Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

ICMS 85/93. ICMS 52/93. RS. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. componentes. ES. Pilhas e baterias de pilhas 8507. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios. efeitos a partir de 01/09/10 AL. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. MA. SE. PB. MT. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. ICMS 109/09. SC e SP AC.30.87% Alíq interest de 12%: 48. ICMS 97/10. AP. ICMS 41/08. Não Atualizado em 04/01/2011 . efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. AL. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. 17/97. R J. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%.00 7244/98. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv. MT.11 e (Dec 8507. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. PA. ICMS 28/10. interest de 7%: 56. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506. PE. PI. *Pneumáticos. MA. PI. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. ICMS 10/03. RR. BA. adesão da BA através do Prot. MG. 50 do protetores de 4012. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. SC (a partir de 01/03/11). AM. PR. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. efeitos a partir de 01/03/10 Prot. RN. PR. efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot.80. AP. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot.43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. efeitos a partir de 01/01/98 Conv. BA.90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85.

PB. isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos. ES.42% Atualizado em 04/01/2011 .15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. cubos e pastilhas. placas p/ pavimentação. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 . internas com prod. efeitos a partir de 01/10/94 Prot. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. Lista positiva: 54. Lista neutra: 58. ICMS 99/09. MT.03%. internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. 96. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op. MS. RS. 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. 50 do RICMS/89) Conv. PI. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv.Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. ICMS 105/09. AL. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. PE. RO. efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. PA. MA. BA.90%. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. item 5. AP. ICMS 76/94.

61. item 5. exceto em relação a torradas AL.80%. menos o Estado de GO.00. PI. 0206. Normativa 04/09) item 5. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. exceto do Espírito Santo: 63.59%. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC. Normátiva 04/2009. 0203. BA. Internas: 46%.59%. efeitos a partir de 01/06/91. 6º do Dec 7947/01) Prot. AL. Dos Demais Estados e do ES: 54. Normátiva 04/2009. 0209. MA. PE. ICMS 50/05.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim. item 5. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. 2106.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . Ver nota 8 Prot. PA. bolachas.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins. etc. PI. ICMS 10/92. AM. ICMS 11/91. exceto ES: 63. III (Ins. pães.14 0201. item 5.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo.10. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.90. SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot. AP. CE. macarrão instantâneo e pães: 20%. BA.2) Pauta Fiscal Art. CE. Normátiva 04/2009. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. de 01/10/04 a 30/09/05. macarrão instantâneo. 0202. internas Do Sul/Sudeste. PB. e a partir de 01/11/08 Prot.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino. efeitos a partir de 01/03/06. RN e SE Ver nota 14 Massas. RN. 11/91 Cláusula quarta. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05. Pauta Fiscal (Ins. item 5.80 %.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art. PB. RR. Do Sul/Sudeste. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202. biscoitos. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. 0207. a partir de 01/11/08 Todos os Estados. PE. ICMS 26/04.

Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. AP. RJ. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. ICMS 20/05. MS. efeitos a partir de 01/06/95 Prot. inclusive automação. BA.00 (sorvetes) e 1806.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. RR. PI.90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. AM. BA. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 .das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”). indicados no Anexo 5-A. Nota 2: Observar o disposto no art. PE. AL. MT. PR. RO. RN. 87. ICMS 132/92. DF. ICMS 74/94. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL. inciso V do RICMS/BA. ICMS 46/00. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . inciso V: V . AP. CE. 87 do RICMS/BA.(ICMS da operação normal). efeitos a partir de 01/05/07. PB. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. SC. internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. PE. ICM 19/85. inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. 1901 e 2106. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art. ES. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim. SE. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC. ICMS 51/00. MG.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. RS. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. PB. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%.

embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5. GASOSA OU NÃO. POTÁVEL. NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . água. POTÁVEL. GASOSA OU NÃO. 8523. POTÁVEL. fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. NATURAL REFRIGERANTE.(ICMS da operação normal). chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. não gravados. fitas magnéticas gravadas. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL GASOSA OU NÃO. refri. NATURAL ÁGUA MINERAL. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL.8523. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem. GASOSA OU NÃO POTÁVEL.500 ml Pré-mix ou post-mix.40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação. NATURAL ÁGUA MINERAL. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 .29 .000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas. não gravadas. ÁGUA MINERAL. para gravação de som ou para gravações semelhantes. GASOSA OU NÃO.

fumo homogeneizado ou reconstituído (2403.91.10. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju .10. aplica-se a alíquota de 25%. 87.90.00). refrigerantes.10.00 e 1904.20).(ICMS da operação normal no Estado de origem). 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) . b) salgados preparados à base de batata .99. Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros. fumo em corda ou em rolo (NCM 2403.00).00). fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros .90) e desperdícios de fumo (NCM 2401.00.30. c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I.00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%. camionetas.11.10).00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados. Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais .99. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento.00 2403.exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402. jipes. furgões.20. prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92.90) (Nota explicativa 14) 2402. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto. rapé (NCM 2403. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação. acrescido da margem de valor adicionado de 94. migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo.10. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).(ICMS da operação normal no Estado de origem).00.NCM 2008. "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 . extratos ou molhos de fumo (2403. 00).99.NCM 1904.00 2402. Nota 12: Art.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). calculando-se a redução em 58. II e III pela legislação federal do IPI. desfiado. bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402. extratos e molhos de fumo (NCM 2403.12% x (alíquota interna) .10). independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas. exceto na importação do exterior de trigo em grão. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.(ICMS da operação normal).00.Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix"). ambulâncias. fumo curado (NCM 2401. Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente. não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) . adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento.NCM 2005. b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401.10) e rapé (2403. compreendendo fumo picado.90.00).10 e 2401. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92.das operações internas com açúcar.20) ou não destalado (NCM 2401. em qualquer acondicionamento.90.99. mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art.20. É reduzida a base de cálculo: VIII .19.91.00 e 2008. chopes. xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00).

incluindo o motorista.32. de cilindrada superior a 3000cm .31. incluído o condutor.21.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.23.90. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.De camionetas. mas não superior a 1500cm . furgões. exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. incluído o condutor.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 .9 ton ("Ex" 01 . "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. furgões. de cilindrada superior a 1000cm .De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.9 ton ("Ex" 01 . de peso em carga máxima não superior a 5 ton. com motor de pistão. exceto: carro celular e carro funerário 8704. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703. mas não superior a 2500cm .9 ton ("Ex" 01 .10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.33. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.10 celular 8703. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel. mas não superior a 3000cm . mas não superior a 3000cm . superior a 6m3. carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: carro celular.10 Automóveis com motor explosão.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. exceto: carro celular.9 ton ("Ex" 01 . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.De camionetas. de cilindrada superior a 3000cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. carro celular e carro funerário 8703.22. com volume interno de habitáculo.21. exceto: carro celular. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. chassis e cabina.21. de cilindrada superior a 2500cm . "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão. carro funerário e automóveis de corrida 8703. incluído o condutor.31. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.De camionetas. exceto: carro celular 3 3 8703.De camionetas.00 8703. incluindo o motorista. de cilindrada superior a 1500cm .10 Automóveis com motor explosão. destinado a passageiros e motorista.32. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703.9 ton ("Ex" 01 . c/motor explosão/caixa basculante.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. mas não superior a 2500cm .8702. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. furgões.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel. mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702.21. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.24. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina. incluído o condutor.10 8703. exceto: ambulância.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel.90 3 Automóveis com motor explosão.90 Outros automóveis com motor explosão. superior a 6m3.10.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. com volume interno de habitáculo.23. furgões.22.90 3 Outros automóveis com motor explosão. exceto: carro celular. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada superior a 1500cm . de ignição por compressão (diesel ou semidiesel).21. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703. mas não superior a 1500cm .9 ton ("Ex" 01 . destinado a passageiros e motorista. de cilindrada superior a 1500cm .24.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto: ambulância. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. de cilindrada superior a 1500cm .33. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada superior a 1000cm . c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante.00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. incluído o condutor. carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703.90 8703. de cilindrada superior a 2500cm . c/motor a explosão. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão.

exceto do Espírito Santo: 23%.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão. 3) achocolatados.90. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806.90. e suíno.20.31. destinados à mistura com água ou leite (1806. exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. secos. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806. paus ou sob a forma de ovo de páscoa. em pó ou em grânulos.9 ton ("Ex" 01 .31. em pasta. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.31. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) . com motor a explosão. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 . defumados.32. salgados ou temperados. refrigerados. em pó. grânulos ou formas semelhantes. 1806. refrigerados. 1806. desde que prontas para o consumo 1806. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras.00).90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: .(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras.9 ton ("Ex" 01 . ou no estado líquido. congelados. De Estados do Sul/Sudeste.00.20. tabletes. assim entendidos os produtos à base de chocolate. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.00). 2) e 1704. confeitaria. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%. exceto do Espírito Santo: 34%. congelados.20 1) cacau em pó. blocos. bombons ou outras preparações de 1806. em estado natural. De Estados do Sul/Sudeste. com peso superior a 2 kg.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação. bufalino.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste.00).32.10. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.90. exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste.10. recheados ou não.8704.10.31.

waffles. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista. tratando-se de operação interestadual. 228-C. calculando-se a redução em 55. nem recheadas. ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. cuja alíquota incidente na operação seja de 27%.” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo. nem preparadas de outro modo – NCM 1902. (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . inclusive pães de especiarias. 2. e outras preparações similares não cozidas. 353. efeitos a partir de 01/06/2010. massas para sopa e lasanha.tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento. está previsto no inciso VII do art.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. a seguir sistematizadas: 1.” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art. deverão ser observadas as disposições do art. talharim. 46/00 ocorridas no mês mais recente. 1. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento.40). 125 do RICMS/BA: “VIII . tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal. ICMS 46/00.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo .00. 506-B do RICMS/BA. II. está previsto no inciso VIII do art. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. nos termos do art. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e. 3) macarrão instantâneo – NCM 1902. XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. bolachas.2. nos demais casos. 11. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. bolos. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro. 3º-F. tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo.4 do RICMS/BA): 1) macarrão. nos termos da cláusula nona do Prot.o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot. Art. nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim. biscoitos. 2) pães. wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905. 125 do RICMS/BA: “VII .1.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente. 87.30. tratando-se de recebimento trigo em grãos. trigo em grãos . ou ainda. Nota 24: Redução de base de cálculo (art. desde que por ele produzido. espaguete.

impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. ICMS 06/09 e Alt. produtos imunológicos modificados. sólida ou semi-sólida. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601.80. bofes (pulmões). úberes. vacinas. Toucinho e gordura (banha) de porco. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos. Carnes e miudezas. rabos.30.90. gansos. O algodão hidrófilo de uso doméstico. baços. defumados.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados. línguas. órgãos reprodutores (úteros. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. redenhos. Nota 25: acumuladores elétricos. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. e suíno.00. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. por força do Prot. Prot. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. em manta fina ou em bolas. salgados ou temperados. refrigeradas ou congeladas. patos. pensos. congelados. cirúrgico. tireóides e hipófises. frescas.21. isto é. comestíveis. esparadrapo. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. e outros. salgadas ou em salmoura. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). rins. Nota 2: Em relação ao Prot. classificados nas posições 8507. inclusive charque. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). congeladas Carnes de animais da espécie suína. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”. frescas. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09. anti-soro. multiuso. diafragmas. outras frações do sangue. refrigerados. comestíveis. ovários. odontológico (estéril ou não). corações.10 e também está sujeito a substituição tributária. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. secas ou defumadas. 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. fígados. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. sinapismos. acondicionado para venda a retalho. miolos. operações internas. com uma ou ambas extremidades de algodão. goelas.90. pâncreas. testículos. frescas. por exemplo). em estado natural. gordura comestível. galinhas. em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005. frescas.11 e 8507. não estéril. a gordura que envolve as vísceras do animal. timos (molejas). patas. congelados. frescos. em mantas enroladas em papel azul Kraft. haste flexível ou não. salgados ou em salmoura. peles comestíveis. refrigerados. medulas espinhais (espinais medulas*). Efeitos a partir de 12/01/10. por exemplo). gazes. atadura. Medicamentos Algodão. utilizado principalmente na higiene e limpeza. secos. mole e cremosa. bufalino. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. inclusive charque. secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne).

40 4014. preparações para higiene bucal e fraudas.relação aos protocolos 99/09. fio e fita dental. Mamadeiras de borracha vulcanizada. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot.10.00 4014. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente. ICMS 76/94).31 9018. 6111.00 3306. ICMS 76/94 e Prot.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento .90 5601.90 3306.00.10.90.00 9018.19. 7013.90. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento.00 4818.32. ICMS 99/09 (BA e PR). chupetas. 5601. de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos. pastas e escovas dentifrícias.10.00 e 4818.00 2936 3926. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 .90.exceto em relação aos Conv. (operações internas e Conv.10.60 4015. preservativos.11. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes.21.00 9603. mamadeiras.3 e 3924. 32.20.40.10. 6209 3006.90.1 3306.90. EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.10. absorventes.00 3006.00 4015.

02 Anti-soro. exceto para uso veterinário 33.38 41.03 30.90.30.19.99 Provitaminas e vitaminas Seringas.00 38. mesmo obtidos por via biotecnológica.11. impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. outras frações do sangue.24 41.38 41.36 9018.38 41. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41.1 3926.04 Medicamentos.24 41.60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios.38 29. pensos. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33. ataduras e artigos análogos (por exemplo. exceto para medicina veterinária 33.38 Atualizado em 04/01/2011 .31 9018. gazes.38 4015.00 38.38 30.00 41.00 3006.90 ou 9018.00 38.24 41.05 Pastas (“ouates”).00 4015. vacinas para medicina humana. cirúrgicos ou dentários 33.32. esparadrapos.38 41.38 30. exceto para uso veterinário Medicamentos.24 38. sinapismos). outros. produtos imunológicos modificados.00 33.

872/2009. esparadrapos. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38. exceto nos itens 3002. gazes.56. 1° da Lei 10.(ICMS da operação normal no Estado de origem). esparadrapos.84% 42. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).24% 54.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38. 3006. pensos. exceto nos itens 3002.). nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 .56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38. tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro. nos itens 3306.30 e 3002.90. gazes.20 (fios dentais). localizado neste Estado.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005.37% 53.00 (escovas dentifrícias). 11.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) .18% 41.24% 46. exceto no código 3004.37% 49. 3° da Lei Federal 10. pensos.21. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).18% 3.16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41.72% 50.24% 58.05% 49.90.24% 56.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.90.93% 52.56. exceto no código 3004.10.42% 62.Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida. etc. 3003 (medicamentos). e nos códigos 3005.147/2000.93% 33. na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41. 3306.64% Nota 28-A: caso o destinatário.10 (ataduras.46.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33. possua Termo de Acordo nos termos do Dec.00% 50.16% 49. etc. 3006.90.10. 3006.38% 60.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32. sinapismos. 3306.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios).35% 40.35% 51.60.90. e 3004 (medicamentos). sinapismos.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente).30 e 3002.08% 41.46. e 3004 (medicamentos).60.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41.).10 (dentifrícios). todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33. 3003 (medicamentos).30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.34% 58.62% 44.90. exceto no código 3003. “1.41% Estados de origem 2. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33. todos da NBM/SH. exceto no código 3003.89% 46.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38.09% 38.10 (ataduras.78% 48.

00 6905. e azulejos: Ladrilhos. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%. (art.00 6904.interestaduais de UF não signatária do Conv. AUTORIZADOS pela GERSU. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. 61.90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9. se houver). exceto o Estado do Espírito Santo.00 6905.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10. .10. ICMS 34/06: • Medicamentos. soros e vacinas.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11.15% ou.90. ICMS 76/94. não vidrados nem esmaltados Placas (lajes). Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%.90. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição. inciso XV e § 2º.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv. esparadrapos. preparações químicas contraceptivas e ataduras.00 6906 6907. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos. cubos e pastilhas. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv. em relação às vendas não destinadas a hospitais. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28. em substituição a esta redução. clínicas e órgãos públicos. e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 .53% (já incluído os 10% previstos na legislação). 11872/09. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv. com redução de 10% ou a prevista no Dec.34% – Alíquota interestadual de 12%: 9.90. 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . se o contribuinte possuir Termo de Acordo. ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais.10. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. de forma que a carga tributária corresponda 12. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento. ICMS 76/94. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC. I). adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv. deverá ser recolhida a diferença do imposto. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9. exceto o Estado do Espírito Santo.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. ICMS 76/94. calhas.00 6904. não vidradas nem esmaltadas NCM 6904.00 6907.00 Atualizado em 04/01/2011 . cubos e pastilhas para mosaicos. clínicas e órgãos públicos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. . a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.4 do inciso II do art.10. sendo que.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste.90.

3808. 2713. 3907.00 3815. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. impermeabilizantes. 3910 2821. solventes. 3405. limpeza.90.9190) e adesivos.00. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art.00. aglutinantes. 3506.19. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. 2715. encáusticas. 6807 III IV V VI VII VIII 3211. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária.00. mesmo que enquadrados no código 3214. agentes de cura para aplicação em tintas. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART. 2714. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. 2902. 3205. 3907. 3405. Comentário: Argamassa. 3807.20. pastas. 3506.30 ). 3206 2706. 3910 X 3204. xadrez. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST. Corantes para aplicação em bases.00 2707. líquidos. 3905. catalisadores. Piche.10. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação. Pez. aguarrás. 3909. diluir ou remover tintas. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados.30.00. alvenaria e cerâmica. removedores.90. 3824.11. 3204. 3824 IX 3214.00. 3214. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa.00 6908.00. 3810 e 3814 3404. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 . vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV. preparações catalísticas. 3206. 3209 e 3210 6908. 353 e Anexo do Conv.90 e 3506.00. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. preparações e outros para dar brilho. 2710 (exceto posição 2710. aditivos.00 6908. mástiques. massas de polir. ceras de polir. cubos e pastilhas. massas para acabamento.00 da NCM.11. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. vernizes e outros Massas. 3805. vernizes. piche. 3405. vidrados ou esmaltados Placas (lajes). Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes. imunizantes para madeira.00.90. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. 3910. bases. vernizes e outros Preparações concebidas para solver.00 6908.17. 2901. vernizes. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica. cimentos. 3212 Nota 31-A: Tintas. concretos.Ladrilhos.90. através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção).10. 2715. ceras. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506. rebocos e argamassas Indutos.00 2707.90. secantes.

04% Nota 32: MVA de pneumáticos. Nordeste. e 5.BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. Centro-Oeste e Espírito Santo. nos termos da Lei nº 10485/02.08% 59.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%.C: crédito fiscal destacado no documento fiscal. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria. Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas. exceto ES. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste.3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. sujeitos ao regime de substituição tributária. > (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv.17 – C. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51. contribuinte ou não do ICMS. II . Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia.IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados. Nota 33: CONV. pessoa física ou jurídica. a base de cálculo fica reduzida em 4.MVA: margem de valor agregado.NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. V . ICMS 10/03. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I . em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS.27% 43. Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 .Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar.19%. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre. ICMS 74/94. III . de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68. Espírito Santo. ICMS 74/94. IV . Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0. efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor.90%. expressa em percentual. Nota 36: O Conv. ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos. ICMS 10/03 . Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523. não impressionados.90. 8523. DVD+RW e DVD-RW.21 8523. CD-R.29.outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6. em rolos ou planos.29 8523.em cassettes .5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6. ICMS 51/00. sensibilizados. vídeo games.em cassetes para gravação de vídeo . DVD. de matérias diferentes do papel.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv.29. mesmo em cartuchos.11 8523.22 8523. disquetes e outros. mesmo em cartuchos. sensibilizados.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 . do cartão ou dos têxteis.29 8523. de matérias diferentes do papel.21 8523. CD-I.40.29.5 mm . exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos.40.em rolos ou carretéis.33 8523. de largura inferior ou igual a 50. considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. CD+R.29.40. CD-ROM.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não. tais como: CD.19 8523. CD-RW. exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . em rolos ou planos.80.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6. e “slides”. CD+RW.8 mm (2”) . Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.29 8523. vídeo-laser. não impressionados. ICM 19/85 e Prot.24 8523.29. do cartão ou dos têxteis.em cartuchos ou cassettes .39 8523.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos. tais como disco rígido (HD).40.00 8523.32 8523. ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523.30 Outros 3701.29. e “slides”. mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701.discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) . CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser.29. DVD+R.29.29.29.29.29 8523.40.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados .29.23 8523. DVD-R.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.

3) aguardentes. vitaminas e ou minerais. hidromel.4 3702. XIII e XVII do Anexo Único. Opcionalmente. que são substâncias que se perdem no suor. não perfurados.das operações internas com café torrado ou moído. de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot. VII.de 6% a 8% -. tais como: 2. exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum). denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94. outros tipos de vinhos – NCM 2204. desde que por ele produzido. glicoses e de eletrólitos. vinhos espumantes. de 11/02/08.1) vinhos de uvas frescas (tintos.90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) .1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31.471. IX. por exemplo). de 30 de junho de 1994. rosés ou brancos(2204) 1.4) aguardentes simples (caninha. 2. associada a concentrações variadas de carboidratos. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. classificados na posição NCM 2205. a partir de 01/11/2010. de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv. perada. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. cloreto e carboidratos.(ICMS da operação normal no Estado de origem). 87. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1. XII. 2. ICMS 127/10. 2. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº. relativamente aos produtos relacionados nos itens I. com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física.2) outras bebidas fermentadas (sidra.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). Nota 43: Art.5 3705. desnaturados. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas. DOE. de 08/02/08. rosés ou brancos).5 e 3702. não perfurados.3 3702. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. 2.9 3702.Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. Atualizado em 04/01/2011 . com qualquer teor alcoólico – NCM 2207.20 3702. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. VIII.00. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas . cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos. III. Devem apresentar concentrações variadas de sódio. X. a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas.2) Classificadas na posição NCM 2208. calculando-se a redução em 58. efeitos a partir de 01/03/08. mostos de uvas. de largura não superior a 105mm Outros filmes. É reduzida a base de cálculo: XIV . incluídos os vinhos enriquecidos com álcool. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208. Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação.90. II. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. 45. estes produtos podem conter potássio. a partir de 01/04/2009 1.

Toda Hora. que ajuda na recuperação da energia após treinos.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos. FLASH POWER. RED DRAGON. Sulppe. FIRST ONE. Podem conter vitaminas e sais minerais.11. Cajuba.5% de álcool. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo.CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes.SANTAL ACTIVE . conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.SPORT ENERGY .MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. BURN ENERGY DRINK. BLUE ENERGY XTREME. os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação.10. FLYNG HORSE-BOOSTER. ON LINE. BLISS SPORT . substâncias excitantes para o sistema nervoso. BAD BOY POWER DRINK. internas:  Operações internas: • Massas.ENERGIL C .5%. INDAIÁ NIGHT POWER. • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot. ECSTASY. macarrão instantâneo e pães: 35%. EXTRA SPORT. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. macarrão instantâneo e pães: 20%. à base de cafeína e ou taurina. que têm. DYNAMITE. 50/05: • Massas. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. podendo conter vitaminas e sais minerais. LIQUID ENERGY. ATOMIC ENERGY DRINK. REPIQUE. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. Senninha. Opcionalmente. à venda em bares e casas noturnas. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo.00 não está sujeito a ST. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” .GATORADE . estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais. SKY HORSE ENERGY DRINK.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. Nestes produtos. Kapo.90. Atualizado em 04/01/2011 . competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op. ATO COTEPE/ICMS Nº 33. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK. 5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas. Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. como a cafeína e taurina.

aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00.98 R$120.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . abater o crédito de origem. de 22 de dezembro de 2000.63 R$3. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional.12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133.COTEPE/ICMS. conforme § 1º da cláusula quarta.56 R$15. prevalecendo. o de maior valor. o de maior valor.27 R$1. divulga nos termos das tabelas abaixo. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. Atualizado em 04/01/2011 . 12.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. Art. Tabela 1 . prevalecendo.50 R$100. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1. abater o crédito de origem.15 R$3. o valor de referência será o constante na tabela 2. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. de 12 de dezembro de 1997. como imposto devido.CONFAZ.Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14. se for o caso. o valor de referência será o constante na tabela 1. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB).Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115. bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. XIII.88 R$6. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. Tabela 2 . conforme § 1º da cláusula quarta. como imposto devido.31 R$7.02 R$7. se for o caso.50 R$12.

Maisena. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5.CONFAZ. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato.58 Peso/Embalagem 5 10 1. com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo.80 R$ 3. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00.50 R$ 2. para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria.30 R$4.40 R$ 5.20 R$ 7. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . Amanteigado. 12. biscoitos. de 16 de dezembro de 2005. Leite.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias.00 R$ 2. os valores serão determinados de forma proporcional.94 R$1. torna público que a Comissão. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. nos termos da seguinte tabela. por este ato.00 R$ 4.36 R$8. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3.00 R$ 2. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. bolachas. conforme cláusula nona.COTEPE/ICMS. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08. Coco e Chocalate.20 R$ 5.56 3. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. de 12 de dezembro de 1997. bolos.89 Art.40 Atualizado em 04/01/2011 .Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34.Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária .15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0.11. e outros derivados da farinha de trigo.Art. XIII. decidiu divulgar.26 14. O Secretário . pães. Tabela 3 .

. o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art. 87..1 do inciso II do caput deste artigo. a partir do dia 1º de janeiro de 2010”.10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10.. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual.das operações internas com os produtos derivados de leite.... fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte . “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”.às indústrias ceramistas. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido.......leitelho..00.... calculando-se a redução em 29. blocos. VII do RICMS/BA)... ICMS 73/89 e 26/94). equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas.... página 26. estabelecido neste Estado. de 5 de novembro de 2010. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III ..”.. tijolos..10. iogurte.... Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos.. relativo à substituição tributária....Com cobertura Demais biscoitos.. quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados. relativo à substituição tributária.... leia-se: .00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA . 61.. 353 do RICMS/BA): . nas operações internas com os produtos a seguir relacionados. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art...... nas operações internas. publicado no DOU de 8 de novembro de 2010.00 R$ 6.. Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto. fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art. sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação...... lajotas e manilhas.. constantes nas posições da NCM abaixo indicadas..... realizadas pelo fabricante. II .. tijolos.. leite e creme de leite coalhados.. onde se lê: “..CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12.. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 . vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs.11. Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2.. Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art.produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15...NCM 0403. ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau..4 da Instrução Normativa 04/09.. Seção 1. Atualizado em 04/01/2011 .. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário...41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento).. 96. mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes.. bolachas e massas alimentícias R$ 10.. telhas e combogós... É reduzida a base de cálculo: XXVIII ...”...”.. Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto...

. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo... III – deficiente físico... 347... 353.. será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto..... VIII. juntas.... segue o Anexo Único do Prot. sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS. Tratando-se de operação de saída interestadual. para creditamento do imposto pelo destinatário. quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante.. devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação..2002. Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas..O item 30 do inciso II do art.. VII .. bufalino.. 87.. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo.. 23 2) art. de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv...12....10 3815. próprias e subseqüentes. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual.. de 03 de abril de 2002. 78-B. 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM.. secos ou temperados.. Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º. ICMS 89/05).. de 03. congelados. cotovelos... XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador.. resfriados.. salgados.. “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS ...10. II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv.. XXV .táxis 2) Art 24.485. caprino.. observado o disposto no § 8º do art.. 96.. 3) Art...205.. III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art. É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos... ovino e suínos. uniões).1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. 6º e 6º-A do art. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. 104. ICMS 133/02 e Art.17 3918........  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente...Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art.. independentemente de comprovação.00 Atualizado em 04/01/2011 . 23 ........ refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro... de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815. em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5..00 3923.à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art. 104.. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art.... o equivalente a 9..72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11... é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária.. sem ônus tributário para o emitente. 24-A – destinado a APAE.. a título de quebra (perecimento). a que se refere a Lei Federal nº 10....4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. flanges. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: .30.90 39..... exclusive do Estado do Espírito Santo. Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art. resultantes do abate de aves. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot. leporídeos e gado bovino... Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art.12.... 506-E. 353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas..  b) 5.ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8.2 do inciso II do art..07.4. produzido neste Estado...

à base de amianto.90.10. revestidas ou recobertas.00.9 4016. de ferro fundido. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.3 5910. embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo.0000 4016.93.90 8301.00 7014.00 4823.00.00 7806.00.20 8301.00 8302.30.00 7 8 9 Juntas.00. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes.00 8310.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças. decalques.00 7311. mesmo impregnadas.90 5705.25. para uso em motocicletas.10. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação.10 4016.00. rolos.00 73.00 8007. revestidos. ferro ou aço 7009. tiras. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante. de ferro ou aço Obras moldadas. guarnições.5 6 Frisos. de outras substâncias minerais ou de celulose.30.00 7007.70 8302. lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas. 3926.21.91.00 6306.1 6506. para freios.00 5909.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis. de matérias têxteis.10. mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301.00 4010.11.99. discos. exceto 7325. anéis. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903.13 7007.20 73.00 Atualizado em 04/01/2011 .90. pastilhas). Partes de veículos automóveis. de matérias têxteis.10. recobertos ou estratificados. molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada. placas. não montadas. de plástico.00 68. de proteção. segmentos.

90 84.9 8412.80.13. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas.39.00 8421.90.10.90 8481.10. 32 e 33 84.2 34 Partes das bombas.92 84.80.3 8408.80.90. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407.00 8421.90 8421.1010 8431.20 84.20.14.42. volantes e polias.2 8433.29.31.1 8414.90.49. caixas de transmissão e variadores de velocidade. incluídas as juntas de 8415.21.10 84.20 8421.14.83 Atualizado em 04/01/2011 . incluídos os conversores de torque.08. multiplicadores.00 8431.07 ou 84. embreagens e dispositivos de acoplamento.00 8481.00 8421. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis.20 8425.90. redutores.90 8481.10 84.9 8424.09. compressores e turbocompressores dos itens 31. mancais e "bronzes". lubrificantes ou líquidos de arrefecimento. engrenagens e rodas de fricção.27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84.82 45 46 47 48 49 84.39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores. incluídas as polias para cadernais.23.13.91.30 8414.10.3 8414.00 8414. eixos de esferas ou de roletes.

10.11 54 8512.2 8544.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas.10 8539. limpadores de párabrisas.00.11 8536. velas de ignição ou de aquecimento.90 8534.20 8512. variadores de velocidade e freios. embreagens. magnetos.20 8507.4 8538 8536.20. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes. bobinas de ignição. exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527.30.00 85.10. dínamos-magnetos. envelopes ou embalagens semelhantes.40 8512. 63.2 8529.90 8539.30.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525. degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes.10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62.12.18 85. motores de arranque).60.00 Atualizado em 04/01/2011 . apresentados em bolsas. geradores (dínamos e alternadores.19. seccionadores e comutadores Faróis e projetores.84 8505.00 8535. Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517.13 85. eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo.00 8536.00 8544.50.50.1 8525. em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência.00 8536.20. 64 e 65 Interruptores. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos.39).10.

placas metálicas com 3919.01 a 87.00 9401.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários. auto-colantes.00 carga.40 9032. de uso em veículos automóveis.00 8413. pára-choques de veículos de 3919. incluídas as cabinas. capacetes.00 8413. consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87. mesmo providos de seus acessórios.10.10.50.20.90.60. em disco.29.90 8413.90 9026. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais.19 8413. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média.00. mesmo em rolos.40.90.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87.19.1 8716.90. Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo.21 9031. próprias para colocação em carrocerias.10 8413.00 película de plástico refletora. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos.29 9030.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.90.10 8414.05. adesivos.10 4823.80. de plástico.20. motocicletas. tiras.31.33.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 .80.2 9104. Cilindros pneumáticos.07 8708 8714.10 8414. refletores.59. ICMS 127/08. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705.19 9026.00 88 Fitas. 8412.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot. 4009 4504.89. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores.59.81. indicadores de velocidade e tacômetros.00 6812.70. 8708. efeitos a partir de 01/02/09 9613.00 9401.10 90. ciclomotores.99.

50.20 8507. XXIV . adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento). partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art.39. ICMS 135/06 é autorizativo. observado o disposto no § 11. 101 Outras peças. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. XIII do RICMS/BA). Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas. sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído.00 9032.00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot.30 8512.30. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 . A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa. 61.82 9027. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações.00 8507. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421.19 8501. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07. ICMS 41/08.90 8501. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07. apenas do Prot.89.10 8504. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art. o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.das operações internas com aparelhos celulares em 29. Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. ICMS 97/2010. Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular. para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna. especificados no item 35 do inciso II do art.31. 87 (art.10. § 11. salvo se a exigibilidade estiver suspensa.10.41%. no Estado de destinação da mercadoria. 353. 87.

e a partir de 01/03/2011. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. 228-A).3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. antes da entrada no território deste Estado (art. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. apenas a parcial. item 5. Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. 61.10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. mediante contrato de fidelidade: 26. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. 515-D).872/2009). 512-A. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. mediante contrato de fidelidade. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. 512-B). o que for maior (§ 1º-A do art. Nota 1: Não se aplica a ST total. Atualizado em 04/01/2011 .4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. mediante contrato de fidelidade. tributadas pela alíquota de 7%: 41. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. 228-A). ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. Nota 64: Álcool para uso não automotivo.1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos.AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. e a partir de 01/03/2011. 515-D). Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. X do RICMS e IN 04/09. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. antes da saída. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. prevalecendo o que for maior. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. se distribuidora. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. se distribuidora. nas remessas para distribuidoras. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art. prevalecendo o que for maior. exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. 2º Decreto 11. tributadas pela alíquota de 12%: 34. antes da entrada no território deste Estado (art. Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. antes da saída.50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos.

grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões). flocos.52 75.90.00 3307.00 3808.20. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). 3401.90 3402.42 34.00 62 57 81.19 3206. pedaços ou figuras moldados 28 43. em relação às operações destinadas a BA.20. prevista no inciso VIII do art. quando não observadas as disposições do Conv.40. 353. 2828.00 3307. transferência ou não.01. palhetas.11 2828.19 3.10. branqueador ou alvejante 70 90. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7. pós. e a SP. 3405.07. cremes e preparações semelhantes. preparações tensoativas.58 38.41.46 35.41.92 71.29 31. efeitos. 3401. 3402.00 8. item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot. mesmo contendo sabão.00 3808.40 **sabões em barras.19 2.94.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora.49.23 28. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato).46 Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 171/10. ICMS 110/07. da classificação NCM.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74.76 66.94. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10).10. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1.80 65.00 6. II. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00 3402.20. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC). SE FOR INFERIOR A 17%.00 5. Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art.71 27.90.20.47 4.19.90. Pomadas.48 80. 3405. 3307. 3402 **sabões ou detergentes em pó. Pastas.94 35. para calçados ou para couros. a partir de 01. exceto as da posição 34.

00 2933.11 42.20 2806.94 17. decantadores à base de cloretos. 2710. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46.10 6805. granulada.00 2207. rodenticidas.32.00 3506.95 80.10.43 64.69.22.11. ácido tricoloro.21 2833.20.30.91.34 Atualizado em 04/01/2011 . ácido clorossufúlrico.87 73.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9.00 2828. em pó.98 70.91. fungicidas. oxicloretos.00 6805.67 62.1 3808. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71.71 42 27 59 59. 3808.59 38.99 11. 2801. 2803.65 68.00.16 50.90 18.00 19. pastilhas.90 16. 3809. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes.10.55 34.43 66.10 3808.00 3924.92.69.20 3905. 3808.70 48. em pó.30.95 63.10.00 2827.30 Inseticidas. 2806. 2827.90 14. tabletes.50. 28. granulado. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.10.90 21.12.22 57. 3924.11 2933.00 2924.10.89 57.80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). isocianúrico todos na forma líquida.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.00 10. raticidas.91 3808.20.42 35.94 12. 2207.58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado .78 66.49.15 20.90.90 13.40 56. todos na forma líquida.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91. 2827.20.10 15. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43. 3505.10. hidrocloretos.98 54. repelentes e outros produtos semelhantes.30 78.19 3808.

3824. 2815.95 60.31 71.11.00 23.10.30.20. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro.13 2923.22 28 55 55 41 46 51 49 43.39 28.00 2836.10 57.19 66.94 3808. 2902.00 2901.71 64.28 67.00 24.90.98 Atualizado em 04/01/2011 .20. 2933.39 30.90.67 73.95 35.93 3808. 2832.49 54.00 2842.16 62. 2836.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61. carbonato de cálcio. 2923.49 58 77.64 Algicidas. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69.34 49.99 33. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio.67 57.34 64.80 60.20 25.10. 2931.10 26.90 2922.30. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis. removedores de gorduras e oleosidade.52 69. 3402.42 73.02 32. para untar couros.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.99 63.90.00.04 79.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22. à base de sais.19 66.90.90.10 57.90 34. 3822.59 69.90 27.69.19 29.50.98 31. 38.00. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70.10 2836. 34.92 3808. 2917.90 3808.

9603.27 66. 2806. cabos e afins Vassouras e escovas.76 91. desinfetantes e afins Vassouras.43 51. panos de prato ou de cozinha.10.95 83. e outros redutores de pH da subposição 3824.79.10.98 73.95 71. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43.98 62. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot.22 43.90.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35. rodos.10. 2828.00 Atualizado em 04/01/2011 .00 38. 3923. 8424.20. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90.79 36.00 3402.2 37. SE FOR INFERIOR A 17%. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35.11 2828. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.00. de ácidos clorídricos.1 3824.90 40. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT.13 57. 9603.00 41.79.41.90.90. ICMS 27/2010 (BA e MG). 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.71 49 53 35 49 64 71 66.90. redação dada pelo Prot. esfregões.89 8516. sulfúrico fosfórico.60 57.19 3206.48 1.90. 7323.88 81.00 39.20. 6307. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária.10.30 * MVA diferente em relação ao Prot.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não.10 2809.20 2807.

fungicidas.00 3307.16 68. 3402 40. Inseticidas.90 10. repelentes e outros produtos semelhantes.11. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8.12.00 3808.10.90 2207.65 78.76 75. 74. raticidas.46 91.94 Pomadas.30. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7.42 35.10.10. preparações tensoativas.78 38. exceto as da posição 34.92.90 3924. da classificação NCM. 5.90.94.91.60 81.58 46.99 3808.85 2.40. saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.91 3808.1 3808. 3.20.30 34. cremes e preparações semelhantes.40 57. para calçados ou para couros. mesmo contendo sabão.00 3405.50.55 42.00 2207.90.71 59. 12.80 65.30.00 3808.89 66.88 12% 49.10 3808.10 6805.10 2710.20 3905. Esponjas para limpeza 59 11. 42 27 3809.19 12% 80.52 71. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).94.30 43. rodenticidas. 9.92 66.98 6.00 3924.11 50.00 3307. pós.37 4.00 3506.49.41.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307.95 57.01. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 .00 3505.3808.00 6805. 3405.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).10. Pastas.91.

15 2827.50. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.19 3402. hidrocloretos.00.11 2933.10.80 69. granulada.43 73.00 2901. isocianúrico todos na forma líquida.32.00 2828.34 19.42 35.99 49.59 12% 54.69.43 62.1 2832.67 64.20 2806.20.22 66.39 34.19 3808.10 2836.20.00. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70.94 2803. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.40 70.22. granulado.10. carbonato de cálcio. ácido clorossufúlrico. todos utilizados em piscinas 55 12% 64.67 18.10 66.90. em pó. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 . pastilhas. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).00 28.95 20. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.34 73. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.20. 2801.20.00 2933. decantadores à base de cloretos.49.49 63.03 7% Cloro estabilizado .00 2924. 26.00 2827. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio. 17.90. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63.13. para untar couros.39 2933.31 61. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis. 27.95 57.16 71.30. 25. 16. todos na forma líquida.19 60. Floculantes clarificantes.69.90. 24. ácido tricoloro.67 64.10 2923.90 2931. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.21 2833.43 62. 23.87 48.20 2917. 22.22 43.69.98 80. em pó.10.70 56.59 54.00 2836.90 2827.00 2836.00 2902.34 57. oxicloretos.90 2806.11. tabletes.80 14.10. 15.71 73.

mesmo animados. patinetes. e outros redutores de pH da subposição 3824.95 57. bonecos. peróxidosulfato de sódio ou potássio.90 3824. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.90 2922. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo.10.76 73. desinfetantes e afins Vassouras.90 3808.10.52 79.95 57.98 83.00 2842. outros brinquedos.60 81. 49 34.90.30 32.79. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69. rodos. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.90. Prot.00. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento. removedores de gorduras e oleosidade. Kit teste pH/cloro.79 3923.90.94 3808.98 43.88 91.43 62. II.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29. panos de prato ou de cozinha.10 2809. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.19 60. carrinhos para bonecos. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas. 7323. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. 6307.64 30.13 66.92 3808.99 3822.10.2 57. 31.20.30. 38.22 51.10.13 2923.95 57.10 66.93 3808. à base de sais.90 9603.12% 7% 12% 7% 2815. todos utilizados em piscinas 60 12% 69. cabos e afins Vassouras e escovas. de ácidos clorídricos. esfregões.71 66.79.28 28.04 67.89 8516.00 71 12% Nota 69: Triciclos.10.98 71.49 2806. ICMS 28/10 e art.27 43.90. sulfúrico fosfórico.20 2807.42 35.1 3824.00. Algicidas. 36.00 35 49 64 38. ICMS 109/09. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 .00 8424. 9603.98 77.00 53 35. 37.90. 353.

matte ou lustre.90.10.80% 65.00% 12. magenta e amarela 56.00 7. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot.14% 42.46% 74.92% 78.00. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.00 3703. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.00% 75.00% 7% 12% 66.29 3703. em rolo e.07% 18 51.00 Papel fotográfico.00 4802.10.93% 67.20.80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50.41% 3824. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm. (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.06% 3703.10 3703.00 Corretivo 12.49% 76.90.autoChrome".29 Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 70/10.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7.98% 43.40% 68.00% 34.10.10 3704.20 57.

00% 75.00% 12.93% 62.00% 9017.49% 98.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65.46% 96.46% 84.90 5509.30.00 3926.00% 96.00 7.00% 7.00 Apontador de lápis 54.90.40.00% 12.00% 12.00 7.00 7.4016.00 7.61% 75. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.94% 68.10.49% 68.00 7.00 4421.00% 12.00% 12.20. estiletes para duplicadores.53.99% 59.90.98% 84. de traçado ou de cálculo 9603.92.49% 74.10.18% 53.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.82% 60.00 50.07% 70.9 63.23% 51.54% 78.27% 8214.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 .00% 82.00% 12.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.92% 66.00% 12.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.55% 63.90% 87.00% 7.00% 12.00 Canetas esferográficas 9608.80% 75.08. porta-lápis e artigos semelhantes.48% 87.95% 57.46% 78.00% 75.07% 78.00% 12.87% 74.12% 9608.08% 85.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.00% 57.92% 66.46% 72.00 Prancheta 7.00 Borracha de apagar.06% 68.00% 75.00 Instrumento de desenho.28% 78.06% 68.13% 77. canetas porta-penas. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57. e artefatos semelhantes 43.06% 68.00 7.92% 66.99.20.1 4202.00 96.00 7.00% 49.06% 68.64% 72.66% 65.92% 66.46% 66.00% 7.88% 74.00% 12.00 5202.

00% 12.00% 66.09 57.49% 78.49% 78. papéis de presente 57.01 a 39.00 Papel celofane 12.00% 12.9 4802. próprias para recreação de crianças 57.00 Cartolina escolar e papel cartão.92% 66.00% 12.90 49.00% 7.12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.57.9 4802. recados auto adesivos (LP note).92% 66.54.49% 68.99 4802.00 59.98% Lápis.14 57.90% 90.92% 3916.56.01 a 39.92% 7.00 Papel impermeável 7.00% 75.90 4811.00% 96.00% 12. de plástico e outros materiais das posições 39.20.06% 80.46% 75.49% 78.10 Massas ou pastas para modelar.49% 78.92% 57.06% 68.46% 75.00 57.06% 68.92% 66.14.00 57.00% 68.00 Atualizado em 04/01/2011 .00% 7.9 4806.carvões.54% 3920. pastéis.perfil para encadernação.06% 3407.99 4816.90.00% 66.92% 68.49% 78.06% 68.04% 60.95% 57.46% 75.06% 78.00.49% 78.9 Papel seda 4421.00 78.24% 68.20.00 4802.00% 12.00% 12.00 7.00% 57.46% 75. verde e cortiça 7. brancos e coloridos.46% 75.99% 59. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.00% 7. minas.20.20.00% 7.00 Espiral .19 3926. exceto estojos 57.90.92% 66.46% 66.57.58.46% 75.54.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.92% 78.12.46% 75.49% 78.06% 68.00 Quadro branco.00% 66.00 4802.00% 7.00% 12.10.06% 68.06% 68.00% 75.29% 66.98% 88.20.00% 12.00 4802.00 Bobina para fax 4802.00% 7.

00% 75. aerogramas.00 Papel-carbono. mesmo acondicionados em caixas 57. estênceis completos e chapas ofsete.18% 68.37% 48. sacos e semelhantes.10.00 Papel crepon 4810.12.46% 75.67% 81.06% 68.49% 48.13. em folhas.90 Papel almaço 4810.46% 78.00 57.49% 91.00% 61.00% 12.10 48.00% 12. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.31% 72.36% 79.92% 66.00 57.16 57.39% 12.16% 63.00 Papel hectográfico 7.06% 68.00% 7.22.06% 68.49% 78.00% 75.00% 7. contendo um sortido de artigos para correspondência 52. de papel.00% 7.92% 66.12% Atualizado em 04/01/2011 .00% 4808.00 7.00% 12.46% 89. caixas.92% 66.00% 70.49% 78. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).46% 12.46% 75. de papel ou cartão.92% 66.16 4816. de papel ou cartão.17 envelopes.09 48.49% 78.00 7.90 Papel fantasia 69.90.00% 12.06% 68.00% 66.

cadernos.00% 75.00% 12.49% 7607.46% 95.07% 4909.00% 57.de época / sentimento) 5210.41% 7.94% 77.00% 12.06% Atualizado em 04/01/2011 . blocos de notas.00 cartões postais impressos ou ilustrados. com ou sem envelopes.92% 78.00% 12.90 Papel camurça 82.59.00% 74. de recibos.32% 78.90 Papel laminado e papel espelho 57. de papel ou cartão. 00. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.00 7. de escritório ou de papelaria.11. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono. de papel para cartas.00 Livros de registro e de contabilidade.48. agendas e artigos semelhantes.00 103.00% 92. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.93% 106. classificadores.88% 87. de apontamentos.06% 68.00 7. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). pastas para documentos. de papel ou cartão 84.96% 75. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social .92% 66. de encomendas. mesmo ilustrados.20 65.13% 7. capas de processos e outros artigos escolares.

10 3506.00 Estojo escolar.61% 75. ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00% 12.49% 78.92% 66.59% 33. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot.00 4202.46% 39.14 42.49% 78.00% 12.00% 7.00% 71.00% 12.60% 81.00 4420.00.00% 24.00% 60.97% 9610. SE FOR INFERIOR A 17%.00.06% 68.46% 75.36% 68.46% 91.94% 83.51% 8304.46% 78. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT. ICMS 109/09 7. e carta 3926.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .00% 12.00 7.10.00% 9603.91 57.00 Cola escolares branca e colorida.90.49% 41.07 1.18% 53.00% 66.00% ANEXO ÚNICO do Prot.30% 62. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50.23% 51.00 Apagador para quadro 57.49% 93.06% 68.3 7. ofício I e II.56 43.06% 68.10.88% 32.00 4802.46% 75.90.84 Papel cortado tipos A4.00 Porta-canetas 3506.00% 12.92% 66.00% 12. mesmo emoldurados 57. 3213.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.00 7.92% 66. estojo para objetos de escrita 7.12.

em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante.00 9608.92.94 68.23 51. magenta e amarela 57 7% 75.46 3.10 3704.90. 3824.46 96. 6.90.00.04 12.92 66.10.00 3703. 5. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho.55 63.64 72.90.92 66.07 59.92 66.9 4421. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.28 75. 3703. 14.80 65.92 66. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74.00 8214.46 66.20.1 4202.00 9603. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.29 4016. 13.46 72. 4.53.08 Corretivo Borracha de apagar.20 Papel fotográfico. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. 7.20. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas.20.08 85.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores.61 75.40.90.90 5509.00 5202.40 82. 8.99.2.46 75.10.10.30.95 57.00 4802.00 9017.98 84. estiletes para duplicadores.88 74. 9. em rolo e. 11. 10.00 4202.00 9608.10. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.54 75.29 3703. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 . matte ou lustre.82 60. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”. 9608.00 96.10 3703.00 3926.92 12% 66. canetas porta-penas. porta-lápis e artigos semelhantes.

10.90 4810.92 66. 22. 27.00 Lápis. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar.todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.46 75.92 66.92 66.46 75. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24.92 66. 16. 3926. 21.90 4811. exceto estojos.18 18. próprias para recreação de crianças Espiral . Cartolina escolar e papel cartão.24 78.46 75.01 a 39.01 a 39.20. 23.99 4802.09 3407. papéis de presente .14.22.90 4802.15.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.57.20.99 4816.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20.92 66.46 75.20.9 4802.14.92 66.20.54.46 75.12 75.01 a 39.90.46 75. carvões.36 79.90.01 a 39.9 4802.19 39.00 4802. recados auto adesivos (LP note).00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75. brancos e coloridos.46 75.54.57. 3920.13.46 75.98 88.perfil para encadernação.92 66.46 66.92 66. 96.46 75.95 57.90 Papel seda Quadro branco.20.58.56. 3916.00.14 3916.10 39.10.20. 26.00 4802. 28.00 4808. 4802.92 66.00 4810. minas. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 . 17.9 4421.9 4806. 19. pastéis. de plástico e outros materiais das posições 39.92 66.92 66.46 89.

bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência. de papel. de papel ou cartão. mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75. classificadores.46 75.92 66. blocos de notas. 4816.16 papel-carbono. de papel ou cartão. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75.09 48.92 66.16 32. de encomendas.29.00.92 66.96 34. mesmo ilustrados. sacos e semelhantes.00 cartões postais impressos ou ilustrados.46 75. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono. estênceis completos e chapas ofsete.11.90. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.88 12% 74.17 Papel hectográfico envelopes.90. em folhas.46 30.93 12% 92. 48.94 33.90 7607. de papel ou cartão 65 7% 84. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).20 livros de registro e de contabilidade.90 9603. 35. 48. agendas e artigos semelhantes. cadernos.10 48.31 12% 61. 4909. 36. pastas para documentos. capas de processos e outros artigos escolares. de papel para cartas. de papel ou cartão. aerogramas. 31. de escritório ou de papelaria.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75. com ou sem envelopes. caixas.92 12% 66. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. 5210.92 Atualizado em 04/01/2011 . capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).46 70. de apontamentos.59. de recibos. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.

ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.00 7% 64. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712. 3926. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida.92 66.51% Atualizado em 04/01/2011 . item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP . MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.10. ofício I e II.30 40. 7% 12% 66.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3. Nota 72: NCM. ICMS 110/09 (BA e SP) .10.50.90 3506. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38. ofício I e II.3 8304.06 32.46 91.46 40.67 7% 84. Alíq interest de 12%: 37.31%. A4.ANEXO ÚNICO DO PROT.00 4202.54%.00. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41.00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas.36%. 47. Alíq interest de 12%: 32.53 60.23 51.84% Alíq interest de 7%: 39.71% 4011. ICMS 175/2010.90.46 75. 9610. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot.92 66. carta e outros) 25 7% 12% 39.88%.00.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor.Redação dada pelo Prot.90 Estojo escolar.61 75. Demais produtos: Interna 29.00 4420. ICMS 25/10 (BA e MG) e art. 4802. e carta: Interna 24.91.89% Alíq interest de 7%: 45.00 3506.12% 37. 353.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar. 64.60 81. II.

00 8512.3 Interna : 47% Alíq.51% Alíq.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. origem 7%: 84.00 8714. Origem 12%: 55.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712.71% Alíq.00 4011.67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64.59% Interna : 64.20.67 7% 84.9 64.00 64.51 84. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas.51% 8714. Origem 12%: 74. Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas. SE FOR INFERIOR A 17%.71 84.67% Alíq.10.4013.10.51 84. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG .50.00 motor.00 4013. PEÇAS E ACESSÓRIOS .ANEXO ÚNICO DO PROT.20.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64.67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.86% Interna : 64. 64.67 7% 84.51 84.67% Atualizado em 04/01/2011 . SE FOR INFERIOR A 17%.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42.2 42.51% 8512. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64. origem 7%: 64.67 7% 84.

exceto produtos nacionais classificados na posição 2204. d) talharim. b) massas para sopa. champagnes. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo.59% Interna : 64. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot. sangria e sidras.84% a) macarrão propriamente dito.03 67. ICMS 65/0 I. tempero ou cozimento de qualquer espécie: I . origem 7%: 84. 51 do RICMS/BA. espumantes.5 Alíq.82 Espécies de bebidas vinhos.10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82.87 185.” Anexo Único do Prot.51% Alíq.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art. (preparado com farinha de trigo): 123. considera-se. proseccos. cavas. champagnes. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot. espumantes.03 43.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011.59%”. nacionais. APERITIVOS.00 Câmaras-de-ar. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013.59% Interna : 64. novas.10. e) massas para lasanha.macarrão.22% 113. Origem 12%: 74. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204.20% 150. sangria e sidras. filtrados doces. BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .67% Alíq.22% 82. AMARGOS. cavas. Origem 12%: 74. Origem 12%: 74.67% Alíq. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43. origem 7%: 84.20.00 42.51% Alíq. ICMS 107/09. prosecos. origem 7%: 84.50. de borracha. c) espaguete.00 42.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos.51% Alíq. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo. filtrados doces.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

59 4.51 R$ 4.48 4.73 - 4.45 R$ 17.49 4.54 4.15 R$ 41.91 R$ 13.58 4.53 R$ 46.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .91 mL de 521 a 670 R$ 2.4.39 R$ 33.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.56 4.61 4.81 R$ 67.25 R$ 47.00 mL todas R$ 3.78 R$ 28.53 R$ 68.85 R$ 17.55 4.63 4.60 4.94 R$ 42.57 R$ 17.19 R$ 1.41 R$ 3.62 4.19 R$ 12.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.87 R$ 42.54 R$ 71.05 R$ 45.64 4.05 R$ 28.89 R$ 20.71 por litro R$ 3.33 R$ 45.33 R$ 28.17 R$ 19.22 R$ 42.52 4.57 4.50 4.57 R$ 15.06 R$ 27.85 R$ 14.53 4.67 R$ 32.26 R$ 72.

10 R$ 10.1 5.70 4.77 R$ 8.75 4.54 R$ 8.72 4.43 R$ 12.31 R$ 7.CATUABA ITEM 5.97 R$ 8.94 por litro R$ 26.65 R$ 10.80 4.38 R$ 9.26 R$ 60.05 R$ 7.71 4.67 4.78 4.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.34 R$ 26.68 4.66 R$ 9.77 R$ 23.79 4.94 R$ 8.93 R$ 9.26 R$ 9.71 R$ 11.30 R$ 8.66 4.69 4.40 Atualizado em 04/01/2011 .02 R$ 8.03 R$ 8.21 R$ 5.25 R$ 7.40 R$ 25.62 R$ 26.81 4.77 R$ 16.77 4.73 4.58 R$ 11.12 R$ 25.98 R$ 61.86 R$ 11.76 4.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.49 R$ 24.4.22 por litro V .74 4.98 R$ 16.26 R$ 15.49 R$ 17.

FILTRADO DOCE.4 5.8 5. CONHAQUE.3 5.72 R$ 5.72 R$ 4. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .58 por litro VI.6 5.5 5.1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6. ESPUMANTE.5.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.20 R$ 2.67 R$ 5.57 R$ 6. PROSECCO.48 R$ 4. CHAMPAGNE.10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.04 R$ 5.9 5. SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6.7 5.

7.12 R$ 497.53 R$ 67.7 7.17 R$ 446.12 7.27 R$ 174.32 R$ 210.86 R$ 599.3 7.37 R$ 53.1 7.11 7.85 R$ 543.33 Atualizado em 04/01/2011 .5 7.9 7.75 R$ 200.49 R$ 551.21 R$ 458.14 7.16 7.10 7.17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.56 R$ 8.13 7.45 R$ 186.04 R$ 551.8 7.2 7.4 7.6 7.15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.23 ---- NACIONAIS ITEM 7.

35 7.07 R$ 6.24 R$ 7.20 R$ 9.32 7.25 7.36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.06 R$ 7.28 7.08 R$ 15.39 R$ 5.09 R$ 6.54 R$ 15.28 R$ 7.53 R$ 24.18 7.88 R$ 29.67 R$ 19.20 7.7.29 7.34 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .23 7.31 7.19 7.27 7.29 R$ 8.24 7.33 7.74 R$ 61.79 R$ 9.26 7.58 R$ 6.30 7.22 7.33 R$ 5.00 R$ 31.21 7.

91 R$ 3. COOLER ITEM 8.6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.22 R$ 6.5 8.1 8.4 8.59 R$ 2.2 8.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .7.3 8.77 por litro VIII.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6.19 R$ 2.37 7.90 R$ 7.65 R$ 2.

4 9.26 R$ 103.6 9.7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.1 9.11 9.26 ------ NACIONAL ITEM 9.8 9.18 R$ 11.59 R$ 86.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7.27 R$ 80.IX.2 9.10 9.45 R$ 160.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .16 R$ 10.24 R$ 79.5 9.21 por litro X.36 R$ 18.3 9. GIN IMPORTADO ITEM 9.75 R$ 19.9 9. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .

2 10.13 R$ 6.1 10.08 R$ 5.27 R$ 4.27 R$ 5.32 R$ 2.43 R$ 5.3 10.78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .97 R$ 5.4 10.38 R$ 4.57 R$ 4.48 por litro R$ 3.02 R$ 2.5 10.10.6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.

65 R$ 68.20 R$ 46.05 R$ 107.3 11.51 R$ 82.50 R$ 91.6 11.37 R$ 53.43 R$ 20.83 R$ 45.08 R$ 54.8 11. LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.5 11.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.1 11.54 R$ 84.66 R$ 105.9 11.13 11.49 Atualizado em 04/01/2011 .4 11.47 R$ 92.12 11.18 R$ 78.16 11.11 11.85 R$ 69.2 11.14 11.7 11.10 11.16 R$ 52.15 11.XI.90 R$ 94.

91 R$ 69.38 R$ 65.80 Atualizado em 04/01/2011 .11.65 R$ 58.05 R$ 10.19 11.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.24 11.25 R$ 74.18 11.20 R$ 96.36 R$ 82.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.37 R$ 88.52 R$ 90.32 11.21 11.22 11.33 11.30 11.23 11.28 11.93 ---- NACIONAL ITEM 11.27 11.58 R$ 85.20 11.67 R$ 24.21 R$ 79.48 R$ 40.16 R$ 13.26 11.29 11.25 11.

66 R$ 20.95 R$ 6.22 R$ 7.60 R$ 46.34 R$ 24. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .16 por litro XII.39 11.43 11.46 11.48 11.35 11.40 R$ 33.37 11.51 R$ 19.36 11.42 11.62 R$ 5.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.82 XIII.44 11.40 11. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.10 R$ 18.38 11.90 R$ 6.49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.17 R$ 34.47 11.13 R$ 13.41 11.65 R$ 8.11.74 R$ 6.45 11.

16 R$ 22.2 13.6 14.3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45.10 MARCA Bacardi .95 ----- XIV.33 R$ 60.1 14.7 14.Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25.ITEM 13.58 R$ 16.06 R$ 12.4 14.61 R$ 98. RUN IMPORTADO ITEM 14.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .48 ----- NACIONAL ITEM 14.1 13.01 R$ 44.9 14.3 14.8 14.60 R$ 21.2 14.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.34 R$ 91.

2 15.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 .6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72.43 por litro R$ 3.63 R$ 2. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15.2 16.01 R$ 2.3 16.XV.1 16.3 15.76 R$ 3. SAQUE IMPORTADO ITEM 16.4 16.73 R$ 176.75 R$ 4.72 R$ 56.7 15.71 R$ 2.85 R$ 3.6 15.90 R$ 51.42 R$ 106.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.1 15.5 15.47 R$ 12.65 R$ 299.8 15.93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.4 15.5 16.

9 16.18 16.67 R$ 108.63 R$ 68.23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.12 16.20 R$ 12.15 16.7 16.02 R$ 69.80 R$ 32.10 16.94 R$ 40.14 16.19 16.11 16.16.80 R$ 83.93 R$ 50.82 R$ 42.17 16.20 16.05 R$ 63.25 R$ 48.16 16.22 16.13 16.21 16.25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .48 R$ 95.10 R$ 13.00 R$ 17.99 R$ 225.8 16.90 R$ 66.

27 16.90 R$ 19.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.32 16.80 R$ 23.07 R$ 129.78 R$ 54.27 R$ 7.37 16.84 R$ 101.31 16.24 16.18 R$ 6.04 R$ 15.41 16.47 R$ 33.29 R$ 13.50 R$ 6.20 R$ 45.16.37 R$ 19.38 16.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .34 16.28 16.55 R$ 14.19 R$ 38.40 16.36 16.50 R$ 4.30 16.29 16.80 R$ 90.33 16.39 16.25 16.35 16.60 R$ 5.26 16.

5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65.24 R$ 16.29 R$ 13.16.1 17.43 16.5 17.91 R$ 68.98 R$ 469.3 18.06 R$ 14.13 R$ 22.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14.1 18.41 por litro IMPORTADO ITEM 17. TEQUILA ITEM 18.12 ------ NACIONAL 17.6 17.2 17.2 18.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.97 R$ 76. STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.4 17.00 R$ 196.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 .44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.4 18.09 R$ 128.

8 18.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.9 18.12 18.00 R$ 61.7 18.17 por litro R$ 152.50 R$ 77.15 18.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .00 R$ 51.6 18.13 18.10 18.17 18.14 18.11 18.08 R$ 58.18.16 18.87 R$ 115.49 R$ 471.89 R$ 47.12 R$ 88.61 R$ 109.22 R$ 149.23 R$ 47.

12 R$ 73.14 19.7 19.86 R$ 66.4 19.15 19.23 R$ 71.75 R$ 75.XIX.43 R$ 60.2 19.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .12 19.08 R$ 74.5 19.06 R$ 49.17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.11 19.14 R$ 68.76 R$ 47.45 R$ 67.35 R$ 72.6 19.10 19.1 19.8 19. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.01 R$ 62.70 R$ 67.3 19.76 R$ 71.16 19.13 19.9 19.83 R$ 69.07 R$ 66.

23 19.44 R$ 111.25 19.31 19.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.32 19.24 R$ 96.19 19.18 19.79 R$ 108.29 19.89 R$ 319.88 R$ 112.08 R$ 107.34 R$ 275.76 R$ 108.22 19.30 19.07 R$ 117.20 R$ 106.38 R$ 111.26 R$ 141.21 19.84 R$ 115.33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.00 R$ 173.33 R$ 129.20 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .28 19.24 19.26 19.27 19.

70 R$ 194.37 R$ 307.17 R$ 323.82 R$ 298.53 R$ 266.64 R$ 213.26 R$ 233.36 19.35 19.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .42 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.37 19.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.44 19.39 19.41 19.21 R$ 217.43 19.45 19.40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.34 19.25 R$ 211.38 19.ITEM 19.84 R$ 222.02 R$ 329.

53 19.00 R$ 705.52 19.51 19.35 R$ 1.55 19.43 R$ 38.10 R$ 38.48 19.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .56 19.47 19.324.50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.49 19.19.71 R$ 710.01 R$ 675.70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.93 R$ 2.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.331.073.57 19.54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.61 R$ 40.

68 19.61 19.64 R$ 20.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.70 19.66 R$ 16.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .36 R$ 10.16 R$ 32.71 19.11 R$ 16.08 R$ 10.31 R$ 22.66 19.72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.82 R$ 8.86 R$ 22.83 R$ 28.04 R$ 23.05 R$ 24.62 19.28 R$ 23.64 19.67 R$ 19.65 19.63 19.67 19.60 19.59 19.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .11 - 20.14 R$ 12. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.10 R$ 8.22 R$ 21.1 20.69 19.41 R$ 22.19.2 20.

47 R$ 3.6 20.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .28 R$ 6.20. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7.02 R$ 13.73 por litro R$ 6.7 20.9 20.77 R$ 6.16 R$ 14.88 R$ 15.40 R$ 17.03 R$ 4.1 Todas as Marcas XXII. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.68 R$ 17.05 R$ 6.10 20.74 R$ 14.19 R$ 4.28 R$ 14.31 R$ 4.00 R$ 14.8 20.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.4 20.5 20.11 20.56 R$ 5.

44 R$ 61.28 R$ 52.97 R$ 66.16 23.7 23.10 23.XXIII.15 23.98 R$ 49.74 R$ 25.31 R$ 57.1 23.4 23.3 23.93 R$ 171.6 23.86 R$ 57.44 Atualizado em 04/01/2011 .14 23. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23.13 23.54 R$ 60.93 R$ 52.8 23.2 23. VODKA IMPORTADA.13 R$ 144.26 R$ 41.49 R$ 38.09 R$ 161.9 23.11 23.21 R$ 154.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.5 23.12 23.44 R$ 62.

10 R$ 154.20 23.21 23.19 23.15 por litro R$ 155.18 23.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .23 23.70 R$ 59.22 23.57 R$ 51.23.51 R$ 61.57 R$ 39.24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.

90 R$ 5.40 R$ 4.33 23.20 R$ 18.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.71 R$ 8.NACIONAL ITEM 23.28 23.58 R$ 9.40 23.39 23.38 23.66 R$ 5.98 R$ 5.37 23.13 R$ 13.97 R$ 15.16 R$ 5.34 23.53 R$ 6.32 23.35 23.19 R$ 9.36 23.30 23.26 23.31 R$ 19.31 R$ 9.29 23.82 R$ 15.88 Atualizado em 04/01/2011 .27 23.31 23.25 23.63 R$ 11.

69 R$ 7.3.58 R$ 14. Nota 77: materiais de construção.20 por litro XXIV. bem como os itens 40. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.25 R$ 24.42 23.48 23.44 23.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento).50 23.21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor.47 23.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21.41 por litro R$ 10. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09.1 24. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24.43 23. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76.92 R$ 21. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.15 R$ 6. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 .46 23.49 23.46 R$ 6. 40. fretes.70 R$ 5.45 23.51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8.37 R$ 22.94 R$ 23. carretos. 353 do RICMS/BA .23.3 24.5 do inciso II do art. acabamento.2 24. 40.2. acrescido dos valores correspondentes a seguros.15 R$ 25.4 e 40.94 R$ 8. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.

55 49.14 42.84 64.90 Fitas emborrachadas 4005.02 54. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016.75 43. pias. flanges.23 61. fitas.00. juntas.25 Argamassas. mesmo em rolos.63 55. 3925.86 Atualizado em 04/01/2011 .3 60.71 79.25 56. cotovelos.01 46.67 41. de plástico 3925.00 endurecida Juntas. e seus acessórios (por exemplo.31 47. para uso na 3916 construção civil Tubos. SE FOR INFERIOR A 17%. forro. 37 53.51 65.00 Postigos. películas e outras formas planas. sanitários e seus assentos e 3922 tampas. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas.20.91. gaxetas e semelhantes. 3824. bidês. boxes para chuveiros.91. auto-adesivas. juntas. 6803 34 50.07 Cal para construção civil 2522 37 53.55 61.00. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas. janelas e afins. sancas e afins de PVC. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia.61 69. para uso na construção civil Veda rosca. e suas obras 2514. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo.51 45. 3816.42 59. de borracha vulcanizada não endurecida 4016.00 Portas. em qualquer formato.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.00. lona plástica. cotovelos.99 63. massas para revestimento.93.28 52.71 50. folhas. 6802. 3920.49 52 40 37 48 36 27 43 70.1. tiras. com até 2m2. para uso na construção 3921 civil Banheiras. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925. chapas.16 48.87 53.31 56. uniões). caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. para uso na construção civil 3926.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824. de 3919 plásticos.65 51.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos.83 52. flanges.00 Silicones em formas primárias.90.10. seladoras. de 3917 plásticos.84 55. laminados plásticos em bobina.00.37 35.92 44. lavatórios.00.43 47 89. aditivos para argamassas e afins 3214.51 45.11 57.00 Outras obras de plástico.35 49.30.39 42.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.40.00 72. fitas isolantes e afins 3919.90.00.19 34.43 45. 3921 Telhas plásticas.50. para uso na construção civil 3910.

37 53 71.88 55.39 54.43 53. cianito.95 61. blocos e semelhantes.75 37.84 45. de matérias têxteis. lajotas.10 57.02 55. em ambas as faces. aglomerados com cimento. chapas. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. contendo ou não amianto . de concreto ou de pedra artificial.67 72.31 38 51 49 44 63 47 44 54.00 aparas.19 46. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. em pó ou em grãos. telhas. quadrotes.83 41. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais.86 52. calhas. de feltro.35 46.00 32 Ladrilhos de mármores. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento. ladrilhos. incluídos os painéis 4418 celulares. gesso ou outros aglutinantes minerais.11. “waferboard”).64 64.Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). contendo ou não amianto 21 69. cumeeiras e 6811 afins.51 54. e ladrilhos de granito. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. cartão ou outras matérias. polidas. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303. de fibrocimento. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. mesmo aplainadas. diorito.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38.43 89. laje.99 49. telhas. cimento-celulose ou semelhantes.31 37 38 53. cortadas em folhas ou desenroladas. tanques e reservatórios e suas tampas.19 66.25 79. mesmo recortados. de fibrocimento.84 79. pré laje e mourões 38 Caixas d’água. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). serradas longitudinalmente.99. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas. charnokito.51 89. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas.43 62. mesmo confeccionados 30 Linóleos. calhas.63 44.35 82. aplicados sobre matérias 6805 têxteis. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807.63 69. cumeeiras e 6811 afins.49 37 69. papel. de madeira ou de outras matérias lenhosas.00. travertinos.00 35 Painéis.31 60. de madeira 26 Persianas de madeiras 4418. de fibras vegetais. com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais.21 semelhantes (por exemplo. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções.66 49. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos).63 45. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.64 36 38 52. tanques e reservatórios e suas tampas. tufados.25 46. cimento-celulose ou semelhantes.01 47. mesmo armadas. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410.71 61. alabastro. de palha ou de 6808. partículas.98 52. exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos.22 Atualizado em 04/01/2011 .1 Caixas d’água.10.67 41 57.64 30 33 39 45. exceto os tufados 5704 e os flocados. basalto e outras rochas silicáticas. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”.

02 50.87. de cerâmica .90.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica.95 56. condutores de fumaça.10. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações. em chapas. bidês. 6905 de cerâmica. refletora ou 7004 não. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 . exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907.75 56. tripolita. para construção.56 49.1 Vergalhões 7214.25 40 48.37 59. tijoleiras. mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado.04 45. mesmo com camada absorvente.00.40 55. elementos de chaminés. mesmo emoldurados.6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41.00 (carga de 12%) 7308.43 79. e outros produtos cerâmicos para construção civil .84 55. 6908 45 Pias. mesmo com camada absorvente. refletora ou não. mesmo polidos cordas. colunas para lavatórios.43 53 89.1 Tijolos para construção.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos.. tapa-vigas e produtos semelhantes.43 39 80.87 72.1 Telhas. lingas e artefatos semelhantes. ornamentos arquitetônicos. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções.51 47.00 (carga de 69.75 89. ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901.00.61 67 87.07 53.37 48.90. de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912.00. tapa-vigas e produtos semelhantes.19 47.64 62. em 7005 chapas ou em folhas.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.20.06 61 39 40 54 39 69.20.6 51.39 55. tijoleiras. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. diatomita.37 79.43 63. 7217. ornamentos arquitetônicos.55 55.00 47 Vidro vazado ou laminado.75 68.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas.70 47.28 47. elementos de chaminés. banheiras. condutores de fumaça. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces.12 77. de cerâmica 6906.43 33 41.64 47.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados. 6902 refratários. mesmo com camada 7003 absorvente. que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes. em folhas.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro. placas (lajes).75 70. exceto vergalhões 7214.2 60. e outros produtos cerâmicos para construção civil .22 40 76 43 56. sanitários.19.00 51 Vidros laminados 7007. refletora ou não. folhas ou perfis.07 44.87 97. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.01 42 12%) 7308.84 71. cabos.43 86.90 tranças (entrançados). lavatórios.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42.29. caixas de 6910 descarga. não revestidos. 40.10 (carga de 17%) 54.00 (“kieselghur”. placas (lajes).23 48. de ferro ou aço. 6905 de cerâmica.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos. de cerâmica .

95 49. luvas ou mangas). e seus caixilhos.07 48.10 Tubos de cobre e suas ligas.40.92 60. de 7313. de ferro fundido.46 52 46.46 66. de ferro fundido. mesmo com a cabeça de outra matéria. arruelas (incluídas as de pressão). chavetas. de ferro 7307 fundido. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317. alizares e soleiras de ferro fundido. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas. ganchos roscados. tira-fundos. banheiras. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.35 50. grades e redes.00 semelhantes. ferro ou aço 7315. luvas ou mangas).84 59. esfregões.00 ferro ou aço. 7308.16 68.63 47. ferro ou aço.43 42 41 50.58 42 33 69. percevejos. escápulas e artefatos semelhantes. cotovelos.84 75. cotovelos.90 armações prontas.56 89. para armações (cofragens) e para escoramentos. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio.55 40 41.00. de ferro fundido. tanques e afins de ferro fundido.00 Material para andaimes.55 41 67 46 63. galvanizados 7217. e suas partes.07 47. uniões. percevejos.90 46. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos.00.00 Manta de subcobertura aluminizada 7607. ganchos roscados. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407. contrapinos. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). cavilhas.89 45. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre. de ferro fundido.00 Outras correntes de elos articulados.01 42 33 79. de entrada de água.43 57 57 52 38 32 31 37 89. pinos ou pernos. de uso na 7411. rebites.78 53. roscados. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço. cubas. para instalações de água quente e gás. escápulas. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes. de ferro ou aço 7315. polimento e usos 7323 semelhantes. pias. lavatórios. de ferro fundido.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. ferro ou aço Arame farpado. 7318 chavetas. parafusos. ferro ou aço. de energia.11 47.25 76 77 78 44 34 40 61.90 Acessórios para tubos (por exemplo. roscados. (inclusive 7308.37 59 78.51 79. retorcidos. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas.84 89. de cobre. ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas. rebites.67 42.12.95 38.11 49.00 alumínio.01 42. ferro ou aço Portas e janelas. uniões.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões.11.43 69.90 Correntes de elos soldados.59 54. mesmo farpados.07 40.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69.30.10.87 52. de ferro ou aço arames ou tiras.19.64 66.14 56. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. ferro ou aço Esponjas. cavilhas. ferro ou aço 7308. de 7310 instalação) de ferro ou aço. e artefatos semelhantes.64 79.20.00.31 39. porcas. contrapinos. luvas e artefatos semelhantes para limpeza.43 Atualizado em 04/01/2011 .14 55. para uso na construção civil Tachas.64 50. não ligados. porcas. próprias para a construção civil.64 54. pregos.92 75. exceto cobre (carga de 12%) Parafusos. ferro ou aço. cotovelos.20. de 7609. pregos. ferro ou aço 7315. de ferro fundido.75 50.82. mictórios.00 Tachas.02 50. pinos ou pernos. de ferro fundido.

armações. com fechadura. pilares. tubos.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. 40. de alumínio.20. 8515. pontes e elementos de pontes.NCM 3506 – MVA: interna 48.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%.07%.25 49. de metais 8301 comuns. tubos e semelhantes. telhas e outros artefatos. de segredo ou elétricos). incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. placas. aliq. aliq origem 12%: 41.07 53.1. estruturas para telhados.00 Tubos flexíveis de metais comuns. aliq. aparelhos para soldar metais por resistência 8515. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns.59 68.9 39. de qualquer tipo 8302.94%.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47.14 47.5 . de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.01 42. para construção.85%.75 50. de metais comuns chaves para estes artigos. origem 7%: 50.50. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. fechaduras e ferrolhos (de chave. aliq.51 57.95 46 37 36 63. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.01%. caldeiras. exceto as construções préfabricadas da posição 94. para uso na construção 8307 civil Fios. de vidro prensado ou moldado.02 50. chapas. alizares e soleiras.02%.90. reservatórios.vergalhões . origem 7%: 49. 40. eletrodos e artefatos semelhantes.51 52.3 . e seus caixilhos.NCM 7016 – MVA: interna 61. aliq origem 12%: 42.02%.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes.1 Torneiras. varetas.80 59.2 . aliq origem 12%: 70. 7610 pórticos ou pilones. aliq.blocos. 353 DO RICMS/BA 40. de alumínio. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições. cola instantânea e cola branca escolar . para canalizações.49 33 34 49. barras.25 44.99 49. ladrilhos. portas e janelas.59 53. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos. cabides. colunas.NCM 7019. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. e artigos semelhantes de metais comuns 8302. próprias para construções.19 41 57.14%. torres. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados.banheira de hidromassagem .4 . 40. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515.06. com peso líquido não superior a 1 (um) kilo. cubos. tijolos.00 Outras obras de alumínio.39 54. chapas. inclusive puxadores. mesmo armado.80 45.91%. origem 7%: 65.07 INCISO II DO ART.4 construções. pastilhas e outros artigos semelhantes . 8302.07 39 34 55.20%.10. origem 7%: 80.37 42. mesmo com acessórios. porta-chapéus.04 45. MVA’s: : interna 34%.00 Pateras. balaustradas).62%. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.99 54. Atualizado em 04/01/2011 .49 46 50 37 41 63.14 41. perfis.2. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615. exceto cola bastão. para 7616. aliq origem 12%: 56.

cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos. para uso na construção civil.55 49.85 56. 5. para uso na construção civil Tubos. 59. flanges.02 54. folhas. 3925. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.49 10. lavatórios.63 55.19 34.20.00 3925. sancas e afins de PVC. NCM/SH 3214. cotovelos.50.35 49. 4. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48.16 48. lona plástica. 15. fitas isolantes e afins Telhas plásticas.11 57.51 65. de plásticos. janelas e afins. autoadesivas. 7.00.31 56.00 3926. de plásticos. para uso na construção civil Banheiras.25 2.43 45. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. fitas.10. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA.87 53.99 50. juntas. boxes para chuveiros.71 8. 9. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico.00. laminados plásticos em bobina.Nota 78: Anexo Único do Prot. com peso líquido não superior a 1 kilo.31 47.90 52 40 37 48 36 27 70.37 35.91. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39.92 44.94 3. SE FOR INFERIOR A 17%. 13.65 Atualizado em 04/01/2011 .39 42.90. tiras. 6.00 3925.51 45.01 46. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53. exceto cola bastão. ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.30. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. 65.83 52.90 4005. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas. pias.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas. películas e outras formas planas. de plástico Postigos. chapas. mesmo em rolos.25 56. Veda rosca.67 41. 12.3 61.90. e seus acessórios (por exemplo.42 52. forro.00 3816. 14. 11. bidês. uniões).75 43.1 3824.21 3922 44 33 38 39 28 61. de plásticos. sanitários e seus assentos e tampas. 3924 3925.

cotovelos. cortadas em folhas ou desenroladas. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69. incluídos os painéis celulares. 4016.63 44. folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. 23.35 82. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). ônix e outras rochas carbonáticas. em ambas as faces. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. com área de 43 60.95 61. papel para vitrais.64 60.43 89.23 51. 29.39 54. 25. gaxetas e semelhantes.25 46.84 64. mesmo aplainadas.86 52. 18.19 66. lajotas. basalto e outras rochas silicáticas. 6303 6802 47 44 64.21 36 38 52.71 89. polidas.63 45. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. alabastro.31 24. quadrotes. juntas. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes.35 55.84 79.67 72. 19.11.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.67 Atualizado em 04/01/2011 .82 28. cianito. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”.43 47 69. 4409 4410.64 55. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada).64 20. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas.19 46. unidas pelas bordas ou pelas extremidades.1 57.86 79. diorito. 26. de borracha vulcanizada não endurecida. tufados. dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas. e ladrilhos de granito.93. “waferboard”). charnokito. mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). 4411 4418 37 38 53.98 52. travertinos. de matérias têxteis. exceto os tufados e os flocados. 4009 17. 21.16. flanges. serradas longitudinalmente.91. de madeira ou de outras matérias lenhosas.61 69.51 54. mesmo confeccionados Linóleos.00 4016.71 61. 27.31 22. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. de feltro. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo.

mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado. excluídos os de uso automotivo Blocos. ladrilhos.10. placas. sanitários.19. blocos e semelhantes. de fibrocimento.51 89.01 35. Manta asfáltica Painéis.28 47. refletora ou não. 45. bidês. 43.87 47.75 47. telhas.02 37. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.84 55.91 Atualizado em 04/01/2011 . cimento-celulose ou semelhantes. mesmo armadas. calhas. mesmo com camada absorvente. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias.62 44.51 80. laje. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos. 32.37 59. de fibras vegetais.84 45. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais.00 7007.00.43 38. telhas e outros artefatos.75 79. 34. chapas. banheiras.00 7008. mesmo com camada absorvente. pré laje e mourões Caixas d’água. em chapas ou em folhas. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro.04 45. 6809 6810 30 33 45.00 6808. para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. cartão ou outras matérias.49 31. tanques e reservatórios e suas tampas.07 53.99 49. 46. mesmo com camada absorvente.00. em folhas. 6907 6908 6910 39 40 55. folhas ou perfis. de vidro 41 57. caixas de descarga.00 37 69. 7007. ladrilhos. aplicados sobre matérias têxteis. papel. 6912. 39.39 55.55 55. em chapas. mesmo emoldurados. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica. 6807. refletora ou não. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.75 56.37 48.43 53.37 40.00 7003 54 39 72.75 68. costurados ou reunidos de outro modo.29.66 49. em pó ou em grãos. partículas.19 47. 44.00 7009 7016 36 39 50 37 61. gesso ou outros aglutinantes minerais.25 70. colunas para lavatórios.25 79.75 63. lavatórios.37 36. cumeeiras e afins.00.43 39 89. refletora ou não.20 52. 7004 7005 69.64 33. de palha ou de aparas. tijolos. 41. 6811 39 55.30. de concreto ou de pedra artificial. mesmo recortados.83 41. aglomerados com cimento. 37. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado.64 4737 42.

56 49. pastilhas e outros artigos semelhantes 47. ferro ou aço Arame farpado.95 49. grades e redes. de ferro fundido.58 56. ferro ou aço Material para andaimes. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas.43 69.64 50. não isolados para usos elétricos 42 50.11 42. 60. ferro ou aço.11 42 33 79. mesmo farpados.20. e seus caixilhos.55 49.37 55.00 7308. Outros fios de ferro ou aço. de ferro fundido.10.90 7315.30. para armações (cofragens) e para escoramentos.02 50. de ferro fundido. 52. 54. de ferro ou aço.43 42 50.00 7315. ferro ou aço Portas e janelas.00 7308. luvas ou mangas).90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções. 7313.56 40. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).00.12. tranças (entrançados). mesmo armado. próprias para a construção civil.00 (carga de 12%) 7308.prensado ou moldado. cotovelos. 53.07 40.84 89. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214. cabos. para construção. (inclusive armações prontas. não revestidos.01 42. 51.90. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido. alizares e soleiras de ferro fundido.90.56 89.07 7308.07 33 33 41. de ferro ou aço arames ou tiras. ferro ou aço Outras correntes de elos articulados. 50.14 40.64 79.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315.07 47.10 (carga de 17%) 7217. ferro ou aço Correntes de elos soldados.43 42 50. de ferro fundido. de instalação) de ferro ou aço.55 Atualizado em 04/01/2011 . 48. de energia.87 50.40. não ligados.20.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217. de ferro ou aço 40 33 34 39 47.00 42 33 69. de ferro ou aço.20. retorcidos. lingas e artefatos semelhantes.07 59. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões.00 (carga de 12%) 7308.02 47.01 40 48.90 (carga de 12%) 73. 59.95 56.14 55. mesmo polidos cordas.82. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos. 58. de entrada de água.75 40 41. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio.10 59 78. de ferro fundido.10 (carga de 17%) 7214. cubos. 73. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados.11. 57.84 59.16 68.

uniões.64 54. ganchos roscados.46 65. ferro ou aço Outras obras moldadas. banheiras.59 53.95 75. luvas ou mangas).35 50. exceto as construções. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. 69.14 56.00. incluídas as persianas 41 49.00 7610 44 34 40 32 61.46 52 46. pregos. cavilhas. parafusos. pré-fabricadas da posição 94. para instalações de água quente e gás. tira-fundos. rebites. ferro ou aço. polimento e usos semelhantes.20.25 Atualizado em 04/01/2011 . pregos. cotovelos. contrapinos. 7323 7324 Tachas. porcas. de cobre. roscados. tubos e semelhantes.61. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas. 7317.80 69.51 54. balaustradas.78 45.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes. porcas. pinos ou pernos.63 47. portas e janelas. 74.00 (carga de 12%) 7318 62. arruelas (incluídas as de pressão). 68. próprias para construções.95 38. chapas.84 75. tanques e afins de ferro fundido. contrapinos. uniões.92 79. alizares e soleiras.9 52.00 7607. percevejos. rebites. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. cubas. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes. 73.19. exceto cobre Parafusos.43 39. 64. 7615. perfis. armações. 66. ferro ou aço Esponjas. pias. 7418.51 66. ou de ferro ou aço com cabeça de cobre. chavetas. pórticos. de ferro fundido. de alumínio. percevejos.20. roscados.06. de alumínio.01 41 46 63.87 47. cotovelos. mictórios. lavatórios.25 71. barras. ferro ou aço. pilares.16 46 37 63. 72. 76.90 7609. 70.78 53.00 76. esfregões. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. escápulas. torres. e seus caixilhos.59 54. 63. cavilhas. de alumínio. e estruturas de box).64 66.43 57 89.10.31 39. pinos ou pernos. escápulas e artefatos semelhantes. 67.67 42. ganchos roscados.90 46. mesmo com a cabeça de outra matéria. colunas. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo. e artefatos semelhantes. de ferro fundido. de ferro fundido.80 45. e suas partes.92 60. para uso na construção civil Tachas.07 48. para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas. chavetas. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes. estruturas para telhados.

02 50. 84. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. inclusive puxadores Cadeados.07 85.10.14 41.99 44.1 8481 33 34 49.10 0201.07 53. interna) 143.51 57. Pateras.00 8302. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.Desossadas Atualizado em 04/01/2011 .70 98.39 57. para uso na construção civil Fios. 8515.2 9404. 8419.6 Suportes elásticos para cama Colchões.87 83. chapas. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52. 81. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes.04 45. tubos. com fechadura.50.06 76. fechaduras e ferrolhos (de chave. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras. 80. 82.1 39 55. 8302. 78.4 7616 8301 Outras guarnições.80 59.20 0201.75 47. de segredo ou elétricos).34 157.00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op.01 0201. para canalizações. varetas. .00 8307 8311 46 50 37 41 63. de metais comuns. mesmo com acessórios.49 83.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172.Carcaças e meias-carcaças . para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.19 49. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns. FRESCAS OU REFRIGERADAS. de metais comuns chaves para estes artigos.Outras peças não desossadas .10. caldeiras.00 9404.18 87.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404.90. 8302. porta-chapéus.52 105.49 79.77.25 49.99 54. de metais comuns ou de carbonetos metálicos.90. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.59 68. cabides. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. reservatórios.01 42.65 94. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02. de qualquer tipo. para construções.00 8515. eletrodos e artefatos semelhantes.

10 0206.27 0207. . COMESTÍVEIS. incluídos na posição 01. . FRESCAS. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. frescas ou refrigeradas . Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina. congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas).Outras.. frescas ou refrigeradas . .. testículos. CAPRINA. DAS AVES DA POSIÇÃO 01. diafragmas. 02. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.24 0207. REFRIGERADAS OU CONGELADAS. congeladas: . REFRIGERADAS OU CONGELADAS.Pedaços e miudezas.80 0206..Carcaças e meias-carcaças .02. Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo. domésticos ou selvagens.Pedaços e miudezas.. FRESCAS. 02. frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 . pás e respectivos pedaços.Não cortadas em pedaços. congeladas .2 0206.2 0207.03 0203.Outras Esta posição abrange as carnes.Fígados .25 0207. frescas. frescas ou refrigeradas .Da espécie suína.Da espécie suína. 02. línguas.Línguas .21 0203.11 0207.07 0207. pás e respectivos pedaços.Outras .14 0207. incluídos na posição 01.Pernas.4 0206.. úberes.. ASININA E MUAR.06 0206.20 0202. redenhos. SUÍNA.1 0207.Não cortadas em pedaços.Outras. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): . FRESCAS.Não cortadas em pedaços. congeladas .32 CARNES E MIUDEZAS. frescas ou refrigeradas. frescas ou refrigeradas .De galos e de galinhas: . frescos ou refrigerados .Pedaços e miudezas. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente..Da espécie bovina.90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA.Da espécie bovina.3 0207.De peruas e de perus: ..30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.12 0207.02. corações. tireóides e hipófises.Congeladas: . não desossados .Fígados .41 0206.21 0206. domésticos ou selvagens.. por exemplo).29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA.Pernas. 02. rins. patas...Pedaços e miudezas. CONGELADAS. dos animais da espécie bovina. refrigeradas ou congeladas. rabos. timos (molejas)..29 0206.Não cortadas em pedaços. CAVALAR. congelados .. medulas espinhais (espinais medulas*). miolos.26 0207.13 0207.30 0206.02 0202..Frescas ou refrigeradas: . congeladas: . ovários. frescos ou refrigerados .22 0206.. peles comestíveis. pâncreas. fígados.19 0203.. órgãos reprodutores (úteros..Outras . por exemplo).10 0202. não desossados .Carcaças e meias-carcaças .12 0203. goelas.11 0203. congelados ..05. bofes (pulmões).Não cortadas em pedaços.. frescas ou refrigeradas .Outras .22 0203..2 0203. baços.Esta posição compreende as carnes. OVINA.49 0206.1 0203. Inclui também o toucinho entremeado (isto é.De patos.

01). de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas.. de ganso ou de pato.1 0210.. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados.Pernas.De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. FRESCOS. COMESTÍVEIS.36 ----- Não cortadas em pedaços. estão incluídos na posição 02.0207.09). O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras. GORDURAS DE PORCO E DE AVES.05..De baleias.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade.LEITELHO. FARINHAS E PÓS.33 0207. O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados. por desidratação ou por liofilização) ou defumadas. conforme o caso. pás e respectivos pedaços. SECOS OU DEFUMADOS. a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro. Atualizado em 04/01/2011 .90 . comestíveis.De primatas . não fundida nem extraída de outro modo.9 0210. classificam-se nesta posição.01.TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS. evaporados. em pó ou em grânulos) ou conservados. não desossados . peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais). quando vivas. frescas ou refrigeradas Outras.11 0210.Outras.19 0210. As carnes salgadas. SALGADOS OU EM SALMOURA. fermentados ou acidificados. incluídos as farinhas e os pós.Outros A presente posição abrange o leitelho.. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas.Carnes da espécie suína: . 02.09 . bem como das gorduras de porco e de aves. COMESTÍVEIS. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. Fundida ou extraída de outro modo. DE CARNES OU DE MIUDEZAS. O toucinho entremeado (ou seja.12 0210.Barrigas e peitos. frescas. SECAS OU DEFUMADAS. e seus pedaços . mais consistentes e mais ricos em gordura.93 .Carnes da espécie bovina . As disposições das Notas Explicativas da posição 02.. comestíveis. por exemplo) incluem-se na posição 23. A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne). REFRIGERADOS. também se classifica nesta posição. congeladas Fígados gordos ("foies gras"). o leite e o creme de leite (nata*). MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES. não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02.03 ou na posição 02. comestíveis. isto é. desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos). preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição. tais como o bacon. refrigeradas ou congeladas. pás e outras carnes assim preparadas. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango. As farinhas e pós. As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais. são classificadas na posição 01. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição. secas (em especial. próprios para consumo neste estado. frescos ou refrigerados Outras. enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura. bexigas. A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens. entremeados. LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS.20 0210. das aves domésticas que.Iogurte 0403. . com exceção do toucinho sem partes magras. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição.01. 0403. de carnes ou de miudezas: . adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais. Fundida ou de outro modo extraída. SALGADAS OU EM SALMOURA.35 0207... esta gordura inclui-se na posição 15.99 . CONGELADOS. 04.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15. em blocos. IOGURTE. os presuntos. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU.92 CARNES E MIUDEZAS.10. O toucinho entremeado (ou seja.02.34 0207. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.Outras .10 0210. inclui-se na posição 15. a gordura que envolve as vísceras do animal. de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS.03 . 02. o iogurte e o quefir. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.91 0210.01. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido.10 . QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. de todos os tipos. estômagos.

5) Os sucedâneos do café. com outros produtos..2 0901. além disso. está incluída nesta posição. c) A cafeína.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes.Não descafeinado . de aromatizantes.. CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ.10 . de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é.90 CAFÉ. em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes.12 0901. para o reconstituir. A espelta. b) Os extratos. isto é. macio.1 0901. A farinha de trigo pode.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. 11. além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais).21 0901. em inglês. essências e concentrados de café.Café não torrado: . Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo.Descafeinado .Trigo duro 1001.Café torrado: . Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15. o café do qual se retirou a cafeína. denominados às vezes "café instantâneo". semi-duro ou duro. em francês e meslin. emulsificantes. alcaloíde do café (posição 29. Atualizado em 04/01/2011 .O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04.01). As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais. em ou grãos ou sementes despojados de sua película. em geral. em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada. de modo a obter leite coalhado quando. 09. de aspecto translúcido e córneo. os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21.. ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que.39).Não descafeinado . vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes). antioxidantes. de fratura pulverulenta. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO. dois terços de trigo e um terço de centeio.Descafeinado . Denomina-se méteil..01) que.01 0901. espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. a mistura de trigo e centeio. em geral. e as preparações à base destes extratos ou essências.90 . 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo). nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota. constituídos por uma mistura de café. os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10. 10. 3) O café (mesmo descafeinado) torrado. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão. 1001. mesmo moído.Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. . ele é misturado com água.11 0901. SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO. O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea.01 .Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido.01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. contendo. em qualquer proporção. não ultrapasse 10%.22 0901. 2) O café descafeinado. 4) As cascas e películas de café.21).

06.91 1701. inferior a 99.. Os açúcares de cana ou de beterraba. de alimentos para animais ou em algumas indústrias. Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA. tais como álcool benzílico.90 . corresponde a uma leitura. 3) os caramelos.Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba.02). Exclui-se. 17.12 1701. Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18.De cana .Outros: . classificam-se na posição 21.. e posição 19. No entanto. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais.. mesmo revestidas de açúcar 1704. no polarímetro.01. Atualizado em 04/01/2011 . qualquer que seja a sua origem. sem adição de aromatizantes ou de corantes: . exceto agentes aromatizantes.Gomas de mascar. As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19. 17.Açúcares em bruto. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19. 1704. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. Todavia. mentol. em peso. Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto. apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição).De beterraba . em caso contrário). conhecidos por produtos de confeitaria. por exemplo.11 1701. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. caso contrário.11 e 1701. pães. classificam-se no Capítulo 30. devido à presença de impurezas. no estado sólido.06 se o teor de cacau.Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar. 4) o marzipã (maçapão*). NO ESTADO SÓLIDO (+).9 1701. bastões ou pedaços moídos. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados. de beneficiadores de panificação. A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura. amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. de sacarose.1%. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes). 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados. placas.5° (ver a Nota 1 de Subposição). Nota Explicativa de Subposições. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado. as amêndoas açucaradas (rahat loukoum). tais como gelatina. comercializadas no estado sólido ou semi-sólido. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas. em bruto. enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. ou sob a forma de pequenos cubos. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). em geral prontas para consumo imediato. esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado.Adicionados de aromatizantes ou de corantes . no entanto. SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO). Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó).1 1701. tais como a indústria têxtil.1%. Subposições 1701. for igual ou superior a 40%. . sendo comercializado conforme o seu grau de refinação. no estado seco.01. fondants. 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte). serrados ou cortados. com pequenas quantidades de caramelo ou melaço.PRODUTOS DE CONFEITARIA..04 . depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado. os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação. O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos. nogados.01 1701. do suco da raiz da beterraba sacarina. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias. catechus.01.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0.10 .02. em peso. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17. O seu teor. as pastilhas.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido.

etc. os produtos hortícolas. clara de ovo) e. geléias. A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição. açúcar e leite em pó (posição 17. AMIDOS. aromatizado ou não. barras. DE CACAU. açúcar caramelizado. grânulos. e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. composto de açúcar. adicionadas de açúcar. recobertos de chocolate (posição 19. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. com ou sem adição de avelãs. às vezes. em pasta. com peso superior a 2kg. quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. cascas de frutas. Subposição 1806. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). com mais de 10%. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. Todavia. coco desidratado.Cacau em pó. pó ou. 9) As pastas à base de açúcar. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida.10 . bastões. 18. EM PESO. Excluem-se. paus. 1806. exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo.3 . 1901. conservados em açúcar (posição 20. preparado) como produto de confeitaria.31 . e) Os medicamentos do Capítulo 30. etc). porém. nozes. b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais.Outros. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo.06 . pastilhas. o nogado de chocolate. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção.EXTRATOS DE MALTE. 8) As geléias e pastas de frutas. bem como as pastas à base de açúcar. café. sorbitol) em vez de açúcar. SÊMOLAS. (posição 20. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. recheados de creme. marzipã (maçapão*). próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição.31. leite e avelãs. etc. os chocolates em pó adicionados de leite em pó. a maior parte das vezes aromatizada. EM PESO. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e.31 Na acepção da subposição 1806. barras e paus: 1806. composto de manteiga de cacau. principalmente. frutas.06). plaquetas. d) Os bombons. de sacarose. as frutas. o termo "recheado" abrange os tabletes. etc. pastilhas.06). grânulos ou formas semelhantes. DE CACAU. ainda. 19.6) O chocolate branco. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar. amêndoas. O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. revestida de chocolate. leite em pó e aromatizantes. Nota Explicativa de Subposições. de sacarose. etc. da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. em peso. 7) O extrato de alcaçuz. todas as preparações alimentícias contendo cacau. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. etc. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. casca de laranja. c) As preparações alimentícias açucaradas. b) Pastas para nogado. mesmo contendo. em tabletes. leite. avelãs. por vezes.01 A 04.01 . nogado. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes. e de açúcar ou de outros edulcorantes. ou no estado líquido.. em peso.04). cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços). etc. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido. acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates. GRUMOS.32 .Preparações para a alimentação de crianças. c) Pastas de amêndoa. os doces. os tabletes. pasta de frutas.. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. preparadas principalmente com amêndoas e açúcar. água e matérias coloidais (por exemplo. de um modo geral.Recheados 1806.Não recheados 1806.07). em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806. barras ou paus inteiramente de chocolate. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras. manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau). por exemplo. caramelo.20 . em pó.04.Outras preparações em blocos ou em barras. com alguns vestígios de cacau. Quando apresentado (isto é.90 . blocos. por exemplo).05). sob qualquer forma (pães. licores. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. avelãs. misturados ao chocolate. frutas ou outros produtos vegetais. licor.02). e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21. com ou sem aromatizante. às vezes.10 . o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). não são considerados como "recheados".06). ou uma combinação desses produtos.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). tabletes.

. etc. 7) As massas preparadas.. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte. grumos. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos. o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). à base de farinhas. etc. particularmente.12).90 . da posição 19. especiarias. féculas ou de extratos de malte. de extrato de malte e de cacau em pó. ou cacau desde que neste último caso. Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11. geléia ou frutas. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19. de produtos hortícolas secos (posição 07. Klösse e Nockerln.02. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. em peso. Os extratos de malte utilizam-se. açúcar e farinha. b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11. albumina. Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. sangue. de farinha de bolota doce. Todavia. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água.1901. 3) O racahout. estes termos não abrangem as farinhas. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite. principalmente. carne. 6) Os Knödel. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. féculas ou de extratos de malte. classificadas na posição 19. em pó. em pó. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida. sêmolas e pós. f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21. Convém referir que estão. carne. Extratos de malte. da posição 17. Preparações alimentícias de farinhas. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias. 8) As pizzas não cozidas. tomate. miudezas. II. glúten. os produtos desta natureza à base de farinha de batata. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó. quer eles predominem ou não em peso ou em volume.02). como fitas e discos. todavia. em grânulos. papas. tais como leite.20 . Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais. obtidas por evaporação de uma mistura de leite. alimentos para crianças. sêmolas. açúcar. de vitaminas. peixe ou crustáceos. permanecem incluídos aqui. mais ou menos xaroposos. A título de exemplo. aromatizantes. Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. o "vinho de malte" (Capítulo 22). Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal. aromatizada com baunilha.06). c) As enzimas do malte (posição 35. de açúcar e de cacau em pó. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. de enchidos. corantes.01 ou 11. quer à fabricação de bolos. preparação alimentícia composta de farinha de arroz. Os extratos de malte. sêmolas.01 ou 11. anchovas.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria. as farinhas. gorduras. Atualizado em 04/01/2011 . adicionados de lecitina. das posições 11. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas. Muitas vezes. de sais. mas também. ovos. tal como a farinha de soja. contendo ingredientes. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó. gorduras.Outros I. essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar. farinha de pão. amidos. todavia.05 1901. qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida. grumos. tal como a dextrimaltose. farinhas de cereais. de massas ou de pós (extratos secos de malte). Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. em peso. gorduras.05). estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. classificam-se no Capítulo 20. sem qualquer outro preparo. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19. azeite. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. cuja característica essencial provenha destes constituintes. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19.04. ovos.03). b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. excluídas as preparações contendo mais de 20%. de diversas féculas. caseína. de batata (posição 11. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários. óleos. alimentos dietéticos. e as farinhas.02.03). cremes. vitaminas.07). ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final).05. sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11. esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas"). As preparações da presente posição podem ser líquidas. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite. levedura. açúcar. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. não especificadas nem compreendidas em outras posições. tais como sêmolas. tais como queijo. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30. amidos. não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%.06). Todavia. com ou sem açúcar.

Preparações alimentícias de produtos das posições 04. obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo.06) e as bebidas (Capítulo 22). cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições.Massas alimentícias não cozidas. por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos.90 . misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. obtidos por expansão ou por torrefação 1904.1 . por passagem à fieira e corte. As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo. pelo fato de conterem. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04.Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo. Em geral.30 . OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")). moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo. abertas nas extremidades (por exemplo. É assim que na posição 19. de enchidos. talharim. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. TAIS COMO ESPAGUETE.04). apresentar-se em camadas sobrepostas. em peso. sangue. os produtos contendo. III. Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são. nem recheadas. flocos de cereais. peixe ou crustáceos.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. Quando secos. ovos.04.04). além dos constituintes naturais do leite. espaguete. queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. com exclusão das massas recheadas.01 se classificam.Produtos à base de cereais. não especificadas nem compreendidas em outras posições. molho. em geral. por exemplo. tubos.05). ij) As bebidas do Capítulo 22. Esta posição abrange também o "couscous". ravioles).Trigo burgol ("bulgur") 1904. RAVIOLE E CANELONE. NHOQUE. grânulos. 2) As preparações à base de leite. tais como produtos hortícolas.Outros Atualizado em 04/01/2011 . cujo ingrediente principal seja o leite.Outras 1902. tal como o prato completo que leva o mesmo nome). CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA. Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados. filamentos. recheadas de carne. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. São excluídos. tornam-se quebradiços.04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. ALETRIA. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16). é trabalhada (por exemplo. As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. em primeiro lugar. LASANHA. corantes e aromatizantes).20 . em peso. Para facilidade de transporte. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17. arroz. diástases. os nhoques frescos e os ravioles congelados. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO. tal como a lasanha. ou de outros invertebrados aquáticos. todavia.Contendo ovos 1902.40 . contendo massas (posição 21."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados. em seguida. fitas.04).11 .19 . Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau.Outras massas alimentícias 1902. 1904. vitaminas. "COUSCOUS". cotovelos e letras).06). produtos hortícolas e outros ingredientes. outros ingredientes. todavia. peixe. aletria).30 . levedura).g) As preparações para sopas e caldos. 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18.01 a 04. h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados. fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO. MACARRÃO. em peso. etc. estes produtos são dessecados antes da comercialização. 19. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. moluscos. miudezas. ainda. nem preparadas de outro modo: 1902. 1902. DO GRUMO E DA SÊMOLA).02 . glúten. são excluídos. que é uma sêmola tratada termicamente. carne).PRODUTOS À BASE DE CEREAIS. as gorduras oléicas). laminagem e recorte.10 . contendo mais de 20%. b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. compressão.01 a 04. milho. canelones) ou. carne. A massa.04 .MASSAS ALIMENTÍCIAS. pérolas. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo.20 . pós) destinadas à preparação de sorvetes. batata. estrelas. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21.. conservando-lhes a forma original. contendo outros ingredientes. 19. de armazenagem e de conservação. macarrão. MESMO PREPARADO.. Excluem-se desta posição: a) As preparações. No decurso desse trabalho. sucos ou purês de produtos hortícolas. leite. conchas. O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne.

produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. cominho. etc. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais. desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos. estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. de forma a torná-los crocantes. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo. sal e extrato de malte. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)). mesmo adicionados de cacau. açúcar. a facilitar a manipulação da massa. e amolecidos pelo vapor de água. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. "waffles" e "wafers": 1905. tais como: glúten. fécula. a partir de farinha ou de farelo. pré-cozidos ou preparados de outro modo.Pão denominado "knäckebrot" 1905.90 . arroz.Torradas (tostas*). queijos. e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação". B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados. embora possam conter igualmente outros ingredientes. Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos.05 . triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino. açúcar. D) Outros cereais (exceto milho). etc. farinhas de leguminosas. açúcar. ou simultâneamente por estes dois processos. melaço.06). PASTAS SECAS DE FARINHA. mel. descascados ou pelados e após quebrados. C) Trigo burgol (bulgur).Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905. extratos de levedura.05). 19. previamente umedecidos. sêmola ou pó de batata. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS.31 . Estes últimos destinam-se. pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada.PRODUTOS DE PADARIA. simultâneamente. cacau em qualquer proporção. de milho. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais. leite. inclui-se neste grupo. A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11. enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas. sob forte pressão. Atualizado em 04/01/2011 . em seguida. etc. EM FOLHAS. gorduras. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur).40 . cevadas."Waffles" e "wafers" 1905. c) As espigas e os grãos preparados.10 . ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18. A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. por exemplo. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços).Outros A) Produtos de padaria. ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). ovos. sal. peixe.. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais. HÓSTIAS.04). Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. 1905. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais. Este grupo também inclui. extrato de malte. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição.).. no estado em que se encontram ou misturadas com leite. que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação. em peso. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. AMIDO OU DE FÉCULA. MESMO ADICIONADOS DE CACAU. determinadas sementes como a da papoula. principalmente. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. por exemplo.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. em grãos (incluídos os grãos partidos). depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. mel. Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19. extratos de malte ou de frutas.3 . O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. OBREIAS.Pão de especiarias 1905. a acelerar a sua fermentação. anis.20 .06 (posição 18. em recipientes úmidas e quentes. etc. carne. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. como alimentos para refeições matinais.. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos.32 . Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. sal e glutamato de sódio. ou. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas. na forma de grãos trabalhados. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. a levedura e o sal. comestíveis (Capítulo 20). Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. nozes. b) As preparações contendo mais de 6%. por estes dois processos. Podem ser-lhes adicionados. queijo. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17. no decurso ou após a sua fabricação. frutas. desembaraçados do pericarpo e do germe. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. que são adicionados de açúcar. a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. E PRODUTOS SEMELHANTES. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha. Assim. trigo. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar.

mesmo em fatias ou ralados. creme-de-leite (nata*). contendo pouco ou nenhum edulcorante. carne. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. (Atualização nº 4. queijo. anchovas. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores).10 . regra geral. se apresentam em discos ou folhas. açúcar. As pizzas não cozidas são. que lembra a letra "B". ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. cuja superfície apresenta desenhos. no máximo. 6) O pão de especiarias. produtos de longa conservação. açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. 20. COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. tais como.01. feito de farinha de centeio ou de trigo. Esta categoria também inclui os waffles delgados. Norm. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. torrados. café. O produto acabado não deve apresentar.). feitos com clara de ovos e açúcar e que. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição. etc. podem. de longa conservação. cozidos entre duas chapas de ferro. por vezes corada.Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. etc. também. cones para sorvetes). edulcorante (por exemplo. mesmo adicionados de sal. pastas secas de farinha. podem conter uma substância adesiva. obreias. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. preparadas com massas de amido ou de farinha cozida. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. por exemplo. por vezes. ovos. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. enquanto que o teor de gorduras é. gordura vegetal. obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. essencialmente. carne. b) Os produtos da posição 20. amido ou de fécula. mel. gema de ovos ou frutas. cozida e seca. cozidos. peixe ou crustáceos. ou ainda por aeração (insuflação*). licores. próprios para serem enrolados. 50%. ou de uma combinação desses produtos (por exemplo.05 . pela Inst. e produtos semelhantes. etc. de sêmola ou de grãos de centeio. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. café. muito pura. em peso. geralmente. no caso da quiche lorraine. fabricado sem fermento. leveduras ou outros fermentos. que são produtos secos e quebradiços. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras. chocolate. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina. NÃO CONGELADOS. avelãs. cápsulas vazias para medicamentos. 3) O pão ázimo ou matzo. 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. aguardente. DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria. seco. Esta posição abrange um certo número de produtos. creme de leite (nata*).04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. 5) As torradas (tostas*). apresentam um baixo teor em sacarose. contendo. São. usualmente. frutas. recheados. tais como queijo. aveia ou de trigo. mel. Estes produtos são. os waffles que consistam num recheio.OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS.05. ovos. Os biscoitos comercializados não são. à base de farinha. fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. O teor de água do produto não excede 10% em peso. azeite. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). miudezas. geralmente apresentada em forma de laço. 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. todavia. 8) As bolachas e biscoitos. classificadas na posição 19. 13) A quiche. o pão torrado e produtos semelhantes. de 01/02/02 . suscetíveis de aplicações muito diversas. amêndoas. açúcar invertido ou melaço purificado). que é um produto poroso. manteiga. em placas delgadas de forma quadrada. 2005. não contêm farinha. féculas. sangue. 7) Os bretzels. queijo. tomate. são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos. aromatizantes. retangular ou redonda. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras. São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. As cápsulas vazias para medicamentos. 11) Os merengues (suspiros). 2) O pão de glúten para diabéticos. fermentada com leveduras. em peso. cevada. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que. por vezes. em geral. contém apenas farinhas de cereais. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO. cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios. feita de uma massa com ingredientes. chocolate. SRF nº 481. pimenta. na maior parte dos casos. glicose. de superfície brilhante e polvilhados de sal. As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo. e que. B) Hóstias. em folhas. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria.Public. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. sal. Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. especiarias ou aromatizantes. bacon ou presunto. carne. entre as quais: a) as bolachas secas. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo. que é um pão crocante. freqüentemente. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. chocolate.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata.06. um teor de água superior a 12%. leves. que têm por base massa de farinha ou de fécula. noz-moscada e. do produto). cacau. ovos ou outras substâncias nutritivas. peixe. geralmente. glutamato de sódio e sal. confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos. massa azeda ou outro tipo de fermento. açúcar. fermento e sal. manteiga ou outras gorduras. apresentando-se. aromatizantes. albumina. quase sempre. conter um recheio sólido ou não (açúcar. leite. como. de produtos fabricados industrialmente. geralmente de consistência elástica. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. 12) As panquecas e crepes. pelo menos.

obtida por trituração de amendoins torrados. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19.01. seja superior a 0.Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas.5 2005..19: 2008.08 .70 2005. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas.20 2005.80 . amendoins e outras sementes. por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes.11 . incluídas as misturas. incluídas as misturas destes produtos..FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS. mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal. Compreende.70 . sal.Cerejas 2008. (Capítulo 22).1 .Frutas de casca rija.Misturas 2008. em sal.11 .5% vol. apresentada em pasta. saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo.40 . entre outros: 1) As amêndoas. em xarope. em álcool ou em agentes de conservação químicos. em volume.. 2) O chucrute. em pedaços ou esmagadas. 3) O milho doce em espiga ou em grão.04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20.91 .51 2005. para consumo imediato.Damascos 2008. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20.92 .60 2005. em pedaços ou esmagados.Outras. que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados. Todos estes produtos.ver a Nota Explicativa desta posição). Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20. e outras frutas de casca rija.05.09. com exclusão das da subposição 2008. preparação obtida por fermentação parcial. Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips). podem ser conservados ao natural (em água..59 2005. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada. O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos. etc.Abacaxis (ananases) 2008.20 .90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp.99 . torrados em atmosfera seca. dos produtos hortícolas congelados da posição 20.Palmitos 2008. nozes-de-areca (ou de bétele). em óleo ou em gordura. 2) A "manteiga de amendoins". inteiros. incluídas as misturas 2008.Pêras 2008.80 2005.2005. Phaseolus spp. ervilhas..): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var..19 .06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11.Morangos 2008. classificam-se na posição 07.50 . depois de fritos por alguns segundos. c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico. inteiras. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada. pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho. salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo. amendoins. PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias).Amendoins 2008. 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água. COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL. Atualizado em 04/01/2011 . aromatizantes. 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares.40 2005.Outros. especiarias ou outros aditivos.Cítricos 2008. de couves cortadas em tiras. feitos de farinha de batata. 20. por exemplo). as cenouras.Pêssegos. incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008. mesmo misturados entre si: 2008.. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. mesmo adicionados de sal ou óleo. 2008.9 .60 .30 .

sementes ou frutas (inteiras. picolés. trituradas ou pulverizadas). MESMO CONTENDO CACAU.13. quer como ingredientes destas preparações. utilizadas. Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido.01 ou 17. conforme o caso. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). por exemplo). sobremesas. nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. por exemplo). a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. os amaciantes de carne. classificam-se na posição 08.) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38). gengibre. e ainda em barris.) com substâncias alimentícias (farinhas. com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo.06 ou 19. às vezes. folhas de videira. 12).07. sementes ou frutas de espécies diferentes. B) As preparações constituídas. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18. A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água.02. Estas preparações classificam-se na posição 35. leite em pó.01.90 . sais de cálcio. por exemplo). 6) As frutas cozidas.01 a 04. por exemplo. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. 11. partes de plantas. batatas-doce. inteira ou parcialmente. etc.06. angélica. palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). cremes. 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e. raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo.06). pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar.). Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. apresentam-se acondicionados em caixas. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08. 2106. Todavia. gengibre. extratos de malte ou de produtos das posições 04.05 SORVETES.06 se contiverem cacau. esmagadas e esterilizadas. excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas. a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo. Os outros pós classificam-se na posição 18. Incluem-se. em geral. tortas. Todavia. Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. açúcares. 19.06. de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19). geléias e semelhantes. etc. as frutas cozidas em água ou em vapor. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar. 3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. cortadas. para serem incorporadas em preparações alimentícias. em lugar de açúcar. frascos ou recipientes hermeticamente fechados.04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18. em produtos de padaria.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura.06).06 . classificam-se nas posições 17. constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias). 21. com ou sem açúcar. incluem-se na posição 22. rebentos de lúpulo. por exemplo). quer depois de tratamento (cozimento.10 . que não se consomem nesse estado. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés). mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas. Quando próprias para consumo imediato como bebidas. de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7. qualquer que seja a embalagem. sorvetes. Os produtos da presente posição. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. quer no estado em que se encontram. fécula. desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura. Todavia. geralmente. bolos. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados. sorvetes em cone). mesmo adicionados de açúcar. mesmo contendo cacau em qualquer proporção.Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106. etc. por exemplo). Atualizado em 04/01/2011 . 9) As frutas. entre outras. A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). conservação. damascos e laranjas. amido.11. 09. desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas. leite ou nozes. ou por plantas ou partes de plantas.09 ou 21. Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. 5) As frutas inteiras. congeladas. impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria. etc. dissolução ou ebulição em água. que não se destinam a ser consumidas nesse estado. 21.02. 9. tonéis ou recipientes semelhantes. mesmo descascadas ou sem caroços e sementes. inhames. sequilhos (petits fours).01 ou 21. Os pós à base de farinha. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. cozida ou não.PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica.4) A polpa de frutas esterilizada. à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz. mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. leite. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. A presente posição compreende os sorvetes preparados. 7) Os caules. 2) Os pós aromatizantes para bebidas.

13 ou no Capítulo 9. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas.xaropes aromatizados ou corados. corado com açúcar caramelizado. Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo. estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. ser obtida pela simples diluição da preparação em água.). geralmente. etc. quer diretamente para aromatizar bebidas. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. 10) As preparações (por exemplo. por: . desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20. produtos com propriedades laxativas.02). 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas. NATURAIS OU ARTIFICIAIS.03 ou 30.03 ou 30.02).Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 . GELO E NEVE. utilizadas para fins edulcorantes.04).. 9) Os bombons. adicionados de vitaminas e. uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7. um ou vários extratos de plantas). neles contidas (Capítulo 9). 6) Os hidrolisatos de proteínas. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas.ÁGUAS. por vezes. vanilina). sementes ou frutas (inteiras. ácido cítrico. próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30. produtos tensoativos. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. 7) As preparações compostas.Public. ou por diferentes espécies incluídas na posição 12.10 . são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. . os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9. janeiro de 2006 . 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. agentes de conservação. mesmo própria para alimentação humana (posição 23. limão. frutose. contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio. Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas. sucos de frutas. para aromatizar. à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo. Em conseqüência. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. que não se destinam a ser consumidas neste estado.01 . os concentrados de proteína. sucos de frutas adicionados de diversos componentes. em preparações alimentícias. etc. A presente posição não compreende: (nova redação .5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. quer extrato de cola e ácido cítrico. contendo. como a lactose. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar. todavia. etc.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo. óleos essenciais extraídos da casca da fruta. 15) As misturas constituídas por plantas. de álcool. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. diuréticas ou carminativas). trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo. 11. concentrados de frutas.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21. 2201. o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. a bebida em questão pode. 12). INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS. lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng. . à base de extratos de plantas. Todavia. por exemplo. Excluem-se.11. 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo. ácido fosfórico. bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar. mel. de óleos essenciais de frutas. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia. de edulcorantes artificiais. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação. tais como ácido láctico. acima). ácido tartárico. nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral. empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias.08. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. para a preparação de certos temperos). sorbitol) em vez de açúcar.Atualização nº 9. menta. em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas). Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. limão ou laranja). ou por plantas ou partes de plantas. por exemplo. produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras. 9. .um xarope a que se tenha adicionado. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. etc. purgativas. DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20. constituídas por exemplo.04). partes de plantas. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08.um xarope a que se tenha adicionado. texturizadas. dado o gosto que conferem. 22. com ou sem adição. Excluem-se as preparações análogas. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja.04). de pequenas quantidades de compostos de ferro. dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas. vinho ou álcool. etc. pela Instr. Capítulos 7. para aromatizar. Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida. por exemplo. SRF nº 612.02 diversas substâncias. sementes ou frutas de espécies diferentes. utilizados.08). tais como ácido cítrico. mas que são dos tipos utilizados. não texturizada. cortadas. Norm. por exemplo. groselha. Tal como se apresentam.04) e os isolatos de proteínas (posição 35. de açúcar ou de dióxido de carbono. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares". b) os microrganismos da posição 21. que não se consomem neste estado. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos).

etc.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21. Este grupo inclui.05 e o gelo. impropriamente. de ácido tartárico e de ácido cítrico. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem. b) Os xaropes de açúcares da posição 17. por meio de dióxido de carbono. 2202. 6) As águas ferruginosas. estão abrangidas todas as águas comuns naturais.02 . Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos. Os sorvetes classificam-se na posição 21. estão compreendidas na posição 28. por adição de água.09. 2) As águas sulfatadas. limão. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. habitualmente.02. C) As águas gaseificadas. d) Os medicamentos das posições 30. Sob a denominação de águas minerais artificiais. laranjadas ou limonadas.02. 2) Certos produtos alimentícios líquidos. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22. B) Outras bebidas não alcoólicas.90 . incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. Este grupo inclui. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais.Outros Esta posição compreende: A) A água comum. Atualizado em 04/01/2011 .04.2201. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. exceto as compreendidas em outras posições. Designam-se. c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas.) classificam-se na posição 22. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. por vezes. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados. B) As águas minerais. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. em função das características químicas dos sais que contêm. frutas ou de aromatizantes (posição 04. constituídas por água potável comum. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas.01). Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas. posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida.06. com exclusão da água do mar (posição 25. Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados.10 . brometadas. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS. 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas.03 CERVEJAS DE MALTE. 3) As águas cloretadas.ÁGUAS.09.01. 5) As águas arsenicais.90 . iodetadas. pertencem também a esta categoria. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se. Sob esta designação. Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. por vezes.09). Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. a neve e o gelo naturais.11. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente.51. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20. D) O gelo e a neve. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. adicionados de cacau.09 ou 22. A) Águas. Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. 22.03 ou 30. em particular nas posições 20. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes.Águas. DA POSIÇÃO 20. cola. classifica-se na posição 28. "água de Seltz". adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. constituído por dióxido de carbono sólido. açúcar ou outros edulcorantes e filtração. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas.03). entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais.02).Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo. 22. suscetíveis de consumo direto como bebidas. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza.

04.30 . que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono. II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. durante a fermentação. Vinho-do-Porto. com cerejas e outros produtos.). geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. etc.21 . previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo.Outros 2204. Conforme o processo de fermentação empregado. A cerveja pode ser clara ou escura. uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose). as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa". exclusivamente. mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204. o aroma e sabor. Madeira. preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação. entre os vinhos licorosos. de mistelas ou de álcoois.. quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). devido a partículas vegetais em suspensão.2 . Marsala. isto é. Samos. também. Malvasia. A cerveja é por vezes aromatizada.. os vinhos das Canárias. EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). 3) Os vinhos espumantes e espumosos. ácidos (tartárico. resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais). que são os vinhos de elevado teor alcoólico. obtida a temperatura mais elevada. málico. etc. em volume. substâncias minerais. Chipre. b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico. etc. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e.5% vol ou menos (posição 22. Lágrima Cristie. embora às vezes se designem por cerveja. Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho.05.03 ou 30. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos.VINHOS DE UVAS FRESCAS. Atualizado em 04/01/2011 .A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. reduzido a 0.04. cerveja stout. Xerez. etc. dióxido de carbono e ainda outras substâncias. em solução. obtém-se a cerveja de baixa fermentação. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. Podem.09. doce ou amarga. não contém álcool (por exemplo.02). por vezes. milho e arroz). mediante o emprego das chamadas leveduras "altas".29 . 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas.Outros vinhos.). por vezes. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. da posição 22. mas muito ricas em extrato de malte. MOSTOS DE UVAS. Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo. pela adição de mostos concentrados.02). Málaga.Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é. 2204 . rosés ou brancos). b) Os medicamentos das posições 30. que se prepara por concentração a vácuo.10 . 2204. Contêm. fraca ou forte. eles obtêm-se também. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. corantes. em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto. de cervejas em geral pouco alcoólicas.03 ou 30.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. que se apresenta turvo. c) Os medicamentos das posições 30.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204. Citam-se.

com teor alcoólico. ou de sucos de produtos hortícolas. 4) Os vinhos de uvas secas. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. etc.90 . geralmente. em volume. Esses produtos. 2206 . que também se classifica aqui. Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. proveniente da seiva de certas palmeiras.VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS. Atualizado em 04/01/2011 . conhecidos por "mistelas". Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. b) Os medicamentos das posições 30. preparadas com açúcar. de aperitivos etc.O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura. folhas ou ramos de certos abetos. em volume. é o hidromel comum adicionado de vinho branco. Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono. Outros.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA. às vezes designados “complementos alimentares”. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação.5% vol. de vinhos licorosos.03 ou 30. 4) Por refrigeração. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". frutos.5% vol (posição 20. que consiste quer em impedir-lhe a fermentação. Incluem-se. abafados ou não.06). HIDROMEL. 2205 . mesmo concentrados. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã. 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados.10 . em geral. por uma operação.05. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral.). 3) O hidromel. PERADA. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição. que são bebidas gasosas. chamada abafamento (mutage). bagas. 2205. Os mostos abafados por este processo são. bebida fermentada análoga à sidra. são utilizados na fabricação de vinhos. tâmaras. 8) O saquê ou "vinho" de arroz. quer em interrompê-la completamente. 9) O vinho de palma. 6) O malton.03 a 22. Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura.09). Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva. bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. de aromatizantes e de diversas outras substâncias. 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas. fabricadas com a seiva.04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas. tendo os dois produtos um teor alcoólico.Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas. 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. com exceção das classificadas nas posições 22. O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos. como aperitivos ou como tônicos. 2) A perada.) ou de substâncias aromáticas. 3) Pela adição de álcool.5% vol. O hidromel vinoso. constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22.04. etc. superior a 0. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho. bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água. POR EXEMPLO). mas preparada com suco de pêra. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. raízes. superior a 0. entre outros: 1) A sidra.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205.

com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol. flores ou outras partes de plantas. AGUARDENTES.70 . pêras. Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados. em iluminação e aquecimento. álcoois butílico e amílico. aldeídos.02..06. para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres. de qualquer teor alcoólico. Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL. ou ainda de frutas. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno. os licores à base de ervas. está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b). ácidos. etc. igual ou superior a 80% vol.90 . os licores de sucos de frutas.. 2207 . O álcool etílico tem numerosas aplicações. essências. etc. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. após fermentação. os licores à base de ovos. ácidos. etc. b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. distingue-se dos produtos referidos em A. sidra e nas outras bebidas alcoólicas. Atualizado em 04/01/2011 . quer por síntese.Uísques 2208.08). Os sucos de maçãs. 22. juntamente com os outros álcoois acíclicos. na preparação de bebidas alcoólicas.09 e 22. de leite e de mel. que se incluem na posição 36. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). 2207. Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. etc.Vodca 2208. de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22. previamente fermentados. bagaços. de bagas e aromatizantes. mesmo concentrados). de produtos da cana-de-açúcar 2208.08 . mas não prejudicam o seu uso industrial.A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas.40 . COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO.Licores 2208. aldeídos.10 . os licores de chá. em volume.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. B e C. de chocolate. a piridina. devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático.Álcool etílico e aguardentes. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular.). quer se destine ao consumo humano. o metanol. e destilação posterior. vinho.08).50 . etc.Outros Esta posição abrange. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres. as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. óleos essenciais ou sucos.20 . etc.5% vol. inferior a 80% vol. quer a usos industriais. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais. mesmo que se destine ao consumo. Entre esses produtos. vernizes. inerentes à própria natureza da matéria destilada. tendo um teor alcoólico em volume superior a 0. álcoois superiores (voláteis).). Estes produtos. ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES. que os tornam impróprios para consumo humano. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias. desnaturados. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo. tais como o vinho. por exemplo.20 . DESNATURADOS. 2207.). qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes. o álcool etílico. sementes e outros produtos vegetais semelhantes. segundo as respectivas legislações. 2208.Álcool etílico não desnaturado. classificam-se nas posições 20. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada. misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. extratos. também conhecidos por "álcoois neutros". às vezes designados por "complementos alimentares". COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL. são. seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas. B) Os licores. a sidra.Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume.. em geral: o metileno. misturas de cerveja com vinho. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado").5% vol.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO.05. O álcool etílico encontra-se na cerveja.. matérias corantes.Gim e genebra 2208. acima. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico. 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas.30 .60 . etc. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países. destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral. a acetona. Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos.

assim. essencialmente.07). após fermentação. aromatizantes ou outros ingredientes. à alimentação de bovinos. em virtude da sua consistência ou cor. de cássis (cassis). aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho. para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares.05). obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. acondicionados para venda a retalho 2309.09 . de cerejas (quirche). em proporção geralmente superior a 10%. Além do seu alto valor nutritivo. milho. as cascas de cereais.PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. centeio. tais como os licores de ovos ou creme fresco. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral. o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. com exclusão dos produtos da posição 22. etc. por exemplo. corantes. ovinos. pisco. entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque. 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono.05. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22. trigo. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares). o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais.Alimentos para cães ou gatos. do melaço de beterraba sacarina. de uma maneira geral. o melaço de cana de açúcar). tafiá. de café. de ameixas (mirabelle. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau. o xarope de cana de açúcar. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar. Podem. de cereais. 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas). de banana. etc. ainda. etc. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. cachaça. etc.. ter por base extratos de plantas. perderam as características essenciais da matéria de origem. Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas). de framboesas. o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite. 8) As ratafiás. espécies de licores obtidos com sucos de frutas. com exclusão dos produtos da posição 22..). empregam-se diretamente na alimentação dos animais. tais como a palha.Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. todavia. armanhaque. 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola. de cássis (cassis). concentrados de frutas. etc. 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba. por exemplo.) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. de baunilha. os flocos de linhaça e os bagaços de fruta. em peso. ou de outras frutas. b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. 2309. geralmente chamadas licores. singani. às vezes designadas por "complementos alimentares". e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. citam-se. por esse fato.04. 18) As aguardentes provenientes da destilação. como também as preparações empregadas na alimentação de animais. de damascos. 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada. eqüídeos e suínos. rum. 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares. que se classificam na posição 22. os licores chamados "emulsões". aguardente de arroz ou de vinho de palma. no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais.) e.04.10 . com um ou mais elementos nutritivos. preparado com casca de laranja amarga. o curaçau.). os que tenham sido sujeitos a um tratamento. I. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra". obtido do anis verde e da badiana. amargos. quetsches). bitters. tais como: o anisete. 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool. contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. Destinam-se. com teor alcoólico em volume superior a 0. açúcar. o kümmel. por exemplo. 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. produtos químicos.90 . constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos.5% vol. brande. após fermentação. aveia. lecitina. 23. Algumas. etc. em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo. tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra. Atualizado em 04/01/2011 . grappa. 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). 10) As aguardentes de sidra (calvados). utilizam-se.Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. 7) Os licores denominados "cremes".). As preparações desta espécie. 11) O araque.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS. adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto.

protéicos e minerais. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. aromatizantes ou aperitivos. potássio. utilizando-se como matéria de base na preparação.. que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. de uma maneira geral. as sementes de leguminosas. a quantidade necessária para uma refeição. etc.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. amido ou cereais.. aminoácidos. A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. Estas últimas. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. sebos e palhas. pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais. Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. As matérias minerais destinam-se. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". delas distinguem-se. principalmente. das cascas dos ovos. geralmente fabricados com farinha. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. sais. especialmente. etc. especialmente as gorduras que contêm. BALANCEANDO-OS. Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. uma preparação de painço. aproximadamente. caulim. leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. todavia.. vitaminas do grupo B. ainda.. etc. aveia descascada e sementes de linhaça. os antibióticos. etc. farelos. cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam. fosfatos). e destinados a serem queimados pelo organismo animal. ACIMA Estas preparações. pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. do ponto de vista qualitativo. 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos. os oligoelementos. celulose e gorduras. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes. em pasta ou secos. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas. designadas comercialmente pré-misturas. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. A concentração.II. coccidiostáticos. emulsificantes. nestas preparações. São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. Citam-se as vitaminas. são constituídas por proteínas. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. isto é. Embora. ovos. B. na maior parte dos casos. dos elementos hidrocarbonados. fósforo. em particular. dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos"). por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta.). as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). antibióticos. utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes.OUTRAS PREPARAÇÕES A. sal. minerais ou vitaminas e. cré. consoante a produção zootécnica a que se destinam. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada.). defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. do meio de cultura e do antibiótico). distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo. OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. beterrabas semi-sacarinas. oligoelementos. designados "construtores". miudezas e outros ingredientes. tais como amido. 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim. à formação do esqueleto do animal e. mesmo contendo cacau. As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário. etc. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas. tais como cães e gatos. de uma forma mais geral. constituídas por uma mistura de carne. a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. misturados com torresmos ou farinha de carne. no caso das aves. à utilização dos alimentos pelo animal. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. 3) As preparações açucaradas. 2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. perturbações na saúde do animal. 3) Elementos nutritivos "funcionais". mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. das "pré-misturas". ferro.. antioxidantes. C. cloro. Ao contrário dos precedentes. 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%. até serem consumidos pelo animal: estabilizantes. As mais utilizadas contêm cálcio. açúcar. alpiste. As preparações destinadas a remediar essas insuficiências. sódio. iodo. as borras da indústria da cerveja.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR. A substância seca assim obtida..

contendo fumo (tabaco).02 2402. 12. que se incluam como tal em determinada posição.04. contendo fumo (tabaco) . Contudo. de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11). MANUFATURADOS. mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403.91 . matéria amilácea. as cigarrilhas e os cigarros. 3) O rapé mais ou menos aromatizado. EXTRATOS E MOLHOS.24).9 .Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar.Charutos e cigarrilhas. em razão. mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes. com ou sem capa.Cigarros contendo fumo (tabaco) . c) As preparações que. etc. 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado. f) Os produtos do Capítulo 29. 70% (posição 38. os cigarros contendo certos tipos de produtos. da natureza. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS. g) Os medicamentos das posições 30. esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. condições de higiene em que foram elaboradas e.36). para fabricação do rapé. por exemplo).01. por exemplo. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas.99 . resíduos e subprodutos vegetais da posição 23. .. CIGARRILHAS E CIGARROS. 23. 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização. 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco). 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas). quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. 24. principalmente. por adsorção em um substrato ou por revestimento. d) Os desperdícios. Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas. proporções dos seus diferentes componentes.). Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco). de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco). obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. em peso (posições 07. as cigarrilhas e os cigarros.08). substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29.Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos.03). h) As substâncias protéicas do Capítulo 35. FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO". mesmo de constituição química definida.OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS.Outros: 2403.Fumo (tabaco) para fumar.10 .Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403. k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração.08.03 e 30. o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros. ceras. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas.01 e 21.03 . mesmo adicionados de um aglutinante (melaço.10 2402. os charutos com as pontas cortadas. grau de pureza. matérias graxas (gordas*). misturadas entre si ou não. preparadas especialmente. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. 24. b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10).90 CHARUTOS.14. classificam-se nesta posição. quando for o caso. por exemplo.14. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface. DE FUMO (TABACO). Atualizado em 04/01/2011 .. e) As vitaminas. concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar. Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar. em proporção que não ultrapasse 3%.06. por exemplo). geralmente.a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias. não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção. A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30). ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19. 2403. de sucedâneos do fumo (tabaco). utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38. com gelatina.20 2402.

39). santorínicas e semelhantes chamadas. Excluem-se.29 2523. considera-se "cimento Portland". .29 Na acepção das subposições 2523. em menor proporção. os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. Subposições 2523. nesta posição.24). produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12. etc. Estes fumos (tabacos) apresentam-se. São. Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland.06 . não refratários (posição 38. de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3). Os cimentos da presente posição podem ser coloridos. ferro) podem igualmente ser adicionados.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados. às vezes. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26. obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco).Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas. Excluem-se da presente posição: a) A nicotina.19). para revestimento de fornos e outros usos (posição 38. e) As argamassas e concretos (betões). INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS. linhita ou da turfa. 27. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se. alumina.2 2523.. 25.30). "cimentos naturais" (posição 25. quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros).ALCATRÕES DE HULHA.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS.21 2523. Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas.23 2523. o cimento Portland moderado e os cimentos brancos.30 2523. o cimento de escórias de altos-fornos. entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco). Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. os cimentos romanos.Outros . DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+).16). sílica.. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos".20) e as terras pozolânicas. desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). excluídos: a) As escórias de altos-fornos. São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos. Convém notar: . DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS. em folhas retangulares ou em tiras. Nota Explicativa de Subposições.11). bem como as suas misturas. contudo.08. mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)). em geral. com proporções variáveis. Entre estes produtos. b) Os inseticidas da posição 38. mesmo corados artificialmente .Cimentos aluminosos . e . no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas.10 2523.14. bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos. de fumo (tabaco) líquidos. 7) Os extratos e essências (molhos).5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados. os cimentos pozolânicos. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas. em geral provenientes da destilação da hulha. porém.06). alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29. podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 .Cimentos brancos. c) Os cimentos da posição 32. moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada). obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e. b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30.que o clinker Portland é um produto da subposição 2523. Todavia. denominados "clinkers" . o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio. obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas. finamente moídas.21 e 2523. de constituintes aromáticos e alifáticos.29. podem citar-se o cimento Portland comum. Outros elementos (por exemplo.Cimentos não pulverizados. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos".Cimentos "Portland": . Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. entre outros.10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio. MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25.21 e 2523.. d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas. Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas).

17). que são análogos aos precedentes. para revestimento de estradas. o toluol (tolueno). e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais. ao antraceno. etc.1 . EXCETO ÓLEOS BRUTOS. antracênicos. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38.Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam. mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos.Naftaleno 2707. 29. Relativamente ao benzeno. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. a 250°C.Toluol (tolueno) 2707. há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29. PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa.30 . análogos aos precedentes. Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos. à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados. nos quais os constituintes aromáticos predominam. em volume. incluídas as perdas.). por ciclização do petróleo. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.10 . em frações mais ou menos largas.9 . naftalênicos.02. em peso. ao tolueno. ao fenol. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. EM PESO.Os óleos e outros produtos naftalênicos.Os óleos de creosoto. cresóis. 2707.99 .60 . aos xilenóis. à piridina e a alguns derivados da piridina. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira.Outros: 2707. Mas são também utilizados. como constituintes básicos.20 .07 e 29. aos cresóis.Óleos de creosoto 2707. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos. ao naftaleno. principalmente. 70% OU MAIS.91 .07 . Compreendem. . 27.Os produtos pirídicos. dos alcatrões de hulha a alta temperatura.Fenóis 2707. etc. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA.Os óleos e outros produtos antracênicos. pirídicos.10 . RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS.07. . contendo. 27.. o xilol (xilenos) e a nafta solvente.40 . naftênicos e fenólicos.Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura. bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos".33. EM PESO. 2710.). fenólicos. Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente.Xilol (xilenos) 2707. mesmo desidratados ou parcialmente destilados. COMO CONSTITUINTES BÁSICOS. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . em bruto ou refinados. no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29). etc. que se classifica na posição 38.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. em peso. em especial.O benzol (benzeno). A presente posição abrange todos os alcatrões. segundo o método ASTM D 86 2707. ao xileno. .Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições.50 . em relação aos não aromáticos. especialmente nos geradores de gás de água.. que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos.Benzol (benzeno) 2707. . . Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38. quinolínicos e acridínicos. 70% ou mais. por exemplo. entre outros: . para impermeabilização. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo. uma fração superior ou igual a 65% . xilenóis. Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos. CONTENDO. Os alcatrões destinam-se. RESÍDUOS DE ÓLEOS.Os produtos fenólicos (fenóis. 2) Os óleos e outros produtos.

09.2710. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina". 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. médios e pesados. A esta categoria de produtos pertencem. etc. etc. 2) O white spirit.99 . por exemplo). seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio.9 . para realização de algumas sínteses químicas. conforme o caso. 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). podem igualmente. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking). por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39). os óleos para trabalhos pesados. Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas. quer por separação (especialmente por destilação fracionada). Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos. diisobutileno e triisobutileno. Obtêm-se quer por polimerização. em peso. os óleos para lubrificação de fibras têxteis.Resíduos de óleos: 2710. mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo. de lítio. provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. em grau muito baixo. ciclânicos (naftênicos). nonilenos. em relação aos constituintes aromáticos. entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano. bem como as preparações constituídas por misturas que contenham. análogos aos precedentes. de 10 a 15%).. pela ação de solventes seletivos. ser misturadas com as gasolinas. são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos.. os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos). As misturas de alquilenos utilizam-se.. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram. a 300°C e à pressão de 1.. Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos. esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. Dado o seu elevado índice de octano.Outros 2710. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping).Óleos leves e preparações 2710. B) Os óleos. antiespumas. ou por qualquer outro processo (posição 27. em peso..Contendo difenilas policloradas (PCB). Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos. em volume. após adição de aditivos apropriados. Atualizado em 04/01/2011 . principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. etc. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. na maior parte das vezes.11 . etc. certas frações leves. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710. 4) Os gasóleos (óleos diesel). Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida. 3) O petróleo para iluminação (querosene). os lubrificantes para cilindros. como solventes ou como diluentes.19 . de alumínio. do Capítulo 29. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes.3 kPa) de mercúrio. tais como os parafínicos. antioxidantes. por redestilação.). Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem. a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. etc. refinação catalítica (reforming). do propileno. nos quais os constituintes não aromáticos predominem. denominadas tripropileno.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27.013 milibares (101. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. Todavia. e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores. antiferruginosos. tetrapropileno. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura. por exemplo. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo. tais como os silicones.07). bem como os óleos leves. em relação aos não aromáticos. tais como os óleos ou gorduras vegetais.91 . isolados no estado puro ou comercialmente puro.).). Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. em peso.Outros I. (estes últimos numa proporção da ordem.

C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm. II. por exemplo. antioxidantes..03. etc. Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo. óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados). dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38. utilizadas na fabricação de produtos primários. 5) Os óleos de lavagem (que servem. especialmente refinados. etc. principalmente. que são óleos pesados adicionados.20 . em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso). citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. transformadores e disjuntores. etc. para impermeabilização. contendo éter dietílico. por exemplo). Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB). constituindo o éter dietílico o elemento de base.DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. principalmente. dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos. do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.1 . por exemplo.13 . óleos lubrificantes usados.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina. Atualizado em 04/01/2011 . em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. etc.). etc.03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38. como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios. poroso e sólido. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa. é o caso. especialmente. as gomas. mesmo misturados com água. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água. fungicidas. antiespumantes. empregado para revestimento de estradas.). os depósitos de carvão. em peso.08). das preparações desinfetantes. as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade.Betume de petróleo 2713. que se formam durante o funcionamento.11 . Utiliza-se. O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. permanece classificado nesta posição.. e semelhante ao betume não insuflado. durante o trabalho. "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas. Pelo contrário. inseticidas. essencialmente. São óleos pesados adicionados. tais como o p-cresoldibutil-terciário. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos. proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos. constituídas por lanolina em solução no white spirit. (posição 38. a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)).. por exemplo. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino. antiferruginosos.3) Os óleos para transformadores e disjuntores.20).Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. 27. não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo. bem como outros elementos. constituídas principalmente de chumbo. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.Calcinado 2713. pilares e vigas de concreto (betão). BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. em peso. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc. óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%. 2713. utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26. numa proporção de 10%. para limpeza de motores e de outros aparelhos). aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes.19.Coque de petróleo: 2713. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação. como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado). das preparações antiferrugem da posição 34.Não calcinado 2713.14) e de certas preparações da posição 38. de compostos de chumbo e de óxidos de ferro. normalmente. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos. É um produto de cor castanha ou negra. provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo.11).12 . b) As preparações contendo menos de 70%. B) O betume de petróleo (também designado "asfalto". de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.. mole ou quebradiço. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais.COQUE DE PETRÓLEO.90 . especialmente.).

XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS.01). Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas. As misturas betuminosas. São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25. Subposição 2714. 27. coques e outros resíduos. etc. Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição. NATURAIS. de breu ou de alcatrões. Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas. e ainda por razão de segurança. Nota Explicativa de Subposições. 2714.24). pelo menos. e ainda por razões de segurança (posição 27.90 . tais como os de metais alcalinos. as seguintes: 1) Os cut-backs.07. c) Os ácidos naftênicos. solúveis em água. Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos". Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo). Além disso.15).10 . de cor castanha ou negra. b) As hulhas betuminosas (posição 27. obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos. entre outras. de asfalto. os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27. que são misturas geralmente constituídas. na preparação de vernizes ou de tintas.02). 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água. 27.14 .14. Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais. insolúveis em água (posição 38. d) O betume de petróleo (posição 27.02).15 . e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias.13). a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado.Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. Também podem ser extraídos o gás e outros produtos. ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. f) As obras de asfalto da posição 68. compreendidas nesta posição. dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas.09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos). 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas. ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+). brutos ou purificados (posição 38. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte.MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS.17).BETUMES E ASFALTOS.24. DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS"). que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície). 2) Os asfaltos. de amônio ou de etanolaminas (posição 34. A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo. 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo. Atualizado em 04/01/2011 . DE BETUME DE PETRÓLEO. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes.Xistos e areias betuminosos 2714. Esta posição compreende também os betumes. de betumes. c) As linhitas betuminosas (posição 27. são. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. destilação ou processos mecânicos). b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo. ou sob forma tal que permita a extração desses produtos. na impermeabilização.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo. por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas.10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos. desde que não se incluam em posição mais específica). A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27.

incineração e tratamento químico das cinzas.06)..03 . e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32. especialmente o cloreto de sódio. É um líquido avermelhado ou castanho-escuro. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. CLORO. em fotografia.).95 a 0°C). quer das algas marinhas. É um gás amarelo-esverdeado. e ainda por razões de segurança (posição 27.17). BROMO E IODO. serve para esterilizar (clorar) a água. bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte. etc.. borracha clorada.30 .IODO O iodo extrai-se. 2801. em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças.14).20 .FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio.). Estes produtos empregam-se. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27. Desinfetante e anti-séptico. classificam-se na posição 68. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto. como reagente. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais.44). de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata).CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES).).BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos. etc. d) O betume natural desidratado e pulverizado. muito denso (3. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina.FLÚOR. bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28.24.3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos. A. 28. na preparação de medicamentos. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo. 28. de cheiro acre. então. em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos. é perigoso respirá-lo. O iodo é um sólido muito denso (densidade 4. esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. tais como a areia ou o amianto. Emprega-se em medicina. estanho e cádmio. C. acinzentados.18 a 0°C). quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38. etc.01 .Iodo 2801. quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). ladrilhos. em frascos de vidro amarelo.. sedativos). alcatrão ou do breu. como a serragem (serradura*). pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas. pelo grau de finura das cargas que. como catalisador em sínteses orgânicas. etc. Ataca a pele. corrosivo. de cloretos de metais.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. ceras artificiais. derivados bromados do anil. para calafetagem. betume. conforme os casos. duas vezes e meia mais pesado do que o ar. corando-a de amarelo. na fabricação de hipocloritos. placas. acondiciona-se. em reservatórios. Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais. D.Flúor. É muito pouco solúvel na água.Cloro 2801. Os artigos acabados de forma regular (lajes. e inflama as substâncias orgânicas. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados. em especial. Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. É habitualmente transportado em cilindros de aço. etc. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido. por exemplo. as gorduras e os têxteis. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos. Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados. de brilho metálico. ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se. Atualizado em 04/01/2011 . como produtos para moldação.07. eventualmente. sufocante.03. perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. na preparação de iodetos. Também se emprega na metalurgia do ouro. B. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25. a madeira. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto). Como destrói os corantes e matérias orgânicas. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. etc. geralmente. corrosivo. f) As preparações lubrificantes da posição 34. em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas.10 ..10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25. lhes sejam adicionadas. por exemplo). por secagem. mesmo a frio.18).

etc. ácido muriático. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário). Estas soluções. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio. purificação do negro animal. com um odor sufocante.20 . de cloridrato de borracha. como impurezas. 28. resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum). Emprega-se. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. carbonizando-as. d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente. o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno). linhita). tambores de aço. g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71. É um gás que. impropriamente denominado ácido clorossulfúrico. É denso. separação da gelatina dos ossos. muito fino e puro.01). Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25..07 . ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina.11.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806. Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral. O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4. Nas sínteses orgânicas.Ácido clorossulfúrico A.12). etc. tais como: 1) Gases naturais.CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl).). produtos oleosos..02). entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha. de tioindigo. que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor.ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. pentóxido de vanádio. posição 38. As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido. arsênio. É um líquido incolor ou acastanhado. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha. preparação de cloretos de metais. muito corrosivo.ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. de indigossóis. O negro-de-acetileno. especialmente. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço.. Consoante o seu processo de fabricação. provocada por faísca elétrica. tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita.10 . Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro.02). sob pressão. na fabricação de cloropreno. seleniados. f) O carvão de madeira (posição 44. de cloreto de vinila. comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica).. 2806. ácido sulfúrico).06 (negro de "alu".O carbono é um elemento não-metálico sólido. empregam-se principalmente no estado gasoso. e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27). hulha. de pomadas para calçado. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas. Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro. provém da decomposição brusca do acetileno comprimido. Os ácidos hipocloroso. vagões-tanques ou navios-tanques.) (posição 38. negro-de-silício. de cheiro pungente. zinco e de outros metais. negro-de-xisto. Os negros-de-carbono. A.). Atualizado em 04/01/2011 . óxido férrico. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. etc.ÁCIDO SULFÚRICO.). os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno. tem o aspecto oleoso. de cânfora artificial. de 28 a 38%) (ácido clorídrico. etc.04). c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32. Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. etc.02 ou 71. O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento. obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio. ou incolores. espírito de sal). de cheiro irritante.06 . são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. Os negros-de-carbono podem conter. o coque. principalmente. fumante (que libera vapores). 2) Naftaleno. 28. fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. resinas e óleos (negro-de-fumo). etc. inodoro. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28. caminhões-tanques. no caso contrário. que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento. cuja fórmula é ClSO2OH.04). ácido clorossulfúrico.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). incluindo as de impressão. B. arseniados. etc. anidrido sulfuroso. clórico e perclórico classificam-se na posição 28. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água.

PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. na preparação de adubos ou de fertilizantes. de cor acentuadamente castanha. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre. dos derivados de alizarina. classificadas nesta posição. de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos. por exemplo. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. ácido fluossilícico. nas posições 28. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). etc. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). atacam a pele e o vestuário. II. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. São produtos líquidos ou sólidos. ácido sulfúrico. Atualizado em 04/01/2011 . A solução concentrada. B.. muito corrosivo. pentóxido de fósforo. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. Acondicionam-se em recipientes de vidro. diidrogeno-ortofosfato de cálcio.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos). Emprega-se.). etc. que reagem violentamente com a água. como.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais.Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se. 28. e nas indústrias petrolífera.11). São ácidos cíclicos.10 . É um pó branco. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico. que também se inclui aqui. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28. por isso. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). 90%. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. a alta temperatura. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. onde n é 3 ou mais. ÁCIDO FOSFÓRICO.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP.20 . o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28. O ácido comercial assim preparado contém.12). do tioíndigo. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". o sulfeto de hidrogênio. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. ele dificilmente se conserva no estado sólido. arenito (grés) ou de chapa de ferro. b) O trióxido de enxofre. siderúrgica. onde n é 2 ou mais. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. como impurezas. por exemplo. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. amorfa e vítrea. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. que se incluem respectivamente. Estas misturas também se classificam nesta posição.09 . Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. por exemplo.. contendo ácidos superiores. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. pentóxido de difósforo. da hidroxiantraquinona..Pentóxido de difósforo 2809. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). 2809. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. Por condensação do ácido fosfórico.. ao ar seco..Outros ácidos polifosfóricos. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. ávido de água. 2) Ácidos metafosfóricos.).ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre). C. trióxido de enxofre..06 e 28.08. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). Tais misturas. B. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. que se transporta em recipientes herméticos. etc. A. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). também às vezes se denomina "ácido xaroposo".

PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. trióxido de enxofre. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. etc.20 .Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. A. que se transporta em recipientes herméticos. ávido de água. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. C.. São ácidos cíclicos. 2) Ácidos metafosfóricos. pentóxido de difósforo. classificadas nesta posição. ÁCIDO FOSFÓRICO. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. Atualizado em 04/01/2011 . b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5.48). ácido sulfúrico.Pentóxido de difósforo 2809. O ácido comercial assim preparado contém.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais.Esta posição abrange.. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n.11). diidrogeno-ortofosfato de cálcio. A solução concentrada. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. entre outros. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). também às vezes se denomina "ácido xaroposo". que também podem conter sais de sódio destes ácidos. amorfa e vítrea. como impurezas. a alta temperatura. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". é mais estável em solução pouco concentrada. 90%. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. 28. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. é mais estável em solução pouco concentrada. pentóxido de fósforo. onde n é 2 ou mais. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. É um pó branco. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. ao ar seco. ácido fosfínico) (posição 28. Emprega-se. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. etc.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I.... DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. ácido fosfínico) (posição 28.09 . Tais misturas. ácido fluossilícico. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. ele dificilmente se conserva no estado sólido.). São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. por exemplo. que também se inclui aqui. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)).Outros ácidos polifosfóricos.10 . por exemplo. 2809. como. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. muito corrosivo. Estas misturas também se classificam nesta posição. contendo ácidos superiores. B. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). onde n é 3 ou mais. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. II. entre outros. Por condensação do ácido fosfórico. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. por isso. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). Esta posição abrange. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos.11).

) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito). incluem-se nesta posição. é um pó branco ou amarelado. etc. essencialmente. de níquel. especialmente em submarinos. Com ele se fabricam tintas (para construção civil.. do óxido férrico (Fe2O3)... EXPRESSO EM Fe2O3. O hidróxido de sódio obtém-se. fabricação de numerosos produtos químicos e. cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível. alizarina. Quando puro. chamadas "cales sodadas". Não se deve confundir com a soda comercial.20 ..21 . na decapagem de peças a metalizar ou a pintar. utilizada em aluminotermia. o cloreto). a cerca de 50%) ou de potassa sólida. e contém então. sobretudo. etc.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA). mercerização do algodão. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio. C. Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades. quer misturado com argilas. especialmente. B. classificam-se na posição 38.Óxidos e hidróxidos de ferro 2821.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. mas podendo também ser violeta. como agente cauterizante.30 . geralmente de cor vermelha.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa). vermelho da Inglaterra ou colcotar). que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural. etc. A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina.15 .Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815. Também se usa em medicina. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. de ferro combinado.). quanto ao seu processo de obtenção. etc.04. A. e então está compreendido nesta posição. caso em que se classifica no Capítulo 32. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal). constitui uma preparação classificada na posição 38. na fabricação de sabões moles. Atualizado em 04/01/2011 . expresso em Fe2O3.8% de ferro no estado puro. Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre. como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e. sanguine.04. fabricação de celulose regenerada. para branquear tecidos.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO. D. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO.10 . amarelo ou negro). na fabricação de permanganato de potássio.. decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado. HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA). o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas. para este fim. especialmente. Atendida esta ressalva. 2815. expresso em "óxido férrico". A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas. obtenção de sabões duros. que é o carbonato de sódio (posição 28.HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28. amarelo ou preto (óxido violeta. quer no estado puro.24.20 ... para purificação de gás de iluminação. classifica-se nas posições 30. TERRAS CORANTES CONTENDO.Peróxidos de sódio ou de potássio A. com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza).04. EM PESO.03 ou 30.Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815. Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados. cabe na presente posição. metalurgia do tântalo e do nióbio.Sólido 2815. sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). 2821. resorcina. Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro.36). uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31.24. As misturas de soda cáustica e de cal. associada à cal. classificam-se na posição 38. obtém-se por combustão do sódio.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815. ou mais. cuja densidade é de cerca de 2. um peso 70%.03. delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38. cloreto de potássio. etc. É deliqüescente e muito solúvel em água. PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO.12 . vidros ou espelhos. Também se obtém a potassa cáustica.28. Emprega-se na indústria do sabão. no branqueamento. ou seja 58.. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó).PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2). de compostos fenólicos: fenol. muito deliqüescente. contra a ferrugem. assim.11 . incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir.1 . 28. composições para limpar e dar brilho a metais.PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio.8. Emprega-se. entre outras impurezas. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. em frascos de vidro. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. mais ou menos concentrada (usualmente. especialmente. propriedades e emprego.

bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo.41 . que. castanho de Inglaterra.31 .03 ou 71. d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38. flor ou pães. dá origem aos ferratos da posição 28. brometos. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26. Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco. expresso em Fe2O3. A. caso em que cabe na posição 32. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico. 2) Cloreto de cálcio (CaCl2). e emprega-se como pigmento. BROMETOS E OXIBROMETOS.). OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS..CLORETOS. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +). incluem-se na presente posição os cloretos. para endurecer colas e vernizes. menos de 70%. em caso contrário.32 . oxibrometos.. amarelado ou castanho.. utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 . branco.. de ferro combinado.Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo. martita. 28. e.20 . Apresenta-se em massa cristalina. É branco.25). Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28. que se obtêm por sublimação.35 . hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos). É sólido. É um óxido anfótero. apresenta-se moldado.41. 2827. DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71. hidratado com 6 H2O.39 .De níquel 2827.Cloreto de cálcio 2827.19).e classifica-se então nesta posição . como adubo ou fertilizantes. apresenta-se cristalizado ou granulado. Entra na composição de misturas refrigerantes. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis. é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso. em eletrólises. c) As chispas (battitures) de ferro.Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827. nas indústrias de corantes e em curtimenta. fundido. magnetita (óxido magnético de ferro). em fotografia (fixador). consoante o seu grau de pureza. castanho da Suécia). oxicloretos.49 .Brometos e oxibrometos: 2827.B. Tem cor de ferrugem. IODETOS E OXIIODETOS.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2)... amarelado. SRF nº 509. Em geral. etc. cloridrato de amônio (NH4Cl).CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28.59 .4 .51 .. pela Instr. vermelho Van Dick. (Atualização nº 5.06. Puro.3 . nas pilhas Leclanché. Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio. Ver a Nota Explicativa da posição 31. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3). como decapante de metais.Brometos de sódio ou de potássio 2827. Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick. com castanho da Prússia. de 09/02/2004 . castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso.02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio.Outros 2827. (açafrão ou amarelo de Marte). em peso.Public. em massa porosa ou em palhetas.De alumínio 2827.Outros cloretos: 2827.01: hematitas vermelhas (oligisto. na presença do oxigênio. depois de oxigenado.Cloreto de amônio 2827. ou misturadas com outras terras corantes. Norm.12. Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco.. Quando puro.quer misturado com carvão. hidroxicloretos.5 . etc. em pó.Outros 2827. adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico.Outros 2827. etc.60 .30).De magnésio 2827. é solúvel em água..27 . quer só . limonito (óxido hidratado).. b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26. e é higroscópico. é incolor e.10 .05).06.De cobre 2827.

solúvel em água. em estradas e pavimentos de terra batida. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). em fotografia e fotogravura. Apresenta-se em frascos bem fechados. Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. ou em solução aquosa verde. em cristais verdes ou roxos. como mordente. de cheiro pungente. solúveis em água. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2). agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. fundidas ou granuladas. É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. Tanto anidro como cristalizado. com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. fungicida e desidratante. a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). palhetas. 14) Cloretos de cobre. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. É muito deliqüescente. 11) Cloretos de titânio. Atualizado em 04/01/2011 . 9) Cloretos de estanho. hidratado (com 6 ou 12 H2O). Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina. lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores.de concretos (betões) em tempo frio. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. Emprega-se em tingimento. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). É redutor e mordente. para purificação de águas industriais. vermelhos ou roxos. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). castanhas ou vermelho-granada. a) Cloreto cromoso. O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). para dar pátina ao ferro. deliqüescentes. É um redutor. ou em soluções. como parasitida e raticida. Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos. por exemplo (em cristais verdes ou azulados). São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. Emprega-se para tingimento. solúveis em água. 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). é deliqüescente e solúvel em água. como oxidante. etc. para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. Apresenta-se em massa de fratura resinosa. 13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2). praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. Anidro e exposto ao ar. muito solúveis em água. Hidratado. em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. O cloreto anidro. como catalisador. tornando-se amarelado. brookita. como mordente. em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). desinfecção. em curtimenta. b) Cloreto férrico (FeCl3). Emprega-se na construção de higrômetros. Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. quando hidratado (com 4 H2O. Oxida-se em contacto com o ar. Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). apresenta-se em lâminas. para fazer irisações cerâmicas. 10) Cloreto de bário (BaCl2). principalmente. Também se emprega como decapante em soldagens. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2. 6 H2O). como mordente de tecidos. É usado como mordente em tinturaria. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). para decoração de porcelanas. cerâmica. Apresenta-se em massa cristalina rosada. Apresenta-se em cristais rosas. Também se emprega em medicina. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. por exemplo). cilindros. que libera vapores em contacto com o ar. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). emprega-se para tornar a madeira ignífuga. cáustico e muito tóxico. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. na limpeza química (carbonização) de lãs. vermelhos ou roxos. como antipoeira.02 (dialogita. Anidro. como carga de sedas e em eletrólise.20. É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. forma cristais incolores. É um líquido incolor ou amarelado. com as mesmas cores. 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). Anidro. escamas ou palhetas amarelas. na conservação de peles. higroscópico e hidrolisável. anatase). O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. (CrCl2). no apresto do algodão ou de outros têxteis. em cristais alaranjados.30.08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. por exemplo. na preparação da púrpura de Cassius. como mordente de tecidos. É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). como fumígeno ou em síntese orgânica. Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. libera vapores. que azulam pelo calor. hidratado (com 5 ou 12 H2O). e ainda para tornar a madeira ignífuga. b) Cloreto crômico (CrCl3). é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). etc. por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). como mordente em tinturaria. Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. que se obtém na metalurgia do titânio. rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. na cromagem eletrolítica. O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. ou. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). e em tingimento e estampagem. Emprega-se. em cristais rosas. 12) Cloretos de cromo. Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. como desinfetante e anti-séptico em medicina. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado. deliqüescentes e solúveis em água. Anidro (em escamas. Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. etc. apresenta-se em massas amarelas. deliqüescentes.

tomando então aparência untuosa. hipoclorito de cálcio comercial. hidratado (com 2 H2O). incolor. Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28. A nantoquita.52. solúveis em água. 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). 2 H2O). preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. brancos ou cinzentos.11 e os oxiiodetos. como mordente. cloreto de cobre natural. impropriamente. que libera vapores em contacto com o ar. classifica-se na posição 25. Líquido incolor. 4) Oxicloreto de estanho. O composto qualificado. b) Brometo cúprico (CuBr2). acima de 51°C. Emprega-se em curtimenta.28. A atacamita. Emprega-se em medicina ou em fotografia. deliqüescentes e muito solúveis em água. decompõe-se pela água.01 e 31. 3) Brometo de amônio (NH4Br). que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. Apresenta-se em cristais incolores. higroscópico e solúvel em água. São cristais verdes deliqüescentes. Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. como mordente ou como oxidante.30. C. cloreto de cal. solúveis em água. empregado na preparação de pérolas artificiais. 4) Brometo de cálcio (CaBr2. Anidro. Apresenta-se em cristais deliqüescentes. como catalisador. utilizado na fabricação de fumígenos. anticriptogâmicos e corantes. anti-séptico. é pouco estável e obtém-se por cristalização. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3).OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais.BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. que absorvem a umidade ambiente. solúveis em água. classificam-se respectivamente nas posições 25. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso). Apresenta-se em cristais incolores. b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas.b) Cloreto cúprico (CuCl2. hidroxicloreto natural de cobre. etc. Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. Emprega-se em síntese orgânica.17 e do cloreto de hidrogênio. 6) Outros brometos e oxibrometos. a) Brometo cuproso (CuBr). volatilizando-se pelo calor. mesmo puros. É sólido.11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). na fabricação de lacas. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO). É anidro e apresenta-se em cristais grandes. apresentam-se em pó branco. 5) Brometos e oxibrometos de cobre. x H2O). inclui-se na posição 26.. Emprega-se em medicina ou em fotografia. 2) Brometo de potássio (KBr). e obtém-se abaixo daquela temperatura. Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas. É um líquido vermelho. para apresto de couros. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água. antimonita) da posição 26. Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. apresenta-se em cristais grandes cúbicos.05..03. solúveis em água. em fotografia e em eletrólise. de fato.IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia. em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo. 15) Cloretos de antimônio. B. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. Emprega-se como mordente. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário. Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais. Apresenta-se em pedaços amorfos. É um pó branco. D. Atualizado em 04/01/2011 . desinfetante e inseticida. Empregase em estampagem de têxteis. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5. corantes e de medicamentos. 6 H2O). Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água. 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO). translúcidas. é cáustico. É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. de cheiro irritante. classifica-se na posição 28.04 ou 31. o primeiro emprega-se para fins terapêuticos. e que é. Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola"). apresenta-se em massas incolores. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino..

É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz. em contacto com o ar. com cheiro a cloro.11. Esta substância é estável até 100°C. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina. do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. Em medicina. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. Prepara-se. É solúvel em água e. semelhante ao hipoclorito de sódio. 5) Outros iodetos e oxiiodetos. 3) Iodeto de potássio (KI). As soluções aquosas são incolores ou amareladas. em tudo. É uma substância amorfa.. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel. É um pó cristalino branco. que se alteram em contacto com o ar.HIPOCLORITOS. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. 3) Outros hipocloritos..90 . 2) Hipoclorito de potássio (KClO. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. 2) Clorito de alumínio. 1) Clorito de sódio (NaClO2). de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos). HIPOBROMITOS. que contém cloreto e. quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. incolores. originam o ácido hipocloroso. É. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. mesmo fracos. Emprega-se em fotografia. Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio. A. ou ainda pelo tratamento. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água. Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. contêm.. Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio).HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. CLORITOS. uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza. também se prepara por calcinação dos iodatos. C. designa-se comercialmente por "água de Javel". em contacto com ácidos. óxido ou hidróxido de cálcio. 2828. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. higroscópico. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. b) O oxiiodeto de antimônio. por sal sódico. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel". e que. pulverulenta.52. Atualizado em 04/01/2011 . 4) Iodeto de cálcio (CaI2).HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. o qual. também se emprega em fotografia. amarelece. São sais instáveis. de estrôncio. O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro. Este produto. ou em lamelas branco-peroladas. O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas. muito solúvel em água. ao calor e ao gás carbônico.. de magnésio e de zinco. como desinfetante de locais. geralmente. Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro. de bário. branca. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos. de bismuto (reagente). Muito solúvel em água. D. higroscópica quando contém cloreto de cálcio. em solução aquosa. quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica). Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828.1) Iodeto de amônio (NH4I). às vezes. de chumbo (com reflexos metálicos. 2) Iodeto de sódio (NaI). 28. por vezes. como anti-séptico (com o ácido bórico. constituindo todos descorantes ou desinfetantes. solúvel em água e sensível à luz.HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que. Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. forma o líquido de Dakin). de antimônio. 6 H2O). Anidro ou hidratado. em virtude da sua principal aplicação. B. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico.CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. este sal não pode ser isolado em forma anidra.27. Puro. mas conserva-se melhor. se denominam "cloritos descorantes".10 .28 . como cede facilmente o cloro que contém. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. Altera-se ao ar e à luz. utilizados como corantes na indústria da borracha). 1) Hipoclorito de sódio (NaClO. na purificação da água e para preparação de hidrazina.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo. 6 H2O). O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia. incluem-se na presente posição os hipocloritos. cloritos e hipobromitos de metais.

4) Outros tiossulfatos. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio. a) O hidrogenossulfito de potássio. c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio.. apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3. o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3). b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio. como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel. emprega-se em tingimento ou em enologia. pouco estáveis. na prática. 28. para tratamento da gema do pinho. "bissulfito cristalizado"). utiliza-se em fotografia. Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3).1 . obtém-se a partir do hidrogenossulfito. 1) Sulfitos de sódio. b) O sulfito de cálcio (CaSO3). cristalizado com 2 H2O. o dissulfito de sódio (Na2SO3. Emprega-se em fármacia ou em enologia. Oxida-se um tanto rapidamente. solúveis em água.SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas). 28. na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos.Sulfato dissódico 2833. solúveis em água. É um redutor empregado em sínteses orgânicas. Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura. etc. no tratamento do látex (agente de vulcanização).31.O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos. solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). Emprega-se em fotografia. B. emprega-se em estampagem de têxteis. na feltragem de pêlos. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais.Sulfitos de sódio 2832.04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. sulfito seco e às vezes é chamado.20 . Também se utiliza na preparação de anil. c) O sulfito de potássio. solúveis em água e que se oxidam ao ar. como anticloro ou como clarificante de bebidas. é muito solúvel em água. 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3. em fotografia. PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). Apresenta-se em pó ou em cristais incolores. Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio. 5) Outros sulfitos. ALUMES.H2O).H2O). a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio". em curtimenta. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38.SULFATOS. é eflorescente ao ar. muito solúveis em água e inalteráveis ao ar.32 . Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3.30 . como anti-séptico e agente de branqueamento.10 . na fabricação de chapéus e como anti-séptico. em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios. Emprega-se como fixador em fotografia. A.11). em solução aquosa.Sulfatos de sódio: 2833. Emprega-se em síntese orgânica.SULFITOS. pouco solúveis em água. é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). no branqueamento da lã ou da seda. os hidrogenossulfitos e os dissulfitos. TIOSSULFATOS. e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente). pirossulfito de sódio. sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28. deliqüescentes. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores.. sais de um ácido. na fabricação da cerveja.11 .Outros sulfitos 2832.19 . 5 H2O).. o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente). de cor amarelada. Também se apresenta em soluções concentradas. Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores. Utilizado na preparação de pasta química de madeira. com cheiro a gás sulfuroso. Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio). Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio. para dissolver a lignina.Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. 4) Sulfitos de cálcio.SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3). em pó branco ou escamas.33 . em cristais. Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico. que não existe no estado puro. o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo). É um pó cristalino branco. 2833. obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal. B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais.Outros Atualizado em 04/01/2011 . na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica.. apenas se emprega. que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2). impropriamente. sobretudo em contato com o ar úmido.TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). 3) Sulfitos de potássio. de corantes orgânicos. 2832.

Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino. etc.40 . Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil. na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira). altamente higroscópico. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4). O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4. para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas.. geralmente. O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26. 2) Sulfato de magnésio. empregado em tinturaria. que. Hidratado (com 18 H2O).De níquel 2833. quer duros e quebradiços. na indústria da curtimenta para conservação de peles. como anti-séptico. O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25. polialita blodita. na depuração de águas industriais. cristal e vidros ópticos).De cobre 2833. em curtimenta. mas também se apresenta em solução aquosa.04 ou 31. e que. derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). Também se emprega na clarificação do sebo. Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo. compostos de ferro.Outros sulfatos: 2833. Para este último fim.03. levemente aquecido.. deliqüescentes. b) Sulfato cúprico (CuSO4. Atualizado em 04/01/2011 . transforma-se por calcinação em sulfato anidro. na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas. O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente.07. apresenta-se em cristais brancos. como subprodutos da fabricação de diversas matérias. para decapagem de metais. em tingimento (para corar de preto. da posição 28. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura. 5 H2O). solúveis em água. também é aqui classificado. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos.De magnésio 2833. da bauxita. a lã ou a seda). 6) Sulfatos de cobre. No estado hidratado (Na2SO4. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo). 4) Sulfatos de cromo. 5) Sulfatos de níquel. É um pó cristalino. azuis. consoante a concentração da solução empregada. especialmente. Emprega-se em niquelagem eletrolítica.. mesmo puro. utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo.24 . 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4).30. ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4). no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre. pelo ácido sulfurico. apresenta-se em massas brancas.. sulfato anidro. apresenta-se em cristais amarelos. solúveis em água. branco. roxo ou lilás. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4).Peroxossulfatos (persulfatos) A. etc.08).21 . violeta ou verde.30. quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha. Emprega-se em tinturaria como mordente. na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. 10 H2O) designa-se sal de Glauber. para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas. as impurezas são. em medicina como laxativo. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios). etc. em curtimenta. principalmente. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). astracanita) incluem-se na posição 25. É solúvel em água. Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. Apresenta-se em cristais incolores. em extintores de incêndios. Anidro..De alumínio 2833. Os sulfatos de sódio naturais (glauberita. fundidas. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38. 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita.25 . para regeneração da borracha.De bário 2833. ligeiramente eflorescentes ao ar.05 e o sulfato de potássio que.29 .30 . o sulfato de amônio.2833. Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico. para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. ou de diversos aluminossilicatos naturais.SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). onde-se na própria água de cristalização e dá. se classifica nas posições 31. O sulfato básico de alumínio. classificam-se nesta posição.02 ou 31. se classifica nas posições 31. que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre. hidratado. reussina. Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3).52. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos.05.22 . mesmo puro. são. por fim.2 . c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7).27 . como mordente em tinturaria.Alumes 2833. como ignífugo e como laxativo.. que se incluem na posição 28. Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético. purificada ou não. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). Este sal provém do tratamento. Solúvel em água. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre. na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos. Sucedâneo do ácido sulfúrico.. utiliza-se.Outros 2833.

etc. b) Sulfato básico de chumbo. solúveis em água. fabricação de papel cuchê e cartão.07. solúveis em água. especialmente na preparação de lacas. c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. perfumaria. mástiques. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. 2) Alúmenes de cromo. Emprega-se em pirotecnia. Semelhante ao alúmen de potássio. carbonato de zinco ou blenda ustulada. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico. forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). 9) Sulfatos de ferro. Muito solúvel em água. Emprega-se como mordente em tingimento. insolúvel em água. a) Sulfato ferroso (FeSO4). apresenta-se em cristais muito eflorescentes. É muito solúvel em água e apresenta-se. um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal).K2SO4. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. como anti-séptico. para coagular o sangue nos matadouros. misturas para a indústria de borracha. Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. etc. Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. é opaco aos raios X e emprega-se. Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas. ferro e arsênio.11. para zincar metais por eletrólise. em eletricidade (pilha-padrão de Weston). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. por exemplo. óxido de zinco. Apresenta-se em cristais incolores.30. O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. que se usa na depuração do gás de hulha. espato pesado) classifica-se na posição 25. Também se emprega em fotografia. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos.7) Sulfato de zinco (ZnSO4. Empregam-se em tingimento. oxidando-se ao ar tornam-se castanhos. um sulfato de um metal trivalente (alumínio. na preparação de alumina pura e em medicina. b) Alúmen amoniacal. anidros ou hidratados (com 8 H2O).30. também compreendidos na posição 32. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. muito denso (densidade de cerca de 4. Cristais incolores. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3). preparação da borracha. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. manganês. de outras tintas (preparação do azul da Prússia). Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes. É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3. Atualizado em 04/01/2011 . branco. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro). Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4). neste caso. de zinco. pela ação do calor. calcinado. 11) Sulfato de estrôncio. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. cromo. O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). 24 H2O). Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. precipitado das soluções de cloreto. principalmente a quente. como cor para cerâmica. por isso. Também se pode obter por processo metalúrgico e. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio). por outro lado.06. na fabricação de sais de chumbo.06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). em cristais verde-claros que. Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. Reduz a flotabilidade dos minérios. Este sal obtém-se por dissolução. Emprega-se. é um pó branco. Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo. de lutos (vedantes). que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino. Emprega-se. Emprega-se na preparação de pigmentos. solúveis em água. de lacas. solúvel em água. por exemplo. apresenta-se sob a forma de pó branco. Apresenta-se em cristais vermelhos. Quando puro. por um lado. para curtir peles pelo ferro e como fungicida. leve. 1) Alúmenes de alumínio.4).. solúveis em água. 7 H2O). como impurezas. insolúveis em água. em ácido sulfúrico diluído. em tingimento e como desinfetante. 24 H2O). 8) Sulfato de bário.(NH4)SO4. em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). Prepara-se a partir do sulfato ferroso. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. de outros corantes e de produtos medicinais. anti-séptico e herbicida. para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. produz um pó branco. 24 H2O). 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. em galvanoplastia e em tingimento.ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo.Na2SO4. etc. O sulfato de bário natural (chamado baritina e. hidratado (em geral com 7 H2O). Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco. É um sólido branco. É um pó acinzentado. precipitados pelo ácido sulfúrico. transforma-se em sulfato anidro. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25. ferro ou índio) e. a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). Muitas vezes contém cobre. empregando-se como regulador de flotação. 7 H2O). 13) Sulfatos de chumbo. em certos países. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio. apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. B. como mordente em tingimento. principalmente. pouco solúvel em água. Entra na fabricação do litopônio da posição 32. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. anidro e cristalino (alume calcinado). de cores de tintas. como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). cristalizado. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4).

isocianatos e tiocianatos. Em cristais incolores. solúveis em água. que se desidratam e embranquecem ao ar. Atualizado em 04/01/2011 .91 .30 . e o alúmen de ferro (III) potássico..(NH4)2SO4. sais metálicos do ácido ciânico..9 . em fotografia. Obtém-se reduzindo.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28. tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato). 24 H2O). 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor. despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre.Carbonato de cálcio 2836. 2842. 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8). II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos). cujo anidrido classifica-se na posição 28. O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3.50 .CARBONATOS.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. utilizando-se ambos em tingimento.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. em cristais roxos. anidrita. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita.Outros: 2836. 28. Em cristais incolores. que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade. emprega-se como desinfetante. como anti-séptico. etc. Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica. solúveis em água e eflorescentes ao ar.Carbonato de bário 2836.a) Alúmen de cromo propriamente dito. Emprega-se em fotografia. São oxidantes enérgicos.. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico.90 .10 . carbonatos básicos). sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado. na preparação de amidos solúveis. muito solúveis em água.SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos. Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO). incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842. 3) Alúmenes de ferro.Carbonato dissódico 2836. em curtimenta (curtimenta ao cromo). descorante. na indústria de sabões. que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais.K2SO4.Carbonatos de potássio 2836. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos.Carbonatos de lítio 2836. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico. EXCETO AS AZIDAS.99 .. muito solúveis em água.Carbonato de estrôncio 2836. não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-).60 . Emprega-se como mordente em tinturaria. São bastante estáveis a seco.11. 24 H2O).42 . etc. 2836. CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO.Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836. de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos. que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio. sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3. etc. b) Alúmen de cromo amoniacal. cianatos.11. incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I.. em síntese orgânica. isômeros do ácido ciânico. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8). carsenita) classificam-se na posição 25. por meio do gás sulfuroso. em fotografia. C.Silicatos duplos ou complexos. Esta posição também compreende os tiocianatos. emprega-se em branqueamento.36 . também em cristais roxos. 28. sais do ácido tiociânico (HS-C_N). no branqueamento e tingimento de tecidos. Apresenta-se em cristais incolores.20 .40 . a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS).20.92 .

São sais de metais dos ácidos de arsênio. em medicina.30). que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo. insolúvel em água. muito solúveis em água. Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose.e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada. 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). Os ortoarseniatos mono. deliqüescentes e solúveis em água. que se emprega.53). guanidina. brancas ou acinzentadas. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). que se emprega em viticultura (inseticida). É um pó branco. muito pouco solúveis em água. também se empregam na estampagem de têxteis. insolúvel em água. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN). venenoso. como impurezas. tingimento e estampagem (mordente). para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). 10) Arseniatos de chumbo. Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. que se transforma facilmente em tiocianato cuproso. também se usa na mercerização do algodão. com o nome de verde de Scheele. por exemplo. que se emprega. em galvanoplastia. etc. insolúvel em água. 2) Cianatos. São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). pela faísca). tioureia. herbicidas. como inseticida e como corante. emprega-se em fotografia. parasiticidas. preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. insolúvel em água. plásticos. como inseticida na agricultura. etc. é um pó verde. na indústria da borracha.1) Fulminatos. essência artificial de mostarda. acinzentada ou amarelada. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. adesivos. arseniatos bi. de anti-sépticos. sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). que contém freqüentemente. Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. Apresenta-se em cristais incolores. tingimento e estampagem (principalmente. são pós.e tetracálcicos. Apresenta-se em cristais incolores. Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. muito instáveis. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. b) Os arsenietos (posição 28. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. Também existem cianatos alcalino-terrosos.11.52. e) Tiocianatos de cobre.e piroarseniato). etc. Atualizado em 04/01/2011 . cianetos ou hexacianoferratos (II). etc. Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. muito pouco solúvel em água. Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. tioureia. O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2). fotografia. e os arseniatos. na conservação de peles destinadas à curtimenta. É um pó branco. na preparação de essência artificial de mostarda. misturas refrigerantes. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3). como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). Utiliza-se na indústria têxtil. Os cianatos de amônio. os arsenitos. que se utiliza em cerâmica). etc. 11) Outros arseniatos. 8) Arseniatos de cálcio. que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. é um pó verde. insolúvel em água. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio. O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2).06 (ver a Nota Explicativa desta posição). 7) Arseniatos de potássio. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado. B) Os arsenitos e os arseniatos. na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. São venenos poderosos. deliqüescentes. 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho. 6) Arseniatos de sódio (orto-. etc. d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica. como reagente de laboratório. em medicina. sais do ácido arsenioso. Emprega-se em viticultura (inseticida). que se empregam. pastas ou emulsões brancos. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). Inseticida. pó negro. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água.) (posição 25. Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). 3) Tiocianatos. Este sal. em medicina. O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). 9) Arseniatos de cobre. c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). na preparação de tiocianatos. Emprega-se em galvanoplastia. por exemplo. Pó branco. em fotografia. na preparação de inseticidas. solúveis em água. Estes arseniatos. na preparação de misturas refrigerantes. Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa. na conservação de peles. insolúvel em água.3H2O). meta. etc. Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. de inseticidas e de outros arseniatos. na estampagem de têxteis. a saber. Os tiocianatos (sulfocianatos. c) Tiocianato de potássio (KSCN).

solúveis em água. utiliza-se em metalização e em farmácia. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia. que se utiliza na metalurgia do zinco.(NH4)2SO4. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal. Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura. b) De cobalto (CoSO4. Emprega-se como parasiticida. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. Em cristais vermelhos. os cloroiodatos. Emprega-se em metalúrgia e medicina. c) De níquel. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto.. os cloroiodetos. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). Em cristais higroscópicos ou em massas. Usa-se principalmente em niquelagem. Cristais brancos. em cristais vermelhos. É um pó branco. os clorofosfatos. Utiliza-se nas indústrias do papel. classifica-se na posição 25. sal de Mohr) (FeSO4. decomponíveis pela água. Em cristais vermelhos. d) De cobre. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. na têxtil. selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. Os principais são os clorobrometos.(NH4)2SO4.15. Por vezes designado por pink-salt. em cristais verdes. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal). preparação de arseniato de cobre. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. usa-se em tingimento e como carga para sedas. teluratos. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. o segundo também se emprega em medicina. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água.(NH4)2SO4. os clorovanadatos. 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. Sólido branco.30. etc. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. Pó cristalino branco. é um oxidante utilizado em síntese orgânica. 6 H2O). Emprega-se em medicina. Usa-se em curtimenta. d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). A zorgita. 2) Iodeto duplo de potássio e cádmio. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais).C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. Em cristais azuis ou esverdeado. solúvel em água. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais). 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. teluritos. solúveis em água. Utiliza-se como corante e em pirotecnia. de féculas e de tintas. Em cristais verdes. solúvel em água. os clorocromatos. em estampagem e tratamento de têxteis. higroscópico. eflorescente ao ar. 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. com exclusão dos que se incluem em outras posições. cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. branco. 6 H2O). deliqüescentes. Atualizado em 04/01/2011 . 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia. c) De níquel (NiSO4. decomponíveis pela água. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina. deliqüescente. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). Pó cristalino.07 e 26. solúveis em água.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos. Em pó cristalino azul. 6 H2O). em pilhas secas e em galvanoplastia. que amarelece em contacto com o ar. O clorocromato de potássio (sal de Peligot). Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). II. Pó amarelo ou hidratado. Utiliza-se em medicina. 4) Clorossais. selenitos e seleniatos. Em cristais verde-claros.

IJ) Borotungstatos. etc. Usam-se como aceleradores.ySiO2. é um pigmento que. L) Silicatos duplos ou complexos. Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. em cristais amarelos ou em solução aquosa. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos. Em pó cristalino ou em cristais escuros. Nitratos de níquel amoniacais.).24). etc. 4 H2O) (sal de fósforo). etc. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. Atualizado em 04/01/2011 . potássio. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. por exemplo) são. tungstofosfatos. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO. K) Cianatos duplos ou complexos. etc. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos. solúveis em água. nitrito duplo de potássio e de cobalto.Al2O3.17. onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. b) Os tiomolibdatos alcalinos. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26. trocadores de íons. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. Em cristais amarelos. silicofosfatos. peneiras moleculares. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. tioantimonatos. reineckatos. Pó branco. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. todavia. muito solúvel em água. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. excluídos (posição 38. Utilizados como carga para a seda. Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos. tioestanatos. Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. eflorescentes. Em cristais incolores. em cristais azuis ou verdes. 3) Sais complexos: por exemplo. catalisadores. é conhecido por amarelo de cobalto. só ou em mistura. tiocarbonatos.3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos. magnésio ou cálcio). serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia.). sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino. selenocianatos. muito solúvel em água. tioteluratos.). estanhofosfatos. O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio. tiomolibdatos. telurocianatos.wH2O. O borotungstato de cádmio. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4]. é um reagente de laboratorio. Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica.H2O). respectivamente. tioarsenitos e arseniossulfetos. solúveis em água. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais. nos banhos de fosfotagem de metais. Utilizam-se em pesquisas microscópicas. tioarseniatos. molibdofosfatos. germanossulfetos. solúveis em água.05 e 26. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais).e de hexaminoníquel.

Buteno (butileno) e seus isômeros 2901.01 . Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio. A.Não saturados: 2901.11). f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio.Buta-1. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono.10 .Saturados 2901..50). em volume. Para ser incluído nesta posição. Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados.21 . incluem-se. 29.Propeno (propileno) 2901. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono. à temperatura e pressão comuns.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS. NITRADOS OU NITROSADOS 29. SULFONADOS.. 5) Os heptanos com sete átomos de carbono..26.33. citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono. Tanto o metano. na posição 27.23 . B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados.11.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais.. Eles podem ser gasosos.. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono. 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono. 7) Os nonanos com nove átomos de carbono. 2901. É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água.22 . São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo. Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28. e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28.2 . mesmo puros.. no entanto. 4) Os hexanos com seis átomos de carbono. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28. Atualizado em 04/01/2011 . b) Os alúmenes da posição 28.Etileno 2901. os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição. 8) Os decanos com dez átomos de carbono.37.01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2). O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.24 . os homólogos superiores são geralmente sólidos.52). c) Os cianetos complexos da posição 28. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. mesmo puro (Capítulo 31). 6) Os octanos com oito átomos de carbono. líquidos ou sólidos.3-dieno e isopreno 2901.29 . 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono.

3-butadieno) (C4H6). este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. em volume. também se obtêm por síntese. gás incolor extremamente inflamável. emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos.11). devem apresentar-se isolados e de constituição química definida. Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos). São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4). em lugar de conter duplas ligações. estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente..). etilbenzeno. O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. são o etano e o butano. etc. etc. gás incolor. Inversamente. geralmente. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha.11. é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). o ácido cloroacético. d) O 2-metilbuta-1. Para ser incluído na presente posição. Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). que possui a mesma fórmula bruta. Atualizado em 04/01/2011 . e forte ação anestésica. etila. Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas. Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). o isopreno. 4. o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. com leve cheiro a éter. O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. tais como óxido de etileno. o gás do petróleo bruto.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. produtos infinitamente variados. e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. excluem-se desta posição o butano bruto. a acetona. Estes produtos. os mais importantes. A partir do acetileno obtêm-se. Para se incluírem nesta posição.. que tem por fórmula geral (CnH2n). propila. gás incolor e de cheiro característico. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo. ver o nº 1 acima).11. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série. c) O buta-1. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. 2º) Os hexenos.3-dieno (1. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. em volume. por síntese. o álcool etílico. da posição 27. glicóis. obtidos do petróleo e do gás natural. polietileno. átomos de hidrogênio. sob pressão. etc.2 butadieno metil aleno) (C4H6). etc. 3º) Os butenos (butilenos) (C4H8). Constituem uma série homóloga. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos. do ponto de vista industrial e comercial. em solução na acetona. B.).Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante. b) O buta-1. entre os quais se podem citar: o ácido acético. álcool etílico sintético.11). 4º) Os octenos. b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. O produto mais importante é o acetileno (C2H2). 6. em recipientes sob pressão. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos).3-dieno (isopreno) (C5H8). c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição. Para ser incluído na presente posição. O acetileno apresenta-se. 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos. Excluem-se. portanto. 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. 3º) Os heptenos. apresentam-se liquefeitos. a) Os primeiros membros da série são gasosos.2-dieno (1. líquido extremamente inflamável e incolor. estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. Para serem incluídos nesta posição.

um anel na sua estrutura. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos).41 . 4-endo-5. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados.44 .19 .6. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18). o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila. Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos. etc. formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila.p-Xileno 2902. 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5. 3) Hidrocarbonetos ciclênicos.5.6. d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido..7. Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso. c) O cicloexeno (C6H10): líquido.70 .. Os mais importantes são: o vinilacetileno.). A.Xilenos: 2902.4 .20 .02..05.50 . e) O azuleno (C10H8): sólido.Tolueno 2902.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS.11 . pelo menos.1.9. b) O ciclopenteno (C5H8): líquido..02 .Outros 2902. 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos. 29.Etilbenzeno 2902.Ciclânicos.1 . em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos. que se encontram em determinados petróleos e. 03. ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902.Cicloexano 2902.Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas. etc.8. Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos. especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso. e o metilvinilacetileno. b) Os compostos de ciclo em ponte.. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso.6. 2902. para encáusticos.Estireno 2902. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2. 6.8] decano..1. d) O ciclohexano (C6H12): líquido.02. C) Hidrocarbonetos aromáticos.m-Xileno 2902.90 .43 ..Cumeno 2902.05.03.42 .04.2.Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem.4. líquido incolor.8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5. Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD.Mistura de isômeros do xileno 2902. Atualizado em 04/01/2011 .4a. tais como o 1.HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n.2. 4.30 . c) O ciclopentano (C5H10): líquido. B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos.Benzeno 2902.60 .8a-octaidro-exo-1. que se emprega como solvente de tintas e lacas.o-Xileno 2902.9.

utiliza-se como moderador.HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem. brancas.C6H4. Esta posição. que se encontra na essência dos cítricos. Entre estes. o m-xileno e o p-xileno. Para se incluir nesta posição. canela. encontra-se no gás de hulha. especialmente. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. Atualizado em 04/01/2011 .C6H5). encontrando-se. abertas ou fechadas. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio. Para ser incluído na presente posição. óleos essenciais. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.07). Para se incluir na presente posição. Utiliza-se. empregase em sínteses orgânicas. Puro. que se encontra nas essências de terebintina. sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. de cheiro terpênico. refrigente. quanto à estrutura química geral. Obtém-se.4°C. a) O naftaleno (C10H8). móvel. é um líquido incolor. todavia.05. volátil.07). móvel. Para ser incluído na presente posição. condensados ou não. a essência de terebintina. pinheiro. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos. o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. No alcatrão da hulha. É um líquido transparente. em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5. b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3). Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno. C. 4) O p-cimeno (CH3. Cristaliza-se em lamelas finas. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos. É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha. borracha. d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais. de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. do petit-grain. o xileno deve conter. da acetona e do -metilestireno e como solvente. Dissolve com facilidade resinas. o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5. linhita. É um líquido incolor. dos hidrocarbonetos ciclênicos. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno. 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). a partir do benzeno e do etileno. em peso. de cheiro agradável. não podendo "n" ser inferior a dois.C6H5). Sua formula geral é (C5H8)n. pelo menos. líquido incolor. 3) O limoneno. refringente. Cristaliza-se em agulhas incolores. etc. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. como líquidos odoríferos e voláteis. etc. Também se obtém sinteticamente. inflamável e de cheiro aromático. 3) O cumeno (C6H5. 95% em peso.CH2. 2) O etilbenzeno (C6H5. na fabricação do fenol. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico). etc. móvel. não condensados. estruturado em seis grupos (CH). carregado de impurezas. d) As terfenilas. incolores e fluorescentes. Há três isômeros: o o-xileno. utilizado como solvente. inflamável. no petróleo. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila.05). III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. O naftaleno em bruto. É muito comum em vários óleos essenciais. líquido incolor. etc. a) O benzeno (C6H6). Um líquido incolor e oleoso.B. nos organismos vegetais. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. em peso. de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto).07). etc. brancas. existente no óleo leve de alcatrão de hulha. inflamável. c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. nos reatores nucleares.CH=CH2).CH(CH3)2). no estado natural. Emprega-se.05).HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos. é um líquido incolor. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27. de cheiro agradável.). 2) O canfeno. b) O fenantreno (C14H10). Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2). obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno.. de cheiro característico. no alcatrão de linhita. É um líquido incolor existente nos petróleos..CH(CH3)2). Apresenta-se em cristais de lamelas finas. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. existente no alcatrão de hulha. no gás de hulha.C2H5). Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese. principalmente.. Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos.07). II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. apresenta-se em lâminas de cor castanha. etc. b) O difenilmetano (C6H5.01. a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38. gorduras. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada. Líquido incolor. normalmente.

peróxidos. O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917. 3) Ácido azelaico. ciclênicos ou cicloterpênicos.36 .Ácido azeláico.Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917. o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro. Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada. peróxidos.. perácidos. Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos.. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. Pó cristalino de cor branca a amarelada. por exemplo. o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. NITRADOS OU NITROSADOS. seus anidridos. 3) O fluoreno. bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados.. seus sais e seus ésteres 2917.COOH). perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.20 . poliamidas.. seus sais e seus ésteres 2917. Citam-se ainda. na fabricação de alguns plásticos. 4) O fluoranteno.Anidrido ftálico 2917. halogenetos.33 . por exemplo.39 .07). como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas. 2) Os metilantracenos. constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38..Para se incluir na presente posição.11 . halogenetos.. de sódio. por exemplo. Apresenta-se em finos cristais incolores. Para ser incluído na presente posição.. sulfonados. peróxidos..Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. de potássio.37 . e produz uma fluorescência azulviolácea.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS.17).Ácido adípico. Atualizado em 04/01/2011 .3 . os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno. SULFONADOS.13 . nitrados ou nitrosados destes produtos. transparentes.Ácidos policarboxílicos aromáticos. Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES.Tereftalato de dimetila 2917.Ortoftalatos de dioctila 2917. poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH.Ácido oxálico. Utiliza-se.Ácidos policarboxílicos acíclicos..COOH). poliuretanos) ou na fabricação de plásticos.(CH2)4.Outros 2917. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.Ácido tereftálico e seus sais 2917. c) O antraceno (C14H10). seus anidridos. Apresenta-se em pequenas folhas brancas.Ácidos policarboxílicos ciclânicos. em peso. ácido sebácico. seus anidridos.19 . inodoros. seus sais e seus ésteres 2917..35 . O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. peróxidos. 29.34 .. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917.07. 5) O pireno. A.1 . na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas. 2) Ácido adípico (COOH.Anidrido maléico 2917. ésteres e sais. Utiliza-se. 2917. neste grupo. halogenetos.17 .14 .. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*).32 . poliésteres maléicos e outros poliésteres. halogenetos. tais como as poliamidas. como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles.12 . de cálcio. Seus principais sais são os oxalatos de amônio.. 4) Ácido sebácico. SEUS ANIDRIDOS. HALOGENETOS.

metadona (DCI) e normetadona (DCI).. de plastificantes.). sais destes produtos: 2922.). Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados. etc.39 . de dioctila.COOH). seus éteres e seus ésteres. respectivamente. aminocetonas e aminoquinonas.).)..CO.19 .COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+).. diisooctila.) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico. de dietila. Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4.Aminoalcooisfenóis. (di-n-octila. 2922.Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada).Ácido antranílico e seus sais 2922..Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos.44 .Monoetanolamina e seus sais 2922. sais destes produtos: 2922... aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 .Outros 2922..Aminoácidos.42 .CO. diisobutila. inodoros.Outros 2922. emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas. CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES.Anfepramona (DCI). muito leves e volumosas. poliésteres). Ácido ortobenzenodicarboxílico.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico).Lisina e seus ésteres.. de didecila (din-decila. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes.29 .13 . 8) Ácido succínico (COOH. citam-se os ortoftalatos de dimetila. etc.5) Anidrido maléico. transparentes.Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922.12 . Entre os seus ésteres.49 .Tilidina (DCI) e seus sais 2922.Outros 2922.Ácido glutâmico e seus sais 2922.1 .22 . 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-.. e seus ésteres.. de dibutila (di-n-butila.. exceto de funções oxigenadas diferentes. p-) (C6H4(COOH)2).11 ..50 .. de medicamentos barbitúricos. Massa cristalina incolor.. na preparação de certos plásticos (por exemplo.4 . 29.2 . sais destes produtos 2922.(CH2)2. bis(2-etilexil). sais destes produtos: 2922. 7) Ácido malônico (COOH.21 . etc.COOH) Apresenta-se em cristais incolores.CH=CH. 6) Ácido maléico (COOH. sais destes produtos 2922.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES.O).Dietanolamina e seus sais 2922. de dinonila (di-n-nonila. exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada.14 . etc.Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas. B. por exemplo. Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas. ácido isoftálico e ácido tereftálico.43 . m-(iso-). diisononila. os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico.Aminoaldeídos. etc.Outros 2922. Emprega-se. por exemplo. em massas cristalinas ou em escamas brancas. de cheiro característico.Trietanolamina e seus sais 2922. Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores. sais destes produtos: 2922.. Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados. etc.31 . SAIS E OUTROS DERIVADOS C.. Emprega-se em síntese orgânica.3 .41 .CH2.COOH). seus éteres e seus ésteres. Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas).

É um líquido incolor. d) As cresidinas. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação. 8) Ariletanolaminas. Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). 3) Amino. portanto.6-dissulfônico (ácido H). 4) Diaminofenóis. citam-se: a) As anisidinas.e p-Aminocresóis. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem. freqüentemente viscoso.. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. SEUS ÉTERES E ÉSTERES. cetona. etc. Entre os éteres dos aminofenóis.Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que. aqui incluídos. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação. além do grupo amínico. fenol. 3) o-. seus éteres ou seus ésteres. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama).AMINOÁLCOOIS. ou uma combinação dessas funções. 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio. éter. AMINOQUINONAS. quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3). para apresto ou acabamento de tecidos. 2) Tetrametil. bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. ou em síntese orgânica. e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol). c) As fenetidinas. os compostos aminados. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm.. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois. além da função amina. Líquido viscoso.e tetraetildiaminobenzofenonas.14). em curtimenta para amaciar os couros. m. B. b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES. um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono. Este composto. A. quer o grupo aldeídico (-CHO). A presente posição abrange. 1) Aminobenzaldeídos. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos. etc. 7) Sarpogrelato. 2) o-. 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol. acetal. 5) Meclofenoxato. e seus ésteres e seus sais. quer o grupo cetônico ( C=O). que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. É um pó cristalino. estão igualmente incluídos aqui.e diaminoantraquinonas. 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos. possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2).e p-Aminofenóis.AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. das emulsões. seus éteres ou ésteres.AMINOALDEÍDOS. É uma base que se emprega na indústria dos sabões. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2). AMINOCETONAS. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. C.). Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas. b) As dianisidinas (bianisidinas). que se emprega como anestésico local. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida. 4) Antrimidas. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. emprega-se como absorvente dos gases ácidos. Atualizado em 04/01/2011 .. m. aldeído. ou uma combinação dessas funções. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. branco.20.05 a 29. na indústria de sabões. 10) Nitrato de aminoetila. 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)). 6) Arnolol.

É um produto da cisão das proteínas.50 Para fins de classificação nas subposições.NH. no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. fenol ou ácido. em relação a cada função amina. fenol ou ácido. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. regulares. 7) A fenilalanina. 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico). SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. em cristais. É extraído do glúten.D. incolores e inodoros. 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico). Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. este composto classifica-se na subposição 2922. são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. 2) O ácido glutâmico. As substâncias desta posição que. peróxidos e perácidos. etc. LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS. as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. para preparação de produtos de perfumaria. em cristais. 14) A fenilglicina. Apresenta-se em grandes cristais.2-difenoxietilamina). peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. em agulhas duras. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29.. Nota Explicativa de Subposições. O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). Entre os aminoácidos. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico). seus ésteres ou seus anidridos. 29. glicocola) (NH2. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster.CH2.COOH). citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas. utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas.). nos termos de atos internacionais. 4) A medifoxamina (N. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração. halogenetos. em virtude do seu poder vitamínico. neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico). composto aminado de função acetal. Empregado na indústria dos corantes. 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). é um anestésico local.COOH).AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos.CH2. Pó cristalino. 3) A glicina (ácido aminoacético. opalescentes. 4) A sarcosina (CH3. seus ésteres. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina. incolores.23 . Os anidridos. em cristais pequenos. 2) A serina (ácido -amino. Cristais incolores. Assim.. 15) O lisadimato. AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se. 10) O ácido aspártico. halogenetos. É um derivado metílico da glicina. 2923.19.Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . 12) O ácido m-aminobenzóico. E.AMINOALCOOLFENÓIS. que se incluem nesta posição. de anestésicos. seus sais e seus derivados de substituição. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila. Cristaliza-se em prismas. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. 5) A propoxicaína. Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. 13) O ácido p-aminobenzóico. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético. ou em medicina. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação. Subposições 2922. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter.10 . dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado. Como éter de um aminoálcool. entre outros.-hidroxipropiônico). esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool. Emprega-se em síntese orgânica. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS. ou uma combinação dessas funções. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). etc. para fins de classificação. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação. e a isoleucina.11 a 2922.N-dimetil-2. em cristais.

por radicais ácidos. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924. cerosas. ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso).Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina. As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais. Estes radicais podem ser os mesmos.29). sendo utilizada. utilizado em farmácia.COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA. de cor acastanhada ou clara. iodeto. R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila. No entanto. obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada)..CO.COON(CH3)4). 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH). sais destes produtos 2924.Etinamato (DCI) 2924. com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia. sais destes produtos: 2924. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante.29 .24 . 29.24 . COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO. que resultam da combinação dos ácidos oléico.. agente de dispersão.. etc. nas posições 31. nesse caso.05.Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico.) e teremos.19 . exclui-se da presente posição a uréia (NH2. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI).20 . etc. A ovolecitina é utilizada em medicina. 5) Formiato de tetrametilamônio (H. Atualizado em 04/01/2011 .Fluoroacetamida (ISO).2 . óleo de soja. em produtos cosméticos e na alimentação animal. 2924. A saturação. A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis. em concentração tipo.Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. inclui-se. na alimentação humana ou animal.23 . 6) Betaína (trimetilglicina).Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. na gema de ovo e em todos os germes frescos.90 .NH2) amida primária ((-CO)2. diamida do ácido carbônico que. sal de amônio quaternário. por exemplo. São ésteres (fosfátidos).. Em geral. É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina.N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e.. ou. e o cloridrato de betaína. sob a forma de grânulos amarelados. R2. etila. A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa.Outros 2924. como adubo ou fertilizante.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923. seus sais e seus derivados. também se incluem nesta posição.12 ..). que também se inclui na presente posição.. Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário. mesmo pura.NH2). 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios. para a produção de corantes azóicos. Essas amidas e seus sais. por radicais alicíclicos ou arílicos. ou diferentes entre si. etc. mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29. principalmente. tal como a colina. então. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*). sais destes produtos: 2924.. Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável. As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO. brometo. na fabricação de tintas. utilizado em terapêutica.1 . com a fórmula geral NR4+OH-. na indústria petrolífera. quando o óleo de soja se extraiu com acetona. solúveis em álcool etílico. pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto.21 . porém.Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados. então.02 ou 31.2923. o hidróxido de amônio NH4OH. tolila.Ureínas e seus derivados. no cérebro.Meprobamato (DCI) 2924. A lecitina comercial.NH) amida secundária ((-CO)3. estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas.11 . correspondente ao seu equivalente inorgânico. é essencialmente a lecitina de soja. por exemplo. etc. os sais de amônio quaternários.

por exemplo. Estes compostos compreendem. difenilsilanediol.A. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a. etc). brilhantes. que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono). e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono. branco. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores. são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas. d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. oxiranil. ou triclorossilano (SiHCl3). usado em medicina. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. Estes produtos são. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4). as ureídas heterocíclicas. um átomo de carbono de um radical orgânico. Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS.AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida.20. utilizados em medicina. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas. amidas do ácido hidroxinaftóico. o cacodilato de sódio.AsO(OH)2) e seus sais. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29. 5) Glutamina. etc. pó branco e cristalino. bromoisovaleriluréia. classificado na posição 28.24. classificado na posição 28. Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. Este ácido cristaliza-se em lamelas. As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura.10. 4) Compostos organoarseniais. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila. pó cristalino. niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. É um eficaz antidetonante para carburantes. incolor quando puro.AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. em cristais incolores. Atualizado em 04/01/2011 . ácido diatrizóico e seus sais. 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. Líquido volátil. Forma sais cristalinos.e etilacetanilida. por exemplo (posição 29. o produto técnico é amarelo. Tóxico. tais como o metilarsonato de sódio. inodoros. de plaquetas ou de rombóides. nitrilo. Apresenta-se em cristais.. em especial. 3) Fenilacetamida. metil. As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina). 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29). 2) Asparagina. Utilizado em medicina.AsO(OH)2) e seus sais. Entre seus sais citam-se. B. 2) Compostos organo-silícicos. o octametiltrissiloxano. b) Ácido cacodílico e seus sais. 3) Ferrocarbonila. 2º) A dietildifeniluréia (centralita). geralmente na posição 38. por vezes. Estes silicones incluem-se na posição 39. a) Ácido metilarsônico (CH3. acetil-p-fenetidina (fenacetina). utilizados como opacificantes em radiografia. dimetildiclorossilano). a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína. extraída de algumas leguminosas. 4) Carbamato de etila (uretano). por exemplo. os silanos orgânicos e os siloxanos. pelo menos. os alquila ou arila silanos (por exemplo. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. 2) Acetanilida. pelo contrário. oximo. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio. os alcoxissilanos (por exemplo. o 3-hidroxi-2-naftanilida. nos termos de atos internacionais. inodoro. polimerizados para se obter os silicones. metiltrimetoxissilano). 29. As substâncias desta posição. que. Excluem-se. acetoxi. A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. É a monoamida do ácido aspártico.26). Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas.53).12. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. o octametilciclotetrassiloxano. acetoacetanilida.31 .C6H4..). principalmente. c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2.33). 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia.

não condensado: 2933.e) Arsenobenzeno (C6H5.30).. 2933 . barbital (DCI). pentazocina (DCI). átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo. pentobarbital (DCI).Melamina 2933.32 . cetobemidona (DCI). Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam. sais destes produtos 2933.. mecloqualona (DCI). metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI). 7) Compostos organofosforados..33 ..5 .Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico).52 .39 . pipradrol (DCI).X). fentanil (DCI).52). ciclobarbital (DCI). propiram (DCI) e trimeperidina (DCI). 6) Alquilos de metais.Outros 2933.54 .7 . fonofos (ISO)) (posição 29. sem outras condensações: 2933.59 ..2 .Piridina e seus sais 2933.1 . dipipanona (DCI). difenoxilato (DCI).Loprazolam (DCI). difenoxina (DCI). amobarbital (DCI).As=As. no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28.61 .19 .Outros 2933.29 . piritramida (DCI).Outros 2933. secbutabarbital (DCI). sais destes produtos 2933. fenoperidina (DCI). butobarbital.Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933.69 .21 .Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933.Outros 2933.Piperidina e seus sais 2933.Outros 2933.Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933. petidina (DCI).Outros 2933.3 .C6H5) e seus derivados. fenobarbital (DCI).49 . fulerenos metálicos. São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados).Hidantoína e seus derivados 2933.Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 .. nos quais.Alfentanil (DCI). 2933.Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não).... não condensado: 2933.COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+).. metilfenidato (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933. não condensado: 2933. sais destes produtos 2933.Alobarbital (DCI)..31 . butalbital (DCI). sais destes produtos 2933. A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo)...4 .Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não). bezitramida (DCI). bromazepam (DCI). além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono.Levorfanol (DCI) e seus sais 2933. São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono.. A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg. secobarbital (DCI) e venilbital (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). intermediário A da petidina (DCI)... fenciclidina (DCI) (PCP). metalocenos. anileridina (DCI).6 .. metilfenobarbital (DCI).Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não). em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-).53 .55 .41 . 5) Ácido o-iodosilbenzóico.11 .

07). podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina). na indústria da borracha. Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27. obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia. Atualizado em 04/01/2011 . nordazepam (DCI). halazepam (DCI). a metilidantoína e a fenilidantoína. inodoros. Apresenta-se como líquido oleoso. 3) A 1-fenil-3-pirazolidona.Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933. nimetazepam (DCI).72 . flunitrazepam (DCI). quase incolor. 2) A lisidina. camazepam (DCI). a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. diazepam (DCI). estazolam (DCI). todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). clonazepam (DCI). nitroidantoína. 3) Entre os derivados mais importantes da piperidina.3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. temazepam (DCI). pinazepam (DCI). não condensado. flurazepam (DCI). Para se incluírem na presente posição. de cheiro fortemente empireumático. O ácido piridino. prazepam (DCI).-carboxílico. A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar. a este grupo: 1) A piridina. em tingimento ou estampagem de tecidos.6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933. A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27. nitrazepam (DCI). Emprega-se em síntese orgânica. como desnaturante do álcool.-carboxílico ou ácido nicotínico está. clorazepato. Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).Outros: 2933. não condensado.07). não condensado.99 . b) Os ácidos piridinocarboxílicos. midazolam (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). sais destes produtos 2933. podem citar-se: A. incluído na posição 29. c) A dietilamida do ácido piridino. fenildimetilpirazolona). utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. lorazepam (DCI). oxazepam (DCI).. em medicina.Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição. Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração.91 . Cristais brancos. Pó cristalino ou lamelas incolores. loflazepato de etila (DCI). medazepam (DCI).-carboxílico) e seus derivados.9 .36. etc.. entre outros: 1) A fenazona (antipirina. por exemplo.Outras lactamas 2933.. Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica. Pertencem. Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino. contudo. no óleo de Dippel e em numerosos compostos.71 . Líquido incolor ou levemente amarelado. Cristais lamilares. tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI).. higroscópicos. citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. entre outros. C. pirovalerona (DCI). 2) Entre os derivados mais importantes da piridina. d) O hexanicotinato de mesoinositol. fludiazepam (DCI). lormetazepam (DCI). incolores. a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina. mazindol (DCI). entre outros. 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. Encontra-se no alcatrão da hulha. Este grupo compreende. Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. desagradável.2933.79 . dimetilamino-analgesina) e seus sais. Para ser incluída na presente posição. delorazepam (DCI). B. clorodiazepóxido (DCI). Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico).. Pertencem. a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição.Alprazolam (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina.

como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário). 7) A octaverina (DCI) (6. brilhantes. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). Apresenta-se em cristais brancos. 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). com cheiro desagradável. que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico. para fabricar resinas sintéticas.7-dimetoxi-1-(3. na preparação de matérias corantes). o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). 5) As 3-. isoquinoleína e seus derivados.06. 6-. Massa cristalina branca. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. tioureída cíclica. o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). 4) A 2. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia). 8) A N-metilmorfinana. entre outros. Pertencem. sensível ao choque. As pastilhas e tabletes de metenamina. branco-amarelado. muito refringentes. classificam-se na posição 30. Pertencem. As lactimas (enólicas). a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina). Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida. forma tautomérica das lactamas (cetônicas). bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina). Utiliza-se em medicina como anestésico. E. seus sais e seus derivados. Pó higroscópico solúvel em água. higroscópica. 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina.4. 4-. São cristais regulares brancos. como acelerador para vulcanização da borracha. Líquido oleoso incolor ou produto pastoso. fala-se de mono-. Entre os seus derivados. etc. Derivados barbitúricos. também se incluem aqui. Os compostos desta categoria compreendem. classifica-se na posição 36. o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia). como agente anti-fermentação. desagradável e penetrante. entre outros. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina). 3) A isopropilquinoleína. semelhantes às lactonas. utilizada na fabricação de plásticos. por exemplo. muito solúveis em água. 7-.04 e a metenamina apresentada em tabletes. D. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo. A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. 4) A tetraidrometilquinoleína. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. Utiliza-se em medicina (contra a gota). 3) A piperazina (dietilenodiamina). G. etc. Formam sais de sódio solúveis em água. com cheiro especial. 5-.piperidil]-propan-1-ona). Sistemas de dois anéis. Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina. em medicina. d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4. Quinoleína. Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. São líquidos incolores. 2) A isobutilquinoleína. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. não condensado. Lactamas. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 . mas também podem preparar-se sinteticamente. F. É um remédio contra a gota e o reumatismo.5-dimetilpiperazina. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado. de cheiro característico. amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. doseados para usos medicinais. Emprega-se em medicina. Pertencem.5-trietoxifenil) isoquinoleína). trilactamas.b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. entre outros. utilizada como solvente do ácido úrico. 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). etc. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. De acordo com a presença de uma ou mais funções amida.

5. Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. de cheiro agradável. um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). pó amarelo. insolúvel em água.6. Em cristais brancos. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3.11). A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha.5-diamino-7-etoxiacridina.39. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos.10-triona. 5) O mercaptobenzimidazol. Subposições 2933. Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. que se encontra no alcatrão de hulha. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. a idantoína (subposição 2933. Nota Explicativa de Subposições. Utilizado como laxante.3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina). Incluem-se. lactama do ácido o-aminocinâmico.23).6-diona). quando purificado. geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo. tem forte cheiro de flores. Este produto. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes). entre outros. Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. Todavia. Também se obtém sinteticamente.6-diaminoacridínio). 7) 1. neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados. b) O lactato de 2. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada. por exemplo) não modificados. porém. são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. 3) O indol. obtém-se. solúveis em água. por síntese. b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto). Cristaliza-se em palhetas incolores que. Em cristais brancos solúveis em água.54 A fenazona (subposição 2933. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). nos termos de atos internacionais. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo). em geral. Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos.21 e 2933. trimetilglicocola). Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico.11. 2) A acridina e seus derivados. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). classificados em suas subposições próprias. 2) Isatina (lactama do ácido isático). Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes.9-Triazaciclododecano-2.52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica. por exemplo). Pó cristalino branco. a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas. com vapores irritantes. Os derivados desses produtos. tais derivados. Pó cristalino amarelado. têm cheiro fecal. H. 5) 1-Vinil-2-pirrolidona. As substâncias desta posição que. 4) 3. 4) O -Metilindol (escatol). Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. Atualizado em 04/01/2011 . Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina. 2933. É assim que. 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. comparando-os com os compostos parentes.21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. quando impuras. Quando impuro tem forte cheiro fecal.

MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI. Neste caso. não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas. propan-1-2-diol. principalmente. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas. DOU 01/07/2005) 2936. Quando a função amida está incluída em vários ciclos. no mesmo ciclo.PROVITAMINAS E VITAMINAS. forma enriquecida dessas vitaminas.25 . o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente. dilactamas). Norm. deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação...91 e não na subposição 2933.52). quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. Assim. c) As misturas entre si de vitaminas. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D. de junho de 2005 .10 . basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. etanodiol. por exemplo).Vitaminas A e seus derivados 2936.Vitaminas e seus derivados.Provitaminas. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O). MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES..28 . podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos. e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida. o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933. (+) (Atualização nº 8.Vitamina C e seus derivados 2936. não misturados: 2936.. Assim.Vitamina B1 e seus derivados 2936. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933.22 . umas ação fisiológica.Public.Vitamina E e seus derivados 2936. óleos vegetais.79. por exemplo). estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas.Outras.24 .23 . Neste Subcapítulo.36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis.90 .Vitamina B2 e seus derivados 2936.. naturais ou reproduzidas por síntese. Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 .Outras vitaminas e seus derivados 2936.21 .36 . eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas)..29 . BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS.79.26 . pela Inst. incluem-se as substâncias ativas. seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade.Vitamina B12 e seus derivados 2936. de provitaminas ou de concentrados..Vitamina B6 e seus derivados 2936. incluindo a sua estrutura de base.27 . etc.2 . 29.Todavia. SRF nº 553. Todavia. o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa.Ácido D. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S).79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona. 29. Têm. cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência". NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS). provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais. que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa.). Atuando em doses infinitesimais.79 (subposição 2933. diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo. não misturadas 2936.. É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila. Subposição 2933. VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo.ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936.. b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D. Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos.

ceras. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite.5-sal. laticínios. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico. 7) Iodotiamina.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster. levedura de cerveja. 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2. 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). mas solúveis em solventes orgânicos. estável em contacto com o ar. obtém-se. fígado.5-dissulfonato). pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno. 2) Cloridrato de tiamina. Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. principalmente. Pó cristalino branco. por exemplo). Também se pode obter por síntese. Extrai-se dos peixes de água doce.36. 4) Tiamina-1. bem como o mono. São lipossolúveis e. retinol (DCI)). por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados.). quando puro. ossos e da retina. à temperatura ambiente. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato). D. ovos. 3-deidrorretinal). Apresenta-se em lamelas insolúveis em água. são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. C. Extrai-se. palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A. A vitamina A2 álcool não é cristalizável. 11) Éster nicotínico da vitamina B1. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1.. geralmente. sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). carne de porco. B. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A.23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. 8) Cloridrato de iodotiamina. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. 3-deidrorretinol). Sendo sensível à ação do ar. por síntese. Os produtos mencionados constituem apenas exemplos. que não tem ação vitamínica.VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo). levedura de cerveja. todos são sensíveis à oxidação. Encontra-se na pele dos animais. A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva.. relativamente estável. insolúveis em água. 9) Iodidrato de iodotiamina. especialmente. aneurina). A. Vitamina A1 aldeído (retineno-1.23-deidroergosterila não irradiado. nos produtos animais (peixes do mar. Vitamina A2 aldeído (retineno-2. Pó cristalino branco. pode cristalizar-se. o palmitato é um líquido amarelo que. O acetato é um pó amarelo. etc. por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. Este corpo. antineurítica e antiberibérica.por adição de agente antioxidante. Substância sólida amarela que.. materias graxas (gordas*). ovos). 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5. Higroscópico. 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. laticínios. é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. ácido retinóico). aneurinonaftaleno-1. Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI). cogumelos ou outros fungos. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados. pouco estável. 3) 22.PROVITAMINAS Provitaminas D. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol.5-sal (aneurina-1. geralmente. 5) Acetato de ergosterol não irradiado. 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol. É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor. da pele. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. 7) Acetato de 22. 3) Acetato.. A vitamina A1 encontra-se. mesmo plastificadas. 3) Mononitrato de tiamina. 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato). dos óleos frescos de fígados de peixes. por exemplo). retinal). Pó cristalino branco.VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1.

mas obtém-se geralmente por síntese. 2) (D. É hidrossolúvel e termoestável. São as formas usuais de vitamina B6.e DL-)-Pantotenato de sódio. proteínas e lipídios. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio. amarelo-alaranjado. 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI). geralmente. G. antiescorbútica. NITRITOCOBALAMINA. Líquido viscoso. Encontra-se nos espinafres e plantas verdes. 2) Cloridrato de piridoxina. Sob estas três formas.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. São hidrossolúveis. denominada vitamina B3 ou B5.e DL-)-Pantotenato de cálcio. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui.e DL-) ou (D. no óleo de linhaça.b-dimetilbutiramida). encontra-se nos tecidos e células vivas. a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina).. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4.8-tetraidropteroilglutâmico). E..) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. H.g-diidroxi-b. carne ou na gordura. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos..g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9. aumenta a resistência do organismo às infecções.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2. no óleo de germe de trigo. mas obtém-se. pericarpo do arroz. solúvel em água. levedura de cerveja. METILCOBALAMINA. Constitui a forma mais usual da vitamina B3.7. Cristais de cor vermelho-escura. 4) Álcool pantotênico (D. Dicloridrato de piridoxamina..VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. F. miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos. Pó branco. Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). geralmente. Obtém-se. no fígado.6. por síntese. etc.b-dimetil-butiramida). TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5.ou DL. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina. levedura de cerveja e fígados de animais. na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. ETC. por síntese.5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). Cristais ou lamelas incolores.ácido pantotênico ((N-a. Atualizado em 04/01/2011 . na parte externa dos grãos de cereais. dos melaços de beterraba. nos rins e fígado dos mamíferos. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez. 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico). A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. solúveis em água.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)). no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas. no farelo de arroz. sal de sódio e sal de dietanolamina. IJ. 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina. no desenvolvimento da pele. Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes. é a vitamina de proteção cutânea. Líquido amarelo viscoso. Intervém no sistema nervoso. dos mamíferos ou dos peixes. 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a. SULFITOCOBALAMINA. 3) (D. nos ovos e no leite. solúvel em água.g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. na cana-de-açúcar. Cloridrato de piridoxal. do soro de leite. do aparelho digestivo e das vias respiratórias. Esta vitamina também. É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5. destina-se a combater a anemia perniciosa. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina.e DL-)-pantotenol (a. do fígado do boi. leite.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C. Tripalmitato de piridoxina. muito sensível à luz. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. É uma substância de elevado peso molecular.. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese. Fosfato de piridoxamina. lactoflavina).OU DL-). indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas. E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. Líquido viscoso. vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. É hidrossolúvel. Ortofosfato de piridoxina. por exemplo. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios. antidermatósica.b-dimetilbutiril)-b-alanina). Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos. que contém cobalto. melaços em bruto. quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. Pó cristalino. ainda. 1) D.

10) Ascorboglutamato de cálcio.). óleos vegetais.4-naftoquinona).4-naftoquinona). batatas. que amarelece quando exposto ao ar. tomates. muito sensíveis à luz. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)). 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. 4) Diaminoacetato de tocoferilo. 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes. 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo. É hidrossolúvel e termoestável. etc. 7) Palmitato de ascorbilo. Também se prepara por síntese. no leite. Pó branco cristalino. Este produto. nos rins e fígados. anti-hemorrágicas. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. obtém-se. Pó branco cristalino. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas. 5) Ascorbato de sarcosina. miolos. K. 3) Vitamina D4 ou 22. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol).VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D. L.e g-tocoferol. 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. folhas de leguminosas.. O. 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. filoquinona. Pó cristalino branco. obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2.e DL-) a-tocoferol. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular..4-naftoquinona-2. óleos vegetais. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). atuando como poderoso redutor. por ativação ou irradiação da provitamina D3. leite. principalmente. etc. do óleo de germe de trigo. N. Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes. É menos ativa do que a vitamina K1.naftoquinona). termoestável. etc. 6) Ascorbato de L-arginina. insolúvel em água. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado. 2) Ascorbato de sódio. c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. etc. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. solúvel no álcool. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. músculos e do sistema nervoso. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca. ou ao calor. na levedura de cerveja. lipossolúvel. É mais ativa do que a vitamina D2. espinafres. glândulas supra-renais. 1) Vitamina E ou (D.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K.. nos melaços. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D..VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas.) ou animais (fígados. produtos hortícolas com clorofila. de alfafa (luzerna) e nos laticínios. O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro. vitamina de reprodução. mas sensível à luz solar. geralmente.4-naftoquinona). Óleo incolor. Cristais amarelos. As suas propriedades antioxidantes permitem.4. É lipossolúvel.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E. Por síntese.1) Vitamina C (ácido L. é necessária à saúde da pele. bastante estável ao ar seco. pimentões (pimentos*). 2) Éster metílico da biotina. Extrai-se. ergocalciferol). insolúvel em água e solúvel nas gorduras.3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2. favorecendo a formação da protrombina.23-diidroergosterol ativado ou irradiado. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos.diidro-1. benzeno e gorduras. de produtos hortícolas para saladas. b. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos. insolúvel em água e solúvel nas gorduras.ou DL-ascórbico (DCI)). aceleram a coagulação do sangue. além disso.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos. anti-raquíticas. baços. O calciferol encontra-se. nas couves. são lipossolúveis. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. nos rebentos da cevada e da aveia. Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese.3-epoxi-2. b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1. que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave. à luz. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade.3. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões. que se altera lentamente quando exposto ao ar. 9) Ascorboglutamato de sódio. sobretudo. obtêm-se os isômeros racêmicos. 1) Vitamina H ou biotina. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol. A biotina encontra-se na gema de ovo. M. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2. Prepara-se por síntese. Óleo amarelo-claro. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1. aumentando a resistência dos vasos capilares..

as globulinas do sangue. os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais". f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a. CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES.21). 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina).33). produtos imunológicos modificados.14). e) Vitamina C2 ou P: citrina. a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue. Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS. na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios. As suas origens. sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1.02 . PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS. b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29.10 .03). Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue. entre outros. c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. 2) Nicotinato de sódio. a trombina. que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas.23). Obtém-se por síntese. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias. Cristais incolores.Anti-soros.22). carotenóide. solúveis no álcool e nos lipídios.04). toxisterol.90 .06). sucedâneo das vitaminas B (posição 29. a imunoglobulina humana normal. relativamente estável ao calor e à oxidação.11. Menadiol ou 2-metil-1. lumisterol. 5) Cloridrato de nicotinamida. estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol. sucedâneo das vitaminas K (posição 29. sitosterol. rutosido (rutina).SANGUE HUMANO. Ela intervém no crescimento. Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação. 5) A xantofila. metilnaftona ou 2-metil-1. que é uma matéria corante de origem natural (posição 32. esculina ou ácido esculínico (posição 29. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica.04). C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados. 3) Os esteróis. dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32.Vacinas para medicina veterinária 3002. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO.A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra.e g-carotenos e criptoxantina). b) Vitamina K6: 2-metil-1. as soroglobulinas e a hemoglobina. Obtém-se por síntese.4-naftoquinona (posição 29.e b-).03 ou 32.4-naftoquinona.06). B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos. O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado. 3002.03 ou 30. hesperidina.38). relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol. c) Colina ou bilineurina (posição 29.). d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29. utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos.20 .30 . 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona.Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas).30).4-naftoquinona. mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. ácido linolênico.Vacinas para medicina humana 3002. exceto o ergosterol: colesterol. que regulariza o metabolismo dos lipídios. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja. germe e películas de cereais. Dissolve-se em água e é termoestável. suprasterol) (posição 29. etc. nas oxidações. Atualizado em 04/01/2011 . d) Cisteína.b. TOXINAS.4-diaminonaftaleno (posição 29. e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1. i-inositol ou mesoinosita (posição 29.22). VACINAS. menaftona.07). ANTI-SOROS. embora por vezes designados vitaminas. ácido araquidônico (posição 38. 3) Nicotinato de cálcio. o plasma. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30.4-diidroxinaftaleno (posição 29.41). EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados. profiláticos ou de diagnóstico. empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares. o fibrinogênio. mioinositol. 6) As provitaminas A (a. niacinamida). utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05. 30. outras frações do sangue. 6) Nicotinomorfolida. a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos. Estão compreendidos nesta posição.23).

Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT). 3003. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. sem destruir as suas propriedades imunizantes.10 . estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. antitetânico.02.03 . para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária. as enzimas (coalho. toxinas.imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. Todavia. Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. Não compreende.).02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. resultantes de misturas.ver a posição 30. 30. (Atualização nº 4. (exceto. antiestafilocócico. de origem microbiana. antidisentérico.Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e. a aglutinação. a neutralização. linimentos. a precipitação. E) Kits de diagnóstico.Contendo outros antibióticos 3003. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho. ungüentos. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico. nem antibióticos 3003. D) Vacinas. colírios.06.04). a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA). animais ou vegetais. Atualizado em 04/01/2011 .40 .05 OU 30.04. estreptodornase. bem como as anatoxinas (toxóides). apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho. Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir. de 01/02/02 . os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.31 . culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes.) (posição 35.. As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. antiestreptocócico.37. c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos .MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30.Outros 3003. amilases. ácido lático). Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas. antipneumocócico. mas não contendo antibióticos: 3003. antivenenoso e antialérgico. mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29. etc.37. SRF nº 481. para proceder a testes in vitro. 30.Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico. fosfatase alcalina. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4. pomadas.02). ou estreptomicinas ou seus derivados 3003.fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica. A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste.Public. quer se trate de colutórios. etc.. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas. mesmo obtidos por via biotecnológica.Contendo insulina 3003.. 30. bem como os antivírus.20 . 5) Os bacteriófagos. Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que. tais como a vacina antidiftérica. Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma. as preparações compreendidas nas posições 30. antiofídico. São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas). mesmo de origem microbiana (estreptoquinase. antigangrenoso. 2) As toxinas (venenos). Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição.39 . na sua reação antigeno-anticorpos. criptotoxinas e as antitoxinas.05 e 30.enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo. de análises imunológicas ou para fins terapêuticos. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35. pela Inst. etc. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem. Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas. DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras). betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples. exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo . São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada. todavia. bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas. óleo (lipovacinas). e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". a ligação de um complemento. todavia. incluem-se na posição 30. etc.90 . por exemplo. 4) Os vírus humanos. por exemplo). em especial. 2) Os produtos imunológicos modificados. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos. iogurte.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI.3 . b) Fragmentos de anticorpos . revulsivos..Contendo alcalóides ou seus derivados.06). quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. etc. peroxidase. Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si.Os soros específicos contra as doenças. MAB) . preparações injetáveis. Norm.02. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. antimeningocócico.07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21.

ou com outras matérias. etc. classificam-se na posição 33. 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos. etc. sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais.. classificam-se. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio. utilizadas em medicina. todavia. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte.04 . Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. para usos terapêuticos ou profiláticos. aglomerante. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. 30. que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. da posição 38.Daí não decorre. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. na posição 21. O enxofre coloidal classifica-se na posição 30.01). ácido tartárico. Porém. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach. iodados. 30. a saber.Contendo hormônios corticossupra-renais 3004. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação.20 . 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12. quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. tais como papéis e pós antiasmáticos. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. os carboidratos e as gorduras.08. mesmo perfumados. edulcorante. as preparações para o tratamento da acne. 11) Os produtos antiasmáticos. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas. alimentos enriquecidos.07. bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente. suporte. Além disso.. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio.02.Outros 3004. os metais preciosos coloidais misturados entre si.39 . São.Contendo insulina 3004.) para usos medicinais com exclusão. bem como as preparações das posições 33.37. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne.Contendo penicilinas ou seus derivados.).03 a 33..MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. com estrutura de ácido penicilânico. nos demais casos. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado". incluem-se na presente posição. Esses produtos. por injeção ou perfusão na veia. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais).43. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. pelo contrário. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças.06. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias.31 . etc.04.06 ou no Capítulo 22. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. por exemplo).04.Contendo alcalóides ou seus derivados. etc. geralmente líquidos. 10) O óleo canforado. mas não contendo antibióticos: 3004. d) As preparações inseticidas. alimentos para diabéticos.Contendo outros antibióticos 3004. por exemplo.05 ou 30. desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético.03. Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28.02.32 . que seguem o seu regime próprio.11. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. Por outro lado. purgativas.02. o mercúrio coloidal. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. adicionados de substâncias medicinais. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. desinfetantes. 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. e na posição 28. diuréticas ou carminativas. destinadas principalmente a limpar a pele. etc.. excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30.3 . 30. 3004.06).05 OU 30. o óleo fenolado. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 . incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. Além dos alimentos e bebidas. Assim.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS. contudo. em geral. produtos com propriedades laxativas. para uso terapêutico. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais. 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa.10 . a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. mesmo acondicionados para usos medicinais.40 . a presente posição não compreende os complementos alimentares.

Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. benzoato de sódio. modo de usar.43. as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse.50 . em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença. os produtos não misturados. tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais. O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo. a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento.05. quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). cápsulas.02). Consideram-se como tais os produtos (por exemplo. esses produtos constituem uma matriz cristalina. Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1. que são inseridos numa cavidade do osso fraturado. tais como o álcool benzílico. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. em caso algum. desinfetantes. tetraborato de sódio. de 01/02/02 . nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui. tais como os à base de enxofre. quer diretamente no tratamento de certas doenças.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. euca. pastilhas ou tabletes. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. acima: por exemplo. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto.43 a 28. medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). embalagens de venda a retalho. mesmo que não exista qualquer indicação.06). tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. com propriedades anti-sépticas. classificar-se na posição 30.90 .46. consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos. os carboidratos e as gorduras. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos. alimentos para diabéticos. Todavia. são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados. 3) Os substitutos de enxertos ósseos. 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. que mantém a sua classificação na posição 28. excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. pela Inst. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. Por outro lado. etc. isto é. (Atualização nº 4.Public. Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. bactericidas ou germicidas. principalmente o alcoolismo. tais como gelatina. adicionados de substâncias medicinais. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida. por exemplo. hospitais. desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. para os fins acima referidos.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados. amido ou fari. comprimidos.02. mentol. SRF nº 481. deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia.25 a 10 cm3. Para a aplicação das disposições precedentes. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias. o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que.03 (ver a Nota Explicativa dessa posição). etc. que seguem o seu regime próprio. clorato de potássio ou de magnésia. sem novo acondicionamento. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele.hormônios nem outros produtos da posição 29. alimentos enriquecidos.04. nem antibióticos 3004. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes. posologia. Norm.). mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. etc. e que são utilizados. destinada a ser utilizada. os produtos não misturados das posições 28. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. ou mesmo em pó.). de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados. exceto agentes aromatizantes.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. A presente posição compreende as pastilhas. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização. quando apresentados doseados em saquinhos. não podem. Atualizado em 04/01/2011 .36 3004. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. incluem-se na posição 30. ou o coma diabético. simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13. 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29. Todavia. que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador. sob qualquer forma. classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho. carvão. A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). Entre esses produtos.04. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas.) para a sua classificação na presente posição. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. Todavia. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. Esta posição engloba também os produtos abaixo.37.

por exemplo). etc.07. cirúrgicos.Categutes esterilizados.01 e 63. os diversos pensos preparados.06 . 30.02.04). cirúrgico.Por outro lado. 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente. congeladas ou liofilizadas (dessecadas). GAZES. disponíveis em diversos tamanhos. CIRÚRGICOS.Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 . produtos com propriedades laxativas. sobre feridas abertas na derme. de salicilato de metila. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. se reconhecem. etc.06 ou no Capítulo 22. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares.03 a 33. em geral. Estes artefatos podem apresentar-se em peça. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. 56. Esses produtos. 30. d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48. SINAPISMOS). hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. Estes pensos.). e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. qualquer que seja a sua forma de apresentação. Entre estes artigos. etc. para uso medicinal. IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS. não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais. por exemplo). na posição 21. em geral suína. ataduras e artigos semelhantes. odontológicos ou veterinários.Outros Esta posição abrange os artigos. por exemplo. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos.20 .07). 3005.. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS. em disco ou sob qualquer outra forma. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso. sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. papel. 30.06). as ataduras. os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda.. laminárias esterilizadas. etc. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. de tecido cutâneo de origem animal. utilizados como pensos biológicos temporários. cirúrgicos. mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente.20 e 34. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico. b) Os produtos das posições 30. em um solvente orgânico volátil (por exemplo.06.. purgativas. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas. Excluem-se da presente posição tiras. etc.). esparadrapos. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). d) Os sabões de usos medicinais. São. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária. diuréticas ou carminativas. e) As preparações inseticidas.05 .). materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos. etc.90 . desinfetantes. classificam-se. c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. etc. antisépticos.. 3006. da posição 38. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo). Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. que. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS. etc. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. odontológico ou veterinário. hospitais. contendo óxido de zinco. medicamentosos. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34. etc. de tecido. gazes.PASTAS ("OUATES"). respectivamente).07. os emplastros e os esparadrapos. geralmente líquidos. destinados a fins medicinais. São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30.01). A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas. substâncias anti-sépticas). apresentadas dobradas. acetato de etila) e de um agente propulsor. odontológicos ou veterinários.05 ou 30.01). especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. ESPARADRAPOS. pelo contrário. bem como as tiras contendo gesso.PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO. bem como as preparações das posições 33.08. plásticos. etc.06). tais como pastas (ouates). de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele.10 . Além disso.10 .18.

os categutes na posição 42. etc. seda. Em virtude desta propriedade. Este grupo compreende a oxicelulose . o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. Estes reagentes são utilizados. dos subgrupos A1 e A2.Estojos e caixas de primeiros-socorros.. b) as fibras naturais (algodão. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia.37 ou de espermicidas 3006. Km. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. ataduras. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista. quer das do soro sangüíneo.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. de compressas ou de lamelas . bronze). empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação. de outros produtos da posição 29. Podem conter. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. 2º) As preparações para determinação dos grupos M. Em meio úmido. reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006. o monômero polimeriza-se. V. como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas).Cimentos e outros produtos para obturação dentária. estritamente limitativa.12. etc. F. concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006.Preparações opacificantes para exames radiográficos.50 . Incluem-se aqui os materiais (ligaduras. tornando-se lisas e flexíveis. Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante. incluem-se na posição correspondente à sua natureza.06. como Lu. para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos. 2) As laminárias esterilizadas. N. 2º) dos grupos de soros Gc.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio. rugosas e de cor castanha. desde que sejam esterilizados. d) os metais (aço inoxidável. prata.Preparações apresentadas na forma de gel. etc.80 . Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos. B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos.60 . Atualizado em 04/01/2011 . ovinos e outros animais). ataduras. as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo.geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). conforme o caso.30 .40 . etc. etc. aumentam consideravelmente de volume. linho). etc. Estes diversos produtos.70 . é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. depois da aplicação. às vezes estriadas. Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos. que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar. guarnecidos 3006. K e Le.fatores sangüíneos 3006. os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. tântalo. além do ou dos princípios ativos. bem como a de outros grupos. Ag. por exemplo. e os poliésteres.). B. O e AB. bem como do fator H. 4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais. S e P.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas.Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. antibióticos. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV. cimentos para reconstituição óssea 3006. quando não esterilizados. A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos. incluem-se nas suas posições respectivas.

B e C. por conterem substâncias farmacêuticas. etc. de 01/02/02 . principalmente). etc. Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A. água e um espessante. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A. Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH. por exemplo. (Atualização nº 4. 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos.. pinças). excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29).Public. de gutapercha ou de plástico. etc. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas". São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo. Pelo contrário. Além dos princípios ativos. tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue. SRF nº 481. Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. etc.. por exemplo. A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a. etc.). expiração do seu prazo de validade. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano. possuem propriedades profiláticas. Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. e que são utilizados. placas de ensaio). tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata.20 e 34. e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes. constituídos por dois ou mais ingredientes. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses. para os mesmos usos. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. guta-percha ou em papel. da circulação sangüínea. por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. (Atualização nº 4. não contenham mercúrio. em regra. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos..D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. à base dessas matérias corantes: 3204. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25.1 . os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação. pastas (ouates).37 ou de espermicidas. do canal biliar. 10) Os desperdícios farmacêuticos. por exemplo). extraídos previamente do próprio paciente. são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. das vias urinárias. ecógrafo.04 . 32.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. SRF nº 481. os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos. gaze. Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. propileno glicol. Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. Norm. geralmente. Embora. respectivamente). do gênero dos utilizados pelos médicos. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. Tratam-se de soros de origem humana ou animal.04). como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea.Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo.22.). escarificação. de 01/02/02 . b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho. 3204. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea. eles devem ser diretamente aplicáveis. pela Inst. Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo. guarnecidos. injeção. etc. alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação. tintura de arnica. São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal. urina. pela Inst. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30. 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios.11 . um endurecedor (agente de cura) e um ativador. principalmente). por exemplo). DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros.02 ou 38. etc. podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol.Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 . Norm. para fixar os implantes protéticos ao osso existente.07. ou produtos misturados. c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D. mercurocromo. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. que contêm. B e C. de outros produtos da posição 29. cloreto de zinco. de óxidos metálicos. placas de ensaio).Public.). ou posições 30. tintura de iodo.) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras.

05).. entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida). ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro.16 .MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. Atualizado em 04/01/2011 . dextrina. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos. não se incluem aqui. E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos.Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. (para diferenciar estes produtos das lacas. 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil).).Outros. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos.Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis. e preparações à base desses corantes. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. as eosinas..Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204. as azínicas (indulinas. em cristais. eurodinas. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante.90 . os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina. Estão incluídas nesta posição. Todavia. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol. em plastificantes ou em outros meios. em pasta.17 . na massa. isocianinas e as criptocianinas. Apresentam-se habitualmente em pasta. os indigossóis.. Sob estas formas. 7) As matérias corantes derivadas do xanteno. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. etc. em geral. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar.. as rodaminas. as oxazínicas (galhocianinas.. nigrosinas.Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204. em pó. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32. tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. 13) Os verdes fosfotúngsticos. 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas.Outros I.12 .) ou as tiazínicas (azul-de-metileno. As matérias corantes orgânicas sintéticas. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha. safraninas. estas matérias corantes apresentam-se. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. Todavia. os sais de diazônio estabilizados. corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204. a fluoresceína. incluem-se na posição 32. as tioflavinas). o ácido b-8'-apocarotenóico. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono. o b-8'-apocarotenal. geralmente. o índigo (anil) sintético). e. como por exemplo. tais como as pironinas. de borracha.15 .13 .ou do trifenilmetano. 15) Os carotenóides obtidos por síntese. Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços.. em borracha natural ou sintética.19 3204. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra. bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas". podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas. etc. Estas misturas também se classificam na presente posição. isto é. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo. cloreto de sódio.20 . 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina. destinados a facilitar a coloração da fibra. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo.12. mesmo metalizados. por exemplo: a auramina e a fucsina. compreendendo os seus derivados sulfonados.19 .11 a 3204. não modifica a sua classificação. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos.14 . mas no Capítulo 29.3204. as outras matérias corantes sulfuradas.. B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si. etc. quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32. etc..12 parte C).Corantes ácidos. em particular.. contudo. plásticos. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se. o b-caroteno.ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). por exemplo: a alizarina. por exemplo: as cianinas. fécula. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204. 9) As matérias corantes derivadas do di. no estado em que se apresentam. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína. A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos. etc. etc. de concentração-tipo. etc.

incluem-se na posição 32. as ceras. por exemplo. Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. ou utilizados para corar as gasolinas para motores. Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. serviram para tingir a seda. reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. Inicialmente. Estas matérias corantes são classificadas como segue: . as tintas para pintar ou escrever. principalmente nas fibras de celulose. o couro e. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam. em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis. os nitrofenóis e os nitrosofenóis. Os produtos que. Atualizado em 04/01/2011 .. no estado em que se apresentam.15. das preparações das posições 32. as ceras. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima. de poliéster ou acrílicas. matérias corantes. a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que. em menor escala.33) e da acriflavina (posição 38.06. Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. de lã e de náilon. são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. produzem um fenômeno de luminescência ou. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. das subposições em causa. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina. de lã. os nitroclorobenzenos. os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo. na prática. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos.12 e 32. Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. etc.os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó. o papel. da hexanitrodifenilamina (posição 29. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. na ordem numérica. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. estando quimicamente terminadas. o náilon. nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas.21). pela ação de radiações luminosas. Como exemplo destes luminóforos.As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204. Utilizam-se nas fibras de poliéster. os vernizes. sob esta forma. em si mesmos. características de matérias corantes.17 são classificadas na última. os derivados nitrados e sulfonados das aminas. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros. que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos. de fluorescência. por exemplo). tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores.13.10. a celulose regenerada. mas que não constituam. Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes.08). dos couros e peles. mais precisamente. no que diz respeito às suas aplicações. os óleos. em regra nas de algodão. os ácidos aminonaftolsulfônicos. as nitrosoaminas. não são. A fim de melhorar a solidez das cores. de náilon ou de outras poliamidas. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. 32. Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. por exemplo.08 a 32.24).02). Utilizam-se para tingir o algodão. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial. 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que. o resorcinol (resorcina). já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos.15 ou para corar os plásticos. tais como ftalocianinas que. a benzidina. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento). em solução aquosa e na presença de um eletrólito.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo. a borracha. entre outras: . Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas.28.11 a 3204. as emulsões fotográficas. As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. por si mesmos. a anilina. Subposições 3204. . a antraquinona.Aquelas que. das tintas da posição 32. do metilorange (posição 29. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais. a lã ou o algodão com mordente de tanino. É o caso. no entanto. etc.11 a 3204. Nota Explicativa de Subposições. nas fibras modacrílicas ou no couro. de acetato de celulose. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível. II. A subposição 3204.19 abrange. de estrutura cristalina diferente. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). dos papéis ou das madeiras. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. da bilirrubina.19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. de seda. . dos azulenos (posição 29. A maior parte. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru.PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. simultaneamente. matérias corantes. Alguns entre eles têm.27). Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto.05. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes. Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon.

19 . ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos. de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina. principalmente. Estas lacas são utilizadas. de borracha. dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas.Ultramar e suas preparações 3206.20.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32.Outras matérias corantes e outras preparações: 3206. etc.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204. outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206. 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte. tais como os ácidos fosfotúngsticos. 32.. geralmente a partir das matérias corantes azóicas.Litopônio. a laca de campeche. por vezes chamados "corantes brancos". As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: .. .10 e 32. cloreto de bário.19 classificam-se na subposição específica em causa. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. que resistem melhor à oxidação. 32. Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó. excluem-se das subposições 3204. excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.Contendo.19.11 a 3204. em particular. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e. sendo classificados mais especificamente na subposição 3204. Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes.11 .19) classificam-se na subposição residual 3204. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+).03. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha.43 . carbonato de cálcio. Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços.) ou por co-precipitação do corante e do suporte. sulfato de cálcio.. 3206.20 .03.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES.05.Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 .11 a 3204. A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32. massas de plásticos.04. Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos. solúvel ou insolúvel em água.Outros 3206. À BASE DE LACAS CORANTES. As lacas corantes são obtidas. Todavia. as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas. 80% ou mais de dióxido de titânio. na fabricação de tintas de impressão. 32.41 . em peso.11 a 3204. que também se conhecem pelo nome de "lacas". 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante.04). etc. talco.12)..08 a 32.42 . respectivamente.17 e na subposição residual 3204.. Os agentes de aviamento fluorescentes.19.4 .Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206. PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. alumina. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes.Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206.). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.30 .. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados. doces ou licores. de papéis de parede ou de tintas a óleo. por exemplo. plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar. fosfomolibdênicos. Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética.06 . calculado sobre matéria seca 3206.04 OU 32. etc. b) As tintas lacadas.02). por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32. terras siliciosas fósseis. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino. borracha. particularmente. sílica.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206. caulim. As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32.1 .). num suporte geralmente mineral (sulfato de bário.LACAS CORANTES. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13.05 .

o pigmento amarelo. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. aluminatos. 32. borracha. empregadas para corar. etc. adicionado ou não de sulfato de bário). 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). 32. constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário. Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli. por exemplo) finamente moídos. sulfato de bário. das tintas ou cores das posições 32.30 (terra-de-cassel. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa. mesmo calcinadas ou misturadas entre si.04 e 32. (Capítulo 28)...41. em proporções variáveis. de constituição química definida: óxido de zinco. etc. de cor azul. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos.07. e o vermelho de cádmio. de composição química não definida. Entre elas. e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25.15. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos. misturadas ou não entre si. não misturadas. 3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio.49 . sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos. de chumbo ou de cromo. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. Porém o pigmento. c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura). fabrica-se hoje artificialmente. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio. classifica-se na posição 28. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos). 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. em particular. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. utilizam-se para corar.50 . classifica-se na posição 28. incluem-se geralmente na posição 25.30) (ver a Nota Explicativa correspondente).05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral. podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). Atualizado em 04/01/2011 . 4) O azul ultramarino. o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29.Outras 3206. o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. plastificantes ou em outros meios. tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos). ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis. massas de plásticos. na massa. etc. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25..12 ou 32.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes. É uma substância sólida. plásticos.08 a 32.3206. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita. c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico.30). Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur. etc.30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. por exemplo.03).). geralmente em plaquetas ou pedaços. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso.23. amorfa. que pode apresentar-se isolado ou em mistura. Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso.13 e das tintas de impressão da posição 32. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e. II) De misturas. às vezes denominado amarelo ultramarino. mas não avivadas. etc. respectivamente. pigmentos brancos constituídos por mistura. de borracha.30 ou 28.03. enxofre. especialmente o litopônio e os produtos semelhantes. Excluem-se todavia: a) As terras corantes. de ferro. sulfeto de zinco. tratando-se uma mistura de silicatos. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto. Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. b) As matérias corantes inorgânicas. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias. etc. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25. carbonato básico de chumbo (alvaiade). cromato de chumbo. 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco.42). Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição. o azul-cerúleo. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos. também designado branco de titânio. Apresentam-se habitualmente em pasta. tais como: a) o oxicloreto de bismuto. Estas dispersões. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro).) com uma lixívia de potassa ou de amônia.10. carbonato de sódio. O verde. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. de sulfeto de zinco e de sulfato de bário. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. terra-de-colônia. que é um cromato não misturado.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A.

m) A calcita (posição 25. 3208.08 . na massa.11 ou 28. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO. Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida.46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio. l) O talco (posição 25. a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima). f) A dolomita (posição 25. polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 . todavia. k) A mica (posição 25. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. disperso ou dissolvido num meio não aquoso.43 a 28. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38. etc. mas somente ao fato de terem adquirido.TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante.002 mCi/g).36). podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio.41. borracha natural. estrutura cristalina muito particular. de aparelhos de radiografia ou de radioscopia. borrachas sintéticas ou em plastificantes.09 ou 28. borracha.. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. Além dos produtos precedentemente excluídos. Estes produtos misturados entre si (por exemplo. que se emprega como reagente. telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos. utilizadas para colorir plásticos.90 . às vezes.PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. h) A gipsita (posição 25. de aparelhos de radar. as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. etc. radiação ultravioleta. c) O sulfato de bário (posições 25. 32. b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores". classifica-se na posição 28. tais como a prata. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência). depois de tratamentos apropriados.12). continuam compreendidos nesta posição.18).24). Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença.Outros A. SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO. luz solar.19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos... do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês.36). ij) O amianto (posição 25. o tungstato de cálcio amorfo. g) O carbonato de magnésio (posições 25. de pequenas quantidades de substâncias radioativas.TINTAS E VERNIZES.19 ou 28. d) As terras de infusórios (posição 25.33).44. mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água.20). consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208. devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres". sem conterem qualquer outra substância.30). em quantidades mínimas.20 . Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados.26).24).À base de poliésteres 3208. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre. Nota Explicativa de Subposições. resinas amínicas.10 . esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo. Entre estes últimos. B. pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo. Subposição 3206. por exemplo: a) O caulim (posição 25. o cobre ou o manganês.14). Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0.Excluem-se.25). Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação. de produtos "ativadores". que os tornam luminescentes. n) O hidróxido de alumínio (posição 28. por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização.07).18). e) A ardósia (posição 25.

qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição. Quando o meio é constituído por um verniz. esta. à espátula. nas fotocópias. quando for o caso. aglutinantes e solventes. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. constituídos essencialmente por pigmentos. cujo peso exceda 50% do peso da solução. em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. fosco ou acetinado.06). de matérias de carga (sulfato de bário. Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio.13.24). acima). B. tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit. silicones.13 e. essências de terebintina. tais como fachadas e pavimentos. acondicionados em embalagens para venda a retalho.13. relativamente duro. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. ou pigmentos.. Formam um filme seco. de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina. isto é. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes. adicionadas de solventes e de diluentes.01 a 39. ou insolúveis. por exemplo). etc. misturas de solventes sintéticos. Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. de agentes de superfície. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. C. e) Os colódios. carbonato de cálcio. tolueno. polímeros vinílicos. mais ou menos transparente ou translúcido. pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos. Atualizado em 04/01/2011 . novolacas ou outras resinas fenólicas. entre outros. trata-se. que pode ser brilhante. tais como aceleradores. 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C. (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. resinas alquídicas e outros poliésteres. Quando se aplicam sobre uma superfície. e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura). à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco). Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C. formam. São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. por exemplo. talco. liso e contínuo.ver a parte A.01 a 39. certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. respectivamente. nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38.01 a 39. Para aplicar estas tintas e vernizes. d) Os líquidos corretores. a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . chumbo ou de zinco). à trolha. forma uma película particularmente lisa. São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. a tinta diz-se "tinta-esmalte". com ou sem fotoiniciadores. de raios X. Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução. os principais métodos industriais são. insolúvel em água. quando seca. por exemplo). etc. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33. manganês.15). (posição 32. As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39. constituídos por oligômeros (isto é. por exemplo.. São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima). DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. colorida.14). tais como corantes. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. brilhante ou fosca. b) As tintas de impressão que. tais como matérias de carga. São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação. A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). polimeros com 2. por exemplo).um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39.ou outros. isto é. nos dois tipos de soluções. depende dos usos a que se destinam.04. retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis. uma película não aderente e opaca.12). quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural. de radiação infravermelha.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies. adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39. .09 TINTAS E VERNIZES. Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. resinas amínicas. e a borracha sintética). 2) Os vernizes endurecíveis por radiação. abaixo. retardadores.07. silicones. podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo. a pulverização. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta.um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. 32. depois de secos. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39.) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso. tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes. os vernizes das posições 39. abaixo). Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. nos manuscritos. brilhante ou fosca e dura. resinas epóxidas. etc. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: .

3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. com adição de um pigmento. breu ou produtos semelhantes.90 . em acetona. A. (Atualização nº 3. b) uma só resina. de maneira a resultar num revestimento flexível. em dispersão ou em solução num meio aquoso. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição). classificam-se na posição 37. num meio aquoso ou não. deve considerar-se como meio aquoso. 2) O branco para limpar calçados. damar. à espátula. de resinas ou de gomas naturais. no momento da utilização. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica.. as tintas de caseína e as tintas de silicatos.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. de radiação infravermelha. C. ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato.15). O aglutinante. constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. consideram-se tintas. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas.Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados. A algumas destas tintas são incorporadas cargas. não da adição de um endurecedor. Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes.Public.07. neste caso designado "endurecedor". misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente. pela Inst. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral.14). e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes. por exemplo). Norm.TINTAS Na acepção da presente posição. que constitui o agente filmogênio. Neste caso. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. com ou sem fotoiniciadores. é constituído. ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos.3209. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. b) As tintas de impressão que. 3) Os vernizes betuminosos. etc. matérias anti-sépticas ou inseticidas. Relativamente a alguns vernizes. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. As tintas à água compreendem. é uma variedade de tinta à água. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila).10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES. 32. ou c) oligômeros (isto é. que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele. B. SRF nº 481. à trolha. reunidos ou não numa única embalagem. à base de betumes naturais. tais como fachadas ou pavimentos. isto é. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno. os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos. quer por polímeros. esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. Quando esta condição não estiver satisfeita. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. tais como os ésteres poliacrílicos. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios. a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. Se esta condição não for satisfeita. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. o branco gelatinoso. polímeros com 2.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209. tais como a cola de pele ou a caseína. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar.15. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. sendo a formação da película dependente. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso. em white spirit. Os produtos semelhantes aos descritos em c). em pastas ou emulsões. por exemplo.. em essências de terebintina. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos. insolúveis nos solventes (película endurecida seca). de raios X. Apresentam-se em pó e. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação.) em álcool (vernizes a álcool). (posição 32. PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS.. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. entre outros. Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32.VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS. Atualizado em 04/01/2011 . Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante. colofônia. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. todavia. resina copal. de 01/02/02 . de pinho. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão. etc. etc. por vezes.10 .

apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos. esmalte (verniz*) para unhas e tintas. B.3) Os pigmentos à água preparados. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. Apresentam-se em pó.07. tais como fachadas ou pavimentos.. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39). Estas folhas empregam-se para marcar encadernações. ou verniz. que consistem.Folhas para marcar a ferro 3212. substâncias inertes de corte. denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. as folhas de ouro na posição 71. 32.. Atualizado em 04/01/2011 . à espátula.06).10 . a gipsita (secantes sólidos) . dos tipos utilizados para acabamento de couros. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. 32.90 . às vezes. especialmente). O presente grupo abrange também as dispersões concentradas. são composições semelhantes às tintas à água. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS. consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos). desde que evidentemente reconhecíveis como tais.12 .08. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo. As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. por exemplo... obtidas por martelagem ou laminagem. por exemplo) no estado líquido ou pastoso. tabletes. naftaleno ou oleato de zinco. Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais. não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29). geralmente.15). dos tipos utilizados na fabricação de tintas. TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO. resinato de cobalto. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. As folhas metálicas delgadas. em pó ou em palhetas). b) Os produtos de composição química definida.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. consoante a matéria constitutiva: por exemplo.TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios. por vaporização ou por qualquer outro processo. etc. 3212. white spirit. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. ativando a sua oxidação. num meio não aquoso (óleos sicativos. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e.Outros A. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. porém. 2) Em folhas de papel. C. São. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante.11 SECANTES PREPARADOS. FOLHAS PARA MARCAR A FERRO. com mordentes..por exemplo. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos). carneiras de chapéus. essências de terebintina. isto é.) com uma carga inerte . etc. à trolha.14). c) Os resinatos (posição 38. com. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. bióxido de manganês. etc. em misturas de matérias corantes. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente. à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais. white spirit. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. etc. obtido a partir de escamas de certos peixes.10 e as de alumínio na posição 76. c) As tintas pulverulentas. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. (posição 32. Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte.ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. 2) Em formas próprias (bolas. pasta ou em dispersões em água.18. classificam-se. de cobre na posição 74. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar. em geral. b) As tintas de impressão que.

colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. móveis de madeira. b) As tintas de impressão (posição 32. misturando-se dois componentes. modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas. Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria. atividades educativas. e agentes endurecedores.90 . cera de calafate). por exemplo.09). pintura de tabuletas. mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. pó de tijolo. por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico. nem os pastéis e outros artigos da posição 96. radiadores. fibra de amianto. desde que se apresentem em tabletes. Este grupo compreende. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão. guaches. Também se consideram mástiques à base de cera.. como massas de enchimento. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. cimentos de resina e outros mástiques. freqüentemente.10 .09..10 . especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. 3214.) misturados entre si e mais. 3213. aqueles em que a cera se substitui. que se preparam geralmente no momento da aplicação. modificação de tonalidades.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. por exemplo). RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES. INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES. Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. constituídos essencialmente por óleo sicativos. Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa.04). e os outros produtos da posição 32. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas. Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques. adicionados de outras matérias. entre outros: 1) Os mástiques a óleo. etc.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável. PINTURA DE TABULETAS. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. que lhes aumentam as propriedades adesivas. borracha. em alguns casos. 32.CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA. por exemplo. de espátula. paletas ou espátulas. o nanquim (tinta-da-china*).90 . Atualizado em 04/01/2011 . potes. por exemplo). o outro por matérias de carga (quartzo em pó. TUBOS. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. poliésteres. frascos. e) Os pastéis (posição 96. atividades educativas. quer por tratamento térmico (fusão. Estes mástiques utilizam-se. potes. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES. indutos utilizados em pintura 3214.14 . por exemplo). na montagem de velas de ignição. e são tornadas pastosas no momento da aplicação.05. FRASCOS. etc. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. betumes. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas. 32. aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. etc. para assegurar a estanqueidade e.15. os canos de descarga (tubos de escape*). EM PASTILHAS. POTES. tubos. quer por adição de um líquido (água. etc. de metais ou de artefatos de porcelana. se adicionam resinas. principalmente. para assegurar a fixação ou a aderência de peças. endurecendo. às quais.13). frascos. godês ou acondicionamentos semelhantes. tais como pincéis. de trolha. por exemplo). esfuminhos. d) As tinturas para o cabelo da posição 33. freqüentemente. ésteres resínicos. damar. pastilhas. recreação e cores semelhantes.. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização. tais como ceras. I. constituídos por resinas naturais (goma-laca. ou para vedar algumas juntas.Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. tintas a óleo.). ATIVIDADES EDUCATIVAS. GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. cal.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO.Mástique de vidraceiro. Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). após sua aplicação. 3) Os cimentos de resinas. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32. geralmente. mesmo que contendo acessórios. tubos. borracha. godês. c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. etc. Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas.15).Cores em sortidos 3213.13 . óleos. matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. Outras servem para tingir calçados. Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola. cimento ou qualquer outra carga mineral. para tornar estanques os blocos e cárters de motores.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO). parcial ou totalmente. Em geral. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes. em pastilhas. 4) Os mástiques à base de vidro solúvel. areia. goma-laca. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. constituídos por ceras (de qualquer espécie). pintura de tabuletas. resinas de cumarona-indeno. Em geral.

farinhas de madeira). Utilizam-se para encher cavidades. por exemplo. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição. por exemplo). suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. entre outros: 1) Os indutos em pó. Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. de um solvente orgânico. Todavia. areia e outros silicatos. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas. em certos casos. SRF nº 481. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. como às quantidades respectivas. Utilizamse. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. São utilizados. nas paredes e fundos de piscinas. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. como complementares uns dos outros. pela Inst. em alguns casos. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. areia. Norm. etc. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. tornados pastosos pela adição de água. constituídos. Utilizamse. matérias cerâmicas e outras matérias. silicatos. também. pavimentos e tetos de prédios.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco.23). ganchos. tais como argila. mais importantes. especialmente. 7) Os mástiques à base de enxofre. depois de se lhes adicionar um endurecedor. Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas. sem prévio reacondicionamento. e adicionados de pigmentos e. Em geral. cavilhas. perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. depois de aplicados. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos.22 e 25. etc. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. depois de se lhes adicionar água. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. constituídos. vernizes e produtos semelhantes. e por plastificantes. 25. às vezes. colofônia. (Atualização nº 3. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. São utilizados para fechar hermeticamente latas. etc.. utilizam-se como indutos para carroçarias.20. diferenciam-se das tintas. borracha. São sólidos e usam-se em vedações duras. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. II. de cargas minerais e de matérias corantes. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água. vedar-lhes as fendas e orifícios e. a cal e os cimentos (posições 25. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. por possuírem teor elevado de matérias de carga e. Empregam-se para calafetar madeira. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. constituídos por enxofre misturado com cargas inertes. etc. 3) Os indutos pastosos. e em calafetagem. sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. 8) Os mástiques à base de gesso. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura. para assentamento de ladrilhos e azulejos. Por outro lado. de uma certa quantidade de água ou de solvente. denominada em alguns países. resinas poliésteres. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). Podem ser constituídos. e que.) e. cola. por exemplo. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso.15). a que se adicionam matérias de carga (por exemplo.Public. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento. por exemplo. etc. para vedação de fendas em artefatos de madeira.. a que se adicionam agentes retardadores e. B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. principalmente. celulose de madeira. adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. tais como mástiques para carroçarias.INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos. em certos casos. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. aglutinantes ou de antioxidantes. 11) Os mástiques à base de borracha. desde que. por carboximetilcelulose de sódio. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita. de pigmentos. carbonatos. 13) Os lacres. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados. em fachadas por meio de pincel ou à pistola. plastificantes. 2º) apresentados ao mesmo tempo. Esta posição não compreende: a) A resina natural. matérias de carga. por gelatina e por poliisobutileno. bem como para fixação de peças. em partes iguais. para selar documentos. estanques e resistentes aos ácidos. de 01/02/02 . matérias de carga. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13. a fim de lhes eliminar as irregularidades. eliminar-lhes a porosidade. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. por vezes. etc. constituídos por gesso e areia. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. bióxido de titânio e pós metálicos. por exemplo. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. fibra de vidro. a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. etc. pinos. poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas. mástique. paredes interiores). Aplicados. Atualizado em 04/01/2011 . b) O gesso. em geral. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. também. são utilizados para fixar parafusos. paredes interiores. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos. por exemplo. Este grupo compreende. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. por pectina. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. quartzo ou misturas de quartzo e sílica. em virtude da sua composição e acondicionamento. 4) Os indutos líquidos. 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio.01). Estes mástiques podem.

90 . III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma..07 .Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.07.20 .Preparações para barbear (antes. quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO.PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA. Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova.PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas. As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes. as loções para após a barba. de papéis impregnados. por evaporação ou combustão. essas preparações são incluídas na posição 34.49 . destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins. Atuam. e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38. 33.06 . mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.16). tais como o tratamento profilático de cáries. em embalagens individuais para venda a retalho. PREPARAÇÕES PARA BANHOS.41 . MESMO NÃO PERFUMADOS. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho.30 . II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos). NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. de pós.02.Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307. f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38.06).10 . Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34.Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307.Outras 3307.Dentifrícios 3306. tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38.90 .20 . durante ou após) 3307.d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30. 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras. as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos. etc. As preparações para lavagem da pele. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).4 . como por exemplo os cremes e espumas para barbear. 3307. em geral. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho. COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes. 3306. de cones.10 . tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações. III) Os pós. Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais)..01. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS. DEPILATÓRIOS. são classificadas na posição 34. em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307.01. Atualizado em 04/01/2011 . 33. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. PREPARADOS. durante ou após).Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306. II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito. INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE. FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS).24). DURANTE OU APÓS).

da posição 38. em geral. de limpeza. tendo ou não propriedades desinfetantes.Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros. 5) As pastas (ouates). impregnados. acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). por exemplo. tais como: 1) Os depilatórios. Podem tratar-se de soluções desinfetantes. tais como o carvão ativado. 2) Os desodorantes de ambientes.06). Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos. revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. Os produtos. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. estas preparações. Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. mesmo não perfumados. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros. apresentam-se em recipientes aerossóis. preparados.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 . automóveis. 6) Os produtos de toucador preparados para animais. feltros e falsos tecidos. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal.01 Óleos essenciais Absinto. essencialmente. por substâncias (metacrilato de laurila. etc. incluem-se igualmente na presente posição. 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso.. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. Acondicionados para venda a retalho. As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. V) Outros produtos.

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

Hissopo Hortelã-pimenta (menta. hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris. lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta). Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 . Ligústica.

sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina.

se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns. os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água.19 .. pastas ("ouates"). pães. e) Os sabões desinfetantes. que contêm substâncias medicamentosas. PÃES. pedaços ou figuras moldados. produzem espuma abundante. impregnados.SABÕES. EM BARRAS. enxofre e sulfamidas. às vezes. tais como ácido bórico. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. para banho.30 . a) Os sabões leves ou flutuantes. b) Os sabões denominados de glicerina. em solução aquosa.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool. produtos e preparações orgânicos tensoativos. isto é. castanha ou amarelo-clara. e papel. Os sabões moles. corados ou marmorizados. sabões translúcidos. para banho.. em barras. Há três categorias de sabões: Os sabões duros. Na prática. mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos. acondicionados para venda a retalho. na forma de líquido ou de creme. cresol. quase sempre. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO. 3401. fenol.Sabões sob outras formas 3401. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401.Outros 3401. em geral. os sabões propriamente ditos. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que. d) Os sabões medicinais.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE. em pequenas quantidades. os sabões de barba. Podem ser brancos. mesmo contendo sabão I.20 . e os sabões desodorantes. Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos. feltros e falsos tecidos. que contêm. uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos.01 . Os sabões líquidos.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. naftol. PAPEL. e os sabões desodorantes. de cor verde. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.11 . que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes.07). pelo contrário. PASTAS ("OUATES"). IMPREGNADOS. glicerol ou açúcar. FELTROS E FALSOS TECIDOS. ácido salicílico. MESMO CONTENDO SABÃO. que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. Atualizado em 04/01/2011 . que..1 . MESMO CONTENDO SABÃO. Os sabões deste tipo são viscosos e.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. que.Sabões. bem como os sabões ditos de glicerina.

20 .PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO. em pães. etc. que podem ser corados ou perfumados. as pastas (ouates).PAPEL. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. abrasivos. IV. essas preparações estão incluídas na posição 34. pedaços ou figuras moldados. Todavia.Catiônicos 3402. sílica.Não iônicos 3402. pó de ardósia. 30. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel. serragem (serradura) ou produtos semelhantes. pedaços ou figuras moldados. pedra-pomes em pó. mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402.12 . fenol. conforme os casos).Outros 3402. no todo ou em parte.05.02 .11 . que consistem em sabão adicionado de areia. de tall oil ou de naftenatos. etc. f) Os sabões abrasivos. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado. enquanto que os sabões são. por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção. pastas (ouates). f) Os plásticos alveolares. Elas são líquidas. da posição 34.22). Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima. sabão e.02.. nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos. 3) Os sabões de resina. os feltros e os falsos tecidos. III. desde que se apresentem em barras. a borracha alveolar. ou seja.08. como também resinatos alcalinos da posição 38. mesmo contendo sabão. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*). PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. PASTAS (OUATES). o regime da matéria constitutiva de suporte. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. b) Os produtos e preparações insolúveis em água. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. preparados com vistas a usos especiais. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.90 . As pastas e pós. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes. etc.1 . 34. polimerização de borracha sintética e lavanderia. em pedaços ou figuras moldados. desde que se apresentem nas formas acima indicadas.. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. sílica. II. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. pães. em geral. Além das exclusões já mencionadas. NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. cresol. impregnados.. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho. MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38. feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33). tais como os que se empregam em trefilagem. PÃES. formuladas com os mesmos constituintes. 2) Os sabões para limpeza doméstica. pastas ou em soluções aquosas. incluem-se na posição 34. Estão igualmente aqui compreendidos. os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras. geralmente. As preparações desinfetantes da posição 38. EM BARRAS. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto.formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. impregnados.). cresol. 38. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). as preparações tensoativas e as preparações para lavagem. que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra. abrasivos ou desinfetantes. mesmo contendo sabão. flocos.02.Aniônicos 3402.06 ou naftenatos alcalinos da posição 34. 4) Os sabões industriais. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas.13 . PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. sólidos. pedra-pomes em pó. respectivamente).PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE. feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas.08 contêm proporções elevadas de fenol.. para arear.19 . 3402.01. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34.. por outro.06..Agentes orgânicos de superfície.. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho.05 e 33.Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402.Outras Atualizado em 04/01/2011 . e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões). pós. pães. c) O papel..02. etc. MESMO CONTENDO SABÃO. por adição de areia.

2º) Agentes molhantes. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. Ionizam-se em solução aquosa. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral).I. por exemplo.. em geral. 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. Para os efeitos da presente posição. em proporção tal que. quer como componentes adicionados intencionalmente. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. Consistem. num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno.5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética. Atualizado em 04/01/2011 . principalmente. em pequenas quantidades. em proporção que. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. especialmente.. II. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. em alquilpoliétersulfatos. uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se. os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4. em numerosas aplicações industriais. Estes agentes de superfície podem conter. Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras. Podem. em sulfonatos de petróleo. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C. com uma concentração de 0. de emulsificar ou dispersar. 4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). nas suas moléculas. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura. Estas preparações compreendem. pela sua ação de limpar. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. donde a designação de "agentes de superfície". de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos. emulsificação. sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). 2) Catiônicos. às vezes. Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. ionizar-se em soluções aquosas. expressa em sais anidros. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34.5% à temperatura de 20°C e. misturados com água na concentração de 0. Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais. Não libertam íons em solução aquosa. as que contenham certa proporção de sabão. alquilarilsulfonatos. tais como o cicloexanol. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. por exemplo. acima. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A. (As soluções de sabão em água. Ionizam-se em solução aquosa. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto). PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. 4) Anfólitos. por exemplo. aminossulfônicos. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. em seguida. agentes de desengorduramento. As preparações tensoativas propriamente ditas. ação molhante). Citam-se aqui. como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. alquilsulfatos. de pequenas quantidades (que. As preparações tensoativas são utilizadas. consoante as condições do meio. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. Todavia. não ultrapassa 15%. aminossulfúricos e aminofosfóricos. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*). ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. são sabões líquidos da posição 34. adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil.PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação. em geral. de molhar. Consistem. especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. nesse estado. MESMO CONTENDO SABÃO. servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. adicionadas. couros ou peleterias (peles com pêlos*). 3) Não iônicos.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. molhantes para tingimento. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu. formação de espuma. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície).01). por exemplo. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico. em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos. emulsificantes. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo.5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. de amônia ou de etanolaminas.

couros.91 .Preparações para tratamento de matérias têxteis. louça ou de utensílios de cozinha. EXCETO AS CONTENDO. vidros e outras superfícies. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima.19 .Outras: 3403. 38. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos. nas indústrias de laticínios ou de cerveja. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS. óxidos graxos (gordos*) de aminas).08.01. Apresentam-se sob forma líquida..1 .. e) Os naftenatos. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS. pastas (ouates). 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas. apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34. em pequenas quantidades. que se apresentem em barras. Esta categoria de produtos pode conter.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção). mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). enzimas). Regra geral.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403. corantes. sais do ácido nitrilotriacético (NTA)). bactericidas. agentes anti-redeposição. frigideiras. particularmente. c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34.Preparações para tratamento de matérias têxteis. silicato de sódio ou borato de sódio. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS. carbonatos de sódio. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403. etc. peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . inibidores de corrosão.quer de substâncias alcalinas. estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. EM PESO.09.24. 38. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais. As preparações para limpeza ou desengorduramento..05). Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio. em pães. Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes".PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico. 34. B. etc. b) O papel. 34.9 . 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico. para enxaguar e para branquear a roupa. 2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas. Estes produtos incluem-se na posição 38. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. COMO CONSTITUINTES DE BASE. As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). 70% OU MAIS. sabão ou outros agentes de superfície. com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. desde que não se classifiquem em posição mais específica. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM. C. PARA UNTAR COUROS.05. quer ainda numa mistura destes produtos. à base: . amidas de ácidos graxos (gordos*). impregnados. Os produtos de toucador ou de lavagem. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. . em especial.. incluem-se todavia na posição 34. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. e contendo. à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície.01). limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. os feltros e os falsos tecidos. consoante o caso).quer de solventes e emulsificantes. couros. Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas.24.03 . 3403.. os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas. especialmente. d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34.11 .Outras 3403. em pedaços ou em figuras moldados. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas. insolúveis em água. Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies. Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza. quer em sabões. 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio). tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica. Os componentes essenciais consistem. quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos.03.01). perfumes. agentes antieletrostáticos. 38.

óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15. as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo. breu (pez). C) Os óleos de corte. de estearato de alumínio. para motores de reação (propulsão a jato). tais como grafita. em peso. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. em geral. bem como as preparações antiferrugem da posição 38. a presente posição compreende. b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. São geralmente constituídas. borracha. contêm aditivos. de ésteres fosfóricos. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. podendo também conter lubrificantes espessos. ceras. veículos. plásticos. excluem-se da presente posição (posição 34. e. 70% ou mais de óleo mineral. lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão. etc. couros. sabões calcários ou metálicos. nesse estado. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. enquanto constituintes de base. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38.04 3404. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais. bissulfeto de molibdênio. de policlorobifenilas. Este grupo compreende. fundição).outras matérias 3403.10 3404. Todavia. Em geral. negros de carbono. entre outras.20 3404. que se empregam para desbloquear parafusos. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. etc. misturas de óleos. misturas em pó de sabões calcários e de cal. por exemplo.24. Todavia. contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. de bentonita ou de alumínio. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. gorduras. Os lubrificantes sintéticos. de sebaçato de dioctila ou de dinonila. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. etc. talco. entre outros. de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. por óleos lubrificantes.06). Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15.10). freqüentemente. misturas de sabão sódico. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos. de silicone. G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol). utilizadas em diversas indústrias (por exemplo. 34. engordurar couro. 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. etc. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras. Citam-se. no essencial. da posição 38.01. de talco. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. As preparações para obtenção de óleos de corte (à base.24). em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais. solventes. . em particular os que tenham por base silicone. peles. em peso. não se podem utilizar como óleos de corte. com óleos. 3) As misturas de pó de grafita. tais como: 1) Os óleos minerais.Outras Com exclusão dos produtos contendo. aparelhos ou instrumentos. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados. e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes). de óleos minerais e água. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis. misturados ou emulsionados com ceras. agentes antiferrugem. gorduras e sulfoleatos. 2) As misturas contendo gorduras ou óleos.99 .. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas.Outras Atualizado em 04/01/2011 . agentes de superfície. lecitina ou antioxidantes.De linhita modificada quimicamente . peleterias (pele com pêlo) etc. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes. oxidados ou hidrogenados). 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27.17). entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico.02). 70% ou mais de white spirit. veículos aéreos ou outros dispositivos. por exemplo. a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base. construção civil.).22). mesmo contendo.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. de mica. produtos antiferrugem ou antioxidantes. porcas ou outras peças. estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais. vegetais ou minerais. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc. em peso. contendo. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo.

esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético. resinas. Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido. por exemplo. vegetais ou de outros tipos. São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. medida no viscosímero rotativo. Entram na composição dos cosméticos. gorduras. esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina. São utilizadas como ignífugos. 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). à base de uma ou várias ceras e contendo. substâncias de impregnação de condensadores.07).12. e outros são quebradiços (ceras duras). 2º) não são transparentes. ou por mistura de ceras de tipos (animal.000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota. mesmo refinadas ou coradas estão. ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). contudo. excluídas incluindo-se na posição 27.24). agentes de conservação.23). por exemplo). d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos. varetas ou formas semelhantes (posição 34. São. qualquer que seja a sua apresentação. de encáusticas. acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C. a cera composta de parafina e ácido esteárico. d) acima de 40°C. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo.) quando misturados. animais. com exceção das compreendidas na posição 32. em geral. As misturas de ceras minerais são. pomadas para polimento. agentes de conservação de madeira. etc. lubrificantes. B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. igual ou inferior a 10 Pa.02.e de diestearato de glicerol. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). Além disso. dos lubrificantes. g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. etc. C) Produtos que apresentem características de ceras. Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas. matérias minerais ou outras matérias. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida. Contudo. etc. As ceras animais ou vegetais não misturadas. emolientes. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. por exemplo). podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como. di. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante. os produtos desta espécie possuem. de aminas ou amidas graxas (gordas*). as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. e) um pouco acima do seu ponto de fusão. Entre elas. a mistura de mono. As ceras minerais não misturadas. posição 39. especialmente). ferraduras. As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes.12. 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. etc. as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante.01). 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27.14. as ceras de polietileno. modificado por pequenas quantidades de sabão. excluídas as ceras da posição 27. além disso. b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. não formam facilmente fios. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. etc. os produtos mencionados nos grupos A).09.12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria.16). 38. fundem sem se decompor. dos revestimentos.07.12. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita. B) e C). vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. As ceras dos grupos A) e C). f) são maus condutores de calor e de eletricidade. e 2) uma viscosidade. de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol. Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. Atualizado em 04/01/2011 . apresentados isoladamente (Capítulo 29).05. todavia. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios. excluídas e classificam-se na posição 15. isolantes.s (ou 10.24 ou 39.A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo). constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. policlorobifenilas ou policloronaftalenos. acima são excluídos da presente posição (posições 34. Além das exclusões já mencionadas. mesmo solúveis em água. f) As misturas de mono-. b) Os óleos hidrogenados. como aglutinantes. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética. etc. obtidas por síntese (por exemplo. h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais.24). mas podem ser translúcidos. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal). mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. de lubrificantes para têxteis. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. estão também excluídas e clasificam-se na posição 27.05). todavia.21. ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas. tintas.

bem como os amidos e féculas modificados.Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. se necessário. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. PASTAS ("OUATES"). fogões. c) O degrás e o degrás artificial (posição 15. oleados. 3505. IMPREGNADOS. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool.20 . contendo pó ou poeira de diamante.Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes. 1) A dextrina. por oxidação. não superior a 10%. podem ser próprias para usos domésticos ou industriais.24.20 . de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante.10 . Estas preparações.22). como dextrina.40 .10 . de essências de petróleo da posição 27. bem como as preparações em pasta ou em pó.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS. geralmente. etc. que provém: . o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados.34. As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. 3) Os produtos para polir.quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição.quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula. em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido. 38. estas preparações são à base de ceras. para calçados ou para couros 3405. em geral. abrasivos ou outras matérias. feltros. .) ou de diástases. 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão. falsos tecidos. por exemplo. ladrilhos. para calçados. 34. Se não forem usados reagentes.10 ou de produtos das posições 38. São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral. ou em pó. COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS.05 . etc.03. para arear (utensílios de cozinha. Apresentam-se. 3405.). REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES). AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS). 35. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias. 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro. móveis. muitas vezes. Atualizado em 04/01/2011 . revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. para conservação e limpeza de móveis de madeira. Os amidos reticulados (por exemplo.04. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas. A presente posição abrange igualmente o papel. Conforme os casos. muitas vezes acondicionadas para venda a retalho. os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. expresso em dextrose. FELTROS.30 . No entanto. cremes e preparações semelhantes. tabletes ou varetas. isto é. são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear.10. b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes. as encáusticas (para assoalhos. por exemplo.24). VIDROS OU METAIS. impregnados. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas. soalhos e de outros artigos de madeira 3405.Pastas. de produtos químicos (ácidos. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras. plásticos alveolares ou borracha alveolar. eterificação ou esterificação. É solúvel em água aquecida. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34.10). A dextrina apresenta-se em pó branco. etc. apenas se incluem aqui.Encáusticas e preparações semelhantes.Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados.Pomadas. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32. azulejos. que se classificam segundo a sua natureza (trata-se.). álcalis. impregnadas.90 . etc. Capítulos 25 ou 28). cobre. exceto preparações para dar brilho a metais 3405. PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados. d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. pastas (ouates). etc.14 ou 38.05 . tais como as pomadas e cremes para o couro. constituídas por matérias de polir muito macias. pós e outras preparações para arear 3405.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados. Todavia. sobre matéria seca.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO. Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. no estado pastoso ou líquido.). ENCÁUSTICAS. os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor. vidros ou metais (prata. tais como cré ou kieselgur. em pequenas quantidades. respectivamente). de reagentes químicos. pias. amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. adicionadas de matérias corantes.) e as preparações semelhantes. FALSOS TECIDOS. posições 27.

junta-se um pincel. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca. etc. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. preparados da parte B) abaixo. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido. Estes produtos são utilizados na fabricação de papel. capacidade de aglutinação em presença de água. bem como nas indústrias têxtil. principalmente. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. B) As colas e outros adesivos preparados. etc. desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento. por exemplo. não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura.01 a 39. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. neste caso. especialmente.. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. De uma maneira geral. na indústria têxtil. latas ou bisnagas metálicas.09). COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. caixas de cartão. B) As colas à base de amidos ou de féculas. com peso líquido não superior a 1 kg. de tipo apropriado. do papel ou semelhantes (posição 38.02). 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo. Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis. sacos de papel. superior a 10% (posição 17. do couro. podem mesmo consistir. por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11. tendência a se gelificar ou a se cristalizar. hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos. em potes ou em latas. d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. entre os amidos e féculas esterificados. às vezes. etc. utilizado. com os nomes de "goma" e british gum.06). utilizados na fabricação de explosivos. 35. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal. por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. em geral. na indústria das tintas. 5) Os outros amidos e féculas modificados.9 . cloreto de magnésio). de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35.10 . às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos.99 . expresso em dextrose. para as indústrias têxtil.Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. Às vezes. contendo pequenas quantidades de caulim. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta. soda cáustica). acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. em geral. amarela ou acastanhada e alguns designam-se. como colas. 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS. sobre matéria seca.Adesivos à base de polímeros das posições 39. uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades. em contato com ácidos diluídos. com peso líquido não superior a 1kg 3506. Atualizado em 04/01/2011 .06 . acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. do papel ou metalúrgica. a frio. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. Estas embalagens para venda a retalho são. como pó para luvas cirúrgicas. Utilizam-se. em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição). temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo.. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos.91 . São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. 3) Os adesivos à base de silicatos. Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. Este grupo compreende as colas e outros adesivos.08).COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS. cuja cor varia do amarelo ao castanho.. frascos ou potes de vidro. claridade da solução e do gel.Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina. por exemplo. 3506. c) As colas acondicionadas para venda a retalho.Outros: 3506. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó. os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS.13 ou de borracha 3506.

De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.31 .De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702.39). sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos.39 . MESMO EM CARTUCHOS. 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha.03) e as colas à base de amidos ou de féculas. seja após transformação.. pigmentos.01).De largura superior a 105mm.Outros: 3701. NÃO IMPRESSIONADOS.Outros: 3702.55 . que em certos países por vezes se chamam "colas".Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701.10 . e comprimento superior a 30m 3702. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL. FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS.02).91 .42 .3 . exceto para fotografia a cores 3702. dextrina (posição 35. etc. exceto para diapositivos 3702. não perfurados. para fotografia a cores (policromos) 3702.Outros filmes. enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35.56 .20 .De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702. silicatos não misturados (posição 28...41 .De largura superior a 16mm. caseinato de cálcio (posição 35. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras. mas não superior a 35mm.5 .De largura superior a 16mm. não perfurados.Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701.Para fotografia a cores (policromos) 3701. Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam. de largura superior a 105mm: 3702.Outros 37. NÃO IMPRESSIONADOS.53 . FOTOGRÁFICOS. que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39.9 ..32 .08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40). mas não superior a 35mm. EM ROLOS. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.4 . cargas inertes.. mas não superior a 35mm.. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.01 a 39. Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38.43 .30 .... para fotografia a cores (policromos): 3702. SENSIBILIZADOS. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas. para diapositivos 3702.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38. DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. por exemplo). solventes orgânicos. mas não superior a 610mm 3702.01 a 39. b) Os produtos tais como: visco (posição 13.99 ..05).02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS.13 (Capítulo 39 ou posição 32.13 que.14. EM ROLOS.10 .De largura superior a 16mm. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.. FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS.Para fotografia a cores (policromos) 3702. classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos.De largura superior a 35mm 3702.Para raios X 3702.De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 .51 . e comprimento não superior a 30m. 3701. de largura não superior a 105mm: 3702.. Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32.. seja no estado em que se encontram.91 . e comprimento não superior a 30m. agentes de vulcanização e resinas.Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702.. as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39. 37.44 . plastificantes. SENSIBILIZADOS.24).20 .4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.9 .De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702.01).01 CHAPAS E FILMES PLANOS. as colas de origem animal (posição 35.Outros.54 .52 . NÃO IMPRESSIONADOS.Para raios X 3701. SENSIBILIZADOS.Outros 3702. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.Outros filmes.05).). solventes. 3702.Outros filmes. NÃO IMPRESSIONADOS. Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima...De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m. independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga. contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702.

etc. sensibilizados. fotografia de raios cósmicos. Neste caso. como as chapas da posição 37. fotográficos.23). em rolos. antes da exposição. cartão ou têxteis (negativo). Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz. Abrange igualmente filmes planos. de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. sendo as suas larguras normais de 35. para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. não são.. não impressionados. sensibilizados e não impressionados. Estes artigos utilizam-se para fins variados. 9 1/2 ou 8 mm. recobertas de uma emulsão. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.01). fotografia aérea. Esta posição não compreende os papéis. por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador. estão excluídos (posição 37. ou por outro modo de acondicionamento. heliogravura. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia.02).. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios. b) Os filmes não sensibilizados. astronomia. Todavia. que depois de terem sido impressionadas e reveladas. às vezes. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é.De largura superior a 16mm. Algumas chapas. fotocromotipografia. de vidro.03). acetato de celulose. São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens. Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens. do cartão ou dos têxteis. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição. são quase sempre sensibilizados nas duas faces. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível. e comprimento não superior a 30m . Estes artefatos utilizam-se. Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos. Atualizado em 04/01/2011 . Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos. são excluídos (posição 37. incluída a dentária. mas não superior a 35mm. sensibilizados. Algumas dessas chapas devem. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. Estas chapas e filmes planos (isto é. em rolos (posição 37. e que estão incluídos na posição 37. sejam utilizadas em processos de impressão. O suporte é flexível. que se utilizam. mas não gravados (posição 85. tal como acetato de celulose. são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo). 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. em rolos.De largura superior a 16mm.02). e comprimento superior a 30m . 2) Em radiografia. não planas). Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37.01. reprodução fotomecânica ou para usos especiais.. de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. mas não superior a 35mm. sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade. 16. todavia. de plásticos (Capítulo 39). Podem ser de qualquer matéria. pode também ser de metal ou de pedra. Pelo contrário. etc. do cartão ou dos têxteis. como negativos. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. fotomicrografia. para processos de impressão fotomecânica. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas. permitindo obter.95 . fotografias positivas acabadas. de matérias diferentes do papel. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos. quer por um invólucro apropriado. B) Os filmes fotográficos planos. por exemplo). Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. b) Os filmes sensibilizados. papel. cartões ou têxteis.). os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.93 3702. de matérias diferentes do papel. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada.3702. sensibilizados mas não impressionados. c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. apresentados em rolos. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces. sensibilizados mas não impressionados. As fitas e filmes.01). Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. instantaneamente. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico. em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais. do cartão e dos têxteis (posição 37.94 3702. consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. fotocolografia. os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente.03. Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria. geralmente. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza).

podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados. etc. as chapas e filmes das posições 37. em virtude de sua transparência. purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos. tais como descoramento. extração de benzol do gás de hulha. cartões e têxteis.20 3705. turfa.) em presença de vapor de água. por exemplo). Os produtos desta natureza obtêm-se. também se designam por diapositivos. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente. etc.).90 .). que transmitem ao produto a atividade de adsorção química. fotográficos. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides. Sob forma granular. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações. estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e.05 3705. etc.CARVÕES ATIVADOS.10 3705. revelados. depuração da água. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. etc. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado. glicose.90 CHAPAS E FILMES.01 e 37.37. azeite. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado. facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes. mineral ou de outra origem (carvão de madeira. de coco. elevada. a formação de cargas superficiais.CARVÕES ATIVADOS. Os carvões ativados.42). antracita. de catálise ou de permuta iônica. permuta iônica. podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer. Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos). que possuem numerosos pontos formando um quadriculado. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. Atualizado em 04/01/2011 . tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos). EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS. 38. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. 3802. produtos farmacêuticos. FOTOGRÁFICOS. por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química). os positivos. Embora tenham uma densidade de carga elétrica. Em contrapartida. desde que. Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados.) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. de deformações da rede. em geral. Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes. catálise. quando impressionados e revelados. utilizadas nas artes gráficas. Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química). hulha.Carvões ativados 3802.06. de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases). e que devem ser classificados na posição 37. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície. às vezes. e as restantes tramas obtidas fotograficamente.02 . Assim. IMPRESSIONADOS E REVELADOS.Para reprodução ofsete . não são descorantes. vinhos. A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes). Entre os produtos compreendidos nesta posição. NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. no caso das substâncias cristalinas. filtração.Outros Esta posição abrange. II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). Em geral. químico. bauxita. Normalmente.). prontas a serem utilizadas (posição 84. conseqüentemente.Outros A. em geral. . quando em suspensão na água. empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. etc. adsorção de gás ou de umidade. a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila.. linhita. Esta posição compreende os positivos e negativos.02.10 . b) Os papéis. obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal.Microfilmes . por tratamento químico ou térmico. quando se trate de filmes perfurados. em pó fino.

os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. neste caso. a temperatura elevada (1. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . 2) O negro de sangue. obtido por calcinação de desperdícios de marfim. poroso.18). Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). depois de uma primeira trituração. sofrem um choque térmico numa chama. vegetal ou animal. exclui-se (posição 25. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. selecionadas. B. agentes de suspensão e aglomerantes. de origem mineral. É um produto de cor negra. etc. caso contenham aglutinantes. trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. 2) Algumas rochas vulcânicas.10 .03 ou 30. tais como: 1) A diatomita ativada.b) As matérias minerais naturais ativadas. a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). nas indústrias do açúcar. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e. secas e trituradas.24). Estas terras são selecionadas. da glicose. automóveis. caso em que essa proporção é muito mais elevada. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. Ativadas por um agente alcalino. tais como a alumina ativada (posição 28. às vezes. na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas. 38. em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal). especialmente).ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA.15). por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada. tais como as perlitas. usam-se sobretudo para descoramento de óleos.24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. nopineno ou beta-pineno. etc. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração. em virtude do seu elevado poder de intumescimento. de cor preta. no tratamento de bebidas. ou mesmo em pasta. limoneno. em pedaços. e) A perlita expandida.11 ou 38. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes. de carapaças de tartaruga.Outros Esta posição abrange. tais como cloreto ou carbonato. para a fabricação de produtos de polimento. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. aveludada. essencialmente. de galhadas. 4) A bauxita ativada. 4) Os negros de couro. É um descorante muito empregado em numerosas indústrias. são emulsificantes. emprega-se principalmente como catalisador. de sódio. Também se usa. Todavia.07). posição 38. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos. Estas duas categorias de produtos. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS.Óleo de pinho 3805. em peso). que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante.) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. etc. em grãos. (posição 33. o gel de sílica ativado (posições 28. muito leve. que.20 .Essências de terebintina. de limpeza e. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). ativadas. Ativadas por um ácido. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. agente desidratante ou descorante. por exemplo. descalcificadas pelos ácidos. por meio de um agente alcalino ou ácido. e. gorduras ou ceras. c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. a partir de ossos previamente desengordurados.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). particularmente na do açúcar. para filtração de águas. como pigmento preto. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado. transparentes e de superfície curva. ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL. seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. b) Os produtos químicos ativados. etc.12). de cascos. parece constituída por lamelas muito delgadas. 3) As argilas e as terras ativadas. conservando.42 ou. consoante a sua utilização. em seguida. consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. de densidade aparente muito fraca.90 . Apresenta-se em pó. Examinada ao microscópio. d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico. calcinadas em presença de agentes sinterizantes. para descrever certos tipos de negro de ossos).. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. que se empregam.06). especialmente.05 . 3805. de chifre. 3) O negro de marfim.24).000°C ou mais). que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis. DIPENTENO EM BRUTO. que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

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Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

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Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

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Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

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1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

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f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

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óxidos metálicos. naturais ou sintéticos. As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros. por exemplo). Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. científicos ou industriais. em hospitais. Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. Ela inclui também os materiais de referência certificados. cromo. no campo.12). b) Os compostos de constituição química definida. misturas redox. Todavia. apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29).12 . MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE. excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. densidade. etc. de cetonas na urina. neste último caso. Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos. em certos casos. por exemplo). seria classificada em outra posição. Atualizado em 04/01/2011 . A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26. paládio. água. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006. dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento. molibdênio. A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte. etc. o alquilítio). os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. níquel. são o cobalto. é. platina. gel de sílica. Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. quer na forma de uma preparação e são compostos. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora.06. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815. Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas.19 . Como exemplo destes kits. os papéis indicadores de pH.. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos.22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. porém. matérias corantes sintéticas da posição 32. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis. quer por misturas à base de substâncias ativas. que se apresentem sob as formas de pó muito fino. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos. biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho.04 ou qualquer outra substância que. MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38.90 . na maior parte dos casos. ou.. cobre e o zinco. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias.02. 38. Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. como tal ou sob a forma de compostos. Eles podem ter. os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. por exemplo. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas.Outros 3815. em geral.3815.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71. por vezes ativado. plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol. constituído por alumina. (Seções XIV ou XV). e aqueles à base de enzimas. Estas preparações incluem-se. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar.12). a posição 38. O suporte. da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio).Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. de mais de um constituinte. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos. Não se incluem. por exemplo). 2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo.22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS. carbono. geralmente. Os metais mais utilizados. de alguns metais. por exemplo). em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte"). Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. Trata-se. para fins de classificação dos materiais de referência certificados. são exemplos de "catalisadores em suporte".06.06 (por exemplo. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. veterinários. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. na indústria. de tela metálica. c) materiais.02 ou da posição 30.30). avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30. em suporte. Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório. apresentada isoladamente.. a domicílio.02 OU 30.

Atualizado em 04/01/2011 . com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34. compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32. que se consideram preparações da presente posição).90 .Outros Esta posição abrange: A. c) Matérias corantes da posição 32. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente. misturadas com areias de moldação. alumínio. por exemplo.60 . zinco. geralmente. 38.09.44 3824. o número 23). As preparações aqui referidas podem ser também compostas. (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. salvo raras exceções.50 . Estes produtos.Ácidos naftênicos. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. ao passo que. exceto o da subposição 2905. 3824. para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82. alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais. os naftenatos de cálcio. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+).Aditivos preparados para cimentos.. Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas. excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes. Todavia. por exemplo). bário. PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS).46.. total ou parcialmente. seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). argamassas ou concretos (betões) 3824. B. por vezes. podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais. Contudo.43 a 28. dextrina. quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos.PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7. cromo e de chumbo. Trata-se de preparações que. ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver. manganês.Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824.30 .21). cobalto.02 e dos sais das posições 28.40 . de molibdênio.71 . quer como componentes desses alimentos. quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares).46 (ver a Nota 1 da Seção VI). 19 e 31).7 . quer preparados especialmente..24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO. e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas. Incluem-se aqui.Argamassas e concretos (betões). etc. abaixo).20 . não refratários 3824. por exemplo. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824.06.05. cobalto).Outras 3824. e de substâncias alimentícias. melaço ou de polímeros do Capítulo 39.10 . classificam-se na posição 35. quer. Desde que não contrariem as disposições acima. em soluções.Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio.. misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824.04. consistem.43 a 28. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. incluem-se na posição 21. beneficiadores de panificação. mucilagens vegetais.) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29.AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição.Sorbitol. dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição. à base de produtos resinosos naturais (por exemplo.Carbonetos metálicos não aglomerados. colofônia). ou outras substâncias com valor nutritivo. As preparações (químicas ou de outra natureza).79 . por produtos químicos (o que constitui o caso geral). etc.Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição. d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38. óleo de linhaça. mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28.

01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. 6) As misturas de carboneto de cálcio. Neste último caso. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. exceto os polímeros do Capítulo 39. 5) O sorbitol. bromoiodeto de potássio. produtos farmacêuticos. que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas. por exemplo. 8) Os sulfonatos de petróleo. em pastilhas. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho. para este uso. geralmente. Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. Quando se juntam às águas duras. trocam. Pode empregar-se um único produto (por exemplo.42). obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. postos em contato com uma solução eletrolítica. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio.04. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos. em latas ou em forma de canetas. empregadas como emulsionantes de gorduras. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. por exemplo. Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. e tetra(oxietileno) glicol. 4) As argamassas e o concreto (betão). 11) As misturas de mono-. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. alcatrão de ossos). Além de outros usos.04. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38. fotocópias. por exemplo. por exemplo. brometo de potássio. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). acondicionados para venda a retalho. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas. nas indústrias têxteis. cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco).02. di.04. aglutinantes e solventes. em lavanderias. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di. que se obtêm durante a retificação das fleumas. matérias taninosas. tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa. muitas vezes. na maior parte das vezes. Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. contendo outros polióis.5 g classificam-se no Capítulo 28. um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. etc. insolúveis em água. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia.07 ou. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido. Todavia. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia. contidos em frascos pequenos. etc. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão). as preparações à base de óxido de cálcio. cuja tampa tem. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo. as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio. incluem-se na posição 34.5 g ou mais. para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras.05. por meio de reação reversível.e polissacarídeos. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29. com exceção daquelas contendo aglutinantes. sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. pela ação do ácido sulfúrico. plásticos. 12) Os óleos fúsel. um pincel. etc. por exemplo. As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não). tri-. Atualizado em 04/01/2011 . quando apresentem características de ceras artificiais. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. não refratários.04 (cristais de cloreto de potássio). 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. tais como os de metais alcalinos. 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes. por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio.05. que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. É um líquido negrusco e muito viscoso. 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). 18) Os compostos absorventes. quando mergulhado em água. 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas.14. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio.3) Os aditivos preparados para cimentos. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). possui um pincel). Estes compostos apresentam-se. folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. manuscritos.01. na posição 25. etc. de cheiro fétido. zircônio. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. são todavia excluídas (posição 28. cloretos de potássio ou de sódio. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho. ácidos graxos (gordos*). argamassas ou concreto (betão). 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. um dos quais. excluído o da posição 29. São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida. misturas de di-. por exemplo. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. cosméticos.. etc. matérias têxteis). São compostos insolúveis que. utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. por exemplo. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos. sem qualquer processo de separação. à base de bário. em tinturaria. produtos alimentícios.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol. contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas. de amônio ou de etanolaminas. Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente. na posição 34.) cujo peso unitário é de 2.

utilizadas para fins edulcorantes. as tortas alcalinas (cakes alcalinos). excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. Trata-se de preparações à base. que não sejam substâncias alimentícias. o metaniobato de chumbo. Podem obter-se talhando com precisão. gelatina. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. por tratamento especial. mesmo contendo 70% ou mais.). Estes sais.Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38. constituídos por um micélio inativo. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. apresentados isoladamente.. cimento. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. etc. amianto. por exemplo). a ser utilizada.14. e de substâncias. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. melhoram a sua qualidade (facilitam. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). que se obtêm por meio de microrganismos. Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham. misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. e utilizado. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo. ainda.Capítulos 28 ou 29 . dentes artificiais). 30) Os sais para salga. o titanato de cálcio. a turmalina. o zircotitanato de chumbo. das posições 71. por exemplo. que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação. mais de 70% de substâncias ativas. 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência. e que. como pasta para modelar. 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base. os ortomonofosfatos de amônio. quartzo e de feldspato. 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. musgo-da-irlanda ou albumina de ovo.desde que constituam compostos de constituição química definida. para fins anestésicos. 31) Alguns elementos não montados.07). não contendo. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos.03 ou 71. A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. que atuam quimicamente para evitar a ferrugem. o tartarato de etilenodiamina. de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos. talco. sulfato natural de bário. a dispersão dos pigmentos corantes). em uma proporção de 10% a 15%. que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura. depois de ter sido misturado com água. Todavia. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. 23) Os diluentes compostos para tintas. abrasivos. mica. cristais cultivados de alta qualidade. etc. constituídas por gorduras. após refinação. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. filtração e primeira extração. no sentido do seu eixo elétrico. cortados.06. a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. em uma proporção igual ou superior a 70%. As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). por exemplo. gesso.07. Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. em razão do guanino que contém. ardósia. cola e cré. em alguns casos. contendo éter diétilico e óleos de petróleo. São artigos de pequenas dimensões. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. de césio e os cristais mistos destes últimos. conforme o caso. a função de pigmentos.10 ou 34. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré. 26) A cal sodada. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo. Todavia. que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas. 28) As preparações antiferrugem. caso contrário. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. etc. etc. em peso. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. auxiliares de filtração e. além de outros elementos. a clorotetraciclina. antibióticos). classificam-se na posição 21. constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto.22). calcita. Consistem principalmente em misturas à base de caulim. para controle da temperatura dos fornos. Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . classificam-se na presente posição. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. de ácido fosfórico. Permitem assim. b) O titanato de bário. em peso. comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais. por exemplo. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário. 22) As preparações enológicas. por exemplo. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas. tais como cola de peixes. tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio. de rubídio. etc. etc. geralmente. dolomita. que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina). para fabricação de essência do Oriente. 29) As preparações (por exemplo. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. carbonato natural de magnésio.04).. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. em submarinos. de uma película hidrófuga de ácido esteárico.03. quando adicionados de açúcar. neste caso. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. geralmente de forma piramidal.). por fermentação. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). sendo cada partícula revestida. especialmente.

constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras.79 As subposições 3824. ceras. da posição 38. DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84. 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes. mástiques. de feldspato e de silicato de sódio. consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas. da posição 68.71 e 3824. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas. depois de epoxidados. quer se apresentem em massa (caixas.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA. utilizado na fabricação de placas de acumuladores.12 .03). etc. Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil.Poli(acetato de vinila): 3905. argilas). ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio.Mistura de diversas argilas e de feldspato. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado. etc. Excluem-se. comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo".Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 .05 . os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação.).. 39.Mistura de diversas argilas. as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27.Public. 3905. sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam. de couros ou indústrias semelhantes. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias. EM FORMAS PRIMÁRIAS. 42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico. dispersões de polímeros de vinila. 2º) Trimerizados. tal como o benzeno. em proporções variáveis.19 . todavia. Subposições 3824.. fósforo ou potássio.Em dispersão aquosa 3905. consistindo em produtos classificados quer em posições distintas. da posição 68. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27. . vernizes.71 e 3824. na indústria do papel.43. glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim. em rolos de impressão e para usos semelhantes. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA. janeiro de 2006 .10. SRF nº 612. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. etc. quer numa mesma posição do Capítulo 25. tambores.Mistura de argila. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . em peso. areias.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos). mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto). utilizadas para reproduções gráficas. pela Instr. Os produtos misturados contendo.12. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. para a fabricação de mós abrasivas. adesivos.Outros 3905. de constituição química não definida. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. Norm.06. tais como as terras de transplante.09. .Mistura de argila. b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som. dextrina.79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. 3º) Esterificados por álcool amílico. . EM FORMAS PRIMÁRIAS. 43) O produto em pó. de carbono e ácido bórico. A composição destas pastas é variável. (Atualização nº 9.) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. 47) As pastas à base de gelatina. sulfato de bário para as pastas de cópia. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão. cosméticos.40) Os produtos gelificantes.2 .1 . preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. Nota Explicativa de Subposições. Estas pastas classificam-se aqui.

cames.50 . São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão. No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros). por serem excessivamente macios e elásticos.10 . O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes.. de longe.Policarbonatos 3907.99 . As cetonas polivinílicas. podem-se citar os éteres polivinílicos. Atualizado em 04/01/2011 . 3907. Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila).POLIACETAIS.Poli(tereftalato de etileno) 3907. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos..07 . bem como em têxteis. aglutinantes e espessantes de tintas.21 .Outros poliésteres: 3907.Copolímeros 3905. Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39. e o polioxipropileno. saltos para calçados.Resinas epóxidas 3907. EM FORMAS PRIMÁRIAS. utilizados como colóides protetores.91 . As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior. POLICARBONATOS. o polímero mais importante.Outros poliéteres 3907. puxadores de portas. cobertores e vestuário. Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol). Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído.91 . em geral o formaldeído. etc.Poli(ácido láctico) 3907.05. dos quais o poli(acetato de vinila) é. mais exatamente.99 . ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. Entre os outros polímeros vinílicos.30 .70 .9 . como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano. adesivos. São geralmente utilizados na preparação de lacas. segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila. acessórios de canalização.20 . pás para bombas e ventiladores. Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X . não servem para a fabricação de artefatos.Em dispersão aquosa 3905. nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero.Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39. etc. portanto. 39. Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39.Resinas alquídicas 3907.11).29 . mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905. RESINAS ALQUÍDICAS. tintas. brinquedos mecânicos..9 . Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos.3905. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES. e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero. tal como os poliacetais. nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero. excluídas (posição 39. glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero.05.Não saturados 3907. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou.Poliacetais 3907.Poli(álcool vinílico). onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído.04. EM FORMAS PRIMÁRIAS. O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila). utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. utilizado na fabricação de peças mecânicas. As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos.. adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis. OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS.60 .40 .Outros 3905. sendo o PPO.30 .. de produtos farmacêuticos e de cosméticos. onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão.. poli(oxidimetilfenileno). painéis de bordo para veículos automóveis. ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído. etc.Outros: 3905.

as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses. obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos. ácidos graxos (gordos*). A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. garrafas para sucos de frutas.40 3909. 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono. . para a classificação das colas). Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). fitas para gravações magnéticas. por exemplo. É um polímero obtido. estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos.20 3909. vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas.4-isopropilidenodifenol). de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados.06. citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico. são muito empregadas para moldação. Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente. etc. cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila. conhecido igualmente como polilactido. resinas de fundição ou de moldagem. em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método. álcoois ou outros polímeros sintéticos). ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. abaixo). o suco de beterraba sacarina. artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. furfurol ou outros). Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d).05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis. revestimentos. RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS. por adição de um composto aminado. Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. resinas de tiouréia . um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico. abaixo). materiais de embalagem e materiais para uso médico. e) Os outros poliésteres. etc. por exemplo. Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). ácido maléico ou ácido fumárico. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. de aparência opaca. geralmente. EM FORMAS PRIMÁRIAS.50 RESINAS AMÍNICAS. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . exclusão b). Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças. tais como. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final.3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. termorrígidos.Outras resinas amínicas .Resinas melamínicas . os melaços. Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. por exemplo. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros).Resinas fenólicas . Estes produtos. pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico. os açúcares. e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade. nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero. por exemplo. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol. o soro de leite ou os amidos). utilizam-se como colas.09 3909. os licores de sulfito. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo).18. aprestos para têxteis. translúcido ou colorido e com brilho notável. com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). adesivos. c) O poli(tereftalato de etileno) (PET). tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo. Normalmente.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído. é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem.3-epoxipropano) com bisfenol A (4. Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais. utensílios de mesa. modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. Empregam-se como revestimento de superfícies. obtidos a partir de um ácido não saturado. um ácido ou um anidrido orgânico. ver as Considerações Gerais deste Capítulo. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida. que podem ser não saturados ou saturados. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos. são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. 39.10 3909.Resinas uréicas. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. Entre os poliésteres saturados. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. oftalato de dialila. Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. São utilizados como adesivos de estratificação. d) O poli(ácido láctico). por condensação de epicloridrina (1-cloro-2.30 3909. por exemplo. por exemplo.

etc. Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34. principalmente.De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 .17 . 2) As resinas de silicones empregam-se. amilfenol.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis. durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas. como por exemplo o óleo de rícino. pela Instr. 3) Os elastômeros de silicones.21 . SRF nº 509.11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo.. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. na fabricação de estratificados. principalmente. (Atualização nº 6. nas posições 39.. principalmente. produtos de impregnação. Utilizam-se. depois. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). acetaldeído. preparadas a partir do butilfenol. produtos líquidos. modificados por adição de resinas naturais (colofônia.Tubos rígidos: 3917.10 . igualmente. A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias. como antiespumantes.03. tais como o formaldeído. pela Instr. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos. 39.16 a 39. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40.26. notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27. dá a função isocianato livres. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. vernizes. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes.Public. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas.14. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. 3917. Norm. as gorduras de silicones. resistentes a temperaturas altas ou baixas. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones. furfurol. pela Instr. geralmente. o l. e os indutos e revestimentos. entre outros. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo.22 . como dielétricos. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos. b) e c). pastoso.). para preparação de vernizes ou de pós de moldação. compostos de moldação e como fibras. DE PLÁSTICOS. como produtos desmoldantes.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917. UNIÕES). por fim. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros.02). acima. os elastômeros. SRF nº 509. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. Deve. Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas. Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. Norm. reagindo em seguida com fosgênio e calor. Pertencem. tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. que se empregam como pós de moldação. como produtos de impregnação hidrófobos. O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. de álcoois. semifluído. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas. etc. utilizam-se. tubos ou varetas ou outros artigos.Public. contudo. sólido) e compreendem.4-butano-diol. b) As resinas fenólicas termorrígidas. geralmente. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). na preparação de vernizes. de 03/08/2004 . resistentes a altas temperaturas. JUNTAS. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido. São também utilizados como adesivos.escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes.Public. os poliésterpolióis.. os poliéter-polióis. FLANGES. d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a). Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. na fabricação de vernizes. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. Norm. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos). etc. folhas. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. quando a reação está completamente terminada. de 03/08/2004 . É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente). DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol. São muito estáveis. (Atualização nº 6. os resitóis. as resitas. de óleos vegetais.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS.10 ou 34. que se classificam. COTOVELOS.De polímeros de etileno 3917. xilenol. etc. (Atualização nº 6. bem como na encapsulação elétrica. SRF nº 509. os óleos de silicones. obtidas em meio alcalino. amianto e mica). de moldações flexíveis. associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. etc. de 03/08/2004 .) ou de fenóis substituídos com aldeídos. 39. estas resinas empregam-se.2 . o diisocianato de tolueno). como revestimentos ou como produtos de impregnação.

18 .Em rolos de largura não superior a 20cm 3919.Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos.29 . 3919. o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão.50 . flanges).2 .De outros plásticos 3923. de plásticos combinados com outras matérias. DE PLÁSTICOS.40 .3 .Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos.Outros. A segunda parte da posição.40 .ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM. bidões. 3918. AUTO-ADESIVAS.33 . carretéis e suportes semelhantes 3923.De polímeros de cloreto de vinila 3918. abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos.De outros plásticos 3917. Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII)..De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos. juntas. Entre eles. ROLHAS.90 . não reforçados com outras matérias. bolsas e cartuchos: 3923. fusos.10 . e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos. tampas.5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular. os cartuchos e sacos de lixo). não reforçados com outras matérias. MESMO AUTO-ADESIVOS.. EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS. sem acessórios 3917. garrafas e frascos.Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo. DE PLÁSTICOS. Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII). de parede ou de teto da posição 39. oval. TAMPAS. PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS.Outros 3917.21 .30 .Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo. caixotes. retangular (de comprimento não superior a 1.Garrafões. isto é. cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo..29 . entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos. frascos e artigos semelhantes 3923.39 . Todavia..6MPa 3917. desde que apresentem seção transversal interna redonda.31 . cotovelos.De polímeros de cloreto de vinila 3917. sem umidificação ou qualquer outra adição. DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO. podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas.. garrafas.Caixas. Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias. tambores..90 .Bobinas.Rolhas. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923. mesmo em rolos. FOLHAS. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição. 39. Atualizado em 04/01/2011 . caixotes.Outros. etc. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. 3923. nem associados de outra forma com outras matérias. 39. com exclusão dos revestimentos de pavimentos.19 .23 . FITAS. nem associados de outra forma com outras matérias. engradados. (No que respeita à classificação dos tubos. TIRAS. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo).10 .10 .3917. à temperatura ambiente. que.. DE PLÁSTICOS. 39. DE PLÁSTICOS. Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo. com acessórios 3917.Sacos de quaisquer dimensões.REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS)..De polímeros de etileno 3923. CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES.14. Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48.CHAPAS. sacos (incluídos os de pequeno porte. em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas.Outros tubos: 3917..23 . MESMO EM ROLOS.18.90 . garrafões. engradados e artigos semelhantes 3923.32 . DE PLÁSTICOS. incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis. são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão.

funis. saleiros. b) As bobinas. Norm. tampas. cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes. conchas. Excluem-se. as "tinas" para duchas.).Guarnições para móveis. cestos (para pão. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede. bules para café e chá.14. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas. porta-caixa-de-fósforos. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada. por meio de parafusos. coberturas. por vezes. de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. os bicos para mamadeiras e as dedeiras. mesmo que possam ser. (Atualização nº 5. etc.26 3926.25). terrinas. Pelo contrário. tais como aventais.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café. incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios. porta-escovas-de-dentes. sejam utilizados para esse fim. SRF nº 509. irrigadores. carretéis. os pratos. manteigueiras.24). canecos e copázios para cerveja. regadores. DE PLÁSTICOS. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas. saladeiras. cortinas. que são produtos intermediários de forma tubular. estojos escolares. rolos para estender massa.20 3926. cestas de lixo. porta-facas.Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições. São incluídos aqui. os recipientes classificados na posição 42. posteriormente. capas de proteção para móveis. por vezes.Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924. carroçarias ou semelhantes .10 3926.05. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos. galheteiros. descansos de travessas. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). canelas e suportes semelhantes. lavabos (toucadores*) ou cozinhas. cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho). bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63. recipientes próprios para lavagem dos olhos. 39. devendo a parte abaixo da rosca ser transformada. petisqueiras. de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. especiarias. Todavia.). porta-rolos-de-papel-higiênico. os cinzeiros. pela Instr. marcadores de livros. D) Por último. escumadeiras. penicos. cântaros de cozinha. entre outros. 3924. cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39. para gorduras. de 09/02/2004 . escarradeiras. 4) As capas. pastas para documentos. estão compreendidos na presente posição.Public. pasta para papéis. especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico.14. mitenes e semelhantes) ..23).10 . etc. garfos e colheres. frutas. Atualizado em 04/01/2011 . compoteiras. carroçarias ou semelhantes.Estatuetas e outros objetos de ornamentação . 2º) os esboços de garrafas de plástico. entre os artigos de higiene ou de toucador. para se obter a dimensão e forma desejadas.24 . pregos. C) Entre os artigos de economia doméstica. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. c) As rolhas.02. Os capuzes amovíveis. .SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. para salga. babadouros. as saboneteiras. argolas de guardanapos. de plásticos. espongeiras. etc. molheiras. cintos. caixas para cozinha (para farinha. utilizados para esse fim (posição 39. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. fusos.). etc. DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. baldes de toucador. cuvetas. 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*). 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação. de terrinas etc. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes. leiteiras. açucareiros. estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo. toldos. toalhas de mesa. mostardeiras.Artigos de escritório e artigos escolares .90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39. recipientes graduados para cozinha. etc.01 A 39. quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam. mesmo que. mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. oveiros.01 a 39.40 3926. xícaras (chávenas). espátulas (corta-papéis). potes para doces. facas.30 3926.90 . incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes). da presente posição certos artigos de uso doméstico. 39. 2) As guarnições para móveis. patinhos (papagaios ou compadres). comadres (aparadeiras).A este respeito. DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. travessas e bandejas de qualquer espécie.

desde que conservem a característica de tubos.6) Os parafusos. os preservativos.. Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo.Sem acessórios 4009. 4010.. sem fim. UNIÕES).Outras 4010. 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. ponteiras para pés de móveis. DE BORRACHA VULCANIZADA. por exemplo. contas. etc.Correias transportadoras: 4010.12 . cotovelos. cabos (de ferramentas.4 . de qualquer espécie. bolsas para colostomia. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão.02). cantos para malas.12 .42 . comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar). cortados em comprimentos determinados ou não. uma espiral de fio metálico.11 .09. Pelo contrário. mesmo que não se encontrem montadas. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 . COTOVELOS. e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. facas.Reforçadas apenas com metal 4010. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas. de 09/02/2004 Public.3 . (Atualização nº 5. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas. posição 59.Public. garfos.Com acessórios 4009. SRF nº 509.Sem acessórios 4009. Além disso. revestidas.41 .Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010.11 . e seus acessórios.TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem.90. SRF nº 509.. pela Instr. MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. os pessários. ganchos de suspensão. Seção XVI).CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39. recobertas. as bolsas para gelo.14.. 4009. exterior ou interiormente..Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida. de 09/02/2004 . os sacos irrigadores.3 .Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009.). de uso geral. ou de fios metálicos imersos na borracha.Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009.Com acessórios 4009. 40. impregnadas. salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo. de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados. Estes tubos classificam-se na posição 59. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo).Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009.Sem acessórios 4009. ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união.10). de matérias têxteis.19 .Com acessórios 4009. cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha. denominados "tubos tecidos".2 . porcas.itens acima renumerados) 40. de plástico ou estratificadas com plástico.1 . de transmissão ou para elevadores.. pela Instr. de transmissão ou para elevadores. 11) As chupetas... arruelas (anilhas*) e artefatos análogos.31 . As correias transportadoras. flanges. algarismos e letras...32 . Norm. Norm.31 . estriadas.. apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral. juntas.1 . esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42. "vidros" para relógios. uniões) permanecem classificados na presente posição.Correias de transmissão: 4010. sem fim.Correias de transmissão sem fim.09 . dispositivos intra-uterinos – DIU (3926. Alem disso.90 – Destaque da NCM 34). “pêras” para lavagem intestinal. FLANGES. estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil. DOU 15/02/2005 .21 . que se classificam na Seção XI (por exemplo.22 . 7) As correias transportadoras. as ampolas para seringas. (Atualização nº 5. de seção trapezoidal..10 . Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. podem também possuir.Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009. porta-etiquetas.Sem acessórios 4009. JUNTAS.

em geral. revestidos.. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias. tecidos de malha. estriadas.39 . As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais.30 .32 . de seção trapezoidal.Correias de transmissão sem fim. As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal. com uma circunferência externa superior a 180cm.33 . **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar.externa superior a 60cm. mesmo que não se encontrem montadas. mas não superior a 180cm 4010.Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna.10 .. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. ou por cabos ou tiras de aço. As caneluras e ranhuras. As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+).Correias de transmissão sem fim.Correias de transmissão sem fim. mas não superior a 198cm 4010. As correias. com uma circunferência externa superior a 180cm. mas não superior a 180cm 4010.... A seção destas correias pode ser retangular.34 . etc. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura. As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados. sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada. formada por várias camadas de tecido. com uma circunferência externa superior a 150cm. não estriadas. As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal.. mas não superior a 150cm 4010. recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo). como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica.36 .35 . Seção XVI). mantas de fios têxteis paralelizados. circular. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas. recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados.). não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva. síncronas. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas). mas não superior a 240cm 4010. síncronas.11 . trapezoidal.Correias de transmissão sem fim.Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. exceto as inteiramente de borracha vulcanizada. 40. de tecido impregnado. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal. Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação. são constituídas por uma carcaça. classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo. com uma circunferência externa superior a 60cm. com uma circunferência externa superior a 60cm. Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas. inclui ainda as correias sem fim. de seção trapezoidal. não estriadas. exceto as de orientação longitudinal. 4011.20 . mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação.Correias de transmissão sem fim. etc.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011. de seção trapezoidal. Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia.Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 . mas não superior a 240cm 4010.

Notas Explicativas de Subposições. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie.4011.. a região baixa do pneumático).19 . Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar.04). para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. 4012.12 . Subposições 4011. BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS".Pneumáticos usados 4012.63. que se apresentam na forma de anéis. 4011. no todo ou em parte. DE BORRACHA (+).Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012.62.20 Na acepção das subposições 4012. Nota Explicativa de Subposições. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping). As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado. 4011.6 4011. por exemplo.93 e 4011. de móveis. São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos. rodas e rodinhas de brinquedos.11. Os protetores ocos. de máquinas. bem como as rodas e rodinhas de brinquedos.- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros.PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS. com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.94 Para os fins destas subposições. material de artilharia.61 a 4011.40 4011. que possuem um volume de ar estanque.1 . Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar. Atualizado em 04/01/2011 ..4011. incluindo.Pneumáticos recauchutados: 4012.99 .19.12. 4012.62 --- 4011..69 4011.11 ..94 .Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados.20 .12.69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011. utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão. uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco. 4012.13 . Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios. a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração.13. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável.93 ---- 4011. de vagonetes e veículos semelhantes. DE BORRACHA. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40.Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012. suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados. São utilizadas na recapagem de pneumáticos.50 4011.19 e 4012.Outros 4012. Subposições 4012. 4012. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim. Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39.63 . 4012. por exemplo.90 .61 4011.4011. etc.92 4011.13 e 4012. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. PROTETORES. 40. 4012.12 .Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012.9 4011.11.

10 .12. ônibus ou caminhões 4013.Preservativos 4014. os babeadores.13 e 4012. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha. tais como: preservativos. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados. de proteção para cirurgiões e radiologistas. sacos para gelo e para água quente. MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA. 40. 4014.). sacos para oxigênio. etc. Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012. o vestuário para mergulhadores.Os pneumáticos usados da subposição 4012.11 .11.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013. incluídas as toucas de banho.Luvas. 4012.11 Atualizado em 04/01/2011 . as cintas.. citam-se: as pelerines. reboques ou bicicletas. 2) De tecidos.90 . etc.20 . DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. dedeiras.90 . luvas. exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59). ou de outro modo obtidos. etc. 4012. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA. 40. Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. os aventais.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida).VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS. vaporizadores. Todavia. por exemplo). cânulas. chupetas. feltros e falsos tecidos. esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas. 4013.15. 40.10 . do Capítulo 65.19 ou pneumáticos usados da subposição 4012. 4012. tecidos de malha. 4012.13.11. 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis. revestidos. 4012.13 .Para cirurgia 4015.19 .19 e 4012.20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem.19.ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS).90 .Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem.1 . Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62).14 .20. Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012. escafandristas. Nota Explicativa de Subposições. não endurecida.: 1) Exclusivamente de borracha.Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor. almofadas pneumáticas para doentes. os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. 4012. impregnados.Outras 4015. mitenes e semelhantes). Os pneumáticos das subposições 4012. com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. 4015.12.. os espartilhos.. 4012.11.15 . empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos. por exemplo. mitenes e semelhantes: 4015. Subposição 4015. 4012. no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. etc. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40.Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada. recobertos ou estratificados com borracha. PARA QUAISQUER USOS (+).12. mamadeiras (biberões*). por exemplo.20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. MITENES E SEMELHANTES).13. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. o vestuário. peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas.11. aventais.

9) Os rotores para bombas e os moldes. numeradores. por terem sido fresados. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha.08). reunidos por colagem ou costura.Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos.Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016.. assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI.Outras: 4016.. as torneiras e válvulas. para atracação de embarcações 4016.99 . observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59. c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes. algarismos e semelhantes para carimbos. os colchões de água. os descansos de pratos. timbres. de metal comum. ij) Os carimbos. letras. 4016. 13) Os martelos com cabeça de borracha. gaxetas e semelhantes 4016.. pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico. datadores e semelhantes. e os remendos de qualquer outra forma. g) Os colchões. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. um punho. batentes para portas. rolhas e desentupidores de ralos. do Capítulo 95. impregnados.16 . uma alavanca de sucção. os artigos de espessura muito fina.93 . f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92).06). torneados.10 . 3) As borrachas de apagar. constituídos por uma armação. Atualizado em 04/01/2011 . feltros e falsos tecidos. com os bordos biselados. incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94. 10) Os blocos-amortecedores de borracha. pastilhas para freios (travões). e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). 14) As pequenas ventosas munidas de ganchos.08. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar. apresentam-se em embalagens esterilizadas. mesmo infláveis (insufláveis*)..9 . ou ainda trabalhados de outra forma. 11) As chapas. 4) As juntas.94 . os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos. para veículos a motor.. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90). para a reparação de câmaras-de-ar. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40. revestidos. 40. gaxetas e semelhantes. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais. de borracha alveolar. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. d) Os dispositivos de fixação por ventosa. consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. para ciclos. 6) Os colchões. e os discos de borracha (Seção XV). tecidos de malha. e outros artigos do Capítulo 96.Borrachas de apagar 4016. para atracação de embarcações.14 e 63.. bolsas para fumo (tabaco). 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas. obtidos por moldagem. as luvas para máquinas de ordenhar. jogos e artigos para divertimento e para esportes. 5) As defensas.04. do Capítulo 65. e suas partes. Em geral.Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016.Juntas. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha. apresentando uma grande resistência ao rasgamento. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40.91 .OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.Consideram-se luvas para cirurgia. fabricados por imersão. e suas partes. recobertos ou estratificados com borracha. incluídas as toucas de banho. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho). incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais.De borracha alveolar 4016.Defensas.95 . recobertos ou não. 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular.92 . corte ou desbaste. mesmo infláveis. h) Os brinquedos. travesseiros e almofadas. de uso manual.

. ESTOJOS PARA JÓIAS.91 . Estes artigos podem ser flexíveis. de pedras sintéticas ou reconstituídas.22 . os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria. Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras. sacos para transporte de esquis. para tíquetes (bilhetes). a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro.92 . A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe. CIGARREIRAS. sacos de ginástica.02 .. ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS.Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202.11 . mesmo com tiracolo. mas também os recipientes com tampa semelhantes. dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira.Baús para viagem (arcas para viagem*).9 . ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. DE MATÉRIAS TÊXTEIS.31 . os agulheiros. para cachimbos. de pedras preciosas ou semipreciosas. sacos para a pesca.21 .42. TABAQUEIRAS.. ou de couro envernizado 4202. de pérolas naturais ou cultivadas. Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos. os estojos para chaves. para calçados.). etc. São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado.Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes.. INSTRUMENTOS MUSICAIS. DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO. incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas.39 . E ARTEFATOS SEMELHANTES. incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. não concebidas para uso prolongado. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras).. o couro envernizado. para ferramentas.. os porta-cartas. OU RECOBERTOS.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. para jóias. BOLSAS DE TOUCADOR. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*). mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+). na totalidade ou na maior parte. BINÓCULOS. MALAS E MALETAS.19 .Bolsas. PORTA-MOEDAS. ESTOJOS PARA FERRAMENTAS. 4202. Para este efeito. CARTEIRAS.2 . Atualizado em 04/01/2011 . de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho).29 .Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. o couro revestido e o couro metalizado.1 . e artefatos semelhantes: 4202... A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. MOCHILAS.BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). os estojos para acessórios de máquinas fotográficas. malas e maletas.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*).. ou devem ser recobertos. as cartucheiras.Outros: 4202. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos. especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. as bainhas de facas de caça ou de acampamento. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil.23).32 . incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico. ou de couro envernizado 4202. as caixas para escovas. Todavia. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ.12 .. OS ESTOJOS PARA ÓCULOS.3 . de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR. metal.Outros 4202..99 . SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS. sacos para raquetes de tênis. INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES.Outros 4202. BOLSAS. entre outros.Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202. os estojos para canetas. SACOS DE VIAGEM. É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo).Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. para charutos. Nesta segunda parte. OU ARMAS. DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO. Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo. as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. ou de couro envernizado 4202. com ou sem os seus acessórios. NO TODO OU NA MAIOR PARTE. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária. a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui. etc. PORTACARTÕES.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria). etc.Outras 4202. ou de couro envernizado 4202..

por aglomeração. d) Os artefatos confeccionados com rede. e entre outros. de mesa Atualizado em 04/01/2011 . TOALHAS DE MESA. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45. além disso.Papel higiênico 4818. jogos. blocos. capas de processos.PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES.04. 4202. Estes artefatos classificam-se na posição 42. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS. plásticos.. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE.90 . DE TOUCADOR. 4202. frascos de cerâmica.04 . f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas.02). não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0. TOALHAS DE MÃO. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES.10 . a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas.07). cinzeiros.CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos.91 Para os fins da subposições acima. abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. tijolos. os estojos de óculos. e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte. a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e. granulada ou pulverizada. Subposições 4202. consultar a Nota Explicativa da posição 45. caixas para bombons. cigarreiras.32 e 4202.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46. em especial. Mas. Notas Explicativas de Subposições. etc. DE PASTA DE PAPEL. estojos para chaves. constitui um excelente isolador térmico e acústico. etc. DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818.31 e 4202. tabaqueiras. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco). ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. molduras para fotografias.31.11. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM).). geralmente sob calor e pressão. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada. Além disso. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e. folhas e tiras.03. baionetas ou outras armas brancas (posição 93. por exemplo.10 . a densidade.Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada. que protege a superfície de couro. e) Os artefatos de bijuteria (posição 71. 48. da posição 56.Toalhas e guardanapos. PARA USOS DOMÉSTICOS. Subposições 4202.17). desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59. brinquedos. VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. chapas. g) As bainhas de sabres.Cubos. pastas para escrivaninha. PAPEL. estes últimos para isolamento térmico. tais como: capas para livros.26 ou 73. capas para documentos. se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada. vidro. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. Quanto às exclusões. a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões.08. 45. cilindros maciços. etc.05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias.18 .21. espadas. incluídos os discos 4504.). não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. em muitos casos. a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética. posições 39.30 . 2) Sem adição de aglutinante. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada. com ou sem os seus acessórios (em geral. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante.20 .15 mm). DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS. 4818. preferencialmente à cortiça natural. FRALDAS PARA BEBÊS. a resistência à tração ou à compressão. ladrilhos e peças moldadas (cilindros. ladrilhos de qualquer formato. cola. embora possam apresentar características de recipientes. GUARDANAPOS.39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas. artigos de esporte).26). ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS. c) Os artefatos que. porta-moedas. na fabricação de materiais de construção tais como painéis. 4504. gelatina. Todavia. as carteiras para notas. proteção de tubulações de água quente e vapor. particularmente. alcatrão. ou reforçada com papel ou tecido. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. EM ROLOS. neste caso. A cortiça aglomerada pode. 4202. com óleo.03. a uma temperatura de cerca de 300°C.

03. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose. . não revestidas. 48. citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro.em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE.De bambu 4823. não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo.11. quando não dobradas. impregnados. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes. 2) Os diagramas.90 . Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais.05).recortados em forma diferente da quadrada ou retangular.40 . dobradas ou não.61 . cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular. quando não dobrados. circular.Papel-filtro e cartão-filtro 4823. de pasta de papel. cirúrgicos.90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.69 . permanecem classificados nessas posições. 48. para entrançar.Papéis-diagrama para aparelhos registradores. CARTÕES. por exemplo. Entre os artigos compreendidos nesta posição.05). 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34.40 4818. 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular. em formas diferentes da quadrada ou retangular. de quaisquer dimensões. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. o cartão. 4) As bandejas. CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA.02. em bobinas.20 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. de pasta de papel 4823.50 4818. ou para outros usos.10 ou 48. d) Os artefatos do Capítulo 64.Outros A presente posição compreende: A) O papel. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: . travessas. taças. higiênicos ou hospitalares. 6) As tiras e lâminas de papel. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48.6 . pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. palha ou fibra de papel para embalagem. de largura não superior a 36 cm. copos e objetos análogos de papel ou cartão.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm.23 .. cartão. de papel ou cartão: 4823. Contudo. OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL. composta por tiras finas misturadas. e suas partes do Capítulo 65.Bandejas. não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. 4823. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever. PAPEL. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33).70 . etc. . xícaras ou chávenas. e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante.Outros 4823. em folhas ou em discos 4823. 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel. frutas. imprimir ou para outros fins gráficos.OUTROS PAPÉIS. impressos para aparelhos registradores. bem como o vestuário e seus acessórios.01) ou de pomadas e cremes para calçado. Atualizado em 04/01/2011 .. excluídas as utilizadas para fins gráficos. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos.Artigos moldados ou prensados. pratos.4818. copos e artigos semelhantes. Geralmente. 7) A lã. para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular. papel. pregueados ou em discos. das posições 48. papel. travessas. B) Todas as obras de pasta de papel. pratos. CARTÃO. dentários ou veterinários (posição 30. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. de toucador.

17) Os leques e ventarolas de mão. por colagem ou costura. 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras. se comprimem para aumentar a coesão das fibras. ser facilmente separadas. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais. Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e.06).De algodão 5601. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. eventualmente. e suas partes (posição 67. que. f) Os bilhetes de loteria. mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis. da posição 48. 12) As juntas e gaxetas de papel. posteriormente. O branqueamento. as tiras de papel para guarnecer prateleiras. para enchidos."Tontisses".29 . os suportes planos para enrolar fios. l) Os mostradores de relógios (posição 91. de tecidos ou de outras matérias.22).9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria. tecido ou não. m) Os cartuchos. que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura. já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração. 56. não revestidas. impregnadas ou recobertas.22 . As pastas (ouates) de qualidade inferior. modelos e gabaritos.Outros 5601. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem.02. os mostradores para aparelhos científicos).30 . salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas. Todavia. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis. Deve. de textura volumosa. folhagem e frutos.11). tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates)..02). as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas.01 . fitas. n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94. para selos ou fotografias. os "bilhetes de raspar". e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85). fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil.11). c) Os painéis de fibras (posição 44.PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes. revestidas. ao contrário do que sucede com os falsos tecidos.11.PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS. nós e bolotas de matérias têxteis A. classificam-se como falsos tecidos na posição 56. bem como as suas folhas apresentadas separadamente.05).21 . g) As sombrinhas de papel (posição 66. 15) As tripas artificiais de papel impermeável. classificam-se na posição 71. e) As tiras e lâminas. artificiais. h) As flores.10 . os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos..Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.08). k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. mesmo reunidos. o papel recortado para a fabricação de sacos. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios... b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas. todavia. e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49. de folhas de papel e armação de qualquer matéria. 5601. das posições 48.11.De fibras sintéticas ou artificiais 5601. 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo). d) As tiras e lâminas.10 ou 48. imprimir ou para outros fins gráficos.13. de folhas de papel. de pastas ("ouates") 5601.Pastas ("ouates"). incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS.2 . Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo. Atualizado em 04/01/2011 . outros artigos de pastas ("ouates"): 5601. dos tipos utilizados para escrever. etc. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração. de espessura regular. buchas e separadores (posição 93. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia. mesmo nas duas faces.01). 11) As rendas e bordados de papel. cujas fibras são facilmente separáveis. Na maior parte das vezes. 14) Os tambores de fiação. ou seja.03.14). 16) Os moldes. FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES").

RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS. de plástico. especialmente. etc. etc.02. etc. de lã. etc. de estojos. exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67. tingidas ou frisadas. Provêm das operações de acabamento dos tecidos e. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas.17). d) As fitas de algodão cardado. como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. de lã. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis. barbas postiças. de máquinas para passar a ferro. de escrínios. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha. Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos. por vezes com uma forma mais ou menos alongada. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento). especialmente. h) As perucas de teatro.17 ou 62. de algodão.) entre dois discos.). DE MATÉRIAS TÊXTEIS. entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça. As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas.FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda. e suas partes. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha. são obtidas por trituração de fibras têxteis. etc. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52.07). etc.11). tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. forros de vestuário. etc. Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. algumas vezes. e como material de acondicionamento ou para usos sanitários. acolchoados por qualquer processo.03).05 . C. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). da tosadura dos veludos.. 57. mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório. REVESTIDOS.. para alfaiates (posições 61. EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. B. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto. de amaciantes para têxteis (posição 38. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo. revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33).OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que.10 (posição 58. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. 4) Os tapetes de malha. por fusão.09). b) As pastas (ouates) impregnadas. geralmente. as pastas (ouates) empregam-se. misturadas com fibras têxteis. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. 59.02. Também se utilizam. para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate. 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas. as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola). tais como perucas para bonecas. Em geral têm o aspecto de moqueta ou. preparações para dar brilho. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33. g) As flores. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes. plissadas em cilindros canelados. artificiais. em numerosos casos. Entre os produtos incluídos aqui.05). 3) Os tapetes obtidos por "flocagem".01). cirúrgicos.03 . Atualizado em 04/01/2011 . de algodão. dentários ou veterinários (posição 30. Algumas tontisses. f) Os chumaços e ombreiras. por exemplo). 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. de fibras sintéticas ou artificiais. COM PLÁSTICO.Conforme as suas características. o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. folhagem e frutos.). Capítulo 48). de matérias têxteis. isto é. c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. que também desempenham o papel de suporte. quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte. na preparação de pós de toucador ou de cosméticos. exceto os bordados da posição 58. de móveis.04. Obtêm-se. ij) Os artigos para festas.. MESMO CONFECCIONADOS. etc. da posição 67. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. as exclusões adiante mencionadas). encáusticos. As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. de plástico. que se apresentam em pó (poeiras têxteis). de sabão ou de detergente (posição 34. 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95).TECIDOS IMPREGNADOS. em geral. de peleteria (peles com pêlo*).NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas. de pomadas e cremes para calçados.07. Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. carnaval ou outros divertimentos.05). por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95. por exemplo). na fabricação de fios. ou preparações semelhantes (posição 34. de porta-jóias.

em geral. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. Estes tecidos. uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . desde que.10 . com desenhos provenientes desses tratamentos. na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. como tecidos para mobiliário. as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. Estes tecidos. Entre eles. os tecidos revestidos ou recobertos. classificam-se. São constituídos.09 59. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados. costura ou qualquer outra forma. A expressão "correias transportadoras ou de transmissão". DE MATÉRIAS TÊXTEIS. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. etc. às vezes. que possam enrolar-se manualmente. REVESTIDAS OU RECOBERTAS. malas. revestidos. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55.10 . gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). forma. são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem. confeccionados. para encadernação. para fabricação de bolsas.02). por exemplo. sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. de linho. pantufas ou brinquedos. em geral.09 . com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. Os tecidos cuja impregnação. isto é.04. Todavia. podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. d) Os tecidos impregnados. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico. Além disso.5903. especialmente. revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. Por outro lado. estão igualmente classificados no Capítulo 39. nem revestido ou recoberto em ambas as faces. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. chapas ou tiras. poli(cloreto de vinila)). os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. de algodão. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima.Com poliuretano 5903. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. por simples colagem. recobertos ou embainhados com plástico. incluem-se. de alcatrão ou de preparações químicas. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido.05). 59. classificam-se no Capítulo 39. no entanto: 1) A impregnação. DE PLÁSTICO. Em numerosos tecidos da presente posição. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral. os tecidos combinados com folhas. As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. de matérias têxteis. com plástico.20 . 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico. por simples pressão a quente. com plástico. b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59. de textura apertada. 58 ou 60. vestuário. sem fenderem.MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES. revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo.11. abrangidas pela presente posição. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. muitas vezes colorido. nos Capítulos 50 a 55. parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". nas quais o tecido sirva apenas de suporte. de algodão.11. designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força.04). de plástico alveolar. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. em um mandril de 7 mm de diâmetro. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. bem como os estratificados com esta matéria.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados. o plástico. revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado. espiral de fio metálico). em geral. c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59. face a face.Com poli(cloreto de vinila) 5903. o aspecto do couro. nas duas faces. etc. por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). último parágrafo). são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. ainda. nos Capítulos 50 a 55. recobertos ou estratificados com plástico. de larguras muito variadas. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. consoante os tipos. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. impregnados. MESMO IMPREGNADAS. quer prontos para uso. Excluem-se. Utilizam-se.90 . 58 ou 60). agulhetas. As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. revestidos. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). Capítulos 50 a 55. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios. da posição 56. Algumas correias. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial. lâminas ou formas semelhantes. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões. como tecidos adesivos. porém. etc.) com características de acessórios. (Quanto aos critérios para o termo "suporte". na superfície. MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar). no âmbito desta posição. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas. de fibras sintéticas ou artificiais.

revestidos. PARA BEBÊS. prontas para uso (sem fim ou com grampos). entrançados da posição 58. para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos. A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas. de estatura não superior a 86 cm.Velas 6306. macacões.De algodão 6306. Fabricam-se. etc. Abrange também os cueiros e fraldas. TENDAS. revestidos. 6306. etc. Atualizado em 04/01/2011 .11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo). . como tecidos dos Capítulos 50 a 55.De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno.20 6111. por exemplo) para os quais são concebidos. As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo). pelo contrário aqui.29 . costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior. sem sola exterior colada..12 . etc. As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc. especialmente de poliamidas. correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos). relativamente pesados.91 . As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro. classificam-se.Colchões pneumáticos 6306. b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados.22 . linho ou algodão.Tendas: 6306. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses.. também se classificam nesta posição desde que sejam planos. produtos químicos. às vezes. etc.30 . Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.9 .De outras matérias têxteis 6306.99 . com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais. 61. recobertas ou estratificadas com plástico. vagões.40 . em geral de forma retangular. 63. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. recobertos ou embainhados de borracha (posição 40.10.06 . Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão. revestidos ou não.. Os encerados. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo).1 . quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias. juta. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem.De lã ou de pêlos finos .08.De outras matérias têxteis 6306.2 .De fibras sintéticas 6306.). Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65. correias. revestidas.principalmente Seção XVI).. As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS.De fibras sintéticas 6306.. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis. mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos ..06.30 6111. VELAS PARA EMBARCAÇÕES. caminhões. ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO. As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se. ou de cânhamo. etc. então. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA. luvas.se destina a entrar em contato com os rolos. cilindros. são obtidos reunindo. com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada.De algodão . geralmente de tecido.Outros: 6306. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos. geralmente. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo. sapatos de malha para bebês.ENCERADOS E TOLDOS.De fibras sintéticas . babeiros ou babadores. fitas da posição 58. para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. a expressão "vestuário e seus acessórios.11 6111. DE MALHA. mitenes e semelhantes. recobertos ou estratificados com borracha. mesmo que se apresentem providas de grampos.De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo. e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados.10 6111..19 . cordas. por costura.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura.Encerados e toldos: 6306.

como acontece com certos toldos para janelas.Rodilhas. da posição 63. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda). 7) As capas para automóveis.. neste caso. 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56. São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado.) são artefatos de proteção contra o sol. b) Os sacos de dormir. Os guarda-sóis-tendas de praia. que se colocam sobre os passeios. lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. raquetes de tênis. por exemplo). 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. etc. etc.01. para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes. esfregões. Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação. Podem ser.Cintos e coletes salva-vidas 6307. São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. 12) Os abafadores de chá. matérias têxteis sintéticas ou artificiais. 4) As bandeiras. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. 6307. O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*). as barracas ou tendas militares. recobertos ou estratificados.06. espartilhos. geralmente de tecido forte. 3) Os moldes para vestuário. esfregões. exceto as da posição 56. estandartes. saquinhos para meias de senhora. barcos de pesca. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307. etc. 63. etc. 2) As velas para embarcações (veleiros. travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94.16. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. bem como para pranchas ou carros à vela. 9) Os sacos para filtrar café. máquinas. etc. de acordo com a forma da roupa. 2) Os cintos e coletes salva-vidas. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42. colchões. são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade. panos grosseiros de prato ou de cozinha. da posição 66. no interior ou ao ar livre (posição 95. de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. para uso doméstico. 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42. malas. embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar. 5) Os sacos para roupa suja. pendões. as tinas e tanques. máquinas. liso ou listrado.Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis. embarcações desportivas. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve.06). etc. para acampamento.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil. por exemplo). em geral de tecido rígido. cortados de forma especial. para calçado. planos (posição 63. Compreende. com aspecto de tenda. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. 13) As almofadas para alfinetes. 8) As lonas de proteção. máquinas. etc.90 . ou ainda de lona.01 ou 34. os revestimentos para o chão. iates. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves.02). as tendas para circo.09). Atualizado em 04/01/2011 . c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. mesmo acompanhadas das armações. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos.02). Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras.20 . mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40.. bandeirolas e semelhantes. não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura.10 . para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas.05). automóveis. para divertimentos. portas de sacadas.07 . os colchões. as redes de dormir. cafés. sacadas etc.04).08. estão excluídos desta posição. incluídas as portáteis e as de praia. em especial: 1) As rodilhas. para decorar bolos por injeção de creme. reunidos por costura. 11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. por exemplo. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. de tecidos finos.07). panos de prato ou de cozinha.). de fibras sintéticas ou artificiais. 15) Os cordões para sapatos. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56.03)..05). São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável. estacas. cordas ou acessórios deste tipo.01). podendo encontrar-se montados e. festas e outros usos. 3) Os toldos (para lojas.

cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos. Todavia. joelhos. etc. l) Os botes pneumáticos. o) Os brinquedos. artificiais (posição 67. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas. cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte. aviadores. bem como os artefatos confeccionados com flores. d) As etiquetas.17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. 61. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI.17). NCM 6401.03). folhagem e frutos. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria. b) Os artigos de viagem (malas. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. 18) As coberturas e bainhas. que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. etc.16). n) As pulseiras de relógios (posição 91. 24) As máscaras de proteção contra poeiras. as peneiras e crivos (posição 96. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95. folhagem e frutos.05. a fixar-se no assento de veículos.05. punhos) ou para os músculos (por exemplo. confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção). as atribuídas em competições). etc.17 ou 62. perneiras (grevas*) etc.01). pincéis e artigos semelhantes (posição 96. que se destinarem. as coxas).01). sacolas (sacos para compras).) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. cotovelos. de forma a modelá-lo. 22) Os fiadores para guarda-chuvas. assim. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio. cortados em uma forma específica. artificiais. 20) Os tecidos com costuras grossas. Os assentos para crianças.13. e suas partes. 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção. em peças preparadas para corte. sabres. eletricistas.02. k) As flores. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento. tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário. mochilas..02). classificam-se na posição 94. (Os panos para queijo. cortados de forma quadrada ou retangular. que provenham de fardos já utilizados. do Capítulo 65. bem como as folhas apresentadas isoladamente.) do Capítulo 64. 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. para qualquer animal (posição 42. caiaques e outras embarcações (posição 89. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49. e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42. p) Escovas. ij) Os guarda-chuvas. 21) Os panos para queijos.13). para guarda-chuvas e guarda-sóis. pára-quedistas. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações.16) As correias que. incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate).07. sombrinhas. 6402. excluídas as de vestuário. jogos. h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. e suas partes e acessórios. 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo.01. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62. mas incompletamente descosidos. 28) Os artigos em falsos tecidos. para animais. m) Os metros (posição 90. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário. artigos para divertimento e festas.. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. Excluem-se desta posição. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. classificam-se na posição 42.04) e as borlas ou esponjas (posição 96. para portas e janelas. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. para o transporte de crianças. e) As faixas para a cabeça. 6403. etc.). espadas. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 .17). Estão. tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas. odores. compreendidos na presente posição os rolos de tecido. 25) As rosetas (por exemplo. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62. 19) Os leques e ventarolas. embora se destinem a ser usadas na cintura. de malha (posição 61. guarda-sóis. por exemplo. exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI. bengalas. tornozelos.17.03). etc. Além dos artefatos acabados atrás referidos. estojos de toucador. classificam-se como tecidos em peça). mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro.01).

01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.1 6403.99.12.9 6401.10 6402.91.90 6402.99.00 6401.20.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo. parafusos. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites. pregos.90 64.10 6401.12.00 6402. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .99 6401.00 6403. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.99.40.99 6402.64.02 6402.1 6402. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes.00 6403.92.19.10 6402.19. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias.10.00 6403.00 6402.03 6403. plásticos.99. 6401. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados.00 6401. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.9 6402.00 6402.91 6402.90 64.91.20.

90 6403.20.6403.10 6403. ginástica.90 6403.20.00 64.10 .19. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.11.1 6404. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.99 6403.90 6405.00 6404.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.59.04 6404.91.91. plásticos. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.91 6403.20 6405.90.10 6405.99. treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados. MESMO GUARNECIDOS.10 6403.10.10 6405.59 6403. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte.51.10.59. 6506.90 64. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.90 6403.51 6403.00 6404.10 6403.06 . de proteção Atualizado em 04/01/2011 .05 6405.00 6405.Capacetes e artefatos de uso semelhante.00 -Outros calçados.9 6403.10 6403.51.5 6403. -Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65. basquetebol.99.10. calçados para tênis.

ou ainda para afiar cardas. borracha (endurecida ou não). bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial. naturais. desperdícios de cortiça. talco. natural ou artificial. mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares. tijolos. motociclistas. às vezes corados artificialmente. bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. tiras. de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos.De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo.Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. 68.De borracha ou de plástico 6506. 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal. etc. dessecação. areia. o regime das obras do metal respectivo. Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes. discos. couro. 68 ou 95.6506.. 2) As chapas para telhados.04. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. naturais ou artificiais.30 . CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS. Atualizado em 04/01/2011 .. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados. Estas (ao contrário das obras desta posição). 27.Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805. carboneto de silício (carborundum). Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. EM PÓ OU EM GRÃOS. etc. triturados ou pulverizados. COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO.10 . Entre as obras abrangidas por esta posição. recobertos de matérias abrasivas. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante. vidro.13. 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído. serragem (serradura) ou fibras de madeira. corindo. cartão. misturas betuminosas.. por exemplo). tais como esmeril.05 . revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem. BREU OU PEZ). ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto. 27. capuzes. aço. discos. etc. escovas. couro e outras matérias.10 . 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*). etc. etc... grampeados ou reunidos de qualquer outro modo. em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. PAPEL. assim obtidos. por exemplo.14 ou 27. fibras de amianto. mineiros ou operários de construção. escórias.). geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos.07 .Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis. Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos. 6805. capacetes militares. vazados ou moldados. sílex. 4) Os tubos e recipientes. As tiras. madeira. 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais. em determinados capacetes. vidro e semelhantes. asfaltos e betumes. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação.).99 . metálicos (de ferro fundido. que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta. gesso. segmentos. de cartão feltrado. MESMO RECORTADOS. chapas. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro.ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. que se apresentam habitualmente em pães. segmentos etc. etc. devem citar-se: 1) As lajes (placas). plásticos. Os tubos e recipientes. a maior parte das vezes adicionadas de areia. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. enxofre. 68. 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante. tais como depuração. em ambas as faces. blocos e formas semelhantes. se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte. para bombeiros.91 . cré. constituídas por um suporte (por exemplo.20 . resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805. pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação. Tubos e recipientes. pedra-pomes. quartzo. papel.90 .08. resinas naturais. As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas. fitas. pelo contrário. etc. ladrilhos.OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO. quer nos Capítulos 63. mas em que o abrasivo. de uma camada dessa matéria. fibra vulcanizada. podem apresentar-se cozidos. de asfalto reforçado ou recobertos de metal. granada.).Outros: 6506. etc.9 . Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68. cortiça. cimento.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha.Em rolos 6807. 6807.

capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto). Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição. revestidos. corados na massa. Os fios podem ser simples ou torcidos. entrançamento. terra siliciosa fóssil. bronzeados. filtração.Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . sob forte pressão. pedra-pomes. juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84. talco. mesmo apresentadas em rolos 6812. VESTUÁRIO. ver a Nota Explicativa da posição 25. SEGMENTOS. mangas. FIOS. em primeiro lugar. polainas. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. Também se obtêm comprimindo a quente. rodelas. recipientes.. torção.8 .91 . Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias.13..11). em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem.24). CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE. etc. cordas.Outras Esta posição compreende. cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. descansos para travessas. ANÉIS. discos. NÃO MONTADAS. para defesa aérea. Estão excluídos da presente posição. CALÇADOS. A presente posição inclui. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis. 68. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos. gesso. revestidos. c) As obras de fibrocimento (posição 68. chapas ou cortados em tiras. condutos. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68.Vestuário. celulose. por exemplo. Tais são. d) Os tecidos ou mantas. rolos. Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. aventais. acessórios de vestuário. revestidos de amianto. bem como as que foram batidas ou limpas. talco.84). As fibras de amianto.9 . TIRAS. de fibra de vidro.Além disso.11). óxido de alumínio. fibrocimento e pó de amianto.GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO. em pó ou em flocos (posição 25. para combater incêndios nos condutos de gás. de proteção. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda". borracha. etc. serragem (serradura).Papéis. em certos casos. molduras.11 OU 68.24. além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto. podem apresentar-se também revestidos de gordura.19).93 . entrançados. PASTILHAS). calçados e chapéus 6812.. TECIDOS. b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). para a fabricação de objetos moldados. d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. enchimento. de amianto. polidos. ROLOS. Para fabricação de fios. chapas filtrantes. destinados. asfalto. simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70. capuzes e máscaras com "vidros" de mica. vestuário. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. eventualmente. excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões. grafita. cartões e feltros 6812. fresados ou trabalhados de outra forma. luvas. panos para apagar incêndios. de preferência.11). para juntas.99 . 6813. Para a descrição do amianto crocidolita. perfurados. apresentam-se em rolos. tecidos em peça ou cortados. com ou sem dedos.Folhas de amianto e elastômeros comprimidos.. etc. bainhas.92 . DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE. as fibras cardadas e as fibras tingidas. varetas. EM FIBRAS. tiras. etc. estão incluídas na posição 25... calças. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68. escórias.13. isolamento. principalmente. fibras de vidro. anéis. 68. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão. na fiação empregam-se. O papel. fibras compridas. batedura e limpeza.80 . folhas. em geral. Estes produtos. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem.24.Contendo amianto 6813. a embalagens (posição 48. folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico. 6812. colchões. borracha. feltragem. À BASE DE AMIANTO. podem citar-se os cordões. como matérias filtrantes e. PARA FREIOS (TRAVÕES*). DISCOS. MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS. tubos. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO. são obtidas. fiação. escudos para bombeiros.13 . placas (lajes).Outras: 6812. silicato de sódio. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. MESMO ARMADAS. cortiça. ladrilhos.12 . as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente. impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante.11. OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. para bombeiros. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59)..AMIANTO TRABALHADO. envernizados. JUNTAS). as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos.) que tenham sofrido tratamento além da seleção. tecelagem. por redução das fibras a pasta. confecção ou moldação. com resinas naturais ou plásticos. feltro e papel. PLACAS. uniões. etc. cartão e feltro. por fim.20 . EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO.De crocidolita 6812. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68. de amianto.

impregnado de plástico. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos. B) O arenito cerâmico. discos. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. breu ou borracha comprimida ou. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos. de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. por exemplo. carbonato de cálcio. em geral. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que. e. Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente. às vezes. enquanto que a porcelana à base de ossos. ao contrário da porcelana.. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. rolos. e a pasta apresenta-se corada (em geral. Consoante o seu emprego. Sem serem opacos como a faiança. polido. provida de alvéolos. donde o seu nome deriva. TIJOLEIRAS. plástico e outros produtos apropriados. para freios (travões) a disco).. É geralmente cinzento ou acastanhado. C) Certos produtos cerâmicos que tendem.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). que as distingue das porcelanas. vermelho ou amarelo).Guarnições para freios (tavões*) 6813. etc.. o que o torna integrante do seu suporte. de castanho. 2) As faianças. segmentos.OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. que seguem. b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. guindastes. ou nitidamente translúcidos como a porcelana. 69. tecido ou entrançado.Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira. Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados. tiras.08). que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão. a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. mas sem chegar à semivitrificação. Encontram-se recobertas de um esmalte. O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo.07 e 69. mais pobre em alumina. por exemplo) ou celulose.12. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69. guarnições de cortiça). Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta. mais ou menos fina.11 ou na posição 69. posição 87. II. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente. adere à língua. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros. parcialmente vidrado. O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão.89 . que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. 2º) Da louça. artigos sanitários. Podem também encontrar-se reunidas por costura. o zinco ou o chumbo. mais geralmente. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura. agrupam-se os produtos cerâmicos. em geral. lâminas. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie.6813. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada. Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos). duros. as porcelanas de pasta branda.08. estes produtos são. As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas).PORCELANAS Por "porcelanas". impermeáveis. distingue-se da porcelana por ser opaco e. I. dragas e outras máquinas. o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. Fabricam-se com argilas. perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo. têm textura terrosa e opaca. tais como o latão. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo.). Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. por uma mistura de fibras de amianto.04 . consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. feldspato (ou feldspatóides) e. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada).. telhas. finamente peneiradas e diluídas em água. quartzo.81 . normalmente. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato). com exclusão da porcelana. devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos. ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como. se classificam na posição 69. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. quando quebrada. o regime da matéria constitutiva. revestidos de amianto. sob o ponto de vista comercial. com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. é permeável aos líquidos. Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados. contudo. o fundo Atualizado em 04/01/2011 .

balaustradas. em uma ou nas duas faces. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. Estes produtos. 4) Outras peças para construção. como tijolos. para cobrir os algerozes.TELHAS. tijolos perfurados.10 . furadas ou com ganchos. 69. para enquadrar portas e janelas. cercaduras.09). os tijolos que não suportam temperaturas de 1.polidos. por exemplo. diversas guarnições de remate.) ou de telhas especiais. 4) Tijolos de revestimento ou de fachada. carrancas. tijolos de forma especial designados tapa-vigas. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. 2) Tijolos comuns arqueados. Estes tijolos são. para cantos de telhados. remates de paredes. DE CERÂMICA. tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. leves e porosos. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira). os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó. 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. que se utilizam.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo. com nervuras. desenhos em relevo obtidos por moldação. perfurados ou não. as pedras e placas (lajes). por exemplo). de barro. maciços. chaminés industriais e instalações análogas. remates para chaminés. florões. construção de pilares de pontes. se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. etc. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO. etc. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas.90 .90 . Esta posição também compreende os tijolos maciços. mas às vezes também de arenito cerâmico. que se empregam especialmente para revestir fachadas.). paredes. etc. ocos ou escavados.Telhas 6905. não devem ser considerados "porcelanas". 6905. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. de superfícies planas ou caneladas. desde que não estejam incluídos no Capítulo 85.05 . na maior parte das vezes. a Nota Explicativa da posição 69. etc. para pavimentação e revestimento das posições 69. no decurso da cozedura. telhas para cumeeiras. esferas. Desde que conservem ainda. DE CERÂMICA. areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura). 3) Tijolos comuns. fibras de turfa. por exemplo: grades de ventilação.das xícaras (chávenas)). b) Os ladrilhos. Distinguem-se. cachorros. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. ELEMENTOS DE CHAMINÉS. isto é. mas. serragem (serradura). de encaixar. para certas construções especiais (instalações químicas. redes para tetos. palha cortada e substâncias análogas. envernizados ou esmaltados. que adere à língua. em geral.10 . frisos e outros ornamentos de arquitetura. TIJOLEIRAS. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento. em forma de meia-cana. utilizando na sua fabricação argila ferruginosa. na pasta cerâmica. em construção. capitéis. Também podem apresentar. ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos. etc. da porcelana propriamente dita pela sua fratura. e que são cortados antes de serem utilizados. de barro.Tijolos para construção 6904.02. Atualizado em 04/01/2011 . determina a formação de uma rede de espaços vazios. depois de separados.. e mesmo que. de forma retangular. contudo. a característica de tijolos de construção. branca ou corada. fumados. Pelo contrário. em virtude dos seus usos eletrotécnicos. Compreende: 1) As telhas (para telhados. 6904. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr. ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS.04 . recobertos de fina camada de matéria terrosa. para chaminés industriais. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos.e é o caso particular do tijolos de revestimento . estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. etc. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês. portais. para ornamentar paredes. frisos.08 (ver Notas Explicativas correspondentes). cuja combustão. CONDUTORES DE FUMAÇA.07 e 69. como as telhas para empenas. tais como capelos para chaminés. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão. Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada).01. que oculta a cor da pasta. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. e os tijolos refratários da posição 69. frontões. telhados. 69. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. tais como cornijas. para estes usos particulares. são fabricados de arenito cerâmico. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas. paredes. Deve. Todos estes artefatos podem apresentar-se . tais como pavimentação. que se obtêm misturando. Também cabem neste Subcapítulo. geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato.500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. porém. da posição 69. especialmente para tetos e pavimentos). etc.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. granulosa e terrosa e não vitrificada.

cubos ou pequenos retângulos para mosaicos.05). ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. por serem planos. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907. tal seria o caso. excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . como aquelas.10 . 3) Os acessórios de tubulagem. Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam.06 - TUBOS.07). mesmo fixados em papel ou outro suporte. cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. quer por vitrificação (arenito cerâmico). citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos). impregnados de outras substâncias. Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. lareiras. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. em cotovelo. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes.. são de arenito cerâmico e. etc. etc). estriados. por meio de cimento.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa . plintos. de que constituem o esqueleto. Entre estes artigos figuram.09). Na prática.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas . e não pela sua composição. mesmo que se apresentem areados. recobertos com engobos. em geral.de barro tornado impermeável. geralmente de porcelana. chaminés. 6907. frisos. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. etc. especialmente concebidos para laboratórios (posição 69. 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva.se incluem na posição 69. CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES. 69. Estes artefatos podem ser de barro. excepcionalmente. Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam. elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. tais como capelos. grosseiramente trabalhados. PARA MOSAICOS.Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. às divisórias já construídas. Excluem-se desta posição. Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados. envernizados. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69. cola e outros processos. cantos e artefatos análogos. os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados.47. determinada pela sua forma e dimensão. por exemplo). cotovelos. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. etc. 3) As pastilhas. Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. uniões. incluídos os semitubos (calhas. tês. a classificação de artefatos nesta posição é. com relevos. às vezes. das telhas. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. tubos de esgoto. Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. não vidrado nem esmaltado. destinados a ligação ou derivação (mangas. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. DE CERÂMICA. corados. c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação.06). só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). em especial). horticultura e jardinagem. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. octogonal.. ao contrário dos tijolos. que são normalmente retangulares. ser emoldurados.Todos estes artefatos se incluem nesta posição. alamedas de jardins. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura. de diâmetro constante ou variável. formas geométricas (hexagonal. canelados. DE CERÂMICA.90 . Diferem. esmaltados. são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85. 69. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes. Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea. b) Os tubos. pastilhas e artigos semelhantes. devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes. sifões. ou também . com derivações. de porcelana (por exemplo. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção.) diferentes das formas das placas (lajes). especialmente. marmorizados. quer por esmaltagem. etc. principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura. CUBOS. MESMO COM SUPORTE. tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc.Ladrilhos.07 . sem que deixem de pertencer à presente posição. etc. dos meios-fios. além disso. Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes). de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação .46 e 85. entre outros e mesmo que se utilizem em construção. portanto. cubos. algerozes. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica. por não terem. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas.) que se destinem aos mesmos usos.). Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. DE CERÂMICA. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras. Em suma. pavimentos.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). lingüetas.

não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32. 6908. também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos. normalmente chamados "vidros folheados". vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro.08 .LADRILHOS E PLACAS (LAJES). destinados a usos especiais.Vidros temperados: 7007. MESMO COM SUPORTE. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69.90 . Contudo.2 .12). resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons. 7007. na maior parte das vezes. incluem-se na posição 70.. A) Vidros de segurança. CUBOS.Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura. os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica).08. DE CERÂMICA.29 .Vidros formados de folhas contracoladas: 7007. mas também aqueles que. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada.Outros O "vidro de segurança".Ladrilhos.. que se faz aderir às chapas de vidro. os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70. ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química"). podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido.. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES.1 . O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e. apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem. 70. Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro. por exemplo). quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo). É fabricado um tipo especial de vidro. 69. os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas.07 . Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X. por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas. VIDRADOS OU ESMALTADOS. o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços. portas de estabelecimentos comerciais. na acepção da presente posição. mas sem que se deformem. "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos". Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados".07). Atualizado em 04/01/2011 . Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes. Seguidamente. Em alguns vidros desta natureza. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69.13.11 .11 ou 69. c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69. barcos ou outros veículos 7007.. antes da têmpera.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. DE CERÂMICA. temperados.Outros 7007.15.21 . 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908. ou até se desintegrar pela ação do choque. tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam.10 . constituído por duas ou mais folhas. óculos de proteção para operários. barcos ou outros veículos 7007.07.04. pastilhas e artigos semelhantes. Os vidros de segurança deste tipo. veículos aéreos.). Os vidros isolantes de paredes múltiplas e. seguem o regime destes últimos. vigias de navios. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. aparelhos ou veículos. cubos. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO.19 .VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS. os formados por duas folhas de vidro reunidas. por exemplo. veículos aéreos.14).De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. que é conhecido como sendo à prova de balas. As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão. VIDRADOS OU ESMALTADOS. São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem. PARA MOSAICOS. de forma que devem. Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados. Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis. com alma de fibra de vidro. estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação. em particular. por outro lado.a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69. etc.

. entre 0°C e 300°C 7013.Objetos de vitrocerâmica 7013. etc. madrepérolas. platina ou alumínio). Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias.14).Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". plásticos. por exemplo) (Capítulo 95). Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39).09 .3 . alças (pegas*). etc. compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos.Outros 7013. quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais.. nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94.. emoldurados (de metal. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas. Deve notar-se.10 .).21 . Em seguida..Outros 7013. misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido. em folhas. exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71.16). desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos. etc.9 . 70.32 . que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados.De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin.92 . conchas. assim. ESCRITÓRIO.Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha. salas. exceto de vitrocerâmica: 7013. madeira.13 . por exemplo). EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70.91 .). 7009. etc.Recipientes para beber. contendo ilustrações sobre uma das faces. MESMO EMOLDURADOS.De cristal de chumbo 7013.2 . por exemplo. A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97.) o qual. brinquedos.10 OU 70. platinado. emoldurados ou não. 70. quer pérolas naturais ou cultivadas..De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 . Pelo contrário. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES. etc.. Esta posição compreende igualmente os espelhos. exceto de vitrocerâmica: 7013. mesmo com estojo protetor.10 . pedras preciosas ou semipreciosas. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71. A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre.).Outros: 7009. por junção de outras matérias. tecido.. os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui. A presente posição abrange não só o vidro prateado.06). Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir. tais como certas bandejas com asas. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água. (posição 70.. em artefatos incluídos em posições mais específicas.13).Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado. pedras sintéticas ou reconstituídas. estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados. a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens. Contudo. por vezes.Não emoldurados 7009. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes).) de colocar no chão. por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes.. COZINHA. carapaça de tartaruga. A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel. TOUCADOR. se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos.91 . suportes.29 . sapatarias. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica.Espelhos retrovisores para veículos 7009. obtém-se uma camada metálica muito aderente. ela própria recoberta com um verniz. de colocar sobre os móveis ou para suspender. São.Outros objetos: 7013.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e. Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão. b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos. espelhos de bolso ou para bolsas de senhora. Desta forma.31 . c) Os espelhos de vidro. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento.De cristal de chumbo 7013. mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis.9 . artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras). são classificados nesta posição. etc. em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos. entre outros. d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos. todavia.13. espelhos de uso pessoal manuais.39 . compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*).13. classificam-se na posição 70.18. 7013.ESPELHOS DE VIDRO. etc. de vidro. às vezes. ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES.

3) Os objetos para escritório. tiras.14. tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). sinais para bicicletas. aquários. etc. f) Os aparelhos de iluminação e suas partes. etc. Estes artefatos. porta-facas. panelas.05. estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima.16).). NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. bibliocantos (apara-livros*). pedaços ou discos.7013. bandejas. e) As caixas e semelhantes. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96. Por outro lado. cartazes ou tabuletas. tais como saboneteiras. copos para batedeiras domésticas. se se tratar de placas indicadoras. reservatórios para moinhos de café. descansos de travessas. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos.10). na escuridão.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. estes objetos incluem-se na posição 71. O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros. Estes artefatos consistem em vidros. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. que entram na fabricação de faróis de automóveis. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. recipientes graduados para cozinha. Todos estes artigos podem ser de vidro comum. xícaras (chávenas). archotes de iluminação. bules para café e cafeteiras. mamadeiras (biberões*).09).12). copos. esponjeiras.. mesmo emoldurados (posição 70. gravados. Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos.02. frascos. d) Os artefatos da posição 70. etc. que transformados em obras nitidamente caracterizadas.10. quadros de comando ou de bordo.15). travessas (de mesa. geralmente hemisféricos. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador. em particular. toalheiros. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. 70. taças. cabuchões e objetos semelhantes. postes de sinalização. lanternas de bolso. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. Realizam-se assim.99 . frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes. objetos diversos (animais.09.). pregadores (para toalhas de mão. misturadores. igualmente. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. suvenires (artigos de recordação) com paisagens. fruteiras. zonas brilhantes que se vêem à distância.09). chapas. Podem ser incolores ou corados. e ainda os boiões para conserva (posição 70.ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. contudo. São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. etc. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91.17. de borossilicato) ou de vitrocerâmica. de ir ao forno.18. etc. etc. Esta posição abrange. 2) Os objetos para serviço de toucador. sem que tenham sido trabalhados opticamente. madeira. etc. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70.. para obtenção de efeitos ópticos adequados. Pelo contrário. por exemplo na posição 83. estojos escolares. chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)). queimadores de incenso e outros perfumes. suportes para bolos. mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. que possam servir para ornamentação de interiores. desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis. sucessivamente. sinais ópticos. canecos e copázios para cerveja. espremedores de frutas. distribuidores de sabão líquido. da posição 94. classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos. conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). etc. de terrinas. tampas de queijeiras. Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas.).Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos.). oveiros. e até de certas lupas muito rudimentares. de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro.. foscos. frutos. estatuetas. tachos. É evidente. tacinhas para alfinetes. a priori. boiões e vasos. galheteiros. saladeiras. esboço e polimento. flores. estojos para objetos de escrita e tinteiros. Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . tigelas.01 ou 90. açucareiros. aquecedores de travessas. Todavia. tais como vasos.14 . cinzeiros.. caixas para pó-de-arroz. manteigueiras. flores e folhagem de contas de vidro. molheiras. automóveis. g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. Se esta última condição não for satisfeita. campainhas de mesa. ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. por exemplo) e de formar assim. pratos. A presente posição compreende. esses artefatos estão incluídos em outras posições. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. jarros. sinais de estrada. entre outros. b) As garrafas. placas ou simples refletores para ciclos. saleiros. da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados. folhagem. lentes. centros de mesa (excluídos os da posição 70. convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes). garrafas. lapidados. têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis. gradualmente substituídos por outros mais finos. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70. fixos ou intermitentes. etc.09). Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição. incluem-se nas posições 90. petisqueiras.16). bomboneiras. diversas operações de desbaste. peneiras de açúcar. de metais comuns e na posição 85. certas balizas. em caso contrário. baldes de gelo. classificam-se na posição 70.

utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões.18). Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66. das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. etc. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas. Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. amianto. bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90).Outras: Atualizado em 04/01/2011 .MOLAS E FOLHAS DE MOLAS. utilizadas em dispositivos de corda. oxigênio. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro.).Molas de folhas e suas folhas 7320. fazer o vácuo. 73. com um aglutinante (por exemplo.OUTRAS OBRAS MOLDADAS. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas. os que se destinam a conter acetileno . como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás.90 . carvão de madeira.04).). em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. anidrido carbônico. etc. constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. podendo ambas as calotas. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70. entre outras).). 73. constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. por vezes embebido em acetona. em tesouras de podar. 73. indicadores de níveis.20 . hidrogênio. argônio.15) (ver a Nota Explicativa correspondente). máquinas.03). DE FERRO FUNDIDO. etc.25 .por exemplo. Alguns destes recipientes .11 . máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes. formadas por fios.9 . graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. DE FERRO OU AÇO. etc. D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. Pelo contrário. de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. 7320. barras ou chapas de seção retangular ou oval. simples ou sobrepostas. gás butano. d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. trabalhados opticamente. Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio. Outros. FERRO OU AÇO. As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas). Alguns deles. exceto as molas para relógio da posição 91.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr. para obtenção de um isolamento térmico eficaz. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84. manômetros. introduzir um material isolador. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados. tais como válvulas.14. vagões. b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73. dimensão ou aplicação. por exemplo. FERRO OU AÇO. reservar espaço para um líquido criogênico. tração e torção. possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica.Molas helicoidais 7320. incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas.RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS.10 . utilizadas principalmente em material de transporte.De ferro fundido. C) As molas espirais planas e as molas planas. 2) As molas em voluta. torneiras. em fechaduras. dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis. DE FERRO FUNDIDO.a) Os vidros para lentes.20 . acetileno. etc. etc. de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões.02). cimento). fios ou barras.Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão.18) (ver a Nota Explicativa correspondente). 7325. c) Os elementos de óptica de vidro. mesmo corretivas. Outros. B) As molas helicoidais. e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência. de regulação ou de medida. d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94. não maleável 7325. Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas.05. que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente. automóveis e outros veículos). não trabalhados opticamente (posição 70.10 .

81). b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas. definidos nas Notas 1 a). válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84.11)). por exemplo. às obras da presente posição. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento. cabeços de amarração. 8212.44).OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. Excluem-se. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras. aplicam-se. transformados em elementos de obras determinadas. em particular. marcos de correio (marcos postais*). barras. os chumbos para lastro de iates. Classificam-se. folhas e tiras.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO. citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita. exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo. marcos. reservatórios. estampadas.04 a 73. contrapesos para suspensões. e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc.06 . extrudadas ou refundidas (posição 78. de estanho. os tubos de chumbo.. etc. aplicam-se. tais como baixelas.06). da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos. dentifrícios ou outros produtos. 82. Esta posição engloba todas as obras de estanho. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo.NAVALHAS E APARELHOS. plástico ou suportes semelhantes). os chumbos para redes de pesca. mutatis mutandis. vigas de mina. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83. DE BARBEAR. Entre as obras incluídas nesta posição. de barbear 8212. E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS). de chumbo. os tubos e uniões providos de torneiras. quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura. para moinhos 7325. às obras da presente posição.Navalhas e aparelhos.03).Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido.12 . tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. os coletes de escafandristas. os pesos para aparelhos de relojoaria.20 ..06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio. mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. etc. luvas (mangas)).10 . quer nos Capítulos 82 ou 83. por exemplo. 7) As chapas. produtos radioativos ou outros produtos químicos. Esta posição engloba todas as obras de chumbo. tampas para copos e canecas de cerveja. nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo. folhas e tiras. as obras fabricadas com chumbo para construção civil.07. chafarizes (marcos fontanários*). também. 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. perfis e fios. por exemplo. cotovelos. vasos. mutatis mutandis. luvas (mangas)). taças. para armazenamento ou transporte de ácidos. de estanho.08). relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. as tinas. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. uniões. destinadas a serem laminadas.01) e as varetas revestidas (posição 83.07 . que seguem o seu regime próprio. torçais e formas semelhantes. especialmente. os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar. cotovelos. cartão. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. mesmo moldadas. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo.Esferas e artefatos semelhantes. o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. esferas para moinho. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. 80. tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. prensadas. partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos). tais como a sinterização (posição 73. 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. delgadas. uniões. quer nos Capítulos 82 ou 83. dois litros.91 . travessas. 78.7325.). 3) Os artefatos domésticos. de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel. grades e chapas de esgotos. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80. que seguem o seu regime próprio. cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos. marcos de chamada de socorro e semelhantes. 4) As medidas de capacidade (litros. incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 .Lâminas de barbear de segurança. carrancas e goteiras de telhado. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*).04 a 73.81). quer na Nota 1 da Seção XV. quer na Nota 1 da Seção XV.99 .08). o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI).26). relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos. boiões. os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos.07. cabeças de sifão. mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. por exemplo). Classificam-se nesta posição. cântaros.. cabos. Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. b) As estátuas. os contrapesos de uso geral. urnas e cruzes de ornamentação (posição 83.

COM FECHADURA. compreendendo as lâminas. por exemplo. DE METAIS COMUNS (+). apresentados com as respectivas lâminas.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos. 83. pentes. Essas fechaduras podem funcionar. mesmo em esboço. etc. com fechadura. para bolsas de mão. bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. etc. PORTA-CHAPÉUS. cilindros. com cabo.10).08). COFRES. DE METAIS COMUNS.20 . e ainda as tiras. 2) As chaves para esses mesmos artigos. CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. RODÍZIOS COM ARMAÇÃO. Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados. contrapentes e cabeças. para veículos (automóveis. portinholas de caixa de correspondência. que não operem por meio de chave ou de segredo. com fechadura 8301. bem como os ferrolhos. de bomba. PORTAS. Nota Explicativa de Subposições.Partes 8301. que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. DE METAIS COMUNS. também incluídos aqui. ou para elevadores). de plásticos.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 .Cadeados 8301. ferrolhos 8301. pastas. malas. CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES.Fechos e armações com fecho..90 . b) As máquinas de barbear elétricas. não se incluem nesta posição os trincos de mola.8212.CADEADOS. MALAS. 8302.10 . a forma das lâminas. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. Subposição 8301. sacos. de plástico. maletas ou outros artigos de couro (posição 83. chapatestas. Designam-se esboços em tiras. C) Fechos e armações com fecho. estojos. cofres-fortes.Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301. lingüetas. denominados de segurança. DE METAIS COMUNS.10 . mesmo por acabar.02 . para portas de imóveis. móveis. portões.Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. CARROÇARIAS. incluídos os fechos de segurança com chave. barriletes). mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório. caixas. Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas. em que se encontra já traçada de espaço a espaço. PATERAS. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio. acabadas ou não. etc. transvias. DE METAIS COMUNS. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura. de múltiplas chanfraduras. por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais. pianos. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE. facas. 83.60 . artigos de couro (bolsas. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS. carteiras. ESCADAS.GUARNIÇÕES. guarda-segredos. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança.). contra-pentes. as tiras de aço de comprimento indeterminado. Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão. mesmo por acabar. e os cabos de metais comuns. bem como as respectivas lâminas. pastas. DE METAIS COMUNS. que se separam com uma ligeira pressão.50 . escudetes. para fabricação de lâminas de barbear de segurança. apresentados sem suas lâminas (posição 39. bicicletas. Todavia. DE SEGREDO OU ELÉTRICOS). B) As fechaduras de qualquer tipo.Outras fechaduras.Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro.Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum. pentes.). 8301. malas. vagões ferroviários. 2) Os aparelhos mecânicos para barbear. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. bem como as cabeças. PARA MÓVEIS. pela introdução de um cartão magnético. taramelas e tranquetas (posição 83. etc. para portas articuladas. temperadas ou não.02). ARTIGOS DE SELEIRO. Também se consideram com tais. para elevadores.30 . cofres. fechos.40 . JANELAS. canos. lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85.70 . DE METAIS COMUNS. bem como os ferrolhos de segurança. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis. perfuradas.24).01 . PERSIANAS.

de garagens. a seguir. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos. as entradas de caixas de correspondência. argolas. 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. excluem-se desta posição (Capítulo 87. Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático. os fechos e correntes de portas ou de janelas. rodízios e semelhantes). tais como cambas. caixas de mola. os ferrolhos. os batentes. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos). fechos e travas de contraventos. cabides e artigos semelhantes 8302. janelas. os ferrolhos. tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios. 2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias. etc. arções. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. as maçanetas ou punhos. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*). por exemplo. por exemplo) os porta-bagagens internos.Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas. por exemplo.. tais como os caixilhos de janelas. os ganchos de encaixe que não constituam fechos. por exemplo. de rodízio. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. as corrediças de tampas. ônibus. trincos. cantoneiras.Pateras. Atualizado em 04/01/2011 . as entradas de chaves. D) As guarnições. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). terminais. em particular. caminhões. A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis.Outras guarnições. incluídos os gonzos e as charneiras. barbelas. para veículos automóveis 8302. C) As guarnições. sem chave. 5) As maçanetas ou punhos. de esferas e as molas com ressalto. dispositivos de fixação. os fechos. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos). porta-chapéus. pendentes puxadores e botões para portas. ferragens e artigos semelhantes: 8302. fechos.41 . Os varões. seguem o regime do metal constitutivo. esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. as ferragens para montar armários e camas. tais como bordas de proteção para degraus..4 . 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). contraventos. os varões de fechos para cestos de viagem. tubos. 3) As fechaduras de mola.60 . hangares (por exemplo. por exemplo). fechos. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos. Entre esses artefatos. Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. tubos e barras. que consistam em perfis. as pegas. tais como varões.. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. as cremonas. 2) As fechaduras de molas. os ganchos. borlas para cordões. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas.01).17). trilhos (calhas*). os apoios para os pés. as carrancas (travas de janelas). baús. pendentes. argolas (lisas. cofres. que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII. os dispositivos de fecho (de alavanca. as maçanetas ou punhos. para móveis 8302. os suportes de prateleiras. as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. suportes. próprios para cortinas ou tapetes. malas. pinças. corrediças. de esferas e as molas com ressalto para portas.Para construções 8302. os dispositivos para elevar os vidros. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil. Para serem classificados aqui. podem citar-se: os frisos ornamentais. varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos. para portas de imóveis.Rodízios 8302. sem chave. de utilização muito geral. rosáceas.30 . 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro. ferragens e artigos semelhantes. os cinzeiros especiais. os cantos das gelosias.Outras guarnições. embraces. os cabides. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato".Outros 8302. caixas de segurança. E) As guarnições. trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. estribos. portas. cofres ou outros artefatos semelhantes e.Outros. Contudo. em móveis. os fechos de lingüeta.01).8302. os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. as argolas. as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas. os fechos de lingüeta. Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. as guarnições de escadas. etc.20 .42 . alças e barras de apoio para passageiros. os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras). janelas. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo. carroçarias. B) Os rodízios. mesmo perfurados. por exemplo). os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas). por exemplo).49 . por exemplo) para proteção lateral de veículos.50 . a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal.

. para indicar as partidas e chegadas). por exemplo). praças. lojas. 4) As placas-endereços para imóveis. etc.. curvilíneos do tipo Wankel). EXCETO OS DA POSIÇÃO 94. incluem-se no Capítulo 94. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84.07. de cremalheiras. números ou desenhos.3 . caixas de correspondência. etiquetas. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações. impressos em baixo ou alto relevo. "caça proibida". discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86.10 .2 .Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407. Todavia. em uma placa sinalizadora. esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. para portas de imóveis etc.. as placas para sinalização rodoviária. 8407. gravados. Esta posição compreende também os números. estampados.05. fábricas. em uma placa de anúncio.De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407. Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina.31 . Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas. 84. números nem desenhos. placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos. G) As pateras. da posição 94. esmaltados.Motores para aviação 8407. jardins. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente. envernizados. a proibições ("proibido fumar". Entretanto. coleiras de animais. os jogos de números e de letras para compor etiquetas. incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor. LETRAS E SINAIS DIVERSOS. e os consolos. 79. PLACAS SINALIZADORAS. apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias. escovas. que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente.Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares. por exemplo). placas para máquinas. mas não superior a 1. excluem-se da presente posição. c) As placas. 83. imóveis (mesmo que comportem apenas números). e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições.MOTORES DE PISTÃO. ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73. por exemplo)... Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo. "bombeiros". displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias. etc. chaves. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas. vestiários.Outros 8407. as placas. etc. letras. 73.07 .34 . sepulturas.Motores para propulsão de embarcações 8407.. moldados.De cilindrada superior a 250cm3.32 . por exemplo os que possuam uma prateleira.05. por exemplo. panos de prato (panos de cozinha). portas..De cilindrada superior a 1. de dobradiças. etc.26. NÚMEROS. medidores. ruas. de publicidade.De cilindrada superior a 50cm3. logradouros. Com exceção dos anúncios. H) Os fechos automáticos para portas. Atualizado em 04/01/2011 . as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho.000cm3 8407. 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95). DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+). 76. incluídas as etiquetas móveis (para chaves.73). porta-chapéus (fixos. formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora.29 . PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES.PLACAS INDICADORAS. 3) As placas de publicidade para mercadorias. veículos.4) As guarnições. os painéis de sinalização rodoviária. ou relativas a serviços públicos ("polícia".21 . por exemplo). por exemplo. DE METAIS COMUNS. perfurados.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84.10 . por exemplo). Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras. fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões.De cilindrada não superior a 50cm3 8407. ALTERNATIVO OU ROTATIVO. em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante. 2) As placas sinalizadoras para albergues.90 .33 .000cm3 8407. as fichas e etiquetas de vestiários). incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. Os cabides e semelhantes com características de móveis.. por exemplo). mas não superior a 250cm3 8407.08.16. para toalhas. por exemplo.25.

onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). são amovíveis. filtros de ar ou de óleo. Subposição 8407. Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. Contudo. diferem daqueles. à parede do painel traseiro. etc.34 Nos motores de cilindros. dos combustíveis (Capítulo 90). metano. pistão.33 e 8407. não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. todavia. Nos tipos mais correntes. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos. etc. girando o conjunto na base de fixação. álcool.09. isto é. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. mais freqüentemente. propulsão de aviões. radiadores de água ou de óleo. especialmente concebidos para determinar o índice de octana. Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). de compressão variável.MOTORES DE PISTÃO. de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção.Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão. dispositivos de admissão ou de escape. de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. e orientados. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84.20 .32. Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor. bombas ou compressores. próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95).05. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível. acionamento de geradores elétricos. Todavia. multiplicado pelo número de cilindros. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada. contudo. hidrogênio. independentes. de cetano. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. bombas de gasolina. Além dos motores denominados diesel. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela. formados de um motor desta posição. dispostos radialmente em camada simples ou dupla. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador. Podem ainda comportar redutores. às vezes incorporados ao motor. platinados. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros. Neste último caso.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408. Esta posição não compreende os motores de pistão. biela. quer a utilização de uma vela de resistência elétrica. a saber: incorporação a máquinas agrícolas. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. condensador. que funciona com menor taxa de compressão.Motores para propulsão de embarcações 8408. para uso agrícola ou em canteiros de obras. Subposições 8407. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). Atualizado em 04/01/2011 . próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto. 84.. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. ventiladores. desde que. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). motocicletas ou tratores. Estes propulsores. automóveis. pistão. Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores. mas cujo arranque exige.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos.90 .08 . podem ser instalados e retirados muito facilmente. Estes motores. sendo neste último caso incluídos na posição 84. de óleo.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. volante. etc. volante. Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações. elétricos ou outros.10 . distribuidor. Notas Explicativas de Subposições. porém. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL). 8407. inflamado no próprio interior do cilindro. de ignição por centelha (faísca). o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba. O combustível mais utilizado é a gasolina. 8408. etc.31. gás de iluminação. etc. no interior da embarcação. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. alimentados separadamente. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel. e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos. biela. etc. embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. 8407. constituindo o conjunto uma unidade indissociável. etc. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). dispositivos de ignição.. Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples.. ou ainda. dispositivos de admissão e de escape. bobina ou magneto. reservatórios de combustíveis ou óleo. pelo motor. nos motores para aviação. etc.

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

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A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

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1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

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8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

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Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

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Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

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79).19) ou para refrescar ambientes (posição 84. etc. aspiração de poeiras. máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84. válvulas. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor. bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. por insuflação ou aspiração (tiragem forçada). rodas de aletas.. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo. em recinto fechado. permutadores de calor. pistões. COM VENTILADOR INCORPORADO. pás e aletas. navios. etc. uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade. As bombas de ar ou de vácuo. aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85. Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa..15).83 . Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar. d) As máquinas para limpeza. 8415.).. produtos alimentícios. e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto. tintas. lugares públicos. dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas.11). por exemplo. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas. com dispositivos de refrigeração 8415. elementos aquecedores ou refrigeradores. mecanismos oscilantes ou basculantes.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. papéis. estes aparelhos comportam. hospitais. 84. hélices e outros elementos giratórios. mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas. vapores. desumidificador ou os dois juntos) do ar. aparelhos eliminadores de poeira (posição 84. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas. etc.MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração. gases quentes. papéis.).Sem dispositivo de refrigeração 8415. arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84. fumo (tabaco).13). b) As bombas de emulsão (posição 84. cantinas. etc. bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado. rodas com aletas. etc. etc.) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos.).Outros. c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84. Atualizado em 04/01/2011 . etc. filtros..90 . navios. ventilação de ambientes. secagem de diversas matérias (couros. compressores. seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84. etc. veículos motorizados.28).. silos.82 . Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84.37).81 . MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado..8 . às vezes. Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. etc.10 . exigido para algumas indústrias: têxteis. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).15 . Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+). formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415. que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes. apartamentos.16).20 .Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415.Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices.21). concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas.Outros: 8415. fumaças. Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor.COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM.. classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. C.22). se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições. geradores de pistões livres e ventiladores. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73. tecidos. de parede. tais como corpos de bombas ou de compressores.

formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). por exemplo). etc. em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar. em um espaço fechado (caminhão.16. etc. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84. o ar ambiente do local onde funcionam ou. quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. reboque ou contêiner (contentor*). as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter.20 Atualizado em 04/01/2011 . As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. etc. No ciclo de refrigeração. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado. palha de ferro.Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento.10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. Nota Explicativa de Subposições. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação. As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se. por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. Do ponto de vista estrutural. Entre eles. As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa.79. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação.18.18. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo. dentro de um limite determinado. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente. todavia. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. 84. São. que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. Subposição 8415.). de vapor ou de ar quente. chapas de metal distendido. por exemplo. apresentados separadamente. por condensação. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias.19.18). se são providos de uma entrada de ar externo. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente. por condensação. ou de resistências elétricas. a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. 84.) e um umidificador de ar (que consiste. geralmente. podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo.18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84.14. constituídos por um compressor. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar. 85. Subposição 8415. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados). como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. Todavia. Pertencem a esta posição. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. a umidade do ar. São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. um condensador e um motor. Estes aparelhos classificam-se na posição 84.79. uma mistura de ar fresco e ar ambiente. pelo contrário. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. lã de vidro. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84. Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam. por conseguinte. conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. 84. por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico. formando um corpo único. palha de cobre.). mesmo contendo um ventilador a motor. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84. apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. 84.). por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. Algumas máquinas contêm. PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado. por exemplo). a umidade do ar). excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter. Em alguns casos. sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos.22. nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. cada cômodo de uma casa).21. c) Os aparelhos que. Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado. no mínimo. reboque ou contêiner (contentor*)). quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar. como máquinas e aparelhos para produção de frio. etc. quando a temperatura exterior for muito baixa. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. No ciclo de aquecimento.

39 . geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro. por exemplo (Capítulo 73. 13) Os centrifugadores para extração de mel.29 ..Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421.22 . para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas. vasilha. 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos.21 . I. 2) As turbinas para refinação de açúcar. aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis. também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos. incluídos os secadores centrífugos: 8421. para o tratamento do leite.21 . e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química.Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório. Atualizado em 04/01/2011 . tambor. pelo efeito da força centrífuga. 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos.).CENTRIFUGADORES. 8) Os separadores centrífugos de leveduras.2 . etc..3 . vasilhas. As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora.Desnatadeiras 8421. As máquinas e aparelhos giratórios que.11 .. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura.De centrifugadores. 84. sebos.Para filtrar ou depurar bebidas. CENTRIFUGADORES. de acordo com sua densidade..19 . perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios. licores. de vasilhas múltiplas sobrepostas. II. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo..1 . INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS.Para filtrar ou depurar água 8421. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis. os constituintes são recolhidos. Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias. Nos aparelhos de tambor ou de cesto. vinhos. em seguida. nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para. féculas. Em alguns tipos. habitualmente cilíndrico. 8421... para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem.Secadores de roupa 8421.Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. exceto água 8421. de peneiras (ou coadores) de leite.12 .Outros 8421.Outros 8421. incluídas as dos secadores centrífugos 8421. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo.99 .Centrifugadores. nas lavanderias ou tinturarias. tais como tabuleiros.Outras A presente posição abrange: I.91 . para branqueamento. etc. 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo..Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421. etc.. por exemplo. 3) As desnatadeiras e os clarificadores.9 . cesto. tambores. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento. serem decantados.23 . peneiras de tintas. 4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos. geralmente)). centrífugos.Partes: 8421. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES. as matérias sólidas são retidas no elemento giratório. contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação.31 . Entre as máquinas e aparelhos desta espécie. 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos.. em diversos níveis do coletor. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção)..Outros 8421. cestos. coletores.

pasta de papel. porcelana. No tratamento de águas potáveis. do vinho. feltros.13). etc. retirar o alcatrão dos gases. Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão.01). além dos tubos de entrada e de saída de água.74). produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70.74). Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células.). denominados "anticalcáreos". de amianto. a) Os centrifugadores especiais. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. de martelos pendulares. B) Filtração e depuração de gases. de gás. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. telas metálicas.37). gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. que se transformam em lamas não incrustantes. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes. sem características específicas. por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). os depuradores de água de cal. e ainda material industrial pesado. De acordo com o tipo. providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros. mas não engloba os simples funis. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. recipientes. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água). substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. geralmente. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros. guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. eletrostáticos. que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos. entretanto. areia. 7) Os filtros de cápsulas. Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. Entre os aparelhos desta categoria. pós metálicos sinterizados.). etc. às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. filtros-prensas).). A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. pequenos aparelhos de pressão. desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga. d) As peneiras centrífugas (posição 84. que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. na indústria açucareira. peles. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. magnéticos. de ação química. os recipientes. II. algumas destas matérias. enquanto que as matérias sólidas se acumulam. carvão vegetal. etc. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. kieselguhr. Atualizado em 04/01/2011 . da cerveja. (posição 84. amianto. que se fixa. por sua própria concepção. que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. eletromagnéticos. a fortiori.APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo. etc. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". 8) Os depuradores de água. 6) Os filtros a vácuo rotativos. etc. ao contrário.. por exemplo. e através das quais o líquido a filtrar é forçado. mantido sob pressão inferior à ambiente. negro animal. c) As bombas centrífugas de ar. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor. etc. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. em forma de tortas. sob forte pressão. consiste em dispositivos puramente estáticos. ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). 9) Os depuradores eletromagnéticos de água. fortemente apertadas umas contra as outras.86). 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais. De modo geral. ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. de ação física.. quer.14). em uma torneira. tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. entre as molduras e as placas. etc. por exemplo. celulose. Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. bem como os filtros de água de uso doméstico. Conforme o rendimento que se quer obter. consoante o caso). cubas. minerais concentrados. químicos.Excluem-se.54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84. arenito. constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água. como. por exemplo. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. 5) Os filtros-prensas. Obtém-se. Mergulhadas no líquido a filtrar. etc. (posição 84. f) Os trituradores centrífugos de bolas. Pelo contrário. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. de ação física ou mecânica. do óleo. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste. tais como tecidos. denominados centrifugadores de gases. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. de fácil remoção. inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados. a porcelana e o carvão vegetal. a separação de partículas sólidas. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. etc. carvão vegetal.

os dois sistemas. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas. tambores de filtros de líquidos ou gases. Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+). (posição 84. levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone. no interior deste.Conforme o seu princípio de funcionamento. de filtros de gases. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).10 . constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica. por outro lado. de onde caem periodicamente.Outros 8424. também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos. MESMO CARREGADOS. deve observar-se que as placas filtrantes. de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis). 4º) Os ciclofiltros. na parte superior. esponjas metálicas.).Outros aparelhos: 8424. incluem-se na posição 48. por meio de diversos dispositivos. percorrendo o cone do vértice para a base. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases.01). etc. de sidra.30 . com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. 2) Os filtros eletrostáticos. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios.90 . etc.35).Para agricultura ou horticultura 8424. os filtros-depuradores e os depuradores que. de modo geral.81 .79. os filtros propriamente ditos que. feltros. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases. têxteis. como os filtros de líquidos do mesmo tipo.Partes Atualizado em 04/01/2011 . de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade. pela ação de um dispositivo apropriado.APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR. c) As prensas para produção de vinho. 2º) Os filtros de manga. que se movimenta em torno de dois rolos.24 . de ação física ou eletrostática. especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação. etc. podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas. no presente grupo. depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo. molduras e placas de filtros-prensas. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell). b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84. muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. as outras superfícies filtrantes (cerâmicas. EXTINTORES. aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes.Máquinas e aparelhos de jato de areia. a uma intensa turbulência que. a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador. decresce bastante rapidamente. fibras de vidro. de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. mesmo carregados 8424.. Incluem-se também.15 e os desumidificadores de ar da posição 84. com um dispositivo de pulverização de água. Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. os gases. que combinam. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão. 3) Os filtros de grãos ou scrubbers. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara. etc. 8424..8 . suportes. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. ou as fazem aderir a superfícies oleosas. MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. anéis de Raschig.89 . são submetidos. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos.18) 84.12 e que. etc.Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90. de pasta de papel. por precipitação. Todavia. constituídos por uma tela filtrante sem fim. Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água.Extintores. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES. tais como os de placas dispostas em ziguezague. em uma câmara de depósito.20 . atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros.) e. que se subdividem em duas classes: por um lado. incluídos os que funcionam por eletrodiálise. DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS. etc. às vezes. Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. de ar ou de outros gases.) e equipadas. podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica. tecidos. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". 3º) Os filtros de cortina.

tontisses. incorporam. os verdadeiros veículos automóveis. de areias auríferas. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38. por outro lado. na acepção da posição 87. Também se classificam aqui. nos quais o motor. dispersão. sob pressões incluídas entre 3.EXTINTORES. terras diamantíferas. estátuas. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios. utilizados nas máquinas de impressão. etc. vernizes.05 ou 84. manômetros. São utilizados para aplicar tintas. porém. ainda que contenham um reservatório e. por um lado. por erosão de terrenos. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. etc. c) Os instrumentos de uso médico (posição 90. etc. os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal)..13. utilizados para regar gramados (relvados). ou em nuvem (spray). O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção). A. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96. a aplicar ou projetar inseticidas. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. aspersores. etc. de motor elétrico incorporado. que veda o orifício de ejeção (posição 38. os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas". para limpar fachadas de construções. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar. MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. mesmo providas de reservatórios (posições 87.. às vezes.79). Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras. na forma de jato.. e os rebocáveis. não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo. granalhas metálicas.. cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. entretanto. freqüentemente de construção pesada. granalhas. conforme o caso). vernizes. especialmente equipados. em particular. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo. etc. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão. etc.. dispositivos para purgar.PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. utilizados especialmente para limpar peças metálicas. líquidos ou produtos sólidos (granulados. O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais. campos.000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. metal). etc. às vezes. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato). injetores de adubos. compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. e um dispositivo para regular. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia. etc. ou.08). b) Os bicos para mangueiras (posição 84. de jato. e os foles. etc. pomares. carregados ou não. do tipo automóveis ou não. Esta posição. percutores. Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se. compressores.).SERINGAS. pós.81 ou Seção XV. comportam um disparador manual (com gatilho. tinturas de cal ou cimento. excluem-se. Incluem-se neste grupo. E. borracha. vidro.. b) As bombas de combate a incêndios. alavanca. obtido seja através do jato de um maçarico. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores). pós metálicos. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente. ou mesmo gota a gota. B. etc.05. bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas. ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água.16).. utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas. limitado este. pedras. óleos. Atualizado em 04/01/2011 .18).. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. que executa o bombeamento e a dispersão. permite também o deslocamento do aparelho. fungicidas. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. que comanda o jato. Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. etc. etc. C. etc. fixos ou móveis (torniquetes. válvulas.13).000 e 4. etc. reguladores de pressão. mangueiras de jardim.). 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água. 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar). foscar ou gravar vidro. plásticos. dispersar ou pulverizar vapor.MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. para fins agrícolas ou para uso doméstico. botão. quando apresentados isoladamente. D. e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão. Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. utilizados para a extração.. pedra. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido.). materiais compostos. entretanto. às necessidades da sua função.).SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. válvulas reguladoras de retenção. sprinklers. Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas.

Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82.79).TALHAS. (posição 84.18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90. de jato de vapor.). para garagens 8425. Subposição 8424.24.Talhas.67). CADERNAIS E MOITÕES. revelação. dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó. 8425. l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90. k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84. jogos de engrenagens...41 . compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e.3 . cabrestantes: 8425.A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir.. etc. a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico. MACACOS. etc.04). relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis.26.79). de água. etc. e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84. para tubos de caldeiras (posição 84. bicos aspersores. diversos objetos (tambores. g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84.Outros macacos.11 . b) Os eliminadores de fuligem.Macacos: 8425.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84. O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto. também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição.Elevadores fixos de veículos. cadernais e moitões: 8425.De motor elétrico 8425.4 .15.86). rodas denteadas e parafusos sem fim. d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor. e às máquinas e aparelhos de elevação. etc. c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84.De motor elétrico 8425.31 . Incluem-se nesta posição: I. cadernais e moitões são mecanismos de elevação. aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84. Entretanto. 84. concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. caixas. por projeção de parafina ou cera fundida.43). Nota Explicativa de Subposições. CADERNAIS E MOITÕES As talhas..19 . de areia. descarga ou movimentação.81). ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura.25 . entre outros: Atualizado em 04/01/2011 ...16).Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação. de outra parte. GUINCHOS E CABRESTANTES. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas. se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator. bem como aos aparelhos com funções múltiplas. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84. Este grupo compreende. mais ou menos complexos.. observando-se que se aplicam.49 . ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII.. 3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar.Outros guinchos.76). 2) Os aparelhos para pintura eletrostática.22).42 . carga. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana. cabeças de irrigação.39 .1 .TALHAS.Outros 8425.). o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87. tais como os reservatórios. hidráulicos 8425.Outros 8425.20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84.01. mutatis mutandis.19). que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes. evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar.

mas nos quais a corrente é substituída por um tambor. 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões. Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos. 4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas.25 ou 73. construções.27 Atualizado em 04/01/2011 . incorporados ou não no aparelho. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. etc. III.20 . Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical.25 8431. cadernais e moitões.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor.PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84. etc. elevar âncoras.30. Entre estes aparelhos. que se desloca num trilho (carril) aéreo.08.. equipados. constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão.83.31 .12. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. acionado manualmente ou por meio de um motor. Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação. caminhões.25 A 84. que envolve o mecanismo. Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". Entre os macacos de uso especial. redes de pesca.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado. mas que funciona segundo o princípio dos macacos. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. etc. para movimentar paus-de-carga. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma. vagões-oficinas. etc. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73. cadernais e moitões. cadernais e moitões de tambor. etc. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei)..1) As talhas. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos. que se assemelham a guinchos. articulada. para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas.Das máquinas e aparelhos da posição 84. 84. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas. de talhas. neste aparelho. substitui a cremalheira rígida. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos.26. etc.10 . 3) Os elevadores fixos de veículos. Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. recolher amarras. guindastes. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. cabos de dragagem. As simples polias para cadernais.). para garagens. para deslocar estruturas metálicas. do mesmo modo que as polias simples. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos. 8431. nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes). caixas. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. 3) As máquinas de extração. constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho. II. cadernais e moitões de modelos mais simples.. às vezes de ação horizontal. podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis.De máquinas ou aparelhos da posição 84. incluem-se na posição 84. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris). uma corrente de cilindros.31. plataformas de artilharia. hidráulicos ou hidropneumáticos. constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. 7) Os macacos para levantar locomotivas. comportas de açudes. vagões. manobrar lemes. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor. 2) As talhas.

rochas. ajustáveis ou telescópicas (posição 73.3 .83).30.) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85. draglines. tais como as molas de suspensão (posição 73.49 .).. os suportes. cavaletes de rolos.Caçambas (baldes*).86).4 ...07). f) Os ganchos de elevação (posições 73. mosquetões.Das máquinas e aparelhos das posições 84. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. ganchos e tenazes 8431.Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430. Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos. Atualizado em 04/01/2011 . etc.Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).41 . de borracha vulcanizada (posição 40. escoras e pontaletes. caixas e vagonetes para transportadores aéreos. 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes. polias para cadernais e engrenagens (posição 84. c) As barras ocas para perfuração (posição 72. as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha.05) ou de matérias têxteis (posição 59. cascalho. de couro (posição 42. correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão. mesmo de comprimentos determinados. pentes para uniões de tubos (split bushing slips). gaiolas e plataformas para elevadores. guindastes (gruas) sobre cabos.De elevadores.26. c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação. desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos. os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos.26). carga e descarga de "esferas" (boules). ganchos e semelhantes.. mangas de brocas (drill collars). bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars).30: 8431. as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel. coroas. as correntes de raspadores para transportadores. os degraus de escadas rolantes. no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos.49 8431.42 . barras de comando (kellies). etc. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84. providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios.07 ou 84. ganchos.08). trépanos. estacas. ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85.15). subs.01)..25 ou 73.43 . Permanecem igualmente nesta seção. de lagartas ou de rodas. as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores. pinças. rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos. monta-cargas. as garras com bordas cortantes.06). 6) Os chassis não autopropulsores. se apresentados isoladamente. Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39).25 a 84. argila. as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias. tubos de perfuração. movimentação. uniões porta-ferramentas (tool-joints).25 a 84.12 ou 73. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas". Por outro lado. de ferro fundido. d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73. g) As brocas.. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431. para gaiolas ou cabinas de elevadores.39 . Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura.08.8431. b) As lingas (Seções XI ou XV).05. ferragens. tubos-sondas. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos. 84.Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431.Das máquinas e aparelhos da posição 84. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores. etc.10). uniões de tubos (spider bowls). os martelos para bate-estacas. skips. seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam.30. mesmo de mandíbulas. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. máquinas de tração operadas a cabo.) aos quais são destinados. (posição 83. balancins de equipamentos de perfuração por percussão. mangas de comando (kelly drive bushings).11). as cabinas. 3) As barras de corte.04 a 73. h) As fechaduras especiais para elevadores. cabeças de injeção.29 ou 84. as lâminas de niveladoras ou de raspadoras. etc.Outras 8431. anéis. as lanças de guindastes. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87. posições 73. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias. escavadoras. teleféricos.20). os motores (posições 84.41 ou 8430.10). etc.28: 8431. anéis limitadores de profundidade (stop-collars). etc. etc. trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82. as tenazes e ganchos articulados. as caçambas (baldes*). para carvão. tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos). guias de hastes de perfuração (drill pipe guides). e) Os espeques. incluem-se na Seção XV (em geral. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*). os carros e troles de monotrilhos (monocarris). a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84. com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria.28).31 . pás.08). Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho. ij) As polias.

Ceifeiras-debulhadoras 8433. cortar.84.51 .). CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433.90 . bem como as enfardadeiras de palha ou forragem.Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433. que apanham e colocam em molhos. aos materiais da presente posição. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433. que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular.60 . ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas. manuais ou motorizados.Outros 8433. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar.. 17) As máquinas para ceifar. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). 11) As máquinas para a colheita de algodão. em substituição das ferramentas manuais. arrancamento. a debulha e a limpeza do grão. 16) As máquinas de levantar.Máquinas para limpar ou selecionar ovos. podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras. permitem executar mecanicamente: A. máquinas e aparelhos para debulha: 8433.59 .11 .Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433. o feno ou a palha deixados no campo.). A.Partes A presente posição abrange as máquinas. por divisão prévia dos feixes.53 . cenoura. grades. etc.Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433. incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84. mutatis mutandis. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno. 15) As arrancadoras de batata (de relhas. MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS. garfos. etc. 5) As gadanheiras de feno.19 . 6) Os ancinhos-ajuntadores.MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA. apanha..1 . 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras. milho. B. frutas ou outros produtos agrícolas.52 .). tomate. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática. que são desatados.32 aplicam-se.37. bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que.37. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes. frutas ou outros produtos agrícolas 8433. etc..30 . ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). etc. constituídas geralmente por uma estrutura com rodas. 12) As arrancadoras de linho.mesmo que sejam apresentados isoladamente .20 . etc. picar e transportar ervas.Outros 8433. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433. 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada.Enfardadeiras de palha ou de forragem.os alimentadores automáticos. Atualizado em 04/01/2011 .5 . 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho. 14) As máquinas para colher feijão verde. de tambor. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal. constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal. CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva). ancinhos. aparelhos e instrumentos que. As disposições da Nota Explicativa da posição 84. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84.. quando giram. especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas. picar e carregar forragem.). por exemplo.Ceifeiras. em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. feixes ou fardos. 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais.Cortadores de grama (relva*): 8433..Motorizados. 10) Os reboques autocarregadores.40 . tais como as barras de corte.. debulha.33 . 19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas.Outras máquinas e aparelhos para colheita. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS. ceifeiras. A limpeza ou seleção de ovos.MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS. 8433. os ancinhos-espalhadores e viradores de feno. para corte de forragens. Entre estes. Também se classificam aqui . 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos. 20) As debulhadoras de cereais.. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores. enfeixamento. fresas giratórias.

descarregadores de garras para forragem. RESERVATÓRIOS.45). por exemplo). tais como os transportadores de tiras. monta-feixes.90 . CALDEIRAS. elevadores de baldes para grãos. B. Também. elevadores de palha ou de sacos. na posição 84. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84. por exemplo. sacudidores. se apresentados com esta última. VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES.). pelo contrário.78). agitadores. e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. conforme o seu volume. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84.28). pelo contrário. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. etc.08). debulhadoras. denominados cortadores autotransportados.Válvulas de retenção 8481. gases..TORNEIRAS. cenouras. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras.36). etc.37. todavia. empilhadores. meios-fios ou de sob os arbustos. montados em canalizações ou recipientes. matérias viscosas) ou. conforme a sua posição. relhas.Válvulas de segurança ou de alívio 8481. garras. aparelhos de observar ovos (posição 84. enfardadeirasapanhadeiras. incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação. isto é. frutas. PARA CANALIZAÇÕES.Válvulas redutoras de pressão 8481. etc. mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. às vezes.81 . ou ainda regulam o volume ou pressão. a sua retenção. diversos produtos agrícolas: ovos. desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados). abre ou fecha um orifício.. membranas. b) Os monta-feixes. tais como: Barras de cortes. ancinhos.40 . ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras. que.10 . que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. para retirar as ervas ao longo dos muros. Atualizado em 04/01/2011 . também se classificam aqui as partes das máquinas. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. tambores e forquilhas de gaveleiras.67. 8481. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas. estas máquinas. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias.37). etc.Outros dispositivos 8481. válvula ou charneira. Quando apresentados separadamente. tambores para enfeixar. classificam-se na posição 84. forquilhas. selecionadoras. d) Os limpadores. Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras. 84.). FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo. destinam-se a limpar ou selecionar. selecionadoras-observadoras eletrônicas. agulhas corrediças. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. fresas e outros aparelhos arrancadores. Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481. aparelhos e instrumentos da presente posição. por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos. corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva).80 . elevadores de palha. constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas.28. cebolas. porém mais raramente. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos. CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras. equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo. pepininhos (cornichons). Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição. contra-agitadores. tais como o reboque.Partes As torneiras. etc. padejadoras pneumáticas para grãos. batatas.26 ou 84. peso. correntes de caçambas (baldes*).21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho. tabuleiros de corte. Excluem-se.. As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se.MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS. divisores. classificam-se na posição 84. que seguem o regime da máquina. separadores.30 . selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. aspargos. aeroensilhadoras. mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras. esferas retentoras. c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas. vapores. permitem o escoamento de fluidos (líquidos.20 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). esmagadores.

As cabeças e rampas. e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento. 3) As charneiras e válvulas de retenção. 12) As torneiras misturadoras. Atualizado em 04/01/2011 .85). etc. Todavia. 71. 75. As membranas de rebentamento (discos delgados. acionados quer manualmente. cápsula.). não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). cápsula. etc. por meio de uma chave. um volante. desde que correspondam às condições acima indicadas. etc. 73. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines). condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. Também se classificam aqui as torneiras. 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. etc. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas). conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. apenas a torneira.12). classificam-se na presente posição ou na posição 90.26. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado.15. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. bem como outras comportas imersas para navios. mesmo com apito. flutuador. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84.08.16. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. por um elemento manométrico (membrana. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui.). válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. cápsula manométrica. na câmara de mistura.32. Quando o controle ou o comando se efetua à distância.). As combinações formadas por torneiras. contrapeso. por meio de um tubo capilar. 7) As torneiras de escoamento para radiadores. de cerâmica ou de vidro. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. respectivas torneiras. por exemplo) ou na posição 90. de controle ou de regulação das posições 90. de quaisquer matérias. para garrafas de água gaseificada. 16) As cabeças de sifão.São. Caso contrário. as peças mecânicas que. etc. hidrocarbonetos ou outros fluidos. por exemplo. se o conjunto forma um corpo único. 5) As válvulas e órgãos de distribuição.. caldeiras. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). vapor. e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás). 14) As válvulas e comportas de balastro. uma alavanca. válvulas e dispositivos semelhantes. para tubos indicadores de nível. estes órgãos classificam-se aqui. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos. Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido. 4) As válvulas de alívio ou de segurança. lavatórios. para incêndio. água. classificam-se como partes de máquinas. tais como os tubos de comprimento reduzido. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. Estas válvulas. embora assegurem uma função semelhante. refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação.26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica. pequenas bacias para beber e fechos de segurança. classificam-se também na presente posição. 11) As bocas e tomadas de água. tal como mola. elemento termossensível (válvulas termostáticas). equilibrado por uma mola de tensão regulável. dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84.). A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. agulhetas de incêndio ou para rega. incluídos os próprios recipientes de condensação. etc. 8) As válvulas para câmaras-de-ar. quaisquer que sejam as máquinas. 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas.26.14). aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam.26.. um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo. válvula ou dispositivos semelhantes. 6) As diversas torneiras (de admissão. 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. quer por um motor (válvulas motorizadas).19.32. classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas. para banheiras. classificam-se na posição 84. providas de um dispositivo regulador do jato. um botão. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. 9) As torneiras de flutuador.34). do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados. em geral. válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato. reguladoras de pressão. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84.09).). 74. Além disso. purga. fole.24. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida.26 ou 90. mecânicas. que podem ser de qualquer tipo (redutoras. etc. com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva). 76. etc. geralmente. de temperaturas diferentes. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84. de diafragma. A presente posição compreende as torneiras. 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador. estas combinações classificam-se na posição 90. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas. reservatórios sob pressão. que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. etc. são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado.

entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo. geralmente.Partes: 8482. 2) As corrediças de percurso limitado. 69. Estes órgãos são constituídos. 3) As corrediças de percurso não limitado.20). com um afastamento constante. por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado.09) ou de vidro (posições 70.17 ou 70.Rolamentos de esferas 8482.Rolamentos de roletes cônicos. um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora. que comportam um segmento. inseticida. para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial).30 . barris. entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas).16). os pulverizadores de ar comprimido.79) 84. incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. simultaneamente. 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. em particular).24).12). DE ROLETES OU DE AGULHAS. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482.Esferas. d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84. leite.Rolamentos de agulhas 8482. cônicos.17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba". c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. g) Os maçaricos da posição 84. contudo.24. nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro. de borracha vulcanizada. provida de ranhura prismática. mantém no lugar.Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482. 18) As torneiras para cubas.. incluídos os rolamentos combinados 8482. etc.99 . de aço. lavatórios.50 . bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo. com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço. por exemplo). tonéis. abaulados em forma de tonel. h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes. 8482. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo.9 . geralmente. os rolamentos colocam-se. de cerâmica (posições 69.03 e 69.68.13). que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns. tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais. etc. absorver as cargas radiais e axiais.Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo). denominado "gaiola". etc. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja. C) Os rolamentos de agulhas. 20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares. Freqüentemente.. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). etc. constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84.80 .10.91 . e) As pistolas aerográficas. ou mesmo de plásticos..). salas de banho. contido no recipiente. são fabricados com bronze ou cobre.Outros. para certos usos específicos.22.82 . bebidas alcoólicas.67). que comportam um cilindro canelado. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição. concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39. b) Os sifões de escoamento de águas usadas. Excluem-se também desta posição: a) As torneiras. 73. válvulas e dispositivos semelhantes. roletes e agulhas 8482. (posição 84. estes roletes não possuem "gaiola".ROLAMENTOS DE ESFERAS. Distinguem-se.40 . B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. (posição 84. de aço. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem. Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato. simples ou de dupla fiada. etc.10 . etc.20 . para pias. não endurecida (posição 40.. PARTES Atualizado em 04/01/2011 .

para árvores (veios) flexíveis. Excluem-se também desta posição: a) As barras. recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias..Volantes e polias. 3) As árvores (veios) articuladas. partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam. as manivelas e contramanivelas. indicadores de velocidade.90 .Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço. bronze ou de plásticos.14). c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva). "bronzes" 8483. Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos.ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS.. redutores.Engrenagens e rodas de fricção. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. etc. etc. outras vezes. as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição.33). VOLANTES E POLIAS. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73.30 . mesmo que não se destinem a rolamentos. 4) As árvores (veios) flexíveis. todavia. incluídas as polias para cadernais 8483. são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS.05 mm. multiplicadores e variadores de velocidade. A. no interior de uma mesma máquina. 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. B.Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483.15). 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo.14 ou 72. EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. caixas de transmissão. de cobre. eixos de esferas ou de roletes. cruzetas. incluídas as juntas de articulação 8483. os virabrequins (cambotas). 4) Os anéis. classificam-se na posição 73. para bicicletas (posição 87.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz. as árvores (veios) de manivelas.40 .12).. Atualizado em 04/01/2011 . de perfil uniforme. 8483. b) Os fragmentos de cabo retorcido. pelo contrário. b) Dos cubos e rodas livres. 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos. consoles e caixas (posição 84. são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente.Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. 2) As esferas para rolamentos.Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos. por exemplo.20 . cadeiras. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES". incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483. de ferro ou de aço. mesmo que estes sejam inseparáveis.50 . consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal. ou de ceifeiras (posição 84. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO. utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas.10 . Conforme a sua função e as particularidades de sua forma. anilhas.83 . CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos. sem lhes transmitir movimento.). exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente.26. MULTIPLICADORES. 84. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. de acordo com a Nota 6 do Capítulo.MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*). "gaiolas".83). etc. Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução. pendurais. mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO.Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483. por várias peças reunidas. mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos. distinguem-se. desde que. este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras). REDUTORES. por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias. estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. 5) As árvores (veios) de cotovelo. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0.60 .Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento. 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor.

montados. de rebarbas rotativas. de velocidade. de um carreto e uma cremalheira. os "bronzes" de grafita ou de outro carbono. nos quais um disco. saliências ou garras. tais como as polias-tambores. hidráulicos. quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)).15. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira). MULTIPLICADORES. às vezes. os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas. dispostas por ordem crescente ou decrescente.).) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes. constituídos por diversos jogos de engrenagens. Conforme a relação entre o número de dentes dos elementos associados. de comando manual ou automático. A presente posição não compreende. apresentados isoladamente. compostas de duas ou mais polias soltas. classificam-se na posição 84. de fricção. e a outra.82.. em ângulo. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. para os isolarem. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). Os rolamentos (de esfera. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. constituídas por um conjunto de polias comuns. comportam também órgãos de lubrificação. ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos. pendurais. Sua inércia. Existem vários tipos de órgãos de transmissão desta espécie. transmitem o movimento por simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução. as embreagens hidráulicas. mas fabricam-se também com outras matérias.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou. de parafuso sem fim. Em certos casos. C. consoante a necessidade). roletes). as polias para cadernais. destacam-se especialmente: 1) Os redutores.EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES Os eixos de esferas (também denominados "parafusos de esferas") ou de roletes. que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. caso contrário. etc. etc. G. A variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado. são constituídos por um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes. por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. geralmente contidas em um cárter. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados). Quanto às rodas de fricção (denominadas também. pelo contrário. é liso (plano ou abaulado) ou de gola. tais como os plásticos. pela associação por exemplo. e os de correntes ou de correias.Freqüentemente. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. 2) Os variadores de discos ou cones.REDUTORES. geralmente). opondo-se às variações de velocidade. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades. e as polias-cones. mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos.. os volantes são também utilizados para transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias).. carretos. cones ou anéis giratórios. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas). contudo. por exemplo) seguem o regime do motor. H. tais como as polias de tensão ou os tensores para correias. A presente posição compreende todos os tipos de engrenagens (cilíndricas. Além disso. que se classificam na posição 68. Todavia. as embreagens centrífugas automáticas. modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone.. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição. incluídos os conversores de torque (binários). um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro. de modo a fazer variar a relação de transmissão. as embreagens pneumáticas. de dentes retos. consoles. que lhes permitem acoplar-se entre si). encontrando-se as esferas ou os roletes dispostos no interior da porca em alvéolos.) e compreende tanto os próprios órgãos elementares. entalhes ou reentrâncias concordantes. etc. multiplicadores e caixas de transmissão. permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. cadeiras. Pelo contrário. etc. Existem também mancais (chumaceiras) que se empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter lateralmente de espaço em espaço. ninhos. ou inversamente. E. Atualizado em 04/01/2011 . Citam-se especialmente: As embreagens de fricção (constituídas por discos. no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo.25 ou 73. quer por meio de uma biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas). D. uma. 3) Os variadores hidráulicos. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. A potência é transmitida quer pela pressão (variador hidrostático). Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores. montadas em uma mesma armação. cremalheiras ou parafusos sem fim. por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção. também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. de agulhas. Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas. pode-se modificar a direção da transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos.VOLANTES Os volantes.. helicoidais. etc. confere aos volantes as propriedades dos reguladores de movimento. que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam. Há também alguns tipos especiais.POLIAS. São constituídos. cone. madeira. Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". o movimento é transmitido com a mesma velocidade. cônicas. de diâmetros diferentes. Entre estes. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS) Estes termos designam os dispositivos. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa. os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras).26. conforme o caso. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73. sobre árvore (veio) acionada.25.. esses rolamentos classificam-se na posição 84. cujos elementos motores se prestam a diferentes combinações com os elementos impulsionados. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. geralmente. Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. cilíndricos ou cônicos. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. F. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida.

Não se consideram juntas metaloplásticas as juntas de amianto simplesmente reforçadas com fios ou tela. os acoplamentos elásticos (de tacos.