Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

SE. AP. ICMS 52/93. MG. R J. PR. ICMS 85/93. Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. AM. BA. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.87% Alíq interest de 12%: 48. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506. efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. efeitos a partir de 01/03/10 Prot. PI. interest de 7%: 56. PI. PB. ICMS 10/03. BA. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. MT. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças. PA. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. ES.43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. *Pneumáticos. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios. AP.80. efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot. RN. efeitos a partir de 01/09/10 AL. SC (a partir de 01/03/11). MT. componentes. SC e SP AC. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. PE. MA. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv. Não Atualizado em 04/01/2011 . efeitos a partir de 01/01/98 Conv. 50 do protetores de 4012. ICMS 41/08. adesão da BA através do Prot. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios.11 e (Dec 8507. ICMS 28/10. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. AL. ICMS 97/10. 17/97. RR. RS. ICMS 109/09.30. Pilhas e baterias de pilhas 8507. PR. MA.90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85.00 7244/98. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot.

MS. 50 do RICMS/89) Conv. ICMS 105/09. Lista neutra: 58.Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. MA. RO. item 5. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv. RS. ICMS 76/94. cubos e pastilhas. MT. Lista positiva: 54. isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos.90%. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. placas p/ pavimentação.42% Atualizado em 04/01/2011 . internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. AP. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. PE. PB.03%.15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. efeitos a partir de 01/10/94 Prot. PA. quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt. ICMS 99/09. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 . PI. BA. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op. 96. ES. 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. AL. efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. internas com prod. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art.

item 5.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins. Pauta Fiscal (Ins. PE. exceto ES: 63. 0203. item 5. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. III (Ins. macarrão instantâneo.80 %. biscoitos. PB. menos o Estado de GO. PE.14 0201. MA. e a partir de 01/11/08 Prot. 6º do Dec 7947/01) Prot. efeitos a partir de 01/03/06.80%. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. 0206. de 01/10/04 a 30/09/05. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino. AM. PI. CE.10. Normativa 04/09) item 5. macarrão instantâneo e pães: 20%. exceto do Espírito Santo: 63. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins.2) Pauta Fiscal Art. PA. Normátiva 04/2009. 0207. 0202. PB. Do Sul/Sudeste.59%. ICMS 50/05. internas Do Sul/Sudeste. Dos Demais Estados e do ES: 54. exceto em relação a torradas AL. Normátiva 04/2009.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas. 0209. AL. PI. 61. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art.59%. RN. etc. Normátiva 04/2009.90. a partir de 01/11/08 Todos os Estados. 2106. ICMS 26/04.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. BA. RN e SE Ver nota 14 Massas. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05. pães. CE. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. AP. bolachas. Internas: 46%.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim. ICMS 11/91. BA. item 5.00. efeitos a partir de 01/06/91. RR. item 5. 11/91 Cláusula quarta.

PI. Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. inciso V: V . inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. RN. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL. ICM 19/85. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC. inciso V do RICMS/BA.00 (sorvetes) e 1806. efeitos a partir de 01/06/95 Prot. 87 do RICMS/BA. PR. RJ. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 46/00. SC.das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”). RS. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. RR. ICMS 74/94. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. MG. DF. inclusive automação. BA. ES. ICMS 20/05. AM. PB. Nota 2: Observar o disposto no art. PB. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. RO. PE.90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. BA. AP. ICMS 132/92. ICMS 51/00. MS. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim.(ICMS da operação normal). efeitos a partir de 01/05/07. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. MT. AL. PE. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . 1901 e 2106. CE. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. SE. AP. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%. indicados no Anexo 5-A. 87.

POTÁVEL. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes. c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. não gravados.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. GASOSA OU NÃO. GASOSA OU NÃO. NATURAL REFRIGERANTE.500 ml Pré-mix ou post-mix. não gravadas. embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5.(ICMS da operação normal). 8523. NATURAL ÁGUA MINERAL. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . POTÁVEL. chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. refri.000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas. NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente.8523. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL GASOSA OU NÃO. para gravação de som ou para gravações semelhantes. GASOSA OU NÃO POTÁVEL.29 . fitas magnéticas gravadas. ÁGUA MINERAL. GASOSA OU NÃO. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 .40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação. água. POTÁVEL. NATURAL ÁGUA MINERAL. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem.

00. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.11.00). refrigerantes.das operações internas com açúcar.00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%. fumo homogeneizado ou reconstituído (2403.00).NCM 1904.10). extratos ou molhos de fumo (2403.91. bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402. fumo em corda ou em rolo (NCM 2403.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) .Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix").90) (Nota explicativa 14) 2402.00 e 1904. calculando-se a redução em 58.NCM 2008.99. em qualquer acondicionamento.(ICMS da operação normal no Estado de origem). fumo curado (NCM 2401.NCM 2005. c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I.20).20.10). ambulâncias. II e III pela legislação federal do IPI. 87. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento). furgões.10. Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju . prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92.00.(ICMS da operação normal no Estado de origem). Nota 12: Art. 00).19.00. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento. migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo. jipes. Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros. independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas.10. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00). b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401.00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados. fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403. extratos e molhos de fumo (NCM 2403.00). xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste.90.10 e 2401.10.99.90.20) ou não destalado (NCM 2401.91. rapé (NCM 2403.30. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação. É reduzida a base de cálculo: VIII . "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 . compreendendo fumo picado.10. acrescido da margem de valor adicionado de 94.00 e 2008. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros .90) e desperdícios de fumo (NCM 2401. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92.10) e rapé (2403.99. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.99.00). Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais . aplica-se a alíquota de 25%. chopes. b) salgados preparados à base de batata .20. camionetas. mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art.00 2402.(ICMS da operação normal). exceto na importação do exterior de trigo em grão. adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento.90.12% x (alíquota interna) .exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402.00 2403. desfiado. 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) .

superior a 6m3. c/motor a explosão.22.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 .90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.9 ton ("Ex" 01 . "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.9 ton ("Ex" 01 . com volume interno de habitáculo.33. mas não superior a 2500cm . de peso em carga máxima não superior a 5 ton. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703.De camionetas.21. c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. de cilindrada superior a 1500cm .90 3 Outros automóveis com motor explosão. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. destinado a passageiros e motorista.24. mas não superior a 1500cm . carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel. exceto: carro celular 3 3 8703.9 ton ("Ex" 01 . furgões.10.32. de cilindrada superior a 2500cm .21. exceto: carro celular.21. incluído o condutor. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: carro celular. carro celular e carro funerário 8703.32.8702. superior a 6m3. de cilindrada superior a 1000cm .90 Outros automóveis com motor explosão. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina. com volume interno de habitáculo. destinado a passageiros e motorista. exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3.10 Automóveis com motor explosão.De camionetas.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. de cilindrada superior a 1000cm .10 celular 8703. exceto: ambulância.10 Automóveis com motor explosão. mas não superior a 3000cm . incluído o condutor.De camionetas. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. c/motor explosão/caixa basculante.33. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.31. de cilindrada superior a 2500cm . chassis e cabina. de cilindrada superior a 3000cm .20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.10 8703. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. furgões. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão.21. exceto: carro celular. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6.31. exceto: ambulância. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.21. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel.24.De camionetas. exceto: carro celular e carro funerário 8704. com motor de pistão. de cilindrada superior a 1500cm . de peso em carga máxima não superior a 5 ton.00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. de cilindrada superior a 3000cm . "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. furgões. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. carro funerário e automóveis de corrida 8703. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão.90 3 Automóveis com motor explosão. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.90. mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702. incluído o condutor.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.90 8703.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.23. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703. incluído o condutor. exceto: carro celular. de ignição por compressão (diesel ou semidiesel).23. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. incluído o condutor. incluindo o motorista. mas não superior a 3000cm . exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. mas não superior a 1500cm .22. incluindo o motorista. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. furgões. mas não superior a 2500cm .00 8703. de cilindrada superior a 1500cm .9 ton ("Ex" 01 . carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703.10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. de cilindrada superior a 1500cm .9 ton ("Ex" 01 . com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6.9 ton ("Ex" 01 .

em estado natural. refrigerados. frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino. tabletes.20. assim entendidos os produtos à base de chocolate. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural.31. refrigerados. em pó ou em grânulos.8704. ou no estado líquido. 2) e 1704.20 1) cacau em pó.00). com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806.32. em pó. 3) achocolatados. confeitaria. De Estados do Sul/Sudeste.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. congelados. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%.(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras.00).90. blocos.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: . em pasta. exceto do Espírito Santo: 34%. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. com peso superior a 2 kg.31.00). defumados.31. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) . secos. 1806. exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3.9 ton ("Ex" 01 .10.32. De Estados do Sul/Sudeste.00. exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste.90. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806.20. com motor a explosão. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806. 1806.10. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 .10. grânulos ou formas semelhantes. congelados.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste. recheados ou não. paus ou sob a forma de ovo de páscoa. salgados ou temperados.90. bombons ou outras preparações de 1806. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras. e suíno. destinados à mistura com água ou leite (1806. exceto do Espírito Santo: 23%. desde que prontas para o consumo 1806.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%. bufalino. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.9 ton ("Ex" 01 .31.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação.

realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. 46/00 ocorridas no mês mais recente.1. 87. 2) pães. nem recheadas. ICMS 46/00. 2. II. espaguete. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. Nota 24: Redução de base de cálculo (art. nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo . tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal. 11. (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. tratando-se de recebimento trigo em grãos. nos termos do art. XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . bolos. está previsto no inciso VII do art. com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente.30.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. waffles. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e. ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. 228-C. até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento. tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo.2. ou ainda. está previsto no inciso VIII do art. tratando-se de operação interestadual. a seguir sistematizadas: 1. nos termos da cláusula nona do Prot. efeitos a partir de 01/06/2010. cuja alíquota incidente na operação seja de 27%. 506-B do RICMS/BA. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista. nos demais casos. 125 do RICMS/BA: “VII . 3º-F. calculando-se a redução em 55. 1. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro. 125 do RICMS/BA: “VIII . 3) macarrão instantâneo – NCM 1902.tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento.00. wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905. 353.40). Art. deverão ser observadas as disposições do art. e outras preparações similares não cozidas. desde que por ele produzido.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. bolachas. trigo em grãos . talharim.” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art.o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot. nem preparadas de outro modo – NCM 1902. massas para sopa e lasanha.4 do RICMS/BA): 1) macarrão. inclusive pães de especiarias.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária.” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo. biscoitos.

redenhos. refrigeradas ou congeladas. pensos. a gordura que envolve as vísceras do animal. por exemplo). comestíveis. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . bufalino. diafragmas. goelas. Carnes e miudezas. frescos. esparadrapo. rabos. isto é.90. com uma ou ambas extremidades de algodão. patos. patas. frescas. fígados. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). congelados. produtos imunológicos modificados. testículos. sólida ou semi-sólida. tireóides e hipófises. galinhas. ovários. baços. classificados nas posições 8507. multiuso. timos (molejas). ICMS 06/09 e Alt. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”. sinapismos. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. Toucinho e gordura (banha) de porco. por força do Prot. por exemplo). miolos. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. Efeitos a partir de 12/01/10. odontológico (estéril ou não). 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. secas ou defumadas. utilizado principalmente na higiene e limpeza. Medicamentos Algodão.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). em mantas enroladas em papel azul Kraft. em estado natural. acondicionado para venda a retalho. salgados ou temperados. atadura.21.90. frescas. úberes. frescas. salgados ou em salmoura. gordura comestível. outras frações do sangue. em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005.80. operações internas. haste flexível ou não. Nota 25: acumuladores elétricos. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). mole e cremosa. Prot. salgadas ou em salmoura. gazes. peles comestíveis. e outros. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. congelados. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes.10 e também está sujeito a substituição tributária. rins. bofes (pulmões). medulas espinhais (espinais medulas*). frescas. secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne). anti-soro. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína.30. Nota 2: Em relação ao Prot. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. gansos. secos. e suíno. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos. ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. defumados.00.11 e 8507. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. corações. refrigerados. vacinas. em manta fina ou em bolas.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados. órgãos reprodutores (úteros. inclusive charque. inclusive charque. não estéril. comestíveis. O algodão hidrófilo de uso doméstico. refrigerados. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09. congeladas Carnes de animais da espécie suína. cirúrgico. pâncreas. línguas.

de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art.40.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento .40 4014.00 9018. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente.00.00 2936 3926.31 9018.90.20.32.00 e 4818. 7013. 32. preparações para higiene bucal e fraudas. EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.00 9603.10. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes.90. 6111.10. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014.19.00 3306. ICMS 99/09 (BA e PR). mamadeiras.90 5601.3 e 3924. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento. absorventes.60 4015.exceto em relação aos Conv. 6209 3006.21. (operações internas e Conv.11. pastas e escovas dentifrícias.90 3306.relação aos protocolos 99/09. fio e fita dental.00 3006. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv.10.00 4818. chupetas.00 4014. ICMS 76/94 e Prot. 5601. preservativos.90. ICMS 76/94).90.1 3306. Mamadeiras de borracha vulcanizada.00 4015.10. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos.90.10.10. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 .

03 30. produtos imunológicos modificados.90.38 41.04 Medicamentos. gazes. pensos.38 41. ataduras e artigos análogos (por exemplo. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33.00 41.31 9018. exceto para uso veterinário Medicamentos.38 29.02 Anti-soro.19. sinapismos).24 41.00 3006. esparadrapos.00 33.90 ou 9018. outros. exceto para medicina veterinária 33.38 4015.24 38.60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios.38 30.38 41.24 41. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41.38 Atualizado em 04/01/2011 .11.38 30. impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais.00 38. exceto para uso veterinário 33.1 3926. vacinas para medicina humana.05 Pastas (“ouates”).00 4015.00 38.32.30. mesmo obtidos por via biotecnológica.99 Provitaminas e vitaminas Seringas. cirúrgicos ou dentários 33.00 38.38 41.24 41. outras frações do sangue.36 9018.

90.62% 44.35% 40.10 (ataduras.41% Estados de origem 2.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005. 3003 (medicamentos). 3006. todos da NBM/SH.24% 46. 1° da Lei 10. todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33. 3306. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).30 e 3002.34% 58.35% 51.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.60.872/2009.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.37% 53.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41.00% 50.30 e 3002.56. exceto no código 3003. sinapismos. exceto no código 3004.90.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32.46. 3003 (medicamentos). sinapismos.10.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38.84% 42.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios). pensos.72% 50.90.10. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) .). esparadrapos.05% 49.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41.09% 38. 3° da Lei Federal 10.147/2000. “1. 3006. nos itens 3306. 11.20 (fios dentais). localizado neste Estado.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38.Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida.18% 3.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33. 3306.60.78% 48. etc. gazes. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente).90.64% Nota 28-A: caso o destinatário.42% 62. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira. e nos códigos 3005.93% 52.90. possua Termo de Acordo nos termos do Dec. exceto no código 3003. pensos.56. 3006.24% 54. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art. exceto nos itens 3002. nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 .18% 41. esparadrapos.16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41. e 3004 (medicamentos).46. na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41.21. exceto no código 3004.(ICMS da operação normal no Estado de origem). exceto nos itens 3002.24% 58.10 (dentifrícios).37% 49.00 (escovas dentifrícias).38% 60. gazes.90.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38.93% 33.16% 49.08% 41. etc.56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38.10 (ataduras. e 3004 (medicamentos).24% 56.89% 46.).

ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais.10.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. . soros e vacinas. esparadrapos. 61.4 do inciso II do art. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos. se houver).00 6904.00 6905.00 6905. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9. ICMS 76/94. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. . Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%. inciso XV e § 2º. exceto o Estado do Espírito Santo. clínicas e órgãos públicos. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos.10.15% ou. clínicas e órgãos públicos. (art.90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9. a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente. e azulejos: Ladrilhos.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11. calhas.90.00 Atualizado em 04/01/2011 . 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . ICMS 76/94. em substituição a esta redução.00 6906 6907.10. cubos e pastilhas. e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 . adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv. AUTORIZADOS pela GERSU. preparações químicas contraceptivas e ataduras. em relação às vendas não destinadas a hospitais.00 6904. ICMS 76/94.90.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10.34% – Alíquota interestadual de 12%: 9. sendo que.00 6907. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento. de forma que a carga tributária corresponda 12.90. I). adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv. 11872/09. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%. cubos e pastilhas para mosaicos.interestaduais de UF não signatária do Conv. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular.53% (já incluído os 10% previstos na legislação). não vidradas nem esmaltadas NCM 6904. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC. exceto o Estado do Espírito Santo.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. não vidrados nem esmaltados Placas (lajes). se o contribuinte possuir Termo de Acordo. com redução de 10% ou a prevista no Dec.90. deverá ser recolhida a diferença do imposto. ICMS 34/06: • Medicamentos.

Piche. através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção). 3905. piche. vernizes. cubos e pastilhas. massas de polir.10. 3824. 353 e Anexo do Conv.00 3815. diluir ou remover tintas. Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes. 3205. 3807. 2710 (exceto posição 2710. 3808. massas para acabamento. vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV. mesmo que enquadrados no código 3214. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 .00.20. 3910. 3214.00. imunizantes para madeira. bases. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST. cimentos.11.00 6908. 3910 2821. limpeza. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. 3206. agentes de cura para aplicação em tintas.00 6908. vidrados ou esmaltados Placas (lajes). Comentário: Argamassa. vernizes. Corantes para aplicação em bases. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. 3810 e 3814 3404.17. impermeabilizantes.9190) e adesivos. 2715. 3805. vernizes e outros Massas.00 da NCM.00. preparações catalísticas. Pez.00. 3909. 3405. líquidos.11. xadrez. 3907. catalisadores. 3212 Nota 31-A: Tintas. secantes.10. 3209 e 3210 6908. 3824 IX 3214. ceras.30 ).90.00. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica. aguarrás. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. 2901. 6807 III IV V VI VII VIII 3211. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa.90. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados. concretos.19. 2713.30. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART. aditivos. 3405. aglutinantes.00.90.00. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art. 3204. mástiques. removedores. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária.90. 2715. solventes. preparações e outros para dar brilho. 3506. 3405. 3206 2706.00 6908. encáusticas.00. 3506. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506. rebocos e argamassas Indutos.00 2707. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. 2902. ceras de polir. pastas.Ladrilhos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. alvenaria e cerâmica. 3907. vernizes e outros Preparações concebidas para solver. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv.90. 2714.00 2707. 3910 X 3204.90 e 3506.

Nota 33: CONV. Espírito Santo. II . IV . câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. a base de cálculo fica reduzida em 4.27% 43.90%. Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas. III . V . em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS. ICMS 10/03.MVA: margem de valor agregado.C: crédito fiscal destacado no documento fiscal. ICMS 10/03 . Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 74/94.NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. exceto ES. expressa em percentual. efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor. Nota 36: O Conv. nos termos da Lei nº 10485/02. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria.BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte.IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados. > (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I .Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar. Centro-Oeste e Espírito Santo. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51. e 5. câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%.17 – C.04% Nota 32: MVA de pneumáticos. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. pessoa física ou jurídica. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre. sujeitos ao regime de substituição tributária. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0.19%. contribuinte ou não do ICMS. ICMS 74/94. ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos. Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia. Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores.08% 59.3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. Nordeste.

5 mm . disquetes e outros. DVD+R.29.29. CD-ROM.29. DVD.40.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) . do cartão ou dos têxteis.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados .29. CD+R.19 8523.11 8523. 8523. mesmo em cartuchos.29 8523. Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não. vídeo-laser. tais como disco rígido (HD).21 8523. e “slides”.31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos. exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos. exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . ICMS 51/00.5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.29.em rolos ou carretéis.90. e “slides”.40.29.8 mm (2”) . em rolos ou planos.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv.40.outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523. de matérias diferentes do papel.29.29.24 8523. sensibilizados. mesmo em cartuchos. de matérias diferentes do papel.29 8523. CD-I.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701.21 8523.29.33 8523.22 8523.em cartuchos ou cassettes . CD+RW. não impressionados.80.39 8523. CD-RW. do cartão ou dos têxteis.40. em rolos ou planos. de largura inferior ou igual a 50.29.30 Outros 3701.23 8523.29. CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 .em cassettes . sensibilizados.29 8523. ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523. não impressionados.29. DVD-R. CD-R.00 8523. ICM 19/85 e Prot. vídeo games.29 8523.em cassetes para gravação de vídeo . considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot. mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. DVD+RW e DVD-RW.40. tais como: CD. Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.32 8523.

associada a concentrações variadas de carboidratos. que são substâncias que se perdem no suor. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas.5 e 3702. rosés ou brancos(2204) 1. por exemplo). III. Atualizado em 04/01/2011 . com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física. VIII. de 11/02/08. de largura não superior a 105mm Outros filmes. outros tipos de vinhos – NCM 2204. 2.1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas.471. ICMS 127/10. VII.00. a partir de 01/11/2010. calculando-se a redução em 58.das operações internas com café torrado ou moído. hidromel. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).de 6% a 8% -.4 3702. a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas. XIII e XVII do Anexo Único. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas . não perfurados. estes produtos podem conter potássio. não perfurados. 2. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. cloreto e carboidratos.5 3705. 45. de 30 de junho de 1994.1) vinhos de uvas frescas (tintos. glicoses e de eletrólitos. Nota 43: Art. desnaturados. efeitos a partir de 01/03/08. denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94. Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição. Devem apresentar concentrações variadas de sódio.9 3702. perada. II.90. desde que por ele produzido. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº. de 08/02/08. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31.3) aguardentes.2) Classificadas na posição NCM 2208.20 3702. 87. IX. a partir de 01/04/2009 1. mostos de uvas. Opcionalmente. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. É reduzida a base de cálculo: XIV . vinhos espumantes. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação.2) outras bebidas fermentadas (sidra. de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1.90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot.4) aguardentes simples (caninha. tais como: 2. 2.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). relativamente aos produtos relacionados nos itens I. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. DOE.Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. vitaminas e ou minerais.3 3702. exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum). X. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702.(ICMS da operação normal no Estado de origem). com qualquer teor alcoólico – NCM 2207. classificados na posição NCM 2205. rosés ou brancos). 2. XII. cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado.  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos. incluídos os vinhos enriquecidos com álcool.

internas:  Operações internas: • Massas. podendo conter vitaminas e sais minerais. BAD BOY POWER DRINK. estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais. FIRST ONE. RED DRAGON. DYNAMITE.SANTAL ACTIVE . Sulppe.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional.00 não está sujeito a ST. à venda em bares e casas noturnas.GATORADE .11. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op.ENERGIL C . Cajuba. ATO COTEPE/ICMS Nº 33. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo. que ajuda na recuperação da energia após treinos. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL. Senninha. EXTRA SPORT. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. ON LINE. ATOMIC ENERGY DRINK. SKY HORSE ENERGY DRINK. competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. Opcionalmente. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0.5% de álcool. 5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08.CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes. Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. FLASH POWER. BURN ENERGY DRINK. LIQUID ENERGY.MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” . substâncias excitantes para o sistema nervoso. como a cafeína e taurina. à base de cafeína e ou taurina. Atualizado em 04/01/2011 . BLISS SPORT . Kapo. 50/05: • Massas.5%.90. que têm. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. Nestes produtos. • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot.10. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas. os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. macarrão instantâneo e pães: 20%. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo. REPIQUE. macarrão instantâneo e pães: 35%. BLUE ENERGY XTREME. INDAIÁ NIGHT POWER. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. Toda Hora. ECSTASY. FLYNG HORSE-BOOSTER. Podem conter vitaminas e sais minerais.SPORT ENERGY .

deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). o valor de referência será o constante na tabela 1. divulga nos termos das tabelas abaixo. o de maior valor. bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo.CONFAZ. abater o crédito de origem. aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1. prevalecendo. o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. XIII. Tabela 2 . conforme § 1º da cláusula quarta. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. se for o caso. Tabela 1 .27 R$1.02 R$7. o valor de referência será o constante na tabela 2.63 R$3. se for o caso. Atualizado em 04/01/2011 .50 R$100.Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115. o de maior valor. 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. Art. aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2.15 R$3. conforme § 1º da cláusula quarta.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária .COTEPE/ICMS.31 R$7. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . prevalecendo.50 R$12.12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. como imposto devido.56 R$15. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. de 22 de dezembro de 2000. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação.88 R$6.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133.Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. abater o crédito de origem. 12. como imposto devido. de 12 de dezembro de 1997.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB).98 R$120.

Amanteigado.Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. decidiu divulgar.COTEPE/ICMS.20 R$ 5. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5. para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria.11. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3.30 R$4. Maisena. de 12 de dezembro de 1997.26 14.50 R$ 2. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.00 R$ 2. biscoitos.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. de 16 de dezembro de 2005.94 R$1.58 Peso/Embalagem 5 10 1. 12. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34.40 Atualizado em 04/01/2011 . nos termos da seguinte tabela. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão. Leite.Art. o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. os valores serão determinados de forma proporcional.40 R$ 5. Coco e Chocalate. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .00 R$ 2. pães. conforme cláusula nona.00 R$ 4.36 R$8. O Secretário .Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7.15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0. Tabela 3 .CONFAZ. XIII. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00.20 R$ 7.56 3. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato. bolachas.80 R$ 3. e outros derivados da farinha de trigo. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias. por este ato. torna público que a Comissão. bolos.89 Art.

para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III .. Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2. relativo à substituição tributária..”.. equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas. sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação. leia-se: .às indústrias ceramistas. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs.. leite e creme de leite coalhados... 96...das operações internas com os produtos derivados de leite. quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados..”.. Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos. realizadas pelo fabricante.10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10.... estabelecido neste Estado. “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”... de 5 de novembro de 2010. II . Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto. nas operações internas. iogurte. 353 do RICMS/BA): .. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido....10. onde se lê: “... relativo à substituição tributária...... fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art.. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS... Atualizado em 04/01/2011 .00..4 da Instrução Normativa 04/09.. a partir do dia 1º de janeiro de 2010”.1 do inciso II do caput deste artigo..CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 ... nas operações internas com os produtos a seguir relacionados... 87..... blocos..NCM 0403. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário. Seção 1.... mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes.... tijolos...41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento). tijolos.. lajotas e manilhas. VII do RICMS/BA).leitelho.. 61...00 R$ 6.. bolachas e massas alimentícias R$ 10. telhas e combogós..... Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto... página 26....... calculando-se a redução em 29. É reduzida a base de cálculo: XXVIII ... o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art.. publicado no DOU de 8 de novembro de 2010. fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte ...”...00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA . Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art.produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15. ICMS 73/89 e 26/94).11.Com cobertura Demais biscoitos.. ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art.... constantes nas posições da NCM abaixo indicadas.

4. 23 .... Tratando-se de operação de saída interestadual. É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos.. 96.10 3815.12.. 104.... ICMS 89/05).. produzido neste Estado.485..... 6º e 6º-A do art.... leporídeos e gado bovino.. 506-E.. congelados.205..72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11... VII .... de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815. para creditamento do imposto pelo destinatário. observado o disposto no § 8º do art.. VIII..... caprino.10. de 03 de abril de 2002.. próprias e subseqüentes. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS.. II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv. sem ônus tributário para o emitente.táxis 2) Art 24.. exclusive do Estado do Espírito Santo...... sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS.00 Atualizado em 04/01/2011 .. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art..ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8.. a título de quebra (perecimento)....à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art.  b) 5....1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo..... a que se refere a Lei Federal nº 10..O item 30 do inciso II do art. XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador.... 104. é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária. 347. Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art... ICMS 133/02 e Art. III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art.07. “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS ..... de 03. em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5.12... uniões).. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual... devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação. independentemente de comprovação.. Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º...30... Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo. o equivalente a 9. quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante.. será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto. juntas. 24-A – destinado a APAE. cotovelos. 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM. resfriados.2 do inciso II do art. 23 2) art.. 353. 3) Art.... bufalino. Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art. III – deficiente físico...90 39... 87.. 353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas. de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv.. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: .. salgados..17 3918.. refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro.. Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas..... XXV .. resultantes do abate de aves. ovino e suínos.Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art.. segue o Anexo Único do Prot. secos ou temperados. 78-B..2002.4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot. flanges.  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente.00 3923..

Partes de veículos automóveis. para uso em motocicletas. à base de amianto.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis.00 5909. revestidas ou recobertas. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação. embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção.3 5910.00 Atualizado em 04/01/2011 . mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados. tiras.00 73.90.00 6306.20 73. de matérias têxteis.20 8301.99. revestidos.00 7007.00 68. discos.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças.90 8301.5 6 Frisos.93. pastilhas).91. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo. molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada. recobertos ou estratificados.10.10 4016.10.0000 4016.25. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos. rolos. placas. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante. de outras substâncias minerais ou de celulose.21.00 7806.00.10. anéis. de ferro ou aço Obras moldadas. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes. guarnições.30.00. exceto 7325. lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas.00 8310.90. mesmo impregnadas.00.00 8007. 3926. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903.00 4010. de matérias têxteis.00.70 8302.00 7 8 9 Juntas.1 6506. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.00 8302.11.10.00.30. de ferro fundido.9 4016. para freios. de proteção.00 7014. de plástico. não montadas. decalques.00 4823.00 7311. segmentos.90 5705. ferro ou aço 7009.13 7007.

27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84. incluídas as juntas de 8415.82 45 46 47 48 49 84.00 8421.90 8481.42.1 8414.20 8421.21. 32 e 33 84. caixas de transmissão e variadores de velocidade.80. compressores e turbocompressores dos itens 31.00 8481.3 8414. embreagens e dispositivos de acoplamento.23.13.00 8431.10. mancais e "bronzes".39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores. eixos de esferas ou de roletes.91.1010 8431.31.9 8412. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas.14.92 84.80.90.90 8481. incluídas as polias para cadernais.20 84.10.20 8425.30 8414.3 8408.00 8421. lubrificantes ou líquidos de arrefecimento.10 84. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis.00 8414. multiplicadores.29. incluídos os conversores de torque.9 8424.90.10 84.13.49.14.90.09. redutores. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407. engrenagens e rodas de fricção.00 8421.2 34 Partes das bombas.80.08.20.07 ou 84.83 Atualizado em 04/01/2011 .90 8421.90 84.10.39.90.2 8433. volantes e polias.

em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência. geradores (dínamos e alternadores.90 8534.00 85.4 8538 8536. motores de arranque).13 85.10.00 8544.20 8507.84 8505.00 Atualizado em 04/01/2011 . exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527. seccionadores e comutadores Faróis e projetores.00 8536. velas de ignição ou de aquecimento. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos. limpadores de párabrisas.30.11 8536.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes.19.30.10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62.11 54 8512. apresentados em bolsas.00. Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85. eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo.60.20 8512. 64 e 65 Interruptores. variadores de velocidade e freios. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517. envelopes ou embalagens semelhantes.50.20. degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84. 63. magnetos. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores. embreagens.40 8512. bobinas de ignição.00 8536.12.10 8539.10. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo.2 8544.18 85.90 8539.50.39).20.2 8529.00 8535.1 8525.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas. dínamos-magnetos.10.

19.00 9401. placas metálicas com 3919.00 6812.07 8708 8714.1 8716. 4009 4504. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705.2 9104.10 8414.10.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. capacetes. mesmo providos de seus acessórios.40. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos. 8708.00 8413. incluídas as cabinas.00 88 Fitas.90 9026. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média.00 8413. de plástico.40 9032. mesmo em rolos.90.19 8413. consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87. efeitos a partir de 01/02/09 9613. 8412. ciclomotores. ICMS 127/08.10 8414.33. Cilindros pneumáticos. pára-choques de veículos de 3919.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 .90.99.00 película de plástico refletora. Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo.80.59.19 9026.89.00.20. indicadores de velocidade e tacômetros.81.01 a 87.90 8413. próprias para colocação em carrocerias.29 9030.10 90.60.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários.00 carga.10. de uso em veículos automóveis.10 4823. adesivos. motocicletas.00 9401.10 8413.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot. auto-colantes.70. em disco.50. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores. refletores.90.80.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87.31. tiras.05.21 9031.90.20. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais.29.59.

41%.00 9032. partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv. especificados no item 35 do inciso II do art. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88.30 8512. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 .10. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações.39. XIII do RICMS/BA). sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído. salvo se a exigibilidade estiver suspensa. ICMS 97/2010.das operações internas com aparelhos celulares em 29. A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio.10. observado o disposto no § 11. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art.89.00 8507. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. ICMS 41/08. 353. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art.00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot.90 8501. 101 Outras peças. 61.10 8504.30. Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular.20 8507. 87. no Estado de destinação da mercadoria. § 11. XXIV . o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.50.19 8501. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento). ICMS 135/06 é autorizativo. Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07. Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas.82 9027. apenas do Prot. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421.31. para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. 87 (art.

prevalecendo o que for maior. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. Nota 1: Não se aplica a ST total. 228-A). a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art. Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma.4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. e a partir de 01/03/2011.3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. antes da saída. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . 2º Decreto 11. Atualizado em 04/01/2011 . se distribuidora. mediante contrato de fidelidade. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. tributadas pela alíquota de 12%: 34.1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. 515-D).AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art. 512-A. nas remessas para distribuidoras. e a partir de 01/03/2011. Nota 64: Álcool para uso não automotivo. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. X do RICMS e IN 04/09. O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”. prevalecendo o que for maior. definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. se distribuidora.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. item 5. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. antes da saída. 61.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48.50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. 512-B). o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot.10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. 228-A). o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. apenas a parcial. o que for maior (§ 1º-A do art. 515-D). antes da entrada no território deste Estado (art. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. mediante contrato de fidelidade: 26. Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. tributadas pela alíquota de 7%: 41. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. mediante contrato de fidelidade. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. antes da entrada no território deste Estado (art.872/2009).

19 3206.90.00 6. da classificação NCM.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74.20. 353.20. preparações tensoativas.46 Atualizado em 04/01/2011 .00 3402. 3405. item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot. transferência ou não.10.29 31.40 **sabões em barras.71 27. em relação às operações destinadas a BA. 3402 **sabões ou detergentes em pó.19 3.01. grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).23 28. palhetas. ICMS 110/07.90 3402. SE FOR INFERIOR A 17%. branqueador ou alvejante 70 90.92 71. 3405.94. para calçados ou para couros. ICMS 171/10.90.20.00 3307.19.00 3307.41. e a SP.11 2828. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10). 2828. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7. Pastas. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível.10.48 80.80 65.00 62 57 81. cremes e preparações semelhantes. 3402. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1.94.00 8. exceto as da posição 34. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). 3401.41.00 3808.00 5. a partir de 01.07.94 35. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC). Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art. efeitos. 3307.20. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato). pedaços ou figuras moldados 28 43. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.42 34. II. flocos.40.90. quando não observadas as disposições do Conv. Pomadas. pós.49.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora.47 4.58 38.52 75.19 2.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária.46 35. prevista no inciso VIII do art.76 66. 3401.00 3808. mesmo contendo sabão.

3924.10.10.11. 2806.40 56.00 19. 3808.69.00 3506.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9. granulado.98 54.43 64.90.89 57. 2207.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91. ácido tricoloro.90 13. rodenticidas.20. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.99 11.30.78 66.67 62.00 2924.95 80. ácido clorossufúlrico.00 2933.00 2828.87 73. 2827. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43.43 66.32.58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado .55 34.30.10 15. hidrocloretos.71 42 27 59 59.1 3808. 2801. 2803.95 63. 3809. todos na forma líquida.34 Atualizado em 04/01/2011 .59 38.92.10.98 70.10.11 2933.94 12.10 6805.15 20.11 42. 2827.22.49.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81.91.20 2806. em pó.10.80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).12.00 10.00 6805.20. fungicidas.69.16 50.50.00 2827.30 Inseticidas.21 2833.19 3808.90 16.94 17.91 3808.20.30 78. raticidas. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes. repelentes e outros produtos semelhantes.20 3905.91.22 57. oxicloretos.00 2207. isocianúrico todos na forma líquida.10. decantadores à base de cloretos.65 68. tabletes.90 18. granulada. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio. 28.00. 2710. 3808.70 48. pastilhas. em pó. 3505. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71.42 35.90 14.90 21.00 3924.10 3808.

95 60. à base de sais. para untar couros. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio. 3402. 2815.39 30.50.30.20.00 2842.90.20 25.67 73.93 3808.10. 3824. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro.99 33. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.94 3808.42 73.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.52 69. 2836.90 2922.31 71. 3822. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio. carbonato de cálcio.49 54.16 62.59 69.90.90 27.10.90 3808.80 60. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69.71 64. 38.99 63. 2832. 2923.30.49 58 77.22 28 55 55 41 46 51 49 43.98 Atualizado em 04/01/2011 . 2933. 2902.90.11.98 31.34 64. removedores de gorduras e oleosidade.00 2836.10 2836.90 34.00 24. 2917.19 66. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70.00 23.10 57.34 49.00 2901.02 32. 34.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61.69.13 2923. 2931.20.90.19 66.90.10 26.04 79.95 35.10 57.64 Algicidas.00.39 28.92 3808.28 67.00.67 57.19 29.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22.

60 57.10.00 3402.1 3824.98 62. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT.41.90. panos de prato ou de cozinha. redação dada pelo Prot.2 37.30 * MVA diferente em relação ao Prot. rodos. 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35.10. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.95 83.79 36.00 38.27 66. e outros redutores de pH da subposição 3824.10.79.10 2809.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot.19 3206. 7323. 8424.88 81. cabos e afins Vassouras e escovas. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43.43 51.20.90.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. sulfúrico fosfórico. 3923.11 2828.95 71. 2828.20. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária.00 41.90.13 57. 2806. desinfetantes e afins Vassouras. 9603.00 Atualizado em 04/01/2011 . flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes. de ácidos clorídricos.76 91. esfregões. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.90 40. SE FOR INFERIOR A 17%.10.71 49 53 35 49 64 71 66.79.00.89 8516. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90. 9603.90.98 73.20 2807. ICMS 27/2010 (BA e MG).48 1.90. 6307.22 43.00 39.

94 Pomadas. da classificação NCM.91.16 68.10.00 3307.90.11. repelentes e outros produtos semelhantes. Pastas.00 3808.49.92.10. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 .30 34.30. saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.50.00 3924.11 50.10 3808.92 66.10.41.90 10.40 57. para calçados ou para couros.40. 42 27 3809.91. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). 9.94.00 2207. Inseticidas.90.00 3405.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307. preparações tensoativas.88 12% 49.60 81. mesmo contendo sabão.85 2. Esponjas para limpeza 59 11.52 71.78 38. 74.89 66.3808.30. 3405.46 91.80 65.00 3808. 3402 40.10.1 3808. rodenticidas.01.99 3808.00 3505.94. raticidas.65 78.58 46. 5.91 3808. 12. 3. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7.00 3506.76 75.55 42.98 6.19 12% 80.00 3307.90 3924. exceto as da posição 34. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8.10 6805.71 59.12.20 3905.00 6805.90 2207. fungicidas. cremes e preparações semelhantes.42 35.10 2710. pós.20.37 4.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).95 57.30 43.

10 2923.95 20.67 64.00 2902.34 73.39 34.20 2806.22 43.50.10.00. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio. 22.90 2806. todos utilizados em piscinas 55 12% 64.80 69.90 2931.22. decantadores à base de cloretos.1 2832. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio. 17.10.87 48.94 2803. 26.00 28. pastilhas.19 60.11.21 2833. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 .70 56.90. para untar couros.00 2828. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63. Floculantes clarificantes. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.71 73.20. em pó. granulado. hidrocloretos.19 3402. 2801.69.10 2836.42 35.69.00 2933.67 18.00 2836.43 62.90. carbonato de cálcio. 23.20.34 19.80 14. em pó. todos na forma líquida. ácido tricoloro.10 66.10. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.15 2827.19 3808.90 2827.22 66.00. isocianúrico todos na forma líquida.43 73. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).32. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.95 57.67 64.03 7% Cloro estabilizado .20. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.49. 27.30. granulada.31 61. oxicloretos. 24. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70.99 49.00 2827.16 71.39 2933.69. ácido clorossufúlrico.20.00 2836.10.49 63. tabletes. 15.13.43 62.00 2924.40 70. 25.90.98 80.11 2933.20 2917. 16.59 12% 54.00 2901.59 54.34 57.

95 57. ICMS 28/10 e art. e outros redutores de pH da subposição 3824. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.28 28.71 66. esfregões. 6307. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo.98 43.90.10. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não.30. panos de prato ou de cozinha. todos utilizados em piscinas 60 12% 69. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 . desinfetantes e afins Vassouras. 37.52 79. patinetes. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. sulfúrico fosfórico.00.98 77.1 3824. de ácidos clorídricos.92 3808.90 3824.00 35 49 64 38. 36. 7323. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento.30 32.64 30.00 2842.20 2807. carrinhos para bonecos.79 3923.98 83.90. mesmo animados.19 60. Kit teste pH/cloro. 353.10.93 3808.60 81. Algicidas. à base de sais.89 8516.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29. outros brinquedos. cabos e afins Vassouras e escovas.10. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas. removedores de gorduras e oleosidade.90 9603.10 66. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69.42 35.12% 7% 12% 7% 2815. 9603. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33.10.90.00 71 12% Nota 69: Triciclos.98 71.99 3822.79.13 2923.90.00.76 73.90 3808. ICMS 109/09.90. II.94 3808. 31.20.43 62. peróxidosulfato de sódio ou potássio. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot. rodos.79.10 2809.88 91. 38.2 57.49 2806.00 8424.90 2922.95 57. Prot. bonecos.27 43.95 57.13 66. 49 34.22 51.10.00 53 35. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas.04 67.

80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213.00% 7% 12% 66. (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco. em rolo e.90.93% 67. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante.29 Atualizado em 04/01/2011 .92% 78. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.98% 43.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7.00% 12.10 3704.00 Corretivo 12.00. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.20 57.90.41% 3824.29 3703. matte ou lustre.00% 75.10.00 3703.49% 76.40% 68. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.20.80% 65.14% 42.10 3703. ICMS 70/10.00 Papel fotográfico.autoChrome".00 7. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.10.46% 74.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot. magenta e amarela 56.06% 3703.00% 34.07% 18 51.00 4802.10. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50.

suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57.99.46% 96.00% 7.07% 78.27% 8214.00% 12.00% 12.07% 70.00 7. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.00% 12.48% 87.00% 12.00% 49.00% 75.12% 9608.00% 12.90% 87.00 50.10.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.00 Canetas esferográficas 9608.06% 68.08% 85.00% 12.00% 7.00 5202.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.4016.00% 12.99% 59.95% 57.1 4202.93% 62.00 Apontador de lápis 54.87% 74.49% 68.18% 53.64% 72.00% 12.00 Prancheta 7.92% 66.46% 78.80% 75.55% 63.46% 72.49% 74.92% 66.98% 84.00 3926.90.00 Borracha de apagar.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65.10.46% 84.00 7.00 7.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 . porta-lápis e artigos semelhantes.94% 68.90.06% 68.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.06% 68.92% 66. e artefatos semelhantes 43.00% 57.90 5509.00% 7.00% 12.00% 75.66% 65.49% 98.54% 78. de traçado ou de cálculo 9603. canetas porta-penas.00% 82.30.00 7.00% 12.00% 9017.92.20.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.00 96.00% 96.08.00 Instrumento de desenho.00 4421.61% 75.00 7.00 7.40.00 7.88% 74.20.23% 51.92% 66. estiletes para duplicadores.28% 78.00% 75.82% 60.53.06% 68.9 63.13% 77.46% 66.

00 57. brancos e coloridos.00 4802.46% 75. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.58.00% 12.49% 78.20. exceto estojos 57.00% 66.00% 66.00 Quadro branco.46% 75.29% 66.00% 57.carvões.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.00% 12.90 4811.00% 12.20.49% 78.00% 96.98% Lápis.90.49% 78.12.00.01 a 39. papéis de presente 57.perfil para encadernação.49% 78.46% 66.00% 68.54.00 7.92% 68.06% 68.92% 66.00% 12.92% 3916.92% 66.00 4802.20.06% 68.54% 3920. pastéis.90 49.00% 7.90% 90.09 57.00% 7.06% 3407.00 59.46% 75. minas.46% 75. recados auto adesivos (LP note).00% 12.06% 68.00 Bobina para fax 4802.00% 7.24% 68.19 3926.06% 68.9 Papel seda 4421.49% 68.99% 59.04% 60. próprias para recreação de crianças 57.00% 12.49% 78.00 4802.00 Atualizado em 04/01/2011 .49% 78.95% 57.06% 68.9 4802.92% 66.06% 78.20.00 57.00% 75.57.00 78.00% 7. de plástico e outros materiais das posições 39.00% 12.12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.46% 75.00 Papel celofane 12.92% 78.46% 75.00 Cartolina escolar e papel cartão.20.57.10 Massas ou pastas para modelar.14.06% 80.9 4802.00% 7.92% 57.56.92% 66.06% 68.00% 7.14 57.00 Espiral . verde e cortiça 7.00% 75.49% 78.99 4816.10.46% 75.00% 12.00 Papel impermeável 7.00% 66.90.54.9 4806.99 4802.98% 88.01 a 39.92% 7.

46% 75. mesmo acondicionados em caixas 57.00% 70.00% 7.90.46% 12.10 48.49% 48. de papel ou cartão.00% 7.00 57.00 Papel-carbono.90 Papel fantasia 69. em folhas. contendo um sortido de artigos para correspondência 52.16 57.46% 75.00% 12. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).39% 12.13. sacos e semelhantes.90 Papel almaço 4810. caixas.12.31% 72. de papel ou cartão.37% 48.36% 79.92% 66.06% 68.49% 91.00 Papel crepon 4810. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.67% 81.22.00% 66.49% 78.92% 66.10.00% 7.46% 89.12% Atualizado em 04/01/2011 .00 7. aerogramas.09 48.18% 68.00 57.00% 12.00% 61.46% 78.92% 66.00% 75.06% 68.00% 12.00% 4808. estênceis completos e chapas ofsete.92% 66. de papel.00% 75.49% 78.00 Papel hectográfico 7.49% 78.06% 68.00% 12.00 7.16 4816.06% 68.17 envelopes.16% 63.

20 65.49% 7607. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. de papel ou cartão.41% 7. de apontamentos.00% 12. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.00% 74. com ou sem envelopes. classificadores.48. de encomendas.11.90 Papel laminado e papel espelho 57. blocos de notas.88% 87.46% 95.92% 66. de papel para cartas. 00. de escritório ou de papelaria. pastas para documentos.96% 75.06% Atualizado em 04/01/2011 .00% 75.92% 78.00 Livros de registro e de contabilidade.00 7. mesmo ilustrados.00% 92.00 cartões postais impressos ou ilustrados.de época / sentimento) 5210. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.32% 78.94% 77. agendas e artigos semelhantes.00% 12. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.00% 57.90 Papel camurça 82.06% 68.59. de papel ou cartão 84. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).13% 7.00 103. capas de processos e outros artigos escolares. de recibos.00% 12.07% 4909.93% 106.00 7. cadernos. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social .

10.91 57. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT.46% 78.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.97% 9610. SE FOR INFERIOR A 17%.12.06% 68.92% 66.49% 41.92% 66.56 43. estojo para objetos de escrita 7.46% 39.00 7. ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. ICMS 109/09 7.00% 12.00 Cola escolares branca e colorida.00% 71.00% 12.59% 33.00% 12. mesmo emoldurados 57.23% 51.00% ANEXO ÚNICO do Prot. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot.61% 75.00 7.46% 91.30% 62.94% 83.00.00.36% 68.00% 7.00% 24.06% 68.49% 93.92% 66.00 4202. ofício I e II.00% 9603.14 42.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .00% 66. 3213.18% 53.06% 68.00 Estojo escolar.3 7.00% 12.00 Porta-canetas 3506.60% 81.49% 78.00% 12.51% 8304.07 1.00% 12.49% 78.90.00% 60.84 Papel cortado tipos A4.88% 32.46% 75.90.00 4420.00 Apagador para quadro 57.46% 75. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50.10 3506.10.00 4802. e carta 3926.

82 60. 6.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores. em rolo e. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”.2. 9. 10.40.92 66.20.94 68.10 3704.9 4421.1 4202. matte ou lustre.10.46 96. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan. canetas porta-penas. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.28 75.98 84.55 63.46 75.90 5509.92. 8. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm. 4.92 12% 66.07 59.90.20.00 9608. 7.00. 13. 3703.00 4202.00 96.00 3926.30. 14.23 51.92 66.90.61 75. 11.00 3703.00 4802. 5.00 9603. 9608.46 66.95 57. magenta e amarela 57 7% 75.40 82.10 3703.00 9608. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante.10.80 65.04 12.20 Papel fotográfico.92 66.00 5202. 3824. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante.08 Corretivo Borracha de apagar.90.00 9017.10. porta-lápis e artigos semelhantes. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74.29 3703. estiletes para duplicadores. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas.08 85.46 72.92 66.88 74.00 8214.46 3.90.10.54 75.99.64 72.53.29 4016. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .20.

46 75. de plástico e outros materiais das posições 39.01 a 39.46 75.00 4802.99 4816.92 66. 22. 19.92 66.9 4806.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39. 28.46 89.01 a 39.98 88.46 75.09 3407.92 66.24 78. próprias para recreação de crianças Espiral .todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.12 75.00 4808.92 66. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar.14 3916.92 66. brancos e coloridos.10.46 75.46 75.00 Lápis.90 4811.90.18 18. Cartolina escolar e papel cartão. 17.46 75.46 66.9 4802.perfil para encadernação.15.46 75. 27.90 Papel seda Quadro branco.9 4802.20.14.20.92 66. 23.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20.9 4421.13.92 66.36 79.90 4810.92 66.46 75.92 66.14. 96.00 4802.56. 26.95 57.20. recados auto adesivos (LP note).20.01 a 39. 16.92 66. 3926.54. carvões. papéis de presente . 3920.90.57.22.19 39.92 66.00. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .10.90 4802.10 39. minas.57. 21.99 4802. 4802. exceto estojos.54.20. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24.00 4810.20.00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75.58.46 75. 3916. pastéis.01 a 39.

46 70.92 66. de escritório ou de papelaria. estênceis completos e chapas ofsete. de papel ou cartão. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. 4909.29. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). de recibos. pastas para documentos. 35.00 cartões postais impressos ou ilustrados. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75. cadernos. de papel ou cartão. de encomendas. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103. aerogramas. classificadores. 36. blocos de notas. 4816. em folhas.16 32. capas de processos e outros artigos escolares.10 48.92 66. com ou sem envelopes. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete). 48.92 12% 66.90 9603. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.11.46 75.46 75. agendas e artigos semelhantes.90.90. de papel ou cartão. de papel ou cartão 65 7% 84.17 Papel hectográfico envelopes.93 12% 92.46 30. 48.09 48. mesmo ilustrados.31 12% 61.92 Atualizado em 04/01/2011 .20 livros de registro e de contabilidade. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.16 papel-carbono.96 34. de apontamentos. de papel para cartas. mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75. de papel.59. sacos e semelhantes.88 12% 74. 5210. caixas. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.92 66.00.90 7607.94 33. 31.

46 40. II. e carta: Interna 24. ofício I e II. MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.3 8304. ICMS 175/2010. item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP . 3926. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41.92 66.10.53 60.84% Alíq interest de 7%: 39. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot.46 91. ICMS 25/10 (BA e MG) e art.10.00 4202.31%.67 7% 84.60 81.ANEXO ÚNICO DO PROT.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.92 66. 4802. ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.12% 37.89% Alíq interest de 7%: 45.30 40.50.36%. ofício I e II. A4.91.00 3506. ICMS 110/09 (BA e SP) . Alíq interest de 12%: 32.90 Estojo escolar.88%.90. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38.46 75. 64. carta e outros) 25 7% 12% 39. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot. Nota 72: NCM.06 32.71% 4011. 7% 12% 66.23 51.00.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida. Alíq interest de 12%: 37. 353. 9610.00 7% 64. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712.61 75.00 4420. Demais produtos: Interna 29.90 3506.51% Atualizado em 04/01/2011 .00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas. 47.Redação dada pelo Prot.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor.00.54%.

86% Interna : 64.51% 8512.67 7% 84. 64.51 84.71% Alíq.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712. Origem 12%: 74.67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64.67% Atualizado em 04/01/2011 . Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas.00 8512.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.10.67 7% 84.51 84.67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.59% Interna : 64. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG .4013.10.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas.00 4013.20. origem 7%: 84. Origem 12%: 55.67 7% 84.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64.71 84.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42. PEÇAS E ACESSÓRIOS .51% 8714.00 4011.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47. SE FOR INFERIOR A 17%. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS.00 motor.2 42.3 Interna : 47% Alíq.20.00 8714.67% Alíq.50. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714. SE FOR INFERIOR A 17%.ANEXO ÚNICO DO PROT.51% Alíq.51 84. origem 7%: 64. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64.00 64.9 64.

considera-se. champagnes. ICMS 65/0 I. origem 7%: 84.00 Câmaras-de-ar.” Anexo Único do Prot. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512.84% a) macarrão propriamente dito. novas. sangria e sidras. Origem 12%: 74. prosecos.22% 82. origem 7%: 84.00 42. origem 7%: 84. sangria e sidras. c) espaguete.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos. Origem 12%: 74.51% Alíq. tempero ou cozimento de qualquer espécie: I .03 43.00 42. (preparado com farinha de trigo): 123.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011. champagnes. ICMS 107/09. cavas. proseccos. Origem 12%: 74. 51 do RICMS/BA.67% Alíq.10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82.50. d) talharim.20% 150. APERITIVOS. exceto produtos nacionais classificados na posição 2204. espumantes. e) massas para lasanha.51% Alíq. filtrados doces. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo.87 185. BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .5 Alíq.82 Espécies de bebidas vinhos.22% 113.67% Alíq. filtrados doces.03 67. b) massas para sopa. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013. nacionais.59% Interna : 64.20. AMARGOS. espumantes.macarrão.59%”. de borracha. cavas.10.59% Interna : 64.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art.51% Alíq.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

62 4.15 R$ 41.54 4.19 R$ 12.91 mL de 521 a 670 R$ 2.12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .05 R$ 45.89 R$ 20.25 R$ 47.19 R$ 1.52 4.41 R$ 3.87 R$ 42.91 R$ 13.48 4.58 4.60 4.55 4.56 4.00 mL todas R$ 3.64 4.53 R$ 46.67 R$ 32.78 R$ 28.49 4.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.94 R$ 42.51 R$ 4.63 4.71 por litro R$ 3.45 R$ 17.57 R$ 17.73 - 4.26 R$ 72.06 R$ 27.85 R$ 17.39 R$ 33.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .81 R$ 67.4.53 R$ 68.17 R$ 19.57 R$ 15.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.57 4.05 R$ 28.33 R$ 28.54 R$ 71.50 4.61 4.22 R$ 42.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.85 R$ 14.33 R$ 45.53 4.59 4.

02 R$ 8.62 R$ 26.98 R$ 61.54 R$ 8.49 R$ 17.40 Atualizado em 04/01/2011 .58 R$ 11.10 R$ 10.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.93 R$ 9.26 R$ 15.30 R$ 8.77 4.66 4.05 R$ 7.49 R$ 24.68 4.69 4.71 4.78 4.79 4.25 R$ 7.4.66 R$ 9.71 R$ 11.73 4.40 R$ 25.70 4.CATUABA ITEM 5.74 4.22 por litro V .03 R$ 8.21 R$ 5.86 R$ 11.12 R$ 25.77 R$ 16.94 por litro R$ 26.26 R$ 60.77 R$ 8.43 R$ 12.98 R$ 16.72 4.76 4.31 R$ 7.81 4.65 R$ 10.34 R$ 26.77 R$ 23.67 4.97 R$ 8.75 4.94 R$ 8.80 4.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.38 R$ 9.26 R$ 9.1 5.

CONHAQUE.67 R$ 5.7 5.6 5.72 R$ 4.1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6. SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6.48 R$ 4.9 5.5 5. CHAMPAGNE. FILTRADO DOCE.4 5.72 R$ 5.20 R$ 2. ESPUMANTE.57 R$ 6.04 R$ 5. PROSECCO.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.58 por litro VI. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .3 5.8 5.5.10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.

14 7.21 R$ 458.17 R$ 446.1 7.13 7.11 7.56 R$ 8.45 R$ 186.53 R$ 67.15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.32 R$ 210.6 7.7.33 Atualizado em 04/01/2011 .86 R$ 599.17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.2 7.4 7.85 R$ 543.12 7.27 R$ 174.37 R$ 53.3 7.04 R$ 551.10 7.8 7.7 7.16 7.5 7.49 R$ 551.9 7.12 R$ 497.75 R$ 200.23 ---- NACIONAIS ITEM 7.

88 R$ 29.29 7.30 7.19 7.20 R$ 9.28 R$ 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .23 7.07 R$ 6.7.53 R$ 24.20 7.36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.33 7.67 R$ 19.39 R$ 5.25 7.22 7.18 7.35 7.24 7.33 R$ 5.29 R$ 8.00 R$ 31.58 R$ 6.24 R$ 7.79 R$ 9.74 R$ 61.09 R$ 6.08 R$ 15.28 7.06 R$ 7.34 7.32 7.27 7.21 7.31 7.26 7.54 R$ 15.

5 8.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6. COOLER ITEM 8.22 R$ 6.6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.19 R$ 2.90 R$ 7.59 R$ 2.91 R$ 3.3 8.1 8.7.4 8.2 8.77 por litro VIII.37 7.65 R$ 2.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .

75 R$ 19. GIN IMPORTADO ITEM 9.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .59 R$ 86.26 R$ 103.27 R$ 80.10 9.5 9.7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.9 9.18 R$ 11.IX.6 9.8 9.11 9. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .45 R$ 160.3 9.26 ------ NACIONAL ITEM 9.4 9.16 R$ 10.24 R$ 79.2 9.36 R$ 18.1 9.21 por litro X.

57 R$ 4.27 R$ 4.78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .32 R$ 2.43 R$ 5.97 R$ 5.27 R$ 5.02 R$ 2.4 10.1 10.3 10.6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.13 R$ 6.08 R$ 5.5 10.10.48 por litro R$ 3.38 R$ 4.2 10.

18 R$ 78.7 11.05 R$ 107.2 11.47 R$ 92.15 11.8 11.1 11.43 R$ 20. LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.90 R$ 94.37 R$ 53.3 11.12 11.9 11.4 11.66 R$ 105.11 11.XI.13 11.20 R$ 46.16 R$ 52.14 11.51 R$ 82.50 R$ 91.54 R$ 84.6 11.83 R$ 45.85 R$ 69.16 11.08 R$ 54.65 R$ 68.10 11.5 11.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.49 Atualizado em 04/01/2011 .

23 11.28 11.52 R$ 90.58 R$ 85.36 R$ 82.20 R$ 96.91 R$ 69.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.30 11.24 11.25 R$ 74.80 Atualizado em 04/01/2011 .27 11.67 R$ 24.32 11.29 11.20 11.48 R$ 40.11.37 R$ 88.21 11.93 ---- NACIONAL ITEM 11.19 11.22 11.16 R$ 13.18 11.21 R$ 79.26 11.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.33 11.38 R$ 65.65 R$ 58.25 11.05 R$ 10.

10 R$ 18.60 R$ 46.49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.35 11.47 11.13 R$ 13.41 11.51 R$ 19. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.42 11.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.48 11. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .37 11.11.46 11.40 11.65 R$ 8.66 R$ 20.45 11.90 R$ 6.82 XIII.34 R$ 24.74 R$ 6.38 11.39 11.43 11.62 R$ 5.16 por litro XII.22 R$ 7.40 R$ 33.44 11.17 R$ 34.36 11.95 R$ 6.

1 14.33 R$ 60.2 13.9 14.48 ----- NACIONAL ITEM 14.01 R$ 44.3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45. RUN IMPORTADO ITEM 14.60 R$ 21.ITEM 13.34 R$ 91.2 14.58 R$ 16.6 14.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .10 MARCA Bacardi .95 ----- XIV.16 R$ 22.3 14.7 14.61 R$ 98.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25.8 14.1 13.4 14.06 R$ 12.

3 16.2 15.5 15.8 15.3 15.73 R$ 176.90 R$ 51. SAQUE IMPORTADO ITEM 16.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.76 R$ 3.01 R$ 2.6 15.72 R$ 56.1 16.1 15.2 16.85 R$ 3.7 15.XV.6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15.65 R$ 299.93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.42 R$ 106.71 R$ 2.4 16.4 15.43 por litro R$ 3.75 R$ 4.47 R$ 12.5 16.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 .63 R$ 2.

23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.20 R$ 12.18 16.19 16.17 16.99 R$ 225.21 16.8 16.11 16.15 16.00 R$ 17.90 R$ 66.63 R$ 68.9 16.80 R$ 83.22 16.16.94 R$ 40.20 16.82 R$ 42.93 R$ 50.25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .48 R$ 95.02 R$ 69.25 R$ 48.80 R$ 32.12 16.16 16.67 R$ 108.05 R$ 63.10 R$ 13.7 16.13 16.10 16.14 16.

38 16.29 R$ 13.33 16.25 16.37 16.78 R$ 54.29 16.24 16.31 16.39 16.40 16.36 16.20 R$ 45.27 R$ 7.28 16.19 R$ 38.41 16.07 R$ 129.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.27 16.34 16.26 16.18 R$ 6.37 R$ 19.90 R$ 19.80 R$ 90.50 R$ 6.60 R$ 5.32 16.47 R$ 33.30 16.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .84 R$ 101.16.35 16.55 R$ 14.04 R$ 15.80 R$ 23.50 R$ 4.

09 R$ 128.12 ------ NACIONAL 17.00 R$ 196.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52.2 17.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 . STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.3 18.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.2 18.5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65.4 18.98 R$ 469.1 18. TEQUILA ITEM 18.1 17.06 R$ 14.29 R$ 13.6 17.16.5 17.43 16.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14.44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.41 por litro IMPORTADO ITEM 17.4 17.91 R$ 68.13 R$ 22.24 R$ 16.97 R$ 76.

8 18.7 18.50 R$ 77.17 por litro R$ 152.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .87 R$ 115.18.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.16 18.12 R$ 88.00 R$ 61.89 R$ 47.14 18.11 18.23 R$ 47.00 R$ 51.08 R$ 58.10 18.22 R$ 149.6 18.49 R$ 471.61 R$ 109.9 18.17 18.15 18.13 18.12 18.

5 19.2 19.4 19.6 19.13 19.11 19.1 19.3 19.01 R$ 62.45 R$ 67.7 19.08 R$ 74.06 R$ 49.14 R$ 68.10 19. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.14 19.86 R$ 66.70 R$ 67.76 R$ 71.9 19.12 19.75 R$ 75.76 R$ 47.15 19.16 19.XIX.8 19.17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.07 R$ 66.35 R$ 72.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .43 R$ 60.83 R$ 69.12 R$ 73.23 R$ 71.

33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.29 19.27 19.22 19.24 R$ 96.19 19.21 19.08 R$ 107.32 19.25 19.79 R$ 108.76 R$ 108.00 R$ 173.34 R$ 275.84 R$ 115.31 19.28 19.23 19.18 19.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.26 19.07 R$ 117.20 19.24 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .30 19.20 R$ 106.33 R$ 129.26 R$ 141.44 R$ 111.88 R$ 112.38 R$ 111.89 R$ 319.

43 19.39 19.25 R$ 211.45 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.42 19.34 19.44 19.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.35 19.38 19.37 R$ 307.70 R$ 194.36 19.84 R$ 222.37 19.82 R$ 298.ITEM 19.21 R$ 217.53 R$ 266.40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.64 R$ 213.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .02 R$ 329.17 R$ 323.26 R$ 233.41 19.

50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.53 19.55 19.00 R$ 705.54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.49 19.70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.43 R$ 38.93 R$ 2.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.52 19.35 R$ 1.61 R$ 40.71 R$ 710.19.01 R$ 675.10 R$ 38.57 19.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .47 19.51 19.324.073.56 19.331.48 19.

14 R$ 12.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .59 19.63 19.60 19.70 19.64 19.67 19.68 19.05 R$ 24. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.11 R$ 16.36 R$ 10.19.31 R$ 22.11 - 20.82 R$ 8.16 R$ 32.71 19.83 R$ 28.28 R$ 23.86 R$ 22.10 R$ 8.69 19.65 19.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .64 R$ 20.62 19.2 20.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.04 R$ 23.22 R$ 21.66 19.67 R$ 19.08 R$ 10.61 19.41 R$ 22.66 R$ 16.1 20.

1 Todas as Marcas XXII.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.77 R$ 6.19 R$ 4.6 20.74 R$ 14.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.28 R$ 14.47 R$ 3.03 R$ 4.68 R$ 17.10 20.16 R$ 14.05 R$ 6.9 20.73 por litro R$ 6.40 R$ 17.31 R$ 4.4 20.20.11 20.28 R$ 6.8 20.5 20.00 R$ 14.56 R$ 5. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.88 R$ 15.02 R$ 13.7 20.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .

93 R$ 52.49 R$ 38.3 23.6 23.XXIII.44 R$ 61.28 R$ 52.09 R$ 161.21 R$ 154.86 R$ 57.26 R$ 41.93 R$ 171.13 23.98 R$ 49.14 23.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.97 R$ 66.44 R$ 62.2 23.31 R$ 57. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23.8 23.15 23.16 23.54 R$ 60.12 23.1 23. VODKA IMPORTADA.11 23.44 Atualizado em 04/01/2011 .10 23.5 23.13 R$ 144.9 23.74 R$ 25.4 23.7 23.

24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.51 R$ 61.21 23.22 23.15 por litro R$ 155.70 R$ 59.57 R$ 39.23 23.57 R$ 51.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .20 23.18 23.19 23.23.10 R$ 154.

39 23.58 R$ 9.25 23.36 23.28 23.82 R$ 15.31 23.40 R$ 4.37 23.38 23.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.26 23.63 R$ 11.35 23.32 23.NACIONAL ITEM 23.33 23.88 Atualizado em 04/01/2011 .31 R$ 9.53 R$ 6.97 R$ 15.71 R$ 8.20 R$ 18.27 23.13 R$ 13.90 R$ 5.66 R$ 5.29 23.98 R$ 5.40 23.34 23.19 R$ 9.16 R$ 5.31 R$ 19.30 23.

3.5 do inciso II do art.1 24.47 23.46 R$ 6. acrescido dos valores correspondentes a seguros.42 23. 40.48 23. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76.25 R$ 24. carretos. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.45 23.50 23.69 R$ 7.94 R$ 8. 353 do RICMS/BA .2.20 por litro XXIV. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 .2 24.3 24. acabamento. fretes.4 e 40.94 R$ 23.21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor.23.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento). Nota 77: materiais de construção. 40. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24.15 R$ 25. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.41 por litro R$ 10.46 23.43 23.49 23.58 R$ 14.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21. bem como os itens 40.51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8.37 R$ 22.15 R$ 6.44 23.70 R$ 5.92 R$ 21. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.

23 61.42 59. e seus acessórios (por exemplo.65 51. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia. com até 2m2.49 52 40 37 48 36 27 43 70. seladoras.3 60. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925. películas e outras formas planas.11 57. juntas. forro. aditivos para argamassas e afins 3214.37 35.93.00. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016.55 49. boxes para chuveiros.10. uniões).14 42. mesmo em rolos.00 Silicones em formas primárias. cotovelos. lavatórios.00 72. de 3919 plásticos. para uso na construção civil Veda rosca.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824. 3816.51 65. 6803 34 50.90 Fitas emborrachadas 4005. auto-adesivas.87 53. bidês. gaxetas e semelhantes. SE FOR INFERIOR A 17%. para uso na 3916 construção civil Tubos.51 45. 37 53.07 Cal para construção civil 2522 37 53.00.00.00. flanges.55 61.00 endurecida Juntas.83 52.40.75 43.20.19 34.99 63.43 45. fitas.86 Atualizado em 04/01/2011 . lona plástica. flanges. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925. laminados plásticos em bobina. 6802.25 Argamassas.30. sancas e afins de PVC.35 49.28 52.02 54.1.00.00 Outras obras de plástico.61 69. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas. massas para revestimento.63 55. sanitários e seus assentos e 3922 tampas.90.00. para uso na construção civil 3926. para uso na construção 3921 civil Banheiras. cotovelos. fitas isolantes e afins 3919. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.90.31 47.71 50. janelas e afins. de plástico 3925.67 41. de 3917 plásticos.01 46. em qualquer formato.16 48.39 42. pias. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas.00 Postigos.92 44. folhas.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.50. 3925. e suas obras 2514. 3921 Telhas plásticas.31 56.43 47 89.91. 3824.91. 3920. chapas. de borracha vulcanizada não endurecida 4016.84 55. para uso na construção civil 3910.25 56. tiras.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos.51 45.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.00 Portas.71 79. juntas.84 64.

84 45. gesso ou outros aglutinantes minerais. quadrotes.21 semelhantes (por exemplo. ladrilhos. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807. lajotas. travertinos.37 53 71. serradas longitudinalmente. cianito.31 37 38 53. unidas pelas bordas ou pelas extremidades.63 69. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. mesmo armadas.63 44. de feltro. mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303.22 Atualizado em 04/01/2011 . exceto os tufados 5704 e os flocados. tanques e reservatórios e suas tampas. de concreto ou de pedra artificial. mesmo aplainadas.88 55.66 49. diorito. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. polidas. blocos e semelhantes. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. contendo ou não amianto 21 69. telhas.49 37 69.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38. com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais.35 46.31 60. cimento-celulose ou semelhantes. e ladrilhos de granito. mesmo recortados. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas.43 89. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). “waferboard”). mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.01 47. telhas.25 46.64 64. incluídos os painéis 4418 celulares.95 61.99. de fibras vegetais.00 32 Ladrilhos de mármores.67 41 57. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas.39 54.35 82.51 54.63 45. de palha ou de 6808.1 Caixas d’água. aplicados sobre matérias 6805 têxteis. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410. em pó ou em grãos.98 52. cimento-celulose ou semelhantes.83 41. de fibrocimento.19 46.67 72.25 79. charnokito.10. calhas. mesmo confeccionados 30 Linóleos. calhas.43 62. de matérias têxteis. cartão ou outras matérias. cortadas em folhas ou desenroladas. cumeeiras e 6811 afins. tufados. de madeira 26 Persianas de madeiras 4418.00 aparas.71 61.00.43 53.99 49.11.84 79. laje.31 38 51 49 44 63 47 44 54.10 57.64 36 38 52.51 89. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento.19 66. aglomerados com cimento. partículas. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos. pré laje e mourões 38 Caixas d’água.00 35 Painéis. em ambas as faces.75 37. contendo ou não amianto . mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. cumeeiras e 6811 afins.64 30 33 39 45. de fibrocimento.02 55. de madeira ou de outras matérias lenhosas. alabastro. tanques e reservatórios e suas tampas.Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). chapas. papel. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. basalto e outras rochas silicáticas.86 52.

que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção.00 (“kieselghur”.12 77.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos.64 62..6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica.37 59.00.19. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações.2 60. mesmo emoldurados. 40. diatomita. exceto vergalhões 7214. elementos de chaminés.29. mesmo com camada absorvente.06 61 39 40 54 39 69.43 53 89. de ferro ou aço.84 55. tijoleiras. tripolita.61 67 87.51 47.39 55.00. refletora ou não. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários. refletora ou não.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro.00 (carga de 69. placas (lajes).00.43 63.90. lingas e artefatos semelhantes. 6905 de cerâmica.25 40 48.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas. de cerâmica . condutores de fumaça.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42. e outros produtos cerâmicos para construção civil .28 47.20. mesmo com camada absorvente.22 40 76 43 56. placas (lajes). elementos de chaminés. para construção. refletora ou 7004 não. ornamentos arquitetônicos. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces.43 86.10.43 39 80.04 45.70 47.75 89. banheiras. 6908 45 Pias. folhas ou perfis. mesmo com camada 7003 absorvente. de cerâmica 6906. 7217.75 68.23 48.95 56.00 47 Vidro vazado ou laminado.07 44. sanitários.1 Vergalhões 7214.75 70. 6905 de cerâmica.6 51.01 42 12%) 7308. bidês. cabos. em 7005 chapas ou em folhas.02 50.87. tapa-vigas e produtos semelhantes. caixas de 6910 descarga.00 51 Vidros laminados 7007.55 55. não revestidos.87 97. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. em chapas.1 Telhas.56 49.40 55.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.37 79.1 Tijolos para construção. exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 . lavatórios.43 33 41.07 53.90. condutores de fumaça. tijoleiras.10 (carga de 17%) 54.75 56. de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912. mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado.43 79. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes.64 47.87 72.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções. em folhas.90 tranças (entrançados).19 47. de cerâmica . ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901. colunas para lavatórios. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007.00 (carga de 12%) 7308.20. ornamentos arquitetônicos. e outros produtos cerâmicos para construção civil .37 48. 6902 refratários. mesmo polidos cordas.84 71. tapa-vigas e produtos semelhantes.

pinos ou pernos. de ferro ou aço arames ou tiras. pregos. mictórios. mesmo com a cabeça de outra matéria. e artefatos semelhantes.37 59 78. cubas.43 69. galvanizados 7217.90 Acessórios para tubos (por exemplo. exceto cobre (carga de 12%) Parafusos. arruelas (incluídas as de pressão). de ferro fundido. pias. alizares e soleiras de ferro fundido. roscados.07 40.25 76 77 78 44 34 40 61.11. de entrada de água. 7308.90 Correntes de elos soldados. ferro ou aço Arame farpado. de ferro fundido.00 Tachas. ferro ou aço. de ferro fundido. ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas. rebites. escápulas.10 Tubos de cobre e suas ligas. e seus caixilhos.00 semelhantes.78 53.40. escápulas e artefatos semelhantes. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas.10.59 54.92 75. ferro ou aço Portas e janelas. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).55 40 41.01 42 33 79. polimento e usos 7323 semelhantes. cotovelos.92 60.30.90 armações prontas.46 52 46. de ferro fundido.11 47. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre. cotovelos. porcas. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes. roscados.75 50.00.00 Material para andaimes. percevejos.82.56 89. de ferro 7307 fundido.35 50. ferro ou aço 7308. cavilhas.14 55.64 66.95 49. cavilhas.87 52. ferro ou aço. ferro ou aço. ganchos roscados. contrapinos. lavatórios.89 45. (inclusive 7308.64 50.19. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418. de ferro fundido. de ferro fundido. pregos.00 Manta de subcobertura aluminizada 7607. chavetas. mesmo farpados.43 Atualizado em 04/01/2011 . percevejos. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador.20. ganchos roscados.84 75.43 57 57 52 38 32 31 37 89.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. tira-fundos. próprias para a construção civil.11 49.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69. parafusos. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407. porcas.00. de 7310 instalação) de ferro ou aço.01 42. contrapinos. para instalações de água quente e gás.00. ferro ou aço 7315.16 68. de 7313.12.84 59.14 56. de uso na 7411.64 79. uniões. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317. pinos ou pernos. não ligados. esfregões. 7318 chavetas. luvas ou mangas). uniões.46 66. luvas ou mangas).95 38. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido. de ferro fundido. ferro ou aço 7315. para uso na construção civil Tachas.07 47. para armações (cofragens) e para escoramentos. de energia. e suas partes.00 ferro ou aço. ferro ou aço Esponjas. de ferro ou aço 7315. tanques e afins de ferro fundido.55 41 67 46 63.02 50. de cobre. grades e redes.63 47.00 alumínio. cotovelos.64 54.90 46.58 42 33 69.00 Outras correntes de elos articulados.31 39.43 42 41 50.20.84 89.51 79. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. rebites. de 7609.67 42. banheiras. retorcidos.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões.07 48.

aliq. exceto as construções préfabricadas da posição 94.25 49.5 . para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. colunas.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47.1. telhas e outros artefatos. de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.39 54. mesmo com acessórios.02%.19 41 57. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. perfis.NCM 7016 – MVA: interna 61. tubos. cubos. armações.04 45.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%. caldeiras. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. 40. cabides.00 Outras obras de alumínio.95 46 37 36 63.02 50.75 50. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos.02%. balaustradas). chapas.07 INCISO II DO ART. origem 7%: 65. 8515. portas e janelas. com fechadura.80 45. aparelhos para soldar metais por resistência 8515. fechaduras e ferrolhos (de chave. mesmo armado. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes.59 68. cola instantânea e cola branca escolar .14 41. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. aliq origem 12%: 42. tijolos. origem 7%: 80.20%.2 . exceto cola bastão. MVA’s: : interna 34%.00 Pateras.NCM 3506 – MVA: interna 48. chapas. de alumínio.07%. 353 DO RICMS/BA 40. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições.00 Tubos flexíveis de metais comuns. de metais 8301 comuns.51 57. ladrilhos. tubos e semelhantes. 8302. barras. origem 7%: 49.06. estruturas para telhados.4 construções.07 39 34 55. pastilhas e outros artigos semelhantes .01 42. 40. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515.20. aliq. para 7616.vergalhões .25 44. pilares.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados.99 49. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615. de alumínio. e artigos semelhantes de metais comuns 8302.01%. placas.1 Torneiras.51 52.3 .14 47. origem 7%: 50.NCM 7019.blocos. de segredo ou elétricos).14%. porta-chapéus.49 46 50 37 41 63.94%. para uso na construção 8307 civil Fios.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo. próprias para construções. varetas. de vidro prensado ou moldado. aliq origem 12%: 41. pontes e elementos de pontes.91%. Atualizado em 04/01/2011 . aliq.59 53.90. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. de qualquer tipo 8302.banheira de hidromassagem . eletrodos e artefatos semelhantes.80 59.99 54.2.10. inclusive puxadores. aliq origem 12%: 70.62%.4 . aliq origem 12%: 56. e seus caixilhos.37 42.50. 7610 pórticos ou pilones. com peso líquido não superior a 1 (um) kilo. torres. reservatórios. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.85%. 40.07 53. para construção. aliq. alizares e soleiras. de metais comuns chaves para estes artigos.9 39. para canalizações.49 33 34 49.

ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. flanges.50.20. sanitários e seus assentos e tampas. lona plástica.21 3922 44 33 38 39 28 61.87 53. de plástico Postigos. bidês. 3924 3925.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39.1 3824. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA. 4.55 49.75 43. uniões).31 56.10.00 3925.94 3.19 34. autoadesivas. 5.63 55.67 41. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.85 56. laminados plásticos em bobina. de plásticos.00. de plásticos.92 44. fitas.02 54. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48.51 65. SE FOR INFERIOR A 17%.31 47.83 52. 3925. mesmo em rolos.35 49. exceto cola bastão.51 45.65 Atualizado em 04/01/2011 . para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas. para uso na construção civil. folhas. 14. chapas. tiras. NCM/SH 3214. lavatórios. fitas isolantes e afins Telhas plásticas. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.01 46. películas e outras formas planas. 15. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico. 6.25 56.91.11 57.90 4005. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas.49 10. para uso na construção civil Tubos.16 48. cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos. de plásticos. boxes para chuveiros.30.90 52 40 37 48 36 27 70.00 3816.39 42. e seus acessórios (por exemplo. juntas. forro.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53. 65. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas.71 8. sancas e afins de PVC. 7.99 50.00 3925. 11. 13.00. cotovelos.43 45. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1.42 52.90. 9.3 61.37 35. janelas e afins. com peso líquido não superior a 1 kilo. 59. para uso na construção civil Banheiras. 12.Nota 78: Anexo Único do Prot.00 3926. Veda rosca. pias.25 2.90.

dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. gaxetas e semelhantes. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada).64 20. mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo. papel para vitrais. exceto os tufados e os flocados. mesmo aplainadas.64 60.23 51. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. 23. 25. cianito. 6303 6802 47 44 64.86 79.67 72.51 54.84 79. mesmo confeccionados Linóleos. ônix e outras rochas carbonáticas. flanges.00 4016. tufados. basalto e outras rochas silicáticas. serradas longitudinalmente. de matérias têxteis. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). cortadas em folhas ou desenroladas. cotovelos. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69. 27.43 47 69.63 45. 4409 4410.82 28.71 61. de borracha vulcanizada não endurecida. 19. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). 21.86 52. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores. 29. de feltro. 4016. com área de 43 60.61 69.98 52. charnokito. diorito.95 61.93. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais.67 Atualizado em 04/01/2011 .21 36 38 52. 18.31 22.16. folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. 4411 4418 37 38 53.35 82.19 46. quadrotes.64 55. juntas. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo. travertinos.1 57.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. de madeira ou de outras matérias lenhosas.11. e ladrilhos de granito.39 54. 26. lajotas.91.84 64.63 44.43 89.35 55.19 66. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. alabastro. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos.71 89. polidas. incluídos os painéis celulares. 4009 17. em ambas as faces. “waferboard”).31 24. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas.25 46.

45. Manta asfáltica Painéis.55 55.43 53.62 44. em folhas.51 80. tijolos.84 55.30.25 79. refletora ou não.00.00.37 40.01 35. banheiras.00 37 69. cimento-celulose ou semelhantes.49 31. 43. mesmo recortados.75 56. mesmo emoldurados. 41.83 41. aglomerados com cimento. aplicados sobre matérias têxteis. calhas. ladrilhos.37 36. 6809 6810 30 33 45.00 6808. cumeeiras e afins. ladrilhos. em pó ou em grãos. folhas ou perfis. de fibras vegetais.99 49. 7004 7005 69. mesmo armadas. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. 32.84 45.64 4737 42.20 52.43 39 89.00 7003 54 39 72. refletora ou não.19. telhas. em chapas ou em folhas.00 7009 7016 36 39 50 37 61. em chapas. tanques e reservatórios e suas tampas. 6811 39 55.00. caixas de descarga. 6907 6908 6910 39 40 55. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica.87 47.43 38.37 48. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais.00 7008. sanitários. 7007.75 47. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.02 37. 37. cartão ou outras matérias. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro.51 89.91 Atualizado em 04/01/2011 . para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento. de fibrocimento. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos. lavatórios.75 68.39 55.75 79.19 47. mesmo com camada absorvente. blocos e semelhantes. partículas. excluídos os de uso automotivo Blocos. mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado. telhas e outros artefatos.28 47.10.07 53. colunas para lavatórios. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias. costurados ou reunidos de outro modo. de palha ou de aparas. 44. de vidro 41 57. papel.37 59.29. 34.66 49. de concreto ou de pedra artificial. chapas. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. pré laje e mourões Caixas d’água. 39.04 45. 6912. mesmo com camada absorvente. mesmo com camada absorvente. bidês. gesso ou outros aglutinantes minerais.75 63. refletora ou não. placas. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado.64 33. 46.00 7007. laje.25 70. 6807.

de ferro fundido. cotovelos. retorcidos.64 50. 73.90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções.00 7308.40. 57. mesmo armado.00 7315.75 40 41.10 (carga de 17%) 7217. 53.55 49.90. ferro ou aço Correntes de elos soldados.07 47.20. para construção. 58. próprias para a construção civil. 50.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217. de ferro fundido.95 56.11 42. pastilhas e outros artigos semelhantes 47. ferro ou aço Outras correntes de elos articulados.02 50. grades e redes. ferro ou aço Portas e janelas. de ferro fundido.11 42 33 79.56 49. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214. tranças (entrançados).00 7308.84 89. de entrada de água. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).82.00 (carga de 12%) 7308. de energia.10.20. 60.95 49. não revestidos. 7313.84 59.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315.02 47. 48. não isolados para usos elétricos 42 50.58 56. 59. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido. de ferro fundido.07 33 33 41.prensado ou moldado. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos.90. 52.56 40.43 42 50.00 42 33 69. de instalação) de ferro ou aço.01 40 48.37 55. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. ferro ou aço Material para andaimes. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados.00 (carga de 12%) 7308.14 40. de ferro fundido.16 68. cabos.43 42 50. de ferro ou aço 40 33 34 39 47.90 7315. não ligados.07 7308.10 59 78. lingas e artefatos semelhantes. de ferro ou aço arames ou tiras.12.20. de ferro ou aço.01 42.43 69. alizares e soleiras de ferro fundido.14 55.30.10 (carga de 17%) 7214. (inclusive armações prontas.11. 54.00. luvas ou mangas). para armações (cofragens) e para escoramentos. de ferro ou aço. e seus caixilhos.87 50. 51.90 (carga de 12%) 73.07 59.07 40. mesmo polidos cordas. Outros fios de ferro ou aço. ferro ou aço. ferro ou aço Arame farpado.56 89. cubos.55 Atualizado em 04/01/2011 . mesmo farpados.64 79.

pórticos.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75. de ferro fundido. uniões. 67. pinos ou pernos. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes.64 54.06. ganchos roscados. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo.78 45. e artefatos semelhantes.07 48.84 75. porcas. de alumínio. para uso na construção civil Tachas. de ferro fundido. 74.61. chapas. alizares e soleiras.67 42. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas.64 66. uniões. lavatórios. contrapinos. escápulas. 76. 69. cotovelos. próprias para construções. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes. ganchos roscados. exceto cobre Parafusos. polimento e usos semelhantes. pias. para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas.20. colunas.51 54. de alumínio.10. 7317.95 38. ferro ou aço.78 53. roscados. torres. barras. esfregões. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411. e seus caixilhos. cotovelos.25 Atualizado em 04/01/2011 .00. balaustradas. escápulas e artefatos semelhantes. pregos.80 69.59 53.95 75. ferro ou aço Esponjas.35 50. ferro ou aço. mesmo com a cabeça de outra matéria. mictórios. pré-fabricadas da posição 94. pinos ou pernos.00 7607. e suas partes.43 39.92 60. contrapinos. cavilhas.87 47.63 47. pilares. exceto as construções. 7615.92 79. chavetas. percevejos.19. 63. 72.90 46. 64. 7418.9 52. pregos.01 41 46 63. percevejos. rebites. 73.80 45. 70. armações. e estruturas de box). tira-fundos.00 7610 44 34 40 32 61.14 56. perfis. portas e janelas.43 57 89. tanques e afins de ferro fundido. roscados. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio.46 52 46. incluídas as persianas 41 49. chavetas. porcas. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes. ou de ferro ou aço com cabeça de cobre.00 (carga de 12%) 7318 62. tubos e semelhantes.00 76. 66. estruturas para telhados. de alumínio.59 54. banheiras. arruelas (incluídas as de pressão). cubas.25 71. luvas ou mangas).31 39. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. 68. parafusos. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador.90 7609.51 66. rebites. de ferro fundido.20. ferro ou aço Outras obras moldadas. 7323 7324 Tachas. cavilhas.46 65. para instalações de água quente e gás. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo. de cobre.16 46 37 63.

cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52. cabides. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. inclusive puxadores Cadeados.50. interna) 143. 8302. de qualquer tipo. .10 0201. 82. 8419.80 59. de metais comuns ou de carbonetos metálicos. para uso na construção civil Fios. de metais comuns. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras.49 83.Desossadas Atualizado em 04/01/2011 .Outras peças não desossadas . Pateras.14 41.10.99 44.00 8307 8311 46 50 37 41 63.34 157. 78.51 57.52 105. porta-chapéus. de segredo ou elétricos). mesmo com acessórios. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. para construções.Carcaças e meias-carcaças .59 68. 84. eletrodos e artefatos semelhantes. FRESCAS OU REFRIGERADAS.20 0201.00 9404.90. de metais comuns chaves para estes artigos. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes.06 76.39 57.1 39 55. 8515.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.07 85.07 53. 8302.00 8302.1 8481 33 34 49.4 7616 8301 Outras guarnições.70 98.00 8515. varetas.04 45.00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op. reservatórios. com fechadura.01 0201. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes.99 54. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho.90.25 49. 81.87 83. caldeiras. tubos. chapas.01 42.02 50.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404.77. para canalizações.2 9404.10.6 Suportes elásticos para cama Colchões. 80.18 87. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. fechaduras e ferrolhos (de chave.65 94. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02.75 47.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.19 49.49 79.

Inclui também o toucinho entremeado (isto é.12 0203. frescas ou refrigeradas . congeladas: . congelados . não desossados .30 0206.. bofes (pulmões).Congeladas: . OVINA. órgãos reprodutores (úteros. frescas ou refrigeradas . SUÍNA.Não cortadas em pedaços.De patos. congeladas .Fígados .02. medulas espinhais (espinais medulas*). diafragmas.Não cortadas em pedaços.Outras..2 0207. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. refrigeradas ou congeladas.12 0207..Carcaças e meias-carcaças .3 0207.. frescas ou refrigeradas .. rins.11 0207. REFRIGERADAS OU CONGELADAS. timos (molejas).80 0206. miolos. frescas ou refrigeradas .Da espécie suína. 02. DAS AVES DA POSIÇÃO 01.. pás e respectivos pedaços. .Fígados .22 0203.Não cortadas em pedaços.1 0203.Esta posição compreende as carnes. domésticos ou selvagens. ovários.Outras Esta posição abrange as carnes.. REFRIGERADAS OU CONGELADAS. congelados . patas. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): ..02 0202.11 0203.. testículos.27 0207. CAPRINA. congeladas: .90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA. ASININA E MUAR.2 0203. frescas ou refrigeradas. congeladas . línguas.26 0207.. CAVALAR.Pernas..Frescas ou refrigeradas: .32 CARNES E MIUDEZAS.2 0206. FRESCAS.03 0203. frescos ou refrigerados . REFRIGERADAS OU CONGELADAS..Da espécie bovina..Pedaços e miudezas.Não cortadas em pedaços. frescos ou refrigerados . pás e respectivos pedaços.Não cortadas em pedaços. incluídos na posição 01.Outras.07 0207.41 0206.20 0202.10 0202. rabos. FRESCAS.21 0203.25 0207. Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina. .4 0206.06 0206..22 0206. goelas. frescas ou refrigeradas . 02.. incluídos na posição 01.02..Outras .Da espécie suína..Pedaços e miudezas. frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 .24 0207. fígados. por exemplo)..Línguas . não desossados .21 0206. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.. COMESTÍVEIS.13 0207. dos animais da espécie bovina. redenhos. . congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas).De galos e de galinhas: .05. peles comestíveis.De peruas e de perus: .Outras . por exemplo).Pedaços e miudezas. úberes. baços.Outras . 02.Da espécie bovina. CONGELADAS. pâncreas..30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.29 0206. FRESCAS.10 0206. 02. corações.19 0203.14 0207. frescas.29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA.49 0206.Pedaços e miudezas. tireóides e hipófises.1 0207.Carcaças e meias-carcaças . domésticos ou selvagens.Pernas. Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo.

o iogurte e o quefir.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade..Carnes da espécie bovina .Carnes da espécie suína: .01). fermentados ou acidificados. não fundida nem extraída de outro modo. 04.TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS.12 0210. entremeados.De baleias. por exemplo) incluem-se na posição 23.. estômagos.93 .Outras . Fundida ou de outro modo extraída. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.Barrigas e peitos. O toucinho entremeado (ou seja. A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne). tais como o bacon.LEITELHO.09 . classificam-se nesta posição. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos).34 0207. COMESTÍVEIS. desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16. peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais).Pernas. adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição. congeladas Fígados gordos ("foies gras"). enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura. 02. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. por desidratação ou por liofilização) ou defumadas. de todos os tipos. bem como das gorduras de porco e de aves. O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU. IOGURTE. SECAS OU DEFUMADAS.11 0210. bexigas. FARINHAS E PÓS. estão incluídos na posição 02. secas (em especial. quando vivas.91 0210.02. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido. O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04.. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição. 02. evaporados. esta gordura inclui-se na posição 15.20 0210. comestíveis. QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. 0403. A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens.90 . COMESTÍVEIS. MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES. SECOS OU DEFUMADOS. são classificadas na posição 01.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição. refrigeradas ou congeladas. de ganso ou de pato. LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS.33 0207. FRESCOS.9 0210.De primatas . próprios para consumo neste estado.Outros A presente posição abrange o leitelho. os presuntos. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15. SALGADOS OU EM SALMOURA. GORDURAS DE PORCO E DE AVES. pás e outras carnes assim preparadas. a gordura que envolve as vísceras do animal.Outras.1 0210. isto é. não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS.10. o leite e o creme de leite (nata*). As farinhas e pós. O toucinho entremeado (ou seja.09).36 ----- Não cortadas em pedaços. DE CARNES OU DE MIUDEZAS. não desossados .Iogurte 0403.De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. frescas ou refrigeradas Outras. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados. CONGELADOS. pás e respectivos pedaços.. incluídos as farinhas e os pós. REFRIGERADOS. . frescas. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango.01. comestíveis. de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais. frescos ou refrigerados Outras.01. Fundida ou extraída de outro modo. e seus pedaços . também se classifica nesta posição.03 . em pó ou em grânulos) ou conservados. conforme o caso. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas.05. de carnes ou de miudezas: . inclui-se na posição 15. das aves domésticas que. com exceção do toucinho sem partes magras.. SALGADAS OU EM SALMOURA.92 CARNES E MIUDEZAS.19 0210.10 . a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro.. preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição.01. Atualizado em 04/01/2011 . incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados.03 ou na posição 02. As carnes salgadas. comestíveis.99 . As disposições das Notas Explicativas da posição 02.10 0210. de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210. mais consistentes e mais ricos em gordura.0207. em blocos.35 0207..

11. 2) O café descafeinado.01).Não descafeinado .11 0901. em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada. está incluída nesta posição. mesmo moído.1 0901.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea. isto é. constituídos por uma mistura de café. o café do qual se retirou a cafeína. A espelta. 09. ele é misturado com água.90 CAFÉ. .21). Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15. Denomina-se méteil. além disso.2 0901.Café não torrado: . para o reconstituir.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é. de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau.Descafeinado . espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. de fratura pulverulenta.39). alcaloíde do café (posição 29.. b) Os extratos.. vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes). de aspecto translúcido e córneo.Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO.01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO.90 . ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que. c) A cafeína.Não descafeinado . contendo.Trigo duro 1001. não ultrapasse 10%. Atualizado em 04/01/2011 .O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. emulsificantes. antioxidantes. As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais.21 0901. denominados às vezes "café instantâneo". os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes. em qualquer proporção. 3) O café (mesmo descafeinado) torrado. além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais).Descafeinado .01 . os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21. em geral. 10. em francês e meslin.22 0901. 5) Os sucedâneos do café. 1001. semi-duro ou duro.Café torrado: . macio. em ou grãos ou sementes despojados de sua película.10 . a mistura de trigo e centeio. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO. os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10. em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes. em geral. 4) As cascas e películas de café. e as preparações à base destes extratos ou essências. 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo).. de modo a obter leite coalhado quando.12 0901.01 0901. com outros produtos. A farinha de trigo pode. CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ. em inglês.01) que. de aromatizantes. dois terços de trigo e um terço de centeio. nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota.. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão. essências e concentrados de café. Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo.Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido.

Nota Explicativa de Subposições.Adicionados de aromatizantes ou de corantes . Atualizado em 04/01/2011 . O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos. no entanto. caso contrário. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes).06. classificam-se no Capítulo 30.. inferior a 99. em peso. Exclui-se. em caso contrário).12 1701. sem adição de aromatizantes ou de corantes: .De beterraba . 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte). esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado.PRODUTOS DE CONFEITARIA. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA. tais como gelatina. Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. as amêndoas açucaradas (rahat loukoum). Todavia. O seu teor. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias.5° (ver a Nota 1 de Subposição). no estado seco. catechus.10 .01 1701. de sacarose. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. no polarímetro. em peso. de beneficiadores de panificação. Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto. . apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. tais como álcool benzílico. em geral prontas para consumo imediato. mesmo revestidas de açúcar 1704. amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. classificam-se na posição 21. 3) os caramelos. exceto agentes aromatizantes.01. enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. fondants.01.Gomas de mascar.06 se o teor de cacau. depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado.90 .Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17. com pequenas quantidades de caramelo ou melaço.. NO ESTADO SÓLIDO (+). mentol.1%. pães. sendo comercializado conforme o seu grau de refinação.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido. 17. conhecidos por produtos de confeitaria. for igual ou superior a 40%.02. nogados. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). tais como a indústria têxtil. A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro..02). No entanto.Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba. 4) o marzipã (maçapão*). ou sob a forma de pequenos cubos. bastões ou pedaços moídos. Subposições 1701. os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação. placas. devido à presença de impurezas.1%. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas. as pastilhas. qualquer que seja a sua origem. SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO). desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19.91 1701. 1704. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados. 17.De cana . Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó). a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição). Os açúcares de cana ou de beterraba. serrados ou cortados. de alimentos para animais ou em algumas indústrias. corresponde a uma leitura.01. do suco da raiz da beterraba sacarina.Açúcares em bruto. comercializadas no estado sólido ou semi-sólido.1 1701.Outros: . por exemplo. no estado sólido.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0.9 1701. e posição 19. Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18. em bruto.11 e 1701..04 .11 1701. As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado.

b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. não são considerados como "recheados". leite e avelãs. grânulos. grânulos ou formas semelhantes. paus. às vezes. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco. etc. quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços). por vezes. amêndoas.04). 1901. em tabletes. EM PESO. ainda. pastilhas. geléias. etc). Quando apresentado (isto é. 8) As geléias e pastas de frutas.04. com peso superior a 2kg. acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . leite. com mais de 10%. 18. avelãs.01 . com ou sem aromatizante.10 . blocos. c) Pastas de amêndoa. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). plaquetas.31. sob qualquer forma (pães. licor. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme.10 . os produtos hortícolas. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. composto de açúcar.01 A 04. revestida de chocolate. com alguns vestígios de cacau. exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo. O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21. o termo "recheado" abrange os tabletes.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). Subposição 1806. por exemplo. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. 7) O extrato de alcaçuz. SÊMOLAS. água e matérias coloidais (por exemplo. barras e paus: 1806.6) O chocolate branco.06 . tabletes. sorbitol) em vez de açúcar. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição. ou no estado líquido. avelãs.Preparações para a alimentação de crianças.Não recheados 1806. próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição. cascas de frutas. barras ou paus inteiramente de chocolate.32 . com ou sem adição de avelãs. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. as frutas. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806. frutas ou outros produtos vegetais.06). a maior parte das vezes aromatizada. de sacarose. pasta de frutas. mesmo contendo. os tabletes. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e.EXTRATOS DE MALTE. Todavia. nozes. casca de laranja. porém.06).Recheados 1806. caramelo. FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. barras. pastilhas. manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau).05). xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido.Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau. 1806.02). marzipã (maçapão*). PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS.Outros. EM PESO. às vezes. (posição 20. café. nogado. frutas. em pó. mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições.31 Na acepção da subposição 1806.31 . em peso. 19. etc. principalmente. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates. açúcar e leite em pó (posição 17. b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. composto de manteiga de cacau. etc. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. e) Os medicamentos do Capítulo 30. misturados ao chocolate. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. por exemplo). clara de ovo) e. recheados de creme. etc. e de açúcar ou de outros edulcorantes. bem como as pastas à base de açúcar. os chocolates em pó adicionados de leite em pó. ou uma combinação desses produtos. o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição. o nogado de chocolate.20 . c) As preparações alimentícias açucaradas. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. em peso. de sacarose. Nota Explicativa de Subposições. b) Pastas para nogado. Excluem-se. 9) As pastas à base de açúcar. coco desidratado.. açúcar caramelizado. etc. pó ou..Outras preparações em blocos ou em barras. adicionadas de açúcar. DE CACAU. DE CACAU. os doces.3 . d) Os bombons. GRUMOS. preparadas principalmente com amêndoas e açúcar. e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. etc. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar. conservados em açúcar (posição 20. AMIDOS. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.Cacau em pó.07). recobertos de chocolate (posição 19. licores. bastões. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras. da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção. em pasta. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. de um modo geral. aromatizado ou não. preparado) como produto de confeitaria.06). todas as preparações alimentícias contendo cacau. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. leite em pó e aromatizantes.90 .

de diversas féculas.02. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19. de açúcar e de cacau em pó. f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida. em peso. em pó. 3) O racahout. em grânulos. gorduras. farinha de pão. levedura. qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. Muitas vezes. Todavia. em pó. esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas").12). Todavia. açúcar e farinha. de farinha de bolota doce. estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó. peixe ou crustáceos. As preparações da presente posição podem ser líquidas. miudezas. das posições 11. gorduras.05 1901. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos. não especificadas nem compreendidas em outras posições. Preparações alimentícias de farinhas. essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar.06).05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. papas. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. féculas ou de extratos de malte. sangue. particularmente.90 . especiarias. glúten.02. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte. em peso. de extrato de malte e de cacau em pó. Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias. de batata (posição 11. carne. corantes. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida. da posição 17. tais como leite. b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. de sais. quer à fabricação de bolos. aromatizada com baunilha. Os extratos de malte.05. principalmente. sêmolas. como fitas e discos. tal como a farinha de soja. azeite. ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final). o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). mais ou menos xaroposos. tais como sêmolas. de vitaminas.Outros I. permanecem incluídos aqui. vitaminas. as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. etc. Atualizado em 04/01/2011 . gorduras. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó. todavia.1901. à base de farinhas. Convém referir que estão. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19. sêmolas e pós. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal. não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%. 7) As massas preparadas. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite.01 ou 11. 8) As pizzas não cozidas. grumos. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30. Os extratos de malte utilizam-se.07). amidos. classificam-se no Capítulo 20. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas.05). etc. Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. todavia.. o "vinho de malte" (Capítulo 22).20 .03). A título de exemplo. açúcar. sem qualquer outro preparo. podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas.. e as farinhas. as farinhas. sêmolas. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19. de massas ou de pós (extratos secos de malte). b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. óleos. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. quer eles predominem ou não em peso ou em volume. anchovas. tal como a dextrimaltose. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água. adicionados de lecitina. contendo ingredientes. classificadas na posição 19. ovos. 6) Os Knödel. tais como queijo. para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. Klösse e Nockerln. Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. grumos. Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite. excluídas as preparações contendo mais de 20%. sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11. albumina. de enchidos. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). aromatizantes. geléia ou frutas. os produtos desta natureza à base de farinha de batata. Extratos de malte. açúcar. caseína. II. cremes. tomate.06). c) As enzimas do malte (posição 35.04. preparação alimentícia composta de farinha de arroz. estes termos não abrangem as farinhas. de produtos hortícolas secos (posição 07. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. da posição 19. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. farinhas de cereais. féculas ou de extratos de malte.01 ou 11. cuja característica essencial provenha destes constituintes. Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais. alimentos dietéticos.02).03). Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11. obtidas por evaporação de uma mistura de leite. ovos. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários. alimentos para crianças. com ou sem açúcar. amidos. carne. ou cacau desde que neste último caso. mas também.

por passagem à fieira e corte. ALETRIA. em primeiro lugar. tal como a lasanha. as gorduras oléicas). São excluídos. nem recheadas.1 . recheadas de carne. de enchidos."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados. misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. Excluem-se desta posição: a) As preparações.01 se classificam. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. leite.Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. estrelas.Outras 1902. ij) As bebidas do Capítulo 22. com exclusão das massas recheadas.04).20 .04). b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. todavia. RAVIOLE E CANELONE. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16).g) As preparações para sopas e caldos. flocos de cereais. 1902. DO GRUMO E DA SÊMOLA). apresentar-se em camadas sobrepostas.19 . peixe. peixe ou crustáceos.01 a 04. 2) As preparações à base de leite.. moluscos.10 . por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos. é trabalhada (por exemplo. vitaminas. Para facilidade de transporte. em peso. ovos.Trigo burgol ("bulgur") 1904. a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são. fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo.90 . 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18. cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições.MASSAS ALIMENTÍCIAS. em peso. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04. miudezas. corantes e aromatizantes).Contendo ovos 1902. cujo ingrediente principal seja o leite. em geral. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. são excluídos. MACARRÃO. de armazenagem e de conservação. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo. cotovelos e letras). As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. tal como o prato completo que leva o mesmo nome). calculado sobre uma base totalmente desengordurada. levedura).PRODUTOS À BASE DE CEREAIS.06). No decurso desse trabalho. molho.Produtos à base de cereais.Massas alimentícias não cozidas. OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")). compressão. produtos hortícolas e outros ingredientes. 19. outros ingredientes. canelones) ou. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados. Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau. carne).20 .04. carne. batata. em peso. por exemplo. CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA. h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21. contendo massas (posição 21.06) e as bebidas (Capítulo 22). em seguida. contendo outros ingredientes. conservando-lhes a forma original. Quando secos. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo. conchas. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. não especificadas nem compreendidas em outras posições. 19. 1904.04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%. tornam-se quebradiços.11 . Em geral. os nhoques frescos e os ravioles congelados. Esta posição abrange também o "couscous". MESMO PREPARADO. diástases. A massa.Outras massas alimentícias 1902. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO. ou de outros invertebrados aquáticos. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. estes produtos são dessecados antes da comercialização.02 . glúten. ainda.04). É assim que na posição 19. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21. pós) destinadas à preparação de sorvetes. NHOQUE. Preparações alimentícias de produtos das posições 04. os produtos contendo. que é uma sêmola tratada termicamente. nem preparadas de outro modo: 1902. III. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO.Outros Atualizado em 04/01/2011 . pérolas. ravioles). LASANHA. obtidos por expansão ou por torrefação 1904. tubos. moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo. sangue. além dos constituintes naturais do leite. tais como produtos hortícolas. contendo mais de 20%. fitas.30 . Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados. As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. arroz. TAIS COMO ESPAGUETE.. filamentos. queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. todavia. abertas nas extremidades (por exemplo. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17. obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo.30 . pelo fato de conterem. O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne. grânulos. sucos ou purês de produtos hortícolas. laminagem e recorte.01 a 04. milho. ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo. talharim. "COUSCOUS". aletria).05). macarrão.40 . etc. espaguete.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904.04 .

que são adicionados de açúcar. O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. mesmo adicionados de cacau. B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur). etc.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. melaço. ou. triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino. extrato de malte. As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas.). a facilitar a manipulação da massa. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905. Este grupo também inclui. desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos. fécula.Outros A) Produtos de padaria. comestíveis (Capítulo 20). Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19.PRODUTOS DE PADARIA. gorduras. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo. pré-cozidos ou preparados de outro modo. na forma de grãos trabalhados. Atualizado em 04/01/2011 . em peso. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação. cacau em qualquer proporção. em recipientes úmidas e quentes. C) Trigo burgol (bulgur). a levedura e o sal. no decurso ou após a sua fabricação. previamente umedecidos. nozes. peixe. carne. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos. queijo. c) As espigas e os grãos preparados.31 .05 . ovos. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. principalmente. que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação. de forma a torná-los crocantes. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. sal e extrato de malte.Torradas (tostas*). e amolecidos pelo vapor de água. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços). "waffles" e "wafers": 1905.10 . enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. inclui-se neste grupo. de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada. sob forte pressão. PASTAS SECAS DE FARINHA. cevadas. trigo.Pão de especiarias 1905. Assim. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais. a partir de farinha ou de farelo. ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). AMIDO OU DE FÉCULA. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS.. açúcar. leite. mel. depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. por exemplo. cominho. e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação". desembaraçados do pericarpo e do germe.Pão denominado "knäckebrot" 1905. em grãos (incluídos os grãos partidos). arroz. extratos de malte ou de frutas. a acelerar a sua fermentação. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS.05). estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. ou simultâneamente por estes dois processos. Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição. E PRODUTOS SEMELHANTES.40 . em seguida. Podem ser-lhes adicionados. produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. 1905. MESMO ADICIONADOS DE CACAU.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)).06). anis. mel.3 . pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18. A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. por exemplo. Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos.20 . no estado em que se encontram ou misturadas com leite. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar. determinadas sementes como a da papoula. embora possam conter igualmente outros ingredientes. açúcar. D) Outros cereais (exceto milho). como alimentos para refeições matinais. tais como: glúten.. por estes dois processos. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha.06 (posição 18. etc. pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. etc.90 . HÓSTIAS. EM FOLHAS. frutas.04). de milho. sêmola ou pó de batata. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais. queijos. simultâneamente. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais."Waffles" e "wafers" 1905. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. OBREIAS. b) As preparações contendo mais de 6%. Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. descascados ou pelados e após quebrados. extratos de levedura. açúcar. Estes últimos destinam-se.32 . farinhas de leguminosas.. sal. a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11. sal e glutamato de sódio. 19. etc.

enquanto que o teor de gorduras é. que é um pão crocante. O teor de água do produto não excede 10% em peso. As cápsulas vazias para medicamentos. aveia ou de trigo. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras. aguardente. que têm por base massa de farinha ou de fécula. e produtos semelhantes. cones para sorvetes). mesmo adicionados de sal. torrados. que são produtos secos e quebradiços. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que. 6) O pão de especiarias. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO. pelo menos. fermento e sal. obreias.04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. aromatizantes. tais como. do produto). de produtos fabricados industrialmente. açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. chocolate. peixe. DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria.06. o pão torrado e produtos semelhantes. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores). COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. tais como queijo. SRF nº 481. manteiga ou outras gorduras. cápsulas vazias para medicamentos. 13) A quiche. 2005. produtos de longa conservação. cozida e seca. como. por vezes corada. manteiga.Public. em peso. freqüentemente. preparadas com massas de amido ou de farinha cozida. ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. quase sempre. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria. por vezes. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. que é um produto poroso. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo. que lembra a letra "B". todavia. As pizzas não cozidas são.05.). confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. gema de ovos ou frutas. (Atualização nº 4. um teor de água superior a 12%. Os biscoitos comercializados não são. frutas. fabricado sem fermento. por exemplo. retangular ou redonda. cevada. também. etc. mesmo em fatias ou ralados. café. cacau. As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. mel. miudezas. em geral. contendo. obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. carne. em peso. de longa conservação. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. 11) Os merengues (suspiros). As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo.01. tomate. 50%. feitos com clara de ovos e açúcar e que. fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. carne. cozidos entre duas chapas de ferro. azeite. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. recheados. de 01/02/02 . apresentando-se. não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição. geralmente. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. café. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. classificadas na posição 19. 5) As torradas (tostas*). os waffles que consistam num recheio. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina. cozidos. regra geral. licores. não contêm farinha. Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. 3) O pão ázimo ou matzo. etc. podem conter uma substância adesiva. B) Hóstias. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos. chocolate. noz-moscada e. 7) Os bretzels. essencialmente.05 . em placas delgadas de forma quadrada. etc. 2) O pão de glúten para diabéticos. contém apenas farinhas de cereais. queijo. 8) As bolachas e biscoitos. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. gordura vegetal. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). feito de farinha de centeio ou de trigo. queijo. Estes produtos são. apresentam um baixo teor em sacarose. leves. Esta categoria também inclui os waffles delgados. geralmente. de superfície brilhante e polvilhados de sal. entre as quais: a) as bolachas secas. usualmente. pastas secas de farinha.Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . se apresentam em discos ou folhas. cuja superfície apresenta desenhos. avelãs. cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios. mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. pimenta. pela Inst. ovos ou outras substâncias nutritivas. seco. próprios para serem enrolados. podem. chocolate. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. leveduras ou outros fermentos.10 . sangue. conter um recheio sólido ou não (açúcar. amêndoas. massa azeda ou outro tipo de fermento. geralmente de consistência elástica. na maior parte dos casos. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). leite. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. São. especiarias ou aromatizantes.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. açúcar. feita de uma massa com ingredientes. creme de leite (nata*). b) Os produtos da posição 20. são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos. ovos. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. 12) As panquecas e crepes. creme-de-leite (nata*). edulcorante (por exemplo. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. geralmente apresentada em forma de laço. bacon ou presunto. açúcar invertido ou melaço purificado).OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS. suscetíveis de aplicações muito diversas. carne. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras. sal. 20. NÃO CONGELADOS. glutamato de sódio e sal. anchovas. ou ainda por aeração (insuflação*). albumina. fermentada com leveduras. mel. Norm. os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata. no caso da quiche lorraine. contendo pouco ou nenhum edulcorante. e que. em folhas. muito pura. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. açúcar. no máximo. Esta posição abrange um certo número de produtos. à base de farinha. ovos. aromatizantes. por vezes. glicose. de sêmola ou de grãos de centeio. peixe ou crustáceos. féculas. O produto acabado não deve apresentar. amido ou de fécula. ou de uma combinação desses produtos (por exemplo.

PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO.99 . 2008.59 2005. 20. incluídas as misturas.05.Amendoins 2008. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19. que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados.20 2005.40 2005..19 . Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips).40 .80 . COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL.Abacaxis (ananases) 2008.Cerejas 2008.Outras. feitos de farinha de batata. saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo.60 2005. entre outros: 1) As amêndoas. em xarope. aromatizantes. Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada. obtida por trituração de amendoins torrados. (Capítulo 22). 3) O milho doce em espiga ou em grão.Frutas de casca rija. depois de fritos por alguns segundos.91 .80 2005.30 .Palmitos 2008. em pedaços ou esmagadas.70 2005. por exemplo).90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp.Outros. em pedaços ou esmagados. 2) O chucrute. Todos estes produtos.60 ..Misturas 2008. para consumo imediato. com exclusão das da subposição 2008. Compreende.51 2005.): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var.11 . incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008. Phaseolus spp. inteiros. 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares. seja superior a 0. preparação obtida por fermentação parcial.5% vol.. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada. as cenouras. incluídas as misturas 2008.20 . e outras frutas de casca rija.06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11. salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água. especiarias ou outros aditivos. por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes.Morangos 2008. em sal. mesmo adicionados de sal ou óleo.. inteiras.9 .01. apresentada em pasta. em óleo ou em gordura. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal. nozes-de-areca (ou de bétele). sal.04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20. dos produtos hortícolas congelados da posição 20..Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas. classificam-se na posição 07.Pêras 2008.70 .11 .92 . de couves cortadas em tiras. torrados em atmosfera seca. em álcool ou em agentes de conservação químicos. O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos.. podem ser conservados ao natural (em água.Cítricos 2008.ver a Nota Explicativa desta posição). amendoins.50 .5 2005.2005.. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas.Pêssegos. em volume. mesmo misturados entre si: 2008. pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho. ervilhas. incluídas as misturas destes produtos. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias). amendoins e outras sementes.FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS. Atualizado em 04/01/2011 .19: 2008.1 . preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo.Damascos 2008. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20.08 . etc. 2) A "manteiga de amendoins". c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico.09.

a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo. 21. as frutas cozidas em água ou em vapor. mesmo descascadas ou sem caroços e sementes. angélica. 11. B) As preparações constituídas. picolés.13. etc. bolos. Quando próprias para consumo imediato como bebidas. 09. etc. sequilhos (petits fours). ou por plantas ou partes de plantas. Todavia. cremes.04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18.). conforme o caso. utilizadas.11. que não se consomem nesse estado. Os produtos da presente posição. palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). 19. quer como ingredientes destas preparações. gengibre. 2) Os pós aromatizantes para bebidas. gengibre. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. geléias e semelhantes.06. 3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. Todavia. rebentos de lúpulo. extratos de malte ou de produtos das posições 04. com ou sem açúcar. de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19). constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias). às vezes.01. etc.PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. cozida ou não. por exemplo. desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas. 7) Os caules. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar. damascos e laranjas.09 ou 21.06 se contiverem cacau. classificam-se nas posições 17. por exemplo). desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura. 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e.) com substâncias alimentícias (farinhas. sais de cálcio. com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. quer no estado em que se encontram. por exemplo). e ainda em barris. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18. 2106. sobremesas. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08.90 .06 . raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). geralmente.06). Os outros pós classificam-se na posição 18. 12). em geral.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura. de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7. leite em pó.10 . açúcares. em lugar de açúcar. Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. inteira ou parcialmente. MESMO CONTENDO CACAU. tortas. trituradas ou pulverizadas). à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz. cortadas. Todavia. entre outras. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. fécula. 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica. Estas preparações classificam-se na posição 35. qualquer que seja a embalagem. batatas-doce. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. amido. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. 5) As frutas inteiras.06. sorvetes. dissolução ou ebulição em água. excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. partes de plantas. folhas de videira. incluem-se na posição 22.06 ou 19.) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38). classificam-se na posição 08. impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria. pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar.01 ou 17. os amaciantes de carne. Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. por exemplo).4) A polpa de frutas esterilizada. congeladas. Atualizado em 04/01/2011 . conservação. Os pós à base de farinha. nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. mesmo adicionados de açúcar. A presente posição compreende os sorvetes preparados. tonéis ou recipientes semelhantes. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). por exemplo). sementes ou frutas de espécies diferentes. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés).02.05 SORVETES. inhames. 9) As frutas. frascos ou recipientes hermeticamente fechados. esmagadas e esterilizadas.06). Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido. em produtos de padaria.Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106. apresentam-se acondicionados em caixas. 6) As frutas cozidas. quer depois de tratamento (cozimento. mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas. etc. Incluem-se.01 a 04. leite. para serem incorporadas em preparações alimentícias. sorvetes em cone). A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope. por exemplo). leite ou nozes. Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. mesmo contendo cacau em qualquer proporção. 9. que não se destinam a ser consumidas nesse estado. sementes ou frutas (inteiras.01 ou 21.07. A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água.02. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. 21.

em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural.). sementes ou frutas (inteiras. quer diretamente para aromatizar bebidas. estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. purgativas.13 ou no Capítulo 9. 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo. para a preparação de certos temperos). com ou sem adição. Todavia.02 diversas substâncias. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia. utilizadas para fins edulcorantes. Capítulos 7. b) os microrganismos da posição 21. que não se destinam a ser consumidas neste estado. de açúcar ou de dióxido de carbono. por exemplo. diuréticas ou carminativas). dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas.Public. um ou vários extratos de plantas). uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7. constituídas por exemplo. 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias. GELO E NEVE. DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20. todavia. obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja. trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo. groselha.03 ou 30. esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. de pequenas quantidades de compostos de ferro. janeiro de 2006 . adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação. sucos de frutas adicionados de diversos componentes. ácido fosfórico. 6) Os hidrolisatos de proteínas.. Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas. sementes ou frutas de espécies diferentes. para aromatizar.04).02). ou por diferentes espécies incluídas na posição 12. por exemplo. Excluem-se as preparações análogas. 22. partes de plantas. por: . Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas. Excluem-se. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. pela Instr. mas que são dos tipos utilizados. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). produtos tensoativos. concentrados de frutas. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas.Atualização nº 9.um xarope a que se tenha adicionado. que não se consomem neste estado. etc. frutose. à base de extratos de plantas. para aromatizar. não texturizada. utilizados. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas). Norm. de óleos essenciais de frutas. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar. 2201. mesmo própria para alimentação humana (posição 23.11. adicionados de vitaminas e. bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar. limão ou laranja). Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. A presente posição não compreende: (nova redação . Em conseqüência. etc.10 . cortadas. vanilina). em preparações alimentícias. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. 9. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. de edulcorantes artificiais. agentes de conservação. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. corado com açúcar caramelizado.03 ou 30.02). ou por plantas ou partes de plantas. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. sorbitol) em vez de açúcar. por vezes. são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. . óleos essenciais extraídos da casca da fruta. 9) Os bombons. Tal como se apresentam. produtos com propriedades laxativas. nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral. NATURAIS OU ARTIFICIAIS. contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo.04). como a lactose. por exemplo. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo. contendo. produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21. limão. ácido tartárico. sucos de frutas.xaropes aromatizados ou corados. etc.08).08. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos). a bebida em questão pode.04). quer extrato de cola e ácido cítrico. etc. 12). menta.ÁGUAS.Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 . desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20. por exemplo. SRF nº 612. 15) As misturas constituídas por plantas. . vinho ou álcool. 7) As preparações compostas. acima). mel. . Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08. São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo.01 . à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo. tais como ácido cítrico. os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9. geralmente. o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. ser obtida pela simples diluição da preparação em água. neles contidas (Capítulo 9).04) e os isolatos de proteínas (posição 35. de álcool.um xarope a que se tenha adicionado. dado o gosto que conferem. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares". tais como ácido láctico. ácido cítrico. etc. Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida. 10) As preparações (por exemplo. texturizadas.5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS. os concentrados de proteína. próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. 11.

D) O gelo e a neve.09. Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados. constituídas por água potável comum. suscetíveis de consumo direto como bebidas. Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas.06. frutas ou de aromatizantes (posição 04. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. por vezes. 2202. exceto as compreendidas em outras posições. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se.) classificam-se na posição 22. entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais.03 ou 30. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas.02). B) As águas minerais. por adição de água.03). c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas. DA POSIÇÃO 20. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas.02 . 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas. "água de Seltz". 22. Este grupo inclui. A) Águas. Sob esta designação. a neve e o gelo naturais. açúcar ou outros edulcorantes e filtração.09. em função das características químicas dos sais que contêm. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21. 2) As águas sulfatadas. entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. Sob a denominação de águas minerais artificiais. iodetadas. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. classifica-se na posição 28.09).04. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente.90 .Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo.01. Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos.Águas. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. adicionados de cacau. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. por meio de dióxido de carbono. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. 2) Certos produtos alimentícios líquidos. laranjadas ou limonadas. brometadas. aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados.51. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais. Designam-se.Outros Esta posição compreende: A) A água comum. estão abrangidas todas as águas comuns naturais.02.90 . com exclusão da água do mar (posição 25. por vezes. C) As águas gaseificadas.2201. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. Atualizado em 04/01/2011 . denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural. ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.10 .11.01). cola. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem. b) Os xaropes de açúcares da posição 17. Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. de ácido tartárico e de ácido cítrico. constituído por dióxido de carbono sólido. etc. habitualmente. 3) As águas cloretadas. Os sorvetes classificam-se na posição 21. estão compreendidas na posição 28. impropriamente.02.ÁGUAS. 22. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS.03 CERVEJAS DE MALTE. d) Os medicamentos das posições 30. 6) As águas ferruginosas.05 e o gelo.09 ou 22. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza. B) Outras bebidas não alcoólicas. 5) As águas arsenicais. pertencem também a esta categoria. limão. Este grupo inclui. em particular nas posições 20. Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes.

II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. Conforme o processo de fermentação empregado. A cerveja é por vezes aromatizada. também.02). previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo. entre os vinhos licorosos. o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas. durante a fermentação.VINHOS DE UVAS FRESCAS. etc. reduzido a 0. doce ou amarga. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. Citam-se. as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. Lágrima Cristie. resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais). corantes. que se prepara por concentração a vácuo.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204.21 . Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo.Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é.).5% vol ou menos (posição 22. ácidos (tartárico. substâncias minerais.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. de cervejas em geral pouco alcoólicas. mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204.04. cerveja stout. mediante o emprego das chamadas leveduras "altas". dióxido de carbono e ainda outras substâncias. pela adição de mostos concentrados. de mistelas ou de álcoois. Contêm. por vezes.30 .05. Marsala. Atualizado em 04/01/2011 .). devido a partículas vegetais em suspensão. Málaga.. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação. os vinhos das Canárias. em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. málico. Podem. 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação. que são os vinhos de elevado teor alcoólico. MOSTOS DE UVAS. 2204. 3) Os vinhos espumantes e espumosos. 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa". EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. isto é. que se apresenta turvo. etc.03 ou 30. quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). b) Os medicamentos das posições 30. da posição 22.. rosés ou brancos).10 . Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho. mas muito ricas em extrato de malte.Outros vinhos. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. embora às vezes se designem por cerveja. etc. c) Os medicamentos das posições 30.09. Xerez. A cerveja pode ser clara ou escura. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e. geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. milho e arroz). obtida a temperatura mais elevada. Chipre. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce. que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono. exclusivamente. por vezes. etc. não contém álcool (por exemplo. fraca ou forte. Samos.02). Malvasia.2 . eles obtêm-se também. Vinho-do-Porto. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. com cerejas e outros produtos. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos. o aroma e sabor. 2204 . em solução. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose).04. b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico.29 . A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto. em volume.03 ou 30. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. Madeira.A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. obtém-se a cerveja de baixa fermentação.Outros 2204.

conhecidos por "mistelas". bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água.06). folhas ou ramos de certos abetos. 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. como aperitivos ou como tônicos. preparadas com açúcar. de aperitivos etc. 2206 . que consiste quer em impedir-lhe a fermentação.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. 4) Por refrigeração. por uma operação. em volume. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação. Os mostos abafados por este processo são. 4) Os vinhos de uvas secas. superior a 0. Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas. b) Os medicamentos das posições 30. etc.03 ou 30. raízes. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho. Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. mesmo concentrados.03 a 22. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã. que também se classifica aqui. ou de sucos de produtos hortícolas. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. tendo os dois produtos um teor alcoólico. em geral. chamada abafamento (mutage). Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA. quer em interrompê-la completamente. bebida fermentada análoga à sidra.04. HIDROMEL. 3) O hidromel. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.). bagas. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral. de aromatizantes e de diversas outras substâncias.90 . bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. etc. que são bebidas gasosas.5% vol. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. geralmente.10 .Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura. 6) O malton. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação. Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva.05. tâmaras. Incluem-se. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. com teor alcoólico. PERADA. com exceção das classificadas nas posições 22. mas preparada com suco de pêra.VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS. 8) O saquê ou "vinho" de arroz. é o hidromel comum adicionado de vinho branco. frutos. às vezes designados “complementos alimentares”. Esses produtos.5% vol (posição 20. em volume. constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22. fabricadas com a seiva. proveniente da seiva de certas palmeiras. de vinhos licorosos. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. abafados ou não. 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas. superior a 0.04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas.O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura.09). Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. 9) O vinho de palma. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição. 3) Pela adição de álcool. Atualizado em 04/01/2011 . 2205. 2) A perada. são utilizados na fabricação de vinhos. Outros. O hidromel vinoso. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados. 2205 . O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos.) ou de substâncias aromáticas.5% vol. POR EXEMPLO). entre outros: 1) A sidra.

as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação.. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. quer a usos industriais. de produtos da cana-de-açúcar 2208. o álcool etílico. quer se destine ao consumo humano. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado"). o metanol.90 . COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL.20 . na preparação de bebidas alcoólicas.09 e 22. pêras.Uísques 2208. misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno. Estes produtos. vinho. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres.40 . está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b). por exemplo. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22. que se incluem na posição 36. aldeídos. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. DESNATURADOS.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. aldeídos. inerentes à própria natureza da matéria destilada. de chocolate. Entre esses produtos. os licores de chá. 2207. O álcool etílico encontra-se na cerveja. distingue-se dos produtos referidos em A. Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro.5% vol. ácidos. B e C. em geral: o metileno. de bagas e aromatizantes. mesmo concentrados).Licores 2208. Atualizado em 04/01/2011 . a sidra. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar. de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22. acima. extratos. óleos essenciais ou sucos. O álcool etílico tem numerosas aplicações. previamente fermentados. COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo. tendo um teor alcoólico em volume superior a 0. que os tornam impróprios para consumo humano.Álcool etílico e aguardentes. bagaços.08).06.A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas. bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. também conhecidos por "álcoois neutros". os licores de sucos de frutas. 2207 . flores ou outras partes de plantas. quer por síntese.08). ácidos. após fermentação. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular. destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral.. matérias corantes. sidra e nas outras bebidas alcoólicas. qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes. etc.Gim e genebra 2208. a piridina.). mas não prejudicam o seu uso industrial. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). etc. ou ainda de frutas. juntamente com os outros álcoois acíclicos. de leite e de mel. AGUARDENTES. Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos. 2208. A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume. misturas de cerveja com vinho. igual ou superior a 80% vol. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais.05.02. ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias. 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas. e destilação posterior.. Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado.. Os sucos de maçãs.Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. essências.60 . b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. etc. às vezes designados por "complementos alimentares".20 . etc. para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL.08 . de qualquer teor alcoólico. segundo as respectivas legislações. 2207. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29.). mesmo que se destine ao consumo.).70 . seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas. os licores à base de ervas. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada. em iluminação e aquecimento. a acetona. os licores à base de ovos. B) Os licores. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. em volume. álcoois butílico e amílico. são. álcoois superiores (voláteis). 22.Álcool etílico não desnaturado.Vodca 2208. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países. devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático.50 .5% vol. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico.10 . tais como o vinho.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol.Outros Esta posição abrange. vernizes. etc.30 . etc. etc. inferior a 80% vol. Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados. classificam-se nas posições 20. desnaturados. sementes e outros produtos vegetais semelhantes.

etc. aveia. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). bitters. espécies de licores obtidos com sucos de frutas. pisco. os flocos de linhaça e os bagaços de fruta. 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola. tais como: o anisete. I. grappa.PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto. tais como os licores de ovos ou creme fresco. de banana. centeio. o kümmel. de framboesas.) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. de cerejas (quirche). do melaço de beterraba sacarina. etc. açúcar. 7) Os licores denominados "cremes". etc. aguardente de arroz ou de vinho de palma. de damascos. 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. de cereais. preparado com casca de laranja amarga.). Além do seu alto valor nutritivo. tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra".04. obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares). corantes. à alimentação de bovinos. 18) As aguardentes provenientes da destilação. constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos. para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares.. após fermentação. ter por base extratos de plantas. Destinam-se. como também as preparações empregadas na alimentação de animais. por exemplo. 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. em virtude da sua consistência ou cor.). tafiá. 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada. de baunilha. brande. o melaço de cana de açúcar). aromatizantes ou outros ingredientes. com um ou mais elementos nutritivos. de cássis (cassis). 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba. os licores chamados "emulsões". adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas. com exclusão dos produtos da posição 22. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. utilizam-se. 11) O araque.04. rum. por exemplo. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau. 8) As ratafiás. 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares.) e. amargos.. concentrados de frutas. cachaça. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas).). Atualizado em 04/01/2011 . de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono. perderam as características essenciais da matéria de origem. de ameixas (mirabelle. As preparações desta espécie. ainda. b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. de uma maneira geral. armanhaque.05). quetsches). de café. essencialmente. geralmente chamadas licores.05. as cascas de cereais. Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais. etc. 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais. milho. 10) As aguardentes de sidra (calvados). que se classificam na posição 22. os que tenham sido sujeitos a um tratamento. em proporção geralmente superior a 10%. de cássis (cassis).09 .Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol. acondicionados para venda a retalho 2309. o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. produtos químicos. o xarope de cana de açúcar. singani. 2309. lecitina.90 . com teor alcoólico em volume superior a 0. ovinos. assim. 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água. contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite. trigo. às vezes designadas por "complementos alimentares". em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo. com exclusão dos produtos da posição 22.Alimentos para cães ou gatos. o curaçau. eqüídeos e suínos. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22. em peso. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS. tais como a palha. 23. etc.5% vol. entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque. obtido do anis verde e da badiana. no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais. Algumas. aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho.Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool. Podem. ou de outras frutas. citam-se. empregam-se diretamente na alimentação dos animais. por exemplo. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. após fermentação. etc.07). 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas).10 . por esse fato. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar. todavia.

as borras da indústria da cerveja.OUTRAS PREPARAÇÕES A.. no caso das aves. dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR. carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas. especialmente as gorduras que contêm. As matérias minerais destinam-se. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas. OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. sebos e palhas. à utilização dos alimentos pelo animal. mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. fósforo. possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%..). 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. os oligoelementos. das cascas dos ovos. consoante a produção zootécnica a que se destinam. As mais utilizadas contêm cálcio. de uma forma mais geral. cloro. Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. das "pré-misturas". Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. minerais ou vitaminas e. utilizando-se como matéria de base na preparação. sódio. 2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim. isto é. na maior parte dos casos. constituídas por uma mistura de carne. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos"). designadas comercialmente pré-misturas. farelos. cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam. oligoelementos. designados "construtores". são constituídas por proteínas. protéicos e minerais.II. vitaminas do grupo B. ainda. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. todavia. antibióticos. tais como cães e gatos. ovos. emulsificantes.. principalmente. etc. etc..AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. C. defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas. em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. Estas últimas. aproximadamente. estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. delas distinguem-se. tais como amido. as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes. 3) As preparações açucaradas. mesmo contendo cacau. etc. por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta.). 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. em pasta ou secos. distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo. açúcar. amido ou cereais. Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . etc. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. e destinados a serem queimados pelo organismo animal. iodo. aminoácidos. ferro. etc. ACIMA Estas preparações. caulim. São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. A concentração. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. uma preparação de painço. B. BALANCEANDO-OS. especialmente. 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. em particular. misturados com torresmos ou farinha de carne. Ao contrário dos precedentes. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. Citam-se as vitaminas. pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. dos elementos hidrocarbonados. do ponto de vista qualitativo. as sementes de leguminosas. aveia descascada e sementes de linhaça. 3) Elementos nutritivos "funcionais". potássio. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. miudezas e outros ingredientes. geralmente fabricados com farinha. da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. sais. perturbações na saúde do animal. nestas preparações. à formação do esqueleto do animal e. do meio de cultura e do antibiótico). As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. a quantidade necessária para uma refeição. Embora. de uma maneira geral. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. celulose e gorduras. os antibióticos. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. A substância seca assim obtida. aromatizantes ou aperitivos. fosfatos). alpiste. beterrabas semi-sacarinas. antioxidantes. para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais. pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição. sal. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos. coccidiostáticos. As preparações destinadas a remediar essas insuficiências. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada. cré. até serem consumidos pelo animal: estabilizantes.. leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A..

o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros. Contudo. misturadas entre si ou não. 70% (posição 38. 3) O rapé mais ou menos aromatizado.24). e) As vitaminas. substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29. FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO". mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403.08).Cigarros contendo fumo (tabaco) . proporções dos seus diferentes componentes. que se incluam como tal em determinada posição. por exemplo).Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar. ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS. Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas.Charutos e cigarrilhas. EXTRATOS E MOLHOS. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção.).10 .03 e 30. k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração. utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38. d) Os desperdícios. as cigarrilhas e os cigarros. g) Os medicamentos das posições 30..36). contendo fumo (tabaco) . MANUFATURADOS.03). esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização. por adsorção em um substrato ou por revestimento. 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas). resíduos e subprodutos vegetais da posição 23. f) Os produtos do Capítulo 29.a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias. Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos.Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. com gelatina. por exemplo. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco). etc. b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10). principalmente.Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403.14. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface.14.06. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas. as cigarrilhas e os cigarros. de sucedâneos do fumo (tabaco). h) As substâncias protéicas do Capítulo 35. para fabricação do rapé.99 . obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco). por exemplo). matéria amilácea. mesmo de constituição química definida.Outros: 2403. da natureza. Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar.01 e 21. 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado. Atualizado em 04/01/2011 . 12.02 2402. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas.. 23.Fumo (tabaco) para fumar. por exemplo. c) As preparações que. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19. os cigarros contendo certos tipos de produtos.01. matérias graxas (gordas*). 24. preparadas especialmente.08. concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar. mesmo adicionados de um aglutinante (melaço. ceras. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. quando for o caso. CIGARRILHAS E CIGARROS. .20 2402.04. contendo fumo (tabaco). 24. com ou sem capa. em razão.OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS. classificam-se nesta posição. condições de higiene em que foram elaboradas e. 2403. de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco). 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado. geralmente.10 2402. em proporção que não ultrapasse 3%. de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11).03 . mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes. DE FUMO (TABACO).91 . não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. grau de pureza.90 CHARUTOS. em peso (posições 07. A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30). os charutos com as pontas cortadas.9 .

de constituintes aromáticos e alifáticos.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS. sílica. São. contudo. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25. obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas. obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e.5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados. 27. b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30.06). Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas. nesta posição. d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas. Todavia.Cimentos não pulverizados. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados. em menor proporção. INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS. mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)).24).11)..ALCATRÕES DE HULHA.21 2523.29. alumina.23 2523. alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29. MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS.Cimentos brancos. excluídos: a) As escórias de altos-fornos. Excluem-se. obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco).08. quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros). de fumo (tabaco) líquidos. São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos.20) e as terras pozolânicas.16). Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas).Outros .14.21 e 2523. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26.29 2523.Cimentos "Portland": .Cimentos aluminosos . podem citar-se o cimento Portland comum. de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3). c) Os cimentos da posição 32. linhita ou da turfa.Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas. os cimentos romanos. Estes fumos (tabacos) apresentam-se. Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. mesmo corados artificialmente . em folhas retangulares ou em tiras.21 e 2523.que o clinker Portland é um produto da subposição 2523. considera-se "cimento Portland". com proporções variáveis. o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio. Entre estes produtos. o cimento Portland moderado e os cimentos brancos. Convém notar: .2 2523. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos". finamente moídas. DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS. entre outros. os cimentos pozolânicos. podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 . e .06 . Nota Explicativa de Subposições. o cimento de escórias de altos-fornos. no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas. Excluem-se da presente posição: a) A nicotina. Outros elementos (por exemplo. produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12. Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos". Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland. moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada).30).30 2523. em geral provenientes da destilação da hulha. os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+). 25. bem como as suas misturas.10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio. às vezes.39). para revestimento de fornos e outros usos (posição 38. desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). Os cimentos da presente posição podem ser coloridos. santorínicas e semelhantes chamadas. e) As argamassas e concretos (betões).10 2523. em geral. denominados "clinkers" . b) Os inseticidas da posição 38.. Subposições 2523. "cimentos naturais" (posição 25.. não refratários (posição 38. porém.29 Na acepção das subposições 2523. bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos. entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco).19). . 7) Os extratos e essências (molhos). ferro) podem igualmente ser adicionados. etc.

à piridina e a alguns derivados da piridina. Os alcatrões destinam-se. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo.30 . 2707.ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA. A presente posição abrange todos os alcatrões. principalmente.Outros: 2707. 2710. . etc. em bruto ou refinados. em especial.Toluol (tolueno) 2707. contendo. aos cresóis. ao tolueno.07 . que se classifica na posição 38. ao xileno. incluídas as perdas. em peso. Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente. EM PESO. em volume. por exemplo. antracênicos.Benzol (benzeno) 2707. xilenóis. EM PESO.10 . que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos. segundo o método ASTM D 86 2707. 70% OU MAIS. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. fenólicos.O benzol (benzeno). entre outros: . tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos.Óleos de creosoto 2707. 27. para impermeabilização. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira.Naftaleno 2707.20 .1 . Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos. em relação aos não aromáticos. a 250°C. RESÍDUOS DE ÓLEOS. 27. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38. que são análogos aos precedentes. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . quinolínicos e acridínicos. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. 29.07. 2) Os óleos e outros produtos. .91 . em peso. Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38.Os produtos pirídicos. Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos. por ciclização do petróleo. uma fração superior ou igual a 65% . o xilol (xilenos) e a nafta solvente. naftênicos e fenólicos. mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos.Os óleos e outros produtos naftalênicos. mesmo desidratados ou parcialmente destilados.10 ..Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam. EXCETO ÓLEOS BRUTOS. em frações mais ou menos largas. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. cresóis. análogos aos precedentes.Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação. à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados.60 .Xilol (xilenos) 2707. no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29). há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa. . CONTENDO. 70% ou mais. COMO CONSTITUINTES BÁSICOS. Relativamente ao benzeno.02..Os óleos de creosoto. bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos".Os óleos e outros produtos antracênicos. ao antraceno. naftalênicos. como constituintes básicos. e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais. aos xilenóis. ao naftaleno. .Fenóis 2707. para revestimento de estradas. Mas são também utilizados. . o toluol (tolueno). RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS. dos alcatrões de hulha a alta temperatura.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. etc. PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM. especialmente nos geradores de gás de água. nos quais os constituintes aromáticos predominam. ao fenol.40 . pirídicos. Compreendem.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. etc.).17).Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições.07 e 29.9 .99 .Os produtos fenólicos (fenóis. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.33.50 .).

. como solventes ou como diluentes.Resíduos de óleos: 2710. por exemplo). em grau muito baixo. Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27. Atualizado em 04/01/2011 . nos quais os constituintes não aromáticos predominem. denominadas tripropileno. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida. em volume. etc. os óleos para trabalhos pesados. por redestilação. Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos.013 milibares (101.3 kPa) de mercúrio. médios e pesados. refinação catalítica (reforming). entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano. A esta categoria de produtos pertencem. do propileno. diisobutileno e triisobutileno. esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. após adição de aditivos apropriados. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos. etc. provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos.. nonilenos.Óleos leves e preparações 2710. na maior parte das vezes. Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio.. seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). do Capítulo 29. Dado o seu elevado índice de octano. em peso. conforme o caso. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes. As misturas de alquilenos utilizam-se.91 .07). (estes últimos numa proporção da ordem.Contendo difenilas policloradas (PCB).). tetrapropileno. certas frações leves.99 . isolados no estado puro ou comercialmente puro. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710. bem como os óleos leves. pela ação de solventes seletivos. tais como os silicones. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura. ou por qualquer outro processo (posição 27. quer por separação (especialmente por destilação fracionada). etc. Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos. Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. 2) O white spirit. antiespumas.Outros I.09. 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. etc. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. bem como as preparações constituídas por misturas que contenham. de alumínio. e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. podem igualmente.2710. 4) Os gasóleos (óleos diesel). Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem. Obtêm-se quer por polimerização. os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos). antioxidantes. Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas.). a 300°C e à pressão de 1. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking). mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo.. são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos. por exemplo. Todavia. em peso.9 . tais como os óleos ou gorduras vegetais. ser misturadas com as gasolinas. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina". B) Os óleos. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping).Outros 2710. principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. antiferruginosos. etc. análogos aos precedentes. ciclânicos (naftênicos). para realização de algumas sínteses químicas. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. em relação aos não aromáticos. 3) O petróleo para iluminação (querosene). em peso. os óleos para lubrificação de fibras têxteis.). por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39). a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. de 10 a 15%). C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo. de lítio.19 .11 . em relação aos constituintes aromáticos.. tais como os parafínicos. os lubrificantes para cilindros.

Coque de petróleo: 2713. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm. os depósitos de carvão. tais como o p-cresoldibutil-terciário. especialmente. mesmo misturados com água. óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados). etc. BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. durante o trabalho. e semelhante ao betume não insuflado. transformadores e disjuntores. essencialmente. Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB).DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). empregado para revestimento de estradas.90 . antiespumantes. utilizadas na fabricação de produtos primários.. B) O betume de petróleo (também designado "asfalto".Betume de petróleo 2713.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina.08). inseticidas.Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. (posição 38. São óleos pesados adicionados. etc. proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos. provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo. principalmente. para impermeabilização. Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino.1 . constituídas por lanolina em solução no white spirit. etc.3) Os óleos para transformadores e disjuntores. especialmente. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos.). II.. como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado). O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. poroso e sólido. de compostos de chumbo e de óxidos de ferro. etc.20 . as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34. das preparações antiferrugem da posição 34. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos.11 . em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26.03.. as gomas.). permanece classificado nesta posição. constituídas principalmente de chumbo. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. especialmente refinados. em peso. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas.. antiferruginosos. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação. óleos lubrificantes usados.Calcinado 2713.20).03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38. Pelo contrário. fungicidas. 27. citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. b) As preparações contendo menos de 70%. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa. do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38.12 . C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição. das preparações desinfetantes. constituindo o éter dietílico o elemento de base. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.14) e de certas preparações da posição 38. óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%. É um produto de cor castanha ou negra. contendo éter dietílico. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água. 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto. que se formam durante o funcionamento. Utiliza-se. como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios. em peso.Não calcinado 2713. 5) Os óleos de lavagem (que servem. por exemplo). mole ou quebradiço. bem como outros elementos. antioxidantes. a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)). aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes. por exemplo. 2713. principalmente. é o caso.13 . Atualizado em 04/01/2011 . que são óleos pesados adicionados. dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. numa proporção de 10%. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.19. pilares e vigas de concreto (betão). etc.11). por exemplo. não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo. em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso). por exemplo. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc. normalmente. para limpeza de motores e de outros aparelhos).).COQUE DE PETRÓLEO.

90 . dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas. pelo menos. na preparação de vernizes ou de tintas. c) Os ácidos naftênicos. obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos. desde que não se incluam em posição mais específica). de cor castanha ou negra. de amônio ou de etanolaminas (posição 34. de breu ou de alcatrões. 2714. NATURAIS.02). são. Subposição 2714.BETUMES E ASFALTOS. c) As linhitas betuminosas (posição 27.15 . a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado. A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo. DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS"). ou sob forma tal que permita a extração desses produtos. insolúveis em água (posição 38. Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais. Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos".24). d) O betume de petróleo (posição 27. Atualizado em 04/01/2011 . compreendidas nesta posição. 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água. 27. A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo.07. e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. e ainda por razão de segurança.13). DE BETUME DE PETRÓLEO. que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície).MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS. Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas.17). ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. coques e outros resíduos. b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo. solúveis em água. entre outras.14. brutos ou purificados (posição 38. os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27. e ainda por razões de segurança (posição 27. f) As obras de asfalto da posição 68. Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas.10 .Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. de betumes. 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo. São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25.10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos. por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas. Além disso.Xistos e areias betuminosos 2714. tais como os de metais alcalinos.01).09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos).15). As misturas betuminosas. Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo). Esta posição compreende também os betumes.24. 2) Os asfaltos. 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas. destilação ou processos mecânicos). Também podem ser extraídos o gás e outros produtos.14 . Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição. 27. XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS. as seguintes: 1) Os cut-backs. de asfalto. Nota Explicativa de Subposições.02). b) As hulhas betuminosas (posição 27. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. que são misturas geralmente constituídas. na impermeabilização. etc. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes. ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+).

Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados. pelo grau de finura das cargas que.17). como catalisador em sínteses orgânicas. na preparação de iodetos.01 . f) As preparações lubrificantes da posição 34. Os artigos acabados de forma regular (lajes. de cheiro acre. estanho e cádmio. pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio. por secagem. Também se emprega na metalurgia do ouro. em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças. serve para esterilizar (clorar) a água. É um gás amarelo-esverdeado. em especial. Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. por exemplo. corando-a de amarelo.44). as gorduras e os têxteis. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. d) O betume natural desidratado e pulverizado. acondiciona-se. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e. ceras artificiais. lhes sejam adicionadas. ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se.).IODO O iodo extrai-se. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo. é perigoso respirá-lo. na fabricação de hipocloritos.14). etc. geralmente. É um líquido avermelhado ou castanho-escuro. 2801. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados.. B. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. por exemplo). etc.. e inflama as substâncias orgânicas.24.20 . bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte.).18 a 0°C). C. em reservatórios.). quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais.10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição. a madeira. sufocante. Emprega-se em medicina. e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32.BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos.06). em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). CLORO.Cloro 2801.3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido.18). ladrilhos. corrosivo. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. etc. betume. para calafetagem. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos. etc. alcatrão ou do breu. incineração e tratamento químico das cinzas. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais. então.03. de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata). em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos. derivados bromados do anil. eventualmente. tais como a areia ou o amianto. conforme os casos. A. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38.95 a 0°C). Desinfetante e anti-séptico. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto.Iodo 2801. sedativos).10 .03 .07. Como destrói os corantes e matérias orgânicas. quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). em fotografia.Flúor. em frascos de vidro amarelo. acinzentados. classificam-se na posição 68. bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28. duas vezes e meia mais pesado do que o ar. O iodo é um sólido muito denso (densidade 4. mesmo a frio. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25. de brilho metálico. Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. etc.CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES). BROMO E IODO. quer das algas marinhas. Ataca a pele. e ainda por razões de segurança (posição 27. muito denso (3. como a serragem (serradura*). na preparação de medicamentos.. bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais. Estes produtos empregam-se. como reagente. 28. É habitualmente transportado em cilindros de aço. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto). esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. É muito pouco solúvel na água.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. Atualizado em 04/01/2011 .. especialmente o cloreto de sódio.30 . etc. na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas. perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. placas. D. como produtos para moldação.FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. corrosivo. de cloretos de metais.FLÚOR. 28. o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. borracha clorada.

resinas e óleos (negro-de-fumo). g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71.12).. 28. fumante (que libera vapores). arsênio. os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27).ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum). que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento. obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio.10 . Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. espírito de sal). na fabricação de cloropreno..CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl). Consoante o seu processo de fabricação. etc. seleniados. carbonizando-as. Nas sínteses orgânicas. É denso. etc.ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido. produtos oleosos.ÁCIDO SULFÚRICO. separação da gelatina dos ossos. pentóxido de vanádio. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio. principalmente. entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha.02). o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno).04). f) O carvão de madeira (posição 44. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. impropriamente denominado ácido clorossulfúrico.02 ou 71. etc. nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina.. de pomadas para calçado.06 .. o coque. Atualizado em 04/01/2011 . de tioindigo.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). especialmente. de 28 a 38%) (ácido clorídrico. É um líquido incolor ou acastanhado. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28. zinco e de outros metais. ácido clorossulfúrico.) (posição 38. ácido sulfúrico).01).06 (negro de "alu". comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica). ou incolores.Ácido clorossulfúrico A.). Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral. anidrido sulfuroso. óxido férrico. posição 38. Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas.). d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente. B. preparação de cloretos de metais. purificação do negro animal. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água. ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). de cloreto de vinila. provém da decomposição brusca do acetileno comprimido. negro-de-silício. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32. etc. arseniados. sob pressão. e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. linhita). tem o aspecto oleoso. tais como: 1) Gases naturais. ácido muriático. etc. de cheiro pungente.O carbono é um elemento não-metálico sólido.). no caso contrário. com um odor sufocante. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. etc. inodoro. O negro-de-acetileno. incluindo as de impressão. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha. de cheiro irritante.11. que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor. de cânfora artificial. muito corrosivo. Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro. Estas soluções. Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25. hulha. 2806. de indigossóis. tambores de aço. Os negros-de-carbono podem conter. O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento. O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4. Os negros-de-carbono. cuja fórmula é ClSO2OH. caminhões-tanques. Os ácidos hipocloroso. 2) Naftaleno.02). provocada por faísca elétrica. como impurezas. são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. vagões-tanques ou navios-tanques. etc. tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). A. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário). clórico e perclórico classificam-se na posição 28. É um gás que.20 . 28.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806.07 . fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. de cloridrato de borracha. Emprega-se. negro-de-xisto. b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita. Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro. muito fino e puro. os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno.04). empregam-se principalmente no estado gasoso.

c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28. onde n é 3 ou mais. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. que se incluem respectivamente. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". Emprega-se. B.ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre).ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. São produtos líquidos ou sólidos.).20 . O ácido comercial assim preparado contém. Estas misturas também se classificam nesta posição. Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico.. que reagem violentamente com a água. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. 28. trióxido de enxofre. 2) Ácidos metafosfóricos. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. ao ar seco. siderúrgica. por exemplo. 90%.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. a alta temperatura. o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28. amorfa e vítrea.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. dos derivados de alizarina. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. como. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5.). DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). que se transporta em recipientes herméticos.06 e 28. na preparação de adubos ou de fertilizantes. ele dificilmente se conserva no estado sólido. arenito (grés) ou de chapa de ferro.Pentóxido de difósforo 2809. atacam a pele e o vestuário.Outros ácidos polifosfóricos. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. C.12). Atualizado em 04/01/2011 . anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. por exemplo. por isso. o sulfeto de hidrogênio. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos.. muito corrosivo. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. II. ácido fluossilícico. do tioíndigo. etc. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. B. onde n é 2 ou mais. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. contendo ácidos superiores. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. A solução concentrada. etc. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. b) O trióxido de enxofre. ácido sulfúrico. São ácidos cíclicos. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. etc. classificadas nesta posição. 2809. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. como impurezas. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. nas posições 28. pentóxido de difósforo. os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos).08.. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica".. ÁCIDO FOSFÓRICO. pentóxido de fósforo. da hidroxiantraquinona. também às vezes se denomina "ácido xaroposo". e nas indústrias petrolífera.11). que também se inclui aqui. Por condensação do ácido fosfórico. Tais misturas. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). A. Acondicionam-se em recipientes de vidro. de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13).PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). de cor acentuadamente castanha. É um pó branco. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se.10 . metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. ávido de água.09 . obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico)..Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre. por exemplo..

classificadas nesta posição. 90%.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP.. II. etc. A. ávido de água. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. Atualizado em 04/01/2011 . bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). por exemplo. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos.Pentóxido de difósforo 2809. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. pentóxido de difósforo.. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico.10 . É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto".11). é mais estável em solução pouco concentrada. C. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). ÁCIDO FOSFÓRICO. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. como. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. Estas misturas também se classificam nesta posição. etc. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas.09 . metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. B. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP.). na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). contendo ácidos superiores. 28. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. amorfa e vítrea. São ácidos cíclicos. é mais estável em solução pouco concentrada.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO.48). tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). do fósforo extraído dos fosfatos naturais. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. 2809.. ácido sulfúrico. também às vezes se denomina "ácido xaroposo". entre outros. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. A solução concentrada. a alta temperatura.. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. onde n é 2 ou mais. ao ar seco. 2) Ácidos metafosfóricos. Esta posição abrange.20 . que também se inclui aqui. ele dificilmente se conserva no estado sólido. Por condensação do ácido fosfórico. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. trióxido de enxofre. que se transporta em recipientes herméticos. ácido fosfínico) (posição 28. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica".PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V).. onde n é 3 ou mais. ácido fluossilícico. É um pó branco.Esta posição abrange. entre outros. como impurezas. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). diidrogeno-ortofosfato de cálcio. por exemplo. muito corrosivo. b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28. por isso. O ácido comercial assim preparado contém. ácido fosfínico) (posição 28.11). Emprega-se.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). pentóxido de fósforo. Tais misturas.Outros ácidos polifosfóricos. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS.

com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza).28.15 . obtenção de sabões duros. Emprega-se. a cerca de 50%) ou de potassa sólida. incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. sobretudo.. chamadas "cales sodadas". cabe na presente posição. é um pó branco ou amarelado. Com ele se fabricam tintas (para construção civil.03 ou 30.Peróxidos de sódio ou de potássio A. obtém-se por combustão do sódio. um peso 70%. especialmente. etc. classificam-se na posição 38. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal).1 . A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas. sanguine. delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38. ou seja 58.). uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui. de níquel. cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível. Atualizado em 04/01/2011 .HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28.8.03. 2815. vidros ou espelhos. mas podendo também ser violeta. O hidróxido de sódio obtém-se. essencialmente.30 . quanto ao seu processo de obtenção.24. para purificação de gás de iluminação. constitui uma preparação classificada na posição 38. especialmente. incluem-se nesta posição.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA). Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro. mercerização do algodão. etc.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa).PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO. D. alizarina. Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades. no branqueamento.36). quer no estado puro. fabricação de celulose regenerada. Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31. que é o carbonato de sódio (posição 28. que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural. Também se usa em medicina.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815. cuja densidade é de cerca de 2.20 . vermelho da Inglaterra ou colcotar). especialmente em submarinos. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços. como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado. Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre.11 .04. fabricação de numerosos produtos químicos e. para branquear tecidos.. classifica-se nas posições 30. 28. PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO.. B.Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815. e contém então. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. Atendida esta ressalva. quer misturado com argilas. utilizada em aluminotermia.Óxidos e hidróxidos de ferro 2821. cloreto de potássio. expresso em "óxido férrico". TERRAS CORANTES CONTENDO. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio.Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815. amarelo ou preto (óxido violeta.21 . como agente cauterizante. contra a ferrugem. Emprega-se na indústria do sabão.8% de ferro no estado puro. assim. classificam-se na posição 38. do óxido férrico (Fe2O3).. composições para limpar e dar brilho a metais. expresso em Fe2O3. na decapagem de peças a metalizar ou a pintar. muito deliqüescente. EM PESO. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. na fabricação de permanganato de potássio. metalurgia do tântalo e do nióbio... A. resorcina. decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. especialmente. Não se deve confundir com a soda comercial. que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado. geralmente de cor vermelha. etc. o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó). na fabricação de sabões moles.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. É deliqüescente e muito solúvel em água. propriedades e emprego.. mais ou menos concentrada (usualmente. em frascos de vidro. Quando puro. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato. caso em que se classifica no Capítulo 32. As misturas de soda cáustica e de cal. Também se obtém a potassa cáustica. ou mais. sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). para este fim.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO. de compostos fenólicos: fenol.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e. associada à cal. HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA).04.) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito). de ferro combinado. entre outras impurezas.PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2).04. 2821. C. amarelo ou negro). Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados. etc.12 . etc.10 .Sólido 2815. o cloreto).20 . EXPRESSO EM Fe2O3. e então está compreendido nesta posição.24..

A. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3).. flor ou pães.. Norm. menos de 70%. 28.Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo. (açafrão ou amarelo de Marte). ou misturadas com outras terras corantes. IODETOS E OXIIODETOS. dá origem aos ferratos da posição 28. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo. Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco.CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28. etc. de 09/02/2004 .Brometos e oxibrometos: 2827. martita. Apresenta-se em massa cristalina.. castanho da Suécia).Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827. OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS.4 . SRF nº 509. consoante o seu grau de pureza. em pó.3 . na presença do oxigênio.41 . pela Instr. em peso. expresso em Fe2O3. nas pilhas Leclanché. Em geral. de ferro combinado. brometos.B.Outros 2827. amarelado.Cloreto de cálcio 2827. que. fundido. BROMETOS E OXIBROMETOS. é incolor e. em caso contrário. Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28. com castanho da Prússia.30). apresenta-se moldado.06. Quando puro. apresenta-se cristalizado ou granulado. depois de oxigenado.5 . hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos). Entra na composição de misturas refrigerantes. como adubo ou fertilizantes. nas indústrias de corantes e em curtimenta.25). vermelho Van Dick.12.. adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico. em fotografia (fixador). 2827. que se obtêm por sublimação. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso.CLORETOS. Ver a Nota Explicativa da posição 31. hidratado com 6 H2O.03 ou 71. branco. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26.. castanho de Inglaterra. para endurecer colas e vernizes. castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +). é solúvel em água.. oxibrometos. amarelado ou castanho. e.Outros 2827... 2) Cloreto de cálcio (CaCl2). e é higroscópico. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis. em eletrólises.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2).01: hematitas vermelhas (oligisto. limonito (óxido hidratado). como decapante de metais.Outros 2827.51 .31 ..10 . É branco.Outros cloretos: 2827. Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco.Public.De alumínio 2827.20 . É um óxido anfótero. utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 . e emprega-se como pigmento. b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26. é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso.06. hidroxicloretos..De magnésio 2827.27 .quer misturado com carvão. magnetita (óxido magnético de ferro). incluem-se na presente posição os cloretos. Tem cor de ferrugem.02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio. em massa porosa ou em palhetas.De cobre 2827.59 .Cloreto de amônio 2827. DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71. c) As chispas (battitures) de ferro. etc.e classifica-se então nesta posição . (Atualização nº 5. É sólido. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico.19).35 .49 .39 . cloridrato de amônio (NH4Cl). Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick.Brometos de sódio ou de potássio 2827.41.). etc. caso em que cabe na posição 32. Puro.32 . oxicloretos. bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25. quer só . Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio.De níquel 2827.05).60 . d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38.

13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2). Também se emprega em medicina.de concretos (betões) em tempo frio. como oxidante. em cristais alaranjados. em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). deliqüescentes. Apresenta-se em cristais rosas. Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). como carga de sedas e em eletrólise. que azulam pelo calor. 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). como mordente. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. vermelhos ou roxos. palhetas. hidratado (com 6 ou 12 H2O). Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. Oxida-se em contacto com o ar. cáustico e muito tóxico. O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. Anidro e exposto ao ar. com as mesmas cores. higroscópico e hidrolisável. como mordente de tecidos. etc.08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. libera vapores. em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. para purificação de águas industriais. brookita. na limpeza química (carbonização) de lãs. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. Emprega-se na construção de higrômetros. É muito deliqüescente. É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). ou. no apresto do algodão ou de outros têxteis. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). na preparação da púrpura de Cassius. O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. muito solúveis em água. solúveis em água. como mordente em tinturaria. 10) Cloreto de bário (BaCl2). rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. ou em soluções. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. 9) Cloretos de estanho. etc. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. em cristais rosas. Apresenta-se em massa cristalina rosada. 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). que se obtém na metalurgia do titânio. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. Anidro (em escamas. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. castanhas ou vermelho-granada. principalmente. Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina.30. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2). São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. Apresenta-se em frascos bem fechados. Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). É redutor e mordente. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. na conservação de peles. ou em solução aquosa verde. Anidro. cilindros. É usado como mordente em tinturaria. cerâmica. Emprega-se para tingimento. 12) Cloretos de cromo. para decoração de porcelanas. escamas ou palhetas amarelas. fundidas ou granuladas. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2. Também se emprega como decapante em soldagens. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). Emprega-se em tingimento. Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos. desinfecção. no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). que libera vapores em contacto com o ar. etc. e ainda para tornar a madeira ignífuga. 14) Cloretos de cobre. em estradas e pavimentos de terra batida. como fumígeno ou em síntese orgânica. anatase). É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). Apresenta-se em massa de fratura resinosa.02 (dialogita.20. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. como catalisador. emprega-se para tornar a madeira ignífuga. Anidro. solúvel em água. como desinfetante e anti-séptico em medicina. O cloreto anidro. é deliqüescente e solúvel em água. deliqüescentes e solúveis em água. em cristais verdes ou roxos. Tanto anidro como cristalizado. como mordente. Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores. 11) Cloretos de titânio. como mordente de tecidos. fungicida e desidratante. em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. solúveis em água. para fazer irisações cerâmicas. por exemplo. forma cristais incolores. de cheiro pungente. apresenta-se em massas amarelas. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). b) Cloreto férrico (FeCl3). por exemplo (em cristais verdes ou azulados). É um redutor. por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. em fotografia e fotogravura. Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. a) Cloreto cromoso. como antipoeira. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). É um líquido incolor ou amarelado. como parasitida e raticida. tornando-se amarelado. deliqüescentes. para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. por exemplo). hidratado (com 5 ou 12 H2O). O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. quando hidratado (com 4 H2O. para dar pátina ao ferro. com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. (CrCl2). cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. apresenta-se em lâminas. em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado. É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. 6 H2O). Hidratado. e em tingimento e estampagem. Atualizado em 04/01/2011 . em curtimenta. na cromagem eletrolítica. Emprega-se. Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. vermelhos ou roxos. b) Cloreto crômico (CrCl3).

é pouco estável e obtém-se por cristalização. Emprega-se em curtimenta. Emprega-se em síntese orgânica. incolor. cloreto de cal. 2 H2O). Emprega-se em medicina ou em fotografia. brancos ou cinzentos. o primeiro emprega-se para fins terapêuticos. C. desinfetante e inseticida. Apresenta-se em pedaços amorfos.17 e do cloreto de hidrogênio. em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo.11 e os oxiiodetos. A nantoquita. Empregase em estampagem de têxteis. solúveis em água. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário.OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais.05. Anidro. É um líquido vermelho. cloreto de cobre natural. b) Brometo cúprico (CuBr2). 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO). etc. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo. a) Brometo cuproso (CuBr). Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. hidratado (com 2 H2O). mesmo puros..BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28. São cristais verdes deliqüescentes. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro. higroscópico e solúvel em água. 2) Brometo de potássio (KBr). anticriptogâmicos e corantes. classifica-se na posição 28. translúcidas. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola").11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). apresenta-se em cristais grandes cúbicos. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). corantes e de medicamentos. B. Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia..03. na fabricação de lacas. de cheiro irritante. 3) Brometo de amônio (NH4Br). antimonita) da posição 26. e obtém-se abaixo daquela temperatura. como mordente ou como oxidante. x H2O). acima de 51°C. 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). É sólido. solúveis em água. de fato. volatilizando-se pelo calor. Emprega-se como mordente. Apresenta-se em cristais incolores. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3).01 e 31.. utilizado na fabricação de fumígenos.52. Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água. hipoclorito de cálcio comercial. a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas. 6 H2O). empregado na preparação de pérolas artificiais. 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5. impropriamente. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). A atacamita. tomando então aparência untuosa. para apresto de couros. D. Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais. O composto qualificado. classifica-se na posição 25. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água. 4) Brometo de cálcio (CaBr2. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso). que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. que absorvem a umidade ambiente. É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. Apresenta-se em cristais deliqüescentes. classificam-se respectivamente nas posições 25. como mordente. e que é. Líquido incolor. anti-séptico. É anidro e apresenta-se em cristais grandes. é cáustico. É um pó branco. apresenta-se em massas incolores.30. apresentam-se em pó branco. solúveis em água. 4) Oxicloreto de estanho. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO). 5) Brometos e oxibrometos de cobre. Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. 15) Cloretos de antimônio. solúveis em água. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água.IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. Apresenta-se em cristais incolores. Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino. que libera vapores em contacto com o ar.04 ou 31. Atualizado em 04/01/2011 . Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. Emprega-se em medicina ou em fotografia. hidroxicloreto natural de cobre.b) Cloreto cúprico (CuCl2. preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. em fotografia e em eletrólise. 6) Outros brometos e oxibrometos. inclui-se na posição 26. como catalisador. deliqüescentes e muito solúveis em água.28. decompõe-se pela água.

ao calor e ao gás carbônico. muito solúvel em água. O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia.11..52. como anti-séptico (com o ácido bórico.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828. contêm. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. 2828.HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. em tudo. de bismuto (reagente). mesmo fracos. em virtude da sua principal aplicação. CLORITOS. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. em solução aquosa. É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz. C. Puro. Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio. 5) Outros iodetos e oxiiodetos. em contacto com o ar. 4) Iodeto de cálcio (CaI2). Atualizado em 04/01/2011 . de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos). b) O oxiiodeto de antimônio. de chumbo (com reflexos metálicos. o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo.27. 3) Outros hipocloritos. 1) Hipoclorito de sódio (NaClO. que se alteram em contacto com o ar. também se emprega em fotografia. O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro. Este produto. semelhante ao hipoclorito de sódio. quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica). As soluções aquosas são incolores ou amareladas. B. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro. 2) Iodeto de sódio (NaI). Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. que contém cloreto e. amarelece. Esta substância é estável até 100°C. e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. por sal sódico. este sal não pode ser isolado em forma anidra. É um pó cristalino branco. cloritos e hipobromitos de metais. incolores. como cede facilmente o cloro que contém. e que. Muito solúvel em água. na purificação da água e para preparação de hidrazina. do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. É. utilizados como corantes na indústria da borracha). geralmente. A.28 . de bário. 2) Clorito de alumínio. higroscópica quando contém cloreto de cálcio. Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel. quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. por vezes. Emprega-se em fotografia. o qual. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina. com cheiro a cloro. O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. designa-se comercialmente por "água de Javel".1) Iodeto de amônio (NH4I). em contacto com ácidos. 3) Iodeto de potássio (KI). de antimônio. higroscópico.CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). É uma substância amorfa.. Altera-se ao ar e à luz. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. ou ainda pelo tratamento. branca. São sais instáveis. como desinfetante de locais. HIPOBROMITOS. É solúvel em água e. constituindo todos descorantes ou desinfetantes. às vezes. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. 6 H2O). Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo. mas conserva-se melhor. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). pulverulenta.. 1) Clorito de sódio (NaClO2).HIPOCLORITOS. incluem-se na presente posição os hipocloritos.10 . solúvel em água e sensível à luz. Prepara-se. de magnésio e de zinco. D. Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. Anidro ou hidratado.90 . ou em lamelas branco-peroladas. apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico. 6 H2O). forma o líquido de Dakin). 2) Hipoclorito de potássio (KClO. Em medicina. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel".. de estrôncio. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza. originam o ácido hipocloroso. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. também se prepara por calcinação dos iodatos.HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que.HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. óxido ou hidróxido de cálcio. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio). se denominam "cloritos descorantes". 28.

B. o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente).TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). etc. apenas se emprega. emprega-se em estampagem de têxteis. sais de um ácido. 5) Outros sulfitos. Também se utiliza na preparação de anil. muito solúveis em água e inalteráveis ao ar. solúveis em água. como anti-séptico e agente de branqueamento.SULFITOS. 4) Sulfitos de cálcio. sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28.1 . pirossulfito de sódio. em pó branco ou escamas. b) O sulfito de cálcio (CaSO3).19 . 2833. pouco solúveis em água. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio.. Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores.SULFATOS. utiliza-se em fotografia. para dissolver a lignina. no branqueamento da lã ou da seda. solúveis em água e que se oxidam ao ar. e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente). 1) Sulfitos de sódio. 4) Outros tiossulfatos. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38.. em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios. na feltragem de pêlos.Outros sulfitos 2832. "bissulfito cristalizado").Sulfato dissódico 2833. b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). cristalizado com 2 H2O. PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). É um pó cristalino branco. em fotografia. 5 H2O). é muito solúvel em água. ALUMES. Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura. impropriamente. Emprega-se em fotografia. Emprega-se em síntese orgânica. 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3. com cheiro a gás sulfuroso. é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal.SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3). na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica.SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos.11). o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3). A. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais. apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). solúveis em água. Emprega-se como fixador em fotografia.Sulfatos de sódio: 2833.33 .32 . os hidrogenossulfitos e os dissulfitos. na fabricação da cerveja.30 . 3) Sulfitos de potássio. na fabricação de chapéus e como anti-séptico.10 . no tratamento do látex (agente de vulcanização). para tratamento da gema do pinho. c) O sulfito de potássio. c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio. de cor amarelada. sobretudo em contato com o ar úmido. pouco estáveis. 28. Também se apresenta em soluções concentradas.H2O). a) O hidrogenossulfito de potássio. sulfito seco e às vezes é chamado. que não existe no estado puro. 28. Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico. deliqüescentes. de corantes orgânicos. em curtimenta.H2O).04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. 2832.Sulfitos de sódio 2832. o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo). é eflorescente ao ar. b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos. Apresenta-se em pó ou em cristais incolores.31.. em solução aquosa. 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3. solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. obtém-se a partir do hidrogenossulfito.20 .O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos. a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio". Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio). TIOSSULFATOS. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores. em cristais.Outros Atualizado em 04/01/2011 . 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3. como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel. o dissulfito de sódio (Na2SO3. Oxida-se um tanto rapidamente. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas). que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2). na prática.11 . B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais. Utilizado na preparação de pasta química de madeira. É um redutor empregado em sínteses orgânicas. Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio. Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. como anticloro ou como clarificante de bebidas. Emprega-se em fármacia ou em enologia. Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio..Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3). emprega-se em tingimento ou em enologia.

cristal e vidros ópticos). deliqüescentes. transforma-se por calcinação em sulfato anidro. O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo. b) Sulfato cúprico (CuSO4. Emprega-se em tinturaria como mordente. O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3). se classifica nas posições 31. na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira).40 . 5) Sulfatos de níquel. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4). Este sal provém do tratamento.. são.Outros sulfatos: 2833. Anidro. Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre. que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre. O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25.De bário 2833.30. Solúvel em água. mesmo puro. para regeneração da borracha.De níquel 2833. Os sulfatos de sódio naturais (glauberita. ligeiramente eflorescentes ao ar. onde-se na própria água de cristalização e dá. violeta ou verde. empregado em tinturaria.03. hidratado. etc. consoante a concentração da solução empregada. astracanita) incluem-se na posição 25. compostos de ferro. mas também se apresenta em solução aquosa.52. por fim. mesmo puro. ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. como subprodutos da fabricação de diversas matérias. o sulfato de amônio. solúveis em água. da posição 28.22 .. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos. Apresenta-se em cristais incolores. Também se emprega na clarificação do sebo. classificam-se nesta posição.07. É solúvel em água.05 e o sulfato de potássio que. para decapagem de metais. como mordente em tinturaria. na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas.SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino.. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38. apresenta-se em cristais amarelos. na indústria da curtimenta para conservação de peles. Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético. em tingimento (para corar de preto. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4). quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). etc.2833.De cobre 2833. Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7). Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil. etc. azuis. utiliza-se. e que. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos. branco. fundidas. da bauxita.De magnésio 2833. derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). solúveis em água. Emprega-se em niquelagem eletrolítica. 2) Sulfato de magnésio.25 . altamente higroscópico. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). principalmente. O sulfato básico de alumínio. apresenta-se em massas brancas. Atualizado em 04/01/2011 . na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. reussina. Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico.. como anti-séptico. na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos.. na depuração de águas industriais. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura. apresenta-se em cristais brancos. 4) Sulfatos de cromo. para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. se classifica nas posições 31. em curtimenta. Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. É um pó cristalino. 6) Sulfatos de cobre.29 .. também é aqui classificado. roxo ou lilás. O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4).Alumes 2833. No estado hidratado (Na2SO4. Sucedâneo do ácido sulfúrico. polialita blodita. para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas.05. geralmente. no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre.27 . 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita. em extintores de incêndios..04 ou 31. que se incluem na posição 28. O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente.02 ou 31. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios).30. levemente aquecido.De alumínio 2833. 10 H2O) designa-se sal de Glauber. em medicina como laxativo. O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26. ou de diversos aluminossilicatos naturais.2 . utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo.Outros 2833. quer duros e quebradiços. para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas.30 .08).24 . a lã ou a seda). purificada ou não. em curtimenta. especialmente.Peroxossulfatos (persulfatos) A. Para este último fim. 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4). as impurezas são. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo). Hidratado (com 18 H2O). 5 H2O). pelo ácido sulfurico. sulfato anidro. como ignífugo e como laxativo.21 . que.

em cristais verde-claros que. de zinco. como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). espato pesado) classifica-se na posição 25. fabricação de papel cuchê e cartão. oxidando-se ao ar tornam-se castanhos. a) Sulfato ferroso (FeSO4). para curtir peles pelo ferro e como fungicida. para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. Apresenta-se em cristais vermelhos. como cor para cerâmica.. O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. pouco solúvel em água. c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico.06.(NH4)SO4. Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. de outros corantes e de produtos medicinais. solúveis em água. precipitado das soluções de cloreto. 11) Sulfato de estrôncio. Muito solúvel em água. leve.K2SO4. especialmente na preparação de lacas. de lacas. por um lado. Atualizado em 04/01/2011 . neste caso. calcinado. preparação da borracha. óxido de zinco. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. apresenta-se em cristais muito eflorescentes. em certos países. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes. que se usa na depuração do gás de hulha. Emprega-se. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. apresenta-se sob a forma de pó branco. 7 H2O). por exemplo. em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). solúvel em água. pela ação do calor. a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. principalmente. Também se emprega em fotografia. na preparação de alumina pura e em medicina. Emprega-se na preparação de pigmentos. na fabricação de sais de chumbo. solúveis em água. anti-séptico e herbicida. precipitados pelo ácido sulfúrico. misturas para a indústria de borracha. Emprega-se como mordente em tingimento. 24 H2O). O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. de cores de tintas. Este sal obtém-se por dissolução. perfumaria. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. por isso. Entra na fabricação do litopônio da posição 32. É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio. anidro e cristalino (alume calcinado). em eletricidade (pilha-padrão de Weston). Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco.7) Sulfato de zinco (ZnSO4. em tingimento e como desinfetante. 24 H2O). um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal). ferro ou índio) e. para coagular o sangue nos matadouros. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25. solúveis em água. como mordente em tingimento.30. insolúvel em água. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos. Também se pode obter por processo metalúrgico e. um sulfato de um metal trivalente (alumínio. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. etc. branco. hidratado (em geral com 7 H2O). É um pó acinzentado. de lutos (vedantes). b) Sulfato básico de chumbo. 13) Sulfatos de chumbo. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3). apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. empregando-se como regulador de flotação. por outro lado. É um sólido branco. produz um pó branco. mástiques. Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. cristalizado. Emprega-se em pirotecnia. que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino. como impurezas.ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo. Empregam-se em tingimento. 1) Alúmenes de alumínio. insolúveis em água. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. É muito solúvel em água e apresenta-se. 8) Sulfato de bário. muito denso (densidade de cerca de 4. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio). etc. 9) Sulfatos de ferro. 7 H2O). etc. como anti-séptico. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4).Na2SO4. Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. anidros ou hidratados (com 8 H2O). de outras tintas (preparação do azul da Prússia). principalmente a quente. é opaco aos raios X e emprega-se. é um pó branco. Apresenta-se em cristais incolores. Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4).06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas. Muitas vezes contém cobre. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. carbonato de zinco ou blenda ustulada. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro).11. Quando puro. Prepara-se a partir do sulfato ferroso. Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo.30. em galvanoplastia e em tingimento. por exemplo. cromo. 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. também compreendidos na posição 32. 2) Alúmenes de cromo. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. B. manganês. ferro e arsênio. b) Alúmen amoniacal. para zincar metais por eletrólise. Emprega-se. Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. Cristais incolores. em ácido sulfúrico diluído. solúveis em água. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. 24 H2O). Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. transforma-se em sulfato anidro. O sulfato de bário natural (chamado baritina e.4).07. Reduz a flotabilidade dos minérios. Semelhante ao alúmen de potássio.

em curtimenta (curtimenta ao cromo). incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842. etc.. São bastante estáveis a seco. muito solúveis em água. em síntese orgânica.11. CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8)..92 . emprega-se como desinfetante. a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8). como anti-séptico.Carbonato de estrôncio 2836. por meio do gás sulfuroso. de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos.40 .30 . etc. Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos. 24 H2O).50 . sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO). etc. 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). na indústria de sabões. isocianatos e tiocianatos. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos.Silicatos duplos ou complexos.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais.42 .a) Alúmen de cromo propriamente dito. 3) Alúmenes de ferro.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28. na preparação de amidos solúveis. cujo anidrido classifica-se na posição 28. em cristais roxos.10 . e o alúmen de ferro (III) potássico.Outros: 2836. 28. Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica. Emprega-se em fotografia. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita. utilizando-se ambos em tingimento.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade. isômeros do ácido ciânico. Esta posição também compreende os tiocianatos. solúveis em água. anidrita. b) Alúmen de cromo amoniacal.Carbonato dissódico 2836.36 . Em cristais incolores.Carbonatos de potássio 2836. em fotografia. não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-). 2836. que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio. mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor.K2SO4. EXCETO AS AZIDAS.20. sais do ácido tiociânico (HS-C_N).11. Obtém-se reduzindo. Emprega-se como mordente em tinturaria. também em cristais roxos. em fotografia.. descorante.9 .CARBONATOS. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico. O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3. São oxidantes enérgicos. Apresenta-se em cristais incolores.(NH4)2SO4. no branqueamento e tingimento de tecidos. incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I. muito solúveis em água. C.Carbonatos de lítio 2836..SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos. 28. PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS). sais metálicos do ácido ciânico.Carbonato de cálcio 2836. II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos). solúveis em água e eflorescentes ao ar.Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836. despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre. 24 H2O)..90 . carbonatos básicos). sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado. Em cristais incolores. emprega-se em branqueamento.99 . cianatos. carsenita) classificam-se na posição 25.60 . tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato).20 .91 . que se desidratam e embranquecem ao ar.Carbonato de bário 2836. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico. Atualizado em 04/01/2011 . 2842.

brancas ou acinzentadas. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. 10) Arseniatos de chumbo. etc. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. Também existem cianatos alcalino-terrosos. de inseticidas e de outros arseniatos.1) Fulminatos. 8) Arseniatos de cálcio. Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). tingimento e estampagem (principalmente. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). adesivos. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. etc.52. que se transforma facilmente em tiocianato cuproso. 2) Cianatos. tioureia. que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. na preparação de misturas refrigerantes. como inseticida na agricultura. B) Os arsenitos e os arseniatos. muito pouco solúveis em água. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. É um pó branco. etc. para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). Os tiocianatos (sulfocianatos. Os cianatos de amônio.53). que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. Apresenta-se em cristais incolores.e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. insolúvel em água. fotografia. 3) Tiocianatos. Pó branco. Os ortoarseniatos mono. por exemplo. os arsenitos. sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). muito solúveis em água. essência artificial de mostarda. etc. 11) Outros arseniatos. na estampagem de têxteis. que se emprega. solúveis em água. pastas ou emulsões brancos. pela faísca). que se utiliza em cerâmica).) (posição 25. É um pó branco.3H2O). misturas refrigerantes. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. é um pó verde. parasiticidas. b) Os arsenietos (posição 28.06 (ver a Nota Explicativa desta posição). de anti-sépticos. na indústria da borracha. São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. em medicina. deliqüescentes. etc. também se usa na mercerização do algodão. tingimento e estampagem (mordente). etc. tioureia. na preparação de inseticidas. etc. Atualizado em 04/01/2011 . São sais de metais dos ácidos de arsênio. em galvanoplastia. Utiliza-se na indústria têxtil. O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2). guanidina. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). c) Tiocianato de potássio (KSCN). Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica. arseniatos bi. acinzentada ou amarelada.e tetracálcicos. como impurezas. plásticos. em fotografia. que se emprega. e) Tiocianatos de cobre. pó negro. insolúvel em água. d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. sais do ácido arsenioso. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. que se emprega em viticultura (inseticida). 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). emprega-se em fotografia. O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2). na preparação de tiocianatos. insolúvel em água. e os arseniatos. com o nome de verde de Scheele. na preparação de essência artificial de mostarda. na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos. Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). Emprega-se em galvanoplastia. que se empregam. em medicina.11. O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada. cianetos ou hexacianoferratos (II). em medicina. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado. Inseticida. na conservação de peles. O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). 9) Arseniatos de cobre. insolúvel em água. Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. muito instáveis.e piroarseniato). 6) Arseniatos de sódio (orto-. preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3). Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa. Apresenta-se em cristais incolores. é um pó verde. obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. por exemplo. São venenos poderosos. herbicidas. deliqüescentes e solúveis em água. é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. muito pouco solúvel em água. 7) Arseniatos de potássio. insolúvel em água. Estes arseniatos. a saber. na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho. na conservação de peles destinadas à curtimenta. também se empregam na estampagem de têxteis. que contém freqüentemente. como inseticida e como corante. como reagente de laboratório. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. insolúvel em água. Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água. são pós. meta. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN). Emprega-se em viticultura (inseticida). venenoso. que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo.30). Este sal.

é um oxidante utilizado em síntese orgânica. Pó amarelo ou hidratado. 2) Iodeto duplo de potássio e cádmio. os clorovanadatos. d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). solúveis em água. teluritos. Sólido branco. Cristais brancos. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. sal de Mohr) (FeSO4. Emprega-se em medicina. deliqüescente. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. eflorescente ao ar. decomponíveis pela água. os clorocromatos. higroscópico. etc. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais). Por vezes designado por pink-salt. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal. A zorgita. branco. em cristais verdes. solúvel em água. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais). usa-se em tingimento e como carga para sedas. Em cristais verde-claros. Utiliza-se como corante e em pirotecnia. os clorofosfatos. o segundo também se emprega em medicina. 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. que amarelece em contacto com o ar. Em cristais azuis ou esverdeado. 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia. classifica-se na posição 25. preparação de arseniato de cobre. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal).07 e 26. c) De níquel (NiSO4. 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina.(NH4)2SO4. Usa-se em curtimenta. os cloroiodatos. em pilhas secas e em galvanoplastia. em estampagem e tratamento de têxteis. Pó cristalino. solúvel em água. Emprega-se como parasiticida. selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. Usa-se principalmente em niquelagem. 6 H2O). decomponíveis pela água. de féculas e de tintas. c) De níquel. 6 H2O). na têxtil. teluratos. 6 H2O).. Em cristais verdes. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. Em cristais vermelhos. Atualizado em 04/01/2011 . Emprega-se em metalúrgia e medicina.C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. em cristais vermelhos. 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. É um pó branco. 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. Em cristais vermelhos. Utiliza-se em medicina. Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. com exclusão dos que se incluem em outras posições. que se utiliza na metalurgia do zinco. b) De cobalto (CoSO4. Os principais são os clorobrometos. solúveis em água. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). d) De cobre. solúveis em água. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. Utiliza-se nas indústrias do papel.(NH4)2SO4. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. II. os cloroiodetos. Em cristais higroscópicos ou em massas. 4) Clorossais.30. Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura.15. Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). utiliza-se em metalização e em farmácia. Em pó cristalino azul. deliqüescentes. Pó cristalino branco.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. selenitos e seleniatos.(NH4)2SO4. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). O clorocromato de potássio (sal de Peligot).

solúveis em água. Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica. tiocarbonatos. em cristais azuis ou verdes. peneiras moleculares. selenocianatos. tioantimonatos. L) Silicatos duplos ou complexos. Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. etc.). tioarsenitos e arseniossulfetos. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos. etc.). 4 H2O) (sal de fósforo). O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio. muito solúvel em água. silicofosfatos. Em cristais amarelos. é um pigmento que. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos. Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. Em cristais incolores. serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia. tiomolibdatos. nitrito duplo de potássio e de cobalto. nos banhos de fosfotagem de metais. por exemplo) são. magnésio ou cálcio). Usam-se como aceleradores. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. respectivamente. etc. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. é um reagente de laboratorio. solúveis em água. só ou em mistura. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO. potássio. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). germanossulfetos.e de hexaminoníquel. IJ) Borotungstatos. tioestanatos. tungstofosfatos.24). Utilizados como carga para a seda. telurocianatos. onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais). eflorescentes. molibdofosfatos. G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra. Utilizam-se em pesquisas microscópicas.Al2O3. muito solúvel em água. Em pó cristalino ou em cristais escuros. catalisadores.17.ySiO2. tioteluratos. K) Cianatos duplos ou complexos. todavia. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. é conhecido por amarelo de cobalto.05 e 26. tioarseniatos. excluídos (posição 38. b) Os tiomolibdatos alcalinos. estanhofosfatos. em cristais amarelos ou em solução aquosa. etc. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água. solúveis em água. 3) Sais complexos: por exemplo. Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. reineckatos.H2O). Atualizado em 04/01/2011 . Nitratos de níquel amoniacais. trocadores de íons.). sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino.3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26.wH2O. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4]. O borotungstato de cádmio. Pó branco.

HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2)....2 . 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono.26. Tanto o metano. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono. SULFONADOS. Para ser incluído nesta posição.Buteno (butileno) e seus isômeros 2901.52). líquidos ou sólidos. 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono. 4) Os hexanos com seis átomos de carbono.50). mesmo puro (Capítulo 31). em volume.21 . incluem-se.01 . Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição.3-dieno e isopreno 2901. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28.29 . 8) Os decanos com dez átomos de carbono. 7) Os nonanos com nove átomos de carbono. no entanto. à temperatura e pressão comuns.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais. mesmo puros. c) Os cianetos complexos da posição 28.37. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono.11. Eles podem ser gasosos. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%.11). os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos.Não saturados: 2901.10 .Propeno (propileno) 2901.Etileno 2901.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS. f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio. Atualizado em 04/01/2011 .. Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono. Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água. b) Os alúmenes da posição 28. e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28.22 .33. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono. 29. A. NITRADOS OU NITROSADOS 29. citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono. 2901.Buta-1. na posição 27. O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio. É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. 6) Os octanos com oito átomos de carbono.Saturados 2901.01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono. B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados. Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28...24 .23 . os homólogos superiores são geralmente sólidos. São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura. 5) Os heptanos com sete átomos de carbono.

álcool etílico sintético.). em recipientes sob pressão. os mais importantes. gás incolor. geralmente. Atualizado em 04/01/2011 . estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. Estes produtos.11). c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos.. O produto mais importante é o acetileno (C2H2). estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. excluem-se desta posição o butano bruto. do ponto de vista industrial e comercial. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante. entre os quais se podem citar: o ácido acético. d) O 2-metilbuta-1. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. polietileno. apresentam-se liquefeitos. são o etano e o butano. em volume.). e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. Inversamente. 2º) Os hexenos. etc. o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 4º) Os octenos. devem apresentar-se isolados e de constituição química definida. também se obtêm por síntese. átomos de hidrogênio. etc. gás incolor extremamente inflamável. Excluem-se. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos). Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição. e forte ação anestésica. tais como óxido de etileno. etila. Constituem uma série homóloga. em volume. Para ser incluído na presente posição. Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). que tem por fórmula geral (CnH2n). 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos.. sob pressão. b) O buta-1. O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos.3-dieno (1.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. portanto. etc. em solução na acetona. 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. o ácido cloroacético. ver o nº 1 acima). etc. propila. glicóis. gás incolor e de cheiro característico. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos.2 butadieno metil aleno) (C4H6). o isopreno. a) Os primeiros membros da série são gasosos. 6. etilbenzeno. a acetona. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27. Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos). b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4).11).Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila. 4. com leve cheiro a éter.3-butadieno) (C4H6). 3º) Os butenos (butilenos) (C4H8). B. Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas.11. o álcool etílico.11. Para se incluírem nesta posição. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha. produtos infinitamente variados. que possui a mesma fórmula bruta.3-dieno (isopreno) (C5H8). 3º) Os heptenos. c) O buta-1. Para serem incluídos nesta posição. A partir do acetileno obtêm-se.2-dieno (1. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo. Para ser incluído na presente posição. o gás do petróleo bruto. obtidos do petróleo e do gás natural. por síntese. da posição 27. O acetileno apresenta-se. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. líquido extremamente inflamável e incolor. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. em lugar de conter duplas ligações.

8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5.).1. b) O ciclopenteno (C5H8): líquido. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados.9.1 . Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos.8a-octaidro-exo-1.Ciclânicos. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18). e) O azuleno (C10H8): sólido.1.Xilenos: 2902.02 . um anel na sua estrutura.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS.8.43 . c) O ciclopentano (C5H10): líquido.p-Xileno 2902.. 3) Hidrocarbonetos ciclênicos. b) Os compostos de ciclo em ponte. 2902.20 .Cicloexano 2902. Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32.HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n. 4. que se encontram em determinados petróleos e. c) O cicloexeno (C6H10): líquido.4 .42 .4a. em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos.2. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2.70 .o-Xileno 2902.19 .. Atualizado em 04/01/2011 .05. 4-endo-5..Estireno 2902. formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila.8] decano. d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido.44 . d) O ciclohexano (C6H12): líquido.02.6. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5.4.Etilbenzeno 2902. Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos. Os mais importantes são: o vinilacetileno..04..11 . 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos. A. ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902. tais como o 1.03. e o metilvinilacetileno. B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos.m-Xileno 2902.2.Cumeno 2902. líquido incolor.02.05. C) Hidrocarbonetos aromáticos.Mistura de isômeros do xileno 2902.7.60 . para encáusticos. 03.. que se emprega como solvente de tintas e lacas. etc. 6.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos).41 .6.Outros 2902.. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso.9.30 . especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso. 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos.6.90 . 29. o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila.Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem. etc. pelo menos. Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso.5.Tolueno 2902.Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas.Benzeno 2902.50 .

inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno.01. dos hidrocarbonetos ciclênicos. especialmente.CH(CH3)2). é um líquido incolor.C6H5). Sua formula geral é (C5H8)n. 4) O p-cimeno (CH3. Para ser incluído na presente posição. a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38.. Também se obtém sinteticamente. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). canela. inflamável. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. móvel. Emprega-se. Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos. utiliza-se como moderador. a essência de terebintina. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. inflamável e de cheiro aromático. Há três isômeros: o o-xileno. móvel. pinheiro. todavia. estruturado em seis grupos (CH). principalmente. 2) O etilbenzeno (C6H5. do petit-grain. Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5. empregase em sínteses orgânicas. É muito comum em vários óleos essenciais. etc. líquido incolor. a partir do benzeno e do etileno. b) O difenilmetano (C6H5. 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais.HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos. volátil. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila.05). 3) O cumeno (C6H5. C. etc. os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5.CH2. em peso. Entre estes. Obtém-se. existente no alcatrão de hulha. não podendo "n" ser inferior a dois.). b) O fenantreno (C14H10). borracha. líquido incolor. É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha. brancas. III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. de cheiro característico. Um líquido incolor e oleoso. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. gorduras. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico)..07). incolores e fluorescentes. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese. inflamável.HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem. II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos. linhita. existente no óleo leve de alcatrão de hulha. etc.05. o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. de cheiro agradável.CH=CH2). O naftaleno em bruto.4°C. Cristaliza-se em agulhas incolores. refrigente. Para ser incluído na presente posição. em peso. no gás de hulha. b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3). nos organismos vegetais. Para se incluir nesta posição. pelo menos. c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. condensados ou não. sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. 3) O limoneno. a) O naftaleno (C10H8). de cheiro agradável. no petróleo. abertas ou fechadas. normalmente. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila.C2H5). o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79.C6H4.05). Atualizado em 04/01/2011 .07). no estado natural. etc. quanto à estrutura química geral. como líquidos odoríferos e voláteis. É um líquido transparente. Utiliza-se. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2). Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio.07). de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos. óleos essenciais. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico. que se encontra nas essências de terebintina. É um líquido incolor existente nos petróleos.. encontra-se no gás de hulha. da acetona e do -metilestireno e como solvente. É um líquido incolor. apresenta-se em lâminas de cor castanha. em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. Líquido incolor. Dissolve com facilidade resinas. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada. nos reatores nucleares. de cheiro terpênico. carregado de impurezas. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. d) As terfenilas.CH(CH3)2).07). etc.C6H5). Para se incluir na presente posição. utilizado como solvente. é um líquido incolor. refringente. a) O benzeno (C6H6). etc. o xileno deve conter. na fabricação do fenol. o m-xileno e o p-xileno. que se encontra na essência dos cítricos. Puro. Apresenta-se em cristais de lamelas finas. não condensados. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. Esta posição. obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno.B. encontrando-se. 2) O canfeno. de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto). no alcatrão de linhita. brancas. No alcatrão da hulha. 95% em peso. Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. móvel. Cristaliza-se em lamelas finas.

halogenetos.12 . como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas.Ácidos policarboxílicos aromáticos.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES.Ácidos policarboxílicos ciclânicos. na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas. Atualizado em 04/01/2011 . de potássio.. halogenetos. ésteres e sais. por exemplo.Anidrido ftálico 2917.Ácido tereftálico e seus sais 2917. tais como as poliamidas.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS.17).. Apresenta-se em finos cristais incolores. na fabricação de alguns plásticos.Ácidos policarboxílicos acíclicos. os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno. seus sais e seus ésteres 2917.. 2) Os metilantracenos.. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila.1 . em peso. seus anidridos. HALOGENETOS. Utiliza-se. 2) Ácido adípico (COOH. por exemplo.36 .39 . bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados. 4) Ácido sebácico. A. poliésteres maléicos e outros poliésteres. e produz uma fluorescência azulviolácea. 29..Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917. seus anidridos.Ácido oxálico. inodoros. transparentes. Para ser incluído na presente posição. SULFONADOS. seus sais e seus ésteres 2917.07. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917. 2917..32 . c) O antraceno (C14H10).17 . Seus principais sais são os oxalatos de amônio. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*). 3) Ácido azelaico. 3) O fluoreno. Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos.34 ..Ortoftalatos de dioctila 2917.19 .13 . O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.37 . Utiliza-se. seus sais e seus ésteres 2917.33 .Anidrido maléico 2917. Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada.(CH2)4.Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917. de cálcio. Pó cristalino de cor branca a amarelada. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. seus anidridos.20 . como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica..07). de sódio. constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38. halogenetos. Citam-se ainda. peróxidos. sulfonados. o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro.. ciclênicos ou cicloterpênicos. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles.Outros 2917.35 . neste grupo.COOH). halogenetos.Ácido azeláico. NITRADOS OU NITROSADOS. por exemplo..Para se incluir na presente posição. ácido sebácico. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917. perácidos. o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha. peróxidos.14 . poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas.Ácido adípico..Tereftalato de dimetila 2917. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. 5) O pireno. peróxidos. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH.11 .3 . Apresenta-se em pequenas folhas brancas. nitrados ou nitrosados destes produtos.COOH). O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27.. SEUS ANIDRIDOS. poliamidas. poliuretanos) ou na fabricação de plásticos.. peróxidos. 4) O fluoranteno.

(di-n-octila.Dietanolamina e seus sais 2922.Tilidina (DCI) e seus sais 2922. Emprega-se.CH=CH.. Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas). exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada.. por exemplo.Outros 2922. de plastificantes.COOH). respectivamente. os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico. metadona (DCI) e normetadona (DCI).39 . transparentes. aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 .Aminoaldeídos. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas. exceto de funções oxigenadas diferentes.5) Anidrido maléico. diisononila...14 . 7) Ácido malônico (COOH.COOH).42 . sais destes produtos 2922..COOH) Apresenta-se em cristais incolores.CH2. de medicamentos barbitúricos.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS..12 . 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos.Monoetanolamina e seus sais 2922. etc..Anfepramona (DCI).2 . na preparação de certos plásticos (por exemplo. B. Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores. 29. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas. sais destes produtos: 2922.11 .Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada).Ácido antranílico e seus sais 2922. Entre os seus ésteres. diisooctila. etc. sais destes produtos: 2922. bis(2-etilexil). 8) Ácido succínico (COOH. Massa cristalina incolor...ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES. e seus ésteres. de dietila.). de cheiro característico. diisobutila. CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES.. SAIS E OUTROS DERIVADOS C.).3 . por exemplo. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4. seus éteres e seus ésteres. emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas. muito leves e volumosas. Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas.COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+).44 .31 . inodoros. etc.Outros 2922. m-(iso-). sais destes produtos: 2922. p-) (C6H4(COOH)2).Ácido glutâmico e seus sais 2922. seus éteres e seus ésteres.22 . Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila.49 .Outros 2922.1 .41 .) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico. 6) Ácido maléico (COOH.. Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados. Emprega-se em síntese orgânica. 2922. de dibutila (di-n-butila. etc.13 .29 ...50 . Ácido ortobenzenodicarboxílico.Lisina e seus ésteres.Outros 2922. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes. 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-.Aminoalcooisfenóis.. etc. Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados. de dinonila (di-n-nonila. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico).Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922.). sais destes produtos 2922.O).). sais destes produtos: 2922. de didecila (din-decila. citam-se os ortoftalatos de dimetila.CO.CO.Aminoácidos.19 . poliésteres)..21 .Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). ácido isoftálico e ácido tereftálico. etc..43 . de dioctila.(CH2)2.Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922.Trietanolamina e seus sais 2922. em massas cristalinas ou em escamas brancas. aminocetonas e aminoquinonas.4 .

3) Amino. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação.AMINOÁLCOOIS. 7) Sarpogrelato.AMINOALDEÍDOS. acetal. um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono. m. seus éteres ou seus ésteres. etc. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas. 5) Meclofenoxato.e p-Aminofenóis.05 a 29. A. possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool. quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29. aldeído. AMINOQUINONAS. quer o grupo cetônico ( C=O). É uma base que se emprega na indústria dos sabões. 3) o-. d) As cresidinas. 6) Arnolol. Entre os éteres dos aminofenóis. branco. na indústria de sabões. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. citam-se: a) As anisidinas. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2). 2) Tetrametil. 8) Ariletanolaminas. que se emprega como anestésico local..AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. cetona. além da função amina. SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES. seus éteres ou ésteres. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama). portanto. ou uma combinação dessas funções. e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol). 4) Diaminofenóis. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol. 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. em curtimenta para amaciar os couros. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3).6-dissulfônico (ácido H). 4) Antrimidas. m. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação. ou uma combinação dessas funções. B. É um pó cristalino. 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio.. Atualizado em 04/01/2011 . É um líquido incolor. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm. 1) Aminobenzaldeídos. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos.e tetraetildiaminobenzofenonas. aqui incluídos. bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. AMINOCETONAS. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida. além do grupo amínico. Este composto. das emulsões. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois. estão igualmente incluídos aqui. emprega-se como absorvente dos gases ácidos.14). os compostos aminados. etc. éter. c) As fenetidinas. b) As dianisidinas (bianisidinas). freqüentemente viscoso. 2) o-. e seus ésteres e seus sais.). fenol. Líquido viscoso. b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. quer o grupo aldeídico (-CHO). 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)).e p-Aminocresóis. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2). 10) Nitrato de aminoetila. ou em síntese orgânica.20. Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. C. para apresto ou acabamento de tecidos.Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que.e diaminoantraquinonas. A presente posição abrange.. SEUS ÉTERES E ÉSTERES.

AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES. AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se.D. em cristais. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). etc. 12) O ácido m-aminobenzóico.. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster. 14) A fenilglicina. 13) O ácido p-aminobenzóico. 2923. 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico). 5) A propoxicaína.NH. entre outros. Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. etc. de anestésicos.AMINOALCOOLFENÓIS. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. As substâncias desta posição que.CH2. Nota Explicativa de Subposições. utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. Cristaliza-se em prismas. fenol ou ácido. 29. incolores. Apresenta-se em grandes cristais. O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas. 10) O ácido aspártico. esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool. ou em medicina. seus sais e seus derivados de substituição. para preparação de produtos de perfumaria.N-dimetil-2. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração. em virtude do seu poder vitamínico. neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). composto aminado de função acetal. incolores e inodoros. regulares. É um produto da cisão das proteínas. no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. E. halogenetos.10 . Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila.CH2. em relação a cada função amina. são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. em cristais. as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool. Subposições 2922. halogenetos. glicocola) (NH2.2-difenoxietilamina).). opalescentes. e a isoleucina. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Cristais incolores. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina.COOH). em agulhas duras. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos. seus ésteres ou seus anidridos.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS. Entre os aminoácidos.19. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. para fins de classificação.-hidroxipropiônico). peróxidos e perácidos. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter. nos termos de atos internacionais. em cristais pequenos. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação. 4) A medifoxamina (N. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos. Pó cristalino.COOH). 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico). peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. 2) A serina (ácido -amino. 3) A glicina (ácido aminoacético. é um anestésico local. É um derivado metílico da glicina. que se incluem nesta posição. citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). seus ésteres. Emprega-se em síntese orgânica. SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas. dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado. Os anidridos.50 Para fins de classificação nas subposições. 4) A sarcosina (CH3. Assim. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico).. este composto classifica-se na subposição 2922. fenol ou ácido.23 . O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). É extraído do glúten. 2) O ácido glutâmico. 7) A fenilalanina. 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). ou uma combinação dessas funções.Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . em cristais. 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico).11 a 2922. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. Empregado na indústria dos corantes. 15) O lisadimato. LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS. Como éter de um aminoálcool. Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar.

por radicais ácidos. na fabricação de tintas. por exemplo. correspondente ao seu equivalente inorgânico. 5) Formiato de tetrametilamônio (H. exclui-se da presente posição a uréia (NH2. porém. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI).02 ou 31.12 . 29. mesmo pura. sais destes produtos 2924. seus sais e seus derivados. estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas. 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH). pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto. etc. então. As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais..90 . COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO.. sal de amônio quaternário. ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono..NH2) amida primária ((-CO)2.Outros 2924. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso). etc.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923.1 . sais destes produtos: 2924.. em produtos cosméticos e na alimentação animal.) e teremos. etc. os sais de amônio quaternários. nas posições 31.. por exemplo. 2924.NH2).COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA. com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica.). R2. que também se inclui na presente posição. principalmente.. ou diferentes entre si.. A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis.20 . quando o óleo de soja se extraiu com acetona. A saturação.NH) amida secundária ((-CO)3. sendo utilizada. diamida do ácido carbônico que. brometo.05. agente de dispersão.24 . ou. Estes radicais podem ser os mesmos. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante.19 .Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia. A lecitina comercial. iodeto. mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29. que resultam da combinação dos ácidos oléico.23 . no cérebro.2 . Em geral. de cor acastanhada ou clara. tolila.CO. Atualizado em 04/01/2011 . etila. o hidróxido de amônio NH4OH. é essencialmente a lecitina de soja. solúveis em álcool etílico. nesse caso. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina.Ureínas e seus derivados.N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e.2923. sob a forma de grânulos amarelados.24 . As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO. etc.29 . Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário. para a produção de corantes azóicos. Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável. na alimentação humana ou animal. por radicais alicíclicos ou arílicos. R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila. cerosas. inclui-se. 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios. sais destes produtos: 2924.11 .21 . então. obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada). com a fórmula geral NR4+OH-.Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados.29). tal como a colina. utilizado em terapêutica. na indústria petrolífera.Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. Essas amidas e seus sais.Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia. e o cloridrato de betaína.Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico. também se incluem nesta posição. em concentração tipo.Fluoroacetamida (ISO).Etinamato (DCI) 2924. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924. como adubo ou fertilizante. No entanto. A ovolecitina é utilizada em medicina. utilizado em farmácia. na gema de ovo e em todos os germes frescos. 6) Betaína (trimetilglicina). São ésteres (fosfátidos). É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina.. A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*). óleo de soja.Meprobamato (DCI) 2924.COON(CH3)4).

as ureídas heterocíclicas. 5) Glutamina.AsO(OH)2) e seus sais. oxiranil. bromoisovaleriluréia. utilizados como opacificantes em radiografia. usado em medicina. ácido diatrizóico e seus sais.10. classificado na posição 28.). etc. incolor quando puro. pelo contrário. Entre seus sais citam-se. d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. Utilizado em medicina. Líquido volátil. por vezes. polimerizados para se obter os silicones. o cacodilato de sódio. acetoxi. b) Ácido cacodílico e seus sais. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. 4) Compostos organoarseniais. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. 29. que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono). geralmente na posição 38. dimetildiclorossilano). por exemplo.31 . Estes produtos são. um átomo de carbono de um radical orgânico. acetil-p-fenetidina (fenacetina). por exemplo. são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas. inodoro. nitrilo. Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. nos termos de atos internacionais. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila.26). Excluem-se. pó cristalino. Este ácido cristaliza-se em lamelas.AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida.C6H4. 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. os alquila ou arila silanos (por exemplo. metil. que. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. pelo menos. o produto técnico é amarelo. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. de plaquetas ou de rombóides. Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29. Estes silicones incluem-se na posição 39. 2) Compostos organo-silícicos. em cristais incolores.33). etc). acetoacetanilida. 3) Ferrocarbonila. 4) Carbamato de etila (uretano). inodoros.AsO(OH)2) e seus sais. a) Ácido metilarsônico (CH3. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. por exemplo (posição 29. c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29). Forma sais cristalinos.24. o octametilciclotetrassiloxano. principalmente. É a monoamida do ácido aspártico. extraída de algumas leguminosas. cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura.. 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia. brilhantes. Tóxico.AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. o 3-hidroxi-2-naftanilida.53). Estes compostos compreendem. amidas do ácido hidroxinaftóico. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. B. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. 2) Asparagina. os silanos orgânicos e os siloxanos. As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina). em especial. oximo. Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas. Apresenta-se em cristais. As substâncias desta posição. 2) Acetanilida. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4). É um eficaz antidetonante para carburantes. ou triclorossilano (SiHCl3). metiltrimetoxissilano). 3) Fenilacetamida.20. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores. pó branco e cristalino. Atualizado em 04/01/2011 . e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono.A.e etilacetanilida. a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína. utilizados em medicina. 2º) A dietildifeniluréia (centralita). branco. 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas.. niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas. os alcoxissilanos (por exemplo. classificado na posição 28.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS. difenilsilanediol.12. tais como o metilarsonato de sódio. o octametiltrissiloxano. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano.

7) Compostos organofosforados. átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo.33 .54 . no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28. sais destes produtos 2933. secobarbital (DCI) e venilbital (DCI)..X)..Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). secbutabarbital (DCI).1 . A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg. fenciclidina (DCI) (PCP). propiram (DCI) e trimeperidina (DCI). sais destes produtos 2933.29 . difenoxina (DCI).. metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI).Levorfanol (DCI) e seus sais 2933. sem outras condensações: 2933. 6) Alquilos de metais.Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933. não condensado: 2933. em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-).Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933.59 .Loprazolam (DCI). 2933 . 5) Ácido o-iodosilbenzóico. pentazocina (DCI). bezitramida (DCI).. ciclobarbital (DCI). metalocenos. fonofos (ISO)) (posição 29.Piperidina e seus sais 2933..6 .Hidantoína e seus derivados 2933.C6H5) e seus derivados. pipradrol (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933. 2933. fulerenos metálicos. difenoxilato (DCI). intermediário A da petidina (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933.. butalbital (DCI).e) Arsenobenzeno (C6H5... além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono.Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não). fentanil (DCI). fenoperidina (DCI). fenobarbital (DCI).. barbital (DCI).Alobarbital (DCI).Alfentanil (DCI).30). metilfenidato (DCI).Melamina 2933.11 .Outros 2933.41 . butobarbital. nos quais. Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam. dipipanona (DCI). sais destes produtos 2933. A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo).39 . São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados)..31 .Outros 2933. anileridina (DCI). bromazepam (DCI).69 .3 .53 . amobarbital (DCI).Outros 2933. piritramida (DCI).55 . mecloqualona (DCI).Outros 2933. sais destes produtos 2933.21 .32 . não condensado: 2933. pentobarbital (DCI).2 .52).As=As. São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono.COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+)..49 . metilfenobarbital (DCI).Outros 2933..Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico).4 ..61 .Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).Piridina e seus sais 2933. não condensado: 2933.Outros 2933..52 . cetobemidona (DCI).Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 .19 ...7 . petidina (DCI).5 ..

3) Entre os derivados mais importantes da piperidina.-carboxílico) e seus derivados. d) O hexanicotinato de mesoinositol.-carboxílico ou ácido nicotínico está.Outros: 2933. utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. Este grupo compreende. midazolam (DCI).2933. B. entre outros. Cristais brancos. Atualizado em 04/01/2011 . lormetazepam (DCI).. podem citar-se: A. incluído na posição 29. no óleo de Dippel e em numerosos compostos. dimetilamino-analgesina) e seus sais. estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina. por exemplo.91 . camazepam (DCI). em medicina. Apresenta-se como líquido oleoso.79 . não condensado. C. não condensado. Para ser incluída na presente posição. nitroidantoína. podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina). flunitrazepam (DCI). a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina. lorazepam (DCI). Líquido incolor ou levemente amarelado. Pertencem.Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933. Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico). 2) A lisidina. temazepam (DCI). a este grupo: 1) A piridina. 2) Entre os derivados mais importantes da piridina.36. Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração. prazepam (DCI). em tingimento ou estampagem de tecidos. 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. de cheiro fortemente empireumático.. incolores. todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). flurazepam (DCI). Pertencem. O ácido piridino. oxazepam (DCI).72 . tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI). mazindol (DCI). na indústria da borracha. como desnaturante do álcool. Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica. entre outros. nimetazepam (DCI).07)..Alprazolam (DCI). etc. nordazepam (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não).6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933. 3) A 1-fenil-3-pirazolidona. c) A dietilamida do ácido piridino. clorazepato. entre outros: 1) A fenazona (antipirina. estazolam (DCI). diazepam (DCI). pinazepam (DCI). quase incolor. Cristais lamilares.. Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. loflazepato de etila (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).07).Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição. Pó cristalino ou lamelas incolores. nitrazepam (DCI). pirovalerona (DCI).3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino. b) Os ácidos piridinocarboxílicos. a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição. clonazepam (DCI). a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27.99 .-carboxílico. Encontra-se no alcatrão da hulha. obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia. medazepam (DCI). clorodiazepóxido (DCI).9 . delorazepam (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). sais destes produtos 2933. Emprega-se em síntese orgânica.Outras lactamas 2933. a metilidantoína e a fenilidantoína. halazepam (DCI). citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. fenildimetilpirazolona). não condensado. fludiazepam (DCI). A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27. Para se incluírem na presente posição. desagradável.. inodoros. contudo. higroscópicos.71 . A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar.

fala-se de mono-. semelhantes às lactonas. 5-. Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. Emprega-se em medicina. Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. por exemplo.piperidil]-propan-1-ona). É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina. G. D. isoquinoleína e seus derivados. 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). Pertencem. entre outros. É um remédio contra a gota e o reumatismo. com cheiro desagradável. classificam-se na posição 30.06. utilizada na fabricação de plásticos. não condensado. São cristais regulares brancos. como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário). 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. branco-amarelado. E. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). trilactamas.5-trietoxifenil) isoquinoleína). Massa cristalina branca. Derivados barbitúricos. mas também podem preparar-se sinteticamente. amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. Sistemas de dois anéis. Utiliza-se em medicina como anestésico. Apresenta-se em cristais brancos. A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. muito refringentes. para fabricar resinas sintéticas. 8) A N-metilmorfinana. Formam sais de sódio solúveis em água. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana. a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 .7-dimetoxi-1-(3. d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4.04 e a metenamina apresentada em tabletes. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. 4) A 2. 3) A piperazina (dietilenodiamina). 4-. com cheiro especial. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina). 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). São líquidos incolores. 2) A isobutilquinoleína. Lactamas. Quinoleína.5-dimetilpiperazina. bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. 6-. entre outros. o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). doseados para usos medicinais. Entre os seus derivados. muito solúveis em água. As pastilhas e tabletes de metenamina. também se incluem aqui. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. Líquido oleoso incolor ou produto pastoso. brilhantes. Os compostos desta categoria compreendem. etc.4. higroscópica. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. Pertencem. de cheiro característico. como agente anti-fermentação. sensível ao choque. em medicina. etc. 7) A octaverina (DCI) (6. 3) A isopropilquinoleína. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado. utilizada como solvente do ácido úrico. seus sais e seus derivados. classifica-se na posição 36. etc. desagradável e penetrante. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. tioureída cíclica. 5) As 3-. 4) A tetraidrometilquinoleína. entre outros. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. como acelerador para vulcanização da borracha. que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico. Pertencem. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia).b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. 7-. As lactimas (enólicas). na preparação de matérias corantes). forma tautomérica das lactamas (cetônicas). Pó higroscópico solúvel em água. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina. Utiliza-se em medicina (contra a gota). F. De acordo com a presença de uma ou mais funções amida. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina). a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina). o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia).

21 e 2933. 5) 1-Vinil-2-pirrolidona. Pó cristalino branco. um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). As substâncias desta posição que. Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes. Nota Explicativa de Subposições. obtém-se.23). Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos. Este produto.3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina). 3) O indol. Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. Utilizado como laxante. 2) A acridina e seus derivados. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. H.39. Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto).52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). É assim que.6-diaminoacridínio).6. 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. trimetilglicocola). 2) Isatina (lactama do ácido isático). 4) O -Metilindol (escatol).54 A fenazona (subposição 2933. solúveis em água. quando purificado. A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico. classificados em suas subposições próprias. Atualizado em 04/01/2011 . pó amarelo. tais derivados. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3. neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente. 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). Os derivados desses produtos.21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. 4) 3. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. que se encontra no alcatrão de hulha. insolúvel em água. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas. Subposições 2933. Pó cristalino amarelado. Em cristais brancos solúveis em água. em geral. Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. entre outros. Todavia. por síntese.9-Triazaciclododecano-2.10-triona. Quando impuro tem forte cheiro fecal. b) O lactato de 2. são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. nos termos de atos internacionais. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes). porém.11. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos. Em cristais brancos. 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo). Também se obtém sinteticamente. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. por exemplo). Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia.6-diona). geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo. b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. têm cheiro fecal. Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada. de cheiro agradável. por exemplo) não modificados. 7) 1. Cristaliza-se em palhetas incolores que. Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha.5-diamino-7-etoxiacridina. 5) O mercaptobenzimidazol. a idantoína (subposição 2933. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo. com vapores irritantes. quando impuras. 2933. lactama do ácido o-aminocinâmico. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. Incluem-se.11). tem forte cheiro de flores. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona.5. comparando-os com os compostos parentes. Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina.

(+) (Atualização nº 8..26 . o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933.Vitamina B6 e seus derivados 2936. Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos. cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência". incluem-se as substâncias ativas.79.36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS.). Têm.Vitamina C e seus derivados 2936. eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas).28 . principalmente. Atuando em doses infinitesimais.23 .Ácido D.27 . MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES. pela Inst. não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas.29 .PROVITAMINAS E VITAMINAS.Vitamina B1 e seus derivados 2936. NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS).. dilactamas).90 .2 . estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado. Subposição 2933. basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente. seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade. etanodiol. Quando a função amida está incluída em vários ciclos. provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais.24 . 29. DOU 01/07/2005) 2936.. b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D.Provitaminas.79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar.Vitaminas e seus derivados. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa. por exemplo). VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. SRF nº 553. podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos.Todavia.Vitamina B2 e seus derivados 2936... É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria. Norm.Outras. por exemplo). não misturadas 2936.Vitamina B12 e seus derivados 2936.22 . que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa. Assim. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila.Vitamina E e seus derivados 2936. forma enriquecida dessas vitaminas.. quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. umas ação fisiológica.ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936. o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933. naturais ou reproduzidas por síntese. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D.25 . de provitaminas ou de concentrados. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas. Neste caso. Neste Subcapítulo. óleos vegetais. MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI.21 .52).10 . c) As misturas entre si de vitaminas. propan-1-2-diol. BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS.Public. etc.79 (subposição 2933. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas. 29.Vitaminas A e seus derivados 2936. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933. diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo. deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação.Outras vitaminas e seus derivados 2936. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis.36 .79. Todavia. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O). Assim. incluindo a sua estrutura de base.91 e não na subposição 2933. e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona. no mesmo ciclo.. de junho de 2005 .. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S). Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 .. não misturados: 2936.

por síntese. A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva. B. o palmitato é um líquido amarelo que. retinal). por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono.. ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico. que não tem ação vitamínica. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. aneurina). por exemplo). Pó cristalino branco. 11) Éster nicotínico da vitamina B1. 2) Cloridrato de tiamina. especialmente. pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. 5) Acetato de ergosterol não irradiado. A. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29. ossos e da retina. palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A. Sendo sensível à ação do ar. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados. levedura de cerveja. Pó cristalino branco.36. sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). C. 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. relativamente estável. são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster. 7) Acetato de 22. Encontra-se na pele dos animais. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. Vitamina A2 aldeído (retineno-2.VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1. à temperatura ambiente. quando puro. estável em contacto com o ar. geralmente. Vitamina A1 aldeído (retineno-1. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. da pele. etc. retinol (DCI)). 4) Tiamina-1.5-sal (aneurina-1.. 8) Cloridrato de iodotiamina. 3) 22. todos são sensíveis à oxidação. obtém-se. Também se pode obter por síntese. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar.PROVITAMINAS Provitaminas D. insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno.. denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. Este corpo.. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados.VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . 3) Mononitrato de tiamina. cogumelos ou outros fungos. O acetato é um pó amarelo. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina. laticínios. carne de porco. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. fígado. É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor. ácido retinóico). Extrai-se dos peixes de água doce. 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3. São lipossolúveis e. Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI). mesmo plastificadas.23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. Os produtos mencionados constituem apenas exemplos. 3) Acetato. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. antineurítica e antiberibérica.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A. principalmente.).por adição de agente antioxidante. materias graxas (gordas*). ceras. insolúveis em água. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1. aneurinonaftaleno-1. 7) Iodotiamina. dos óleos frescos de fígados de peixes. geralmente. 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol. nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. ovos).23-deidroergosterila não irradiado. 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato). Substância sólida amarela que.5-dissulfonato). mas solúveis em solventes orgânicos. Extrai-se. bem como o mono. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais. laticínios. pouco estável. 3-deidrorretinol). por exemplo). Apresenta-se em lamelas insolúveis em água. Higroscópico. pode cristalizar-se. ovos.5-sal. A vitamina A2 álcool não é cristalizável. 9) Iodidrato de iodotiamina. A vitamina A1 encontra-se. 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2. por exemplo). 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5. por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. Pó cristalino branco. 3-deidrorretinal). nos produtos animais (peixes do mar. levedura de cerveja. 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato). D.

8-tetraidropteroilglutâmico). dos melaços de beterraba. antidermatósica. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5.7.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C.5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). destina-se a combater a anemia perniciosa. 4) Álcool pantotênico (D.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)).. Constitui a forma mais usual da vitamina B3. solúveis em água. Tripalmitato de piridoxina. dos mamíferos ou dos peixes.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2. São as formas usuais de vitamina B6. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios. amarelo-alaranjado. do soro de leite. vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. 1) D. Esta vitamina também. Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). denominada vitamina B3 ou B5. encontra-se nos tecidos e células vivas. no óleo de germe de trigo. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e.g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes. mas obtém-se geralmente por síntese. geralmente. por exemplo. que contém cobalto. Fosfato de piridoxamina. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio.. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4. 2) (D. carne ou na gordura. 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI). Obtém-se. Cristais de cor vermelho-escura.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9.e DL-)-Pantotenato de cálcio. ETC. Cristais ou lamelas incolores. TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5. 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a. Cloridrato de piridoxal. nos rins e fígado dos mamíferos.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. antiescorbútica.VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. do aparelho digestivo e das vias respiratórias. solúvel em água. levedura de cerveja e fígados de animais. 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico). Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). aumenta a resistência do organismo às infecções. Sob estas três formas.e DL-)-pantotenol (a. proteínas e lipídios. É hidrossolúvel. Líquido viscoso. Pó branco.OU DL-).. Intervém no sistema nervoso. muito sensível à luz.ácido pantotênico ((N-a. É uma substância de elevado peso molecular.e DL-)-Pantotenato de sódio. Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos. no farelo de arroz. É hidrossolúvel e termoestável. F..g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b. sal de sódio e sal de dietanolamina. no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas.ou DL.b-dimetilbutiril)-b-alanina). melaços em bruto. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese. Ortofosfato de piridoxina. nos ovos e no leite. no fígado. SULFITOCOBALAMINA. Atualizado em 04/01/2011 . E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. NITRITOCOBALAMINA.b-dimetilbutiramida).) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. H. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina. é a vitamina de proteção cutânea. a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos. Dicloridrato de piridoxamina. Líquido viscoso. na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. levedura de cerveja. etc. São hidrossolúveis. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). ainda. solúvel em água. E. na cana-de-açúcar. na parte externa dos grãos de cereais. geralmente. no desenvolvimento da pele.6. IJ. miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos. 3) (D. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina. indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas. por síntese.b-dimetil-butiramida). leite. do fígado do boi. METILCOBALAMINA. por síntese. Pó cristalino.e DL-) ou (D. É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz. G. lactoflavina). Encontra-se nos espinafres e plantas verdes. 2) Cloridrato de piridoxina.g-diidroxi-b.. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui. Líquido amarelo viscoso. quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. pericarpo do arroz. mas obtém-se. 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina. A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. no óleo de linhaça.

3-epoxi-2. etc. óleos vegetais. insolúvel em água. obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2.4-naftoquinona).. Óleo incolor. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2. filoquinona. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos. Por síntese. 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. insolúvel em água e solúvel nas gorduras. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol. nos rebentos da cevada e da aveia. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. lipossolúvel. Este produto. Prepara-se por síntese. Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes. etc. É lipossolúvel. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D. É menos ativa do que a vitamina K1. 3) Vitamina D4 ou 22. etc. nas couves. etc.) ou animais (fígados. ergocalciferol). nos melaços. leite. atuando como poderoso redutor. Pó branco cristalino. aceleram a coagulação do sangue.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos. ou ao calor.e DL-) a-tocoferol. que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C.1) Vitamina C (ácido L.. obtêm-se os isômeros racêmicos. 2) Éster metílico da biotina. é necessária à saúde da pele. b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1. N. 4) Diaminoacetato de tocoferilo. de produtos hortícolas para saladas. mas sensível à luz solar. 1) Vitamina H ou biotina. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. de alfafa (luzerna) e nos laticínios.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K. Pó branco cristalino.diidro-1. 2) Ascorbato de sódio. As suas propriedades antioxidantes permitem. c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. obtém-se. b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. por ativação ou irradiação da provitamina D3. solúvel no álcool. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas. no leite. favorecendo a formação da protrombina. 6) Ascorbato de L-arginina. 9) Ascorboglutamato de sódio. que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. M. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). batatas. além disso. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca. anti-raquíticas.3. folhas de leguminosas. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro. principalmente.4-naftoquinona-2.e g-tocoferol. bastante estável ao ar seco.VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . miolos. são lipossolúveis. O calciferol encontra-se. b. Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas. O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão. 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. tomates.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E. óleos vegetais. produtos hortícolas com clorofila. espinafres. Também se prepara por síntese. K. insolúvel em água e solúvel nas gorduras. que se altera lentamente quando exposto ao ar. glândulas supra-renais. muito sensíveis à luz. A biotina encontra-se na gema de ovo.naftoquinona).ou DL-ascórbico (DCI)). benzeno e gorduras. Pó cristalino branco. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos.23-diidroergosterol ativado ou irradiado. termoestável. baços. geralmente. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado. músculos e do sistema nervoso. que amarelece quando exposto ao ar. Extrai-se. sobretudo. anti-hemorrágicas. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave. 5) Ascorbato de sarcosina. aumentando a resistência dos vasos capilares. É mais ativa do que a vitamina D2. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2.4-naftoquinona). Cristais amarelos. 7) Palmitato de ascorbilo. Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese. à luz. nos rins e fígados. na levedura de cerveja. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol). 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)). O. do óleo de germe de trigo. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes.VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D.). Óleo amarelo-claro. É hidrossolúvel e termoestável. 10) Ascorboglutamato de cálcio. L. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol. 1) Vitamina E ou (D..4..4-naftoquinona). 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). pimentões (pimentos*).3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2.. vitamina de reprodução. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular.

Atualizado em 04/01/2011 . profiláticos ou de diagnóstico. B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos. ácido araquidônico (posição 38. mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30. utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos. 2) Nicotinato de sódio.Anti-soros. PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS. e) Vitamina C2 ou P: citrina. empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a. hesperidina. ácido linolênico. As suas origens. 3) Nicotinato de cálcio.Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas). CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES. embora por vezes designados vitaminas. ANTI-SOROS. empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares.4-diaminonaftaleno (posição 29. 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona. sitosterol.).06).Vacinas para medicina veterinária 3002. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS. Menadiol ou 2-metil-1. relativamente estável ao calor e à oxidação. metilnaftona ou 2-metil-1. 3) Os esteróis.03 ou 30. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. Cristais incolores. entre outros. esculina ou ácido esculínico (posição 29. 3002. a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos. d) Cisteína. Ela intervém no crescimento. Obtém-se por síntese. menaftona.20 . EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados. que regulariza o metabolismo dos lipídios. o fibrinogênio. a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue.30). que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas. 30. C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados. Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação. b) Vitamina K6: 2-metil-1.21). 5) A xantofila. b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29. sucedâneo das vitaminas K (posição 29. Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue.07). c) Colina ou bilineurina (posição 29. outras frações do sangue.22).14). TOXINAS.38).33). relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol.b.Vacinas para medicina humana 3002.22).30 . O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado.04). toxisterol. VACINAS. que é uma matéria corante de origem natural (posição 32. dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32. sucedâneo das vitaminas B (posição 29. etc. suprasterol) (posição 29. Dissolve-se em água e é termoestável. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE.06).04). O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05. as soroglobulinas e a hemoglobina.23). i-inositol ou mesoinosita (posição 29. 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina). as globulinas do sangue.A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra.02 . 5) Cloridrato de nicotinamida. 6) Nicotinomorfolida.4-naftoquinona. d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29. exceto o ergosterol: colesterol. c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. germe e películas de cereais. a trombina. niacinamida). rutosido (rutina).03). sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1. e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1. o plasma. produtos imunológicos modificados. a imunoglobulina humana normal. estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA.23).41). Estão compreendidos nesta posição.e b-). Obtém-se por síntese.4-naftoquinona. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica. na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios. mioinositol. lumisterol. solúveis no álcool e nos lipídios. Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo.03 ou 32.e g-carotenos e criptoxantina).10 .4-naftoquinona (posição 29. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO.SANGUE HUMANO.4-diidroxinaftaleno (posição 29.90 . carotenóide. utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja. os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais". nas oxidações. 6) As provitaminas A (a. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias.11.

antiestreptocócico. etc. Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. bem como os antivírus.. de origem microbiana. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas). mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29. em especial. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico. iogurte.20 . ungüentos.Outros 3003. 3003. preparações injetáveis. b) Fragmentos de anticorpos .40 .Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico. D) Vacinas.39 . Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir. incluem-se na posição 30.) (posição 35. a precipitação. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. antivenenoso e antialérgico.fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica. óleo (lipovacinas). Não compreende. pomadas. toxinas. antimeningocócico. Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas. por exemplo. sem destruir as suas propriedades imunizantes.Contendo insulina 3003.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. antitetânico.Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35. E) Kits de diagnóstico. mesmo de origem microbiana (estreptoquinase. c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos .07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21. antidisentérico. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho. etc. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. a ligação de um complemento.Os soros específicos contra as doenças.03 .3 . antiofídico. peroxidase. estreptodornase.). animais ou vegetais. 30.Contendo outros antibióticos 3003. 30. culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes. fosfatase alcalina.06. A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste.. etc.37. os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos. bem como as anatoxinas (toxóides). MAB) .Public. exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo . As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. na sua reação antigeno-anticorpos.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. de análises imunológicas ou para fins terapêuticos.90 . PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. por exemplo). Todavia. as preparações compreendidas nas posições 30. betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples. Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e. criptotoxinas e as antitoxinas. São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI. antigangrenoso. colírios.ver a posição 30. 30. 4) Os vírus humanos. São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK. a neutralização. Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem. pela Inst. Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si. quer se trate de colutórios. Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas. revulsivos.06). bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas..05 e 30. para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária. todavia. amilases. nem antibióticos 3003. a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA). antiestafilocócico. 5) Os bacteriófagos. O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4. para proceder a testes in vitro.02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição. DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras). resultantes de misturas.04. (Atualização nº 4. Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT).Contendo alcalóides ou seus derivados. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos. etc.04). as enzimas (coalho.02. ou estreptomicinas ou seus derivados 3003..02. ácido lático). Atualizado em 04/01/2011 . de 01/02/02 . 2) Os produtos imunológicos modificados.05 OU 30. 2) As toxinas (venenos). mesmo obtidos por via biotecnológica. tais como a vacina antidiftérica.10 . quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. antipneumocócico. mas não contendo antibióticos: 3003. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas.31 . a aglutinação. e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho.enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo. linimentos. etc. (exceto. SRF nº 481. todavia.02). Norm.37.

Além dos alimentos e bebidas.43. suporte. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. na posição 21. etc. a presente posição não compreende os complementos alimentares. 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa. e na posição 28.37. adicionados de substâncias medicinais. bem como as preparações das posições 33. com estrutura de ácido penicilânico. para uso terapêutico. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne. etc. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos..Contendo penicilinas ou seus derivados. nos demais casos.05 ou 30. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). mesmo perfumados.3 . aglomerante.31 . excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30. desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 ..) para usos medicinais com exclusão. incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. alimentos enriquecidos. diuréticas ou carminativas. em geral.Outros 3004.07. 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004.04.. os carboidratos e as gorduras. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21.05 OU 30. d) As preparações inseticidas.06. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas.). Esses produtos. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. geralmente líquidos.01). PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS.Daí não decorre. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. por injeção ou perfusão na veia. desinfetantes.03. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. todavia. 3004. 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12. edulcorante. etc. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais. utilizadas em medicina.11.02. incluem-se na presente posição.32 . 30.04 . ácido tartárico. São. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. o óleo fenolado.02. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34. 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. O enxofre coloidal classifica-se na posição 30. Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS.04. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. por exemplo.02. etc. ou com outras matérias. produtos com propriedades laxativas.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. destinadas principalmente a limpar a pele.40 . bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente.08.20 . mas não contendo antibióticos: 3004. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. que seguem o seu regime próprio. Assim.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.Contendo insulina 3004. o mercúrio coloidal.06 ou no Capítulo 22. para usos terapêuticos ou profiláticos.03 a 33. classificam-se. a saber. as preparações para o tratamento da acne. 11) Os produtos antiasmáticos. 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal. Por outro lado. tais como papéis e pós antiasmáticos. 30. Porém. etc. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). iodados. contudo.. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas.Contendo alcalóides ou seus derivados.06). 30. 10) O óleo canforado. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.10 .Contendo outros antibióticos 3004. alimentos para diabéticos. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado". quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos. mesmo acondicionados para usos medicinais. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. purgativas. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons. do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias.39 . sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. Além disso. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. da posição 38.Contendo hormônios corticossupra-renais 3004. que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. os metais preciosos coloidais misturados entre si. classificam-se na posição 33. pelo contrário. por exemplo).

Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. amido ou fari.hormônios nem outros produtos da posição 29.05. quer diretamente no tratamento de certas doenças. etc. os carboidratos e as gorduras. os produtos não misturados das posições 28. por exemplo. O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. não podem. DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13. de 01/02/02 . destinada a ser utilizada. A presente posição compreende as pastilhas. o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que. etc. Esta posição engloba também os produtos abaixo.37.43. para os fins acima referidos.02. tais como os à base de enxofre. Atualizado em 04/01/2011 . quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele. isto é. tais como gelatina. exceto agentes aromatizantes. que seguem o seu regime próprio. mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). tetraborato de sódio. deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. com propriedades anti-sépticas. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. Norm.04. que são inseridos numa cavidade do osso fraturado. Consideram-se como tais os produtos (por exemplo. Todavia. sem novo acondicionamento. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização.50 . nem antibióticos 3004. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador.) para a sua classificação na presente posição. que mantém a sua classificação na posição 28. clorato de potássio ou de magnésia.). em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença. desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. comprimidos. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes. A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea. quando apresentados doseados em saquinhos.). desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). pela Inst. os produtos não misturados. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados. SRF nº 481. tais como o álcool benzílico. acima: por exemplo.02). benzoato de sódio. etc. Todavia. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1.Public. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui.90 . euca. ou mesmo em pó. classificar-se na posição 30. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados.04.36 3004. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas. 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida.03 (ver a Nota Explicativa dessa posição). Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29. principalmente o alcoolismo. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. adicionados de substâncias medicinais. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. embalagens de venda a retalho.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados. mesmo que não exista qualquer indicação. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias. alimentos enriquecidos. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos.46. cápsulas. a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento.06). Por outro lado. alimentos para diabéticos. medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea.25 a 10 cm3. bactericidas ou germicidas. mentol. hospitais. Para a aplicação das disposições precedentes. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. ou o coma diabético.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. Todavia. posologia. modo de usar. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. Entre esses produtos. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. pastilhas ou tabletes. sob qualquer forma. incluem-se na posição 30. desinfetantes. (Atualização nº 4. esses produtos constituem uma matriz cristalina. em caso algum. e que são utilizados. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo. consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos. 3) Os substitutos de enxertos ósseos.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17. carvão.43 a 28. excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea.

odontológicos ou veterinários. em geral suína.01 e 63. geralmente líquidos. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. Além disso. classificam-se. b) Os produtos das posições 30. 3006. etc. desinfetantes. cirúrgicos. contendo óxido de zinco. São. 30. odontológicos ou veterinários. etc. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais.05 . bem como as tiras contendo gesso. 30.04). etc. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso.10 . cirúrgico. GAZES.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. Entre estes artigos. hospitais.06). bem como as preparações das posições 33.). de tecido. em disco ou sob qualquer outra forma. etc. pelo contrário. os emplastros e os esparadrapos.07. laminárias esterilizadas. por exemplo). medicamentosos. congeladas ou liofilizadas (dessecadas). IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS. materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos. destinados a fins medicinais. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS. antisépticos. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). etc.Por outro lado. se reconhecem. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30. utilizados como pensos biológicos temporários.).PASTAS ("OUATES"). Estes artefatos podem apresentar-se em peça. odontológico ou veterinário. em um solvente orgânico volátil (por exemplo.20 e 34.). A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas. os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda. não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais.06 .18. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. Esses produtos.03 a 33. Excluem-se da presente posição tiras.02. esparadrapos. substâncias anti-sépticas). sobre feridas abertas na derme. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo). ESPARADRAPOS. apresentadas dobradas. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção.07. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. acetato de etila) e de um agente propulsor. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21.01). etc. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas. Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico. etc. de salicilato de metila. 30. que. por exemplo). classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. qualquer que seja a sua forma de apresentação. hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária. da posição 38. purgativas. mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente. os diversos pensos preparados. etc. de tecido cutâneo de origem animal. Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30.06. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio.06). gazes. etc. produtos com propriedades laxativas. disponíveis em diversos tamanhos.08. 56. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. as ataduras.20 .06 ou no Capítulo 22. plásticos. tais como pastas (ouates).. Estes pensos. CIRÚRGICOS. na posição 21. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. diuréticas ou carminativas.. sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias.PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos.Categutes esterilizados..07). qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34. etc.01). c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente.10 . d) Os sabões de usos medicinais.90 . d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48. de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos. por exemplo. como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares.05 ou 30. SINAPISMOS). em geral. ataduras e artigos semelhantes. cirúrgicos. respectivamente). 3005.Outros Esta posição abrange os artigos.Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 . podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. para uso medicinal. e) As preparações inseticidas. papel. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas..

4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais.Preparações opacificantes para exames radiográficos.40 . A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. ataduras. e os poliésteres. quando não esterilizados. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. K e Le. como Lu. guarnecidos 3006. seda. incluem-se na posição correspondente à sua natureza. o monômero polimeriza-se. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos. incluem-se nas suas posições respectivas.. 2º) dos grupos de soros Gc. Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante. conforme o caso.80 . como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas).Preparações apresentadas na forma de gel. depois da aplicação. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos. S e P. de outros produtos da posição 29. quer das do soro sangüíneo. rugosas e de cor castanha. tornando-se lisas e flexíveis. As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. etc. empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação. as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm. que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar. devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo. B. etc. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. d) os metais (aço inoxidável. além do ou dos princípios ativos. 2º) As preparações para determinação dos grupos M. estritamente limitativa. prata. F. é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. às vezes estriadas. linho). desde que sejam esterilizados.geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos. reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006. cimentos para reconstituição óssea 3006.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. etc. tântalo.06. Incluem-se aqui os materiais (ligaduras. etc. bem como a de outros grupos. Estes diversos produtos. Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados. ovinos e outros animais). Ag.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio.50 .12. Estes reagentes são utilizados. os categutes na posição 42. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista.60 . ataduras. V. Km.Estojos e caixas de primeiros-socorros. 2) As laminárias esterilizadas. antibióticos. dos subgrupos A1 e A2.30 .Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo. Em meio úmido. N.37 ou de espermicidas 3006. bronze). O e AB. de compressas ou de lamelas . por exemplo. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. Este grupo compreende a oxicelulose . Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia. etc. Podem conter. bem como do fator H.Cimentos e outros produtos para obturação dentária.fatores sangüíneos 3006. Atualizado em 04/01/2011 . Em virtude desta propriedade. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw.70 . etc. aumentam consideravelmente de volume.). concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas. b) as fibras naturais (algodão. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados.

Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata. para os mesmos usos. de 01/02/02 .. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. do canal biliar. de gutapercha ou de plástico. 32. por exemplo). Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A.Public. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho.. mercurocromo. ou produtos misturados. escarificação. por exemplo. c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D. gaze. como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que. pela Inst. (Atualização nº 4.).1 . das vias urinárias. etc. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas".Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo. Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo. da circulação sangüínea. Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes. 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea. A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea. pela Inst. respectivamente).D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol. tintura de iodo. em regra. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses. excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. etc.Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 .20 e 34. etc. artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. placas de ensaio). Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH.Public. podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. por exemplo. eles devem ser diretamente aplicáveis. Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos. possuem propriedades profiláticas. São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal. principalmente). 10) Os desperdícios farmacêuticos. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano. etc. etc. Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. e que são utilizados.) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras.07. DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. Norm. pinças). SRF nº 481. tintura de arnica. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo. não contenham mercúrio. à base dessas matérias corantes: 3204.).37 ou de espermicidas. ecógrafo. geralmente. injeção. A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a.. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. urina. Embora. placas de ensaio). constituídos por dois ou mais ingredientes. para fixar os implantes protéticos ao osso existente. são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos. cloreto de zinco. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. Tratam-se de soros de origem humana ou animal.02 ou 38. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). SRF nº 481. etc. de 01/02/02 . Pelo contrário. (Atualização nº 4. guarnecidos.22. por conterem substâncias farmacêuticas.). os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente. Norm. guta-percha ou em papel. d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A. B e C. extraídos previamente do próprio paciente. propileno glicol. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS.04). alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação. de óxidos metálicos. Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. um endurecedor (agente de cura) e um ativador. etc. principalmente). os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação. São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo. 3204. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. ou posições 30. por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. Além dos princípios ativos. por exemplo). B e C.11 . 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos. de outros produtos da posição 29. água e um espessante. e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. pastas (ouates). expiração do seu prazo de validade. b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR.04 . que contêm. do gênero dos utilizados pelos médicos.

20 . 9) As matérias corantes derivadas do di. simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro. Apresentam-se habitualmente em pasta. mesmo metalizados.Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204.ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo...Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo. as outras matérias corantes sulfuradas.. Todavia.12 parte C). etc. nigrosinas. 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas.. etc. contudo.12.14 . compreendendo os seus derivados sulfonados. Atualizado em 04/01/2011 . as eosinas. em geral. As matérias corantes orgânicas sintéticas. corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína. Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel.17 . etc. o ácido b-8'-apocarotenóico.Outros I. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204. etc. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha. e preparações à base desses corantes. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos. os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina. 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina. Estas misturas também se classificam na presente posição.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. Todavia. cloreto de sódio. plásticos. safraninas. destinados a facilitar a coloração da fibra.. (para diferenciar estes produtos das lacas. 13) Os verdes fosfotúngsticos. em cristais.Corantes ácidos. as azínicas (indulinas.Outros. os indigossóis. 15) Os carotenóides obtidos por síntese. Sob estas formas.11 a 3204.15 . mas no Capítulo 29. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante. no estado em que se apresentam. incluem-se na posição 32. de borracha.3204. em plastificantes ou em outros meios. os sais de diazônio estabilizados. em pasta. como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204. podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas.90 . por exemplo: as cianinas.. de concentração-tipo. Estão incluídas nesta posição. etc.. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.12 . as tioflavinas)..ou do trifenilmetano. em pó. como por exemplo.) ou as tiazínicas (azul-de-metileno. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra.). À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se. as oxazínicas (galhocianinas. o índigo (anil) sintético). por exemplo: a auramina e a fucsina. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32. bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas".. isto é. em borracha natural ou sintética. geralmente. E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes. não modifica a sua classificação. na massa.Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas. não se incluem aqui. a fluoresceína. ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. o b-caroteno.16 .Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis.13 . etc. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar. isocianinas e as criptocianinas. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. eurodinas. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. estas matérias corantes apresentam-se. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos. as rodaminas. dextrina. etc. e. tais como as pironinas. em particular. entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida). MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. 7) As matérias corantes derivadas do xanteno. fécula.Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204.19 .19 3204. por exemplo: a alizarina. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono.05). 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil). quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32. o b-8'-apocarotenal. B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si.

02). são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas. 32.05. sob esta forma. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes. nas fibras modacrílicas ou no couro. a borracha. Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. matérias corantes. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. Utilizam-se para tingir o algodão. tais como ftalocianinas que. reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. de fluorescência.27). ou utilizados para corar as gasolinas para motores. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó. Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas. por exemplo. as nitrosoaminas. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina. de poliéster ou acrílicas. o couro e. de lã. na prática. incluem-se na posição 32. em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis.06. etc.28. as ceras. dos azulenos (posição 29. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento). das tintas da posição 32. Os produtos que..17 são classificadas na última. Utilizam-se nas fibras de poliéster. .PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. as emulsões fotográficas. no estado em que se apresentam. de lã e de náilon. Inicialmente. etc. Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que. Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. É o caso. não são. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam. pela ação de radiações luminosas. o resorcinol (resorcina). a benzidina.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo. das preparações das posições 32. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. do metilorange (posição 29. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos. em si mesmos. Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. a anilina. Nota Explicativa de Subposições. de seda. por exemplo). principalmente nas fibras de celulose.15 ou para corar os plásticos. os nitroclorobenzenos.As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204. produzem um fenômeno de luminescência ou. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras. estando quimicamente terminadas. entre outras: . 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que.33) e da acriflavina (posição 38. os derivados nitrados e sulfonados das aminas. a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros. a antraquinona.08 a 32. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível. os nitrofenóis e os nitrosofenóis.10. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. mas que não constituam. Atualizado em 04/01/2011 . que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos. Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon. Alguns entre eles têm. nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas.19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. no que diz respeito às suas aplicações. simultaneamente.13. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. Como exemplo destes luminóforos. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. os óleos. já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos.11 a 3204. no entanto. Subposições 3204.08). os ácidos aminonaftolsulfônicos. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo.Aquelas que. A subposição 3204. mais precisamente. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima. tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores. de estrutura cristalina diferente. a celulose regenerada.21). Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição. na ordem numérica. . II. em solução aquosa e na presença de um eletrólito. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. por si mesmos. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais.24). dos papéis ou das madeiras. de acetato de celulose. Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético. serviram para tingir a seda. dos couros e peles. as ceras. A fim de melhorar a solidez das cores. A maior parte. em menor escala. das subposições em causa. As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. Estas matérias corantes são classificadas como segue: . os vernizes. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. da hexanitrodifenilamina (posição 29.os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina. Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes.15. matérias corantes. o náilon.12 e 32.19 abrange. da bilirrubina. características de matérias corantes.11 a 3204. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. por exemplo. as tintas para pintar ou escrever. a lã ou o algodão com mordente de tanino. Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. de náilon ou de outras poliamidas. o papel. em regra nas de algodão.

as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas. excluem-se das subposições 3204. de papéis de parede ou de tintas a óleo.).42 .19 classificam-se na subposição específica em causa.08 a 32.19. em particular. massas de plásticos.20. 32.Litopônio. As lacas corantes são obtidas.Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206.04 OU 32. na fabricação de tintas de impressão. respectivamente. dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas. Estas lacas são utilizadas.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32.. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13.12). Todavia. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados. principalmente.05 .Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206. 80% ou mais de dióxido de titânio.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206. geralmente a partir das matérias corantes azóicas.04). de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina.20 .. a laca de campeche.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204. À BASE DE LACAS CORANTES. por exemplo. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso..06 . solúvel ou insolúvel em água. particularmente. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32.Ultramar e suas preparações 3206..).11 a 3204. caulim. A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha.02). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: .4 . Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços. As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar.30 .. talco. sulfato de cálcio.) ou por co-precipitação do corante e do suporte.43 . doces ou licores. sílica. excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. calculado sobre matéria seca 3206.03.19) classificam-se na subposição residual 3204.1 . Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes. 32. b) As tintas lacadas.11 a 3204.. terras siliciosas fósseis. carbonato de cálcio. sendo classificados mais especificamente na subposição 3204. etc.41 . PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. 3206. por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32.Outros 3206. borracha. num suporte geralmente mineral (sulfato de bário. cloreto de bário. Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó. ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos.17 e na subposição residual 3204.19 .04. etc.03.11 a 3204.Contendo.10 e 32. por vezes chamados "corantes brancos".19.Outras matérias corantes e outras preparações: 3206. etc. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32.11 .05. de borracha. que resistem melhor à oxidação. tais como os ácidos fosfotúngsticos.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204. que também se conhecem pelo nome de "lacas". Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética. fosfomolibdênicos.Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 . 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte. alumina.LACAS CORANTES. em peso. outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206. . Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino. 32.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. Os agentes de aviamento fluorescentes. 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante.

não misturadas. podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. também designado branco de titânio. 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. etc.08 a 32... Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli. classifica-se na posição 28. 32. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro). cromato de chumbo. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes.41. II) De misturas. o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo. amorfa. especialmente o litopônio e os produtos semelhantes.50 . Apresentam-se habitualmente em pasta. Atualizado em 04/01/2011 . 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. etc. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos. respectivamente.30 ou 28. de borracha.30). por exemplo. sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos. etc.03. tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos).30) (ver a Nota Explicativa correspondente). o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29. o pigmento amarelo. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25. mas não avivadas. e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25. Porém o pigmento. adicionado ou não de sulfato de bário).). O verde.42). 4) O azul ultramarino. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos).10. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias. b) As matérias corantes inorgânicas. 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). de chumbo ou de cromo. carbonato de sódio. em proporções variáveis. massas de plásticos.12 ou 32. empregadas para corar. aluminatos. Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso. 32. (Capítulo 28). de constituição química definida: óxido de zinco. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. carbonato básico de chumbo (alvaiade). por exemplo) finamente moídos. Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição.) com uma lixívia de potassa ou de amônia. misturadas ou não entre si.30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. de ferro.Outras 3206. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa. 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita. o azul-cerúleo. adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico. que pode apresentar-se isolado ou em mistura. de sulfeto de zinco e de sulfato de bário. terra-de-colônia. Entre elas. geralmente em plaquetas ou pedaços. constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. 3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio. É uma substância sólida. tratando-se uma mistura de silicatos. tais como: a) o oxicloreto de bismuto. mesmo calcinadas ou misturadas entre si. de cor azul. b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur. Excluem-se todavia: a) As terras corantes. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. sulfato de bário. sulfeto de zinco. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos. de composição química não definida. Estas dispersões. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32.. etc. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos. ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis. Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. às vezes denominado amarelo ultramarino.30 (terra-de-cassel. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. utilizam-se para corar. pigmentos brancos constituídos por mistura.15. fabrica-se hoje artificialmente. plásticos. classifica-se na posição 28. borracha. incluem-se geralmente na posição 25.13 e das tintas de impressão da posição 32.3206.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES.23.05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso. em particular.04 e 32.03). plastificantes ou em outros meios. que é um cromato não misturado. e o vermelho de cádmio. enxofre.49 . das tintas ou cores das posições 32. c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura).07. na massa. c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). etc. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A. etc.

Estes produtos misturados entre si (por exemplo. em quantidades mínimas. todavia.24).. mas somente ao fato de terem adquirido. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO. depois de tratamentos apropriados. podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. borracha. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência). l) O talco (posição 25. 32. Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação.18). borrachas sintéticas ou em plastificantes.41.26).90 . g) O carbonato de magnésio (posições 25. sem conterem qualquer outra substância. borracha natural.Outros A. tais como a prata.30). telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos. m) A calcita (posição 25. radiação ultravioleta. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres". c) O sulfato de bário (posições 25. Além dos produtos precedentemente excluídos. Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença. de aparelhos de radar. devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28. o tungstato de cálcio amorfo. mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água. esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo. a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima).07).10 . classifica-se na posição 28.À base de poliésteres 3208. de pequenas quantidades de substâncias radioativas.24)..20). d) As terras de infusórios (posição 25. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim.12). n) O hidróxido de alumínio (posição 28. utilizadas para colorir plásticos.36). Subposição 3206. resinas amínicas. que os tornam luminescentes. disperso ou dissolvido num meio não aquoso. consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas.14). estrutura cristalina muito particular. de aparelhos de radiografia ou de radioscopia. 3208. etc. o cobre ou o manganês.20 . continuam compreendidos nesta posição.TINTAS E VERNIZES. Entre estes últimos. do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês.46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio.Excluem-se..11 ou 28. Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. e) A ardósia (posição 25. f) A dolomita (posição 25. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores".19 ou 28.25). B. h) A gipsita (posição 25.08 . as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. que se emprega como reagente.TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante. SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO.18).À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208.33). de produtos "ativadores".002 mCi/g). às vezes.43 a 28. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que.PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. por exemplo: a) O caulim (posição 25. luz solar.44.19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos. por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização. Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados. Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre. Nota Explicativa de Subposições. b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38.36). ij) O amianto (posição 25. k) A mica (posição 25. na massa. etc. polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 . pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida.09 ou 28.

incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: . essências de terebintina. 2) Os vernizes endurecíveis por radiação. de agentes de superfície.04. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes.01 a 39. etc.um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39. uma película não aderente e opaca. e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura). abaixo. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. adicionadas de solventes e de diluentes.13 e. a tinta diz-se "tinta-esmalte". brilhante ou fosca. de raios X.01 a 39. podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo.12). As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39. C. por exemplo. ou pigmentos. constituídos essencialmente por pigmentos. forma uma película particularmente lisa. talco. colorida. quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural. formam. brilhante ou fosca e dura. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. entre outros. os vernizes das posições 39. por exemplo). e a borracha sintética). Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C. novolacas ou outras resinas fenólicas. de radiação infravermelha. e) Os colódios. misturas de solventes sintéticos. nos manuscritos. A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. Formam um filme seco.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. silicones. quando seca.01 a 39. tais como matérias de carga. que pode ser brilhante. silicones. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco).um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. B. certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. cujo peso exceda 50% do peso da solução. retardadores.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima). São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. aglutinantes e solventes. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato. Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. chumbo ou de zinco). São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação. relativamente duro. qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição.ou outros. os principais métodos industriais são. mais ou menos transparente ou translúcido. (posição 32. constituídos por oligômeros (isto é. etc. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes. c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33. nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38. a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos. nos dois tipos de soluções.06). À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. à trolha. d) Os líquidos corretores. b) As tintas de impressão que.13. abaixo).. quando for o caso..07. Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução.09 TINTAS E VERNIZES. resinas amínicas. Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio. Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso. de matérias de carga (sulfato de bário. Quando se aplicam sobre uma superfície. esta. depois de secos. 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C. (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes. fosco ou acetinado. nas fotocópias. ou insolúveis. Quando o meio é constituído por um verniz. Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes. acondicionados em embalagens para venda a retalho.24). Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39. adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39.14).ver a parte A. insolúvel em água. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina.13. resinas alquídicas e outros poliésteres. a pulverização.) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. etc. tais como fachadas e pavimentos. por exemplo). com ou sem fotoiniciadores. tais como aceleradores. de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. . São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. depende dos usos a que se destinam. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. por exemplo. polimeros com 2.15). tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. respectivamente. acima). isto é. trata-se. tolueno. por exemplo). à espátula. tais como corantes. Para aplicar estas tintas e vernizes. carbonato de cálcio. 32. Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. Atualizado em 04/01/2011 . polímeros vinílicos. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit. retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis. utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. manganês. isto é. resinas epóxidas. em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. liso e contínuo.

insolúveis nos solventes (película endurecida seca). A. à base de betumes naturais. em essências de terebintina. podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante. b) uma só resina. Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta.VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo. deve considerar-se como meio aquoso.10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila). de raios X.Public.. que constitui o agente filmogênio.15). esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. de pinho. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. As tintas à água compreendem. Atualizado em 04/01/2011 . constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. classificam-se na posição 37. neste caso designado "endurecedor".3209. matérias anti-sépticas ou inseticidas. polímeros com 2. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. Os produtos semelhantes aos descritos em c).10 . São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização. e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes. etc. por exemplo. Relativamente a alguns vernizes.07. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios.TINTAS Na acepção da presente posição. pela Inst. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas. com ou sem fotoiniciadores. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. é uma variedade de tinta à água. A algumas destas tintas são incorporadas cargas. por vezes.. SRF nº 481. damar. num meio aquoso ou não. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica. com adição de um pigmento. sendo a formação da película dependente. não da adição de um endurecedor.90 . à trolha. de radiação infravermelha. Apresentam-se em pó e. etc. é constituído. consideram-se tintas. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. 3) Os vernizes betuminosos. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. de resinas ou de gomas naturais. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. tais como a cola de pele ou a caseína. B. por exemplo). em white spirit. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. (Atualização nº 3. à espátula.. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas. 3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. 32. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão. O aglutinante. as tintas de caseína e as tintas de silicatos. no momento da utilização. em acetona.14). resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. de 01/02/02 . DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral. Neste caso. que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele. em dispersão ou em solução num meio aquoso. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente. tais como fachadas ou pavimentos. Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32.Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados. 2) O branco para limpar calçados. colofônia. ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato. (posição 32. Quando esta condição não estiver satisfeita. todavia. de maneira a resultar num revestimento flexível. o branco gelatinoso. isto é. etc. quer por polímeros. os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos.) em álcool (vernizes a álcool). óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais. b) As tintas de impressão que.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209. Norm. entre outros. resina copal. ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos. Se esta condição não for satisfeita.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS. em pastas ou emulsões.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição).15. PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS. tais como os ésteres poliacrílicos. ou c) oligômeros (isto é. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso. C. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação. reunidos ou não numa única embalagem. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno. breu ou produtos semelhantes. Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes.

a gipsita (secantes sólidos) . consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos).PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte.. substâncias inertes de corte. não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29). por exemplo. que consistem. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS.15). de cobre na posição 74. (posição 32. denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. geralmente. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e. bióxido de manganês. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. especialmente). 32. essências de terebintina.11 SECANTES PREPARADOS. com. etc.ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina. classificam-se. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. São. B. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais. são composições semelhantes às tintas à água. 3212. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica. Apresentam-se em pó.14). de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato.3) Os pigmentos à água preparados. a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. O presente grupo abrange também as dispersões concentradas. por vaporização ou por qualquer outro processo. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39). obtidas por martelagem ou laminagem. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante. num meio não aquoso (óleos sicativos. etc.12 . em misturas de matérias corantes. etc. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas. ou verniz. white spirit. Estas folhas empregam-se para marcar encadernações. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO.. porém. carneiras de chapéus. apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos.Folhas para marcar a ferro 3212. às vezes. 32. Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32.) com uma carga inerte . tabletes. white spirit. TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO. com mordentes. FOLHAS PARA MARCAR A FERRO. as folhas de ouro na posição 71.18. etc. esmalte (verniz*) para unhas e tintas. obtido a partir de escamas de certos peixes. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit.10 e as de alumínio na posição 76.Outros A. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente.90 .PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. b) Os produtos de composição química definida. c) As tintas pulverulentas. dos tipos utilizados para acabamento de couros. resinato de cobalto. à espátula. 2) Em folhas de papel. b) As tintas de impressão que. As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. isto é. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. ativando a sua oxidação.. naftaleno ou oleato de zinco. 2) Em formas próprias (bolas. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos). c) Os resinatos (posição 38. Atualizado em 04/01/2011 . consoante a matéria constitutiva: por exemplo.por exemplo..TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios. As folhas metálicas delgadas.. por exemplo) no estado líquido ou pastoso. à trolha. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. em pó ou em palhetas). à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional.10 . tais como fachadas ou pavimentos. C.07. dos tipos utilizados na fabricação de tintas. desde que evidentemente reconhecíveis como tais.06). NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. pasta ou em dispersões em água. em geral.08.

Cores em sortidos 3213. para assegurar a estanqueidade e. ésteres resínicos. de metais ou de artefatos de porcelana. borracha.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável. colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. poliésteres. b) As tintas de impressão (posição 32. godês ou acondicionamentos semelhantes. quer por adição de um líquido (água. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32. parcial ou totalmente. misturando-se dois componentes. por exemplo). tubos. geralmente. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. na montagem de velas de ignição. Outras servem para tingir calçados.13 . modificação de tonalidades. guaches. cimentos de resina e outros mástiques. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola.. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. nem os pastéis e outros artigos da posição 96.90 . por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico. I. Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. betumes. tais como ceras. pó de tijolo.10 .15.90 . Em geral. c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. damar. adicionados de outras matérias. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão. ATIVIDADES EDUCATIVAS. fibra de amianto. Este grupo compreende. MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES.15). Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria. radiadores. aqueles em que a cera se substitui. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização. EM PASTILHAS. e) Os pastéis (posição 96. 32. por exemplo). potes.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO. Atualizado em 04/01/2011 . tintas a óleo. freqüentemente. PINTURA DE TABULETAS. tubos.Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. por exemplo). Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques. Também se consideram mástiques à base de cera. resinas de cumarona-indeno. e os outros produtos da posição 32. atividades educativas. frascos.04). etc. de espátula. especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. como massas de enchimento. atividades educativas. cimento ou qualquer outra carga mineral. paletas ou espátulas. esfuminhos. óleos. etc. entre outros: 1) Os mástiques a óleo.13). freqüentemente. os canos de descarga (tubos de escape*). 3213. quer por tratamento térmico (fusão. FRASCOS.05.10 . Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística. constituídos por ceras (de qualquer espécie). 4) Os mástiques à base de vidro solúvel.09). 3214. por exemplo). etc. 3) Os cimentos de resinas. pastilhas. modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas. ou para vedar algumas juntas. por exemplo.CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas. goma-laca. Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas. Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. e são tornadas pastosas no momento da aplicação. potes. TUBOS.Mástique de vidraceiro. mesmo que contendo acessórios. para tornar estanques os blocos e cárters de motores. Estes mástiques utilizam-se. godês. desde que se apresentem em tabletes. se adicionam resinas. que se preparam geralmente no momento da aplicação. tais como pincéis. pintura de tabuletas.. borracha. Em geral. areia. que lhes aumentam as propriedades adesivas. etc.). etc. mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes. d) As tinturas para o cabelo da posição 33. em alguns casos.09. principalmente. indutos utilizados em pintura 3214. pintura de tabuletas. cera de calafate).MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO). o nanquim (tinta-da-china*). POTES.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. 32. constituídos por resinas naturais (goma-laca. móveis de madeira..) misturados entre si e mais. RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES. Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). constituídos essencialmente por óleo sicativos. o outro por matérias de carga (quartzo em pó. GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. por exemplo. matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. de trolha. endurecendo. e agentes endurecedores. frascos. após sua aplicação. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES. cal. às quais. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. em pastilhas.14 . recreação e cores semelhantes. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. para assegurar a fixação ou a aderência de peças.

adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados. tornados pastosos pela adição de água.15). depois de se lhes adicionar um endurecedor. fibra de vidro. nas paredes e fundos de piscinas. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. Norm. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. paredes interiores. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. por pectina. Utilizamse. bióxido de titânio e pós metálicos. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. em fachadas por meio de pincel ou à pistola. Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. farinhas de madeira). constituídos por enxofre misturado com cargas inertes. etc. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. borracha. 11) Os mástiques à base de borracha. aglutinantes ou de antioxidantes. por exemplo. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água.20.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco.01). etc. de cargas minerais e de matérias corantes. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos.Public. SRF nº 481.. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. por exemplo). por exemplo. bem como para fixação de peças. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. Por outro lado. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. diferenciam-se das tintas. etc. mais importantes. colofônia. Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13.23). B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. são utilizados para fixar parafusos. Estes mástiques podem. 4) Os indutos líquidos. e em calafetagem. constituídos por gesso e areia. de uma certa quantidade de água ou de solvente. plastificantes. principalmente. pavimentos e tetos de prédios. pela Inst. pinos. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. cavilhas. Utilizam-se para encher cavidades. estanques e resistentes aos ácidos. poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas. como complementares uns dos outros. eliminar-lhes a porosidade. carbonatos. tais como mástiques para carroçarias. por exemplo. a cal e os cimentos (posições 25. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita.) e. às vezes. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis.INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. e adicionados de pigmentos e. matérias de carga. vedar-lhes as fendas e orifícios e. II. por exemplo. 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio. também. São sólidos e usam-se em vedações duras. celulose de madeira. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. Todavia. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. também. a fim de lhes eliminar as irregularidades. Aplicados. em partes iguais. desde que. Atualizado em 04/01/2011 . a que se adicionam matérias de carga (por exemplo. etc. 7) Os mástiques à base de enxofre. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. em certos casos. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). a que se adicionam agentes retardadores e. utilizam-se como indutos para carroçarias. constituídos. tais como argila. São utilizados para fechar hermeticamente latas. areia e outros silicatos. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos. ganchos.22 e 25. para assentamento de ladrilhos e azulejos. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. depois de se lhes adicionar água. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. em certos casos. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. vernizes e produtos semelhantes. entre outros: 1) Os indutos em pó. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. especialmente. cola. b) O gesso. etc. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. etc. matérias de carga. mástique. Podem ser constituídos. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. por carboximetilcelulose de sódio. em virtude da sua composição e acondicionamento. 3) Os indutos pastosos. a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego. Em geral. paredes interiores). de um solvente orgânico. que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos. para selar documentos. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. sem prévio reacondicionamento. resinas poliésteres. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso. de 01/02/02 . de pigmentos. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. matérias cerâmicas e outras matérias. 8) Os mástiques à base de gesso. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. 2º) apresentados ao mesmo tempo. Este grupo compreende. como às quantidades respectivas. areia. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura. e que. 13) Os lacres. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas.. por vezes. 25. depois de aplicados. quartzo ou misturas de quartzo e sílica. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. (Atualização nº 3. para vedação de fendas em artefatos de madeira. por possuírem teor elevado de matérias de carga e. e por plastificantes. São utilizados. constituídos. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. em alguns casos. perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. denominada em alguns países. em geral. por gelatina e por poliisobutileno. por exemplo. DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. Empregam-se para calafetar madeira. Esta posição não compreende: a) A resina natural. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição. etc. silicatos. Utilizamse.

4 . e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38.d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30. 33. em embalagens individuais para venda a retalho. de papéis impregnados. g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38. são classificadas na posição 34.90 . mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas.Outras 3307.Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307. em geral. 3306. etc.02. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho.Dentifrícios 3306.PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas.01. durante ou após) 3307. Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais).20 . MESMO NÃO PERFUMADOS. tais como o tratamento profilático de cáries.07 . f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38.24).49 . em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. PREPARAÇÕES PARA BANHOS. quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307.16). As preparações para lavagem da pele. as loções para após a barba.10 . II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito. de pós.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes.Preparações para barbear (antes. PREPARADOS.PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. DEPILATÓRIOS. como por exemplo os cremes e espumas para barbear.41 . EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO.07.. 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE. tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações. Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34.06 .01. Atuam. 33.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. DURANTE OU APÓS).Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307.10 . INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos.30 . tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. III) Os pós.06).Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306. destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins. 3307. II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos). Atualizado em 04/01/2011 . FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS). Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova. As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição. de cones. III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma. por evaporação ou combustão. essas preparações são incluídas na posição 34.90 . NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.20 .. IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES. durante ou após). mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).

incluem-se igualmente na presente posição.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 . 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. preparados. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. tais como: 1) Os depilatórios. 2) Os desodorantes de ambientes. V) Outros produtos. etc. apresentam-se em recipientes aerossóis. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros. automóveis. tendo ou não propriedades desinfetantes.01 Óleos essenciais Absinto. por exemplo. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal. da posição 38. impregnados. em geral. 6) Os produtos de toucador preparados para animais. revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. essencialmente. Acondicionados para venda a retalho. mesmo não perfumados. de limpeza.Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros. Os produtos. Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos. tais como o carvão ativado. por substâncias (metacrilato de laurila.06). Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*).. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso. feltros e falsos tecidos. estas preparações. Podem tratar-se de soluções desinfetantes. 5) As pastas (ouates).

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta). Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 . Ligústica.Hissopo Hortelã-pimenta (menta. hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris.

Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina. sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .

e papel. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono. naftol.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. que contêm. Os sabões moles. que. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.20 . PÃES. mesmo contendo sabão I.30 . na forma de líquido ou de creme. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns. enxofre e sulfamidas. produtos e preparações orgânicos tensoativos. bem como os sabões ditos de glicerina. tais como ácido bórico. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool. corados ou marmorizados. PASTAS ("OUATES"). produzem espuma abundante. ácido salicílico. se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). castanha ou amarelo-clara. IMPREGNADOS.11 . que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes. em barras. pedaços ou figuras moldados.07). os sabões propriamente ditos. pelo contrário. impregnados.SABÕES.Outros 3401. em solução aquosa. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que.01 . PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. PAPEL. 3401. em geral. isto é. quase sempre.. e) Os sabões desinfetantes. sabões translúcidos. os sabões de barba. fenol.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele. b) Os sabões denominados de glicerina. Atualizado em 04/01/2011 . FELTROS E FALSOS TECIDOS. Os sabões líquidos. Há três categorias de sabões: Os sabões duros. A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água. uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos. e os sabões desodorantes. EM BARRAS. e os sabões desodorantes. que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. a) Os sabões leves ou flutuantes. c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. glicerol ou açúcar. para banho. que contêm substâncias medicamentosas. de cor verde. para banho. feltros e falsos tecidos..Sabões sob outras formas 3401. cresol.Sabões. Na prática. Podem ser brancos. acondicionados para venda a retalho. mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos. MESMO CONTENDO SABÃO. os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados.1 . que. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. Os sabões deste tipo são viscosos e. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. em pequenas quantidades.19 . pastas ("ouates").. d) Os sabões medicinais. MESMO CONTENDO SABÃO. pães.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. às vezes. Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos.

nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. MESMO CONTENDO SABÃO. sabão e. por adição de areia. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. em pães. II. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas. impregnados.12 . mesmo contendo sabão. pastas (ouates). EXCETO AS DA POSIÇÃO 34..20 . feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33). pães. de tall oil ou de naftenatos. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. 3402. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38.02 .02. que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra. PÃES. etc. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel. tais como os que se empregam em trefilagem.06. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem. Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima..Outras Atualizado em 04/01/2011 . fenol. etc. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho.. formuladas com os mesmos constituintes. cresol.. enquanto que os sabões são. as preparações tensoativas e as preparações para lavagem. Estão igualmente aqui compreendidos. tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. 4) Os sabões industriais. f) Os plásticos alveolares. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. etc. abrasivos ou desinfetantes. por outro.11 . incluem-se na posição 34. mesmo contendo sabão. As preparações desinfetantes da posição 38. as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). abrasivos.formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas.06 ou naftenatos alcalinos da posição 34. da posição 34. pós. pedaços ou figuras moldados. a borracha alveolar. as pastas (ouates). no todo ou em parte. pó de ardósia. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS.Agentes orgânicos de superfície. 34. mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). Elas são líquidas. 38. sólidos.. impregnados. a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. desde que se apresentem nas formas acima indicadas. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA.01. respectivamente).02. PASTAS (OUATES). flocos. NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. 3) Os sabões de resina. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras.90 .05 e 33. para arear.. ou seja. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras. essas preparações estão incluídas na posição 34. o regime da matéria constitutiva de suporte. Todavia.13 .05. b) Os produtos e preparações insolúveis em água.Aniônicos 3402.22).Catiônicos 3402.1 . desde que se apresentem em barras. EM BARRAS. geralmente. polimerização de borracha sintética e lavanderia.PAPEL. como também resinatos alcalinos da posição 38. que podem ser corados ou perfumados.. pães. feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas. Além das exclusões já mencionadas.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO. sílica. 30. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. III. pedaços ou figuras moldados. em pedaços ou figuras moldados. As pastas e pós. IV. etc..08 contêm proporções elevadas de fenol. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*). sílica. preparados com vistas a usos especiais.Outros 3402. serragem (serradura) ou produtos semelhantes. que consistem em sabão adicionado de areia. e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões). MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende. pedra-pomes em pó.08.Não iônicos 3402.). c) O papel.19 . por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção. em geral. cresol. pastas ou em soluções aquosas. pedra-pomes em pó.02. os feltros e os falsos tecidos. 2) Os sabões para limpeza doméstica. f) Os sabões abrasivos.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE. conforme os casos).Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes.

4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. Consistem. agentes de desengorduramento. Podem. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*). expressa em sais anidros. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo. com uma concentração de 0. 4) Anfólitos. num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno. MESMO CONTENDO SABÃO. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. aminossulfônicos. especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. principalmente. acima. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. molhantes para tingimento. ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C. de emulsificar ou dispersar. por exemplo. em geral. As preparações tensoativas são utilizadas. emulsificantes. donde a designação de "agentes de superfície". tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. 3) Não iônicos. adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil. As preparações tensoativas propriamente ditas. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. Citam-se aqui. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. nas suas moléculas. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. formação de espuma. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. ação molhante). em geral. Para os efeitos da presente posição. servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. não ultrapassa 15%. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. ionizar-se em soluções aquosas. uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável.5% à temperatura de 20°C e. especialmente. de amônia ou de etanolaminas. em proporção tal que. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais. Atualizado em 04/01/2011 . alquilarilsulfonatos. Ionizam-se em solução aquosa. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. adicionadas.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A.5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. em proporção que. misturados com água na concentração de 0.5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. às vezes. Estes agentes de superfície podem conter. quer como componentes adicionados intencionalmente. Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras.PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação. por exemplo.01). os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu. aminossulfúricos e aminofosfóricos. para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4. por exemplo. II. são sabões líquidos da posição 34. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico. 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética.I. (As soluções de sabão em água. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. Consistem. 2) Catiônicos. Ionizam-se em solução aquosa. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. Não libertam íons em solução aquosa.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. Todavia. de pequenas quantidades (que. em alquilpoliétersulfatos. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície). sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura.. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. em numerosas aplicações industriais. de molhar. em seguida. pela sua ação de limpar. emulsificação. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. em pequenas quantidades. agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. couros ou peleterias (peles com pêlos*). 2º) Agentes molhantes. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral). tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). por exemplo. Estas preparações compreendem. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. em sulfonatos de petróleo. nesse estado. alquilsulfatos. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. tais como o cicloexanol. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto). as que contenham certa proporção de sabão. consoante as condições do meio.. em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos.

1 . 70% OU MAIS. carbonatos de sódio. incluem-se todavia na posição 34.. 38. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. silicato de sódio ou borato de sódio. . corantes. e) Os naftenatos. louça ou de utensílios de cozinha.. insolúveis em água. quer ainda numa mistura destes produtos. para enxaguar e para branquear a roupa. os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas. 2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas.09. Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. nas indústrias de laticínios ou de cerveja. 38. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes". limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. etc. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS. 34. em pequenas quantidades. vidros e outras superfícies.PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas. B. 38. 3403.01). C. As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies. PARA UNTAR COUROS. b) O papel. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima. à base: . 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico. EXCETO AS CONTENDO.Outras 3403. sais do ácido nitrilotriacético (NTA)).19 . perfumes.05.Outras: 3403. as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza. Estes produtos incluem-se na posição 38. 34. os feltros e os falsos tecidos. COMO CONSTITUINTES DE BASE..11 . estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. sabão ou outros agentes de superfície.08. quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos. couros. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais.quer de substâncias alcalinas. couros.quer de solventes e emulsificantes. bactericidas. Os componentes essenciais consistem. particularmente. Os produtos de toucador ou de lavagem. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. e contendo. Regra geral. desde que não se classifiquem em posição mais específica. Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio.01.24. amidas de ácidos graxos (gordos*). em especial. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403. 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio). frigideiras. Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. quer em sabões. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34. Esta categoria de produtos pode conter.01). 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403. Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas.. inibidores de corrosão. em pães. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. enzimas).05). pastas (ouates). impregnados. consoante o caso).03. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico.9 .Preparações para tratamento de matérias têxteis. Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. agentes antieletrostáticos. etc. à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície.03 . peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica. com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). que se apresentem em barras.24. especialmente. EM PESO.91 . d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34. agentes anti-redeposição.Preparações para tratamento de matérias têxteis.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção). Apresentam-se sob forma líquida. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS. óxidos graxos (gordos*) de aminas). apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS. As preparações para limpeza ou desengorduramento.. em pedaços ou em figuras moldados.

10 3404. a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados. tais como: 1) Os óleos minerais. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. utilizadas em diversas indústrias (por exemplo.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis. São geralmente constituídas. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis. b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico. tais como grafita. de policlorobifenilas. gorduras. para motores de reação (propulsão a jato). de silicone. em peso. de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. peles. mesmo contendo. em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais.De linhita modificada quimicamente . 2) As misturas contendo gorduras ou óleos. produtos antiferrugem ou antioxidantes. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. em particular os que tenham por base silicone. estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais.10). agentes de superfície. agentes antiferrugem. solventes. porcas ou outras peças. Este grupo compreende. etc. Todavia. enquanto constituintes de base. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27. talco.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. construção civil. Todavia. de ésteres fosfóricos. aparelhos ou instrumentos. não se podem utilizar como óleos de corte.Outras Com exclusão dos produtos contendo.06). de sebaçato de dioctila ou de dinonila. da posição 38. peleterias (pele com pêlo) etc. negros de carbono. misturas de óleos. 3) As misturas de pó de grafita. sabões calcários ou metálicos. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. breu (pez). a presente posição compreende. Os lubrificantes sintéticos. 34. oxidados ou hidrogenados). couros. Em geral. contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. As preparações para obtenção de óleos de corte (à base.17).02). veículos. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas. excluem-se da presente posição (posição 34. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo. Citam-se. plásticos. entre outras. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol). e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes). entre outros.22). 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. em geral. podendo também conter lubrificantes espessos. lecitina ou antioxidantes. freqüentemente. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais. 70% ou mais de óleo mineral. Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15.). ceras. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. contendo. em peso. no essencial. em peso.outras matérias 3403. de mica. misturas de sabão sódico. vegetais ou minerais. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc.01. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo. bissulfeto de molibdênio. etc. tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. engordurar couro. e. misturados ou emulsionados com ceras. por exemplo.20 3404.Outras Atualizado em 04/01/2011 . lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes.. fundição). misturas em pó de sabões calcários e de cal. etc. gorduras e sulfoleatos. por óleos lubrificantes. de talco. C) Os óleos de corte. borracha. bem como as preparações antiferrugem da posição 38. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. com óleos. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. de estearato de alumínio. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos. etc.24. óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15. que se empregam para desbloquear parafusos.04 3404.24). veículos aéreos ou outros dispositivos. 70% ou mais de white spirit. . por exemplo. de bentonita ou de alumínio. de óleos minerais e água. contêm aditivos. nesse estado.99 .

Além das exclusões já mencionadas. substâncias de impregnação de condensadores. fundem sem se decompor. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). e 2) uma viscosidade. São. contudo. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. por exemplo). ferraduras.e de diestearato de glicerol. pomadas para polimento.12. ou por mistura de ceras de tipos (animal. à base de uma ou várias ceras e contendo.05). vegetais ou de outros tipos.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. os produtos desta espécie possuem. todavia.23). Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera. mesmo refinadas ou coradas estão. 38. vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. Contudo. de aminas ou amidas graxas (gordas*). isolantes. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. excluídas e classificam-se na posição 15. f) são maus condutores de calor e de eletricidade. dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido.24). etc. animais.02. como aglutinantes. dos lubrificantes. d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos. constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. de encáusticas. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita.) quando misturados. medida no viscosímero rotativo. excluídas incluindo-se na posição 27. As ceras animais ou vegetais não misturadas. São utilizadas como ignífugos. qualquer que seja a sua apresentação.000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota. por exemplo.12. as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante. agentes de conservação. lubrificantes. As ceras minerais não misturadas. b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. di. varetas ou formas semelhantes (posição 34. b) Os óleos hidrogenados. de lubrificantes para têxteis. por exemplo). mas podem ser translúcidos. gorduras. especialmente). excluídas as ceras da posição 27.12. B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38. esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina. 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27. modificado por pequenas quantidades de sabão. Atualizado em 04/01/2011 . etc. 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). emolientes. estão também excluídas e clasificam-se na posição 27. a mistura de mono. dos revestimentos. as ceras de polietileno. policlorobifenilas ou policloronaftalenos. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal). São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. mesmo solúveis em água. C) Produtos que apresentem características de ceras. e) um pouco acima do seu ponto de fusão. igual ou inferior a 10 Pa. etc. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante. Entre elas. podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como.07).09. Além disso. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. em geral. agentes de conservação de madeira. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento. etc. não formam facilmente fios. etc. 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. a cera composta de parafina e ácido esteárico.05. esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético. etc. apresentados isoladamente (Capítulo 29). as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. Entram na composição dos cosméticos.14. B) e C). matérias minerais ou outras matérias. todavia.16). c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios. mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. posição 39. resinas. e outros são quebradiços (ceras duras). As misturas de ceras minerais são.24). de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol.s (ou 10. Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas.A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo). acima são excluídos da presente posição (posições 34. ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas. Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. f) As misturas de mono-.07. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. As ceras dos grupos A) e C). acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C.21. tintas. além disso. os produtos mencionados nos grupos A).01). As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes.24 ou 39.12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria. 2º) não são transparentes. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida. obtidas por síntese (por exemplo. d) acima de 40°C. com exceção das compreendidas na posição 32.

35. etc.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO.). impregnadas. geralmente. Atualizado em 04/01/2011 . de essências de petróleo da posição 27. para conservação e limpeza de móveis de madeira. tais como cré ou kieselgur. se necessário. As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. Capítulos 25 ou 28).quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula.05 . cremes e preparações semelhantes. PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL. bem como as preparações em pasta ou em pó. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras. o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados.34. de reagentes químicos. etc. muitas vezes acondicionadas para venda a retalho. expresso em dextrose. móveis. de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante. isto é.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS. eterificação ou esterificação. para arear (utensílios de cozinha.30 . vidros ou metais (prata. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados.14 ou 38. em geral. soalhos e de outros artigos de madeira 3405. Se não forem usados reagentes. Estas preparações.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados. Todavia. 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão. constituídas por matérias de polir muito macias. para calçados.03. 1) A dextrina. pós e outras preparações para arear 3405. cobre. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34. ladrilhos. 3) Os produtos para polir. exceto preparações para dar brilho a metais 3405. estas preparações são à base de ceras. posições 27.10. por exemplo. tais como as pomadas e cremes para o couro. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. álcalis.40 . b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes. Os amidos reticulados (por exemplo.Pastas. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS. impregnados. no estado pastoso ou líquido. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. ou em pó. de produtos químicos (ácidos. bem como os amidos e féculas modificados. em pequenas quantidades. apenas se incluem aqui. FALSOS TECIDOS. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas. oleados. 3505. em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido. VIDROS OU METAIS.Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados.04. adicionadas de matérias corantes. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas. AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS). revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. contendo pó ou poeira de diamante.20 . os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor.24.Pomadas.).Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505. por exemplo. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias.Encáusticas e preparações semelhantes. c) O degrás e o degrás artificial (posição 15. os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. etc. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool. são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear.22). COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS. 38.20 . podem ser próprias para usos domésticos ou industriais. . as encáusticas (para assoalhos. fogões.10). tabletes ou varetas. No entanto. A presente posição abrange igualmente o papel. falsos tecidos. amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada. IMPREGNADOS. PASTAS ("OUATES").10 . É solúvel em água aquecida. etc.) ou de diástases. etc. azulejos. não superior a 10%. 34. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES). ENCÁUSTICAS.10 ou de produtos das posições 38. muitas vezes.10 .05 . que provém: . Apresentam-se. abrasivos ou outras matérias.24). que se classificam segundo a sua natureza (trata-se. para calçados ou para couros 3405. pastas (ouates). FELTROS. respectivamente). d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. por oxidação. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES. pias.Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes. Conforme os casos. 3405.). São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral. sobre matéria seca. como dextrina. feltros. 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro. Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. plásticos alveolares ou borracha alveolar.) e as preparações semelhantes. A dextrina apresenta-se em pó branco.90 .quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição.

Adesivos à base de polímeros das posições 39.13 ou de borracha 3506. em potes ou em latas. bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição. 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo. 35. Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. caixas de cartão. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel. do papel ou semelhantes (posição 38. como colas. podem mesmo consistir. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento. amarela ou acastanhada e alguns designam-se. desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. 5) Os outros amidos e féculas modificados. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg. De uma maneira geral. na indústria das tintas. B) As colas e outros adesivos preparados. para as indústrias têxtil. em geral.. claridade da solução e do gel. sobre matéria seca. com peso líquido não superior a 1kg 3506.Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. tendência a se gelificar ou a se cristalizar. preparados da parte B) abaixo. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido. do couro. superior a 10% (posição 17. por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina.08). B) As colas à base de amidos ou de féculas. Às vezes. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. utilizados na fabricação de explosivos. Estas embalagens para venda a retalho são.Outros: 3506. na indústria têxtil.09). etc. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal. principalmente. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos.06 . de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo.99 . por exemplo.. cloreto de magnésio).. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. latas ou bisnagas metálicas. neste caso. cuja cor varia do amarelo ao castanho. Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido. especialmente. etc. hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. frascos ou potes de vidro. capacidade de aglutinação em presença de água. em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição). Estes produtos são utilizados na fabricação de papel. temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. de tipo apropriado. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11. 3) Os adesivos à base de silicatos. com peso líquido não superior a 1 kg. do papel ou metalúrgica. utilizado. em geral. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. expresso em dextrose.06).9 . a frio. 3506. São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados.91 .Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo. por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. Este grupo compreende as colas e outros adesivos. junta-se um pincel.COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos. às vezes. por exemplo. d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. Atualizado em 04/01/2011 . soda cáustica).10 . PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS. COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. c) As colas acondicionadas para venda a retalho. 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). bem como nas indústrias têxtil. às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS. não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura. entre os amidos e féculas esterificados. em contato com ácidos diluídos. com os nomes de "goma" e british gum. 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. contendo pequenas quantidades de caulim. como pó para luvas cirúrgicas. sacos de papel.02).01 a 39. Utilizam-se. uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades. etc. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta.

mas não superior a 610mm 3702. silicatos não misturados (posição 28.39 . que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39. SENSIBILIZADOS.03) e as colas à base de amidos ou de féculas.Outros 3702.55 . Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38.10 ..02).Outros filmes. 3701. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35.De largura superior a 16mm. de largura superior a 105mm: 3702...01 a 39. exceto para fotografia a cores 3702. enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38.. pigmentos.Para raios X 3701.Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos. mas não superior a 35mm..44 .De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702.)..De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 .De largura superior a 16mm. SENSIBILIZADOS. SENSIBILIZADOS. solventes orgânicos.De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702. para diapositivos 3702. dextrina (posição 35.41 . DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS. exceto para diapositivos 3702.32 . seja no estado em que se encontram. 37. etc.43 . MESMO EM CARTUCHOS.4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.51 . e comprimento não superior a 30m.01 a 39.01). contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702.. para fotografia a cores (policromos): 3702. de largura não superior a 105mm: 3702. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.30 .10 . mas não superior a 35mm.08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40).01 CHAPAS E FILMES PLANOS.. solventes. não perfurados. b) Os produtos tais como: visco (posição 13.Outros. NÃO IMPRESSIONADOS.20 . as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39. e comprimento não superior a 30m. EM ROLOS.01)..13 (Capítulo 39 ou posição 32. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.Para fotografia a cores (policromos) 3702. Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima. sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos.Outros 37. EM ROLOS.5 . 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha.56 ..52 . FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS. FOTOGRÁFICOS. e comprimento superior a 30m 3702.02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS.54 .. mas não superior a 35mm. que em certos países por vezes se chamam "colas". caseinato de cálcio (posição 35.99 .Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701.Para fotografia a cores (policromos) 3701.De largura superior a 16mm.42 . cargas inertes.05).20 . agentes de vulcanização e resinas. DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. 3702.. NÃO IMPRESSIONADOS.De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702.39). as colas de origem animal (posição 35. NÃO IMPRESSIONADOS. seja após transformação. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras..4 .05).9 . NÃO IMPRESSIONADOS. para fotografia a cores (policromos) 3702. não perfurados. independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga. Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam.3 . por exemplo).13 que.53 .Outros filmes.24). Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32. FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS.9 .De largura superior a 35mm 3702.Outros: 3702.Outros: 3701.De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702.Para raios X 3702. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas..91 .De largura superior a 105mm.91 .Outros filmes.. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.31 .14. plastificantes..De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.

Pelo contrário. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. mas não superior a 35mm. de vidro. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces. permitindo obter. fotocromotipografia. Estes artefatos utilizam-se. papel. sensibilizados. antes da exposição. etc. ou por outro modo de acondicionamento.). São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens..02). Podem ser de qualquer matéria.03). fotomicrografia. fotográficos. cartão ou têxteis (negativo). mas não gravados (posição 85. não planas). mas não superior a 35mm. como as chapas da posição 37. Algumas dessas chapas devem.93 3702. b) Os filmes não sensibilizados. sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade. são excluídos (posição 37. e comprimento não superior a 30m . pode também ser de metal ou de pedra. sendo as suas larguras normais de 35. Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37. de matérias diferentes do papel. instantaneamente. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios. Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria.94 3702. em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. geralmente. Todavia.03. fotografia de raios cósmicos. apresentados em rolos. etc. são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo). 9 1/2 ou 8 mm. cartões ou têxteis. 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.23). fotocolografia. são quase sempre sensibilizados nas duas faces.95 . do cartão ou dos têxteis. Estas chapas e filmes planos (isto é. de plásticos (Capítulo 39). do cartão e dos têxteis (posição 37. Estes artigos utilizam-se para fins variados. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas. fotografias positivas acabadas. sensibilizados mas não impressionados. quer por um invólucro apropriado. e comprimento superior a 30m . sensibilizados e não impressionados. O suporte é flexível. acetato de celulose. Neste caso. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. 2) Em radiografia. astronomia. recobertas de uma emulsão. Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. estão excluídos (posição 37. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. não impressionados. que se utilizam. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz.3702. não são. Algumas chapas. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza).01. para processos de impressão fotomecânica. todavia. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos.01). contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente. de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. como negativos. sejam utilizadas em processos de impressão. os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.01). 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia. Abrange igualmente filmes planos. c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas. que depois de terem sido impressionadas e reveladas. Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos. por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador.02). consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose. para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. em rolos. fotografia aérea. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. do cartão ou dos têxteis.. às vezes. Esta posição não compreende os papéis. e que estão incluídos na posição 37. em rolos. sensibilizados mas não impressionados. heliogravura. reprodução fotomecânica ou para usos especiais. sensibilizados. incluída a dentária. B) Os filmes fotográficos planos. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição.De largura superior a 16mm. mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível. b) Os filmes sensibilizados. de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico.De largura superior a 16mm.. 16. tal como acetato de celulose. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada. de matérias diferentes do papel.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo). Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens. em rolos (posição 37. As fitas e filmes.

quando impressionados e revelados. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química).CARVÕES ATIVADOS. antracita.01 e 37.. revelados. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície. Atualizado em 04/01/2011 . de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases). em virtude de sua transparência. em geral. que possuem numerosos pontos formando um quadriculado. cartões e têxteis. FOTOGRÁFICOS. azeite.10 3705. Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). vinhos. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado.) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. .Carvões ativados 3802. desde que. Assim.) em presença de vapor de água. mineral ou de outra origem (carvão de madeira. purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos.06. b) Os papéis.02. conseqüentemente.90 CHAPAS E FILMES. depuração da água.Para reprodução ofsete . tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos). os positivos. tais como descoramento. quando se trate de filmes perfurados. A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes). por exemplo).CARVÕES ATIVADOS. estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e. extração de benzol do gás de hulha. não são descorantes. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco.).). e as restantes tramas obtidas fotograficamente. Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes. fotográficos. Embora tenham uma densidade de carga elétrica. linhita. que transmitem ao produto a atividade de adsorção química. filtração. em pó fino. prontas a serem utilizadas (posição 84. Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados. químico.Outros A. por tratamento químico ou térmico.Outros Esta posição abrange. 38. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides. Entre os produtos compreendidos nesta posição.). resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente. a formação de cargas superficiais. às vezes.90 .20 3705. IMPRESSIONADOS E REVELADOS. por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química).02 . hulha. Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos).42). de catálise ou de permuta iônica. EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS. obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal. II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). no caso das substâncias cristalinas. etc. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico.37. NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. também se designam por diapositivos. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados. facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes. Normalmente. de coco. podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações. catálise. em geral. permuta iônica. Em geral.10 . a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila. e que devem ser classificados na posição 37. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. de deformações da rede. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado. glicose. Em contrapartida. produtos farmacêuticos. as chapas e filmes das posições 37. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. etc. Esta posição compreende os positivos e negativos. adsorção de gás ou de umidade. etc. Sob forma granular. elevada. Os produtos desta natureza obtêm-se. utilizadas nas artes gráficas.05 3705. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. 3802. etc.Microfilmes . quando em suspensão na água. bauxita. empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. turfa. etc. Os carvões ativados.

18). c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS.10 . poroso. É um produto de cor negra. automóveis. transparentes e de superfície curva. depois de uma primeira trituração. b) Os produtos químicos ativados. usam-se sobretudo para descoramento de óleos. descalcificadas pelos ácidos.24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. (posição 33.Óleo de pinho 3805. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. de origem mineral. 3) O negro de marfim. de carapaças de tartaruga.05 .12). exclui-se (posição 25. caso contenham aglutinantes. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. o gel de sílica ativado (posições 28. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração.20 . ativadas. por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada.24).b) As matérias minerais naturais ativadas. Estas terras são selecionadas. os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. etc. limoneno. que. vegetal ou animal. de chifre. Examinada ao microscópio. consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. Estas duas categorias de produtos.24). Ativadas por um agente alcalino.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. Ativadas por um ácido. calcinadas em presença de agentes sinterizantes.Essências de terebintina. em virtude do seu elevado poder de intumescimento. trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. por meio de um agente alcalino ou ácido.06). em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal). agentes de suspensão e aglomerantes. de limpeza e. especialmente. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. especialmente). que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68. Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). posição 38. da glicose.Outros Esta posição abrange. no tratamento de bebidas. nas indústrias do açúcar. Todavia. emprega-se principalmente como catalisador. a partir de ossos previamente desengordurados. de sódio. aveludada. para a fabricação de produtos de polimento. 38. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%. seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. em peso). neste caso.90 . secas e trituradas.07).03 ou 30. na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas. que se empregam. essencialmente. em grãos. consoante a sua utilização. para descrever certos tipos de negro de ossos). d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico. muito leve. particularmente na do açúcar. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . Apresenta-se em pó. 4) Os negros de couro. sofrem um choque térmico numa chama. nopineno ou beta-pineno. ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL.15). tais como as perlitas. DIPENTENO EM BRUTO. que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante. 3805. tais como: 1) A diatomita ativada. que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos.42 ou. conservando. de galhadas. É um descorante muito empregado em numerosas indústrias. obtido por calcinação de desperdícios de marfim. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. tais como cloreto ou carbonato. às vezes. tais como a alumina ativada (posição 28. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes.ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA. etc.) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. de cascos. de densidade aparente muito fraca. a temperatura elevada (1. Também se usa. e. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e. por exemplo. em pedaços. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis.000°C ou mais). a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). selecionadas. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado. para filtração de águas. agente desidratante ou descorante. como pigmento preto. gorduras ou ceras. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. 3) As argilas e as terras ativadas.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). e) A perlita expandida.. etc. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. 2) O negro de sangue. de cor preta.11 ou 38. são emulsificantes. parece constituída por lamelas muito delgadas. B. ou mesmo em pasta. caso em que essa proporção é muito mais elevada. 4) A bauxita ativada. em seguida. 2) Algumas rochas vulcânicas. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. etc.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

Atualizado em 04/01/2011

Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

Atualizado em 04/01/2011

Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

Atualizado em 04/01/2011

Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

Atualizado em 04/01/2011

1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

Atualizado em 04/01/2011

f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

Atualizado em 04/01/2011

06 (por exemplo. veterinários. Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos.12 . Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. Trata-se. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho. por exemplo). MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. ou. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71. Não se incluem.04 ou qualquer outra substância que. de tela metálica.90 . c) materiais. por exemplo). gel de sílica. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30. níquel. seria classificada em outra posição. em certos casos. constituído por alumina. são o cobalto. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas. e aqueles à base de enzimas. platina. etc.06. Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos.12). a posição 38. no campo. em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte"). em geral. por exemplo). Atualizado em 04/01/2011 . apresentada isoladamente. científicos ou industriais. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. quer na forma de uma preparação e são compostos. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos. etc. O suporte. na indústria. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29). de mais de um constituinte.Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. quer por misturas à base de substâncias ativas. matérias corantes sintéticas da posição 32. é. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis. de cetonas na urina. carbono. Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. Estas preparações incluem-se. paládio. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol.22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS. em hospitais. Ela inclui também os materiais de referência certificados. Os metais mais utilizados. b) Os compostos de constituição química definida. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio). que se apresentem sob as formas de pó muito fino. como tal ou sob a forma de compostos. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico. por exemplo. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta. MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE.Outros 3815. avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar.. da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte.. o alquilítio). Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte. de alguns metais.22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos. Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas. Todavia. Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. cromo. neste último caso.12).02 ou da posição 30. os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. densidade. porém. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias. As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros. Como exemplo destes kits. misturas redox. os papéis indicadores de pH. são exemplos de "catalisadores em suporte".3815. óxidos metálicos. os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30. por vezes ativado.06.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815. cobre e o zinco. a domicílio. dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento.02 OU 30. Eles podem ter. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas.02.. 38. em suporte. por exemplo). os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. para fins de classificação dos materiais de referência certificados.30). Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório. (Seções XIV ou XV). água. molibdênio. na maior parte dos casos. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006. geralmente. Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. 2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo. A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26. naturais ou sintéticos.19 .

30 . por exemplo.Outros Esta posição abrange: A. por exemplo). seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824. As preparações (químicas ou de outra natureza). os naftenatos de cálcio. Estes produtos.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824.PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7. para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82.10 . beneficiadores de panificação. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. consistem. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. 38.60 .Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824.. bário.43 a 28. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+). Atualizado em 04/01/2011 . com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34.Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824.21). excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes. colofônia). As preparações aqui referidas podem ser também compostas. cobalto). misturadas com areias de moldação. d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38. Incluem-se aqui. quer como componentes desses alimentos. Contudo. de molibdênio.71 .04.06. quer preparados especialmente. compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32. (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824. óleo de linhaça.50 .20 . exceto o da subposição 2905. por produtos químicos (o que constitui o caso geral).Aditivos preparados para cimentos. Trata-se de preparações que. dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição. B. não refratários 3824. e de substâncias alimentícias. por vezes.. argamassas ou concretos (betões) 3824. PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS).AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição. c) Matérias corantes da posição 32. Todavia.46. total ou parcialmente. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados.09. mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28. quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares). 3824. ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver.43 a 28.24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente. cobalto. salvo raras exceções.Carbonetos metálicos não aglomerados. por exemplo. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). etc. e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas. em soluções. Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são.02 e dos sais das posições 28. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas.44 3824.Argamassas e concretos (betões).Sorbitol. 19 e 31).Ácidos naftênicos. zinco. cromo e de chumbo. melaço ou de polímeros do Capítulo 39.90 . manganês.Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição.05.7 .40 .46 (ver a Nota 1 da Seção VI). alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais. classificam-se na posição 35. alumínio.. quer. à base de produtos resinosos naturais (por exemplo. ou outras substâncias com valor nutritivo.) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo. podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais.. que se consideram preparações da presente posição). quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos.Outras 3824. mucilagens vegetais. Desde que não contrariem as disposições acima. abaixo). dextrina. etc. incluem-se na posição 21. o número 23). geralmente.79 . ao passo que. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29.

Além de outros usos. ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. zircônio. Pode empregar-se um único produto (por exemplo. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. cloretos de potássio ou de sódio. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas.04 (cristais de cloreto de potássio). Estes compostos apresentam-se. misturas de di-. Quando se juntam às águas duras. geralmente. etc. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio. para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras. As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não). etc. e tetra(oxietileno) glicol. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas. manuscritos. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos. na posição 25. um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. por exemplo.04. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo. em latas ou em forma de canetas. 11) As misturas de mono-. argamassas ou concreto (betão). quando mergulhado em água. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. por exemplo. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho. por meio de reação reversível. sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. Atualizado em 04/01/2011 . que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. 8) Os sulfonatos de petróleo. que se obtêm durante a retificação das fleumas. aglutinantes e solventes. utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. produtos farmacêuticos. em tinturaria.04. etc. obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. alcatrão de ossos). cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco). na maior parte das vezes.14. Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29. de amônio ou de etanolaminas. É um líquido negrusco e muito viscoso. as preparações à base de óxido de cálcio. 6) As misturas de carboneto de cálcio. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia.e polissacarídeos. em pastilhas. cuja tampa tem. para este uso. um pincel.02. 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. bromoiodeto de potássio.) cujo peso unitário é de 2. exceto os polímeros do Capítulo 39. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. matérias taninosas. sem qualquer processo de separação. pela ação do ácido sulfúrico. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido. fotocópias.05. por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio. tri-. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. por exemplo. de cheiro fétido. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. são todavia excluídas (posição 28.01. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa.07 ou. Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. 4) As argamassas e o concreto (betão). 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). por exemplo. di. ácidos graxos (gordos*). à base de bário. Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente. na posição 34. possui um pincel). Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa. tais como os de metais alcalinos. por exemplo. postos em contato com uma solução eletrolítica. 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas. 12) Os óleos fúsel. São compostos insolúveis que. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio.01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. contendo outros polióis.05. brometo de potássio. São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida. trocam.04. 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes. acondicionados para venda a retalho. com exceção daquelas contendo aglutinantes. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia. etc.5 g ou mais. matérias têxteis). Todavia. 18) Os compostos absorventes. plásticos. nas indústrias têxteis. excluído o da posição 29. as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão).42). tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). contidos em frascos pequenos..5 g classificam-se no Capítulo 28. por exemplo. 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. quando apresentem características de ceras artificiais. em lavanderias. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido.3) Os aditivos preparados para cimentos. empregadas como emulsionantes de gorduras. contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio. 5) O sorbitol. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. não refratários. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos. cosméticos. etc. produtos alimentícios. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas. insolúveis em água. tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. por exemplo. incluem-se na posição 34. muitas vezes. Neste último caso. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. um dos quais.

Consistem principalmente em misturas à base de caulim. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. classificam-se na posição 21. 26) A cal sodada. a clorotetraciclina. a dispersão dos pigmentos corantes). das posições 71. dentes artificiais). em submarinos. especialmente. geralmente de forma piramidal. além de outros elementos. por exemplo. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas. de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos. constituídas por gorduras. por tratamento especial. mica. gesso. de uma película hidrófuga de ácido esteárico. depois de ter sido misturado com água. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. talco. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). cimento. como pasta para modelar. 30) Os sais para salga. A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. etc.). cola e cré. neste caso. constituídos por um micélio inativo.06. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. no sentido do seu eixo elétrico.. 23) Os diluentes compostos para tintas. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário.. amianto. musgo-da-irlanda ou albumina de ovo. por exemplo).07.03 ou 71. após refinação. calcita. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. mesmo contendo 70% ou mais. apresentados isoladamente. por exemplo. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo. em peso. Permitem assim. a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. e que. dolomita. etc. o tartarato de etilenodiamina. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. de césio e os cristais mistos destes últimos. conforme o caso. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. cristais cultivados de alta qualidade. 28) As preparações antiferrugem. gelatina. Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré. constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto. que atuam quimicamente para evitar a ferrugem. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base. contendo éter diétilico e óleos de petróleo. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos. em peso. que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas. as tortas alcalinas (cakes alcalinos). b) O titanato de bário. Todavia. Atualizado em 04/01/2011 . para fins anestésicos. por exemplo. 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. classificam-se na presente posição. mais de 70% de substâncias ativas. a ser utilizada. Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. cortados. o metaniobato de chumbo.03. a turmalina. etc. caso contrário. quando adicionados de açúcar. em uma proporção igual ou superior a 70%. o titanato de cálcio. abrasivos. para fabricação de essência do Oriente. 29) As preparações (por exemplo. melhoram a sua qualidade (facilitam. etc. Trata-se de preparações à base. ainda. por exemplo. Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. que se obtêm por meio de microrganismos. de rubídio. e utilizado. utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. filtração e primeira extração. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. quartzo e de feldspato. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. auxiliares de filtração e. carbonato natural de magnésio. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio. 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. sendo cada partícula revestida. em razão do guanino que contém. o zircotitanato de chumbo. em alguns casos. os ortomonofosfatos de amônio. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. e de substâncias. 22) As preparações enológicas. Estes sais. tais como cola de peixes. São artigos de pequenas dimensões. Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham.Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38. Podem obter-se talhando com precisão. 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência.). que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação.07). a função de pigmentos. em uma proporção de 10% a 15%. que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. utilizadas para fins edulcorantes.04). geralmente. Todavia. de ácido fosfórico. para controle da temperatura dos fornos. etc. etc. por fermentação. 31) Alguns elementos não montados. que não sejam substâncias alimentícias.desde que constituam compostos de constituição química definida. As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina. ardósia.Capítulos 28 ou 29 .14. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. por exemplo. antibióticos). comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais.22). sulfato natural de bário.10 ou 34. não contendo. que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina).

em peso. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. da posição 68. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27.12. . sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam. 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes.Mistura de argila. na indústria do papel. em proporções variáveis.. janeiro de 2006 . glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim.05 . sulfato de bário para as pastas de cópia.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos). Os produtos misturados contendo. SRF nº 612. 39. de carbono e ácido bórico. de feldspato e de silicato de sódio. 43) O produto em pó.06.). consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas. para a fabricação de mós abrasivas.Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 . 42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico. ceras.79 As subposições 3824. Excluem-se. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias.1 . 3º) Esterificados por álcool amílico. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA.Mistura de argila. Estas pastas classificam-se aqui. ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio. Norm. EM FORMAS PRIMÁRIAS. tambores.10. consistindo em produtos classificados quer em posições distintas.Mistura de diversas argilas e de feldspato. da posição 38.Public. Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil. quer numa mesma posição do Capítulo 25.71 e 3824. fósforo ou potássio.43.) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. areias. os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação. b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão.Em dispersão aquosa 3905. 3905. mástiques. utilizado na fabricação de placas de acumuladores.19 . dextrina.Outros 3905. quer se apresentem em massa (caixas. 2º) Trimerizados. utilizadas para reproduções gráficas. tal como o benzeno. da posição 68. todavia. dispersões de polímeros de vinila.03).71 e 3824. tais como as terras de transplante. em rolos de impressão e para usos semelhantes. etc. comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo"..Mistura de diversas argilas.2 .79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. (Atualização nº 9. Nota Explicativa de Subposições. mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto). . EM FORMAS PRIMÁRIAS.Poli(acetato de vinila): 3905. cosméticos. vernizes. constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras. . DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84. 47) As pastas à base de gelatina. argilas).09. pela Instr. etc. de constituição química não definida. de couros ou indústrias semelhantes. etc.12 . A composição destas pastas é variável. adesivos.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA.40) Os produtos gelificantes. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. depois de epoxidados. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas. 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. Subposições 3824.

70 . ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído. e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero. de produtos farmacêuticos e de cosméticos. mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905.20 . As cetonas polivinílicas. por serem excessivamente macios e elásticos.50 . etc.Resinas alquídicas 3907.30 . dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou. Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39. pás para bombas e ventiladores. etc. RESINAS ALQUÍDICAS.. O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila). 3907. cobertores e vestuário. aglutinantes e espessantes de tintas.Poli(álcool vinílico).Copolímeros 3905.91 . de longe.Em dispersão aquosa 3905. adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis.40 .04. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila). glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero. Entre os outros polímeros vinílicos.Policarbonatos 3907. segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos.91 . onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão.3905. São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão.9 . tal como os poliacetais. São geralmente utilizados na preparação de lacas.Outros 3905.99 . No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros). em geral o formaldeído. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. EM FORMAS PRIMÁRIAS.POLIACETAIS. As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior. dos quais o poli(acetato de vinila) é. 39. podem-se citar os éteres polivinílicos. cames.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído. e o polioxipropileno. não servem para a fabricação de artefatos. adesivos. etc. portanto. Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído. EM FORMAS PRIMÁRIAS.29 . excluídas (posição 39. brinquedos mecânicos. sendo o PPO.Outros poliéteres 3907. nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero..Outros: 3905. saltos para calçados..9 . bem como em têxteis.60 .Poli(ácido láctico) 3907. painéis de bordo para veículos automóveis.Poli(tereftalato de etileno) 3907. Atualizado em 04/01/2011 .Poliacetais 3907. tintas. mais exatamente. O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes.. o polímero mais importante. puxadores de portas.11).10 ... Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X .05. onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio.05. utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. poli(oxidimetilfenileno). nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero.99 . Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES. As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos. acessórios de canalização.07 . utilizado na fabricação de peças mecânicas.30 .Resinas epóxidas 3907.Outros poliésteres: 3907.Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39. Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol). OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS.Não saturados 3907. POLICARBONATOS. Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39. utilizados como colóides protetores. Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações.21 . como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano.

artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. conhecido igualmente como polilactido. por exemplo. garrafas para sucos de frutas. exclusão b). Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). ácidos graxos (gordos*). Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. EM FORMAS PRIMÁRIAS. abaixo). Empregam-se como revestimento de superfícies.50 RESINAS AMÍNICAS. revestimentos. é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem. são muito empregadas para moldação. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol.20 3909. termorrígidos. álcoois ou outros polímeros sintéticos).06. Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos. tais como. para a classificação das colas). que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. utensílios de mesa. por exemplo. fitas para gravações magnéticas. Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d). São utilizados como adesivos de estratificação. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo. É um polímero obtido. de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças. Entre os poliésteres saturados.09 3909. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. etc. oftalato de dialila. ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida. A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. abaixo). resinas de tiouréia . materiais de embalagem e materiais para uso médico. nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. etc. e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente. de aparência opaca. d) O poli(ácido láctico). c) O poli(tereftalato de etileno) (PET). em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais. estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído. utilizam-se como colas. que podem ser não saturados ou saturados. os açúcares.Resinas fenólicas .30 3909. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método. O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final.4-isopropilidenodifenol). Estes produtos. ácido maléico ou ácido fumárico. por exemplo. translúcido ou colorido e com brilho notável.40 3909. cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila. são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). os melaços. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis. Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. resinas de fundição ou de moldagem. e) Os outros poliésteres. citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico. 39. furfurol ou outros).3-epoxipropano) com bisfenol A (4. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. adesivos. os licores de sulfito. por exemplo. com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas. um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico.10 3909. Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. por exemplo. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo). obtidos a partir de um ácido não saturado. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico. 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais.Outras resinas amínicas . . RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS.18.Resinas melamínicas . Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. por exemplo. o soro de leite ou os amidos). As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade.Resinas uréicas. geralmente. um ácido ou um anidrido orgânico. aprestos para têxteis. modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. por condensação de epicloridrina (1-cloro-2. por adição de um composto aminado. Normalmente. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. o suco de beterraba sacarina. ver as Considerações Gerais deste Capítulo. obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos.05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39.3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos.

os elastômeros..17 . por fim. na fabricação de estratificados. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas. e os indutos e revestimentos. São muito estáveis.De polímeros de etileno 3917.). notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917. as gorduras de silicones. bem como na encapsulação elétrica. Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas. Norm. de óleos vegetais. São também utilizados como adesivos.. Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. na preparação de vernizes. para preparação de vernizes ou de pós de moldação. COTOVELOS.2 . b) As resinas fenólicas termorrígidas. 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones. de moldações flexíveis. geralmente. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas.11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. etc. xilenol. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo. os óleos de silicones. folhas.De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 .22 . SRF nº 509. produtos líquidos. de 03/08/2004 . DE PLÁSTICOS. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). pastoso. igualmente. que se empregam como pós de moldação. de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias. O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. preparadas a partir do butilfenol.03. DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. os poliésterpolióis. contudo. Pertencem. de 03/08/2004 . como por exemplo o óleo de rícino.10 . como dielétricos.4-butano-diol. compostos de moldação e como fibras. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. estas resinas empregam-se.escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. que se classificam.. como produtos de impregnação hidrófobos. utilizam-se. tais como o formaldeído. 3917. principalmente.Public.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. 39. de 03/08/2004 . etc. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos). pela Instr.) ou de fenóis substituídos com aldeídos.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. o diisocianato de tolueno). Deve. resistentes a temperaturas altas ou baixas.Tubos rígidos: 3917.26. furfurol. durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas. sólido) e compreendem. (Atualização nº 6. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40. (Atualização nº 6. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. o l. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. vernizes. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. depois. Norm. na fabricação de vernizes. tubos ou varetas ou outros artigos.02). Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. como antiespumantes. Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. reagindo em seguida com fosgênio e calor. SRF nº 509. nas posições 39. 39. os poliéter-polióis. resistentes a altas temperaturas. FLANGES. d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a).Public. modificados por adição de resinas naturais (colofônia. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34. amianto e mica). etc. etc. principalmente. dá a função isocianato livres. associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. b) e c). a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido. entre outros. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos. principalmente. (Atualização nº 6. as resitas. UNIÕES). obtidas em meio alcalino. JUNTAS. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. Utilizam-se. SRF nº 509.14.16 a 39. pela Instr. como revestimentos ou como produtos de impregnação. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. etc. 2) As resinas de silicones empregam-se. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes. produtos de impregnação. como produtos desmoldantes.21 .10 ou 34. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos. É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente).Public. quando a reação está completamente terminada. de álcoois. acima. semifluído. Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes. acetaldeído. Norm. os resitóis. pela Instr. 3) Os elastômeros de silicones. geralmente. amilfenol.

. à temperatura ambiente. Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS.. AUTO-ADESIVAS.De polímeros de cloreto de vinila 3917.De outros plásticos 3917.10 .ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM. em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas.Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos. oval. não reforçados com outras matérias. 39.Outros 3917. DE PLÁSTICOS.18. etc. DE PLÁSTICOS.Outros tubos: 3917.6MPa 3917.Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos.18 . engradados e artigos semelhantes 3923. sacos (incluídos os de pequeno porte. sem acessórios 3917. isto é. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo).30 .40 . juntas.Outros.32 . 3918.29 . garrafões.90 . Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias.. DE PLÁSTICOS. MESMO AUTO-ADESIVOS. 3919.23 .Em rolos de largura não superior a 20cm 3919. fusos. TIRAS. 39. CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES.23 . com exclusão dos revestimentos de pavimentos.Garrafões. flanges).Rolhas.De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos. DE PLÁSTICOS. PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS.Outros. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo. não reforçados com outras matérias. ROLHAS.. mesmo em rolos. Todavia.De polímeros de etileno 3923. garrafas e frascos. EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS..5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO. abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos. entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos. o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão. desde que apresentem seção transversal interna redonda. com acessórios 3917. DE PLÁSTICOS. bidões. FITAS. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição. podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas. frascos e artigos semelhantes 3923.Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27. engradados. tambores. e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos.. 3923.De polímeros de cloreto de vinila 3918.29 .Bobinas. 39.90 . TAMPAS. caixotes.10 . Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII). incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis. MESMO EM ROLOS. retangular (de comprimento não superior a 1.Caixas.19 .Sacos de quaisquer dimensões. tampas. cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo.14.21 . A segunda parte da posição. Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo.40 . os cartuchos e sacos de lixo). de plásticos combinados com outras matérias.Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo. nem associados de outra forma com outras matérias.. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923. Atualizado em 04/01/2011 . bolsas e cartuchos: 3923.31 .3917.33 .3 . FOLHAS.50 .90 .REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS). (No que respeita à classificação dos tubos. de parede ou de teto da posição 39. carretéis e suportes semelhantes 3923. nem associados de outra forma com outras matérias.39 . Entre eles.10 .2 . caixotes. sem umidificação ou qualquer outra adição.CHAPAS. cotovelos.. que.De outros plásticos 3923. são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão.. Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII). garrafas.

entre os artigos de higiene ou de toucador. Pelo contrário. bules para café e chá.. baldes de toucador.Public. estojos escolares.26 3926. compoteiras. DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. açucareiros. argolas de guardanapos.10 .). carroçarias ou semelhantes. rolos para estender massa. toalhas de mesa. mostardeiras. leiteiras. regadores. incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes). os cinzeiros. travessas e bandejas de qualquer espécie. conchas. as saboneteiras. cântaros de cozinha. etc. 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*). de plásticos. cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes. carroçarias ou semelhantes . etc. etc. galheteiros. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas.A este respeito. tampas. caixas para cozinha (para farinha. irrigadores. os recipientes classificados na posição 42. espátulas (corta-papéis). C) Entre os artigos de economia doméstica. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes. recipientes graduados para cozinha. por vezes. 2º) os esboços de garrafas de plástico. penicos. potes para doces. Norm.05. pasta para papéis. capas de proteção para móveis.23).02. xícaras (chávenas). manteigueiras. posteriormente. frutas. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. cintos.Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições.Estatuetas e outros objetos de ornamentação . coberturas. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. porta-escovas-de-dentes. descansos de travessas. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). oveiros. que são produtos intermediários de forma tubular.). marcadores de livros. facas. porta-rolos-de-papel-higiênico. bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63.40 3926. os bicos para mamadeiras e as dedeiras. mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. D) Por último. DE PLÁSTICOS. fusos. especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico. (Atualização nº 5.25).14. de 09/02/2004 . devendo a parte abaixo da rosca ser transformada. pregos. 3924. para se obter a dimensão e forma desejadas.SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos.Guarnições para móveis.Artigos de escritório e artigos escolares . estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo. para salga. c) As rolhas.24). patinhos (papagaios ou compadres). toldos. quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede.01 A 39. cortinas. mitenes e semelhantes) . pastas para documentos. funis.90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39. etc. carretéis. 4) As capas. de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. por vezes. mesmo que. recipientes próprios para lavagem dos olhos. canecos e copázios para cerveja. mesmo que possam ser. SRF nº 509. pela Instr. utilizados para esse fim (posição 39. comadres (aparadeiras).). cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho).30 3926. os pratos. babadouros.20 3926. tais como aventais. Os capuzes amovíveis. estão compreendidos na presente posição. escarradeiras.14. especiarias. porta-caixa-de-fósforos. para gorduras. molheiras. Todavia. saladeiras. da presente posição certos artigos de uso doméstico. petisqueiras. saleiros. . entre outros.24 . Excluem-se.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café. São incluídos aqui. 2) As guarnições para móveis.10 3926. sejam utilizados para esse fim. cuvetas. etc. as "tinas" para duchas. espongeiras. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada.Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924. DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. terrinas. cestos (para pão. garfos e colheres. de terrinas etc. b) As bobinas. lavabos (toucadores*) ou cozinhas.90 . incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios. de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. Atualizado em 04/01/2011 . canelas e suportes semelhantes. escumadeiras. cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39.01 a 39.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas. por meio de parafusos. porta-facas. 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação. cestas de lixo. 39. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. 39.

Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009..Correias de transmissão: 4010...).19 . algarismos e letras. Seção XVI). estriadas. SRF nº 509. 7) As correias transportadoras.Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida.. garfos. As correias transportadoras. por exemplo. porcas. JUNTAS.Correias de transmissão sem fim. de qualquer espécie.90 – Destaque da NCM 34). (Atualização nº 5. denominados "tubos tecidos". 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39. posição 59.3 .14.. os pessários. flanges. pela Instr. de matérias têxteis. Estes tubos classificam-se na posição 59. juntas.1 . cabos (de ferramentas. MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. desde que conservem a característica de tubos.90. contas. as bolsas para gelo.Sem acessórios 4009. e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. DE BORRACHA VULCANIZADA. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo). os sacos irrigadores.Sem acessórios 4009. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42.. de seção trapezoidal. as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem. 4009. cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha.Com acessórios 4009. Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. Além disso. etc.Reforçadas apenas com metal 4010. 4010. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 . os preservativos. de transmissão ou para elevadores. e seus acessórios. uma espiral de fio metálico. (Atualização nº 5.Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009.21 .12 . Norm.. revestidas. que se classificam na Seção XI (por exemplo.Public. "vidros" para relógios.Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009.11 . Alem disso. cantos para malas. sem fim.31 . ganchos de suspensão.41 .1 .3 . de 09/02/2004 Public. 40.Com acessórios 4009.Com acessórios 4009. apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral. porta-etiquetas. de 09/02/2004 .22 . salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo. Pelo contrário. Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão. as ampolas para seringas. comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar). pela Instr.. sem fim.32 . SRF nº 509. FLANGES.Outras 4010.Sem acessórios 4009.02). estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil. exterior ou interiormente.10 .2 . ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união.09 . mesmo que não se encontrem montadas.TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis.Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010. de transmissão ou para elevadores.4 . impregnadas.Sem acessórios 4009. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas. cotovelos.31 . Norm. COTOVELOS. DOU 15/02/2005 . de uso geral. bolsas para colostomia.6) Os parafusos.itens acima renumerados) 40. ou de fios metálicos imersos na borracha. dispositivos intra-uterinos – DIU (3926..Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009.42 .11 . 11) As chupetas..Correias transportadoras: 4010.10). de plástico ou estratificadas com plástico..12 . podem também possuir. arruelas (anilhas*) e artefatos análogos. UNIÕES). 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. “pêras” para lavagem intestinal. uniões) permanecem classificados na presente posição. facas. recobertas. de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados.09.. ponteiras para pés de móveis. cortados em comprimentos determinados ou não.

35 . sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada. com uma circunferência externa superior a 180cm. etc. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. síncronas.36 . classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo. As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal. inclui ainda as correias sem fim..Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011. As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal.Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. em geral.. **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar.Correias de transmissão sem fim.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+).externa superior a 60cm.Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 . 4011. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas)..).Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011.20 . de seção trapezoidal.39 . são constituídas por uma carcaça. com uma circunferência externa superior a 60cm. não estriadas. ou por cabos ou tiras de aço. com uma circunferência externa superior a 60cm. de seção trapezoidal. exceto as inteiramente de borracha vulcanizada. As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais. tecidos de malha. mas não superior a 180cm 4010. Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação. mas não superior a 240cm 4010. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias. mesmo que não se encontrem montadas.Correias de transmissão sem fim. trapezoidal. As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias. não estriadas. de seção trapezoidal. Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas. 40. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal.Correias de transmissão sem fim. mas não superior a 240cm 4010. com uma circunferência externa superior a 180cm. síncronas. exceto as de orientação longitudinal. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura. não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação. revestidos. Seção XVI). As correias. Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia. estriadas. com uma circunferência externa superior a 150cm. mantas de fios têxteis paralelizados.33 . circular.11 . O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva. formada por várias camadas de tecido. de tecido impregnado. As caneluras e ranhuras. como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade.34 . mas não superior a 150cm 4010.. etc. recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados. mas não superior a 180cm 4010. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica. As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados.Correias de transmissão sem fim.32 .. A seção destas correias pode ser retangular.10 . recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo).30 ..Correias de transmissão sem fim. mas não superior a 198cm 4010.

9 4011.69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.4011. que se apresentam na forma de anéis. a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração. PROTETORES.13. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim.19 .92 4011. incluindo.- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros. 4012.61 4011. São utilizadas na recapagem de pneumáticos. a região baixa do pneumático). Notas Explicativas de Subposições.Pneumáticos usados 4012..50 4011. Subposições 4011. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável.62.11. com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.20 Na acepção das subposições 4012. 4012.13 e 4012. Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie.20 .93 e 4011.Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados.13 .12 . Atualizado em 04/01/2011 .Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012.4011.99 .61 a 4011. de móveis. 40. no todo ou em parte.1 .94 Para os fins destas subposições. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40.40 4011. BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS".69 4011. que possuem um volume de ar estanque.63. Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39. DE BORRACHA (+). 4012. São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos.62 --- 4011. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping). para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.93 ---- 4011. bem como as rodas e rodinhas de brinquedos. de máquinas. rodas e rodinhas de brinquedos.12.04).PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS. 4012. 4012. etc.90 .. Nota Explicativa de Subposições. por exemplo. utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão.Pneumáticos recauchutados: 4012.12 . Subposições 4012. Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar.4011.Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012..19.19 e 4012. Os protetores ocos. DE BORRACHA.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012.6 4011. As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado. suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados. Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar.11 . 4012. 4011.63 . de vagonetes e veículos semelhantes. material de artilharia. uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco.94 .12. 4011.11.Outros 4012.. por exemplo.

Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62). incluídas as toucas de banho.20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar. 4012. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem. tecidos de malha. 4012.. os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. 40. 4012.20 . exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59). b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40. etc.15. por exemplo.ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS). MITENES E SEMELHANTES). reboques ou bicicletas. sacos para gelo e para água quente. 4014. etc. do Capítulo 65. sacos para oxigênio. 40. 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados. escafandristas.13. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha.. tais como: preservativos.. esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas.13. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. feltros e falsos tecidos. luvas.20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem. Nota Explicativa de Subposições. o vestuário para mergulhadores. o vestuário. Subposição 4015. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40. recobertos ou estratificados com borracha. dedeiras.11. peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas. Todavia. 4012. não endurecida. com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012. chupetas. ou de outro modo obtidos.11 .Para cirurgia 4015. as cintas.Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor.: 1) Exclusivamente de borracha.11. PARA QUAISQUER USOS (+). almofadas pneumáticas para doentes.Outras 4015.90 .15 . de proteção para cirurgiões e radiologistas. os aventais.13 .Preservativos 4014. mitenes e semelhantes).13 e 4012.VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS. os espartilhos. ônibus ou caminhões 4013. empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos. mitenes e semelhantes: 4015. 4012.).19 e 4012. cânulas. MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA.10 . aventais.Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura. 4015. por exemplo). 4012. impregnados.90 .19. 4012.10 .Luvas. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.12. vaporizadores. mamadeiras (biberões*). 40.11.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida).19 ou pneumáticos usados da subposição 4012.12.11.19 .1 . Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões.12. 4013.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013. 4012. por exemplo.20.Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada. etc. revestidos.14 . citam-se: as pelerines.Os pneumáticos usados da subposição 4012. no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. etc.11 Atualizado em 04/01/2011 . os babeadores. Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012. Os pneumáticos das subposições 4012.90 . 2) De tecidos.

ou ainda trabalhados de outra forma... uma alavanca de sucção.9 . fabricados por imersão.Defensas. e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). para ciclos. obtidos por moldagem. 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho).. ij) Os carimbos. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar.93 . palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais. timbres. 10) Os blocos-amortecedores de borracha. para a reparação de câmaras-de-ar. letras. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40. gaxetas e semelhantes. apresentam-se em embalagens esterilizadas.De borracha alveolar 4016. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. as torneiras e válvulas.Outras: 4016. 13) Os martelos com cabeça de borracha. 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular. incluídas as toucas de banho. de uso manual. revestidos. para veículos a motor. de borracha alveolar.08. 9) Os rotores para bombas e os moldes.10 . datadores e semelhantes. os descansos de pratos. os artigos de espessura muito fina.. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha. os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes. gaxetas e semelhantes 4016.94 . travesseiros e almofadas. impregnados. Em geral. para atracação de embarcações 4016. incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94. numeradores. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40. 14) As pequenas ventosas munidas de ganchos. corte ou desbaste. apresentando uma grande resistência ao rasgamento. as luvas para máquinas de ordenhar. pastilhas para freios (travões).04. 40. h) Os brinquedos. 3) As borrachas de apagar.Juntas. e os discos de borracha (Seção XV). torneados.Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016. tecidos de malha.92 . de metal comum. incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). e outros artigos do Capítulo 96. algarismos e semelhantes para carimbos. recobertos ou estratificados com borracha.99 . e suas partes. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90). e suas partes.OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59. 5) As defensas. g) Os colchões. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92). 11) As chapas. Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos.Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos.16 . jogos e artigos para divertimento e para esportes. os colchões de água. constituídos por uma armação.06). e os remendos de qualquer outra forma. pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico.Borrachas de apagar 4016.91 . 6) Os colchões. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha. mesmo infláveis. 4016. um punho.14 e 63. assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI. do Capítulo 95. d) Os dispositivos de fixação por ventosa. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40.Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016.. feltros e falsos tecidos. Atualizado em 04/01/2011 . 4) As juntas. rolhas e desentupidores de ralos. com os bordos biselados. do Capítulo 65. recobertos ou não.08).. consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII.95 . mesmo infláveis (insufláveis*). batentes para portas. bolsas para fumo (tabaco). reunidos por colagem ou costura. por terem sido fresados. para atracação de embarcações.Consideram-se luvas para cirurgia.

ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras. a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras). sacos de ginástica. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR. dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira.23). É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo). para calçados. BINÓCULOS.. as bainhas de facas de caça ou de acampamento. para cachimbos.02 .2 .Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil. ou de couro envernizado 4202. as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis. e artefatos semelhantes: 4202. SACOS DE VIAGEM. com ou sem os seus acessórios. de pedras sintéticas ou reconstituídas.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. o couro revestido e o couro metalizado. BOLSAS DE TOUCADOR.21 . de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39. especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. ou de couro envernizado 4202. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico. Nesta segunda parte. as caixas para escovas. INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES. sacos para raquetes de tênis. para ferramentas.Bolsas. PORTACARTÕES.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. NO TODO OU NA MAIOR PARTE.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. ou de couro envernizado 4202. CARTEIRAS. MOCHILAS. OS ESTOJOS PARA ÓCULOS. etc. malas e maletas. DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO. sacos para transporte de esquis. as cartucheiras.Outras 4202. incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. PORTA-MOEDAS.Outros 4202. A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe.Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202. ESTOJOS PARA JÓIAS. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS. Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária. São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado. os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.11 . DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO. mas também os recipientes com tampa semelhantes. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos. de pérolas naturais ou cultivadas. Todavia. mesmo com tiracolo.. Atualizado em 04/01/2011 .22 . A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria). a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*).. OU ARMAS. Estes artigos podem ser flexíveis.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. os estojos para chaves. entre outros.19 . 4202. para jóias. na totalidade ou na maior parte. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+).Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. ou devem ser recobertos.BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo.Baús para viagem (arcas para viagem*). de pedras preciosas ou semipreciosas..29 .39 .. mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. INSTRUMENTOS MUSICAIS. SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS. os estojos para acessórios de máquinas fotográficas..Outros: 4202. OU RECOBERTOS. os agulheiros. CIGARREIRAS. MALAS E MALETAS. E ARTEFATOS SEMELHANTES.Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202.. ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*).99 .92 .. etc. Para este efeito. para charutos.. sacos para a pesca. não concebidas para uso prolongado.31 ..Outros 4202. para tíquetes (bilhetes). TABAQUEIRAS. ou de couro envernizado 4202.91 .32 . BOLSAS.12 .42.9 .. os estojos para canetas. os porta-cartas. ESTOJOS PARA FERRAMENTAS. de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho). os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas. metal. etc..). o couro envernizado.3 .1 .

baionetas ou outras armas brancas (posição 93. geralmente sob calor e pressão. FRALDAS PARA BEBÊS. tabaqueiras. tais como: capas para livros.20 . ladrilhos de qualquer formato. a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas. preferencialmente à cortiça natural. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada.). TOALHAS DE MÃO. DE TOUCADOR. de mesa Atualizado em 04/01/2011 . 4202. na fabricação de materiais de construção tais como painéis. além disso. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. porta-moedas. estes últimos para isolamento térmico. vidro. capas de processos. embora possam apresentar características de recipientes. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada. frascos de cerâmica. proteção de tubulações de água quente e vapor. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada.CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. neste caso.32 e 4202. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante. a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e. e) Os artefatos de bijuteria (posição 71.04. blocos. 48. alcatrão.02). 4818. cigarreiras. Subposições 4202. particularmente. incluídos os discos 4504.Cubos.26). por aglomeração. ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. TOALHAS DE MESA. PARA USOS DOMÉSTICOS. a densidade.21.. plásticos. Notas Explicativas de Subposições. desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818. caixas para bombons. e entre outros. etc.07). Subposições 4202. Mas. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. A cortiça aglomerada pode. c) Os artefatos que. com óleo. capas para documentos. a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões.03. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS.08. pastas para escrivaninha.18 . Além disso.17).91 Para os fins da subposições acima.31. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco). da posição 56.10 . Todavia. g) As bainhas de sabres.Toalhas e guardanapos. tijolos.26 ou 73.). espadas. os estojos de óculos. jogos. PAPEL. constitui um excelente isolador térmico e acústico. h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. em muitos casos. brinquedos.11. DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm. EM ROLOS. posições 39. 45. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. as carteiras para notas. 4504.05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias. 2) Sem adição de aglutinante. ou reforçada com papel ou tecido. ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS. gelatina.Papel higiênico 4818. a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética.30 . DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS. 4202. estojos para chaves.10 .Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45. cinzeiros. artigos de esporte). abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. que protege a superfície de couro. Estes artefatos classificam-se na posição 42. GUARDANAPOS. não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46.31 e 4202. folhas e tiras. etc. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e. f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. cola. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES. com ou sem os seus acessórios (em geral. por exemplo. chapas. cilindros maciços. d) Os artefatos confeccionados com rede.04 . etc. molduras para fotografias.90 . DE PASTA DE PAPEL. se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas. 4202. granulada ou pulverizada. consultar a Nota Explicativa da posição 45.15 mm). VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. a uma temperatura de cerca de 300°C. e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte. em especial. a resistência à tração ou à compressão. Quanto às exclusões.03. não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos.39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM).PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES. ladrilhos e peças moldadas (cilindros.

B) Todas as obras de pasta de papel. 4) As bandejas.05). 7) A lã.90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. permanecem classificados nessas posições. PAPEL. Entre os artigos compreendidos nesta posição. o cartão.90 .10 ou 48. impregnados. 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel.01) ou de pomadas e cremes para calçado. e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. dobradas ou não.Outros 4823. CARTÕES.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL. papel.50 4818. impressos para aparelhos registradores. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48. cirúrgicos. higiênicos ou hospitalares. 6) As tiras e lâminas de papel. para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular. papel. de pasta de papel 4823.05). das posições 48.. travessas. em formas diferentes da quadrada ou retangular. copos e artigos semelhantes. bem como o vestuário e seus acessórios. pratos. não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo..02. b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33).03. não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro. palha ou fibra de papel para embalagem. excluídas as utilizadas para fins gráficos. Atualizado em 04/01/2011 .recortados em forma diferente da quadrada ou retangular. por exemplo.Bandejas.Papel-filtro e cartão-filtro 4823. Geralmente.Papéis-diagrama para aparelhos registradores. composta por tiras finas misturadas. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes.6 . CARTÃO. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. frutas. pratos. d) Os artefatos do Capítulo 64. ou para outros usos.23 .Outros A presente posição compreende: A) O papel. quando não dobrados. de papel ou cartão: 4823. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose.69 . travessas.20 . de quaisquer dimensões.40 4818. CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA. dentários ou veterinários (posição 30. de pasta de papel. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: .40 . pregueados ou em discos. não revestidas. .em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular.61 . pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. circular. copos e objetos análogos de papel ou cartão. 2) Os diagramas. para entrançar. Contudo. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos.4818. quando não dobradas. etc. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular. de toucador.De bambu 4823. de largura não superior a 36 cm. em folhas ou em discos 4823. xícaras ou chávenas. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose. 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. . e suas partes do Capítulo 65. 48. 4823. taças. 48. 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm. Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. em bobinas.Artigos moldados ou prensados. cartão. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever.OUTROS PAPÉIS. imprimir ou para outros fins gráficos.11.70 .

salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas. de folhas de papel e armação de qualquer matéria.2 . modelos e gabaritos.11). que. de folhas de papel. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis. das posições 48. 5601. etc. 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo). 56. revestidas. buchas e separadores (posição 93. d) As tiras e lâminas. e suas partes (posição 67.Pastas ("ouates"). 14) Os tambores de fiação. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem. l) Os mostradores de relógios (posição 91. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas. o papel recortado para a fabricação de sacos. e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49. e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. os suportes planos para enrolar fios. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85). Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e. para selos ou fotografias. dos tipos utilizados para escrever. da posição 48.Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais.10 . 16) Os moldes. 11) As rendas e bordados de papel.Outros 5601. As pastas (ouates) de qualidade inferior. para enchidos. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração.. por colagem ou costura. impregnadas ou recobertas.De algodão 5601. Deve.08). tecido ou não. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia.02. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. nós e bolotas de matérias têxteis A."Tontisses".De fibras sintéticas ou artificiais 5601. k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. não revestidas.03. as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas. incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. fitas. m) Os cartuchos. classificam-se como falsos tecidos na posição 56.02). os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos. n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94.21 . tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates). as tiras de papel para guarnecer prateleiras.. Todavia. mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis. cujas fibras são facilmente separáveis. FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES").PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis.01 .PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS.22). NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS. todavia.29 . de espessura regular. ser facilmente separadas. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes.. de tecidos ou de outras matérias.30 .22 . Atualizado em 04/01/2011 . os mostradores para aparelhos científicos). ao contrário do que sucede com os falsos tecidos. mesmo reunidos.14). artificiais. de textura volumosa. bem como as suas folhas apresentadas separadamente. outros artigos de pastas ("ouates"): 5601. Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo. classificam-se na posição 71. fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração. e) As tiras e lâminas. imprimir ou para outros fins gráficos. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios. folhagem e frutos. f) Os bilhetes de loteria.. já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). de pastas ("ouates") 5601.06). h) As flores. c) Os painéis de fibras (posição 44.11).11. b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38. g) As sombrinhas de papel (posição 66. ou seja.9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria. 12) As juntas e gaxetas de papel. 15) As tripas artificiais de papel impermeável. O branqueamento.13. mesmo nas duas faces. fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas. 17) Os leques e ventarolas de mão.01). posteriormente.05). se comprimem para aumentar a coesão das fibras. que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura. Na maior parte das vezes. os "bilhetes de raspar".11. eventualmente.10 ou 48. 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras.

de porta-jóias. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo. de amaciantes para têxteis (posição 38. entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas. C. em geral. carnaval ou outros divertimentos. são obtidas por trituração de fibras têxteis.Conforme as suas características. ij) Os artigos para festas. etc. Algumas tontisses. as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). Entre os produtos incluídos aqui.FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda. geralmente. da posição 67. artificiais. por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. etc. 59.. Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). etc. sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola). c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. de escrínios. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. de plástico. que também desempenham o papel de suporte. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. na preparação de pós de toucador ou de cosméticos. b) As pastas (ouates) impregnadas. de máquinas para passar a ferro. especialmente. de matérias têxteis. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda. COM PLÁSTICO. de algodão. algumas vezes.05). de fibras sintéticas ou artificiais. por exemplo). e como material de acondicionamento ou para usos sanitários. de algodão. em numerosos casos. preparações para dar brilho.02. B. Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que. Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. 4) Os tapetes de malha. por vezes com uma forma mais ou menos alongada. por exemplo). MESMO CONFECCIONADOS. REVESTIDOS.03). de móveis.. 57. Também se utilizam. g) As flores. cirúrgicos.17). impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha. As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. de plástico.02. isto é.07). misturadas com fibras têxteis.01).03 . barbas postiças.. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33. de sabão ou de detergente (posição 34. tingidas ou frisadas. etc. h) As perucas de teatro. as exclusões adiante mencionadas). EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. de estojos. encáusticos.NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas. plissadas em cilindros canelados. RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas. etc. especialmente. para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate.TECIDOS IMPREGNADOS. etc. d) As fitas de algodão cardado. acolchoados por qualquer processo. 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.05 .07. de pomadas e cremes para calçados. na fabricação de fios. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento).OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). as pastas (ouates) empregam-se. dentários ou veterinários (posição 30. da tosadura dos veludos. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis.17 ou 62. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto. e suas partes.). e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça. Em geral têm o aspecto de moqueta ou. por fusão.) entre dois discos. de lã. 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas.11). folhagem e frutos. revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33). quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte. que se apresentam em pó (poeiras têxteis). Capítulo 48). de lã.04. 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95). tais como perucas para bonecas. ou preparações semelhantes (posição 34.10 (posição 58. Provêm das operações de acabamento dos tecidos e. f) Os chumaços e ombreiras. mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67. Atualizado em 04/01/2011 . o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. etc. exceto os bordados da posição 58.05).).09). exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. 3) Os tapetes obtidos por "flocagem". tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos. de peleteria (peles com pêlo*). para alfaiates (posições 61. etc. forros de vestuário. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. Obtêm-se.

revestidos. sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. de linho. o plástico. uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo. que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. classificam-se no Capítulo 39. para fabricação de bolsas. As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. de fibras sintéticas ou artificiais. classificam-se. revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. o aspecto do couro. de algodão. em geral. de matérias têxteis. às vezes. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. etc. da posição 56. 59. DE PLÁSTICO. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios. espiral de fio metálico). As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo. as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. nem revestido ou recoberto em ambas as faces. consoante os tipos. Algumas correias. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. por simples pressão a quente. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões. Capítulos 50 a 55.Com poliuretano 5903. Os tecidos cuja impregnação. para encadernação. com desenhos provenientes desses tratamentos. por exemplo. face a face. revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados.11. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. etc. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial.MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES.04). Todavia. como tecidos para mobiliário. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. ainda. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas.Com poli(cloreto de vinila) 5903.09 . pantufas ou brinquedos. incluem-se.05). no âmbito desta posição. nas quais o tecido sirva apenas de suporte. Estes tecidos. (Quanto aos critérios para o termo "suporte". recobertos ou estratificados com plástico. malas. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais. muitas vezes colorido.10 . b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59. isto é. as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS. qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar). sem fenderem.5903. Excluem-se. estão igualmente classificados no Capítulo 39. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. 58 ou 60). no entanto: 1) A impregnação. como tecidos adesivos. em um mandril de 7 mm de diâmetro. Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. poli(cloreto de vinila)). especialmente. que possam enrolar-se manualmente. por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). os tecidos combinados com folhas. por simples colagem. na superfície. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. bem como os estratificados com esta matéria. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima. porém. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. São constituídos. em geral.10 . São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado. último parágrafo). Utilizam-se. etc. abrangidas pela presente posição. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. desde que. costura ou qualquer outra forma. impregnados. nos Capítulos 50 a 55. Entre eles. MESMO IMPREGNADAS. de plástico alveolar. lâminas ou formas semelhantes. em geral. MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). de larguras muito variadas. com plástico. REVESTIDAS OU RECOBERTAS. de textura apertada. c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59. 58 ou 60. de alcatrão ou de preparações químicas. na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. Em numerosos tecidos da presente posição. nas duas faces. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral. chapas ou tiras.) com características de acessórios. forma. parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). A expressão "correias transportadoras ou de transmissão".20 . 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico. revestidos. nos Capítulos 50 a 55. Além disso. recobertos ou embainhados com plástico. d) Os tecidos impregnados.09 59.90 . Por outro lado.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados. com plástico. designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força. quer prontos para uso. vestuário. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. Estes tecidos. os tecidos revestidos ou recobertos.11.04. agulhetas. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. de algodão. confeccionados.02).

macacões. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc.De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo.. a expressão "vestuário e seus acessórios. vagões.29 . são obtidos reunindo. revestidos ou não.De algodão . ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA.Tendas: 6306.2 .. mitenes e semelhantes. geralmente de tecido. recobertos ou embainhados de borracha (posição 40.30 6111. juta. entrançados da posição 58. 63. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo.22 .De fibras sintéticas 6306. Atualizado em 04/01/2011 . VELAS PARA EMBARCAÇÕES.. revestidos. Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.. linho ou algodão. sem sola exterior colada. sapatos de malha para bebês. DE MALHA.08. por costura.De algodão 6306.Colchões pneumáticos 6306. caminhões. correias. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo). As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro. especialmente de poliamidas. etc. mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos .De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis.Encerados e toldos: 6306. cordas.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS.principalmente Seção XVI). Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão. com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais. As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e. 61. luvas.De lã ou de pêlos finos . correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos).Velas 6306. revestidos. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada. em geral de forma retangular. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem. prontas para uso (sem fim ou com grampos). cilindros.1 .10 6111. recobertas ou estratificadas com plástico. etc. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores.ENCERADOS E TOLDOS. e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados. ou de cânhamo. etc. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis.20 6111. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos. geralmente. classificam-se.De outras matérias têxteis 6306. etc. .10.30 .De fibras sintéticas 6306. recobertos ou estratificados com borracha. também se classificam nesta posição desde que sejam planos.se destina a entrar em contato com os rolos. de estatura não superior a 86 cm.91 .. babeiros ou babadores.11 6111.19 . pelo contrário aqui. Fabricam-se. Os encerados. relativamente pesados. para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. então. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses. Abrange também os cueiros e fraldas. fitas da posição 58. às vezes.40 .De fibras sintéticas . como tecidos dos Capítulos 50 a 55. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. TENDAS. As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo).9 . PARA BEBÊS.De outras matérias têxteis 6306.). costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior.. etc. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno. As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se. por exemplo) para os quais são concebidos.06 . mesmo que se apresentem providas de grampos. 6306. 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos. Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65. produtos químicos.11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo).Outros: 6306. quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias.06.12 .99 . A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas. revestidas.. As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado. b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura.

para divertimentos. as barracas ou tendas militares.20 . São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável. cafés. 11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. que se colocam sobre os passeios. O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*). travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. as tendas para circo.05). embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42. etc. não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura. como acontece com certos toldos para janelas. 4) As bandeiras. para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas. Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. panos grosseiros de prato ou de cozinha. máquinas. malas. estandartes. 2) Os cintos e coletes salva-vidas. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. Atualizado em 04/01/2011 . matérias têxteis sintéticas ou artificiais. bem como para pranchas ou carros à vela. 63.10 .06).02).. lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40.Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis. máquinas. Compreende. barcos de pesca. por exemplo). São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. para uso doméstico. em especial: 1) As rodilhas. estacas. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56.01. por exemplo). etc. esfregões. etc. 3) Os toldos (para lojas. máquinas. para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes. 5) Os sacos para roupa suja. liso ou listrado.04).07 . etc.Cintos e coletes salva-vidas 6307. da posição 63. INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. bandeirolas e semelhantes. colchões.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. Os guarda-sóis-tendas de praia. geralmente de tecido forte. podendo encontrar-se montados e.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil. 8) As lonas de proteção.09). com aspecto de tenda. por exemplo. mesmo acompanhadas das armações. para acampamento. esfregões.). 3) Os moldes para vestuário.) são artefatos de proteção contra o sol. reunidos por costura. embarcações desportivas.Rodilhas. portas de sacadas.03). Podem ser.01). exceto as da posição 56. 12) Os abafadores de chá. de acordo com a forma da roupa. panos de prato ou de cozinha.05). para decorar bolos por injeção de creme. 2) As velas para embarcações (veleiros. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve. mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34. as tinas e tanques. cordas ou acessórios deste tipo. em geral de tecido rígido. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. neste caso. 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42. saquinhos para meias de senhora. Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação.02). cortados de forma especial. incluídas as portáteis e as de praia. etc. para calçado.07). são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade. os colchões. 7) As capas para automóveis. da posição 66. c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. de tecidos finos.06. iates. etc. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307. festas e outros usos.90 . São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado.. estão excluídos desta posição. ou ainda de lona. sacadas etc. os revestimentos para o chão.01 ou 34. 13) As almofadas para alfinetes. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda). de fibras sintéticas ou artificiais. etc. de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso. 9) Os sacos para filtrar café. 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56. planos (posição 63. pendões. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves. automóveis. 6307.16. recobertos ou estratificados.. no interior ou ao ar livre (posição 95. b) Os sacos de dormir. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos. as redes de dormir.08. 15) Os cordões para sapatos. espartilhos. raquetes de tênis.

13. odores. 28) Os artigos em falsos tecidos.04) e as borlas ou esponjas (posição 96. cotovelos. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário.13). h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio. tornozelos. 18) As coberturas e bainhas.03).01).) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. em peças preparadas para corte. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento.01. 25) As rosetas (por exemplo. punhos) ou para os músculos (por exemplo. etc. classificam-se na posição 94. pára-quedistas. estojos de toucador. a fixar-se no assento de veículos. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. d) As etiquetas. k) As flores. cortados em uma forma específica. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 . 6403. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações. 6402. n) As pulseiras de relógios (posição 91. b) Os artigos de viagem (malas. confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção). 21) Os panos para queijos. e suas partes. ij) Os guarda-chuvas. 22) Os fiadores para guarda-chuvas. perneiras (grevas*) etc.. bengalas.17. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95. que provenham de fardos já utilizados. sabres. 61. as peneiras e crivos (posição 96. compreendidos na presente posição os rolos de tecido.02. bem como os artefatos confeccionados com flores. artificiais. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71.17). bem como as folhas apresentadas isoladamente. espadas. caiaques e outras embarcações (posição 89. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI. 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo. 24) As máscaras de proteção contra poeiras. e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42.) do Capítulo 64. cortados de forma quadrada ou retangular.01)..01). assim. pincéis e artigos semelhantes (posição 96. aviadores. jogos. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria. para qualquer animal (posição 42. sombrinhas.17). para animais.17 ou 62. (Os panos para queijo. etc. e suas partes e acessórios.03). Os assentos para crianças. as coxas). de forma a modelá-lo.). classificam-se como tecidos em peça). etc. mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro. Estão. para guarda-chuvas e guarda-sóis. p) Escovas. m) Os metros (posição 90. eletricistas. etc. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62. por exemplo. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49. Excluem-se desta posição. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62. 20) Os tecidos com costuras grossas. etc. 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos. para portas e janelas. tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário.07. embora se destinem a ser usadas na cintura. as atribuídas em competições). mas incompletamente descosidos.16).02). incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate). de malha (posição 61. guarda-sóis. classificam-se na posição 42. artigos para divertimento e festas. 19) Os leques e ventarolas. l) Os botes pneumáticos. do Capítulo 65. folhagem e frutos. que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. Além dos artefatos acabados atrás referidos. joelhos. NCM 6401. excluídas as de vestuário.05. folhagem e frutos. exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI. 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção. que se destinarem. tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas. Todavia.16) As correias que. o) Os brinquedos. para o transporte de crianças. mochilas. sacolas (sacos para compras).17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas.05. artificiais (posição 67. e) As faixas para a cabeça.

99.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo.99 6401.00 6402.90 64.12.1 6402. parafusos.20.12.20.64.1 6403.00 6403.90 6402.10. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.9 6402. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias. 6401. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.99.00 6401.90 64.03 6403.00 6402.10 6401.00 6403.00 6401. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .40. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites.99. plásticos.10 6402.02 6402.10 6402.01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.92.9 6401.91.19.00 6403. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados.00 6402. pregos. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes.91.19.99 6402.91 6402.99. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.

05 6405.5 6403. treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados. plásticos.10.00 64. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.51.04 6404.10 6405.20 6405.10 6403.59.00 6404.91.10 6405.10 .20.90 6403.90 64.19.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE. de proteção Atualizado em 04/01/2011 .00 -Outros calçados. MESMO GUARNECIDOS.11.6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.59 6403. basquetebol. 6506.20.9 6403.10 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.90 6403.91.59.00 6404.00 6405. ginástica.99.51 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.90 6403.51.99.91 6403.06 .1 6404.10.Capacetes e artefatos de uso semelhante.90. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha. calçados para tênis.10 6403.99 6403. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte.10. -Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65.90 6405.10 6403.

etc. couro e outras matérias. capuzes. se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte.20 . de asfalto reforçado ou recobertos de metal. 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído.91 . Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes.9 . capacetes militares.6506. blocos e formas semelhantes. mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares. revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro.Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis. 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal. desperdícios de cortiça. granada. em ambas as faces. Entre as obras abrangidas por esta posição. que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. Estas (ao contrário das obras desta posição).90 . fitas. geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos. cartão. bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. chapas. motociclistas. resinas naturais.ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho. 68.Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. metálicos (de ferro fundido. plásticos.). Tubos e recipientes.). talco. naturais ou artificiais. segmentos etc.OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO. BREU OU PEZ). podem apresentar-se cozidos.Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805. 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante.. MESMO RECORTADOS. de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos. escórias. Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. para bombeiros. carboneto de silício (carborundum). ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto. 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*). em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos. em determinados capacetes.07 . por exemplo). 27. mas em que o abrasivo.13. o regime das obras do metal respectivo. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados. 4) Os tubos e recipientes. vazados ou moldados. etc. cré. segmentos.De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo. borracha (endurecida ou não). quartzo. discos. Os tubos e recipientes.. etc. serragem (serradura) ou fibras de madeira.De borracha ou de plástico 6506. As tiras.. constituídas por um suporte (por exemplo.10 . pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação. que se apresentam habitualmente em pães.). recobertos de matérias abrasivas.99 . As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas. bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas.. assim obtidos. ou ainda para afiar cardas. aço. tijolos. CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS. etc. estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. 68 ou 95.Em rolos 6807. sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego. 68.14 ou 27. gesso. a maior parte das vezes adicionadas de areia. fibras de amianto. fibra vulcanizada. papel. devem citar-se: 1) As lajes (placas). 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais.Outros: 6506. quer nos Capítulos 63. cortiça. ladrilhos. etc. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. asfaltos e betumes. discos.. de cartão feltrado. tais como esmeril.05 .08. vidro.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. naturais. Atualizado em 04/01/2011 . escovas. EM PÓ OU EM GRÃOS.04.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha. etc.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805. PAPEL. COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação. vidro e semelhantes. 6807. dessecação. etc. natural ou artificial. areia. grampeados ou reunidos de qualquer outro modo. de uma camada dessa matéria.10 . pelo contrário. mineiros ou operários de construção. pedra-pomes. triturados ou pulverizados. tais como depuração. resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes. misturas betuminosas. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. tiras. corindo. 6805. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta. por exemplo. enxofre. às vezes corados artificialmente.30 . sílex. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante. 2) As chapas para telhados. couro. cimento. madeira. etc. 27.

etc. destinados. molduras. tecelagem. PASTILHAS). O papel. revestidos. bronzeados. silicato de sódio. calças. TIRAS. rodelas.11 OU 68. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59). chapas ou cortados em tiras..8 .Contendo amianto 6813. folhas.11). são obtidas. tubos. impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante. a embalagens (posição 48.. calçados e chapéus 6812. PLACAS. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem. À BASE DE AMIANTO.11).Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . CALÇADOS. de amianto. etc. EM FIBRAS. polidos. juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84.. em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento.99 .91 .93 . de amianto.24.. 68. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda". PARA FREIOS (TRAVÕES*). acessórios de vestuário.. em primeiro lugar. revestidos. d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. entrançados. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68.19).) que tenham sofrido tratamento além da seleção. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO. para a fabricação de objetos moldados. em certos casos. simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. borracha. anéis. por redução das fibras a pasta. vestuário. isolamento. grafita. podem apresentar-se também revestidos de gordura. com ou sem dedos. Estão excluídos da presente posição. mangas. borracha. NÃO MONTADAS. escórias. perfurados.84). condutos.92 . Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. batedura e limpeza. Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição. escudos para bombeiros.Outras: 6812. além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto. placas (lajes). etc. polainas. VESTUÁRIO. Para fabricação de fios. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem. de proteção. uniões. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis.24. varetas. EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO.13. estão incluídas na posição 25. b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). como matérias filtrantes e. cortiça. de preferência.20 . as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. torção. cordas. com resinas naturais ou plásticos.Além disso.11). JUNTAS). fiação.Outras Esta posição compreende. tiras. TECIDOS. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente. discos. corados na massa. na fiação empregam-se. 6812. CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE. capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto). as fibras cardadas e as fibras tingidas. óxido de alumínio. gesso.Folhas de amianto e elastômeros comprimidos. excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões. mesmo apresentadas em rolos 6812. enchimento. MESMO ARMADAS. para combater incêndios nos condutos de gás. filtração. DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE. rolos. bainhas. as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos. apresentam-se em rolos. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. tecidos em peça ou cortados. talco.11.13.AMIANTO TRABALHADO. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. DISCOS. 6813. etc. para bombeiros. fibras compridas.De crocidolita 6812. principalmente.. em pó ou em flocos (posição 25. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão.12 . envernizados. para juntas. por exemplo. cartão e feltro. As fibras de amianto. para defesa aérea. confecção ou moldação. pedra-pomes. Também se obtêm comprimindo a quente.13 . eventualmente. feltro e papel.GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO.. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa. ladrilhos. em geral. c) As obras de fibrocimento (posição 68. panos para apagar incêndios.9 . talco. celulose. OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. fibrocimento e pó de amianto. capuzes e máscaras com "vidros" de mica. ANÉIS.80 . Os fios podem ser simples ou torcidos. SEGMENTOS. entrançamento. A presente posição inclui. cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. de fibra de vidro. recipientes. cartões e feltros 6812. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. bem como as que foram batidas ou limpas.24). folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico. colchões. podem citar-se os cordões. etc. ver a Nota Explicativa da posição 25. Estes produtos. asfalto. 68. sob forte pressão. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos. luvas. d) Os tecidos ou mantas. revestidos de amianto. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68. FIOS. por fim. Para a descrição do amianto crocidolita. aventais. serragem (serradura). fresados ou trabalhados de outra forma. feltragem. terra siliciosa fóssil. MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS. fibras de vidro. chapas filtrantes. ROLOS. Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias.Vestuário. descansos para travessas. Tais são.Papéis.

enquanto que a porcelana à base de ossos. mais ou menos fina. artigos sanitários. que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão. impermeáveis. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente.OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos.. Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos). mais pobre em alumina. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato). parcialmente vidrado. posição 87. o zinco ou o chumbo. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. Sem serem opacos como a faiança. 69. que seguem. donde o seu nome deriva. I. as porcelanas de pasta branda. telhas. breu ou borracha comprimida ou. quando quebrada. finamente peneiradas e diluídas em água. consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. Encontram-se recobertas de um esmalte. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas). Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais. ou nitidamente translúcidos como a porcelana. plástico e outros produtos apropriados. a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos. Fabricam-se com argilas. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que. por uma mistura de fibras de amianto. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69. têm textura terrosa e opaca. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. rolos.. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie. TIJOLEIRAS. e.81 . provida de alvéolos. por exemplo) ou celulose. guindastes. etc. distingue-se da porcelana por ser opaco e. tiras. sob o ponto de vista comercial. carbonato de cálcio. C) Certos produtos cerâmicos que tendem. impregnado de plástico. II. estes produtos são. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. agrupam-se os produtos cerâmicos. Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados.. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão. O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo.08.11 ou na posição 69. de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. mais geralmente. feldspato (ou feldspatóides) e. perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo. 2º) Da louça.12.).Guarnições para freios (tavões*) 6813. destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). B) O arenito cerâmico. contudo. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos. o regime da matéria constitutiva. que as distingue das porcelanas. mas sem chegar à semivitrificação. Consoante o seu emprego. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. com exclusão da porcelana. adere à língua. por exemplo.08). Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. em geral. lâminas. e a pasta apresenta-se corada (em geral. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente. de castanho. para freios (travões) a disco). polido. segmentos. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. normalmente. Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta. revestidos de amianto. que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. é permeável aos líquidos. com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. tais como o latão. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. às vezes. 2) As faianças. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados. em geral. quartzo. O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato. Podem também encontrar-se reunidas por costura. tecido ou entrançado. dragas e outras máquinas. devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. o que o torna integrante do seu suporte. duros.PORCELANAS Por "porcelanas". É geralmente cinzento ou acastanhado. se classificam na posição 69. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura. o fundo Atualizado em 04/01/2011 . o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. discos.07 e 69. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada).04 . guarnições de cortiça).89 . b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como.6813. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro.Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO.. vermelho ou amarelo). ao contrário da porcelana. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada.

para estes usos particulares.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo. recobertos de fina camada de matéria terrosa. 69. por exemplo: grades de ventilação. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada). em uma ou nas duas faces. maciços. portais. ocos ou escavados. balaustradas. e os tijolos refratários da posição 69. por exemplo). fumados. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês. a Nota Explicativa da posição 69. etc. que adere à língua. frisos.polidos.500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. e mesmo que. fibras de turfa.TELHAS.10 .TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. são fabricados de arenito cerâmico. isto é. etc. redes para tetos. 3) Tijolos comuns. 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas. granulosa e terrosa e não vitrificada. determina a formação de uma rede de espaços vazios. Esta posição também compreende os tijolos maciços. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. desde que não estejam incluídos no Capítulo 85. em geral. de encaixar. em virtude dos seus usos eletrotécnicos. de barro.02. com nervuras. não devem ser considerados "porcelanas". os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó.01.das xícaras (chávenas)). utilizando na sua fabricação argila ferruginosa. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO.05 . como tijolos. Também podem apresentar. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira). tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. etc. branca ou corada. desenhos em relevo obtidos por moldação. Pelo contrário. leves e porosos. em forma de meia-cana.09).) ou de telhas especiais.07 e 69. cachorros. carrancas. areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura). etc. tijolos perfurados. construção de pilares de pontes. Deve. mas às vezes também de arenito cerâmico. para certas construções especiais (instalações químicas. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas. as pedras e placas (lajes). geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato. 4) Tijolos de revestimento ou de fachada. perfurados ou não.. de superfícies planas ou caneladas. como as telhas para empenas. para cantos de telhados. DE CERÂMICA.90 . 6904. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. b) Os ladrilhos. frisos e outros ornamentos de arquitetura. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. cercaduras.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. frontões. cuja combustão. da posição 69.e é o caso particular do tijolos de revestimento . furadas ou com ganchos. tais como capelos para chaminés. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão.04 . de forma retangular. 4) Outras peças para construção. especialmente para tetos e pavimentos). Estes tijolos são. ELEMENTOS DE CHAMINÉS.10 . Compreende: 1) As telhas (para telhados.Tijolos para construção 6904. para ornamentar paredes. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos. estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. e que são cortados antes de serem utilizados. que se utilizam. Atualizado em 04/01/2011 . porém. esferas. por exemplo. a característica de tijolos de construção. chaminés industriais e instalações análogas. de barro. Distinguem-se. Estes produtos. 2) Tijolos comuns arqueados. capitéis. etc. Todos estes artefatos podem apresentar-se . TIJOLEIRAS. etc. na maior parte das vezes. remates para chaminés. para enquadrar portas e janelas. palha cortada e substâncias análogas.Telhas 6905. Desde que conservem ainda. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas. envernizados ou esmaltados. para cobrir os algerozes. etc. serragem (serradura). se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. DE CERÂMICA. florões. telhados. telhas para cumeeiras. paredes.). mas. paredes. no decurso da cozedura.90 . os tijolos que não suportam temperaturas de 1. 6905. ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS. tais como cornijas. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr. Também cabem neste Subcapítulo. contudo. 69. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. que se obtêm misturando. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. depois de separados. para pavimentação e revestimento das posições 69. remates de paredes. em construção. para chaminés industriais. ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos.08 (ver Notas Explicativas correspondentes). tijolos de forma especial designados tapa-vigas. que se empregam especialmente para revestir fachadas. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. CONDUTORES DE FUMAÇA. que oculta a cor da pasta. na pasta cerâmica. diversas guarnições de remate. tais como pavimentação. da porcelana propriamente dita pela sua fratura.

se incluem na posição 69. etc. alamedas de jardins. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. como aquelas.06 - TUBOS. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas. tal seria o caso. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação.10 . quer por vitrificação (arenito cerâmico). 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva. esmaltados. ou também . Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. excepcionalmente.) que se destinem aos mesmos usos. cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. por exemplo). quer por esmaltagem. grosseiramente trabalhados. DE CERÂMICA. lareiras. envernizados.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas . principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura.07 . elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. 69. corados. Na prática. excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . cubos.LADRILHOS E PLACAS (LAJES).de barro tornado impermeável. plintos. 6907. b) Os tubos. incluídos os semitubos (calhas. que são normalmente retangulares. estriados. tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos. a classificação de artefatos nesta posição é. destinados a ligação ou derivação (mangas. por meio de cimento. só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados.46 e 85. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica. cantos e artefatos análogos. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção. marmorizados.Todos estes artefatos se incluem nesta posição.47.). Excluem-se desta posição.Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. etc. os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. tais como capelos. c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação. 3) Os acessórios de tubulagem.. em cotovelo. não vidrado nem esmaltado. etc. em geral. pastilhas e artigos semelhantes. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. especialmente concebidos para laboratórios (posição 69. etc). canelados. geralmente de porcelana. Diferem. em especial). por não terem. citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos).09). NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS.) diferentes das formas das placas (lajes). Em suma. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69. octogonal. portanto.90 . tês. Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam. etc. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907. com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. sifões. de diâmetro constante ou variável. pavimentos. determinada pela sua forma e dimensão. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes. ser emoldurados. mesmo que se apresentem areados. ao contrário dos tijolos.05). CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES. cola e outros processos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. por serem planos. as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras.. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). de que constituem o esqueleto. CUBOS. com relevos. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes. devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes. etc. tubos de esgoto. PARA MOSAICOS. além disso. mesmo fixados em papel ou outro suporte. impregnados de outras substâncias. frisos. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85. 69. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. sem que deixem de pertencer à presente posição. de porcelana (por exemplo. Estes artefatos podem ser de barro. são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura. Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam. Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. uniões. são de arenito cerâmico e. entre outros e mesmo que se utilizem em construção. lingüetas. chaminés. horticultura e jardinagem. de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação . às divisórias já construídas.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa . com derivações.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. especialmente. Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes).07). das telhas. e não pela sua composição. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. às vezes. MESMO COM SUPORTE. DE CERÂMICA.06). Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. 3) As pastilhas. recobertos com engobos. cotovelos. cubos ou pequenos retângulos para mosaicos.Ladrilhos. Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. formas geométricas (hexagonal. Entre estes artigos figuram. algerozes. DE CERÂMICA. dos meios-fios.

resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada. "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos". São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem. que é conhecido como sendo à prova de balas.29 . os formados por duas folhas de vidro reunidas. A) Vidros de segurança. os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas.19 .1 . que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química").Vidros temperados: 7007. Os vidros de segurança deste tipo. antes da têmpera. O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e. seguem o regime destes últimos. É fabricado um tipo especial de vidro. por exemplo). de forma que devem. B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas. mas também aqueles que.07 . veículos aéreos.04. aparelhos ou veículos. Contudo. estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação. por exemplo. vigias de navios.a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69. temperados. constituído por duas ou mais folhas. não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32. óculos de proteção para operários. PARA MOSAICOS. que se faz aderir às chapas de vidro. Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis. com alma de fibra de vidro. veículos aéreos.07. pastilhas e artigos semelhantes. cubos. 70. Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69. ou até se desintegrar pela ação do choque.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO.Outros O "vidro de segurança". mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908.. Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados". Atualizado em 04/01/2011 . também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. 7007.. Em alguns vidros desta natureza. VIDRADOS OU ESMALTADOS. MESMO COM SUPORTE. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura.2 . na acepção da presente posição. incluem-se na posição 70.Ladrilhos.13.Vidros formados de folhas contracoladas: 7007. ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos.. o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços.12). normalmente chamados "vidros folheados". quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. VIDRADOS OU ESMALTADOS. 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura.15. CUBOS.08.VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS. portas de estabelecimentos comerciais. os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X.21 . tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam.). resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro. 6908. barcos ou outros veículos 7007.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. mas sem que se deformem. na maior parte das vezes.. Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69.08 .LADRILHOS E PLACAS (LAJES). c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica).90 . Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes. destinados a usos especiais. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas. os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves. em particular. etc. barcos ou outros veículos 7007. As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão. Os vidros isolantes de paredes múltiplas e.Outros 7007. Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro. DE CERÂMICA. Seguidamente.11 . se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo).Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente.07). por outro lado. DE CERÂMICA.10 .11 ou 69.14). 69. podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido. vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos. apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem.

por vezes. mesmo com estojo protetor. São. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes). emoldurados ou não. carapaça de tartaruga..16). etc. por junção de outras matérias. a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens.. pedras preciosas ou semipreciosas. em artefatos incluídos em posições mais específicas.29 . c) Os espelhos de vidro.06). misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido. etc. compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*).De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin. se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos.Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". obtém-se uma camada metálica muito aderente.Objetos de vitrocerâmica 7013. 70. emoldurados (de metal. plásticos.13. espelhos de uso pessoal manuais. de colocar sobre os móveis ou para suspender. etc. etc. classificam-se na posição 70.Recipientes para beber. são classificados nesta posição. suportes. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71. 70. Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão. A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica. tecido.. Deve notar-se. ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES. A presente posição abrange não só o vidro prateado.Não emoldurados 7009. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97.. (posição 70. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES. por exemplo). pedras sintéticas ou reconstituídas. que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados.13).13.De cristal de chumbo 7013.Outros objetos: 7013. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas. COZINHA. brinquedos.10 .9 . Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias.91 . 7009. etc.31 . quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais. alças (pegas*).. Desta forma. ESCRITÓRIO.Outros: 7009.) de colocar no chão.Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado. todavia. contendo ilustrações sobre uma das faces. às vezes.. sapatarias. Esta posição compreende igualmente os espelhos.09 . Contudo. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas.9 . A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre. 7013. Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39). salas. TOUCADOR.14). espelhos de bolso ou para bolsas de senhora. os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água.Outros 7013. A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel.21 .). madeira.De cristal de chumbo 7013. nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94.32 . entre outros. MESMO EMOLDURADOS.39 . b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos. quer pérolas naturais ou cultivadas. exceto de vitrocerâmica: 7013. estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70.13 . Em seguida. platina ou alumínio).) o qual. conchas. etc.2 . por exemplo) (Capítulo 95). tais como certas bandejas com asas. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica. Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir.91 . etc. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70. artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras).18. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados.3 . em folhas. platinado.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA. compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos. exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71.. em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos. assim.De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 . exceto de vitrocerâmica: 7013.Espelhos retrovisores para veículos 7009.Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha.92 .Outros 7013.ESPELHOS DE VIDRO. por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes. mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento.. ela própria recoberta com um verniz. de vidro.).. entre 0°C e 300°C 7013. desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos. por exemplo. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e. Pelo contrário.10 OU 70. d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos. madrepérolas.).10 .

copos para batedeiras domésticas. tais como vasos. O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros. archotes de iluminação. flores e folhagem de contas de vidro. etc. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. misturadores. entre outros. em caso contrário. oveiros. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. mamadeiras (biberões*).16). b) As garrafas. estojos para objetos de escrita e tinteiros. distribuidores de sabão líquido. para obtenção de efeitos ópticos adequados. permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. de borossilicato) ou de vitrocerâmica. flores. sucessivamente. baldes de gelo. molheiras. frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes.. d) Os artefatos da posição 70. Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos. convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes).. porta-facas. etc. É evidente. desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis. 2) Os objetos para serviço de toucador. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. mesmo emoldurados (posição 70. travessas (de mesa. mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. lanternas de bolso. e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. etc. Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição. etc. automóveis. tampas de queijeiras. Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)). fixos ou intermitentes. suportes para bolos. esponjeiras.). 3) Os objetos para escritório. estatuetas. estes objetos incluem-se na posição 71. sinais de estrada. e ainda os boiões para conserva (posição 70.09. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). que possam servir para ornamentação de interiores. pregadores (para toalhas de mão. galheteiros. saladeiras. centros de mesa (excluídos os da posição 70. aquecedores de travessas. cabuchões e objetos semelhantes.01 ou 90. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). se se tratar de placas indicadoras. de metais comuns e na posição 85. quadros de comando ou de bordo. queimadores de incenso e outros perfumes. etc. Se esta última condição não for satisfeita. objetos diversos (animais. esses artefatos estão incluídos em outras posições.7013. espremedores de frutas. gravados. campainhas de mesa. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96. Esta posição abrange. Todavia. em particular. tacinhas para alfinetes. NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. que transformados em obras nitidamente caracterizadas. panelas. Podem ser incolores ou corados. tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). por exemplo) e de formar assim. jarros. folhagem. classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos.. ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. toalheiros. sinais ópticos. suvenires (artigos de recordação) com paisagens. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador.ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. tigelas. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. esboço e polimento. bomboneiras.. contudo. bules para café e cafeteiras. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias. caixas para pó-de-arroz. Todos estes artigos podem ser de vidro comum. sinais para bicicletas. Estes artefatos consistem em vidros. igualmente. peneiras de açúcar.).09). pratos. que entram na fabricação de faróis de automóveis. Realizam-se assim. estojos escolares. garrafas. de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos. gradualmente substituídos por outros mais finos. placas ou simples refletores para ciclos. tachos.). da posição 94. aquários. etc. A presente posição compreende.14 .15). certas balizas. Estes artefatos. etc. de ir ao forno.17. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70. Por outro lado. a priori. geralmente hemisféricos. lentes. e) As caixas e semelhantes. zonas brilhantes que se vêem à distância. taças. frascos. petisqueiras.18. de terrinas. fruteiras. frutos. bibliocantos (apara-livros*). têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis. tais como saboneteiras.12). etc. tiras. na escuridão. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70.09).16). conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados.09). saleiros.05. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91.10.99 . estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima. pedaços ou discos.14. e até de certas lupas muito rudimentares. bandejas. postes de sinalização.10). madeira. São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. recipientes graduados para cozinha.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. açucareiros. cartazes ou tabuletas. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro. Pelo contrário. canecos e copázios para cerveja. cinzeiros. xícaras (chávenas). descansos de travessas.Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos. chapas. boiões e vasos. 70. foscos. reservatórios para moinhos de café. lapidados. etc. classificam-se na posição 70.02. incluem-se nas posições 90. diversas operações de desbaste. copos. sem que tenham sido trabalhados opticamente. por exemplo na posição 83. manteigueiras. f) Os aparelhos de iluminação e suas partes.). Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas.

73.RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS. em tesouras de podar. utilizadas principalmente em material de transporte. manômetros. por vezes embebido em acetona. por exemplo. utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões. bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90). etc. carvão de madeira. em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. B) As molas helicoidais. barras ou chapas de seção retangular ou oval. hidrogênio.15) (ver a Nota Explicativa correspondente). formadas por fios.20 . cimento). dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis.20 . As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas).10 . mesmo corretivas.9 . constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. não trabalhados opticamente (posição 70. etc. simples ou sobrepostas.Outras: Atualizado em 04/01/2011 . Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio.De ferro fundido. máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes.OUTRAS OBRAS MOLDADAS.05. anidrido carbônico. utilizadas em dispositivos de corda. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr. como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás. Pelo contrário. entre outras). trabalhados opticamente. 73. Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66. podendo ambas as calotas. graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. Alguns destes recipientes . que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente.Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas. etc. DE FERRO OU AÇO. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas.Molas helicoidais 7320. oxigênio.10 . etc. vagões. Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84.Molas de folhas e suas folhas 7320.03). d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94. c) Os elementos de óptica de vidro.a) Os vidros para lentes. Alguns deles. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. em fechaduras. de regulação ou de medida.18) (ver a Nota Explicativa correspondente).). etc. automóveis e outros veículos). tais como válvulas.18). incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas.).por exemplo. 7325. DE FERRO FUNDIDO. gás butano. etc. b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão. tração e torção. reservar espaço para um líquido criogênico. introduzir um material isolador. de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões. indicadores de níveis. FERRO OU AÇO. fios ou barras. para obtenção de um isolamento térmico eficaz.04). Outros. C) As molas espirais planas e as molas planas. exceto as molas para relógio da posição 91. 2) As molas em voluta. Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando.02). torneiras. e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. amianto.90 . argônio. FERRO OU AÇO. d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. com um aglutinante (por exemplo. de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas. os que se destinam a conter acetileno . 73.11 . constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. máquinas. possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados.MOLAS E FOLHAS DE MOLAS. acetileno. 7320. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas. não maleável 7325. dimensão ou aplicação. fazer o vácuo.25 . D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias.). Outros. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro.14. DE FERRO FUNDIDO.

os contrapesos de uso geral. de barbear 8212.Navalhas e aparelhos. folhas e tiras. de estanho. quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura. uniões. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. Entre as obras incluídas nesta posição. Excluem-se. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo. cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos.44). exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo. 8212. aplicam-se.20 . para armazenamento ou transporte de ácidos. os chumbos para lastro de iates. cântaros. os pesos para aparelhos de relojoaria. grades e chapas de esgotos. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc. carrancas e goteiras de telhado. dois litros.06 . etc. de estanho.NAVALHAS E APARELHOS. taças. Esta posição engloba todas as obras de chumbo.Lâminas de barbear de segurança. extrudadas ou refundidas (posição 78. mutatis mutandis. reservatórios. incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 . definidos nas Notas 1 a).06). mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. os tubos de chumbo. Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo.08). e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas.. luvas (mangas)). por exemplo. etc. as tinas.91 . uniões. nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita. os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75.07 . 3) Os artefatos domésticos. mutatis mutandis. barras. os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos.7325. luvas (mangas)). As disposições das Notas Explicativas das posições 73. de chumbo. da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. marcos de correio (marcos postais*). b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos. transformados em elementos de obras determinadas.81). mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. plástico ou suportes semelhantes). o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. dentifrícios ou outros produtos. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento. por exemplo). aplicam-se. esferas para moinho. tais como baixelas. tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras..81). cotovelos.OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. DE BARBEAR. os chumbos para redes de pesca. quer na Nota 1 da Seção XV. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83. E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS). tampas para copos e canecas de cerveja. boiões. 4) As medidas de capacidade (litros. às obras da presente posição. especialmente. perfis e fios. produtos radioativos ou outros produtos químicos. travessas. tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos.). mesmo moldadas.03). ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. 7) As chapas. em particular.Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO.07. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. Classificam-se. tais como a sinterização (posição 73. 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. 80. destinadas a serem laminadas. vasos. Classificam-se nesta posição. também. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. Esta posição engloba todas as obras de estanho.10 . por exemplo. as obras fabricadas com chumbo para construção civil. de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel.Esferas e artefatos semelhantes. às obras da presente posição. 78. que seguem o seu regime próprio. quer na Nota 1 da Seção XV. para moinhos 7325. marcos de chamada de socorro e semelhantes. cabos. cotovelos.04 a 73. contrapesos para suspensões. delgadas. quer nos Capítulos 82 ou 83.06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio.11)). cabeças de sifão. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*).26). torçais e formas semelhantes.12 . válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84.99 . urnas e cruzes de ornamentação (posição 83. cabeços de amarração. prensadas. marcos. os tubos e uniões providos de torneiras.08). cartão. vigas de mina.. 82. por exemplo. Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo. os coletes de escafandristas.01) e as varetas revestidas (posição 83. partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos). chafarizes (marcos fontanários*). relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. quer nos Capítulos 82 ou 83. que seguem o seu regime próprio.07. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI). b) As estátuas. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80.04 a 73. folhas e tiras. estampadas.

barriletes). para portas de imóveis.Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301. compreendendo as lâminas. acabadas ou não. para veículos (automóveis. em que se encontra já traçada de espaço a espaço. pastas. ARTIGOS DE SELEIRO. etc. DE METAIS COMUNS. taramelas e tranquetas (posição 83. que se separam com uma ligeira pressão. Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão. CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. RODÍZIOS COM ARMAÇÃO.CADEADOS. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 .Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum.90 . que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. PORTAS. C) Fechos e armações com fecho. Designam-se esboços em tiras. bicicletas. 83. CARROÇARIAS. mesmo em esboço. com cabo. 8302. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. pentes. MALAS. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. incluídos os fechos de segurança com chave. caixas. DE METAIS COMUNS (+). por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). mesmo por acabar.Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro.20 . apresentados com as respectivas lâminas. chapatestas. cofres-fortes. que não operem por meio de chave ou de segredo.50 . temperadas ou não. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio. para elevadores. a forma das lâminas. Todavia. mesmo por acabar. Também se consideram com tais. maletas ou outros artigos de couro (posição 83. facas.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos. denominados de segurança. lingüetas. Nota Explicativa de Subposições. de plásticos.24). CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES.).Fechos e armações com fecho. bem como as respectivas lâminas. etc. B) As fechaduras de qualquer tipo. lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85. e os cabos de metais comuns. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. PERSIANAS. canos. transvias. guarda-segredos.10 . cofres. perfuradas. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança. FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS.02). DE SEGREDO OU ELÉTRICOS). escudetes. etc. sacos.08). Essas fechaduras podem funcionar. DE METAIS COMUNS. as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais. PORTA-CHAPÉUS. com fechadura. por exemplo. para fabricação de lâminas de barbear de segurança. b) As máquinas de barbear elétricas. 8301. contrapentes e cabeças. ferrolhos 8301. artigos de couro (bolsas. DE METAIS COMUNS.Outras fechaduras. pela introdução de um cartão magnético. ou para elevadores). as tiras de aço de comprimento indeterminado.8212.10 . com fechadura 8301. Subposição 8301. de múltiplas chanfraduras.GUARNIÇÕES. DE METAIS COMUNS. portinholas de caixa de correspondência. cilindros. pentes.70 . 2) Os aparelhos mecânicos para barbear.01 . bem como os ferrolhos. também incluídos aqui. de plástico. mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório.). DE METAIS COMUNS. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE. ESCADAS. malas.10). COFRES. FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. malas.40 . não se incluem nesta posição os trincos de mola. carteiras. de bomba.60 .Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. JANELAS. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis. PARA MÓVEIS. 83. vagões ferroviários. COM FECHADURA. pastas. contra-pentes. pianos. apresentados sem suas lâminas (posição 39. fechos. estojos.02 . móveis. etc. portões. 2) As chaves para esses mesmos artigos. Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas. bem como as cabeças. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS.Partes 8301. para portas articuladas.30 . DE METAIS COMUNS. e ainda as tiras. PATERAS.. Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados. bem como os ferrolhos de segurança. para bolsas de mão.Cadeados 8301.

de rodízio. ferragens e artigos semelhantes. suportes. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas. porta-chapéus. as argolas. varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos. tais como cambas. janelas. argolas (lisas. 2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. os dispositivos de fecho (de alavanca. B) Os rodízios. terminais. rodízios e semelhantes).. C) As guarnições. cofres ou outros artefatos semelhantes e.Rodízios 8302. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). caminhões. caixas de mola. alças e barras de apoio para passageiros. fechos. cantoneiras. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo. pendentes puxadores e botões para portas. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios. as maçanetas ou punhos.Outras guarnições. trilhos (calhas*). os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas). as cremonas.30 . os ferrolhos. carroçarias. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. 3) As fechaduras de mola. malas. por exemplo) os porta-bagagens internos. por exemplo. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil. tais como bordas de proteção para degraus.Outros.01). as entradas de caixas de correspondência. embraces. Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático.Para construções 8302. dispositivos de fixação. Os varões. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). as guarnições de escadas. barbelas. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. caixas de segurança. arções. por exemplo). os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas.60 . os cinzeiros especiais. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos.20 . para portas de imóveis. de garagens. tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. os dispositivos para elevar os vidros. fechos e travas de contraventos. seguem o regime do metal constitutivo. ferragens e artigos semelhantes: 8302. de utilização muito geral. excluem-se desta posição (Capítulo 87. os suportes de prateleiras. por exemplo). que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII.Outros 8302. os ganchos de encaixe que não constituam fechos. os varões de fechos para cestos de viagem. por exemplo. 2) As fechaduras de molas. trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. para móveis 8302. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. cabides e artigos semelhantes 8302. os batentes. fechos. os fechos. borlas para cordões.17). os fechos de lingüeta.41 . esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*).Pateras. 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro.Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns. as pegas.Outras guarnições. as maçanetas ou punhos. sem chave. E) As guarnições.01).4 . os cantos das gelosias.. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos). argolas. os apoios para os pés. os ganchos. hangares (por exemplo. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. os fechos de lingüeta. as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato". as corrediças de tampas. tais como varões. contraventos. os cabides.8302. corrediças. podem citar-se: os frisos ornamentais. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis.49 . incluídos os gonzos e as charneiras. Entre esses artefatos. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos). que consistam em perfis. Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. 5) As maçanetas ou punhos.42 . por exemplo). os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. os fechos e correntes de portas ou de janelas. em móveis. tais como os caixilhos de janelas. Para serem classificados aqui. por exemplo) para proteção lateral de veículos. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias. estribos.50 . de esferas e as molas com ressalto para portas. rosáceas. por exemplo. Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. mesmo perfurados. Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. tubos. etc. em particular. ônibus. Contudo. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. etc. pinças. os ferrolhos. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas. as carrancas (travas de janelas). os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras). baús. as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas. janelas. trincos. portas. as ferragens para montar armários e camas.. sem chave. de esferas e as molas com ressalto. Atualizado em 04/01/2011 . 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). cofres. próprios para cortinas ou tapetes. a seguir. tubos e barras. as entradas de chaves. D) As guarnições. pendentes. para veículos automóveis 8302. a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal. 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores.

Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras. a proibições ("proibido fumar".000cm3 8407. 76. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações.07. etc. 4) As placas-endereços para imóveis. que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84. 79.73). c) As placas.. Todavia. logradouros. fábricas. PLACAS SINALIZADORAS. as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo.De cilindrada superior a 250cm3. gravados. curvilíneos do tipo Wankel). perfurados. portas. em uma placa de anúncio. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. etc. medidores. de dobradiças.34 . discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86.Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407.10 . PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES. as placas para sinalização rodoviária.. incluídas as etiquetas móveis (para chaves. por exemplo os que possuam uma prateleira. em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante.25. "caça proibida". por exemplo). LETRAS E SINAIS DIVERSOS.Outros 8407. para indicar as partidas e chegadas). porta-chapéus (fixos. NÚMEROS.. Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo. por exemplo). chaves. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas.De cilindrada superior a 1. as fichas e etiquetas de vestiários). os jogos de números e de letras para compor etiquetas..05. para portas de imóveis etc.31 .Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares. G) As pateras.2 . placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos.10 . sepulturas.Motores para aviação 8407.32 . e os consolos. de publicidade.08. 8407. por exemplo.3 . Os cabides e semelhantes com características de móveis. coleiras de animais.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84. da posição 94. escovas. incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73. por exemplo). estampados.Motores para propulsão de embarcações 8407.26. "bombeiros". e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições. números nem desenhos. Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas. letras. por exemplo). 2) As placas sinalizadoras para albergues.21 . por exemplo). etc.. excluem-se da presente posição.MOTORES DE PISTÃO. apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias.000cm3 8407. moldados. 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. H) Os fechos automáticos para portas. 83.De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407. etc.16.05.De cilindrada superior a 50cm3.De cilindrada não superior a 50cm3 8407. impressos em baixo ou alto relevo. 3) As placas de publicidade para mercadorias. DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+). Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina.. esmaltados. praças.. para toalhas. ALTERNATIVO OU ROTATIVO.33 .29 . incluem-se no Capítulo 94. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho. fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões. lojas.90 . Atualizado em 04/01/2011 . esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95). os painéis de sinalização rodoviária. caixas de correspondência. EXCETO OS DA POSIÇÃO 94. etiquetas. em uma placa sinalizadora.4) As guarnições. por exemplo. Esta posição compreende também os números. por exemplo. jardins. DE METAIS COMUNS. displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias. números ou desenhos. por exemplo).PLACAS INDICADORAS. envernizados. Com exceção dos anúncios. ou relativas a serviços públicos ("polícia". mas não superior a 1. panos de prato (panos de cozinha). placas para máquinas.. vestiários. Entretanto.07 . as placas. incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor. de cremalheiras. ruas. mas não superior a 250cm3 8407. 84. imóveis (mesmo que comportem apenas números). formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora. 73. veículos.

etc. alimentados separadamente. e orientados. volante. formados de um motor desta posição. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). reservatórios de combustíveis ou óleo. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). ou ainda. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL).20 . Podem ainda comportar redutores. isto é. à parede do painel traseiro. Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações. Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. a saber: incorporação a máquinas agrícolas.31.10 . propulsão de aviões. Estes propulsores. para uso agrícola ou em canteiros de obras. biela. O combustível mais utilizado é a gasolina. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. Nos tipos mais correntes. Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. contudo.Motores para propulsão de embarcações 8408. dispositivos de ignição. constituindo o conjunto uma unidade indissociável. são amovíveis. ventiladores. próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. especialmente concebidos para determinar o índice de octana. elétricos ou outros. radiadores de água ou de óleo. mais freqüentemente.08 . biela. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel. onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). Estes motores. o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada..MOTORES DE PISTÃO. O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95).Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão. mas cujo arranque exige.09. pistão. quer a utilização de uma vela de resistência elétrica. pistão. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. independentes. bombas ou compressores.34 Nos motores de cilindros. 8407. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). etc. filtros de ar ou de óleo. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. platinados. dispostos radialmente em camada simples ou dupla. etc. Além dos motores denominados diesel. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos. 8407. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível.05. 84. de ignição por centelha (faísca). Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos. Notas Explicativas de Subposições. 8408. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. de cetano. nos motores para aviação. Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado.33 e 8407. dos combustíveis (Capítulo 90). etc. Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408. em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos. de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor. de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. de óleo. volante. bobina ou magneto. percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros. Subposição 8407. não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. Subposições 8407. automóveis. acionamento de geradores elétricos. Todavia. metano. às vezes incorporados ao motor. etc. mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). sendo neste último caso incluídos na posição 84. Contudo. próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. dispositivos de admissão ou de escape. dispositivos de admissão e de escape. no interior da embarcação. álcool. que funciona com menor taxa de compressão. etc. todavia. Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações.. desde que. etc. multiplicado pelo número de cilindros. diferem daqueles.90 . girando o conjunto na base de fixação. podem ser instalados e retirados muito facilmente. porém. de compressão variável. distribuidor. etc. Neste último caso.. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). hidrogênio. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. motocicletas ou tratores. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela.32. bombas de gasolina. o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba. condensador. inflamado no próprio interior do cilindro. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. gás de iluminação. Esta posição não compreende os motores de pistão. Atualizado em 04/01/2011 . pelo motor.

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

Atualizado em 04/01/2011

A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

Atualizado em 04/01/2011

1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

Atualizado em 04/01/2011

8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

Atualizado em 04/01/2011

Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

Atualizado em 04/01/2011

Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

Atualizado em 04/01/2011

etc. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor. exigido para algumas indústrias: têxteis. cantinas.37).Sem dispositivo de refrigeração 8415.. etc. ventilação de ambientes. Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor. Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. secagem de diversas matérias (couros. bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado. às vezes. Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar.11). aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85. máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84. de parede. etc. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+). uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade.Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. fumaças. etc. com dispositivos de refrigeração 8415.MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE. Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa. rodas de aletas. elementos aquecedores ou refrigeradores. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo. As bombas de ar ou de vácuo.). papéis.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas. vapores. navios. tais como corpos de bombas ou de compressores. etc. 84.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas. se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições. aspiração de poeiras. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas.81 .90 . por exemplo. bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar. d) As máquinas para limpeza.). desumidificador ou os dois juntos) do ar. geradores de pistões livres e ventiladores. etc. permutadores de calor..15 .) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos. aparelhos eliminadores de poeira (posição 84. fumo (tabaco). classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios. por insuflação ou aspiração (tiragem forçada).16). papéis.20 . 8415.. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73.10 . e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto.Outros.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415. COM VENTILADOR INCORPORADO. mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas.). pás e aletas. pistões.. b) As bombas de emulsão (posição 84.19) ou para refrescar ambientes (posição 84.Outros: 8415. tintas. filtros. válvulas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). gases quentes. produtos alimentícios. tecidos.79).COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM.. que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes.. etc.82 .. navios. etc. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração. em recinto fechado. veículos motorizados. c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84.8 .28). dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador. Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição. arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84. hélices e outros elementos giratórios. rodas com aletas.Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415.22). apartamentos. hospitais. formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415. MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado.21). mecanismos oscilantes ou basculantes.83 . Atualizado em 04/01/2011 . silos.15). seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84.13). estes aparelhos comportam. etc. C. lugares públicos. compressores.

que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria. São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. Estes aparelhos classificam-se na posição 84. etc. Entre eles. Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados). sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. Todavia. o ar ambiente do local onde funcionam ou. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84. em um espaço fechado (caminhão.14. 85. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. por exemplo.79. de vapor ou de ar quente. Subposição 8415.18. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação. c) Os aparelhos que. 84.10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. por conseguinte. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar. a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. como máquinas e aparelhos para produção de frio. Nota Explicativa de Subposições. um condensador e um motor. se são providos de uma entrada de ar externo. por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico. Subposição 8415.19. As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. Do ponto de vista estrutural. etc. a umidade do ar. lã de vidro. e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente.79.18). Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter. formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). Pertencem a esta posição. quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar. a umidade do ar). uma mistura de ar fresco e ar ambiente. reboque ou contêiner (contentor*)). por condensação. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar.16. No ciclo de aquecimento. quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. pelo contrário. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84. PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. etc. mesmo contendo um ventilador a motor. o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo. dentro de um limite determinado. excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter.22. por condensação. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado.Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento. Em alguns casos. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias. São. 84. São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação.) e um umidificador de ar (que consiste. As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa.18. apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar.18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84. por exemplo). podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo. 84. palha de cobre. Algumas máquinas contêm. conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. etc. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. apresentados separadamente.20 Atualizado em 04/01/2011 . palha de ferro. por exemplo). bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. quando a temperatura exterior for muito baixa. formando um corpo único. cada cômodo de uma casa).). todavia. Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam. reboque ou contêiner (contentor*). constituídos por um compressor. ou de resistências elétricas. chapas de metal distendido. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se.). no mínimo. No ciclo de refrigeração. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. geralmente.).21. 84.

4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos. em seguida. geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro. para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem.Secadores de roupa 8421.3 . Nos aparelhos de tambor ou de cesto.De centrifugadores.Partes: 8421.. licores.Desnatadeiras 8421. incluídas as dos secadores centrífugos 8421.Centrifugadores.Outras A presente posição abrange: I.Outros 8421. nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para.. tambor.21 .99 .23 . 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos.. para branqueamento.Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421. Em alguns tipos. podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias. de peneiras (ou coadores) de leite. contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação..Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421. CENTRIFUGADORES. perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura. para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas. por exemplo. os constituintes são recolhidos. Entre as máquinas e aparelhos desta espécie. 84.Para filtrar ou depurar água 8421. 8) Os separadores centrífugos de leveduras.Para filtrar ou depurar bebidas. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES. habitualmente cilíndrico. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis. para o tratamento do leite. vasilha. etc.19 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).CENTRIFUGADORES. de vasilhas múltiplas sobrepostas.2 . I. pelo efeito da força centrífuga. as matérias sólidas são retidas no elemento giratório. 13) Os centrifugadores para extração de mel. geralmente)). vinhos. tambores.. peneiras de tintas.Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421.Outros 8421. coletores. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS. etc. exceto água 8421.12 . 2) As turbinas para refinação de açúcar. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora. 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos. etc.. nas lavanderias ou tinturarias. e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química.22 . 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos.Outros 8421.11 . de acordo com sua densidade..). serem decantados. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento.. vasilhas. Atualizado em 04/01/2011 . Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. cesto.91 . 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo.21 . em diversos níveis do coletor. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo.9 . 8421. As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias. tais como tabuleiros.39 . cestos. 3) As desnatadeiras e os clarificadores. sebos. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo. aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis.. por exemplo (Capítulo 73.29 .. centrífugos.1 . As máquinas e aparelhos giratórios que. féculas.Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. incluídos os secadores centrífugos: 8421. II..31 . também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos.

). por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga. f) Os trituradores centrífugos de bolas. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais. 7) Os filtros de cápsulas. feltros. gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. 9) Os depuradores eletromagnéticos de água. Obtém-se. etc. consiste em dispositivos puramente estáticos. (posição 84. em uma torneira. B) Filtração e depuração de gases.37). celulose. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. de ação física. porcelana. Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. que se transformam em lamas não incrustantes. pós metálicos sinterizados.86). ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. a) Os centrifugadores especiais. 8) Os depuradores de água. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico. que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão. guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. eletromagnéticos. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84. em forma de tortas. os depuradores de água de cal. às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. etc. denominados centrifugadores de gases. na indústria açucareira. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água). De modo geral. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes.01). do vinho. pasta de papel. cubas. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. etc. as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. consoante o caso).74). do óleo. da cerveja. retirar o alcatrão dos gases. Entre os aparelhos desta categoria. que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. carvão vegetal. II. algumas destas matérias. 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. sem características específicas. Mergulhadas no líquido a filtrar.13). amianto.. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. (posição 84.). filtros-prensas). etc. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste.14). a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). como. mantido sob pressão inferior à ambiente. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. kieselguhr. nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados.APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo. a separação de partículas sólidas. donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros. de martelos pendulares. Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. de amianto. tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita. etc. magnéticos. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. bem como os filtros de água de uso doméstico. tais como tecidos. compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. químicos. ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). quer. eletrostáticos. etc. produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. de fácil remoção. recipientes. arenito. De acordo com o tipo. etc.). por exemplo.Excluem-se. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. No tratamento de águas potáveis. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". etc. por exemplo. pequenos aparelhos de pressão. d) As peneiras centrífugas (posição 84. exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70. que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. por exemplo. de ação física ou mecânica. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. ao contrário. telas metálicas. Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células. denominados "anticalcáreos". por sua própria concepção. os recipientes. peles.. providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água. além dos tubos de entrada e de saída de água. negro animal. mas não engloba os simples funis. que se fixa. fortemente apertadas umas contra as outras. A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. de ação química. de gás. enquanto que as matérias sólidas se acumulam. carvão vegetal. e ainda material industrial pesado. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. minerais concentrados. etc. entretanto. a porcelana e o carvão vegetal. Pelo contrário. areia. dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. geralmente. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. Atualizado em 04/01/2011 .54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84.74). sob forte pressão. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor. Conforme o rendimento que se quer obter. entre as molduras e as placas. a fortiori. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. c) As bombas centrífugas de ar. 5) Os filtros-prensas. e através das quais o líquido a filtrar é forçado. 6) Os filtros a vácuo rotativos.

constituídos por uma tela filtrante sem fim. etc. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". suportes. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas.15 e os desumidificadores de ar da posição 84. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases.) e equipadas. no interior deste. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos.35). de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade. de ação física ou eletrostática. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell).Extintores.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos.Para agricultura ou horticultura 8424.Conforme o seu princípio de funcionamento. mesmo carregados 8424. 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases. tecidos. Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água.Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. tais como os de placas dispostas em ziguezague. por outro lado. molduras e placas de filtros-prensas. de filtros de gases. etc. EXTINTORES.Outros aparelhos: 8424. com um dispositivo de pulverização de água. etc. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios. ou as fazem aderir a superfícies oleosas. 4º) Os ciclofiltros. podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas.Outros 8424. etc. MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. c) As prensas para produção de vinho.79. de pasta de papel. os filtros-depuradores e os depuradores que. que se subdividem em duas classes: por um lado.8 . são submetidos. os dois sistemas. (posição 84. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES.18) 84.90 . em uma câmara de depósito. Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. de ar ou de outros gases. 8424. de modo geral. no presente grupo. tambores de filtros de líquidos ou gases.Máquinas e aparelhos de jato de areia. Todavia. MESMO CARREGADOS. de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis). DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS. etc. a uma intensa turbulência que. anéis de Raschig. podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica.Partes Atualizado em 04/01/2011 .. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão.81 .). como os filtros de líquidos do mesmo tipo.. de onde caem periodicamente. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia.10 . etc. os filtros propriamente ditos que. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. por precipitação. a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador. Incluem-se também. às vezes.01). depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo. incluem-se na posição 48. 2) Os filtros eletrostáticos. atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros. pela ação de um dispositivo apropriado. deve observar-se que as placas filtrantes. percorrendo o cone do vértice para a base. muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84. incluídos os que funcionam por eletrodiálise. têxteis. feltros. os gases. decresce bastante rapidamente.30 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). 2º) Os filtros de manga. por meio de diversos dispositivos.20 . levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone.) e. de sidra. as outras superfícies filtrantes (cerâmicas. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84. 3º) Os filtros de cortina.24 . Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica. esponjas metálicas. com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. na parte superior. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara.12 e que. fibras de vidro. 3) Os filtros de grãos ou scrubbers. aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes. constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica. provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras. que combinam. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+).APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador.89 . que se movimenta em torno de dois rolos. de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424.

79).. vernizes. Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. incorporam. utilizados para a extração.05 ou 84. terras diamantíferas. etc.. etc. c) Os instrumentos de uso médico (posição 90. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras. percutores. A. mesmo providas de reservatórios (posições 87. tinturas de cal ou cimento. comportam um disparador manual (com gatilho. borracha. que veda o orifício de ejeção (posição 38. do tipo automóveis ou não. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia. carregados ou não. Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. manômetros. MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos. alavanca.16). e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. Esta posição. ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água. válvulas. e os foles.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar. etc. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão. materiais compostos. vidro. obtido seja através do jato de um maçarico.. porém. etc.EXTINTORES. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. sprinklers. etc. utilizados para regar gramados (relvados). cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir.13). os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal). pomares. etc. Também se classificam aqui. Incluem-se neste grupo. às vezes. freqüentemente de construção pesada.). 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar). e os rebocáveis. foscar ou gravar vidro. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais. em particular. para limpar fachadas de construções. etc.. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. que comanda o jato. entretanto.000 e 4.SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. etc. tontisses. b) Os bicos para mangueiras (posição 84. utilizados especialmente para limpar peças metálicas. fixos ou móveis (torniquetes.).SERINGAS. estátuas. aspersores. permite também o deslocamento do aparelho. granalhas. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo. e um dispositivo para regular. líquidos ou produtos sólidos (granulados.13. ou. para fins agrícolas ou para uso doméstico. fungicidas. etc. Atualizado em 04/01/2011 .000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. nos quais o motor. de jato. na acepção da posição 87. excluem-se. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido. compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato). metal). na forma de jato. a aplicar ou projetar inseticidas. injetores de adubos. mangueiras de jardim. pedras.). bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. pós. os verdadeiros veículos automóveis. não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo. 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água. Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato.. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores).PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. conforme o caso). de areias auríferas. E. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96. etc. Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas. pós metálicos.. plásticos.. b) As bombas de combate a incêndios. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. de motor elétrico incorporado. Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras. utilizados nas máquinas de impressão. São utilizados para aplicar tintas. por erosão de terrenos. campos. reguladores de pressão. válvulas reguladoras de retenção.05. ainda que contenham um reservatório e. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios. ou mesmo gota a gota. utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas. quando apresentados isoladamente. B..18). que executa o bombeamento e a dispersão. às necessidades da sua função. etc. O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção). óleos. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se.08). etc. granalhas metálicas. dispersar ou pulverizar vapor. dispersão. vernizes. compressores. às vezes. entretanto. sob pressões incluídas entre 3. dispositivos para purgar. limitado este. ou em nuvem (spray). os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas".). pedra. botão. especialmente equipados. bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas. D..MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. etc. por um lado. etc.81 ou Seção XV. por outro lado. C.

o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87. k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. mais ou menos complexos.Outros 8425.De motor elétrico 8425.19). Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82.16).Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação. jogos de engrenagens.). e às máquinas e aparelhos de elevação.26.20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84. Nota Explicativa de Subposições.67).Macacos: 8425. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84.86). b) Os eliminadores de fuligem. 3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar. Este grupo compreende. Incluem-se nesta posição: I. relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis. de areia. etc. g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84. concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor. se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator.4 .Outros 8425. c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84.39 .22).01. cabeças de irrigação.. que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84.41 .49 .43). hidráulicos 8425.15. f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84. bicos aspersores.De motor elétrico 8425. CADERNAIS E MOITÕES. CADERNAIS E MOITÕES As talhas. caixas. carga.42 .. GUINCHOS E CABRESTANTES. para garagens 8425. também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição. 8425.TALHAS. ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII.11 .25 . etc. evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar. cadernais e moitões: 8425.24.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).04).. a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico. rodas denteadas e parafusos sem fim. tais como os reservatórios. 84. l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90. de outra parte..Outros macacos.31 . aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84. para tubos de caldeiras (posição 84. entre outros: Atualizado em 04/01/2011 .TALHAS. etc. por projeção de parafina ou cera fundida.79). ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura. de água. MACACOS. cabrestantes: 8425. bem como aos aparelhos com funções múltiplas. 2) Os aparelhos para pintura eletrostática...Elevadores fixos de veículos.18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90. cadernais e moitões são mecanismos de elevação..). mutatis mutandis. Subposição 8424. Entretanto. revelação. h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas. descarga ou movimentação.Outros guinchos. observando-se que se aplicam. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84. O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto.A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir. dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó. (posição 84. e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84.Talhas.. compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e. diversos objetos (tambores. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana.3 . etc.79).81).1 .19 .76). de jato de vapor.

constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho.. guindastes. de talhas.10 . mas que funciona segundo o princípio dos macacos. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. 3) As máquinas de extração. manobrar lemes. 8431. etc. hidráulicos ou hidropneumáticos. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos. que se assemelham a guinchos. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris). cadernais e moitões. 7) Os macacos para levantar locomotivas. constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos. Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação. Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical.20 .27 Atualizado em 04/01/2011 . 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. elevar âncoras. 3) Os elevadores fixos de veículos. As simples polias para cadernais.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado. cadernais e moitões de tambor. para movimentar paus-de-carga.12.. podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. articulada. do mesmo modo que as polias simples.25 ou 73. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. etc.83.PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84.30. às vezes de ação horizontal.1) As talhas. II. etc. Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos. podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão. cabos de dragagem.Das máquinas e aparelhos da posição 84. uma corrente de cilindros.08. Entre os macacos de uso especial. nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes). III. mas nos quais a corrente é substituída por um tambor. Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido. que envolve o mecanismo. Entre estes aparelhos. equipados. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. neste aparelho. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas. etc.25 8431. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos.. caixas. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos.31. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado.31 . 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões. comportas de açudes.26. vagões. acionado manualmente ou por meio de um motor.25 A 84. 4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas. redes de pesca. etc. etc. construções. caminhões. cadernais e moitões de modelos mais simples. para deslocar estruturas metálicas. incorporados ou não no aparelho. 84. 2) As talhas. substitui a cremalheira rígida. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma. para garagens. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).). para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas. cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor. incluem-se na posição 84. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor. que se desloca num trilho (carril) aéreo. plataformas de artilharia. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. cadernais e moitões. recolher amarras.De máquinas ou aparelhos da posição 84. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei). Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". vagões-oficinas.

Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431.83).07). draglines. Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39). os carros e troles de monotrilhos (monocarris).3 . posições 73.05) ou de matérias têxteis (posição 59. c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação.10).28: 8431. etc.De elevadores. Por outro lado.49 . guindastes (gruas) sobre cabos. etc. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas". Permanecem igualmente nesta seção. mosquetões.41 . Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios.20).08). as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha. teleféricos. b) As lingas (Seções XI ou XV).31 . c) As barras ocas para perfuração (posição 72. as correntes de raspadores para transportadores. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431. as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*). subs. movimentação.25 a 84. as caçambas (baldes*). no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84. trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82. etc. mesmo de mandíbulas. d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73.30. ajustáveis ou telescópicas (posição 73. anéis limitadores de profundidade (stop-collars).). os degraus de escadas rolantes. tais como as molas de suspensão (posição 73. escavadoras. e) Os espeques.86). skips. de couro (posição 42.. ganchos e tenazes 8431.08). os motores (posições 84. desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos.15).11). tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos).. escoras e pontaletes.) aos quais são destinados. a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84.8431. bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars).12 ou 73. ganchos e semelhantes. g) As brocas. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias.42 . de lagartas ou de rodas.08. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos. argila. cabeças de injeção.43 . polias para cadernais e engrenagens (posição 84. trépanos. ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85.39 . cascalho. seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam. etc. monta-cargas. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84..01).07 ou 84. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. barras de comando (kellies). incluem-se na Seção XV (em geral. Atualizado em 04/01/2011 .06). as tenazes e ganchos articulados. guias de hastes de perfuração (drill pipe guides).25 ou 73. pás. pinças. tubos-sondas.26.26). h) As fechaduras especiais para elevadores. ganchos.30.Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430.25 a 84. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores.4 . as cabinas.Outras 8431. mangas de brocas (drill collars). gaiolas e plataformas para elevadores. pentes para uniões de tubos (split bushing slips). 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes.Das máquinas e aparelhos da posição 84. 3) As barras de corte. etc. máquinas de tração operadas a cabo. cavaletes de rolos. ij) As polias. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos. Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura. coroas. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. balancins de equipamentos de perfuração por percussão.28).. as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores.Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).Das máquinas e aparelhos das posições 84. as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias. mesmo de comprimentos determinados.05. carga e descarga de "esferas" (boules). correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão.29 ou 84. os suportes. as lanças de guindastes.30: 8431. de borracha vulcanizada (posição 40. de ferro fundido.Caçambas (baldes*). as garras com bordas cortantes. 6) Os chassis não autopropulsores. uniões de tubos (spider bowls). com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria.10).49 8431. mangas de comando (kelly drive bushings). etc. os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos.41 ou 8430..04 a 73. (posição 83. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87. estacas. os martelos para bate-estacas.) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85. etc. Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho.. se apresentados isoladamente. tubos de perfuração. caixas e vagonetes para transportadores aéreos. as lâminas de niveladoras ou de raspadoras. para carvão. rochas. rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos. anéis. uniões porta-ferramentas (tool-joints). f) Os ganchos de elevação (posições 73. ferragens. para gaiolas ou cabinas de elevadores. 84.

. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. ancinhos.90 .60 .51 . 19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas.MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS.37.32 aplicam-se. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS.84.Outros 8433..MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA. bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que. 20) As debulhadoras de cereais. apanha. picar e carregar forragem. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes. quando giram. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433.5 . em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. o feno ou a palha deixados no campo. ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). frutas ou outros produtos agrícolas 8433. MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS. Também se classificam aqui . que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular. arrancamento. debulha.33 .. permitem executar mecanicamente: A.40 . incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. máquinas e aparelhos para debulha: 8433. 8433. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal.53 . 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais. etc. constituídas geralmente por uma estrutura com rodas. 17) As máquinas para ceifar. cortar. picar e transportar ervas. aos materiais da presente posição.os alimentadores automáticos.Cortadores de grama (relva*): 8433.).Enfardadeiras de palha ou de forragem. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores. bem como as enfardadeiras de palha ou forragem. A.1 . ceifeiras. tomate. grades.Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433. 15) As arrancadoras de batata (de relhas. CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva).37. 16) As máquinas de levantar.19 . 5) As gadanheiras de feno. fresas giratórias. que apanham e colocam em molhos. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar. CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS. etc. por divisão prévia dos feixes.). 12) As arrancadoras de linho. ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática.Motorizados. 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada. B. incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433.). garfos. constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal. em substituição das ferramentas manuais. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno.30 . etc.20 . para corte de forragens. A limpeza ou seleção de ovos. etc.Máquinas para limpar ou selecionar ovos. 10) Os reboques autocarregadores..Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433.Outros 8433.Partes A presente posição abrange as máquinas. a debulha e a limpeza do grão. especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). por exemplo. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84. 14) As máquinas para colher feijão verde.59 .Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433.11 . os ancinhos-espalhadores e viradores de feno. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84.. As disposições da Nota Explicativa da posição 84.Outras máquinas e aparelhos para colheita. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). cenoura. 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos. frutas ou outros produtos agrícolas. 6) Os ancinhos-ajuntadores. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM.. manuais ou motorizados.mesmo que sejam apresentados isoladamente .). Entre estes.. milho. que são desatados. tais como as barras de corte. feixes ou fardos.Ceifeiras. podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras.52 . Atualizado em 04/01/2011 . 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho. aparelhos e instrumentos que. de tambor. 11) As máquinas para a colheita de algodão. 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras.Ceifeiras-debulhadoras 8433. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. etc. enfeixamento. mutatis mutandis.

Outros dispositivos 8481. por exemplo.28. aeroensilhadoras. denominados cortadores autotransportados. b) Os monta-feixes. conforme o seu volume. selecionadoras-observadoras eletrônicas.45). membranas. etc. quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras.37. vapores. que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. ancinhos. cebolas. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. esmagadores.Partes As torneiras.30 . corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo. elevadores de baldes para grãos.). monta-feixes. batatas. 84. por exemplo).78). gases. desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados).TORNEIRAS. que. ou ainda regulam o volume ou pressão. etc. fresas e outros aparelhos arrancadores. c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas. permitem o escoamento de fluidos (líquidos. Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras.80 . elevadores de palha. diversos produtos agrícolas: ovos.. descarregadores de garras para forragem. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. tais como os transportadores de tiras. PARA CANALIZAÇÕES.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481. tabuleiros de corte. ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação. forquilhas. separadores. divisores. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras. incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação.Válvulas de retenção 8481. ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras. e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. CALDEIRAS. abre ou fecha um orifício. debulhadoras.67. RESERVATÓRIOS. pepininhos (cornichons). para retirar as ervas ao longo dos muros. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva). pelo contrário. 8481. classificam-se na posição 84. todavia. etc.28). tais como: Barras de cortes.Válvulas de segurança ou de alívio 8481.MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS. d) Os limpadores. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se. mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras. isto é. elevadores de palha ou de sacos. na posição 84. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. enfardadeirasapanhadeiras. montados em canalizações ou recipientes. também se classificam aqui as partes das máquinas.26 ou 84. Atualizado em 04/01/2011 .21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho. aspargos. Quando apresentados separadamente. conforme a sua posição. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84.. estas máquinas.08). Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves. empilhadores. classificam-se na posição 84. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos. a sua retenção. selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. esferas retentoras.40 . por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados. Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição. porém mais raramente. relhas. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos.36). tambores para enfeixar.). aparelhos de observar ovos (posição 84.90 . CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. garras. que seguem o regime da máquina. etc. matérias viscosas) ou. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. correntes de caçambas (baldes*).10 . VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. se apresentados com esta última. tais como o reboque.81 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas. Excluem-se. pelo contrário. agulhas corrediças.. aparelhos e instrumentos da presente posição. frutas. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias. válvula ou charneira. às vezes. etc. peso. Também. agitadores. Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. sacudidores. padejadoras pneumáticas para grãos. meios-fios ou de sob os arbustos. contra-agitadores.37). equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo. cenouras. moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas. tambores e forquilhas de gaveleiras. selecionadoras.Válvulas redutoras de pressão 8481.20 . B. destinam-se a limpar ou selecionar.

geralmente. flutuador. lavatórios. As membranas de rebentamento (discos delgados. As cabeças e rampas. classificam-se como partes de máquinas. 7) As torneiras de escoamento para radiadores. água. Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido. tais como os tubos de comprimento reduzido. estas combinações classificam-se na posição 90. A presente posição compreende as torneiras. para banheiras. por exemplo) ou na posição 90. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines).09). vapor. reguladoras de pressão.São. por exemplo. não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos.08. desde que correspondam às condições acima indicadas. etc. bem como outras comportas imersas para navios.32. mesmo com apito. respectivas torneiras. um botão. 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva). válvula ou dispositivos semelhantes.26. Também se classificam aqui as torneiras. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. se o conjunto forma um corpo único. incluídos os próprios recipientes de condensação. e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido. classificam-se também na presente posição.34). cápsula. um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados. etc.. 5) As válvulas e órgãos de distribuição.24. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. As combinações formadas por torneiras. etc. que podem ser de qualquer tipo (redutoras. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas). um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo. A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. contrapeso. 4) As válvulas de alívio ou de segurança.32.14).15.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás). refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação. classificam-se na posição 84. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. de controle ou de regulação das posições 90.26. elemento termossensível (válvulas termostáticas).85).). que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. válvulas e dispositivos semelhantes. para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas. quer por um motor (válvulas motorizadas). etc. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. 8) As válvulas para câmaras-de-ar. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica. em geral. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento. 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas. 75. Além disso. 76. hidrocarbonetos ou outros fluidos. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida. para tubos indicadores de nível. classificam-se na presente posição ou na posição 90. caldeiras. válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato. 14) As válvulas e comportas de balastro. para incêndio.16. um volante. 3) As charneiras e válvulas de retenção. uma alavanca. Todavia. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). de cerâmica ou de vidro. 12) As torneiras misturadoras. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos. por um elemento manométrico (membrana. de temperaturas diferentes. na câmara de mistura. é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado. apenas a torneira. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui. Quando o controle ou o comando se efetua à distância. 71. Estas válvulas. de diafragma.26. fole. por meio de um tubo capilar.26 ou 90. agulhetas de incêndio ou para rega. de quaisquer matérias. embora assegurem uma função semelhante. equilibrado por uma mola de tensão regulável. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. acionados quer manualmente. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84.. aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam. 74.). condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. as peças mecânicas que. Caso contrário. dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84. 6) As diversas torneiras (de admissão. cápsula manométrica. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84. quaisquer que sejam as máquinas. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos. 9) As torneiras de flutuador.). Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado. etc. Atualizado em 04/01/2011 . tal como mola. cápsula. 73.).12). estes órgãos classificam-se aqui. etc. por meio de uma chave. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. para garrafas de água gaseificada. mecânicas. 16) As cabeças de sifão. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. 11) As bocas e tomadas de água. e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento.19. etc.26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga. etc. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84. purga. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. etc. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores. pequenas bacias para beber e fechos de segurança. providas de um dispositivo regulador do jato. reservatórios sob pressão. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico.). 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador.

Esferas. Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). g) Os maçaricos da posição 84.10.67).99 .9 . C) Os rolamentos de agulhas.10 . Distinguem-se.80 . contido no recipiente. (posição 84. em particular). constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante.13). de cerâmica (posições 69. etc. para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial). contudo. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas.Outros. etc.16). d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84. bebidas alcoólicas.). etc.22. um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora.Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. DE ROLETES OU DE AGULHAS. são fabricados com bronze ou cobre.82 .Rolamentos de agulhas 8482. barris.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482. por exemplo).24). incluídos os rolamentos combinados 8482. de aço. bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo.Rolamentos de esferas 8482. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem. 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. roletes e agulhas 8482. lavatórios. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo. incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. não endurecida (posição 40. estes roletes não possuem "gaiola". os pulverizadores de ar comprimido. para certos usos específicos.09) ou de vidro (posições 70. simultaneamente. abaulados em forma de tonel. 8482.12).68. que comportam um segmento. com um afastamento constante.Partes: 8482. geralmente. que comportam um cilindro canelado. cônicos. que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84.91 .20 .24. (posição 84..Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482... concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. mantém no lugar. inseticida.Rolamentos de roletes cônicos. 20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares. estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo). absorver as cargas radiais e axiais. 18) As torneiras para cubas.03 e 69. nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro. PARTES Atualizado em 04/01/2011 .20). com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço.17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba".50 . etc.. entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas). de borracha vulcanizada. c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. etc. os rolamentos colocam-se. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja. h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes. tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais. leite. para pias. geralmente.ROLAMENTOS DE ESFERAS.30 . b) Os sifões de escoamento de águas usadas. Excluem-se também desta posição: a) As torneiras. Freqüentemente. de aço. etc. denominado "gaiola". e) As pistolas aerográficas. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição. tonéis. válvulas e dispositivos semelhantes. por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo. Estes órgãos são constituídos. entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo. salas de banho. 69. ou mesmo de plásticos. 73.17 ou 70. que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns.40 . provida de ranhura prismática. 3) As corrediças de percurso não limitado.79) 84. B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. simples ou de dupla fiada. 2) As corrediças de percurso limitado.

05 mm. B. "gaiolas". sem lhes transmitir movimento. b) Os fragmentos de cabo retorcido.14). 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras). são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento. os virabrequins (cambotas).26.12).10 . 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos.60 . EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. classificam-se na posição 73. caixas de transmissão. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS. mesmo que estes sejam inseparáveis. por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias. MULTIPLICADORES. 3) As árvores (veios) articuladas. 84. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. cruzetas. 2) As esferas para rolamentos. Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos. pendurais. 8483. distinguem-se. mesmo que não se destinem a rolamentos. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO. incluídas as juntas de articulação 8483. por várias peças reunidas. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0. para árvores (veios) flexíveis. "bronzes" 8483. VOLANTES E POLIAS.MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). para bicicletas (posição 87. no interior de uma mesma máquina. 4) Os anéis. cadeiras.14 ou 72.Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos. 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor. de acordo com a Nota 6 do Capítulo. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES". pelo contrário.90 . ou de ceifeiras (posição 84. bronze ou de plásticos.Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos. de ferro ou de aço.Volantes e polias. Atualizado em 04/01/2011 . c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva).83 . incluídas as polias para cadernais 8483. mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72.20 . incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483. b) Dos cubos e rodas livres. 5) As árvores (veios) de cotovelo. consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal. multiplicadores e variadores de velocidade.Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483.. de perfil uniforme. outras vezes..ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS.Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento. de cobre.83). compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos. são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz. todavia. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*). desde que. Excluem-se também desta posição: a) As barras. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73.Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço.15).50 . etc. consoles e caixas (posição 84. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. as manivelas e contramanivelas. 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução.. utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas. redutores. exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. anilhas. por exemplo. REDUTORES. etc. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO.40 . 4) As árvores (veios) flexíveis.33). partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam. A. indicadores de velocidade. estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma. etc. as árvores (veios) de manivelas. recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias.30 . as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição. 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. eixos de esferas ou de roletes.Engrenagens e rodas de fricção.).Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483.

Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. Há também alguns tipos especiais. pode-se modificar a direção da transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos. C. saliências ou garras.POLIAS. que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam. etc. A presente posição não compreende. etc. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira). Todavia. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas). Quanto às rodas de fricção (denominadas também.REDUTORES. pendurais. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). as embreagens hidráulicas. de velocidade. pela associação por exemplo.. encontrando-se as esferas ou os roletes dispostos no interior da porca em alvéolos. H. helicoidais. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. e a outra. permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. E. carretos. quer por meio de uma biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas). montados. multiplicadores e caixas de transmissão. Os rolamentos (de esfera. as polias para cadernais. A presente posição compreende todos os tipos de engrenagens (cilíndricas. cilíndricos ou cônicos. MULTIPLICADORES. por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção. Entre estes. de agulhas. geralmente). mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos.25 ou 73. tais como os plásticos. os "bronzes" de grafita ou de outro carbono. cones ou anéis giratórios. geralmente contidas em um cárter. ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos.25. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS) Estes termos designam os dispositivos.. classificam-se na posição 84. A potência é transmitida quer pela pressão (variador hidrostático). Citam-se especialmente: As embreagens de fricção (constituídas por discos. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão. São constituídos. de um carreto e uma cremalheira. constituídos por diversos jogos de engrenagens. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável. que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. o movimento é transmitido com a mesma velocidade. hidráulicos. cadeiras. destacam-se especialmente: 1) Os redutores.. 3) Os variadores hidráulicos. em ângulo. incluídos os conversores de torque (binários). ou inversamente. de dentes retos. para os isolarem. contudo. que lhes permitem acoplar-se entre si). de parafuso sem fim. caso contrário. os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas. Existem também mancais (chumaceiras) que se empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter lateralmente de espaço em espaço. Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores. são constituídos por um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes. montadas em uma mesma armação. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. etc. nos quais um disco. Conforme a relação entre o número de dentes dos elementos associados. comportam também órgãos de lubrificação. constituídas por um conjunto de polias comuns. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa. cremalheiras ou parafusos sem fim. cujos elementos motores se prestam a diferentes combinações com os elementos impulsionados. de modo a fazer variar a relação de transmissão. as embreagens centrífugas automáticas. às vezes.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas. de rebarbas rotativas. madeira. 2) Os variadores de discos ou cones. consoante a necessidade).) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes. opondo-se às variações de velocidade. tais como as polias de tensão ou os tensores para correias. as embreagens pneumáticas. Existem vários tipos de órgãos de transmissão desta espécie. transmitem o movimento por simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução. Atualizado em 04/01/2011 . que se classificam na posição 68.VOLANTES Os volantes. roletes).26. consoles. A variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado. mas fabricam-se também com outras matérias. dispostas por ordem crescente ou decrescente..82.15. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. G. etc. sobre árvore (veio) acionada. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. ninhos. pelo contrário. de fricção. cônicas. apresentados isoladamente. entalhes ou reentrâncias concordantes. compostas de duas ou mais polias soltas. Em certos casos. etc. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética. Sua inércia.. os volantes são também utilizados para transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias). e as polias-cones.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou. de comando manual ou automático. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. uma. e os de correntes ou de correias. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados).Freqüentemente. por exemplo) seguem o regime do motor. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. é liso (plano ou abaulado) ou de gola. no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo. um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro. quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)).) e compreende tanto os próprios órgãos elementares. geralmente. esses rolamentos classificam-se na posição 84. que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades. D. F..). modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone. Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". confere aos volantes as propriedades dos reguladores de movimento. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. Pelo contrário. conforme o caso. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição.EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES Os eixos de esferas (também denominados "parafusos de esferas") ou de roletes. os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras). de diâmetros diferentes. Além disso. cone. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. tais como as polias-tambores.

Estas juntas têm uma estrutura geralmente bastante complexa. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO Entre os dispositivos (órgãos) de acoplamento distinguem-se as mangas de acoplamento fixas (de aro ou virola de discos. 84. de frisos. de molas. Os órgãos de transmissão da natureza dos descritos na presente posição permanecem aqui classificados mesmo qu