rea g e n tes Ácido a cé tico Acetato de amônio 0,02 M Acetato de amônio 0,02M (pH 5,6) – Pese 3,08 g de acetato de amônio e transfira para balã volum étric de 2 L, dilua com ág ua a c e o pH da solu çã o o , rte o p a r 5,6 com ácidoa cé tic e com p le t o volum com água. a o e e Procedim ent – Para os corantes amarelo-crepúsculo, tartrazina, indigotina, o bordeaux S, e rit o sin a poncea 4R, verm elh 40 e azo rrubina pre p a so lu ç õsea r , u o , re 0,001 em a ce ta to % de am ôni 0,02 M (pH 5,6) Pa ra os c o ra n te a zu l-b rilh an te a zu l-p a te n te o . s e , pre p a um a solu çã a 0,0005 em a c e taot de amôni 0,02 M (pH 5,6) Pa ra o re o % o . co ra net verd e -s ó lidFCF, pese com precisão, de 50 a 75 mg do corante, transfira o para um balão volumétrico de 1 L, dis solva e complete o volume com água. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância no comprimento de máxima absorção do corante a ser medido, utilizando a solução de acetato de amônio como branco e cubetas de 1 cm. Meça no comprimento de onda de a b s oção m áxim no v isve l, indicad na r a í o Tabel 2, a absorbância das soluções de corantes. Para o corante verde sólido a FCF, pipete 10 mL da solução anterior para um frasco Erlen m yer de 250 mL, e contend 90 mL de a c e ta t de amôni 0,04 M, m istu bem e fa ç a o o o re a leitua a 625 nm. Calcul a co n cen traçã ca d co ra net utilizand o va lor da r e o de a o a b sotividade r ). ( Cálculos

A = a b so rb â n ci solu çã da a m ostra a da o C = concentra o da solu çã da a m o str (g/10 çã o a 0 mL) Pa ra o verd e -s ó lid FCF: o

A = absorbância da solução da amostra

a = a b sotividade r P = p e s da am o str em g o a
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Tabel 2 - C a ra c te rís tice s p e c t a s a rofotom étrica alg u n c o ra n te s s de s Colour Ind e x
15 98 5 19 14 0 42 90 0 73 01 5 42 05 1 42 05 3 16 18 5 45 43 0 16 25 5 16 03 5 14 72 0

C orantes
A m a lo -c p ú s c u lo re re Tartra zin a Az u l-b rilh a n te Ind ig otin a Az u l-p a te n V te Verd e -s ó lidFCF o B ord e a u x ou a m a ra n to S Eritro s in a Po n c e a u ou N c o c in a 4R Ve rm e lh o 40 Azo rrubinaou c a rm o is in a

INS *
11 0 10 2 13 3 13 2 13 1 14 3 12 3 12 7 12 4 12 9 12 2

no máximo do v isí e l v
5 64 ,1 5 36 ,6 1 6 4 0 ,0 4 49 ,3 2089 ** 4 36 ,0 1 1 3 0 ,0 4 42 ,5 5 36 ,0 5 18 ,6

Ab so rção m áxim a no v isí e l v (nm) 1 48
42 6 63 0 61 0 64 0 62 5 51 9 52 4 50 7 50 5 51 5

*Sistem Inte rnaciona Num e ração a l de **Pa ra o verd e -só lid FCF, a a b sotividad é de 0,15 m g/L/cm . o r e 6 Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX Food Chem ical Codex 4. ed., S s . Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 142, 773. n l c s . GAUTIER, J.A . MALANGEAU, P. Mises au Point de Chimie Analytique ; Organique – Pharm aceutiqu et Bromatologique13. ed., Paris: Mas son & Cie., e . 1964 p. 70, 71, 91. . 089/I Corante artificiai – Quantificaçã por titulaçã com cloreto de titânio V s s o o A porcentagem de corante puro pode muitas vezes ser determinada pela titulação com clore to de titânio u s a n d oe-suma solu ção -tamo ã , p adeq uadaNa . m aiori d os c a s o,s a própri a m ostr s erve como indicado v is o q ue no pont a a a r, t o fina o co re a d e sc o lo rao d a solu çã. Se a a m o str co nti uma m istur de doi l çã o a ver a s ou três co ra n te sé n e c e s sá riuma s e p -a ra çã por crom ato g rafi a n te de se , a o a s e fe tur a titulaçã. a o Material Ba la n ç analíticaa p a a , relho de Kipp p a r g e ra de CO2 e H2 , agitador, balão de a r 2000 mL, fra sc Erlenm yer de 500 mL, prove ta de 25 e 50 mL e bure ta de 50 o e s

mL.
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Capítulo V - Aditivos

Reagentes Solução de tricloreto de titânio 0,1 M – Misture 200 mL de solução de tricloreto de titânio com ecial a 15% com 150 mL de ácid cloríd ric Ferva a r o o. m istur durant 2 m inuto e re s fri em á g u fria Adicion ág u a té com pleta a e s e a . e a r 2000 mL. Mistu bem e borbulh CO2 re e ou N2 na solução por uma hora. Antes de padronizar, mantenha a solução sob atmosfera de hidrogêni por pel m eno 16 h o ra usand um a p a o o s s o relho g e ra droKipp. Padronização da solução de tricloreto de titânio – Transfira 3 g de sulfato duplo de ferro e amônio para um frasco Erlenmeyer de 500 mL. Introduza uma corrente de gás carbônico. Adicione 50 mL de água recentemente fervida e 25 mL de ácido sulfúrico 5 M. Adicione, rapidamente, com auxílio de uma bureta, 30 mL de solução de dicromato de potás sio 0,0167 M (não interom p a c o r e n t de CO2). Tra n sfir a solu çã de triclo to de r a e a o re titâni p a r um a bure ta e coloqu rap idam entno fra s o Erlenm yer a té pouc o a e e c e o acim do pont de v ira g em Adicion rapid am ent 5 mL de tiocianat de a o . e e o amôni a 20% e com plet a titulaçã a té que o e o desapareça a coloração vermelha e a solução permaneça verde. Efetue uma determinação em branc com 3 g de su lfao dupl de fe r o e am ônio utilizand as o t o , o m e sms q uantid ad es a de água, ácido e solução de tiocianato de amônio e pas se uma corrente contínua de gás carbônic na soluçã. o o Cálculo

A = mL da soluçã de dicrom at de p o tá ssi 0,016 M adicionado o o o 7 f = fa to da soluçã de dicrom at de p o tá ssi 0,016 M adicionado r o o o 7 V = mL (corrigid)oda soluçã de triclo to de titâni g a so na titulação o re o t Procedim ent – O a p a lh o p a ra d e te rm in a çã d o te o r d e c o ra n tep o r o re o titu la ç ã oco m TiCl3 (Figura 1) c o n s is t e e um fr a s c od e e s to c a g e m ) d o d (A titu la n teTiCl3 m antido s o b a tm o s fe ra e hidro g ê n io ,prod uzid o p o r um a d a p a lh o g e r a d od e Kipp, um fr a s c o n m ye r (B ), e q uip a d o m um a fo n te re r Erle e co d e CO2 ou N2 , p a ram a n te ra a tm o s fe ra erte , o n de a re a ç ã o e re a liz a ráum in s ; a g ita d o r um a bure ta (C). Pe s e a q u a n tid a d e a a m o s tra e a c o e d d rdo co m a Ta b e la3. Tr a n s ra para um frasco Erlenmeyer de 500 mL, com auxílio de 150 fi mL de água. Adicione 1 0 g d e c itra to e s ó d ioou 1 5 g d e b ita ra to d rta d e só d io(Ta be la3). Titu lecom a solução-padrão de cloreto de titânio sem

interromper a co r e n t de CO2 e o aquecim ent e o.

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Figura 1 – Ap arelho p a r de term inaçã te o de co ra net por titulaçã com a o do r o TiCl3 Cálculo

A = mL (corrigid)ode so lu çã o -p a d rã c lore to de titâni g a st na titulação o de o o D = peso (em g) do corante equivalente a 1 mL da solução-padrão de cloreto de titânio 0,1 M ( Tabel 3) a f = fa to da so lu çã o -p a d rã c lore to de titâni 0,1 M r o de o P = peso da amostra

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Capítulo V - Aditivos

Tabel 3 - Titulaçã com clore to de titânio a o Corante
A m a lo -c p ú s c u lo re re Tartra zin a B ord e a u x ou a m a ra n to S Po n c e a u 4R Ve rm e lh o 40 Azo rrubina Az u l-b rilh a n te Ind ig otin a Az u l-p a te n V te

nº de g do Ma s s aem g da Adicionar co ra nte am ostra a s e r 15 - 10 g * equi a le n te a 1 v u sa d a na mL da so lu çã o titulação 0 ,5 – 0 ,6 C itrato pa d rã o d 13 1 0 ,01 e TiCl3
0 ,6 – 0 ,7 – 0 ,7 – 0 ,5 – 0 ,5 – 1 ,8 – 1 ,0 – 1 ,3 – 1 ,9 – 0 ,7 0 ,8 0 ,8 0 ,6 0 ,6 1 ,9 1 ,1 1 ,4 2 ,0 Bitarta ra to C itrato C itrato Bitarta ra to Bitarta ra to Bitarta ra to Bitarta ra to Bitarta ra to Bitarta ra to 0 ,01 35 6 0 ,01 51 1 0 ,01 57 8 0 ,01 24 1 0 ,01 25 6 0 ,03 96 5 0 ,02 33 2 0 ,02 89 8 0 ,04 04 5

*15 g, se for bita rao ou 10 g, se for citrat . rta t o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX Food Chem ical Codex 4th ed., S s . Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 142, 77 3-7 74 . n l c s . JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specificationfor genera notices genera analytica techniquesidentificatio s l , l l , n te sts, s solution and othe re fe c m aterialsRome, 1991 p. 116-118. te t s r ren e . . ASSOCI TION OF OFFICIA ANALYTICAL CHEMISTS. Officia m ethod of A L l s analysi of the Associati of Officia AnalyticaChem ists16th, Arlington: s o l l . A.O.A.C., 1996 c h a p te 46. p. 10, 11 (m etho 950.61). , r d JOINTFAO/WHOEXPERTCOMMITTEEONFOODADDITTIVES .Compendium of food additti sp e cifica tio. n s e 1992 p. 37, 71, 176, 219, 639, 783, 1051 ve Rom , , , 1141, 1463 1483. , 090/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de eritrosina por gravim etria o O procedimento gravimétrico simples permite somente a determinação da eritrosina na m a téria -p rim co ra net puro. a do

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Material Balança analítica, estufa, béquer de 400 mL, pipeta de 5 mL, placa filtrante. provetas de 10 e 50 mL, d e ss e c ard com sílic g el ou clore to de cá lci anid e b a stã de vidro. o a o ro o Rea g e n tes Ácido nítric (1 + 1 9 ) o Ácido nítric o (1+ 17 9) Procedim ent – Estabilize a temperatura da estufa para 135°C. Pese 0,25 g da o amostra e transfira com auxílio de 100 mL de água para um béquer de 400 mL. Adicione 5 mL de ácido nítrico (1 + 19), agite com um bastão de vidro, filtre em placa filtrante previamente aquecida em estufa a 135°C, resfriada em des secador e pesada. Lave o béquer e a placa com 50 mL de ácido nítrico (1 + 179) e depois com 10 mL de água, evitando que o precipitado seque. Seque, aqueça em estufa a 135°C, resfrie em des secador e pese. Repita as operações de aquecim ente resfria m eo t té p e s co n sta n te. o na o Cálculo

N = g da su b stâ na precipitad a ci P = g da a m o stra Re fe n ca Bib lio gá fic a rê i r JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Compendiu of Food Additive Specifications m . Rome , 1992 p. 573. . 091/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de substânciainsolú is em água o s ve Material Estufa, balança analítica, béquer de 250 mL, proveta de 200 mL, placa filtrante e des secador com sílic g el ou clore to de cá lci anid a o ro. Procedim ent – E sta b ili a tem p eratu r e s tua p a r 135°C Pe s 5 g da a m o stra o ze a da f a . e ,

tra n s-fi ra p a r um b éq u r de 250 mL, com auxíli de 200 mL de á g u q u ene (8 0-9 0)°C a e o a t . A g it p a rad iss o l o co ra net e d e xe e s friaa so lu çã à tem p era tu r bienteFiltre a e ver i r o a am . so lu çã a tra s o vé
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Capítulo V - Aditivos

de uma p la c filtra ne (poro sid a e 4), pre v ia m e n ta q u ecid a 135°C por 1 hora a t d e a , , re s fria d a em d e s se c ard e p e s a d.aLave com á g u fria a té as á g u a de lava g e se to rn a o a s m rem incoloe s .Se q u o filtro com o resíd u ,oa q u ea em e s tua a 135°C re s fr i em r e ç f , e d e s se c ard e p e s e . o Cálculo

N = nº de g de s u b stâ n cia s insolú is em á g ua ve P = nº de g da a m o stra Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specifications for general notices, general analytical techniques, identifications tests, te s solution and othe re fe n c m aterialsRom e 1991 t s r re e . , . p. 132. 092/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de substânciavolátei a o s s 135°CMaterial Estu fa b alana analíticap e s a -filt com tam p e d e s se c ard com sílic g el ou , ç , ro a o a c lore to d e cá lci anid o ro Procedim ent – Estabilize a temperatura da estufa para 135°C. Pese 5 g da o amostra em um pesa-filtro com tampa esmerilhada, previamente aquecido em estufa a 135°C, por 1 hora re s friao em d e s se c ard a té a tem p eratu ram bient e , d o a e p e s a o. Aq u e ç a 135°C por d a , 12 horas. Resfrie em des secador até à temperatura ambiente e pese. Repita as operações de aquecim ente resfriam en t té p e s c on sta n te . o oa o Cálculo

N = p erda de p e s em g o P = nº g da am o stra Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to .

specifications for general notices, general analytical techniques, identifications tests,
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Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

te s solution and othe re fe c m aterialsRom e 1991 p. 1 31 -13 2. t s r ren e . , . 093/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de sulfatos o Material Mufla ,b a la n ç a n a lític ap a p e ld e filtro, fr asco Erlenmeyer de 2 50 mL, proveta a , de 1 00 m L, b a lã vo lu m é tric de 2 00 m L, p ip ea de 1 00 m L, b é q u r de 6 00 o o t e m L, proveta de 3 00 mL, pipeta graduada de 20 mL, pipeta graduada de 2 mL e cadinho d e p orc e la na. Rea g e n tes Clore to de sódi ise no de s u lfa to s o t Soluçã sa tu raa de clore to de o d sódioÁcido cloríd rico Soluçã de c lore to de bári 0,12 M o o 5 Procedim ent – E s ta b ili a te m p e ra tu raa m uflap a ra50 0°C .Pe s e5 g d a o ze d a m o s tra e tr a n s fira a raum fr a s c o p Erle n m ye r d e 2 5 0 m L, co m a u x íliod e 1 0 0 mL d e e á g u a . u e ç ae m b a n h o -m a riad ic io n e 5 g d e c lore to d e sódio, isento de Aq a, 3 sulfatos, tampe o frasco Erlenmeyer e agite em intervalos freqüentes, durante 1 hora. Esfrie, transfira com auxílio de solução saturada de cloreto de sódio para um balão volumétrico de 2 00 mL e c o m p le t o vo lu m e A g ite d e xe em re p o u o p or a lg u m s h o r a .s e . , i s a Filtre a solução a tra s d e p a p e ld e filtro s e c oe tra n s fira 00 mL do filtra d o , vé 1 com a u xíliod e um a p ip e ta ,p a ra um b é q u e rd e 6 00 mL, dilua a té 3 00 mL com á g u a e a c id u lecom ácid o c lo ríd ric o ad icion and o mL e m exc e s o. , 1 s Aq u e ç aa s o lu çã o té e b u liç ã o a d i- c io n eum exc e s s o e s o lu çã o e c lore to d e a e d d b ário 0 ,12 5 M, g o ta a g o ta , com a g ita çã. De ixe re p o u s a r m istu ras o b o a re um a p la c a q u e n ted u ra n te4 h o ra sou d e xe po r um a n oite à te m p e ra tu ra i a m b ie n te . p a p or filtra ç ã oo s u lfa tod e bá rio , lave com á g u a q u e n tee Se re c a lc in e p a p e ld e filtro com o re síd u oe m um cadinh opre v ia m e n te q u ecid o o a e m m ufla a 500°C,re s fr ia d o m um d e s s e c a d a té a te m p e ra tu ram b ie n te e or a e p e s a o. L eve o cad inhocom a s u b s tâ n cia m ufla a 500°C, po r um a h o ra. d à Re s fr ie m d e s s e c a d e r e s e . e op

Cálculo

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Capítulo V - Aditivos

N = nº de g de su lfao de bário t S = nº de g da a m o str usa d na precipitaçã o a o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU TO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: s o Mé to dso q u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo: IMESP, 3. ed., 1985 s e .s . p. 410. 094/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de cloreto s o Material Potenciôm ro, e le rodo A g+/AgCl, balança analítica, béquer de 4 00 mL, proveta et t de 2 00 m L, p ip e a g ra d u aa de 1 mL e b ure ta de 25 m L. t d Rea g e n tes Nitrato de prata 0,1 M Ácido nítrico Proce dim e nt– Pese 0,5 g da amostra. Transfira p a a um b é q urede 4 00 m L, c om o r a u x íli d e o 2 00 mL de água. Adicione 1 mL de ácid nítric . Titu e com so lu çã de n itrat de o o l o o p raa 0,1 M. t Cálculo

V = nº de mL de soluçã de nitrat de p ra a 0,1 M g a st na titulação o o t o f = fa to da soluçã de nitrat de p ra a r o o t 0,1 M P = nº de g da a m o stra Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specifications for general notices, general analytical techniques, identifications tests, te s solution and othe re fe n c m aterialsRom e 1991 t s r re e . , .

p. 129.

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Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

095/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã de corante subsidiários o s C o ra n te su b sid iá rio de finido como a q u e le c o ra n teque s ão os s s são s s s subp rodutos do proces so de fabricação do corante principal. Qualquer outro corante, que não o principal e s e u su b sid iá rio s ão co n sid e ra s oa d u lte ra nstecu j pre s e na é usualm ent s , s d a ç e d e te ctaad em cromatogramas usados para determinar corantes subsidiários. Os corantes subsidiários são se p a ra d o do co ra net principa por crom a tog ra fi s l a a sc e n d ee t pap el. n em Material Balança analítica, papel Whatman nº 1, sílica gel, balão volumétrico de 100 mL, cuba crom ato g ráfic m icro ss e rin g a 5 ou 10 μL. ae s de Rea g e n tes Hidróxido de amônio Citrat o trissó d ico nButanol Álcool 2 -Butanona Aceto n a Ácido ac ético glacial Acetonitrila Á lcoo isoam ílico l Meti eti ce to n a l l Fa s e móve is : s 1. á g u a -a m ô n ia -citra t d o (95:5:2) o trissó ic 2. n -b u ta n o l-á g u a -á lc oróxido de am ôni (600:264:135:6) o l-h id o 3. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á g u (7:3:3) 4. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á gróxidoid amôni (700:300:300:2) u a -h de o 5. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á gróxidoid amôni (700:160:300:2) u a -h de o 6. n -b u ta n o l-á o a cé tic g la c ia l-á a u cid o g (4:1:5) A g it por 2 m inutos d e xe s e p a ra . e , i r a scamadas e use a camada superior como fase móvel 7. a c e to n itrila -á lciso a m ílico -ml e til c e to n a -á g u aróxido de am ôni l oo e ti -h id o (50 :5 0:15 :10 :5 ) Procedim ent – Prepare soluções aquosas das amostras a 1% m/v. Dilua em o

água de acordo com o limite legal permitido para cada corante. Sobre uma folha de papel Whatman nº 1 ou sobre a placa de sílica gel no caso do corante verde sólido, aplique, com uma micros seringa, 2 μL das soluções de corantes a 1% e as respectivas soluções diluídas, conforme o limite
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Capítulo V - Aditivos

legal estabelecido para corantes subsidiários. Desenvolva o cromatograma com o solvente a propriad p a r ca d co ra n teconform Tabel 4. o a a , e a Tabel 4 – Altura ou tempo neces sário para o desenvolvimento de corantes em a respectivas fa s s móve is e Corante
Ve rm e lh o 40 B ord e a u x (Am aranto) S Az u l-b rilh a n te Eritro s in a Verd e -s ó lid o Az u l-in d ig o tin a A m a lo - trtra z in a re a A m a lo -re p ú s c u lo re c Azo rrubina(c a rm o isin a ) Az u l- p a te n te Po n c e a u 4R

Fa s e móve l
4 3 4 5 7 3 4 4 4 2 3

Altura ou tem po
17 cm 17 cm 20 h 17 cm o to po d a p la c a CCD - s ílic ag e la té 17 cm 12 cm 17 cm 17 cm 17 cm 17 cm

A m anch do co ra net su b sidiáo da solu çã a 1% d eve s er m eno do q ue a a ri o r m anch prina cip a da solu çã diluída. l o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specificationfor genera notices genera analytica techniquesidentificatio s l , l l , n te sts, s solution and othe re fe c m aterialsRome, 1991 p.122. te t s r ren e . . JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Guide to . specificationfor genera notices genera analytica techniquesidentificatio s l , l l , n te sts,te s solution and othe re fe n c m aterial . Rome , 1992 p. 37, 71, t s r re e s . 176, 219, 641, 785, 1051 1141 1463 1482. , , , 096/I Corante artificiai – De te V s s rminaçã quantitati de m istura de am a lo o va s re cre- púscul e bordeau S o x Este método espectrofotométrico é aplicado para determinação das misturas dos c o ra n te artificia is am a lo -c s : re repú scu l e bord e a u S e b a s e ia -sna o x e

aditividadd as a b so- r â n cia d os c o ra n te s. e b s

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Material Ba la n ç analíticapHm eto, e s p e c t a , r rofotôm et UV/VIS balã volum étric de 100 ro , o o mL, balã volum étric de 2000 mL e p ip e ta volum étricas. o o s Rea g e n tes Ácido a cé tico Acetato de amônio 0,02 M – Pese 3,08 g de acetato de amônio e transfira para balão volumétrico de 2000 mL, dilua com água, acerte o pH da solução para 5,6 com ácido a cé tic e com p le t o volum com água. o e e Procedim ent – Pese uma quantidade adequada da amostra e faça as diluições o neces sárias em a ce ta t de amôni 0,02 M, de form a ob te leitua n os o o a r r com prim ento de onda d e se jados. A solução final deverá estar em balão s volumétrico de 100 mL. Para amostras contendo am a lo crep úscul e bord e a u re o x S, fa ç a leitua em 481 nm e 519 nm (As le itu ra n e s tecomprimentos de onda a r s s correspondem à absorção do amarelo crepúsculo mais a absorção do bord e a u S). x

Tabel 5 – Va lores de dos corantes amarelo-crepúsculo e bordeaux S, nos comprimentos a de onda 481 e 519 nm Corante λ (nm)
A m a lo -re p ú s c u lo re c A m a lo -re p ú s c u lo re c B ord e a u x S B ord e a u x S 481 519 481 519 5 33,3 3 25,0 2 91,3 4 38,2

Cálculo Utilize o va lor de obtidos para estes corantes nos comprimentos de onda de 481 nm e 519 nm na eq u açã de Lam bet-Be er (Tabel 5). o r a

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Capítulo V - Aditivos

Re fe n ca rê i b ib lio rá fic a g YABIKU H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A. M. S. Determ in açãquantitati , o va de m istu ra de co ra n te artificia is Boletim do Institut Adolfo Lutz, ano 6, n. 1, s s . o p. 1 4 -1 , 1996. 9 097/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de indigotina e bordeau S x Procedim ent – Pa ra a m o stracontend indigotin e bord e a u S, fa ç as le itu ra o s o a x a s d as ab- sorbâncias em 519 nm e 610 nm. (A leitura a 519 nm, corresponderá à absorção do corante indigotin m ai a do bord e a u S e a 610 nm so m e n t a do a s x e co ra net indigotina). Tabel 6 – Va lores de a d e onda 519 e 610 nm Corante
B ord e a u x S B ord e a u x S Indigotin a

d os c o ra n tebord e a u S e indigotinan os com prim ento s x , s

λ (nm)
519 610 519 610 438,2 -----060,0 447,4

Cálculo Utilize os va lores de obtido p a r e s te c o ra n ten os com prim ento onda de 519 nm s a s s s de e 610 nm na eq u açã de Lam bet Be er. o r

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Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A .M. S. Determ in açãquantitati , o va d e m istu ra de c o ra n teartific ia isBoletim do Institut Adolfo Lutz, ano 6, n. s s . o 1, p. 1 4 -1 , 1996. 9 098/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de tartrazina, bordeau S e indigotina x Procedim ent – Pa ra a m o s traco nteno tartra zin,ab ord e a u S e indigotinafa ç a o s d x , a le itua em r 42 6 519 e 610 nm. Em 426 nm, o c ore a a b soção da tartra zin m as bord e a u S, , r a i x em 519 nm a a b soção do b ord e a u m as indigotin e em 610 nm s o m e n t a a b s oção da r x i a e r indigotina.

Tabel 7 – Va lores de a dos corantes tartrazina, bordeaux S e indigotina, nos com prim ento onda 426, 510 e 519 nm s de Corante
Tartra z in a Tartra z in a Tartra zin a B ord e a u x S B ord e a u x S B ord e a u x S In digotina In digotina In digotina

λ (nm)
4 26 5 19 6 10 4 26 5 19 6 10 4 26 5 19 6 10 5 3 4 ,1 ------1 0 0 ,0 4 3 8 ,2 ------0 6 0 ,0 4 4 7 ,4

Cálculo Utilize os va lores de obtido p a r e s te c o ra n ten os com prim ento onda de s a s s s de 426, 519 e 610 nm na eq ua çã de Lam bet Be er (Tabel 7). o r a

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Capítulo V - Aditivos

Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A. M. S. Determ in açãquantitati , o va de m istu ra de co ra n te artificia is Boletim do Institut Adolfo Lutz, ano 6, n. s s . o 1, p. 1 4 -1 , 1996. 9 099/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de tartrazina, indigotin e azul brilhante a Procedim ent – Pa ra m istu ra contend tartra zin , indigotin e a zu l-b rilh a n te ç o s o a a , fa a a sle itu ra da a b so rb â naci 426, 610 e 630 nm. No com prim entde onda 426 s em o nm, o co re a a b soção d os c o ra n tetartra zin e a zu l-b rilh a n te 610 nm a a b s oção da r s a , em r indigotin e a zu l-b rilh ae e em 630, a da indigotin e do azu l-b rilh a n te . a nt a Tabel 8 – Va lores de a d os c o ra n te tartrazin , indigotin e azu brilhanten o s s a a l , com prim ento onda 426, 610 e 630 nm. s de C orante
Tartra zin a Tartra z in a Tartra z in a Ind ig otina Ind ig otina Ind ig otina Az u l-b rilh a n te Az u l-b rilh a n te Az u l-b rilh a n te

λ (nm)
4 26 6 10 6 30 4 26 6 10 6 30 4 26 6 10 6 30 5 34 ,1 -----------4 47 ,4 3 57 ,3 0 62 ,9 10 1 6 ,8 16 5 2 ,0

Cálculo Utilize o va lor de obtido para estes corantes nos comprimentos de onda de 426, 610 e 630 nm na eq u açã de Lam bet-Be er. o r

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Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A .M. S. Determ in açãquantitati , o va d e m istu ra de c o ra n teartific ia isBoletim do Institut Adolfo Lutz, ano 6, n. s s . o 1, p. 1 4 -1 , 1996. 9 100/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de tartrazina e amarelo crepúsculo Procedim ent – Para amostras contendo tatrazina e amarelo-crepúsculo, faça a o leitura em 426 e 481 nm, poi n e s te com prim ento onda o co re a a b s oção d os do s s s s de r i c o ra n te s . Tabel 9 – Va lores de dos corantes tartrazina e amarelo-crepúsculo, nos a comprimentos de onda 426 e 481 nm. Corante
Tartra z in a Tartra z in a A m a lo -re p ú s c u lo re c A m a lo -re p ú s c u lo re c

λ (nm)
426 481 426 481 53 5 17 0 22 1 59 2

Cálculo Utilize os va lores de obtidos para estes corantes nos comprimentos de onda de 426 e 481 nm na eq u açã de Lam bet-Be er. o r

Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g TAKAHASHI, M. Y.; YABIKU, H.Y.; MARSIGLIA, D.A.P. Determinação quantitativa de c o ra n te artificia i em alim entos São Paulo Rev. Inst. Adolfo Lutz, v. s s . , 48,

p. 7-15, 1988 .

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Capítulo V - Aditivos

101/I Teob V romina e cafeín – De te a rminaçã por crom atografilíquid de alta o a a eficiência Este método é aplicado para a determinação de teobromina e cafeína em cacau, produtos de chocolate e aromas à base de cacau. A té cnica utilizada é a cromatografia líquida de alta eficiência, que separa e quantifica a teobromina e a cafeína. Estes dois a lc a ló id e s ão s e p a ra d oem uma colu n de fa s reve r s s s a e a (C18), eluídos com a fase móvel metanol-ácido ac ético-água e detectados por absorção na região do ultravioleta a 280 nm. Material Balança analítica, centrífuga, tubos de c entrífuga de 50 mL, banho-maria, cromatógrafo líquido de alta eficiência com detector DAD ou ultravioleta, coluna analítica de o cta d ecilsila,n8 mm x 10 cm, 5 μm (Lich sp h r 100 R P o ro e 18 ou equi le n te) in te gradr, papel de filtro, nitrogênio para evaporação do va , o solvente, balões volumétricos de 100, 200 e 1000 mL, funi de vidro, prove ta de 50 mL, b éq u ees de 50 e 250 mL, b a s tõse de l s r vidro, frascos Erlenmeyer de 250 mL, pipetas volumétricas de 5 mL, pedras de ebulição e sistema de filtraço de fa s móvel (Millipo ou equi le n te). ã e re va Rea g e n tes Ácido a cé tic g ra o u CLAE Meta n o g ra l u CLAE Á gu u ltra -p u ra a Pa drõ es a n a líticsode te ob rom in e ca fe ín a a Éter de p et óleo (40 r 6 0)°CAce tao de zinco t Ácido a cé tic 0,1 M o Fe rrocian et de o p o tá ssio Soluçã de C ar I – Diss ova 219 g de a ce ta t de zinc em a proxim adam ent o rez l o o e 500 mL de água ultra-pura e 30 mL de ácido ac ético 0,1 M. Transfira para um balão volumétrico de 1000 mL e com plet o volum com ág ua. e e Solução de Carrez II – Dis solva 106 g de ferrocianeto de potás sio em aproximadamente 500 mL de água ultra-pura, transfira quantitativamente para um balão

volumétrico de 1000 mL e com plet o volum com ág ua. e e Fa se móvel – Mistu 200 mL de m etanol790 mL de ág u e 10 mL de ácid re , a o a cé tic. Ho- m og eneí filtre a tra de m e m b ranade 0,45 μm e d e g a se ifiq u e . o ze, vés s

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Solução-padrão de teobromina (250 μg/mL) – Pese, com precisão, 50 mg de teobromina, dis solva em água e aqueça, se neces sário. Transfira a solução para um balão volumétrico de 200 mL e complete o volume com água. So lu çã o -p a d rã trab alh de teo b o de o rom in – Tra n sfir 5 mL da so lu çã o -p a d rã a a o de teo b mina em um balão volumétrico de 100 mL e complete o volume com roágua. Filtre com filtros de 0,45 μm. Solução-padrão de cafeína (500 μg/mL) – Pese com precisão, aproximadamente 100 mg de cafe ín,ad isso l em água Tra n sfir quantitati ent p ar um balã va . a vam e a o volum étric de 200 mL o e complete o volume com água. So lu ç ã o -p a d rã tra b a lh de c a fe ín – Tra n s fir 5 mL da so lu ç ã o -p a o rã ca fe ín o de o a a d de a p a r um b a lã volum étric de 100 mL e co m p le to volum com á g u a Filtre com a o o e e . filtros de 0,45 μm. Procedim ent – Pese, com precisão, em um tubo de centrífu g ad e 5 0 m L, c erc a o d e 0 ,5 g d e a m o s tra e c a c a u 1 g , s e fo r arom a à b a s ed e c a c a u ou 3 g , s e forem d ou , produtos de chocolate (biscoitos, bolos, sorvetes, bebidas lácteas, alimentos achocolatados, etc). Extraia a g ordur adicionand 30 mL de é te de p e t óleo. A g it por 2 m inutos a o r r e . Centrifugu a e 2000 rpm por 10 minutos e decante o solvente. Repita esta extração com mais 30 mL de éter de petróleo. Evapore o solvente residual (pode-se usar uma corrente de nitrogênio ou um banh de á gu q ue nt dento de uma o a e r ca p e laTra n sfir quantitati ente o resíd u ocom auxílio de água quente para ). a vam , um frasco Erlenmeyer de 250 mL contendo várias pedras de ebulição. Adicione água até um volume aproximado de 50 mL. Aqueça 20 minutos a 100°C. Transfira quantitativamente para um balão volumétrico de 100 mL. Esfrie e adicione 5 mL de cada uma das soluções de Carrez I e Carrez II, complete o volume com água e homogeneíze. Filtre descartando os primeiros 20 mL. Use o filtrado para a análise cromatográfica, filtrando-o previamente com filtros de 0,45 μm. Ajuste o comprimento de onda do detector para 280 nm , o fluxo da fase móvel para 1 mL/min e a temperatura do forno a 35°C. Injete 20 μL das soluções-padrão de trabalho de teobromina e cafeína

no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a operação em triplicada de cada padrão para verificar a repetitividade. A diferença não deve ser maior que 2%. In jet 20 μL da a m o str em triplicata. e a Cálculo Calcule o teor de teobromina e cafeína na amostra analisada por meio das áreas dos picos obtido n os crom atogram as. s

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Capítulo V - Aditivos

Cp = concen tra o do padrã de te ob çã o rom ina Ca = concentra o da çã a m o stra = área do pico Aa da a m o stra = área do Ap pico do padrã o

Cp = concen tra o do padrã de ca fe ín a çã o Ca = concentra o da çã a m o stra = área do pico Aa da a m o stra = área do Ap pico do padrã o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU, H. Y.; KIMURA, I. A. Determinação de teobromina e cafeína em cacau e produto de ch oc o la tpor crom ato grafilíquid de a lta e ficiê n cia s e a a . Rev. Inst. Adolfo Lutz, 56(1) p. 5 9 -6 , 1996. , 4 102/IV Corantes naturais – Identificação de antocianinas de cascas de uva Dentre os corantes naturais, as antocianinas (ou enocianinas) são obtidas a partir dos e x tra to de c a s csa de uva. São so lú is em águ e p ertence à c la se s ve a m s de com posto contendouma e s rutur b á s ic de 15 átom o de carbono s t a a s , co nh e cid oco le ti ent como flavonói des. Apresentam-se na forma de líquido, s vam e pó ou pasta de cor vermelho-púrpura com odor c a ra c te rístic o. Material Ba la n ç analíticab éq u ees de 25 mL, prove ta g rad uaa de 50 mL, b alã a , r d o volum étric d e o 100 mL. Rea g e n tes Hidróxido de sódio

Solução de hidróxido de sódio – Pese 4,3 g de NaOH, transfira para um balão volumétrico de 100 mL e com p le t o volum com água. e e
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Procedim ent– Pe s 0,1 g de a m o s tra d ic ioe 50 mL de á g u e a g ite Filtre, se o e ,a n a . n e c e s s o ri áe a d ic ioe so lu ço de hidróxido de só do. A c or ve rm e lh a -p ú rp torrn ae a zu ou verd e n ã i au -s l e s c u ra . No ta outra maneira para identificar antocianinas em cascas de uva é o : aparecimento de um máximo de absorção a 525 nm, na varredura espectrofotométrica na região do visível de uma soluçã pre p a raa de a c o o d rdo com o procedim ent0103/I . o V Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e , , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.612 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 103/I Corante naturai – De te V s s rminaçã da intensidad de cor em o e enocianina por esp e ct s rofotom etria Material Balança analítica, pHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 100 mL, provetas g ra d u a d ade 50 e 100 mL, b a lõ e volum é tricode 100 e 1000 mL. s s s Rea g e n tes Ácido cítrico Fosfato de sódio dibásico Solução-tampão de ácido cítrico/fosfato de sódio dibásico, pH 3 – Misture 79,45 mL de ácido cítrico 0,1 M e 20,55 mL de fosfato de sódio dibásico 0,2 M e ajuste o pH a 3 com uma ou outr solu çã. A solu çã 0,1 M de ácid cítric a o o o o dihidratad conté 21,0 g/L d e C6H8O7.2H2O. A solu çã 0,2 M de fo s fao de o m 1 o t sódi d ibá sic conté 28,4 g/L de Na2H- PO4 ou 35,6 g/L de Na2HPO4.2H2O. o o m 0 Procedim ent – Pe s e com pre c isã,o c erca de 0,1 g de a m o str e ad icion a o , a e solução-tam pã o 3 a té com p le ta100 mL. A ju st o zero do e sp e c t pH r e rofotôm et ro, em unid ads de a b so- rbância a 525 nm, utilizando a solução-tampão como e

branco e cubetas de 1 cm. Meça a absorbância (A) da amostra a 525 nm. Caso a absorbância não esteja entre 0,2 e 0,7, reajuste a m a sa inicial. s
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Capítulo V - Aditivos

Cálculo A = a b so rb â n ci 525 nm aa P= m a ss da a m o str em g a a Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.613 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 104/I Corante naturai – Identificaçã de carmim de cochonilha V s s o O co ra net carmm de cochonilh é a la ca de alumíni ou cálcio-alum o i a o íni obtido a p artir do e x traot a q uo o d os co rp s d e s s e c as od as fê m es de in s e to s o d a s Da c ty lo psiuc o c c u c o sat (C o c csu c a cit L). Seu principal constituinte é o ácido s carmínico (ácido 7-beta-d-gluco piranosil-3,5,6,8-tetra-hidroxi-1-metil-9,10-dioxoantraceno-2-carboxílico), o qual pode ser comercializado na forma de solução (corante natural ácido carmínico) ou na forma de la ca de alumíni ou cálcio-alum o (co ran t natura carmm de o íni e l i cochonilha) co ra n .O te carmim de cochonilha apresenta-se na forma de pó friável, de coloração vermelha ou ve rm e lh a -e sa ou soluçã de co lora ço ve rm e lh a -v io lá.c e a cu r o ã O carmm d eve a pre se n tano mínimo 42% de ácid carm ínicocalcu lao em b a s i r o , d e seca. Material Chap e lé tric,abé qu ees de 25 mL, b a lõ e volum é tricode 100 e 1000 mL, pipea a r s s t g ra du -a da de 1 mL, funil de se p a ra ç ã pip et g rad uaa de 5 mL e prove ta grad u aa de ,o a d d 500 mL. Rea g e n tes Hidróxido de sódi ou hidróxido de p o tá ssio o

Cris ta i de ditionit de sódi - Na2S2O4 s o o Ácido sulfúrico Ácido clorídrico Álcool amílico Éter de petróleo
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Acetato de uranila Soluçã a q u oa de hidróxido de sódi ou hidróxido de p o tá ssi a 10% o s o o Solução aquosa de ácido clorídrico a 10% v/v – Dilua 266 mL de HCl com água em um b alã volum étric de 1000 mL e com plet o volum e. o o e Solução aquosa de acetato de uranila a 5% m/v – Pese 5 g de acetato de uranila, transfira p a r um b alã volum étric de 100 mL e com p le t o volum com água. a o o e e Procedim entos 1 . A lc a lin i leve m e n te a d is p e rs ãa q u o s a a a m o s tra e la a d iç ã od e um a ze um o d p g o ta d e s o lu ç ã o e hidróx id o d e só d ioou h idróx id o d e p o tá s s io 10% . Fo r m a - s e d a um a c o lo ra ç ãv io le ta . o 2. A adição de pequena quantidade de cristais de ditionito de sódio às soluções da amostra, em m ei ácido neuto ou alcalinonão d e s c o r a soluçã. o , r , a o 3. Leve à secura, em banho-maria, uma pequena quantidade da amostra em cápsula de porcelana. Esfrie totalmente e trate o resíduo seco com uma ou duas gotas de ácido sulfúrico concentrado. Não se observa alteração da cor. 4.Transfira uma dispersão aquosa da amostra para um funil de separação, cuja capacidade s e a três vezes o volum da d isp e rs ã Adicion 1/3 do volum j e o. e e (co resp o n d en tao da d isp e- rsão) de solução de ácido clorídrico a 10% v/v e e agite. Adicione álcool amílico de maneira a d obra o volum do conteúd do r e o funil de se p a ra ç ãe a g ite De ixe se p a rae d e s peze a fa s e o . r r aquosa (inferior). Lave a fase amílica 2 a 4 vezes com água para eliminar resíduos de ácido clorídrico. Dilua a fase amílica com igual volume de éter de petróleo e agite. Adicione uma pequena quantidade de água (cerca de 1/6 do volume total). Adicione gota a gota solução de a c e ta t de uranil a 5%, agitand a p ó ca d ad içã Fo rm a e uma co lo ra ço o a o s a o. -s ã verd e -e sm e raa c a ra c te rís tic a fa s in ferio. ld , na e r Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.616 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São ,

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Capítulo V - Aditivos

105/I Corante naturai – De te V s s rminaçã de ácido carmínico em carmim de o cocho nilha Material Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 100 mL, proveta graduada de 100 mL, b a lõ e volum étricode 200 e 500 mL e pipea volum étric de 10 mL. s s t a Rea g e n tes Ácido cloríd ric 2 M o Procedim ent – Dis sova 100 mg do co ra net carmm em 30 mL de ácid o l i o clorídric 2 o M em ebulição. Resfrie e transfira quantitativamente para um balão volumétrico de 1000 mL, complete o volume com água e homogeneíze. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância a 494 nm, utilizando uma solução de ácido clorídrico 2 M como branc e cu b e ta de 1 cm. Me ça a o s a b so rb ânaci a m o str a 494 nm. da a Cálculo

A = a b so rb â n ci a m o str a 494 nm a da a 0,13 = a b so rb â n ci ác. carm ínic numa solu çã contend 100 m g/100 mL. 9 a do o o o 0 Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g SUBCOMMI TEE ON CODEX SPECIFICATIONS ET AL. Second Supplement to T the Food Chem ical Codex 2nd ed., Washington D. C.: National Academy of s , Sciences, 1975 p.1 8 -2 0 . . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.617 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São ,

106/I Corante naturai – Identificaçã de cúrcuma V s s o

A cúrcuma ou a ça frã d as Índ ias é o rizoma da Cúrcum lo n g L. d e s s e c a d o , a a o e pul- verizado. Apresenta coloração amarelo-castanho ou amarelo-castanho-escura e tem como
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princípi a tivo principaa curcum in (um co ra net am a lo -a la ra n ja d o o te o o l a re ) cuj r g era lm en te va ri de 1 a 5% n os produto vendid s com ecialm ente . a s o r Material Placa de toque, pipeta graduada de 5 mL, béquer de 25 mL., banho-maria, papel de filtro, funil de vidro, tubo de ensaio, béquer de 125 mL, proveta graduada de 50 mL e bastão de vidro. Rea g e n tes Ácido sulfúrico Á lcool Ácido bórico Ácid o s ox á licoÁcido a cé tico Procedim entos 1. Acidifiqu levem ent a a m o str em pó, com ácid sulfú ricoa p a ce uma e e a o : re c o lo ra çãve rm e lh a -in te n sa . o 2. A adiçã de álcoo na a m o str em pó, e x tra o co ra net am a lo. o l a i re 3. Ex traa alg um s g ra m s da a m o str com 20 mL de ácid a cé tic em um i a a a o o b éq u e de 125 mL. Agite com um bastão de vidro. Filtre para um tubo de r ensaio e coloque em banho ferve n te por alg un m inutos Uma c o lo ra çã , s . o verm e lh indic a pre s e na de cúrcum a. a a ç Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . TAKAHASHI M. Y.; INOMATA, E.I.; YABIKU H. Y.; GIANNATTASIO, C.M.P. , , Be t a -croteno urucum e cúrcuma em m a s ssa alim en tíciavitam inadacom ovo s. a , s s Rev. do Inst. Adolfo Lutz, 50(1/2) p. 2 5 7 -2 601990. , , 107/I Corante naturai – De te V s s rminaçã do teor de curcumin na cúrcuma o a Material Balança analítica, chapa elétrica, espectrofotômetro UV/VIS, balão de extração

com fundo chat de 100 mL e junt esm erilh a , co n d ensad o b o la de 30 a o a da r de s 40 cm com junt e s- m erilhadab éq u e de 25 mL, b a lõ e volum é tricode 100 e a , r s s 250 mL, pip et volum étric d e a a
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Capítulo V - Aditivos

20 mL e prove ta g ra d u ad de 50 mL. a Rea ge n te Á lcool Procedim ento– Pese, com precisão, cerca de 0,1 g de cúrcuma em pó e pas se s com auxílio de álcoo p ar um fra sc de e x tra çã Adicion c erca de 30 mL de álcoo e re flu l a o o. e l xe por du a hos ras e m eia E sfri o fra sc e filtre quantitati ent p ar um balã volum étric de . e o vam e a o o 100 mL. Com plet o volum com álcool Pip e e 20 mL d e se e x traot p a r um e e . t t a b alã volum étric d e o o 250 mL e com p let o volum com álcool A ju st o zero do e s p e c t e e . e rofotôm et em ro, unidades de a b sorb â n ci 425 nm, utilizand álcoo como branc e c u b e ta de 1 cm. Me ça aa o l o s a a b so- r bânci da a m o str a 425 nm. a a Cálculo C alcul o te o de curcum in usand o va lor de a b sotivid ad e r a o r e Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.624 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 108/I Corante naturai – Identificaçã de curcumina V s s o A curcum in em pó é obtid por e x tra ço d os rizom a da Cúrcu m lo n g L. a a ã s a a com solventes e posterior purificação do extrato por cristalização. Pos sui coloração de alaranjada à amarela e deve conter no mínimo 90% de pureza. É insolúvel em água e em éter e solúvel em álcoo e ácid a cé tic g la cia l. l o o Material Pip e ta g ra d u a d ade 10 mL, béq u e de 25 mL e b a stã de vidro. s s r o = 1607.

Rea g e n tes Á lcool
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Ácido sulfúrico Procedim ento Dis solva a amostra em álcool e observe a cor amarela e a fluoresc ência esverdeada. Adicione ácid sulfúric e ve rifiq u a form açã de in te na co lo ra çã carm esim . o o e o s o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . 109/IV Corantes naturais – Identificação de curcumina por cromatografia em camada delgada Material Ba la na a n a lític a la cs de c e lu lo sm ic c rista linde 0 ,1 m m, câ m a r u ltra v io le tau b ç ,p a e ro a a ,c a d e v idro p a a cro m a to g ra,fia r prove ta g ra d u a s a 1 00 m L, p ip ea g ra d u a dde 1 mL e s d de t a b é q ure d e 5 m L. Rea g e n tes Álcool a 95% 3 -Me til-1 -b u ta n o l Hidróxido de amônio Fa se móve l: 3 -m e til-1 -b u ta n ol:á lc oo l:á g u a :h id amôni (4:4:2:1). róxido de o Procedim ent – Sature a cub de vidro com a fa s móve l. Pe s 0,01 g da o a e e a m o str e adi cio n 1 mL de álcoo a 95%. Apliqu 5 μL da soluçã da am o str a e l e o a na p la c de c e lu lo se icro crista lin de 0,1 mm. Coloqu a p la c na cub de a m a e a a vidro e d e xe c o r er c erca de 15 cm . Exam in à luz do dia e sob luz u ltra v io le:ta i e três m ancha am a la a p a ce ent e Rf 0,2 e s re s re m r 0,4, à luz do dia e m ancha com Rf c erca de 0,6 e 0,8 a p a c e sob luz u ltra v io leta s re m ; to d a a s s m ancha apre se n ta d istin ta fluo s c ê n csia a la sob luz u ltrav ioleta. s m s re am re s

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Capítulo V - Aditivos

Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . 110/I Corante naturai – De te V s s rminaçã do teor de curcumina o Material Ba la n ç analíticae sp e c t a , rofotôm et UV/VIS b a lõ s volum étricode 100 e 200 mL, ro , e s pipe ta volum étric de 1 mL, b éq ue de 10 mL. a r Rea ge n te Á lcool Procedim ent – Pe s e com pre c isã,oc erca de 0,08 g da a m o stratra n sfir p a r um o , , a a b a- lão volum étric de 200 mL, com auxíli de álcool a g it p a r d is so l e o o , e a ver com ple te o volum com o m esm s o ve n te Pip e e 1 mL p a r um b alã volum étric e o l . t a o o de 100 mL e com p let o volum com álcool A ju st o zero do e s p e c t e e . e rofotôm et ro, em unidades de absorbância a 425 nm, utilizando álcool como branco e cubetas de 1 cm. Me ça a a b so rb â n ci a m ostr a 425 nm. a da a Cálculo C a lc u l o te o de m a téa c o ra n tto ta na a m o s tra s a n o o va lo de a b s rtiv id ae = e r ri e l ,u d r o d 1607. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.624 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São ,

111/I Corante naturai – Identificaçã de urucum lipossolúel V s s o v Ex tra to de urucum s ão os produto o le o ss (urucum lip ossolú l) ou s s o ve a lca lins (uru- cum hidros solúvel) obtidos por remoção da camada externa das o sementes da árvore de urucum (Bixa ore lla n L). Também pode-se encontrar o a pigmento bruto na forma de pó, de
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c o lo ra çã ve rm e lh a -e s c,uobtid p e a e x tra ço m ecânic d as se m e n te O e x traot de o ra o l ã a .s urucum lipos solúvel, de cor vermelha a castanho-avermelhada, contém diversos componentes colo rido sse n d o principaa bixina. , o l Material Coluna de vidro de 1 cm de diâmetro e 8 a 10 cm de altura, béqueres de 150 mL, provetas de 10 mL, p ip e ta de 5 m Le e sp e c t s rofotôm et UV/VIS. ro Rea g e n tes Ácido sulfúrico C iclohexano Clorofórm io d esid ra ta dcom carbonat de p o tá ssi anid , o o o ro Alumin p a r colun crom ato g ráfica a a a Tricloreto de antimônio Sulfato de sódio anidro Lã de vidro Re a ti de C a rrvo Price – Pe s 25 g de triclo to de antim ônio tra n s fir p a r um e re , a a b alã vo- lum étric de 100 mL e com p let o volum com c lorofórmo. De ixe em o o e e i re p o uo por um dia, em fra sc bem fech a o e em g e la d e ira fra sc não d eve s o d . O o s er a b e enquant a solução sti g e la d a . rto o e ver Procedim ent – Dis solva uma quantidade da amostra em ciclohexano de o modo a se obter uma co lo ra çã sem elh a e tà de uma soluçã de dicrom at de o n o o p o tá ssi a 0,1%. Pre p a um a colun de 1 cm de diâm et e 8 a 10 cm de o re a ro altur com e m ulsã de alum in em c iclo h e x a a o a no e tampão de lã de vidro na extremidade afilada da coluna de vidro. Escoe lentamente o so ve n te Pa s e p e a colun a soluçã da a m o str obtid l . s l a o a a anteriorm ente . Lave 3 vezes com 10 mL de ciclohexano sem deixar secar a coluna. A bixina é fortemente adsorvida pela alumina na p arte su p e rioda colun e form uma zona ve rm e lh o -a la ra n ja d r a a a brilhant (o que e a dife re n ci da croce tina)Uma zona de cor am a la -p á lidm igr a tra da colun a . re a a vés a e é elim inada na lavagem com ciclohexano. Elua a coluna três vezes com 5 mL de clorofórmio. A zona da bixina adsorvida não é eluída em ciclohexano, éter de petróleo, clorofórmio, acetona, álcool e metanol (com os dois últimos solventes, a cor pas sa à laranja). Quando a última porção for eluída, adicione 1 mL do reativo de Carr-Price. A bixina

adsorvida torna-se imediatamente a z u l-e s ea d , d ife n t da crocetin que verd a re e a fic a ri ve rm elh a. a No ta s O e x traot de urucum lipossolú é insolú em águ e pouc so lú em álcool. vel vel a o vel Os e x tra tode urucum re a g e em ácid sulfúric dand co loraçã azulad devid s m o o o o a a à bixina.
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Capítulo V - Aditivos

O e x traot de urucum lipossolú diluid com clorofórmo a pre se nat a b so rb ân ci vel o i a m áxim a a 439, 470 e 501 nm. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.631 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 112/I Corante naturai – De te V s s rminaçã do teor de bixina o Material Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 25 mL, balões volumétricos de 100 mL, pip et volum étric de 10 mL. a a Rea ge n te Clorofórm io Procedim ent – Pe s e com pre c isã,o a quantidad de mg da a m o str que pod o , e a e s er encon trad p e a fórm ula m = 0,153 dividid p e a porcen ta gm de bixin a l : , a l e a e s p e ra d a n sfir p a ra um balão volumétrico de 100 mL com clorofórmio e , tra a complete o volume. Transfira 10 mL d e sa soluçã p a r outro b alã volum étric t o a o o de 100 mL e com p le t o volum com c lorofór mio. Ajuste o zero do e e espectrofotômetro, em unidades de absorbância, a 470 nm, utilizando c lorofórmo como branc e c u b e ta de 1 cm. Me ça a ab so rb â n c ida a m o str a i o s a a 470 nm. Cálculo Calcule o teor de carotenóides totais expres so em bixina usando o valor de absortividade = 2826. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , .
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ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.632 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 113/I Corante naturai – Identificaçã do urucum hidrossolú V s s o vel O extrato de urucum hidros solúvel, de coloração castanho-avermelhada a castanho, conté como com ponentcolorid principaa norbixinaprodut de m e o l , o hidró lis da bixina, e na form de s al de sódi ou p o tá ssi a o o. Material Coluna de vidro de 1 cm de diâmetro e 8 a 10 cm de altura, béqueres de 150 mL, provetas de 10 e 100 mL, pipetas de 5 mL, funil de separação de 250 mL, balão volumétrico de 1000 mL e e s p e c t fotôm et UV/VIS. ro ro Rea g e n tes Ácido sulfúrico C iclohexano Clorofórm io d esid ra ta dcom carbonat de p o tá ssi anid , o o o ro Alumin p a r colun crom ato g ráfica a a a Triclo to re de antimônioSulfat de o sódi anid Lã de o ro vidro Ácido sulfúric 1 M o Re a ti de C a rrvo Pric e Procedim ent – Tra n s fira mL ou 2 g d a a m o s tra a raum funil d e s e p a ra ç ãdoe o 2 p 250 m L. Ad ic io n e c id os u lfú rico M s u fic ie n tea ras e o b te rum a re a ç ã o á 1 p forte m e n te á c id a (a n o rbix in aé s e p a ra dcom opre c ip ita d o rm e lh o ). ic io n e 0 mL d e a ve Ad 5 c ic lo h e x a n o e a g iteforte m e n teAp ó s a s e p a ra ç ãdoa sf a s e sd e s crte a a q u o s a lave a f a s e . , a e c ic lo h-e â n ic a x com á g u aa té elim in a çã o o á c id C e n trifu g u a e m u ls ã o u e s e d o. e q fo rm a ,p o r 1 0 min, a 2 5 00rpm . De c a n te s o lu ç ã o pidad e n o rb ix in a s e q u e o b a lím e s re

s u lfa to d e só d ioa n id Pre p a um a c o lu n ad e 1 cm d e d iâ m et e 8 a 1 0 cm d e a ltu ra ro. re ro com e m u ls ã o e alum inae m c ic lo h e x a neota m p ãod e lã d e v idro n a e x re m id a d e d t a fila d a d a co lu n ad e v idro. E s c o e n ta m e n te s o ve n te .Ad ic io n e a 5 mL d a s o lu ç ã o le o l 3 o btidaa n te rio rm e n te top o d a c o lu n ad e alum inae pro c e d aco m o d e s c r ito no e m 0111/IV A n o rb ix in a rm aum a zo n a ve rm e lh o -a la ra n ja d a u p efíc ied a . fo na s r co lu n ae dá a m e s m a a ç ã o re com re a ti d e C a rrPric ed a b ix in a . vo 226 - IAL

Capítulo V - Aditivos

No ta s O e x traot de urucum hidro ss o lúel é pouc so lú em álcool. v o vel Os extratos de urucum reagem com ácido sulfúrico dando coloração azulesverdeada devido à norbixina. O e x traot de urucum hidro ss o lúel diluíd com águ a pre s e nat ab so rb â n c i v o a a m áxim a 453 a e 483 nm. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.634 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 114/I Corante naturai – De te V s s rminaçã do teor de norbixina o Material Ba la n ç analíticae s p e c t a , rofotôm et UV/VIS b éq u ees de 25 mL, b a lõ e ro , r s volum étricod e s 100, 500 e 1000 mL e pipea volum étric de 1 mL. t a Rea g e n tes Hidróxido de potás sio Solução aquosa de hidróxido de potás sio a 0,5% – Pese 5 g de hidróxido de potás sio e tra n s fir p a r um b alã volum étric de 1000 mL. a a o o Procedim ent – Pe s e com pre c isã,oc erca de 0,1 g do co ra net em pó, tra n sfir p a r o , a a um b a- lão volumétrico de 500 mL com Hidróxido de potás sio 0,5% e complete o volume. Pipete 1 mL d e sa soluçã p a r um b alã volum étric de 100 mL e com p le t o volum t o a o o e e comHidró- xido de potás sio 0,5%. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância a 453 nm, utilizando a solução de Hidróxido de potás s 0,5% como branco e io cubetas de 1 cm. L e a em e s p e c t fotôm et a 453 nm. i ro ro

Cálculo Calcule o teor de carotenóides totais expres so em norbixina usando o valor de absortividade = 3473.
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No ta p a r e x p s s ra o resu ltad em bixina d eve -s m ultiplicao te o de norbixin : a re o , e r r a e ncontrad o p el fa to 1,037. o r Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . YABIKU H. Y.; TAKAHASHI M. Y. Determ ina çãde bixin em se m e n s de , , o a te urucum : estu d cola borati Rev. do Inst. Adolfo Lutz, 52(1/2) p. 3 1 -3 , 1992. o vo. , 6 115/IV Corantes naturais – Identificação de corante caramelo E st m étod se a p lic à m istu ra de aditi os e à b e b id a s. e o a s v Material Ba la n ç analíticab éq ue de 100 mL, funil p ap e de filtro, prove ta grad u aa de a , r , l d 10 mL, prove ta g rad uaa de 50 mL com tam p de vidro esm e rilh ad a d a , tubo de e n s a i e p ip e ta s g ra d u s d a 2 e 5 mL. o a de Rea g e n tes Óxido de m agnésio Ac e tao neuto de chum bo t r Mistu a de álcoo b u tílico -érte p et óleo (1:5) r l de r Re s o rcina a 5% em ácid clorídricopre p a raa no dia do u so o , d Procedim ent – Ad ic io n e1 g d e a c e ta to e u ro d e chum boe 0 ,5 g d e óx id o o n t d e m a g n é s ioa 5 0 mL d a a m o s traeva p o ra n d o n te so á lc o o lquandofo r o , a c a s . A g itebe m .Filtre , re c o lh a e 3 0 a 3 5 mL do filtra d o m um a prove ta com o d e tam p ad e v idro e s m -erilh a d a Ad ic io n e 0 mL d a m is tu ra lc o o l-ér. A g iteco m . 1 á te cu id a d o brin d o p o r o u trao fra s c od u ra n te m inu tos. ixe e m re p o uo. (a vez ) 5 De s Re ti e , com um a p ip e ta , mL r 5 d a c a m a d a t é a p a raum tubo d e e n s a i Ad ic io n e mL d e s o lu ç ã o e e re o. 2 d re s o in a ,d e rc ta l m odoq u e e s c o r rp e la s are d e s tubo a t é o fund Na pre s e n ç a e a p do o. d c a ra m e lo ,a zo n a d e c o n ta to a sd u a sc a m a d afo r m a -sum a n e lve rm e lh. n d s e o

Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm a s Analíticas InstitutoAdolfo Lutz. v.1 : TO do
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Capítulo V - Aditivos

Mé t o dsoq u ím icsoe f í s i csop ara a n á lis de a lim e n t . São Paulo: IMESP, 3. ed., e os 1985 . p. 1 1 4 . 116/I Corant caram el pro c e ss amôni – De te V e o o o rminaçã da intensidad de o e cor O co ra net c a ram el obtid p el pro c e sos amôni é com post por o o o o o s u b stâ n c ia sultantes do tratamento térmico de carboidratos, em presença de s rehidróxido de amônio, por tecn o log iadeq uadaApre s e n ta -s form de líquid a . e na a o d en s de c or m ar o m -e s cu r a preta, tendo odor característico de açúcar o r a queimado e sabor amargo. São solúveis em água, soluções diluídas de álcool, ácidos minerais, soluções de hidróxido de sódio e insolúveis em álcool absoluto, acetona, éter de petróleo e clorofórmio. A intensidade de cor é definida como a a b so rb ânacide uma solu çã a 0,1% m /v, a 610 nm em c u b et de 1 cm, o a c a lcu la d a sobre o conteúdo de sólidos. Para o corante caramelo proces so amônio, esta intensidade de c or d eve e s ta e nt e 0,08 e 0,36. r r Material Ba la n ç analíticae s p e c t a , rofotôm et UV/VIS centrífu g a éq u e de 50 mL e b a lõ s ro , ,b r e volu- m é trico de 100 mL. s Procedim ent – Pese 100 mg a amostra em béquer de 50 mL, dis solva em o água e transfira para um balão volumétrico de 100 mL. Complete o volume e homogeneíze. Se a solução ficar turva, centrifugue. A solução não pode ser filtrada. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância, a 610 nm, utilizando água como branco e cubetas de 1 cm. Me ça a a b so rb ân cida a soluçã a 610 nm. o Cálculo

A610 = a b so rb â n c de soluçã da a m o str a 610 nm. ai o a Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , .

ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.660-13.661 A A . : Cole tâ n e de norm a de c o ra n ten a turai p a r fins alim entícios Paulo 1996. a s s s a . São ,
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117/I Corant caram el pro c e ss amôni – De te V e o o o rminaçã de sólidos o Material Estua a vácuo m ufla p e n e irade m alh n° 40 e 60 m e s,hbé qu e de 250 mL, f , , s a r c á p su l d e porce la n a . a Rea g e n tes Ácido clorídrico Are ia pur de qua a rtzo – Utilize are ia pur de qua a rtzo q ue p a se a tra de uma s vés p en eir d e m alh nº 40 m e h e fique retida na peneira de nº 60. Esta areia é a a s preparada pela digestão com ácido clorídrico (por exemplo, a 10%) e em seguida lavada até ficar livre de ácido, seca e ca lcin ad em m ufl a 600° por 4 h o ra s. a a C Procedim ent – Misture 30 g de areia preparada com (1,5 - 2,0)g do corante o caramelo e seque até peso constante a 60°C sob 50 mm/Hg de pres são. Registre a mas sa final da areia m ai co ra net ca ra m e l s o. Cálculo

Pf = m a ss fina da are ia + c ara m elo a l Pa = m a ss da are ia a Pc = m a ss do ca ra m e lo a Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.660 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São ,

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Capítulo V - Aditivos

118/I Corant caram el proce ss amôni – De te V e o o o rminaçã do 4-m etilim ida o zol (MEI) Material Estu fa cub crom a tog rá a com tam pa p la ca de vidro p a r , a fic , s a crom a tog ra fia (20 x 20)cm, balões volumétricos de 10, 100 e 1000 mL, provetas graduadas de 100 mL, nebulizado funi de se p a ra ç ãde 125 mL, p ip e ta volum étricade 5, 25 r, l o s s e 50 mL, b é qu ee s r de 10 e 25 mL, lã de vidro e ro ta po va r. Rea g e n tes Sílica g el GF 254 C elit 545 e Hidróxido de sódio Clorofórm io Á lcool Meta n ol Ácido sulfúrico Bicarb onat de o sódioÉte r Nitrito de sódio Ácido sulfanílico Ácido clorídrico Carbonato de sódio Pa d rã analític de 4-m etilim id a o o zol Ácido sulfúric 0,02 M o 5 So lu çõ e s-p a d rã Pre p a so lu ç õsea q u o ssade 4 -m etilim ida contend 100, 200, o– re zol o 300, 400, 500, 600, 700 e 800 m g/Kg. Hidróxido de sódio 2 M – Pese 90 g de hidróxido de sódio e transfira para um frasco com rolha de borracha com auxílio de 1000 mL de água isenta de gás carbônico. Adicione, gota a gota solu çã sa tu raa de hidróxido de bári a té não se form a m ai pre cip itad , o d o r s o e a g ite .Conserve o frasco fechado em repouso durante 12 horas. Decante e transfira o líquido claro p a r o fra sc de polietilen C onseve protegid contr o a o o. r o a g ás carbônic do ar. o

Soluçã de bicarbonatde sódi a 8% m /v – Pe s 8 g de bicarbonatde sódio o o o e o , tra n s fira a r um b alã volum étric de 100 mL e com p le t o volum com água. p a o o e e Solução de nitrito de sódio a 0,5% m/v – Pese 0,5 g de nitrito de sódio, transfira para um balã volum étric de 100 mL e com plet o volum com ág ua. o o e e
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Ácido sulfanílico a 0,5% em ácido clorídrico a 2% m/v – Pese 0,5 g de ácido sulfanílico, tra n s fir p a r um b alã volum étric de 100 mL e com p le t o volum a a o o e e com solu çã a q u osa o de ácid clorídric a 2% v /v. o o Solução de carbonato de sódio a 20% m/v – Pese 20 g de carbonato de sódio, transfira para um balã volum étric de 100 mL e com plet o volum com ág ua. o o e e Pre p a ra çã d as p la c s – Pre p a p la ca de vidro com uma m istur de sílic g el GF o a re s a a 254 e duas partes de solução aquosa de bicarbonato de sódio a 8%. Seque as placas ao ar livre e coloque-as em estufa a 120°C, durante 2 horas. Deixe saturando na cuba de vidro com o so ve n te é te r-crofórm io-m etano l : lo l (80:20:20). Reve la d o – Mistu im ediatam ent n te de u sa uma p arte da solu çã de nitrit r re, ea s r, o o de sódio a 0,5% e uma p arte de solu çã de ácid sulfanílic a 0,5% em ácid cloríd ric a o o o o o 2%. Ex tra çã em colun de C elit 545 – Coloque um tampão de lã de vidro no o a e fundo de uma colun crom a tog rá a de (25 x 250)m m com to rn eir de te flo .n a fic , a Sobre a m esm ,a coloque uma m istur de 3 g de Celit e 2 mL de hidróxido de a e sódi 2 M. A colun d eve fic a firm e o a r e uniformemente compactada. Pese 10 g de corante caramelo num béquer e adicione 6 mL de solução aquosa de carbonato de sódio a 20%, misturando bem. Adicione 10 g de Celite, hom ogeneizand o bem. Coloqu todo o conteúd so b o em pacotam ent e o re o da coluna Lim. pe o béquer com um grama de Celite e transfira para a coluna. Coloque um tampão de lã de vidro no topo da mesma. A coluna deve estar firmemente compactada, sem rachaduras. Elua a colun com uma m istur de c lorofórm io-álcoo a a l (80:20 v /v, ) com uma va zã de a pro- xim a dam ent5 mL/mi a té o b te 125 mL do eluíd o e n r o. Se n e ce ss á , u se vácu n e sa o p e ração. Transfira o eluído para um funil de rio o t separação de 125 mL e extraia com 25 mL de ácido sulfurico 0,025 M e depois com mais 5 mL. Transfira os extratos obtidos para o frasco de um rotavapor e concentre até 5 mL aproximadamente. Controle a temperatura do banho p a r a q ue não exc e d 55°C A p arte fina da co ncentraçãd eve s er cuid ad osam ent a . l o e contolar da a fim de q ue não ha a carbo niza o. Tra n sfir o concentradp a r um balã j çã a o a o volum étrico de 10 mL, lavando o frasco com várias porções de 1 mL de água e complete o volume. Na hor de ap lica so b a p la ca tra e a soluçã obtid com p eq u e nsa a r re , t o a

porç õ e de carbonat d e sódi sólid a té q ue não dê m ai e fe s c ê n a i e a s o o o s rve c soluçã e s te j alca lin (pH 9). o a a Procedim en – Aplique so b a placa 2 μL d as so lu çõe s-p a o de 4-m etilim ida to , re , drã zol con- tendo 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700 e 800 mg/kg. Desenvolva o cromatograma com a m istur é te r-clo a rofórm io-m etano l (80:20:20 a té que o s o ve n t tenh atingid ) l e a o a proxim a damente 15 cm. Retire a placa, seque à temperatura ambiente e borrife com o revelador. Compa a intensidad da c or da m anch am a la re e a re a la ra n ja d obtid com as m ancha d os padrões de concentração conhecida. As a a s manchas permanecem estáveis por 30 min, clareando em se g u id a .
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Capítulo V - Aditivos

Cálculo Quando o limite de 4-metilimidazol é expres so baseando-se na equivalência de cor, a concentra o é prim eiram ent lcu laa s o b o conteúd de só lid o Cs, usando-se çã e ca d re o s a fórm ula:

C1 = quantidad de im pu e reza (MEI) enco n tradno produto a Cs = conteúd de só lid o s o A se g u i c a lc u l o te o de 4 -m etilim ida b a s e ao na eq ui lên ci de c o r: r, e r zol d va a IC = intensid adde c o r e Cs = conteúd de só lid o s o O teor de 4-metilimidazol é expres so em termos de um corante caramelo (proces sos à base de amônio cu j a b sorb â n ci igua a 0,1. ) a aé l Re fe n c ia s b ib liorá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVE Compen S dium of Food Additive Specifications . Rom e 1992 p. 346, 349. , . 119/IV Corantecaram e lo c e s s o pro sulfito/am ônio De te inaçãoda – rm intensidade e co r d O corante caramelo proces so sulfito/amônio é composto de substâncias obtidas a p artir do tratam ent térm ic de c a rb o id ra to sem pre s e na de o o , ç ca ta lisa d o r quím ic co nstituído da m istur de hidróxido de am ôni e dióxido de o a o e nxo fre, por tecnolo g iadeq uada. a Apresenta-se na forma de pó ou líquido denso de cor marrom-escura a preta, tendo odor c a ra c te rístic a çú ca queim ad e o de r o sa b o am arg.Pa ra o co ra net ca ra m e l pro c e sos s u lfitoamônio e s a intensid adde r o o , t e c or d eve e s ta en t e 0,1 e 0,6. r r

Procedim ent – Siga o m esm procedim entd e sc rit em 116/IV o o o o .
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Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 1 3 .6 6 0 A A . 13.661 C o le tâ na de n o rm a de c o r a n te n a tu ra i p a r fins a lim e n tíc io s : e s s s a . São Pa u- lo, 19 96 . 120/I Corant caram el pro c e ss sulfito/amôni – De te V e o o o rminaçã de sólidos o Procedim ent – Siga o m esm procedim entd e sc rit em 117/IV. o o o o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.660 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 121/I Corant caram el pro c e ss sulfito/amôni – De te V e o o o rminaçã do 4o m etilim ida (MEI) - zol Procedim ent – Siga o m esm procedim entd e sc rit em 0118/IV o o o o . Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITIVES Compen . dium of Food Additive Specifications . Rom e 1992 p. 346, 349. , . 122/IV Corantes naturais – Identificação de beta-caroteno Be ta -croten idêntic ao natura é um c arotenóid obtid por sín tee a o o l e o s quím ica 0,6 . μg de b e ta -c a o c o r espondm a uma unidad internaciona vitam in A. roten e e l de a Apre s e n ta -

se na form de pós (c ris ta iverm elhsoou pó cristalin)oou su sp e n sã Pode s er a s o. adicionado de antioxidantes permitidos. Os cristais são insolúveis em água, praticamente insolúveis em álcoo e m etanolm as pouc so lú is em óleo ve g e ta l. l , o ve
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Capítulo V - Aditivos

Material Es p e crofotôm et UV/VIS a p a t ro , relho m edido de pont de fu sã o b éq uees de 25 r o , r mL Rea g e n tes Éter de petróleo Á lcool Procedim entos 1. O espectro de absorção da solução da amostra, em éter de petróleo, apresenta picos de absorção máximo em 475, 448 e 450 nm. Em álcool, apresenta absorções em 475, 449 e 427 nm. oC, 2. O inte rvalo de fu sã da am o str va ri ent e (1 78 -18 4) com decom posiçã o a a r o. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.669 Coletânea A A . : de norm a de co ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 123/IV Carotenóides lipos solúveis (preparações a 30%) – Determinação do teor de b e ta -ca roteno Material Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 25 mL, balões volumétricos de 100 mL e pipea volum étric de 20 mL. t a Rea ge n te Éter de petróleo Procedim ent – Pe s e com pre c isã,o c erca de 50 mg da a m o strad isso l em o , , va é te d e p e t óle o tra n s fir p a r um b alã volum étric de 100 mL e com p let o r r , a a o o e

volum com o mesmo solvente. Transfira uma alíquota de 20 mL para outro e balão volumétrico de 100 mL e com plet o volum e A ju st o zero do e sp e c t e . e rofotôm et em unidade de ro, s a b so rb ân cia ,a
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448 nm, utilizand é te de p et óleo como branc e c u b e ta de 1 cm. Me ça a o r r o s a b so rb ân cia da a m o str a 448 nm. a No ta Os e n s a io d evem s er fe ito com a m aio ra p id p o ssí l, evitand e x p o siçã : s s r ez ve o o dem as ia d ao ar e à luz. Utilize v id ra ri de b a ix perm e ab ilidad os ra io a ctín ic o s. a a a ea s Cálculo C alcul a porcen ta gm de b e ta -c a o usand = 2592. e e roten o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.670 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 124/IV Carotenóides hidromiscíveis (preparações com 10%) – Determinação do teor de b e ta -ca roteno Material Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 50 mL, funil de separação de 250 mL, pipeta volumétrica de 20 mL, balões volumétricos de 100 e 5 00 mL, provetas de 100 e 200 mL e fra s o Erle n m yer de 250 mL. c e Rea g e n tes Éter de p et óleo r Aceto n a Sulfat de sódi anid o o ro Procedim ent – Pese, com precisão, cerca de 70 mg de amostra, transfira para o um balão volum étric de 500 mL com auxíli de água d isp e rs totalm ent e o o , e e com plet o volum e. Tra n sfir uma alíquot de 20 mL p a r um funil de e a a a se p a ra ç ã adicion 80 mL de a ce toa e a g it por 5 min. Adicion 60 mL de é te ,o e n e e r de p et óleo seg u id de águ p a r a u x ilia a tra n -sferência do pigmento para a r , o a a r

fase de éter. Após a separação das fases, descarte a fase inferior. Lave 3 vezes com a proxim adam ent150 mL de ág ua Re co lh em fra sc Erlenm yer con- tendo e . a o e sulfato de sódio anidro para retirar gotas de água. Transfira para um balão volumétrico
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Capítulo V - Aditivos

de 100 mL e com p le t o volum com é te de p et óleo. A ju st o zero do e e r r e espect rofotôm et ro em unidades de absorbância a 448 nm, utilizando éter de petróleo como branco. Meça a absorbância da amostra em cubeta de 1 cm, a 448 nm. No ta os ensaios devem ser realizados com a maior rapidez pos sível, evitando : exposição d em a sia dao ar e à luz. Utilize v id ra ri de b a ix perm eab ilidad os ra io a a a ea s a ctin ic os. Cálculo C alcul a porcen ta gm de b e ta -c a o usand = 2592. e e roten o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins alimentícios: pad es de identidad e qualidade2. ed. São Paulo 1987 114 p. rõ e . , , . ASSOCI ÇÃO BRASILEIR DE NORMAS TÉCNICAS NBR 13.671 Coletânea de A A . : norm a de c o ra n ten atu ra i p a r fins alim e ntícios Paulo 1996. s s s a . São , 125/IV Edulcorantes – Determinação de acesulfame-K por cromatografia líquida de alta eficiência E s t m étod é aplicad p a r a dete rm inaçã a c e su lfa m eem a d o ça n te s. e o o a o de K Material Ba la n ç analíticacrom atógraflíquid de a lta e ficiê n a com d e te ctode a , o o ci r ultra violeta , colu na analítica Lichrospher 100 RP-18 (5μm) ou equivalente, integrador, balões volumétricos de 100, 200 e 1000 mL, pip et de 5 mL, m em branafiltra n te d e scrtáve is de 0,45 a s s a μm, bom b de vácuo siste m de filtra çã da fa s móvel e se rin a de vidro de 5 a , a o e g mL. Rea g e n tes Meta n o g ra CLAE l u Hidrog en osu lfat te trab utiamôni o de l o C16H37NO4S Á gu u ltra -p u ra a Solução–padrãe s to qe de a c e s u lfa m e– Pe s e com pre c isã,o100 mg de o u K ,

a c e su lfa m ee- transfira para balão volumétrico de 200 mL. Dis solva o acesulfame-K K em água e complete o volum e. Solução-padrão de trabalho do acesulfame-K – Pipete 5 mL da solução-estoque para balão
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volum étric de 100 mL e com plet o volum com ág ua Filtre a tra de o e e . vés m em branafils trantes de 0,45 μm, antes de injetar no cromatógrafo. Fa se móve l: m eta n o l-so lu çãq u oa de hidrogêni su lfao de tetrabutilam ôni oa s o t o 0,01M (35:65) – Pese 3,3954 g de hidrogênio sulfato de tetrabutil amônio e transfira para um balão volumétrico de 1000 mL. Misture 650 mL da solução com 350 mL de metanol, hom ogeneí filtre a tra ze, vés de m e m b rana de 0,45 μm e s d e g a s e ifiq u e . Procedim ent – Pese uma q u a n t id ae de a m o s t r q ue c o n te na o d a h a prox im a d a m e n te 2,5 mg de acesulfame-K. Dis solva em água e transfira para b a lã ovo lu m é trico de 1 0 0 m L, co m p le ta n do volu m eco m á g u a .Filtre a tra s d e m e m b ra n afiltra n te s o vé s de 0 ,4 5 μm, a n te s e in je ta r cro m a tó g ra f A ju s te com prim en toe o n d ad o d no o. o d d e te c to r p a2 2 7 nm e o fluxo d a f a s emóve l p a ra0 ,6 mL/min.In je te5 μL d a ra s o lu ç ã oadrão -p de trabalho no cromatógrafo, ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a op era çã em triplicat p a r ve rificra a rep etitiv id a . A d ife n ç não d eve o a a de re a s er su p e rioa r 2%. In jet 5 μL da a m o str em triplicata. e a Cálculo Calcule o teor de acesulfame-K na amostra analisada por meio das áreas dos picos obtidos n os crom atog ram as.

Cp = concen tra o do padrã em çã o m g/mL C = concen tra o da a çã a m o str em m g/mLA a= área do pico a da a m o stra Ap = área do pico do padrão Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g H.GROPIETSCH and H.HACHENBERG, Z. Lebensm. Unters. Forsch. 171:4143,

1980. 126/I Edulcorante – De te V s rminaçã de aspa o rtame por crom atografi líquida a de alta eficiência Este método é aplicado para a determinação de aspartame, em adoçantes e refrigerantes.

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Capítulo V - Aditivos

Material Ba la n ç analíticacrom atógraflíquid de a lta e ficiê n a com d e te ctoultra violeta a , o o ci r , coluna alític Lich sp h r 100 R P-1 (5 μm) ou eq ui le n te in tegrad o b a lõ e an a ro e 8 va , r, s volum étricos de 100 e 200 mL, pipet volum étric de 10 mL, b éq u e de 10 mL, prove ta de a a r s 50 e 100 mL, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba de vácuo, pHmetro, sistema de filtra çã da fa s movel e se rin a de vidro de 5 mL. o e g Rea g e n tes Acetonitril g ra a u CLAE Á gu u ltra -p u ra a Fo s fao de p o tá ssi m onobásico t o Ácido fo sfó rico Meta n ol So lu ç ã o -e sto q ude a s p atame – Pe s e com pre c isã,o a proxim adam ent140 mg e r , e de a s p a- rtame, transfira para um balão volumétrico de 100 mL e dis solva em metanol ou água com auxíli do u ltra -so , e com p le t o volum com m etano o m e e l ou ág ua O padrã d eve s er pre- parad m ensalm ente . . o o So lu çã o -p a d rãde trabalh de a s p atame – Pip e e 10 mL da so lu ç ã o -e sto qe o o r t e u dilua com á gu p a r um b alã volum étric de 100 mL. Pre p a no dia de u so. a a o o re Filtre a tra vés de m em b ra n s filtra n te de 0,45 μm, a n te injeta no a s s r crom atógraf o. Fase móvel: tampão fosfato pH 3,5-acetonitrila (9:1) – Pese 3,3913 g de fosfato de potás sio monobásico e transfira para balão volumétrico de 2000 mL, dilua em água e acerte o pH para 3,5 com ácido fosfórico, homogeneíze e complete o volume. Misture 1800 mL desta solução-tampão com 200 mL de acetonitrila. Homogeneíze, filtre através de membranas de 0,45 μm e d e g a se ifiq u e . Procedim ent – Ajuste o comprimento de onda do detector para 214 nm e o o fluxo da fase móvel para 1,5 mL/min. Re fr igra n te – De g a se ifiq u em u ltra -sm e p a se em m em branafiltra n te de 0,45 e s e o s s s μm. Dilua, em ág u se n e c e s s á ri a o. Ad o ça n t líquid e em pó – Pe s uma quantidad de am ostr q ue contenh e o e e a a a proxim adam en te 14 mg de a sp atam e tra n s fir p a r um b alã volum étric de 100 mL e com p le t r , a a o o e

o volu- me com água. Filtre em membranas filtrantes de 0,45 μm. Injete 5 μL da solução–padrão de trabalho no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a
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operação em triplicata para verificar a repetitividade. A diferença não deve ser maior que 2%. In jet 5 μL da a m o str em triplicata. e a Cálculo Calcule o teor de edulcorante na amostra analisada por meio das áreas dos picos obtidas nos crom atog ram as.

Cp = co nce n traçã do padrã em o o m g/mL Ca = con cen tra o da çã a m o str em m g/mL Aa = área do a pico da am o stra Ap = área do pico do padrão No ta este método também pode ser aplicado p a raa d e te rm in a ç ã o á c id o s : de ben zóico e s ó rb ic o m b e b id a sa lte ra n d o co m p rim e ntoe on dap a ra2 3 4 nm e o fluxo e , d p a ra 2 ,0 mL/minNe s t ec a s o p e s e1 0 0 m g d o s á c id o s e n ico e sórbico para o , b zó preparo da so lu çã o -p a d rãsto qe e pipet 5 mL d e sa solu çã p a r um balã oe u e t o a o volum étric de 100 mL o e dilua a té o volum com águ (so lu çã o -p a d rã trabalho). e a o de Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g ABREU R.W.,; OLIVEIRA I.R.; ZENEBON, O. Quantificaçãde a s p atame por , , o r cro- m atog ra fi líquid de a lta re so lu çã (CLAR) em p ós p a r o pre p a de a a o a ro s o b m e sa s re . Rev. Inst. Adolfo Lutz, 53(1/2) p. 7 7 -8 , 1993. , 0 TYLER, T. A. Liquid Chromatographic Determination of Sodium Sac charin, Caffeine, A sp atame and Sodium Be nzo a t in Cola Beve ra g e s As so c Off. Anal r e . J. . . Chem. 67(4) p. , 7 4 5 -4,71984. 127/I Edulcorante – De te V s rminaçã de ciclam atos o Fa ça a dete rm inaçã o conform o m étod 258/IV e o . 128/IV Edulcorantes – Determinação de esteviosídeo por cromatografia

líquida de alta eficiência E s t m étod é aplicad p a r a dete rm inaçã e ste v io síd e a d o ça n te s. e o o a o de o em
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Capítulo V - Aditivos

Material Ba la n ç analíticacrom atógraflíquid de a lta e ficiê n a com d e te ctode a , o o ci r ultra violeta , colu na analítica Lichrospher 100 RP – 18 (5 μm) ou equivalente, integrador, ultrasom, balões volum é tricode 100 e 1000 mL, pipet de 10 mL, m em b rana s a s filtra n te d e scrtáve is d e s a 0,45 μm, bom b de vácuo s e rin a de vidro de 5 mL e s iste m de filtra çã de fa s a , g a o e móve l. Rea g e n tes Meta n o l g ra u CLAE Hidróxido de sódio Á gu a u ltra -p u ra So lu çã o -p a d rã e sto qe de e s te v io síd i – Pe s e com pre c isã,o 200 mg de o u o , e s te v io s íd e transfira para balão volumétrico de 100 mL. Dis solva em água no o ultra-som e complete o volum e Pre p a o padrã todo m ês. . re o Solução-padrão de trabalho de esteviosídeo – Pipete 10 mL da solução-estoque para balão volum étric de 100 mL e com p le t o volum com água Pre p a no dia o e e . re do u so. Fa se móve l: m e tan o l-so lu çãq u oa de hidróxido de sódi 5 mM (65:35 – Pe s oa s o ) e 0,112 g 5 de hidróxido de sódio e transfira para balão volumétrico de 500 mL e complete o volume com ág ua Mistu 350 mL d e sa soluçã com 650 mL de m etanol . re t o , hom ogeneí filtre a tra de m e m b ranade 0,45 μm e d e g a se ifiq u e . ze, vés s Procedim ent – Pe s uma quantidad de a m o str que contenha o e e a , a proxim adam ente , 20 mg de esteviosídeo. Dis solva em água tra n sfir pa r balã volum étric de 100 mL , a a o o e com ple te o volume. Ajuste o comprimento de onda do detector para 2 10 nm e o fluxo para 1,0 mL/min.Filtre em m em branafiltra n te d e s crtáve is de 0,45 μm. Injete 10 s s a μL da solução-padrão de trabalho no crom atógraf ajustad às con d içõse o o e x p e rim e ns e s ta b- ele c id a. s Efe tu a o p e ra ço em trip licat p a r ve rificra a ta i e ã a a re pe titiv ida . A d ife n ç não d eve de re a s er m aio que 2%. In je t 10 μL da a m o str em trip licata. r e a

Cálculo Calcule o teor de esteviosídeo na amostra analisada por intermédio das áreas dos picos obtido n os crom atog ram as. s

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Cp = co n ce n traçã padrã em mg/mL o do o Ca = concentra o da a m ostr em m g/mL çã a Aa = área do pico da am o stra Ap = área do pico do padrão Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g ALVAREZ, M.; KUSUMOTO, I.T. A n á lis quantitati d os g lic o síd e o e va s e d u lco ra nste a Ste va reb audian e dos seus produtos de hidrólise através da d i a cromatografia líquida de alta p erform anc (HPLC). Arq. Biol. Tecnol 30 (2), p. e . 337-348, 1987 . 129/I Edulcorante – De te V s rminaçã de poliói (manito e sorbitol por o s l ) crom atografia líquida de alta eficiência E s t m étod é ap licad p a r a de term inaçã m anito e sorbitoem e o o a o de l l a d o ça n te E s.s tes edulcorantes são separados em uma coluna de divinil estireno amina, eluídos com água e d e te c ta d o d ife n ç d os ín d ice de re fra ço. s por re a s ã Material Ba la n ç analíticacrom atógraf líquid de a lta e ficiê n a com d e te cto de índic a , o o ci r e de re- fra çã , colun an alític Bio -R a Am ine HPX-87 – 4,0 x 250 mm ou o a a d x C eq ui le n te in- tegrador, béquer de 10 mL, balão volumétrico de 50 mL, bastão va , de vidro, funil de vidro, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba de vácuo, sistema de filtração da fase móvel e s e rin a de vidro de 5 mL. g Rea g e n tes á g u u ltra -p u ra a So lu çã o -p a d rã de trabalh de m anito ou so rb ito – Inicialm entecoloq u o o l l , e a proxim adamente 300 mg de sorbitol em des secador com sílica por 24 horas. Utilize um pesa-filtro contend c lore to de cá lco anidro no interior da balança o i analític a p o r 1 5 m inutosa n te sd e p e s a ro s o rb ito l. r a o m anitol,s e q u e - a Pa o 1 05°C p o r 4 h o ra s .Pe s e ,co m pre c is ã o e m um b é q u e r e 1 0 m L, 0 ,2 4 g d e , d s o rb itoou m anitol. n s fira a rab a lã ovo lu m é tric o l Tra p d e 5 0 m L, d is s o l em á g u ae co m p le te volu m e .Filtre a tra s d e m e m b ra n a s va o vé filtra nt e sd e 0 ,4 5 μm, a n t e s e in je ta r cro m a tó g ra f d no o. Fa se móvel – Ág u u ltra -p u ra a

Procedim ent – Ajuste a temperatura da coluna para 65°C e o fluxo da fase o móvel para 0,4
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Capítulo V - Aditivos

mL/min, estabilize o detector de índice de refração. Pese uma quantidade de amostra que contenh a proxim adam ent0,24 g de so rb ito ou de m anitol Diss ova em ág u a e l . l a e tra n sfira para balão volumétrico de 50 mL, completando o volume. Filtre através de membranas filtrantes de 0,45 μm, antes de injetar no cromatógrafo. Injete 5 μL da solução-padrão de trab alh no crom atógrafajustad às con d içõse o o o e x p e rim e ns e s ta b e le c id aEfe tu a op e ra çã em triplicat p a r ve rifica a ta i . s e o a a r re pe titiv ida . A d ife n ç não d eve s er m aio que 2%. In je t 5 μL da a m o str de re a r e a em triplicata. Cálculo C alcul o te o de polio na a m o str a n a lisaa por m ei d as áre as d os p ico obtido e r l a d o s s n o scrom atog ram as.

Cp = co nce n traçã do padrã em o o m g/mL Ca = con cen tra o da çã a m o str em m g/mL Aa = área do a pico da am o stra Ap = área do pico do padrão Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX. Food Chem ical Codex 4. ed., S s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1996 p. 7 73 -7 7 4 . n l c s . 130/IV Edulcorantes – Determinação de sacarina por cromatografia líquida de alta eficiência E s t m étod é aplicad p a r a dete rm inaçã s a c a rin em a d o ça n te s. e o o a o de a Material Balança analítica, cromatógrafo líquido de alta eficiência com detector ultravioleta, coluna analítica Lichrospher 100 RP-18 (5 μm) ou equivalente, integrador, pipeta volumétrica de 10 mL, béquer de 10 mL, balões volumétricos de 200, 250 e 2000 , mL provetas de 50 e 100 mL, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba de vácuo,

sistema de filtra çã da fa s móvel e se rin a de vidro de 5 mL. o e g

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Reagentes Acetonitril g ra a u CLAE Á gu u ltra -p u ra a Fo s fao de p o tá ssi m onobásico t o Ácido fosfórico So lu çã o -p a d rã sto qe de sa c a rin – Pe s e com pre c isã,o100 mg de sa c a rin oe u a , a tra n s fir p a rabalã volum étric de 250 mL e com plet o volum com ág ua. a o o e e Solução-padrão de trabalho de sacarina – Pipete 4 mL da solução-estoque e dilua com água para balão volumétrico de 200 mL. Filtre através de membranas filtrantes de 0,45 μm, antes de in jeta no crom atógraf r o. Fase móvel: tampão fosfato pH 3,5-acetonitrila (9:1) – Pese 3,3913 g de fosfato de potás sio monobásico e transfira para balão volumétrico de 2000 mL, dilua em água e acerte o pH para 3,5 com ácido fosfórico, homogeneíze e complete o volume. Misture 1800 mL da solução-tampão com 200 mL de acetonitrila, homogeneíze, filtre através de membranas de 0,45 μm e d e g a se ifiq u e . Procedim ent – Ajuste o comprimento de onda do detector para 214 nm e o o fluxo da fase móvel p a r 0,4 mL/min Pe se uma quantidad de amostra que a . e contenha aproximadamente 1,6 mg de sacarina. Dis solva em água e transfira para balão volumétrico de 2 00 mL. Filtre em membranas filtrantes de 0,45 μm. Injete 5 μL da solução-padrão de trabalho no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a operação em trip licat p a r ve rificra a rep etitivid ad A d ife n ç não d eve s er m aio a a .e re a r q ue 2%. In jet 5 μL e da a m o str em trip licata. a Cálculo

Cp = co nce n traçã do padrã em o o m g/mL Ca = con cen tra o da çã a m o str em m g/mL Aa = área do a pico da am o stra Ap = área do pico do padrão

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Capítulo V - Aditivos

Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g ABREU R.W., OLIVEIRA I.R.; ZENEBON O. Quantificaçãde a s p atame por , , , o r crom a to g raa líquid de a lta re so lu çã (CLAR) em p ós p a r o pre p a de fi a o a ro s o b m e sa s re . Rev. Inst. Adolfo Lutz, 53 (1/2) p. 7 7 -8 , 1993. , 0 131/I Edulcorante – De te V s rminaçã de su cra loe por crom atografi líquida de o s a alta eficiência E s t m étod é aplicad p a r a dete rm inaçã s u c ra lo spur e em e o o a o da e a a d o ça n te s. Material Ba la n ç analíticacrom atógraf líquid de a lta e ficiê n a com d e te cto de índic a , o o ci r e de re- fra çã , colun an alític (Lich sp h r 100 R P -1 ou equi le n te)in tegrad o o a a ro e 8 va , r, m em branas filtrantes descartáveis de 0,45 μm de diâmetro de poro ou equivalente, filtros descartáveis de 0,45 μm de diâm et de poro ou eq ui le n te bom b de vácu p a r filtra çã ro va , a o a o da fa s mó- vel, balões volumétricos de 25 e 1000 mL, proveta de 200 mL, e seringas de vidro de 5 mL, siste m de filtra çã de fa s móvel (Millipo ou a o e re eq ui len te ). va Rea g e n tes Acetonitril g ra a u CLAE Á gu ultr pura a a Pa d rã analític de su c ra lo se o o Fase móvel – Adicione 150 mL de acetonitrila a 850 mL de água. Homogeneíze, filtre a tra de m em branade 0,45 μm e d e g a s e ifiq u e . vés s Solução-padrão – Pese, com precisão, 100 mg de sucralose em um balão volumétrico de 100 mL. Dis sova e com p le t o volum com a fa s móve l. Filtre com filtros de l e e e 0,45 μm. Procedim ent – Pese uma quantidade da amostra que contenha o aproximadamente 1 00 mg de sucralose. Transfira para balão volumétrico de 1 00 mL, dis solva e complete o volume com a fase móvel. Filtr e com filtros de 0,45 μm. Ajuste o fluxo da

fase móvel p a r q ue o tem p de re te n ço da su c ra lo s e s te j em torn de 9 a o ã e a o m inuto (g era lm en t1,5 mL/min). Trabalhe em temperatura ambiente. Injete s e 20 μL do padrão no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a operação em triplicada para verificar a repetitividade. A diferença não deve ser maior que 2%. Injete 20 μL da amostra em trip licata.
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Cálculo Calcule o teor de edulcorante na amostra analisada por meio das áreas dos picos obtidos n os crom atog ram as.

Cp = co nce n traçã do padrã em o o m g/mL Ca = con cen tra o da çã a m o str em m g/mL Aa = área do a pico da am o stra Ap = área do pico do padrão Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX Food Chem ical Codex 4. e d ; S s . Washingto D. C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 3 9 8 -3 99 . n l c s . 132/I E sp essa ns – Extraçã de gom a em alimentos V te o s As gomas podem ser identificadas em formulações de aditivos ou em alimentos nos q uai é perm itid s eu u so com re a ç õs c a ra c te rístic ad ife n te s o , e se re s re a g e n te s . Material Balança semi-analítica, centrífuga, banho-maria, provetas graduadas de 50, 100 e 200 mL, pipeta graduada de 1 mL, béqueres de 100, 250 e 500 mL, balão volumétrico de 100 mL, tubo de cen trífua e vidro de reló go. g i Rea g e n tes Dioxan o Álcool Éte r Ácido triclo a cé tico ro Clore to de sódio Soluçã de ácid triclo a cé tic a 50% m /v – Dis sova 50 g de ácid triclo a cé tic o o ro o l o ro o em á gu su fic ie n tp a r 100 mL. a e a Soluçã a q u oa sa tu raa de clore to de sódi – Utilize o s o b ad a nte. o s d o ren

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Capítulo V - Aditivos

Procedim ent – Pe s 50 g da a m o s tr Ad ic ioe 1 50 mL de d iox a n ,o c o lo qe em tu b o e .a n u o de c e n tri fuga e extraia usando centrifugação a 1 8 0 rpm para separar o solvente. Extraia 0 novamente o resíduo c om 30 mL de é t e a g ita n d v ig oo s a m e n te c a n t o é te. r, o r . De e r Se q u o re s íd o em b a n h o -m a ria i- c io n 50 mL de á g u a 8 0 °C A g it v ig oo s a m ee t e u . Ad e a . e r n a fim de d is p e rrs a re s íd o. Ad ic ioe 20 mL d e ácido tricloroacético a 5 0%. Agite. o u n Centrifugue a 1 2 0 rpm, durante 10 minutos. Decante a solução a tr vés de p a p le de 0 a filt o p a a o u ro tu b de c e n trifu g a ç ã ic ioe 1 00 mL de á lc o lo e 1 mL d a s o lu çoã r r t o o. Ad n s a t u r a dde c lo to de s ó do. De xe em re p o uos d u ra n t a n o ite Have n d fo rm a ç ãde a re i i e . o o pre c-i p ita d,o há pre s e n ç de g o m .a De c a n .t e Pu rifiqe o pre c ip ita d d is s o l n d a u o ve o nova m e n t em 30 mL d e á g u a 8 0 ° e re pre c ipe c om á lc o lo e s o lu çoã s a tu r a dde e a C it a c lo to de s ó do. De c a n ,te e s rp o á lc o o l re i d eze e re d is sval o pre c ip ita dem á g u a 8 0 °C re s f r ,iee u s e sa s o lu çoã p a a as re a ç õsede o o a , e t r id e n tific a ç ã o. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU TO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v. 1: s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to 3. e d. São Paulo IMESP, 1985 s e ,s : . p. 121. 133/I E sp essa ns – Extraçã de gom a em form ulaçõe de aditi o s V te o s s v Material Ba la n ç se m i-a n a lític a ho -m a ria a , b an , prove ta g ra d u a d ade 50, 100 e 200 mL, s s pip eta ra d u ad de 1 mL, bé qu e de 500 mL e vidro de reló gi g a r o. Rea g e n tes Álcool Clore to de sódio Soluçã a q u oa sa tu raa de clore to de sódi – Utilize o s o b ad a nte. o s d o ren Procedim ento Pese 10 g da amostra, aumentando ou diminuindo es sa – quantidade se o teor de goma for menor ou maior que 1% e dis solva em 100 mL de água a 80°C em um b éq u e de 500 mL. Adicione com a g ita çã,o1 mL de soluçã r , o sa tu raa de clore to de sódio d e 300 mL de álcool. Se houver precipitação, indica a presença de gomas. Deixe em repouso durante a noite, cobrindo o béquer com vidro de relógio. Decante. Purifique o precipitado re d iss o l o em 100 mL de á g u a 80°C e vend a ,

re precipitand com álcoo e solu çã sa tu ra d a o l o de cloreto de sódio como anteriormente. Decante, despreze a fase alcoólica, redis solva o precipitad em ág u a 80°C re s friee u se e s a soluçã p a r as re a ç õs o a , , t o a e de identificaçã o.

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Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

134/I E sp essa ns – Identificaçã de goma guar V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n sa iop ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s , s s Rea g e n tes Soluçã de b ó ra a 4% m /v o x Soluçã de ácid tânic a 10% m/m o o o Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 0132/IV ou 0133/I ou a 5 mL de uma solu çã a 0,5 % m /v da gom a adicion 2 mL de V o , e soluçã d e bórax. A formação de um gel confirma a presença de goma guar. o 2. Adicione 2 mL de solução de ácido tânico a 10% m/v e visualize a formação de um precipitado. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo, ano e s v re 13, n. 1, p. 2 1 -2 , 2003. 4 135/I E sp essa ns – Identificaçã de goma carragen (m usg V te o a o irlandês) Material Balança semi-analítica, estante para tubos de ensaio, tubos de ensaio, pipetas graduadas de 1 e 5 mL, balã volum étric de 100 mL e prove ta de 100 mL. o o Rea g e n tes Clore to de bário Azul de m etileno

Soluçã a q u oa sa tu raa de clore to de bári – Utilize o o s d o s o b ada n te. ren Soluçã a q u oa de azu de m etilen a 0,5% m /v. o s l o
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Capítulo V - Aditivos

Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 0132 /IV ou 0133/I ou a 5 mL de uma solução a 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução sa tu raa de clore to de bári . Há a form açã de um precipitad branc d o o o o g ela tin o s o. 2. Adicione algumas gotas de azul de metileno a 0,5%.m/v. A precipitação de fibras coloridas de púrpur indic a pre se na de goma c a rra g e n a . a a ç Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS. Food Chem ical Codex 3. ed; s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 74. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s . 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re 21-24, 2003. 136/I E sp essa ns – Identificaçã de goma arábic V te o a (acácia) Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s Rea g e n tes Su b -a c e ta t chum bo o de Indicado verm elh cong o r o Solução aquosa de sub-acetato de chumbo – Triture 14 g de monóx id o d e chum bocom 1 0 mL d e á g u a ,tra n s fir p a raum fr a s c o a lavan docom m a is1 0 mL d e á g u a . Dis s ova l 2 2 g d e a c e ta to e chum boe m 7 0 mL d e á g u ae a d icio n e s t as o lu ç ã o a d e n m istu ra

d e monóxido de chumbo. Agite vigorosamente por cinco minutos. Guarde esta mistura durante sete dias, agitando freqüentemente. Filtre para um balão volumétrico de 100 mL, lave o filtrado com água, esfrie e complete o volume com água recentemente fervida. Dilua 3,25 mL d e sa soluçã em 100 mL de ág u re ce n te m eenfervida. t o a t Soluçã a q u oa de indicado verm elh cong a 0,5% m /v. o s r o o
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Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend aproxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 132/IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução a 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de su b -a c e ta de chum b Fo rm a e um precip itad branc floculent ot o. -s o o o. 2. Adicion alg u m s g o ta de solu çã de verm elh cong Fo rm a e um pre cip itad e a s o o o. -s o fino a z u l-e sc u ro. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 7, 561. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA I.A. ALABURDA J.; MARTINS M .S. DIAS N.A. MICHE , ; , , ; , ; LATO, S.R. Análi se de g o m s em a d iti a lim e n ta s Bol. Inst Adolf Lutz, a no 13, n. 1, p. 2 1 -2 ,4 a vos re . . o 2 00 3. 137/I E sp essa ns – Identificaçã de alginat de sódio V te o o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s Rea g e n tes Ácido sulfúrico Clore to de cá lcio Soluçã de acid sulfúric 4 M o o o Soluçã de c lore to de cá lci (CaCl .2H2O) a 7,5% m /v o o 2 Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 132/IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL da V solução de c lore to de cá lci Fo rm a e um g el levem ent branc . o. -s e o

2. Adicion 2 mL de solu çã de ácid sulfúric Fo rm a e um g e l. e o o o. -s
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Capítulo V - Aditivos

Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 274. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S. DIAS, N.A. MICHELATO, S.R. Aná, ; ; lise de g o m s em aditi alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13 ,n. 1, p. 2 1 a vos re 24, 2003. 138/I E sp essa ns – Identificaçã de goma Konjak V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s Rea g e n tes Soluçã de b ó ra a 4% m /v o x Soluçã de hidróxido de p o tá ssi a 10% m /v o o Procedim entos 1. Em um tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid o o e 10 o em 132/ IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de bórax a 4% m/v. Forma-se um precipitado. 2. Adicion 2 mL de solu çã de hidróxido de p o tá ssi Fo rm a e um g el rígid e o o. -s o. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re

21-24, 2003.
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139/I E sp essa ns – Identificaçã de a g a r-a g a r V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n sa iop ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s , s s Rea g e n tes Solução de sub-acetato de chumbo, triture 14 g de monóxido de chumbo com 10 mL de água, transfira para um frasco, lavando com mais 10 mL de água. Dis solva 22 g de acetato de chum b em 70 mL de águ e adicion e s a solu çã na m istur de óxido de o a e t o a chum b Agi o. te vigorosamente por 5 minutos. Guarde esta m istu ra u ra n te d ia s ,a g ita n d o d 7 fre q ü e nte m e n teFiltre , p a raum b a lã ovo lu m é tric o e 1 0 0 m L, lave o filtra d o . d com á g u a ,e s fr ie e c o m p le te volu m eco m á g u are c e n te m e nferv id a .Dilu a 3 ,2 5 mL d e s ta o te s o lu ç ã o m e 1 0 0 mL d e á g u are c e n te m e nferv id a . te Soluçã de indicado verm elh cong a 0,5% o r o o m /v. Soluçã de azu de m etilen a 1 % m /v o l o Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 132/IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de solução de sub-acetato de chumbo. Forma-se um precipitado floculento com gel. 2. Adicion alg u m s g o ta de soluçã de indicado verm elh o -coo.g Fo rm a e e a s o r n -s um precipitad fino a z u l-e sc u o ro. 3. Adicion alg u m s g o ta de solu çã de azu de m etilen a 1% m /v. Fo rm a e um e a s o l o -s precipitado de c or púrpura. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 74, 561. n l c s .

GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
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Capítulo V - Aditivos

A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re 21-24, 2003. 140/I E sp essa ns – Identificaçã de goma jataí V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n sa iop ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s , s s Rea g e n tes Soluçã de b ó ra a 4% m /v o x Solução de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até a ebulição, e s fri e utili e a soluçã s o b ada n te. e z o ren Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend aproxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 0132 /IV ou 0133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de soluçã de b ó ra x Fo rm a e um g e l. o . -s 2. Adicion 2 mL de solu çã de a ce ta t de chum b Fo rm a e um precipitad e o o o. -s o floculento branc . o Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re 21-24, 2003. 141/I E sp essa ns – Identificaçã de carb V te o oxim etilcelulose Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s

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Rea g e n tes Soluçã a q u oa de su lfao cúpric a 12,5% m /v o s t o Solução aquosa de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até a ebuliçãoe s fri e utili e a soluçã so b , e z o renad an te. Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 132/IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de sulfato cúprico. Forma-se um precipitado branco-azulado. 2. Adicion 2 mL de solu çã de a ce ta t de chum b Fo rm a e um g el floculent e o o o. -s o. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 280. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re 21-24, 2003. 142/I E sp essa ns – Identificaçã de pectina V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s Rea g e n tes Soluçã de c lore to de cá lci a 7,5% m /v o o Solução de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até

a ebulição, e s fri e utili e a soluçã s o b ada n te. e z o ren
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Capítulo V - Aditivos

Soluçã sa tu raa de clore to de bári – Utilize o so b ad an te. o d o ren Soluçã de su lfao cúpric a 12,5% m /v o t o Procedim entos 1. Em um tubo de e n s a i contend a proxim adam ent mL do e x traot obtid o o e 10 o em 132/ IV ou 133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de a c e ta t de chum b Fo rm a e um g e l. o o. -s 2. Adicion 2 mL de solu çã de c lore to de cá lci Fo rm a e um g e l. e o o. -s 3. Adicion 2 mL de solu çã sa tu raa de clore to de bári . Fo rm a m e p artícu la e o d o -s s flo cu le n ta s s u s p e n s ã em o. 4. Adicione 2 mL de solução de sulfato cúprico a 12,5% m/v. Formam-se partículas brancas em su sp e n sã o. Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 280. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA, A. I.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A; MICHELATO, S.R. A n ális de g o m a em aditi os alim enta s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p. e s v re 21-24, 2003. 143/I E sp essa ns – Identificaçã de goma xantana V te o Material E sta ne p a r tub o de e n sa iotub o de e n saoi e p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL. t a s , s s s Rea g e n tes Solução de sub-acetato de chumbo – Triture 14 g de monóxido de chumbo com

10 mL de água, transfira para um frasco, lavando com mais 10 mL de água. Dis solva 22 g de
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acetato de chumbo em 70 mL de água e adicione esta solução na mistura de óxido de chumbo. Agite vigorosamente por 5 minutos. Guarde esta mistura durante 7 dias, agitando freqüentemente. Filtre, para um balão volumétrico de 100 mL, lave o filtrado com água, esfrie e complete o volume com água recentemente fervida. Dilua 3,25 mL desta solução em 100 mL de á g u re ce n te m eenfervid a. a t Solução aquosa de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até a ebuliçãoe s fri e utili e a soluçã so b , e z o renad an te. Procedim entos 1. Em tubo de e n s a i contend aproxim adam ent mL do e x traot obtid em s o o e 10 o 0132 /IV ou 0133/I ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de V solução de a c e ta t de chum b Fo rm a e um g el floculent o o. -s o. 2. Adicion 2 mL de solu çã de s u b -a c e ta de chum b Fo rm a e um g e l. e o o t o. -s Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 3. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 7, 561. n l c s . GLICKSMAN M. Gum Technolog in the Food Indust y. New York: Aca dem i , y r c Pre s s , 1969 590 p. . KIMURA I.A. ALABURDA J.; MARTINS M .S. DIAS N.A; MICHE , ; , , ; , LATO, S.R. A n á lise de g o m s em a d iti a lim e n re s Bol. In st Adolf Lutz, a no 1 3, n. 1, p. 2 1 -2,4 a vos ta . . o 2 00 3. 144/I Estabilizante– De te V s rminaçã de fosfatosem P2O5, por gravim etria o , Em amostras de aditivos contendo tripolifosfatos, hexametafosfatos, pirofosfatos, e tc,. p o d e e fazer a de term inaçãdo te o de fó sfoo (em P2O5) por -s o r r m ei de técn ic g ra v- im étric ou colorim étric(e s p e c t o a a a rofotom etri na re g iã do a o v isve l). Quand o te o de P2O5 í o r for su p e rioa 50%, re c o m e n d e -s r a utiliza o m étod g ra vim étric r o o. Material Ba la na an alítica alana se m i-a n a lítica a p e lé tric a ç ,b ç , ch a , bom b p a a filtra çã a vácu o a r o ,

e stu fab éq ure s , e de 250 400 e 600 m L, funi de v idro, prove ta g ra d u a s a 50, 100 e 250 m L, vidro de , l s d de re lóg io b a lõ evo lu m é t r ic o 5 00 e 1 0 0 m L, f r a so Er le n myer de 5 00 m L, p ip e tsa , s s de 0 c e vo lu m é t r ic de 5 , sa
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Capítulo V - Aditivos

20 e 25 m L, c a d in o f ilt r a n t de v id c om c a p a c id e d 30 mL e p oro s id ae fina h e ro a de d (n °4 ) e k it a s s o t 5 00 m L . a de Rea g e n tes Ácido nítrico Molibdato de sódio Ácido cítrico Quinolin a sin tética to n a Ace Soluçã de Quim ocia – Dis s ova 70 g de m olibdat de sódi (Na2MoO4.2H2O) o c l o o em 150 mL de água (solução A). Dis solva 60 g de ácido cítrico numa mistura de 85 mL de ácido nítrico e 150 mL de água e deixe esfriar (solução B). Gradualmente, adicione a solução A na solução B, com agitação, para produzir a solução C. Dis solva 5 mL de quinolina sintética numa mistura de 35 mL de ácido nítrico e 100 mL de água (solução D). Gradualmente, adicione a solução D na solução C, misture bem e deixe em repouso uma noite. Filtre a mistura recolhendo em um balão volumétrico de 1000 mL, adicione 280 mL de acetona no filtrado com plet o volum e hom ogeneí Guarde em fra sc de , e e ze. o polietilen o. Procedim ent – Pese, com precisão, 800 mg da amostra num béquer o de 4 00 mL. Adicione 100 mL de água e 25 mL de ácido nítrico e tampe com um vidro de re ló go. Ferva por 10 m inuto numa c h a p e lé tric.a L ave o i s a vidro de re ló go re- co lh en o a á g u de lava g e no b é q u e e e s fri a so lu ç o i d a m r e ã a té a te m p e ra tu ram bien a te. Tra n s fir qu an titava m e ne p a r um b a lã volu m é tric de 500 mL, a ti t a o o co m ple te o volume com água e homogeneíze. Transfira uma alíquota de 20 mL num frasco Erlenmeyer de 500 mL, adicione 1 00 mL de água e aqueça até a ebulição. Adicione, com agitação, 50 mL de solução de Quimociac, cubra com vidro de relógio e ferva por 1 minuto dentro de uma capela. Esfrie até a temperatura ambiente, agitando de vez em quando, durante o resfriamento. Filtre em um cadinho de vidro de placa porosa nº 4, previamente tarado a 225°C, e lave o precipitado com 5 porções de 25 mL de água. Seque na e s tua a 225° por 30 m inutos e s fri e p e s e . f C , e Cálculo

Cada mg de precipitad obtid é eq ui le ne a 32,07 μg de P2O5. o o va t 4 Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS. Food Chem ical Codex 3. ed., s .
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Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1981 p. 370. n l c s . 145/I Estabilizante– De te V s rminaçã de fosfatosem P2O5, por o , esp e ct rofotom etria Material Espectrofotômetro UV/VIS, balança analítica, banho de areia, béqueres de 50 e 400 mL, tubos de ensaio, balões volumétricos de 10, 100, 250, 500 e 1000 mL, pipeta graduada de 5 mL e p ip e ta volu m étricade 5 e 50 mL. s s Re a g en tes Fo sfao ácid de t o p o tá ssio Molibdato de amônio Vanadato de amônio Ácido nítrico Ácido sulfúrico So lu çã o -p a d rãde fo sfao – Diss ova 0,958 g de fo sfao ácid de p o tá ssi o t l 7 t o o (KH2PO4), previamente seco em estufa a 105°C por 1 hora, em água e transfira para um balão volum étric de 500 mL e com p le t o volum e Tra n sfir o e . a 50 mL p a r um balã volum étrico a o de 250 mL e com p le t o volum com á g u (1 mL d e sa soluçã conté 0,2 mg e e a t o m de P2O5). Re a g e n t e vanado-m olibdat am ôni – Diss ova, se p a ra d a m en te g de e o de o l , 20 m olibdat d e am ônio (NH4)6Mo7O24.4H2O, em á g u q ue nt e 1 g de vanadat o , a e o de amôni (NH4VO3) também em á g u aq u e n te filtra n d o e n e c e s s á r iMis tu o , s o. re a s s o lu ç õ e s ,c id ifiq u com a e 1 4 0 mL d e ácido nítrico e dilua para 1 litro. Procedim ent – Em um tubo de e n sa io p e s uma quantidad de a m o str cu j o , e e a a co nce -n çã fina de P2O5 esteja dentro dos valores da curva-padrão. Adicione 4 tra o l gotas de ácido sulfúric e 2 mL de ácid nítric Fa ça um branc d os re a g e n te s o o o. o . Aq u e ç em banh de are ia a o até completa carbonização da amostra. Faça as diluições neces sárias e transfira uma alíquota para um balão volumétrico de 10 mL. Adicione 2,5 mL de vanado-molibdado de amônio em cada balão, complete o volume com água e espere 10 minuto s . A ju s te o zero do e s p e- ctro fo tôm e t e m u n id a d e sd e ro, a b s o rb â n ca 4 2 0 nm, utilizan do b ra n c o n te n d o ia um co

2 ,5 mL d e va n a d o -m o lib d ad e am ônioe m 1 0 mL d e á g u a e c u b e ta s e 1 to d cm . Deter- mine a absorbância a 420 nm usando o branco dos reagentes e determine a quantidade de P2O5 c o r espon de nteutilizand a curva -p a d rã , o o prev ia m en te sta b e le c id a . e

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Capítulo V - Aditivos

Preparação da curva-padrão – Coloque em uma série de balões volumétricos de 10 mL, volum e da so lu çã o -p a d rã ui le ne a os va lores ent e 0,02 e 0,4 mg de P2O5 s o eq va t r em 10 mL. Adicion 2,5 mL de vanado-m olibdat amôni em ca d balão e o de o a , com plet o volum ecom água e espere 10 minutos. Determine a absorbância a e 420 nm usando o branco dos reagentes à temperatura ambiente. Construa o gráfico concentração de fosfato em mg/10 mL x ab sorb â n cia. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g INSTITU ADOLFO LUTZ Norm as Analítica do Institut Adolfo Lutz. v.1: TO s o Mé to dsoq u ím icoe fís icso p ara a n á lis de a lim e n to São Paulo IMESP, 3. ed. 1985 s e .s : , . p 33. 146/I Estabilizante– De te V s rminaçã de fluoretos em fosfato por o s potenciom etria O m étod d e s t in ae-sà d e te rm in a o de flu o t o em fo s fa to u tiliza ds o çã re s s o como adi tivos p a r alim e n to spor p o tencio m ea dire ta utilizand e le rodo a , tri , o t s e le vo de íon fluo- reto. O método baseia-se na destilação prévia do íon ti fluoreto na amostra, para eliminar a matriz interferente, e posterior determinação deste íon por potenciometria direta, com e le rodo s e le vo de flu o to. A lg u n cá tio n como A l3 +, Fe3 +, Si4+ e t ti re s s outros poli a le n te sin te v rferem na d e te rm in a o ã de flu o to s uma vez q ue ç re , form a co m p leo s. O g ra d e co m p le x a o ã e p e ne da c o n s ta n tde fo rm a çã m x u çd d e o do co m p leo, da c o n c e n tra o ã a g e n x ç do te complexante, da concentração total do íon fluoreto, do pH e da força iônica total da solução. Os ânions, de maneira geral, não interferem na resposta do eletrodo seletivo de flu o to com exc e ç ã do íon hidrox ila A lg u n ân ion , como 2- ou PO43 -, não re , o . s s CO3 in te - dire ta m e n tna le itua do e le rodo, porém aum enta a co n c e n tra o ã rferem e r t m ç de OH do meio, tornando as sim neces sária a destilação da amostra. O pH da solução de leitura também é um parâmetro importante e deve estar entre 5,0 e 5,5, pois abaixo des se valor o c o re a fo rm a çã de HF não d is so c ia de do íon - e, a cim d e se pH, o c o re a o o a s inHF2 terferê n ca d e vid ao íon OH . Por es se motivo, é neces sário adicionar tanto aos i o padrões quant às a m o s tra s no m om ent da d e te rm in açã p o te n cio m é tricde o , o o a flu o to s um a alíquota adequada de uma solução de TISAB, a fim de manter a re , força iônica elevada, o íon fluoreto livre em soluçã e o pH da solu çã ajustad. o o o

Material Analisador de íons (potenciômetro para uso com eletrodo seletivo), eletrodo seletivo de fluo to com binado a gita dr m agnéticob alana analítica m ant re , o , ç , a e lé tric a q u eced o,ra r mômetro, suportes, garras, condensador de Liebig, balão a te de fundo redondo de 125 mL com sa íd la te ra (p a a d estila çã,o along p a r a l r ) a a d e stila çã ofuni de se p a ra ç ãtipo p ê r d e , l o a 125 mL com h a se alongadab a lõ e volum é tricode 1000 200, 100 e 50 mL, t , s s , p ip e ta vos
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lum étricas qu ees de polietilen , bé r o. Lim p da v id ra ri – Pa ra e v ita contam inaçãda a m o str e dim inui o va lor do eza a r o a r branco o balã de d e stila çãd eve p a s sra p el se g u in t procedim entde lim p a: , o o o e o ez lave com soluçã d e hidróxido de sódio a 10%, a quente e enxágüe com água o destilada e deionizada. Coloque no balão 15 a 20 mL de ácido sulfúrico (1:2) e aqueça até o desprendimento de fumaça (usar a capela). Esfrie, descarte o ácido, trate o balão novamente com solução de hidróxido de sódio a 10% e e n x á ge bem com ág ua. ü Rea g e n tes Ácido sulfúrico Soluçã de hidróxido de sódi a 10% m /v o o Ácido 1,2 -diam inociclohexano-N ,N ,N ’N ’-tetracétic N2O8.H2O (Titriplex IV) o - C14H22 Solução-padrão estoque de fluoreto 100 mg/L – Pese 221 mg de fluoreto de sódio anidro, tra n sfir p a r um b alã volum étric de 1000 mL e com plet o a a o o e volum com água Esto q u e s a soluçã em fra sc de polietilen e . t o o o. So lu çã o -p a d rãe s to qe interm ediá ride fluo to 10 m g/ – Pre p a a p artir da o u a re L re, so lu çã opadrã e sto q u,ediluind com á g u d e stilaa e d esm in eralizad a o o a d . Estoq e u em fra sc de po- lie tilen. o o Solução de TISAB – Pese 58 g de cloreto de sódio, transfira para um balão volumétrico de 1000 mL, adicione 57 mL de ácido ac ético glacial, 4 g de titriplex IV, ajuste o pH desta solu çã a 5 ,0 -55 com solu çã de hidróxido de sódi 5 M e com p le t o o , o o e volum com água. e No ta a á gu utilizad p a r o pre p a de to d a as so lu ç õsed eve s er d e stilaa e : a a a ro s d deionizada. Procedim ent – Tr a n s fir 8 g d a a m o s tra v ia m e n teo m o g e n e iz a d a ,m L d e o a pre h 10 á c id os u lfú ric o o n c e n tra d3 0 m L d e á g u ae a lg u m a p éro la sd e v idro p a raum c o, s b a lã od e d e s tila ç ã oc o n e c ta da um c o n d e n s a d o r L ie b ig . b o c ad o b a lã o o de Na a d a p teu m a ro lh a p e la q u a l s e in tro d u z um fun il d e s e p a r a ç ã(c o m h a s t e o a lo n g a d a a ra q u e o g o te ja m e n toe ja le n to e próx im o à s o lu ç ã o )e um p s te rm ô m e t, o q u a l d eve e s t a rm e rg u lh a d n a s o lu ço. C o lo q u eo b a lã o n a ro o ã m a n tad e a q u e c im e n toa ra faze r a d e s t ila ç ãe re c o lh ao d e s tila d e m fr a s c o p o o p lá s tic Du ra n tea d e s tila ç ã o ,u a n d oa te m p e ra tu ratin g ir1 4 0 °C ,a d ic io n e o. q a á g u ale n ta m e n tet r a é s d o fu nil d e s e p a r a ç ã oa ram a n te r te m p e ra tu ra te a v p a enr

1 30e 1 4 0 °C . De s t ile d u ra n te3 h o ra s c o n ta d a s p artir d o m o m e n toe m q u e a a te m p e ra tu a tin g iu1 4 0 °C ,ou a t é q u e o vo lu m ed o d e s tila d e s t e ja ra o próx im o d e 2 0 0 m L. Tr a n s fir a d e s tila d q u a n titava m e n te a rab a lã ovo lu m é tric o e 2 0 0 o o ti p d m L, c o m p le te vo lu m ec o m o
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Capítulo V - Aditivos

á g u ae e m s e g u id tra n s firp a raum fr a s c o e p o lie tileo. A ju s t e a p a lh o a a d n o re a n a lis a d o re d ío n se , c a lc u le s lo p d o e lero d o ,c o n fo rm o re c o m e n d a d o m a n u a d o o e t e no l fa b r ic a n te . b a lã ovo lu m é trico e 5 0 m L, p ip e te m a a líq u o ta d e q u a dd a Em d u a a a m o s tr (d e ta l fo rm aq u e a a le itu rae s t e ja m p e n d id a a c urva -p a d rã o ) 1 5 m L d e TIS A B .C o m p le te co re n e o vo lu m e c o m g u ad e s m in e r a liz a Tra .n s fir p a rab é q u re s d e p o lie tileo. Fa ç a a á d a a e n le itu r a a c o n c e n tr a ç ã o , a n te n d o s m e s m ac o n d iç õ eesx p e rim e n t a is c urva d m a s da p a d rã o. Te s t edo e le rod o (c á lcu lo o s lo p e– C a lc u leo s lo p e a m a n e ira c o m e n d a d a t d ) d re no m anual o e le rodo. O s lo p e n g e n te e c urva lo g [ F ] x E), c o r e s p o n d e d t (ta d à va ria ç ã o d o p o te n c ia(E) quandoa c o n c e n tra ç ã o flu o to va r ia1 0 veze s . l do re Curva -p a d rã – Pip e te ,em b a lõ e s lu m é tricod e 5 0 m L, a líq u o ta a d e q u a d a s o vo s s d a s o lu ç ã o -p a d rã s to q u e e flu o to. A s c o n c e n tra ç õpod emva ria rd e a c o o eo d re es rd com a sensibilidade e a faixa linear de trabalho do equipamento. A cada balão adicione 15 mL de T ISA e c o m p le t o vo lu m c om á g u d e io n iz a d aTr a n s fa as B e e a . ir s o lu ç õ e padrão para béqueres de polietileno e faça a leitura da concentração, ssob agitação não tu rb u le n ta . No ta s As so lu ç õ e s-p ao rãevem s er pre p a ra d ano m om ent da leitu ra . dd s o Lave o e le rodo com águ ent e ca d leitur e e n x á g üo t a r a a e com a próxima solu çã a o s er lida. Cálculo

c = con cen tra o de fluo to na solu çã de leitu ra em çã re s o , m g/LV = volum do d estiladoem mL e , V1 = volum do b alã de leitu ra em mL e o , V2 = alíquot da a m o str utilizad p a r leitura em mL a a a a , m = m a ss da a m o straem g a , Lim it de quantificaçãdo equipam ent= 0,1 m g/L e o o Limite de quantificação do método = 5 mg/kg (levando em consideração a diluição da am o stra )

Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g ASSOCI TION OF OFFICIA ANALYTICAL CHEMISTS Officia Method of A L l s th Analysi of the Associatio of Officia AnalyticaChem ists 16 , Arlington: s n l l . A.O.A.C., 1996 ch a p te 9. p. 1 1 -1 5 . , r
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COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical Codex 4. ed., s . Washingto D.C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1996 p. 7 58 -7 6 0 . n l c s . 147/I Estabilizante– De te V s rminaçã de mono e diglicerídio e glice livre o s rol Os m ono e d ig lic e ríd io s o fo rm a d o p o r um a m is tu ra e m ono,di e sã s d tr ié s te s re d e g lic eo l co m á c id o sg r a s c o m e sve is . E s te m étodod e te rm in a o m e n te r xo tí s o te o r d e m o n o é ste po d en d o s e r utiliza d o em pro d u to s p uro s ou e m r, fo rm u la ç õ e Qu and oe s tve r e m m istu ra m g o m a s s t a s eve m s e rs e p a r a d a s s. i co e d p o r filtra ç ã o n t e s a e ta p a a e x tra ço. a d d ã O princípi do m étod analític p a r determ inaçã mono e dig lice rídioe o o o a o de s g lic erol livre e s t b a se ao n as s e g u in s re a ç õs q uím icas: á d te e O \\ H2C -O -C -CH35 17 | H-C-O H | H2C-OH O \\ H2C -O -C -CH35 H 17 | \ H-C=O + C=O + HIO 3 + 3H2O / H

+

H5IO6

monoestearato de glicerila (e xtra t org ânico) o H2 C-OH | H-C-O H | H2C-OH H H / \ + 2 H5IO6 → C=O + C=O + 2 HIO 3 + 6 H2O \ | H C=O H g lic eol (e x tra t aq u oso ) r o Na titulaçã a co n te ce as s e g u in s re a ç õ e s : o m te H5IO6 + HIO 3 + 12KI + 12CH3COOH → 7I2 + 9H2O + 12CH3COOK (am o stra) 5IO6 + 7KI + 7 CH3COOH → 4I2 + 6 H2O + 7 CH3COOK (branco) H 2Na2S2O3 + I2 → Na2S4O6 + 2NaI (titulação)

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Capítulo V - Aditivos

Material Ba la n ç analíticab alana se m i-a n a lític a h o-m aria ape de filtro (se n e c e ssá rio ) a , ç , ban ,p l , b éq u e r de 50 mL, bastão de vidro, proveta de 50 mL, funil de separação tipo pêra de 250 mL, pipetas graduadas de 5, 10 e 20 mL, pipetas volumétricas de 25 ou 50 mL, frasco Erlenmeyer de 250 mL com tam pa bure ta de 25 ou 50 mL e funi de vidro, se n e c e s s á ri , l o. Reagentes Tio ssu lfa tde o sódioAcetato de etila Sulfato de sódio Ácido ac ético glacial Ácido periódic H5IO6 o Iodeto de potás sio Amido Soluçã de Na2S2O3 0,4 o M Solução de amido 0,5% m/v Soluçã de su lfao de sódi a 10% m /v – Diss ova 100 g de Na2SO4 em á gu o t o l a su ficie n te p a1000 mL. a r Soluçã de ácid a cé tic e periódic – Dis s ova 11 g de ácid periódic em 200 o o o o l o o mL de á gu a e com plet o volum p a r 1000 mL com ácid a cé tic. e e a o o Solução de iodeto de potás sio a 25% m/v – Dis solva 25 g de KI em água suficiente para 100 mL. Procedim ent -- Pe s e com pre c isã,oem um b éq u e de 50 mL, c erta quantidad de o , r e am o -s tra calculada de acordo com a seguinte fórmula: mas sa de amostra = 30/% de monoéster e sp e raodna a m o stra . Dis s ova a a m o s tra l com p e q u e n o s lu m e sd e a c e ta to e e tila , tritu ra n d o -a vo d a p ó s c a d a a d içã oco m b a s tã od e v idro. Tra n s fira a d a um d o s vo lu m e sd o c s o b n a d a n tep a ra um funil d e s e p a ra ç ã ofiltra n d o s e n e c e s s á rio ,té a re , a

d is s o lu ç ãto ta ld o s m o n o g lic e ríd io s o e m 5 0 mL d o s o ve n te .Ex tr a ia m trê s p orç õ e sd e 1 5 mL d e Na2SO4 a 10% l co a g ita n d o ig o s a m e n tep ó sc a d aa d içã oe c o le te e x tra to q u o sod a ca m a d a v ro a o a , in fe rio r o funil d d e s e p a ra ç ã em um fr a s c o o, Erle n m ye r d e 2 5 0 mL com ta m pa . c e b a e x tra to e Re o e m a c e ta to e e tilad a c a m a d a u p e rio e m o utro fr a s c o d s r, Erle n m yer. L ave o funil e d e s e p a ra ç ã o
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com d u a sp orç õ e sd e 5 mL d e á c id oa c é tic ore c e b e n d o -no fr a s c o , as Erle n m ye r e com o e x tra to m a c e ta to e e tila .Pre p a um a prova em branco com 50 mL de e d re acetato de etila e 10 mL de ácido ac ético em um terceiro frasco Erle n m yer. e Ad ic io n e 5 0 mL d e s o lu ç ã o d e á c id o a c é tic o -p e rió d ic o s trê s fr a s c o s no Erle n m yer, ta m p e -o a , it e - ob e m e sg s e c o lo q u e -o s b a n h o -m a riao r 4 5 m inu tos e s c uo , e m te m p e ra tu raão em p no r n s u p e rio r a 50 °C.Ap ó s e s t ete m po , ti e o s re s p e cvo s fr a s c odo b a n h o -m a riad ic io n e 0 re r ti s a, 1 mL d e s o lu ç ã o e KI a 25% e m c a d aum e titu le -ocom s o lu ç ã o e Na2S2O3 0 ,4 M, d s d u s a n d o idocom oin d ica do am r. No ta no caso de se usar 25 mL de solução de ácido ac ético-periódico e titular : com bureta de 25 mL, utili e m eta d da m a sa ca lcu laa acim a. z e s d Cálculo

No ta utilize os fatores 2,68 e 2,99, para expres sar o resultado, respectivamente, : em α-m onoacetatde g lic e ril e α-m o n o este a o de sorb itana o a ra t

No ta utilize os fatores 1,52 e 1,21, para expres sar o resultado, respectivamente, : em propilenoglico l livre e so rb itolivre l B= mL de Na2S2O3 0,4 M, g a s to na prova em branc . s o A= mL de Na2S2O3 0,4 M, g a s to na titulaçã da a m o stra s o f = fa to da soluçã de Na2S2O3 0,4 M r o P= mas sa da amostra Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g CRAM, D.J.; HAMMOND, G.S. Organi Chemisty, Mc Gra w Hill Book c r Company Inc. 1964 p. 5 4 6 -54 7. . 148/IV Realçador de sabor – Identificação de glutamato de sódio

Material Pipeta de 1 mL, proveta de 50 mL, béquer de 100 mL, banho-maria, balança analítica e balã volum étric de 100 mL. o o
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Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes Ninidrina (tricetohidrindeno hidratado) – Dis solva 200 mg de tricetohidrindeno hidratado (C9H4O3 H2O) em á g u a té 100 mL. Pre p a a solu çã no dia a re o do u so. Ac e tao de sódio t Procedim ent – A 1 mL da solu çã aq u oa da a m ostr diluíd em 1:30 (em o o s a a glutam at d e sódio), adicione 1 mL de ninidrina e 100 mg de acetato de sódio o e aqueça em banho-maria por 10 min. Uma in tena c or v io lea a zu lad é s t a form ada. Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX. Food Chem ical Codex 4. S s . ed., Washingto D.C.: Nationa Acad em i Pre s , 1996 p. 260. n l c s . 149/I Identificaçã de brom ato pelo métod direto V o s o O bromato é identificado direta ou indiretamente em preparados para produtos de p anificação elhorado de farinh ou o u tra fo rm u laçõe aditi os ,m res a s s de v p a r panificaçã a o. Material Ba la n ç se m i-a n a lític a a , agitadr m agnético a rr m ag né tica tavapo p la c s p a r o ,b a , ro r, a a crom a tografia em camada delgada de sílica gel 60G, papel de filtro qualitativo, béqueres de 100, 250 e 1000 mL, bastão de vidro, funil de vidro, provetas de 25, 50 e 200 mL, tubo capilar de vidro p a r crom atog rafia a de vidro p a r crom a tog ra fie pulve riza dr. a , cub a a o Rea g e n tes Butanol Propano l Álcool Orto-tolidina Sulfato de zinco Ácido cloríd rico

Hidróxido de sódio Brom at de p o tá ssio o Soluçã de brom at de p o tá ssi a 1% m /v. o o o
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Soluçã de orto-tolid in a 0,02% em álcool o a Soluçã de ácid clorídric em álcoo na propo o o o l rção 25:65 Soluçã de su lfao de zinc 20 o t o g/L.Soluçã de hidróxido de sódi o o 0,4 M A ntiespum ante exem plo dim eti silic on e : por , l Procedim ent - Para amostras sólidas ou em pastas, siga o procedimento: transfira o 200 mL da soluçã de su lfao de zinc 20 g/L p a r um béq u e de 1000 mL. A g it em o t o a r e a g ita do m a g n é tic c om ve lo c id a dc o n s ta n te ic ioe a prox im a d a m e n50 g da r o e . Ad n t a m o s tra a n te n da a g ita ç ã Ad ic ioe 50 mL da s o lu çoã de h idróx id de s ó doi 0 ,4 M. ,m o o. n o C o n tine a g ita nodp or m asi 15 m in u to s . u Filtre em p a p le de filt o q u a lita ti C o n c e n t r vo. re o filtrao em ro ta p o c om te m p e raa nrão s u p e r io r d va r tu a 7 0 °C Ad ic io n, ese n e c e s s á ru ma g o a de a n tie s p u m e ao filtrao. Re d ua a té um . , io t ant d z vo lu m in ferior a 50 m L. Ap liq u o c o n c e n tra d o ra le la mee aot p a d rã, oem p la a de e e , pa n c c a m aad d e lg aadde s ílic a gel 60 G, numa cuba previamente saturada com a fase móvel butanol-propanol-água na proporção de 1 :3 :1 Reve e o cro m a to g ra m e q ü e n c ia lm e n t a s o lu çoã de o -to lida a 0 ,0 2 e . l as e c om in % á c id c lo ríd ric em á lc o lona pro p o ão de 2 5 :6 .5Na pre s e n çde bro m ao a p ae c eár u ma o - o rç a t r m a n ca a m ae a e m h r l Rf 0 ,6 4 a prox im a d a m e.nPa ra a m o s tr a u id a s p liqe d ire ta m ee na p la a de c a m aad , te s líq ,a u nt c d e lg a d a e pro c e a c o m d e s c r ita c im a . d o o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU, H.Y.; KIMURA I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA D.A.P.; ZENEBON, , , O. Brom at de p o tá ssi em farinh de trigo e m elhorado de panificaçã o o a res o. Bol. Inst.Adolfo Lutz, São Paulo, ano 6, n. 1, p. 4-6, 1996 . 1 5 0 /I Id e n tific a o ã bro m a to p e o m é to d indi e to c om o re a tvo fu c s in a V ç de s l o r i b is s u lfito Após a incineração da amostra, é realizada a identificação do brometo formado pela decom p osiçã rm ic do brom at . o té a o Material Balança semi-analítica, mufla, cápsula de porcelana, béquer de 50 mL, bastão de vidro, p ip e ta g ra d u a d ade 1 e 5 mL e a g ita do m agnétic com b a rr m agnética s s r o a

Rea g e n tes Á gu a ox ig e n a d a Ácido sulfúrico Fu csin a
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Capítulo V - Aditivos

Ácido sulfúric 10% m /v o Á gu ox ig e n aa 30% m /v a d Soluçã de brom et de p o tá ssi a 1% m /v o o o Solução descorada de fucsina a 0,1% m/v – Dis solva 0,1 g de fucsina em pequenas porções de ág ua tritu ra n da com b a stã de vidro, a té atingi 100 mL. Adicione com , oo r , a g ita çã o , b issu lfit sódi em pó a té d e s c o ra totalm ent a solu çã. C as a o de o r e o o soluçã não d e sc re totalmente, filtre em papel de filtro contendo carvão o o ativado. Procedim ent – Incine a proxim adam ente g de a m ostr em uma cá p su l o re, , 50 a a de porc e- lana em m ufl a 550°C Diss ova as c in za obtid a em volum de ácid a . l s s e o sulfúric a 10% m /v su ficie n tp a r sua dissolu ção o e a , agitand com b a stã de vidro. o o Filtre, se n e c e s s á ri Em seguida, adicione 2 mL de água oxigenada a 30% e 3 o. mL do reativo fucsina-bis sulfito. Agite e aguarde aproximadamente 5 minutos. O aparecimento de coloração lilás persistente, que pode aparecer em até 24 horas, indica a presença de brometos formados pela decomposição té rm ic do brom at . Fa ça p a ra le la m e n tuma a o e prova em branc com á g u e uma prova com o a o padrã de brom et de p o tá ssi a 1%. o o o Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU H.Y.; KIMURA, I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA D.A.P.; ZENEBON, O. , , Brom at de p o tá ssi em farinh de trigo e m elhorado de panificaçã Bol. o o a res o. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo ano 6, n. 1, p. 4 -6 1996. , , 151/IV Identificação de bromatos por método indireto com fluoresceína Material Balança semi-analítica, mufla, estufa, cápsula de porcelana, placas para cromatografia em camada delgada de sílica gel 60 G, papel de filtro qualitativo, béqueres de 100 e 250 mL, bastão de vidro, funil de vidro, provetas de 25, 50 e 200 mL, tubo capilar de vidro para crom atografiacub de vidro p a r , a a crom a tog ra fie pulve riza dr. a o Rea g e n tes Fa se móve l: b u ta n o l-a ce to n aróxido de amôni (1:3:1) -h id o Soluçã de ácid a cé tic g la c ia lág u ox ig e n aa a 30% (10:1) recé pre p a ra d a o o o a d , m

So lu çã o -p a d rã brom et de p o tá ssi a 1% m /v o de o o Soluçã alcoólic de fluo s c e ín a 0,01% m /v – Dis s ova 0,01 de fluo sc e ín em o a re a l g re a álcool a 50% a té com pleta100 mL. r
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Procedim en t – Incinere, aproximadamente, 50 g da amostra em uma cápsula o de porcelana. Dis s olva as cinzas em 10 mL de água. Filtr e ou transfira o sobrenadante para outra cápsula de porcelana, reservando alguns mL para a cromatografia em camada delgada. Adicione uma gota de solução de fluoresceína a 0,0 1%, seguida de u ma g o t da m is tua de á c id a c é tic g la c ia em á g u ox ig e n aa e a r o o l a d eva p o e m banho-maria até à secura. Faça, paralelamente, uma prova em re branco utilizando á g u a O a p a c im e n t de uma c o lo r a çoã ró s e p e r s is t ee t . re o a n p o d in d ic a a pre s e n ç a e r de brometos. Para confirmação, aplique a porção restante do sobrenadante em placa de c a m a d d e lg a a de s ílic g el 60 G c om a f a s móvel b u ta n o l-a c e to n a a d a e h idróx id o de am ôni (1 :3 :1,) c o r e n d p a ra le la m e no p a d rã de bro m e o de p o t á s s i a o o e t o t o 1% . Revele com a mistura de partes iguais das soluções de fluoresceína a 0,0 1% e ácido ac ético em água oxigenada. Coloque em estufa a 1 0 5 °C, até o aparecimento de m a n c h a sNa pre s e na de bro m e o a p a c eá u ma m a n c h . ç t re r a ró s e em Rf aproximado a de 0 ,6 5 a q u al p o d a p a c e em a té 24 h o r a s . , e re r Re fe n ca b ib lio rá fic a rê i g YABIKU H.Y.; KIMURA, I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA D.A.P.; ZENEBON, O. , , Brom at de p o tá ssi em farinh de trigo e m elhorado de panificaçã Bol. o o a res o. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo ano 6, n. 1, p. 4 -6 1996. , , 152/IV Determinação de arsênio em aditivos O método baseia-se, fundamentalmente, na liberação de arsina (um gás de odor d e sa g ra vel e x rem am ent ven en o so a qual é a b sovida em uma dá t e ) r soluçã de dietilditio carb am at de p ra ta form and um com p leo de c or o o , o x verm e lha cuj , a intensid ad pod e e s e r estim aa a olho nu ou d espect rofotom etricam e.nte re a ç õs e nvo lv id s sã o : As e a A s+5 + Sn+2 → A s+3 + Sn+4 (reduçã do A s+5 → A s+ 3) o 0 + +2 Zn + 2H → Zn + H → (produçã de com ad içã de zinc m etálico) o o o H 2 2 2 A s+3 + 3 2 →2 AsH3 (form açã de a rsin a ) o H AsH3 + 6 (C2H5)2NCSSA → 6 Ag + 3 (C2H5)2NCSSH + [(C2H5)2NCSS]As g 3 (com p le verm e lho) xo

Os metais ou sais de m e ta is ,a s e g u ir m e n c io n a d o s, te in rfere m n a lib e ra ç ã od a a r s in a :crom o, c o b a lto ,c o b , m erc ú rio , m olibdênio,n íqu e l, re p a lá d ioe p ra ta .O a n- tim ônio,q u e fo rm aa e s tib in a(SbH3) é o e le m e n to u e , q p o d e pro d u zirin te rferê n c iap o s iti , p orq u e dá c o r co m o d ie tild itio c a rb a m a to va d e p ra ta .A e s tib in a rm aum com- p le q u e te m m áxim od e a b s oç ã o a 5 1 0 fo xo r nm ; e n t e 5 3 5 e 5 4 0 nm, a a b s o rb â n c d e s t e r ia
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Capítulo V - Aditivos

co m p leo é dim inuídad e ta l m a n e ira u e o s re s u lta d od e d o s a g e m a rs ê n io x q s do n ão s ã o a lte ra d od e um a m a n e ira ig n ific a ti . Po r o utro la d o ,o antim ônio s s va é ig u a lm e n te ic oe in d e s e ve l. tóx já Material Algodão hidrófilo, balança semi-analítica, aparelho para determinação de arsênio, frasco Erle nm yer de 500 mL com junt esm e rilh a d24/40 b éq u ees de e a , r 10, 50, 150 e 600 mL, prove ta g ra d u a d ade 100 mL, prove ta g ra d u a d ade s s s s 100 mL com tam pa p ip e ta grad u adas de 1, 2, 5 e 10 mL, pipetas , s volumétricas de 3, 5 e 10 mL, balões volumétricos de 100 e 1000 mL e fra sc Kjeldah de 800 mL. o l Rea g e n tes Ácido sulfúrico Á gu ox ig e n aa a a d 30% Ácido cloríd rico Cloreto estanoso Iodeto de potás sio Ac e tao t de chum bo Piridina Dietilditiocarbamato de prata Trióxido de arsênio Hidróxido de sódio Zinco granulado isento de arsênio

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Figura 2 - Ap arelho p a r de term inaçã a rsê n io a o de So lu çã o -p a d rã sto qe de a rsê n i – Pe s e com pre c isã,o0,13 g de trióxido de oe u o , 2 a rsê n io finamente pulverizado e seco. Dis solva em 5 mL de solução (1:5) de NaOH. Neutralize a solução com ácido sulfúrico a 10% e adicione um exces so de 10 mL. Transfira para um balã volum étric de 1 L e com plet o volum com águ re ce n te m een t o o e e a fervid a. So lu çã o -p a d rãde trab alh de a rsê n i – No dia do u so pip et 10 mL da o o o , e so lu çã o -p a d rã o qe de a rsê n i p a r um balã volum étric de 1000 mL, e sto u o a o o adicione 10 mL de ácido sulfú- rico a 10% e com plet o volum com águ e e a re ce ntem en t e fervida Est soluçã conté 1 μg d e arsênio por mL. Conserve-a . a o m por até três dias. Soluçã de dietilditiocarbam at p ra a 0,5% em piridin – Pe s 0,5 g de o o de t a e

AgSCSN(CH5)2 2
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Capítulo V - Aditivos

em um balão âmbar de 100 mL. Adicione piridina para dis solver e complete o volume. C onseve e s a solu çã a té um m ês em fra sc âm ba r t o , o r. Soluçã de ácid sulfúric a 10% m /v – Dilua, com as pre c a u çõ ehabituais57 o o o s , mL d e ácid sulfúric a 1000 mL com ág ua. o o Soluçã de clore to e sta n o s em ácid cloríd ric - Dis s ova 40 g de SnCl2.2H2O o o o o l em 100 mL de ácid clorídric conce ntrad C onseve e s a soluçã a té três m e se, s o o o. r t o em fra sc d e vidro. o Soluçã de iodet de potássi a 15% m /v - Dissova 15 g de iodet de potássi em o o o l o o 100 mL de água. Algodã contend a ce taot de chum b – Em beb o algodã hidrófilo em uma o o o a o soluçã sa tu rada de acetato de chumbo. Extraia o exces so de solução e seque o sobre vidro à temperatura am biente. Procedim ent – In s tae o a p a o l relho conform a Figura 2. Introduza no tubo de e absorção, com auxílio de pinça, três tampões de algodão nesta ordem: um hidrófilo, um embebido em solução saturada de acetato de chumbo e outro hidrófilo. Dependendo da natureza da a m ostra siga um d os se g u in s proced im e nto sno c a s de su b s tâ n c ia , te : o s o rg â n icaque,em meio clorídrico turvam, existe a neces sidade da mineralização s por via úmida; em caso contrári (por e x. ácid cítrico ácid láctico ácid o o , o , o a cé ticocitrat de cá lcio e tc) a m ine ralização não é neces sária. Em presença de , o , , sais de ferro (por ex. pirofosfato de ferro, citrato fé rric am oniacals a c a ra t de o , o fe r o, e tc adicion 1 g de ácid a scó rb o à soluçã de d o sa gem O ácid ) e o ic o . o a scó rb o re d u e com plex o fe r o q ue inte ic z a rfere na lib eraço da a rsin . Pa ra ã a matérias-primas solúveis em meio clorídrico, calcule a mas sa neces sária para comparação com um padrão conhecido de arsênio e dis solva de maneira a se obter sempre um volume fina de (35 + 2) mL. l Min era liza çãpor v ia úm id – Numa prove ta com tam pa ad icion 30 mL de o a , e á g u ox ig enad e 7 mL de ácid sulfúric Hom oge ne í e d e xe em rep o uo uma a a o o. ze i s noite Pe se a m a ss a . de a m o str n e c e s sá ri ta 3) e transfira para o frasco Kjeldahl com auxílio da a a (No mistura: água oxigenada/ácido sulfúrico. Aqueça até que toda a água oxigenada seja consumida (agite, de vez em quando). Esfrie. Caso a solução ainda esteja escura, adicione mais água oxigenada e a q u ea novam enteQuand houver forte d e s pendim ent de fum aça b ra n cs ç . o r o s a (SO3) e a solu çã não m ai e sc ue c e a m ine ralizaçã s t term inada o s r r, oe á . Lave 3 vezes o

fra sc Kjeldahl o com ág ua a qu ece nd a té red u zi o volum a m ai ou m e no 5 mL a p ó ca d , o r e s s s a adiçã (c a s a solução escureça novamente, adicione mais água oxigenada, o o aqueça e lave novamente com água (três vezes). Esfrie o frasco e transfira a solução para um frasco Erlenmeyer de 500 mL
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de b o c esm e rilh a . Lave as p are d e do fra sc Kjedah e tra n s fir p a r o fra sc a da s o l a a o Erle nm ye r e com auxíli de ág u su ficie n tp a r com pletao volum p a r 35 mL. Adicione o a e a r e a , n e st or- dem, n os fra s cso Erlen m ye r: 10 mL de ácid clorídrico2 mL da soluçã a e o , o de KI e 0,5 mL da solução de cloreto estanoso. Conecte os tubos de absorção, agite e deixe repousar por 30 minutos à temperatura ambiente. Pipete 3 mL da solução de dietilditiocarbamato de prata em piridina nos tubos de absorção (parte superior). Após os 30 minutos, introduza 4 g de zinco granulado nos frascos Erlenmeyer, conecte rapidamente os tubos de absorção nestes fra s c o sa g it e , e d e xe a re a ç ã o co rer dura nt 45 m inuto à tem p eratu r am biente com p i o e s a , reendida entre 25°C e 35°C, com agitações casuais de 10 minutos. A liberação de hidrogênio deve ser regular e suficiente sem ser exces siva (a adição de uma pequena quantidade de isopropanol no frasco Enlermeyer pode melhorar e uniformizar a liberação do gás). Após os 45 minutos, compare a intensidade de coloração nos tubos de absorção da amostra, branco e padrã A re a ç ã s e g u a Lei de Be er de 0 a 10 μg de a rsê n i É p o ssí o. o e o. vel e s ta b e lerc eum a curva-padrão para um comprimento de onda máximo determinado entre 535 e 540 nm, com um espectrofotômetro ou colorímetro, usando a solução de dietiliditiocarbamato de p ra a em piridin como branc . t a o Como a intensid ad de co lo raço é muit in stá l, é im- portant q ue se fa ç a e ã o ve e a m edid em tem p eratu rco n stan , não in fe rio a (25 + 2)°C e logo a p ó os 45 a a te r s m inutos tant p a r as a m o stracomo p a r os pad e s . , o a s a rõ Re p e titiv id a: dpara comparação visual com os padrões desenvolvidos e conjuntamente com os te s te, so lim it v isu a de d e te c çã é de 0,2 m g/kg Em tra b a lhsocom e l o . espect rofotôm et ro, a d ife n ç e n t e os re s u lta d ode d u a d e te rm in a çõ exe c u ta dsasim ultaneam ente re a r s s se , p elom esm a n a listanão d eve s er m aio que 0,2 μg . o , r No ta 1 : é neces sário fazer, conjuntamente com as determinações, uma prova em branco (com os re a g e n te s um padrã de co n ce ntraçã )e o o conh ecida p a : pre re, sim ultaneam ente, padrões de 1, 2, 3, etc, μg de arsênio por pipetagem de 1, 2, 3, etc., mL da solução padrão de 1 μg/mL e dilua a a proxim adam ent mL de água. e 35 No ta 2: em pre s e na de íon fé rric o so KI é oxid ad com lib era çã de iodo. Adicion ç , o o e um exc e so de c lore to e sta n o sp a r uma red uçã com pletaA lib era çã de s o a o . o hidrogêni da re a ç ã o o é n e st c a s c a ta lis a de a c e le ra d a . e o a

No ta 3: exem pl de cálcul da m a sa de a m o str a s er p e sa d:as a b ee spor norm o o s a a q ue o co ra net artificia pod co n te no m áxim 1 μg de As por g de co ra n teNa l e r o . d o sa gm com parativa usa-se um padrão de 3 μg de Arsênio. Desta maneira, a e fórmula que fornece a mas sa de a m ostr a s er p e sa a s e rá : a d

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Capítulo V - Aditivos

ma = m a ss da a m o str a s er p e sa d a a a pa = padrã p a r com paração o a n = lim it de a rsê n i e sta b e le c id e sp e c ific aoç de ca d m até ria -p rim a e o o na ã a Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g YABIKU, H. Y.; DIAS, N. A.; MARTINS, M.S. Estudo comparativo de métodos u su a i p a r de term inaçã a rsê n i São Paulo Rev. Inst. Adolfo Lutz, 49(1), p. s a o de o. , 51-55, 1989. BABKO, A. K.; PILIPENKO, A. T. Photometric analysis. Methods of determining non-m etals sc Mir Pu b lish e . 1976 374 p. . Mo ow: rs . COMMITTEE ON FOOD CHEMICAL CODEX Food Chem ical Codex 4. S s . ed., Washingto D. C.: Nationa Aca dem i Pre s , 1996 p. 7 5 5 -75 7. n l c s . 153/I De te V rminaçã de benzo(a)pi eno em arom a de fumaç e alim ento o r s a s defumados Os hidro ca rb o n es policíclicoarom ático (HPA s) re pre se n ta um to s s m im po nt grurta e po de compostos químicos, muitos dos quais têm elevado potencial carcinógenico, dentre e s ta su b stâ n ciad e s ta c a -s b en s , s eo zo(a )pi no , por ter sido o re prim ei hidrocarb o n eta s e ridentificad e reco nh ecid como c arcinógenoe s er ro o o o , c o n sid e ra dum indicado da pre s e n ç a o r de outros do grupo. São form ads principalm ent devid à com bustã o e o o incom pletaà a lta stem p era tu rade m a té ria o rg â n ica e e s tã distrib uído no , , s s s o s m ei am bient em b a ix s con- c e n tra ç õ;e s o e a pode s er encon tra doem pla nta m s s te r e s res e a q u á tica s o lo ,s sed im e n toá g u a s t ,s , s e na atmosfera. A contaminação nos alimentos é normalmente resultado da defumação, contam inaçãd os s o lo ,s poluiçã do ar e da ág ua pro c e s s ode o o , s cozim ent ou pre p a ra çã o o de alim ento e d os aditi os alim enta s. E s t m étod se a p lic à dete rm inaçãde s v re e o a o b en zo(a) pireno em aromas de fumaça e alguns alimentos defumados, tais como: bacon, presunto, lingüiça lom bo p eru, c h e s te c o s te l de boi, e tc Ba s e ia , , r, a . se na e x tra çoã do be n zo(a)pi reno,posterior separação e quantificação por CLAE em fase reversa, usando uma coluna analítica de o cta d ecilsila n 18) e detector de fluoresc ência. o (C Material

Crom atógraflíquid de a lta e ficiê n cia o o , colun analític de 4,0 mm x 12,5 cm, a a Lich sp h re ro e 100 R P-1 (5 μm) ou eq ui le n te d e te cto de fluo sc ê n c,iapro c e s s a d oe 8 va , r re r re g istra d o r/ te gradro de d ad o ,s balana analítica pro c e s s a d ode c a rn s ou in ç , r e eq ui le n te m ant d e aquecim entde 500 mL, ro tavapo m e m b ranafiltra n te va , a o r, s s d e s crtáve is de 0,45 μm d e diâmetro de poro, filtros descartáveis de 0,45 μm a de diâmetro de poro, torpedo de nitrogênio,
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pipetadoautom átic de 100 a 1000 μL com re s p e cva ponteirapipetado r o ti , r autom átic d e o 1000 e 5000 μL com respectiva ponteira, condensador de bola com junta esmerilhada 24/40 com prim entde 400 mm, funi de se p a ra ç ãde 125, 250 e 500 mL com , o s o to rn e ira s de te flo ,nbalão de fundo chato de 250 mL com junta esmerilhada 24/40, coluna de vidro de 22 cm de com prim ento , com re s evatóri p a r 60 mL e torneir de te flo ,n r o a a funil de vidro, fra s cso de vidro tipo p ê r de 400 mL com junt esm e rilh a d a a 24/40 funi de Büchne, fra s c o centra d o , l r con r graduad de 10 mL com tam pa o , s e rin gsade 5 mL, b a lõ e volum é tricode 10, s s 50 e 100 mL e p ip e ta volum étrica s. s Re a g en tes Ág u u ltra -p u ra a Álcool Me tan o g ra CLAE l u Ace tonitril g ra a u CLAE 1 ,1 ,2 -triclo-1 ,2 ,2 -triflu o n (TCTFE g ra CLAE ro reta o ) u Dim etilsulf óxido (DMSO) g ra e sp e c t u rofotom étrico Ciclohexang ra CLAE o u Óxido de alum íni 90, tam anh de p artícul 7 0 -2 3 m e s h o o a 0 Sílica g el 60 , tam anh de p artícul 7 0 -2 3 m e s h o a 0 Hidróxido de p o tá ssio So lu ç ã o -e s to q– Diss ova 1 mg de b en e u l zo(a)pireno (BaP) em 10 mL de ciclohexano e d e xe em u ltra -so por 15 m inutos. i m Solução-intermediária – Pipete 0,5 mL da solução-estoque, leve para um balão de 50 mL e com p let o volum com a ce to n itrila -m e ta(1:1). e e l no Soluçã de trab alh – Pip e e 4 mL da solu çã interm ediárie leve p a r um balã o o t o a a o de 100 mL, com pletando volum com a c eto n itrila -m eta(1:1) C oncentraçã o e l no . o fina de b e n l zo(a) pire no 0,04 μg/mL. : Alumina desativada – Determine a perda aparente de peso da alumina, por aquecimento ao rubro com bico de Bünse de 10 g de alum in em c áp su l de n a a porc e la n ou platin ta ra d a .Cubr a cá p su l im ediatam ente coloqu em a a a a e e d e ss e c ard o a r e s fria d ep oi p e s (as p e s -a g e n d evem s er fe ita rapidam ente p a r, s e s s , poi a alum in a d s ove im ediatam ent á g u a tm osfé s a r ea a - rica). Calcule o conteúdo de água. Descarte a alumina que tenha sido aquecida. Adicione su fic ie n t e

quantidad de águ p a r m olha a alum ina d e s d que p a r o tota de águ e a a r , e a l a adicio nado, se considere 10% do peso final da alumina desativada. Agite vigorosamente a alumina por 15 m inuto e g u a s rde em vidro âm ba por no r mínim 4 h o ra a n te do u so. o s s

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Capítulo V - Aditivos

Cálculo

Y = quantidade de água presente na alumina X = quantidad de á g u a s er adicionad na alum ina e a a M = m a ss de alum in inicial a a Sílica g el d e sa va da – Aq u e ç porç õ e de sílic g el em fra s o Erlenm yer ta ra d a ti a s a c e o 160° por C 16 h o ra e a q u ea tam bé a tam p já ta ra d em um b éq u e. Remova o fra sc s ç m a a r o Erle nm ye r e da estufa, tampe imediatamente e esfrie em des secador. Pese o frasco para determinar o peso da sílica gel seca. Adicione quantidade suficiente de água à sílica gel, desde que a soma das adições não ultrapas se 15% do peso final da sílica gel desativada. Imediatamente tampe o fra s o e a g it v ig o sa m en tpor 15 m inutos A gu a 4 c e ro e . rde h o ra ou m ai a n te do u so. s s s Cálculo

X = quantidad de á g u a s er adicionad na e a a sílic a M = m a ss de sílic inicial. ; a a Preparação da coluna cromatográfica – Adicione na coluna de vidro, contendo lã de vidro na extremidade inferior, 5 g de sílica gel desativada (contendo 1 5% de água), 5 g de alumina desativada (contendo 1 0% de água) e 10 g de sulfato de sódio, nesta ord e m, b a te n o leve m e ne d u ra ne c a d a d iç ã . L ave a c o lu n d t t a o a c om 50 mL de TC- TFE. Par e o fluxo quando o nível do líquido alcançar o topo da camada de sulfato de s ó d io Recuperação da coluna cromatográfica – Teste antes do uso. Prepar e 2 colunas como d e s c ro a c im (uma c o lu n p a r o b ra n c e u ma p a r a re c u p e r a ç ã. o ) it a a a o a Ad ic io n 4 0 mL de TCTFE à uma coluna e à outra adicione 40 mL de TCTFE e contaminado c om 2 mL de uma s o lu ç o de b e n (a)pireno (BaP) 0,25 ã zo μg/mL. Deixe o solvente percolar as colunas e colete separadamente os eluatos em frascos tipo pêra de 4 00 mL. Repita a eluição da coluna com duas porções de 25 mL de TCTFE. Deixe cada eluente escoar até o topo da camada de

sulfato de sódio antes das próximas adições. Concentr e as soluções eluídas de TCTFE a 5 mL em um rotavapor com banho-maria a 3 0 °C Tr a n s fir os c o n c e n tr a s o a r um fr a s o c o n c e n tra d o ra d u ao de 10 . a dp a c rg d m L, com pipetador automático ou pipeta tipo Pasteur. Lave cada frasco tipo pêra com 3 p orç õ e de 1 mL de TCTFE e tr a n s fir p a r o fr a s o c o n c e n tra r o s a a c d re s p e cvo. Coloti
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que os frascos em um banho-maria a 3 0°C e concentr e as soluções à secura sob leve fluxo de nitrogênio. Adicione 2 mL de acetonitrila-metanol (1:1) e leve ao ultra-som p or 3 m in u tos Filtre a s o lu ç o em m e m b ra n a de 0 ,45 μm. . ã s Su b m ea à cromatografia líquid de alta e ficiê ncia Os crom atog ram ad os t a . s s o ve n te d evem e s ta livres de p ico inte re n te e a recu p eraçã p ar o l s r s rfes o a ben zo(a)pireno (BaP) deve ser maior que 90%. Fa se móve l Solve n t A: a ceton itrila -m eta n o e l (1:1)Solve n t B: á g ua e Filtre os s o ve n te A e B a tra de m e m b ranade 0,45 μm e d e g a se ifiq u e . l s vés s Solve n te s para extração – Água saturada com TCTFE e água saturada com ciclohexano. Em um funil de separação, sature a água com o solvente específico em exces so, agite e descarte a fase orgânica. Procedim ent – Ajuste o detector de fluoresc ência para os seguintes o comprimentos de onda λx= 295 nm eem = 405 nm. Ajuste a proporção da fase móvel para 80% do : e λ solvente A e 20% do solvente B, o fluxo para 1 mL/min e a temperatura para 35°C. Programe o g rad ie n tda fa s móvel como d e scrit a b axo : e e o i Tabel 10 – Program açãdo g ra d ie n tda fa s móve l a o e e
Tem po (min) 0 20 40 45 65 % Solve n teA (aceton itrila-m etan ol 1:1) 80 100 100 80 80 % Solve n teB (água ) 20 0 0 20 20

Triture a am ostr e d isso l 25 g em 500 mL e m um balã de fund redond p a r a va o o o a ebulição, com a lg um s péro la de vidro. Adicion 100 mL de álcoo e 4 g de hidróxido de a s e l p otássi Coloqu o fra sc na m ant de aquecim ento d ape o con densad o o. e o a , a t r de b ola e d e xe digerindo po h o ra.s De ixe e s fria à tem peraturam bienteColoqu s i r2 r a . e lã de vidro em um funil e um e d e ç com álcool p a se a soluçã fria a tra da lã - a , s o vés de vidro e recolh o filtrad em um funil d e s e p a ra ç ãde 500 mL. Fa ça lava g e s a o o n

se q ü e n ciacom 90 mL de á gu saturad com TCTFE, s i a a 40 mL de TCTFE e 50 mL de álcool re co lh as so lu çõseno funi de se p a ra çãde , a l o 500 mL. Fe c h o funil e entã inverta e a br a to rneir enquant a git su a e o a a o a vem ene o t conteúd por a lo
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Capítulo V - Aditivos

g un se g un d op ar e s c a p. eFe c h a to rn eir e e x tra i agitand o funil por 2 m inutos s s a e a a o . De ixe a s c amadas separarem e então escoe a c amada de TCTFE através da coluna cromatográfica (como pre p arad anteriorm ente) it as e x tra çõ e a . Rep a s com 2 porçõ e s de 40 mL de TCTFE De ixe cad a e x traot p ercola a colun e co lee . r a t a proxim adam ent e 300 mL em um fra sc tipo p êra Quando o . o terc e ro e x traot atingi o topo da cam ad de sulfat de sódio adicion 50 mL de i r a o , e TCTFE para lavagem da coluna e colete este eluído no frasco. Adicione 10 mL de DMSO à solução no fra sc e evapo o TCTFE em um rota o re vapo com banh a r o 30°C deixand o DMSO. Tra n s fira quantitati ent o concentra d de , o vam e o DMSO p a r um funil de se p a ra çãde 125 mL, usand 5 mL de DMSO em a o o p eq u ensaporç õ e . Lave o fra sc com 50 mL e adici a slava g e n ao funil A g it s o one s . e o funil p ar e xtra çã por 2 m inutos De p osi que as fa s s se se p a ra , d e s ca a a o . e rem rte cam ad in ferio p ar um funi de se p a ra çãde 250 mL contend 25 mL de ciclo a r a l o o h ex an e 90 mL de á gu sa tu raa com ciclo hexa n Repit a e x tra çã de o a d o. a o cicloh exa nno funil o de 125 mL com d u a alíq uo ta de 15 mL de DMSO. Adicion os e x tra tode DMSO s s e s ao funil de 250 mL, a g it vig o e rosam en tpor 2 m inuto pa r e xtra çã De p osi da se p a ra çã e s a o. o d as fa s e stra n sfir a cam ad in ferio p a r out funil de 250 mL contend 25 mL , a a r a ro o de cicloh exane a g itepor 2 m inuto pa r e xtra çã De p osi da s e p a ra çãd as fa s e, s o s a o. o d e s ca a cam ad in ferio, aq u osa. rte a r Com bin os d oi e x tra to de cicloh exan no e s s o prim ei funil de 250 mL. Lave o seg uno funil ro d de 250 mL com d u a alíq uo ta de 10 mL de ciclo hexa ne adicion as lava g e n ao s s o e s prim ei funi de 250 mL. Lave a soluçã,od u a veze s, com su a ag ita çã por 15 ro l s ve o se gu nd ocom 100 mL s de á gu saturad com cicloh exan De s c rte a cam ad aq u os d ep oi de cad a a o. a a a s a lavag em Colo- que 10 g de alum in d e sa vada (10% de água se g u id por 50 g de . a ti ) a Na2SO4 em um funi d e l Büchne de 60 mL. Lave com 50 mL de cicloh ex ane d e s ca Pa s e os e x tra to r o rte. s s com binados de ciclo hexa ndo funil de se p a ra ç ã a tra do funi de Büchne p ar um fra sc o , o vés l r a o tipo pê r d e a 400 mL. Lave o funi de se p a ra çãcom du a a líqu ota de 25 mL de cicloh exan e l o s s ,o p a se ca dauma a tra do funil de Büchne p ar o fra sc. Use um rota s vés r a o vapo com r b an ho-m ari 40°C, aa a té reduzi o volum p ar c erca de (2 -5 mL. Tra n s fir o conteúd quantitati ent r e a ) a o vam e p ar o fra sc concen trad usand um pipetadoautom átic ou pipet tipo Pa ste r, a o ro o r o a u utilizand 5 mL o ou m eno de cicloh exanp ar lavag em Leve o conteúd do tubo à s e c uar em s o a . o b an ho-m ari aa 30°C sob uma su a co r e n t de nitrogêni Leve p ar 2 mL com aceto n itrila-m eta no ve e o. a l (1:1 e de xe no u ltra -so por 3 m inutos Filtre o e x traot p ar um fla co ne tde 2 mL. ) i m . a e

Injete 20 μL do e x traot de a m o s tr ou da s o lu ç ã o -p a d rã co lun Lich s p h re 100 R P -1 (5 a o na a ro e 8 μm) ou equi le ne e inici a program açã de g rad ien t de fa s móve l. Entre as va t e o e e inje çõ e s lave o lo o d e am ostra Compa os tem po de reten çã do pico , p . re s o o b sevado com o padrã de ben r o zo(a)pireno crom atografad sob as m e smsa o cond ições In je e o padrã a ca d 3 a m o stra s C alcul a quanti da d de . t o a . e e ben zo(a)pireno no e x traot de am o str p el procedim entde padrã e x te rn a o o o o. Cálculo

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Mé to do sFísic oQuím icosp a raA ná lised e Alim entos 4 ª Edição 1 ª EdiçãoDigital

Aa = área do pico da a m o str de b en a zo(a)pi reno no e x traot da a m o stra Ap = área do pico de padrã e xte rn de b en o o zo(a)pi reno Mp = m a ss de padrã e x te rn de b en a o o zo(a)pi reno na inje ção Finali e o cálculo levando em co n sid e rao as diluiçõe e fe tu a d ae o p e s inicia z , çã s s o l d e a m o stra . Re fe n c ia b ib lio rá fic a s rê s g YABIKU H.Y.; MARTINS, M.S. TAKAHASHI M.Y. Leve ls of be n (a )p re ne and , ; , zo y oth e pol cyclic arom ati hydro ca rb os in liqui sm o k flavour and so m sm oke r y c n d e e d fo od . Food Addit. and Contam. v. 10(4) p. 39 9-4 051984. s , , , JOE Jr, F.L.; SALEMME J.; FAZIO, T. Liqui chrom atographi tra c re s id us , d c of e e of p o lyn u clea r arom ati hydro ca rb os in sm oke fo od J. As so c Off. Anal c n d s . . Chem., v. 67(6) p. 10 76 -1 08 2 , , 1982.

Colabo radore s : Irace m de A. Tam ura Ma riste l Satou Martins e Ne lso Aranh Dia s. a ; a n a
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