Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85. MT. BA. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. 17/97. ICMS 85/93. PR.43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506. AM. RR. SC e SP AC. AP. SC (a partir de 01/03/11). efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot. MG. efeitos a partir de 01/09/10 AL. MA. PA. BA.30. ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. efeitos a partir de 01/01/98 Conv. ICMS 41/08. componentes. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. PI. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. ICMS 28/10. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. AL. ES.00 7244/98. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. interest de 7%: 56. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios. Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. SE. MT. AP. PR. Não Atualizado em 04/01/2011 . adesão da BA através do Prot. PI. Pilhas e baterias de pilhas 8507.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. PE. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios. ICMS 52/93. R J. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv. ICMS 97/10. ICMS 109/09. 50 do protetores de 4012. PB. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. RN. RS. MA.11 e (Dec 8507. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças.87% Alíq interest de 12%: 48. ICMS 10/03. efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. *Pneumáticos.80. efeitos a partir de 01/03/10 Prot.

ICMS 99/09. efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. ICMS 76/94. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. MA. ICMS 105/09. PB. MS. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op. Lista neutra: 58. BA.03%. PA. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv. quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. internas com prod. internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 . placas p/ pavimentação. PE. 96.15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. AL. PI. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. RS. isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos. ES. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art.90%. AP. RO. MT. 50 do RICMS/89) Conv. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. efeitos a partir de 01/10/94 Prot. Lista positiva: 54.42% Atualizado em 04/01/2011 .Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. cubos e pastilhas. item 5.

PI.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. Normátiva 04/2009. RN. BA. RN e SE Ver nota 14 Massas.00. Do Sul/Sudeste. e a partir de 01/11/08 Prot. item 5. bolachas. Normátiva 04/2009.59%. menos o Estado de GO. internas Do Sul/Sudeste. etc. RR. exceto do Espírito Santo: 63. PI. pães. PE. PE.10. SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot. macarrão instantâneo. Internas: 46%. 0203. 2106. 11/91 Cláusula quarta. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC. item 5. CE. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. AM. de 01/10/04 a 30/09/05. 0209. efeitos a partir de 01/03/06. Ver nota 8 Prot. Pauta Fiscal (Ins. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. PA.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino.14 0201.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins. macarrão instantâneo e pães: 20%. efeitos a partir de 01/06/91. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art. 0207.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas.80%. item 5. exceto ES: 63. Dos Demais Estados e do ES: 54. MA. ICMS 10/92. ICMS 11/91. PB. III (Ins. a partir de 01/11/08 Todos os Estados. Normativa 04/09) item 5. 6º do Dec 7947/01) Prot. ICMS 26/04. item 5. 61. 0206. Normátiva 04/2009. exceto em relação a torradas AL.90. ICMS 50/05. biscoitos.2) Pauta Fiscal Art.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . BA. CE. 0202.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins. AP.80 %. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. AL. PB. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202.59%.

inciso V: V . efeitos a partir de 01/06/95 Prot. Nota 2: Observar o disposto no art.90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. PB. RN. inclusive automação. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 . de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%. RS. AP. ICMS 74/94. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. ICMS 46/00. RR.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. CE. MG. AP. ICMS 51/00. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. efeitos a partir de 01/05/07. internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. PI. RO. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL. AM. SC. PB. BA. PE. Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. ICMS 132/92. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. BA. 87 do RICMS/BA. DF. 1901 e 2106.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . ICM 19/85. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art. inciso V do RICMS/BA. ES. MT. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. MS. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim. ICMS 20/05. SE. RJ. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. AL. PE. inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. PR.00 (sorvetes) e 1806. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC.das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”). indicados no Anexo 5-A.(ICMS da operação normal). 87.

NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem. GASOSA OU NÃO. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL. não gravados.500 ml Pré-mix ou post-mix.40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação.29 . GASOSA OU NÃO.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. POTÁVEL. fitas magnéticas gravadas. água. embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5. não gravadas. POTÁVEL. 8523. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . GASOSA OU NÃO. NATURAL ÁGUA MINERAL.000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas. ÁGUA MINERAL. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL. NATURAL REFRIGERANTE. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 . para gravação de som ou para gravações semelhantes. GASOSA OU NÃO POTÁVEL.(ICMS da operação normal). chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. POTÁVEL GASOSA OU NÃO.8523. refri. c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes. NATURAL ÁGUA MINERAL.

NCM 1904.10).10) e rapé (2403.99. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju .00 e 1904.91. 87.00.10 e 2401. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92.20. É reduzida a base de cálculo: VIII .NCM 2005.(ICMS da operação normal no Estado de origem). bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402. "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 .11.00 2403. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros .00). de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92. acrescido da margem de valor adicionado de 94. em qualquer acondicionamento. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.das operações internas com açúcar. Nota 12: Art. camionetas. compreendendo fumo picado. não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) . Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente.99.10.00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%. ambulâncias.99.00. b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401. desfiado.NCM 2008.20).00. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00). fumo em corda ou em rolo (NCM 2403. II e III pela legislação federal do IPI.12% x (alíquota interna) .10). migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo. 00). adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento. rapé (NCM 2403.00). fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403.20. Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros.00 e 2008.10. fumo homogeneizado ou reconstituído (2403.91. extratos ou molhos de fumo (2403. chopes.90.90) e desperdícios de fumo (NCM 2401.20) ou não destalado (NCM 2401. b) salgados preparados à base de batata . realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação. extratos e molhos de fumo (NCM 2403.90. 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) . independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento.99.90) (Nota explicativa 14) 2402. furgões.10.exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402. xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste.10. mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art. c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I.00 2402.(ICMS da operação normal no Estado de origem). refrigerantes.Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix"). Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais .19. calculando-se a redução em 58.00).90. aplica-se a alíquota de 25%.00).00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados. exceto na importação do exterior de trigo em grão.(ICMS da operação normal). fumo curado (NCM 2401. jipes.30.

incluindo o motorista.9 ton ("Ex" 01 . mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702. incluído o condutor.33. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.00 8703.90 Outros automóveis com motor explosão. c/motor a explosão. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. com volume interno de habitáculo. exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703.10. furgões.31. com motor de pistão.21. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.23. carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703. de cilindrada superior a 1500cm . de cilindrada superior a 1000cm . exceto: carro celular.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. superior a 6m3. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.9 ton ("Ex" 01 . de peso em carga máxima não superior a 5 ton.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 . de cilindrada superior a 1500cm .24. incluído o condutor. furgões. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. incluído o condutor. c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante. de cilindrada superior a 1500cm .De camionetas. furgões. de cilindrada superior a 1500cm .21. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais.9 ton ("Ex" 01 . furgões. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias. de cilindrada superior a 1000cm .21.9 ton ("Ex" 01 . destinado a passageiros e motorista.De camionetas. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto: carro celular 3 3 8703. exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. chassis e cabina. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada superior a 3000cm . c/motor explosão/caixa basculante. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão. destinado a passageiros e motorista. exceto: carro celular e carro funerário 8704. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.10 Automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 3000cm . exceto: carro celular. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703. mas não superior a 2500cm . mas não superior a 2500cm .23. carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel. mas não superior a 1500cm .90.9 ton ("Ex" 01 .30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.8702. mas não superior a 3000cm .10 celular 8703. superior a 6m3. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. carro celular e carro funerário 8703. exceto: carro celular. incluído o condutor. carro funerário e automóveis de corrida 8703. exceto: ambulância. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.9 ton ("Ex" 01 . de cilindrada superior a 2500cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.33.31.22. incluindo o motorista.24.32.10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel.90 8703.10 Automóveis com motor explosão.22.90 3 Outros automóveis com motor explosão.32. mas não superior a 3000cm . com volume interno de habitáculo. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. incluído o condutor. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.10 8703. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. exceto: ambulância. de ignição por compressão (diesel ou semidiesel). mas não superior a 1500cm .21. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel.90 3 Automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 2500cm .De camionetas.De camionetas. exceto: carro celular.21. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6.

1806. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.20.00). de peso em carga máxima não superior a 5 ton.32.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.00).De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806. congelados. 1806.10. defumados.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação. exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. De Estados do Sul/Sudeste.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.20 1) cacau em pó. bombons ou outras preparações de 1806.10. desde que prontas para o consumo 1806. frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão.9 ton ("Ex" 01 . 3) achocolatados. em pasta. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) .00). exceto do Espírito Santo: 34%. confeitaria. recheados ou não. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806. refrigerados. exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. tabletes. e suíno.(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%.00.32.20.90. exceto do Espírito Santo: 23%. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino. destinados à mistura com água ou leite (1806. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%. com peso superior a 2 kg. assim entendidos os produtos à base de chocolate. em pó.31.8704. salgados ou temperados. grânulos ou formas semelhantes.9 ton ("Ex" 01 .31. bufalino. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 .De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: . em pó ou em grânulos.90. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806.90. congelados. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural. 2) e 1704.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste. refrigerados. secos. De Estados do Sul/Sudeste. blocos. paus ou sob a forma de ovo de páscoa. ou no estado líquido.10. com motor a explosão.31.31. em estado natural.

ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. waffles. 3º-F. talharim. 125 do RICMS/BA: “VIII . nos demais casos. 2) pães. cuja alíquota incidente na operação seja de 27%. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. 46/00 ocorridas no mês mais recente.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . bolos. nem recheadas. nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim. (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento. nos termos do art. 2. desde que por ele produzido. wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. está previsto no inciso VII do art.” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art. com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente. 1. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. tratando-se de operação interestadual. trigo em grãos . ICMS 46/00.4 do RICMS/BA): 1) macarrão.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. 353. a seguir sistematizadas: 1.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. deverão ser observadas as disposições do art. Nota 24: Redução de base de cálculo (art. nos termos da cláusula nona do Prot.” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo. Art.30.40). nem preparadas de outro modo – NCM 1902.o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot. 506-B do RICMS/BA. 228-C. II. efeitos a partir de 01/06/2010. ou ainda. massas para sopa e lasanha. espaguete.tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento. tratando-se de recebimento trigo em grãos. 87. tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo. 3) macarrão instantâneo – NCM 1902.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. biscoitos. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e.00.1.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo . 11. calculando-se a redução em 55. e outras preparações similares não cozidas. inclusive pães de especiarias. tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal. bolachas. está previsto no inciso VIII do art. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. 125 do RICMS/BA: “VII . XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado.2.

diafragmas. gazes. refrigerados. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. salgados ou em salmoura. Efeitos a partir de 12/01/10. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne). Prot. sólida ou semi-sólida. bufalino. em manta fina ou em bolas. comestíveis. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. rins. isto é. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09. defumados. em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005. salgadas ou em salmoura. miolos. bofes (pulmões). línguas. refrigeradas ou congeladas.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). úberes. timos (molejas). peles comestíveis. congelados. vacinas. secos. 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. Nota 2: Em relação ao Prot. sinapismos. goelas. pâncreas. em mantas enroladas em papel azul Kraft. comestíveis.80. frescas. multiuso. Medicamentos Algodão. Toucinho e gordura (banha) de porco. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína. órgãos reprodutores (úteros. medulas espinhais (espinais medulas*).90. por exemplo). odontológico (estéril ou não). classificados nas posições 8507. salgados ou temperados. baços. congelados. anti-soro. congeladas Carnes de animais da espécie suína. utilizado principalmente na higiene e limpeza. ICMS 06/09 e Alt.21. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. a gordura que envolve as vísceras do animal. produtos imunológicos modificados. operações internas. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. e outros. fígados. refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados.11 e 8507. inclusive charque. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos.10 e também está sujeito a substituição tributária. secas ou defumadas. corações. patas. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . testículos. em estado natural. frescas. inclusive charque. com uma ou ambas extremidades de algodão. ovários. frescos. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). mole e cremosa. galinhas. por exemplo). gordura comestível. acondicionado para venda a retalho. rabos.30. frescas. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. e suíno. tireóides e hipófises. ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. pensos. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. esparadrapo. O algodão hidrófilo de uso doméstico. Nota 25: acumuladores elétricos. por força do Prot. haste flexível ou não. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. atadura. outras frações do sangue. gansos. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601. refrigerados. Carnes e miudezas. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”.90. cirúrgico. não estéril. frescas. patos.00. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). redenhos.

(operações internas e Conv.00 2936 3926.31 9018.10.21.10.90 5601.40 4014.3 e 3924. chupetas.20. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014.90 3306.11. 5601.60 4015.90. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente.19. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot. 6209 3006. EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.00 3006.32.40. ICMS 99/09 (BA e PR).90.90.relação aos protocolos 99/09. ICMS 76/94). ICMS 76/94 e Prot.00 4014.00 9018. preparações para higiene bucal e fraudas.00 9603. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv.00 3306.10. fio e fita dental. 6111.00 e 4818.10. preservativos.90. pastas e escovas dentifrícias.90. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 . 32. de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art. Mamadeiras de borracha vulcanizada. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes.10.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento . absorventes. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento.00 4015.exceto em relação aos Conv.00. 7013. mamadeiras.00 4818.10.1 3306.

38 30.90.00 3006. pensos.19. mesmo obtidos por via biotecnológica. ataduras e artigos análogos (por exemplo. exceto para uso veterinário 33. sinapismos).1 3926.00 41. gazes.90 ou 9018.11. vacinas para medicina humana.00 38.00 33.05 Pastas (“ouates”).60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais.30.38 Atualizado em 04/01/2011 . exceto para medicina veterinária 33.38 29.24 38.00 38. outras frações do sangue.36 9018. esparadrapos.04 Medicamentos.02 Anti-soro.38 41.32.24 41. exceto para uso veterinário Medicamentos.03 30.38 41.99 Provitaminas e vitaminas Seringas.31 9018.38 4015.38 30.00 38.00 4015.38 41. produtos imunológicos modificados.38 41. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41. outros.24 41. cirúrgicos ou dentários 33. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33.24 41.

10.90.08% 41.37% 53.30 e 3002.147/2000.90.90.90. exceto nos itens 3002.42% 62.72% 50. na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art.). nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 .10. 3006.30 e 3002.00% 50.90. pensos.38% 60. 1° da Lei 10.46.60. tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro. 3° da Lei Federal 10. localizado neste Estado.62% 44. exceto nos itens 3002. todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33. etc.93% 33.Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida.90. esparadrapos. 3003 (medicamentos).00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33. 3306. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).24% 58. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art. 3006. e nos códigos 3005. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) .10 (ataduras. exceto no código 3004.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38.84% 42. exceto no código 3003.00 (escovas dentifrícias).30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.20 (fios dentais).16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41. todos da NBM/SH. exceto no código 3003. “1. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).18% 41.05% 49. etc.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41.46.64% Nota 28-A: caso o destinatário. sinapismos.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005.872/2009.18% 3.56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38.10 (dentifrícios). gazes. esparadrapos.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32. 3306.35% 51.93% 52.35% 40.37% 49.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33. e 3004 (medicamentos). nos itens 3306.41% Estados de origem 2. 3006.24% 56.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41.34% 58.(ICMS da operação normal no Estado de origem).21.16% 49.78% 48. sinapismos. 3003 (medicamentos).60.89% 46.56. exceto no código 3004.24% 54.).00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios). e 3004 (medicamentos). 11. gazes.24% 46.10 (ataduras. possua Termo de Acordo nos termos do Dec. pensos.56.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente).09% 38. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira.

34% – Alíquota interestadual de 12%: 9. . adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv. 61. ICMS 34/06: • Medicamentos. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%. e azulejos: Ladrilhos. calhas. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9. . e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 .53% (já incluído os 10% previstos na legislação). em substituição a esta redução.15% ou.90.10. 11872/09. a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.00 6905. se houver). com redução de 10% ou a prevista no Dec. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv.interestaduais de UF não signatária do Conv. Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. I).90. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos.90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos. ICMS 76/94. exceto o Estado do Espírito Santo. AUTORIZADOS pela GERSU. esparadrapos.10. cubos e pastilhas. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC. deverá ser recolhida a diferença do imposto. não vidradas nem esmaltadas NCM 6904. não vidrados nem esmaltados Placas (lajes). clínicas e órgãos públicos. de forma que a carga tributária corresponda 12. (art. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição. soros e vacinas. ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais. em relação às vendas não destinadas a hospitais.00 6906 6907.90.4 do inciso II do art. se o contribuinte possuir Termo de Acordo.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10. ICMS 76/94. clínicas e órgãos públicos. preparações químicas contraceptivas e ataduras. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28. cubos e pastilhas para mosaicos.00 6904. exceto o Estado do Espírito Santo.00 Atualizado em 04/01/2011 . sendo que.00 6907. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte.10.00 6904. inciso XV e § 2º.00 6905. 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . ICMS 76/94. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv.90.

2715. 3209 e 3210 6908. 2902. catalisadores. 3204. 3808. cubos e pastilhas.00 2707. encáusticas. 353 e Anexo do Conv.90 e 3506. piche. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART.00. massas de polir. 2713.Ladrilhos. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa. Corantes para aplicação em bases.00 6908.00. aguarrás.30 ).90. 3910. secantes. 3810 e 3814 3404. cimentos. Pez. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST.9190) e adesivos. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art.90. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação. ceras.00. vernizes. 6807 III IV V VI VII VIII 3211. removedores. 3206 2706. diluir ou remover tintas. Piche. 2715. 3907. mesmo que enquadrados no código 3214. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. 3405. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 . 2710 (exceto posição 2710. 3405.20. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados. 3506. 3807. impermeabilizantes. xadrez.10. 3206. 3506.00. 3405. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. pastas.90. agentes de cura para aplicação em tintas. 3907. aditivos. preparações e outros para dar brilho. 3910 2821. 2714. 3910 X 3204. 3212 Nota 31-A: Tintas. 3205. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes. bases. vernizes. mástiques. aglutinantes. 2901. vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV. preparações catalísticas.00 da NCM. líquidos. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária.90. 3805.11.90.00 3815. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506. 3824 IX 3214. limpeza. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. 3824.19. 3214. imunizantes para madeira. vidrados ou esmaltados Placas (lajes).00 6908.00.11. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206.00.00 6908.17. concretos.10.00 2707. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica. Comentário: Argamassa. através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção). massas para acabamento. alvenaria e cerâmica. ceras de polir. 3909.00.30.00. rebocos e argamassas Indutos. solventes. vernizes e outros Preparações concebidas para solver. 3905. vernizes e outros Massas.

08% 59. Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas. II .27% 43. ICMS 74/94.NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos. V . a base de cálculo fica reduzida em 4.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv.BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. > (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nordeste. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68. Espírito Santo. efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor.19%. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste. Nota 33: CONV. ICMS 74/94. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0. Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 .17 – C. expressa em percentual. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre.90%.04% Nota 32: MVA de pneumáticos.MVA: margem de valor agregado. nos termos da Lei nº 10485/02. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I . e 5. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS. câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%. III .3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. pessoa física ou jurídica. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51.Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar. ICMS 10/03 .C: crédito fiscal destacado no documento fiscal. contribuinte ou não do ICMS. ICMS 10/03. IV . na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte.IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados. Nota 36: O Conv. Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores. câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. Centro-Oeste e Espírito Santo. sujeitos ao regime de substituição tributária. Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria. exceto ES.

sensibilizados. não impressionados.29.00 8523. DVD-R. 8523.21 8523.19 8523.outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv. exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos.29. vídeo games. CD-R.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .29.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701.33 8523.29 8523. mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701.24 8523.29.em rolos ou carretéis.29 8523. mesmo em cartuchos.29. CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser.30 Outros 3701. CD-RW. de matérias diferentes do papel. disquetes e outros.23 8523.29.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.8 mm (2”) .29.5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.29.em cartuchos ou cassettes .40.21 8523.80.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados . Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.40.29 8523.29. de matérias diferentes do papel.29.22 8523.em cassetes para gravação de vídeo . CD-I.29.discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) .5 mm .31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos. e “slides”.em cassettes .outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523. em rolos ou planos. de largura inferior ou igual a 50.11 8523. DVD+RW e DVD-RW.29 8523. e “slides”. Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.29.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6. em rolos ou planos. DVD+R.39 8523. ICMS 51/00. do cartão ou dos têxteis. ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523. tais como: CD. tais como disco rígido (HD). CD+R. mesmo em cartuchos. exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .90. vídeo-laser. ICM 19/85 e Prot. do cartão ou dos têxteis. DVD.40.40. CD+RW. sensibilizados. CD-ROM.40.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 . considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot. não impressionados.32 8523.

rosés ou brancos(2204) 1. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208.  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos.3 3702.das operações internas com café torrado ou moído.4 3702. desnaturados. VIII. denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94.5 3705. 2. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas . de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv. 2. com qualquer teor alcoólico – NCM 2207.90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . hidromel. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas.20 3702. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. de 30 de junho de 1994.9 3702. desde que por ele produzido. X. 87. não perfurados. cloreto e carboidratos. de largura não superior a 105mm Outros filmes. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº. 2. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas. a partir de 01/04/2009 1. calculando-se a redução em 58. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. classificados na posição NCM 2205.de 6% a 8% -.2) outras bebidas fermentadas (sidra. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31. cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208. 2. de 11/02/08. que são substâncias que se perdem no suor. tais como: 2. Atualizado em 04/01/2011 . Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição.00. 45. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702. vinhos espumantes. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. XII.3) aguardentes. II. associada a concentrações variadas de carboidratos. outros tipos de vinhos – NCM 2204. DOE. perada. estes produtos podem conter potássio.471. VII. glicoses e de eletrólitos. Devem apresentar concentrações variadas de sódio. Opcionalmente.1) vinhos de uvas frescas (tintos. III. XIII e XVII do Anexo Único. rosés ou brancos).Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. incluídos os vinhos enriquecidos com álcool. de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot.4) aguardentes simples (caninha.90. por exemplo). exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum). IX.2) Classificadas na posição NCM 2208. ICMS 127/10. com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física. efeitos a partir de 01/03/08. É reduzida a base de cálculo: XIV .(ICMS da operação normal no Estado de origem). vitaminas e ou minerais. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. mostos de uvas. de 08/02/08. não perfurados. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação. a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas. Nota 43: Art.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). a partir de 01/11/2010. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1.5 e 3702. relativamente aos produtos relacionados nos itens I.

ON LINE. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL.GATORADE . Atualizado em 04/01/2011 . BLISS SPORT . FLYNG HORSE-BOOSTER.ENERGIL C . ATO COTEPE/ICMS Nº 33. Podem conter vitaminas e sais minerais. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. EXTRA SPORT. Toda Hora. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas.11. BURN ENERGY DRINK. que têm. internas:  Operações internas: • Massas. Senninha. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. FLASH POWER. FIRST ONE. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo.90. SKY HORSE ENERGY DRINK. LIQUID ENERGY. como a cafeína e taurina.CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes. 5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08.10. substâncias excitantes para o sistema nervoso. à venda em bares e casas noturnas. estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais.MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. Cajuba. os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. DYNAMITE. ECSTASY.00 não está sujeito a ST. Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. BLUE ENERGY XTREME. • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos.5% de álcool. Nestes produtos. competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. Opcionalmente. podendo conter vitaminas e sais minerais. REPIQUE.SPORT ENERGY . Kapo. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. ATOMIC ENERGY DRINK. macarrão instantâneo e pães: 35%. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. que ajuda na recuperação da energia após treinos. RED DRAGON. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op. macarrão instantâneo e pães: 20%. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo. INDAIÁ NIGHT POWER. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo.SANTAL ACTIVE . Sulppe. BAD BOY POWER DRINK.5%. à base de cafeína e ou taurina. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK. 50/05: • Massas. Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” .

56 R$15.02 R$7. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. XIII. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). como imposto devido. conforme § 1º da cláusula quarta.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher.50 R$12. abater o crédito de origem. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. o de maior valor.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . no uso de suas atribuições que lhe confere o art.88 R$6.27 R$1.63 R$3.98 R$120. se for o caso.31 R$7. prevalecendo. conforme § 1º da cláusula quarta.50 R$100. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00.12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. Atualizado em 04/01/2011 . 12. o de maior valor. prevalecendo.15 R$3. como imposto devido. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. divulga nos termos das tabelas abaixo.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133.Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14.Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115. o valor de referência será o constante na tabela 1. Tabela 1 . o valor de referência será o constante na tabela 2. aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2. bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. se for o caso. de 12 de dezembro de 1997. o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. Tabela 2 . deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). de 22 de dezembro de 2000.CONFAZ. Art. abater o crédito de origem.COTEPE/ICMS. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1.

com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. Leite.00 R$ 2. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00. Tabela 3 .36 R$8. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3.94 R$1.00 R$ 2.56 3. decidiu divulgar. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. pães.CONFAZ.40 R$ 5. Amanteigado.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. XIII. Maisena.15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0. Coco e Chocalate. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .COTEPE/ICMS. nos termos da seguinte tabela.00 R$ 4. os valores serão determinados de forma proporcional. e outros derivados da farinha de trigo.50 R$ 2. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias. o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo.Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . de 12 de dezembro de 1997. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5.58 Peso/Embalagem 5 10 1. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato. por este ato.80 R$ 3.20 R$ 5. bolos.26 14. 12. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão.30 R$4. torna público que a Comissão. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08.11. de 16 de dezembro de 2005.89 Art. O Secretário .20 R$ 7. conforme cláusula nona. para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria.Art. biscoitos.40 Atualizado em 04/01/2011 .Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. bolachas.

leia-se: .4 da Instrução Normativa 04/09.. II . mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes. É reduzida a base de cálculo: XXVIII . 61....”.... 96. ICMS 73/89 e 26/94). a partir do dia 1º de janeiro de 2010”.. relativo à substituição tributária...”.... nas operações internas com os produtos a seguir relacionados... equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas. calculando-se a redução em 29..NCM 0403. ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau. Seção 1.... blocos..1 do inciso II do caput deste artigo. “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”.... Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto..”... de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 . de 5 de novembro de 2010..... tijolos...00. Atualizado em 04/01/2011 .. Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto. relativo à substituição tributária... Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art. sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação.00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA ..10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10... São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS.. Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2.. o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art.. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art. onde se lê: “. 87... bolachas e massas alimentícias R$ 10... página 26.Com cobertura Demais biscoitos. iogurte... fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte .... lajotas e manilhas.. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs. tijolos.. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido..41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento)... telhas e combogós.. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual. quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados...às indústrias ceramistas.. nas operações internas.....CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12.produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15.. publicado no DOU de 8 de novembro de 2010.leitelho.11. fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art... estabelecido neste Estado.. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário.... realizadas pelo fabricante... leite e creme de leite coalhados.. 353 do RICMS/BA): .. VII do RICMS/BA).00 R$ 6.. constantes nas posições da NCM abaixo indicadas.10.. Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos.. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III .das operações internas com os produtos derivados de leite.

.2 do inciso II do art...1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste.. 24-A – destinado a APAE...485.72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11. resultantes do abate de aves..... congelados.... o equivalente a 9. a título de quebra (perecimento).17 3918. 6º e 6º-A do art.... secos ou temperados.07. juntas. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art.. a que se refere a Lei Federal nº 10. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual... é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária. leporídeos e gado bovino... São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS.. III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art. independentemente de comprovação.... segue o Anexo Único do Prot. É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos. salgados. sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS.30..90 39.. exclusive do Estado do Espírito Santo.... 104. refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro.O item 30 do inciso II do art... XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador. de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815.. sem ônus tributário para o emitente. 96..10 3815.  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente.. flanges. Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot. III – deficiente físico. em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5. II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv...2002. 353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas.. VII .à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art. 23 ....4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte....... VIII..  b) 5. produzido neste Estado.....Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art. observado o disposto no § 8º do art. ovino e suínos..4. bufalino.... 104.... quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante.12. Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas. 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo. XXV ..... 87.. para creditamento do imposto pelo destinatário. próprias e subseqüentes.táxis 2) Art 24.205. de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv.... ICMS 89/05). Tratando-se de operação de saída interestadual. uniões)... 3) Art. Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art.. 23 2) art. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: ... 353.00 3923. cotovelos. de 03 de abril de 2002. 347. “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS .... devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação. caprino...12. resfriados..............10. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo. Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º.. 78-B.. de 03. 506-E. será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto.00 Atualizado em 04/01/2011 .ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8.. ICMS 133/02 e Art.

00 Atualizado em 04/01/2011 . de outras substâncias minerais ou de celulose.13 7007.0000 4016.99. molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada. discos. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante. para freios. guarnições.00 4010.10.00. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes.00 8310. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo.93.00 5909. lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas.10.20 73. de matérias têxteis. pastilhas). para uso em motocicletas. de proteção. revestidos.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis. mesmo impregnadas. ferro ou aço 7009.00. placas.3 5910.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças. revestidas ou recobertas.25. tiras.00 6306.00.90. 3926. não montadas.00 7014.21.00 7311. mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados.90 8301.70 8302.00 7806. de ferro ou aço Obras moldadas.30.00 68. recobertos ou estratificados. decalques. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos.90.10.00.20 8301.30. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.00 8007.00 7 8 9 Juntas.00 73.1 6506. embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção. anéis.00 7007. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação.11. exceto 7325.00 4823.10. segmentos. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903. de plástico. de matérias têxteis.90 5705.5 6 Frisos.10 4016.00 8302. Partes de veículos automóveis.00. rolos. de ferro fundido.91.9 4016. à base de amianto.

09.20. 32 e 33 84.14.2 34 Partes das bombas.90 84.13. engrenagens e rodas de fricção.2 8433.80.1 8414.83 Atualizado em 04/01/2011 .20 84. redutores. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas.23.42. lubrificantes ou líquidos de arrefecimento.90 8481.00 8481.9 8412.1010 8431.00 8421. incluídas as juntas de 8415.91.07 ou 84.90.00 8431.10.90. mancais e "bronzes".10. incluídos os conversores de torque. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis.9 8424.14.00 8421. caixas de transmissão e variadores de velocidade. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407.00 8421.49.80.39. volantes e polias. incluídas as polias para cadernais.10.82 45 46 47 48 49 84.3 8408.92 84.90.29.90 8421.20 8421.21.10 84. compressores e turbocompressores dos itens 31.10 84.00 8414.39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores.08.90.30 8414.20 8425.13. multiplicadores.80.3 8414. eixos de esferas ou de roletes.31. embreagens e dispositivos de acoplamento.27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84.90 8481.

10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62.20. 63.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas. variadores de velocidade e freios. eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo. embreagens. velas de ignição ou de aquecimento.00 8535. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo. magnetos. limpadores de párabrisas. motores de arranque). Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85.13 85.00 85. dínamos-magnetos.11 8536.19.12.50. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517.4 8538 8536.11 54 8512.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525. exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527. envelopes ou embalagens semelhantes.60.90 8534.00 Atualizado em 04/01/2011 . degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes.90 8539.20 8512.20 8507.20.39).10 8539.40 8512. 64 e 65 Interruptores.18 85. seccionadores e comutadores Faróis e projetores. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores.1 8525. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes. geradores (dínamos e alternadores. em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência.30. apresentados em bolsas.50.10.00 8536.00 8536.10.2 8529.84 8505. bobinas de ignição.10.00 8544.30.2 8544.00.

33. Cilindros pneumáticos. incluídas as cabinas.90.50.59.00 9401.00 película de plástico refletora. Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo.21 9031.00 8413.31.89.80.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 . tiras.00.10.19 9026. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários.20.01 a 87.10 4823.00 8413. 4009 4504.10 90.81.10 8414. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores. placas metálicas com 3919. 8412.90. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média.07 8708 8714.90 9026.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87. 8708.29 9030. motocicletas. refletores.80.00 9401.99.00 88 Fitas.19 8413.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot.10. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705. em disco.29. consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos.1 8716. próprias para colocação em carrocerias. auto-colantes.60. pára-choques de veículos de 3919. capacetes.20. indicadores de velocidade e tacômetros.19.90.00 carga.70. adesivos.05.90. de uso em veículos automóveis.59.40 9032.90 8413. de plástico.10 8413. ciclomotores. efeitos a partir de 01/02/09 9613.40.00 6812. mesmo em rolos. mesmo providos de seus acessórios.2 9104.10 8414. ICMS 127/08.

90 8501. 87. partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv.19 8501. especificados no item 35 do inciso II do art. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07.00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento).10.50. ICMS 97/2010.89. no Estado de destinação da mercadoria. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio.10. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. observado o disposto no § 11. 101 Outras peças.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa.41%. 61.39. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art.82 9027. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07.30 8512. Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88.31. XXIV . Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações.20 8507. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 41/08.30. ICMS 135/06 é autorizativo.00 9032. apenas do Prot. o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna. sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído. Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas. 87 (art. XIII do RICMS/BA).10 8504. 353.das operações internas com aparelhos celulares em 29. § 11. salvo se a exigibilidade estiver suspensa.00 8507.

o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. e a partir de 01/03/2011. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. 515-D). Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. prevalecendo o que for maior. e a partir de 01/03/2011. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48. item 5. 228-A). deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. antes da saída. Nota 1: Não se aplica a ST total.10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. mediante contrato de fidelidade. prevalecendo o que for maior. se distribuidora. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários.1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. antes da saída. 228-A). nas remessas para distribuidoras. A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool. definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. antes da entrada no território deste Estado (art. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. mediante contrato de fidelidade. 515-D). Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. antes da entrada no território deste Estado (art. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. X do RICMS e IN 04/09. O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”.4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. 2º Decreto 11. 61. Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. Atualizado em 04/01/2011 .3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. o que for maior (§ 1º-A do art. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção.872/2009). exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal.50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. tributadas pela alíquota de 12%: 34. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. apenas a parcial. se distribuidora. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art. mediante contrato de fidelidade: 26. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. tributadas pela alíquota de 7%: 41. 512-A. 512-B). Nota 64: Álcool para uso não automotivo.AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC.

00 3307. em relação às operações destinadas a BA.20. ICMS 110/07. grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).92 71. exceto as da posição 34. prevista no inciso VIII do art.40.20.47 4. 3405. 3307.90.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74.19 2.29 31.10.23 28.19. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). mesmo contendo sabão.46 Atualizado em 04/01/2011 . NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1. 3401. 353.19 3. pedaços ou figuras moldados 28 43.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária.01. SE FOR INFERIOR A 17%. e a SP.48 80.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora. quando não observadas as disposições do Conv.90. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC). palhetas.00 62 57 81. 2828.52 75. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível. para calçados ou para couros. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7.00 3808.94 35. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato). Pastas.20. preparações tensoativas. efeitos.20.00 6.07.00 3808. branqueador ou alvejante 70 90.49.10. transferência ou não.41. 3402 **sabões ou detergentes em pó.00 8.46 35.00 3307. 3402. pós. II. Pomadas. a partir de 01.00 5. 3401. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10).90.42 34.94.00 3402. da classificação NCM.11 2828. 3405. item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot.58 38.94.80 65.40 **sabões em barras. ICMS 171/10. Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art.41.90 3402.19 3206. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. flocos.76 66. cremes e preparações semelhantes.71 27.

89 57.21 2833. decantadores à base de cloretos.40 56.10 6805.00 19.30 78. pastilhas. 3924.20 2806.10 15.91.69.32. tabletes.43 66.43 64.98 70.00 2924.98 54.22 57.71 42 27 59 59. isocianúrico todos na forma líquida. rodenticidas.00 10.90 14. 3808.91 3808.50.30 Inseticidas.10.11.95 80. ácido tricoloro.42 35.87 73. fungicidas.94 17.55 34.59 38. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46.00 6805. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71.30.12.34 Atualizado em 04/01/2011 .10. 2827. todos na forma líquida. granulada.20.10.10.19 3808.00 2827. ácido clorossufúlrico.94 12.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91.70 48.00 3506.10.95 63.90 16.20 3905.1 3808. repelentes e outros produtos semelhantes. raticidas.90.20. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43.90 21.30. hidrocloretos.10 3808. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes.90 13.20.15 20. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio. 2806.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9.00 2207. em pó. granulado.10.80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado . em pó.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81.78 66. 2801.00 2828. 3808.00 3924. 28.67 62.22. 3505. 2207.99 11.11 2933. 2803.91. 2827.49.11 42.92.16 50.90 18.00. 2710.00 2933. oxicloretos. 3809.65 68.69.

50. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.94 3808.39 28.90 3808.99 63.98 Atualizado em 04/01/2011 .42 73. 2917.20 25.95 60.00 2842.22 28 55 55 41 46 51 49 43.80 60.90 34.90. 2832. 3402.59 69.99 33.39 30.11.19 66.10.64 Algicidas. à base de sais.19 66.30. 2923.71 64.10 57.13 2923.93 3808.90 27.00. 2931.00 2901.00.67 73.30. 34. 2902.00 24.34 49.95 35.19 29. 2933.69.10 57. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69.49 58 77. removedores de gorduras e oleosidade.10. 3824.00 2836. 38.34 64.90. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70.20.90 2922.92 3808.67 57. 2815. 2836.90.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22.02 32.28 67. carbonato de cálcio.10 26.52 69.98 31.16 62.31 71.10 2836. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio. 3822.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.20.04 79.49 54. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro.90.00 23. para untar couros.90.

88 81. de ácidos clorídricos.10.00 41.76 91.20.90.10. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT.11 2828.98 62.20. 3923. redação dada pelo Prot.10 2809. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot.60 57.1 3824.95 71.89 8516. 9603. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90.48 1.20 2807. 2828. ICMS 27/2010 (BA e MG). 9603.90 40. 2806. 6307. desinfetantes e afins Vassouras.41. cabos e afins Vassouras e escovas.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35. 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00 38.10. sulfúrico fosfórico. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.79.98 73.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não.71 49 53 35 49 64 71 66.79 36.90.00 3402.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35. panos de prato ou de cozinha.90. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes. e outros redutores de pH da subposição 3824. esfregões.13 57. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.30 * MVA diferente em relação ao Prot.00 39. 8424.10.00.90.43 51. 7323. SE FOR INFERIOR A 17%.90.27 66.95 83.79.00 Atualizado em 04/01/2011 .19 3206.2 37. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária. rodos.22 43.

58 46.00 3307. mesmo contendo sabão.00 3808. Inseticidas. 42 27 3809.37 4.00 3405.50. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).88 12% 49. 5. preparações tensoativas.41.20.90. para calçados ou para couros. fungicidas.65 78.10 3808.52 71.91.30.91 3808.49. raticidas.46 91.40 57.00 3505.95 57. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307. rodenticidas.60 81. 3405.30 43. Pastas.10 6805.10 2710.80 65.19 12% 80.90.12.40.00 3307. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 . da classificação NCM. pós.91. exceto as da posição 34.1 3808.16 68. repelentes e outros produtos semelhantes.20 3905.71 59.30 34. 3.94.11 50.30.00 6805.11.00 2207. 9.00 3808.94.3808.42 35.90 2207. 3402 40.90 3924.85 2.92.98 6. saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões). 12.55 42. Esponjas para limpeza 59 11.92 66.76 75. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8.00 3924.89 66.00 3506.01.10.10.10.78 38.94 Pomadas.99 3808.10. cremes e preparações semelhantes. 74.90 10.

30.10 2923.10.99 49.20 2917.00 2901.90 2931.69. todos utilizados em piscinas 55 12% 64. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.32.69. 15.80 69. Floculantes clarificantes.00 2827.16 71.43 62.20.10 66.94 2803.43 73.49. todos na forma líquida.90. pastilhas. para untar couros.50.90 2827. 24.00 2924. isocianúrico todos na forma líquida. em pó.90.11.21 2833. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.98 80.00 2902. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 . tabletes.69. 23.31 61.00 2933.10 2836.40 70. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio. granulada.1 2832.67 18.19 60.00 2836.00 2828. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63.03 7% Cloro estabilizado . pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.19 3402.20.87 48. decantadores à base de cloretos.95 57.00 2836. 27. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.59 54.34 19.42 35. carbonato de cálcio.39 2933. oxicloretos.20. 22.00.43 62. ácido tricoloro.67 64.22 66.34 73.34 57. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70. hidrocloretos. ácido clorossufúlrico.80 14. 2801. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.59 12% 54.39 34.71 73.90 2806.10.15 2827.19 3808.95 20. 16.67 64.49 63.70 56.00 28. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).20 2806. granulado.22. em pó.11 2933.00.10.13. 25. 17. 26.90.10.20.22 43.

20 2807.10. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo.10 2809. Prot.10.76 73.71 66.98 71. 6307.90 2922.28 28.00 8424. Kit teste pH/cloro. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.2 57.10.99 3822. todos utilizados em piscinas 60 12% 69. sulfúrico fosfórico.10 66.88 91.04 67. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento.30 32.60 81.79.95 57.90 3824.89 8516.98 43.00 2842. ICMS 109/09.20. 353. esfregões.79 3923.00. patinetes. peróxidosulfato de sódio ou potássio. bonecos. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33.49 2806.1 3824.22 51. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas. outros brinquedos.19 60. ICMS 28/10 e art.90. panos de prato ou de cozinha.52 79.10. mesmo animados.98 83. 37.42 35. II.13 66.27 43.98 77. à base de sais.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29.30. Algicidas.10.90 9603.79.95 57. 49 34.92 3808.12% 7% 12% 7% 2815. removedores de gorduras e oleosidade. carrinhos para bonecos.90.90.13 2923.00 53 35. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69. 7323.93 3808.95 57. desinfetantes e afins Vassouras.00.64 30. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. 31.00 71 12% Nota 69: Triciclos.90. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.00 35 49 64 38. rodos.43 62. 9603.90 3808. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. de ácidos clorídricos. 38. cabos e afins Vassouras e escovas. e outros redutores de pH da subposição 3824. 36. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 .90.94 3808.

10 3703. magenta e amarela 56.10.10.10.00% 7% 12% 66. (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante.29 Atualizado em 04/01/2011 . com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.00% 34. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.00% 12. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.autoChrome".00.00 3703.80% 65. em rolo e. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50. matte ou lustre.40% 68.49% 76.98% 43.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7.90.93% 67.06% 3703. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.00 4802.92% 78.20.80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213.41% 3824.90.14% 42.10 3704.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot. ICMS 70/10.46% 74.00 Papel fotográfico.00 7.29 3703.00% 75.20 57.07% 18 51.00 Corretivo 12.

92% 66.54% 78.4016.20.94% 68.49% 98.00 4421.40.08.90. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.46% 84.00% 75.00% 57.00% 12.00% 12.95% 57.00% 12.18% 53.64% 72.46% 96.00% 12.00% 12. canetas porta-penas.06% 68.00 50.90 5509. estiletes para duplicadores.99.46% 78.49% 68.93% 62.20.49% 74.00 7.00% 12.87% 74.00% 49.00% 82.00% 7.06% 68.30. de traçado ou de cálculo 9603.00 Instrumento de desenho.07% 78.00 Borracha de apagar.00% 12.08% 85.55% 63.06% 68.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65.10.00% 75.27% 8214.88% 74.61% 75.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.23% 51.28% 78.9 63.92% 66.10.99% 59. porta-lápis e artigos semelhantes.00 3926.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.13% 77. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57.46% 66.00 7.00 7.92% 66.46% 72.00 5202.00 Prancheta 7.00 7.00 Canetas esferográficas 9608.00 96.00% 12.00% 12.00 7.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.1 4202.00% 12.12% 9608.80% 75.82% 60. e artefatos semelhantes 43.00 7.00% 7.90.90% 87.00 7.92.00% 75.07% 70.00% 96.66% 65.06% 68.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.98% 84.92% 66.53.48% 87.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 .00% 9017.00% 7.00 Apontador de lápis 54.

00 Espiral .14.01 a 39.00% 12.54.06% 68.00% 7.56.92% 78.46% 66.54% 3920.9 4802.12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.00% 7.29% 66.01 a 39.9 Papel seda 4421.06% 68.00% 7.90 49.20.49% 78.9 4806.00 4802.00 Papel celofane 12.00 57.20.00 Papel impermeável 7.00 Quadro branco.49% 78.00 78.00% 12.06% 80.99 4802.90% 90.06% 3407.46% 75.00% 66.20.20.00% 7. brancos e coloridos.00% 57.00% 66.98% 88.20.58.10.00.00% 7. de plástico e outros materiais das posições 39.92% 3916.00 7.00% 12.92% 7.46% 75.00 59.00% 12.00 Bobina para fax 4802.00% 7.00% 68.49% 78.92% 68.49% 78.00% 66.00% 12.06% 68.00% 12.46% 75.49% 68.12.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.carvões.46% 75.00% 96.90.00% 12.49% 78.99 4816.10 Massas ou pastas para modelar. exceto estojos 57.57.04% 60.00 Atualizado em 04/01/2011 .14 57.06% 68.09 57.perfil para encadernação.95% 57.49% 78.57.00% 75.92% 66.99% 59. próprias para recreação de crianças 57.46% 75.00 57. verde e cortiça 7.9 4802. pastéis.06% 68.00 4802.54.92% 66.06% 68.49% 78.98% Lápis.00% 12.24% 68.00 Cartolina escolar e papel cartão. papéis de presente 57.90.92% 66. minas.90 4811.06% 78.00% 75.19 3926.92% 57. recados auto adesivos (LP note).92% 66.46% 75.46% 75. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.00 4802.

06% 68.00% 70.06% 68.00% 12.90 Papel fantasia 69.18% 68.00 Papel hectográfico 7.09 48.00 57.92% 66.00 Papel-carbono.00% 61.46% 12. de papel.46% 89.00% 7.22.06% 68.46% 75. mesmo acondicionados em caixas 57.37% 48.16% 63.49% 48.92% 66.00 7.00% 75. contendo um sortido de artigos para correspondência 52.00% 12.10 48. aerogramas.00 7.00 Papel crepon 4810.39% 12.00% 12. de papel ou cartão.36% 79.17 envelopes.16 57.31% 72. sacos e semelhantes.46% 78.67% 81.06% 68.00% 75.00% 12.92% 66. estênceis completos e chapas ofsete.90.10.00 57.13. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.49% 78. em folhas.00% 4808.00% 7.12.49% 91.49% 78.12% Atualizado em 04/01/2011 . de papel ou cartão. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).00% 7.49% 78. caixas.46% 75.00% 66.90 Papel almaço 4810.16 4816.92% 66.

32% 78.92% 66.00 7.96% 75. de escritório ou de papelaria.94% 77. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.00% 57.00 cartões postais impressos ou ilustrados. cadernos.00% 12.06% Atualizado em 04/01/2011 .de época / sentimento) 5210.07% 4909. de apontamentos.00 103. de encomendas. capas de processos e outros artigos escolares. de papel ou cartão.00% 12.90 Papel camurça 82. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.90 Papel laminado e papel espelho 57.00% 74. de recibos.11.92% 78. classificadores. agendas e artigos semelhantes. de papel para cartas.00% 92.00% 12. blocos de notas. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social .48. mesmo ilustrados. pastas para documentos.13% 7. 00.00 7.41% 7. de papel ou cartão 84. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.00% 75.59. com ou sem envelopes.49% 7607.20 65. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.88% 87. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).93% 106.06% 68.00 Livros de registro e de contabilidade.46% 95.

00% ANEXO ÚNICO do Prot.06% 68.10.00% 12.46% 75. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50.00% 12.10.30% 62.00% 9603.56 43.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .97% 9610. 3213.51% 8304.00% 12.00 4420.12.84 Papel cortado tipos A4. ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.46% 39.00.00 7.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.00% 12.00% 12.00 4802. SE FOR INFERIOR A 17%.92% 66.46% 78.46% 91.06% 68.18% 53. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT.3 7.49% 41.60% 81. ICMS 109/09 7.00 Estojo escolar.14 42.00 Cola escolares branca e colorida.92% 66.00% 71.00% 60.00. e carta 3926.46% 75.49% 93.92% 66. estojo para objetos de escrita 7.94% 83.36% 68.00 4202.61% 75.06% 68.91 57. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot. ofício I e II.90.00% 7.07 1.00 Porta-canetas 3506.90.23% 51. mesmo emoldurados 57.49% 78.59% 33.10 3506.00% 12.00 7.88% 32.00% 66.00% 24.49% 78.00 Apagador para quadro 57.

1 4202. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante. canetas porta-penas.94 68. 11.46 3.9 4421.00.64 72.80 65. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan. 6.10. 7.61 75.46 75.00 5202.90. porta-lápis e artigos semelhantes.00 9603. 10.10.10. 5.92 12% 66. matte ou lustre.40. 14. estiletes para duplicadores. 4.92 66.88 74.46 96.98 84.29 3703.40 82. 9.46 66.08 Corretivo Borracha de apagar. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m. magenta e amarela 57 7% 75.00 4202.82 60.54 75. 8.00 9608.00 3926.08 85.10 3704. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.92 66.90.90 5509. 13.20. 3703.10 3703.20.00 9608.00 4802.00 9017. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 . 3824.30.04 12.2.20 Papel fotográfico.99.00 8214. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas.00 3703. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74.53. 9608.29 4016. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho.92 66.46 72.92 66.95 57. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.92. em rolo e.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores.07 59. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”.55 63.90.90.28 75.23 51.20.00 96.10.

46 75.00 4808.99 4802. papéis de presente .todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.46 75.00 4802. 3916.19 39.perfil para encadernação.92 66.20.90.92 66.90 4802. 3926.24 78.57.56.92 66.01 a 39.9 4421.46 89.14.90 4811. 27.9 4806. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .10.22.92 66.92 66. 17.36 79.01 a 39. 21. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar.12 75.00.58.46 66. exceto estojos.57. 28.00 Lápis.46 75.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20. 19. 96. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24.54. próprias para recreação de crianças Espiral .90 Papel seda Quadro branco.20.15.46 75.14 3916. brancos e coloridos.46 75.14.00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75.92 66.9 4802.54.20. 4802.92 66. recados auto adesivos (LP note).10.95 57.20.01 a 39.18 18.9 4802. 26.10 39.46 75.00 4802.46 75. carvões.92 66.46 75.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.00 4810. 22.13.20. minas. pastéis. 3920. Cartolina escolar e papel cartão.90 4810.09 3407.92 66.01 a 39.98 88.90. 16.46 75. 23.20.99 4816.92 66.92 66. de plástico e outros materiais das posições 39.

de papel ou cartão. 4816. 5210.31 12% 61. caixas.29.92 Atualizado em 04/01/2011 .46 70. de apontamentos.92 66.88 12% 74. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono. com ou sem envelopes.09 48.96 34. de recibos. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). 31.92 12% 66. de papel ou cartão. classificadores. capas de processos e outros artigos escolares.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75.46 75. 48.16 papel-carbono. agendas e artigos semelhantes. de papel para cartas.90 7607.92 66. 48.46 30.17 Papel hectográfico envelopes.00 cartões postais impressos ou ilustrados. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).11.59.46 75.00. 36. cadernos.90. mesmo ilustrados.90. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência. em folhas. blocos de notas. 4909. de papel ou cartão 65 7% 84.93 12% 92. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”. sacos e semelhantes. 35. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. de papel. de papel ou cartão. mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75.92 66. aerogramas. de encomendas. estênceis completos e chapas ofsete. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103. pastas para documentos.20 livros de registro e de contabilidade.94 33. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75.16 32.90 9603.10 48. de escritório ou de papelaria.

00. 3926.Redação dada pelo Prot. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot. 64.67 7% 84.46 91.00 4420.92 66.53 60. Alíq interest de 12%: 32.84% Alíq interest de 7%: 39.92 66. ICMS 175/2010.23 51.71% 4011.54%. Alíq interest de 12%: 37.89% Alíq interest de 7%: 45.00 7% 64.30 40. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41. ofício I e II. 47. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38.90 Estojo escolar.06 32.60 81.ANEXO ÚNICO DO PROT.10.10. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712.88%.00.46 75.46 40.00 4202.51% Atualizado em 04/01/2011 .90.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3.12% 37.36%. Nota 72: NCM. 353. ofício I e II.50. Demais produtos: Interna 29.31%. MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot. ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar. 4802. II.3 8304. 7% 12% 66.61 75. ICMS 110/09 (BA e SP) . ICMS 25/10 (BA e MG) e art. e carta: Interna 24.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor. A4.90 3506.00 3506.91. item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP . 9610.00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas. carta e outros) 25 7% 12% 39.

67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64.2 42. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG .20.00 64.51% 8512.10.4013.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47.00 8714. 64.00 4011. PEÇAS E ACESSÓRIOS . SE FOR INFERIOR A 17%.ANEXO ÚNICO DO PROT.51% 8714.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.51 84. Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas.3 Interna : 47% Alíq.51 84.9 64. SE FOR INFERIOR A 17%.10.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42.71% Alíq.20.67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.67% Atualizado em 04/01/2011 .51 84.50. origem 7%: 64.00 motor.86% Interna : 64.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64.00 4013.00 8512.67% Alíq. Origem 12%: 55.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714.67 7% 84.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.51% Alíq. origem 7%: 84. Origem 12%: 74.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.59% Interna : 64.71 84.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712.67 7% 84.67 7% 84. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64.

tempero ou cozimento de qualquer espécie: I .67% Alíq.67% Alíq.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011. d) talharim. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot. (preparado com farinha de trigo): 123. e) massas para lasanha. proseccos.59%”.00 Câmaras-de-ar. ICMS 107/09. 51 do RICMS/BA. champagnes. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo.00 42.00 42.50.51% Alíq. novas. sangria e sidras.59% Interna : 64. de borracha.51% Alíq. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43.” Anexo Único do Prot. origem 7%: 84. considera-se.10. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo. espumantes. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos.03 43. cavas.5 Alíq. b) massas para sopa. c) espaguete. Origem 12%: 74.22% 82. sangria e sidras.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512. Origem 12%: 74. espumantes.03 67.59% Interna : 64.20% 150.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art. AMARGOS. BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .51% Alíq. APERITIVOS. origem 7%: 84. nacionais.22% 113.macarrão. filtrados doces. origem 7%: 84. ICMS 65/0 I. prosecos. champagnes.20. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013. exceto produtos nacionais classificados na posição 2204.82 Espécies de bebidas vinhos.87 185. filtrados doces.10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82. Origem 12%: 74.84% a) macarrão propriamente dito. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204. cavas.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

73 - 4.15 R$ 41.64 4.60 4.52 4.00 mL todas R$ 3.53 R$ 46.91 mL de 521 a 670 R$ 2.78 R$ 28.57 4.56 4.94 R$ 42.61 4.50 4.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.91 R$ 13.33 R$ 45.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.59 4.51 R$ 4.58 4.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .33 R$ 28.71 por litro R$ 3.53 4.19 R$ 12.55 4.48 4.57 R$ 15.25 R$ 47.39 R$ 33.12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .06 R$ 27.85 R$ 17.62 4.17 R$ 19.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.54 4.45 R$ 17.57 R$ 17.4.89 R$ 20.26 R$ 72.81 R$ 67.53 R$ 68.22 R$ 42.87 R$ 42.54 R$ 71.19 R$ 1.41 R$ 3.05 R$ 45.63 4.67 R$ 32.05 R$ 28.49 4.85 R$ 14.

31 R$ 7.86 R$ 11.40 Atualizado em 04/01/2011 .22 por litro V .40 R$ 25.43 R$ 12.26 R$ 60.77 R$ 8.75 4.98 R$ 61.79 4.73 4.34 R$ 26.72 4.93 R$ 9.10 R$ 10.77 4.1 5.71 4.21 R$ 5.26 R$ 15.49 R$ 17.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.54 R$ 8.77 R$ 16.67 4.74 4.71 R$ 11.58 R$ 11.94 por litro R$ 26.70 4.97 R$ 8.26 R$ 9.65 R$ 10.05 R$ 7.38 R$ 9.30 R$ 8.81 4.98 R$ 16.66 4.77 R$ 23.94 R$ 8.80 4.4.76 4.78 4.49 R$ 24.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.66 R$ 9.CATUABA ITEM 5.25 R$ 7.68 4.03 R$ 8.12 R$ 25.69 4.02 R$ 8.62 R$ 26.

7 5.8 5.10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.67 R$ 5. CONHAQUE. PROSECCO.20 R$ 2. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6.9 5.72 R$ 5.72 R$ 4.6 5.5 5. CHAMPAGNE. SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6.3 5.48 R$ 4.57 R$ 6.4 5. FILTRADO DOCE.5.58 por litro VI.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.04 R$ 5. ESPUMANTE.

17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.49 R$ 551.12 7.75 R$ 200.53 R$ 67.9 7.21 R$ 458.37 R$ 53.14 7.13 7.3 7.11 7.15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.56 R$ 8.12 R$ 497.2 7.5 7.8 7.4 7.6 7.16 7.17 R$ 446.1 7.7 7.85 R$ 543.23 ---- NACIONAIS ITEM 7.27 R$ 174.7.33 Atualizado em 04/01/2011 .10 7.45 R$ 186.32 R$ 210.86 R$ 599.04 R$ 551.

33 R$ 5.18 7.35 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .34 7.27 7.29 7.24 R$ 7.28 7.29 R$ 8.00 R$ 31.74 R$ 61.08 R$ 15.21 7.79 R$ 9.39 R$ 5.23 7.33 7.36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.28 R$ 7.7.88 R$ 29.32 7.19 7.20 R$ 9.26 7.31 7.25 7.53 R$ 24.67 R$ 19.07 R$ 6.24 7.20 7.09 R$ 6.06 R$ 7.22 7.30 7.54 R$ 15.58 R$ 6.

6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.3 8.2 8. COOLER ITEM 8.37 7.5 8.1 8.4 8.91 R$ 3.19 R$ 2.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .7.59 R$ 2.90 R$ 7.65 R$ 2.77 por litro VIII.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6.22 R$ 6.

21 por litro X.16 R$ 10.10 9.26 R$ 103.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .5 9.24 R$ 79.2 9.6 9.27 R$ 80. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .9 9.11 9.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7.18 R$ 11.45 R$ 160.1 9.75 R$ 19.8 9.59 R$ 86.7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.26 ------ NACIONAL ITEM 9.3 9.IX.4 9.36 R$ 18. GIN IMPORTADO ITEM 9.

78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .13 R$ 6.6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.27 R$ 5.4 10.10.48 por litro R$ 3.3 10.5 10.57 R$ 4.97 R$ 5.32 R$ 2.1 10.08 R$ 5.2 10.27 R$ 4.02 R$ 2.38 R$ 4.43 R$ 5.

08 R$ 54.14 11.9 11.16 R$ 52.3 11.8 11.4 11. LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.51 R$ 82.7 11.18 R$ 78.5 11.12 11.37 R$ 53.83 R$ 45.65 R$ 68.6 11.54 R$ 84.16 11.85 R$ 69.10 11.50 R$ 91.66 R$ 105.05 R$ 107.1 11.13 11.90 R$ 94.47 R$ 92.11 11.15 11.43 R$ 20.XI.2 11.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.49 Atualizado em 04/01/2011 .20 R$ 46.

21 11.18 11.38 R$ 65.23 11.28 11.24 11.48 R$ 40.26 11.93 ---- NACIONAL ITEM 11.30 11.91 R$ 69.16 R$ 13.20 R$ 96.19 11.27 11.20 11.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.05 R$ 10.11.65 R$ 58.58 R$ 85.33 11.22 11.52 R$ 90.37 R$ 88.67 R$ 24.36 R$ 82.29 11.32 11.25 11.25 R$ 74.21 R$ 79.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.80 Atualizado em 04/01/2011 .

43 11.13 R$ 13.90 R$ 6. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.60 R$ 46.17 R$ 34.38 11.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.66 R$ 20.36 11.22 R$ 7.35 11.16 por litro XII.41 11. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .37 11.65 R$ 8.42 11.49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.82 XIII.45 11.44 11.95 R$ 6.47 11.62 R$ 5.11.74 R$ 6.40 11.10 R$ 18.48 11.34 R$ 24.40 R$ 33.51 R$ 19.39 11.46 11.

48 ----- NACIONAL ITEM 14.ITEM 13.8 14.2 13.10 MARCA Bacardi .3 14.33 R$ 60.4 14.58 R$ 16.34 R$ 91.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.61 R$ 98.16 R$ 22.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .95 ----- XIV.Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25. RUN IMPORTADO ITEM 14.06 R$ 12.1 13.9 14.2 14.1 14.7 14.6 14.01 R$ 44.3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45.60 R$ 21.

72 R$ 56.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.71 R$ 2.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 . SAQUE IMPORTADO ITEM 16.8 15.76 R$ 3.63 R$ 2.73 R$ 176.42 R$ 106.93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.5 15.4 15.3 16. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15.2 16.65 R$ 299.2 15.47 R$ 12.43 por litro R$ 3.01 R$ 2.3 15.6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72.1 16.7 15.75 R$ 4.5 16.1 15.6 15.XV.90 R$ 51.85 R$ 3.4 16.

48 R$ 95.80 R$ 32.8 16.14 16.63 R$ 68.15 16.9 16.10 R$ 13.82 R$ 42.17 16.12 16.00 R$ 17.25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .05 R$ 63.20 16.13 16.23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.16 16.80 R$ 83.93 R$ 50.21 16.7 16.94 R$ 40.90 R$ 66.16.10 16.02 R$ 69.22 16.99 R$ 225.20 R$ 12.18 16.11 16.19 16.25 R$ 48.67 R$ 108.

84 R$ 101.38 16.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.32 16.36 16.31 16.40 16.27 R$ 7.19 R$ 38.16.20 R$ 45.37 R$ 19.55 R$ 14.04 R$ 15.80 R$ 23.50 R$ 4.26 16.50 R$ 6.35 16.29 16.24 16.28 16.18 R$ 6.60 R$ 5.34 16.47 R$ 33.90 R$ 19.80 R$ 90.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .78 R$ 54.29 R$ 13.07 R$ 129.30 16.39 16.41 16.33 16.25 16.37 16.27 16.

44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.41 por litro IMPORTADO ITEM 17.5 17.4 17.3 18.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.4 18.1 18.97 R$ 76. TEQUILA ITEM 18.29 R$ 13.1 17. STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.6 17.5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 .12 ------ NACIONAL 17.13 R$ 22.00 R$ 196.43 16.91 R$ 68.2 17.24 R$ 16.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14.2 18.16.98 R$ 469.09 R$ 128.06 R$ 14.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52.

00 R$ 61.9 18.15 18.17 por litro R$ 152.13 18.17 18.18.87 R$ 115.6 18.12 18.11 18.08 R$ 58.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.7 18.89 R$ 47.00 R$ 51.8 18.49 R$ 471.10 18.16 18.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .61 R$ 109.22 R$ 149.50 R$ 77.23 R$ 47.12 R$ 88.14 18.

08 R$ 74.35 R$ 72.12 R$ 73.86 R$ 66.5 19. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.XIX.76 R$ 71.07 R$ 66.01 R$ 62.10 19.8 19.6 19.14 R$ 68.23 R$ 71.3 19.70 R$ 67.9 19.06 R$ 49.45 R$ 67.13 19.7 19.1 19.43 R$ 60.14 19.83 R$ 69.15 19.76 R$ 47.75 R$ 75.12 19.2 19.4 19.11 19.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.16 19.

26 19.33 R$ 129.19 19.30 19.20 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .20 R$ 106.25 19.22 19.84 R$ 115.79 R$ 108.88 R$ 112.38 R$ 111.31 19.24 19.29 19.33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.23 19.18 19.08 R$ 107.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.21 19.24 R$ 96.00 R$ 173.34 R$ 275.27 19.89 R$ 319.44 R$ 111.26 R$ 141.28 19.07 R$ 117.76 R$ 108.32 19.

70 R$ 194.44 19.36 19.84 R$ 222.38 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.37 19.25 R$ 211.64 R$ 213.53 R$ 266.39 19.35 19.43 19.82 R$ 298.34 19.21 R$ 217.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.17 R$ 323.45 19.41 19.02 R$ 329.40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.ITEM 19.42 19.37 R$ 307.26 R$ 233.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .

331.073.01 R$ 675.324.54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.35 R$ 1.10 R$ 38.93 R$ 2.51 19.52 19.50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.56 19.53 19.57 19.43 R$ 38.70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.55 19.49 19.19.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .61 R$ 40.00 R$ 705.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.48 19.71 R$ 710.47 19.

61 19.10 R$ 8.67 R$ 19.11 R$ 16.59 19.72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.36 R$ 10.04 R$ 23.69 19.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .66 19.64 19.68 19.1 20.14 R$ 12.60 19.31 R$ 22.67 19.64 R$ 20.71 19.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.08 R$ 10.22 R$ 21.16 R$ 32.11 - 20.62 19.41 R$ 22.2 20.63 19.65 19.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .05 R$ 24.19.66 R$ 16.28 R$ 23.83 R$ 28.82 R$ 8.70 19.86 R$ 22. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.

5 20.6 20.05 R$ 6.03 R$ 4.7 20.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .4 20.02 R$ 13.68 R$ 17.31 R$ 4.77 R$ 6.56 R$ 5.10 20.47 R$ 3.88 R$ 15.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.19 R$ 4.16 R$ 14.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.74 R$ 14.40 R$ 17. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7.1 Todas as Marcas XXII.20.00 R$ 14.28 R$ 14.9 20.28 R$ 6. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.11 20.8 20.73 por litro R$ 6.

1 23.3 23.10 23.8 23.26 R$ 41. VODKA IMPORTADA.74 R$ 25.44 R$ 61.28 R$ 52.98 R$ 49.16 23.49 R$ 38.93 R$ 52.5 23.XXIII.93 R$ 171.14 23.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.44 R$ 62. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23.13 R$ 144.54 R$ 60.13 23.9 23.21 R$ 154.6 23.2 23.86 R$ 57.15 23.97 R$ 66.44 Atualizado em 04/01/2011 .31 R$ 57.7 23.11 23.4 23.12 23.09 R$ 161.

19 23.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .23 23.15 por litro R$ 155.70 R$ 59.22 23.23.51 R$ 61.20 23.57 R$ 51.21 23.57 R$ 39.24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.10 R$ 154.18 23.

26 23.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.58 R$ 9.98 R$ 5.88 Atualizado em 04/01/2011 .16 R$ 5.31 R$ 9.90 R$ 5.63 R$ 11.13 R$ 13.53 R$ 6.31 23.27 23.38 23.35 23.36 23.31 R$ 19.39 23.30 23.40 23.34 23.19 R$ 9.40 R$ 4.NACIONAL ITEM 23.37 23.71 R$ 8.66 R$ 5.20 R$ 18.29 23.32 23.97 R$ 15.82 R$ 15.33 23.28 23.25 23.

46 R$ 6.70 R$ 5.15 R$ 25.5 do inciso II do art. 40.51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8.69 R$ 7.3 24.50 23. carretos.94 R$ 23.42 23.94 R$ 8.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21.44 23. 353 do RICMS/BA .2 24.43 23. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 . 40. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24.48 23.49 23.15 R$ 6.4 e 40.92 R$ 21. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.1 24. Nota 77: materiais de construção.3. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.41 por litro R$ 10. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.25 R$ 24.46 23.58 R$ 14.23. fretes.45 23.47 23.20 por litro XXIV. acabamento. acrescido dos valores correspondentes a seguros.37 R$ 22.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento).21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor.2. bem como os itens 40.

93.10. 6803 34 50. uniões).25 56.11 57.00. janelas e afins. auto-adesivas. para uso na construção civil Veda rosca. de borracha vulcanizada não endurecida 4016.00.30.37 35.65 51. de plástico 3925. e suas obras 2514.00 Outras obras de plástico. seladoras.14 42. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas. flanges. cotovelos. para uso na construção 3921 civil Banheiras. para uso na construção civil 3926. bidês. para uso na 3916 construção civil Tubos. sanitários e seus assentos e 3922 tampas.61 69.07 Cal para construção civil 2522 37 53.84 55.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. para uso na construção civil 3910.55 49.01 46.40. 37 53.31 47.67 41. flanges.83 52.49 52 40 37 48 36 27 43 70. 3824. forro. lona plástica.91.00. pias.50. 3921 Telhas plásticas.92 44.00 72. 6802.31 56. aditivos para argamassas e afins 3214. folhas. lavatórios.75 43. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo.71 50.16 48.00. SE FOR INFERIOR A 17%.20. 3920. laminados plásticos em bobina.90. sancas e afins de PVC.63 55.00 Postigos. tiras. juntas. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925. películas e outras formas planas. de 3917 plásticos.25 Argamassas.51 65.43 45. e seus acessórios (por exemplo.39 42. juntas.99 63. de 3919 plásticos.00 Silicones em formas primárias.02 54. gaxetas e semelhantes. cotovelos.51 45.87 53. com até 2m2.86 Atualizado em 04/01/2011 .00 endurecida Juntas. chapas. em qualquer formato. 3925.28 52. fitas isolantes e afins 3919.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.42 59.90. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824.23 61.3 60. massas para revestimento. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas.91.71 79.35 49.00.43 47 89. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.00. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925.55 61. mesmo em rolos.00 Portas.51 45. fitas.90 Fitas emborrachadas 4005.84 64.19 34.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos. 3816. boxes para chuveiros.1. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia.

21 semelhantes (por exemplo. cartão ou outras matérias.00 aparas.66 49. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410. de palha ou de 6808.49 37 69.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38. pré laje e mourões 38 Caixas d’água. mesmo aplainadas. tufados. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina.10.71 61. ladrilhos.1 Caixas d’água.43 53. contendo ou não amianto 21 69.39 54. aplicados sobre matérias 6805 têxteis. laje. papel.63 69. cianito. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. “waferboard”). exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos. calhas. de matérias têxteis. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas. cortadas em folhas ou desenroladas.00 35 Painéis. partículas. lajotas. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. de fibras vegetais. tanques e reservatórios e suas tampas. tanques e reservatórios e suas tampas.84 79.19 46.64 30 33 39 45.10 57. mesmo confeccionados 30 Linóleos. com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807. alabastro. cumeeiras e 6811 afins. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. diorito. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos).Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). aglomerados com cimento.35 46. de madeira ou de outras matérias lenhosas.00. mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303.25 79. polidas. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. de concreto ou de pedra artificial. travertinos.43 62. mesmo recortados.00 32 Ladrilhos de mármores. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. telhas.63 45.83 41.22 Atualizado em 04/01/2011 . de madeira 26 Persianas de madeiras 4418. chapas. em pó ou em grãos.67 41 57.51 89.95 61.31 60.67 72.19 66. basalto e outras rochas silicáticas.98 52. e ladrilhos de granito.84 45.88 55.64 64.37 53 71. de fibrocimento. cimento-celulose ou semelhantes. telhas.99.75 37. blocos e semelhantes.43 89. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). cimento-celulose ou semelhantes. incluídos os painéis 4418 celulares. mesmo armadas. quadrotes.99 49.01 47.51 54.35 82.31 38 51 49 44 63 47 44 54. cumeeiras e 6811 afins. contendo ou não amianto .02 55.11. em ambas as faces.64 36 38 52. serradas longitudinalmente.31 37 38 53. de fibrocimento. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.63 44.86 52. de feltro. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. exceto os tufados 5704 e os flocados. gesso ou outros aglutinantes minerais. calhas. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento.25 46. charnokito.

tijoleiras. em folhas.43 79. e outros produtos cerâmicos para construção civil .61 67 87.04 45. e outros produtos cerâmicos para construção civil . de cerâmica .64 47. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007. lavatórios.6 51.39 55.2 60.02 50. tapa-vigas e produtos semelhantes.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas.43 33 41.1 Telhas.00 (“kieselghur”.87 97.40 55.20. refletora ou 7004 não.10.87. 6905 de cerâmica. em chapas. mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado.00 51 Vidros laminados 7007.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados.37 48.20.75 56.43 53 89.29.1 Vergalhões 7214. ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901. 6902 refratários.00 (carga de 12%) 7308. condutores de fumaça.43 86. 6908 45 Pias. de ferro ou aço.70 47.75 70.00. mesmo emoldurados.1 Tijolos para construção. mesmo polidos cordas. exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907.51 47. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 .87 72. que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção.00. 40. elementos de chaminés. refletora ou não. não revestidos.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42.00 (carga de 69. colunas para lavatórios.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro.. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.19. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. cabos.90. 7217. de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912.90.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos.28 47. diatomita. tripolita. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. para construção. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.01 42 12%) 7308.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos.90 tranças (entrançados).00 47 Vidro vazado ou laminado. folhas ou perfis.19 47. mesmo com camada 7003 absorvente.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica.6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41.75 89. ornamentos arquitetônicos.25 40 48.23 48. de cerâmica .55 55. exceto vergalhões 7214.84 55.07 44.37 79. elementos de chaminés. tijoleiras.12 77. lingas e artefatos semelhantes.37 59. mesmo com camada absorvente.00. bidês. condutores de fumaça. tapa-vigas e produtos semelhantes. em 7005 chapas ou em folhas. sanitários. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções. 6905 de cerâmica.10 (carga de 17%) 54.43 39 80.95 56. mesmo com camada absorvente. de cerâmica 6906.56 49.07 53. ornamentos arquitetônicos. refletora ou não.06 61 39 40 54 39 69. caixas de 6910 descarga.84 71.64 62.75 68.22 40 76 43 56. placas (lajes).43 63. placas (lajes). banheiras.

01 42 33 79. de ferro fundido. cubas. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). para armações (cofragens) e para escoramentos.43 42 41 50. cotovelos. exceto cobre (carga de 12%) Parafusos. 7308.64 79.43 57 57 52 38 32 31 37 89. de ferro fundido.55 41 67 46 63. uniões. para uso na construção civil Tachas. porcas. ferro ou aço 7315.00 Tachas. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas. de ferro ou aço 7315. parafusos. de ferro 7307 fundido.11. 7318 chavetas.12. contrapinos.30.64 54.10 Tubos de cobre e suas ligas.00 Material para andaimes. luvas ou mangas). ferro ou aço 7308. tanques e afins de ferro fundido.00. mesmo com a cabeça de outra matéria. e seus caixilhos.11 47. percevejos.07 47. ferro ou aço.46 66. de ferro fundido.11 49. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas. e suas partes. pregos. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418.40.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69. de energia. de ferro fundido. porcas. esfregões. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317.90 Correntes de elos soldados. de 7310 instalação) de ferro ou aço.87 52. rebites. ferro ou aço. luvas ou mangas).35 50. polimento e usos 7323 semelhantes. percevejos. rebites.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço.37 59 78. ferro ou aço Portas e janelas.00 alumínio. arruelas (incluídas as de pressão).00. alizares e soleiras de ferro fundido. ferro ou aço 7315. de 7313.00 Outras correntes de elos articulados.84 75.92 75.78 53. luvas e artefatos semelhantes para limpeza.51 79. ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas.00 semelhantes.16 68.90 46. de ferro fundido. de ferro fundido. pias.90 armações prontas. escápulas.20. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.58 42 33 69.00 Manta de subcobertura aluminizada 7607.90 Acessórios para tubos (por exemplo. galvanizados 7217. contrapinos. ferro ou aço Arame farpado. uniões. ferro ou aço.55 40 41.14 56. banheiras. pinos ou pernos.82. mictórios. (inclusive 7308. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos.95 38. de ferro fundido. de cobre. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59.75 50.19. ferro ou aço Esponjas.00.64 50.59 54.43 Atualizado em 04/01/2011 .64 66. mesmo farpados.92 60. de uso na 7411. de ferro ou aço arames ou tiras. para instalações de água quente e gás. lavatórios. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. de 7609. ganchos roscados.63 47. cavilhas. roscados. retorcidos. cotovelos. chavetas. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre. próprias para a construção civil.07 48.67 42.84 89.56 89. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes. e artefatos semelhantes.14 55. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407.89 45.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo.10. ganchos roscados.25 76 77 78 44 34 40 61.43 69.84 59.01 42.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões.00 ferro ou aço.07 40.20. não ligados.31 39. pinos ou pernos.46 52 46. de entrada de água. tira-fundos.95 49. cavilhas. pregos. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador.02 50. roscados. grades e redes. cotovelos. escápulas e artefatos semelhantes.

de qualquer tipo 8302. de alumínio. origem 7%: 80. chapas.vergalhões .94%. Atualizado em 04/01/2011 . origem 7%: 65. e artigos semelhantes de metais comuns 8302. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. estruturas para telhados.02 50. telhas e outros artefatos. MVA’s: : interna 34%. aliq.80 59. aliq origem 12%: 41.02%. chapas. de vidro prensado ou moldado.9 39.85%.10. de alumínio. reservatórios. tubos e semelhantes.07 INCISO II DO ART.01%.06. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados. de metais comuns chaves para estes artigos.51 52. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. pontes e elementos de pontes. para construção. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. de segredo ou elétricos).NCM 7016 – MVA: interna 61.NCM 7019. para uso na construção 8307 civil Fios.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47.59 68.banheira de hidromassagem . 40. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. eletrodos e artefatos semelhantes.49 33 34 49.59 53.1. com peso líquido não superior a 1 (um) kilo. torres.blocos.95 46 37 36 63. pastilhas e outros artigos semelhantes .01 42. portas e janelas.14%. ladrilhos.1 Torneiras. para canalizações.49 46 50 37 41 63.37 42.07 53.20. aliq. 353 DO RICMS/BA 40.4 construções. 8515. aliq origem 12%: 70. aliq origem 12%: 56. de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.02%.14 47.80 45. mesmo armado. e seus caixilhos. origem 7%: 49.99 54.4 . cubos. aliq. placas.07 39 34 55. barras.00 Tubos flexíveis de metais comuns. balaustradas). inclusive puxadores.91%. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. mesmo com acessórios.3 . 7610 pórticos ou pilones. 40. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. porta-chapéus. caldeiras. pilares.39 54. armações.25 49.2. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos. próprias para construções. cabides.07%. tijolos. alizares e soleiras.00 Outras obras de alumínio. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições.50.5 . tubos. varetas. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes. fechaduras e ferrolhos (de chave.90.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.25 44. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615.62%. exceto as construções préfabricadas da posição 94.99 49.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%. com fechadura. colunas.20%. 8302.19 41 57.14 41.51 57.00 Pateras. origem 7%: 50. aliq origem 12%: 42. cola instantânea e cola branca escolar . 40. exceto cola bastão.2 .NCM 3506 – MVA: interna 48.75 50.04 45. perfis. para 7616. aliq. aparelhos para soldar metais por resistência 8515.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo. de metais 8301 comuns.

SE FOR INFERIOR A 17%. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas.20. bidês.00 3926.90 52 40 37 48 36 27 70.00 3816. 15.91. pias.75 43.92 44. fitas.00.83 52. NCM/SH 3214. janelas e afins. sancas e afins de PVC.3 61. autoadesivas.21 3922 44 33 38 39 28 61. 11. juntas. sanitários e seus assentos e tampas. e seus acessórios (por exemplo. fitas isolantes e afins Telhas plásticas. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.00 3925. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.99 50. chapas. exceto cola bastão.39 42. 6. 13.25 2. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53.65 Atualizado em 04/01/2011 .19 34.00 3925.90. de plásticos. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas.16 48. lona plástica.43 45.50. Veda rosca.90.02 54. folhas.67 41. películas e outras formas planas. 59.49 10. de plásticos.01 46. 9.71 8. 65.85 56.Nota 78: Anexo Único do Prot. 3924 3925. tiras. uniões). estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico.87 53.31 47. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48.25 56. cotovelos. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1. para uso na construção civil Tubos. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39. para uso na construção civil.94 3. 5.37 35.51 45. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. boxes para chuveiros.30. flanges.10. de plástico Postigos. lavatórios. ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.51 65. 3925. com peso líquido não superior a 1 kilo.90 4005. 14.63 55. 12. 7.31 56. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA. cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos.35 49. de plásticos.55 49. forro.11 57. 4. mesmo em rolos.1 3824. laminados plásticos em bobina.00. para uso na construção civil Banheiras.42 52.

diorito.82 28.86 52. de feltro. mesmo aplainadas. 6303 6802 47 44 64. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas.95 61.93. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos.71 61. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69. charnokito. de borracha vulcanizada não endurecida.23 51.64 20. “waferboard”). 4411 4418 37 38 53.31 22.64 60.43 47 69. 27. tufados. ônix e outras rochas carbonáticas.39 54.25 46.84 64.84 79. 29.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.1 57.98 52. em ambas as faces.64 55. dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções.00 4016. juntas.67 Atualizado em 04/01/2011 . 21. incluídos os painéis celulares. 4016. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. lajotas. serradas longitudinalmente.11. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). alabastro. exceto os tufados e os flocados. de matérias têxteis.63 44. cortadas em folhas ou desenroladas. travertinos.43 89. cianito. com área de 43 60. flanges. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas.19 66.35 82.67 72. papel para vitrais. mesmo confeccionados Linóleos.71 89. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. de madeira ou de outras matérias lenhosas. 25. 4409 4410. quadrotes. 26.16. 18.91. e ladrilhos de granito.31 24. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. cotovelos.21 36 38 52. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). 23. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. basalto e outras rochas silicáticas.19 46.86 79.61 69.63 45. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo.51 54. 19. gaxetas e semelhantes. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. 4009 17. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos).35 55. polidas. mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo.

39. aplicados sobre matérias têxteis. mesmo armadas. mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado.01 35.91 Atualizado em 04/01/2011 .00 7008. de fibras vegetais.37 40.62 44.75 79. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. de palha ou de aparas. para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento.37 36. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica.00.00 6808.10. folhas ou perfis. blocos e semelhantes.99 49. 6811 39 55. mesmo com camada absorvente. tijolos.25 79.43 39 89.20 52. tanques e reservatórios e suas tampas. em chapas ou em folhas.75 47.02 37. mesmo com camada absorvente. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais.00 7003 54 39 72. laje.19 47.66 49. chapas. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro.19.37 48.25 70.83 41. de fibrocimento. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos.28 47.64 33. 44. 6807.75 56. sanitários. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias.43 53.00 37 69. costurados ou reunidos de outro modo.39 55.04 45. mesmo emoldurados. refletora ou não. refletora ou não.00.51 89. em pó ou em grãos. 34.84 45. 6809 6810 30 33 45. Manta asfáltica Painéis. 6912.37 59. excluídos os de uso automotivo Blocos. papel. telhas. banheiras.00. calhas. refletora ou não.00 7009 7016 36 39 50 37 61. telhas e outros artefatos. placas. cimento-celulose ou semelhantes. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado.55 55. pré laje e mourões Caixas d’água. 7004 7005 69.07 53. lavatórios. caixas de descarga.30.51 80. em chapas.00 7007. 45. 37. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários. cartão ou outras matérias. 6907 6908 6910 39 40 55. 46.64 4737 42. ladrilhos. bidês. 41. em folhas. gesso ou outros aglutinantes minerais.29. cumeeiras e afins. aglomerados com cimento.84 55.75 68. mesmo com camada absorvente. 7007.87 47. de vidro 41 57. 43.75 63.43 38. 32.49 31. partículas. ladrilhos. de concreto ou de pedra artificial. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. colunas para lavatórios. mesmo recortados.

ferro ou aço Outras correntes de elos articulados.20.07 59. alizares e soleiras de ferro fundido. de ferro ou aço arames ou tiras.55 49.20. de ferro fundido.00 7308. 53.00 (carga de 12%) 7308. de ferro ou aço.11. tranças (entrançados). ferro ou aço Correntes de elos soldados.75 40 41.37 55. de ferro ou aço. pastilhas e outros artigos semelhantes 47. mesmo farpados. 50. para armações (cofragens) e para escoramentos. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.07 33 33 41. 7313. de ferro ou aço 40 33 34 39 47.90 (carga de 12%) 73. 73.84 59. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões. 52.00 42 33 69.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217. 48.82. de ferro fundido.90. não ligados.30.43 69.10. para construção.01 40 48. de energia.56 49. não isolados para usos elétricos 42 50.00. e seus caixilhos.10 (carga de 17%) 7217. não revestidos.64 79.64 50. (inclusive armações prontas. 60. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos. luvas ou mangas).01 42.prensado ou moldado.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315.58 56.12. de ferro fundido. cabos.56 89. 57. 59.14 55.07 47.40.90 7315. Outros fios de ferro ou aço.10 59 78.11 42.10 (carga de 17%) 7214. cubos. lingas e artefatos semelhantes.02 47. retorcidos.87 50.00 7308. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados. 51. mesmo polidos cordas. mesmo armado.14 40. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).95 49. ferro ou aço Portas e janelas.00 (carga de 12%) 7308.90. 54.55 Atualizado em 04/01/2011 . 58. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214.43 42 50.00 7315.56 40.02 50.07 7308. ferro ou aço. ferro ou aço Material para andaimes.43 42 50.95 56. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas. ferro ou aço Arame farpado.90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções. cotovelos. de entrada de água. grades e redes. de ferro fundido.11 42 33 79.84 89. de ferro fundido. próprias para a construção civil.07 40.16 68.20. de instalação) de ferro ou aço.

barras. esfregões. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas.78 53. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo.59 53. 74. e suas partes.06.31 39. 7615. escápulas e artefatos semelhantes.35 50.84 75. ganchos roscados. uniões. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes. portas e janelas. exceto as construções. pregos. e estruturas de box). 64.92 60. cavilhas.43 57 89. armações. mesmo com a cabeça de outra matéria. porcas. 72.16 46 37 63. exceto cobre Parafusos.61.43 39.00 (carga de 12%) 7318 62. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. lavatórios. escápulas. roscados. ferro ou aço. balaustradas. torres. 67.95 38. estruturas para telhados.64 54. 73.25 Atualizado em 04/01/2011 . porcas. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411.51 66. chapas. 7317. de alumínio. e artefatos semelhantes. incluídas as persianas 41 49. uniões.67 42.01 41 46 63. mictórios. cubas.90 46. contrapinos. percevejos. colunas. para uso na construção civil Tachas. ferro ou aço. alizares e soleiras. rebites.07 48. 63.00. de ferro fundido. contrapinos. de ferro fundido.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75. 7323 7324 Tachas. tira-fundos. polimento e usos semelhantes. percevejos. luvas ou mangas). para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas. cotovelos. roscados. 76.00 7610 44 34 40 32 61.25 71. e seus caixilhos.92 79. ou de ferro ou aço com cabeça de cobre.63 47.80 69.78 45. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. para instalações de água quente e gás. pias.95 75.59 54.80 45. chavetas.64 66.00 76. tubos e semelhantes. cotovelos.46 65. de alumínio. ferro ou aço Esponjas. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes.00 7607. pilares. banheiras. pórticos. ganchos roscados.9 52. 70.87 47. de cobre. perfis.14 56. de ferro fundido. cavilhas. ferro ou aço Outras obras moldadas. pinos ou pernos.10. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. de alumínio.20. rebites. tanques e afins de ferro fundido. parafusos.46 52 46. próprias para construções. pregos. pré-fabricadas da posição 94. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio.51 54.90 7609. 68.20. 7418. 66. arruelas (incluídas as de pressão). pinos ou pernos. chavetas. 69.19.

de metais comuns ou de carbonetos metálicos.07 53.00 8307 8311 46 50 37 41 63. eletrodos e artefatos semelhantes.70 98.14 41. 78. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns.52 105. para canalizações.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.99 54. 84.6 Suportes elásticos para cama Colchões. varetas.99 44. caldeiras.02 50. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. 8515. mesmo com acessórios. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.59 68.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404.1 39 55.Outras peças não desossadas .07 85.49 79. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras.20 0201.Desossadas Atualizado em 04/01/2011 . fechaduras e ferrolhos (de chave. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02. 8302.1 8481 33 34 49.4 7616 8301 Outras guarnições. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. 80.Carcaças e meias-carcaças . 8302.10. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. tubos.00 8302. de segredo ou elétricos).10 0201. de metais comuns.50.39 57. interna) 143. cabides. 8419.34 157. porta-chapéus.90.06 76.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172. Pateras.75 47. inclusive puxadores Cadeados.00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op.00 8515. de metais comuns chaves para estes artigos. 82.90. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.51 57.01 0201.77. FRESCAS OU REFRIGERADAS.01 42.2 9404.19 49. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns.87 83. . válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes. de qualquer tipo.80 59. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52. com fechadura.10. chapas.04 45.49 83. reservatórios. 81.00 9404. para construções.18 87.25 49.65 94. para uso na construção civil Fios.

Esta posição compreende as carnes..10 0206.05. ASININA E MUAR.Não cortadas em pedaços.49 0206. refrigeradas ou congeladas. 02.Pedaços e miudezas. baços. . não desossados . domésticos ou selvagens. órgãos reprodutores (úteros.Não cortadas em pedaços. frescas. tireóides e hipófises.. congelados . miolos.20 0202.. 02.1 0203.22 0206. Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo. FRESCAS.Fígados .Outras .Outras.02..2 0207..13 0207. pás e respectivos pedaços.41 0206.25 0207. DAS AVES DA POSIÇÃO 01.12 0203.1 0207. línguas. CAVALAR..02. frescas ou refrigeradas . medulas espinhais (espinais medulas*). REFRIGERADAS OU CONGELADAS. frescas ou refrigeradas .Fígados .30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.Outras.Línguas . OVINA. domésticos ou selvagens.10 0202.06 0206.24 0207.11 0207.90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA.14 0207..32 CARNES E MIUDEZAS. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.Da espécie bovina. CAPRINA.. congeladas: . bofes (pulmões). por exemplo).Não cortadas em pedaços.Outras Esta posição abrange as carnes. congeladas . patas.Congeladas: . timos (molejas).19 0203. corações.. congeladas: . rins. incluídos na posição 01..Frescas ou refrigeradas: . frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 . dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. COMESTÍVEIS.Não cortadas em pedaços.Carcaças e meias-carcaças .Pedaços e miudezas. dos animais da espécie bovina.80 0206. .07 0207.4 0206.22 0203.30 0206.. pás e respectivos pedaços.De peruas e de perus: . não desossados .21 0203.03 0203.27 0207. frescas ou refrigeradas .Pernas.Carcaças e meias-carcaças . SUÍNA.. úberes. peles comestíveis.29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA. frescas ou refrigeradas . Inclui também o toucinho entremeado (isto é.De galos e de galinhas: .3 0207. rabos.2 0203.. ..29 0206. congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). fígados. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.21 0206. 02..26 0207. FRESCAS.Não cortadas em pedaços.11 0203. frescas ou refrigeradas .De patos. ovários.Pernas. CONGELADAS.Pedaços e miudezas. frescas ou refrigeradas. 02. testículos.2 0206. incluídos na posição 01.Da espécie bovina. congelados .02 0202. frescos ou refrigerados ...12 0207.Outras . pâncreas. congeladas . frescos ou refrigerados .Outras .. por exemplo). REFRIGERADAS OU CONGELADAS. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): . diafragmas.Pedaços e miudezas.. FRESCAS. Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina.Da espécie suína. redenhos..Da espécie suína. goelas.

10. de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210.De primatas . 04.0207. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.Outras. A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens. o iogurte e o quefir. conforme o caso. também se classifica nesta posição.90 . não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição. pás e outras carnes assim preparadas. os presuntos.LEITELHO.TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS. e seus pedaços . por desidratação ou por liofilização) ou defumadas. comestíveis.Carnes da espécie suína: . A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne). LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS. não fundida nem extraída de outro modo. enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura.. Fundida ou extraída de outro modo.De baleias.11 0210.9 0210. 02.19 0210.12 0210.10 0210. REFRIGERADOS. COMESTÍVEIS. entremeados. comestíveis. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. O toucinho entremeado (ou seja. QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. o leite e o creme de leite (nata*).. peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais).92 CARNES E MIUDEZAS. As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais. frescos ou refrigerados Outras. DE CARNES OU DE MIUDEZAS. das aves domésticas que. . preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição.99 .Outras . O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. fermentados ou acidificados. comestíveis. de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. esta gordura inclui-se na posição 15.Carnes da espécie bovina ..36 ----- Não cortadas em pedaços. desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16. As carnes salgadas. incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados.1 0210. bem como das gorduras de porco e de aves.02.. frescas.01. congeladas Fígados gordos ("foies gras"). refrigeradas ou congeladas. em blocos. bexigas. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados. estão incluídos na posição 02. de ganso ou de pato.Outros A presente posição abrange o leitelho. 0403.Barrigas e peitos. estômagos.05. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.10 . MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES. não desossados . a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro. mais consistentes e mais ricos em gordura. GORDURAS DE PORCO E DE AVES.20 0210. 02.01. Atualizado em 04/01/2011 .34 0207. IOGURTE. próprios para consumo neste estado.33 0207. evaporados.01). isto é. são classificadas na posição 01.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição.01. pás e respectivos pedaços.03 . CONGELADOS. SECAS OU DEFUMADAS. classificam-se nesta posição. a gordura que envolve as vísceras do animal. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU.. O toucinho entremeado (ou seja. COMESTÍVEIS. FRESCOS. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos). tais como o bacon.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido.03 ou na posição 02. As disposições das Notas Explicativas da posição 02. secas (em especial. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango. FARINHAS E PÓS.35 0207. inclui-se na posição 15. de carnes ou de miudezas: . SECOS OU DEFUMADOS. SALGADOS OU EM SALMOURA. quando vivas.09). por exemplo) incluem-se na posição 23. adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais. O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras.De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas. de todos os tipos. Fundida ou de outro modo extraída. As farinhas e pós.Pernas. incluídos as farinhas e os pós. SALGADAS OU EM SALMOURA.Iogurte 0403. frescas ou refrigeradas Outras. em pó ou em grânulos) ou conservados..93 .91 0210.. com exceção do toucinho sem partes magras. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS.09 .

SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO.Não descafeinado .1 0901. em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada..10 . os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10. 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo).Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. 4) As cascas e películas de café.01 . A espelta.Descafeinado .Café torrado: . CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ. 10. e as preparações à base destes extratos ou essências. A farinha de trigo pode. macio. com outros produtos. emulsificantes. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO.21 0901. 1001. 2) O café descafeinado. em inglês. 3) O café (mesmo descafeinado) torrado.90 .39). isto é. 11. antioxidantes. 09. de fratura pulverulenta. não ultrapasse 10%.Café não torrado: . contendo.01).12 0901. a mistura de trigo e centeio.01 0901. c) A cafeína. em qualquer proporção. em ou grãos ou sementes despojados de sua película. dois terços de trigo e um terço de centeio. em geral. vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes).11 0901. .01) que. ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que.. essências e concentrados de café.Trigo duro 1001. além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais). b) Os extratos.90 CAFÉ. de modo a obter leite coalhado quando. Denomina-se méteil.2 0901. além disso. espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. ele é misturado com água. mesmo moído. em geral. de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau. os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21. em francês e meslin. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é. semi-duro ou duro. para o reconstituir. os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes. constituídos por uma mistura de café.O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04.Descafeinado . em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes.21). O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea.22 0901.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. 5) Os sucedâneos do café. está incluída nesta posição. alcaloíde do café (posição 29. Atualizado em 04/01/2011 .Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido. de aromatizantes. nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. denominados às vezes "café instantâneo".Não descafeinado .01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. o café do qual se retirou a cafeína. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão.. Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo. Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15.. As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais. de aspecto translúcido e córneo.

4) o marzipã (maçapão*).90 . os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação. Subposições 1701. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. as pastilhas.9 1701. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19. pães. Os açúcares de cana ou de beterraba.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0.Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar.1 1701. Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte). exceto agentes aromatizantes.01. Exclui-se. em bruto. fondants.06 se o teor de cacau.11 e 1701. SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO). em peso. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro. O seu teor.De cana . por exemplo. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes). ou sob a forma de pequenos cubos. bastões ou pedaços moídos. A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura.. corresponde a uma leitura. apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. de alimentos para animais ou em algumas indústrias.1%. tais como álcool benzílico. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas. No entanto.91 1701. 17. caso contrário.01 1701. no estado seco.Outros: . serrados ou cortados. placas. O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos. classificam-se no Capítulo 30. de beneficiadores de panificação. Atualizado em 04/01/2011 . 1704.Açúcares em bruto.Adicionados de aromatizantes ou de corantes . do suco da raiz da beterraba sacarina. em caso contrário).10 . Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó). Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto. nogados. comercializadas no estado sólido ou semi-sólido. em geral prontas para consumo imediato. sendo comercializado conforme o seu grau de refinação. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição). mentol. Nota Explicativa de Subposições. 3) os caramelos.Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba. Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18. no entanto. esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado. tais como a indústria têxtil. sem adição de aromatizantes ou de corantes: . for igual ou superior a 40%. depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado. devido à presença de impurezas. 17.11 1701.1%.01. NO ESTADO SÓLIDO (+). .. com pequenas quantidades de caramelo ou melaço. conhecidos por produtos de confeitaria. no estado sólido. no polarímetro.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA.Gomas de mascar. 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse.. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. as amêndoas açucaradas (rahat loukoum).06. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado.5° (ver a Nota 1 de Subposição). Todavia. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados. mesmo revestidas de açúcar 1704. qualquer que seja a sua origem.PRODUTOS DE CONFEITARIA.. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais.04 . desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). de sacarose.12 1701. catechus. tais como gelatina.01. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados. e posição 19. classificam-se na posição 21.02.02).De beterraba . em peso. inferior a 99. As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido.

a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). etc.07). revestida de chocolate. nozes. casca de laranja. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção.32 . e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. recheados de creme. c) Pastas de amêndoa. os chocolates em pó adicionados de leite em pó. EM PESO. etc). sorbitol) em vez de açúcar. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida.31 Na acepção da subposição 1806. grânulos ou formas semelhantes. A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição. pó ou.Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau. c) As preparações alimentícias açucaradas. bastões. 7) O extrato de alcaçuz. b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. adicionadas de açúcar. o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes. com ou sem adição de avelãs..EXTRATOS DE MALTE. O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau). NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. paus. ou uma combinação desses produtos. d) Os bombons. e) Os medicamentos do Capítulo 30. as frutas. café. 1806. porém. EM PESO. da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. frutas ou outros produtos vegetais.10 . e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. de sacarose.10 . xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido. com peso superior a 2kg. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . em peso. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. mesmo contendo. ou no estado líquido. com mais de 10%. SÊMOLAS.Preparações para a alimentação de crianças. b) Pastas para nogado. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição. com alguns vestígios de cacau. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco. em peso. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras. barras. às vezes. pastilhas. açúcar e leite em pó (posição 17. com ou sem aromatizante. pastilhas.02).90 . por vezes. etc. pasta de frutas. Excluem-se. misturados ao chocolate. 9) As pastas à base de açúcar. marzipã (maçapão*). licores. etc. barras e paus: 1806. 18. tabletes.Cacau em pó.3 . DE CACAU. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806. blocos. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. ainda.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). todas as preparações alimentícias contendo cacau. os tabletes. Todavia. em tabletes.Não recheados 1806.31. geléias. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. nogado. (posição 20. água e matérias coloidais (por exemplo.06 . plaquetas. clara de ovo) e. sob qualquer forma (pães.31 . grânulos. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar. etc. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. amêndoas. avelãs. bem como as pastas à base de açúcar. 8) As geléias e pastas de frutas. 19. composto de manteiga de cacau. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA.05). o nogado de chocolate. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.04). GRUMOS. recobertos de chocolate (posição 19. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. Nota Explicativa de Subposições. não são considerados como "recheados". 1901.Recheados 1806. etc. de sacarose. em pó. principalmente. barras ou paus inteiramente de chocolate. de um modo geral. por exemplo). conservados em açúcar (posição 20.20 . açúcar caramelizado. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates.06).06).Outros. leite e avelãs.Outras preparações em blocos ou em barras. coco desidratado. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates. mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e. leite em pó e aromatizantes. aromatizado ou não.06). preparadas principalmente com amêndoas e açúcar. os produtos hortícolas. leite. etc. frutas. cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços). FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. licor. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo. e de açúcar ou de outros edulcorantes.04. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. preparado) como produto de confeitaria. DE CACAU. AMIDOS. por exemplo. a maior parte das vezes aromatizada. às vezes. em pasta. Subposição 1806.01 .01 A 04. avelãs. caramelo. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme. os doces..6) O chocolate branco. b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. o termo "recheado" abrange os tabletes. Quando apresentado (isto é. quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. composto de açúcar. cascas de frutas. o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS.

para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó. 6) Os Knödel. aromatizada com baunilha. amidos. Todavia. cuja característica essencial provenha destes constituintes.06). adicionados de lecitina.1901. em peso. em pó.. 3) O racahout. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19. papas. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19. estes termos não abrangem as farinhas. farinhas de cereais. as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. alimentos dietéticos. de diversas féculas. podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas. Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11. sêmolas e pós.20 . e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos.Outros I. Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. quer eles predominem ou não em peso ou em volume. quer à fabricação de bolos. os produtos desta natureza à base de farinha de batata.06). o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). Extratos de malte. das posições 11. em peso. ou cacau desde que neste último caso. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida. vitaminas. f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21. albumina. anchovas. de vitaminas. de sais. da posição 19. açúcar. Os extratos de malte. Todavia. contendo ingredientes. cremes. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19. alimentos para crianças. tal como a farinha de soja. como fitas e discos. excluídas as preparações contendo mais de 20%. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). féculas ou de extratos de malte.05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. obtidas por evaporação de uma mistura de leite. corantes. não especificadas nem compreendidas em outras posições. em grânulos. Os extratos de malte utilizam-se. mas também. de extrato de malte e de cacau em pó. sangue. todavia.02. todavia. de produtos hortícolas secos (posição 07.07). Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. principalmente. mais ou menos xaroposos. com ou sem açúcar. da posição 17. Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30. farinha de pão. gorduras. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. açúcar e farinha. as farinhas. açúcar. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. gorduras. sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11.05 1901. 8) As pizzas não cozidas.05). não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas. etc. ovos.01 ou 11. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte. grumos.01 ou 11.. ovos. grumos.02. tais como leite. Preparações alimentícias de farinhas. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais.90 . constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. de farinha de bolota doce. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. tais como queijo. esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas").12). azeite.04. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários. preparação alimentícia composta de farinha de arroz. Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. classificadas na posição 19. etc. estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. geléia ou frutas. levedura. peixe ou crustáceos. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos.05. carne. à base de farinhas. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite. As preparações da presente posição podem ser líquidas. gorduras. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite. miudezas. féculas ou de extratos de malte. b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11. Muitas vezes. Convém referir que estão. qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. sem qualquer outro preparo. óleos. tais como sêmolas. b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. Klösse e Nockerln. tal como a dextrimaltose. de batata (posição 11. de enchidos. de massas ou de pós (extratos secos de malte). e as farinhas. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó. especiarias. classificam-se no Capítulo 20.02). de açúcar e de cacau em pó. amidos.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação.03). 7) As massas preparadas. caseína. particularmente. sêmolas. II. ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final). o "vinho de malte" (Capítulo 22). glúten. c) As enzimas do malte (posição 35. permanecem incluídos aqui. Atualizado em 04/01/2011 . essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar. tomate. sêmolas. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água. aromatizantes. A título de exemplo.03). em pó. carne.

III. em peso. pérolas. além dos constituintes naturais do leite. em primeiro lugar. 1902.Contendo ovos 1902. peixe ou crustáceos.01 se classificam.04 . cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições..10 . estes produtos são dessecados antes da comercialização. canelones) ou. arroz. TAIS COMO ESPAGUETE. sangue. em seguida. 19. Esta posição abrange também o "couscous". contendo mais de 20%. outros ingredientes. os nhoques frescos e os ravioles congelados. MACARRÃO. contendo outros ingredientes. miudezas. flocos de cereais. fitas. glúten. por exemplo. tais como produtos hortícolas. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. MESMO PREPARADO. É assim que na posição 19.04). pós) destinadas à preparação de sorvetes. conchas.04). ravioles). levedura). produtos hortícolas e outros ingredientes.Outras 1902.MASSAS ALIMENTÍCIAS. apresentar-se em camadas sobrepostas. São excluídos. por passagem à fieira e corte. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21. corantes e aromatizantes).04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%. diástases. aletria). tornam-se quebradiços.02 . LASANHA. ALETRIA.05). a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. todavia. em peso. é trabalhada (por exemplo. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo. obtidos por expansão ou por torrefação 1904.g) As preparações para sopas e caldos. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16).Produtos à base de cereais.Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. carne. ainda. ou de outros invertebrados aquáticos. OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")).04). No decurso desse trabalho. os produtos contendo. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. são excluídos. batata.90 . obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo.01 a 04. vitaminas. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17. RAVIOLE E CANELONE. talharim. contendo massas (posição 21. moluscos. não especificadas nem compreendidas em outras posições. nem preparadas de outro modo: 1902. CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA. 2) As preparações à base de leite. sucos ou purês de produtos hortícolas.Trigo burgol ("bulgur") 1904. as gorduras oléicas). em geral. em peso. b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. tubos. todavia. 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18. moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo. misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO.30 . ovos.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904. de enchidos. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo. Excluem-se desta posição: a) As preparações. Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são. Em geral.Outras massas alimentícias 1902.06).19 . Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau. de armazenagem e de conservação. As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. que é uma sêmola tratada termicamente. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados. peixe. tal como o prato completo que leva o mesmo nome). recheadas de carne. abertas nas extremidades (por exemplo.06) e as bebidas (Capítulo 22). fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo.40 .20 . h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21. carne). Quando secos. A massa. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO.Massas alimentícias não cozidas.11 . laminagem e recorte. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04. 19. estrelas.04. grânulos. Preparações alimentícias de produtos das posições 04. por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos. macarrão. nem recheadas. queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. ij) As bebidas do Capítulo 22. espaguete. tal como a lasanha. etc. NHOQUE.01 a 04.. Para facilidade de transporte. Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados. 1904. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo.20 . As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. leite. filamentos. O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne.30 . DO GRUMO E DA SÊMOLA). "COUSCOUS".1 . compressão. milho. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. com exclusão das massas recheadas. molho.PRODUTOS À BASE DE CEREAIS. cotovelos e letras).Outros Atualizado em 04/01/2011 . cujo ingrediente principal seja o leite. pelo fato de conterem. conservando-lhes a forma original.

por estes dois processos.. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços). como alimentos para refeições matinais.). extratos de malte ou de frutas. e amolecidos pelo vapor de água.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905.04). Assim.05). extrato de malte. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur). que são adicionados de açúcar. queijos. ou simultâneamente por estes dois processos. simultâneamente. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais.31 . carne. leite."Waffles" e "wafers" 1905. tais como: glúten. etc. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. previamente umedecidos. D) Outros cereais (exceto milho).. em peso. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo. em grãos (incluídos os grãos partidos).Pão de especiarias 1905. c) As espigas e os grãos preparados. triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino. extratos de levedura. sal. sêmola ou pó de batata. por exemplo. sob forte pressão. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos.06 (posição 18.10 . depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. Podem ser-lhes adicionados. de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada. no decurso ou após a sua fabricação.05 .. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. anis.20 . enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. etc. estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. frutas.3 . mesmo adicionados de cacau. 1905. embora possam conter igualmente outros ingredientes. melaço. desembaraçados do pericarpo e do germe. no estado em que se encontram ou misturadas com leite. "waffles" e "wafers": 1905.32 . OBREIAS. desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos.Pão denominado "knäckebrot" 1905. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais. A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação". As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas. B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados. açúcar. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais. de milho.40 .Torradas (tostas*).06). a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. gorduras. açúcar. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas. fécula. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha. PASTAS SECAS DE FARINHA. sal e glutamato de sódio. ovos. a acelerar a sua fermentação. etc. 19. na forma de grãos trabalhados. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18. de forma a torná-los crocantes. a levedura e o sal. por exemplo. mel. principalmente. produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). cevadas. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais. E PRODUTOS SEMELHANTES. C) Trigo burgol (bulgur). Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais.Outros A) Produtos de padaria. HÓSTIAS. b) As preparações contendo mais de 6%. arroz. Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação. peixe. a facilitar a manipulação da massa. trigo. Estes últimos destinam-se. inclui-se neste grupo. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS. Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. etc. em seguida. AMIDO OU DE FÉCULA. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. MESMO ADICIONADOS DE CACAU. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. em recipientes úmidas e quentes.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)). A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11. mel. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição. nozes. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19.PRODUTOS DE PADARIA. determinadas sementes como a da papoula. cominho. Este grupo também inclui.90 . pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. Atualizado em 04/01/2011 . pré-cozidos ou preparados de outro modo. O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17. a partir de farinha ou de farelo. açúcar. EM FOLHAS. queijo. descascados ou pelados e após quebrados.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. comestíveis (Capítulo 20). ou. sal e extrato de malte. farinhas de leguminosas. cacau em qualquer proporção.

feito de farinha de centeio ou de trigo. classificadas na posição 19. por vezes. queijo. de superfície brilhante e polvilhados de sal. café. fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. Estes produtos são. aromatizantes. que é um produto poroso. ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. torrados. como. amêndoas. à base de farinha. freqüentemente. azeite. os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata. massa azeda ou outro tipo de fermento. se apresentam em discos ou folhas. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). podem conter uma substância adesiva. geralmente. apresentam um baixo teor em sacarose. preparadas com massas de amido ou de farinha cozida.04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria. peixe ou crustáceos. fermento e sal. gordura vegetal. também. feita de uma massa com ingredientes. mesmo em fatias ou ralados. manteiga ou outras gorduras.OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS. São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. em placas delgadas de forma quadrada. bacon ou presunto. não contêm farinha. Esta categoria também inclui os waffles delgados. tais como queijo. As cápsulas vazias para medicamentos. ovos.05. mel. Os biscoitos comercializados não são. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. por exemplo. açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. cuja superfície apresenta desenhos. chocolate.). ovos ou outras substâncias nutritivas. 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. seco. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. peixe. açúcar. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO. carne. edulcorante (por exemplo. não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. manteiga. os waffles que consistam num recheio. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. em peso. chocolate. cápsulas vazias para medicamentos. contendo pouco ou nenhum edulcorante. ovos. frutas. tomate. cozidos. ou ainda por aeração (insuflação*). miudezas. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. ou de uma combinação desses produtos (por exemplo. avelãs. sal. em geral. pimenta. de longa conservação. na maior parte dos casos. por vezes corada. (Atualização nº 4. etc. regra geral. e que. geralmente apresentada em forma de laço. O teor de água do produto não excede 10% em peso. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que. queijo. geralmente de consistência elástica. contendo. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. glicose. retangular ou redonda. mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. 20. podem. que é um pão crocante. enquanto que o teor de gorduras é. açúcar invertido ou melaço purificado). albumina. Norm. obreias. aveia ou de trigo. do produto). cozidos entre duas chapas de ferro.10 . que lembra a letra "B".Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . muito pura. Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. fermentada com leveduras. quase sempre. usualmente. este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras. conter um recheio sólido ou não (açúcar. féculas. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). mesmo adicionados de sal. As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo. leite.Public. 3) O pão ázimo ou matzo. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria. etc. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo. gema de ovos ou frutas. de sêmola ou de grãos de centeio. 2) O pão de glúten para diabéticos. tais como. leveduras ou outros fermentos. leves. cones para sorvetes). 6) O pão de especiarias. As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. geralmente. amido ou de fécula. Esta posição abrange um certo número de produtos.05 . chocolate. recheados. 50%. fabricado sem fermento. mel. feitos com clara de ovos e açúcar e que. no máximo. entre as quais: a) as bolachas secas. todavia. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. 2005. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores). que são produtos secos e quebradiços. aguardente. açúcar. 12) As panquecas e crepes. 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. café. cozida e seca. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. aromatizantes. carne. são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos. em peso. próprios para serem enrolados. o pão torrado e produtos semelhantes. anchovas. 7) Os bretzels. 8) As bolachas e biscoitos. em folhas. cacau. especiarias ou aromatizantes. pelo menos. que têm por base massa de farinha ou de fécula.06. As pizzas não cozidas são. 5) As torradas (tostas*). essencialmente. etc. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. sangue. 13) A quiche. SRF nº 481. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). e produtos semelhantes. contém apenas farinhas de cereais. O produto acabado não deve apresentar. noz-moscada e. apresentando-se. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. b) Os produtos da posição 20. NÃO CONGELADOS. obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. carne. pastas secas de farinha. licores. de produtos fabricados industrialmente. cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios. no caso da quiche lorraine. glutamato de sódio e sal. produtos de longa conservação. um teor de água superior a 12%. Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. creme de leite (nata*). por vezes. 11) Os merengues (suspiros). B) Hóstias. de 01/02/02 . creme-de-leite (nata*). pela Inst. São. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras. suscetíveis de aplicações muito diversas.01. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina. cevada.

com exclusão das da subposição 2008.Outros.90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp.Pêssegos. mesmo adicionados de sal ou óleo. mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal..Morangos 2008.Frutas de casca rija. em sal. obtida por trituração de amendoins torrados. (Capítulo 22).20 .FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada. incluídas as misturas 2008. inteiras. pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho.40 2005.11 .70 .20 2005.. inteiros.99 .Misturas 2008. amendoins e outras sementes. entre outros: 1) As amêndoas. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19. especiarias ou outros aditivos.Pêras 2008. salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. em pedaços ou esmagados.01. sal. de couves cortadas em tiras.5 2005. em óleo ou em gordura.30 . 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água. 2) O chucrute.92 . COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL.11 . amendoins. e outras frutas de casca rija. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias). em volume.Amendoins 2008.09. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada.60 . Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips). PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO. feitos de farinha de batata. incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008. incluídas as misturas destes produtos.Palmitos 2008. apresentada em pasta. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20. 20. 3) O milho doce em espiga ou em grão.Abacaxis (ananases) 2008.05.19: 2008.59 2005.2005. incluídas as misturas. podem ser conservados ao natural (em água.): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var.Cerejas 2008.19 . 2) A "manteiga de amendoins".Damascos 2008.1 . NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas. preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo. seja superior a 0.Cítricos 2008..91 . ervilhas. por exemplo).9 . por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes. em xarope. as cenouras. depois de fritos por alguns segundos.. saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas.70 2005. dos produtos hortícolas congelados da posição 20. em pedaços ou esmagadas.. Phaseolus spp. torrados em atmosfera seca. Todos estes produtos.50 . etc.06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11..80 2005.60 2005. Compreende.04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20.. classificam-se na posição 07. em álcool ou em agentes de conservação químicos. Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20.40 . 2008. preparação obtida por fermentação parcial. O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos.Outras. nozes-de-areca (ou de bétele).08 . Atualizado em 04/01/2011 . que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados.ver a Nota Explicativa desta posição). mesmo misturados entre si: 2008.51 2005. para consumo imediato. aromatizantes. 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares.5% vol. c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico.80 .

21. por exemplo). leite ou nozes.06). trituradas ou pulverizadas). cremes. gengibre. A presente posição compreende os sorvetes preparados.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura. que não se consomem nesse estado. 9. A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope.02. de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19).04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18. desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura. incluem-se na posição 22.01 a 04. pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar. mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo. 3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. mesmo adicionados de açúcar.) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38). quer no estado em que se encontram. geléias e semelhantes. por exemplo).13. 11. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08. à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz.). de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7.Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106.06. congeladas. rebentos de lúpulo. angélica. em produtos de padaria.) com substâncias alimentícias (farinhas.05 SORVETES. utilizadas. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. 12).PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. sais de cálcio. A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água. damascos e laranjas. quer como ingredientes destas preparações. Quando próprias para consumo imediato como bebidas. tonéis ou recipientes semelhantes.02. para serem incorporadas em preparações alimentícias. leite em pó. cozida ou não. etc. açúcares. 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados. os amaciantes de carne. sementes ou frutas (inteiras.09 ou 21. picolés. batatas-doce. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). quer depois de tratamento (cozimento.01 ou 17.4) A polpa de frutas esterilizada. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. geralmente. 7) Os caules. extratos de malte ou de produtos das posições 04. MESMO CONTENDO CACAU. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar. 2106.01. leite. por exemplo). por exemplo). Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido. partes de plantas. cortadas.90 . dissolução ou ebulição em água. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. 09. sobremesas.10 . 21. que não se destinam a ser consumidas nesse estado. nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. Os pós à base de farinha. conforme o caso. às vezes. classificam-se nas posições 17. 9) As frutas. inhames. Os produtos da presente posição. inteira ou parcialmente. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). Todavia. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). ou por plantas ou partes de plantas. 5) As frutas inteiras. apresentam-se acondicionados em caixas. Estas preparações classificam-se na posição 35.01 ou 21. etc. tortas. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. por exemplo). amido. a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. Todavia.06). Todavia. Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. em lugar de açúcar. qualquer que seja a embalagem. desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas. e ainda em barris. folhas de videira. sorvetes em cone).11.07. sorvetes. fécula. em geral. Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. sequilhos (petits fours). B) As preparações constituídas. 6) As frutas cozidas. etc. por exemplo. com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo. frascos ou recipientes hermeticamente fechados. a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo. gengibre.06 . mesmo contendo cacau em qualquer proporção.06. Atualizado em 04/01/2011 .06 ou 19. sementes ou frutas de espécies diferentes. esmagadas e esterilizadas.06 se contiverem cacau. 2) Os pós aromatizantes para bebidas. impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria. mesmo descascadas ou sem caroços e sementes. Incluem-se. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. com ou sem açúcar. classificam-se na posição 08. Os outros pós classificam-se na posição 18. constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias). 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica. etc. conservação. as frutas cozidas em água ou em vapor. bolos. palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés). 19. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18. entre outras.

etc. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13. ácido tartárico. de álcool. trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo. texturizadas.02). ou por plantas ou partes de plantas. quer diretamente para aromatizar bebidas. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas..5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo. de pequenas quantidades de compostos de ferro. dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas.08.01 . para a preparação de certos temperos). Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida.02 diversas substâncias. mel. 11. limão ou laranja). que não se consomem neste estado. dado o gosto que conferem. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares". esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas. por: . de açúcar ou de dióxido de carbono. sucos de frutas adicionados de diversos componentes. desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20.). por exemplo. concentrados de frutas. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar.11. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras. utilizadas para fins edulcorantes. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas). DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20. estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. Tal como se apresentam. Norm. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. 6) Os hidrolisatos de proteínas. cortadas. 12). obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja. são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. b) os microrganismos da posição 21. ser obtida pela simples diluição da preparação em água. tais como ácido láctico. vinho ou álcool. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos). geralmente. bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar.ÁGUAS. . sorbitol) em vez de açúcar.04). por vezes. os concentrados de proteína. próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30.04). não texturizada. um ou vários extratos de plantas). mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. 10) As preparações (por exemplo. óleos essenciais extraídos da casca da fruta. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08.um xarope a que se tenha adicionado. por exemplo. produtos tensoativos. frutose. diuréticas ou carminativas).02). menta. agentes de conservação. 7) As preparações compostas. produtos com propriedades laxativas. em preparações alimentícias. por exemplo. em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural.04). de óleos essenciais de frutas.Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 . partes de plantas. pela Instr. etc. que não se destinam a ser consumidas neste estado. 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas.04) e os isolatos de proteínas (posição 35. constituídas por exemplo. A presente posição não compreende: (nova redação . limão. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio. . .10 . Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. quer extrato de cola e ácido cítrico. neles contidas (Capítulo 9). Capítulos 7. Excluem-se. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS. Todavia. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. utilizados. o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. mas que são dos tipos utilizados. 9. 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. adicionados de vitaminas e. groselha. à base de extratos de plantas. ou por diferentes espécies incluídas na posição 12. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. Em conseqüência. sucos de frutas. à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo. Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas. todavia. 15) As misturas constituídas por plantas. corado com açúcar caramelizado. a bebida em questão pode.Public. etc.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. de edulcorantes artificiais.13 ou no Capítulo 9. como a lactose. NATURAIS OU ARTIFICIAIS. tais como ácido cítrico.um xarope a que se tenha adicionado. 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia. por exemplo. ácido cítrico. empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias. nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral. acima). etc. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. etc. SRF nº 612. 9) Os bombons. vanilina). janeiro de 2006 . contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. ácido fosfórico. os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9.Atualização nº 9. sementes ou frutas (inteiras. contendo.03 ou 30. purgativas.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). com ou sem adição. GELO E NEVE.03 ou 30. sementes ou frutas de espécies diferentes. uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7. 2201. mesmo própria para alimentação humana (posição 23.xaropes aromatizados ou corados. Excluem-se as preparações análogas. para aromatizar. 22.08). para aromatizar.

classifica-se na posição 28.Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo. b) Os xaropes de açúcares da posição 17. ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. B) As águas minerais. por adição de água. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural.02 .02. frutas ou de aromatizantes (posição 04.Outros Esta posição compreende: A) A água comum. Sob esta designação. habitualmente. 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas. Designam-se. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes. "água de Seltz".90 . por vezes. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. Os sorvetes classificam-se na posição 21. pertencem também a esta categoria. constituído por dióxido de carbono sólido. Sob a denominação de águas minerais artificiais. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se. limão.03 CERVEJAS DE MALTE. entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais. impropriamente. DA POSIÇÃO 20. açúcar ou outros edulcorantes e filtração.01). constituídas por água potável comum.06. 2) Certos produtos alimentícios líquidos.2201. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. estão abrangidas todas as águas comuns naturais. por meio de dióxido de carbono. 3) As águas cloretadas. laranjadas ou limonadas. a neve e o gelo naturais.90 . com exclusão da água do mar (posição 25.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21. C) As águas gaseificadas. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem. em função das características químicas dos sais que contêm.) classificam-se na posição 22. Atualizado em 04/01/2011 . Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas.05 e o gelo. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. A) Águas.51. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20. B) Outras bebidas não alcoólicas. D) O gelo e a neve. Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. Este grupo inclui. d) Os medicamentos das posições 30. 2) As águas sulfatadas. c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas. brometadas. 2202.09). 22.10 . denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". Este grupo inclui. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. em particular nas posições 20. Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas. por vezes. Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22. 6) As águas ferruginosas.ÁGUAS. Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados. adicionados de cacau. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente.09.04. iodetadas.11.03 ou 30. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais. aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados. cola. estão compreendidas na posição 28.01. suscetíveis de consumo direto como bebidas.09.03). entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas.02. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS. 5) As águas arsenicais. 22.09 ou 22. exceto as compreendidas em outras posições. etc.Águas.02). de ácido tartárico e de ácido cítrico.

. A cerveja é por vezes aromatizada. que se apresenta turvo. Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho.29 . pela adição de mostos concentrados.VINHOS DE UVAS FRESCAS. b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico.05. Vinho-do-Porto. previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo. 2204.. por vezes. de mistelas ou de álcoois. Marsala.Outros vinhos. Samos. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose). que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. Atualizado em 04/01/2011 . obtida a temperatura mais elevada.04. da posição 22. II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. o aroma e sabor. málico. 2204 . durante a fermentação. não contém álcool (por exemplo. as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. substâncias minerais. em volume. milho e arroz).03 ou 30. mediante o emprego das chamadas leveduras "altas". exclusivamente.A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa". uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação.02). Podem. isto é. geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. etc. os vinhos das Canárias. Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo.02). por vezes.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204.10 . MOSTOS DE UVAS. etc. obtém-se a cerveja de baixa fermentação. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce. quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto.09. doce ou amarga. etc.30 . o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas. ácidos (tartárico. que se prepara por concentração a vácuo. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e. que são os vinhos de elevado teor alcoólico. dióxido de carbono e ainda outras substâncias. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). Contêm. de cervejas em geral pouco alcoólicas. fraca ou forte. com cerejas e outros produtos. devido a partículas vegetais em suspensão. 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. mas muito ricas em extrato de malte. Lágrima Cristie. entre os vinhos licorosos. resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais).2 . 3) Os vinhos espumantes e espumosos.Outros 2204. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. embora às vezes se designem por cerveja. corantes.21 . c) Os medicamentos das posições 30. em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. reduzido a 0. mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204.). também.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. Madeira. EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. A cerveja pode ser clara ou escura. Malvasia.03 ou 30. em solução.Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é. preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação.5% vol ou menos (posição 22. etc. Citam-se. Málaga. eles obtêm-se também. Xerez. albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. Conforme o processo de fermentação empregado.).04. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos. rosés ou brancos). cerveja stout. b) Os medicamentos das posições 30. Chipre.

Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição.90 . proveniente da seiva de certas palmeiras. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura. 2) A perada. geralmente. superior a 0. é o hidromel comum adicionado de vinho branco.03 a 22. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados. são utilizados na fabricação de vinhos. mas preparada com suco de pêra. 9) O vinho de palma. Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. que consiste quer em impedir-lhe a fermentação. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. Os mostos abafados por este processo são.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205. Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva.5% vol. preparadas com açúcar. que também se classifica aqui. bagas. 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas.) ou de substâncias aromáticas. por uma operação. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. bebida fermentada análoga à sidra. bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. como aperitivos ou como tônicos. etc. etc. de aperitivos etc.04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas. 2206 .5% vol.04. bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. de aromatizantes e de diversas outras substâncias. folhas ou ramos de certos abetos. HIDROMEL.).VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS. 4) Os vinhos de uvas secas. 3) O hidromel. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação. com exceção das classificadas nas posições 22. 2205 . Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. quer em interrompê-la completamente. 6) O malton. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã. mesmo concentrados.03 ou 30. fabricadas com a seiva. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas. Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas. 4) Por refrigeração. que são bebidas gasosas. Incluem-se. de vinhos licorosos. POR EXEMPLO).10 . entre outros: 1) A sidra. frutos. raízes. b) Os medicamentos das posições 30. ou de sucos de produtos hortícolas. conhecidos por "mistelas". constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22. Outros. em geral.5% vol (posição 20. em volume. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral. tendo os dois produtos um teor alcoólico.09). 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. PERADA. 3) Pela adição de álcool. abafados ou não. às vezes designados “complementos alimentares”. em volume. O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. Esses produtos. com teor alcoólico.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA. O hidromel vinoso. Atualizado em 04/01/2011 .06). tâmaras. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0. superior a 0. 8) O saquê ou "vinho" de arroz. 2205. chamada abafamento (mutage).O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura.05. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação.

02. etc. ácidos..Vodca 2208. sementes e outros produtos vegetais semelhantes. etc. de leite e de mel. etc. os licores de chá. em geral: o metileno.Gim e genebra 2208. inerentes à própria natureza da matéria destilada. misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral. tendo um teor alcoólico em volume superior a 0.Álcool etílico e aguardentes. mesmo concentrados). aldeídos.). álcoois superiores (voláteis).A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico. os licores à base de ovos. seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas. inferior a 80% vol.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. aldeídos. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29. de qualquer teor alcoólico. Estes produtos. qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes. 22. bagaços. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno. flores ou outras partes de plantas. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22.06. ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES. Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado"). os licores à base de ervas. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais. em iluminação e aquecimento. por exemplo. de produtos da cana-de-açúcar 2208.). os licores de sucos de frutas. igual ou superior a 80% vol.09 e 22.).08).. AGUARDENTES. que os tornam impróprios para consumo humano. está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b).5% vol. mas não prejudicam o seu uso industrial. desnaturados. segundo as respectivas legislações.Licores 2208. etc. 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas. O álcool etílico tem numerosas aplicações. ou ainda de frutas. pêras.. b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres. essências.60 .70 . sidra e nas outras bebidas alcoólicas. a sidra. acima. com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol.50 .08).ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. a piridina. tais como o vinho. mesmo que se destine ao consumo.05. óleos essenciais ou sucos.. etc. após fermentação. de chocolate. A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume. vernizes.90 . B e C. COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO. juntamente com os outros álcoois acíclicos.Outros Esta posição abrange. para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. distingue-se dos produtos referidos em A. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado. e destilação posterior.5% vol. ácidos. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo. etc. quer se destine ao consumo humano. devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático.Uísques 2208. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar. álcoois butílico e amílico. às vezes designados por "complementos alimentares".20 . classificam-se nas posições 20. 2208. Entre esses produtos. também conhecidos por "álcoois neutros". matérias corantes.40 .Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação.Álcool etílico não desnaturado. etc. que se incluem na posição 36. DESNATURADOS. Os sucos de maçãs. o álcool etílico.30 . a acetona. na preparação de bebidas alcoólicas. 2207. bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0. Atualizado em 04/01/2011 . em volume.10 . previamente fermentados.08 . quer por síntese. extratos. Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos. vinho.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL. são. quer a usos industriais. misturas de cerveja com vinho. O álcool etílico encontra-se na cerveja. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular.20 . 2207. Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias. o metanol. B) Os licores. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL. de bagas e aromatizantes. 2207 .

brande. de uma maneira geral.04. citam-se. ou de outras frutas. em peso. açúcar. preparado com casca de laranja amarga. o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22.Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. cachaça.90 . etc. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau. centeio. de baunilha. Atualizado em 04/01/2011 .). milho. de cereais. 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba. ainda.05. pisco. com exclusão dos produtos da posição 22. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares). 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada. de damascos. armanhaque. utilizam-se. os que tenham sido sujeitos a um tratamento. o xarope de cana de açúcar. lecitina. o kümmel. às vezes designadas por "complementos alimentares". 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral. o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite. produtos químicos. 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares. como também as preparações empregadas na alimentação de animais. no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais. singani. entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque.5% vol. 11) O araque. tafiá.) e.Alimentos para cães ou gatos. 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas). amargos. de ameixas (mirabelle. assim. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas). obtido do anis verde e da badiana. por exemplo. à alimentação de bovinos. em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo. contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). Destinam-se. concentrados de frutas. etc. geralmente chamadas licores. tais como os licores de ovos ou creme fresco. etc. tais como: o anisete. bitters. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar. de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono. etc. em virtude da sua consistência ou cor.). e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra". obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. 8) As ratafiás.05). 23. com exclusão dos produtos da posição 22. após fermentação.10 . do melaço de beterraba sacarina. trigo. 18) As aguardentes provenientes da destilação. Podem. com um ou mais elementos nutritivos. os flocos de linhaça e os bagaços de fruta.Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol. Algumas. de cássis (cassis). empregam-se diretamente na alimentação dos animais. 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola.09 . tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra. As preparações desta espécie. 7) Os licores denominados "cremes".04. etc. 2309. os licores chamados "emulsões". b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. quetsches). 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. por exemplo. 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. tais como a palha. após fermentação. corantes. as cascas de cereais. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool. acondicionados para venda a retalho 2309. Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais. essencialmente. por exemplo. com teor alcoólico em volume superior a 0. I. de cerejas (quirche). aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho. por esse fato. o melaço de cana de açúcar). constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos.07). espécies de licores obtidos com sucos de frutas. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. 10) As aguardentes de sidra (calvados). o curaçau. que se classificam na posição 22. ovinos. eqüídeos e suínos. aromatizantes ou outros ingredientes.).. adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas. etc. para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares. Além do seu alto valor nutritivo. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto. aguardente de arroz ou de vinho de palma.) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. perderam as características essenciais da matéria de origem. todavia. de banana.. em proporção geralmente superior a 10%. rum. ter por base extratos de plantas.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS.PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. de café. de cássis (cassis). grappa. de framboesas. aveia. o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais.

as sementes de leguminosas. principalmente. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. mesmo contendo cacau. iodo. potássio. miudezas e outros ingredientes. constituídas por uma mistura de carne. aminoácidos. A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. A substância seca assim obtida. mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam. distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo.). estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim. no caso das aves. emulsificantes.II. uma preparação de painço. As preparações destinadas a remediar essas insuficiências.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. em pasta ou secos. pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição. C. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. sebos e palhas. etc. consoante a produção zootécnica a que se destinam. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. 2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. oligoelementos. farelos. alpiste. ovos. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas. minerais ou vitaminas e. As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário. Ao contrário dos precedentes. delas distinguem-se. 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. etc. São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas.. misturados com torresmos ou farinha de carne. celulose e gorduras. Embora. a quantidade necessária para uma refeição. especialmente. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais. ainda. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. antioxidantes. perturbações na saúde do animal. aveia descascada e sementes de linhaça. etc. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. nestas preparações. em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes. 3) Elementos nutritivos "funcionais". são constituídas por proteínas.. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. à formação do esqueleto do animal e. designadas comercialmente pré-misturas. fosfatos). leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas. BALANCEANDO-OS. isto é. beterrabas semi-sacarinas. dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas. 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. sais. a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A.. ACIMA Estas preparações. Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. etc.). e destinados a serem queimados pelo organismo animal. todavia. até serem consumidos pelo animal: estabilizantes. do ponto de vista qualitativo. cré. B.OUTRAS PREPARAÇÕES A. geralmente fabricados com farinha. 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta. Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). cloro. Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. tais como amido.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR. amido ou cereais. caulim.. fósforo. As matérias minerais destinam-se. vitaminas do grupo B. ferro. de uma maneira geral. sódio. das cascas dos ovos. na maior parte dos casos. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. A concentração. para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais. 3) As preparações açucaradas. de uma forma mais geral. os oligoelementos. dos elementos hidrocarbonados. as borras da indústria da cerveja.. A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. sal. açúcar. da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. tais como cães e gatos. do meio de cultura e do antibiótico). As mais utilizadas contêm cálcio. coccidiostáticos. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos"). das "pré-misturas". pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. aproximadamente. possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%. em particular. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. etc. designados "construtores". utilizando-se como matéria de base na preparação. protéicos e minerais. à utilização dos alimentos pelo animal. os antibióticos. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. aromatizantes ou aperitivos. Estas últimas. Citam-se as vitaminas. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. especialmente as gorduras que contêm. antibióticos..

12. mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes. h) As substâncias protéicas do Capítulo 35. 3) O rapé mais ou menos aromatizado. em peso (posições 07. principalmente. grau de pureza. A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30).02 2402.Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403.10 2402.Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos. com gelatina. 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas).Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar.91 .a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias. de sucedâneos do fumo (tabaco). 24.Cigarros contendo fumo (tabaco) . k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração. utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38. 24. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface. 2403. Contudo. matéria amilácea. c) As preparações que.08). por adsorção em um substrato ou por revestimento. MANUFATURADOS. quando for o caso.03 e 30. substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29. de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco).24). classificam-se nesta posição. FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO".14. que se incluam como tal em determinada posição.36). os cigarros contendo certos tipos de produtos. contendo fumo (tabaco). f) Os produtos do Capítulo 29. de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11). para fabricação do rapé. d) Os desperdícios. mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403. por exemplo). Atualizado em 04/01/2011 . das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização. mesmo adicionados de um aglutinante (melaço.OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS. concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar.. ceras.90 CHARUTOS.20 2402. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção. . geralmente.14.).03). 70% (posição 38. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado. CIGARRILHAS E CIGARROS. b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10). com ou sem capa. por exemplo.Charutos e cigarrilhas.99 . o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros.04. em proporção que não ultrapasse 3%. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. resíduos e subprodutos vegetais da posição 23. 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco). desde que a quantidade das substâncias acrescentadas. por exemplo. e) As vitaminas. condições de higiene em que foram elaboradas e.01 e 21.08. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19. etc. por exemplo). DE FUMO (TABACO). 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado. misturadas entre si ou não. Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar.9 . as cigarrilhas e os cigarros.10 . 23. mesmo de constituição química definida.03 . Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. as cigarrilhas e os cigarros.. esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS.Fumo (tabaco) para fumar. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas. da natureza.01. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. em razão. ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos. proporções dos seus diferentes componentes. preparadas especialmente. matérias graxas (gordas*). não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina.06. Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas. os charutos com as pontas cortadas. contendo fumo (tabaco) . EXTRATOS E MOLHOS. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco). g) Os medicamentos das posições 30.Outros: 2403.

porém. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se. MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS. sílica. entre outros. Todavia. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25. alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos". Outros elementos (por exemplo. o cimento de escórias de altos-fornos. podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 . obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco). entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco). Excluem-se da presente posição: a) A nicotina. bem como as suas misturas. etc. Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas). o cimento Portland moderado e os cimentos brancos.24). São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos. considera-se "cimento Portland". DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS. b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30. Os cimentos da presente posição podem ser coloridos.30 2523. Entre estes produtos. linhita ou da turfa.Cimentos não pulverizados. e . em geral provenientes da destilação da hulha. desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). em geral.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados. de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3).14. bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos.10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio. os cimentos pozolânicos. Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio.Cimentos "Portland": . moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada).19). ferro) podem igualmente ser adicionados.29 Na acepção das subposições 2523. e) As argamassas e concretos (betões). b) Os inseticidas da posição 38. Subposições 2523.Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas. quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros).Cimentos brancos.5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados. São.ALCATRÕES DE HULHA. mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)). os cimentos romanos.21 2523. Nota Explicativa de Subposições. 27. . em folhas retangulares ou em tiras.29 2523.39). denominados "clinkers" .20) e as terras pozolânicas.. em menor proporção. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas. alumina. "cimentos naturais" (posição 25. 7) Os extratos e essências (molhos). para revestimento de fornos e outros usos (posição 38. Convém notar: . excluídos: a) As escórias de altos-fornos.06).06 .16).23 2523. Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas.que o clinker Portland é um produto da subposição 2523. Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland.. contudo. obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26. com proporções variáveis.Outros .29. não refratários (posição 38. de fumo (tabaco) líquidos.Cimentos aluminosos . obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas.30). santorínicas e semelhantes chamadas. mesmo corados artificialmente . DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+).2 2523. Estes fumos (tabacos) apresentam-se. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos". podem citar-se o cimento Portland comum. os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. 25. nesta posição.21 e 2523.08.. de constituintes aromáticos e alifáticos. às vezes. c) Os cimentos da posição 32.11). d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas.21 e 2523.10 2523. produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS. Excluem-se. INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS. no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas. finamente moídas.

99 . ao fenol.10 .07 . .07 e 29.Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições.02. em relação aos não aromáticos. 70% OU MAIS. . bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos".91 . à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados. que são análogos aos precedentes. em peso. mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos..Fenóis 2707.). quinolínicos e acridínicos. . A presente posição abrange todos os alcatrões. 70% ou mais. CONTENDO. pirídicos. em bruto ou refinados.07. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.Os óleos e outros produtos antracênicos.10 . naftênicos e fenólicos. etc. a 250°C. antracênicos. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. aos cresóis. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira. há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29. Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos. Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos.Toluol (tolueno) 2707. Mas são também utilizados. Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38. EXCETO ÓLEOS BRUTOS. Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente. 29. ao tolueno.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura. à piridina e a alguns derivados da piridina.O benzol (benzeno).Os produtos pirídicos. ao naftaleno. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.Xilol (xilenos) 2707. nos quais os constituintes aromáticos predominam. 2710. entre outros: .Os óleos e outros produtos naftalênicos. 27.Os produtos fenólicos (fenóis. o toluol (tolueno). dos alcatrões de hulha a alta temperatura. etc. Relativamente ao benzeno. ao antraceno.Os óleos de creosoto. fenólicos. mesmo desidratados ou parcialmente destilados.1 . EM PESO. análogos aos precedentes.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS. em volume. e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais. em especial.Benzol (benzeno) 2707.40 . cresóis.33. . . para revestimento de estradas. especialmente nos geradores de gás de água. xilenóis.9 . ao xileno.60 . que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos.Naftaleno 2707. incluídas as perdas.Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38. por ciclização do petróleo. PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM. como constituintes básicos.ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo.). em frações mais ou menos largas. para impermeabilização. 27. aos xilenóis. Compreendem.30 . o xilol (xilenos) e a nafta solvente.20 . no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29).50 . etc. naftalênicos. contendo.Outros: 2707. segundo o método ASTM D 86 2707. uma fração superior ou igual a 65% . Os alcatrões destinam-se. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. 2707. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . em peso.Óleos de creosoto 2707. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa.17). 2) Os óleos e outros produtos.Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação. por exemplo. tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos.. principalmente. RESÍDUOS DE ÓLEOS. COMO CONSTITUINTES BÁSICOS. EM PESO. que se classifica na posição 38.

em peso.91 . antioxidantes.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27. os óleos para trabalhos pesados. esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. 2) O white spirit. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. Obtêm-se quer por polimerização. etc. provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. de alumínio. médios e pesados. em relação aos não aromáticos. Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas.Resíduos de óleos: 2710. etc. seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking).19 .. Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos. isolados no estado puro ou comercialmente puro. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping). de 10 a 15%). nos quais os constituintes não aromáticos predominem. em peso. do propileno. por exemplo). Todavia. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. ou por qualquer outro processo (posição 27. em peso. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos.9 .Contendo difenilas policloradas (PCB). por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39). em relação aos constituintes aromáticos.Outros 2710. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. 3) O petróleo para iluminação (querosene). análogos aos precedentes. nonilenos. por exemplo. principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. como solventes ou como diluentes. do Capítulo 29. bem como os óleos leves. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina"..07). pela ação de solventes seletivos.). para realização de algumas sínteses químicas. B) Os óleos. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida. certas frações leves. na maior parte das vezes. os lubrificantes para cilindros. denominadas tripropileno.Outros I.11 . etc. tais como os óleos ou gorduras vegetais. As misturas de alquilenos utilizam-se. diisobutileno e triisobutileno. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes.3 kPa) de mercúrio. Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram. (estes últimos numa proporção da ordem. A esta categoria de produtos pertencem. Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. de lítio. os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos). antiespumas. a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. após adição de aditivos apropriados. Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710.013 milibares (101. refinação catalítica (reforming). por redestilação. quer por separação (especialmente por destilação fracionada). Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem.. bem como as preparações constituídas por misturas que contenham..09. os óleos para lubrificação de fibras têxteis. em grau muito baixo. podem igualmente. antiferruginosos. 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. tais como os parafínicos. etc. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura. em volume. mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo. C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores. 4) Os gasóleos (óleos diesel). etc.99 . 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). conforme o caso.2710. bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio. são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos.Óleos leves e preparações 2710. ciclânicos (naftênicos). a 300°C e à pressão de 1. entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo.. Dado o seu elevado índice de octano.). tetrapropileno. Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos. ser misturadas com as gasolinas. tais como os silicones.). Atualizado em 04/01/2011 . e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos.

especialmente. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. B) O betume de petróleo (também designado "asfalto".. e semelhante ao betume não insuflado. em peso. bem como outros elementos. 27.19. provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo. proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos. Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo. mole ou quebradiço. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. antiespumantes. utilizadas na fabricação de produtos primários. (posição 38. as gomas. O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos. transformadores e disjuntores. normalmente. principalmente. especialmente. os depósitos de carvão. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais.11 . óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados).12 . por exemplo. em peso.14) e de certas preparações da posição 38. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc.3) Os óleos para transformadores e disjuntores. constituídas principalmente de chumbo. 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. para limpeza de motores e de outros aparelhos). principalmente. São óleos pesados adicionados. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos. e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.13 . utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26. constituindo o éter dietílico o elemento de base. Utiliza-se. Pelo contrário. dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. etc. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade. como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios. BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.). inseticidas.). durante o trabalho. não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo.03.Não calcinado 2713.Coque de petróleo: 2713. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação.Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas.).1 . É um produto de cor castanha ou negra. por exemplo).Betume de petróleo 2713. as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34. citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. etc. óleos lubrificantes usados. essencialmente. etc. 5) Os óleos de lavagem (que servem. etc. é o caso. para impermeabilização. que se formam durante o funcionamento. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição. tais como o p-cresoldibutil-terciário. etc. constituídas por lanolina em solução no white spirit. mesmo misturados com água. antiferruginosos. das preparações antiferrugem da posição 34. especialmente refinados.11). antioxidantes.DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). II. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm. empregado para revestimento de estradas.08). de compostos de chumbo e de óxidos de ferro. poroso e sólido.. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa. numa proporção de 10%.Calcinado 2713. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água.20 . óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%..COQUE DE PETRÓLEO. dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38. 2713.20). permanece classificado nesta posição.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina.. aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes. fungicidas. Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB). das preparações desinfetantes. que são óleos pesados adicionados. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino. "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto. do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos.90 . como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado). a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)).03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38. contendo éter dietílico. por exemplo. por exemplo. Atualizado em 04/01/2011 . em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso). pilares e vigas de concreto (betão). b) As preparações contendo menos de 70%.

b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo.17). desde que não se incluam em posição mais específica). e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias. dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas. Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas. que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície). Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos".15 . São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25. de asfalto. as seguintes: 1) Os cut-backs. Também podem ser extraídos o gás e outros produtos. Esta posição compreende também os betumes. ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. solúveis em água.BETUMES E ASFALTOS. NATURAIS.07. c) As linhitas betuminosas (posição 27. DE BETUME DE PETRÓLEO.Xistos e areias betuminosos 2714. de cor castanha ou negra. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo. Nota Explicativa de Subposições. XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes.09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos). Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo). obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos. 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo. 2714. coques e outros resíduos. de betumes. Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição.02).14 . 27. Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais. insolúveis em água (posição 38. Subposição 2714. ou sob forma tal que permita a extração desses produtos. c) Os ácidos naftênicos. b) As hulhas betuminosas (posição 27.90 . de amônio ou de etanolaminas (posição 34. na preparação de vernizes ou de tintas. A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27.Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. Além disso. tais como os de metais alcalinos.MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS.14. Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas. de breu ou de alcatrões. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. entre outras. As misturas betuminosas.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo.13). em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. f) As obras de asfalto da posição 68. que são misturas geralmente constituídas. os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27.01). 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas. DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS"). são. a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado. 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água.24). destilação ou processos mecânicos). etc. d) O betume de petróleo (posição 27. 27. por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas. pelo menos. brutos ou purificados (posição 38. ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+). compreendidas nesta posição.10 . e ainda por razão de segurança. Atualizado em 04/01/2011 .10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos.24.02).15). e ainda por razões de segurança (posição 27. na impermeabilização. 2) Os asfaltos.

O iodo é um sólido muito denso (densidade 4. CLORO. em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças. É um gás amarelo-esverdeado. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. etc. na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas. serve para esterilizar (clorar) a água. de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata). por secagem. como catalisador em sínteses orgânicas. Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados. ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se. etc.). corrosivo. Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. geralmente. etc. então. Atualizado em 04/01/2011 . é perigoso respirá-lo. em frascos de vidro amarelo. Os artigos acabados de forma regular (lajes. as gorduras e os têxteis. como produtos para moldação. de cloretos de metais. C. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo.FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. em fotografia. Como destrói os corantes e matérias orgânicas.Flúor. A. muito denso (3. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio. como a serragem (serradura*)... de brilho metálico.Iodo 2801. por exemplo. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25.CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES). ceras artificiais. de cheiro acre. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina.44). mesmo a frio. estanho e cádmio. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27. o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. borracha clorada. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38.03. f) As preparações lubrificantes da posição 34. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25. Estes produtos empregam-se. quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais. sufocante. derivados bromados do anil. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais. D. e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32.IODO O iodo extrai-se.10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição. na fabricação de hipocloritos. acondiciona-se. bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais. B. BROMO E IODO. em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). para calafetagem. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos. corrosivo. duas vezes e meia mais pesado do que o ar. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos. 28. quer das algas marinhas. especialmente o cloreto de sódio. É um líquido avermelhado ou castanho-escuro. quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). Também se emprega na metalurgia do ouro.17). bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte. em especial.. etc.30 . Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. etc. ladrilhos.01 .Cloro 2801.06).). d) O betume natural desidratado e pulverizado.20 . Desinfetante e anti-séptico. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto). e ainda por razões de segurança (posição 27. acinzentados.24.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. na preparação de medicamentos. e inflama as substâncias orgânicas.BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos. 2801. etc.18). como reagente. placas.07. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto.FLÚOR. classificam-se na posição 68.03 .3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos. tais como a areia ou o amianto. bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28. É muito pouco solúvel na água. sedativos).14). na preparação de iodetos. corando-a de amarelo. perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo.10 . esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. alcatrão ou do breu. lhes sejam adicionadas.. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados. incineração e tratamento químico das cinzas. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. eventualmente.95 a 0°C). em reservatórios. pelo grau de finura das cargas que. Ataca a pele. É habitualmente transportado em cilindros de aço. a madeira. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido.). betume. pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas.18 a 0°C). por exemplo). 28. Emprega-se em medicina. conforme os casos.

tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). etc. que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento. arseniados. b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita. Emprega-se. purificação do negro animal. etc. Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71. de cloridrato de borracha. anidrido sulfuroso. de cheiro irritante. tem o aspecto oleoso. como impurezas. Os negros-de-carbono. de cânfora artificial. os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28.). impropriamente denominado ácido clorossulfúrico. etc. Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro..CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl).07 .. no caso contrário. cuja fórmula é ClSO2OH.ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. provocada por faísca elétrica. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário).04). de cloreto de vinila.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806. são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. hulha.06 . obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio.. ácido clorossulfúrico. linhita). f) O carvão de madeira (posição 44. separação da gelatina dos ossos. principalmente.02 ou 71.12). 28.06 (negro de "alu".Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). caminhões-tanques. carbonizando-as. com um odor sufocante.02). clórico e perclórico classificam-se na posição 28. pentóxido de vanádio. sob pressão.02). resinas e óleos (negro-de-fumo). O negro-de-acetileno. de cheiro pungente. Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25. provém da decomposição brusca do acetileno comprimido. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha. O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4. negro-de-silício. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio.O carbono é um elemento não-metálico sólido. que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor.) (posição 38. ácido sulfúrico). Consoante o seu processo de fabricação. ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). Os negros-de-carbono podem conter. resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum). A. espírito de sal). nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina. Os ácidos hipocloroso. comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica). etc. seleniados. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. etc. produtos oleosos. etc. óxido férrico.ÁCIDO SULFÚRICO. o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno).20 . de tioindigo. especialmente. arsênio. negro-de-xisto. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço.10 .ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento. o coque.11. zinco e de outros metais. c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32. vagões-tanques ou navios-tanques. d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente. etc.Ácido clorossulfúrico A. 2806. de indigossóis. Nas sínteses orgânicas.04). As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido. ácido muriático. Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro.). É denso. posição 38.01). ou incolores. muito corrosivo. fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. de pomadas para calçado. de 28 a 38%) (ácido clorídrico. entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha. Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas. empregam-se principalmente no estado gasoso. Atualizado em 04/01/2011 . É um gás que. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. na fabricação de cloropreno. B. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água. preparação de cloretos de metais. Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral. Estas soluções. incluindo as de impressão. tais como: 1) Gases naturais. muito fino e puro. É um líquido incolor ou acastanhado.). inodoro. 2) Naftaleno.. os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27). 28. fumante (que libera vapores). tambores de aço.

nas posições 28.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). siderúrgica. etc.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. onde n é 3 ou mais. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. O ácido comercial assim preparado contém. por exemplo. 28. trióxido de enxofre. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina... emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre. por isso. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. b) O trióxido de enxofre. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". ele dificilmente se conserva no estado sólido. pentóxido de difósforo. ÁCIDO FOSFÓRICO. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases.11). que reagem violentamente com a água. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). como impurezas.Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se. classificadas nesta posição. B. etc.09 . pentóxido de fósforo. atacam a pele e o vestuário.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico. o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28.08.. A solução concentrada. muito corrosivo. ávido de água. Por condensação do ácido fosfórico. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. onde n é 2 ou mais. etc. da hidroxiantraquinona. também às vezes se denomina "ácido xaroposo". do tioíndigo.06 e 28.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. C. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. por exemplo. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico. 2809. o sulfeto de hidrogênio. Estas misturas também se classificam nesta posição. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). e nas indústrias petrolífera.12). amorfa e vítrea.Pentóxido de difósforo 2809. que também se inclui aqui. os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos). de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos.10 ..Outros ácidos polifosfóricos. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. ao ar seco. II. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. Atualizado em 04/01/2011 . 90%.). arenito (grés) ou de chapa de ferro. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo.). ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS.. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico).Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. Acondicionam-se em recipientes de vidro. por exemplo.. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares).20 . DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. São produtos líquidos ou sólidos. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. É um pó branco. Tais misturas. a alta temperatura. São ácidos cíclicos. como. que se transporta em recipientes herméticos. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP.ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre). que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. ácido fluossilícico. na preparação de adubos ou de fertilizantes. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. Emprega-se. ácido sulfúrico. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. que se incluem respectivamente. de cor acentuadamente castanha. contendo ácidos superiores. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. A. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. 2) Ácidos metafosfóricos. dos derivados de alizarina. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). B.

o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). por exemplo. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". ávido de água.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. 2809. ÁCIDO FOSFÓRICO. etc. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). contendo ácidos superiores. 28. Tais misturas.). trióxido de enxofre. é mais estável em solução pouco concentrada.. é mais estável em solução pouco concentrada. B. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. que se transporta em recipientes herméticos. ao ar seco. 2) Ácidos metafosfóricos. que também se inclui aqui. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. ele dificilmente se conserva no estado sólido. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. A solução concentrada.Outros ácidos polifosfóricos. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. muito corrosivo.11). etc. São ácidos cíclicos. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. onde n é 2 ou mais.20 . DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco.48).Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo.10 . Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos.Pentóxido de difósforo 2809. ácido fosfínico) (posição 28. como impurezas. ácido sulfúrico. Estas misturas também se classificam nesta posição.. C. ácido fluossilícico. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos).. Emprega-se. como.. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". por exemplo. II.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente.11). A. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. entre outros. 90%. ácido fosfínico) (posição 28.Esta posição abrange. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. É um pó branco.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V).. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. classificadas nesta posição.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. por isso. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. pentóxido de difósforo. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. entre outros. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. a alta temperatura. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. Por condensação do ácido fosfórico. amorfa e vítrea. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). Esta posição abrange. onde n é 3 ou mais. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13).09 . pentóxido de fósforo. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). Atualizado em 04/01/2011 . O ácido comercial assim preparado contém. também às vezes se denomina "ácido xaroposo".

de compostos fenólicos: fenol.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO. expresso em "óxido férrico". o cloreto). para branquear tecidos.. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços. em frascos de vidro.21 . especialmente. incluem-se nesta posição. 2821. alizarina. como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado. especialmente em submarinos.PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2). ou seja 58. associada à cal. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. ou mais. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO. vermelho da Inglaterra ou colcotar). e então está compreendido nesta posição. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato.1 .Óxidos e hidróxidos de ferro 2821. geralmente de cor vermelha.04. muito deliqüescente. cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível.03 ou 30. com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza). classificam-se na posição 38. cabe na presente posição. é um pó branco ou amarelado. quer misturado com argilas.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio. fabricação de celulose regenerada. quer no estado puro. HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA).Peróxidos de sódio ou de potássio A. 2815. como agente cauterizante. resorcina. etc. 28.04.Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815..Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815.PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio. assim.12 . especialmente. mais ou menos concentrada (usualmente.Sólido 2815. cuja densidade é de cerca de 2.04.03. Atualizado em 04/01/2011 . A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina.11 . utilizada em aluminotermia. EM PESO.36). cloreto de potássio. Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro.24. metalurgia do tântalo e do nióbio. C.10 . na fabricação de sabões moles. que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado. classificam-se na posição 38. fabricação de numerosos produtos químicos e. no branqueamento.20 .HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. do óxido férrico (Fe2O3). decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. obtém-se por combustão do sódio. sobretudo. para purificação de gás de iluminação. TERRAS CORANTES CONTENDO.20 . a cerca de 50%) ou de potassa sólida. É deliqüescente e muito solúvel em água.30 . de níquel. incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). mas podendo também ser violeta. EXPRESSO EM Fe2O3. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa). vidros ou espelhos. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó). Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados. sanguine. obtenção de sabões duros.8% de ferro no estado puro. PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO. de ferro combinado. D. chamadas "cales sodadas". delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA). etc. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. Atendida esta ressalva. B. etc. Também se obtém a potassa cáustica. quanto ao seu processo de obtenção. que é o carbonato de sódio (posição 28. na decapagem de peças a metalizar ou a pintar. Também se usa em medicina. uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico. Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades.. e contém então. A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas.15 . entre outras impurezas. classifica-se nas posições 30. mercerização do algodão. propriedades e emprego. O hidróxido de sódio obtém-se. contra a ferrugem. amarelo ou preto (óxido violeta. caso em que se classifica no Capítulo 32.. na fabricação de permanganato de potássio.) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito).. o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas. Não se deve confundir com a soda comercial.HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28.. expresso em Fe2O3. Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. para este fim. Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre. etc.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. Com ele se fabricam tintas (para construção civil.28. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. etc. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal).. Emprega-se na indústria do sabão. Emprega-se. especialmente. que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural. Quando puro.24. As misturas de soda cáustica e de cal. A.8. amarelo ou negro).).. constitui uma preparação classificada na posição 38. composições para limpar e dar brilho a metais.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui. essencialmente. um peso 70%.

De alumínio 2827. 2827.Outros 2827. DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71.CLORETOS. d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38. incluem-se na presente posição os cloretos. com castanho da Prússia. oxibrometos. é incolor e.Cloreto de amônio 2827. de ferro combinado.. c) As chispas (battitures) de ferro. Em geral. expresso em Fe2O3. e emprega-se como pigmento.De níquel 2827. hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos).31 . nas pilhas Leclanché. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +). em massa porosa ou em palhetas.Cloreto de cálcio 2827. castanho de Inglaterra. dá origem aos ferratos da posição 28. como adubo ou fertilizantes. Entra na composição de misturas refrigerantes. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo. fundido. castanho da Suécia). como decapante de metais.60 .03 ou 71. que se obtêm por sublimação. nas indústrias de corantes e em curtimenta. caso em que cabe na posição 32. (Atualização nº 5. cloridrato de amônio (NH4Cl). e. ou misturadas com outras terras corantes... na presença do oxigênio. é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso. BROMETOS E OXIBROMETOS.49 .. 28. etc.59 . para endurecer colas e vernizes..B.Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo. limonito (óxido hidratado).06. Tem cor de ferrugem.30). castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos. Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick.3 . hidratado com 6 H2O.5 . Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco.41 .39 .4 . Apresenta-se em massa cristalina.Brometos e oxibrometos: 2827. vermelho Van Dick. em caso contrário.Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827. em fotografia (fixador).02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio. flor ou pães.Public. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico.35 .01: hematitas vermelhas (oligisto.05). b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2). etc..32 . menos de 70%. amarelado.25). depois de oxigenado. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso.20 .CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28.06. bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25.quer misturado com carvão. em peso. hidroxicloretos. É branco. apresenta-se cristalizado ou granulado. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3). branco. Quando puro. é solúvel em água. É um óxido anfótero.27 .. 2) Cloreto de cálcio (CaCl2).19). adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico. consoante o seu grau de pureza.Brometos de sódio ou de potássio 2827. e é higroscópico.. Puro.De cobre 2827. quer só . Norm. Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco. de 09/02/2004 . OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis.Outros cloretos: 2827.De magnésio 2827.e classifica-se então nesta posição ..Outros 2827.Outros 2827. Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio. magnetita (óxido magnético de ferro). Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28. em eletrólises. apresenta-se moldado.12. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26. pela Instr. É sólido. etc. brometos.41. que. IODETOS E OXIIODETOS. utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 . em pó.). (açafrão ou amarelo de Marte). Ver a Nota Explicativa da posição 31. martita. oxicloretos.51 . A. SRF nº 509..10 . amarelado ou castanho.

Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. Também se emprega como decapante em soldagens. deliqüescentes e solúveis em água. Anidro. como mordente de tecidos. Emprega-se em tingimento. por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. na preparação da púrpura de Cassius. É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. Apresenta-se em cristais rosas. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. ou em solução aquosa verde. Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. como mordente de tecidos. ou em soluções. Apresenta-se em massa de fratura resinosa. como catalisador. O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. fundidas ou granuladas. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. como mordente em tinturaria. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). a) Cloreto cromoso. misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. no apresto do algodão ou de outros têxteis. cerâmica. como carga de sedas e em eletrólise. Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2). como antipoeira. é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). para fazer irisações cerâmicas. castanhas ou vermelho-granada. 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. ou. 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). É usado como mordente em tinturaria. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). como mordente. em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado. emprega-se para tornar a madeira ignífuga. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. etc. Emprega-se na construção de higrômetros. Apresenta-se em massa cristalina rosada. para dar pátina ao ferro. que azulam pelo calor. Apresenta-se em frascos bem fechados. É um líquido incolor ou amarelado. em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. Tanto anidro como cristalizado. libera vapores. 11) Cloretos de titânio. como parasitida e raticida. Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos. solúveis em água.20. por exemplo. Oxida-se em contacto com o ar. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). (CrCl2). é deliqüescente e solúvel em água. em cristais alaranjados. em curtimenta. na limpeza química (carbonização) de lãs. etc. desinfecção. no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. solúvel em água. Emprega-se para tingimento. 14) Cloretos de cobre. na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). anatase). e em tingimento e estampagem. O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. que se obtém na metalurgia do titânio. em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). O cloreto anidro. cilindros. e ainda para tornar a madeira ignífuga. São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. 9) Cloretos de estanho. deliqüescentes. por exemplo (em cristais verdes ou azulados). fungicida e desidratante. Anidro (em escamas. Anidro. em cristais rosas. em cristais verdes ou roxos. vermelhos ou roxos. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. brookita. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina. com as mesmas cores. a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). como oxidante. Hidratado. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. como fumígeno ou em síntese orgânica. principalmente. na conservação de peles. em estradas e pavimentos de terra batida. como mordente. quando hidratado (com 4 H2O. 13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2). É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). 10) Cloreto de bário (BaCl2). solúveis em água. Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). Atualizado em 04/01/2011 . O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. palhetas. rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. vermelhos ou roxos. por exemplo). para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. etc. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2.de concretos (betões) em tempo frio. É um redutor. como desinfetante e anti-séptico em medicina.30. Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. que libera vapores em contacto com o ar. cáustico e muito tóxico. na cromagem eletrolítica. Emprega-se. escamas ou palhetas amarelas.08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. b) Cloreto crômico (CrCl3). 12) Cloretos de cromo. forma cristais incolores. cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. de cheiro pungente. em fotografia e fotogravura. para purificação de águas industriais. b) Cloreto férrico (FeCl3). Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). tornando-se amarelado. agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. Anidro e exposto ao ar. hidratado (com 6 ou 12 H2O). muito solúveis em água. hidratado (com 5 ou 12 H2O). É redutor e mordente. deliqüescentes. 6 H2O). É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. para decoração de porcelanas. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). É muito deliqüescente.02 (dialogita. apresenta-se em lâminas. higroscópico e hidrolisável. apresenta-se em massas amarelas. Também se emprega em medicina.

higroscópico e solúvel em água. Apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se em medicina ou em fotografia. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. a) Brometo cuproso (CuBr). Atualizado em 04/01/2011 .11 e os oxiiodetos. apresenta-se em cristais grandes cúbicos. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro. Anidro. Apresenta-se em cristais incolores. Apresenta-se em pedaços amorfos. decompõe-se pela água. apresenta-se em massas incolores. B. Empregase em estampagem de têxteis. mesmo puros. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. brancos ou cinzentos. A nantoquita. Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. São cristais verdes deliqüescentes. é pouco estável e obtém-se por cristalização. 15) Cloretos de antimônio. utilizado na fabricação de fumígenos.05. D. b) Brometo cúprico (CuBr2).17 e do cloreto de hidrogênio. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água. 4) Oxicloreto de estanho. solúveis em água. É sólido. incolor. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário. tomando então aparência untuosa. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola"). Emprega-se como mordente. hidroxicloreto natural de cobre.30. que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. de fato. e que é. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO). de cheiro irritante. apresentam-se em pó branco. que libera vapores em contacto com o ar. empregado na preparação de pérolas artificiais. etc. x H2O). Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais. na fabricação de lacas. Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água.IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. cloreto de cal. Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas. 4) Brometo de cálcio (CaBr2.OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais. Apresenta-se em cristais deliqüescentes. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso).52. Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia.04 ou 31. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. hipoclorito de cálcio comercial. deliqüescentes e muito solúveis em água. A atacamita. 2 H2O). anticriptogâmicos e corantes. e obtém-se abaixo daquela temperatura. 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5.28. 6 H2O). Emprega-se em curtimenta. antimonita) da posição 26.11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). solúveis em água. acima de 51°C. Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. em fotografia e em eletrólise. cloreto de cobre natural. corantes e de medicamentos. 5) Brometos e oxibrometos de cobre.. Emprega-se em medicina ou em fotografia.BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. como catalisador. classifica-se na posição 25.03. É anidro e apresenta-se em cristais grandes. desinfetante e inseticida. Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28. 2) Brometo de potássio (KBr). Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). para apresto de couros. Emprega-se em síntese orgânica. É um pó branco. 6) Outros brometos e oxibrometos. anti-séptico. Líquido incolor.b) Cloreto cúprico (CuCl2. Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino. classifica-se na posição 28. como mordente. preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. 3) Brometo de amônio (NH4Br).. inclui-se na posição 26. a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas. impropriamente. que absorvem a umidade ambiente. translúcidas. b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). solúveis em água. volatilizando-se pelo calor. classificam-se respectivamente nas posições 25. como mordente ou como oxidante. é cáustico.. É um líquido vermelho. em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo.01 e 31. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3). Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. O composto qualificado. o primeiro emprega-se para fins terapêuticos. solúveis em água. hidratado (com 2 H2O). C. 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO).

2828. por vezes. São sais instáveis. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel. incolores. forma o líquido de Dakin).11. É. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel". 6 H2O). contêm. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos.1) Iodeto de amônio (NH4I). o qual. 1) Hipoclorito de sódio (NaClO. por sal sódico. em solução aquosa. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. branca. Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico. geralmente. 1) Clorito de sódio (NaClO2).. As soluções aquosas são incolores ou amareladas. HIPOBROMITOS. Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. ao calor e ao gás carbônico. Muito solúvel em água. em contacto com o ar. 5) Outros iodetos e oxiiodetos. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. higroscópica quando contém cloreto de cálcio. de chumbo (com reflexos metálicos. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. mesmo fracos. Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas. ou em lamelas branco-peroladas.52. Altera-se ao ar e à luz.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo. na purificação da água e para preparação de hidrazina. CLORITOS.28 . ou ainda pelo tratamento. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. também se emprega em fotografia. este sal não pode ser isolado em forma anidra. o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro. Esta substância é estável até 100°C. em tudo. Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio). e que.27.. amarelece. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. em virtude da sua principal aplicação. É um pó cristalino branco. D. óxido ou hidróxido de cálcio.10 .HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. 2) Clorito de alumínio. 2) Hipoclorito de potássio (KClO. É solúvel em água e. Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza.. Puro. Este produto. e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). C. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. em contacto com ácidos. Prepara-se. Anidro ou hidratado. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel. mas conserva-se melhor. de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos). b) O oxiiodeto de antimônio. como anti-séptico (com o ácido bórico. semelhante ao hipoclorito de sódio. se denominam "cloritos descorantes". às vezes. Em medicina. O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia. 28.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828. de estrôncio. A. constituindo todos descorantes ou desinfetantes. originam o ácido hipocloroso. Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. solúvel em água e sensível à luz. incluem-se na presente posição os hipocloritos.. Atualizado em 04/01/2011 . Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. de antimônio. também se prepara por calcinação dos iodatos. que se alteram em contacto com o ar. pulverulenta. 2) Iodeto de sódio (NaI). como desinfetante de locais. Emprega-se em fotografia. o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo. designa-se comercialmente por "água de Javel". quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. 4) Iodeto de cálcio (CaI2). utilizados como corantes na indústria da borracha). do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica).HIPOCLORITOS. apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água. muito solúvel em água. como cede facilmente o cloro que contém.CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). de bário. 6 H2O). que contém cloreto e. de bismuto (reagente).90 .HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. com cheiro a cloro. O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. 3) Outros hipocloritos. É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz. É uma substância amorfa. 3) Iodeto de potássio (KI). de magnésio e de zinco. B.HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que. higroscópico. cloritos e hipobromitos de metais.

sobretudo em contato com o ar úmido. no tratamento do látex (agente de vulcanização). 4) Outros tiossulfatos. Também se apresenta em soluções concentradas.11 . Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura. 4) Sulfitos de cálcio. que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2).Sulfato dissódico 2833. Emprega-se em fármacia ou em enologia. deliqüescentes. pouco solúveis em água. Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. etc. b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). sulfito seco e às vezes é chamado. é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). ALUMES. c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio. a) O hidrogenossulfito de potássio. cristalizado com 2 H2O. b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio. pouco estáveis. pirossulfito de sódio. na fabricação da cerveja.SULFITOS.. sais de um ácido. obtém-se a partir do hidrogenossulfito. de cor amarelada. sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28. Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio.1 . apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). 2833. emprega-se em tingimento ou em enologia. e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente).. o dissulfito de sódio (Na2SO3.H2O). Também se utiliza na preparação de anil. muito solúveis em água e inalteráveis ao ar. para tratamento da gema do pinho. obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas). 3) Sulfitos de potássio. em solução aquosa. com cheiro a gás sulfuroso. 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3. de corantes orgânicos. solúveis em água e que se oxidam ao ar.O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos.32 . 5 H2O). 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3.33 . solúveis em água. Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio.. Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico.Outros sulfitos 2832. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais. em fotografia. B. na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica. apenas se emprega. Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio).Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. Oxida-se um tanto rapidamente. Utilizado na preparação de pasta química de madeira.10 . A.Sulfitos de sódio 2832. em cristais.H2O). como anticloro ou como clarificante de bebidas. solúveis em água. PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos. o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo). na prática.20 .SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3). 28. c) O sulfito de potássio. em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios.. os hidrogenossulfitos e os dissulfitos.04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. como anti-séptico e agente de branqueamento. a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio". 5) Outros sulfitos. em pó branco ou escamas. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores. para dissolver a lignina. como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel.SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos. impropriamente. solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. 1) Sulfitos de sódio. o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente). no branqueamento da lã ou da seda. Emprega-se em síntese orgânica. TIOSSULFATOS.Sulfatos de sódio: 2833. na feltragem de pêlos.SULFATOS. b) O sulfito de cálcio (CaSO3). Emprega-se como fixador em fotografia.30 . emprega-se em estampagem de têxteis. que não existe no estado puro. Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3). é eflorescente ao ar.TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se em fotografia. É um redutor empregado em sínteses orgânicas.19 . utiliza-se em fotografia. o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3). B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio. 28. É um pó cristalino branco. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). na fabricação de chapéus e como anti-séptico.11).Outros Atualizado em 04/01/2011 .31. é muito solúvel em água. 2832. em curtimenta. Apresenta-se em pó ou em cristais incolores. "bissulfito cristalizado"). 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3.

03. No estado hidratado (Na2SO4. É um pó cristalino. 2) Sulfato de magnésio. na indústria da curtimenta para conservação de peles.De magnésio 2833. na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira). derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). que se incluem na posição 28. etc. compostos de ferro. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). levemente aquecido. violeta ou verde.. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses. se classifica nas posições 31.25 . para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo.05 e o sulfato de potássio que. 4) Sulfatos de cromo. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos. Emprega-se em tinturaria como mordente. Atualizado em 04/01/2011 .De bário 2833. ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. Solúvel em água. utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo.De níquel 2833. ou de diversos aluminossilicatos naturais. Hidratado (com 18 H2O). O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente. 6) Sulfatos de cobre. onde-se na própria água de cristalização e dá.52.05.30 . como ignífugo e como laxativo. O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26. branco. e que. azuis. Sucedâneo do ácido sulfúrico. geralmente. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura. quer duros e quebradiços. em extintores de incêndios.27 . c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7). Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4). especialmente. que. em medicina como laxativo. mesmo puro. sulfato anidro. Os sulfatos de sódio naturais (glauberita. Emprega-se em niquelagem eletrolítica. as impurezas são. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4). Apresenta-se em cristais incolores.2833. por fim.22 . 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4). O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25.08)..02 ou 31. em curtimenta.. como mordente em tinturaria. na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. Também se emprega na clarificação do sebo.07.21 . mesmo puro. apresenta-se em massas brancas. na depuração de águas industriais.Peroxossulfatos (persulfatos) A. para decapagem de metais. para regeneração da borracha. Este sal provém do tratamento.SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). pelo ácido sulfurico. roxo ou lilás. O sulfato básico de alumínio. Anidro. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo).30. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38. quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha. etc. fundidas. da bauxita. em curtimenta.Alumes 2833. da posição 28. 5) Sulfatos de níquel.2 . Para este último fim.De alumínio 2833. também é aqui classificado. polialita blodita. apresenta-se em cristais amarelos. mas também se apresenta em solução aquosa.Outros 2833. como anti-séptico. para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas. na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos. É solúvel em água. Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino.. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios).04 ou 31. se classifica nas posições 31. deliqüescentes. no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre. Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil. b) Sulfato cúprico (CuSO4. Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4.. a lã ou a seda). cristal e vidros ópticos). solúveis em água. 10 H2O) designa-se sal de Glauber. o sulfato de amônio. astracanita) incluem-se na posição 25.30. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre.29 . etc. hidratado.De cobre 2833. Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. como subprodutos da fabricação de diversas matérias. solúveis em água. ligeiramente eflorescentes ao ar. Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico.Outros sulfatos: 2833. apresenta-se em cristais brancos. Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético.. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4). reussina.24 . que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre. purificada ou não.. para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. transforma-se por calcinação em sulfato anidro. na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas. O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3). 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita. são. 5 H2O). principalmente. classificam-se nesta posição. consoante a concentração da solução empregada.40 . altamente higroscópico. utiliza-se. empregado em tinturaria. em tingimento (para corar de preto. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos.

anidro e cristalino (alume calcinado). na fabricação de sais de chumbo. solúveis em água.. para curtir peles pelo ferro e como fungicida. anidros ou hidratados (com 8 H2O). precipitado das soluções de cloreto. pela ação do calor. de cores de tintas. é opaco aos raios X e emprega-se. Muitas vezes contém cobre. para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. por um lado. c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. pouco solúvel em água. Prepara-se a partir do sulfato ferroso. um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal). insolúveis em água. Cristais incolores. para zincar metais por eletrólise. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. empregando-se como regulador de flotação.7) Sulfato de zinco (ZnSO4. em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. Também se emprega em fotografia. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3). cristalizado. Atualizado em 04/01/2011 . misturas para a indústria de borracha. solúvel em água. Emprega-se. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. 2) Alúmenes de cromo. de outras tintas (preparação do azul da Prússia). de outros corantes e de produtos medicinais. 24 H2O). em cristais verde-claros que. O sulfato de bário natural (chamado baritina e. como impurezas. que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino.06. perfumaria.30. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25.ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo. precipitados pelo ácido sulfúrico. Reduz a flotabilidade dos minérios. Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico.07. solúveis em água. principalmente. Semelhante ao alúmen de potássio. b) Sulfato básico de chumbo. Empregam-se em tingimento. apresenta-se em cristais muito eflorescentes. muito denso (densidade de cerca de 4. produz um pó branco.(NH4)SO4. etc. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes. Também se pode obter por processo metalúrgico e. mástiques. leve. como cor para cerâmica. óxido de zinco. 9) Sulfatos de ferro. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4). É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3. que se usa na depuração do gás de hulha. carbonato de zinco ou blenda ustulada. em certos países. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. especialmente na preparação de lacas. oxidando-se ao ar tornam-se castanhos. solúveis em água. preparação da borracha. ferro e arsênio. de zinco. também compreendidos na posição 32. ferro ou índio) e.K2SO4. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4). como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). por exemplo. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. É um sólido branco. Emprega-se como mordente em tingimento. manganês. Apresenta-se em cristais vermelhos. branco. Muito solúvel em água. É um pó acinzentado.Na2SO4. espato pesado) classifica-se na posição 25. 7 H2O). O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. a) Sulfato ferroso (FeSO4). 11) Sulfato de estrôncio. como mordente em tingimento. Entra na fabricação do litopônio da posição 32. fabricação de papel cuchê e cartão. 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. em tingimento e como desinfetante. etc. solúveis em água. principalmente a quente. Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. Emprega-se em pirotecnia. por outro lado. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro). para coagular o sangue nos matadouros. por exemplo. insolúvel em água. por isso. Emprega-se. Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. 24 H2O). de lutos (vedantes). é um pó branco. cromo.06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). em eletricidade (pilha-padrão de Weston). Emprega-se na preparação de pigmentos. apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. 1) Alúmenes de alumínio. apresenta-se sob a forma de pó branco. transforma-se em sulfato anidro. 7 H2O). Este sal obtém-se por dissolução. Apresenta-se em cristais incolores. 24 H2O). um sulfato de um metal trivalente (alumínio. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio.30. etc. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco. Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. de lacas. forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas. O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). B. Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo. É muito solúvel em água e apresenta-se. como anti-séptico. Quando puro. neste caso. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. em ácido sulfúrico diluído. a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). calcinado. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos. hidratado (em geral com 7 H2O).11.4). 8) Sulfato de bário. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio). anti-séptico e herbicida. na preparação de alumina pura e em medicina. 13) Sulfatos de chumbo. b) Alúmen amoniacal. em galvanoplastia e em tingimento.

em curtimenta (curtimenta ao cromo). CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO.CARBONATOS.SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos.Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836. na preparação de amidos solúveis.91 . de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos. etc.30 . Atualizado em 04/01/2011 . cianatos.. em fotografia.20 . que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade.Silicatos duplos ou complexos. 2836. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico.20. etc.90 . Apresenta-se em cristais incolores. b) Alúmen de cromo amoniacal. por meio do gás sulfuroso. despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre.. carbonatos básicos). Em cristais incolores.. incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842. 2842.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28.. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita. São oxidantes enérgicos. não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-). Emprega-se em fotografia.Carbonato de bário 2836. C. Emprega-se como mordente em tinturaria. utilizando-se ambos em tingimento. emprega-se em branqueamento. em cristais roxos. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos.60 . que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais.a) Alúmen de cromo propriamente dito. anidrita. Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica.Carbonatos de potássio 2836. sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado. 24 H2O). emprega-se como desinfetante. II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos). na indústria de sabões. isocianatos e tiocianatos. 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). muito solúveis em água.9 . muito solúveis em água.. 28.92 .Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo.40 .99 . descorante. cujo anidrido classifica-se na posição 28. Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos. que se desidratam e embranquecem ao ar.Carbonato de cálcio 2836. carsenita) classificam-se na posição 25. Em cristais incolores.36 .50 . incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I. Obtém-se reduzindo. e o alúmen de ferro (III) potássico. isômeros do ácido ciânico. sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3. solúveis em água e eflorescentes ao ar.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO).10 .Outros: 2836. sais metálicos do ácido ciânico. solúveis em água.Carbonato dissódico 2836. como anti-séptico. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8). O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3. 24 H2O). sais do ácido tiociânico (HS-C_N). 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8). etc. mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor. tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato).Carbonatos de lítio 2836.K2SO4. também em cristais roxos.(NH4)2SO4. São bastante estáveis a seco. Esta posição também compreende os tiocianatos.Carbonato de estrôncio 2836. que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio. a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. EXCETO AS AZIDAS. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico. em síntese orgânica. em fotografia.11.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo.11. 3) Alúmenes de ferro. 28. no branqueamento e tingimento de tecidos. PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS).42 .

1) Fulminatos. a saber. 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). em medicina. insolúvel em água. que se emprega em viticultura (inseticida). Apresenta-se em cristais incolores. e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo. para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). etc.06 (ver a Nota Explicativa desta posição). emprega-se em fotografia. na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho. Estes arseniatos. como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). insolúvel em água. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3). preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. pastas ou emulsões brancos. etc. 6) Arseniatos de sódio (orto-. cianetos ou hexacianoferratos (II).e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. tioureia. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado. adesivos. é um pó verde. pela faísca). por exemplo. parasiticidas. e) Tiocianatos de cobre. muito pouco solúvel em água. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. na preparação de essência artificial de mostarda. em galvanoplastia. que se emprega.30). Inseticida. tioureia. 3) Tiocianatos. insolúvel em água. guanidina. etc. 9) Arseniatos de cobre. muito pouco solúveis em água. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. com o nome de verde de Scheele. São venenos poderosos. d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. insolúvel em água. 10) Arseniatos de chumbo. de anti-sépticos. Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). insolúvel em água. insolúvel em água. na preparação de inseticidas. solúveis em água. Os ortoarseniatos mono. 8) Arseniatos de cálcio. São sais de metais dos ácidos de arsênio. etc. deliqüescentes e solúveis em água. Também existem cianatos alcalino-terrosos. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio. Apresenta-se em cristais incolores. 7) Arseniatos de potássio. essência artificial de mostarda. sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). B) Os arsenitos e os arseniatos. Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa. que se emprega. em medicina. etc. em fotografia. Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN). Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. em medicina. Os cianatos de amônio. por exemplo. na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos. Os tiocianatos (sulfocianatos. deliqüescentes. Este sal. na conservação de peles. O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2). etc. também se usa na mercerização do algodão. etc. como inseticida na agricultura. arseniatos bi. O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. sais do ácido arsenioso. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. É um pó branco. Emprega-se em viticultura (inseticida). Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. muito solúveis em água. O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2). na indústria da borracha. como impurezas. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). como reagente de laboratório. herbicidas. 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. os arsenitos. na estampagem de têxteis. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. pó negro. É um pó branco. e os arseniatos.53). é um pó verde. obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. meta. misturas refrigerantes. que se transforma facilmente em tiocianato cuproso. plásticos. que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. 11) Outros arseniatos.e piroarseniato). 2) Cianatos. que se utiliza em cerâmica). Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). brancas ou acinzentadas.) (posição 25. b) Os arsenietos (posição 28. c) Tiocianato de potássio (KSCN). Pó branco. acinzentada ou amarelada. como inseticida e como corante.52. Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica. Emprega-se em galvanoplastia. é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. na preparação de misturas refrigerantes. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. são pós. na preparação de tiocianatos. venenoso. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. tingimento e estampagem (principalmente. que se empregam.e tetracálcicos. Utiliza-se na indústria têxtil. Atualizado em 04/01/2011 . Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. de inseticidas e de outros arseniatos. muito instáveis. Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose. que contém freqüentemente.3H2O). fotografia. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. na conservação de peles destinadas à curtimenta.11. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. tingimento e estampagem (mordente). também se empregam na estampagem de têxteis.

Por vezes designado por pink-salt. Atualizado em 04/01/2011 . Pó cristalino. Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura. II. solúvel em água. d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). Pó cristalino branco. Usa-se em curtimenta. branco. preparação de arseniato de cobre. 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. 6 H2O). é um oxidante utilizado em síntese orgânica. eflorescente ao ar. os cloroiodatos. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia.(NH4)2SO4. 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina. 6 H2O). em pilhas secas e em galvanoplastia. c) De níquel (NiSO4. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. com exclusão dos que se incluem em outras posições. Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. em cristais vermelhos. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). A zorgita.15. utiliza-se em metalização e em farmácia. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais).(NH4)2SO4. Utiliza-se como corante e em pirotecnia. solúvel em água. usa-se em tingimento e como carga para sedas. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. de féculas e de tintas. deliqüescente. É um pó branco. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal). Utiliza-se em medicina. teluratos.C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. em cristais verdes. o segundo também se emprega em medicina. Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). que amarelece em contacto com o ar. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água. em estampagem e tratamento de têxteis. Cristais brancos. Usa-se principalmente em niquelagem. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. teluritos. 2) Iodeto duplo de potássio e cádmio.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos. b) De cobalto (CoSO4. 6 H2O). 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. Emprega-se em medicina. classifica-se na posição 25. deliqüescentes. Sólido branco. selenitos e seleniatos. higroscópico. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. Utiliza-se nas indústrias do papel. que se utiliza na metalurgia do zinco. d) De cobre. Emprega-se em metalúrgia e medicina. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). decomponíveis pela água. Em cristais verdes. c) De níquel. etc. Em cristais vermelhos.(NH4)2SO4. cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto. sal de Mohr) (FeSO4. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. os clorocromatos. os clorofosfatos.30. solúveis em água. solúveis em água. os clorovanadatos. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais). Em pó cristalino azul. selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. os cloroiodetos. Pó amarelo ou hidratado.07 e 26. O clorocromato de potássio (sal de Peligot). 4) Clorossais. Em cristais azuis ou esverdeado. Emprega-se como parasiticida. na têxtil. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. Em cristais verde-claros. Em cristais vermelhos. Em cristais higroscópicos ou em massas. decomponíveis pela água. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal.. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia. solúveis em água. Os principais são os clorobrometos.

tioestanatos. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. Nitratos de níquel amoniacais. y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água.H2O). Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica.e de hexaminoníquel.05 e 26. tiocarbonatos. Pó branco. em cristais azuis ou verdes. reineckatos. Atualizado em 04/01/2011 .3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos. L) Silicatos duplos ou complexos. silicofosfatos. estanhofosfatos.). G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais.24). Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. excluídos (posição 38. IJ) Borotungstatos. é um pigmento que. Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. em cristais amarelos ou em solução aquosa. muito solúvel em água. telurocianatos. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26. etc. O borotungstato de cádmio. nitrito duplo de potássio e de cobalto.ySiO2. tioantimonatos.wH2O.). Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. peneiras moleculares. potássio. sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). germanossulfetos. O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. tungstofosfatos. só ou em mistura. trocadores de íons. Em cristais incolores. etc. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. etc. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. respectivamente. é conhecido por amarelo de cobalto. molibdofosfatos. 3) Sais complexos: por exemplo. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4]. por exemplo) são.). Utilizam-se em pesquisas microscópicas. é um reagente de laboratorio. Utilizados como carga para a seda. solúveis em água. serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. K) Cianatos duplos ou complexos. tioteluratos. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos. todavia. onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. b) Os tiomolibdatos alcalinos.Al2O3. nos banhos de fosfotagem de metais. muito solúvel em água. selenocianatos. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO. Em cristais amarelos. magnésio ou cálcio). tiomolibdatos. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. solúveis em água. eflorescentes. 4 H2O) (sal de fósforo). etc. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. Em pó cristalino ou em cristais escuros.17. tioarsenitos e arseniossulfetos. catalisadores. tioarseniatos. Usam-se como aceleradores. solúveis em água. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais). Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos.

e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28. Atualizado em 04/01/2011 .Buteno (butileno) e seus isômeros 2901. 8) Os decanos com dez átomos de carbono. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono. os homólogos superiores são geralmente sólidos. líquidos ou sólidos.26. Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio. b) Os alúmenes da posição 28. mesmo puro (Capítulo 31). mesmo puros. SULFONADOS.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais.11.2 . c) Os cianetos complexos da posição 28.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2).23 .10 . f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio. Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água. à temperatura e pressão comuns. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono.22 . na posição 27. citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono.29 . no entanto. incluem-se. os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono. 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono. 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono.50). 2901.Saturados 2901.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura. 4) Os hexanos com seis átomos de carbono. 7) Os nonanos com nove átomos de carbono. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono. Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados. Tanto o metano.21 .. B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%.33. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28. São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo.Não saturados: 2901.3-dieno e isopreno 2901. Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28..Etileno 2901. NITRADOS OU NITROSADOS 29. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição.37. Para ser incluído nesta posição.52). Eles podem ser gasosos.11).01 .Propeno (propileno) 2901. em volume.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS.24 . É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. A.... 6) Os octanos com oito átomos de carbono. 29.. 5) Os heptanos com sete átomos de carbono. O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS.Buta-1.

Constituem uma série homóloga. apresentam-se liquefeitos. polietileno. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. gás incolor extremamente inflamável. em lugar de conter duplas ligações. da posição 27. 4º) Os octenos. que possui a mesma fórmula bruta. 3º) Os butenos (butilenos) (C4H8).HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. b) O buta-1. o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. com leve cheiro a éter. a acetona. por síntese. etc. é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). produtos infinitamente variados. sob pressão. gás incolor e de cheiro característico. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição.. O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. em volume. álcool etílico sintético. Estes produtos. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos). que tem por fórmula geral (CnH2n). propila. 2º) Os hexenos.11). Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). etc.). etilbenzeno.2 butadieno metil aleno) (C4H6). são o etano e o butano. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha. em volume.2-dieno (1. glicóis. A partir do acetileno obtêm-se.. Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos).11).11. líquido extremamente inflamável e incolor. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). devem apresentar-se isolados e de constituição química definida. 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos. o álcool etílico. 6. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. e forte ação anestésica. Para se incluírem nesta posição. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27.). átomos de hidrogênio. b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos.Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila. ver o nº 1 acima). em recipientes sob pressão. o isopreno. estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente. gás incolor.3-dieno (isopreno) (C5H8). etc. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo. tais como óxido de etileno. em solução na acetona. o ácido cloroacético. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. do ponto de vista industrial e comercial. O acetileno apresenta-se. emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos. geralmente. portanto. estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4). O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. etila.3-butadieno) (C4H6). e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante. este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). também se obtêm por síntese. os mais importantes. Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas. obtidos do petróleo e do gás natural. o gás do petróleo bruto.3-dieno (1. 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos. c) O buta-1. B. O produto mais importante é o acetileno (C2H2). 4.11. o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. etc. Atualizado em 04/01/2011 . Para serem incluídos nesta posição. d) O 2-metilbuta-1. Para ser incluído na presente posição. 3º) Os heptenos. Inversamente. Excluem-se. Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). Para ser incluído na presente posição. c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos. excluem-se desta posição o butano bruto. a) Os primeiros membros da série são gasosos. entre os quais se podem citar: o ácido acético.

4 .Outros 2902. d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido.02.20 .4.41 . Atualizado em 04/01/2011 . e o metilvinilacetileno..). d) O ciclohexano (C6H12): líquido.HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n.02 .2.30 ..8] decano. 4. 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos.70 .50 .... Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso.Cumeno 2902.1 .9.05. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados.Ciclânicos.Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas.60 .Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem.Mistura de isômeros do xileno 2902.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD.o-Xileno 2902. etc. 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos.44 .8a-octaidro-exo-1. 6. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2. formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila. etc.m-Xileno 2902.Cicloexano 2902.8. 03.Benzeno 2902.6. em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos. Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos. tais como o 1. 4-endo-5.5.2.05.6.Etilbenzeno 2902. c) O cicloexeno (C6H10): líquido.03.04.. e) O azuleno (C10H8): sólido. líquido incolor. que se emprega como solvente de tintas e lacas. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso.1. B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos. 3) Hidrocarbonetos ciclênicos. Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32.90 .. ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902. b) Os compostos de ciclo em ponte.p-Xileno 2902. C) Hidrocarbonetos aromáticos. c) O ciclopentano (C5H10): líquido.4a.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS. pelo menos. que se encontram em determinados petróleos e. Os mais importantes são: o vinilacetileno.11 . b) O ciclopenteno (C5H8): líquido. especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso.9. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18).42 .Tolueno 2902.43 .02. 2902. o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila.19 .Estireno 2902. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos). Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos.7. 29.1. A.Xilenos: 2902.6. para encáusticos.8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5. um anel na sua estrutura. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5.

inflamável. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila. encontrando-se. móvel. Utiliza-se. é um líquido incolor. etc.07).07). de cheiro agradável.C6H5). brancas.. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. pelo menos. de cheiro terpênico. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. Entre estes. utilizado como solvente. c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). Um líquido incolor e oleoso. estruturado em seis grupos (CH). a) O naftaleno (C10H8). existente no alcatrão de hulha. de cheiro característico. nos organismos vegetais.. no gás de hulha. na fabricação do fenol. óleos essenciais. É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha. a) O benzeno (C6H6). Há três isômeros: o o-xileno. como líquidos odoríferos e voláteis. Apresenta-se em cristais de lamelas finas. em peso.CH(CH3)2).01. canela.05). II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. inflamável. que se encontra nas essências de terebintina. gorduras.07). Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos.HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos. Obtém-se. principalmente. Para ser incluído na presente posição. O naftaleno em bruto. Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. não condensados. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto). Esta posição. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos. os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5. o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. a essência de terebintina. inflamável e de cheiro aromático. brancas. 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). refrigente.).C6H4. obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila. condensados ou não. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. no petróleo. Para se incluir na presente posição.07).CH(CH3)2). b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3). líquido incolor. 2) O canfeno. Emprega-se. a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38. Cristaliza-se em lamelas finas. pinheiro. b) O difenilmetano (C6H5. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). etc. em peso. dos hidrocarbonetos ciclênicos. líquido incolor. É um líquido incolor existente nos petróleos. do petit-grain. b) O fenantreno (C14H10). móvel. Também se obtém sinteticamente. utiliza-se como moderador. todavia. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. o xileno deve conter. 2) O etilbenzeno (C6H5. linhita. d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais. sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. a partir do benzeno e do etileno. É muito comum em vários óleos essenciais. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27. que se encontra na essência dos cítricos. d) As terfenilas. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5. Líquido incolor. 95% em peso. em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. quanto à estrutura química geral. nos reatores nucleares. Para se incluir nesta posição. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos.C2H5). refringente. normalmente. borracha. Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno. Puro. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada.05. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico). empregase em sínteses orgânicas. Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. é um líquido incolor. Para ser incluído na presente posição.. É um líquido incolor. abertas ou fechadas. apresenta-se em lâminas de cor castanha. incolores e fluorescentes.05). carregado de impurezas.4°C.CH=CH2). no alcatrão de linhita. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese. existente no óleo leve de alcatrão de hulha. inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno. etc.C6H5). Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2).B. Cristaliza-se em agulhas incolores. C. especialmente. encontra-se no gás de hulha.CH2. É um líquido transparente. etc. não podendo "n" ser inferior a dois. de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. da acetona e do -metilestireno e como solvente. Atualizado em 04/01/2011 . III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. No alcatrão da hulha. Sua formula geral é (C5H8)n. Dissolve com facilidade resinas. o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 4) O p-cimeno (CH3.HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem. de cheiro agradável. o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79. móvel. no estado natural. etc. etc. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. 3) O limoneno. o m-xileno e o p-xileno. 3) O cumeno (C6H5. volátil. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico.

neste grupo.. perácidos. o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%.17).ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES. peróxidos. O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.07). SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH.3 . Utiliza-se. Pó cristalino de cor branca a amarelada.. 4) O fluoranteno. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles.39 . halogenetos. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha.Ácido adípico. 3) O fluoreno. Para ser incluído na presente posição. seus anidridos.Ácido azeláico. HALOGENETOS.COOH). peróxidos.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917.Ácidos policarboxílicos aromáticos.1 . seus sais e seus ésteres 2917.. Apresenta-se em pequenas folhas brancas.13 . ésteres e sais. de potássio..17 .Tereftalato de dimetila 2917.Outros 2917. seus anidridos. na fabricação de alguns plásticos.Ácido tereftálico e seus sais 2917. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. 4) Ácido sebácico.Ortoftalatos de dioctila 2917..36 . por exemplo.Anidrido maléico 2917. 2917. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*). como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas..19 . Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se.Ácidos policarboxílicos ciclânicos.37 . sulfonados.Para se incluir na presente posição.14 . ciclênicos ou cicloterpênicos. Seus principais sais são os oxalatos de amônio. poliésteres maléicos e outros poliésteres. Apresenta-se em finos cristais incolores. nitrados ou nitrosados destes produtos.07. por exemplo. de cálcio. halogenetos. Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada. seus sais e seus ésteres 2917. 3) Ácido azelaico. tais como as poliamidas. 2) Ácido adípico (COOH. halogenetos.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS.Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917. e produz uma fluorescência azulviolácea.COOH). Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos.. constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38. por exemplo. inodoros. seus anidridos. SULFONADOS. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. NITRADOS OU NITROSADOS. como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica. Utiliza-se. em peso.11 . ácido sebácico.Ácido oxálico. Atualizado em 04/01/2011 . bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados. transparentes.34 . A. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila.. poliuretanos) ou na fabricação de plásticos. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.12 . na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas. de sódio.35 .Ácidos policarboxílicos acíclicos. o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro. c) O antraceno (C14H10).(CH2)4.. Citam-se ainda.. 5) O pireno.. SEUS ANIDRIDOS. halogenetos. 29. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.20 .Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos. seus sais e seus ésteres 2917. O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27. poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas. os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno.33 .32 . poliamidas. 2) Os metilantracenos. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917.. peróxidos.Anidrido ftálico 2917.. peróxidos.

). Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados.5) Anidrido maléico.. de dietila. de didecila (din-decila. emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas. diisobutila.1 .4 .14 . muito leves e volumosas. etc. exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES.CH=CH. Massa cristalina incolor. por exemplo. seus éteres e seus ésteres. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas.CO. (di-n-octila. bis(2-etilexil).Tilidina (DCI) e seus sais 2922.Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados.Aminoácidos. sais destes produtos 2922. 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos.. sais destes produtos: 2922. 29.Dietanolamina e seus sais 2922.(CH2)2.)..Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922. de dinonila (di-n-nonila. Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores. etc. aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 .. etc.41 . Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas).12 .Lisina e seus ésteres. Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila.3 .Ácido antranílico e seus sais 2922.Aminoalcooisfenóis. p-) (C6H4(COOH)2). inodoros.Outros 2922.2 .50 .COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+). m-(iso-). Entre os seus ésteres. transparentes. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes. citam-se os ortoftalatos de dimetila.. metadona (DCI) e normetadona (DCI). de dibutila (di-n-butila. Emprega-se.Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico. sais destes produtos: 2922. 8) Ácido succínico (COOH.Outros 2922.22 . em massas cristalinas ou em escamas brancas. de cheiro característico.Outros 2922. seus éteres e seus ésteres.13 .Monoetanolamina e seus sais 2922.49 . poliésteres).).Outros 2922. Emprega-se em síntese orgânica.. SAIS E OUTROS DERIVADOS C.Anfepramona (DCI).CO. Ácido ortobenzenodicarboxílico.COOH). ácido isoftálico e ácido tereftálico.39 .Ácido glutâmico e seus sais 2922..CH2.19 . na preparação de certos plásticos (por exemplo. 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-.44 . diisononila. aminocetonas e aminoquinonas... 6) Ácido maléico (COOH.COOH). respectivamente. B. de dioctila.) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico. sais destes produtos: 2922. diisooctila. e seus ésteres. de medicamentos barbitúricos. 2922. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas... CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES..43 . de plastificantes.42 . etc. por exemplo.Trietanolamina e seus sais 2922..). 7) Ácido malônico (COOH. exceto de funções oxigenadas diferentes. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico). sais destes produtos 2922.21 .O). etc.Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922..COOH) Apresenta-se em cristais incolores.11 . SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4.. etc. sais destes produtos: 2922.Aminoaldeídos. Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas.29 .31 ..ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS.

AMINOQUINONAS. B. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois. Atualizado em 04/01/2011 . um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono. 3) Amino. m. quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29. SEUS ÉTERES E ÉSTERES. 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3). Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas.20.05 a 29. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida.e p-Aminofenóis.AMINOÁLCOOIS. em curtimenta para amaciar os couros. que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. acetal. A presente posição abrange. ou uma combinação dessas funções. SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. emprega-se como absorvente dos gases ácidos. cetona. das emulsões. d) As cresidinas. Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). Líquido viscoso. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação.AMINOALDEÍDOS. A.).6-dissulfônico (ácido H). ou em síntese orgânica. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm. possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool.14). 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol. fenol. quer o grupo aldeídico (-CHO). branco. 6) Arnolol. 10) Nitrato de aminoetila. seus éteres ou ésteres. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol). m. b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. 2) Tetrametil. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama). para apresto ou acabamento de tecidos. 3) o-. É um líquido incolor. portanto.Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que. etc. na indústria de sabões. etc. além do grupo amínico. além da função amina.e diaminoantraquinonas. citam-se: a) As anisidinas. 8) Ariletanolaminas. 2) o-.. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2). éter.. aqui incluídos. e seus ésteres e seus sais. que se emprega como anestésico local. seus éteres ou seus ésteres. aldeído. 4) Diaminofenóis. estão igualmente incluídos aqui. É uma base que se emprega na indústria dos sabões. bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. C. 4) Antrimidas. 1) Aminobenzaldeídos. 7) Sarpogrelato.e tetraetildiaminobenzofenonas. É um pó cristalino. b) As dianisidinas (bianisidinas). 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)). os compostos aminados. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação. freqüentemente viscoso.e p-Aminocresóis. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos. 5) Meclofenoxato. quer o grupo cetônico ( C=O). c) As fenetidinas. ou uma combinação dessas funções. Entre os éteres dos aminofenóis.AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. AMINOCETONAS.. Este composto. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2).

DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. 4) A medifoxamina (N. O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila.COOH). 29. Assim. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina. em agulhas duras.19. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação. dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado. Entre os aminoácidos. 10) O ácido aspártico.2-difenoxietilamina).N-dimetil-2.AMINOALCOOLFENÓIS. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração. Cristais incolores. regulares. peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. Como éter de um aminoálcool. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico). 5) A propoxicaína. em cristais. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos. para preparação de produtos de perfumaria. este composto classifica-se na subposição 2922. Subposições 2922.NH. fenol ou ácido. que se incluem nesta posição. no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter. incolores e inodoros. neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). em relação a cada função amina. Cristaliza-se em prismas. E.50 Para fins de classificação nas subposições. seus ésteres ou seus anidridos. É extraído do glúten. esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool. etc. 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico). Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico). O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). Nota Explicativa de Subposições.). são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. 3) A glicina (ácido aminoacético. 14) A fenilglicina. Apresenta-se em grandes cristais. As substâncias desta posição que. glicocola) (NH2.CH2. É um derivado metílico da glicina.D. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. em cristais.CH2. as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool. de anestésicos. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. opalescentes. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar. para fins de classificação. é um anestésico local.10 . 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico). 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). Pó cristalino. 12) O ácido m-aminobenzóico. fenol ou ácido. 2) O ácido glutâmico. ou em medicina.. 2923.11 a 2922. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29.AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES. 4) A sarcosina (CH3. em cristais pequenos. 7) A fenilalanina. em virtude do seu poder vitamínico. entre outros. utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas. 13) O ácido p-aminobenzóico.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS.23 . incolores. nos termos de atos internacionais. 2) A serina (ácido -amino. Empregado na indústria dos corantes. etc. seus ésteres. Os anidridos.COOH). LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS. e a isoleucina. 15) O lisadimato. em cristais. É um produto da cisão das proteínas. AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. peróxidos e perácidos. Emprega-se em síntese orgânica.Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas. seus sais e seus derivados de substituição. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação. halogenetos. halogenetos. citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). ou uma combinação dessas funções. Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético.-hidroxipropiônico). Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos. composto aminado de função acetal. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster..

tal como a colina. iodeto. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia. sais destes produtos 2924.Outros 2924. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*). ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono. estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas.Fluoroacetamida (ISO).Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. utilizado em terapêutica.CO.. é essencialmente a lecitina de soja. inclui-se. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina.20 . 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH). no cérebro. sendo utilizada. cerosas.). com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica.. As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais. para a produção de corantes azóicos. quando o óleo de soja se extraiu com acetona. em concentração tipo.Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados. Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante.05. COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO. óleo de soja.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923.Meprobamato (DCI) 2924. Em geral. por radicais ácidos. sais destes produtos: 2924. 2924.24 .Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. na gema de ovo e em todos os germes frescos.12 . etc. São ésteres (fosfátidos).11 . 5) Formiato de tetrametilamônio (H.2 . etc.02 ou 31.Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados. que resultam da combinação dos ácidos oléico. por exemplo. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia.21 . na alimentação humana ou animal. Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário. ou. R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila.. 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios.. sob a forma de grânulos amarelados. diamida do ácido carbônico que. seus sais e seus derivados. na indústria petrolífera. porém.Etinamato (DCI) 2924. 6) Betaína (trimetilglicina). pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto. etc. por exemplo. A ovolecitina é utilizada em medicina. tolila. em produtos cosméticos e na alimentação animal.. então. utilizado em farmácia. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924.. na fabricação de tintas. A lecitina comercial. também se incluem nesta posição.Ureínas e seus derivados. ou diferentes entre si. A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa.23 . e o cloridrato de betaína. os sais de amônio quaternários. com a fórmula geral NR4+OH-.COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA. R2. nas posições 31. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso).90 .N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e. A saturação.COON(CH3)4).1 . sal de amônio quaternário.29 . de cor acastanhada ou clara. sais destes produtos: 2924.24 . que também se inclui na presente posição.NH) amida secundária ((-CO)3.) e teremos. As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO. Atualizado em 04/01/2011 . É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina. exclui-se da presente posição a uréia (NH2. o hidróxido de amônio NH4OH. então.19 . Estes radicais podem ser os mesmos. etila. por radicais alicíclicos ou arílicos. principalmente. mesmo pura. como adubo ou fertilizante. 29.2923. nesse caso. correspondente ao seu equivalente inorgânico. agente de dispersão.Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico..NH2). brometo. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI).. mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29.29). obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada). solúveis em álcool etílico. Essas amidas e seus sais. etc. A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis.NH2) amida primária ((-CO)2. No entanto.

etc. As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina).e etilacetanilida. em especial. utilizados como opacificantes em radiografia. amidas do ácido hidroxinaftóico. inodoro.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS. metiltrimetoxissilano). Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. dimetildiclorossilano). polimerizados para se obter os silicones. usado em medicina. Estes compostos compreendem. a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína. pó cristalino. 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas. extraída de algumas leguminosas. Excluem-se. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a. o octametilciclotetrassiloxano. os alcoxissilanos (por exemplo. são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas.AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio. principalmente. 3) Fenilacetamida.10. acetoacetanilida.AsO(OH)2) e seus sais. o octametiltrissiloxano. nitrilo. Líquido volátil. nos termos de atos internacionais. Apresenta-se em cristais. É a monoamida do ácido aspártico. o produto técnico é amarelo. pelo contrário. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. metil. Este ácido cristaliza-se em lamelas. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. Atualizado em 04/01/2011 . As substâncias desta posição. classificado na posição 28. oxiranil. o cacodilato de sódio. inodoros. as ureídas heterocíclicas. brilhantes. incolor quando puro.A. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. os alquila ou arila silanos (por exemplo. 4) Compostos organoarseniais. em cristais incolores.. branco.24. niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. bromoisovaleriluréia. ou triclorossilano (SiHCl3). c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2. 2) Compostos organo-silícicos. 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. tais como o metilarsonato de sódio. Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano.AsO(OH)2) e seus sais.). e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono.12. 3) Ferrocarbonila.C6H4. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. difenilsilanediol. que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono). cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29. Entre seus sais citam-se. 4) Carbamato de etila (uretano). 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). oximo. ácido diatrizóico e seus sais. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. por exemplo. a) Ácido metilarsônico (CH3.20. acetil-p-fenetidina (fenacetina). os silanos orgânicos e os siloxanos. classificado na posição 28. 2º) A dietildifeniluréia (centralita). 29. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. utilizados em medicina. por exemplo (posição 29. B. As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas.AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida. Forma sais cristalinos. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila.33).26). d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. por exemplo. 5) Glutamina. pelo menos. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29). por vezes. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores. de plaquetas ou de rombóides. um átomo de carbono de um radical orgânico. etc). o 3-hidroxi-2-naftanilida. pó branco e cristalino. 2) Acetanilida. acetoxi. 2) Asparagina.31 . b) Ácido cacodílico e seus sais. A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas. Estes silicones incluem-se na posição 39. que. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4).53). Tóxico. Estes produtos são. Utilizado em medicina. É um eficaz antidetonante para carburantes.. geralmente na posição 38.

29 .Outros 2933. nos quais.Piridina e seus sais 2933. petidina (DCI).Outros 2933.Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933.As=As. mecloqualona (DCI).Levorfanol (DCI) e seus sais 2933. A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo).. além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono. não condensado: 2933.53 . fenoperidina (DCI).. A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg. fonofos (ISO)) (posição 29.55 . piritramida (DCI)..Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não). fenobarbital (DCI). 2933. dipipanona (DCI).31 . anileridina (DCI). metilfenidato (DCI). pentazocina (DCI). Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam..52). pentobarbital (DCI). não condensado: 2933. pipradrol (DCI).30).. bromazepam (DCI). fenciclidina (DCI) (PCP). fentanil (DCI).3 .. difenoxina (DCI). butalbital (DCI).4 .41 .61 .Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico). barbital (DCI)..21 .Outros 2933.Outros 2933. metalocenos. sais destes produtos 2933.Hidantoína e seus derivados 2933... São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados).. bezitramida (DCI).52 .32 .X). 2933 .. não condensado: 2933. sais destes produtos 2933.Alfentanil (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). cetobemidona (DCI).39 .Loprazolam (DCI).11 . em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-)..5 . sais destes produtos 2933.Outros 2933. ciclobarbital (DCI).19 . fulerenos metálicos.e) Arsenobenzeno (C6H5.Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).1 .. difenoxilato (DCI)... sais destes produtos 2933. 5) Ácido o-iodosilbenzóico.Alobarbital (DCI).Melamina 2933.Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933. 6) Alquilos de metais.Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933. átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo. sem outras condensações: 2933. metilfenobarbital (DCI). amobarbital (DCI).69 . 7) Compostos organofosforados. secobarbital (DCI) e venilbital (DCI). metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI).7 .Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 .. intermediário A da petidina (DCI).COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933.2 . butobarbital.59 .49 .Piperidina e seus sais 2933. São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono.6 .33 .C6H5) e seus derivados. secbutabarbital (DCI).. no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28.54 .Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não).Outros 2933. propiram (DCI) e trimeperidina (DCI).

clorodiazepóxido (DCI). contudo. Cristais brancos. higroscópicos. halazepam (DCI). estazolam (DCI). a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição. temazepam (DCI).. podem citar-se: A.2933. Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27. nitrazepam (DCI).91 . C. fludiazepam (DCI). Pertencem. estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina. citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. desagradável. não condensado. Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. loflazepato de etila (DCI). pirovalerona (DCI).-carboxílico. medazepam (DCI). A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar. sais destes produtos 2933. a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. flunitrazepam (DCI). por exemplo.-carboxílico) e seus derivados. d) O hexanicotinato de mesoinositol. incolores.. de cheiro fortemente empireumático. a este grupo: 1) A piridina. a metilidantoína e a fenilidantoína. prazepam (DCI). todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). Atualizado em 04/01/2011 . Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). lorazepam (DCI). clorazepato.71 .-carboxílico ou ácido nicotínico está. dimetilamino-analgesina) e seus sais. em medicina. tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI).Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição. utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. incluído na posição 29. delorazepam (DCI). entre outros: 1) A fenazona (antipirina. nordazepam (DCI). Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica. a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina.. Emprega-se em síntese orgânica.07).79 . 3) A 1-fenil-3-pirazolidona. Para se incluírem na presente posição. Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico). c) A dietilamida do ácido piridino. podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina). entre outros. Líquido incolor ou levemente amarelado. Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino. quase incolor. nimetazepam (DCI). B. inodoros. flurazepam (DCI). Pó cristalino ou lamelas incolores. Para ser incluída na presente posição. diazepam (DCI). Pertencem.Alprazolam (DCI). A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27. mazindol (DCI). não condensado.3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. 3) Entre os derivados mais importantes da piperidina.07). nitroidantoína. clonazepam (DCI). no óleo de Dippel e em numerosos compostos. Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração. etc.Outros: 2933. Este grupo compreende. não condensado. como desnaturante do álcool. em tingimento ou estampagem de tecidos. lormetazepam (DCI). Encontra-se no alcatrão da hulha. midazolam (DCI). 2) A lisidina. camazepam (DCI). Apresenta-se como líquido oleoso. na indústria da borracha. O ácido piridino.72 . oxazepam (DCI).6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933. obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia.Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933.9 . 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. 2) Entre os derivados mais importantes da piridina. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não).. entre outros. fenildimetilpirazolona)..36.99 .Outras lactamas 2933. Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não). pinazepam (DCI). Cristais lamilares. b) Os ácidos piridinocarboxílicos.

Derivados barbitúricos. Utiliza-se em medicina como anestésico. muito refringentes. entre outros. em medicina. 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). etc. trilactamas. 3) A isopropilquinoleína. E. Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida. Pertencem. de cheiro característico. É um remédio contra a gota e o reumatismo. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina). Pó higroscópico solúvel em água. entre outros. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário).b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. 8) A N-metilmorfinana. entre outros. A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. como acelerador para vulcanização da borracha. para fabricar resinas sintéticas. Líquido oleoso incolor ou produto pastoso. que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico. Lactamas. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. não condensado. o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia). 5-. classifica-se na posição 36. Apresenta-se em cristais brancos. Pertencem. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo.04 e a metenamina apresentada em tabletes. como agente anti-fermentação. tioureída cíclica.5-dimetilpiperazina. higroscópica. classificam-se na posição 30. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana. por exemplo. desagradável e penetrante. É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina).piperidil]-propan-1-ona). etc.5-trietoxifenil) isoquinoleína). utilizada na fabricação de plásticos. fala-se de mono-. mas também podem preparar-se sinteticamente. Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. forma tautomérica das lactamas (cetônicas). Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina. doseados para usos medicinais. Pertencem.7-dimetoxi-1-(3. branco-amarelado. Emprega-se em medicina. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. 4) A 2. seus sais e seus derivados. o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). sensível ao choque. d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4. Entre os seus derivados. Massa cristalina branca. bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. 7-. 7) A octaverina (DCI) (6. As pastilhas e tabletes de metenamina.4. Os compostos desta categoria compreendem. D. com cheiro desagradável. Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina. na preparação de matérias corantes). De acordo com a presença de uma ou mais funções amida. semelhantes às lactonas. F. 4) A tetraidrometilquinoleína. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia). As lactimas (enólicas). Formam sais de sódio solúveis em água. 4-. 2) A isobutilquinoleína. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina).06. 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). Utiliza-se em medicina (contra a gota). brilhantes. 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 . utilizada como solvente do ácido úrico. também se incluem aqui. 5) As 3-. etc. 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. muito solúveis em água. São cristais regulares brancos. G. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. 3) A piperazina (dietilenodiamina). o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). isoquinoleína e seus derivados. Sistemas de dois anéis. São líquidos incolores. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado. 6-. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. Quinoleína. Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. com cheiro especial.

têm cheiro fecal. Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente. insolúvel em água. por síntese. Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina. comparando-os com os compostos parentes. Em cristais brancos solúveis em água. Também se obtém sinteticamente. de cheiro agradável. trimetilglicocola). Utilizado como laxante. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas.6-diaminoacridínio). Pó cristalino branco. Os derivados desses produtos. Este produto. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada.10-triona. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. solúveis em água. 7) 1. 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico. classificados em suas subposições próprias. 5) O mercaptobenzimidazol. É assim que. Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto).21 e 2933.11. Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos.52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica.11). em geral. a idantoína (subposição 2933. Em cristais brancos. um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). que se encontra no alcatrão de hulha. H. nos termos de atos internacionais. 4) 3. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha. entre outros. Incluem-se. 5) 1-Vinil-2-pirrolidona.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). quando impuras. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). porém. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes).54 A fenazona (subposição 2933. Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes. As substâncias desta posição que.39. tem forte cheiro de flores. 2) Isatina (lactama do ácido isático). geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo).21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. Quando impuro tem forte cheiro fecal. Pó cristalino amarelado. Cristaliza-se em palhetas incolores que. a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada. lactama do ácido o-aminocinâmico. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona.5-diamino-7-etoxiacridina.9-Triazaciclododecano-2. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3. A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico. obtém-se. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. 3) O indol. Subposições 2933.23). neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados.3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina). 2933. por exemplo). são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo. Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia. por exemplo) não modificados. 2) A acridina e seus derivados. tais derivados. 4) O -Metilindol (escatol). pó amarelo. com vapores irritantes. 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. Todavia. Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. Nota Explicativa de Subposições. Atualizado em 04/01/2011 . Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. b) O lactato de 2. quando purificado.5.6. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos.6-diona).

principalmente.28 .23 .79.. Subposição 2933.Ácido D.22 . pela Inst. basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933.. É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria. Todavia.. Assim.79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar. seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade. etc. DOU 01/07/2005) 2936. que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa.Vitaminas e seus derivados.10 . não misturados: 2936. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S). MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI. Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 .PROVITAMINAS E VITAMINAS.29 .). óleos vegetais.Vitaminas A e seus derivados 2936... BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS.Todavia. não misturadas 2936.91 e não na subposição 2933. diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo.Vitamina B6 e seus derivados 2936. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis.26 .. MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES. por exemplo).Vitamina B12 e seus derivados 2936.. Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos.Public.24 . de junho de 2005 . deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação.Outras vitaminas e seus derivados 2936.36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933. Assim. Neste caso..27 .ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936. estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado.Vitamina C e seus derivados 2936. VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas.21 . 29. Quando a função amida está incluída em vários ciclos. naturais ou reproduzidas por síntese. etanodiol.2 . o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente. forma enriquecida dessas vitaminas. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa. umas ação fisiológica. b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D. 29. dilactamas). por exemplo). e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida. quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. Neste Subcapítulo. incluem-se as substâncias ativas. SRF nº 553. c) As misturas entre si de vitaminas. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D. não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas. no mesmo ciclo.90 .Vitamina B2 e seus derivados 2936.Vitamina B1 e seus derivados 2936. NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS).52). podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos. o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933. eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas). cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência".36 . propan-1-2-diol. Atuando em doses infinitesimais.Vitamina E e seus derivados 2936. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas. provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais. Têm.79.Provitaminas. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O).. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila.25 . de provitaminas ou de concentrados. (+) (Atualização nº 8. Norm. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona.79 (subposição 2933. incluindo a sua estrutura de base.Outras.

23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. A vitamina A1 encontra-se. 4) Tiamina-1. laticínios. Encontra-se na pele dos animais. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A. B. aneurinonaftaleno-1. O acetato é um pó amarelo. 11) Éster nicotínico da vitamina B1. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. da pele. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. Apresenta-se em lamelas insolúveis em água. Vitamina A1 aldeído (retineno-1. fígado. insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno. etc. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais. 5) Acetato de ergosterol não irradiado. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados.. é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. 7) Acetato de 22. materias graxas (gordas*). carne de porco. sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). C. 7) Iodotiamina. 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol. por exemplo). todos são sensíveis à oxidação. por síntese. ceras. por exemplo). 3-deidrorretinol). 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato). retinal). por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono.. aneurina). obtém-se. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina. pode cristalizar-se. quando puro. Substância sólida amarela que. por exemplo). o palmitato é um líquido amarelo que. geralmente. 3) 22. Vitamina A2 aldeído (retineno-2. 3) Acetato. antineurítica e antiberibérica. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor.por adição de agente antioxidante. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. cogumelos ou outros fungos.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster. 8) Cloridrato de iodotiamina. mas solúveis em solventes orgânicos. relativamente estável. Higroscópico. por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. Também se pode obter por síntese.PROVITAMINAS Provitaminas D. levedura de cerveja. nos produtos animais (peixes do mar. mesmo plastificadas.. dos óleos frescos de fígados de peixes. especialmente. Extrai-se dos peixes de água doce. D. São lipossolúveis e. à temperatura ambiente. geralmente.VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . ovos.5-sal (aneurina-1. laticínios. insolúveis em água. estável em contacto com o ar. Pó cristalino branco. A. principalmente. Este corpo. ossos e da retina. ovos). 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5. ácido retinóico). denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite. retinol (DCI)).). ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico.5-sal. 9) Iodidrato de iodotiamina. 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato). 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados.. nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. 2) Cloridrato de tiamina. 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. 3) Mononitrato de tiamina. Pó cristalino branco. Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI). Pó cristalino branco. Os produtos mencionados constituem apenas exemplos.36.VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1. 3-deidrorretinal). A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva. Extrai-se. Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. pouco estável.23-deidroergosterila não irradiado. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar. Sendo sensível à ação do ar. bem como o mono. são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. A vitamina A2 álcool não é cristalizável. palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A. levedura de cerveja.5-dissulfonato). que não tem ação vitamínica. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29.

. E.g-diidroxi-b. Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes. Pó cristalino. amarelo-alaranjado.g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b. ainda. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. levedura de cerveja e fígados de animais. geralmente..) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. nos rins e fígado dos mamíferos. solúvel em água.. dos melaços de beterraba. sal de sódio e sal de dietanolamina.. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5. por exemplo. SULFITOCOBALAMINA. no óleo de linhaça.g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. nos ovos e no leite. Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). Cristais ou lamelas incolores. dos mamíferos ou dos peixes. METILCOBALAMINA. Constitui a forma mais usual da vitamina B3. Cloridrato de piridoxal. encontra-se nos tecidos e células vivas. Cristais de cor vermelho-escura. Tripalmitato de piridoxina.OU DL-). denominada vitamina B3 ou B5. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio.b-dimetilbutiril)-b-alanina). na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. Líquido viscoso. Ortofosfato de piridoxina.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C. Pó branco. solúveis em água. É hidrossolúvel e termoestável. 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico).8-tetraidropteroilglutâmico).ácido pantotênico ((N-a. Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). 2) (D. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos. levedura de cerveja. É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz. antidermatósica. E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. Fosfato de piridoxamina. H. indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). proteínas e lipídios. Dicloridrato de piridoxamina. A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. lactoflavina). 1) D. destina-se a combater a anemia perniciosa. muito sensível à luz. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina. miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios. por síntese. que contém cobalto.ou DL.e DL-)-pantotenol (a. Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9. São as formas usuais de vitamina B6. na cana-de-açúcar. É hidrossolúvel. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4. no desenvolvimento da pele. antiescorbútica.e DL-) ou (D.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. é a vitamina de proteção cutânea. na parte externa dos grãos de cereais. 2) Cloridrato de piridoxina. do fígado do boi. mas obtém-se geralmente por síntese.7.b-dimetilbutiramida). É uma substância de elevado peso molecular. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina. Atualizado em 04/01/2011 . a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. no fígado. geralmente.. 3) (D. vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. do aparelho digestivo e das vias respiratórias. F. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e. Líquido viscoso.6. 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a. G. aumenta a resistência do organismo às infecções. Sob estas três formas. ETC. TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5. Intervém no sistema nervoso. melaços em bruto. mas obtém-se. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio. no óleo de germe de trigo. leite. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese.VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. NITRITOCOBALAMINA.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)).5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). do soro de leite. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez. Encontra-se nos espinafres e plantas verdes. Líquido amarelo viscoso. Obtém-se. por síntese. 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI). 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina. IJ. etc.e DL-)-Pantotenato de sódio. Esta vitamina também. no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui. 4) Álcool pantotênico (D. carne ou na gordura.e DL-)-Pantotenato de cálcio. solúvel em água.b-dimetil-butiramida). no farelo de arroz. São hidrossolúveis. pericarpo do arroz.

3. solúvel no álcool. obtém-se. por ativação ou irradiação da provitamina D3.). Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes. 7) Palmitato de ascorbilo. insolúvel em água e solúvel nas gorduras. etc. óleos vegetais. sobretudo. c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. são lipossolúveis. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2. 5) Ascorbato de sarcosina. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2. 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro..23-diidroergosterol ativado ou irradiado. etc. que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C. óleos vegetais. de produtos hortícolas para saladas.4-naftoquinona-2. Também se prepara por síntese. etc.e g-tocoferol. produtos hortícolas com clorofila. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave. 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo. espinafres. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1. Pó cristalino branco. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol). anti-hemorrágicas. Óleo amarelo-claro. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. Este produto. aceleram a coagulação do sangue. é necessária à saúde da pele. K. L. É hidrossolúvel e termoestável.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos. mas sensível à luz solar. além disso. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões.. É mais ativa do que a vitamina D2. pimentões (pimentos*). b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1. N. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular. É menos ativa do que a vitamina K1. obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2. no leite.4..ou DL-ascórbico (DCI)). obtêm-se os isômeros racêmicos. etc. Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas. 1) Vitamina H ou biotina.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K. Prepara-se por síntese. O. de alfafa (luzerna) e nos laticínios. 4) Diaminoacetato de tocoferilo. que amarelece quando exposto ao ar. Extrai-se.4-naftoquinona). Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese. 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). benzeno e gorduras.4-naftoquinona). b.3-epoxi-2. nas couves. insolúvel em água e solúvel nas gorduras.VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol.. que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. bastante estável ao ar seco. que se altera lentamente quando exposto ao ar.naftoquinona). nos melaços.VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . 2) Ascorbato de sódio. geralmente. A biotina encontra-se na gema de ovo. Óleo incolor. 10) Ascorboglutamato de cálcio. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas.) ou animais (fígados. nos rins e fígados. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. termoestável. anti-raquíticas. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol.. As suas propriedades antioxidantes permitem. principalmente. 1) Vitamina E ou (D. O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão. insolúvel em água. aumentando a resistência dos vasos capilares. ergocalciferol). nos rebentos da cevada e da aveia. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). tomates. 3) Vitamina D4 ou 22. músculos e do sistema nervoso. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)). vitamina de reprodução. favorecendo a formação da protrombina. do óleo de germe de trigo. 2) Éster metílico da biotina. 6) Ascorbato de L-arginina. 9) Ascorboglutamato de sódio. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos. filoquinona. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado. leite.4-naftoquinona).diidro-1. atuando como poderoso redutor. baços. Pó branco cristalino. b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. lipossolúvel. à luz. Pó branco cristalino. muito sensíveis à luz. ou ao calor.3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2.1) Vitamina C (ácido L. O calciferol encontra-se. Cristais amarelos. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos. 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. batatas.e DL-) a-tocoferol. Por síntese. miolos. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. M. folhas de leguminosas. na levedura de cerveja. É lipossolúvel. glândulas supra-renais.

empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares. ácido araquidônico (posição 38. sucedâneo das vitaminas K (posição 29. b) Vitamina K6: 2-metil-1. o plasma.4-diaminonaftaleno (posição 29. suprasterol) (posição 29. 3002. que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas. metilnaftona ou 2-metil-1. C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados. o fibrinogênio. etc. rutosido (rutina).06). mioinositol. f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a. menaftona. profiláticos ou de diagnóstico. esculina ou ácido esculínico (posição 29.4-naftoquinona.23). 5) Cloridrato de nicotinamida. Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue.41). que regulariza o metabolismo dos lipídios. Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação.03). entre outros. niacinamida). d) Cisteína.02 .Vacinas para medicina humana 3002. As suas origens.06).04).04). na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios. 3) Os esteróis.11.A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra. que é uma matéria corante de origem natural (posição 32. c) Colina ou bilineurina (posição 29. ácido linolênico.4-naftoquinona.e g-carotenos e criptoxantina). sitosterol. germe e películas de cereais. Atualizado em 04/01/2011 . nas oxidações. 6) Nicotinomorfolida. Cristais incolores. 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona.22). a imunoglobulina humana normal. relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol.30). Menadiol ou 2-metil-1. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA.20 .07). toxisterol. a trombina.e b-). estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol.Vacinas para medicina veterinária 3002. e) Vitamina C2 ou P: citrina. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica. outras frações do sangue. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE.).03 ou 30. utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos. 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina). solúveis no álcool e nos lipídios. EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados.14). Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo. 6) As provitaminas A (a. Dissolve-se em água e é termoestável. sucedâneo das vitaminas B (posição 29. 3) Nicotinato de cálcio.33). empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). VACINAS. Estão compreendidos nesta posição.4-diidroxinaftaleno (posição 29.b. produtos imunológicos modificados.Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas). ANTI-SOROS.22). dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32. 2) Nicotinato de sódio. sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1. e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1.21). O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. 30. os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais". 5) A xantofila. i-inositol ou mesoinosita (posição 29.23). O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05. embora por vezes designados vitaminas.SANGUE HUMANO.4-naftoquinona (posição 29. lumisterol.03 ou 32.30 .90 . carotenóide. mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29. as globulinas do sangue. Ela intervém no crescimento. CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES. d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29. relativamente estável ao calor e à oxidação. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30. as soroglobulinas e a hemoglobina. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO. PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja. Obtém-se por síntese. utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral. a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos. B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos. TOXINAS. exceto o ergosterol: colesterol. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias.38).Anti-soros. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS. Obtém-se por síntese. a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue.10 . hesperidina.

E) Kits de diagnóstico. Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico. animais ou vegetais. antipneumocócico. D) Vacinas. a aglutinação. de origem microbiana. mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29.enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo.06.37.05 OU 30. ungüentos.Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico.) (posição 35.Public. 4) Os vírus humanos. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35.). Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas. Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si. mesmo de origem microbiana (estreptoquinase. na sua reação antigeno-anticorpos. Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico.02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK. etc. colírios. antigangrenoso. Atualizado em 04/01/2011 . para proceder a testes in vitro. antiofídico. amilases.05 e 30. antiestreptocócico.imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. antitetânico. b) Fragmentos de anticorpos . Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e. São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada. ácido lático). Todavia.. linimentos.Outros 3003.31 . A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste.. resultantes de misturas. 30. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.06). preparações injetáveis. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. a ligação de um complemento. 30. 2) Os produtos imunológicos modificados. e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". (Atualização nº 4. todavia. SRF nº 481. as preparações compreendidas nas posições 30. 3003. em especial. peroxidase. de 01/02/02 . os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos.04).ver a posição 30. bem como as anatoxinas (toxóides). 2) As toxinas (venenos). criptotoxinas e as antitoxinas.03 . a neutralização.. etc. pela Inst.Os soros específicos contra as doenças. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos.02.20 .04.Contendo insulina 3003. antivenenoso e antialérgico.02. por exemplo). MAB) . (exceto. as enzimas (coalho. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. bem como os antivírus. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas). antiestafilocócico. fosfatase alcalina.07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21. quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. por exemplo. Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. de análises imunológicas ou para fins terapêuticos. nem antibióticos 3003.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI. Norm. c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos . tais como a vacina antidiftérica. etc. Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas. estreptodornase.3 . revulsivos. Não compreende. iogurte. antidisentérico. quer se trate de colutórios. As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo .Contendo outros antibióticos 3003. mesmo obtidos por via biotecnológica. a precipitação. incluem-se na posição 30. mas não contendo antibióticos: 3003. todavia. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS.fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica..10 .Contendo alcalóides ou seus derivados. etc.02).MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas. para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária. Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir.39 . ou estreptomicinas ou seus derivados 3003. a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA).Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. 5) Os bacteriófagos. Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição. betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples. óleo (lipovacinas).37. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT). 30. antimeningocócico. estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho. culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes. pomadas. DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras).40 . toxinas.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4. sem destruir as suas propriedades imunizantes.90 . etc.

todavia. utilizadas em medicina. geralmente líquidos.40 .03 a 33. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio.39 . 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa.Daí não decorre.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. alimentos para diabéticos. do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias. purgativas. aglomerante. edulcorante. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. pelo contrário.Outros 3004.06. da posição 38.06 ou no Capítulo 22. e na posição 28.02. adicionados de substâncias medicinais.04.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. 11) Os produtos antiasmáticos. ácido tartárico.). mesmo perfumados. 30. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas. incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. 3004. etc. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto.. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio. ou com outras matérias. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34.37.Contendo insulina 3004. por exemplo.. etc.. com estrutura de ácido penicilânico.10 . desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. desinfetantes. 30.06). etc.08.05 OU 30. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação. o óleo fenolado.20 . em geral. classificam-se.31 . Assim. Além dos alimentos e bebidas. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. São..) para usos medicinais com exclusão.Contendo penicilinas ou seus derivados. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. bem como as preparações das posições 33. 10) O óleo canforado. a saber. classificam-se na posição 33.3 . mas não contendo antibióticos: 3004. 30. d) As preparações inseticidas. por exemplo). a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. que seguem o seu regime próprio. Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). Por outro lado. destinadas principalmente a limpar a pele. contudo. incluem-se na presente posição. para usos terapêuticos ou profiláticos. excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30. produtos com propriedades laxativas. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. etc. na posição 21. constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons. O enxofre coloidal classifica-se na posição 30.02.01). a presente posição não compreende os complementos alimentares. nos demais casos.02. os carboidratos e as gorduras.Contendo hormônios corticossupra-renais 3004. 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais. Além disso. alimentos enriquecidos. 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach. que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. suporte. para uso terapêutico. o mercúrio coloidal. diuréticas ou carminativas. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos.04.07.32 . etc. Esses produtos. mesmo acondicionados para usos medicinais.Contendo alcalóides ou seus derivados.04 . e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12.11. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. Porém. iodados. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais.05 ou 30.43. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado". as preparações para o tratamento da acne. os metais preciosos coloidais misturados entre si.03.Contendo outros antibióticos 3004. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. tais como papéis e pós antiasmáticos. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais. por injeção ou perfusão na veia. quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 .MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30.

deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares. Por outro lado. os produtos não misturados. excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea. Consideram-se como tais os produtos (por exemplo. mesmo que não exista qualquer indicação. comprimidos.37. são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados. que mantém a sua classificação na posição 28. bactericidas ou germicidas.). as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. hospitais. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. para os fins acima referidos. Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo. DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. sob qualquer forma. tais como gelatina. destinada a ser utilizada. 3) Os substitutos de enxertos ósseos. quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho. de 01/02/02 . medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea. desinfetantes. e que são utilizados. tais como os à base de enxofre. quando apresentados doseados em saquinhos. tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais. Todavia. SRF nº 481.25 a 10 cm3. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). Entre esses produtos. pastilhas ou tabletes.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. clorato de potássio ou de magnésia.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. classificar-se na posição 30. carvão. nem antibióticos 3004. modo de usar. desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos.06). cápsulas. isto é. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias.50 . que são inseridos numa cavidade do osso fraturado.02). 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. euca. Atualizado em 04/01/2011 . de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados. amido ou fari. em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença. mentol. etc. A presente posição compreende as pastilhas. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas.36 3004.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). com propriedades anti-sépticas. posologia. não podem. exceto agentes aromatizantes. os carboidratos e as gorduras. mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas.Public. A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea.04. simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui. acima: por exemplo. ou mesmo em pó. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas. os produtos não misturados das posições 28.43 a 28. Esta posição engloba também os produtos abaixo.). embalagens de venda a retalho. ou o coma diabético. esses produtos constituem uma matriz cristalina. O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. quer diretamente no tratamento de certas doenças. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos. que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador. 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29.03 (ver a Nota Explicativa dessa posição).) para a sua classificação na presente posição.02.43. tais como o álcool benzílico. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que. tetraborato de sódio. por exemplo. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos.04. que seguem o seu regime próprio. alimentos para diabéticos. Todavia. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. Todavia. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele. sem novo acondicionamento. incluem-se na posição 30. em caso algum. nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo. na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes. a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento. etc. alimentos enriquecidos.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. benzoato de sódio.05. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. Norm. Para a aplicação das disposições precedentes. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. principalmente o alcoolismo. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. pela Inst.90 . adicionados de substâncias medicinais. etc. (Atualização nº 4.46.hormônios nem outros produtos da posição 29. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização.

sobre feridas abertas na derme. antisépticos. etc. congeladas ou liofilizadas (dessecadas).06).01). Entre estes artigos. cirúrgicos. acetato de etila) e de um agente propulsor.08.Por outro lado. medicamentosos. por exemplo). A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas.Outros Esta posição abrange os artigos. Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. na posição 21. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio.06 ou no Capítulo 22. qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34.). os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda. tais como pastas (ouates). Estes pensos.).03 a 33. por exemplo). especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. hospitais. ESPARADRAPOS. d) Os sabões de usos medicinais. apresentadas dobradas.07).02. geralmente líquidos. utilizados como pensos biológicos temporários. Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21.06. d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48. etc. substâncias anti-sépticas). b) Os produtos das posições 30. odontológicos ou veterinários.PASTAS ("OUATES"). em um solvente orgânico volátil (por exemplo. Além disso. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. de tecido. classificam-se.07. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. contendo óxido de zinco. hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006. da posição 38.07. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo). 30. etc. etc.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos.10 . podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. se reconhecem. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos.Categutes esterilizados.. 3006. odontológico ou veterinário. bem como as tiras contendo gesso.. odontológicos ou veterinários. não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais. gazes. 30. em geral. materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos. SINAPISMOS). etc.01). os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. para uso medicinal. São. esparadrapos. 30. as ataduras. 56. Esses produtos.).05 . em disco ou sob qualquer outra forma. de salicilato de metila.04). papel.90 . que. GAZES. os diversos pensos preparados. e) As preparações inseticidas. ataduras e artigos semelhantes. pelo contrário.20 e 34. qualquer que seja a sua forma de apresentação. disponíveis em diversos tamanhos. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso.01 e 63. desinfetantes. destinados a fins medicinais. etc. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. em geral suína. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS.PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO. diuréticas ou carminativas. de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele. etc. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária. etc. os emplastros e os esparadrapos. c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. cirúrgicos.06 . mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente. CIRÚRGICOS.06). produtos com propriedades laxativas. respectivamente). como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares. IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS.Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 . sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias. Excluem-se da presente posição tiras. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30. etc. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. bem como as preparações das posições 33. laminárias esterilizadas.. plásticos.. 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente. Estes artefatos podem apresentar-se em peça. cirúrgico.18. de tecido cutâneo de origem animal. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas.05 ou 30. purgativas.10 . mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). 3005. São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30. por exemplo.20 . etc.

etc. empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação. as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm. Este grupo compreende a oxicelulose . Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos.12. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos. bem como a de outros grupos. B. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia. cimentos para reconstituição óssea 3006.Cimentos e outros produtos para obturação dentária. etc. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos. além do ou dos princípios ativos.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista. Estes reagentes são utilizados. O e AB.40 . bem como do fator H. Ag. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo. de outros produtos da posição 29. o monômero polimeriza-se. etc. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). Atualizado em 04/01/2011 .06. de compressas ou de lamelas . Em virtude desta propriedade.Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. desde que sejam esterilizados. o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras. os categutes na posição 42.Estojos e caixas de primeiros-socorros. Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados.60 . é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio. e os poliésteres. 2º) As preparações para determinação dos grupos M. reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006. 2) As laminárias esterilizadas. tornando-se lisas e flexíveis. conforme o caso. S e P. etc. K e Le. Incluem-se aqui os materiais (ligaduras. linho). quer das do soro sangüíneo. por exemplo. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. F. seda. 4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais. Em meio úmido. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw. rugosas e de cor castanha.50 . Km. quando não esterilizados. Estes diversos produtos. As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. como Lu.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. etc.. prata. estritamente limitativa.70 . A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. b) as fibras naturais (algodão.Preparações apresentadas na forma de gel. às vezes estriadas. 2º) dos grupos de soros Gc. ovinos e outros animais). incluem-se na posição correspondente à sua natureza. devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo.Preparações opacificantes para exames radiográficos. para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos. d) os metais (aço inoxidável. ataduras.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. antibióticos. como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas). os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. N. ataduras. guarnecidos 3006.geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). aumentam consideravelmente de volume. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos.). dos subgrupos A1 e A2.37 ou de espermicidas 3006. incluem-se nas suas posições respectivas. V. Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante. etc. depois da aplicação.80 .30 . tântalo. que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar.fatores sangüíneos 3006. bronze). B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos. Podem conter.

20 e 34. (Atualização nº 4. etc. SRF nº 481. água e um espessante. etc. por exemplo). Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. etc. podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal. pela Inst. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30. eles devem ser diretamente aplicáveis. placas de ensaio). Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. Norm. de 01/02/02 . tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue. para os mesmos usos. artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A.37 ou de espermicidas. Além dos princípios ativos. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. guarnecidos. etc. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata.04). de 01/02/02 . etc. respectivamente). de óxidos metálicos. 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação.02 ou 38.). constituídos por dois ou mais ingredientes. ou produtos misturados. Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos. tintura de iodo. 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea.1 .Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 . pinças). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. ecógrafo.) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras. DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros.). tintura de arnica. A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea. cloreto de zinco. por exemplo. (Atualização nº 4. mercurocromo. B e C. 3204. por conterem substâncias farmacêuticas. São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol. extraídos previamente do próprio paciente. Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes. do gênero dos utilizados pelos médicos. placas de ensaio). para fixar os implantes protéticos ao osso existente.11 . injeção. gaze. pastas (ouates). Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano.Public.). propileno glicol.22. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo.. um endurecedor (agente de cura) e um ativador. alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25.. de outros produtos da posição 29. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos. Tratam-se de soros de origem humana ou animal. Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A. geralmente. SRF nº 481. do canal biliar. etc. B e C. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. por exemplo). c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D.Public. pela Inst. 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos.. em regra. etc. e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. e que são utilizados. são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. por exemplo. Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo. da circulação sangüínea. ou posições 30. excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29). 10) Os desperdícios farmacêuticos. como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que. não contenham mercúrio. os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente. Norm. à base dessas matérias corantes: 3204. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). possuem propriedades profiláticas. urina. Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. guta-percha ou em papel. expiração do seu prazo de validade. Pelo contrário.07.04 . Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada.D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. principalmente). 32. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas". Embora. escarificação. A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. de gutapercha ou de plástico. principalmente).Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo. b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR. que contêm. das vias urinárias.

bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas". E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes.14 . em particular. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol. os indigossóis. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar. e preparações à base desses corantes. em pó. contudo.. corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204.. 13) Os verdes fosfotúngsticos. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos.90 . 7) As matérias corantes derivadas do xanteno.Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis. de concentração-tipo.Outros I. etc. entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida).ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). as oxazínicas (galhocianinas. plásticos.) ou as tiazínicas (azul-de-metileno. Estas misturas também se classificam na presente posição. em cristais. mesmo metalizados.17 . 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil). estas matérias corantes apresentam-se. etc.19 3204. as azínicas (indulinas. em plastificantes ou em outros meios. destinados a facilitar a coloração da fibra. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.. compreendendo os seus derivados sulfonados. o b-caroteno. safraninas. por exemplo: as cianinas. não se incluem aqui. cloreto de sódio. o b-8'-apocarotenal. no estado em que se apresentam.19 . simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante. Todavia. os sais de diazônio estabilizados. por exemplo: a auramina e a fucsina. de borracha. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono. dextrina.Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204. ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. a fluoresceína. incluem-se na posição 32.Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. o índigo (anil) sintético). Sob estas formas. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos. (para diferenciar estes produtos das lacas. etc. eurodinas.. não modifica a sua classificação. 9) As matérias corantes derivadas do di.Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204.. tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. Atualizado em 04/01/2011 . B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si.12 parte C).Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína.15 . Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços..05). isocianinas e as criptocianinas. etc. etc.3204..16 . as eosinas. geralmente. na massa. 15) Os carotenóides obtidos por síntese. etc. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina. fécula. por exemplo: a alizarina.12 . e. em pasta. as outras matérias corantes sulfuradas. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha. etc. Estão incluídas nesta posição. como por exemplo.11 a 3204. como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204. tais como as pironinas. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos. as tioflavinas)..12. mas no Capítulo 29. isto é. As matérias corantes orgânicas sintéticas. podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204. nigrosinas. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra.13 . À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel. o ácido b-8'-apocarotenóico. Apresentam-se habitualmente em pasta. Todavia. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32.20 .ou do trifenilmetano. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos.). as rodaminas.Outros. 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina. A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos. em borracha natural ou sintética. em geral..Corantes ácidos.

a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo. tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores. etc. Utilizam-se para tingir o algodão. das preparações das posições 32. A maior parte. dos papéis ou das madeiras. É o caso. de lã e de náilon.As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204. Estas matérias corantes são classificadas como segue: . Como exemplo destes luminóforos.. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras. as ceras. matérias corantes. o couro e. principalmente nas fibras de celulose.10. tais como ftalocianinas que. de poliéster ou acrílicas.13. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. na prática.05. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos. de náilon ou de outras poliamidas. II. características de matérias corantes. por si mesmos. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes. dos azulenos (posição 29. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. serviram para tingir a seda. as emulsões fotográficas. Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. de fluorescência. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem.19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. mais precisamente. da bilirrubina. Alguns entre eles têm. de lã. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. Subposições 3204. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina. em si mesmos. são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos. de seda.28.11 a 3204. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam. . .12 e 32. os óleos. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas. simultaneamente.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo.11 a 3204.19 abrange. a benzidina. os ácidos aminonaftolsulfônicos. nas fibras modacrílicas ou no couro. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível.Aquelas que.21). Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo. sob esta forma. os nitrofenóis e os nitrosofenóis.08). o náilon. as tintas para pintar ou escrever.27). entre outras: . Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que. Utilizam-se nas fibras de poliéster.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes. de acetato de celulose. o papel.08 a 32. 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais. em regra nas de algodão. por exemplo. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru. os nitroclorobenzenos. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina. pela ação de radiações luminosas.15. produzem um fenômeno de luminescência ou. a borracha. reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó. no estado em que se apresentam. por exemplo. na ordem numérica.02). estando quimicamente terminadas. Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon. por exemplo). a lã ou o algodão com mordente de tanino. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros. as ceras.06. das subposições em causa. os derivados nitrados e sulfonados das aminas. os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. a anilina.33) e da acriflavina (posição 38. incluem-se na posição 32. Inicialmente. que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos. Nota Explicativa de Subposições. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial. das tintas da posição 32. da hexanitrodifenilamina (posição 29. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. 32. os vernizes. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. do metilorange (posição 29. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento).17 são classificadas na última. Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas. no que diz respeito às suas aplicações. em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis. de estrutura cristalina diferente. em solução aquosa e na presença de um eletrólito.24). Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto. Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. em menor escala. ou utilizados para corar as gasolinas para motores. Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). no entanto. a antraquinona. Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. A subposição 3204. Os produtos que. o resorcinol (resorcina). não são. Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição. matérias corantes.15 ou para corar os plásticos. dos couros e peles. Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. mas que não constituam. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. A fim de melhorar a solidez das cores. As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. a celulose regenerada. as nitrosoaminas.PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. Atualizado em 04/01/2011 .os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. etc.

04. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados. 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante. etc. Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos.19 classificam-se na subposição específica em causa.20. excluem-se das subposições 3204. 32. b) As tintas lacadas. excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. borracha.06 . plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar.Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 .) ou por co-precipitação do corante e do suporte. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32.Contendo. cloreto de bário. por vezes chamados "corantes brancos". num suporte geralmente mineral (sulfato de bário. calculado sobre matéria seca 3206.42 .05 . As lacas corantes são obtidas.10 e 32. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13. de papéis de parede ou de tintas a óleo. em peso. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32. que também se conhecem pelo nome de "lacas". caulim. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha. A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada. talco.Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206.11 a 3204.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206. doces ou licores. particularmente. dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição.08 a 32.11 a 3204.. 3206.04). 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte. outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso.. Os agentes de aviamento fluorescentes. 32.43 . terras siliciosas fósseis. Todavia.03.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e. 32. sílica.19) classificam-se na subposição residual 3204. fosfomolibdênicos.03. massas de plásticos.4 . principalmente. solúvel ou insolúvel em água. geralmente a partir das matérias corantes azóicas. de borracha. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes.19 . MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+).30 .05. as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas.). Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços.Ultramar e suas preparações 3206.41 . PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.12). sulfato de cálcio.. por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32. de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina. em particular.Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206.Outras matérias corantes e outras preparações: 3206.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos.LACAS CORANTES.04 OU 32. etc.11 . À BASE DE LACAS CORANTES. carbonato de cálcio..02).11 a 3204.17 e na subposição residual 3204. 80% ou mais de dióxido de titânio.1 .. Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes. PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. Estas lacas são utilizadas.Outros 3206. na fabricação de tintas de impressão. a laca de campeche. que resistem melhor à oxidação. Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética. etc.19. respectivamente. sendo classificados mais especificamente na subposição 3204.). tais como os ácidos fosfotúngsticos. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32.19.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204. .Litopônio.. As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: . Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó.20 . alumina. por exemplo. As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32.

). 4) O azul ultramarino. sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos.. o pigmento amarelo. adicionado ou não de sulfato de bário).13 e das tintas de impressão da posição 32.) com uma lixívia de potassa ou de amônia. em particular. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa.Outras 3206. classifica-se na posição 28. tratando-se uma mistura de silicatos.05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral.15. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro). etc.03).23.30 ou 28. pigmentos brancos constituídos por mistura. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. Porém o pigmento. 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. em proporções variáveis.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes. Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso. sulfato de bário. fabrica-se hoje artificialmente. b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos. às vezes denominado amarelo ultramarino. etc. carbonato de sódio.30). sulfeto de zinco.07. na massa. incluem-se geralmente na posição 25. etc. das tintas ou cores das posições 32.3206. empregadas para corar..50 . cromato de chumbo. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. por exemplo. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos).. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias. b) As matérias corantes inorgânicas. de cor azul. Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. Excluem-se todavia: a) As terras corantes. tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos). Estas dispersões. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. 32. (Capítulo 28). de chumbo ou de cromo.03. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto. de composição química não definida. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura). que pode apresentar-se isolado ou em mistura. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25.30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. plásticos.10.30) (ver a Nota Explicativa correspondente). O verde. aluminatos. ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis. massas de plásticos. plastificantes ou em outros meios.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A. enxofre. Entre elas. mas não avivadas. por exemplo) finamente moídos. etc. e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25. podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). etc. e o vermelho de cádmio. 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco. Atualizado em 04/01/2011 . de borracha.41. Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25. borracha.04 e 32. c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). etc. que é um cromato não misturado.42). de constituição química definida: óxido de zinco. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso. utilizam-se para corar. misturadas ou não entre si. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. especialmente o litopônio e os produtos semelhantes.30 (terra-de-cassel.08 a 32. geralmente em plaquetas ou pedaços. 32. carbonato básico de chumbo (alvaiade). de sulfeto de zinco e de sulfato de bário. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos. o azul-cerúleo. 3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio. não misturadas.12 ou 32. terra-de-colônia. também designado branco de titânio. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos. amorfa. respectivamente. o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). É uma substância sólida.49 . 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita. constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário. mesmo calcinadas ou misturadas entre si. classifica-se na posição 28. Apresentam-se habitualmente em pasta. acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29. de ferro. tais como: a) o oxicloreto de bismuto. II) De misturas. Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli. adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico.

consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas. l) O talco (posição 25.30). telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos.20). todavia. por exemplo: a) O caulim (posição 25. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre. SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO. k) A mica (posição 25.44.. o tungstato de cálcio amorfo.Excluem-se. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim.. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres". Além dos produtos precedentemente excluídos.À base de poliésteres 3208.24). podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio.18). de pequenas quantidades de substâncias radioativas. g) O carbonato de magnésio (posições 25. n) O hidróxido de alumínio (posição 28.07).46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que. depois de tratamentos apropriados. Estes produtos misturados entre si (por exemplo.TINTAS E VERNIZES. Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo. o cobre ou o manganês. polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 .PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS.19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos.19 ou 28.24). esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo.36). 32. na massa.11 ou 28. às vezes.002 mCi/g).20 . Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação. sem conterem qualquer outra substância. devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28. pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo. 3208. a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima). utilizadas para colorir plásticos. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. de aparelhos de radiografia ou de radioscopia. c) O sulfato de bário (posições 25. disperso ou dissolvido num meio não aquoso.TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante.26).12). as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.90 . m) A calcita (posição 25. que se emprega como reagente. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores". borracha natural. ij) O amianto (posição 25. Entre estes últimos.09 ou 28. b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. classifica-se na posição 28. Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados.. etc. estrutura cristalina muito particular. Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença.14). luz solar. por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização. do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28. radiação ultravioleta. B. Nota Explicativa de Subposições. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS.41.43 a 28. borracha.Outros A. f) A dolomita (posição 25. e) A ardósia (posição 25.25). DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO. resinas amínicas. Subposição 3206.36). continuam compreendidos nesta posição.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208. em quantidades mínimas.10 . h) A gipsita (posição 25. tais como a prata. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência).33).18). etc. d) As terras de infusórios (posição 25. que os tornam luminescentes. de produtos "ativadores".08 . de aparelhos de radar. Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0. borrachas sintéticas ou em plastificantes. mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água. mas somente ao fato de terem adquirido.

São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39. de matérias de carga (sulfato de bário. por exemplo. constituídos por oligômeros (isto é. resinas epóxidas. brilhante ou fosca e dura. por exemplo). retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis. forma uma película particularmente lisa. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. nos dois tipos de soluções. tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação. colorida. depois de secos. à trolha. isto é. nos manuscritos. Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C.12). polímeros vinílicos.04. B. formam. fosco ou acetinado. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. nas fotocópias. quando for o caso. etc. 2) Os vernizes endurecíveis por radiação. esta. cujo peso exceda 50% do peso da solução. tais como corantes. tolueno. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. novolacas ou outras resinas fenólicas.24). retardadores. qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição. abaixo). uma película não aderente e opaca. os principais métodos industriais são. brilhante ou fosca. Formam um filme seco.um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. mais ou menos transparente ou translúcido. a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . insolúvel em água. com ou sem fotoiniciadores. incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: . Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. acondicionados em embalagens para venda a retalho. pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos. ou insolúveis. abaixo. e) Os colódios.um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39. relativamente duro. a tinta diz-se "tinta-esmalte". 32. A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. adicionadas de solventes e de diluentes. Para aplicar estas tintas e vernizes.15). de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). que pode ser brilhante. silicones.. Quando se aplicam sobre uma superfície. entre outros.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina. à espátula. por exemplo. tais como aceleradores. Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. silicones. . Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução.06). Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes. etc. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32.13 e.. São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura). certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato. quando seca. Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. acima). aglutinantes e solventes.07. de agentes de superfície. b) As tintas de impressão que. trata-se. Atualizado em 04/01/2011 . chumbo ou de zinco). polimeros com 2.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima). isto é. etc. de raios X.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies.) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. por exemplo). 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C. carbonato de cálcio. e a borracha sintética). quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural. d) Os líquidos corretores. essências de terebintina. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco).01 a 39.ou outros. os vernizes das posições 39. Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados. por exemplo). adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39. C. tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit.09 TINTAS E VERNIZES.01 a 39. São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. talco. tais como fachadas e pavimentos. tais como matérias de carga. constituídos essencialmente por pigmentos. resinas alquídicas e outros poliésteres. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. resinas amínicas. respectivamente. liso e contínuo. depende dos usos a que se destinam. (posição 32. de radiação infravermelha. de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. misturas de solventes sintéticos. ou pigmentos. manganês.14). (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS.13. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes.ver a parte A. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo. c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33.13. Quando o meio é constituído por um verniz. em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38.01 a 39. a pulverização. Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso.

e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição). o branco gelatinoso. b) uma só resina. DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral. ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos.. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. colofônia.TINTAS Na acepção da presente posição. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. tais como os ésteres poliacrílicos.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. SRF nº 481. (Atualização nº 3. PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS. tais como a cola de pele ou a caseína. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. de resinas ou de gomas naturais. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. quer por polímeros. pela Inst. que constitui o agente filmogênio. à base de betumes naturais. 3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. com adição de um pigmento. Relativamente a alguns vernizes. em pastas ou emulsões.Public. Apresentam-se em pó e. reunidos ou não numa única embalagem.. misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente. 32. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante.90 . etc. Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização.10 . no momento da utilização. C. Quando esta condição não estiver satisfeita. B. por vezes. Norm.Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados.15). A algumas destas tintas são incorporadas cargas. consideram-se tintas. O aglutinante. A. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso. em essências de terebintina. em white spirit. tais como fachadas ou pavimentos. deve considerar-se como meio aquoso. à trolha. classificam-se na posição 37. com ou sem fotoiniciadores.14). resina copal. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. matérias anti-sépticas ou inseticidas. por exemplo). constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. damar. que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele. (posição 32.07. a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. não da adição de um endurecedor.10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES.. etc. Se esta condição não for satisfeita. Os produtos semelhantes aos descritos em c). Atualizado em 04/01/2011 . é uma variedade de tinta à água. de 01/02/02 . Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila). resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas.15. insolúveis nos solventes (película endurecida seca). todavia. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão. As tintas à água compreendem.) em álcool (vernizes a álcool). entre outros. isto é. Neste caso. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. de maneira a resultar num revestimento flexível. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação. polímeros com 2.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. é constituído. de raios X. breu ou produtos semelhantes. de radiação infravermelha. em dispersão ou em solução num meio aquoso. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. neste caso designado "endurecedor". óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. sendo a formação da película dependente. ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato. num meio aquoso ou não. 2) O branco para limpar calçados.3209. etc. por exemplo. ou c) oligômeros (isto é. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica. 3) Os vernizes betuminosos. b) As tintas de impressão que. em acetona.VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios. as tintas de caseína e as tintas de silicatos. os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos. de pinho. esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. à espátula. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos.

PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS..Outros A. 32. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar.. (posição 32.por exemplo. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos). Atualizado em 04/01/2011 . As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. geralmente.90 .. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais.. com. b) Os produtos de composição química definida. denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. à trolha. O presente grupo abrange também as dispersões concentradas.15). consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos). não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas. 32. etc. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e.) com uma carga inerte . b) As tintas de impressão que.11 SECANTES PREPARADOS. TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO.. de cobre na posição 74. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas. bióxido de manganês. c) Os resinatos (posição 38. tabletes.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39). porém. num meio não aquoso (óleos sicativos. não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29). naftaleno ou oleato de zinco. dos tipos utilizados para acabamento de couros. white spirit. à espátula. dos tipos utilizados na fabricação de tintas. em misturas de matérias corantes. por exemplo.18. apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar.14). em pó ou em palhetas). São. desde que evidentemente reconhecíveis como tais. pasta ou em dispersões em água. white spirit. substâncias inertes de corte. As folhas metálicas delgadas.Folhas para marcar a ferro 3212. 2) Em formas próprias (bolas. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica.08.TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios. c) As tintas pulverulentas. obtido a partir de escamas de certos peixes.ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina.3) Os pigmentos à água preparados. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. FOLHAS PARA MARCAR A FERRO. por vaporização ou por qualquer outro processo. 3212. por exemplo) no estado líquido ou pastoso. em geral. B. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit. isto é. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais.10 e as de alumínio na posição 76. à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. etc. consoante a matéria constitutiva: por exemplo. obtidas por martelagem ou laminagem. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. Apresentam-se em pó. classificam-se. às vezes. essências de terebintina. especialmente). Estas folhas empregam-se para marcar encadernações. etc. tais como fachadas ou pavimentos. são composições semelhantes às tintas à água. esmalte (verniz*) para unhas e tintas.07. resinato de cobalto. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. ou verniz. 2) Em folhas de papel. a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo. etc. que consistem. carneiras de chapéus. C.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS.12 . de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. as folhas de ouro na posição 71. com mordentes. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS.06). a gipsita (secantes sólidos) .10 . ativando a sua oxidação.

. paletas ou espátulas. parcial ou totalmente. para assegurar a estanqueidade e. borracha.90 . matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. em pastilhas. d) As tinturas para o cabelo da posição 33. freqüentemente. principalmente. por exemplo). geralmente. Também se consideram mástiques à base de cera. por exemplo. aqueles em que a cera se substitui. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. atividades educativas. que lhes aumentam as propriedades adesivas. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes.05. Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria. c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. frascos. quer por tratamento térmico (fusão. misturando-se dois componentes. tubos.09. aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. constituídos essencialmente por óleo sicativos. pintura de tabuletas. pastilhas. potes. e são tornadas pastosas no momento da aplicação. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES.Mástique de vidraceiro. por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico. FRASCOS. Em geral. RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO). cal. Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa.04). em alguns casos.CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA.) misturados entre si e mais. especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. godês ou acondicionamentos semelhantes. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32. Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. e) Os pastéis (posição 96. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão.Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. etc. após sua aplicação. para assegurar a fixação ou a aderência de peças. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. por exemplo). Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques. godês. Estes mástiques utilizam-se. o nanquim (tinta-da-china*). de trolha. frascos. que se preparam geralmente no momento da aplicação. 32. Outras servem para tingir calçados. EM PASTILHAS. entre outros: 1) Os mástiques a óleo. mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas. ATIVIDADES EDUCATIVAS.13). INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas. damar. 32.09). tais como pincéis.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO. constituídos por ceras (de qualquer espécie). ésteres resínicos.14 . Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). adicionados de outras matérias. INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. se adicionam resinas. constituídos por resinas naturais (goma-laca. 3) Os cimentos de resinas. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola. recreação e cores semelhantes. b) As tintas de impressão (posição 32.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. quer por adição de um líquido (água. esfuminhos. para tornar estanques os blocos e cárters de motores.. borracha. 3213. endurecendo. pintura de tabuletas. atividades educativas. cera de calafate). potes.10 .Cores em sortidos 3213. cimento ou qualquer outra carga mineral. etc.15). etc.90 . MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES.. cimentos de resina e outros mástiques. betumes. e agentes endurecedores. Em geral. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. tubos.13 .). de espátula. por exemplo). resinas de cumarona-indeno. poliésteres. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização. Este grupo compreende. guaches. nem os pastéis e outros artigos da posição 96. goma-laca. por exemplo). colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. radiadores. e os outros produtos da posição 32. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. na montagem de velas de ignição. areia. mesmo que contendo acessórios.10 . tintas a óleo. 4) Os mástiques à base de vidro solúvel. indutos utilizados em pintura 3214. pó de tijolo. freqüentemente. etc. Atualizado em 04/01/2011 .15. Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística. GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. os canos de descarga (tubos de escape*). às quais. o outro por matérias de carga (quartzo em pó. modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas. modificação de tonalidades. óleos. fibra de amianto. móveis de madeira. PINTURA DE TABULETAS. TUBOS. POTES. desde que se apresentem em tabletes. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. ou para vedar algumas juntas. tais como ceras.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável. Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas. etc. 3214. por exemplo. de metais ou de artefatos de porcelana. I. como massas de enchimento.

sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. em certos casos.22 e 25. de pigmentos. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura. depois de se lhes adicionar um endurecedor. Norm. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. areia. SRF nº 481. etc. ganchos.01). de 01/02/02 . também. depois de aplicados. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. silicatos. vedar-lhes as fendas e orifícios e. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. tais como mástiques para carroçarias. paredes interiores. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. em virtude da sua composição e acondicionamento. Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. por exemplo. Por outro lado. 7) Os mástiques à base de enxofre. Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas. a cal e os cimentos (posições 25. para assentamento de ladrilhos e azulejos. para vedação de fendas em artefatos de madeira. matérias de carga. II. constituídos. vernizes e produtos semelhantes. etc. 3) Os indutos pastosos. e que. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. por gelatina e por poliisobutileno. pela Inst. resinas poliésteres. estanques e resistentes aos ácidos. colofônia. mais importantes. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. denominada em alguns países. desde que. celulose de madeira. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados. 11) Os mástiques à base de borracha. de um solvente orgânico.20. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos. pavimentos e tetos de prédios. em alguns casos. Empregam-se para calafetar madeira. para selar documentos. Atualizado em 04/01/2011 . sem prévio reacondicionamento. etc. etc. b) O gesso. perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. em geral. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita. poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. São utilizados para fechar hermeticamente latas. a fim de lhes eliminar as irregularidades. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. 13) Os lacres. etc. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. por exemplo. etc. farinhas de madeira). constituídos. borracha.23). Utilizamse. a que se adicionam agentes retardadores e. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. Podem ser constituídos. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. de uma certa quantidade de água ou de solvente. nas paredes e fundos de piscinas. por exemplo).) e. principalmente. e por plastificantes. paredes interiores). por vezes. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas. aglutinantes ou de antioxidantes. de cargas minerais e de matérias corantes. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. tais como argila. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. constituídos por gesso e areia. 25. diferenciam-se das tintas. São utilizados. 4) Os indutos líquidos. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. por pectina. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13. cavilhas. fibra de vidro. Utilizamse. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. quartzo ou misturas de quartzo e sílica. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. entre outros: 1) Os indutos em pó. 2º) apresentados ao mesmo tempo. tornados pastosos pela adição de água. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. depois de se lhes adicionar água.Public. etc.INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. por possuírem teor elevado de matérias de carga e. por exemplo. são utilizados para fixar parafusos. e em calafetagem. às vezes. como às quantidades respectivas. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. também.15). mástique. a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego. matérias de carga. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio. como complementares uns dos outros. bióxido de titânio e pós metálicos. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos. Todavia. que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos.. especialmente. Esta posição não compreende: a) A resina natural. carbonatos.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco. por exemplo. Em geral. Aplicados. B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. Estes mástiques podem. eliminar-lhes a porosidade. 8) Os mástiques à base de gesso. em partes iguais. por carboximetilcelulose de sódio. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição. Este grupo compreende. utilizam-se como indutos para carroçarias. (Atualização nº 3. plastificantes. São sólidos e usam-se em vedações duras. areia e outros silicatos. adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento. pinos. Utilizam-se para encher cavidades. e adicionados de pigmentos e. matérias cerâmicas e outras matérias. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. em fachadas por meio de pincel ou à pistola. por exemplo. bem como para fixação de peças. em certos casos. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. constituídos por enxofre misturado com cargas inertes.. a que se adicionam matérias de carga (por exemplo. cola.

PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA.Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307. como por exemplo os cremes e espumas para barbear. Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova. as loções para após a barba. II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito. Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34.02. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações. PREPARADOS.Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307.41 .Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes.06).07 . as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho. durante ou após). As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição. 3307. mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas.30 .Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306. tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). de pós. III) Os pós.Preparações para barbear (antes. 3306. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes. Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais).4 ..01.d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307. g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38. destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins.90 .90 . 33. e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38. COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES.10 .06 .Dentifrícios 3306. em geral. PREPARAÇÕES PARA BANHOS. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. de papéis impregnados. 33. II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos).PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. tais como o tratamento profilático de cáries. DURANTE OU APÓS). quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. em embalagens individuais para venda a retalho. Atualizado em 04/01/2011 . III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma. As preparações para lavagem da pele. FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS). IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS.Outras 3307. por evaporação ou combustão.20 .20 . 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras.24). durante ou após) 3307. em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.01. DEPILATÓRIOS.07.49 . incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas. são classificadas na posição 34. f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38. EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO. MESMO NÃO PERFUMADOS. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE.10 .. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. Atuam.Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.16). etc. essas preparações são incluídas na posição 34. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. de cones.

em geral. Podem tratar-se de soluções desinfetantes. por substâncias (metacrilato de laurila. tais como o carvão ativado. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal. da posição 38. impregnados. Acondicionados para venda a retalho. preparados. incluem-se igualmente na presente posição. essencialmente. 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. 2) Os desodorantes de ambientes. acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). 5) As pastas (ouates). mesmo não perfumados. apresentam-se em recipientes aerossóis. Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. de limpeza. revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. 6) Os produtos de toucador preparados para animais. tendo ou não propriedades desinfetantes. V) Outros produtos. por exemplo. feltros e falsos tecidos. etc. Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. Os produtos. estas preparações. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso. tais como: 1) Os depilatórios. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. automóveis.06).Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros..01 Óleos essenciais Absinto.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 .

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris. lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta). Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 .Hissopo Hortelã-pimenta (menta. Ligústica.

sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina.

mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos. castanha ou amarelo-clara. acondicionados para venda a retalho. MESMO CONTENDO SABÃO. enxofre e sulfamidas. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME.07). se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). impregnados. produzem espuma abundante.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. pelo contrário.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. a) Os sabões leves ou flutuantes. naftol. EM BARRAS. produtos e preparações orgânicos tensoativos. e papel. FELTROS E FALSOS TECIDOS. na forma de líquido ou de creme. corados ou marmorizados. que contêm. em pequenas quantidades.. Os sabões líquidos. que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol.. que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes. de cor verde. e os sabões desodorantes. Os sabões deste tipo são viscosos e.Sabões.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que. e os sabões desodorantes. PÃES.Sabões sob outras formas 3401. 3401. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool.. Podem ser brancos. IMPREGNADOS.1 . A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO. PASTAS ("OUATES"). para banho.11 . que. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE. os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados. MESMO CONTENDO SABÃO. pedaços ou figuras moldados.01 . cresol.19 . Há três categorias de sabões: Os sabões duros. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. em geral. b) Os sabões denominados de glicerina. bem como os sabões ditos de glicerina.SABÕES. glicerol ou açúcar. em barras. que contêm substâncias medicamentosas. mesmo contendo sabão I. os sabões de barba. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. isto é. fenol. d) Os sabões medicinais. PAPEL. quase sempre. tais como ácido bórico. Atualizado em 04/01/2011 . ácido salicílico. os sabões propriamente ditos. uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos. pastas ("ouates"). e) Os sabões desinfetantes. para banho. em solução aquosa. pães. feltros e falsos tecidos.Outros 3401. sabões translúcidos. c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33. às vezes.20 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401. Os sabões moles.30 . Na prática.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. que.

como também resinatos alcalinos da posição 38. MESMO CONTENDO SABÃO.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE. As preparações desinfetantes da posição 38. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado. etc.06 ou naftenatos alcalinos da posição 34.. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*). sólidos. enquanto que os sabões são. conforme os casos).08.08 contêm proporções elevadas de fenol.Outros 3402. impregnados. sílica. Estão igualmente aqui compreendidos. etc. abrasivos ou desinfetantes. Elas são líquidas.20 . pastas (ouates). preparados com vistas a usos especiais. formuladas com os mesmos constituintes. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38.. em pães. III. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. pães. Além das exclusões já mencionadas. pós. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras. 30. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. sílica.02. c) O papel. respectivamente).Catiônicos 3402. feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas. impregnados. e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões). pastas ou em soluções aquosas. que consistem em sabão adicionado de areia. por adição de areia. abrasivos. mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402.. flocos. as preparações tensoativas e as preparações para lavagem. os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras. por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção. PASTAS (OUATES). no todo ou em parte.19 .01. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho.06.Outras Atualizado em 04/01/2011 . as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). os feltros e os falsos tecidos.11 ..AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). b) Os produtos e preparações insolúveis em água.22). desde que se apresentem nas formas acima indicadas.Aniônicos 3402.. pães. pedra-pomes em pó. sabão e. por outro.PAPEL. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. essas preparações estão incluídas na posição 34. o regime da matéria constitutiva de suporte. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. 3402. incluem-se na posição 34. tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. PÃES. f) Os plásticos alveolares. pedaços ou figuras moldados. pó de ardósia.1 . EM BARRAS. as pastas (ouates). polimerização de borracha sintética e lavanderia. mesmo contendo sabão. cresol.. que podem ser corados ou perfumados. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. f) Os sabões abrasivos. NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME.90 . 3) Os sabões de resina. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34.13 .02. ou seja. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. em pedaços ou figuras moldados. mesmo contendo sabão.Agentes orgânicos de superfície. 38. MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende.05. Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima. geralmente. em geral. 4) Os sabões industriais. desde que se apresentem em barras. nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos. a borracha alveolar.02. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto. cresol. Todavia. etc. serragem (serradura) ou produtos semelhantes. IV. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos.formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas. As pastas e pós. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel.05 e 33.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO. que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra.Não iônicos 3402.). 34. pedaços ou figuras moldados. etc. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes.. 2) Os sabões para limpeza doméstica.12 . II. a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. fenol. da posição 34. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. para arear. tais como os que se empregam em trefilagem..Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas.02 . de tall oil ou de naftenatos. feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33). revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. pedra-pomes em pó.

em proporção que. por exemplo. especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. em alquilpoliétersulfatos. formação de espuma. ionizar-se em soluções aquosas. Ionizam-se em solução aquosa.5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C. nesse estado. tais como o cicloexanol. As preparações tensoativas são utilizadas. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. 4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. em pequenas quantidades. Consistem. donde a designação de "agentes de superfície". os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4. ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. de emulsificar ou dispersar. Para os efeitos da presente posição. em proporção tal que. couros ou peleterias (peles com pêlos*). expressa em sais anidros. alquilarilsulfonatos. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. ação molhante). As preparações tensoativas propriamente ditas. são sabões líquidos da posição 34. Estes agentes de superfície podem conter. adicionadas. emulsificantes. Não libertam íons em solução aquosa. Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras. agentes de desengorduramento. por exemplo. Consistem. alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação. de amônia ou de etanolaminas. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. (As soluções de sabão em água. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. em geral. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos.5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. Todavia. Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura. molhantes para tingimento. para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. MESMO CONTENDO SABÃO. 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu. as que contenham certa proporção de sabão. em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos.5% à temperatura de 20°C e. Atualizado em 04/01/2011 .PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). pela sua ação de limpar. por exemplo. 2º) Agentes molhantes. principalmente. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. por exemplo. misturados com água na concentração de 0. especialmente. quer como componentes adicionados intencionalmente. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto). em geral. Podem. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico. II. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. com uma concentração de 0.. Ionizam-se em solução aquosa. de pequenas quantidades (que. emulsificação. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. acima. 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície). aminossulfônicos. alquilsulfatos.I. em seguida. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A. em numerosas aplicações industriais. Estas preparações compreendem. tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. de molhar.. consoante as condições do meio. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo. não ultrapassa 15%. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. aminossulfúricos e aminofosfóricos. os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável. de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral). nas suas moléculas. às vezes. num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno.01). Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais. sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). em sulfonatos de petróleo. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. 4) Anfólitos. 3) Não iônicos. 2) Catiônicos. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). Citam-se aqui. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*).

2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas. 34. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS.. agentes antieletrostáticos. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS. d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34. e) Os naftenatos. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes". Os produtos de toucador ou de lavagem.9 . etc. corantes.08.03. 38.03 .. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. . 3403. Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio. sabão ou outros agentes de superfície.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção).01). óxidos graxos (gordos*) de aminas).24. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. silicato de sódio ou borato de sódio. em especial.quer de substâncias alcalinas.Outras 3403. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403..01. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34.05. Apresentam-se sob forma líquida. carbonatos de sódio.Preparações para tratamento de matérias têxteis. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima.19 .1 . EM PESO. nas indústrias de laticínios ou de cerveja..09. vidros e outras superfícies. que se apresentem em barras. apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34. com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície. 38. B. amidas de ácidos graxos (gordos*). agentes anti-redeposição.24. Regra geral. 70% OU MAIS. insolúveis em água.Preparações para tratamento de matérias têxteis. EXCETO AS CONTENDO. etc. quer em sabões. Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. desde que não se classifiquem em posição mais específica.11 . as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas. enzimas). As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies.PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE. limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. couros. frigideiras. especialmente. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos. e contendo. em pedaços ou em figuras moldados. couros. 38.Outras: 3403. PARA UNTAR COUROS. impregnados. 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio). quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos. peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . 34. As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34. louça ou de utensílios de cozinha.. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403. estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico. particularmente. As preparações para limpeza ou desengorduramento. bactericidas. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico. os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas. tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica. para enxaguar e para branquear a roupa. inibidores de corrosão. Os componentes essenciais consistem. Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas. em pães. COMO CONSTITUINTES DE BASE. à base: . pastas (ouates). mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). os feltros e os falsos tecidos. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais. sais do ácido nitrilotriacético (NTA)). Estes produtos incluem-se na posição 38.05).quer de solventes e emulsificantes. Esta categoria de produtos pode conter. quer ainda numa mistura destes produtos. perfumes. b) O papel.91 . Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. C. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM. em pequenas quantidades. 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas.01). consoante o caso). Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. incluem-se todavia na posição 34.

produtos antiferrugem ou antioxidantes. São geralmente constituídas. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras. de mica. misturas de sabão sódico. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. veículos aéreos ou outros dispositivos. que se empregam para desbloquear parafusos. breu (pez). Este grupo compreende. fundição). entre outras.17).outras matérias 3403. C) Os óleos de corte. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes. entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico.01. a presente posição compreende.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol). da posição 38. bem como as preparações antiferrugem da posição 38. engordurar couro. aparelhos ou instrumentos. no essencial. as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo.De linhita modificada quimicamente . em peso. a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base. contêm aditivos.22). 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27. de sebaçato de dioctila ou de dinonila. veículos. peleterias (pele com pêlo) etc. plásticos.99 . 70% ou mais de óleo mineral. em peso. e. tais como: 1) Os óleos minerais. Todavia. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. etc. estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais. contendo. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas. entre outros. bissulfeto de molibdênio. misturados ou emulsionados com ceras.02).10). sabões calcários ou metálicos.24). porcas ou outras peças. vegetais ou minerais. utilizadas em diversas indústrias (por exemplo. etc.04 3404. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo. Em geral. Os lubrificantes sintéticos. As preparações para obtenção de óleos de corte (à base. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. tais como grafita. de bentonita ou de alumínio. oxidados ou hidrogenados).). de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. por exemplo. e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes). não se podem utilizar como óleos de corte. negros de carbono. Todavia. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc. nesse estado. Citam-se.06). enquanto constituintes de base.20 3404. . gorduras. contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. agentes antiferrugem. de óleos minerais e água. em particular os que tenham por base silicone. de policlorobifenilas. 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. talco. construção civil. G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis. de talco. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. por óleos lubrificantes. em geral. 70% ou mais de white spirit. freqüentemente. excluem-se da presente posição (posição 34. com óleos. etc.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . borracha. 3) As misturas de pó de grafita. podendo também conter lubrificantes espessos.. misturas em pó de sabões calcários e de cal. agentes de superfície. tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15.Outras Com exclusão dos produtos contendo. etc.10 3404. ceras. 2) As misturas contendo gorduras ou óleos. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão. 34. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. mesmo contendo. couros. por exemplo. em peso. de silicone. solventes. peles. de ésteres fosfóricos. para motores de reação (propulsão a jato).Outras Atualizado em 04/01/2011 . óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15. gorduras e sulfoleatos. misturas de óleos. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis. de estearato de alumínio. lecitina ou antioxidantes. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38.24.

23).000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo.s (ou 10. as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante.24). As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes.e de diestearato de glicerol. excluídas e classificam-se na posição 15. mas podem ser translúcidos. Contudo. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante. As ceras dos grupos A) e C). etc. As ceras animais ou vegetais não misturadas. d) acima de 40°C. agentes de conservação. medida no viscosímero rotativo. d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos.05). varetas ou formas semelhantes (posição 34. 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27. b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). posição 39. e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais. Entre elas. acima são excluídos da presente posição (posições 34. todavia. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). como aglutinantes. acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C. matérias minerais ou outras matérias. h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. os produtos desta espécie possuem. excluídas as ceras da posição 27. animais. Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera. 2º) não são transparentes. Além disso. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. apresentados isoladamente (Capítulo 29). agentes de conservação de madeira. g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38. lubrificantes. dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita. f) As misturas de mono-. de encáusticas. Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético.12. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida.05. B) e C). contudo.24 ou 39. modificado por pequenas quantidades de sabão.12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria. não formam facilmente fios. di. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. ferraduras. São utilizadas como ignífugos. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. As misturas de ceras minerais são. por exemplo). além disso. gorduras. C) Produtos que apresentem características de ceras. policlorobifenilas ou policloronaftalenos. f) são maus condutores de calor e de eletricidade. todavia.07). emolientes. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal). etc. dos revestimentos. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. etc. em geral. mesmo refinadas ou coradas estão. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios. de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol. por exemplo).14. igual ou inferior a 10 Pa. as ceras de polietileno. qualquer que seja a sua apresentação. São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. à base de uma ou várias ceras e contendo.A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo). 38. especialmente). Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas. pomadas para polimento. c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como. b) Os óleos hidrogenados.12. ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. de lubrificantes para têxteis. vegetais ou de outros tipos.02. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. Atualizado em 04/01/2011 . dos lubrificantes. obtidas por síntese (por exemplo. constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. a mistura de mono.01). ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas.07. São. 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. etc. tintas. com exceção das compreendidas na posição 32. As ceras minerais não misturadas. de aminas ou amidas graxas (gordas*). a cera composta de parafina e ácido esteárico. etc. e 2) uma viscosidade.) quando misturados. Entram na composição dos cosméticos. esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina. mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. e outros são quebradiços (ceras duras). e) um pouco acima do seu ponto de fusão.16). os produtos mencionados nos grupos A). mesmo solúveis em água. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. substâncias de impregnação de condensadores.12. estão também excluídas e clasificam-se na posição 27.09. excluídas incluindo-se na posição 27. por exemplo. isolantes. etc.24). B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. Além das exclusões já mencionadas. ou por mistura de ceras de tipos (animal.21. fundem sem se decompor. resinas.

Atualizado em 04/01/2011 . para arear (utensílios de cozinha. muitas vezes acondicionadas para venda a retalho. PASTAS ("OUATES"). impregnados. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS.10 . móveis. podem ser próprias para usos domésticos ou industriais. ladrilhos. os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor. muitas vezes. etc.40 .10). A presente posição abrange igualmente o papel.04. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias. d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. sobre matéria seca. cremes e preparações semelhantes. que se classificam segundo a sua natureza (trata-se. álcalis. o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados. de essências de petróleo da posição 27. ou em pó.22). etc.90 .Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados. Capítulos 25 ou 28). AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS). Estas preparações. geralmente. como dextrina.quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula.14 ou 38. para calçados. São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral. de produtos químicos (ácidos. estas preparações são à base de ceras. Os amidos reticulados (por exemplo. constituídas por matérias de polir muito macias. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32. os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante. FELTROS. Todavia. para conservação e limpeza de móveis de madeira. eterificação ou esterificação. bem como as preparações em pasta ou em pó. 34. por exemplo. em geral. Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. No entanto. soalhos e de outros artigos de madeira 3405. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras. tais como cré ou kieselgur. oleados.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO. 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão. adicionadas de matérias corantes. Apresentam-se. falsos tecidos. que provém: . FALSOS TECIDOS. PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL. ENCÁUSTICAS.24). se necessário. plásticos alveolares ou borracha alveolar. É solúvel em água aquecida.quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição.30 . apenas se incluem aqui. 3505.Pomadas. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool. bem como os amidos e féculas modificados. no estado pastoso ou líquido.Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505.) ou de diástases.24. Conforme os casos. 35. cobre. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. respectivamente). fogões.05 . IMPREGNADOS.) e as preparações semelhantes. 3405. revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. por oxidação. em pequenas quantidades. A dextrina apresenta-se em pó branco. não superior a 10%. exceto preparações para dar brilho a metais 3405.20 . abrasivos ou outras matérias. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES).10 ou de produtos das posições 38. azulejos. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas.). c) O degrás e o degrás artificial (posição 15.34. pastas (ouates).Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes.03. feltros. 38. etc. posições 27.10 . por exemplo. impregnadas. tais como as pomadas e cremes para o couro. .Encáusticas e preparações semelhantes.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS.). COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS. isto é.). são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. 1) A dextrina. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados. b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes.Pastas. etc. As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. VIDROS OU METAIS. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas. em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido. as encáusticas (para assoalhos.05 . etc. 3) Os produtos para polir. pias. para calçados ou para couros 3405. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. pós e outras preparações para arear 3405. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados. amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada. contendo pó ou poeira de diamante. tabletes ou varetas. Se não forem usados reagentes. vidros ou metais (prata. de reagentes químicos.10.20 . 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro. expresso em dextrose.

Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis.01 a 39. cloreto de magnésio). etc. em potes ou em latas.COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS. em contato com ácidos diluídos. com peso líquido não superior a 1kg 3506. São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. expresso em dextrose. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. de tipo apropriado. com peso líquido não superior a 1 kg. contendo pequenas quantidades de caulim. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento.Outros: 3506. especialmente. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo.08). B) As colas à base de amidos ou de féculas. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. frascos ou potes de vidro. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal.Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. neste caso.Adesivos à base de polímeros das posições 39. 3) Os adesivos à base de silicatos. por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. como colas. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. Utilizam-se.02). bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos. temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. Estes produtos são utilizados na fabricação de papel.10 . na indústria têxtil. não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo. na indústria das tintas.09). a frio. De uma maneira geral. Às vezes. hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. latas ou bisnagas metálicas. utilizados na fabricação de explosivos.. COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. superior a 10% (posição 17. às vezes. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição. Este grupo compreende as colas e outros adesivos. às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos. d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. Estas embalagens para venda a retalho são.06). em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição). 35. com os nomes de "goma" e british gum. amarela ou acastanhada e alguns designam-se. etc. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. entre os amidos e féculas esterificados. caixas de cartão.Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. por exemplo. etc. preparados da parte B) abaixo. 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. 3506. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores. do papel ou semelhantes (posição 38. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. em geral. 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). cuja cor varia do amarelo ao castanho. soda cáustica). c) As colas acondicionadas para venda a retalho.13 ou de borracha 3506. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11. utilizado. em geral. por exemplo. claridade da solução e do gel. Atualizado em 04/01/2011 . como pó para luvas cirúrgicas.. PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS. sobre matéria seca.06 . tendência a se gelificar ou a se cristalizar.99 . sacos de papel. B) As colas e outros adesivos preparados.. do papel ou metalúrgica. os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido.9 . acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.91 . desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta. de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. podem mesmo consistir. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca. do couro. 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo. junta-se um pincel. principalmente. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. para as indústrias têxtil. 5) Os outros amidos e féculas modificados. bem como nas indústrias têxtil. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó. capacidade de aglutinação em presença de água. uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades.

01 a 39. as colas de origem animal (posição 35.05).De largura superior a 16mm. cargas inertes. etc.Outros: 3701. seja no estado em que se encontram. FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS.4 .39).De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 .Outros filmes.9 . e comprimento superior a 30m 3702.Outros: 3702.01).. FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras.Outros 37. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS. solventes.32 .08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40).01 CHAPAS E FILMES PLANOS. não perfurados. caseinato de cálcio (posição 35.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38.56 .10 .Outros.41 . agentes de vulcanização e resinas. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL. NÃO IMPRESSIONADOS. Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam.20 . enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados. exceto para fotografia a cores 3702..De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702.30 . 3701. SENSIBILIZADOS.14.20 . seja após transformação. SENSIBILIZADOS. b) Os produtos tais como: visco (posição 13.31 .Para fotografia a cores (policromos) 3701.54 .01 a 39. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.02). EM ROLOS.Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701..24).13 (Capítulo 39 ou posição 32. as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39..01)...03) e as colas à base de amidos ou de féculas.10 .42 .02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS. e comprimento não superior a 30m.52 . DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.3 . mas não superior a 35mm...05). EM ROLOS. sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos. 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha. plastificantes. DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS.De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.44 .Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702.Outros filmes. SENSIBILIZADOS.Outros 3702.9 .13 que. pigmentos. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35. de largura não superior a 105mm: 3702.Para fotografia a cores (policromos) 3702. independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga. por exemplo). NÃO IMPRESSIONADOS.4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. mas não superior a 35mm.39 . solventes orgânicos. contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702. para fotografia a cores (policromos) 3702. silicatos não misturados (posição 28.De largura superior a 35mm 3702.43 . FOTOGRÁFICOS.. 3702.. 37. para fotografia a cores (policromos): 3702.De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702.Para raios X 3702. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35. e comprimento não superior a 30m..5 .53 . mas não superior a 35mm. NÃO IMPRESSIONADOS.91 . dextrina (posição 35.Para raios X 3701.De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m. Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32.51 .. Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38. não perfurados.).91 .De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702.55 . para diapositivos 3702. classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas. MESMO EM CARTUCHOS.99 . de largura superior a 105mm: 3702.Outros filmes. NÃO IMPRESSIONADOS. mas não superior a 610mm 3702. que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39.... Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima.De largura superior a 16mm. exceto para diapositivos 3702..De largura superior a 16mm.De largura superior a 105mm. que em certos países por vezes se chamam "colas".

são excluídos (posição 37.01.De largura superior a 16mm.3702. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. Pelo contrário. não são. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces.94 3702. b) Os filmes não sensibilizados. fotográficos.02). Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. de vidro. em rolos. em rolos (posição 37. permitindo obter. instantaneamente. como negativos. pode também ser de metal ou de pedra. mas não superior a 35mm. sensibilizados mas não impressionados. Todavia. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. 9 1/2 ou 8 mm. cartões ou têxteis. Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose. etc.23). Algumas dessas chapas devem.. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas. recobertas de uma emulsão. São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens. fotocolografia. Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37. apresentados em rolos. 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia. ou por outro modo de acondicionamento. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos.03. papel. reprodução fotomecânica ou para usos especiais. de matérias diferentes do papel.93 3702. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza). para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. antes da exposição. contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente. fotografias positivas acabadas. incluída a dentária. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos.95 . sejam utilizadas em processos de impressão. c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. sensibilizados e não impressionados.. fotocromotipografia. e que estão incluídos na posição 37. heliogravura. por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador. todavia. de plásticos (Capítulo 39). fotografia de raios cósmicos. fotomicrografia. sendo as suas larguras normais de 35. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios.De largura superior a 16mm. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. mas não superior a 35mm. quer por um invólucro apropriado. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. são quase sempre sensibilizados nas duas faces. B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. tal como acetato de celulose. Estas chapas e filmes planos (isto é. Estes artigos utilizam-se para fins variados. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. sensibilizados mas não impressionados. As fitas e filmes. não planas). em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais. 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. do cartão ou dos têxteis. Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos.03). que depois de terem sido impressionadas e reveladas. às vezes. de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico. Podem ser de qualquer matéria. astronomia. Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz. Esta posição não compreende os papéis. como as chapas da posição 37. Algumas chapas. Atualizado em 04/01/2011 . para processos de impressão fotomecânica. e comprimento não superior a 30m . cartão ou têxteis (negativo). B) Os filmes fotográficos planos. geralmente. sensibilizados. estão excluídos (posição 37. A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. O suporte é flexível. sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada.). de matérias diferentes do papel. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. do cartão e dos têxteis (posição 37. b) Os filmes sensibilizados. e comprimento superior a 30m . fotografia aérea. os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. do cartão ou dos têxteis. 2) Em radiografia. acetato de celulose. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é. Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens. Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria. são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo).02). etc. Neste caso. não impressionados. em rolos.01). que se utilizam. 16. mas não gravados (posição 85.01). de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. Estes artefatos utilizam-se.. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas. sensibilizados. por exemplo). mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível. Abrange igualmente filmes planos.

filtração. produtos farmacêuticos. que possuem numerosos pontos formando um quadriculado.). Entre os produtos compreendidos nesta posição. 3802. b) Os papéis. Em contrapartida. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides. extração de benzol do gás de hulha. por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química). etc. Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos). antracita. etc. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado.Outros Esta posição abrange. 38.10 3705. Assim. Em geral. as chapas e filmes das posições 37. tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos).20 3705. glicose.02.10 . fotográficos. e que devem ser classificados na posição 37. em pó fino. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico. de catálise ou de permuta iônica. Sob forma granular. a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila. empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. turfa. quando impressionados e revelados.06. vinhos. permuta iônica.CARVÕES ATIVADOS. catálise. A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes). II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados. Normalmente. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco. de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases). utilizadas nas artes gráficas. EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS.37. às vezes.). elevada. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química). não são descorantes. químico. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. revelados. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. também se designam por diapositivos.Carvões ativados 3802. de coco. obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal. FOTOGRÁFICOS. azeite. quando se trate de filmes perfurados. Embora tenham uma densidade de carga elétrica. por exemplo). facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes. bauxita.90 CHAPAS E FILMES.Microfilmes .42). depuração da água. linhita. a formação de cargas superficiais.Outros A. Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes. ..90 . os positivos. etc. em geral. prontas a serem utilizadas (posição 84. NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. em virtude de sua transparência.) em presença de vapor de água. Atualizado em 04/01/2011 . Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente. IMPRESSIONADOS E REVELADOS. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado. conseqüentemente. em geral.).CARVÕES ATIVADOS. hulha. estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e. por tratamento químico ou térmico.05 3705. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. tais como descoramento. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície. adsorção de gás ou de umidade. Os produtos desta natureza obtêm-se. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. e as restantes tramas obtidas fotograficamente. de deformações da rede. etc. no caso das substâncias cristalinas. purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos.) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. quando em suspensão na água.02 . desde que. Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados. que transmitem ao produto a atividade de adsorção química.Para reprodução ofsete . podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer. Esta posição compreende os positivos e negativos. cartões e têxteis. mineral ou de outra origem (carvão de madeira. Os carvões ativados.01 e 37. etc.

na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas. Ativadas por um agente alcalino. de cor preta.24).18). 2) Algumas rochas vulcânicas. emprega-se principalmente como catalisador. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. B. obtido por calcinação de desperdícios de marfim. em virtude do seu elevado poder de intumescimento. 4) A bauxita ativada. exclui-se (posição 25.Essências de terebintina.000°C ou mais).06). em grãos. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. para descrever certos tipos de negro de ossos). tais como a alumina ativada (posição 28. nopineno ou beta-pineno.10 . 2) O negro de sangue. aveludada.15). parece constituída por lamelas muito delgadas. em pedaços. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração. posição 38. tais como cloreto ou carbonato. selecionadas. caso contenham aglutinantes. especialmente. como pigmento preto.24). Estas terras são selecionadas. às vezes. por meio de um agente alcalino ou ácido. 3805. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. secas e trituradas. calcinadas em presença de agentes sinterizantes. de limpeza e. 4) Os negros de couro. particularmente na do açúcar. (posição 33. automóveis. Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). gorduras ou ceras. É um descorante muito empregado em numerosas indústrias. etc. os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. e. de densidade aparente muito fraca. agentes de suspensão e aglomerantes. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal). agente desidratante ou descorante. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). de sódio. nas indústrias do açúcar. 38. seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. essencialmente. para filtração de águas. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS.20 . consoante a sua utilização. Apresenta-se em pó. usam-se sobretudo para descoramento de óleos. de galhadas. etc. que. de chifre. muito leve.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). de carapaças de tartaruga. caso em que essa proporção é muito mais elevada.b) As matérias minerais naturais ativadas.ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA. ou mesmo em pasta. Ativadas por um ácido. ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL. por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada. em peso).24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. 3) O negro de marfim. o gel de sílica ativado (posições 28. limoneno. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos. consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. no tratamento de bebidas. ativadas. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. Examinada ao microscópio.05 . que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68. de origem mineral. transparentes e de superfície curva. tais como as perlitas. depois de uma primeira trituração. poroso. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%.Outros Esta posição abrange. conservando..90 . para a fabricação de produtos de polimento. c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. neste caso. em seguida. etc.Óleo de pinho 3805.11 ou 38. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante. utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. É um produto de cor negra.03 ou 30.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL.07). descalcificadas pelos ácidos. DIPENTENO EM BRUTO. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes. d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico. a partir de ossos previamente desengordurados. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e. são emulsificantes. por exemplo. Todavia. e) A perlita expandida. Também se usa. que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis. a temperatura elevada (1. trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. tais como: 1) A diatomita ativada. vegetal ou animal. etc. Estas duas categorias de produtos. a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). de cascos. especialmente).) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. 3) As argilas e as terras ativadas. que se empregam.42 ou. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . b) Os produtos químicos ativados. da glicose.12). que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado. sofrem um choque térmico numa chama.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

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Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

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Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

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Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

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1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

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f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

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etc. A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas. são o cobalto. o alquilítio). Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó.02.Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. porém.04 ou qualquer outra substância que. etc. Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. no campo.22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. os papéis indicadores de pH. por exemplo). O suporte.02 OU 30. Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. platina. na maior parte dos casos. b) Os compostos de constituição química definida. molibdênio. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico. veterinários. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38.12). Ela inclui também os materiais de referência certificados. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30. quer por misturas à base de substâncias ativas. Todavia. de alguns metais. densidade. constituído por alumina. Os metais mais utilizados..30). apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29). os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30. Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio). Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas. em certos casos. Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros.06. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas. a domicílio. em hospitais. na indústria. c) materiais. Eles podem ter. por exemplo. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias. os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. é. MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE. em suporte.06 (por exemplo. neste último caso. ou. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. em geral. matérias corantes sintéticas da posição 32.22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS.3815. óxidos metálicos. por vezes ativado. por exemplo). por exemplo). excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. e aqueles à base de enzimas.19 . Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. paládio. os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento. de mais de um constituinte. A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26.90 . de tela metálica. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. científicos ou industriais. por exemplo).12 .12). carbono. misturas redox. 38. Atualizado em 04/01/2011 . plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol.. Como exemplo destes kits. biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. gel de sílica. são exemplos de "catalisadores em suporte". a posição 38. Estas preparações incluem-se. naturais ou sintéticos. avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. geralmente.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815. para fins de classificação dos materiais de referência certificados. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos. seria classificada em outra posição. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos.02 ou da posição 30. 2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. água. como tal ou sob a forma de compostos. Não se incluem. níquel. cobre e o zinco. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006. (Seções XIV ou XV). quer na forma de uma preparação e são compostos. apresentada isoladamente. cromo. da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte. que se apresentem sob as formas de pó muito fino.06. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta. Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos. em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte"). Trata-se.. de cetonas na urina.Outros 3815. Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis.

alumínio. quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos. por exemplo).02 e dos sais das posições 28. à base de produtos resinosos naturais (por exemplo. etc. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). por vezes. e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas. Estes produtos. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados.24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO. seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824.09. em soluções. ou outras substâncias com valor nutritivo. cromo e de chumbo. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio.30 . 3824. por exemplo. salvo raras exceções. que se consideram preparações da presente posição). abaixo).) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo.Outros Esta posição abrange: A.20 .05. bário.06.Aditivos preparados para cimentos. (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. argamassas ou concretos (betões) 3824. As preparações (químicas ou de outra natureza).04. B. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS). Todavia. misturadas com areias de moldação. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29. mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28. ao passo que. incluem-se na posição 21.60 . geralmente.50 . por produtos químicos (o que constitui o caso geral). c) Matérias corantes da posição 32.Argamassas e concretos (betões). quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares). não refratários 3824. classificam-se na posição 35.Ácidos naftênicos. manganês.PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7. de molibdênio. misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824. o número 23). colofônia).43 a 28. óleo de linhaça. Contudo.90 .Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824. e de substâncias alimentícias. cobalto). 38.43 a 28. os naftenatos de cálcio.. 19 e 31). excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes.21). dextrina. por exemplo.Sorbitol.Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824.Carbonetos metálicos não aglomerados.. Trata-se de preparações que. etc. Desde que não contrariem as disposições acima. quer como componentes desses alimentos. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente..40 . total ou parcialmente. consistem. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+).AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição.46.7 . dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição. Atualizado em 04/01/2011 .10 . ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver. zinco.46 (ver a Nota 1 da Seção VI). podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais. beneficiadores de panificação. Incluem-se aqui.79 . d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38. melaço ou de polímeros do Capítulo 39. compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32. para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais.Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição.71 . quer.44 3824.. Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano. mucilagens vegetais. cobalto. exceto o da subposição 2905.Outras 3824. As preparações aqui referidas podem ser também compostas. quer preparados especialmente. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas. com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34.

sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. cuja tampa tem. postos em contato com uma solução eletrolítica. Todavia. insolúveis em água. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia. alcatrão de ossos). Neste último caso. tri-.04 (cristais de cloreto de potássio). folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. excluído o da posição 29. 12) Os óleos fúsel. obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido.04.3) Os aditivos preparados para cimentos. contendo outros polióis. um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente. cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco). 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes. são todavia excluídas (posição 28. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. plásticos. fotocópias. por exemplo. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas.) cujo peso unitário é de 2. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). por exemplo. tais como os de metais alcalinos. geralmente. um pincel. etc. por exemplo. Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa. muitas vezes. manuscritos. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. Pode empregar-se um único produto (por exemplo. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas. quando mergulhado em água. por exemplo. contidos em frascos pequenos. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. em tinturaria. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos. exceto os polímeros do Capítulo 39. em latas ou em forma de canetas.e polissacarídeos. tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. por exemplo. utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. Além de outros usos. 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas. as preparações à base de óxido de cálcio.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol. sem qualquer processo de separação. produtos alimentícios. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38.07 ou. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. em pastilhas. não refratários. aglutinantes e solventes. 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não).5 g ou mais.42). etc. 5) O sorbitol. etc. 6) As misturas de carboneto de cálcio. à base de bário. cloretos de potássio ou de sódio. É um líquido negrusco e muito viscoso. cosméticos. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia. nas indústrias têxteis. Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. quando apresentem características de ceras artificiais. e tetra(oxietileno) glicol. argamassas ou concreto (betão). ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. 4) As argamassas e o concreto (betão). por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio. que se obtêm durante a retificação das fleumas. 8) Os sulfonatos de petróleo. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. em lavanderias. um dos quais. produtos farmacêuticos. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão). São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida. Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido.. bromoiodeto de potássio. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. 11) As misturas de mono-. Estes compostos apresentam-se.04. para este uso. brometo de potássio. incluem-se na posição 34.01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. acondicionados para venda a retalho. Atualizado em 04/01/2011 . contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio. matérias taninosas. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho. possui um pincel). tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. com exceção daquelas contendo aglutinantes. di. matérias têxteis). as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio. empregadas como emulsionantes de gorduras.05. etc. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29. de cheiro fétido. que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. por exemplo. na posição 34. pela ação do ácido sulfúrico. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas. Quando se juntam às águas duras. 18) Os compostos absorventes. por exemplo.04. na posição 25.5 g classificam-se no Capítulo 28. para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras.02. Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio. de amônio ou de etanolaminas. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34.01. trocam. misturas de di-. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio. 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho.05. etc. na maior parte das vezes. ácidos graxos (gordos*). zircônio. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. São compostos insolúveis que. por meio de reação reversível.14. que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas.

Capítulos 28 ou 29 .Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38.06.22). a função de pigmentos. de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos.14. quartzo e de feldspato. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base. 31) Alguns elementos não montados. etc. em uma proporção igual ou superior a 70%. 22) As preparações enológicas. filtração e primeira extração. por exemplo. a dispersão dos pigmentos corantes). As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). mesmo contendo 70% ou mais. depois de ter sido misturado com água. antibióticos). tais como cola de peixes. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. em uma proporção de 10% a 15%. por fermentação. talco. as tortas alcalinas (cakes alcalinos). em peso. 28) As preparações antiferrugem. no sentido do seu eixo elétrico. e que. de ácido fosfórico. melhoram a sua qualidade (facilitam. não contendo. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais. classificam-se na posição 21. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. por exemplo. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. etc.. que não sejam substâncias alimentícias. etc. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio. de uma película hidrófuga de ácido esteárico. que se obtêm por meio de microrganismos. por exemplo. por tratamento especial. Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina). 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina.desde que constituam compostos de constituição química definida. o zircotitanato de chumbo. geralmente. classificam-se na presente posição. neste caso. conforme o caso. auxiliares de filtração e. a ser utilizada. A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. Todavia. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. por exemplo. Todavia. a clorotetraciclina. etc.. utilizadas para fins edulcorantes. constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto. caso contrário.04). Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham.03.07). Permitem assim. 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. a turmalina.03 ou 71. contendo éter diétilico e óleos de petróleo. 30) Os sais para salga. dentes artificiais). os ortomonofosfatos de amônio. sendo cada partícula revestida. calcita. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. cristais cultivados de alta qualidade. além de outros elementos. por exemplo. 26) A cal sodada. Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré.10 ou 34. São artigos de pequenas dimensões. etc. o tartarato de etilenodiamina. 23) Os diluentes compostos para tintas. para fabricação de essência do Oriente. Consistem principalmente em misturas à base de caulim. b) O titanato de bário. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. Atualizado em 04/01/2011 . e utilizado. musgo-da-irlanda ou albumina de ovo. que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas. que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura. misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio.). de rubídio. amianto. para controle da temperatura dos fornos. utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. ainda. Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. apresentados isoladamente. das posições 71. gesso. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. como pasta para modelar. Podem obter-se talhando com precisão. mica. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. carbonato natural de magnésio. 29) As preparações (por exemplo. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. em razão do guanino que contém. após refinação.). Estes sais. o titanato de cálcio. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. geralmente de forma piramidal. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. cola e cré. por exemplo). Trata-se de preparações à base.07. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). que atuam quimicamente para evitar a ferrugem. em peso. tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. dolomita. excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência. em submarinos. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas. o metaniobato de chumbo. especialmente. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. cimento. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. em alguns casos. que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação. mais de 70% de substâncias ativas. para fins anestésicos. abrasivos. gelatina. e de substâncias. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário. ardósia. de césio e os cristais mistos destes últimos. sulfato natural de bário. quando adicionados de açúcar. constituídos por um micélio inativo. cortados. constituídas por gorduras. etc. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos.

Mistura de argila. DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84. os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação.12.Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 . EM FORMAS PRIMÁRIAS. tal como o benzeno.79 As subposições 3824.43. de feldspato e de silicato de sódio. dispersões de polímeros de vinila. utilizadas para reproduções gráficas.71 e 3824. 39. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas. Excluem-se. as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão. todavia. dextrina. adesivos. Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil. (Atualização nº 9. EM FORMAS PRIMÁRIAS. Estas pastas classificam-se aqui.Outros 3905. para a fabricação de mós abrasivas. 3º) Esterificados por álcool amílico. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado.71 e 3824. sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. 42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico.09. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias. consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas. em proporções variáveis.) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. A composição destas pastas é variável. preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. consistindo em produtos classificados quer em posições distintas.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA.Public.12 . .10. 3905. Os produtos misturados contendo. sulfato de bário para as pastas de cópia. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . etc. 43) O produto em pó. tambores.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos). fósforo ou potássio.2 . utilizado na fabricação de placas de acumuladores. tais como as terras de transplante. constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras. quer se apresentem em massa (caixas. na indústria do papel. etc.Poli(acetato de vinila): 3905. etc. da posição 38.Em dispersão aquosa 3905. SRF nº 612. . em peso. . ceras. Subposições 3824. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27.1 . de carbono e ácido bórico. mástiques. areias. 2º) Trimerizados. cosméticos. da posição 68.).03). pela Instr. ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio. mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto). 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim.Mistura de diversas argilas.. 47) As pastas à base de gelatina. em rolos de impressão e para usos semelhantes. argilas).79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo".Mistura de diversas argilas e de feldspato..05 . b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som.Mistura de argila.40) Os produtos gelificantes.06. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. Nota Explicativa de Subposições. vernizes. depois de epoxidados.19 . da posição 68. janeiro de 2006 . 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes. quer numa mesma posição do Capítulo 25. de constituição química não definida. Norm. de couros ou indústrias semelhantes.

. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros.. Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila).Policarbonatos 3907. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. adesivos. As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos. e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero. bem como em têxteis. de longe.Resinas alquídicas 3907. ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído.20 . 39. O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes. sendo o PPO. EM FORMAS PRIMÁRIAS. OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS.POLIACETAIS. mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905. Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X ..10 .Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39. mais exatamente. EM FORMAS PRIMÁRIAS.40 .70 . No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros). segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados.21 . cobertores e vestuário.30 .11).50 . como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano. saltos para calçados. São geralmente utilizados na preparação de lacas. Entre os outros polímeros vinílicos.99 . acessórios de canalização. O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila).Poli(álcool vinílico). painéis de bordo para veículos automóveis.Outros 3905.91 .Poliacetais 3907. nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero.9 .99 . As cetonas polivinílicas. Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39. onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio. Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos. Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol).05. adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis. RESINAS ALQUÍDICAS. brinquedos mecânicos. utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. cames. puxadores de portas.Outros poliésteres: 3907. onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão.07 . São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão. aglutinantes e espessantes de tintas.Copolímeros 3905.Outros: 3905. etc. POLICARBONATOS. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES.Poli(ácido láctico) 3907. As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior.Resinas epóxidas 3907. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos. pás para bombas e ventiladores..60 .Poli(tereftalato de etileno) 3907..29 .04.05. tintas. Atualizado em 04/01/2011 .9 . utilizado na fabricação de peças mecânicas. etc. Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído. podem-se citar os éteres polivinílicos. nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído. poli(oxidimetilfenileno). tal como os poliacetais. portanto.30 . Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39. em geral o formaldeído. o polímero mais importante. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila.3905. dos quais o poli(acetato de vinila) é. de produtos farmacêuticos e de cosméticos. por serem excessivamente macios e elásticos. glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero. e o polioxipropileno. não servem para a fabricação de artefatos. 3907.Não saturados 3907.91 . excluídas (posição 39.. utilizados como colóides protetores.Outros poliéteres 3907.Em dispersão aquosa 3905. etc. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou.

. etc. álcoois ou outros polímeros sintéticos). dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. tais como. por exemplo.4-isopropilidenodifenol). Entre os poliésteres saturados. utensílios de mesa. o suco de beterraba sacarina. São utilizados como adesivos de estratificação.Resinas uréicas. Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d). de aparência opaca. etc. estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos. resinas de tiouréia . tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo. por exemplo.30 3909. Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças. os melaços. oftalato de dialila. c) O poli(tereftalato de etileno) (PET). revestimentos. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida. o soro de leite ou os amidos). são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). por exemplo. abaixo).40 3909. ácido maléico ou ácido fumárico. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método. é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos. ver as Considerações Gerais deste Capítulo. um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico. por exemplo. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis. em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais.20 3909.09 3909. As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade. fitas para gravações magnéticas. Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. os açúcares. por adição de um composto aminado. exclusão b). Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses. O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais.3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos.3-epoxipropano) com bisfenol A (4. furfurol ou outros). artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. um ácido ou um anidrido orgânico. ácidos graxos (gordos*). Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. aprestos para têxteis.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído. por exemplo. os licores de sulfito. Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. materiais de embalagem e materiais para uso médico.Outras resinas amínicas . e) Os outros poliésteres. abaixo). e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. resinas de fundição ou de moldagem. geralmente. Normalmente. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. translúcido ou colorido e com brilho notável. termorrígidos.06. para a classificação das colas). utilizam-se como colas.Resinas fenólicas . com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). obtidos a partir de um ácido não saturado. Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. 39. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . são muito empregadas para moldação. 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono. Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente. por condensação de epicloridrina (1-cloro-2. de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol. Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. É um polímero obtido. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo). que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. adesivos. Estes produtos.50 RESINAS AMÍNICAS. conhecido igualmente como polilactido. vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas. por exemplo. A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. que podem ser não saturados ou saturados.10 3909. citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico. modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. garrafas para sucos de frutas.05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. EM FORMAS PRIMÁRIAS. d) O poli(ácido láctico). ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero. cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila.18. Empregam-se como revestimento de superfícies. RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS. pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico.Resinas melamínicas .

nas posições 39. Utilizam-se. geralmente. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes. os óleos de silicones. Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. contudo.26. na fabricação de vernizes. que se classificam.). ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas. como produtos desmoldantes.) ou de fenóis substituídos com aldeídos. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40. tais como o formaldeído. SRF nº 509.Public. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas. na preparação de vernizes. São muito estáveis.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. principalmente. os elastômeros. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis.escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. tubos ou varetas ou outros artigos. d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a). b) As resinas fenólicas termorrígidas. produtos líquidos.14. JUNTAS. vernizes. quando a reação está completamente terminada. semifluído.4-butano-diol. FLANGES. bem como na encapsulação elétrica. de óleos vegetais. tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. Norm. como produtos de impregnação hidrófobos.17 . na fabricação de estratificados. resistentes a altas temperaturas. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. DE PLÁSTICOS. produtos de impregnação. (Atualização nº 6. Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34. Pertencem. reagindo em seguida com fosgênio e calor. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). Deve. COTOVELOS. principalmente.De polímeros de etileno 3917.. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos. acima. A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias. São também utilizados como adesivos.10 . o l. entre outros. principalmente. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones..16 a 39. como dielétricos. por fim.21 . Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas. etc. Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. UNIÕES).Tubos rígidos: 3917. etc. Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes.11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo. estas resinas empregam-se. folhas. modificados por adição de resinas naturais (colofônia. amilfenol. SRF nº 509. furfurol. de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). de moldações flexíveis. os resitóis.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917. 3) Os elastômeros de silicones. Norm. DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). depois. SRF nº 509. geralmente. É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente). igualmente. pastoso.02). dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). de 03/08/2004 . (Atualização nº 6. para preparação de vernizes ou de pós de moldação. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. os poliésterpolióis. a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido. de álcoois. de 03/08/2004 . sólido) e compreendem. que se empregam como pós de moldação. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos). obtidas em meio alcalino. como antiespumantes. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS. 39. Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. as resitas. pela Instr. dá a função isocianato livres. preparadas a partir do butilfenol. b) e c). xilenol. Norm. 2) As resinas de silicones empregam-se. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. etc. resistentes a temperaturas altas ou baixas. pela Instr. durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. amianto e mica).2 . (Atualização nº 6. O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. e os indutos e revestimentos. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. compostos de moldação e como fibras. acetaldeído. os poliéter-polióis.Public. de 03/08/2004 . 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol. etc. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo. como revestimentos ou como produtos de impregnação. as gorduras de silicones.10 ou 34. etc. pela Instr. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. 3917.Public.. como por exemplo o óleo de rícino. utilizam-se.De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 .03. o diisocianato de tolueno). notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27. 39.22 .

Garrafões.18 . sacos (incluídos os de pequeno porte. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS. oval.10 . TIRAS. Todavia.De polímeros de cloreto de vinila 3917.29 .Em rolos de largura não superior a 20cm 3919. com acessórios 3917.De polímeros de cloreto de vinila 3918. (No que respeita à classificação dos tubos. TAMPAS. incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis. engradados. etc. juntas. caixotes. Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII).Outros. Atualizado em 04/01/2011 . FITAS.6MPa 3917.32 .Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos. nem associados de outra forma com outras matérias.2 .Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos.40 . cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo. não reforçados com outras matérias. garrafas.5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular.. frascos e artigos semelhantes 3923.Outros tubos: 3917.Caixas. caixotes. sem umidificação ou qualquer outra adição. os cartuchos e sacos de lixo).23 . MESMO AUTO-ADESIVOS.29 . ROLHAS.33 .10 . 3919. desde que apresentem seção transversal interna redonda.De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos. nem associados de outra forma com outras matérias. DE PLÁSTICOS. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). cotovelos. não reforçados com outras matérias.21 .90 .23 . DE PLÁSTICOS.De outros plásticos 3917. tambores. abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos.Outros. PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS.40 .30 . podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas.. CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES.31 . garrafões. bidões. Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo. isto é. EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS..14. 39. 39.90 .ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM. garrafas e frascos. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. mesmo em rolos.CHAPAS. entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos..39 . são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão.19 . carretéis e suportes semelhantes 3923.Outros 3917. de parede ou de teto da posição 39. Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII). o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão.3 .10 . Entre eles. flanges). FOLHAS. AUTO-ADESIVAS. sem acessórios 3917.. com exclusão dos revestimentos de pavimentos.. retangular (de comprimento não superior a 1. de plásticos combinados com outras matérias. fusos. tampas. em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas.REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS).90 .Sacos de quaisquer dimensões. 39. 3923.Bobinas. bolsas e cartuchos: 3923.Rolhas. 3918.Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27. A segunda parte da posição. à temperatura ambiente.50 . DE PLÁSTICOS. MESMO EM ROLOS.18. DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO. DE PLÁSTICOS. engradados e artigos semelhantes 3923. DE PLÁSTICOS. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo.. que.Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo.De outros plásticos 3923. Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias.. e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos. Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923.De polímeros de etileno 3923..3917.

A este respeito. para se obter a dimensão e forma desejadas. recipientes próprios para lavagem dos olhos. que são produtos intermediários de forma tubular. de plásticos.). espátulas (corta-papéis). utilizados para esse fim (posição 39. mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. açucareiros. frutas.25). 39. carretéis. oveiros. por meio de parafusos. os pratos. cortinas. c) As rolhas.24 . D) Por último. incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios. penicos. cestas de lixo. fusos.01 a 39. bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63. tais como aventais. especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico. Excluem-se.10 . capas de proteção para móveis.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café.SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. marcadores de livros. xícaras (chávenas).Artigos de escritório e artigos escolares . toalhas de mesa.30 3926. funis. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada. 2) As guarnições para móveis.26 3926. de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. toldos. porta-escovas-de-dentes. etc. devendo a parte abaixo da rosca ser transformada. entre outros. C) Entre os artigos de economia doméstica.Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições. . regadores. cântaros de cozinha.01 A 39.02. rolos para estender massa. DE PLÁSTICOS. cintos. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede. as "tinas" para duchas. mitenes e semelhantes) . cestos (para pão. lavabos (toucadores*) ou cozinhas. molheiras.Public. conchas. porta-rolos-de-papel-higiênico.Guarnições para móveis. argolas de guardanapos. sejam utilizados para esse fim. petisqueiras.). 4) As capas.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas. de terrinas etc. cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho). mesmo que possam ser. mesmo que. pastas para documentos. mostardeiras. canecos e copázios para cerveja. bules para café e chá. babadouros. canelas e suportes semelhantes. cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39. etc. carroçarias ou semelhantes. Atualizado em 04/01/2011 . incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes). DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo. travessas e bandejas de qualquer espécie. manteigueiras. os bicos para mamadeiras e as dedeiras.20 3926. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas.90 . etc. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos. por vezes. descansos de travessas. para gorduras.90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39. especiarias. 39. Todavia.Estatuetas e outros objetos de ornamentação . comadres (aparadeiras). 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*).Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924. entre os artigos de higiene ou de toucador. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes.). coberturas. porta-facas. etc. Os capuzes amovíveis. b) As bobinas. SRF nº 509.. garfos e colheres. espongeiras. potes para doces. escumadeiras. de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. cuvetas. escarradeiras. recipientes graduados para cozinha. patinhos (papagaios ou compadres). carroçarias ou semelhantes . as saboneteiras.40 3926.24). saladeiras. etc.14. Norm. posteriormente. 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação. (Atualização nº 5. porta-caixa-de-fósforos. os cinzeiros. pasta para papéis. facas. DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. 2º) os esboços de garrafas de plástico. cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas. tampas. de 09/02/2004 . da presente posição certos artigos de uso doméstico. 3924. terrinas. leiteiras. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. galheteiros. estão compreendidos na presente posição. quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam. por vezes. pregos. compoteiras.05. caixas para cozinha (para farinha. São incluídos aqui. pela Instr.10 3926. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). estojos escolares. Pelo contrário. os recipientes classificados na posição 42.14.23). saleiros. baldes de toucador. irrigadores. para salga.

de uso geral. SRF nº 509.02).Correias de transmissão: 4010. FLANGES. de matérias têxteis. Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo.Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009.Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009. comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar).41 . dispositivos intra-uterinos – DIU (3926.Com acessórios 4009. sem fim. 40.Sem acessórios 4009. de plástico ou estratificadas com plástico. garfos.). desde que conservem a característica de tubos. ponteiras para pés de móveis.10 .. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 . “pêras” para lavagem intestinal.11 . Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. 4009.10). e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. pela Instr.Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009.32 .. (Atualização nº 5. 7) As correias transportadoras. As correias transportadoras. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão. DE BORRACHA VULCANIZADA.TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. Além disso. juntas. arruelas (anilhas*) e artefatos análogos.3 . que se classificam na Seção XI (por exemplo. COTOVELOS.90.Sem acessórios 4009.21 . recobertas. 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39. denominados "tubos tecidos".Sem acessórios 4009. as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem.. uma espiral de fio metálico.09 . cantos para malas. impregnadas. JUNTAS. cotovelos.Public..CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO.31 .Outras 4010.31 . facas.1 . ganchos de suspensão.90 – Destaque da NCM 34). posição 59. MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. de transmissão ou para elevadores. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo). de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados. mesmo que não se encontrem montadas. ou de fios metálicos imersos na borracha. algarismos e letras. de 09/02/2004 .11 .6) Os parafusos. os sacos irrigadores.22 . porta-etiquetas.Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida.4 . ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união.12 . de transmissão ou para elevadores. etc. esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis. apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral. cortados em comprimentos determinados ou não. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42. de seção trapezoidal. SRF nº 509. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas. (Atualização nº 5. os preservativos. e seus acessórios.2 . DOU 15/02/2005 . Alem disso.. de 09/02/2004 Public. porcas. estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil. bolsas para colostomia.42 .. as bolsas para gelo... Norm.3 ..19 . revestidas. Norm. exterior ou interiormente. os pessários.Reforçadas apenas com metal 4010. flanges. estriadas.. salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo.14. contas. de qualquer espécie.. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas.12 .Correias de transmissão sem fim. "vidros" para relógios. 11) As chupetas.Correias transportadoras: 4010. por exemplo.09.Com acessórios 4009. uniões) permanecem classificados na presente posição. pela Instr.Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010. 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. sem fim. Estes tubos classificam-se na posição 59. UNIÕES).Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009.Com acessórios 4009. Pelo contrário. podem também possuir. 4010. as ampolas para seringas.1 .Sem acessórios 4009. cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha..itens acima renumerados) 40. cabos (de ferramentas. Seção XVI).

de tecido impregnado. mas não superior a 180cm 4010.Correias de transmissão sem fim. etc. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal. mantas de fios têxteis paralelizados.Correias de transmissão sem fim.10 . As correias. O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva.39 . estriadas. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna.externa superior a 60cm. com uma circunferência externa superior a 60cm. mas não superior a 240cm 4010..32 . de seção trapezoidal. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas). revestidos. tecidos de malha. síncronas.Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011. não estriadas. de seção trapezoidal. 40. síncronas. mesmo que não se encontrem montadas. Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação. de seção trapezoidal. não estriadas. Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas.30 .. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura. mas não superior a 150cm 4010.20 . As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+). etc..Correias de transmissão sem fim. trapezoidal. exceto as inteiramente de borracha vulcanizada.Correias de transmissão sem fim. com uma circunferência externa superior a 60cm. exceto as de orientação longitudinal.. classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo.36 . 4011..Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. Seção XVI). com uma circunferência externa superior a 150cm. As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias. mas não superior a 180cm 4010.34 . As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais. mas não superior a 240cm 4010. As caneluras e ranhuras. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica. Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia. com uma circunferência externa superior a 180cm. inclui ainda as correias sem fim. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias. circular.11 . **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar. mas não superior a 198cm 4010. com uma circunferência externa superior a 180cm. ou por cabos ou tiras de aço.). formada por várias camadas de tecido.33 .. são constituídas por uma carcaça.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011.35 . As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal. mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação. sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada. recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo). recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados. As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal. em geral.Correias de transmissão sem fim.Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 . como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade. não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. A seção destas correias pode ser retangular.

no todo ou em parte. PROTETORES.Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012.19. Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39.90 . Subposições 4012. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.61 4011.13.4011. com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.62.12 .Outros 4012. DE BORRACHA.93 ---- 4011.11 .63. por exemplo. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping).- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros. Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios.92 4011. 40.04). bem como as rodas e rodinhas de brinquedos.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012. 4012.13 e 4012. utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão. Atualizado em 04/01/2011 . 4012. 4011. Notas Explicativas de Subposições. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim.69 4011. DE BORRACHA (+)... a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração.13 .9 4011. de móveis. Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar. 4012.11.12.12 .62 --- 4011.4011. Os protetores ocos. São utilizadas na recapagem de pneumáticos. uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco. suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie. 4011.Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados.. 4012.12. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.1 . de vagonetes e veículos semelhantes.11.93 e 4011. Nota Explicativa de Subposições.6 4011.Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012. 4012.61 a 4011. BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS". rodas e rodinhas de brinquedos. por exemplo.40 4011. incluindo.Pneumáticos recauchutados: 4012. que se apresentam na forma de anéis. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável.PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS.99 .50 4011. que possuem um volume de ar estanque.94 . para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40.Pneumáticos usados 4012.4011. 4012. As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado. a região baixa do pneumático). Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar.20 Na acepção das subposições 4012.19 .94 Para os fins destas subposições.19 e 4012. material de artilharia.20 . de máquinas.63 .69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011. etc.. Subposições 4011.

4012. peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas.11. 4012. as cintas.10 . Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012.Para cirurgia 4015. Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012.20 .Luvas. dedeiras.13 . DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. os espartilhos. recobertos ou estratificados com borracha. do Capítulo 65. aventais. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. MITENES E SEMELHANTES). etc. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.19 . não endurecida. escafandristas. PARA QUAISQUER USOS (+). 2) De tecidos.11 Atualizado em 04/01/2011 . sacos para gelo e para água quente. 4012.11.VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS.15.19 ou pneumáticos usados da subposição 4012. mitenes e semelhantes: 4015.12. os aventais. mitenes e semelhantes).ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS).. os babeadores.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida). com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. incluídas as toucas de banho. etc. os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas.Preservativos 4014.15 . 40. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40. tecidos de malha.11. Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62). Todavia.. tais como: preservativos. citam-se: as pelerines. chupetas.12. sacos para oxigênio. cânulas.Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada.90 .10 . almofadas pneumáticas para doentes. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados. feltros e falsos tecidos.14 .Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor. por exemplo). 4012. ou de outro modo obtidos. ônibus ou caminhões 4013. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64.12.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA. 4013.20. etc. revestidos.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013. 4012. Nota Explicativa de Subposições. exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59).13. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40. o vestuário.. vaporizadores.Outras 4015.11.90 .20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem. etc.). 4015. luvas. por exemplo.20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar. o vestuário para mergulhadores.19. 40. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha.90 . MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA. impregnados.19 e 4012. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem. 40. de proteção para cirurgiões e radiologistas. por exemplo. Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões.1 .13 e 4012. mamadeiras (biberões*). 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis. 4014.Os pneumáticos usados da subposição 4012.Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura. reboques ou bicicletas. no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas. Os pneumáticos das subposições 4012.13. empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos. 4012. 4012. Subposição 4015.11 . 4012.: 1) Exclusivamente de borracha.

14) As pequenas ventosas munidas de ganchos. constituídos por uma armação. pastilhas para freios (travões). Atualizado em 04/01/2011 . reunidos por colagem ou costura. recobertos ou não. para a reparação de câmaras-de-ar.Defensas. e suas partes.91 . apresentam-se em embalagens esterilizadas. 4016. torneados.95 . d) Os dispositivos de fixação por ventosa.De borracha alveolar 4016. jogos e artigos para divertimento e para esportes. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. numeradores.06). gaxetas e semelhantes. batentes para portas. de uso manual. uma alavanca de sucção.04. 3) As borrachas de apagar. timbres.Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos. algarismos e semelhantes para carimbos. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho). e os discos de borracha (Seção XV). f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92). incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). e suas partes. incluídas as toucas de banho. revestidos. para veículos a motor. obtidos por moldagem.9 .Outras: 4016. ou ainda trabalhados de outra forma. bolsas para fumo (tabaco). 13) Os martelos com cabeça de borracha. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90). 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular.Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016. 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas..08).. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40. 10) Os blocos-amortecedores de borracha..Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016.. um punho. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha.Borrachas de apagar 4016. impregnados. pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico. 4) As juntas. apresentando uma grande resistência ao rasgamento.. mesmo infláveis. datadores e semelhantes.. fabricados por imersão. para ciclos. assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI. 9) Os rotores para bombas e os moldes. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais. por terem sido fresados. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40. tecidos de malha.16 .14 e 63. os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. para atracação de embarcações 4016. ij) Os carimbos.10 . observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59. as torneiras e válvulas.93 . do Capítulo 95. travesseiros e almofadas. as luvas para máquinas de ordenhar. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar. incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94. h) Os brinquedos. rolhas e desentupidores de ralos.OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.08. com os bordos biselados. 5) As defensas. de metal comum. consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. de borracha alveolar. os colchões de água. os descansos de pratos. 6) Os colchões.92 . para atracação de embarcações. e os remendos de qualquer outra forma. c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes. os artigos de espessura muito fina. gaxetas e semelhantes 4016.94 .Juntas. corte ou desbaste. Em geral.Consideram-se luvas para cirurgia. recobertos ou estratificados com borracha. g) Os colchões. feltros e falsos tecidos. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII. mesmo infláveis (insufláveis*).99 . Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos. letras. e outros artigos do Capítulo 96. e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). 11) As chapas. do Capítulo 65. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40. 40. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais.

ou de couro envernizado 4202. incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. Todavia..).39 .Outros: 4202. malas e maletas. sacos de ginástica. os estojos para canetas.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO..Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes. INSTRUMENTOS MUSICAIS.99 .BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). BOLSAS DE TOUCADOR.12 . de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho). ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. sacos para transporte de esquis. ou de couro envernizado 4202. MOCHILAS.2 . para charutos. entre outros. e artefatos semelhantes: 4202. sacos para raquetes de tênis..32 . SACOS DE VIAGEM. CARTEIRAS.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR. OU ARMAS.19 .02 . de pedras sintéticas ou reconstituídas. para ferramentas.22 . os estojos para acessórios de máquinas fotográficas. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*). etc. para cachimbos. as bainhas de facas de caça ou de acampamento. Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos. para jóias. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*). os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria. Nesta segunda parte.. a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos.21 .1 . as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis. de pedras preciosas ou semipreciosas. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+). o couro envernizado. ou de couro envernizado 4202. TABAQUEIRAS. NO TODO OU NA MAIOR PARTE.. ESTOJOS PARA JÓIAS. SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria).. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS. mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira. na totalidade ou na maior parte.9 . não concebidas para uso prolongado. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil.Baús para viagem (arcas para viagem*). mesmo com tiracolo. São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. para tíquetes (bilhetes). MALAS E MALETAS.. etc. as cartucheiras. E ARTEFATOS SEMELHANTES. mas também os recipientes com tampa semelhantes. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras). de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS. especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. com ou sem os seus acessórios. A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe. Para este efeito. A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. sacos para a pesca.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. ESTOJOS PARA FERRAMENTAS. os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas. Atualizado em 04/01/2011 .Outros 4202.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária.Outros 4202. PORTACARTÕES. metal. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. os porta-cartas.. ou devem ser recobertos.92 . o couro revestido e o couro metalizado. de pérolas naturais ou cultivadas.29 .Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202. É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo).. ou de couro envernizado 4202. BINÓCULOS. PORTA-MOEDAS. Estes artigos podem ser flexíveis.31 . incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico.42.3 . os agulheiros. a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro.. Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras. 4202.Bolsas. OS ESTOJOS PARA ÓCULOS. OU RECOBERTOS. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39.91 ..Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo. DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO.11 .Outras 4202. os estojos para chaves.Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202. etc. BOLSAS.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202..23). incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. as caixas para escovas. CIGARREIRAS. INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES. para calçados.

não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. tais como: capas para livros. PAPEL. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada. caixas para bombons.02). a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões.20 . embora possam apresentar características de recipientes.Cubos. FRALDAS PARA BEBÊS. 4504. não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0. com ou sem os seus acessórios (em geral. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. blocos.03. 4202.10 . e) Os artefatos de bijuteria (posição 71. porta-moedas.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46. capas de processos. de mesa Atualizado em 04/01/2011 . capas para documentos. geralmente sob calor e pressão. a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas.04 .07). espadas. da posição 56. f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. por exemplo. os estojos de óculos. cinzeiros.Papel higiênico 4818. vidro. TOALHAS DE MESA.08. se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas. estojos para chaves. molduras para fotografias.18 . DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm. VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. 4202. c) Os artefatos que. pastas para escrivaninha. a uma temperatura de cerca de 300°C. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS.11. cola.04. ladrilhos e peças moldadas (cilindros. posições 39. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada. desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante. artigos de esporte). PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS. tabaqueiras. neste caso. DE PASTA DE PAPEL.. EM ROLOS. ladrilhos de qualquer formato. etc.31 e 4202. 45. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS. g) As bainhas de sabres. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM). e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte.15 mm). particularmente. com óleo.26). plásticos. e entre outros. jogos. chapas. proteção de tubulações de água quente e vapor. Mas. as carteiras para notas. Estes artefatos classificam-se na posição 42. granulada ou pulverizada. 48. PARA USOS DOMÉSTICOS. em especial. etc. abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. alcatrão. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco).39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas. Subposições 4202. 2) Sem adição de aglutinante. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada. a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética. folhas e tiras. 4202.03. ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. TOALHAS DE MÃO. DE TOUCADOR.17).30 . Além disso. que protege a superfície de couro. em muitos casos. consultar a Nota Explicativa da posição 45. brinquedos. Quanto às exclusões.Toalhas e guardanapos.90 .05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES. a resistência à tração ou à compressão.21.32 e 4202. h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. A cortiça aglomerada pode. incluídos os discos 4504. tijolos. a densidade. Subposições 4202. além disso. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e.PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES. por aglomeração.91 Para os fins da subposições acima. 4818. estes últimos para isolamento térmico.31.Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada.26 ou 73. preferencialmente à cortiça natural.CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. Todavia. gelatina. Notas Explicativas de Subposições. na fabricação de materiais de construção tais como painéis. GUARDANAPOS. constitui um excelente isolador térmico e acústico. cigarreiras. ou reforçada com papel ou tecido.10 . cilindros maciços.).). frascos de cerâmica. d) Os artefatos confeccionados com rede. a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e. baionetas ou outras armas brancas (posição 93. etc.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818.

pregueados ou em discos. pratos.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes. xícaras ou chávenas. travessas. composta por tiras finas misturadas. ou para outros usos. 4823. cartão. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular.20 . CARTÕES. papel. Geralmente. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. dobradas ou não. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: . CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA. 48. 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular.40 4818.11. não revestidas. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. Atualizado em 04/01/2011 .Outros 4823. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. circular. em bobinas. . CARTÃO.Papel-filtro e cartão-filtro 4823. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34.05).Artigos moldados ou prensados. 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm. b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33). não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo.69 . das posições 48. não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. copos e objetos análogos de papel ou cartão. imprimir ou para outros fins gráficos.6 .90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. de papel ou cartão: 4823. etc. PAPEL. excluídas as utilizadas para fins gráficos. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos.70 . de largura não superior a 36 cm.05). 7) A lã.50 4818. d) Os artefatos do Capítulo 64. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48. de pasta de papel 4823. taças. de toucador.. B) Todas as obras de pasta de papel.02. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular. 2) Os diagramas. Entre os artigos compreendidos nesta posição. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. pratos. cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular. de pasta de papel. em formas diferentes da quadrada ou retangular. e suas partes do Capítulo 65. papel. bem como o vestuário e seus acessórios. 4) As bandejas. travessas.Bandejas. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34. por exemplo. quando não dobradas. OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL. permanecem classificados nessas posições. o cartão.Outros A presente posição compreende: A) O papel. Contudo. .40 . quando não dobrados.03. impregnados. 48.Papéis-diagrama para aparelhos registradores.10 ou 48. em folhas ou em discos 4823.em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm. citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro.De bambu 4823. Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais.23 . para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose. de quaisquer dimensões. cirúrgicos. palha ou fibra de papel para embalagem. 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel. 6) As tiras e lâminas de papel. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose.4818. higiênicos ou hospitalares. impressos para aparelhos registradores. para entrançar. copos e artigos semelhantes. frutas.recortados em forma diferente da quadrada ou retangular.OUTROS PAPÉIS.90 . dentários ou veterinários (posição 30.01) ou de pomadas e cremes para calçado.61 .. e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante.

todavia. Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e. FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES").03. revestidas. Todavia.01 . 12) As juntas e gaxetas de papel. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia.01).PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS. e) As tiras e lâminas.13.08). salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas.9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria. fitas. artificiais. impregnadas ou recobertas. por colagem ou costura. os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos. classificam-se na posição 71. 56.22).Outros 5601. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85). o papel recortado para a fabricação de sacos. d) As tiras e lâminas.22 .11). que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura. de tecidos ou de outras matérias. folhagem e frutos. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração.06)."Tontisses". mesmo nas duas faces.05). modelos e gabaritos.. 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo).Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.02. tecido ou não. os "bilhetes de raspar". 16) Os moldes.. etc. 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras. de folhas de papel. os mostradores para aparelhos científicos).De fibras sintéticas ou artificiais 5601. O branqueamento.10 ou 48. para enchidos.11). dos tipos utilizados para escrever. de folhas de papel e armação de qualquer matéria. As pastas (ouates) de qualidade inferior.21 . 15) As tripas artificiais de papel impermeável. mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis. de espessura regular. nós e bolotas de matérias têxteis A. fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas.14). para selos ou fotografias. incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. das posições 48. eventualmente. de pastas ("ouates") 5601. mesmo reunidos. ser facilmente separadas.11. 17) Os leques e ventarolas de mão. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas. h) As flores. Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo. f) Os bilhetes de loteria. 11) As rendas e bordados de papel.29 . tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates). Atualizado em 04/01/2011 . c) Os painéis de fibras (posição 44. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração.Pastas ("ouates").. k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. que. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes. b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38.De algodão 5601. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais.02). se comprimem para aumentar a coesão das fibras. os suportes planos para enrolar fios. l) Os mostradores de relógios (posição 91. 14) Os tambores de fiação. as tiras de papel para guarnecer prateleiras.PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis. ou seja. não revestidas.11. classificam-se como falsos tecidos na posição 56. Na maior parte das vezes. e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49. ao contrário do que sucede com os falsos tecidos.. NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS.30 .2 . n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94. m) Os cartuchos. bem como as suas folhas apresentadas separadamente. outros artigos de pastas ("ouates"): 5601. g) As sombrinhas de papel (posição 66. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis. Deve. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. buchas e separadores (posição 93. e suas partes (posição 67. imprimir ou para outros fins gráficos. posteriormente. da posição 48. 5601. fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem. de textura volumosa.10 . as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas. já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. cujas fibras são facilmente separáveis.

Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos. e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça.10 (posição 58. 57. as exclusões adiante mencionadas). Provêm das operações de acabamento dos tecidos e.03). da posição 67. etc. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas. na fabricação de fios. por exemplo). plissadas em cilindros canelados. isto é. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha.02.17 ou 62.09). e como material de acondicionamento ou para usos sanitários. de lã. 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95). de estojos. de peleteria (peles com pêlo*). As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. de plástico. Capítulo 48). mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório.02. Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte. por fusão. etc. exceto os bordados da posição 58. da tosadura dos veludos. etc. de plástico. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento). etc. exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo.05 . COM PLÁSTICO. Obtêm-se. ij) Os artigos para festas. cirúrgicos. como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. na preparação de pós de toucador ou de cosméticos. etc. tingidas ou frisadas.17). 59. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. carnaval ou outros divertimentos. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola).NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas. para alfaiates (posições 61. barbas postiças. as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). ou preparações semelhantes (posição 34. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. folhagem e frutos. MESMO CONFECCIONADOS. em numerosos casos. REVESTIDOS.07. entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. que se apresentam em pó (poeiras têxteis).05). B. por exemplo). etc. Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. por vezes com uma forma mais ou menos alongada.OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. dentários ou veterinários (posição 30.07). DE MATÉRIAS TÊXTEIS. de escrínios. C. de máquinas para passar a ferro.04. geralmente.. Também se utilizam. 4) Os tapetes de malha. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33.01).03 . em geral. Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que. g) As flores. Algumas tontisses. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha. c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. tais como perucas para bonecas. de matérias têxteis. etc. de amaciantes para têxteis (posição 38. de lã. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. as pastas (ouates) empregam-se. para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate.TECIDOS IMPREGNADOS. que também desempenham o papel de suporte. algumas vezes. As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95.. de móveis. 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.05). especialmente. são obtidas por trituração de fibras têxteis. d) As fitas de algodão cardado.Conforme as suas características. 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas. h) As perucas de teatro.). Atualizado em 04/01/2011 . artificiais. acolchoados por qualquer processo. de fibras sintéticas ou artificiais. f) Os chumaços e ombreiras. misturadas com fibras têxteis. de algodão. por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). etc. de algodão. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto.11).) entre dois discos.). Entre os produtos incluídos aqui. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis. de sabão ou de detergente (posição 34. revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33). especialmente. de porta-jóias. tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes. o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS. encáusticos. forros de vestuário. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67.FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda. preparações para dar brilho. de pomadas e cremes para calçados. b) As pastas (ouates) impregnadas.. e suas partes. 3) Os tapetes obtidos por "flocagem". EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. Em geral têm o aspecto de moqueta ou. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52.

b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. Os tecidos cuja impregnação. lâminas ou formas semelhantes. de matérias têxteis. revestidos. revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo. forma. isto é. Por outro lado. confeccionados. poli(cloreto de vinila)). DE MATÉRIAS TÊXTEIS. revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados. em um mandril de 7 mm de diâmetro. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. da posição 56. d) Os tecidos impregnados. por simples colagem. quer prontos para uso. 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico.Com poli(cloreto de vinila) 5903. Capítulos 50 a 55. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). recobertos ou embainhados com plástico. nas duas faces. São constituídos. Utilizam-se. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. na superfície. como tecidos adesivos. costura ou qualquer outra forma. São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado.02).11. nem revestido ou recoberto em ambas as faces. são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. desde que. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. abrangidas pela presente posição.Com poliuretano 5903. com desenhos provenientes desses tratamentos. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. para fabricação de bolsas. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. no entanto: 1) A impregnação. por simples pressão a quente. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS.5903. nos Capítulos 50 a 55.) com características de acessórios.20 . face a face. que possam enrolar-se manualmente. 58 ou 60). REVESTIDAS OU RECOBERTAS.04. MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. classificam-se. porém. pantufas ou brinquedos. c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59. de larguras muito variadas. etc. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. Entre eles. ainda. com plástico. com plástico. estão igualmente classificados no Capítulo 39. por exemplo. para encadernação. Estes tecidos. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas. em geral. as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. etc. uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. de fibras sintéticas ou artificiais.90 . Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55. revestidos. no âmbito desta posição. Em numerosos tecidos da presente posição. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. como tecidos para mobiliário. 58 ou 60. em geral. especialmente. de plástico alveolar. Todavia. malas. os tecidos revestidos ou recobertos. chapas ou tiras. muitas vezes colorido. agulhetas. impregnados. 59. com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. incluem-se. Estes tecidos.09 59. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais.09 . sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). nas quais o tecido sirva apenas de suporte. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima. de alcatrão ou de preparações químicas. último parágrafo). podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força. (Quanto aos critérios para o termo "suporte". os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios.10 . de linho. em geral.11. parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". de textura apertada. o aspecto do couro.10 .MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES. revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. classificam-se no Capítulo 39. consoante os tipos. bem como os estratificados com esta matéria. de algodão. o plástico. etc. MESMO IMPREGNADAS. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. espiral de fio metálico). que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico. As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo. As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. de algodão. Além disso. qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar).05). A expressão "correias transportadoras ou de transmissão". recobertos ou estratificados com plástico. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões. são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados. sem fenderem. nos Capítulos 50 a 55. DE MATÉRIAS TÊXTEIS.04). Excluem-se. às vezes. os tecidos combinados com folhas. Algumas correias. DE PLÁSTICO. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. vestuário.

etc. revestidas. às vezes. juta.12 . recobertos ou embainhados de borracha (posição 40. As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro. e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados. mesmo que se apresentem providas de grampos. DE MALHA.De fibras sintéticas .Velas 6306. 6306.Colchões pneumáticos 6306. revestidos ou não. etc. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA.De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo. para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos.99 . vagões.30 . por costura. linho ou algodão.08.91 .11 6111.. As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se. etc.. em geral de forma retangular.22 . com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura.06.40 . mitenes e semelhantes. correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos). TENDAS. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem.De algodão .1 .De outras matérias têxteis 6306.10 6111.20 6111. . Abrange também os cueiros e fraldas. Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão. produtos químicos. Atualizado em 04/01/2011 .De lã ou de pêlos finos . As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo). correias.De fibras sintéticas 6306.De algodão 6306. 61.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno.06 . pelo contrário aqui. a expressão "vestuário e seus acessórios. babeiros ou babadores. quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias. recobertos ou estratificados com borracha. Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65..29 . As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e. revestidos.De outras matérias têxteis 6306. também se classificam nesta posição desde que sejam planos. costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior. são obtidos reunindo. recobertas ou estratificadas com plástico.). como tecidos dos Capítulos 50 a 55. cilindros. geralmente.ENCERADOS E TOLDOS. geralmente de tecido. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo. PARA BEBÊS. relativamente pesados. 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos. ou de cânhamo. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. sem sola exterior colada. entrançados da posição 58. revestidos. ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO. 63.principalmente Seção XVI). caminhões. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo).De fibras sintéticas 6306. então. b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores.. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis..19 . por exemplo) para os quais são concebidos.se destina a entrar em contato com os rolos. de estatura não superior a 86 cm.2 . especialmente de poliamidas. sapatos de malha para bebês. As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado.Outros: 6306. classificam-se. cordas. Fabricam-se. A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas. fitas da posição 58. VELAS PARA EMBARCAÇÕES. prontas para uso (sem fim ou com grampos).De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis. macacões. Os encerados.Encerados e toldos: 6306. Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo).. mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos .10.9 .Tendas: 6306.. etc. com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais. etc.30 6111. luvas.

9) Os sacos para filtrar café. os colchões. raquetes de tênis. Os guarda-sóis-tendas de praia. as tendas para circo. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves. com aspecto de tenda. colchões. etc. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40. etc. etc.01). 63. panos grosseiros de prato ou de cozinha. por exemplo). exceto as da posição 56.Cintos e coletes salva-vidas 6307. 5) Os sacos para roupa suja. as tinas e tanques. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307.Rodilhas. estandartes. as redes de dormir. para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes. bem como para pranchas ou carros à vela. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42.90 . esfregões.16. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. estacas. as barracas ou tendas militares. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve. 6307.02). 3) Os toldos (para lojas. etc. da posição 66.06. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56. para calçado.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. 2) As velas para embarcações (veleiros. máquinas. de acordo com a forma da roupa. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos. cafés.02). no interior ou ao ar livre (posição 95. 15) Os cordões para sapatos. 12) Os abafadores de chá. iates. máquinas. Atualizado em 04/01/2011 . 7) As capas para automóveis. como acontece com certos toldos para janelas. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. para uso doméstico.20 . 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56. mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34. etc. da posição 63. São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado. panos de prato ou de cozinha. malas.10 . recobertos ou estratificados. reunidos por costura.Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis.03). c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. geralmente de tecido forte. em geral de tecido rígido. estão excluídos desta posição. etc. máquinas.) são artefatos de proteção contra o sol.07). são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade. esfregões. 4) As bandeiras. 3) Os moldes para vestuário. Podem ser. ou ainda de lona. que se colocam sobre os passeios.). por exemplo).08. São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável. b) Os sacos de dormir. para acampamento.09). etc.05).06). Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação. 2) Os cintos e coletes salva-vidas.01 ou 34. de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso. para decorar bolos por injeção de creme. neste caso. portas de sacadas. bandeirolas e semelhantes. cordas ou acessórios deste tipo. festas e outros usos. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda).07 . incluídas as portáteis e as de praia. planos (posição 63. sacadas etc. espartilhos. INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. mesmo acompanhadas das armações.01. 8) As lonas de proteção. por exemplo. 13) As almofadas para alfinetes. 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. os revestimentos para o chão. Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras. lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42. de fibras sintéticas ou artificiais. embarcações desportivas.. Compreende. para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas.04). O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*).. podendo encontrar-se montados e. embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar. travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94. matérias têxteis sintéticas ou artificiais. 11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. de tecidos finos. em especial: 1) As rodilhas. saquinhos para meias de senhora.05). barcos de pesca. liso ou listrado. pendões.. para divertimentos. cortados de forma especial. automóveis.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil.

19) Os leques e ventarolas. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário.17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95.) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. etc. o) Os brinquedos.01). que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. k) As flores. 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção. folhagem e frutos. d) As etiquetas.04) e as borlas ou esponjas (posição 96. em peças preparadas para corte. do Capítulo 65.. Todavia. excluídas as de vestuário.). e suas partes. artigos para divertimento e festas. as atribuídas em competições). confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção). tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas.17. a fixar-se no assento de veículos. para animais. bem como as folhas apresentadas isoladamente. 18) As coberturas e bainhas.02. exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI. perneiras (grevas*) etc. odores. b) Os artigos de viagem (malas.03). p) Escovas. sacolas (sacos para compras). bem como os artefatos confeccionados com flores. 6402. 24) As máscaras de proteção contra poeiras.17). e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42. l) Os botes pneumáticos. 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo. para o transporte de crianças. sabres.17). etc.01. classificam-se como tecidos em peça). 28) Os artigos em falsos tecidos. Além dos artefatos acabados atrás referidos. classificam-se na posição 42. pára-quedistas. estojos de toucador. guarda-sóis. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. 61. que provenham de fardos já utilizados. aviadores. (Os panos para queijo. classificam-se na posição 94. de malha (posição 61. caiaques e outras embarcações (posição 89. cotovelos. Excluem-se desta posição. para guarda-chuvas e guarda-sóis. tornozelos. Estão. mas incompletamente descosidos. embora se destinem a ser usadas na cintura. 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate).16). espadas.13. 25) As rosetas (por exemplo. cortados em uma forma específica. as coxas). de forma a modelá-lo.) do Capítulo 64. etc. e) As faixas para a cabeça. 20) Os tecidos com costuras grossas.01). mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro. n) As pulseiras de relógios (posição 91.17 ou 62. etc. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. para qualquer animal (posição 42. folhagem e frutos. jogos. 22) Os fiadores para guarda-chuvas.16) As correias que. eletricistas. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 . e suas partes e acessórios. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações. NCM 6401. as peneiras e crivos (posição 96. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49. punhos) ou para os músculos (por exemplo. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71. pincéis e artigos semelhantes (posição 96. por exemplo.05. mochilas. cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos.01). cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte.07. m) Os metros (posição 90. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio.13). assim. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas. cortados de forma quadrada ou retangular.03). artificiais. joelhos. para portas e janelas. etc. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI. sombrinhas. Os assentos para crianças. tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário. 21) Os panos para queijos. ij) Os guarda-chuvas. compreendidos na presente posição os rolos de tecido. que se destinarem.02). bengalas. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62. artificiais (posição 67. h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante.05. 6403.. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62.

6401.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo.10.1 6402. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.00 6402.90 64.00 6402.90 6402.92.00 6403.00 6402.20.1 6403. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias.10 6402.00 6401.10 6401.10 6402.99.99.02 6402.03 6403. pregos.90 64. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural. plásticos.12. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.99 6402.99 6401. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados.91 6402. parafusos. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.00 6403.00 6401. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .99.19.20.00 6403. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites.99.9 6402.19.12.64.40. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes.9 6401.91.91.

-Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65. ginástica.9 6403.10 6405. basquetebol.20.00 64.10 .05 6405. plásticos.91 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.10 6403. treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados.5 6403.51.00 6404.59. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.99. 6506. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha. de proteção Atualizado em 04/01/2011 .00 6405.1 6404.51 6403.90 6403.00 6404.99 6403.90 6405.90 6403.10.90 6403.06 .10 6405.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.19.10.6403.91.00 -Outros calçados. MESMO GUARNECIDOS.10 6403.10 6403. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.20.10. calçados para tênis.04 6404.99.90 64.90.59.Capacetes e artefatos de uso semelhante. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis.10 6403.59 6403.51.11.91.20 6405.

chapas. Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes..9 . 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante.99 . 27.14 ou 27. de uma camada dessa matéria.07 . que se apresentam habitualmente em pães. EM PÓ OU EM GRÃOS. dessecação. blocos e formas semelhantes. etc. grampeados ou reunidos de qualquer outro modo. naturais ou artificiais.04.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. mineiros ou operários de construção. triturados ou pulverizados.De borracha ou de plástico 6506. ladrilhos. de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos. por exemplo).OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO. vazados ou moldados. As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas. recobertos de matérias abrasivas. sílex. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial. As tiras. 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído. gesso. papel. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta. MESMO RECORTADOS. que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. etc.).Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. resinas naturais. fitas. se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte. tais como depuração.Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis. enxofre. fibra vulcanizada. Entre as obras abrangidas por esta posição. Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos. etc.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha.). misturas betuminosas. cortiça. assim obtidos.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805.08. tijolos. capacetes militares. 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal. Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho. 6805. bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. PAPEL. o regime das obras do metal respectivo. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. escórias.. podem apresentar-se cozidos. de cartão feltrado. por exemplo. plásticos. fibras de amianto. naturais. resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes. segmentos. 68. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação. ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto. bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas. carboneto de silício (carborundum). etc. etc. escovas. 68 ou 95.90 . asfaltos e betumes. pelo contrário. Atualizado em 04/01/2011 . ou ainda para afiar cardas. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro. discos. 6807. etc. etc. etc. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. couro e outras matérias. quartzo. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante. 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais.10 . mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares.13. vidro. em determinados capacetes.Outros: 6506. metálicos (de ferro fundido. 68.6506. revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem.30 .De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo. serragem (serradura) ou fibras de madeira. segmentos etc. natural ou artificial. Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68. pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação. Tubos e recipientes. 4) Os tubos e recipientes.. couro.ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. areia.. geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos. discos.20 . capuzes. 2) As chapas para telhados. mas em que o abrasivo. desperdícios de cortiça. borracha (endurecida ou não).Em rolos 6807. às vezes corados artificialmente. tais como esmeril. cartão. tiras. em ambas as faces. granada. CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS. devem citar-se: 1) As lajes (placas).05 . estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. talco.. em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. 27.). 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*). quer nos Capítulos 63. corindo. constituídas por um suporte (por exemplo. pedra-pomes.Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805.91 . vidro e semelhantes. Os tubos e recipientes.10 . madeira. Estas (ao contrário das obras desta posição). cré. de asfalto reforçado ou recobertos de metal. aço. para bombeiros. motociclistas. sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego. BREU OU PEZ). a maior parte das vezes adicionadas de areia. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados. COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO. cimento.

Os fios podem ser simples ou torcidos. recipientes. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente. etc. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem.24. as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. em geral.. por redução das fibras a pasta. as fibras cardadas e as fibras tingidas.24). Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias. de amianto. Para fabricação de fios. PLACAS. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem. ANÉIS.Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . apresentam-se em rolos.91 . entrançados. bainhas. com resinas naturais ou plásticos. colchões. fibras de vidro.13 . ver a Nota Explicativa da posição 25. EM FIBRAS. PARA FREIOS (TRAVÕES*). A presente posição inclui. escudos para bombeiros. chapas filtrantes. talco. discos. torção. uniões. de preferência. panos para apagar incêndios. tubos. DISCOS. batedura e limpeza. gesso.Papéis. em pó ou em flocos (posição 25.9 . juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84. grafita. SEGMENTOS. fresados ou trabalhados de outra forma.11. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO.. As fibras de amianto. ladrilhos. principalmente. Estão excluídos da presente posição. bronzeados.13. 6812. pedra-pomes.AMIANTO TRABALHADO. capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto).11). óxido de alumínio. feltro e papel. placas (lajes).84). bem como as que foram batidas ou limpas.Folhas de amianto e elastômeros comprimidos. podem citar-se os cordões. TECIDOS. envernizados. eventualmente.. asfalto. as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos.Contendo amianto 6813. tiras. com ou sem dedos. tecelagem. Estes produtos.De crocidolita 6812. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59). anéis. b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). feltragem. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão. descansos para travessas. a embalagens (posição 48. Também se obtêm comprimindo a quente.Vestuário. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa.93 .12 . talco. etc. revestidos de amianto.80 . para defesa aérea.. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68. CALÇADOS. em primeiro lugar.Outras Esta posição compreende. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. c) As obras de fibrocimento (posição 68. À BASE DE AMIANTO.11). MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS.19). d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.13. celulose. destinados. impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante. Para a descrição do amianto crocidolita. aventais. para juntas. estão incluídas na posição 25. tecidos em peça ou cortados. para a fabricação de objetos moldados. rolos. além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto. 68. mesmo apresentadas em rolos 6812. mangas. cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. folhas. filtração. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68. Tais são. molduras. sob forte pressão. fibras compridas. de amianto. silicato de sódio. acessórios de vestuário. Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. de fibra de vidro. VESTUÁRIO. confecção ou moldação. corados na massa. varetas. na fiação empregam-se. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. etc. isolamento. OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. fibrocimento e pó de amianto.20 . rodelas. DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE.Além disso. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos.GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO. cartões e feltros 6812. 68. cordas. ROLOS.92 . entrançamento. condutos. FIOS. perfurados. luvas.) que tenham sofrido tratamento além da seleção.8 . etc. são obtidas. em certos casos. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis.11 OU 68. para bombeiros. de proteção. calças. como matérias filtrantes e. por fim. fiação. revestidos. para combater incêndios nos condutos de gás. 6813. Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição. excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões.. vestuário.11).. polidos. podem apresentar-se também revestidos de gordura. simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70.Outras: 6812. MESMO ARMADAS. PASTILHAS). enchimento. O papel. por exemplo. em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento. cortiça. terra siliciosa fóssil. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. d) Os tecidos ou mantas. calçados e chapéus 6812. cartão e feltro. borracha. EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda". etc. polainas.. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. serragem (serradura). revestidos. borracha. escórias.99 . NÃO MONTADAS. chapas ou cortados em tiras. capuzes e máscaras com "vidros" de mica.24. TIRAS. folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico. JUNTAS).

o fundo Atualizado em 04/01/2011 . rolos. b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica.PORCELANAS Por "porcelanas". se classificam na posição 69. I. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69. II. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura.. Consoante o seu emprego. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente. Fabricam-se com argilas. É geralmente cinzento ou acastanhado. impregnado de plástico. por exemplo) ou celulose.Guarnições para freios (tavões*) 6813. As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas). normalmente. finamente peneiradas e diluídas em água. segmentos. em geral. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente. artigos sanitários. B) O arenito cerâmico. tecido ou entrançado. estes produtos são.). telhas. Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta. perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo.Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. discos. o regime da matéria constitutiva.08). 2º) Da louça. carbonato de cálcio. tiras. feldspato (ou feldspatóides) e.81 . parcialmente vidrado. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo.. Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais.12. em geral. com exclusão da porcelana.08. o que o torna integrante do seu suporte. adere à língua. plástico e outros produtos apropriados. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada).04 . vermelho ou amarelo). enquanto que a porcelana à base de ossos. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. às vezes. quando quebrada. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. 69. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. TIJOLEIRAS. que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. sob o ponto de vista comercial. Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados.OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos. que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão. tais como o latão. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. por exemplo. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie. provida de alvéolos. Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados. que as distingue das porcelanas. polido. guarnições de cortiça). de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. lâminas. mais pobre em alumina. e a pasta apresenta-se corada (em geral. mais ou menos fina. breu ou borracha comprimida ou.. de castanho. o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. para freios (travões) a disco). o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. quartzo. O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo.89 . O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. agrupam-se os produtos cerâmicos. por uma mistura de fibras de amianto. etc. impermeáveis. é permeável aos líquidos. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que. mas sem chegar à semivitrificação. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada. donde o seu nome deriva. a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. que seguem. devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. as porcelanas de pasta branda. Podem também encontrar-se reunidas por costura. Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos. contudo. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. revestidos de amianto.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. e. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. o zinco ou o chumbo. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão. Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos). duros. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). 2) As faianças. dragas e outras máquinas. O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira. guindastes. mais geralmente.07 e 69. consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. Sem serem opacos como a faiança. Encontram-se recobertas de um esmalte.6813. ou nitidamente translúcidos como a porcelana. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos. têm textura terrosa e opaca. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. distingue-se da porcelana por ser opaco e. C) Certos produtos cerâmicos que tendem.. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato).11 ou na posição 69. ao contrário da porcelana. posição 87.

especialmente para tetos e pavimentos). Desde que conservem ainda. de encaixar. 6904. cachorros. ELEMENTOS DE CHAMINÉS. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. Estes produtos.05 . areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura). os tijolos que não suportam temperaturas de 1. portais.90 . 69. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento. redes para tetos. com nervuras. Esta posição também compreende os tijolos maciços. capitéis. como tijolos. que se empregam especialmente para revestir fachadas.500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. a característica de tijolos de construção.polidos. desenhos em relevo obtidos por moldação. Deve. palha cortada e substâncias análogas. contudo. maciços. Distinguem-se. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. etc. de forma retangular. utilizando na sua fabricação argila ferruginosa. para estes usos particulares. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. diversas guarnições de remate. construção de pilares de pontes.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. isto é. de superfícies planas ou caneladas. etc. tijolos perfurados. desde que não estejam incluídos no Capítulo 85.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO.). determina a formação de uma rede de espaços vazios. chaminés industriais e instalações análogas. as pedras e placas (lajes). em uma ou nas duas faces. se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. e os tijolos refratários da posição 69. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira).Tijolos para construção 6904.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo.10 . Compreende: 1) As telhas (para telhados. por exemplo. que adere à língua. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos.. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. como as telhas para empenas. e que são cortados antes de serem utilizados. depois de separados. 4) Tijolos de revestimento ou de fachada. TIJOLEIRAS. da porcelana propriamente dita pela sua fratura. e mesmo que. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. frontões.90 . recobertos de fina camada de matéria terrosa. de barro.02. na pasta cerâmica. que oculta a cor da pasta. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão. tais como cornijas. fibras de turfa. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO. Também podem apresentar.TELHAS. etc. para chaminés industriais.10 . em geral.04 . na maior parte das vezes.) ou de telhas especiais. granulosa e terrosa e não vitrificada. tijolos de forma especial designados tapa-vigas. 69. Todos estes artefatos podem apresentar-se .09). cercaduras. furadas ou com ganchos. no decurso da cozedura. geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato. remates para chaminés. 2) Tijolos comuns arqueados. que se obtêm misturando. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. b) Os ladrilhos. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr. remates de paredes. em virtude dos seus usos eletrotécnicos. de barro. mas às vezes também de arenito cerâmico. 3) Tijolos comuns. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês. perfurados ou não. florões. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas.das xícaras (chávenas)). leves e porosos. em forma de meia-cana. para enquadrar portas e janelas. DE CERÂMICA. tais como capelos para chaminés. a Nota Explicativa da posição 69. frisos e outros ornamentos de arquitetura. etc. paredes. fumados. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. ocos ou escavados. mas.Telhas 6905. ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas. para certas construções especiais (instalações químicas. paredes. 4) Outras peças para construção. Também cabem neste Subcapítulo. 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas.e é o caso particular do tijolos de revestimento .07 e 69. frisos. são fabricados de arenito cerâmico. Estes tijolos são. Pelo contrário. não devem ser considerados "porcelanas".08 (ver Notas Explicativas correspondentes). CONDUTORES DE FUMAÇA. porém. para cobrir os algerozes. etc. tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó. para pavimentação e revestimento das posições 69. DE CERÂMICA. que se utilizam. ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos. etc. por exemplo). para cantos de telhados. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. balaustradas. telhados. 6905. telhas para cumeeiras. Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada). cuja combustão. carrancas. etc. por exemplo: grades de ventilação. esferas. envernizados ou esmaltados. tais como pavimentação. estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. serragem (serradura). para ornamentar paredes. Atualizado em 04/01/2011 . branca ou corada. em construção.01. da posição 69.

sem que deixem de pertencer à presente posição. PARA MOSAICOS. são de arenito cerâmico e. etc). de que constituem o esqueleto. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura. marmorizados. como aquelas. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). incluídos os semitubos (calhas. Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. Em suma. ou também . canelados. tubos de esgoto. citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos). por serem planos. 3) Os acessórios de tubulagem. tais como capelos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. em especial). etc. de diâmetro constante ou variável. alamedas de jardins. pastilhas e artigos semelhantes. especialmente. especialmente concebidos para laboratórios (posição 69.Todos estes artefatos se incluem nesta posição.06 - TUBOS. Entre estes artigos figuram. 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva. MESMO COM SUPORTE. cantos e artefatos análogos. tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc. plintos. cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. DE CERÂMICA.05). as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. por exemplo).. por meio de cimento. mesmo fixados em papel ou outro suporte. Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. horticultura e jardinagem. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. frisos. impregnados de outras substâncias. ao contrário dos tijolos. lareiras. 69. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. etc. c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. tês. cotovelos. 6907. chaminés. geralmente de porcelana. algerozes. cubos. portanto. tal seria o caso. ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção. só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). às divisórias já construídas. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea. 3) As pastilhas. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes.). são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura. b) Os tubos. uniões. Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados.47.) diferentes das formas das placas (lajes). grosseiramente trabalhados. em cotovelo. por não terem. mesmo que se apresentem areados. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes.se incluem na posição 69. Diferem.Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica.Ladrilhos. recobertos com engobos. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. pavimentos.10 . Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam. determinada pela sua forma e dimensão. entre outros e mesmo que se utilizem em construção. em geral.06). CUBOS.46 e 85.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85. Na prática.07 . principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas . Estes artefatos podem ser de barro. Excluem-se desta posição. devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes. lingüetas. corados. excepcionalmente.07).de barro tornado impermeável. DE CERÂMICA. das telhas. quer por esmaltagem. de porcelana (por exemplo. etc. de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação . às vezes. formas geométricas (hexagonal. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação. Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes). cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907. esmaltados. estriados.09). a classificação de artefatos nesta posição é. quer por vitrificação (arenito cerâmico). com derivações. cubos ou pequenos retângulos para mosaicos.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa . CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES.) que se destinem aos mesmos usos. destinados a ligação ou derivação (mangas.. etc. 69. sifões. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69. etc. Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. com relevos. não vidrado nem esmaltado. octogonal.90 . Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas. os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos. DE CERÂMICA. ser emoldurados. com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. dos meios-fios. e não pela sua composição. excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . além disso. envernizados. que são normalmente retangulares. cola e outros processos.

quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos.11 . por outro lado. os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves. na acepção da presente posição. 7007.Vidros temperados: 7007. VIDRADOS OU ESMALTADOS. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura. normalmente chamados "vidros folheados".2 .a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69. incluem-se na posição 70. na maior parte das vezes. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69. O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. barcos ou outros veículos 7007. podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido. PARA MOSAICOS. que é conhecido como sendo à prova de balas. DE CERÂMICA. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica).15.. CUBOS. destinados a usos especiais.VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS. resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons.Outros 7007. Seguidamente. 70. que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química").21 . Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados".04. mas sem que se deformem.12). cubos.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos. veículos aéreos. Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes. aparelhos ou veículos. As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão.07 . São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem.. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69.29 .). por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas. É fabricado um tipo especial de vidro. com alma de fibra de vidro.Outros O "vidro de segurança". barcos ou outros veículos 7007. Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados. apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada. vigias de navios. seguem o regime destes últimos. os formados por duas folhas de vidro reunidas.Vidros formados de folhas contracoladas: 7007. Em alguns vidros desta natureza. estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação.Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X. por exemplo). Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis.11 ou 69. vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES.10 .Ladrilhos. antes da têmpera. em particular. A) Vidros de segurança. por exemplo. DE CERÂMICA. c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69. 6908. 69. portas de estabelecimentos comerciais. temperados.14). também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32. pastilhas e artigos semelhantes. se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo). B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas. Os vidros de segurança deste tipo..1 ..19 . ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços. Os vidros isolantes de paredes múltiplas e. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. óculos de proteção para operários. MESMO COM SUPORTE. Contudo.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam.90 . Atualizado em 04/01/2011 . de forma que devem. resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro. VIDRADOS OU ESMALTADOS. mas também aqueles que. os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70.07. Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura. etc. "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos". Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro. que se faz aderir às chapas de vidro. ou até se desintegrar pela ação do choque. constituído por duas ou mais folhas. veículos aéreos.13.07).08 .08.

(posição 70. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES. TOUCADOR. etc. estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70. d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos. espelhos de uso pessoal manuais. brinquedos. COZINHA. em folhas.91 . quer pérolas naturais ou cultivadas. ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES. conchas.06). 7009.10 . se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos. mesmo com estojo protetor.16)..Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água.Não emoldurados 7009.32 . alças (pegas*).) o qual. carapaça de tartaruga. pedras sintéticas ou reconstituídas. etc. mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis. Deve notar-se. Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir. A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica.De cristal de chumbo 7013. quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais. madeira. MESMO EMOLDURADOS. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97. desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos. ela própria recoberta com um verniz. entre 0°C e 300°C 7013. classificam-se na posição 70.13.92 .) de colocar no chão. platinado. plásticos.29 . 7013. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados. a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens.14). por exemplo.Outros objetos: 7013. compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*). compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos. Desta forma. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas.De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 . Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39). tais como certas bandejas com asas. nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94. 70. em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos. A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel. salas. A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas. Esta posição compreende igualmente os espelhos. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes). etc.. 70. em artefatos incluídos em posições mais específicas.Recipientes para beber. etc. suportes.13.Espelhos retrovisores para veículos 7009. espelhos de bolso ou para bolsas de senhora.).3 .. de vidro.09 . etc.ESPELHOS DE VIDRO.9 .13).. por exemplo) (Capítulo 95). por junção de outras matérias. todavia.13 . platina ou alumínio). madrepérolas. b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos.2 ..Objetos de vitrocerâmica 7013. por vezes. c) Os espelhos de vidro. Pelo contrário. são classificados nesta posição.De cristal de chumbo 7013. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e. Em seguida. A presente posição abrange não só o vidro prateado. entre outros. misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido.De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica.Outros: 7009. tecido. São. de colocar sobre os móveis ou para suspender. emoldurados ou não.21 .10 . ESCRITÓRIO.Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha. que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados.).Outros 7013.39 . contendo ilustrações sobre uma das faces. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento.9 .. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70. exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71.31 . os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui. por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes. exceto de vitrocerâmica: 7013. artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras).. exceto de vitrocerâmica: 7013. assim.Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão. Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias..91 . etc.Outros 7013. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71.18. emoldurados (de metal. obtém-se uma camada metálica muito aderente.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA. às vezes.). pedras preciosas ou semipreciosas.10 OU 70. Contudo.. por exemplo). etc. sapatarias.

boiões e vasos. travessas (de mesa. É evidente. garrafas. chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)). Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 .. estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima. xícaras (chávenas). Estes artefatos. tigelas. e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. da posição 94. Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos. diversas operações de desbaste. A presente posição compreende. que possam servir para ornamentação de interiores. bomboneiras. petisqueiras.09).10. cartazes ou tabuletas. suvenires (artigos de recordação) com paisagens. galheteiros. automóveis. fixos ou intermitentes. aquecedores de travessas. panelas. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. canecos e copázios para cerveja. Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas. baldes de gelo. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. lapidados. queimadores de incenso e outros perfumes. objetos diversos (animais. de metais comuns e na posição 85. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. contudo.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias. esses artefatos estão incluídos em outras posições. estojos escolares.09).12). suportes para bolos. mesmo emoldurados (posição 70.. chapas.). tacinhas para alfinetes. classificam-se na posição 70. recipientes graduados para cozinha. Todos estes artigos podem ser de vidro comum. flores. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro. campainhas de mesa. gravados. manteigueiras. a priori. que transformados em obras nitidamente caracterizadas. em caso contrário. frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes. e até de certas lupas muito rudimentares. foscos. Estes artefatos consistem em vidros.09. flores e folhagem de contas de vidro. molheiras.Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos.). tachos. quadros de comando ou de bordo. Todavia. por exemplo na posição 83. fruteiras.14 . descansos de travessas. postes de sinalização. centros de mesa (excluídos os da posição 70. Por outro lado. Podem ser incolores ou corados. etc. geralmente hemisféricos. misturadores. 3) Os objetos para escritório. oveiros. na escuridão. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96. bules para café e cafeteiras.17. igualmente. pratos.ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. etc. conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). copos.99 . da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados. zonas brilhantes que se vêem à distância. e ainda os boiões para conserva (posição 70. taças. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). etc. cabuchões e objetos semelhantes. toalheiros. esponjeiras. saleiros. saladeiras. de terrinas. por exemplo) e de formar assim.16). tais como vasos. sinais de estrada. archotes de iluminação.. para obtenção de efeitos ópticos adequados. bandejas.10). incluem-se nas posições 90. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos. gradualmente substituídos por outros mais finos. frascos.. de borossilicato) ou de vitrocerâmica. Esta posição abrange.14. distribuidores de sabão líquido. placas ou simples refletores para ciclos. etc. aquários. copos para batedeiras domésticas.05. frutos. b) As garrafas. jarros. convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes). estatuetas. classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis.16). ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. tampas de queijeiras. Se esta última condição não for satisfeita. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70. de ir ao forno. etc. etc.). cinzeiros. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. etc.7013. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador. 70. porta-facas.02. O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros. certas balizas. folhagem. tais como saboneteiras. em particular. sinais ópticos. peneiras de açúcar. caixas para pó-de-arroz. esboço e polimento. reservatórios para moinhos de café.01 ou 90. estes objetos incluem-se na posição 71.). lanternas de bolso. açucareiros. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. Realizam-se assim.18. que entram na fabricação de faróis de automóveis.15). espremedores de frutas. 2) Os objetos para serviço de toucador. f) Os aparelhos de iluminação e suas partes. e) As caixas e semelhantes. sem que tenham sido trabalhados opticamente. g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. lentes. Pelo contrário. pedaços ou discos. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91. d) Os artefatos da posição 70. estojos para objetos de escrita e tinteiros. madeira.09). mamadeiras (biberões*). bibliocantos (apara-livros*). sucessivamente. pregadores (para toalhas de mão. etc. de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo. sinais para bicicletas. entre outros. se se tratar de placas indicadoras. etc. permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis. NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. tiras.

Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie.RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS.Molas de folhas e suas folhas 7320. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. tração e torção. das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. 73.). vagões. constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70. hidrogênio. introduzir um material isolador. 2) As molas em voluta. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão.De ferro fundido. acetileno.10 .). com um aglutinante (por exemplo. C) As molas espirais planas e as molas planas. fios ou barras.20 . indicadores de níveis. etc. entre outras). Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio. Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84. gás butano. Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando. de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões. constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. DE FERRO FUNDIDO.Molas helicoidais 7320.90 . d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. mesmo corretivas. anidrido carbônico. Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66. graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. barras ou chapas de seção retangular ou oval.04). etc. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas.05. por vezes embebido em acetona. para obtenção de um isolamento térmico eficaz. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas. por exemplo. Alguns deles. DE FERRO FUNDIDO.9 . dimensão ou aplicação. DE FERRO OU AÇO.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr. que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente. trabalhados opticamente. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas.15) (ver a Nota Explicativa correspondente). Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas. Outros. FERRO OU AÇO. bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90). manômetros.25 . etc. possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica. formadas por fios. 73. Alguns destes recipientes . torneiras. Outros. cimento).MOLAS E FOLHAS DE MOLAS. D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias. reservar espaço para um líquido criogênico.por exemplo. c) Os elementos de óptica de vidro.OUTRAS OBRAS MOLDADAS. e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência. dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis. automóveis e outros veículos). fazer o vácuo. simples ou sobrepostas. B) As molas helicoidais.11 . etc. os que se destinam a conter acetileno . d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94.03). em tesouras de podar. como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás. tais como válvulas. utilizadas principalmente em material de transporte. não trabalhados opticamente (posição 70.).02). b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73. FERRO OU AÇO. Pelo contrário.20 . máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes. 73. etc. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. amianto. utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões.10 . exceto as molas para relógio da posição 91.18) (ver a Nota Explicativa correspondente).18).a) Os vidros para lentes. de regulação ou de medida. utilizadas em dispositivos de corda. oxigênio. podendo ambas as calotas. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro. em fechaduras. carvão de madeira. não maleável 7325. argônio. em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. 7325. máquinas. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados. incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas.14.Outras: Atualizado em 04/01/2011 . 7320. de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. etc. As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas).

os tubos de chumbo. extrudadas ou refundidas (posição 78. etc. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc.Esferas e artefatos semelhantes. tampas para copos e canecas de cerveja. plástico ou suportes semelhantes). os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. transformados em elementos de obras determinadas. marcos. contrapesos para suspensões. boiões. quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura. esferas para moinho. Excluem-se. produtos radioativos ou outros produtos químicos. barras.. As disposições das Notas Explicativas das posições 73.91 . luvas (mangas)).04 a 73. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos.20 . de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel. em particular. os coletes de escafandristas.07. vigas de mina. partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos).07. às obras da presente posição. grades e chapas de esgotos. os contrapesos de uso geral. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. uniões. os chumbos para redes de pesca. aplicam-se. taças. 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. os chumbos para lastro de iates. definidos nas Notas 1 a).26). DE BARBEAR. dois litros.12 . quer nos Capítulos 82 ou 83. Entre as obras incluídas nesta posição. especialmente. folhas e tiras. E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS). válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. mutatis mutandis. 80. incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 . Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. marcos de correio (marcos postais*). por exemplo.01) e as varetas revestidas (posição 83. cabeços de amarração. marcos de chamada de socorro e semelhantes. tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos.03). folhas e tiras. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas.Lâminas de barbear de segurança. quer nos Capítulos 82 ou 83.NAVALHAS E APARELHOS. os tubos e uniões providos de torneiras. chafarizes (marcos fontanários*). tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. por exemplo). mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. etc. 8212. Esta posição engloba todas as obras de estanho. 4) As medidas de capacidade (litros. quer na Nota 1 da Seção XV. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar. cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos.11)). estampadas. exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo.. vasos. o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. Esta posição engloba todas as obras de chumbo.. 3) Os artefatos domésticos. também. para moinhos 7325. tais como a sinterização (posição 73. b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas. o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI). às obras da presente posição. travessas. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. os pesos para aparelhos de relojoaria.81). e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas. citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita.04 a 73.99 . b) As estátuas. da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos.07 . 82.08). urnas e cruzes de ornamentação (posição 83.).06 . que seguem o seu regime próprio. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos.06). mesmo moldadas. 7) As chapas. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*). perfis e fios. Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo.08).44). luvas (mangas)). mutatis mutandis. por exemplo. mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. uniões. de estanho. reservatórios.Navalhas e aparelhos.06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. as obras fabricadas com chumbo para construção civil.81). As disposições das Notas Explicativas das posições 73. de estanho.OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. quer na Nota 1 da Seção XV. 78. cabos.Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido. tais como baixelas. cotovelos. cotovelos. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83. delgadas. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. carrancas e goteiras de telhado. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. Classificam-se nesta posição. torçais e formas semelhantes. de chumbo. que seguem o seu regime próprio. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo. Classificam-se. para armazenamento ou transporte de ácidos. as tinas. 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. por exemplo.10 . cartão. destinadas a serem laminadas.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO. cântaros. dentifrícios ou outros produtos. nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. cabeças de sifão. prensadas. aplicam-se.7325. os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos. de barbear 8212.

acabadas ou não. pastas. incluídos os fechos de segurança com chave. lingüetas. RODÍZIOS COM ARMAÇÃO.08). Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados. ferrolhos 8301. contra-pentes. PATERAS. Designam-se esboços em tiras.).10). FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS.90 . para portas de imóveis. DE METAIS COMUNS. para portas articuladas.Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301.Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum. facas.70 . canos.20 . bem como as cabeças. de plástico. pianos.. as tiras de aço de comprimento indeterminado. B) As fechaduras de qualquer tipo. transvias. temperadas ou não. com fechadura. escudetes. bem como as respectivas lâminas.02). pela introdução de um cartão magnético. PERSIANAS. pentes.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos.).30 . etc. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio. MALAS. portões.01 . artigos de couro (bolsas. etc. com cabo. para elevadores. 2) Os aparelhos mecânicos para barbear. de múltiplas chanfraduras. etc. DE METAIS COMUNS. Todavia. contrapentes e cabeças. cilindros. denominados de segurança. para bolsas de mão. CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. móveis. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura. carteiras.40 .Partes 8301. e ainda as tiras. COM FECHADURA.Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro.8212.50 .02 . PORTAS. mesmo por acabar.Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. não se incluem nesta posição os trincos de mola. Subposição 8301. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis. caixas. 83. portinholas de caixa de correspondência. 8302. Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança. para fabricação de lâminas de barbear de segurança. Nota Explicativa de Subposições.Cadeados 8301.GUARNIÇÕES. DE METAIS COMUNS (+). que não operem por meio de chave ou de segredo. maletas ou outros artigos de couro (posição 83. apresentados sem suas lâminas (posição 39. a forma das lâminas.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 . DE METAIS COMUNS. C) Fechos e armações com fecho. fechos. cofres. DE METAIS COMUNS. Também se consideram com tais.10 . lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. PARA MÓVEIS. b) As máquinas de barbear elétricas. bicicletas. pastas. FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais.CADEADOS. em que se encontra já traçada de espaço a espaço. vagões ferroviários. ARTIGOS DE SELEIRO. para veículos (automóveis. taramelas e tranquetas (posição 83. de bomba. cofres-fortes. malas. ESCADAS. barriletes). 2) As chaves para esses mesmos artigos. bem como os ferrolhos de segurança. sacos. por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. 83.Fechos e armações com fecho. apresentados com as respectivas lâminas.10 . Essas fechaduras podem funcionar. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE. mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório. mesmo em esboço. bem como os ferrolhos. pentes. compreendendo as lâminas. que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. por exemplo. estojos. chapatestas. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS. DE METAIS COMUNS. COFRES.60 . Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas. JANELAS. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. malas. também incluídos aqui. que se separam com uma ligeira pressão. perfuradas.Outras fechaduras.24). com fechadura 8301. CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES. 8301. ou para elevadores). DE SEGREDO OU ELÉTRICOS). etc. mesmo por acabar. PORTA-CHAPÉUS. guarda-segredos. CARROÇARIAS. e os cabos de metais comuns. DE METAIS COMUNS. de plásticos.

tais como cambas. pendentes. pinças. para veículos automóveis 8302. B) Os rodízios. as carrancas (travas de janelas). 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). alças e barras de apoio para passageiros. C) As guarnições. que consistam em perfis. os ganchos de encaixe que não constituam fechos. tais como bordas de proteção para degraus. caminhões. terminais. os dispositivos de fecho (de alavanca. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. tais como varões.Para construções 8302. que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII. tubos. suportes. os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras). Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. por exemplo) os porta-bagagens internos. etc.01).60 . varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos.. rosáceas. embraces. ferragens e artigos semelhantes: 8302. os fechos e correntes de portas ou de janelas.Outras guarnições. fechos. hangares (por exemplo. janelas. D) As guarnições. etc. de esferas e as molas com ressalto para portas. próprios para cortinas ou tapetes. os apoios para os pés.01).. excluem-se desta posição (Capítulo 87. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais. A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. borlas para cordões. Contudo. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo. trilhos (calhas*).49 . sem chave. 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro. Atualizado em 04/01/2011 . caixas de mola. barbelas.Outros. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*). ônibus. baús. contraventos. E) As guarnições. os cinzeiros especiais. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos. cofres. cantoneiras. a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal. os cantos das gelosias. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos).Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns. os dispositivos para elevar os vidros.Outros 8302. as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas. 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores. as guarnições de escadas. tais como os caixilhos de janelas. carroçarias. tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. pendentes puxadores e botões para portas.30 . caixas de segurança. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. podem citar-se: os frisos ornamentais. cabides e artigos semelhantes 8302. 2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. trincos.8302. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). fechos e travas de contraventos. em particular. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. 3) As fechaduras de mola.20 . argolas.41 . os suportes de prateleiras.42 .Rodízios 8302. as ferragens para montar armários e camas. malas. de rodízio. incluídos os gonzos e as charneiras. Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios. os ferrolhos. de garagens. os ferrolhos. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas. as corrediças de tampas. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil. dispositivos de fixação. Os varões. portas. a seguir. os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas).50 . em móveis.4 . porta-chapéus. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato". as cremonas. as maçanetas ou punhos. Entre esses artefatos.Pateras. Para serem classificados aqui. por exemplo).Outras guarnições. as pegas. argolas (lisas. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. as entradas de caixas de correspondência.. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas. de esferas e as molas com ressalto. mesmo perfurados. para portas de imóveis. as maçanetas ou punhos. para móveis 8302. as entradas de chaves. tubos e barras. ferragens e artigos semelhantes. fechos. trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos. estribos. as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas. os fechos. sem chave. 5) As maçanetas ou punhos. por exemplo. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos). os fechos de lingüeta. os batentes. seguem o regime do metal constitutivo. cofres ou outros artefatos semelhantes e. por exemplo). por exemplo). as argolas. 2) As fechaduras de molas. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam. os varões de fechos para cestos de viagem. por exemplo. de utilização muito geral. os ganchos. corrediças. os fechos de lingüeta. os cabides. rodízios e semelhantes). por exemplo. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias. os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. janelas.17). arções. por exemplo) para proteção lateral de veículos.

07. por exemplo). incluídas as etiquetas móveis (para chaves. 76.. formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora.. "bombeiros". para portas de imóveis etc. por exemplo.34 . por exemplo). Os cabides e semelhantes com características de móveis. DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+). praças. 2) As placas sinalizadoras para albergues. da posição 94.31 . por exemplo). apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias. Atualizado em 04/01/2011 . etc. ruas. EXCETO OS DA POSIÇÃO 94.2 .08. incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. de dobradiças.De cilindrada não superior a 50cm3 8407. veículos. coleiras de animais.000cm3 8407.73).De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407. gravados.. 84. discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86. Todavia. porta-chapéus (fixos. Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho. placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos. números ou desenhos. placas para máquinas. em uma placa de anúncio. esmaltados. as fichas e etiquetas de vestiários).Motores para aviação 8407.32 . excluem-se da presente posição. por exemplo os que possuam uma prateleira. PLACAS SINALIZADORAS. 73. de cremalheiras. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. escovas.De cilindrada superior a 1.. por exemplo. 3) As placas de publicidade para mercadorias. curvilíneos do tipo Wankel). H) Os fechos automáticos para portas.29 . números nem desenhos. incluem-se no Capítulo 94. displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84.90 . ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73.16. em uma placa sinalizadora. para toalhas. logradouros. G) As pateras. jardins. vestiários.05. c) As placas. e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições. ou relativas a serviços públicos ("polícia". caixas de correspondência. envernizados. etc. a proibições ("proibido fumar". os painéis de sinalização rodoviária. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente. moldados.000cm3 8407. NÚMEROS.Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares. em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante. PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES. Com exceção dos anúncios.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84.MOTORES DE PISTÃO. lojas. por exemplo. mas não superior a 250cm3 8407.10 . chaves. Esta posição compreende também os números.21 . portas. Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina. que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente. 79. as placas. 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. os jogos de números e de letras para compor etiquetas. letras. impressos em baixo ou alto relevo.De cilindrada superior a 50cm3. Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas. fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões. mas não superior a 1. 8407. DE METAIS COMUNS. sepulturas. panos de prato (panos de cozinha). estampados. e os consolos. ALTERNATIVO OU ROTATIVO. esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo..05.3 . de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95).26. fábricas. Entretanto.25. medidores. para indicar as partidas e chegadas). etc.De cilindrada superior a 250cm3. LETRAS E SINAIS DIVERSOS. incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor. de publicidade. Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo.. por exemplo).Motores para propulsão de embarcações 8407. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas. imóveis (mesmo que comportem apenas números).. "caça proibida".PLACAS INDICADORAS.10 .Outros 8407.33 . 83. por exemplo). as placas para sinalização rodoviária. perfurados.4) As guarnições.Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407..07 . por exemplo). etiquetas. etc. 4) As placas-endereços para imóveis.

Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações.MOTORES DE PISTÃO. Atualizado em 04/01/2011 . e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. biela. próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. multiplicado pelo número de cilindros.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela. etc. platinados. nos motores para aviação. em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos.31. dispositivos de ignição. Todavia. podem ser instalados e retirados muito facilmente. etc. não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. e orientados. 84. álcool. bombas ou compressores. especialmente concebidos para determinar o índice de octana.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408. volante. diferem daqueles. O combustível mais utilizado é a gasolina. Subposição 8407. O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. girando o conjunto na base de fixação. Além dos motores denominados diesel.10 . Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). 8407..33 e 8407. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). independentes. mais freqüentemente. distribuidor. embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)).Motores para propulsão de embarcações 8408. o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. à parede do painel traseiro.20 . Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. radiadores de água ou de óleo. constituindo o conjunto uma unidade indissociável. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL). bombas de gasolina. quer a utilização de uma vela de resistência elétrica.Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão. dispositivos de admissão e de escape. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. automóveis. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. contudo. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. inflamado no próprio interior do cilindro. formados de um motor desta posição. dispostos radialmente em camada simples ou dupla. percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto. etc. condensador. todavia. de cetano. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível. Nos tipos mais correntes. hidrogênio. metano. etc. pistão. Neste último caso. reservatórios de combustíveis ou óleo. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).90 . acionamento de geradores elétricos. no interior da embarcação. mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). são amovíveis. o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba. que funciona com menor taxa de compressão. 8407. às vezes incorporados ao motor. Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores. dispositivos de admissão ou de escape.. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel.09. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples. volante. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos. etc. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95). onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). de óleo. Subposições 8407. de ignição por centelha (faísca). mas cujo arranque exige. Estes motores.34 Nos motores de cilindros. sendo neste último caso incluídos na posição 84. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84. desde que. de compressão variável. dos combustíveis (Capítulo 90). motocicletas ou tratores. bobina ou magneto. Estes propulsores. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor. biela. próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. isto é. 8408.05. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. propulsão de aviões. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador. Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações. de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado. porém.08 . etc. Contudo. ou ainda. etc. etc. Podem ainda comportar redutores. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. alimentados separadamente. gás de iluminação. a saber: incorporação a máquinas agrícolas. pistão. elétricos ou outros. Notas Explicativas de Subposições. Esta posição não compreende os motores de pistão. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros. filtros de ar ou de óleo. para uso agrícola ou em canteiros de obras. ventiladores.32. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. pelo motor..

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

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A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

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1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

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8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

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Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

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Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

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papéis. etc. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado.90 . cantinas.22).. Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar.82 . pás e aletas.MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE. C.Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415. apartamentos.. pistões. por insuflação ou aspiração (tiragem forçada). Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa. etc. exigido para algumas indústrias: têxteis. aparelhos eliminadores de poeira (posição 84.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas.11). desumidificador ou os dois juntos) do ar. e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto.15 . 84. elementos aquecedores ou refrigeradores. de parede. lugares públicos. por exemplo. mecanismos oscilantes ou basculantes. Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. d) As máquinas para limpeza. seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84. aspiração de poeiras.13).83 . etc. com dispositivos de refrigeração 8415. silos. hospitais. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas.28). concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas. etc. navios. secagem de diversas matérias (couros. válvulas. As bombas de ar ou de vácuo. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração. etc. permutadores de calor. tintas. 8415.10 . que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes. veículos motorizados.. tais como corpos de bombas ou de compressores. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor.COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM. dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador. formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415. tecidos.). rodas de aletas. Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73. filtros. etc. fumaças.16). gases quentes.15).81 . máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84.19) ou para refrescar ambientes (posição 84.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor. etc. estes aparelhos comportam.).. bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado.Outros: 8415. etc. ventilação de ambientes. COM VENTILADOR INCORPORADO.20 . classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. navios. bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar. às vezes. c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84.).. Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+).. fumo (tabaco). hélices e outros elementos giratórios.79). em recinto fechado. etc. rodas com aletas.Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices. se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições. arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84.8 . geradores de pistões livres e ventiladores. b) As bombas de emulsão (posição 84.37). uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição.Sem dispositivo de refrigeração 8415. compressores. papéis. Atualizado em 04/01/2011 . mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas. aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85.21)..Outros. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo.) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos. produtos alimentícios. vapores.

podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84.16. Algumas máquinas contêm. PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado.79. São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação. mesmo contendo um ventilador a motor. ou de resistências elétricas. nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar. sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos. por conseguinte. Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados). 84. o ar ambiente do local onde funcionam ou. Do ponto de vista estrutural. quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar. reboque ou contêiner (contentor*)). apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam.19. palha de ferro. Todavia. etc.10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. Estes aparelhos classificam-se na posição 84. um condensador e um motor. 84. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar. geralmente. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84. chapas de metal distendido. por condensação. pelo contrário.18. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico. a umidade do ar).18). a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. no mínimo. Subposição 8415. lã de vidro. dentro de um limite determinado. se são providos de uma entrada de ar externo. a umidade do ar. No ciclo de aquecimento. formando um corpo único. Em alguns casos. por exemplo). em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar. como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias. constituídos por um compressor. conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. todavia. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação.). quando a temperatura exterior for muito baixa. palha de cobre. 84. Entre eles. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. apresentados separadamente.). cada cômodo de uma casa). As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se. e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente.20 Atualizado em 04/01/2011 .22. 84. por exemplo. Subposição 8415.18. por exemplo). As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa. etc.).Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento.) e um umidificador de ar (que consiste. em um espaço fechado (caminhão. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. 85. etc. Pertencem a esta posição. por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria. excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter. etc.21. São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. c) Os aparelhos que. que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado. uma mistura de ar fresco e ar ambiente.14. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo. São. bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. reboque ou contêiner (contentor*).18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado. por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. Nota Explicativa de Subposições. de vapor ou de ar quente. como máquinas e aparelhos para produção de frio. o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. por condensação. No ciclo de refrigeração.79. As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente.

tais como tabuleiros. tambor. 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos. por exemplo.CENTRIFUGADORES.29 . perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios. II. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo. 3) As desnatadeiras e os clarificadores.31 . nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para. as matérias sólidas são retidas no elemento giratório.. CENTRIFUGADORES. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura. 2) As turbinas para refinação de açúcar. cesto.21 .). coletores. contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação.. e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). serem decantados.. etc. em seguida.Outras A presente posição abrange: I. em diversos níveis do coletor. 13) Os centrifugadores para extração de mel. Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante. 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos.. para o tratamento do leite. geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro.99 . peneiras de tintas.12 . INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS. vasilhas..Secadores de roupa 8421. os constituintes são recolhidos.Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421. sebos.9 .1 .Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421.19 . etc.. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis. I. para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo. nas lavanderias ou tinturarias. habitualmente cilíndrico.Partes: 8421. féculas. 84. por exemplo (Capítulo 73.. incluídos os secadores centrífugos: 8421.. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora. de vasilhas múltiplas sobrepostas.Outros 8421.Outros 8421. cestos.Para filtrar ou depurar bebidas. tambores.Outros 8421. centrífugos. Entre as máquinas e aparelhos desta espécie.22 . 4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos. As máquinas e aparelhos giratórios que..Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421. também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos. 8) Os separadores centrífugos de leveduras. geralmente))..3 . podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias..Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. vasilha.39 .Para filtrar ou depurar água 8421. Atualizado em 04/01/2011 .91 . 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES. aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis. etc. licores. de peneiras (ou coadores) de leite.2 . exceto água 8421. vinhos.Desnatadeiras 8421. para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas. 8421.11 . As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias. de acordo com sua densidade.23 . pelo efeito da força centrífuga.De centrifugadores. 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos. para branqueamento.Centrifugadores. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. Em alguns tipos. incluídas as dos secadores centrífugos 8421.21 . Nos aparelhos de tambor ou de cesto.

a separação de partículas sólidas. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. pasta de papel. por exemplo. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células. químicos. por exemplo.54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84. providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. recipientes. 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais.74). B) Filtração e depuração de gases. a fortiori. retirar o alcatrão dos gases. os recipientes. celulose. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos.).86). Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão. arenito.13). consiste em dispositivos puramente estáticos. Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste. ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes. algumas destas matérias. A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. denominados centrifugadores de gases.. kieselguhr. carvão vegetal. Mergulhadas no líquido a filtrar. feltros. Conforme o rendimento que se quer obter. etc. a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. etc. 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. c) As bombas centrífugas de ar. que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84. II. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. d) As peneiras centrífugas (posição 84.). que se transformam em lamas não incrustantes. porcelana. pequenos aparelhos de pressão. eletromagnéticos. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água).. amianto. ao contrário. f) Os trituradores centrífugos de bolas. minerais concentrados. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros. 9) Os depuradores eletromagnéticos de água.Excluem-se. 8) Os depuradores de água. cubas. etc. mantido sob pressão inferior à ambiente. por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). do vinho. quer. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. carvão vegetal. tais como tecidos. Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. na indústria açucareira. que se fixa. etc. consoante o caso). compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. magnéticos. os depuradores de água de cal. sob forte pressão. (posição 84. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. filtros-prensas). enquanto que as matérias sólidas se acumulam. Entre os aparelhos desta categoria. por exemplo. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. Pelo contrário. do óleo. etc. de fácil remoção. eletrostáticos. peles. gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. Obtém-se. da cerveja. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. etc. executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. bem como os filtros de água de uso doméstico. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. a porcelana e o carvão vegetal. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. entretanto. de ação química. dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. de gás. 5) Os filtros-prensas. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados. em forma de tortas. de ação física. constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. de martelos pendulares. produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. etc. além dos tubos de entrada e de saída de água. telas metálicas.01). 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. e através das quais o líquido a filtrar é forçado.APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo. mas não engloba os simples funis. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. por sua própria concepção. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. de ação física ou mecânica. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. de amianto. entre as molduras e as placas.14). a) Os centrifugadores especiais. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". fortemente apertadas umas contra as outras. desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga. ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. areia. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor. etc. substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. geralmente.74). negro animal. (posição 84. às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. No tratamento de águas potáveis. pós metálicos sinterizados. e ainda material industrial pesado. 7) Os filtros de cápsulas. De acordo com o tipo. De modo geral. etc. donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros. tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita. sem características específicas.). Atualizado em 04/01/2011 . 6) Os filtros a vácuo rotativos. como. em uma torneira.37). denominados "anticalcáreos". exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico.

10 . 8424.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos.90 . fibras de vidro. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES. de sidra. b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84. a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador. 2º) Os filtros de manga. às vezes. Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. c) As prensas para produção de vinho.Conforme o seu princípio de funcionamento. etc. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios. molduras e placas de filtros-prensas. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas. etc. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+).. pela ação de um dispositivo apropriado. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia. os dois sistemas. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. tecidos.Partes Atualizado em 04/01/2011 . (posição 84.). 2) Os filtros eletrostáticos.12 e que. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90.20 . os gases. de ar ou de outros gases.79. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases. de ação física ou eletrostática. etc.) e. no interior deste.18) 84. atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros. a uma intensa turbulência que. de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade.15 e os desumidificadores de ar da posição 84. ou as fazem aderir a superfícies oleosas. constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica.Outros 8424.APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR. em uma câmara de depósito. esponjas metálicas. também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos.) e equipadas. depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo. por precipitação. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". são submetidos.Máquinas e aparelhos de jato de areia. mesmo carregados 8424. podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas.01). incluem-se na posição 48. de pasta de papel. provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras.35). percorrendo o cone do vértice para a base. aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes. Incluem-se também. com um dispositivo de pulverização de água.81 . Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água. que se movimenta em torno de dois rolos. de modo geral. MESMO CARREGADOS. Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador. levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone. Todavia.Outros aparelhos: 8424. por meio de diversos dispositivos. 4º) Os ciclofiltros. de filtros de gases.24 . podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica. incluídos os que funcionam por eletrodiálise. têxteis. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão. decresce bastante rapidamente.Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara. de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424.Para agricultura ou horticultura 8424.8 .30 . Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. anéis de Raschig. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84.89 . 3) Os filtros de grãos ou scrubbers. constituídos por uma tela filtrante sem fim. de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis). deve observar-se que as placas filtrantes. etc. os filtros-depuradores e os depuradores que. na parte superior. 3º) Os filtros de cortina.Extintores. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). etc. como os filtros de líquidos do mesmo tipo. no presente grupo. 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases. suportes. muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS. feltros. que combinam.. etc. EXTINTORES. por outro lado. MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. os filtros propriamente ditos que. que se subdividem em duas classes: por um lado. as outras superfícies filtrantes (cerâmicas. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos. tambores de filtros de líquidos ou gases. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell). tais como os de placas dispostas em ziguezague. de onde caem periodicamente. especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação.

05 ou 84. etc. Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. ou mesmo gota a gota. os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal). etc. pós.). do tipo automóveis ou não. comportam um disparador manual (com gatilho. manômetros. etc. etc. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. vernizes. bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão. injetores de adubos. entretanto. especialmente equipados. limitado este. bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas.).SERINGAS.. por erosão de terrenos. utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas..79).13). quando apresentados isoladamente. Também se classificam aqui. utilizados para a extração. para limpar fachadas de construções. terras diamantíferas. metal). O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais. os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas". MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos.). utilizados especialmente para limpar peças metálicas. ou. na forma de jato. 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar). que veda o orifício de ejeção (posição 38.000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. Incluem-se neste grupo. etc. fixos ou móveis (torniquetes. tinturas de cal ou cimento. conforme o caso). que comanda o jato. dispositivos para purgar. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido. D. pomares. b) As bombas de combate a incêndios. Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. em particular. utilizados para regar gramados (relvados). válvulas.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar. e um dispositivo para regular. granalhas. ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água.. por outro lado. e os rebocáveis. que executa o bombeamento e a dispersão. aspersores. etc.MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. percutores. materiais compostos. pós metálicos. os verdadeiros veículos automóveis. porém.EXTINTORES. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão. de areias auríferas..81 ou Seção XV.08).18). às vezes. alavanca. etc. tontisses. 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água. carregados ou não. válvulas reguladoras de retenção. de jato. não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo..13. e os foles. por um lado. de motor elétrico incorporado. vidro. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. mesmo providas de reservatórios (posições 87. para fins agrícolas ou para uso doméstico. cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir. freqüentemente de construção pesada. C. Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas.SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. etc. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato). às necessidades da sua função. às vezes.16). sob pressões incluídas entre 3. pedras. B. vernizes. incorporam. etc. ainda que contenham um reservatório e. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores). plásticos.. O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção).. excluem-se. etc. dispersão. sprinklers.000 e 4. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras. etc.05.). ou em nuvem (spray). etc. dispersar ou pulverizar vapor. granalhas metálicas. estátuas. e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras. óleos. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. borracha. obtido seja através do jato de um maçarico. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96. reguladores de pressão. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo. líquidos ou produtos sólidos (granulados. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios. E. utilizados nas máquinas de impressão. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38. A. permite também o deslocamento do aparelho. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente.PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. compressores. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. fungicidas. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. botão. pedra.. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se. nos quais o motor. b) Os bicos para mangueiras (posição 84. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato. foscar ou gravar vidro. mangueiras de jardim. entretanto. São utilizados para aplicar tintas. c) Os instrumentos de uso médico (posição 90. na acepção da posição 87. campos. Atualizado em 04/01/2011 . etc. a aplicar ou projetar inseticidas. Esta posição. etc..

e às máquinas e aparelhos de elevação.De motor elétrico 8425.26. k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. para garagens 8425. tais como os reservatórios.. etc. etc. bem como aos aparelhos com funções múltiplas. carga.49 . aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84.TALHAS. CADERNAIS E MOITÕES As talhas. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana.11 .1 . de outra parte. mutatis mutandis.81). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). diversos objetos (tambores. 84.79). a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico. GUINCHOS E CABRESTANTES..Talhas. cabrestantes: 8425.04). Entretanto. que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes.. CADERNAIS E MOITÕES.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84.3 . 3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar. jogos de engrenagens.41 .16). g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84. f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84.42 .Outros 8425.15. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84. de areia. etc. evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar... O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84. 2) Os aparelhos para pintura eletrostática. cadernais e moitões: 8425. d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor. caixas. l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90. mais ou menos complexos.43).TALHAS. Este grupo compreende. ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII.).Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação. o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87. entre outros: Atualizado em 04/01/2011 . de água.Outros guinchos.A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir.. b) Os eliminadores de fuligem.19). se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator.79). c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84. revelação. cabeças de irrigação.76). bicos aspersores. hidráulicos 8425. relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis. h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas.25 . ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura.01. Incluem-se nesta posição: I. cadernais e moitões são mecanismos de elevação.. também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição.).18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90..67). por projeção de parafina ou cera fundida. 8425.Outros macacos. Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82. e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84. (posição 84.24.4 .39 .De motor elétrico 8425. Subposição 8424.22). etc.31 . concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84.20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84.86). observando-se que se aplicam.Elevadores fixos de veículos. de jato de vapor. descarga ou movimentação.Macacos: 8425. Nota Explicativa de Subposições.Outros 8425. compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e. para tubos de caldeiras (posição 84. MACACOS.19 . rodas denteadas e parafusos sem fim. dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó.

constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão. etc. acionado manualmente ou por meio de um motor. uma corrente de cilindros. Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical. incorporados ou não no aparelho. para garagens. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos.25 8431.83. constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho. Entre estes aparelhos. etc. para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas. Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". 2) As talhas. que se assemelham a guinchos. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. construções.. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. etc.31.12. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes. Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris). substitui a cremalheira rígida. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. do mesmo modo que as polias simples. 3) As máquinas de extração. articulada. às vezes de ação horizontal. nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes).10 .25 ou 73.20 . vagões. etc. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos. neste aparelho.31 . incluem-se na posição 84. 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões. cadernais e moitões. podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei). Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84. caminhões. cadernais e moitões de tambor. comportas de açudes. que se desloca num trilho (carril) aéreo. cadernais e moitões de modelos mais simples. de talhas. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma. plataformas de artilharia. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado. hidráulicos ou hidropneumáticos. Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação. mas nos quais a corrente é substituída por um tambor.PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84. manobrar lemes.26.. podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. cabos de dragagem.1) As talhas. para movimentar paus-de-carga. 3) Os elevadores fixos de veículos. 4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas. guindastes.Das máquinas e aparelhos da posição 84.25 A 84.30.. constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. elevar âncoras. caixas.). recolher amarras. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. III. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos. 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido. para deslocar estruturas metálicas. cadernais e moitões. vagões-oficinas. redes de pesca. As simples polias para cadernais. etc.De máquinas ou aparelhos da posição 84. mas que funciona segundo o princípio dos macacos. II. 84. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido. etc.08. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. Entre os macacos de uso especial. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor. que envolve o mecanismo. 7) Os macacos para levantar locomotivas. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos. 8431.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. equipados.27 Atualizado em 04/01/2011 .

43 . as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel. etc. Por outro lado.07 ou 84.26. os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos.10). c) As barras ocas para perfuração (posição 72.41 . as correntes de raspadores para transportadores.30. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas".De elevadores. 84.07). polias para cadernais e engrenagens (posição 84. estacas. mesmo de mandíbulas. barras de comando (kellies). mangas de brocas (drill collars). pinças. gaiolas e plataformas para elevadores. argila.11). cascalho.15). c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias. ganchos e semelhantes.04 a 73. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87.49 . etc.20).8431.41 ou 8430.05) ou de matérias têxteis (posição 59.Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). de borracha vulcanizada (posição 40. balancins de equipamentos de perfuração por percussão. os martelos para bate-estacas.05. bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars). uniões de tubos (spider bowls).83). Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura. Permanecem igualmente nesta seção. desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos.08). de couro (posição 42. e) Os espeques. de lagartas ou de rodas.30. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos. os carros e troles de monotrilhos (monocarris). correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão. ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85.28: 8431.. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*). rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos. (posição 83. seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam.4 . mangas de comando (kelly drive bushings).25 ou 73. Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho. f) Os ganchos de elevação (posições 73. para carvão. skips. anéis. ferragens. escoras e pontaletes. ij) As polias.) aos quais são destinados. mesmo de comprimentos determinados. etc.49 8431. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431. providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios.08). máquinas de tração operadas a cabo. posições 73.10).Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430. etc. h) As fechaduras especiais para elevadores. tubos de perfuração.25 a 84.3 . d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73.26).01).06). cavaletes de rolos. etc.Das máquinas e aparelhos da posição 84.). etc.86). anéis limitadores de profundidade (stop-collars).25 a 84. tais como as molas de suspensão (posição 73. mosquetões. as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias. cabeças de injeção. as garras com bordas cortantes.12 ou 73. teleféricos. incluem-se na Seção XV (em geral. subs. as caçambas (baldes*). as lanças de guindastes. para gaiolas ou cabinas de elevadores. com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria. pentes para uniões de tubos (split bushing slips). de ferro fundido.08.39 . etc. draglines.30: 8431.. trépanos. g) As brocas. movimentação. ajustáveis ou telescópicas (posição 73. os suportes.Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431.Caçambas (baldes*). escavadoras.. guias de hastes de perfuração (drill pipe guides). monta-cargas.Outras 8431. guindastes (gruas) sobre cabos. as tenazes e ganchos articulados.28). se apresentados isoladamente. os degraus de escadas rolantes. b) As lingas (Seções XI ou XV). tubos-sondas.Das máquinas e aparelhos das posições 84. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84.42 . trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82. ganchos. 6) Os chassis não autopropulsores.. coroas. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores. tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos). pás.31 . no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos. rochas. as lâminas de niveladoras ou de raspadoras. Atualizado em 04/01/2011 .. uniões porta-ferramentas (tool-joints).) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85. os motores (posições 84. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes. a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. caixas e vagonetes para transportadores aéreos. ganchos e tenazes 8431. as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha. Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39).. as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84. carga e descarga de "esferas" (boules). Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. 3) As barras de corte.29 ou 84. as cabinas.

Ceifeiras.. B.11 . por exemplo. que são desatados. 5) As gadanheiras de feno. debulha. Também se classificam aqui . INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. tomate. bem como as enfardadeiras de palha ou forragem. Entre estes.Outros 8433. os ancinhos-espalhadores e viradores de feno. milho. constituídas geralmente por uma estrutura com rodas.37.19 . cenoura.33 .60 .59 . 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada. podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras. 14) As máquinas para colher feijão verde. garfos. etc. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores.mesmo que sejam apresentados isoladamente . para corte de forragens.Máquinas para limpar ou selecionar ovos. ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS. arrancamento.). frutas ou outros produtos agrícolas. ceifeiras. 17) As máquinas para ceifar. As disposições da Nota Explicativa da posição 84. de tambor. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar. A. 6) Os ancinhos-ajuntadores.Enfardadeiras de palha ou de forragem.). CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva).30 .Cortadores de grama (relva*): 8433.Ceifeiras-debulhadoras 8433. máquinas e aparelhos para debulha: 8433.5 . 12) As arrancadoras de linho..20 . 20) As debulhadoras de cereais. 15) As arrancadoras de batata (de relhas.32 aplicam-se.. fresas giratórias. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno. enfeixamento. incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal.MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS.Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433.. permitem executar mecanicamente: A. MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS.).90 .Outros 8433. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). etc.MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA.84. 16) As máquinas de levantar. 19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas. etc.40 . apanha. a debulha e a limpeza do grão. 11) As máquinas para a colheita de algodão.51 . tais como as barras de corte.Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433. 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos.53 .Partes A presente posição abrange as máquinas. picar e transportar ervas. etc.52 .Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433. 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras. aos materiais da presente posição. manuais ou motorizados.. feixes ou fardos. em substituição das ferramentas manuais. aparelhos e instrumentos que.1 .os alimentadores automáticos. bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que.Motorizados. que apanham e colocam em molhos. incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal. especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho.37.. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433. Atualizado em 04/01/2011 . que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular. A limpeza ou seleção de ovos. o feno ou a palha deixados no campo. por divisão prévia dos feixes. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433. grades. frutas ou outros produtos agrícolas 8433. picar e carregar forragem. 8433. 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática. ancinhos. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas..). quando giram.Outras máquinas e aparelhos para colheita. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84. ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas. mutatis mutandis. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes. etc. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. cortar. 10) Os reboques autocarregadores.

aeroensilhadoras. que. CALDEIRAS. ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481. elevadores de baldes para grãos. sacudidores.. todavia. gases. meios-fios ou de sob os arbustos. também se classificam aqui as partes das máquinas. frutas. CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. esferas retentoras. denominados cortadores autotransportados.MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84. elevadores de palha ou de sacos. divisores. permitem o escoamento de fluidos (líquidos. destinam-se a limpar ou selecionar. garras. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. agulhas corrediças. etc. etc.10 . mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. cebolas. montados em canalizações ou recipientes. aparelhos e instrumentos da presente posição.28). por exemplo). etc.80 . incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva). aspargos. na posição 84. esmagadores. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo. monta-feixes.TORNEIRAS. selecionadoras-observadoras eletrônicas. estas máquinas. tais como: Barras de cortes.). separadores. diversos produtos agrícolas: ovos.67. se apresentados com esta última. que seguem o regime da máquina.). moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas.78). tambores e forquilhas de gaveleiras. e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. pepininhos (cornichons). conforme o seu volume. Também. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84. enfardadeirasapanhadeiras. quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras. pelo contrário. vapores. corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. descarregadores de garras para forragem. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. ancinhos. relhas. Quando apresentados separadamente. às vezes.20 . tais como o reboque. Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição.36). etc. correntes de caçambas (baldes*).Válvulas redutoras de pressão 8481. classificam-se na posição 84. tabuleiros de corte.45). VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. agitadores. batatas. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos. fresas e outros aparelhos arrancadores. membranas.. 84. selecionadoras.37). Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. b) Os monta-feixes.Válvulas de segurança ou de alívio 8481. matérias viscosas) ou. d) Os limpadores. contra-agitadores. ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras.26 ou 84. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos. conforme a sua posição.28.21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho.40 . Atualizado em 04/01/2011 . elevadores de palha. tambores para enfeixar.08). debulhadoras. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). cenouras.. Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras. empilhadores. para retirar as ervas ao longo dos muros. por exemplo. RESERVATÓRIOS. porém mais raramente.90 . c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas.Válvulas de retenção 8481.Outros dispositivos 8481.30 . desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados). B. selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. etc. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves. por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados. Excluem-se. forquilhas. pelo contrário. padejadoras pneumáticas para grãos. mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras. ou ainda regulam o volume ou pressão. abre ou fecha um orifício. tais como os transportadores de tiras. peso. equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo. As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se.81 .37. 8481. aparelhos de observar ovos (posição 84. válvula ou charneira. a sua retenção. PARA CANALIZAÇÕES. constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. isto é. classificam-se na posição 84.Partes As torneiras.

quer por um motor (válvulas motorizadas). são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado.85). válvulas e dispositivos semelhantes. 16) As cabeças de sifão. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines). classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. 6) As diversas torneiras (de admissão. de controle ou de regulação das posições 90. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores.19. para incêndio. tais como os tubos de comprimento reduzido. válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato.São. para banheiras. estes órgãos classificam-se aqui. Quando o controle ou o comando se efetua à distância. geralmente. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas). por meio de uma chave.15. As combinações formadas por torneiras. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). na câmara de mistura. lavatórios. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). de cerâmica ou de vidro. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84. Estas válvulas. etc. em geral. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. elemento termossensível (válvulas termostáticas). 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas.32.26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga. flutuador. se o conjunto forma um corpo único. classificam-se como partes de máquinas. cápsula manométrica. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84.26. desde que correspondam às condições acima indicadas. e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido. cápsula. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida. 5) As válvulas e órgãos de distribuição. equilibrado por uma mola de tensão regulável. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. classificam-se na posição 84. etc. etc.). quaisquer que sejam as máquinas. 8) As válvulas para câmaras-de-ar. Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido. por exemplo) ou na posição 90. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. acionados quer manualmente. um volante. hidrocarbonetos ou outros fluidos. Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás). 14) As válvulas e comportas de balastro. 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador. por exemplo.26. não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos. fole. contrapeso. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. As membranas de rebentamento (discos delgados. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento.). Caso contrário. A presente posição compreende as torneiras. para garrafas de água gaseificada. refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação. vapor. 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. 4) As válvulas de alívio ou de segurança. reservatórios sob pressão.09). para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas. etc. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos. etc. de temperaturas diferentes.34). bem como outras comportas imersas para navios. um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados. 73. de diafragma. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui. 7) As torneiras de escoamento para radiadores.32. uma alavanca. conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). para tubos indicadores de nível.. de quaisquer matérias.14). Atualizado em 04/01/2011 .08. Todavia. classificam-se na presente posição ou na posição 90. agulhetas de incêndio ou para rega. apenas a torneira.12). incluídos os próprios recipientes de condensação. 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico. 74. mesmo com apito. 12) As torneiras misturadoras. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos. purga.16. Também se classificam aqui as torneiras. 71.). etc. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84. respectivas torneiras. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas. por um elemento manométrico (membrana. que podem ser de qualquer tipo (redutoras. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. etc. classificam-se também na presente posição. aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam. tal como mola. A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. 11) As bocas e tomadas de água. um botão.26 ou 90. reguladoras de pressão. as peças mecânicas que.). com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva). As cabeças e rampas.). estas combinações classificam-se na posição 90.26. condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. etc. válvula ou dispositivos semelhantes. mecânicas. Além disso. 75. caldeiras. e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento. válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. por meio de um tubo capilar. água.24. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo. 3) As charneiras e válvulas de retenção. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica.. providas de um dispositivo regulador do jato. 76. embora assegurem uma função semelhante. 9) As torneiras de flutuador. pequenas bacias para beber e fechos de segurança. cápsula. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. etc. dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84.

B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. bebidas alcoólicas. etc. geralmente.12). entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas). 18) As torneiras para cubas. que comportam um segmento. por exemplo). inseticida.Outros.17 ou 70. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição. roletes e agulhas 8482. entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja. denominado "gaiola".91 . d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84.99 . DE ROLETES OU DE AGULHAS.24. absorver as cargas radiais e axiais. Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato.50 . de cerâmica (posições 69. cônicos. os rolamentos colocam-se. PARTES Atualizado em 04/01/2011 .10 . barris. etc. estes roletes não possuem "gaiola". C) Os rolamentos de agulhas.. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas.20).ROLAMENTOS DE ESFERAS. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). Estes órgãos são constituídos.9 . constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante. (posição 84. Excluem-se também desta posição: a) As torneiras. 8482.24). em particular). c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. (posição 84. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo.Rolamentos de agulhas 8482. h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes.Rolamentos de esferas 8482. para certos usos específicos.30 . não endurecida (posição 40. um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora.Rolamentos de roletes cônicos. que comportam um cilindro canelado. contido no recipiente.22.Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. Freqüentemente. leite. etc. de borracha vulcanizada.Esferas.17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba". tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais.. válvulas e dispositivos semelhantes.40 .67). etc.03 e 69. b) Os sifões de escoamento de águas usadas. que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo. Distinguem-se.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482. abaulados em forma de tonel. 2) As corrediças de percurso limitado.. 73. salas de banho. simultaneamente. 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. são fabricados com bronze ou cobre. incluídos os rolamentos combinados 8482.80 .16). etc. os pulverizadores de ar comprimido.). e) As pistolas aerográficas. concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. de aço.79) 84.20 .82 . por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado. incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. etc. ou mesmo de plásticos.Partes: 8482. simples ou de dupla fiada. para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial). mantém no lugar. contudo. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem. 3) As corrediças de percurso não limitado..09) ou de vidro (posições 70.10.68.13). bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo. 20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84.Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482. tonéis. com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço. nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro. que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns. provida de ranhura prismática. para pias. g) Os maçaricos da posição 84. lavatórios. com um afastamento constante. geralmente. de aço. 69. estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo).

14). desde que. cadeiras.Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos. Excluem-se também desta posição: a) As barras. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. as manivelas e contramanivelas. pendurais. REDUTORES.20 . distinguem-se. redutores. por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias.Volantes e polias. A. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO.15). 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor. os virabrequins (cambotas). de perfil uniforme. 84. mesmo que estes sejam inseparáveis. 2) As esferas para rolamentos.30 . INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*). são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS. classificam-se na posição 73. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73. partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam. exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. outras vezes. para árvores (veios) flexíveis.Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483. 8483.83 .Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento.. b) Dos cubos e rodas livres. 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos. EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. etc. incluídas as polias para cadernais 8483. por várias peças reunidas. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO.). "bronzes" 8483.Engrenagens e rodas de fricção.14 ou 72. ou de ceifeiras (posição 84. B. MULTIPLICADORES. pelo contrário. eixos de esferas ou de roletes. de acordo com a Nota 6 do Capítulo. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0.90 . recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias. de ferro ou de aço.83).. para bicicletas (posição 87. Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução.MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). VOLANTES E POLIAS.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz. compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES".40 . 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo.50 . CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. 4) Os anéis. "gaiolas". de cobre. mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos.33). anilhas.10 . este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras).60 . 5) As árvores (veios) de cotovelo. incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483. consoles e caixas (posição 84. Atualizado em 04/01/2011 . Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos. mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72.Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço. todavia. 4) As árvores (veios) flexíveis. multiplicadores e variadores de velocidade. indicadores de velocidade. no interior de uma mesma máquina. por exemplo.. as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma. 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. incluídas as juntas de articulação 8483. 3) As árvores (veios) articuladas. etc. b) Os fragmentos de cabo retorcido. estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento.Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483. bronze ou de plásticos. caixas de transmissão. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. cruzetas. utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas.Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. mesmo que não se destinem a rolamentos. sem lhes transmitir movimento.ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS. as árvores (veios) de manivelas.26. etc. c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva). consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal.05 mm.12).

esses rolamentos classificam-se na posição 84. carretos. destacam-se especialmente: 1) Os redutores.EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES Os eixos de esferas (também denominados "parafusos de esferas") ou de roletes. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas). Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. Sua inércia. comportam também órgãos de lubrificação. Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão. Os rolamentos (de esfera. as polias para cadernais. Todavia. nos quais um disco. Existem vários tipos de órgãos de transmissão desta espécie. os "bronzes" de grafita ou de outro carbono. de um carreto e uma cremalheira. etc.25.15. F.VOLANTES Os volantes. etc. e a outra. montados. C. e as polias-cones. cônicas.26. constituídas por um conjunto de polias comuns. o movimento é transmitido com a mesma velocidade. Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". pela associação por exemplo. as embreagens pneumáticas. H. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas. conforme o caso. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. hidráulicos. mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos. Entre estes. encontrando-se as esferas ou os roletes dispostos no interior da porca em alvéolos. opondo-se às variações de velocidade. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição. A variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado.. de parafuso sem fim. pendurais. etc. contudo.Freqüentemente. A potência é transmitida quer pela pressão (variador hidrostático).). quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)). os volantes são também utilizados para transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias). confere aos volantes as propriedades dos reguladores de movimento. de dentes retos. entalhes ou reentrâncias concordantes. D. classificam-se na posição 84. etc. montadas em uma mesma armação. consoante a necessidade). constituídos por diversos jogos de engrenagens. que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades. Pelo contrário. mas fabricam-se também com outras matérias..25 ou 73. cilíndricos ou cônicos. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. ninhos. A presente posição não compreende. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE.. São constituídos. saliências ou garras. um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro. 3) Os variadores hidráulicos. ou inversamente. madeira. helicoidais. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. Há também alguns tipos especiais. é liso (plano ou abaulado) ou de gola. de fricção. geralmente). Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores.. caso contrário. E. quer por meio de uma biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas). A presente posição compreende todos os tipos de engrenagens (cilíndricas. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados). Quanto às rodas de fricção (denominadas também. uma. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira). incluídos os conversores de torque (binários). de diâmetros diferentes.82. que se classificam na posição 68. Em certos casos. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou. permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. Além disso. Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. cadeiras. tais como os plásticos. transmitem o movimento por simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução.) e compreende tanto os próprios órgãos elementares. de agulhas. por exemplo) seguem o regime do motor. os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras). cones ou anéis giratórios. no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS) Estes termos designam os dispositivos. tais como as polias-tambores. Existem também mancais (chumaceiras) que se empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter lateralmente de espaço em espaço. as embreagens centrífugas automáticas. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. etc. em ângulo. às vezes. que lhes permitem acoplar-se entre si). multiplicadores e caixas de transmissão. para os isolarem. consoles. Conforme a relação entre o número de dentes dos elementos associados. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética. G. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável. 2) Os variadores de discos ou cones. cremalheiras ou parafusos sem fim. de modo a fazer variar a relação de transmissão.POLIAS. roletes). pelo contrário. tais como as polias de tensão ou os tensores para correias. pode-se modificar a direção da transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos. que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73. cone. de rebarbas rotativas. que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. e os de correntes ou de correias.. dispostas por ordem crescente ou decrescente. compostas de duas ou mais polias soltas. de comando manual ou automático.) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes. também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. geralmente. modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone. são constituídos por um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes.. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. MULTIPLICADORES. Atualizado em 04/01/2011 . sobre árvore (veio) acionada. Citam-se especialmente: As embreagens de fricção (constituídas por discos. geralmente contidas em um cárter. por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção. ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos. cujos elementos motores se prestam a diferentes combinações com os elementos impulsionados.REDUTORES. as embreagens hidráulicas. apresentados isoladamente. de velocidade.

Elas servem como dispositivos destinados a reduzir as vibrações de mancais. de bombas. APRESENTADOS EM BOLSAS. É precisamente em razão da presença dessas partes móveis que elas são denominadas de "juntas de vedação. quer da parte dos órgãos de movimentação. apresentadas em bolsas. nos bordos dos orifícios nele praticados. 2º) Quer por amian