Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios. interest de 7%: 56. ICMS 52/93. Não Atualizado em 04/01/2011 .90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85. ICMS 109/09. MA. *Pneumáticos. 17/97. ICMS 41/08. MG. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot. ICMS 85/93. ICMS 10/03.11 e (Dec 8507. efeitos a partir de 01/03/10 Prot. adesão da BA através do Prot. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. RS. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. RN. PI. MT. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv.30. PA.43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. BA. PI. MT. ICMS 28/10. SC (a partir de 01/03/11). ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. AP. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. Pilhas e baterias de pilhas 8507. PE.00 7244/98. SC e SP AC. PB.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. ES. efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot. AP. PR. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. AM. MA. ICMS 97/10. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. SE. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot.87% Alíq interest de 12%: 48. efeitos a partir de 01/09/10 AL.80. R J. componentes. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. BA. AL. efeitos a partir de 01/01/98 Conv. 50 do protetores de 4012. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças. PR. RR.

efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. Lista neutra: 58. BA. RO. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art. ICMS 99/09. item 5. cubos e pastilhas. AP. Lista positiva: 54. quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. MA.Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv. ICMS 76/94. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt. ICMS 105/09. MT. AL. PE. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. PA. cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. MS. efeitos a partir de 01/10/94 Prot. ES.15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. PI. 96. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op.03%. isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos. PB. internas com prod. placas p/ pavimentação.42% Atualizado em 04/01/2011 . 50 do RICMS/89) Conv. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. RS. 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.90%. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 .

macarrão instantâneo e pães: 20%.59%. item 5. PA. item 5. 0206. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05. de 01/10/04 a 30/09/05. 2106. exceto do Espírito Santo: 63. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. exceto em relação a torradas AL. item 5. Normátiva 04/2009. 0209.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art. CE. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. RR. Normátiva 04/2009. PE. Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins. bolachas.00. Ver nota 8 Prot. ICMS 50/05. Pauta Fiscal (Ins.59%.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas. etc. BA. Do Sul/Sudeste. PE. 6º do Dec 7947/01) Prot. BA. MA.90. Normativa 04/09) item 5.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . item 5. 61.14 0201. ICMS 26/04.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins.10. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. pães. Dos Demais Estados e do ES: 54. macarrão instantâneo. internas Do Sul/Sudeste. AL. 0203. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. ICMS 11/91. PI.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. AM. 0202.2) Pauta Fiscal Art. ICMS 10/92. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202.80%. efeitos a partir de 01/06/91. RN e SE Ver nota 14 Massas. e a partir de 01/11/08 Prot. Internas: 46%. menos o Estado de GO.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino. Normátiva 04/2009. efeitos a partir de 01/03/06. biscoitos. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC. PB. SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot. III (Ins.80 %. a partir de 01/11/08 Todos os Estados. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. 11/91 Cláusula quarta. exceto ES: 63. PB. RN. 0207. AP. PI. CE.

ICMS 20/05. PE. CE. internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. RJ. ICM 19/85. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. DF.(ICMS da operação normal).90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. BA. AL. 87 do RICMS/BA. PB. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL. SC.00 (sorvetes) e 1806. PB. MT. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. ICMS 132/92. BA. MG. efeitos a partir de 01/05/07. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. RO. ES. PR. inciso V do RICMS/BA. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 . RN. AP. PE. RS. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. MS.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art. efeitos a partir de 01/06/95 Prot. SE. ICMS 46/00. inclusive automação.das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”). 1901 e 2106. AP. ICMS 51/00. indicados no Anexo 5-A. inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. Nota 2: Observar o disposto no art. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim. ICMS 74/94. RR. 87. AM. inciso V: V . PI. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC.

chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. GASOSA OU NÃO. ÁGUA MINERAL. NATURAL ÁGUA MINERAL. POTÁVEL.29 . GASOSA OU NÃO. 8523. GASOSA OU NÃO. c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. NATURAL ÁGUA MINERAL. refri. fitas magnéticas gravadas. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL GASOSA OU NÃO.8523. GASOSA OU NÃO POTÁVEL. embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5. para gravação de som ou para gravações semelhantes. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . água.40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação.000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas. não gravadas. não gravados. POTÁVEL. fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes.500 ml Pré-mix ou post-mix. NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente. NATURAL REFRIGERANTE. POTÁVEL. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 .(ICMS da operação normal).

compreendendo fumo picado. c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I. migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo.NCM 1904.20.90. 87. bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402.das operações internas com açúcar.00. Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais . Nota 12: Art.10) e rapé (2403. em qualquer acondicionamento. É reduzida a base de cálculo: VIII .99. jipes.00). camionetas. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros .10. Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros.(ICMS da operação normal).NCM 2008. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.00). aplica-se a alíquota de 25%.(ICMS da operação normal no Estado de origem). realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação. calculando-se a redução em 58.(ICMS da operação normal no Estado de origem).10). II e III pela legislação federal do IPI. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju . "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 . acrescido da margem de valor adicionado de 94. xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste.20. b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401.91. 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) .00 2402. fumo curado (NCM 2401. ambulâncias. furgões. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00). chopes.10).Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix"). desfiado. 00).10.00). fumo em corda ou em rolo (NCM 2403. prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92.30.00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados.11.90) e desperdícios de fumo (NCM 2401.99.00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%. extratos ou molhos de fumo (2403. b) salgados preparados à base de batata . independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92.90. rapé (NCM 2403.12% x (alíquota interna) .00 2403. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).00. fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403. extratos e molhos de fumo (NCM 2403.00).19.00 e 1904.90) (Nota explicativa 14) 2402.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento).99. não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) .00.NCM 2005. mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art.90. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.91. Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente.exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402.10.10.00 e 2008. fumo homogeneizado ou reconstituído (2403.20) ou não destalado (NCM 2401. refrigerantes.99.10 e 2401. exceto na importação do exterior de trigo em grão.20). adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento.

destinado a passageiros e motorista.90 8703.33. mas não superior a 1500cm .De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais.21.21. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.10 celular 8703. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel. c/motor explosão/caixa basculante. carro celular e carro funerário 8703.32.De camionetas.9 ton ("Ex" 01 . de peso em carga máxima não superior a 5 ton.90 Outros automóveis com motor explosão.21. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: ambulância.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel.31. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.24.32. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. furgões. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.10. exceto: carro celular e carro funerário 8704. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. carro funerário e automóveis de corrida 8703. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. chassis e cabina. incluído o condutor.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. furgões.De camionetas. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. incluindo o motorista. incluído o condutor. de cilindrada superior a 1000cm .21. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. incluindo o motorista.10 Automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 1500cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. exceto: ambulância.23.De camionetas. mas não superior a 3000cm .9 ton ("Ex" 01 . com motor de pistão. carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703. c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante. mas não superior a 3000cm . exceto: carro celular. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. superior a 6m3.22.9 ton ("Ex" 01 . de cilindrada superior a 3000cm .90 3 Outros automóveis com motor explosão. mas não superior a 2500cm . incluído o condutor.23. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.10 Automóveis com motor explosão. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão.90 3 Automóveis com motor explosão.10 8703.22. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 3000cm . exceto: carro celular. mas não superior a 2500cm . de cilindrada superior a 1500cm . de cilindrada superior a 2500cm .20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. destinado a passageiros e motorista. incluído o condutor. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. de cilindrada superior a 2500cm .21. incluído o condutor. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel.90.31. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina. furgões. de ignição por compressão (diesel ou semidiesel).33. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. com volume interno de habitáculo. de cilindrada superior a 1500cm .00 8703. de cilindrada superior a 1500cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.8702.9 ton ("Ex" 01 .De camionetas. com volume interno de habitáculo. exceto: carro celular. exceto: carro celular 3 3 8703. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703.10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 . furgões.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. c/motor a explosão. superior a 6m3.24.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703. carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias. de cilindrada superior a 1000cm .9 ton ("Ex" 01 . exceto: carro celular. mas não superior a 1500cm .9 ton ("Ex" 01 .

00. bombons ou outras preparações de 1806. em estado natural. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806. exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste.9 ton ("Ex" 01 . frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão. secos. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino. bufalino.90.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.90. De Estados do Sul/Sudeste. desde que prontas para o consumo 1806. em pó. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) . em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806. congelados.31. exceto do Espírito Santo: 34%.32. refrigerados. com peso superior a 2 kg.20. refrigerados.00).00). com motor a explosão. e suíno.8704. exceto do Espírito Santo: 23%. De Estados do Sul/Sudeste.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste.9 ton ("Ex" 01 .De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.31. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.90.10.(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras. em pó ou em grânulos. blocos. salgados ou temperados. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%. assim entendidos os produtos à base de chocolate. confeitaria. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806.31.10. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. em pasta. 2) e 1704. 1806. defumados.10. destinados à mistura com água ou leite (1806. grânulos ou formas semelhantes.00). 3) achocolatados.31. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras. recheados ou não. tabletes. congelados. paus ou sob a forma de ovo de páscoa.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: .20 1) cacau em pó. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 . ou no estado líquido.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação.20. 1806.32.

nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim. 11. 228-C. está previsto no inciso VII do art.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%. 125 do RICMS/BA: “VIII . (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. trigo em grãos . massas para sopa e lasanha.tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento.o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot. bolachas. nos termos do art. 125 do RICMS/BA: “VII .” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. tratando-se de operação interestadual. nem recheadas. com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente. tratando-se de recebimento trigo em grãos.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal. wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. 2. 2) pães. calculando-se a redução em 55. talharim. 506-B do RICMS/BA. 353. biscoitos. 3) macarrão instantâneo – NCM 1902. está previsto no inciso VIII do art. inclusive pães de especiarias. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. nem preparadas de outro modo – NCM 1902. e outras preparações similares não cozidas. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. II.2.40). até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento. ou ainda. 87. bolos. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. deverão ser observadas as disposições do art.00. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista.30. tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo. ICMS 46/00. nos demais casos. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . cuja alíquota incidente na operação seja de 27%. 3º-F.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo . waffles. Art.4 do RICMS/BA): 1) macarrão.1. 1. nos termos da cláusula nona do Prot. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro. efeitos a partir de 01/06/2010. 46/00 ocorridas no mês mais recente. espaguete. Nota 24: Redução de base de cálculo (art. a seguir sistematizadas: 1.” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e. desde que por ele produzido.

por exemplo). refrigeradas ou congeladas. acondicionado para venda a retalho. corações. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. frescas. secas ou defumadas. salgadas ou em salmoura. redenhos. cirúrgico. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. gansos. refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes. Efeitos a partir de 12/01/10. e outros. patos. pâncreas.90.10 e também está sujeito a substituição tributária. medulas espinhais (espinais medulas*). Carnes e miudezas. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”. peles comestíveis. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). Nota 25: acumuladores elétricos. inclusive charque. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. isto é. 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. odontológico (estéril ou não). patas. frescas. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. mole e cremosa.30. pensos. em estado natural. utilizado principalmente na higiene e limpeza. secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne). produtos imunológicos modificados. em mantas enroladas em papel azul Kraft. a gordura que envolve as vísceras do animal. secos. salgados ou em salmoura. sólida ou semi-sólida. comestíveis. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). e suíno. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . ovários. goelas.11 e 8507. esparadrapo. baços. Medicamentos Algodão. por exemplo). galinhas. rabos. úberes. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. rins. órgãos reprodutores (úteros. sinapismos. atadura. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. operações internas. defumados. classificados nas posições 8507. Nota 2: Em relação ao Prot. em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005. O algodão hidrófilo de uso doméstico.90. salgados ou temperados. outras frações do sangue. ICMS 06/09 e Alt. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601. línguas. por força do Prot. não estéril. frescos. congelados. tireóides e hipófises. inclusive charque. bufalino. testículos.80.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). congeladas Carnes de animais da espécie suína. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09.21. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. diafragmas. gazes. gordura comestível. refrigerados. bofes (pulmões). Prot. anti-soro. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína. em manta fina ou em bolas. multiuso. fígados. Toucinho e gordura (banha) de porco. timos (molejas). haste flexível ou não. frescas. vacinas. refrigerados. comestíveis. com uma ou ambas extremidades de algodão. congelados. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. frescas.00. miolos.

7013.00 4818.20. 6209 3006. chupetas. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 .90. preparações para higiene bucal e fraudas. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos.90. 32.00 4014.3 e 3924. preservativos.90.90 3306.exceto em relação aos Conv.00 9603.60 4015.10.1 3306. mamadeiras. ICMS 76/94).10. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv.21. Mamadeiras de borracha vulcanizada.00 3306. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot.10. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014.11. 6111. ICMS 76/94 e Prot.10.00.90.00 4015. (operações internas e Conv.90. fio e fita dental. de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art.40 4014.32.00 e 4818.00 3006. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento .10.19.31 9018.10. pastas e escovas dentifrícias.00 9018. absorventes.90 5601.relação aos protocolos 99/09.00 2936 3926.40. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento. 5601. ICMS 99/09 (BA e PR). EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.

impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. mesmo obtidos por via biotecnológica.38 41. exceto para medicina veterinária 33.38 41.04 Medicamentos.38 30.1 3926.00 33. esparadrapos.90 ou 9018.24 41.31 9018.00 4015.24 41.00 38. cirúrgicos ou dentários 33. outras frações do sangue.38 Atualizado em 04/01/2011 .00 38.90.30.32. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33.00 38.11. gazes. ataduras e artigos análogos (por exemplo. vacinas para medicina humana.05 Pastas (“ouates”).19. outros.24 41.38 29. exceto para uso veterinário 33.00 41.38 30.02 Anti-soro.24 38.03 30.36 9018. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41.38 41.38 4015.99 Provitaminas e vitaminas Seringas. pensos. exceto para uso veterinário Medicamentos.38 41.60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios.00 3006. produtos imunológicos modificados. sinapismos).

89% 46.90. exceto no código 3003.78% 48. esparadrapos. 3306.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38. gazes. exceto nos itens 3002.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios). exceto nos itens 3002.30 e 3002. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira.00 (escovas dentifrícias).62% 44.08% 41. 3003 (medicamentos).16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.90. pensos.34% 58.72% 50.(ICMS da operação normal no Estado de origem).16% 49.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38.84% 42. 3006.Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida. todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33.10 (ataduras. tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32.56.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33. sinapismos.90.37% 53. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). sinapismos. nos itens 3306.18% 41.20 (fios dentais). etc.872/2009.46. 3003 (medicamentos).90.21.24% 56. na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41. 1° da Lei 10.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005.46.56.90. 3° da Lei Federal 10.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente).93% 33. exceto no código 3004. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38. etc. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). e 3004 (medicamentos). e nos códigos 3005.60.00% 50. exceto no código 3003.35% 51. 11. nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 . pensos.60.35% 40.37% 49. 3306.18% 3.10.10 (ataduras.41% Estados de origem 2. todos da NBM/SH. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) . 3006.09% 38. 3006. “1.24% 54.05% 49.10 (dentifrícios).38% 60.93% 52.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41.).).24% 58. exceto no código 3004. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art. localizado neste Estado. esparadrapos.42% 62.30 e 3002. e 3004 (medicamentos).56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38. gazes.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41. possua Termo de Acordo nos termos do Dec.64% Nota 28-A: caso o destinatário.147/2000.24% 46.90.10.

não vidrados nem esmaltados Placas (lajes).entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. clínicas e órgãos públicos.00 6906 6907.00 6907. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos. exceto o Estado do Espírito Santo. ICMS 34/06: • Medicamentos. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição.00 6905. não vidradas nem esmaltadas NCM 6904.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. deverá ser recolhida a diferença do imposto. de forma que a carga tributária corresponda 12. preparações químicas contraceptivas e ataduras. . e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 . Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%. calhas. 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . em substituição a esta redução. sendo que. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos. em relação às vendas não destinadas a hospitais. a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente. inciso XV e § 2º. ICMS 76/94.90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11.00 6904. ICMS 76/94.90. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC.00 Atualizado em 04/01/2011 . soros e vacinas. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv. . Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9. adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv.10. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. I).90. AUTORIZADOS pela GERSU. cubos e pastilhas. com redução de 10% ou a prevista no Dec. ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais.interestaduais de UF não signatária do Conv. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10.00 6904. 11872/09.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste.00 6905. ICMS 76/94. clínicas e órgãos públicos.15% ou. (art.34% – Alíquota interestadual de 12%: 9.10. exceto o Estado do Espírito Santo.90.4 do inciso II do art. 61. se o contribuinte possuir Termo de Acordo. esparadrapos.53% (já incluído os 10% previstos na legislação). e azulejos: Ladrilhos.10. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. se houver). Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%. cubos e pastilhas para mosaicos.90.

mesmo que enquadrados no código 3214. 2901. 3205. 3808. Piche. 2713.30 ).90. 3209 e 3210 6908. vernizes. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art. 3905. 3405. ceras de polir. 3824 IX 3214.00. 3506. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica.9190) e adesivos. 3824. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 .90.11. 3910 2821. 3206. líquidos. aglutinantes.00.11. 3214. solventes.90. 3212 Nota 31-A: Tintas. Pez. 2714.10. vernizes e outros Massas. encáusticas. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART.00 2707. preparações e outros para dar brilho. cimentos. alvenaria e cerâmica.00 6908.20. rebocos e argamassas Indutos.00 3815.30. 2715.00 6908.00 da NCM. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados. 3907. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST.00. 3405.10. Comentário: Argamassa. impermeabilizantes. vernizes. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação.19.00. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. 3810 e 3814 3404. 2902. 3807.00 2707. removedores. 3805. aditivos. diluir ou remover tintas. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206. 3907.00 6908. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa.90. secantes. Corantes para aplicação em bases. 3204. aguarrás. vidrados ou esmaltados Placas (lajes).90 e 3506. limpeza. piche. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção). 3910. catalisadores. bases. Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular.00. concretos. ceras. xadrez. 3910 X 3204.17. 3405. vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV.00. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506. 3909. 353 e Anexo do Conv. imunizantes para madeira.00. 3506. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. massas de polir. preparações catalísticas. 2715.Ladrilhos. pastas. 2710 (exceto posição 2710. 3206 2706.00. vernizes e outros Preparações concebidas para solver. 6807 III IV V VI VII VIII 3211.90. cubos e pastilhas. mástiques. massas para acabamento. agentes de cura para aplicação em tintas. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv.

Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas. ICMS 74/94. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre.17 – C. ICMS 74/94.08% 59. III . efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor.04% Nota 32: MVA de pneumáticos. Espírito Santo.3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte. IV .C: crédito fiscal destacado no documento fiscal. expressa em percentual. contribuinte ou não do ICMS.27% 43. V . e 5. ICMS 10/03. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste. câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. nos termos da Lei nº 10485/02.NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51. Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I .IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados. sujeitos ao regime de substituição tributária. > (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. Nordeste. Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia. ICMS 10/03 .BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 . de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. II . Nota 33: CONV.90%.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv.19%. Centro-Oeste e Espírito Santo. exceto ES. câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%.Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar. pessoa física ou jurídica. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0. Nota 36: O Conv. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria. a base de cálculo fica reduzida em 4.MVA: margem de valor agregado.

e “slides”. CD+RW.29. tais como disco rígido (HD).8 mm (2”) . em rolos ou planos.30 Outros 3701.33 8523.29. sensibilizados. mesmo em cartuchos. DVD+RW e DVD-RW. Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.29 8523.40.19 8523. CD-ROM. mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . de matérias diferentes do papel.29.90.5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.24 8523. CD-RW.80.5 mm .21 8523.29.29.29.40.40. do cartão ou dos têxteis. considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot.outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523.29. e “slides”. ICM 19/85 e Prot.22 8523. DVD. DVD-R.21 8523.29 8523. em rolos ou planos.40. sensibilizados.29 8523.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . não impressionados. de matérias diferentes do papel.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados . CD-I. não impressionados.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. disquetes e outros.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 .29.11 8523. 8523. tais como: CD. mesmo em cartuchos.29. CD+R. ICMS 51/00.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv. ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523.29.29.31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos. de largura inferior ou igual a 50.23 8523.39 8523.discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) .29. DVD+R. CD-R.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não.40. Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.em cassettes .29 8523. exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.32 8523.em rolos ou carretéis.em cartuchos ou cassettes . do cartão ou dos têxteis. vídeo-laser. CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser. vídeo games.00 8523.em cassetes para gravação de vídeo .

DOE.1) vinhos de uvas frescas (tintos.3) aguardentes.5 3705. cloreto e carboidratos. não perfurados. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31.de 6% a 8% -. associada a concentrações variadas de carboidratos. É reduzida a base de cálculo: XIV . calculando-se a redução em 58. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. IX. com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física.4) aguardentes simples (caninha. a partir de 01/04/2009 1. de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot. 45. de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv.3 3702. incluídos os vinhos enriquecidos com álcool.  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). de largura não superior a 105mm Outros filmes. ICMS 127/10. 2. rosés ou brancos(2204) 1. estes produtos podem conter potássio. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. XIII e XVII do Anexo Único. por exemplo). Atualizado em 04/01/2011 .das operações internas com café torrado ou moído. a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas.5 e 3702.20 3702. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. II. que são substâncias que se perdem no suor. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº. 2.9 3702.Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. tais como: 2. XII. de 11/02/08. mostos de uvas. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. glicoses e de eletrólitos. rosés ou brancos). Opcionalmente. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas . outros tipos de vinhos – NCM 2204. Devem apresentar concentrações variadas de sódio.471. 2. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas.90. VIII. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702. hidromel.2) outras bebidas fermentadas (sidra. denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94.2) Classificadas na posição NCM 2208.90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . de 30 de junho de 1994. vinhos espumantes. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação. com qualquer teor alcoólico – NCM 2207. vitaminas e ou minerais.00. cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208. de 08/02/08. Nota 43: Art. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1. exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum). Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição.1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas. VII. não perfurados. efeitos a partir de 01/03/08. desde que por ele produzido. X. perada. desnaturados. 87.(ICMS da operação normal no Estado de origem). classificados na posição NCM 2205. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. III.4 3702. 2. relativamente aos produtos relacionados nos itens I. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento). a partir de 01/11/2010. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208.

REPIQUE. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. Podem conter vitaminas e sais minerais. que ajuda na recuperação da energia após treinos. ECSTASY. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL. ATO COTEPE/ICMS Nº 33.11. internas:  Operações internas: • Massas.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos. EXTRA SPORT.MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. macarrão instantâneo e pães: 20%. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo. LIQUID ENERGY.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. Kapo. INDAIÁ NIGHT POWER. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0. Opcionalmente. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK.SANTAL ACTIVE . • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot. macarrão instantâneo e pães: 35%. à base de cafeína e ou taurina. Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. ON LINE. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo.5% de álcool.00 não está sujeito a ST. BLUE ENERGY XTREME. Atualizado em 04/01/2011 . Cajuba. Nestes produtos. FIRST ONE. SKY HORSE ENERGY DRINK. competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais. à venda em bares e casas noturnas. 5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08. BAD BOY POWER DRINK. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. FLASH POWER. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. como a cafeína e taurina.GATORADE . Senninha. que têm. Sulppe. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação.CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes. substâncias excitantes para o sistema nervoso.90. DYNAMITE. ATOMIC ENERGY DRINK.5%. RED DRAGON.10. 50/05: • Massas. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. podendo conter vitaminas e sais minerais. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op. BLISS SPORT . Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” . conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.SPORT ENERGY . FLYNG HORSE-BOOSTER. Toda Hora.ENERGIL C . BURN ENERGY DRINK.

Tabela 1 .02 R$7. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .50 R$100. de 12 de dezembro de 1997. Tabela 2 .31 R$7. Atualizado em 04/01/2011 . bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. abater o crédito de origem.50 R$12. 12. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. XIII. se for o caso. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. como imposto devido.COTEPE/ICMS. o valor de referência será o constante na tabela 2. como imposto devido. prevalecendo. se for o caso.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. Art.88 R$6.12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. divulga nos termos das tabelas abaixo.63 R$3. abater o crédito de origem.Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115. prevalecendo.CONFAZ. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2. de 22 de dezembro de 2000.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. conforme § 1º da cláusula quarta. o de maior valor.98 R$120.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação.15 R$3. o valor de referência será o constante na tabela 1. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB).Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14.56 R$15. o de maior valor.27 R$1. com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. conforme § 1º da cláusula quarta.

Amanteigado.89 Art.40 Atualizado em 04/01/2011 . o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo.58 Peso/Embalagem 5 10 1.00 R$ 2.COTEPE/ICMS. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato. decidiu divulgar. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .56 3.36 R$8. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08.Art. Coco e Chocalate. de 16 de dezembro de 2005. com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. XIII.26 14.94 R$1. bolos. Maisena.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. O Secretário . torna público que a Comissão. conforme cláusula nona. pães. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.20 R$ 7.15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0.CONFAZ. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5.80 R$ 3. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00. e outros derivados da farinha de trigo. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias.Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7. 12.Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . nos termos da seguinte tabela. para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria. no uso de suas atribuições que lhe confere o art.00 R$ 4.20 R$ 5.00 R$ 2. Leite. de 12 de dezembro de 1997.50 R$ 2. Tabela 3 . bolachas. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.40 R$ 5.30 R$4. biscoitos. por este ato. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão.11. os valores serão determinados de forma proporcional.

bolachas e massas alimentícias R$ 10...NCM 0403. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual.. ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau..4 da Instrução Normativa 04/09. calculando-se a redução em 29. a partir do dia 1º de janeiro de 2010”. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido..”. lajotas e manilhas.. tijolos.... VII do RICMS/BA). nas operações internas com os produtos a seguir relacionados.. tijolos.. 353 do RICMS/BA): ..... página 26..10. leite e creme de leite coalhados.. de 5 de novembro de 2010. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 .... equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas... Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto... 61. 96. relativo à substituição tributária...1 do inciso II do caput deste artigo.às indústrias ceramistas. o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art. estabelecido neste Estado. ICMS 73/89 e 26/94).....das operações internas com os produtos derivados de leite. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art. telhas e combogós...00. Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto... leia-se: .. II . Seção 1.”. Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos. Atualizado em 04/01/2011 ...... mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes... publicado no DOU de 8 de novembro de 2010..41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento)... sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação... nas operações internas. realizadas pelo fabricante..... constantes nas posições da NCM abaixo indicadas..... fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art....leitelho. quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados. É reduzida a base de cálculo: XXVIII .... para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III ... relativo à substituição tributária.CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12. fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte .00 R$ 6. blocos.”. onde se lê: “... Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2.00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA .. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário.11. iogurte..10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10... 87.produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15.. “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”...Com cobertura Demais biscoitos... Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art.... vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs.

353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas.táxis 2) Art 24..00 Atualizado em 04/01/2011 .à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art.. segue o Anexo Único do Prot.17 3918.. exclusive do Estado do Espírito Santo. de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv. Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º. 3) Art.. de 03 de abril de 2002. cotovelos...90 39..12. 87.. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art. a título de quebra (perecimento)... VII .30.00 3923. 78-B... Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art..ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8..07. próprias e subseqüentes.. Tratando-se de operação de saída interestadual.. 104. salgados..... caprino. resultantes do abate de aves....2 do inciso II do art..... Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art... VIII.4. ICMS 133/02 e Art.. Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas..Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art.. observado o disposto no § 8º do art.. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo.485. juntas.....72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11. ovino e suínos. sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS.. leporídeos e gado bovino. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo.. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot....12... em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5. congelados. o equivalente a 9....... 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM. 347. 24-A – destinado a APAE. XXV . flanges... 6º e 6º-A do art.2002. 353. para creditamento do imposto pelo destinatário.... para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: .10 3815... III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual.... 506-E.... produzido neste Estado. sem ônus tributário para o emitente. de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815. a que se refere a Lei Federal nº 10. resfriados. II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv. XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador.. é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária. 104.. uniões)...10...O item 30 do inciso II do art..... “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS . quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante.. bufalino. 96. III – deficiente físico....1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste.... 23 2) art. secos ou temperados. de 03.... refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro.  b) 5... 23 . São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. independentemente de comprovação... É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos.. ICMS 89/05).. será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto.4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação.  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente.....205.

00 68. de matérias têxteis.3 5910. de outras substâncias minerais ou de celulose.30. embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção.20 73.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis. mesmo impregnadas.91.00. não montadas. de matérias têxteis.00 7311.00.00 Atualizado em 04/01/2011 . recobertos ou estratificados.90.00.00 8302. anéis. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação. guarnições.00. rolos.00 4010. discos.00 5909.90 8301. Partes de veículos automóveis. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante. de plástico.21. de ferro ou aço Obras moldadas.10. tiras.00 73. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes.13 7007.0000 4016. pastilhas). lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas.10. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos. ferro ou aço 7009.00 8007. revestidos. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo.1 6506.00 7014. segmentos.90 5705.93.00 7806.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças.10 4016.10. revestidas ou recobertas.10.00 8310. para uso em motocicletas.00 7007.70 8302. mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados.11.00 7 8 9 Juntas.00.99. à base de amianto. 3926. decalques. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.5 6 Frisos.30. de ferro fundido. de proteção. para freios.00 4823. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301.20 8301.00 6306. placas.9 4016.90. molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada.25. exceto 7325.

91.20 8421.00 8421. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas.90 8421.21.83 Atualizado em 04/01/2011 . engrenagens e rodas de fricção.2 8433. eixos de esferas ou de roletes.23. caixas de transmissão e variadores de velocidade. volantes e polias.90.20 84.49.10.08.27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84.1 8414.00 8421.07 ou 84.20 8425.39.10.9 8424.90.90.13.39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores.10 84.3 8408.31. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis. redutores.90 8481.14.80.1010 8431.29.09. multiplicadores. mancais e "bronzes".00 8421.3 8414. embreagens e dispositivos de acoplamento.13.90 8481.90.90 84.20.80.9 8412.42.10 84. incluídas as polias para cadernais. incluídos os conversores de torque.00 8481. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407.92 84.00 8431.00 8414.10.30 8414.2 34 Partes das bombas. lubrificantes ou líquidos de arrefecimento. 32 e 33 84.82 45 46 47 48 49 84.14.80. incluídas as juntas de 8415. compressores e turbocompressores dos itens 31.

12. exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527.84 8505. limpadores de párabrisas. Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85. velas de ignição ou de aquecimento.30. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes.4 8538 8536.13 85. degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84.90 8539.2 8529.00 8536.18 85. bobinas de ignição.20 8512.20. geradores (dínamos e alternadores.1 8525.2 8544.10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62.00. embreagens.50.30.00 Atualizado em 04/01/2011 . dínamos-magnetos.00 8544.40 8512.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas. motores de arranque).20 8507.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes. 64 e 65 Interruptores.00 8535.10 8539. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517.39). eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo. seccionadores e comutadores Faróis e projetores.10. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores.20.50.00 85. em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência. apresentados em bolsas. 63.19.90 8534.00 8536. variadores de velocidade e freios.60.10.10. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525.11 8536. magnetos.11 54 8512. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo. envelopes ou embalagens semelhantes.

21 9031.19 9026.01 a 87. próprias para colocação em carrocerias. capacetes.90.40.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 . consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87. indicadores de velocidade e tacômetros. refletores.00 8413. de plástico. ICMS 127/08.00 6812.90.80.80.10 90.89.00 9401. tiras.10 4823. 8412.59.29.81.05. Cilindros pneumáticos. mesmo em rolos.59. incluídas as cabinas.10 8413.31.10 8414.50.07 8708 8714.2 9104.00 carga. placas metálicas com 3919. motocicletas.70.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot.10.00 9401. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais.1 8716.99. efeitos a partir de 01/02/09 9613. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média. mesmo providos de seus acessórios.00 88 Fitas.90.10. 8708.90 8413. adesivos.00 8413.90 9026.00. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705. ciclomotores. de uso em veículos automóveis.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários.60.20. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos. Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo.29 9030.19 8413. 4009 4504. auto-colantes.10 8414.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87. em disco.40 9032.19.20.90. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores.00 película de plástico refletora.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.33. pára-choques de veículos de 3919.

19 8501.41%. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 .89. Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88. 353.10.10 8504.das operações internas com aparelhos celulares em 29. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07.30. salvo se a exigibilidade estiver suspensa. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07.10.50.00 9032.39. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art.31. 61. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio. apenas do Prot. Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07. 87.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. no Estado de destinação da mercadoria.90 8501. partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art. sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído. observado o disposto no § 11. especificados no item 35 do inciso II do art. 101 Outras peças.20 8507. ICMS 41/08. § 11. XXIV .00 8507. o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. ICMS 97/2010. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações. Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento).00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot. A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa.82 9027. 87 (art.30 8512. para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna. XIII do RICMS/BA). ICMS 135/06 é autorizativo.

50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. 512-B). O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”. Nota 1: Não se aplica a ST total. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. mediante contrato de fidelidade. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. 515-D). antes da saída. se distribuidora. 228-A). nas remessas para distribuidoras. antes da entrada no território deste Estado (art. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. e a partir de 01/03/2011. Nota 64: Álcool para uso não automotivo. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. tributadas pela alíquota de 7%: 41.AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF.872/2009). máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. e a partir de 01/03/2011. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. antes da entrada no território deste Estado (art. tributadas pela alíquota de 12%: 34.4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. 228-A). definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. 61.10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art. Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. apenas a parcial. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. antes da saída.3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. prevalecendo o que for maior. A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool. mediante contrato de fidelidade: 26.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. X do RICMS e IN 04/09. 512-A. prevalecendo o que for maior. Atualizado em 04/01/2011 . exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. o que for maior (§ 1º-A do art. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC.1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. item 5. Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. se distribuidora. mediante contrato de fidelidade. 515-D). 2º Decreto 11. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art.

flocos.10. preparações tensoativas. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato).42 34. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7.49.00 3402.11 2828.47 4. em relação às operações destinadas a BA.40 **sabões em barras.94. 3401.00 3808.20. exceto as da posição 34.23 28.00 5. Pomadas.07. Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.29 31. II.00 3808.20.20.94. ICMS 110/07. grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).76 66. 353. transferência ou não.90.00 3307. item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot. SE FOR INFERIOR A 17%.80 65. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível.90. 3405.19 2.00 62 57 81.41. palhetas.90 3402. 3405.46 35.00 8.19 3206. e a SP. pós.01. efeitos. branqueador ou alvejante 70 90.41.19 3.19. 3402. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1.40.58 38. ICMS 171/10. mesmo contendo sabão.90. 2828. pedaços ou figuras moldados 28 43. 3402 **sabões ou detergentes em pó. 3401. da classificação NCM. a partir de 01. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10).52 75.10. prevista no inciso VIII do art.46 Atualizado em 04/01/2011 .94 35.48 80.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora. cremes e preparações semelhantes. quando não observadas as disposições do Conv. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). Pastas.00 3307. 3307.92 71.00 6.20.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74.71 27. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC). para calçados ou para couros.

80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).30 Inseticidas.90. oxicloretos.12.71 42 27 59 59.10 15. em pó.20.91 3808. 2827.10 3808.11 42.22 57. pastilhas.90 21. granulado.55 34.90 13.11 2933.00 2207.20 3905.10.30.22.70 48. 3808.91. isocianúrico todos na forma líquida.00. tabletes.69.94 12.1 3808.11.10.21 2833.00 6805.95 63. ácido clorossufúlrico.49.69.90 18. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.00 10.67 62. 3809. todos na forma líquida.99 11.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91.43 64. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46.89 57. rodenticidas. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas. hidrocloretos.16 50.40 56.94 17.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9. raticidas.98 70.00 2933. em pó.58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado .10.00 2828. 28. 3924.00 19.65 68. 2803.30.20.91.43 66. 2827. repelentes e outros produtos semelhantes.19 3808. ácido tricoloro. granulada.98 54.59 38.00 3506.10.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81.78 66.92. 2801.42 35.00 3924. fungicidas.10.00 2924.50.20. 2207.30 78. 2710. 3808.10. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes.34 Atualizado em 04/01/2011 .15 20.87 73. decantadores à base de cloretos.00 2827.90 14.90 16. 2806.10 6805.20 2806. 3505. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43.32.95 80.

10 2836. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.90.52 69.31 71.90 2922. 3824.11.20.34 64. 2931. 2923.90 3808.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.90. 2902.98 Atualizado em 04/01/2011 .13 2923.00 23.67 73.71 64. à base de sais.92 3808.69.49 54.10 57.93 3808. 38.90.04 79.10.95 60. 2836. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio.10 57.94 3808.34 49.02 32. 34. 2815.99 33.16 62. para untar couros. 3822.98 31.67 57.30.19 29. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.90.20 25.28 67.00 24.39 28.00.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22.80 60.10 26.19 66.95 35.50.22 28 55 55 41 46 51 49 43.30.00.39 30.00 2901. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro. 3402. 2832.19 66.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61.00 2836.42 73. carbonato de cálcio. removedores de gorduras e oleosidade.90. 2933.64 Algicidas.49 58 77.10.90 27.59 69. 2917. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69.99 63. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70.90 34.00 2842.20.

30 * MVA diferente em relação ao Prot.90.98 62.2 37.00 3402.20 2807. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT. 3923. cabos e afins Vassouras e escovas.79 36.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não.90 40.98 73. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.10.60 57.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35.95 83. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.00 39.20. esfregões. 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. 8424.48 1.10. e outros redutores de pH da subposição 3824.27 66. sulfúrico fosfórico. 9603. 2828.00.95 71. desinfetantes e afins Vassouras.79. 9603. panos de prato ou de cozinha.76 91.43 51.89 8516. de ácidos clorídricos. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90.90. 7323.79. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. 6307.90.00 38.20. ICMS 27/2010 (BA e MG). redação dada pelo Prot.00 Atualizado em 04/01/2011 .11 2828. SE FOR INFERIOR A 17%.13 57.00 41.88 81. 2806.10. rodos.41.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35.10 2809.22 43.90. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot.19 3206.71 49 53 35 49 64 71 66.1 3824.10.90.

saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.94 Pomadas. Inseticidas.42 35. 3. 42 27 3809.1 3808.55 42.01.10.00 3808. cremes e preparações semelhantes. pós.30.20.11 50.10 3808.19 12% 80.00 3808.30 34.10.90. preparações tensoativas.40. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).30. 3402 40.91 3808. raticidas.41. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7.50.91. repelentes e outros produtos semelhantes. rodenticidas.30 43. mesmo contendo sabão.52 71.89 66.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307.71 59.12.76 75.10 2710.10.00 3405.37 4.85 2.92.3808. para calçados ou para couros.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).20 3905.95 57.00 3505.58 46.00 6805.00 2207.00 3506. da classificação NCM. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8. 74.94.60 81.00 3307.65 78.90 3924. fungicidas.11.00 3307.40 57.80 65. 9.16 68. 12.90 10.91. 5. exceto as da posição 34.10. 3405. Esponjas para limpeza 59 11.98 6.88 12% 49.99 3808.10 6805.94.90.78 38.00 3924.92 66.46 91. Pastas.49.90 2207. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 .

69.00 2828.90.21 2833.00 2901. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas. em pó.80 69.49.1 2832. 15.22 43.69.34 73.59 54.20 2917. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.00.11.10. 17.15 2827.42 35.99 49.30.10 66.00 2924. granulado.43 62.00 2827.20. Floculantes clarificantes. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.71 73. para untar couros.20 2806.00 2836.80 14. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 . 25.98 80.95 57. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.70 56.19 3402.34 19. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.10 2923.34 57.67 64.03 7% Cloro estabilizado .00 28.00 2933.00 2836. 23. pastilhas. oxicloretos.19 3808.67 18. em pó. todos na forma líquida. 24. todos utilizados em piscinas 55 12% 64.67 64.39 34.40 70. decantadores à base de cloretos. 2801.22.95 20.10.90 2931.50.39 2933.43 73. 27.90.59 12% 54. 26.90 2827. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio. 22.10. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63.32.69.20.16 71.10 2836.43 62.22 66. 16.00. carbonato de cálcio. tabletes. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). ácido tricoloro. isocianúrico todos na forma líquida.20.13.94 2803.49 63. hidrocloretos. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.00 2902.11 2933. granulada.19 60. ácido clorossufúlrico.10. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70.90 2806.87 48.90.31 61.20.

12% 7% 12% 7% 2815.98 77.00. outros brinquedos. II.95 57.88 91.90. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot. desinfetantes e afins Vassouras. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33.28 28.27 43.79. ICMS 109/09. todos utilizados em piscinas 60 12% 69. Prot. 6307.13 2923.13 66.00.90. carrinhos para bonecos.00 71 12% Nota 69: Triciclos.76 73. patinetes.98 43.90 2922. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas. bonecos. removedores de gorduras e oleosidade.2 57. Kit teste pH/cloro.30.90 3824.95 57. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69.20.92 3808. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento.90.30 32. 36. 7323.98 83.10.52 79.10.79 3923.1 3824.90 3808.90. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. rodos.99 3822. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.19 60.00 2842.90.10. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo.04 67.00 35 49 64 38.49 2806. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.94 3808. de ácidos clorídricos. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.95 57. 9603. mesmo animados.00 53 35.10 66.71 66.89 8516. cabos e afins Vassouras e escovas. peróxidosulfato de sódio ou potássio. 353.43 62. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 . 49 34. 31.00 8424.93 3808. e outros redutores de pH da subposição 3824. esfregões. sulfúrico fosfórico.10.79.10 2809.20 2807. 37.60 81.10.98 71. panos de prato ou de cozinha.90 9603.64 30.22 51.42 35.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29. 38. à base de sais. Algicidas. ICMS 28/10 e art.

00 Corretivo 12.autoChrome". (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.06% 3703. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante.93% 67.90. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.14% 42. matte ou lustre.10.00% 12.40% 68.10. em rolo e.00 7. ICMS 70/10.41% 3824.00% 34.92% 78.00.90. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.46% 74.80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213.00 Papel fotográfico.10 3703.98% 43.29 3703.20.00 3703. magenta e amarela 56.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.80% 65. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.00% 75.29 Atualizado em 04/01/2011 .07% 18 51.49% 76.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot.10 3704.00 4802.00% 7% 12% 66.10.20 57.

00 7.07% 78.08% 85.49% 68.49% 74.00% 12.46% 66.28% 78.08.06% 68.00 Borracha de apagar.00 Canetas esferográficas 9608.00% 12.00 Prancheta 7.00% 82.82% 60.80% 75.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.00 Instrumento de desenho.1 4202.06% 68.46% 96.54% 78.00% 7.23% 51.00% 12.95% 57.00 7. e artefatos semelhantes 43.30.10.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.49% 98.18% 53.27% 8214. estiletes para duplicadores.40.00 7. canetas porta-penas.07% 70.00% 7.00% 75.99% 59.55% 63.93% 62.90.00% 12.4016.92% 66.00% 9017.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 .92. porta-lápis e artigos semelhantes.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.53. de traçado ou de cálculo 9603.00% 75.92% 66.00% 12.20.00 96.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65.90% 87.00 3926.06% 68. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.00% 7.00 7.90 5509.00 5202.12% 9608.99.46% 72.10.00% 12.00% 57.00 50.00 4421.00 Apontador de lápis 54.00% 49.98% 84.9 63.00% 12.00% 12.00 7.00 7.20.66% 65.13% 77.64% 72.46% 78.61% 75.00% 12. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.00% 12.00 7.92% 66.94% 68.46% 84.00% 75.00% 96.90.06% 68.87% 74.88% 74.92% 66.48% 87.

46% 75.54.29% 66.06% 68.06% 78.14.9 4802.49% 68.49% 78.46% 75.01 a 39.92% 66.06% 68.09 57.04% 60.99 4816.06% 68.00% 12.92% 78.92% 66.00% 75.perfil para encadernação.19 3926.92% 3916.06% 68.92% 68.00 4802.14 57.00% 12.00% 7. próprias para recreação de crianças 57.92% 7.00% 12.95% 57.20.00% 66.00% 7.00 Espiral .12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.10. exceto estojos 57.46% 75.00% 12.06% 68.20.00% 12.00% 7.00% 66.46% 75.20.01 a 39.00% 7.49% 78.06% 80.54.57.92% 66.49% 78.00 Cartolina escolar e papel cartão.9 4802.90% 90.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.00 Papel celofane 12.00% 12.00% 12.00.24% 68.49% 78.90 4811.90.00 4802.00 4802.9 4806.00 Atualizado em 04/01/2011 . papéis de presente 57.00% 57.98% Lápis.99% 59.46% 75.92% 66.46% 75.10 Massas ou pastas para modelar.98% 88.00 Bobina para fax 4802.56.00% 68.00% 7.12.00 Quadro branco.00% 75.90.49% 78.00% 12. verde e cortiça 7. pastéis. minas. recados auto adesivos (LP note).00 57.06% 3407.9 Papel seda 4421.00% 96.00% 66.46% 66.20.carvões.99 4802.20.00 7. brancos e coloridos.00 78.00% 7. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.58.54% 3920.00 57.00 59. de plástico e outros materiais das posições 39.46% 75.00 Papel impermeável 7.92% 57.57.90 49.06% 68.49% 78.49% 78.

06% 68. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).46% 75.00% 12. de papel.16% 63.90 Papel almaço 4810.92% 66.00% 12.46% 12.10 48.06% 68.00% 70. em folhas.00% 75.00 57.18% 68.12.49% 78.49% 78.00% 12.49% 48.10.46% 89. aerogramas. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.00 57.46% 75. mesmo acondicionados em caixas 57.39% 12. de papel ou cartão.92% 66.06% 68. sacos e semelhantes.31% 72.00% 12.00% 7.49% 78.16 4816.00% 61.22.37% 48.90 Papel fantasia 69.12% Atualizado em 04/01/2011 .13.06% 68.09 48.00 Papel-carbono.00 7.00% 66. estênceis completos e chapas ofsete.00% 4808.00 Papel hectográfico 7.92% 66.00 7.90.49% 91.00% 7.92% 66.67% 81.00% 75.16 57. contendo um sortido de artigos para correspondência 52.00% 7.00 Papel crepon 4810.17 envelopes. de papel ou cartão. caixas.46% 78.36% 79.

96% 75.00% 57. mesmo ilustrados.59.00% 74.00 Livros de registro e de contabilidade.00 7. de papel ou cartão. classificadores.93% 106.46% 95.06% 68.00 103. blocos de notas.41% 7. de papel para cartas.00 cartões postais impressos ou ilustrados.90 Papel laminado e papel espelho 57.de época / sentimento) 5210.94% 77. de escritório ou de papelaria.00% 92.11. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.00 7. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). 00.00% 12.92% 66.49% 7607.13% 7. agendas e artigos semelhantes. capas de processos e outros artigos escolares. de papel ou cartão 84.88% 87.92% 78. de apontamentos. com ou sem envelopes. cadernos.48. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social . de encomendas. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.00% 12.20 65. pastas para documentos.06% Atualizado em 04/01/2011 .07% 4909.00% 75. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono. de recibos.32% 78.00% 12.90 Papel camurça 82.

00 Porta-canetas 3506.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.92% 66.00% 24.91 57.00 7.00% 12.00% 12.00 4802.00 7.06% 68.00% ANEXO ÚNICO do Prot.59% 33.00% 71.12.84 Papel cortado tipos A4.30% 62. estojo para objetos de escrita 7.00% 60.3 7.10.49% 41.46% 39.07 1. ICMS 109/09 7.00% 12.46% 75.00 4420.00% 12.49% 78. ofício I e II.10.00.46% 91.60% 81.61% 75.46% 75.14 42.46% 78. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT.56 43.00% 12.94% 83.92% 66. SE FOR INFERIOR A 17%.49% 93. e carta 3926.51% 8304.88% 32. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50. 3213.90.00 4202.10 3506.92% 66.23% 51.00 Cola escolares branca e colorida.36% 68.06% 68.00% 9603.00% 66.06% 68. mesmo emoldurados 57. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot.00% 12.18% 53.97% 9610.00 Estojo escolar.00 Apagador para quadro 57.00% 7.49% 78.90. ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .

30.00 9017. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74.92 66.46 96. magenta e amarela 57 7% 75.61 75. 5.08 85.55 63. 13.92 66. 3703.10 3704.00 9603. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”.20.28 75.10 3703.92 66. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. 10.90.00 5202. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho. estiletes para duplicadores.90.2.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores.99.90 5509. 3824. 14.10. 8.90.00 96.88 74.54 75.46 72. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.29 3703.00 9608. 9608.29 4016.94 68.98 84.00.92 66.07 59.10.20.9 4421.80 65.40 82. em rolo e.95 57.00 4202.46 66.53. porta-lápis e artigos semelhantes.00 8214.1 4202.04 12. 6.40.10.10.00 3926.90.92 12% 66. 9.92.64 72.23 51.00 9608. 11. 4.20. 7. canetas porta-penas.46 75. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .08 Corretivo Borracha de apagar.82 60. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.00 3703. matte ou lustre.46 3. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante.00 4802.20 Papel fotográfico.

00 4802.20.20. brancos e coloridos.90 4810.90 4802.01 a 39.92 66. exceto estojos.92 66.14 3916.20.9 4802.todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.14.19 39.58. 23.46 75.12 75.57.20.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20. 26.92 66.22.54.00 4810.46 89. 96. Cartolina escolar e papel cartão.46 75.14.57. 21. de plástico e outros materiais das posições 39. 3920.00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75.98 88.46 75.99 4802.20.92 66. 3926.90 Papel seda Quadro branco.92 66.92 66.00 4808.54.10.09 3407.9 4806.36 79.92 66. 22. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 . 28.00.00 Lápis. carvões.46 66.01 a 39.46 75.01 a 39.9 4802.92 66.00 4802. 16.92 66.46 75. papéis de presente .24 78.46 75.46 75.20.01 a 39.56. 4802. 3916.46 75. pastéis. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar. recados auto adesivos (LP note).18 18.90.10 39.13.9 4421. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39. próprias para recreação de crianças Espiral .10. 17.perfil para encadernação.15.95 57.92 66.92 66.90 4811. 19.99 4816. minas.46 75.90. 27.

sacos e semelhantes. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”. classificadores.94 33.10 48. 5210.29. em folhas.00. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.00 cartões postais impressos ou ilustrados. de papel ou cartão 65 7% 84. caixas. pastas para documentos. de papel ou cartão.92 66.11. com ou sem envelopes. 48.92 Atualizado em 04/01/2011 .92 66. de apontamentos. 4909. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).09 48. aerogramas. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.31 12% 61. de recibos. mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75. 35.90 7607.16 papel-carbono.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75.46 70.90. 36.93 12% 92.59.46 75. capas de processos e outros artigos escolares.88 12% 74.46 75.20 livros de registro e de contabilidade.96 34.90. estênceis completos e chapas ofsete. blocos de notas. 4816.46 30. de escritório ou de papelaria. de papel ou cartão. 31. de papel ou cartão.92 12% 66. 48. agendas e artigos semelhantes. de papel para cartas. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).92 66. mesmo ilustrados. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. de encomendas. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75. de papel. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. cadernos.17 Papel hectográfico envelopes. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103.90 9603.16 32.

47.00 4420. ICMS 25/10 (BA e MG) e art. 353. carta e outros) 25 7% 12% 39.46 91.61 75.Redação dada pelo Prot.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot.10.67 7% 84. 9610. 7% 12% 66. A4.46 40.00.50. MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.51% Atualizado em 04/01/2011 .10. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida. item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP .ANEXO ÚNICO DO PROT. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot.23 51.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.88%.71% 4011. ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.00 7% 64. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38. ICMS 110/09 (BA e SP) .90 3506.00 3506.00 4202.92 66.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3. Alíq interest de 12%: 37. 4802.60 81.90.92 66.46 75. Alíq interest de 12%: 32. 3926.89% Alíq interest de 7%: 45.31%.12% 37.53 60.84% Alíq interest de 7%: 39. 64. ofício I e II. ICMS 175/2010.3 8304. ofício I e II.00.54%. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712.91.90 Estojo escolar.06 32. Demais produtos: Interna 29. Nota 72: NCM.00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas.30 40. e carta: Interna 24. II.36%. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41.

51% 8512.10.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.10.86% Interna : 64.00 4011.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64.20.51 84.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714. Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas.71% Alíq. Origem 12%: 74.59% Interna : 64.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas.67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64. 64.00 motor.00 64.00 8714. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.51 84.67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.67 7% 84.67% Alíq. origem 7%: 84.00 4013. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG .71 84.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47.20.67 7% 84.ANEXO ÚNICO DO PROT.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64.67 7% 84.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64.4013.51 84.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712. SE FOR INFERIOR A 17%.51% 8714. SE FOR INFERIOR A 17%.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.2 42. Origem 12%: 55. PEÇAS E ACESSÓRIOS .67% Atualizado em 04/01/2011 . origem 7%: 64.50.9 64.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42.00 8512.51% Alíq.3 Interna : 47% Alíq.

BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .10.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512. champagnes. APERITIVOS. prosecos.00 Câmaras-de-ar. 51 do RICMS/BA. de borracha.22% 113. filtrados doces. espumantes. cavas.51% Alíq.67% Alíq.03 43.5 Alíq. origem 7%: 84.10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82. b) massas para sopa. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot. tempero ou cozimento de qualquer espécie: I . nacionais.67% Alíq. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43.00 42. ICMS 107/09.59%”. ICMS 65/0 I.87 185. (preparado com farinha de trigo): 123.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011.50. sangria e sidras. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013. filtrados doces. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot.59% Interna : 64. origem 7%: 84.51% Alíq.03 67.22% 82. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo. e) massas para lasanha. Origem 12%: 74. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204. exceto produtos nacionais classificados na posição 2204.82 Espécies de bebidas vinhos.macarrão. considera-se.20% 150. sangria e sidras.59% Interna : 64. Origem 12%: 74.20. champagnes. Origem 12%: 74.” Anexo Único do Prot. novas.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos.51% Alíq. c) espaguete. AMARGOS.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art. proseccos. espumantes. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo. d) talharim.00 42. cavas.84% a) macarrão propriamente dito. origem 7%: 84.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

41 R$ 3.39 R$ 33.55 4.22 R$ 42.17 R$ 19.57 4.64 4.61 4.91 mL de 521 a 670 R$ 2.71 por litro R$ 3.45 R$ 17.81 R$ 67.51 R$ 4.85 R$ 14.63 4.91 R$ 13.94 R$ 42.54 R$ 71.85 R$ 17.87 R$ 42.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .50 4.19 R$ 12.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.58 4.56 4.60 4.59 4.67 R$ 32.33 R$ 45.26 R$ 72.73 - 4.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.57 R$ 15.48 4.00 mL todas R$ 3.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.54 4.57 R$ 17.89 R$ 20.62 4.78 R$ 28.4.53 R$ 46.15 R$ 41.06 R$ 27.05 R$ 45.12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .49 4.33 R$ 28.25 R$ 47.53 R$ 68.53 4.19 R$ 1.52 4.05 R$ 28.

77 R$ 8.40 R$ 25.71 4.97 R$ 8.81 4.31 R$ 7.73 4.65 R$ 10.10 R$ 10.94 R$ 8.75 4.49 R$ 17.80 4.72 4.02 R$ 8.49 R$ 24.98 R$ 61.21 R$ 5.67 4.34 R$ 26.12 R$ 25.70 4.38 R$ 9.77 R$ 23.79 4.93 R$ 9.68 4.71 R$ 11.43 R$ 12.66 4.40 Atualizado em 04/01/2011 .77 4.26 R$ 60.26 R$ 9.58 R$ 11.74 4.77 R$ 16.78 4.62 R$ 26.94 por litro R$ 26.05 R$ 7.66 R$ 9.22 por litro V .30 R$ 8.26 R$ 15.CATUABA ITEM 5.4.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.03 R$ 8.54 R$ 8.1 5.69 4.98 R$ 16.76 4.25 R$ 7.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.86 R$ 11.

10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.72 R$ 5.3 5. FILTRADO DOCE.1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6.8 5. ESPUMANTE.04 R$ 5. PROSECCO.7 5.48 R$ 4.57 R$ 6. CHAMPAGNE.72 R$ 4. CONHAQUE.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.5.58 por litro VI.9 5.67 R$ 5.20 R$ 2. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 . SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6.6 5.5 5.4 5.

23 ---- NACIONAIS ITEM 7.6 7.53 R$ 67.56 R$ 8.33 Atualizado em 04/01/2011 .15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.27 R$ 174.12 R$ 497.37 R$ 53.9 7.85 R$ 543.7.7 7.1 7.75 R$ 200.17 R$ 446.13 7.86 R$ 599.8 7.12 7.3 7.49 R$ 551.5 7.14 7.4 7.2 7.04 R$ 551.45 R$ 186.10 7.21 R$ 458.32 R$ 210.17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.11 7.16 7.

09 R$ 6.35 7.36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.24 7.7.29 7.32 7.18 7.23 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .06 R$ 7.58 R$ 6.74 R$ 61.33 7.20 7.08 R$ 15.54 R$ 15.67 R$ 19.53 R$ 24.31 7.28 7.21 7.30 7.07 R$ 6.20 R$ 9.33 R$ 5.34 7.24 R$ 7.88 R$ 29.27 7.79 R$ 9.19 7.25 7.22 7.29 R$ 8.28 R$ 7.00 R$ 31.26 7.39 R$ 5.

6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.19 R$ 2.7.90 R$ 7.1 8. COOLER ITEM 8.22 R$ 6.91 R$ 3.5 8.3 8.4 8.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6.37 7.77 por litro VIII.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .59 R$ 2.65 R$ 2.2 8.

24 R$ 79.5 9.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7.26 R$ 103.3 9.75 R$ 19.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .9 9.59 R$ 86.6 9.2 9.36 R$ 18.1 9. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .16 R$ 10. GIN IMPORTADO ITEM 9.10 9.26 ------ NACIONAL ITEM 9.21 por litro X.11 9.7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.8 9.27 R$ 80.4 9.18 R$ 11.IX.45 R$ 160.

3 10.5 10.57 R$ 4.27 R$ 5.08 R$ 5.13 R$ 6.48 por litro R$ 3.2 10.97 R$ 5.10.4 10.78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .1 10.32 R$ 2.27 R$ 4.38 R$ 4.02 R$ 2.6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.43 R$ 5.

85 R$ 69.10 11.65 R$ 68.49 Atualizado em 04/01/2011 .54 R$ 84.90 R$ 94.16 R$ 52.12 11.18 R$ 78.8 11.9 11.13 11.08 R$ 54.2 11.51 R$ 82.6 11.4 11.7 11.3 11.43 R$ 20.16 11.20 R$ 46.14 11.XI.66 R$ 105.37 R$ 53.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.50 R$ 91. LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.11 11.5 11.15 11.83 R$ 45.05 R$ 107.47 R$ 92.1 11.

25 11.29 11.52 R$ 90.16 R$ 13.91 R$ 69.80 Atualizado em 04/01/2011 .26 11.18 11.33 11.21 R$ 79.24 11.30 11.11.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.67 R$ 24.93 ---- NACIONAL ITEM 11.23 11.22 11.20 R$ 96.20 11.38 R$ 65.48 R$ 40.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.25 R$ 74.27 11.19 11.28 11.05 R$ 10.58 R$ 85.21 11.32 11.36 R$ 82.65 R$ 58.37 R$ 88.

49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.35 11.90 R$ 6.45 11.41 11. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .47 11.44 11.82 XIII.40 11.42 11.17 R$ 34.10 R$ 18.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.16 por litro XII.37 11.40 R$ 33.51 R$ 19. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.74 R$ 6.46 11.95 R$ 6.34 R$ 24.39 11.43 11.62 R$ 5.66 R$ 20.48 11.38 11.65 R$ 8.36 11.13 R$ 13.22 R$ 7.60 R$ 46.11.

9 14.ITEM 13.4 14.3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45.06 R$ 12.33 R$ 60.10 MARCA Bacardi .01 R$ 44.1 14.16 R$ 22. RUN IMPORTADO ITEM 14.Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25.2 13.34 R$ 91.95 ----- XIV.48 ----- NACIONAL ITEM 14.61 R$ 98.3 14.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.58 R$ 16.1 13.7 14.8 14.6 14.60 R$ 21.2 14.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .

47 R$ 12.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 .XV.8 15.43 por litro R$ 3.6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72.2 15.71 R$ 2.65 R$ 299.42 R$ 106.01 R$ 2.1 15.4 16.93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.73 R$ 176.1 16.3 16.63 R$ 2.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.5 15.4 15.72 R$ 56.2 16.75 R$ 4. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15.76 R$ 3.3 15. SAQUE IMPORTADO ITEM 16.6 15.5 16.90 R$ 51.85 R$ 3.7 15.

67 R$ 108.94 R$ 40.10 R$ 13.11 16.25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .19 16.02 R$ 69.10 16.20 16.12 16.16.00 R$ 17.7 16.20 R$ 12.80 R$ 32.63 R$ 68.18 16.13 16.17 16.9 16.25 R$ 48.16 16.22 16.8 16.48 R$ 95.90 R$ 66.82 R$ 42.99 R$ 225.21 16.05 R$ 63.93 R$ 50.80 R$ 83.23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.14 16.15 16.

35 16.84 R$ 101.41 16.80 R$ 23.33 16.40 16.39 16.20 R$ 45.50 R$ 6.28 16.78 R$ 54.36 16.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.38 16.47 R$ 33.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .07 R$ 129.27 16.04 R$ 15.16.25 16.31 16.60 R$ 5.50 R$ 4.34 16.80 R$ 90.90 R$ 19.24 16.30 16.55 R$ 14.19 R$ 38.29 16.29 R$ 13.32 16.26 16.37 R$ 19.18 R$ 6.37 16.27 R$ 7.

12 ------ NACIONAL 17.4 18.44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.3 18.91 R$ 68.1 18.06 R$ 14.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52. STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.2 18.2 17.97 R$ 76. TEQUILA ITEM 18.13 R$ 22.09 R$ 128.4 17.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14.24 R$ 16.29 R$ 13.16.00 R$ 196.43 16.41 por litro IMPORTADO ITEM 17.5 17.1 17.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 .6 17.98 R$ 469.

10 18.22 R$ 149.23 R$ 47.16 18.00 R$ 61.8 18.17 18.11 18.12 18.14 18.15 18.7 18.17 por litro R$ 152.08 R$ 58.9 18.6 18.00 R$ 51.50 R$ 77.89 R$ 47.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .18.61 R$ 109.87 R$ 115.13 18.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.12 R$ 88.49 R$ 471.

83 R$ 69.07 R$ 66.16 19.08 R$ 74.12 R$ 73.1 19.76 R$ 71.01 R$ 62.06 R$ 49.76 R$ 47.10 19.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .13 19.6 19.15 19.XIX.7 19.3 19. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.14 R$ 68.86 R$ 66.23 R$ 71.11 19.17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.2 19.43 R$ 60.35 R$ 72.8 19.9 19.75 R$ 75.4 19.12 19.70 R$ 67.45 R$ 67.14 19.5 19.

19 19.32 19.21 19.29 19.24 R$ 96.33 R$ 129.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.00 R$ 173.22 19.84 R$ 115.76 R$ 108.28 19.23 19.27 19.34 R$ 275.79 R$ 108.89 R$ 319.25 19.07 R$ 117.38 R$ 111.26 R$ 141.18 19.20 19.88 R$ 112.08 R$ 107.44 R$ 111.33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.26 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .24 19.31 19.20 R$ 106.30 19.

35 19.45 19.02 R$ 329.70 R$ 194.82 R$ 298.37 R$ 307.36 19.ITEM 19.40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.17 R$ 323.37 19.34 19.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.38 19.42 19.41 19.84 R$ 222.44 19.39 19.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .53 R$ 266.25 R$ 211.21 R$ 217.26 R$ 233.64 R$ 213.43 19.

70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.35 R$ 1.47 19.55 19.57 19.52 19.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.324.50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.56 19.01 R$ 675.48 19.00 R$ 705.49 19.93 R$ 2.331.54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.073.10 R$ 38.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.19.71 R$ 710.43 R$ 38.61 R$ 40.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .53 19.51 19.

11 - 20.61 19.08 R$ 10.22 R$ 21.66 R$ 16.60 19.65 19.59 19.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.82 R$ 8.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.64 19.04 R$ 23.1 20.36 R$ 10.62 19.66 19.2 20.05 R$ 24.28 R$ 23.14 R$ 12.41 R$ 22.10 R$ 8.68 19.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .70 19.67 R$ 19.86 R$ 22.83 R$ 28.63 19.67 19.31 R$ 22.19.16 R$ 32.64 R$ 20.11 R$ 16.71 19. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.69 19.

7 20. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7.5 20.1 Todas as Marcas XXII.31 R$ 4.16 R$ 14.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.4 20.03 R$ 4.68 R$ 17.88 R$ 15.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .28 R$ 14.9 20.19 R$ 4.6 20.02 R$ 13.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.05 R$ 6.47 R$ 3. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.77 R$ 6.74 R$ 14.56 R$ 5.11 20.20.10 20.40 R$ 17.73 por litro R$ 6.28 R$ 6.00 R$ 14.8 20.

44 R$ 62.44 R$ 61.10 23.54 R$ 60.14 23.1 23.86 R$ 57.16 23.31 R$ 57.97 R$ 66.4 23.49 R$ 38.09 R$ 161.13 R$ 144.11 23.6 23.93 R$ 52.9 23.13 23.2 23.26 R$ 41. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23. VODKA IMPORTADA.74 R$ 25.XXIII.7 23.93 R$ 171.21 R$ 154.28 R$ 52.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.12 23.3 23.98 R$ 49.15 23.8 23.5 23.44 Atualizado em 04/01/2011 .

21 23.23.51 R$ 61.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .70 R$ 59.18 23.22 23.57 R$ 51.24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.57 R$ 39.15 por litro R$ 155.23 23.19 23.10 R$ 154.20 23.

27 23.71 R$ 8.35 23.31 R$ 9.32 23.33 23.31 R$ 19.82 R$ 15.97 R$ 15.29 23.88 Atualizado em 04/01/2011 .16 R$ 5.20 R$ 18.58 R$ 9.66 R$ 5.28 23.26 23.39 23.NACIONAL ITEM 23.34 23.90 R$ 5.25 23.63 R$ 11.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.37 23.40 23.31 23.40 R$ 4.53 R$ 6.38 23.98 R$ 5.36 23.30 23.19 R$ 9.13 R$ 13.

3 24. Nota 77: materiais de construção. carretos. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto. bem como os itens 40.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21.15 R$ 25.94 R$ 8.37 R$ 22.50 23. fretes.70 R$ 5.58 R$ 14. 40. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor.49 23. acabamento.46 R$ 6. 40.1 24.2 24.92 R$ 21.41 por litro R$ 10. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09.4 e 40.20 por litro XXIV. 353 do RICMS/BA .94 R$ 23.69 R$ 7.47 23.48 23. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 .25 R$ 24.42 23.23.5 do inciso II do art.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento). acrescido dos valores correspondentes a seguros. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76.3.2.43 23.15 R$ 6.46 23.45 23.51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.44 23.

51 45.90 Fitas emborrachadas 4005.51 45.00 Silicones em formas primárias. pias.61 69. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925.25 Argamassas.99 63. janelas e afins.00.39 42. tiras.43 47 89. para uso na 3916 construção civil Tubos.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824.84 55.00. folhas. auto-adesivas.65 51.87 53.00 Portas. aditivos para argamassas e afins 3214.67 41.40.51 65. sancas e afins de PVC.92 44.00.1.84 64. 3925. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925.90.93. gaxetas e semelhantes.00 Outras obras de plástico.11 57. de 3919 plásticos. juntas.55 61. para uso na construção civil 3910. para uso na construção 3921 civil Banheiras.00. 6803 34 50.75 43. lavatórios.55 49.90. de borracha vulcanizada não endurecida 4016. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016. fitas. para uso na construção civil 3926.14 42.07 Cal para construção civil 2522 37 53.28 52.19 34.01 46. laminados plásticos em bobina. boxes para chuveiros.00 72. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo. e suas obras 2514.49 52 40 37 48 36 27 43 70. lona plástica. com até 2m2. juntas. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas. seladoras.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos.00.02 54.10.31 56.00 Postigos.50.83 52.43 45. para uso na construção civil Veda rosca.42 59. cotovelos. massas para revestimento. bidês. películas e outras formas planas. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas. e seus acessórios (por exemplo.25 56.91.3 60.20. 6802. 3816. de plástico 3925.35 49. de 3917 plásticos. sanitários e seus assentos e 3922 tampas. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia.91. 37 53. cotovelos. forro.37 35. 3824.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. mesmo em rolos. chapas.31 47. fitas isolantes e afins 3919.23 61.63 55.00 endurecida Juntas. 3921 Telhas plásticas.16 48.30. flanges. SE FOR INFERIOR A 17%. uniões).71 79. flanges.86 Atualizado em 04/01/2011 . em qualquer formato.00.71 50.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. 3920.

11.49 37 69. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas. exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos. mesmo confeccionados 30 Linóleos. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos.21 semelhantes (por exemplo. mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos).43 62. de madeira ou de outras matérias lenhosas. aplicados sobre matérias 6805 têxteis. telhas.31 60. quadrotes.19 66. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas.99 49. incluídos os painéis 4418 celulares.10. tanques e reservatórios e suas tampas. calhas. mesmo aplainadas. travertinos. de madeira 26 Persianas de madeiras 4418. tanques e reservatórios e suas tampas.88 55.63 44. tufados. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). “waferboard”). cartão ou outras matérias.51 54.99.22 Atualizado em 04/01/2011 . com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais.63 45.83 41.86 52.63 69.84 79. gesso ou outros aglutinantes minerais. de feltro. cumeeiras e 6811 afins. com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais.64 36 38 52. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. cianito. cortadas em folhas ou desenroladas. exceto os tufados 5704 e os flocados. papel. cimento-celulose ou semelhantes. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções.25 79. de fibras vegetais.35 82. mesmo recortados.00 32 Ladrilhos de mármores. de palha ou de 6808.43 89. cumeeiras e 6811 afins. partículas.67 72.37 53 71. contendo ou não amianto 21 69.19 46.02 55. em ambas as faces.Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). contendo ou não amianto . mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. e ladrilhos de granito. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. telhas. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. em pó ou em grãos.10 57. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento.84 45.64 30 33 39 45. ladrilhos. lajotas.67 41 57.66 49. de fibrocimento. cimento-celulose ou semelhantes.00. chapas. de matérias têxteis. polidas. aglomerados com cimento.31 37 38 53.31 38 51 49 44 63 47 44 54.75 37.01 47. pré laje e mourões 38 Caixas d’água.98 52. mesmo armadas.00 35 Painéis. serradas longitudinalmente.95 61. charnokito. calhas. basalto e outras rochas silicáticas. unidas pelas bordas ou pelas extremidades.51 89.1 Caixas d’água.25 46. laje. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”.64 64.35 46. blocos e semelhantes.39 54. alabastro. de concreto ou de pedra artificial. diorito.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38.00 aparas.71 61. de fibrocimento. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.43 53.

lingas e artefatos semelhantes. banheiras.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica. placas (lajes).90. placas (lajes). de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912.19.51 47.20. e outros produtos cerâmicos para construção civil .43 33 41.1 Telhas.43 86.61 67 87. elementos de chaminés. para construção.90.28 47. tapa-vigas e produtos semelhantes.43 39 80.00. caixas de 6910 descarga. tijoleiras.43 63. mesmo emoldurados.00 (carga de 12%) 7308. exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações.37 48.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42.43 53 89. cabos. mesmo polidos cordas.75 89.04 45. refletora ou não.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados. que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção. ornamentos arquitetônicos. refletora ou não. condutores de fumaça.29. 6905 de cerâmica.20.10.07 53.00.75 68.00 (carga de 69. lavatórios.56 49.90 tranças (entrançados).95 56. ornamentos arquitetônicos.00 (“kieselghur”. tripolita. e outros produtos cerâmicos para construção civil .10 (carga de 17%) 54.84 55.87 97. de cerâmica 6906. mesmo com camada 7003 absorvente.2 60.1 Vergalhões 7214. 6908 45 Pias. ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901. em chapas.75 56. folhas ou perfis.39 55.37 59.37 79. bidês. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007.1 Tijolos para construção.87. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. mesmo com camada absorvente. tijoleiras.87 72.22 40 76 43 56. diatomita. condutores de fumaça.64 47. exceto vergalhões 7214. 40.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas.19 47. mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado.55 55. 7217.00 47 Vidro vazado ou laminado. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes.43 79.84 71.01 42 12%) 7308.00. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 .02 50.70 47. mesmo com camada absorvente.6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41.. de cerâmica . em 7005 chapas ou em folhas. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções.6 51.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.12 77. refletora ou 7004 não. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces.64 62.25 40 48.07 44. elementos de chaminés. 6902 refratários.06 61 39 40 54 39 69.00 51 Vidros laminados 7007. colunas para lavatórios. não revestidos.23 48. 6905 de cerâmica. de cerâmica . de ferro ou aço.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro.75 70.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos. em folhas.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos. sanitários. tapa-vigas e produtos semelhantes.40 55.

02 50. ferro ou aço Esponjas. luvas ou mangas).64 50.19. mictórios. de entrada de água.11 47. de ferro fundido. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre.43 69. luvas ou mangas). exceto cobre (carga de 12%) Parafusos. esfregões. rebites. de ferro 7307 fundido.90 46. e suas partes.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões. pinos ou pernos.95 49.87 52. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). ferro ou aço 7308. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes. cavilhas. ferro ou aço. de 7310 instalação) de ferro ou aço.75 50. próprias para a construção civil. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.95 38.56 89. porcas. 7308.10 Tubos de cobre e suas ligas. parafusos.58 42 33 69. retorcidos. de uso na 7411. pias. arruelas (incluídas as de pressão).20.07 47.31 39. porcas. de ferro ou aço arames ou tiras.43 42 41 50.59 54. (inclusive 7308. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59. uniões. ferro ou aço. pregos. uniões. mesmo com a cabeça de outra matéria.55 40 41. lavatórios. escápulas e artefatos semelhantes. para instalações de água quente e gás. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio.55 41 67 46 63.20.84 59.92 75. pregos. roscados.78 53. cotovelos. contrapinos. 7318 chavetas.00 semelhantes.64 66. tira-fundos.25 76 77 78 44 34 40 61.00 alumínio.35 50. mesmo farpados. cotovelos. para armações (cofragens) e para escoramentos.82. escápulas.84 89.11 49. ferro ou aço Arame farpado.10.90 armações prontas. de ferro fundido.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69. de ferro fundido.00. e seus caixilhos.43 Atualizado em 04/01/2011 . de energia.01 42 33 79. de ferro fundido.00.00 ferro ou aço.37 59 78.00 Material para andaimes.67 42.89 45.64 54. não ligados. ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas. pinos ou pernos. e artefatos semelhantes.11. para uso na construção civil Tachas.63 47. cubas. cavilhas.90 Acessórios para tubos (por exemplo. cotovelos. de 7609.00 Manta de subcobertura aluminizada 7607. alizares e soleiras de ferro fundido. ferro ou aço 7315.51 79.14 55.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo.30. polimento e usos 7323 semelhantes. de ferro fundido. roscados. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. banheiras.84 75.07 40. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas.43 57 57 52 38 32 31 37 89.14 56. de ferro fundido.46 66.00 Tachas.40. rebites. ferro ou aço. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317. contrapinos. chavetas.00. percevejos. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407. de ferro fundido. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos.07 48. galvanizados 7217.12.00 Outras correntes de elos articulados. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas. ganchos roscados. tanques e afins de ferro fundido.01 42. ganchos roscados.16 68. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. de ferro ou aço 7315. grades e redes.92 60.64 79.46 52 46. percevejos.90 Correntes de elos soldados. ferro ou aço 7315. de 7313. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418. ferro ou aço Portas e janelas. de cobre.

2 . aliq.9 39. ladrilhos. de vidro prensado ou moldado.80 45.02%.80 59.00 Pateras. 8515.39 54. porta-chapéus. cubos. chapas. tubos e semelhantes. eletrodos e artefatos semelhantes.4 . MVA’s: : interna 34%. origem 7%: 80. aliq.07 39 34 55.vergalhões .99 49.04 45. armações. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns.06.14%. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%.49 33 34 49.59 68. com fechadura. exceto as construções préfabricadas da posição 94. para uso na construção 8307 civil Fios.90. de alumínio. portas e janelas. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. mesmo armado.01%. reservatórios. aliq.91%. 7610 pórticos ou pilones. 40.NCM 7016 – MVA: interna 61. tubos.14 41. para 7616. de segredo ou elétricos).14 47.20. estruturas para telhados. pilares. para construção.94%. exceto cola bastão. aliq origem 12%: 42. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes.62%.19 41 57. chapas.00 Tubos flexíveis de metais comuns. aliq. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. fechaduras e ferrolhos (de chave. e artigos semelhantes de metais comuns 8302. placas.37 42.25 49. barras. 353 DO RICMS/BA 40.51 52.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.20%. próprias para construções.99 54. e seus caixilhos. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615.01 42. caldeiras.75 50. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes.07 53. origem 7%: 65. de metais comuns chaves para estes artigos. varetas. com peso líquido não superior a 1 (um) kilo. mesmo com acessórios. 40.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo. pontes e elementos de pontes.95 46 37 36 63. origem 7%: 49. de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.blocos. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515. pastilhas e outros artigos semelhantes . aliq origem 12%: 41.1 Torneiras.banheira de hidromassagem . de alumínio. 8302. perfis. balaustradas).NCM 3506 – MVA: interna 48.25 44. aliq origem 12%: 70.49 46 50 37 41 63.85%.02 50. tijolos. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições. cabides. para canalizações. cola instantânea e cola branca escolar . alizares e soleiras.1. inclusive puxadores.NCM 7019.4 construções.59 53.07%. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos. de metais 8301 comuns. origem 7%: 50. colunas. 40.07 INCISO II DO ART.5 .3 . aparelhos para soldar metais por resistência 8515. aliq origem 12%: 56.50. de qualquer tipo 8302.10. torres.2.51 57. Atualizado em 04/01/2011 .00 Outras obras de alumínio.02%. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. telhas e outros artefatos.

1 3824. juntas. 6.00 3816.00 3925. folhas. 11.02 54. cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos. pias. com peso líquido não superior a 1 kilo. sancas e afins de PVC. para uso na construção civil Banheiras. 9.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53. 3925.00. uniões).75 43. fitas isolantes e afins Telhas plásticas. para uso na construção civil. autoadesivas. janelas e afins. fitas. sanitários e seus assentos e tampas.99 50. chapas. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas.49 10. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas. forro.10.25 56.00.43 45.00 3925. tiras. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.90 4005. de plásticos. 15. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1. exceto cola bastão. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39.37 35.55 49. de plásticos.50. 3924 3925. boxes para chuveiros. 5. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. 4. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA.16 48. 65.11 57.42 52. mesmo em rolos. e seus acessórios (por exemplo. bidês.94 3. Veda rosca.19 34. 12. SE FOR INFERIOR A 17%.20. de plásticos.51 45. para uso na construção civil Tubos. 7.91.21 3922 44 33 38 39 28 61.92 44.25 2.31 47. NCM/SH 3214.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas. lona plástica. laminados plásticos em bobina. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.87 53.63 55. 13.39 42. lavatórios. 14.Nota 78: Anexo Único do Prot.00 3926.85 56.31 56. flanges. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas.90 52 40 37 48 36 27 70. ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.71 8.67 41. de plástico Postigos. 59.01 46.35 49. películas e outras formas planas.83 52.3 61. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48.90.65 Atualizado em 04/01/2011 .30.51 65. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico.90. cotovelos.

lajotas. 27. 4016.61 69.21 36 38 52. 6303 6802 47 44 64. papel para vitrais. e ladrilhos de granito. tufados. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. de madeira ou de outras matérias lenhosas. flanges.25 46. 21. juntas. incluídos os painéis celulares. basalto e outras rochas silicáticas. diorito.23 51. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo. de borracha vulcanizada não endurecida. gaxetas e semelhantes.35 82.67 Atualizado em 04/01/2011 . mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo.64 55. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.82 28.00 4016.16. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada).63 44. com área de 43 60. 4409 4410. 18.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. 26. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas.84 79. ônix e outras rochas carbonáticas.31 22.31 24.43 47 69. cianito.71 89. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores. charnokito.63 45. cortadas em folhas ou desenroladas.64 60.1 57. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69. em ambas as faces.19 46.64 20.98 52.84 64. quadrotes. de feltro.51 54.35 55.67 72. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes.86 52. travertinos. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. exceto os tufados e os flocados. polidas.71 61. 25. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas.43 89. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. 4411 4418 37 38 53. serradas longitudinalmente. “waferboard”).39 54.86 79. alabastro. mesmo confeccionados Linóleos. cotovelos.11.19 66. 19. 29. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). de matérias têxteis.93. mesmo aplainadas. 4009 17.91. 23.95 61.

6907 6908 6910 39 40 55. de vidro 41 57.75 63. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais. 34. tijolos.00. de fibrocimento. 46.30.01 35. chapas.66 49.19.55 55.25 79. 6807.62 44. mesmo com camada absorvente. refletora ou não. de palha ou de aparas. telhas e outros artefatos. folhas ou perfis. telhas. cimento-celulose ou semelhantes. mesmo com camada absorvente. mesmo recortados. pré laje e mourões Caixas d’água.04 45.75 68. caixas de descarga. cartão ou outras matérias. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias.28 47. 39. 43. banheiras. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica. bidês.00 7003 54 39 72. 7007. cumeeiras e afins. 6912.00. mesmo com camada absorvente. laje. gesso ou outros aglutinantes minerais. refletora ou não. mesmo armadas.37 36.64 4737 42. costurados ou reunidos de outro modo.37 40. lavatórios. colunas para lavatórios. placas.29. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos.87 47. em chapas ou em folhas.07 53. 37.64 33.43 39 89.37 59. sanitários. aplicados sobre matérias têxteis.00 7008.51 80.00 7009 7016 36 39 50 37 61. 45.37 48. em pó ou em grãos.75 56.19 47.20 52.83 41.75 79. 32. ladrilhos. 6811 39 55. mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado. excluídos os de uso automotivo Blocos. ladrilhos. para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento.39 55. Manta asfáltica Painéis. calhas. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro.00 6808. aglomerados com cimento. 6809 6810 30 33 45. refletora ou não.43 38. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.75 47. em chapas.91 Atualizado em 04/01/2011 .25 70.43 53. de fibras vegetais.49 31. blocos e semelhantes.00 7007.02 37.10. partículas. de concreto ou de pedra artificial. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado.84 45. 44.84 55.99 49. mesmo emoldurados.00. 7004 7005 69. em folhas. 41.00 37 69. tanques e reservatórios e suas tampas.51 89. papel. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.

pastilhas e outros artigos semelhantes 47. cubos. ferro ou aço Portas e janelas. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214.90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315.82.40. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio.55 Atualizado em 04/01/2011 . 59. alizares e soleiras de ferro fundido. (inclusive armações prontas. mesmo polidos cordas. 58.00 7315.20. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos. não isolados para usos elétricos 42 50.95 56. ferro ou aço. de ferro fundido.11. mesmo armado. luvas ou mangas).20. cabos. 57.58 56. de ferro fundido. 73.prensado ou moldado. de ferro ou aço. e seus caixilhos. mesmo farpados.11 42. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.43 69.43 42 50.87 50. 7313.10 59 78. de ferro fundido. 50.56 89.10 (carga de 17%) 7217. de ferro ou aço.90.02 47. ferro ou aço Correntes de elos soldados.75 40 41.64 50. para armações (cofragens) e para escoramentos.14 40. de energia.01 40 48. cotovelos. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217.56 40. de ferro fundido.07 40.10. tranças (entrançados). 54.07 33 33 41.00 7308.56 49. de ferro ou aço 40 33 34 39 47. 52.07 59.90 7315. retorcidos.84 89. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).10 (carga de 17%) 7214.37 55. não revestidos. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões. Outros fios de ferro ou aço.64 79.90 (carga de 12%) 73.02 50. de instalação) de ferro ou aço. 53.95 49. não ligados.00 (carga de 12%) 7308.43 42 50.00. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados. de entrada de água.14 55. 48.20.00 (carga de 12%) 7308. de ferro ou aço arames ou tiras. 51.12. grades e redes. para construção. lingas e artefatos semelhantes.55 49.16 68.01 42.00 42 33 69.84 59. ferro ou aço Outras correntes de elos articulados. próprias para a construção civil.90.00 7308. de ferro fundido.07 7308.11 42 33 79.07 47. ferro ou aço Material para andaimes.30. ferro ou aço Arame farpado. 60.

armações. exceto cobre Parafusos.64 54. polimento e usos semelhantes. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. roscados. lavatórios. próprias para construções. para uso na construção civil Tachas. porcas. para instalações de água quente e gás. 66. perfis. e artefatos semelhantes. 64. parafusos. ferro ou aço. de cobre. uniões. cavilhas.06. luvas ou mangas). ferro ou aço Esponjas. banheiras. rebites. 76.87 47.92 60. chapas. cotovelos.10. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes.00 (carga de 12%) 7318 62.90 7609. pregos.95 38. de alumínio.00. colunas. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411. escápulas e artefatos semelhantes. barras. cubas.43 39. 69.59 54. 7418. percevejos. pilares. tira-fundos. alizares e soleiras.07 48. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes. de alumínio. 74.16 46 37 63.51 54. ferro ou aço. contrapinos. chavetas.14 56.84 75. porcas. 63. de ferro fundido. roscados. pias.20.25 71.63 47. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas. cavilhas. chavetas. 70. esfregões. tanques e afins de ferro fundido. 7323 7324 Tachas. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio.46 65. uniões. escápulas.64 66. estruturas para telhados.92 79. de ferro fundido. rebites. 7317.31 39.00 76. de alumínio. 67. e seus caixilhos.46 52 46. 7615. pinos ou pernos. portas e janelas. ou de ferro ou aço com cabeça de cobre.35 50. e estruturas de box).43 57 89. mictórios. e suas partes. cotovelos.61. ganchos roscados.00 7607. pregos.78 53. balaustradas. ganchos roscados.19. luvas e artefatos semelhantes para limpeza.9 52.59 53.20.78 45. pré-fabricadas da posição 94. incluídas as persianas 41 49.00 7610 44 34 40 32 61.01 41 46 63. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes. percevejos.80 45.95 75.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75. 72.80 69. 73. pinos ou pernos.25 Atualizado em 04/01/2011 . 68.51 66. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. torres. arruelas (incluídas as de pressão). de ferro fundido. mesmo com a cabeça de outra matéria.67 42. contrapinos. para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas. ferro ou aço Outras obras moldadas. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo.90 46. exceto as construções. pórticos. tubos e semelhantes.

01 0201.90. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. 8515. para canalizações. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.39 57. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras.02 50. chapas.2 9404. 8302. eletrodos e artefatos semelhantes.1 39 55.00 8302. FRESCAS OU REFRIGERADAS.Desossadas Atualizado em 04/01/2011 .50. de metais comuns chaves para estes artigos. tubos.Outras peças não desossadas .00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op.49 83.10. caldeiras.52 105.49 79.4 7616 8301 Outras guarnições.51 57. de metais comuns. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02.07 85.06 76. 81. 8419.1 8481 33 34 49.00 8515.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404. 82. interna) 143.34 157.20 0201.65 94. reservatórios.99 54.80 59.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.77. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52. varetas. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. mesmo com acessórios. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns.75 47. 78. com fechadura.59 68.19 49.70 98. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes. fechaduras e ferrolhos (de chave.99 44. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. de qualquer tipo.00 9404.10.Carcaças e meias-carcaças . 84.00 8307 8311 46 50 37 41 63.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. porta-chapéus. 80. cabides.25 49.18 87. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho.10 0201. inclusive puxadores Cadeados.87 83.04 45. para construções.90. para uso na construção civil Fios. Pateras.14 41. de segredo ou elétricos). de metais comuns ou de carbonetos metálicos.01 42.07 53.6 Suportes elásticos para cama Colchões. 8302. .

frescas ou refrigeradas . frescos ou refrigerados . fígados..10 0202. baços.07 0207. 02. CAPRINA. Inclui também o toucinho entremeado (isto é. frescas ou refrigeradas . rins. diafragmas. incluídos na posição 01.Outras. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): . úberes. congeladas ..Da espécie suína..26 0207. peles comestíveis.Outras.1 0203. FRESCAS. 02. dos animais da espécie bovina. congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas).Frescas ou refrigeradas: . pás e respectivos pedaços. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.02 0202.21 0206. testículos.Pedaços e miudezas. FRESCAS. domésticos ou selvagens. 02. corações.. DAS AVES DA POSIÇÃO 01. timos (molejas).03 0203. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.11 0207..Pedaços e miudezas.Da espécie bovina... pás e respectivos pedaços. CONGELADAS.Congeladas: .Não cortadas em pedaços.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA..41 0206. não desossados .Línguas .12 0203.11 0203.Não cortadas em pedaços. domésticos ou selvagens.Pernas...Pernas.10 0206.Outras ..Esta posição compreende as carnes.02. SUÍNA. OVINA. redenhos.Não cortadas em pedaços.05. . frescas ou refrigeradas .Pedaços e miudezas.2 0206.21 0203.25 0207.. CAVALAR.Carcaças e meias-carcaças . REFRIGERADAS OU CONGELADAS.2 0207. tireóides e hipófises.12 0207. congeladas: . medulas espinhais (espinais medulas*).27 0207..Outras .Não cortadas em pedaços. rabos. . Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina. COMESTÍVEIS..29 0206.2 0203.Pedaços e miudezas.4 0206.19 0203. ovários.13 0207. miolos.De patos. por exemplo). congeladas: . frescos ou refrigerados .Da espécie bovina.Da espécie suína.Outras Esta posição abrange as carnes. incluídos na posição 01.02. por exemplo). REFRIGERADAS OU CONGELADAS.22 0206..Carcaças e meias-carcaças . congelados .32 CARNES E MIUDEZAS.06 0206. frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 . pâncreas.Outras . FRESCAS. bofes (pulmões).De galos e de galinhas: .3 0207.80 0206. frescas.29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA. órgãos reprodutores (úteros.1 0207. não desossados ... patas.. Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo. frescas ou refrigeradas. congeladas .20 0202. congelados . dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis.Fígados .. . goelas.22 0203. refrigeradas ou congeladas. 02.14 0207.Não cortadas em pedaços.90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA. frescas ou refrigeradas . ASININA E MUAR.. línguas.Fígados .49 0206.30 0206. frescas ou refrigeradas .24 0207.De peruas e de perus: .

. bexigas.92 CARNES E MIUDEZAS. O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras.01. estômagos. incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados.05.Iogurte 0403. de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. comestíveis.10 0210. a gordura que envolve as vísceras do animal. refrigeradas ou congeladas. SECOS OU DEFUMADOS. SALGADAS OU EM SALMOURA. MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas. CONGELADOS. em pó ou em grânulos) ou conservados. e seus pedaços . As disposições das Notas Explicativas da posição 02. estão incluídos na posição 02. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição..90 . O toucinho entremeado (ou seja. de todos os tipos. secas (em especial.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente.. pás e respectivos pedaços. isto é. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas.Pernas. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU.. em blocos. A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne).0207. Atualizado em 04/01/2011 .99 . As farinhas e pós.12 0210. comestíveis. o leite e o creme de leite (nata*). SALGADOS OU EM SALMOURA.09). desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16.. FRESCOS. congeladas Fígados gordos ("foies gras"). não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02. são classificadas na posição 01. bem como das gorduras de porco e de aves. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido. comestíveis.Barrigas e peitos. com exceção do toucinho sem partes magras. COMESTÍVEIS. adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais.. próprios para consumo neste estado.91 0210. inclui-se na posição 15.10 . incluídos as farinhas e os pós. os presuntos.Outros A presente posição abrange o leitelho.03 . 04. também se classifica nesta posição. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15. evaporados. das aves domésticas que. conforme o caso.9 0210. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.01. de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210. As carnes salgadas.De primatas .Carnes da espécie bovina . COMESTÍVEIS.03 ou na posição 02.19 0210. tais como o bacon. IOGURTE. a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro. frescas.34 0207. classificam-se nesta posição. frescos ou refrigerados Outras. FARINHAS E PÓS. o iogurte e o quefir.11 0210.10.Outras. preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição. enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura.De baleias. REFRIGERADOS.36 ----- Não cortadas em pedaços.93 .1 0210. frescas ou refrigeradas Outras. por desidratação ou por liofilização) ou defumadas. GORDURAS DE PORCO E DE AVES. LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS. Fundida ou de outro modo extraída. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos).LEITELHO.01). DE CARNES OU DE MIUDEZAS. entremeados. 02.Carnes da espécie suína: .02. A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens. SECAS OU DEFUMADAS.. fermentados ou acidificados.01. não desossados .De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. esta gordura inclui-se na posição 15. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados. mais consistentes e mais ricos em gordura. O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. . O toucinho entremeado (ou seja.09 . 0403. pás e outras carnes assim preparadas.Outras . o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição. de carnes ou de miudezas: .TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS.33 0207.35 0207.20 0210. peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais). QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. quando vivas. de ganso ou de pato. não fundida nem extraída de outro modo. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango. Fundida ou extraída de outro modo. por exemplo) incluem-se na posição 23. 02. As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais.

Trigo duro 1001. de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau. isto é.12 0901.Não descafeinado .90 CAFÉ. em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada. essências e concentrados de café. b) Os extratos. de fratura pulverulenta. em inglês.1 0901. constituídos por uma mistura de café. Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15.2 0901. 1001. 11. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO. contendo.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. 09.Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. em francês e meslin. dois terços de trigo e um terço de centeio. os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10. não ultrapasse 10%. 5) Os sucedâneos do café. 2) O café descafeinado. denominados às vezes "café instantâneo". ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que. de aromatizantes. 10. está incluída nesta posição.90 .22 0901. nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota. mesmo moído.21 0901. Atualizado em 04/01/2011 ..01 . em geral. CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ. alcaloíde do café (posição 29.01) que. o café do qual se retirou a cafeína.. espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. em qualquer proporção. em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes. em geral. antioxidantes.Café torrado: . de aspecto translúcido e córneo. semi-duro ou duro.39). além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais). macio. os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21.Não descafeinado . A farinha de trigo pode. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão. As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais. vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes). os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes. SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO. A espelta. 3) O café (mesmo descafeinado) torrado. com outros produtos. c) A cafeína.Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido.01).01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO.21). emulsificantes. ele é misturado com água. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é. Denomina-se méteil.Descafeinado .Descafeinado .. .11 0901.10 . O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea. a mistura de trigo e centeio. Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo.01 0901.O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04.. além disso. e as preparações à base destes extratos ou essências. em ou grãos ou sementes despojados de sua película. 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo). de modo a obter leite coalhado quando.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. 4) As cascas e películas de café. para o reconstituir.Café não torrado: .

3) os caramelos. no entanto. tais como álcool benzílico. sendo comercializado conforme o seu grau de refinação. no estado sólido. no polarímetro. e posição 19. em peso. as pastilhas.01 1701. O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos.PRODUTOS DE CONFEITARIA. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. 1704. qualquer que seja a sua origem. em bruto.11 e 1701. de sacarose. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. fondants. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. catechus. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA.. Todavia.5° (ver a Nota 1 de Subposição). sem adição de aromatizantes ou de corantes: . enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. 4) o marzipã (maçapão*). A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado. por exemplo. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes).Outros: . com pequenas quantidades de caramelo ou melaço.Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba. exceto agentes aromatizantes. em geral prontas para consumo imediato. serrados ou cortados. comercializadas no estado sólido ou semi-sólido. 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte).06 se o teor de cacau.9 1701. 17. bastões ou pedaços moídos. devido à presença de impurezas. Exclui-se. Subposições 1701. SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO).02). Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. mesmo revestidas de açúcar 1704.12 1701. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado. pães.Gomas de mascar. Atualizado em 04/01/2011 . de alimentos para animais ou em algumas indústrias.Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar. As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19. a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição). classificam-se na posição 21.91 1701. for igual ou superior a 40%.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0.06. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados. NO ESTADO SÓLIDO (+).10 . no estado seco. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19.01..De cana . mentol. tais como a indústria têxtil. Os açúcares de cana ou de beterraba. .Açúcares em bruto.1%. 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse.1 1701.. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias. Nota Explicativa de Subposições.01. as amêndoas açucaradas (rahat loukoum). amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. de beneficiadores de panificação. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17. conhecidos por produtos de confeitaria.. classificam-se no Capítulo 30. nogados. em peso.04 . Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó). 17. esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas.Adicionados de aromatizantes ou de corantes . os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação. do suco da raiz da beterraba sacarina.1%.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.90 . corresponde a uma leitura. tais como gelatina. Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto.De beterraba . No entanto. em caso contrário).01. Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18. inferior a 99.11 1701. ou sob a forma de pequenos cubos. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados.02. apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. caso contrário. O seu teor. placas.

não são considerados como "recheados". e de açúcar ou de outros edulcorantes. em peso. nozes. e) Os medicamentos do Capítulo 30. composto de açúcar. por exemplo). pó ou. EM PESO. grânulos ou formas semelhantes.20 . A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e. composto de manteiga de cacau. o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes.Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau. ainda. açúcar caramelizado. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. café. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. aromatizado ou não. a maior parte das vezes aromatizada. SÊMOLAS.. etc. preparado) como produto de confeitaria. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco.31.06). em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806.6) O chocolate branco.Não recheados 1806. O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. com ou sem adição de avelãs. nogado. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. com ou sem aromatizante. sob qualquer forma (pães. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. os produtos hortícolas. conservados em açúcar (posição 20. às vezes.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). 9) As pastas à base de açúcar. e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. ou uma combinação desses produtos. e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21.04.Recheados 1806. DE CACAU. leite. em pó. misturados ao chocolate. barras. as frutas. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. etc).02). pastilhas. de sacarose. pasta de frutas. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. o nogado de chocolate. Quando apresentado (isto é. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar. com peso superior a 2kg. sorbitol) em vez de açúcar. próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição. com mais de 10%. 1806. Subposição 1806. ou no estado líquido.06).EXTRATOS DE MALTE. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. água e matérias coloidais (por exemplo. de sacarose. etc. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. mesmo contendo. paus. o termo "recheado" abrange os tabletes. avelãs. tabletes. amêndoas. Nota Explicativa de Subposições. frutas ou outros produtos vegetais. revestida de chocolate. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção. por vezes. bem como as pastas à base de açúcar. recheados de creme. 19.Outras preparações em blocos ou em barras. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme. os doces. barras e paus: 1806. bastões. cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços). EM PESO. b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido. 1901.3 . os chocolates em pó adicionados de leite em pó. caramelo. c) As preparações alimentícias açucaradas. b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras. coco desidratado. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. por exemplo. clara de ovo) e. 8) As geléias e pastas de frutas. leite em pó e aromatizantes. blocos. açúcar e leite em pó (posição 17. etc. b) Pastas para nogado.Preparações para a alimentação de crianças. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida. grânulos.04). o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição.10 . da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais. licor. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates. GRUMOS. em peso.06 . AMIDOS.Outros. 18. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. porém. etc. adicionadas de açúcar. às vezes. cascas de frutas. Todavia.10 . FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. DE CACAU. de um modo geral.90 . Excluem-se. 7) O extrato de alcaçuz.01 A 04.31 Na acepção da subposição 1806. acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . casca de laranja. pastilhas. com alguns vestígios de cacau. licores.07). etc. leite e avelãs. d) Os bombons. c) Pastas de amêndoa. os tabletes.Cacau em pó. (posição 20. geléias. frutas. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. avelãs.06). mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições.32 . CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). todas as preparações alimentícias contendo cacau. em tabletes. marzipã (maçapão*). PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS. manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau). etc. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. barras ou paus inteiramente de chocolate. principalmente. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates. em pasta. exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo. recobertos de chocolate (posição 19.01 .05). preparadas principalmente com amêndoas e açúcar.. plaquetas.31 .

06). óleos. carne. Todavia. alimentos dietéticos. farinhas de cereais. Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. de vitaminas. tal como a dextrimaltose. Atualizado em 04/01/2011 . em pó. amidos. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30. todavia. sangue. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. ovos.05. papas. de diversas féculas. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação. f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21. particularmente. sêmolas. em peso. os produtos desta natureza à base de farinha de batata. das posições 11. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários. permanecem incluídos aqui. ovos. em peso. amidos. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água. Preparações alimentícias de farinhas. Todavia. grumos. ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final). especiarias. de extrato de malte e de cacau em pó. quer à fabricação de bolos. à base de farinhas. geléia ou frutas. todavia. albumina. com ou sem açúcar. sem qualquer outro preparo. tais como leite.90 .07). Convém referir que estão. mas também.03). sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11. azeite. Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. em pó. etc. caseína. Muitas vezes. obtidas por evaporação de uma mistura de leite. vitaminas.02.12). grumos. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida.01 ou 11. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó.02.. anchovas. de batata (posição 11. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó. e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos. 6) Os Knödel. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal.03). o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo).05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. aromatizantes.04. de farinha de bolota doce. Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. sêmolas e pós. peixe ou crustáceos. as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. Klösse e Nockerln. para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. as farinhas. b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. aromatizada com baunilha. Os extratos de malte utilizam-se. classificadas na posição 19. classificam-se no Capítulo 20.1901. da posição 17.05). como fitas e discos. Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais. e as farinhas. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. estes termos não abrangem as farinhas. cremes. Os extratos de malte. excluídas as preparações contendo mais de 20%. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. gorduras. tais como sêmolas. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite.02). 8) As pizzas não cozidas. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida. glúten. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. ou cacau desde que neste último caso. de sais. féculas ou de extratos de malte. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias. sêmolas. mais ou menos xaroposos. farinha de pão. essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar.05 1901. de açúcar e de cacau em pó. de massas ou de pós (extratos secos de malte). 3) O racahout. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas. não especificadas nem compreendidas em outras posições. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19. da posição 19. contendo ingredientes. açúcar. miudezas. de produtos hortícolas secos (posição 07. etc. alimentos para crianças. gorduras. gorduras. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. o "vinho de malte" (Capítulo 22). em grânulos. cuja característica essencial provenha destes constituintes. quer eles predominem ou não em peso ou em volume. estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11.01 ou 11.. açúcar e farinha. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19. tais como queijo. Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite. tal como a farinha de soja. esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas"). qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. corantes. Extratos de malte. principalmente. A título de exemplo. As preparações da presente posição podem ser líquidas. c) As enzimas do malte (posição 35. levedura. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte.06). preparação alimentícia composta de farinha de arroz. 7) As massas preparadas.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria.Outros I. açúcar. tomate. adicionados de lecitina. II. carne.20 . féculas ou de extratos de malte. não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. de enchidos. b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19.

PRODUTOS À BASE DE CEREAIS. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados. espaguete. fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo. Preparações alimentícias de produtos das posições 04. contendo mais de 20%. São excluídos. A massa.01 se classificam. O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne. arroz. peixe ou crustáceos. ALETRIA. outros ingredientes.30 . fitas.30 . de enchidos. apresentar-se em camadas sobrepostas.Outros Atualizado em 04/01/2011 .19 . NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. "COUSCOUS".01 a 04. sucos ou purês de produtos hortícolas. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. todavia. conchas. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904.1 . Esta posição abrange também o "couscous". por exemplo. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17. peixe. compressão. miudezas. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. recheadas de carne. as gorduras oléicas). pelo fato de conterem. carne.04). por passagem à fieira e corte. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo. 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18.Massas alimentícias não cozidas. TAIS COMO ESPAGUETE. em peso."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados. com exclusão das massas recheadas.Produtos à base de cereais. macarrão. por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos.Outras 1902. os nhoques frescos e os ravioles congelados. 2) As preparações à base de leite. Em geral. ravioles). molho.Contendo ovos 1902. em primeiro lugar. leite.20 . cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições. são excluídos. flocos de cereais. 1902. pós) destinadas à preparação de sorvetes. pérolas. tornam-se quebradiços.MASSAS ALIMENTÍCIAS. cotovelos e letras). Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados.. estes produtos são dessecados antes da comercialização. III. batata. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO.Trigo burgol ("bulgur") 1904. No decurso desse trabalho. etc. moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo. É assim que na posição 19. sangue. OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")).11 .Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. em geral. talharim. de armazenagem e de conservação. MESMO PREPARADO. produtos hortícolas e outros ingredientes. além dos constituintes naturais do leite. contendo outros ingredientes. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16). ainda. corantes e aromatizantes). queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. aletria). As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. RAVIOLE E CANELONE. tubos.04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%. ij) As bebidas do Capítulo 22. abertas nas extremidades (por exemplo. Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são. NHOQUE. levedura).04). ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo.Outras massas alimentícias 1902. nem preparadas de outro modo: 1902. obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo. misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. em peso. nem recheadas. 1904. CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.10 . tal como o prato completo que leva o mesmo nome). que é uma sêmola tratada termicamente. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21.05). 19. h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. cujo ingrediente principal seja o leite. b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. LASANHA. estrelas. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO. a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau.06). MACARRÃO. laminagem e recorte..90 . os produtos contendo. filamentos.g) As preparações para sopas e caldos.40 . milho. diástases. vitaminas. carne). é trabalhada (por exemplo. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. contendo massas (posição 21. ovos. ou de outros invertebrados aquáticos. em seguida.04). Excluem-se desta posição: a) As preparações. Para facilidade de transporte. todavia. 19. Quando secos. não especificadas nem compreendidas em outras posições. tais como produtos hortícolas. glúten. DO GRUMO E DA SÊMOLA). em peso. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo. grânulos.20 . obtidos por expansão ou por torrefação 1904.02 .04.04 . tal como a lasanha. canelones) ou. moluscos.01 a 04. conservando-lhes a forma original.06) e as bebidas (Capítulo 22).

etc. extrato de malte. leite. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur). etc. açúcar. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. por exemplo. em peso. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação. OBREIAS. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas. comestíveis (Capítulo 20). 19. a partir de farinha ou de farelo. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos.05 . de milho. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. "waffles" e "wafers": 1905. PASTAS SECAS DE FARINHA.05). nozes. sêmola ou pó de batata. D) Outros cereais (exceto milho). farinhas de leguminosas. Este grupo também inclui.. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha. estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. mel. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo. desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos. no decurso ou após a sua fabricação. ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). ou.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905.31 . frutas. peixe. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. EM FOLHAS. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais.04).Pão denominado "knäckebrot" 1905. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais. ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. pré-cozidos ou preparados de outro modo.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)). principalmente. de forma a torná-los crocantes. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição. queijo. por estes dois processos. sob forte pressão. extratos de malte ou de frutas. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços). que são adicionados de açúcar. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos.. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17. mesmo adicionados de cacau. desembaraçados do pericarpo e do germe. Assim. mel. O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. determinadas sementes como a da papoula. ou simultâneamente por estes dois processos. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. como alimentos para refeições matinais. no estado em que se encontram ou misturadas com leite. Podem ser-lhes adicionados. em seguida. etc. tais como: glúten. b) As preparações contendo mais de 6%. a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. a acelerar a sua fermentação.10 . de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. inclui-se neste grupo. 1905. em recipientes úmidas e quentes.20 . E PRODUTOS SEMELHANTES. e amolecidos pelo vapor de água. e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação".90 . carne. melaço. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS. na forma de grãos trabalhados. extratos de levedura. ovos. B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados. simultâneamente. embora possam conter igualmente outros ingredientes. A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11.40 . trigo. a facilitar a manipulação da massa. triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino.Outros A) Produtos de padaria. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. sal e glutamato de sódio.Pão de especiarias 1905. c) As espigas e os grãos preparados.3 . por exemplo. MESMO ADICIONADOS DE CACAU. depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. etc.).32 . A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. cevadas. anis. As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS.. Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19. previamente umedecidos.Torradas (tostas*). produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. fécula. Atualizado em 04/01/2011 .06). Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. a levedura e o sal. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar. gorduras. cominho. pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. C) Trigo burgol (bulgur). Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos.06 (posição 18. açúcar. Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. sal e extrato de malte. sal. Estes últimos destinam-se. arroz. em grãos (incluídos os grãos partidos). que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação. HÓSTIAS. queijos. AMIDO OU DE FÉCULA."Waffles" e "wafers" 1905.PRODUTOS DE PADARIA. descascados ou pelados e após quebrados. açúcar. cacau em qualquer proporção.

2005. fermento e sal. tomate. feitos com clara de ovos e açúcar e que. licores. cevada. apresentando-se. no máximo. de longa conservação. na maior parte dos casos. peixe.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. que lembra a letra "B". essencialmente. gordura vegetal. 11) Os merengues (suspiros). Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. carne. chocolate. apresentam um baixo teor em sacarose. cápsulas vazias para medicamentos. O produto acabado não deve apresentar. amêndoas. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores). Estes produtos são. 13) A quiche. As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. feita de uma massa com ingredientes. preparadas com massas de amido ou de farinha cozida. enquanto que o teor de gorduras é. que é um produto poroso. de superfície brilhante e polvilhados de sal. etc. seco. que é um pão crocante. 20. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. geralmente. especiarias ou aromatizantes. conter um recheio sólido ou não (açúcar. aguardente. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). Esta categoria também inclui os waffles delgados. mel. de sêmola ou de grãos de centeio. que são produtos secos e quebradiços. açúcar invertido ou melaço purificado). 3) O pão ázimo ou matzo. creme de leite (nata*). os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata. sal. cacau. muito pura. em folhas. glicose. obreias. no caso da quiche lorraine. ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. NÃO CONGELADOS. cozidos. cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios.06. pela Inst. 7) Os bretzels. de produtos fabricados industrialmente. contém apenas farinhas de cereais. As pizzas não cozidas são. queijo. chocolate. carne. são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina. manteiga. e produtos semelhantes. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. por vezes. féculas. fermentada com leveduras. os waffles que consistam num recheio.OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS. 12) As panquecas e crepes. albumina. ou ainda por aeração (insuflação*). açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. geralmente apresentada em forma de laço. em placas delgadas de forma quadrada. e que. 50%. ovos. cuja superfície apresenta desenhos. mel. 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. classificadas na posição 19. feito de farinha de centeio ou de trigo. por vezes. etc. geralmente. sangue. um teor de água superior a 12%. por exemplo. chocolate. não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição. etc. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. anchovas. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. pelo menos.04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). leite. fabricado sem fermento. edulcorante (por exemplo. regra geral. Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. As cápsulas vazias para medicamentos. cozidos entre duas chapas de ferro. mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. em peso. creme-de-leite (nata*). carne. de 01/02/02 . ou de uma combinação desses produtos (por exemplo. SRF nº 481. podem. massa azeda ou outro tipo de fermento.Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . produtos de longa conservação. leves. freqüentemente. leveduras ou outros fermentos. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras. cones para sorvetes). café. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. amido ou de fécula. B) Hóstias.10 . aromatizantes. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO. manteiga ou outras gorduras. Norm. 6) O pão de especiarias. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. b) Os produtos da posição 20. que têm por base massa de farinha ou de fécula. contendo. 2) O pão de glúten para diabéticos.05 . Os biscoitos comercializados não são. azeite.Public. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que. peixe ou crustáceos. por vezes corada. em geral. mesmo em fatias ou ralados. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo. pastas secas de farinha. avelãs. aromatizantes. (Atualização nº 4. como. queijo. gema de ovos ou frutas. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras.01. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. à base de farinha. podem conter uma substância adesiva. torrados. geralmente de consistência elástica. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos.05. do produto). São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). O teor de água do produto não excede 10% em peso. COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. retangular ou redonda. noz-moscada e. 5) As torradas (tostas*). também. açúcar. tais como. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. glutamato de sódio e sal. mesmo adicionados de sal. cozida e seca. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. em peso. recheados. frutas. bacon ou presunto. usualmente. tais como queijo. confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. o pão torrado e produtos semelhantes. suscetíveis de aplicações muito diversas. próprios para serem enrolados. São. ovos ou outras substâncias nutritivas. se apresentam em discos ou folhas. açúcar.). miudezas. todavia. aveia ou de trigo. DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria. não contêm farinha. ovos. 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. Esta posição abrange um certo número de produtos. café. pimenta. 8) As bolachas e biscoitos. entre as quais: a) as bolachas secas. contendo pouco ou nenhum edulcorante. quase sempre.

apresentada em pasta.11 .Misturas 2008.9 .Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas.5% vol.60 2005. mesmo misturados entre si: 2008.Amendoins 2008.08 .59 2005. obtida por trituração de amendoins torrados. feitos de farinha de batata. e outras frutas de casca rija.1 . Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips). 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares. em sal.99 . Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20. incluídas as misturas 2008. incluídas as misturas. em volume. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas.92 . incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008. salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. com exclusão das da subposição 2008.91 .Morangos 2008.04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20.40 . 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água.2005. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS. em óleo ou em gordura.90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp..19: 2008.. que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados.80 2005. 2) O chucrute.Damascos 2008. 20.. de couves cortadas em tiras. por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes.Outros. pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho. torrados em atmosfera seca.Abacaxis (ananases) 2008.70 . Todos estes produtos.Cerejas 2008.09.40 2005. em pedaços ou esmagadas. para consumo imediato.. mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal. preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19..Palmitos 2008.20 2005. Atualizado em 04/01/2011 .Frutas de casca rija. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias). dos produtos hortícolas congelados da posição 20. 2) A "manteiga de amendoins". 3) O milho doce em espiga ou em grão. nozes-de-areca (ou de bétele).05. em pedaços ou esmagados.ver a Nota Explicativa desta posição).Outras. O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos. 2008.80 . as cenouras. saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo.. amendoins. em álcool ou em agentes de conservação químicos. depois de fritos por alguns segundos. entre outros: 1) As amêndoas. ervilhas.51 2005.Cítricos 2008. especiarias ou outros aditivos. c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico.50 . podem ser conservados ao natural (em água. aromatizantes. classificam-se na posição 07. Compreende. preparação obtida por fermentação parcial. etc.70 2005. por exemplo). em xarope. COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL.Pêras 2008.20 . PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO. inteiras. sal. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada.5 2005. seja superior a 0.60 .01.): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var. incluídas as misturas destes produtos.30 . inteiros. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada.06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11. Phaseolus spp. (Capítulo 22).19 . mesmo adicionados de sal ou óleo.Pêssegos.11 .. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20. amendoins e outras sementes.

06 . Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7. excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo. picolés. geléias e semelhantes. por exemplo). 7) Os caules. a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19). sorvetes. 5) As frutas inteiras. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. quer depois de tratamento (cozimento.01. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés).13. mesmo contendo cacau em qualquer proporção.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura. 09. raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo. em lugar de açúcar. mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. cortadas. palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. B) As preparações constituídas.). Quando próprias para consumo imediato como bebidas. sementes ou frutas de espécies diferentes. por exemplo). leite ou nozes. Todavia. por exemplo). por exemplo). MESMO CONTENDO CACAU. frascos ou recipientes hermeticamente fechados.09 ou 21. 6) As frutas cozidas. extratos de malte ou de produtos das posições 04. por exemplo). mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08. em produtos de padaria. que não se destinam a ser consumidas nesse estado. 3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. etc. com ou sem açúcar. 19.Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106. conforme o caso. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). fécula. etc. inhames. rebentos de lúpulo. Todavia. congeladas.) com substâncias alimentícias (farinhas. tonéis ou recipientes semelhantes.07.10 . mesmo descascadas ou sem caroços e sementes.PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. 21. ou por plantas ou partes de plantas. gengibre. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. 21. e ainda em barris. sorvetes em cone). nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. cozida ou não. etc.02. classificam-se na posição 08. qualquer que seja a embalagem. trituradas ou pulverizadas). 12). às vezes. os amaciantes de carne. Os pós à base de farinha.01 ou 21.90 . A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope. açúcares. damascos e laranjas.06 ou 19. esmagadas e esterilizadas. Estas preparações classificam-se na posição 35. por exemplo.01 a 04. as frutas cozidas em água ou em vapor. mesmo adicionados de açúcar. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas.06. 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e. 9. pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar. incluem-se na posição 22. para serem incorporadas em preparações alimentícias. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. leite.4) A polpa de frutas esterilizada. quer como ingredientes destas preparações. constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias).06. 9) As frutas. sementes ou frutas (inteiras. mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas.06 se contiverem cacau. batatas-doce. classificam-se nas posições 17. tortas. conservação. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). gengibre.04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18.05 SORVETES. Todavia. Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. sobremesas.01 ou 17. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. etc. com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria. cremes. que não se consomem nesse estado. angélica. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. Os outros pós classificam-se na posição 18. Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. entre outras. dissolução ou ebulição em água. A presente posição compreende os sorvetes preparados.06).11. bolos. utilizadas. quer no estado em que se encontram. desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura.02. inteira ou parcialmente. à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz. apresentam-se acondicionados em caixas.06). 2106. folhas de videira. 2) Os pós aromatizantes para bebidas. partes de plantas. Incluem-se. sequilhos (petits fours). sais de cálcio. 11.) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38). A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água. Os produtos da presente posição. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18. Atualizado em 04/01/2011 . desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas. amido. Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido. 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica. geralmente. leite em pó. em geral.

com ou sem adição.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. sementes ou frutas (inteiras. limão ou laranja). bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar. utilizados. b) os microrganismos da posição 21. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08. concentrados de frutas. 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo. um ou vários extratos de plantas). INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. . mas que são dos tipos utilizados. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. limão. utilizadas para fins edulcorantes. de açúcar ou de dióxido de carbono. mesmo própria para alimentação humana (posição 23. Norm. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13.13 ou no Capítulo 9. os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9. Excluem-se. produtos com propriedades laxativas. por exemplo. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. por exemplo.03 ou 30. 9) Os bombons. como a lactose. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. por vezes. 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. NATURAIS OU ARTIFICIAIS. trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo.ÁGUAS. 2201. sementes ou frutas de espécies diferentes.). por exemplo.Atualização nº 9.02 diversas substâncias. produtos tensoativos. corado com açúcar caramelizado. todavia.04) e os isolatos de proteínas (posição 35. neles contidas (Capítulo 9). Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas. por exemplo.. ácido cítrico. produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras. vinho ou álcool. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação.02). 15) As misturas constituídas por plantas. 6) Os hidrolisatos de proteínas. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas).Public.02). etc.xaropes aromatizados ou corados. Todavia. 7) As preparações compostas. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas. A presente posição não compreende: (nova redação . Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas.10 . ou por diferentes espécies incluídas na posição 12. desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20. Em conseqüência. texturizadas. a bebida em questão pode. à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo.04). dado o gosto que conferem.01 . lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng. obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida. 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas. para aromatizar. SRF nº 612. quer diretamente para aromatizar bebidas. óleos essenciais extraídos da casca da fruta. tais como ácido láctico. esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. etc.11. 22. adicionados de vitaminas e. groselha. ser obtida pela simples diluição da preparação em água. próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30.08). Excluem-se as preparações análogas. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. janeiro de 2006 . ou por plantas ou partes de plantas. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21. etc. sucos de frutas. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia. frutose. de edulcorantes artificiais. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos).04). geralmente. 12). purgativas. em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural. contendo. tais como ácido cítrico. cortadas. etc. ácido tartárico. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar. que não se consomem neste estado. diuréticas ou carminativas). sucos de frutas adicionados de diversos componentes. 11. por: . GELO E NEVE. acima). empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias. de álcool. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas. mel. quer extrato de cola e ácido cítrico. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares". o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. que não se destinam a ser consumidas neste estado. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. de pequenas quantidades de compostos de ferro. 10) As preparações (por exemplo. os concentrados de proteína. para a preparação de certos temperos). 9. dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas. de óleos essenciais de frutas. pela Instr. ácido fosfórico.5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. constituídas por exemplo. etc. Tal como se apresentam. vanilina). sorbitol) em vez de açúcar. DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20.Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 . agentes de conservação. partes de plantas.03 ou 30. São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo. para aromatizar.08. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. em preparações alimentícias. menta. uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7.04). . nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral.um xarope a que se tenha adicionado. não texturizada. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. . Capítulos 7. à base de extratos de plantas. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio.um xarope a que se tenha adicionado.

com exclusão da água do mar (posição 25. etc. impropriamente. 2) As águas sulfatadas. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente. Este grupo inclui. c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. estão abrangidas todas as águas comuns naturais.ÁGUAS. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza. Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS. 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas. açúcar ou outros edulcorantes e filtração. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. b) Os xaropes de açúcares da posição 17.09). posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural.02. entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais. 5) As águas arsenicais. Os sorvetes classificam-se na posição 21.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21. adicionados de cacau. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20. estão compreendidas na posição 28. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida. Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos. Sob esta designação.01). limão.09.Águas. habitualmente. Sob a denominação de águas minerais artificiais. aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados. por adição de água. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem.) classificam-se na posição 22.11. constituído por dióxido de carbono sólido. classifica-se na posição 28. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". em função das características químicas dos sais que contêm. D) O gelo e a neve. B) As águas minerais. "água de Seltz".09 ou 22. DA POSIÇÃO 20.05 e o gelo. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. Designam-se. d) Os medicamentos das posições 30.09. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se. entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas.90 . laranjadas ou limonadas. 6) As águas ferruginosas. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais.06. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes.03).10 . por vezes. Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. em particular nas posições 20.90 . exceto as compreendidas em outras posições.03 CERVEJAS DE MALTE. de ácido tartárico e de ácido cítrico.02 . iodetadas. B) Outras bebidas não alcoólicas.01.2201. Este grupo inclui.02). ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. 22. Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes.51.Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo. 2) Certos produtos alimentícios líquidos. 3) As águas cloretadas. C) As águas gaseificadas. A) Águas. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. Atualizado em 04/01/2011 . 2202. pertencem também a esta categoria.03 ou 30. constituídas por água potável comum. por vezes. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. brometadas. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22. cola.02. frutas ou de aromatizantes (posição 04. suscetíveis de consumo direto como bebidas. 22. Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22.04. a neve e o gelo naturais. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. por meio de dióxido de carbono.Outros Esta posição compreende: A) A água comum.

málico. fraca ou forte. Madeira. que são os vinhos de elevado teor alcoólico. Chipre. Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho.30 . cerveja stout. entre os vinhos licorosos.Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é.). 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa". também. Malvasia.02).. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. 3) Os vinhos espumantes e espumosos.29 . etc. milho e arroz). Atualizado em 04/01/2011 . em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e. as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. embora às vezes se designem por cerveja.Outros vinhos. substâncias minerais.). Málaga. mas muito ricas em extrato de malte. que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono.04. Conforme o processo de fermentação empregado. preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação. Marsala. Vinho-do-Porto. isto é. A cerveja é por vezes aromatizada. que se apresenta turvo. rosés ou brancos). mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204. de mistelas ou de álcoois. mediante o emprego das chamadas leveduras "altas". em volume. A cerveja pode ser clara ou escura. por vezes.04.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. da posição 22. A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto. 2204. obtida a temperatura mais elevada. exclusivamente.03 ou 30. geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. por vezes. de cervejas em geral pouco alcoólicas.. etc. previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo. Citam-se. Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo.2 .05.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204. dióxido de carbono e ainda outras substâncias. Xerez. uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação. o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas.21 . 2204 . albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. pela adição de mostos concentrados. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). c) Os medicamentos das posições 30.03 ou 30. Samos. obtém-se a cerveja de baixa fermentação. resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais). corantes. em solução. reduzido a 0. o aroma e sabor.5% vol ou menos (posição 22.10 . b) Os medicamentos das posições 30. Contêm. durante a fermentação. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. eles obtêm-se também. EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. não contém álcool (por exemplo. Lágrima Cristie. etc. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose). MOSTOS DE UVAS. devido a partículas vegetais em suspensão.VINHOS DE UVAS FRESCAS. que se prepara por concentração a vácuo. b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico. Podem.09. com cerejas e outros produtos. ácidos (tartárico.A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. etc. doce ou amarga. os vinhos das Canárias.02).Outros 2204. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce.

04. 2206 . 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. quer em interrompê-la completamente. em volume.VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS.90 . de aromatizantes e de diversas outras substâncias. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã. às vezes designados “complementos alimentares”. bagas. em geral. fabricadas com a seiva. 4) Os vinhos de uvas secas.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA.03 a 22. é o hidromel comum adicionado de vinho branco.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205. O hidromel vinoso. 9) O vinho de palma. folhas ou ramos de certos abetos. ou de sucos de produtos hortícolas. b) Os medicamentos das posições 30. 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. 6) O malton. que também se classifica aqui. 2205 . 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas. mas preparada com suco de pêra. superior a 0.) ou de substâncias aromáticas.09). HIDROMEL. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura. são utilizados na fabricação de vinhos. frutos. geralmente. por uma operação. 2205. 3) O hidromel. 3) Pela adição de álcool.5% vol (posição 20. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição.03 ou 30. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água. raízes. superior a 0.06). bebida fermentada análoga à sidra. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas.O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura. em volume. entre outros: 1) A sidra. tâmaras. Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22. 8) O saquê ou "vinho" de arroz. abafados ou não. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho. POR EXEMPLO). 4) Por refrigeração. como aperitivos ou como tônicos. 2) A perada. Os mostos abafados por este processo são.5% vol. tendo os dois produtos um teor alcoólico. Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva.).Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas.10 . preparadas com açúcar. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0. chamada abafamento (mutage). de aperitivos etc. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação. de vinhos licorosos. Atualizado em 04/01/2011 .04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas. Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. etc. Esses produtos. com teor alcoólico. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral. com exceção das classificadas nas posições 22. proveniente da seiva de certas palmeiras. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. Outros.05. conhecidos por "mistelas". que são bebidas gasosas. Incluem-se. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. etc. bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono. mesmo concentrados. PERADA.5% vol. que consiste quer em impedir-lhe a fermentação.

distingue-se dos produtos referidos em A. de leite e de mel. acima. de bagas e aromatizantes. juntamente com os outros álcoois acíclicos. álcoois butílico e amílico. AGUARDENTES. Os sucos de maçãs. matérias corantes. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22. aldeídos. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. após fermentação. A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume. em iluminação e aquecimento. classificam-se nas posições 20. etc. 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas. de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno. mesmo concentrados). inerentes à própria natureza da matéria destilada. flores ou outras partes de plantas. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29. devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático.Álcool etílico e aguardentes. 2207 .08). a acetona.5% vol. etc. os licores de chá. igual ou superior a 80% vol. de produtos da cana-de-açúcar 2208. bagaços. os licores à base de ervas. inferior a 80% vol.08). pêras. para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres. às vezes designados por "complementos alimentares". mas não prejudicam o seu uso industrial. por exemplo. etc.40 .). etc. ou ainda de frutas. e destilação posterior. B) Os licores. B e C.20 . vernizes. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado"). a sidra. Estes produtos. Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado. misturas de cerveja com vinho. ácidos. os licores à base de ovos. 2207. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. 2208. etc. os licores de sucos de frutas. tendo um teor alcoólico em volume superior a 0. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo. álcoois superiores (voláteis).20 . vinho. etc. O álcool etílico tem numerosas aplicações. óleos essenciais ou sucos. quer por síntese. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL. ácidos. em volume. também conhecidos por "álcoois neutros". DESNATURADOS. aldeídos. que os tornam impróprios para consumo humano. bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0. com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol. o álcool etílico.Gim e genebra 2208. na preparação de bebidas alcoólicas. seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas.A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL.Licores 2208.90 . previamente fermentados. O álcool etílico encontra-se na cerveja. 22. a piridina.Uísques 2208. em geral: o metileno. tais como o vinho. extratos. segundo as respectivas legislações. sementes e outros produtos vegetais semelhantes.Outros Esta posição abrange. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico.. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar.). destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. o metanol.08 .5% vol. desnaturados. está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b).05.06.). b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais. qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes.60 ..Álcool etílico não desnaturado. Entre esses produtos.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro.70 .ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. mesmo que se destine ao consumo.Vodca 2208. sidra e nas outras bebidas alcoólicas. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias. Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados..30 .50 . Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos.02.10 . 2207. de chocolate.Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. Atualizado em 04/01/2011 . misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO. que se incluem na posição 36. as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação. de qualquer teor alcoólico.. ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES. etc. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular. quer se destine ao consumo humano. são.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países.09 e 22. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). quer a usos industriais. essências.

Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. como também as preparações empregadas na alimentação de animais. geralmente chamadas licores. contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. de cássis (cassis). após fermentação. 23. corantes. o xarope de cana de açúcar. obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. de café. no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais. de cerejas (quirche). 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. Atualizado em 04/01/2011 . Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais.. que se classificam na posição 22.07). à alimentação de bovinos. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral. Podem. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar. de damascos.Alimentos para cães ou gatos. pisco. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22. com um ou mais elementos nutritivos. por esse fato.09 . 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas). I.). de cereais. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas). tais como os licores de ovos ou creme fresco. espécies de licores obtidos com sucos de frutas. aveia. o curaçau. ou de outras frutas. após fermentação. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). Algumas. o kümmel. 2309.90 . os flocos de linhaça e os bagaços de fruta.. 8) As ratafiás. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares. 18) As aguardentes provenientes da destilação. 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água. e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro.PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. etc. 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba.10 . utilizam-se.05). acondicionados para venda a retalho 2309. em virtude da sua consistência ou cor. b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. tafiá. perderam as características essenciais da matéria de origem. com exclusão dos produtos da posição 22. constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos. Destinam-se. as cascas de cereais. armanhaque. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra". etc. rum. de cássis (cassis). 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool. às vezes designadas por "complementos alimentares". empregam-se diretamente na alimentação dos animais. aromatizantes ou outros ingredientes.5% vol. em proporção geralmente superior a 10%. aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho. eqüídeos e suínos. trigo.04.) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. 11) O araque. por exemplo. 10) As aguardentes de sidra (calvados). o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite. por exemplo. obtido do anis verde e da badiana. assim. com teor alcoólico em volume superior a 0. produtos químicos. 7) Os licores denominados "cremes". lecitina. os licores chamados "emulsões". o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. tais como a palha. essencialmente. Além do seu alto valor nutritivo.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS. ovinos. por exemplo. de banana. bitters. centeio. grappa.04. amargos. aguardente de arroz ou de vinho de palma. 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada. de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono. ainda. os que tenham sido sujeitos a um tratamento.).). etc. preparado com casca de laranja amarga. açúcar. de framboesas. de baunilha. com exclusão dos produtos da posição 22. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. de ameixas (mirabelle. quetsches). 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. todavia. para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau. tais como: o anisete. As preparações desta espécie. o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais. adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas. ter por base extratos de plantas. em peso. 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola. singani. de uma maneira geral. citam-se. etc. concentrados de frutas. cachaça. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto. em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo.) e. etc. etc. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares). entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque. brande. do melaço de beterraba sacarina.Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol. milho.05. o melaço de cana de açúcar). tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra.

A substância seca assim obtida.. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. Embora. minerais ou vitaminas e. fosfatos). iodo. As matérias minerais destinam-se. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. etc.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. ACIMA Estas preparações. Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam. isto é. a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A. BALANCEANDO-OS. alpiste. sebos e palhas. sódio. cré. do ponto de vista qualitativo. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. A concentração. misturados com torresmos ou farinha de carne. as borras da indústria da cerveja. etc.. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. das cascas dos ovos. mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. celulose e gorduras. Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 .). etc. nestas preparações. As preparações destinadas a remediar essas insuficiências. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. especialmente. As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário. beterrabas semi-sacarinas. farelos. 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. As mais utilizadas contêm cálcio. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes. das "pré-misturas". antioxidantes. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos"). carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas. 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. são constituídas por proteínas. os antibióticos. pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. vitaminas do grupo B. protéicos e minerais. Estas últimas. aminoácidos. defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas. quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas. etc.). coccidiostáticos. todavia. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. principalmente. antibióticos. as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. sais. aveia descascada e sementes de linhaça. utilizando-se como matéria de base na preparação. constituídas por uma mistura de carne. uma preparação de painço. OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. aromatizantes ou aperitivos. oligoelementos. Citam-se as vitaminas. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada. utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes. miudezas e outros ingredientes. geralmente fabricados com farinha. ainda. 3) Elementos nutritivos "funcionais". amido ou cereais. consoante a produção zootécnica a que se destinam. estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. do meio de cultura e do antibiótico).. fósforo. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. de uma forma mais geral. etc. e destinados a serem queimados pelo organismo animal. na maior parte dos casos. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). os oligoelementos. delas distinguem-se. a quantidade necessária para uma refeição. por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta.OUTRAS PREPARAÇÕES A. ferro. A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. à formação do esqueleto do animal e. açúcar.II. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. Ao contrário dos precedentes. tais como amido. dos elementos hidrocarbonados. São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. designadas comercialmente pré-misturas. tais como cães e gatos. 3) As preparações açucaradas. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas. até serem consumidos pelo animal: estabilizantes. São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%. designados "construtores". A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. emulsificantes. B. Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo. sal. no caso das aves. as sementes de leguminosas. em particular. potássio. em pasta ou secos. para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. cloro. perturbações na saúde do animal. pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição.. C. mesmo contendo cacau. 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos. aproximadamente.. especialmente as gorduras que contêm. mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. 2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). de uma maneira geral. ovos.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR.. à utilização dos alimentos pelo animal. caulim. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim.

2403. esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. preparadas especialmente. Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas.14.20 2402. 12.99 . k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração.Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403. de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11). d) Os desperdícios. para fabricação do rapé.Fumo (tabaco) para fumar. c) As preparações que. matéria amilácea.06. resíduos e subprodutos vegetais da posição 23. das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização.08). por exemplo. etc. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS. 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco). 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado. quando for o caso. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. por exemplo). mesmo de constituição química definida.10 2402.24). não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina.).02 2402. que se incluam como tal em determinada posição.9 . com gelatina.08. CIGARRILHAS E CIGARROS. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco).Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar.90 CHARUTOS. f) Os produtos do Capítulo 29. utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38.01 e 21.. . MANUFATURADOS.03).14. 24.36). 23. contendo fumo (tabaco). proporções dos seus diferentes componentes. ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos.10 .Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos. com ou sem capa.a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias. substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29.04. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas. h) As substâncias protéicas do Capítulo 35. FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO". mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. principalmente. Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos.03 e 30.03 . mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção. misturadas entre si ou não. condições de higiene em que foram elaboradas e. contendo fumo (tabaco) . mesmo adicionados de um aglutinante (melaço. matérias graxas (gordas*). DE FUMO (TABACO). por exemplo. por exemplo). 70% (posição 38. 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas). b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10).01. Contudo. concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar. mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes. g) Os medicamentos das posições 30. o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros..Charutos e cigarrilhas.Outros: 2403. os charutos com as pontas cortadas. 3) O rapé mais ou menos aromatizado. mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403. obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19. Atualizado em 04/01/2011 . da natureza. ceras. as cigarrilhas e os cigarros. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface. em razão. e) As vitaminas. Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas. por adsorção em um substrato ou por revestimento. grau de pureza. de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco). EXTRATOS E MOLHOS. de sucedâneos do fumo (tabaco). em peso (posições 07.91 . quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. os cigarros contendo certos tipos de produtos. classificam-se nesta posição.Cigarros contendo fumo (tabaco) . as cigarrilhas e os cigarros. 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado.OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS. em proporção que não ultrapasse 3%. 24. A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30). geralmente.

DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS. Excluem-se da presente posição: a) A nicotina. entre outros. Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 . de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3). Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas).16). mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)). o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio. moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada). sílica. Estes fumos (tabacos) apresentam-se. finamente moídas.21 2523.20) e as terras pozolânicas. alumina. São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos. Excluem-se. em geral. os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS.Cimentos "Portland": .Cimentos aluminosos . b) Os inseticidas da posição 38. 7) Os extratos e essências (molhos). Entre estes produtos. "cimentos naturais" (posição 25. excluídos: a) As escórias de altos-fornos. porém.10 2523.10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio.29 Na acepção das subposições 2523. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas. denominados "clinkers" . santorínicas e semelhantes chamadas. para revestimento de fornos e outros usos (posição 38.. com proporções variáveis. d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas. Os cimentos da presente posição podem ser coloridos.21 e 2523.Cimentos não pulverizados..Cimentos brancos. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26. Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas. bem como as suas misturas. Nota Explicativa de Subposições. São. Todavia. às vezes. 27. b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30.39). entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco).5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados.que o clinker Portland é um produto da subposição 2523. alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29. 25.29. em folhas retangulares ou em tiras. . bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos. Subposições 2523. Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland. em geral provenientes da destilação da hulha. os cimentos pozolânicos. obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco).23 2523. o cimento Portland moderado e os cimentos brancos. considera-se "cimento Portland". em menor proporção.14.19). DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+). os cimentos romanos.29 2523.06). INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS.06 .ALCATRÕES DE HULHA. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos". podem citar-se o cimento Portland comum.Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas. e . mesmo corados artificialmente .30 2523.21 e 2523.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS. produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12.. de fumo (tabaco) líquidos.08. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se. ferro) podem igualmente ser adicionados. etc. não refratários (posição 38. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos". o cimento de escórias de altos-fornos.2 2523. e) As argamassas e concretos (betões).30). desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas. Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. Convém notar: .11). nesta posição. contudo.Outros . linhita ou da turfa. Outros elementos (por exemplo.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25.24). c) Os cimentos da posição 32. no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas. obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e. de constituintes aromáticos e alifáticos. quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros).

Mas são também utilizados. Compreendem. EXCETO ÓLEOS BRUTOS.40 . no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29). em peso.17).Os óleos e outros produtos antracênicos. incluídas as perdas. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa. em especial.Benzol (benzeno) 2707. CONTENDO. etc. como constituintes básicos. Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38. . uma fração superior ou igual a 65% .Naftaleno 2707.O benzol (benzeno). . que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos.1 . por ciclização do petróleo. o toluol (tolueno). fenólicos.Outros: 2707. bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos".Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. 2710.99 . à piridina e a alguns derivados da piridina. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38.33. . Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos.Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam. antracênicos. especialmente nos geradores de gás de água. para impermeabilização.30 . .10 . 70% ou mais. 2) Os óleos e outros produtos. análogos aos precedentes.Xilol (xilenos) 2707. cresóis.02. em bruto ou refinados. ao xileno. em volume. PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM. para revestimento de estradas. RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS. Relativamente ao benzeno. pirídicos.10 .. naftalênicos. EM PESO. quinolínicos e acridínicos. a 250°C.Os óleos e outros produtos naftalênicos. 29. há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29.50 . ao naftaleno. principalmente.Toluol (tolueno) 2707.Fenóis 2707. mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos. aos cresóis. RESÍDUOS DE ÓLEOS. A presente posição abrange todos os alcatrões.Óleos de creosoto 2707.60 .Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação. Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente. que são análogos aos precedentes. entre outros: .20 .ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos. à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados. que se classifica na posição 38. xilenóis. etc. EM PESO. nos quais os constituintes aromáticos predominam.07 e 29. Os alcatrões destinam-se.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. etc. em peso.07 . ao fenol. contendo. ao tolueno. 70% OU MAIS. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.Os produtos pirídicos. em frações mais ou menos largas. segundo o método ASTM D 86 2707.07. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo. tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos. por exemplo. ao antraceno. o xilol (xilenos) e a nafta solvente. em relação aos não aromáticos.Os óleos de creosoto. 27. mesmo desidratados ou parcialmente destilados. 2707. naftênicos e fenólicos. . COMO CONSTITUINTES BÁSICOS. dos alcatrões de hulha a alta temperatura.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura. e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais.91 .).. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira.). aos xilenóis. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.9 . 27.Os produtos fenólicos (fenóis.

Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem. B) Os óleos.. 2) O white spirit. etc. por exemplo. Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos. em peso. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping). em relação aos constituintes aromáticos. etc. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo.Outros 2710. 4) Os gasóleos (óleos diesel).3 kPa) de mercúrio. tetrapropileno. 3) O petróleo para iluminação (querosene). os lubrificantes para cilindros. de 10 a 15%). do propileno. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida.9 . por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39).Outros I.013 milibares (101. tais como os parafínicos. os óleos para trabalhos pesados.).07). seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. em relação aos não aromáticos.. isolados no estado puro ou comercialmente puro. Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. em peso. em peso. 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710. Dado o seu elevado índice de octano. bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio. tais como os óleos ou gorduras vegetais.). de alumínio.19 . análogos aos precedentes.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27. Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram. para realização de algumas sínteses químicas. a 300°C e à pressão de 1. por redestilação. Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos. C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores.). de lítio.99 . Obtêm-se quer por polimerização. etc.Óleos leves e preparações 2710.. em volume. etc. denominadas tripropileno. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. como solventes ou como diluentes.Resíduos de óleos: 2710. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura.. Atualizado em 04/01/2011 . provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. As misturas de alquilenos utilizam-se. os óleos para lubrificação de fibras têxteis. principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. podem igualmente. diisobutileno e triisobutileno. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. nonilenos. Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas. antiespumas. bem como os óleos leves. Todavia. do Capítulo 29.09. a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. (estes últimos numa proporção da ordem. médios e pesados. antiferruginosos. A esta categoria de produtos pertencem. esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos. após adição de aditivos apropriados. bem como as preparações constituídas por misturas que contenham. na maior parte das vezes. tais como os silicones.Contendo difenilas policloradas (PCB). ser misturadas com as gasolinas. conforme o caso. e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. pela ação de solventes seletivos. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking). quer por separação (especialmente por destilação fracionada). 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. em grau muito baixo. por exemplo).. etc. certas frações leves. entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano. antioxidantes.2710. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina". nos quais os constituintes não aromáticos predominem. refinação catalítica (reforming). os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos).11 .91 . mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes. ou por qualquer outro processo (posição 27. ciclânicos (naftênicos). são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos.

Pelo contrário. antiespumantes. fungicidas. em peso. etc.20 . por exemplo. e semelhante ao betume não insuflado. 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. constituindo o éter dietílico o elemento de base. de compostos de chumbo e de óxidos de ferro.DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). mesmo misturados com água. óleos lubrificantes usados.11). aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes.. principalmente.. etc. por exemplo. constituídas principalmente de chumbo. os depósitos de carvão. que são óleos pesados adicionados. etc.Calcinado 2713. II. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos. tais como o p-cresoldibutil-terciário. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água. utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc. que se formam durante o funcionamento. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa. as gomas. e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino.1 . b) As preparações contendo menos de 70%. proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos. etc.Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. das preparações antiferrugem da posição 34. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm. Utiliza-se. antioxidantes. para impermeabilização. constituídas por lanolina em solução no white spirit. "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto. contendo éter dietílico. inseticidas. principalmente. C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição. em peso. por exemplo. Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB).COQUE DE PETRÓLEO. especialmente.).11 . B) O betume de petróleo (também designado "asfalto". normalmente.. provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo.12 . pilares e vigas de concreto (betão).19. para limpeza de motores e de outros aparelhos). utilizadas na fabricação de produtos primários. das preparações desinfetantes.08). óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados). dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. É um produto de cor castanha ou negra. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais. as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34.90 . 2713. em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso).).03. do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado). especialmente refinados. durante o trabalho. etc. óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%. como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios.20). mole ou quebradiço. é o caso. em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)). 5) Os óleos de lavagem (que servem. 27. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. empregado para revestimento de estradas. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.Não calcinado 2713. permanece classificado nesta posição. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas. transformadores e disjuntores.13 . especialmente. antiferruginosos.. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos. São óleos pesados adicionados. bem como outros elementos. Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo. poroso e sólido. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina. essencialmente. Atualizado em 04/01/2011 .Betume de petróleo 2713. (posição 38.3) Os óleos para transformadores e disjuntores. não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo.).14) e de certas preparações da posição 38. por exemplo).03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38. numa proporção de 10%.Coque de petróleo: 2713. citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38.

24).Xistos e areias betuminosos 2714.Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. Subposição 2714.01). que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície). de amônio ou de etanolaminas (posição 34.BETUMES E ASFALTOS.10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos.17). b) As hulhas betuminosas (posição 27.15).14.90 . os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27.MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS. A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. 27.14 .02). de breu ou de alcatrões. pelo menos. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes. Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos". de betumes. brutos ou purificados (posição 38. Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição.07. c) As linhitas betuminosas (posição 27. obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos.09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos). Além disso. 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas. etc. ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+). Também podem ser extraídos o gás e outros produtos. Esta posição compreende também os betumes. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. f) As obras de asfalto da posição 68. 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água. DE BETUME DE PETRÓLEO. NATURAIS. de asfalto. Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo). c) Os ácidos naftênicos. na preparação de vernizes ou de tintas. 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo. XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS. e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias. entre outras. as seguintes: 1) Os cut-backs. Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas.13). por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas. compreendidas nesta posição. As misturas betuminosas. Nota Explicativa de Subposições. b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo.15 . A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo. destilação ou processos mecânicos). Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas. e ainda por razão de segurança. na impermeabilização. tais como os de metais alcalinos. 2714. ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. solúveis em água. ou sob forma tal que permita a extração desses produtos. desde que não se incluam em posição mais específica). são. insolúveis em água (posição 38. d) O betume de petróleo (posição 27. dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas.02). de cor castanha ou negra. Atualizado em 04/01/2011 . São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25. 27. e ainda por razões de segurança (posição 27.24. Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo. a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado. DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS"). 2) Os asfaltos. coques e outros resíduos. que são misturas geralmente constituídas.10 .

14). bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28.BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos. de cheiro acre. de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata). eventualmente.. alcatrão ou do breu. derivados bromados do anil. Ataca a pele. por exemplo. Estes produtos empregam-se. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto. ladrilhos. etc.. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38.Cloro 2801.). e ainda por razões de segurança (posição 27. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e. como catalisador em sínteses orgânicas. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25.17).FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. a madeira. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. conforme os casos. É um gás amarelo-esverdeado. CLORO. D. duas vezes e meia mais pesado do que o ar. na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto). em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças. para calafetagem. lhes sejam adicionadas. d) O betume natural desidratado e pulverizado. 28. ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se. pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas.3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos.). em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos. É habitualmente transportado em cilindros de aço. perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais. A. tais como a areia ou o amianto. na preparação de medicamentos. é perigoso respirá-lo. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio. Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados.95 a 0°C). serve para esterilizar (clorar) a água. acinzentados. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido.CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES). BROMO E IODO. etc. corrosivo.01 . Apresenta-se comprimido em recipientes de aço.10 . como reagente. por secagem. de brilho metálico. especialmente o cloreto de sódio.30 . quer das algas marinhas.. É muito pouco solúvel na água. O iodo é um sólido muito denso (densidade 4. acondiciona-se. ceras artificiais. corrosivo. etc.20 . bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos.. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais.18 a 0°C). mesmo a frio. 2801.03. estanho e cádmio. placas. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina. na preparação de iodetos.24. como produtos para moldação. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. etc.IODO O iodo extrai-se. na fabricação de hipocloritos. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25. esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. e inflama as substâncias orgânicas. pelo grau de finura das cargas que. Como destrói os corantes e matérias orgânicas. f) As preparações lubrificantes da posição 34. muito denso (3. borracha clorada. Os artigos acabados de forma regular (lajes. em frascos de vidro amarelo.). as gorduras e os têxteis. em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). geralmente.06).18). Atualizado em 04/01/2011 . em especial. por exemplo). Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. etc. como a serragem (serradura*). o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. É um líquido avermelhado ou castanho-escuro. 28. betume. em fotografia. sufocante.Flúor. Também se emprega na metalurgia do ouro.07. sedativos). C. quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais. de cloretos de metais. então. incineração e tratamento químico das cinzas. etc. Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. B. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27.03 .44).Iodo 2801. e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32. Desinfetante e anti-séptico. corando-a de amarelo. classificam-se na posição 68.10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição.FLÚOR. em reservatórios. Emprega-se em medicina.

Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral.11. de cloreto de vinila. É um gás que. posição 38. ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). de pomadas para calçado. etc.. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. de cânfora artificial. Os negros-de-carbono. Os negros-de-carbono podem conter. As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido.. etc.04). provém da decomposição brusca do acetileno comprimido. fumante (que libera vapores). hulha. ou incolores. nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina. resinas e óleos (negro-de-fumo). pentóxido de vanádio. É denso. etc. obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio. Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas.ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. f) O carvão de madeira (posição 44. de tioindigo. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço. A. negro-de-silício.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806. g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71. preparação de cloretos de metais. tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). Estas soluções.10 .02).). Atualizado em 04/01/2011 . 28. tais como: 1) Gases naturais. etc. impropriamente denominado ácido clorossulfúrico. o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno).06 . provocada por faísca elétrica.O carbono é um elemento não-metálico sólido. sob pressão.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).) (posição 38. d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente. carbonizando-as.20 . tambores de aço. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. vagões-tanques ou navios-tanques.04). b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água. no caso contrário. de cheiro pungente. Os ácidos hipocloroso. e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor. O negro-de-acetileno. B. ácido clorossulfúrico. O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento.CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl). negro-de-xisto. espírito de sal).ÁCIDO SULFÚRICO. purificação do negro animal. inodoro. de 28 a 38%) (ácido clorídrico. O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4. Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25.. de indigossóis. etc. arseniados.01).ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. etc.Ácido clorossulfúrico A. zinco e de outros metais. são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio. 28. entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha.07 . de cheiro irritante. o coque. caminhões-tanques.06 (negro de "alu". Emprega-se. seleniados. principalmente. óxido férrico. como impurezas.. empregam-se principalmente no estado gasoso. muito corrosivo. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28. c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32. etc. Nas sínteses orgânicas. Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro. na fabricação de cloropreno. os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno. Consoante o seu processo de fabricação.). arsênio. de cloridrato de borracha. 2806.). ácido muriático. com um odor sufocante. tem o aspecto oleoso. incluindo as de impressão. produtos oleosos. É um líquido incolor ou acastanhado. muito fino e puro.12). linhita). ácido sulfúrico). comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica). resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum).02 ou 71. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário). os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27). separação da gelatina dos ossos. anidrido sulfuroso. clórico e perclórico classificam-se na posição 28. especialmente. Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro. fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. 2) Naftaleno.02). cuja fórmula é ClSO2OH. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha.

3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. muito corrosivo. C. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". amorfa e vítrea. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. da hidroxiantraquinona. o sulfeto de hidrogênio. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas.Pentóxido de difósforo 2809. por isso. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%.08. arenito (grés) ou de chapa de ferro. que também se inclui aqui.Outros ácidos polifosfóricos. dos derivados de alizarina. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. trióxido de enxofre. onde n é 3 ou mais. ávido de água. Estas misturas também se classificam nesta posição. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica".. É um pó branco. Acondicionam-se em recipientes de vidro. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. etc. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. e nas indústrias petrolífera. ele dificilmente se conserva no estado sólido. A. Por condensação do ácido fosfórico. A solução concentrada.09 . do fósforo extraído dos fosfatos naturais. como. 2809..12). classificadas nesta posição. que se incluem respectivamente.. os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos). na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). onde n é 2 ou mais.. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico. 2) Ácidos metafosfóricos. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. a alta temperatura. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). Emprega-se. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. como impurezas.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. 28. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. de cor acentuadamente castanha. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. siderúrgica.. São ácidos cíclicos. ácido sulfúrico.ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre).Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se.06 e 28. de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos. por exemplo. Atualizado em 04/01/2011 . também às vezes se denomina "ácido xaroposo". que reagem violentamente com a água.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. 90%. ácido fluossilícico.20 . do tioíndigo. B. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). atacam a pele e o vestuário. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. Tais misturas. b) O trióxido de enxofre. II. contendo ácidos superiores.11).10 .PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. ÁCIDO FOSFÓRICO. pentóxido de difósforo. por exemplo.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO.. nas posições 28. por exemplo. emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico. na preparação de adubos ou de fertilizantes. etc. B. c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28.). pentóxido de fósforo. ao ar seco. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. etc.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. São produtos líquidos ou sólidos. O ácido comercial assim preparado contém. que se transporta em recipientes herméticos. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28.).

O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. ácido fosfínico) (posição 28. muito corrosivo. que também podem conter sais de sódio destes ácidos.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. 2809. 2) Ácidos metafosfóricos. Tais misturas.. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas.. Atualizado em 04/01/2011 . anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. ácido sulfúrico.. por isso. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). diidrogeno-ortofosfato de cálcio.11). Estas misturas também se classificam nesta posição. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. ele dificilmente se conserva no estado sólido. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1.Pentóxido de difósforo 2809. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. B. Emprega-se.). 90%. por exemplo. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina..Outros ácidos polifosfóricos.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. pentóxido de difósforo.20 . por exemplo. ácido fosfínico) (posição 28. contendo ácidos superiores. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). que se transporta em recipientes herméticos. é mais estável em solução pouco concentrada. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. A.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. A solução concentrada. b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28. como impurezas.09 . II. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). Por condensação do ácido fosfórico. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). ao ar seco.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP.Esta posição abrange. a alta temperatura. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. O ácido comercial assim preparado contém. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. também às vezes se denomina "ácido xaroposo". pentóxido de fósforo. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico.10 . 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. que também se inclui aqui. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. entre outros. onde n é 2 ou mais. ÁCIDO FOSFÓRICO.48). etc. onde n é 3 ou mais. classificadas nesta posição. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". ávido de água. trióxido de enxofre. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. Esta posição abrange. como. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. ácido fluossilícico.. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. 28. é mais estável em solução pouco concentrada.11). São ácidos cíclicos. amorfa e vítrea. É um pó branco. C. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). entre outros. etc.

12 .Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815. caso em que se classifica no Capítulo 32. Não se deve confundir com a soda comercial. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal).. 2815. Atualizado em 04/01/2011 .28. obtenção de sabões duros.04. em frascos de vidro.11 . D. de ferro combinado. mas podendo também ser violeta.. etc. quanto ao seu processo de obtenção. contra a ferrugem. para este fim. fabricação de numerosos produtos químicos e. um peso 70%. ou mais.Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815.Sólido 2815. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato.. sanguine. quer no estado puro. TERRAS CORANTES CONTENDO. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. geralmente de cor vermelha. etc. obtém-se por combustão do sódio.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA). resorcina. chamadas "cales sodadas". na fabricação de sabões moles. o cloreto).20 . HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA). cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui.04. utilizada em aluminotermia.10 . A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina. Também se usa em medicina. associada à cal. vermelho da Inglaterra ou colcotar). de compostos fenólicos: fenol. assim. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO.). especialmente. etc. Emprega-se. sobretudo. como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado. cloreto de potássio. B. mercerização do algodão. O hidróxido de sódio obtém-se.36).1 . o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas.21 . constitui uma preparação classificada na posição 38.24.. classificam-se na posição 38. metalurgia do tântalo e do nióbio. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro. As misturas de soda cáustica e de cal. ou seja 58. expresso em "óxido férrico". de níquel. Com ele se fabricam tintas (para construção civil. classifica-se nas posições 30. entre outras impurezas. uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. no branqueamento. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa). Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815.. EM PESO. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços.20 .) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito). etc. Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades. A.04. como agente cauterizante. classificam-se na posição 38.30 . Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31. cabe na presente posição. mais ou menos concentrada (usualmente. composições para limpar e dar brilho a metais. muito deliqüescente. É deliqüescente e muito solúvel em água. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. Também se obtém a potassa cáustica. Quando puro. EXPRESSO EM Fe2O3. amarelo ou negro). que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado.03 ou 30. delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38.. propriedades e emprego. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. especialmente em submarinos.15 . A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas. Emprega-se na indústria do sabão. vidros ou espelhos.. do óxido férrico (Fe2O3). fabricação de celulose regenerada. C. incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir.8.. que é o carbonato de sódio (posição 28.PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio. incluem-se nesta posição. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. quer misturado com argilas. amarelo ou preto (óxido violeta.Peróxidos de sódio ou de potássio A. com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza). na fabricação de permanganato de potássio.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó). especialmente. a cerca de 50%) ou de potassa sólida. e contém então.8% de ferro no estado puro. etc.Óxidos e hidróxidos de ferro 2821.PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2). essencialmente. cuja densidade é de cerca de 2. e então está compreendido nesta posição.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO. alizarina. sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural. decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. para branquear tecidos. Atendida esta ressalva.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e. 28. na decapagem de peças a metalizar ou a pintar.24. expresso em Fe2O3.HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28. para purificação de gás de iluminação. 2821. é um pó branco ou amarelado. especialmente.03. PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO.

02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio.CLORETOS. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26.. (açafrão ou amarelo de Marte). em pó. branco. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3). pela Instr. etc. é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso.51 . em peso. em eletrólises.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2).Cloreto de cálcio 2827.05).39 .12.32 . Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio.Outros 2827. Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco. nas indústrias de corantes e em curtimenta..Outros cloretos: 2827.30). que.Outros 2827.49 .Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo. OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS. d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis. utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 .Public. como decapante de metais. em fotografia (fixador)... e. brometos.Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827.03 ou 71.27 .41 . oxicloretos. É sólido. menos de 70%. A. apresenta-se moldado. é solúvel em água.. b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26.5 . BROMETOS E OXIBROMETOS. depois de oxigenado. Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28..De alumínio 2827.B. consoante o seu grau de pureza. 2) Cloreto de cálcio (CaCl2). em massa porosa ou em palhetas.Brometos e oxibrometos: 2827. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso. limonito (óxido hidratado). ou misturadas com outras terras corantes.4 . vermelho Van Dick.Brometos de sódio ou de potássio 2827. hidroxicloretos. 28. Norm. de ferro combinado. castanho de Inglaterra. Tem cor de ferrugem. incluem-se na presente posição os cloretos. expresso em Fe2O3. nas pilhas Leclanché.. quer só .. Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick.Cloreto de amônio 2827.59 .. magnetita (óxido magnético de ferro).19).41. 2827. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +).Outros 2827. em caso contrário.25). dá origem aos ferratos da posição 28. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico. Entra na composição de misturas refrigerantes.06. Em geral.De níquel 2827. É um óxido anfótero. para endurecer colas e vernizes. e emprega-se como pigmento. flor ou pães. martita. É branco. (Atualização nº 5.. que se obtêm por sublimação. oxibrometos.20 . SRF nº 509. na presença do oxigênio.35 . apresenta-se cristalizado ou granulado. Ver a Nota Explicativa da posição 31.60 .De cobre 2827.01: hematitas vermelhas (oligisto. Puro. amarelado. c) As chispas (battitures) de ferro. fundido. DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71. castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos. castanho da Suécia). hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos). etc. caso em que cabe na posição 32.). etc.e classifica-se então nesta posição . Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco. Quando puro.quer misturado com carvão.3 . cloridrato de amônio (NH4Cl). hidratado com 6 H2O. e é higroscópico. adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico.CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28.10 . com castanho da Prússia.De magnésio 2827.06. bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25. é incolor e. como adubo ou fertilizantes.31 . IODETOS E OXIIODETOS. Apresenta-se em massa cristalina. amarelado ou castanho. de 09/02/2004 .

O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. para purificação de águas industriais. Atualizado em 04/01/2011 . no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. anatase). 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. como desinfetante e anti-séptico em medicina. Apresenta-se em massa de fratura resinosa. como mordente de tecidos. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). vermelhos ou roxos. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). em cristais rosas. deliqüescentes. na preparação da púrpura de Cassius. palhetas. deliqüescentes e solúveis em água. forma cristais incolores. É redutor e mordente. para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). etc. 6 H2O). 11) Cloretos de titânio. É usado como mordente em tinturaria. para fazer irisações cerâmicas. como mordente em tinturaria. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. 9) Cloretos de estanho. como mordente. b) Cloreto crômico (CrCl3). lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2).08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. como antipoeira. em cristais alaranjados. como carga de sedas e em eletrólise. Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina. etc. com as mesmas cores. na cromagem eletrolítica. cáustico e muito tóxico. em cristais verdes ou roxos. Tanto anidro como cristalizado. apresenta-se em lâminas. a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). libera vapores. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2. 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). quando hidratado (com 4 H2O. solúveis em água. emprega-se para tornar a madeira ignífuga. é deliqüescente e solúvel em água. cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. deliqüescentes.02 (dialogita. Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. ou em soluções. brookita. para dar pátina ao ferro.20. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). higroscópico e hidrolisável. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. tornando-se amarelado. por exemplo). Emprega-se na construção de higrômetros. praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. Apresenta-se em massa cristalina rosada. como fumígeno ou em síntese orgânica. Anidro. É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. principalmente. b) Cloreto férrico (FeCl3). Anidro (em escamas. Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). É muito deliqüescente. a) Cloreto cromoso. em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado. ou em solução aquosa verde. É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. solúvel em água. desinfecção. para decoração de porcelanas. É um líquido incolor ou amarelado. em estradas e pavimentos de terra batida. O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. 10) Cloreto de bário (BaCl2). Também se emprega como decapante em soldagens. na conservação de peles. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). Anidro. cilindros. castanhas ou vermelho-granada. que libera vapores em contacto com o ar. fungicida e desidratante. O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. Apresenta-se em frascos bem fechados. na limpeza química (carbonização) de lãs. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. no apresto do algodão ou de outros têxteis. é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). cerâmica. misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos.30. É um redutor. etc. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. que se obtém na metalurgia do titânio. escamas ou palhetas amarelas. hidratado (com 5 ou 12 H2O).de concretos (betões) em tempo frio. na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. Emprega-se em tingimento. como oxidante. Emprega-se para tingimento. vermelhos ou roxos. 12) Cloretos de cromo. que azulam pelo calor. como mordente. Também se emprega em medicina. solúveis em água. muito solúveis em água. em curtimenta. O cloreto anidro. Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. Oxida-se em contacto com o ar. e em tingimento e estampagem. por exemplo (em cristais verdes ou azulados). Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. Apresenta-se em cristais rosas. (CrCl2). por exemplo. Hidratado. em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. como parasitida e raticida. e ainda para tornar a madeira ignífuga. hidratado (com 6 ou 12 H2O). em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). fundidas ou granuladas. 14) Cloretos de cobre. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). como mordente de tecidos. ou. apresenta-se em massas amarelas. 13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2). Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). como catalisador. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. Anidro e exposto ao ar. em fotografia e fotogravura. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). de cheiro pungente. Emprega-se.

o primeiro emprega-se para fins terapêuticos. Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais.05. acima de 51°C. 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5. mesmo puros. incolor. 4) Brometo de cálcio (CaBr2. Atualizado em 04/01/2011 .11 e os oxiiodetos. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3). que libera vapores em contacto com o ar. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água. É um líquido vermelho. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. Empregase em estampagem de têxteis. x H2O). É anidro e apresenta-se em cristais grandes. é cáustico.30. 3) Brometo de amônio (NH4Br). em fotografia e em eletrólise. como mordente. solúveis em água. Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia. hidroxicloreto natural de cobre. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo. Anidro. hipoclorito de cálcio comercial. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola"). Apresenta-se em cristais incolores.. na fabricação de lacas. apresenta-se em massas incolores. etc.. 2) Brometo de potássio (KBr). B. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro. 2 H2O).17 e do cloreto de hidrogênio. Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água. de fato. C. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO). classificam-se respectivamente nas posições 25. corantes e de medicamentos. 5) Brometos e oxibrometos de cobre.04 ou 31. Emprega-se em síntese orgânica. anticriptogâmicos e corantes. empregado na preparação de pérolas artificiais. deliqüescentes e muito solúveis em água.28. Emprega-se como mordente. decompõe-se pela água. Apresenta-se em cristais deliqüescentes. 15) Cloretos de antimônio. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. Emprega-se em medicina ou em fotografia. É sólido. A atacamita. 6 H2O). Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino. D. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água. Apresenta-se em pedaços amorfos. e obtém-se abaixo daquela temperatura.b) Cloreto cúprico (CuCl2.IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. É um pó branco. utilizado na fabricação de fumígenos. 6) Outros brometos e oxibrometos. classifica-se na posição 25. higroscópico e solúvel em água. A nantoquita. como catalisador.BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO). solúveis em água. Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28. que absorvem a umidade ambiente. como mordente ou como oxidante. anti-séptico. Líquido incolor. em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo. b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). solúveis em água. O composto qualificado. preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. Emprega-se em medicina ou em fotografia.03. tomando então aparência untuosa.52. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. cloreto de cal. Apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso). classifica-se na posição 28.. translúcidas. 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. de cheiro irritante.01 e 31. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário. Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. desinfetante e inseticida. antimonita) da posição 26. b) Brometo cúprico (CuBr2). hidratado (com 2 H2O). inclui-se na posição 26.OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais. apresentam-se em pó branco. volatilizando-se pelo calor. a) Brometo cuproso (CuBr). apresenta-se em cristais grandes cúbicos. e que é. Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas. solúveis em água. é pouco estável e obtém-se por cristalização. São cristais verdes deliqüescentes. para apresto de couros. a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas. 4) Oxicloreto de estanho. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). impropriamente. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. cloreto de cobre natural.11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). brancos ou cinzentos. Emprega-se em curtimenta.

de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos). este sal não pode ser isolado em forma anidra. Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo. Anidro ou hidratado. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. também se emprega em fotografia.HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. como cede facilmente o cloro que contém. É um pó cristalino branco. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina. que contém cloreto e. O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro. ou ainda pelo tratamento. Esta substância é estável até 100°C. também se prepara por calcinação dos iodatos. na purificação da água e para preparação de hidrazina. mesmo fracos. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos. como anti-séptico (com o ácido bórico. e que. amarelece. constituindo todos descorantes ou desinfetantes. b) O oxiiodeto de antimônio. 6 H2O). higroscópica quando contém cloreto de cálcio. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico. de antimônio. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. CLORITOS. ou em lamelas branco-peroladas. Em medicina. 4) Iodeto de cálcio (CaI2). Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. geralmente.HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que.HIPOCLORITOS. É. C. HIPOBROMITOS. 2) Hipoclorito de potássio (KClO. O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel". uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza.90 . Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel. D. 2828. por sal sódico. quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. ao calor e ao gás carbônico. semelhante ao hipoclorito de sódio. higroscópico.28 . do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. incluem-se na presente posição os hipocloritos.HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. As soluções aquosas são incolores ou amareladas.10 . Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água. solúvel em água e sensível à luz. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). Muito solúvel em água.CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica). branca. 2) Iodeto de sódio (NaI). em contacto com ácidos. 3) Iodeto de potássio (KI). Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. em contacto com o ar. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel. 28. como desinfetante de locais. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. B. de estrôncio. de bismuto (reagente). 5) Outros iodetos e oxiiodetos. 1) Clorito de sódio (NaClO2). o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro. 6 H2O). originam o ácido hipocloroso. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. A.1) Iodeto de amônio (NH4I). e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. que se alteram em contacto com o ar.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828. Atualizado em 04/01/2011 .. se denominam "cloritos descorantes". São sais instáveis. Emprega-se em fotografia. às vezes. O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia. Puro. em tudo.. pulverulenta. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. designa-se comercialmente por "água de Javel". contêm. de magnésio e de zinco. mas conserva-se melhor. com cheiro a cloro. utilizados como corantes na indústria da borracha). Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio). muito solúvel em água. o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo. Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. em solução aquosa.. Este produto. Altera-se ao ar e à luz. de chumbo (com reflexos metálicos. É solúvel em água e. incolores. 1) Hipoclorito de sódio (NaClO. 2) Clorito de alumínio. cloritos e hipobromitos de metais.27. forma o líquido de Dakin).11. em virtude da sua principal aplicação. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. É uma substância amorfa. o qual. É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz.52.. óxido ou hidróxido de cálcio. 3) Outros hipocloritos. Prepara-se. por vezes. de bário.

como anti-séptico e agente de branqueamento. sulfito seco e às vezes é chamado. é eflorescente ao ar. b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio..30 . pouco solúveis em água. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio.32 .11). obtém-se a partir do hidrogenossulfito. ALUMES.H2O). solúveis em água. pouco estáveis. 4) Sulfitos de cálcio. é muito solúvel em água. como anticloro ou como clarificante de bebidas. com cheiro a gás sulfuroso. Emprega-se em fármacia ou em enologia.20 . em fotografia. sais de um ácido. muito solúveis em água e inalteráveis ao ar.Outros Atualizado em 04/01/2011 . 5) Outros sulfitos. em cristais. utiliza-se em fotografia. É um pó cristalino branco..33 . Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio.10 . B. Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores. sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28. na fabricação de chapéus e como anti-séptico. apenas se emprega. solúveis em água. Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio). Também se utiliza na preparação de anil. b) O sulfito de cálcio (CaSO3). na feltragem de pêlos. deliqüescentes. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38. Emprega-se como fixador em fotografia. cristalizado com 2 H2O. solúveis em água e que se oxidam ao ar. Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. o dissulfito de sódio (Na2SO3. 2832.. 2833. Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura.SULFATOS.31.11 . b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais. na fabricação da cerveja. apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). 28. Emprega-se em síntese orgânica. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais.O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos. 5 H2O). a) O hidrogenossulfito de potássio. na prática. emprega-se em tingimento ou em enologia. Emprega-se em fotografia. no tratamento do látex (agente de vulcanização).Outros sulfitos 2832. Oxida-se um tanto rapidamente. A. 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3. Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico. c) O sulfito de potássio. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas). TIOSSULFATOS.TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente). 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3.H2O). c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio.SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3). o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3).SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos.04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3. Também se apresenta em soluções concentradas. a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio". na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos. para tratamento da gema do pinho. os hidrogenossulfitos e os dissulfitos. que não existe no estado puro. Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio. em pó branco ou escamas. 1) Sulfitos de sódio. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores.SULFITOS. pirossulfito de sódio. 28.Sulfatos de sódio: 2833..19 . para dissolver a lignina. e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente).Sulfitos de sódio 2832. em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios. "bissulfito cristalizado"). como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel. PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo). emprega-se em estampagem de têxteis. solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal. É um redutor empregado em sínteses orgânicas. de corantes orgânicos. Utilizado na preparação de pasta química de madeira. sobretudo em contato com o ar úmido. Apresenta-se em pó ou em cristais incolores. de cor amarelada. em curtimenta. impropriamente.Sulfato dissódico 2833.1 . 4) Outros tiossulfatos.Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2). no branqueamento da lã ou da seda. etc. na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica. Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3). em solução aquosa. 3) Sulfitos de potássio.

da posição 28..04 ou 31. utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo. empregado em tinturaria.52. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios). O sulfato básico de alumínio. etc. Este sal provém do tratamento. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura. mesmo puro. sulfato anidro. derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). como mordente em tinturaria. apresenta-se em massas brancas. 2) Sulfato de magnésio. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38.30. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo). Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. quer duros e quebradiços. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos. 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita. ou de diversos aluminossilicatos naturais. onde-se na própria água de cristalização e dá. levemente aquecido. como subprodutos da fabricação de diversas matérias.05 e o sulfato de potássio que. se classifica nas posições 31. Hidratado (com 18 H2O). utiliza-se. Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre..07. 10 H2O) designa-se sal de Glauber.. altamente higroscópico.29 . Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. No estado hidratado (Na2SO4.De níquel 2833. em medicina como laxativo. O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4. Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino. azuis. para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre. a lã ou a seda).. apresenta-se em cristais amarelos.40 .21 . geralmente.27 . O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4). as impurezas são. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo. fundidas. violeta ou verde.25 . para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas.24 . deliqüescentes. O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente..08).De magnésio 2833. classificam-se nesta posição. na indústria da curtimenta para conservação de peles. em curtimenta. 6) Sulfatos de cobre. para decapagem de metais. são.De cobre 2833. 5) Sulfatos de níquel. que se incluem na posição 28.. por fim.Outros sulfatos: 2833.. que. em curtimenta.03. Para este último fim. na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. reussina. etc. É um pó cristalino. roxo ou lilás. na depuração de águas industriais. transforma-se por calcinação em sulfato anidro.30. compostos de ferro.02 ou 31.2 . que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre. Sucedâneo do ácido sulfúrico. Apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil. b) Sulfato cúprico (CuSO4. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos. polialita blodita. 4) Sulfatos de cromo. etc. Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético. mesmo puro. principalmente. Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico. para regeneração da borracha. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4). especialmente. mas também se apresenta em solução aquosa. ligeiramente eflorescentes ao ar. hidratado. O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3). Também se emprega na clarificação do sebo. da bauxita.De alumínio 2833.22 . na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos. astracanita) incluem-se na posição 25. em extintores de incêndios.30 . como ignífugo e como laxativo. se classifica nas posições 31. 5 H2O). na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira).De bário 2833. O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26. quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). cristal e vidros ópticos). e que.Alumes 2833. É solúvel em água. Anidro.Outros 2833. consoante a concentração da solução empregada. Os sulfatos de sódio naturais (glauberita. solúveis em água. Solúvel em água. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). solúveis em água. O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25.Peroxossulfatos (persulfatos) A. no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre.2833. como anti-séptico. branco.SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). o sulfato de amônio.05. Atualizado em 04/01/2011 . na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas. Emprega-se em niquelagem eletrolítica. 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4). em tingimento (para corar de preto. purificada ou não. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4). ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. pelo ácido sulfurico. para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas. também é aqui classificado. c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7). apresenta-se em cristais brancos. Emprega-se em tinturaria como mordente. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses.

solúveis em água. 9) Sulfatos de ferro. em tingimento e como desinfetante. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco. de outros corantes e de produtos medicinais. Também se emprega em fotografia. principalmente a quente. precipitado das soluções de cloreto. 24 H2O). insolúveis em água. em ácido sulfúrico diluído. apresenta-se sob a forma de pó branco. como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico. é opaco aos raios X e emprega-se.11. hidratado (em geral com 7 H2O). Emprega-se em pirotecnia. neste caso. cristalizado. especialmente na preparação de lacas.Na2SO4. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. precipitados pelo ácido sulfúrico. solúvel em água. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. 11) Sulfato de estrôncio. solúveis em água.30. também compreendidos na posição 32. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. preparação da borracha. para zincar metais por eletrólise. muito denso (densidade de cerca de 4. 24 H2O). Apresenta-se em cristais incolores. 24 H2O). solúveis em água. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. de outras tintas (preparação do azul da Prússia). Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. Muito solúvel em água.K2SO4. por outro lado. em galvanoplastia e em tingimento. forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo. produz um pó branco. 8) Sulfato de bário.7) Sulfato de zinco (ZnSO4. um sulfato de um metal trivalente (alumínio. mástiques. É muito solúvel em água e apresenta-se. Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4). para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. Muitas vezes contém cobre. 7 H2O). apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. carbonato de zinco ou blenda ustulada. B. Emprega-se na preparação de pigmentos.4). Reduz a flotabilidade dos minérios. O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). cromo. Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. 7 H2O). Entra na fabricação do litopônio da posição 32. É um pó acinzentado. b) Sulfato básico de chumbo. para curtir peles pelo ferro e como fungicida. c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. espato pesado) classifica-se na posição 25. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3). Atualizado em 04/01/2011 . Cristais incolores. empregando-se como regulador de flotação. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes. é um pó branco. como anti-séptico. por um lado. principalmente. de lutos (vedantes).30. em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. 13) Sulfatos de chumbo. É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3. fabricação de papel cuchê e cartão. anidros ou hidratados (com 8 H2O). manganês. para coagular o sangue nos matadouros. O sulfato de bário natural (chamado baritina e. que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino. solúveis em água. 2) Alúmenes de cromo. a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). etc.07. branco. de zinco. anti-séptico e herbicida. por isso.. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro). etc. apresenta-se em cristais muito eflorescentes. Este sal obtém-se por dissolução. de cores de tintas. perfumaria. a) Sulfato ferroso (FeSO4).(NH4)SO4. Emprega-se como mordente em tingimento. É um sólido branco. pouco solúvel em água. calcinado. insolúvel em água. b) Alúmen amoniacal. Semelhante ao alúmen de potássio. misturas para a indústria de borracha. oxidando-se ao ar tornam-se castanhos. óxido de zinco. como mordente em tingimento. anidro e cristalino (alume calcinado). Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. Emprega-se. como impurezas. que se usa na depuração do gás de hulha. na preparação de alumina pura e em medicina. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. leve. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4). por exemplo. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25. Prepara-se a partir do sulfato ferroso. 1) Alúmenes de alumínio. transforma-se em sulfato anidro. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio. etc. Apresenta-se em cristais vermelhos. Também se pode obter por processo metalúrgico e. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio). um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal). pela ação do calor. por exemplo. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. ferro e arsênio. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas.ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo. em cristais verde-claros que.06. Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. em eletricidade (pilha-padrão de Weston). na fabricação de sais de chumbo. Emprega-se. de lacas. Quando puro. ferro ou índio) e. em certos países.06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). Empregam-se em tingimento. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos. como cor para cerâmica.

utilizando-se ambos em tingimento. e o alúmen de ferro (III) potássico. O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3.30 . Atualizado em 04/01/2011 .20 .Carbonato de estrôncio 2836.Carbonato de cálcio 2836. sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3. São bastante estáveis a seco.Carbonato de bário 2836. cujo anidrido classifica-se na posição 28.11.a) Alúmen de cromo propriamente dito. C..Outros: 2836. emprega-se como desinfetante. solúveis em água.Carbonato dissódico 2836.91 . não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-)..Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. no branqueamento e tingimento de tecidos. Esta posição também compreende os tiocianatos.(NH4)2SO4. II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos).90 . sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado. b) Alúmen de cromo amoniacal.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO). que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais. Em cristais incolores. CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO. em fotografia. também em cristais roxos. de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos.Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836.CARBONATOS.K2SO4. sais do ácido tiociânico (HS-C_N). Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos. que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade. na preparação de amidos solúveis.36 ..SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8). isocianatos e tiocianatos. que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio. Apresenta-se em cristais incolores.99 . carsenita) classificam-se na posição 25. Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica.60 . em cristais roxos. em curtimenta (curtimenta ao cromo).42 . Emprega-se como mordente em tinturaria. etc. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita. muito solúveis em água. 24 H2O). na indústria de sabões. em síntese orgânica. emprega-se em branqueamento.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo.Carbonatos de potássio 2836. 3) Alúmenes de ferro. São oxidantes enérgicos. 28.Carbonatos de lítio 2836. tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato). mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor. Emprega-se em fotografia. despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre. solúveis em água e eflorescentes ao ar. Obtém-se reduzindo. por meio do gás sulfuroso. incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28. como anti-séptico. 2836. sais metálicos do ácido ciânico. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico.10 . 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). 28. incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I. em fotografia.9 . cianatos.50 . EXCETO AS AZIDAS. 24 H2O). etc.92 .11. muito solúveis em água.. descorante.40 .Silicatos duplos ou complexos. anidrita. carbonatos básicos). Em cristais incolores. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico. 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8).20. isômeros do ácido ciânico. a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. etc. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos. 2842. que se desidratam e embranquecem ao ar.. PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS).

Estes arseniatos. insolúvel em água. na preparação de essência artificial de mostarda. 2) Cianatos. Inseticida. Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. que se empregam.) (posição 25. emprega-se em fotografia. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio. B) Os arsenitos e os arseniatos. Os cianatos de amônio. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN). na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho. insolúvel em água. etc. insolúvel em água. Emprega-se em viticultura (inseticida). sais do ácido arsenioso. a saber. muito pouco solúvel em água. 6) Arseniatos de sódio (orto-. pela faísca). deliqüescentes e solúveis em água. guanidina. na indústria da borracha. como inseticida na agricultura. arseniatos bi. como impurezas. Este sal. de anti-sépticos. Emprega-se em galvanoplastia. herbicidas. pó negro. para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose. parasiticidas. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). em galvanoplastia. 7) Arseniatos de potássio. em fotografia. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. que contém freqüentemente. Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. plásticos. 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). Atualizado em 04/01/2011 . e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. 10) Arseniatos de chumbo. na preparação de tiocianatos. misturas refrigerantes. que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. na estampagem de têxteis. e os arseniatos. tingimento e estampagem (principalmente. Os tiocianatos (sulfocianatos. obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. Também existem cianatos alcalino-terrosos.30). muito solúveis em água. etc. tioureia. c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). etc. 9) Arseniatos de cobre. por exemplo. O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2). brancas ou acinzentadas. 11) Outros arseniatos. 3) Tiocianatos. c) Tiocianato de potássio (KSCN). na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos. que se utiliza em cerâmica). Apresenta-se em cristais incolores. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. tioureia. na preparação de misturas refrigerantes. em medicina. Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). que se emprega. Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. 8) Arseniatos de cálcio. sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). etc. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. na conservação de peles. cianetos ou hexacianoferratos (II). Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. é um pó verde. venenoso. como reagente de laboratório. insolúvel em água. O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). essência artificial de mostarda. deliqüescentes. Os ortoarseniatos mono. na preparação de inseticidas. na conservação de peles destinadas à curtimenta. Apresenta-se em cristais incolores. solúveis em água. preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. insolúvel em água. insolúvel em água. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. etc. 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). adesivos. também se usa na mercerização do algodão. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado.e piroarseniato). Pó branco. que se emprega em viticultura (inseticida). tingimento e estampagem (mordente). são pós. como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo. e) Tiocianatos de cobre. São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. que se emprega. que se transforma facilmente em tiocianato cuproso. São sais de metais dos ácidos de arsênio. Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica.52. de inseticidas e de outros arseniatos. O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2). É um pó branco. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). os arsenitos. b) Os arsenietos (posição 28. é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. Utiliza-se na indústria têxtil. etc.3H2O). O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada.53).e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. por exemplo.06 (ver a Nota Explicativa desta posição). meta.11. como inseticida e como corante. muito instáveis. Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa. com o nome de verde de Scheele. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água. muito pouco solúveis em água. em medicina. fotografia. também se empregam na estampagem de têxteis. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3).1) Fulminatos. em medicina. É um pó branco. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). São venenos poderosos. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. pastas ou emulsões brancos. etc.e tetracálcicos. Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). é um pó verde. acinzentada ou amarelada.

Utiliza-se em medicina. Pó cristalino branco. Pó cristalino. Usa-se em curtimenta. de féculas e de tintas. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. solúveis em água. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. solúvel em água. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). eflorescente ao ar. preparação de arseniato de cobre. cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia. Em cristais higroscópicos ou em massas. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal). selenitos e seleniatos. 4) Clorossais. teluritos. Em pó cristalino azul. decomponíveis pela água. d) De cobre. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. deliqüescente.. na têxtil. o segundo também se emprega em medicina. II. teluratos. solúvel em água.07 e 26. em pilhas secas e em galvanoplastia. 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. os clorovanadatos.30. A zorgita. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. branco. Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. deliqüescentes. os clorofosfatos. Em cristais vermelhos. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal. Em cristais verde-claros. b) De cobalto (CoSO4. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto.(NH4)2SO4. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. Em cristais vermelhos. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). que se utiliza na metalurgia do zinco. os clorocromatos. d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). solúveis em água. os cloroiodetos. sal de Mohr) (FeSO4. Emprega-se em metalúrgia e medicina. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. Cristais brancos. selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. classifica-se na posição 25.(NH4)2SO4. os cloroiodatos.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos.(NH4)2SO4. Atualizado em 04/01/2011 . Emprega-se em medicina. 6 H2O). etc.C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais). que amarelece em contacto com o ar. com exclusão dos que se incluem em outras posições. 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. Utiliza-se nas indústrias do papel. higroscópico. Por vezes designado por pink-salt. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água. 6 H2O). decomponíveis pela água. Utiliza-se como corante e em pirotecnia. solúveis em água. Pó amarelo ou hidratado. c) De níquel. em cristais vermelhos. Em cristais azuis ou esverdeado. usa-se em tingimento e como carga para sedas. 2) Iodeto duplo de potássio e cádmio. utiliza-se em metalização e em farmácia. é um oxidante utilizado em síntese orgânica. Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). 6 H2O). 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia. Os principais são os clorobrometos. c) De níquel (NiSO4. 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina. 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. É um pó branco. Sólido branco. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais). Emprega-se como parasiticida.15. em cristais verdes. Usa-se principalmente em niquelagem. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. Em cristais verdes. em estampagem e tratamento de têxteis. Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura. O clorocromato de potássio (sal de Peligot).

telurocianatos. O borotungstato de cádmio.e de hexaminoníquel. tiomolibdatos. germanossulfetos. IJ) Borotungstatos.05 e 26. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26.). L) Silicatos duplos ou complexos. molibdofosfatos. Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos. silicofosfatos. solúveis em água. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4].H2O). Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais. só ou em mistura. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). peneiras moleculares. tioteluratos. etc. Em pó cristalino ou em cristais escuros. estanhofosfatos. solúveis em água. eflorescentes. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO. Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. trocadores de íons. 3) Sais complexos: por exemplo. tiocarbonatos. etc.Al2O3.3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos. potássio. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. Em cristais incolores. Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos. Utilizam-se em pesquisas microscópicas. tungstofosfatos.24). é um reagente de laboratorio. é conhecido por amarelo de cobalto. em cristais azuis ou verdes. magnésio ou cálcio). selenocianatos. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais). nitrito duplo de potássio e de cobalto. O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio. etc. G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra. todavia.wH2O. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos. Utilizados como carga para a seda. tioestanatos. Nitratos de níquel amoniacais.ySiO2. sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino. Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. em cristais amarelos ou em solução aquosa. Atualizado em 04/01/2011 .). Usam-se como aceleradores. Em cristais amarelos. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. excluídos (posição 38. reineckatos.17. respectivamente. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. 4 H2O) (sal de fósforo). onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. catalisadores. tioarsenitos e arseniossulfetos. Pó branco. tioarseniatos.). muito solúvel em água. b) Os tiomolibdatos alcalinos. K) Cianatos duplos ou complexos. solúveis em água. tioantimonatos. nos banhos de fosfotagem de metais. muito solúvel em água. é um pigmento que. por exemplo) são. etc.

Não saturados: 2901. Para ser incluído nesta posição. os homólogos superiores são geralmente sólidos. na posição 27. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição.Saturados 2901. 7) Os nonanos com nove átomos de carbono. 8) Os decanos com dez átomos de carbono.23 . SULFONADOS. mesmo puro (Capítulo 31). Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio.11. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono. É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. c) Os cianetos complexos da posição 28. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2). 6) Os octanos com oito átomos de carbono.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais..11). São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo. b) Os alúmenes da posição 28. líquidos ou sólidos. em volume. A. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono.. à temperatura e pressão comuns. NITRADOS OU NITROSADOS 29.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura. incluem-se.26.01 .Etileno 2901. 4) Os hexanos com seis átomos de carbono. Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados. Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28.21 . B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados.37. 29.52). f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio.29 . 2901. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono. os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos.Buteno (butileno) e seus isômeros 2901... Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água. no entanto. 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono. O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono.10 . 5) Os heptanos com sete átomos de carbono. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%.Propeno (propileno) 2901.3-dieno e isopreno 2901.33.50).2 . e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28. Tanto o metano. Atualizado em 04/01/2011 .24 . citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28.22 .01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. Eles podem ser gasosos. mesmo puros.. 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono.Buta-1..

3º) Os butenos (butilenos) (C4H8). o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. Para se incluírem nesta posição. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos).. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4). com leve cheiro a éter. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição. líquido extremamente inflamável e incolor. Para ser incluído na presente posição. estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. o gás do petróleo bruto.11). em lugar de conter duplas ligações. etc. O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série. que tem por fórmula geral (CnH2n). tais como óxido de etileno.3-dieno (1. do ponto de vista industrial e comercial. Estes produtos. o álcool etílico. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). excluem-se desta posição o butano bruto. estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente. são o etano e o butano.3-butadieno) (C4H6). Inversamente. 3º) Os heptenos. apresentam-se liquefeitos. c) O buta-1.. da posição 27. álcool etílico sintético. etc. emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos. gás incolor e de cheiro característico. e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. polietileno. b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha. em volume. Atualizado em 04/01/2011 . 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. etilbenzeno. e forte ação anestésica. em volume. Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas. b) O buta-1. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. obtidos do petróleo e do gás natural. gás incolor extremamente inflamável.). geralmente. Para serem incluídos nesta posição. ver o nº 1 acima).HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. O produto mais importante é o acetileno (C2H2). B. por síntese.11). propila. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27. 4. em solução na acetona. a acetona. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). entre os quais se podem citar: o ácido acético. Constituem uma série homóloga. devem apresentar-se isolados e de constituição química definida. etila. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante.11. gás incolor. este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos). sob pressão.). Excluem-se. o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. o ácido cloroacético. c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos. etc. também se obtêm por síntese. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. átomos de hidrogênio. Para ser incluído na presente posição. a) Os primeiros membros da série são gasosos. 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos. d) O 2-metilbuta-1. em recipientes sob pressão.2 butadieno metil aleno) (C4H6).11.Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila. portanto. o isopreno. é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). O acetileno apresenta-se. 6. 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos.2-dieno (1. A partir do acetileno obtêm-se. produtos infinitamente variados. etc. que possui a mesma fórmula bruta. O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). 4º) Os octenos. 2º) Os hexenos. glicóis. os mais importantes.3-dieno (isopreno) (C5H8).

tais como o 1. Os mais importantes são: o vinilacetileno.. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5. o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila. especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso.6.Ciclânicos.2. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados. b) O ciclopenteno (C5H8): líquido. c) O cicloexeno (C6H10): líquido. para encáusticos..02.90 .4..Mistura de isômeros do xileno 2902.Etilbenzeno 2902.Outros 2902. 6.Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas.Estireno 2902.4 .8] decano.70 .20 . A. em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos.03. 03. líquido incolor. etc. ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD. Atualizado em 04/01/2011 .8a-octaidro-exo-1. Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso..4a.05.. Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos. C) Hidrocarbonetos aromáticos. 2902. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2.p-Xileno 2902. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18). B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos.. 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos. e o metilvinilacetileno.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS.Cumeno 2902.HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n.Xilenos: 2902. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso.04.1. b) Os compostos de ciclo em ponte. formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila. etc. e) O azuleno (C10H8): sólido.60 .1.5.05.2.02 .Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem.50 .9. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos). pelo menos. que se encontram em determinados petróleos e.o-Xileno 2902.Tolueno 2902.). d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido. um anel na sua estrutura.Cicloexano 2902.m-Xileno 2902.30 .Benzeno 2902. d) O ciclohexano (C6H12): líquido. 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos.19 .42 .02. c) O ciclopentano (C5H10): líquido. Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos.44 .41 . 3) Hidrocarbonetos ciclênicos.11 .6.8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5..6. 29. que se emprega como solvente de tintas e lacas. 4.8. 4-endo-5.1 .9.7.43 . Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32.

inflamável.HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos..HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem.4°C. nos reatores nucleares. é um líquido incolor. no petróleo. Emprega-se. o m-xileno e o p-xileno.C6H5). de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto). óleos essenciais. utilizado como solvente. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos. 3) O cumeno (C6H5. a essência de terebintina. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico). É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha. Há três isômeros: o o-xileno. 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). todavia. Esta posição. do petit-grain. o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. Atualizado em 04/01/2011 . não condensados. pinheiro. líquido incolor. como líquidos odoríferos e voláteis. refringente. Um líquido incolor e oleoso. no gás de hulha. É um líquido incolor existente nos petróleos. canela. não podendo "n" ser inferior a dois.CH=CH2). Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno.07). de cheiro agradável.05). inflamável e de cheiro aromático. quanto à estrutura química geral.C6H4. etc. em peso. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Dissolve com facilidade resinas. de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. existente no óleo leve de alcatrão de hulha. encontra-se no gás de hulha. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. líquido incolor. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79. no estado natural. Entre estes. É muito comum em vários óleos essenciais. Sua formula geral é (C5H8)n. O naftaleno em bruto. Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2). É um líquido transparente. gorduras. Puro. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. volátil. borracha.05). Líquido incolor. Apresenta-se em cristais de lamelas finas. principalmente. que se encontra nas essências de terebintina. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico.. encontrando-se. d) As terfenilas. 4) O p-cimeno (CH3. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese.CH(CH3)2). inflamável. Utiliza-se. a partir do benzeno e do etileno.07). etc. a) O benzeno (C6H6). pelo menos.C6H5). condensados ou não. Obtém-se. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. linhita. normalmente. o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 3) O limoneno. b) O difenilmetano (C6H5. a) O naftaleno (C10H8). III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. nos organismos vegetais.CH2. etc. existente no alcatrão de hulha. empregase em sínteses orgânicas. Cristaliza-se em lamelas finas. refrigente. etc. b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3). os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5. Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5.B. brancas. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada. de cheiro agradável. 95% em peso. em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos. É um líquido incolor. em peso. Também se obtém sinteticamente.01. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila. 2) O canfeno. Cristaliza-se em agulhas incolores. especialmente. da acetona e do -metilestireno e como solvente. sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. de cheiro terpênico.. C. estruturado em seis grupos (CH). d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais.07). Para ser incluído na presente posição. incolores e fluorescentes. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila.05. na fabricação do fenol. móvel. que se encontra na essência dos cítricos. inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno. Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. utiliza-se como moderador. móvel. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio. brancas. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). no alcatrão de linhita. etc. etc.07). Para se incluir nesta posição. carregado de impurezas. é um líquido incolor. o xileno deve conter. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27.). c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). móvel. II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. dos hidrocarbonetos ciclênicos. Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. No alcatrão da hulha. apresenta-se em lâminas de cor castanha. abertas ou fechadas. Para ser incluído na presente posição.C2H5). Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. b) O fenantreno (C14H10). a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38. Para se incluir na presente posição.CH(CH3)2). de cheiro característico. 2) O etilbenzeno (C6H5.

perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917. A. Pó cristalino de cor branca a amarelada.Ácidos policarboxílicos ciclânicos.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917. por exemplo. poliuretanos) ou na fabricação de plásticos.Anidrido maléico 2917. O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.20 .17).ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS. peróxidos.Ácidos policarboxílicos aromáticos. seus anidridos. Citam-se ainda. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles. seus anidridos. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. ciclênicos ou cicloterpênicos.Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917.07. seus sais e seus ésteres 2917. halogenetos.. ácido sebácico. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917. c) O antraceno (C14H10).34 . os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno. 5) O pireno. perácidos. 2917.. constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38. 3) Ácido azelaico. 2) Os metilantracenos. Para ser incluído na presente posição. seus sais e seus ésteres 2917. 2) Ácido adípico (COOH..Tereftalato de dimetila 2917. Apresenta-se em pequenas folhas brancas.. transparentes.12 . o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%.1 ..14 .Ácido adípico. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. nitrados ou nitrosados destes produtos. halogenetos. em peso. como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica.Ácido oxálico. seus sais e seus ésteres 2917. e produz uma fluorescência azulviolácea.13 .Para se incluir na presente posição.Ácido tereftálico e seus sais 2917. neste grupo. 29. Utiliza-se.COOH).Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos. ésteres e sais. 3) O fluoreno.32 .Ácido azeláico. Utiliza-se. peróxidos.17 . sulfonados. bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados.Ácidos policarboxílicos acíclicos.35 . tais como as poliamidas.33 .19 . na fabricação de alguns plásticos. poliésteres maléicos e outros poliésteres. HALOGENETOS. de cálcio. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*). como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas... Apresenta-se em finos cristais incolores.36 . o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro. Seus principais sais são os oxalatos de amônio.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES.Anidrido ftálico 2917. poliamidas. poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas.39 .Ortoftalatos de dioctila 2917. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha.11 . inodoros. por exemplo. NITRADOS OU NITROSADOS.. por exemplo. SEUS ANIDRIDOS. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH. SULFONADOS. de sódio. peróxidos. halogenetos.(CH2)4..07)..COOH). 4) Ácido sebácico. Atualizado em 04/01/2011 . Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada.. Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se.. de potássio.37 .Outros 2917. halogenetos.3 . peróxidos. Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos.. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila. seus anidridos. O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27. 4) O fluoranteno. na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas.

Tilidina (DCI) e seus sais 2922. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico). em massas cristalinas ou em escamas brancas.21 . de didecila (din-decila.Ácido antranílico e seus sais 2922.Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). etc. Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas. Emprega-se.22 .41 .. por exemplo.. 8) Ácido succínico (COOH.11 . exceto de funções oxigenadas diferentes..COOH). metadona (DCI) e normetadona (DCI). de dibutila (di-n-butila.. 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-.Ácido glutâmico e seus sais 2922. sais destes produtos 2922.Trietanolamina e seus sais 2922. sais destes produtos: 2922.49 . os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico..5) Anidrido maléico. (di-n-octila.Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922.Outros 2922. de dioctila.29 . 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos.Aminoalcooisfenóis.. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas. B. exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada..Lisina e seus ésteres..39 . inodoros.). CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES.Monoetanolamina e seus sais 2922. Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores.COOH). Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas). de plastificantes.. p-) (C6H4(COOH)2). e seus ésteres.) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico.Dietanolamina e seus sais 2922.Outros 2922.1 . etc. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas.4 . etc..Outros 2922. de dietila.. 2922.(CH2)2.43 . na preparação de certos plásticos (por exemplo. 7) Ácido malônico (COOH.42 .O).CO.3 . Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados.Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). Entre os seus ésteres. diisononila..).50 .. aminocetonas e aminoquinonas. diisobutila. bis(2-etilexil). de cheiro característico. etc.2 .COOH) Apresenta-se em cristais incolores. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4..31 . ácido isoftálico e ácido tereftálico..Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922. Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados.14 . m-(iso-).Aminoácidos. sais destes produtos: 2922. respectivamente.44 .12 . diisooctila. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes. Massa cristalina incolor. Ácido ortobenzenodicarboxílico. SAIS E OUTROS DERIVADOS C.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS. emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas. sais destes produtos: 2922. seus éteres e seus ésteres. citam-se os ortoftalatos de dimetila.Outros 2922.CO. 29. 6) Ácido maléico (COOH. transparentes.19 .).ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES. muito leves e volumosas.). por exemplo.Aminoaldeídos. de dinonila (di-n-nonila. Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila.Anfepramona (DCI). etc.CH2. sais destes produtos 2922.CH=CH. de medicamentos barbitúricos. seus éteres e seus ésteres.13 . Emprega-se em síntese orgânica. aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 . etc.. poliésteres). sais destes produtos: 2922.COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+).

Líquido viscoso. os compostos aminados. 8) Ariletanolaminas. A. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem. Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas. ou uma combinação dessas funções. um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono.AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos. 2) Tetrametil.14). SEUS ÉTERES E ÉSTERES. 3) o-. m.. 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol. na indústria de sabões. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. e seus ésteres e seus sais. 5) Meclofenoxato.e tetraetildiaminobenzofenonas. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm.Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que.. em curtimenta para amaciar os couros. 4) Diaminofenóis. aqui incluídos. ou em síntese orgânica. c) As fenetidinas. que se emprega como anestésico local. 1) Aminobenzaldeídos. etc. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. fenol. 6) Arnolol.6-dissulfônico (ácido H). Atualizado em 04/01/2011 . além do grupo amínico. É um pó cristalino. A presente posição abrange. estão igualmente incluídos aqui.. 2) o-. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama). Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois.20. quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29. Entre os éteres dos aminofenóis. b) As dianisidinas (bianisidinas).e diaminoantraquinonas. portanto. 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos. 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)). 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio. 4) Antrimidas. AMINOQUINONAS. aldeído. m.). éter. 3) Amino. etc.AMINOALDEÍDOS. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação. possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool. para apresto ou acabamento de tecidos. d) As cresidinas. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2). quer o grupo aldeídico (-CHO). seus éteres ou ésteres. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3). branco. cetona. seus éteres ou seus ésteres. 10) Nitrato de aminoetila. ou uma combinação dessas funções. além da função amina. acetal. emprega-se como absorvente dos gases ácidos. quer o grupo cetônico ( C=O). B. bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. É um líquido incolor. e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol).e p-Aminocresóis.05 a 29.e p-Aminofenóis. 7) Sarpogrelato. É uma base que se emprega na indústria dos sabões. citam-se: a) As anisidinas. que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. das emulsões. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2). SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES.AMINOÁLCOOIS. freqüentemente viscoso. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. C. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. AMINOCETONAS. Este composto.

Os anidridos.D. neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). entre outros.50 Para fins de classificação nas subposições. seus sais e seus derivados de substituição. 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico).N-dimetil-2. as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS. em cristais pequenos.-hidroxipropiônico).CH2. Subposições 2922. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter. ou uma combinação dessas funções.. Assim. 14) A fenilglicina.23 . Emprega-se em síntese orgânica. opalescentes. peróxidos e perácidos. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. As substâncias desta posição que. em cristais. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila. Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético. Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. 5) A propoxicaína. 4) A medifoxamina (N. LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS.Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . este composto classifica-se na subposição 2922.COOH).COOH). 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). fenol ou ácido. 3) A glicina (ácido aminoacético. Pó cristalino. ou em medicina. que se incluem nesta posição. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. em virtude do seu poder vitamínico. 2923. e a isoleucina. seus ésteres ou seus anidridos.NH. Entre os aminoácidos.AMINOALCOOLFENÓIS. 15) O lisadimato. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster. incolores. 12) O ácido m-aminobenzóico. peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. regulares. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina. fenol ou ácido.). 10) O ácido aspártico. glicocola) (NH2. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação. Apresenta-se em grandes cristais. é um anestésico local. 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico). Cristais incolores. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico). O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). 7) A fenilalanina. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos. Cristaliza-se em prismas. esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool. em relação a cada função amina.. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação.19. citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). etc. 2) O ácido glutâmico. em agulhas duras. halogenetos. utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas. incolores e inodoros. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se. 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico). O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas.2-difenoxietilamina). são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. É um produto da cisão das proteínas. composto aminado de função acetal. E. de anestésicos. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar.AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES. nos termos de atos internacionais. É extraído do glúten. para preparação de produtos de perfumaria. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. 13) O ácido p-aminobenzóico.10 . 29. 4) A sarcosina (CH3. É um derivado metílico da glicina. Empregado na indústria dos corantes.11 a 2922. halogenetos. Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. 2) A serina (ácido -amino. Nota Explicativa de Subposições. no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. em cristais. para fins de classificação. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. em cristais. etc. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. seus ésteres. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração.CH2. Como éter de um aminoálcool. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos. dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado.

na indústria petrolífera. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924. na gema de ovo e em todos os germes frescos. em produtos cosméticos e na alimentação animal. É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina. Estes radicais podem ser os mesmos.90 . cerosas. A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa. também se incluem nesta posição.19 . o hidróxido de amônio NH4OH. tolila. utilizado em farmácia.21 .Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. no cérebro. e o cloridrato de betaína. que resultam da combinação dos ácidos oléico. por exemplo. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI). Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável. de cor acastanhada ou clara.. 2924. principalmente. solúveis em álcool etílico.20 .12 . Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário. sais destes produtos: 2924.Etinamato (DCI) 2924. em concentração tipo. R2.) e teremos. Essas amidas e seus sais.Outros 2924.. sob a forma de grânulos amarelados. iodeto.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923. sais destes produtos 2924.02 ou 31. ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso). é essencialmente a lecitina de soja.NH) amida secundária ((-CO)3. etc. os sais de amônio quaternários. diamida do ácido carbônico que.Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico. mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29. por radicais ácidos. 6) Betaína (trimetilglicina).23 . sendo utilizada. Em geral. porém. A saturação.. correspondente ao seu equivalente inorgânico.Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. etc. As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO. então. São ésteres (fosfátidos). pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto.NH2).).COON(CH3)4). No entanto. por exemplo. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia. Atualizado em 04/01/2011 . obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada). nesse caso. etc. sais destes produtos: 2924. inclui-se. na alimentação humana ou animal.24 .Ureínas e seus derivados. quando o óleo de soja se extraiu com acetona.29).Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados. utilizado em terapêutica.Meprobamato (DCI) 2924. que também se inclui na presente posição.. ou.CO. etila. com a fórmula geral NR4+OH-.05. etc.1 . nas posições 31.. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia.Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados.. brometo. seus sais e seus derivados. A ovolecitina é utilizada em medicina. A lecitina comercial.2923. 5) Formiato de tetrametilamônio (H. como adubo ou fertilizante..N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e. agente de dispersão.COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA.29 . ou diferentes entre si.2 . por radicais alicíclicos ou arílicos. mesmo pura. A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis. 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH). óleo de soja. R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*). exclui-se da presente posição a uréia (NH2.Fluoroacetamida (ISO). com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica. tal como a colina. 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios.24 .NH2) amida primária ((-CO)2.11 . 29.. estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas. na fabricação de tintas. então. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina. As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais. sal de amônio quaternário. para a produção de corantes azóicos. COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO.

C6H4. em cristais incolores.). estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. B. 5) Glutamina. Estes produtos são. pó branco e cristalino. 2) Compostos organo-silícicos. os alquila ou arila silanos (por exemplo. em especial. as ureídas heterocíclicas. acetoxi. metiltrimetoxissilano). Tóxico.10. Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29. É a monoamida do ácido aspártico. Excluem-se. bromoisovaleriluréia. geralmente na posição 38. 3) Ferrocarbonila. inodoro. incolor quando puro. etc). usado em medicina. acetil-p-fenetidina (fenacetina). 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). pelo menos. 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia.20.e etilacetanilida. um átomo de carbono de um radical orgânico.24. As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura. por exemplo. classificado na posição 28.53). que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono). b) Ácido cacodílico e seus sais. É um eficaz antidetonante para carburantes. Entre seus sais citam-se. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano. Estes compostos compreendem.AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. difenilsilanediol. de plaquetas ou de rombóides. oxiranil. cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina). o produto técnico é amarelo. c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2. extraída de algumas leguminosas.31 . A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. 4) Compostos organoarseniais.12. Utilizado em medicina.. Este ácido cristaliza-se em lamelas. os silanos orgânicos e os siloxanos. dimetildiclorossilano). por exemplo (posição 29. são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas. o octametiltrissiloxano. Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4).AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida. Estes silicones incluem-se na posição 39. utilizados em medicina. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. 29. principalmente. 4) Carbamato de etila (uretano). Forma sais cristalinos. brilhantes. o octametilciclotetrassiloxano. nitrilo. 3) Fenilacetamida. nos termos de atos internacionais. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. branco. classificado na posição 28.26). niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas.AsO(OH)2) e seus sais. pó cristalino. inodoros. 2) Asparagina. e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono.AsO(OH)2) e seus sais. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. metil. a) Ácido metilarsônico (CH3. pelo contrário. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a. o cacodilato de sódio. As substâncias desta posição. oximo.A. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS. utilizados como opacificantes em radiografia. os alcoxissilanos (por exemplo. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. Apresenta-se em cristais. por exemplo. amidas do ácido hidroxinaftóico. por vezes. Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila.33). 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. Atualizado em 04/01/2011 . Líquido volátil. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29). que. 2º) A dietildifeniluréia (centralita).. a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína. etc. tais como o metilarsonato de sódio. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio. ácido diatrizóico e seus sais. polimerizados para se obter os silicones. acetoacetanilida. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. o 3-hidroxi-2-naftanilida. 2) Acetanilida. ou triclorossilano (SiHCl3).

Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não).Outros 2933.19 .. sais destes produtos 2933.Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não)..Outros 2933.53 .. intermediário A da petidina (DCI).Loprazolam (DCI). butobarbital.COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+). sem outras condensações: 2933.X)..Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933.Levorfanol (DCI) e seus sais 2933.32 ..Alfentanil (DCI). fonofos (ISO)) (posição 29.Hidantoína e seus derivados 2933.Melamina 2933.61 .30).11 . Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam. 5) Ácido o-iodosilbenzóico..52 . pipradrol (DCI). A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo).1 .33 . difenoxilato (DCI). sais destes produtos 2933.Alobarbital (DCI). secobarbital (DCI) e venilbital (DCI). 2933 .Outros 2933. 2933. pentazocina (DCI). pentobarbital (DCI).49 . fenciclidina (DCI) (PCP)...Piperidina e seus sais 2933. 6) Alquilos de metais. fenobarbital (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933.41 . não condensado: 2933.Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 ...54 ..69 . nos quais. ciclobarbital (DCI). fenoperidina (DCI).52). além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono. difenoxina (DCI). metilfenobarbital (DCI).7 . fulerenos metálicos. não condensado: 2933. átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo.4 .39 .. bromazepam (DCI).2 . bezitramida (DCI). anileridina (DCI). butalbital (DCI). mecloqualona (DCI).5 . São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono. em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-). sais destes produtos 2933. cetobemidona (DCI).21 . no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28.29 . sais destes produtos 2933.. São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados).Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não). secbutabarbital (DCI). metalocenos.C6H5) e seus derivados. propiram (DCI) e trimeperidina (DCI).. dipipanona (DCI).Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933. 7) Compostos organofosforados.31 . fentanil (DCI).59 .55 .. piritramida (DCI). não condensado: 2933.Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico). A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg.Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933. amobarbital (DCI).As=As.Outros 2933.Outros 2933. metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI).3 .Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).6 .Outros 2933. petidina (DCI). metilfenidato (DCI).Piridina e seus sais 2933... barbital (DCI).e) Arsenobenzeno (C6H5.

Este grupo compreende. não condensado. Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar. Para se incluírem na presente posição. flunitrazepam (DCI). nitrazepam (DCI). lormetazepam (DCI). lorazepam (DCI). B. Pertencem. não condensado. Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico). flurazepam (DCI).. Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino. quase incolor. Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não). Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica.36. podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina).-carboxílico ou ácido nicotínico está. entre outros. Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração. estazolam (DCI).2933. não condensado. camazepam (DCI). inodoros. delorazepam (DCI).91 . higroscópicos. temazepam (DCI). O ácido piridino.07). 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. Apresenta-se como líquido oleoso. d) O hexanicotinato de mesoinositol.-carboxílico) e seus derivados. etc.71 . Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. 3) Entre os derivados mais importantes da piperidina. estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina.79 . nimetazepam (DCI). oxazepam (DCI). fenildimetilpirazolona). b) Os ácidos piridinocarboxílicos. podem citar-se: A. fludiazepam (DCI). Para ser incluída na presente posição. C. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). em medicina. incluído na posição 29. nitroidantoína.. no óleo de Dippel e em numerosos compostos. Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27. em tingimento ou estampagem de tecidos. Cristais lamilares. a metilidantoína e a fenilidantoína. desagradável. por exemplo. a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina. entre outros. 2) Entre os derivados mais importantes da piridina.9 . Pertencem.. Pó cristalino ou lamelas incolores. utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). na indústria da borracha.Outras lactamas 2933. A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27. 2) A lisidina. mazindol (DCI).Alprazolam (DCI). obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia. halazepam (DCI). dimetilamino-analgesina) e seus sais. tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI). nordazepam (DCI). entre outros: 1) A fenazona (antipirina. Atualizado em 04/01/2011 . clonazepam (DCI). pinazepam (DCI). Cristais brancos. midazolam (DCI). sais destes produtos 2933. loflazepato de etila (DCI).Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933. contudo. Encontra-se no alcatrão da hulha.. Emprega-se em síntese orgânica. clorazepato. 3) A 1-fenil-3-pirazolidona.99 .72 . Líquido incolor ou levemente amarelado. pirovalerona (DCI).. a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição.6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933.Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição.-carboxílico. como desnaturante do álcool.Outros: 2933. a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. c) A dietilamida do ácido piridino.07). clorodiazepóxido (DCI).3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. prazepam (DCI). medazepam (DCI). incolores. diazepam (DCI). citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. a este grupo: 1) A piridina. de cheiro fortemente empireumático.

tioureída cíclica. 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). fala-se de mono-. 8) A N-metilmorfinana. Formam sais de sódio solúveis em água. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo. Quinoleína. doseados para usos medicinais. Líquido oleoso incolor ou produto pastoso. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina. a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 . Os compostos desta categoria compreendem. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. brilhantes. 4-. a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina). As pastilhas e tabletes de metenamina. São líquidos incolores.5-trietoxifenil) isoquinoleína). É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. por exemplo. 7) A octaverina (DCI) (6. São cristais regulares brancos. entre outros. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia). como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário). entre outros. Utiliza-se em medicina (contra a gota). mas também podem preparar-se sinteticamente. desagradável e penetrante. 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). classificam-se na posição 30. muito solúveis em água. 7-.5-dimetilpiperazina. Pertencem. higroscópica. entre outros. como acelerador para vulcanização da borracha. o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). G. Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida.4. 5) As 3-.b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. Massa cristalina branca. trilactamas. F. muito refringentes. 4) A tetraidrometilquinoleína. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). como agente anti-fermentação. utilizada como solvente do ácido úrico. com cheiro especial. Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). D. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. Emprega-se em medicina. sensível ao choque. E. Lactamas. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. para fabricar resinas sintéticas. isoquinoleína e seus derivados. o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). etc. Pertencem. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina).piperidil]-propan-1-ona). seus sais e seus derivados. 2) A isobutilquinoleína. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina). o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia). d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4.04 e a metenamina apresentada em tabletes. que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico. Apresenta-se em cristais brancos. 4) A 2. Pó higroscópico solúvel em água. também se incluem aqui. branco-amarelado. amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. de cheiro característico. As lactimas (enólicas). classifica-se na posição 36. Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. Utiliza-se em medicina como anestésico. bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. semelhantes às lactonas.7-dimetoxi-1-(3. 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). Pertencem. com cheiro desagradável. em medicina. na preparação de matérias corantes). Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina.06. 3) A piperazina (dietilenodiamina). etc. A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado. Derivados barbitúricos. Entre os seus derivados. 3) A isopropilquinoleína. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana. etc. forma tautomérica das lactamas (cetônicas). É um remédio contra a gota e o reumatismo. Sistemas de dois anéis. 6-. De acordo com a presença de uma ou mais funções amida. não condensado. 5-. utilizada na fabricação de plásticos.

5. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). Incluem-se. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes). Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. com vapores irritantes. Este produto. As substâncias desta posição que. pó amarelo. geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo. Também se obtém sinteticamente. Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. de cheiro agradável. comparando-os com os compostos parentes. Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico.11). 4) 3.9-Triazaciclododecano-2. b) O lactato de 2. Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia.11. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona.6. Os derivados desses produtos.6-diaminoacridínio). por exemplo) não modificados. 3) O indol. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3. Em cristais brancos. 4) O -Metilindol (escatol). Quando impuro tem forte cheiro fecal. É assim que. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. Subposições 2933. Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos. a idantoína (subposição 2933. b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes.23). lactama do ácido o-aminocinâmico. Nota Explicativa de Subposições. 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. solúveis em água. 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas.39. tem forte cheiro de flores. por síntese. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. Pó cristalino amarelado. trimetilglicocola). quando purificado.6-diona). Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo).21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados.10-triona. 2933. Pó cristalino branco. Utilizado como laxante.54 A fenazona (subposição 2933. H. tais derivados. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada. Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina. 2) Isatina (lactama do ácido isático). Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto).3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina).21 e 2933. em geral. classificados em suas subposições próprias. Atualizado em 04/01/2011 . um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). 5) O mercaptobenzimidazol. quando impuras. nos termos de atos internacionais. por exemplo). 5) 1-Vinil-2-pirrolidona. obtém-se.52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente. porém. Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. Cristaliza-se em palhetas incolores que. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha. têm cheiro fecal. 2) A acridina e seus derivados. Todavia. insolúvel em água. entre outros. 7) 1.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. que se encontra no alcatrão de hulha. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos.5-diamino-7-etoxiacridina. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo. Em cristais brancos solúveis em água. Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas. A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico.

. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila. Subposição 2933. MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES.91 e não na subposição 2933. o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933. e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida.24 .Vitamina B12 e seus derivados 2936. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis.Todavia.22 . seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade.. Neste Subcapítulo. Têm.90 . (+) (Atualização nº 8.Public.28 . etc.26 . não misturadas 2936. quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. c) As misturas entre si de vitaminas. NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS).79 (subposição 2933.Vitamina B6 e seus derivados 2936.29 . de provitaminas ou de concentrados.27 . que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa.23 . óleos vegetais.Outras. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas.Vitamina C e seus derivados 2936.79. Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos. não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D. por exemplo).36 . de junho de 2005 . É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria..10 . 29.21 . no mesmo ciclo.. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas. etanodiol. Neste caso. basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. por exemplo). forma enriquecida dessas vitaminas. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O).Provitaminas.Outras vitaminas e seus derivados 2936.2 . Assim. BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS.79. incluindo a sua estrutura de base.).Vitamina B2 e seus derivados 2936. não misturados: 2936. propan-1-2-diol. Assim. Atuando em doses infinitesimais. o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente. eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas). umas ação fisiológica. estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado.52). Quando a função amida está incluída em vários ciclos.PROVITAMINAS E VITAMINAS.Ácido D.25 . dilactamas).Vitamina B1 e seus derivados 2936. cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência". podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos.Vitaminas A e seus derivados 2936. principalmente. DOU 01/07/2005) 2936. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S). naturais ou reproduzidas por síntese. b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D..Vitaminas e seus derivados.. MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI.. SRF nº 553. diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona. provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais. Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 . o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933..36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS.Vitamina E e seus derivados 2936.ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936.79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar. Norm. pela Inst. deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação. incluem-se as substâncias ativas. 29. Todavia..

sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). 3) 22. laticínios. 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). 9) Iodidrato de iodotiamina. 3) Mononitrato de tiamina. geralmente. todos são sensíveis à oxidação. pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. São lipossolúveis e.. levedura de cerveja. levedura de cerveja. obtém-se. ossos e da retina. Vitamina A2 aldeído (retineno-2. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A. mas solúveis em solventes orgânicos. Vitamina A1 aldeído (retineno-1. Os produtos mencionados constituem apenas exemplos. 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato). Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI).VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . A vitamina A2 álcool não é cristalizável. Extrai-se dos peixes de água doce. Pó cristalino branco. Também se pode obter por síntese. insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno. por exemplo). quando puro. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29. 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato).). mesmo plastificadas. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol. principalmente.. Extrai-se. Este corpo. 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2.VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1. bem como o mono. nos produtos animais (peixes do mar. Encontra-se na pele dos animais. 3-deidrorretinal). ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico. carne de porco. pode cristalizar-se. antineurítica e antiberibérica. cogumelos ou outros fungos. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite. O acetato é um pó amarelo. são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. laticínios. retinal). por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A.. C. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. ácido retinóico). Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina.5-sal. ovos. geralmente. Sendo sensível à ação do ar. por exemplo).23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. por exemplo). É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor. por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono. ovos). materias graxas (gordas*). especialmente. etc. insolúveis em água. 5) Acetato de ergosterol não irradiado.PROVITAMINAS Provitaminas D. por síntese. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. 3) Acetato. 4) Tiamina-1. 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3. 8) Cloridrato de iodotiamina. é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. Pó cristalino branco. A vitamina A1 encontra-se. pouco estável.5-dissulfonato). 7) Iodotiamina. relativamente estável. 2) Cloridrato de tiamina.36. Substância sólida amarela que. da pele. o palmitato é um líquido amarelo que. aneurinonaftaleno-1. aneurina). 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol. ceras. à temperatura ambiente. Higroscópico. Pó cristalino branco. D. Apresenta-se em lamelas insolúveis em água.5-sal (aneurina-1.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster. 7) Acetato de 22. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar.por adição de agente antioxidante. retinol (DCI)). 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5.. dos óleos frescos de fígados de peixes. A. denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. que não tem ação vitamínica. 11) Éster nicotínico da vitamina B1. 3-deidrorretinol). A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados. fígado. B. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais.23-deidroergosterila não irradiado. estável em contacto com o ar.

Obtém-se. no óleo de linhaça. 2) Cloridrato de piridoxina. Constitui a forma mais usual da vitamina B3. NITRITOCOBALAMINA. muito sensível à luz. E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. Pó branco. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios.. no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas.6. Ortofosfato de piridoxina. na parte externa dos grãos de cereais. leite. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio. que contém cobalto. É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz.e DL-)-pantotenol (a. G. Tripalmitato de piridoxina.) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. nos rins e fígado dos mamíferos. 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina. solúveis em água. H. solúvel em água.e DL-)-Pantotenato de sódio.b-dimetilbutiramida).. Esta vitamina também. antiescorbútica. geralmente. METILCOBALAMINA. mas obtém-se. solúvel em água. denominada vitamina B3 ou B5. no farelo de arroz. antidermatósica. A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C. TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5.b-dimetilbutiril)-b-alanina). Atualizado em 04/01/2011 . dos mamíferos ou dos peixes.5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a.OU DL-).g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos. dos melaços de beterraba. São hidrossolúveis. do soro de leite. levedura de cerveja. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese.e DL-) ou (D.8-tetraidropteroilglutâmico). 2) (D. IJ. SULFITOCOBALAMINA. F. É hidrossolúvel e termoestável. melaços em bruto. 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI).VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio. 3) (D. na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. 1) D. por síntese. lactoflavina). Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. no fígado. quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. mas obtém-se geralmente por síntese. a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. levedura de cerveja e fígados de animais.7.ácido pantotênico ((N-a. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5. proteínas e lipídios. ainda. Intervém no sistema nervoso. é a vitamina de proteção cutânea. E. Dicloridrato de piridoxamina. Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). do aparelho digestivo e das vias respiratórias. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e. Líquido amarelo viscoso. Cloridrato de piridoxal. sal de sódio e sal de dietanolamina.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2. aumenta a resistência do organismo às infecções. pericarpo do arroz. É hidrossolúvel. etc.g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b. Líquido viscoso. Líquido viscoso. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina..g-diidroxi-b. Sob estas três formas. ETC.e DL-)-Pantotenato de cálcio. carne ou na gordura. Encontra-se nos espinafres e plantas verdes.. Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). destina-se a combater a anemia perniciosa. Fosfato de piridoxamina. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico). vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. Pó cristalino. no óleo de germe de trigo.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9. do fígado do boi. Cristais ou lamelas incolores. encontra-se nos tecidos e células vivas.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. São as formas usuais de vitamina B6. geralmente. Cristais de cor vermelho-escura. no desenvolvimento da pele. nos ovos e no leite.ou DL.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)). por exemplo. amarelo-alaranjado. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui. na cana-de-açúcar.b-dimetil-butiramida). miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos.. Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4. 4) Álcool pantotênico (D. por síntese. É uma substância de elevado peso molecular.

aumentando a resistência dos vasos capilares. insolúvel em água e solúvel nas gorduras. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes.VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . espinafres. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. L. K.. são lipossolúveis. obtém-se. aceleram a coagulação do sangue. leite.ou DL-ascórbico (DCI)). além disso.e g-tocoferol. É hidrossolúvel e termoestável.3. N. O calciferol encontra-se. M. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave. Por síntese. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2. sobretudo.3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2. geralmente. As suas propriedades antioxidantes permitem. na levedura de cerveja.4-naftoquinona). que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C. O. anti-raquíticas. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol. 5) Ascorbato de sarcosina. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões. Pó branco cristalino.3-epoxi-2. etc. no leite. tomates. b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1. filoquinona. miolos. é necessária à saúde da pele. 3) Vitamina D4 ou 22. b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas. óleos vegetais. 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca. Óleo amarelo-claro. benzeno e gorduras. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro. solúvel no álcool. 2) Ascorbato de sódio. obtêm-se os isômeros racêmicos. mas sensível à luz solar.4-naftoquinona). produtos hortícolas com clorofila. 1) Vitamina E ou (D. Óleo incolor. que amarelece quando exposto ao ar. anti-hemorrágicas.4.4-naftoquinona-2. 10) Ascorboglutamato de cálcio. 9) Ascorboglutamato de sódio. obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2. à luz.naftoquinona). 4) Diaminoacetato de tocoferilo.. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado. A biotina encontra-se na gema de ovo. 2) Éster metílico da biotina. nos rins e fígados.e DL-) a-tocoferol. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D. 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol. nos rebentos da cevada e da aveia. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). nas couves. favorecendo a formação da protrombina. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas. Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes.) ou animais (fígados. nos melaços. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1. Pó cristalino branco.. etc. glândulas supra-renais. É mais ativa do que a vitamina D2. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2. que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. b. baços. bastante estável ao ar seco. 6) Ascorbato de L-arginina.23-diidroergosterol ativado ou irradiado. insolúvel em água e solúvel nas gorduras.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos.diidro-1. batatas. ou ao calor. termoestável. É lipossolúvel. 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). de produtos hortícolas para saladas. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. Cristais amarelos. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)). etc. etc. do óleo de germe de trigo. Também se prepara por síntese. óleos vegetais. 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio.1) Vitamina C (ácido L. insolúvel em água.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E. 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. principalmente. que se altera lentamente quando exposto ao ar.VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D. Pó branco cristalino. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. por ativação ou irradiação da provitamina D3. músculos e do sistema nervoso. Extrai-se. É menos ativa do que a vitamina K1.. 7) Palmitato de ascorbilo.). Este produto. muito sensíveis à luz. lipossolúvel. ergocalciferol). vitamina de reprodução.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K. Prepara-se por síntese. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol).4-naftoquinona). de alfafa (luzerna) e nos laticínios. c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. pimentões (pimentos*). 1) Vitamina H ou biotina. folhas de leguminosas. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade.. O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão. atuando como poderoso redutor. Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese.

14).02 . mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. 5) Cloridrato de nicotinamida.04). Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação. germe e películas de cereais.10 .07).23). a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue. empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). Dissolve-se em água e é termoestável. que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas. relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol.03). o plasma. sitosterol.03 ou 32. niacinamida).38).11. esculina ou ácido esculínico (posição 29. i-inositol ou mesoinosita (posição 29. a trombina. As suas origens. solúveis no álcool e nos lipídios. estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol. f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a. etc.06).A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra. 3002. Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30. 2) Nicotinato de sódio.4-diaminonaftaleno (posição 29. 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina). toxisterol.23). mioinositol. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias. dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32.Vacinas para medicina humana 3002. exceto o ergosterol: colesterol. nas oxidações. ácido linolênico. b) Vitamina K6: 2-metil-1. e) Vitamina C2 ou P: citrina. c) Colina ou bilineurina (posição 29. que regulariza o metabolismo dos lipídios. 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona. sucedâneo das vitaminas K (posição 29. sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1.30 . que é uma matéria corante de origem natural (posição 32.SANGUE HUMANO.33).e g-carotenos e criptoxantina).4-diidroxinaftaleno (posição 29. relativamente estável ao calor e à oxidação. CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES. outras frações do sangue.22). Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue. os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais". na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios.4-naftoquinona. carotenóide.90 .4-naftoquinona (posição 29. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA. 5) A xantofila. Obtém-se por síntese.Vacinas para medicina veterinária 3002.04). Cristais incolores.4-naftoquinona. d) Cisteína.b. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja.20 . Obtém-se por síntese. ácido araquidônico (posição 38. 30. as soroglobulinas e a hemoglobina. Atualizado em 04/01/2011 . O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05. TOXINAS. EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica. hesperidina. a imunoglobulina humana normal.30). utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos. suprasterol) (posição 29. metilnaftona ou 2-metil-1. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS.06). c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. Estão compreendidos nesta posição. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE. as globulinas do sangue.03 ou 30. b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29. produtos imunológicos modificados.). menaftona.41). entre outros. VACINAS. 6) As provitaminas A (a. utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral.21).Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas). profiláticos ou de diagnóstico. B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos.e b-). O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado. C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados.22). 3) Os esteróis. Menadiol ou 2-metil-1. o fibrinogênio. 6) Nicotinomorfolida. PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS. Ela intervém no crescimento. 3) Nicotinato de cálcio. lumisterol. d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29. embora por vezes designados vitaminas. sucedâneo das vitaminas B (posição 29. a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos. e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1. rutosido (rutina).Anti-soros. ANTI-SOROS.

imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho. etc. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. 5) Os bacteriófagos. SRF nº 481.Os soros específicos contra as doenças. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35. etc. (exceto. Norm. criptotoxinas e as antitoxinas. para proceder a testes in vitro. Não compreende. A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT). etc. toxinas. Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma. as enzimas (coalho.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30.02).04). todavia. sem destruir as suas propriedades imunizantes. mesmo obtidos por via biotecnológica.02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada. quer se trate de colutórios.Public.). a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA).. etc. e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". ungüentos. Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico.Contendo alcalóides ou seus derivados. revulsivos.Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico.ver a posição 30. Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si.3 . amilases. E) Kits de diagnóstico. de 01/02/02 . Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas.31 . antigangrenoso. Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir.10 . todavia.fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica. a ligação de um complemento. preparações injetáveis. de análises imunológicas ou para fins terapêuticos. Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e.07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21. por exemplo. para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. antimeningocócico.05 OU 30. 4) Os vírus humanos. 30. MAB) . fosfatase alcalina. quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes. As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas. antidisentérico. mas não contendo antibióticos: 3003. bem como os antivírus. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas. DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras). as preparações compreendidas nas posições 30. iogurte.03 . colírios.. na sua reação antigeno-anticorpos. os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos.39 . em especial. mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. pela Inst. antitetânico. 3003. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas).02. etc. antipneumocócico.Contendo insulina 3003. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI. c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos .40 . b) Fragmentos de anticorpos . O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4. betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples.. 2) Os produtos imunológicos modificados. por exemplo)..Contendo outros antibióticos 3003.05 e 30. (Atualização nº 4. Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição. de origem microbiana. incluem-se na posição 30. nem antibióticos 3003. exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo . estreptodornase.90 . D) Vacinas.06. antiestafilocócico. óleo (lipovacinas).enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo. resultantes de misturas.) (posição 35. antiestreptocócico.06).02.37. Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que. apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho. estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. a neutralização. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem. pomadas. ou estreptomicinas ou seus derivados 3003.Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. antiofídico.20 . a aglutinação. mesmo de origem microbiana (estreptoquinase. São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK. 30. 2) As toxinas (venenos). peroxidase. linimentos. Atualizado em 04/01/2011 . animais ou vegetais. 30. a precipitação. tais como a vacina antidiftérica. bem como as anatoxinas (toxóides). antivenenoso e antialérgico.04. Todavia. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico. ácido lático).37. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas.Outros 3003.

Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS.03. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 . sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais.08. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado". que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos. mesmo perfumados. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004.. alimentos enriquecidos. adicionados de substâncias medicinais. por exemplo). com estrutura de ácido penicilânico. incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. Por outro lado. Assim. 30. etc. 30. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. 30.04 . a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto..06 ou no Capítulo 22.31 . por injeção ou perfusão na veia.05 OU 30. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas. na posição 21. os metais preciosos coloidais misturados entre si. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. todavia. bem como as preparações das posições 33.04. incluem-se na presente posição.07. constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons. 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12. o óleo fenolado. 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach. utilizadas em medicina.06). 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas.06. quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. purgativas. ou com outras matérias.02. edulcorante.40 . etc.02.. a presente posição não compreende os complementos alimentares.05 ou 30. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21.43. Esses produtos. Porém.Daí não decorre. nos demais casos. o mercúrio coloidal. destinadas principalmente a limpar a pele.01). 3004. tais como papéis e pós antiasmáticos. suporte.Contendo insulina 3004.Contendo penicilinas ou seus derivados. iodados. desinfetantes.). PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais.02. etc.Contendo alcalóides ou seus derivados. para uso terapêutico. pelo contrário. d) As preparações inseticidas. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. em geral. 10) O óleo canforado. para usos terapêuticos ou profiláticos. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne. etc.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. da posição 38.11.Outros 3004. ácido tartárico. do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias. etc.03 a 33.Contendo outros antibióticos 3004. 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal.20 . O enxofre coloidal classifica-se na posição 30.32 .39 . as preparações para o tratamento da acne. Além dos alimentos e bebidas.3 . mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). 11) Os produtos antiasmáticos. mas não contendo antibióticos: 3004.04. diuréticas ou carminativas. São. classificam-se na posição 33. aglomerante. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). mesmo acondicionados para usos medicinais. contudo. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia.. produtos com propriedades laxativas. Além disso.) para usos medicinais com exclusão. por exemplo. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa. geralmente líquidos. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34. desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. alimentos para diabéticos. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio. a saber. bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente. classificam-se. os carboidratos e as gorduras.Contendo hormônios corticossupra-renais 3004.37. que seguem o seu regime próprio.10 .Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30. Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28. e na posição 28. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação.

embalagens de venda a retalho. incluem-se na posição 30.04. destinada a ser utilizada. Esta posição engloba também os produtos abaixo. não podem. desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea. os produtos não misturados das posições 28. Norm. Todavia. nem antibióticos 3004. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. que mantém a sua classificação na posição 28. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos.50 . nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo. Por outro lado. 3) Os substitutos de enxertos ósseos. ou mesmo em pó.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17. Entre esses produtos. consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. benzoato de sódio.). são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. desinfetantes.46. A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea.04. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. comprimidos. com propriedades anti-sépticas. Todavia. alimentos para diabéticos. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. os produtos não misturados.02). excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea.06). classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho. que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos. quer diretamente no tratamento de certas doenças. posologia.25 a 10 cm3. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas. para os fins acima referidos. tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida. amido ou fari.43 a 28. acima: por exemplo. Todavia. em caso algum. mesmo que não exista qualquer indicação. 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. adicionados de substâncias medicinais. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1. Atualizado em 04/01/2011 . pastilhas ou tabletes. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui.36 3004.Public. A presente posição compreende as pastilhas. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento. classificar-se na posição 30. etc. sob qualquer forma. hospitais. e que são utilizados. clorato de potássio ou de magnésia. os carboidratos e as gorduras. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele. deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares.) para a sua classificação na presente posição. mentol. de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados. que são inseridos numa cavidade do osso fraturado. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais).43.02. bactericidas ou germicidas. Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença. etc. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. isto é. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo. Consideram-se como tais os produtos (por exemplo.37. mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13. SRF nº 481. 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse.hormônios nem outros produtos da posição 29. Para a aplicação das disposições precedentes. euca.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados.90 .03 (ver a Nota Explicativa dessa posição). modo de usar. por exemplo. esses produtos constituem uma matriz cristalina. (Atualização nº 4. que seguem o seu regime próprio. ou o coma diabético. sem novo acondicionamento. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização. carvão. alimentos enriquecidos.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. tais como o álcool benzílico. DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. quando apresentados doseados em saquinhos. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). etc.05. principalmente o alcoolismo. O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. cápsulas. de 01/02/02 . tetraborato de sódio. tais como os à base de enxofre. tais como gelatina. pela Inst.). o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que. exceto agentes aromatizantes.

cirúrgico.). medicamentosos.01). diuréticas ou carminativas.06 . qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34. d) Os sabões de usos medicinais. desinfetantes. etc. odontológico ou veterinário. de tecido cutâneo de origem animal. ataduras e artigos semelhantes. bem como as preparações das posições 33. hospitais. por exemplo. hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006.Categutes esterilizados.08. podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. etc. geralmente líquidos. Entre estes artigos. acetato de etila) e de um agente propulsor..01 e 63. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos.Por outro lado. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS. IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS. etc. contendo óxido de zinco. Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. tais como pastas (ouates). Estes artefatos podem apresentar-se em peça. de salicilato de metila. c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. sobre feridas abertas na derme. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos. disponíveis em diversos tamanhos. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). respectivamente).01).10 . sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias. 56. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. ESPARADRAPOS. de tecido. mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. CIRÚRGICOS. as ataduras. pelo contrário.07. congeladas ou liofilizadas (dessecadas).PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO. etc. Estes pensos.06).20 . substâncias anti-sépticas). Além disso. purgativas.06. São. da posição 38.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. papel. 30.06 ou no Capítulo 22. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. cirúrgicos. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso. por exemplo). Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico.20 e 34. se reconhecem.04).05 . etc. gazes. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo).07. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS.. como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares. SINAPISMOS). apresentadas dobradas. de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele. por exemplo). materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos. Esses produtos. em disco ou sob qualquer outra forma. etc. os emplastros e os esparadrapos. laminárias esterilizadas.Outros Esta posição abrange os artigos. cirúrgicos. etc. para uso medicinal. que. odontológicos ou veterinários. etc.PASTAS ("OUATES").. GAZES.10 . b) Os produtos das posições 30.).02. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas.05 ou 30.Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 .. 3005. esparadrapos. os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda. classificam-se. utilizados como pensos biológicos temporários. plásticos. e) As preparações inseticidas. 30. produtos com propriedades laxativas. destinados a fins medicinais. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas. 3006.07). e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. etc.06). odontológicos ou veterinários.90 . etc. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. qualquer que seja a sua forma de apresentação. d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48. 30. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. os diversos pensos preparados.03 a 33. antisépticos. em geral suína.18. São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30. em um solvente orgânico volátil (por exemplo. em geral. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária. Excluem-se da presente posição tiras.). não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais. bem como as tiras contendo gesso. na posição 21.

quando não esterilizados. reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006.Estojos e caixas de primeiros-socorros. por exemplo. A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. e os poliésteres. etc. ataduras. como Lu.Cimentos e outros produtos para obturação dentária. as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm. às vezes estriadas. estritamente limitativa. d) os metais (aço inoxidável. depois da aplicação. Incluem-se aqui os materiais (ligaduras.06. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. etc.37 ou de espermicidas 3006. antibióticos. b) as fibras naturais (algodão. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos. etc. conforme o caso.Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. tântalo.40 . Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos. bronze). Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio. incluem-se nas suas posições respectivas.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas. de compressas ou de lamelas . Km. empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação.60 . bem como do fator H. Estes reagentes são utilizados. linho). incluem-se na posição correspondente à sua natureza.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. quer das do soro sangüíneo. rugosas e de cor castanha. ataduras. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. o monômero polimeriza-se. dos subgrupos A1 e A2. Em virtude desta propriedade. Em meio úmido. tornando-se lisas e flexíveis. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista. F. N. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo.30 .. etc. etc. Estes diversos produtos. Ag.50 . que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar. para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos.80 .geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). bem como a de outros grupos. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). V. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw. 2º) dos grupos de soros Gc. os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV. além do ou dos princípios ativos.70 . concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006. prata. de outros produtos da posição 29. 2) As laminárias esterilizadas. B. S e P. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras. 2º) As preparações para determinação dos grupos M. B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos.Preparações apresentadas na forma de gel.12. Este grupo compreende a oxicelulose .fatores sangüíneos 3006.Preparações opacificantes para exames radiográficos. Atualizado em 04/01/2011 . os categutes na posição 42. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia. devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo. seda. guarnecidos 3006. é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. cimentos para reconstituição óssea 3006. como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas). ovinos e outros animais). aumentam consideravelmente de volume.). desde que sejam esterilizados. O e AB. etc. 4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais. Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados. As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados. Podem conter. K e Le.

etc. Norm. (Atualização nº 4. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. por exemplo). por conterem substâncias farmacêuticas. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas". eles devem ser diretamente aplicáveis. 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. tintura de arnica..22.02 ou 38. (Atualização nº 4. tintura de iodo. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. da circulação sangüínea. SRF nº 481. de óxidos metálicos.). possuem propriedades profiláticas. e que são utilizados. e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D. 32. em regra. guarnecidos.37 ou de espermicidas. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. geralmente. DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros.). extraídos previamente do próprio paciente. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada.Public. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. placas de ensaio). 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea. cloreto de zinco. Norm. constituídos por dois ou mais ingredientes. um endurecedor (agente de cura) e um ativador. Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos. pinças). ou posições 30. etc. para fixar os implantes protéticos ao osso existente. por exemplo).MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. pela Inst. São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano. principalmente).07.. Tratam-se de soros de origem humana ou animal. escarificação. das vias urinárias. principalmente). por exemplo. A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea. água e um espessante. Além dos princípios ativos. d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A. guta-percha ou em papel.) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras. são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. de gutapercha ou de plástico.. Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. que contêm.Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 . Pelo contrário. do canal biliar. por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. pastas (ouates). pela Inst. placas de ensaio). de outros produtos da posição 29. de 01/02/02 . expiração do seu prazo de validade. do gênero dos utilizados pelos médicos. alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação.20 e 34. São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal. ecógrafo. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses.11 . os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação. não contenham mercúrio.). Embora. para os mesmos usos. B e C. etc. Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR. A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a. mercurocromo. 10) Os desperdícios farmacêuticos. etc. à base dessas matérias corantes: 3204.Public. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. de 01/02/02 . tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue. Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). SRF nº 481. propileno glicol. Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. etc. etc. 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos. gaze. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. ou produtos misturados. excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29). 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol.Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho. artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata. Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A. urina.D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. por exemplo. respectivamente).1 .04 . injeção. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. etc. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30. 3204. como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que.04). Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo. B e C. os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente.

Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços.19 . tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. as azínicas (indulinas. o b-caroteno.) ou as tiazínicas (azul-de-metileno. não se incluem aqui. de borracha. os indigossóis. o b-8'-apocarotenal. ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida).MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS...Outros I. as eosinas. (para diferenciar estes produtos das lacas. na massa. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. eurodinas. incluem-se na posição 32. e.). as tioflavinas). geralmente. as outras matérias corantes sulfuradas. etc. simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. Estão incluídas nesta posição. Atualizado em 04/01/2011 . fécula. 13) Os verdes fosfotúngsticos.. etc.05).Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204. em plastificantes ou em outros meios.Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. destinados a facilitar a coloração da fibra. contudo. no estado em que se apresentam. isocianinas e as criptocianinas. etc. Estas misturas também se classificam na presente posição. a fluoresceína. não modifica a sua classificação. etc. por exemplo: as cianinas. B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si. por exemplo: a auramina e a fucsina. 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas. os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina. 9) As matérias corantes derivadas do di. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono. em particular. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína. etc. cloreto de sódio. o ácido b-8'-apocarotenóico. mesmo metalizados.12. e preparações à base desses corantes. de concentração-tipo. em cristais. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32.12 .11 a 3204.15 . tais como as pironinas. podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos.. como por exemplo. em geral.. como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204. plásticos. dextrina. por exemplo: a alizarina. quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32.Corantes ácidos.20 . Apresentam-se habitualmente em pasta. E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos. o índigo (anil) sintético). 15) Os carotenóides obtidos por síntese. em pó.Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas. as rodaminas. Sob estas formas.19 3204..Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204. em borracha natural ou sintética. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo.17 . 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel. os sais de diazônio estabilizados. 7) As matérias corantes derivadas do xanteno. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra. compreendendo os seus derivados sulfonados. etc.. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se.14 .Outros. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA.3204.. A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos. As matérias corantes orgânicas sintéticas. estas matérias corantes apresentam-se. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha.ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). isto é. mas no Capítulo 29.12 parte C). corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204. Todavia. Todavia.16 .ou do trifenilmetano. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos. bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas". as oxazínicas (galhocianinas.90 .13 . etc. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo..Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil). em pasta. safraninas. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol. nigrosinas.

19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. produzem um fenômeno de luminescência ou. por si mesmos.12 e 32. Atualizado em 04/01/2011 . o papel. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima. a lã ou o algodão com mordente de tanino. de fluorescência. nas fibras modacrílicas ou no couro. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento). Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon.21). que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos. II.Aquelas que. na prática. na ordem numérica. Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. os ácidos aminonaftolsulfônicos. a borracha. ou utilizados para corar as gasolinas para motores. . das subposições em causa. . nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas. do metilorange (posição 29.11 a 3204. de lã e de náilon.08 a 32.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes.08). Nota Explicativa de Subposições. não são. mas que não constituam. 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais. Estas matérias corantes são classificadas como segue: . Subposições 3204. Os produtos que. da hexanitrodifenilamina (posição 29. Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que.33) e da acriflavina (posição 38.17 são classificadas na última. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam.05. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina.27). de estrutura cristalina diferente. as nitrosoaminas. simultaneamente. Inicialmente.. são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas.15 ou para corar os plásticos. a anilina. das tintas da posição 32. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros.os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo. já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos. de seda. as ceras. por exemplo. principalmente nas fibras de celulose.13. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. de lã. incluem-se na posição 32. Utilizam-se para tingir o algodão. os nitroclorobenzenos. de acetato de celulose. entre outras: . no que diz respeito às suas aplicações.06. da bilirrubina. características de matérias corantes. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru. os nitrofenóis e os nitrosofenóis.PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. de náilon ou de outras poliamidas.24). Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. de poliéster ou acrílicas.19 abrange. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. em regra nas de algodão. Como exemplo destes luminóforos.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. os derivados nitrados e sulfonados das aminas. as tintas para pintar ou escrever. Utilizam-se nas fibras de poliéster. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. as ceras.15. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. por exemplo.28. Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. a antraquinona. 32. É o caso. dos azulenos (posição 29. em si mesmos.11 a 3204. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó. estando quimicamente terminadas. em solução aquosa e na presença de um eletrólito. mais precisamente. etc. Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). os vernizes. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras. o resorcinol (resorcina). Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. matérias corantes. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial. a celulose regenerada. tais como ftalocianinas que.02).As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204.10. serviram para tingir a seda. reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis. no entanto. A maior parte. Alguns entre eles têm. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. dos papéis ou das madeiras. Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas. sob esta forma. Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto. as emulsões fotográficas. Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição. a benzidina. matérias corantes. no estado em que se apresentam. A subposição 3204. pela ação de radiações luminosas. por exemplo). A fim de melhorar a solidez das cores. Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético. em menor escala. das preparações das posições 32. o couro e. As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. dos couros e peles. etc. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. o náilon. os óleos.

MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada.Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 . cloreto de bário. de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina.11 a 3204.10 e 32. As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: .04. em particular. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. sendo classificados mais especificamente na subposição 3204. b) As tintas lacadas.03.42 .19.04). etc.12).19 classificam-se na subposição específica em causa.Litopônio. respectivamente. ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos. Estas lacas são utilizadas. particularmente. fosfomolibdênicos. dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas.Ultramar e suas preparações 3206. Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos. na fabricação de tintas de impressão.) ou por co-precipitação do corante e do suporte. em peso. Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32.Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206.05 .11 a 3204. principalmente. As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32. Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética.. excluem-se das subposições 3204. a laca de campeche.20 . Os agentes de aviamento fluorescentes.05. Todavia.). Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes. 80% ou mais de dióxido de titânio. 3206.19) classificam-se na subposição residual 3204.04 OU 32. As lacas corantes são obtidas.. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. de borracha. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13.43 .06 . por exemplo.. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição. etc. geralmente a partir das matérias corantes azóicas. À BASE DE LACAS CORANTES. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados.11 a 3204.02).08 a 32.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206.17 e na subposição residual 3204. 32. PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS.19 . as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas. plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar. caulim.11 . de papéis de parede ou de tintas a óleo..30 .Outros 3206. carbonato de cálcio. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha. . excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.41 . sílica. solúvel ou insolúvel em água. doces ou licores. Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó.Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206. 32. por vezes chamados "corantes brancos".03.20.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204.).1 . 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32. 32. borracha. etc. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino. que resistem melhor à oxidação.19.4 . massas de plásticos. num suporte geralmente mineral (sulfato de bário.Outras matérias corantes e outras preparações: 3206. sulfato de cálcio.Contendo.. alumina. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes. que também se conhecem pelo nome de "lacas". 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte. calculado sobre matéria seca 3206. terras siliciosas fósseis. talco.LACAS CORANTES. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso.. tais como os ácidos fosfotúngsticos. outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206.

3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e. fabrica-se hoje artificialmente. de ferro. 32. tratando-se uma mistura de silicatos. por exemplo. de sulfeto de zinco e de sulfato de bário. Excluem-se todavia: a) As terras corantes. mesmo calcinadas ou misturadas entre si. Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. borracha. Estas dispersões. por exemplo) finamente moídos. b) As matérias corantes inorgânicas. II) De misturas. Porém o pigmento. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. (Capítulo 28). classifica-se na posição 28. incluem-se geralmente na posição 25. etc.30 ou 28.50 .03.23. c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). adicionado ou não de sulfato de bário).30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. também designado branco de titânio. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. classifica-se na posição 28.07.41.3206. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25. o azul-cerúleo. Entre elas. que pode apresentar-se isolado ou em mistura. enxofre. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio. cromato de chumbo.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos. 4) O azul ultramarino. e o vermelho de cádmio. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos). b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur.03). de borracha. etc. de composição química não definida. em particular. tais como: a) o oxicloreto de bismuto.). geralmente em plaquetas ou pedaços.12 ou 32. na massa. Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). massas de plásticos. respectivamente. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos..15. 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes. c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura). 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos. plastificantes ou em outros meios.10.49 . Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. mas não avivadas. Apresentam-se habitualmente em pasta. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25.Outras 3206.04 e 32. de constituição química definida: óxido de zinco.30) (ver a Nota Explicativa correspondente). às vezes denominado amarelo ultramarino. amorfa. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto. acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29. etc. plásticos. empregadas para corar.30 (terra-de-cassel. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro).42).13 e das tintas de impressão da posição 32. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição. de cor azul. ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis. O verde. constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. etc. o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo.. Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli.) com uma lixívia de potassa ou de amônia. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso. carbonato básico de chumbo (alvaiade). em proporções variáveis. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos. e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25.08 a 32. terra-de-colônia. o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). 32. Atualizado em 04/01/2011 . misturadas ou não entre si. É uma substância sólida.. não misturadas. etc. adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico. especialmente o litopônio e os produtos semelhantes. das tintas ou cores das posições 32.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias. que é um cromato não misturado. sulfeto de zinco. etc.30). de chumbo ou de cromo. sulfato de bário. utilizam-se para corar. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. o pigmento amarelo. pigmentos brancos constituídos por mistura.05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral. 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos). aluminatos. carbonato de sódio.

36).07). Entre estes últimos. classifica-se na posição 28. pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo.44. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. sem conterem qualquer outra substância. h) A gipsita (posição 25. f) A dolomita (posição 25.18). o cobre ou o manganês. g) O carbonato de magnésio (posições 25. n) O hidróxido de alumínio (posição 28.12). que os tornam luminescentes. às vezes. Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência). polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 .10 . tais como a prata.TINTAS E VERNIZES. Estes produtos misturados entre si (por exemplo. disperso ou dissolvido num meio não aquoso.41.36). 32.Excluem-se. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres". a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima).19 ou 28. mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208. consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas. de pequenas quantidades de substâncias radioativas.33).24). Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim. Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0. Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados. borracha. 3208. B.25). e) A ardósia (posição 25.14). c) O sulfato de bário (posições 25.. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que.TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante. b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. radiação ultravioleta. continuam compreendidos nesta posição. Nota Explicativa de Subposições. do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês. estrutura cristalina muito particular. o tungstato de cálcio amorfo. as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. d) As terras de infusórios (posição 25. de produtos "ativadores".11 ou 28. que se emprega como reagente. em quantidades mínimas. etc.30). devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28. l) O talco (posição 25. todavia.90 . ij) O amianto (posição 25.46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio. depois de tratamentos apropriados.43 a 28.18)..09 ou 28. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28. resinas amínicas. k) A mica (posição 25. por exemplo: a) O caulim (posição 25. de aparelhos de radar. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO.002 mCi/g). Além dos produtos precedentemente excluídos.PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. borrachas sintéticas ou em plastificantes. por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização. Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo. Subposição 3206.24).08 . na massa.26).À base de poliésteres 3208.20 . m) A calcita (posição 25. SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO. de aparelhos de radiografia ou de radioscopia. mas somente ao fato de terem adquirido. telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos.20).19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos. luz solar. esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo.. utilizadas para colorir plásticos. podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores". À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS.Outros A. borracha natural. etc. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre.

essências de terebintina. aglutinantes e solventes.. Atualizado em 04/01/2011 . tais como matérias de carga. tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . ou pigmentos. (posição 32. trata-se.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies. misturas de solventes sintéticos. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. à espátula.13. depois de secos. São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. adicionadas de solventes e de diluentes. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. abaixo. cujo peso exceda 50% do peso da solução. tais como fachadas e pavimentos. retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis. certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. d) Os líquidos corretores. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38. nos dois tipos de soluções. colorida. brilhante ou fosca e dura.07. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato. Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução. uma película não aderente e opaca. podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes. de matérias de carga (sulfato de bário. Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes.09 TINTAS E VERNIZES. adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39.06). b) As tintas de impressão que.04. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes.) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. resinas epóxidas. (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura). depende dos usos a que se destinam.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. nas fotocópias. acondicionados em embalagens para venda a retalho. por exemplo. de agentes de superfície.ver a parte A. Para aplicar estas tintas e vernizes. B.01 a 39. acima). . que pode ser brilhante. chumbo ou de zinco). de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). polimeros com 2. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. carbonato de cálcio. manganês. de radiação infravermelha.um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39. Quando se aplicam sobre uma superfície.. os vernizes das posições 39. talco. nos manuscritos. relativamente duro. por exemplo). Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. entre outros. com ou sem fotoiniciadores. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. etc. formam.um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. polímeros vinílicos. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco). e) Os colódios.24). de raios X. Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados. quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural.13. pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos. Formam um filme seco. 2) Os vernizes endurecíveis por radiação. tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit.01 a 39. silicones. por exemplo). São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. brilhante ou fosca. 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C. novolacas ou outras resinas fenólicas. e a borracha sintética). respectivamente. esta. forma uma película particularmente lisa. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina. Quando o meio é constituído por um verniz. Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C. à trolha. por exemplo). não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso. em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. silicones.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima). os principais métodos industriais são. mais ou menos transparente ou translúcido. São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. etc. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39. etc.ou outros. Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. por exemplo. A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. fosco ou acetinado. a pulverização.13 e. tais como aceleradores. quando seca. resinas amínicas. incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: . abaixo). tais como corantes. tolueno. isto é. constituídos por oligômeros (isto é. Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio.14). c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33.12). São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação. retardadores. qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição. ou insolúveis. insolúvel em água. 32. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. liso e contínuo. a tinta diz-se "tinta-esmalte". constituídos essencialmente por pigmentos. isto é. resinas alquídicas e outros poliésteres. quando for o caso. C.01 a 39. de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39.15).

a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila). à trolha.. de maneira a resultar num revestimento flexível. breu ou produtos semelhantes. 2) O branco para limpar calçados. ou c) oligômeros (isto é. todavia.07. e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes.Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. à base de betumes naturais. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele. deve considerar-se como meio aquoso. com ou sem fotoiniciadores. Os produtos semelhantes aos descritos em c). 3) Os vernizes betuminosos. em acetona. B.TINTAS Na acepção da presente posição. de radiação infravermelha. Quando esta condição não estiver satisfeita. Relativamente a alguns vernizes. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. (Atualização nº 3. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. damar. num meio aquoso ou não.90 . PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS. óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas. isto é. sendo a formação da película dependente. insolúveis nos solventes (película endurecida seca). os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos.) em álcool (vernizes a álcool). São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização. Apresentam-se em pó e. (posição 32. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão. SRF nº 481. ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos. por exemplo). à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional.. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. 3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. tais como a cola de pele ou a caseína. em essências de terebintina. que constitui o agente filmogênio. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. colofônia. reunidos ou não numa única embalagem. é uma variedade de tinta à água.VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. o branco gelatinoso. quer por polímeros. neste caso designado "endurecedor". esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica. As tintas à água compreendem. resina copal. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno. Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. Atualizado em 04/01/2011 . no momento da utilização.Public. C.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. classificam-se na posição 37. tais como os ésteres poliacrílicos. por exemplo. tais como fachadas ou pavimentos. é constituído. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas. polímeros com 2. com adição de um pigmento. DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral. entre outros.3209. Se esta condição não for satisfeita. Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32. Norm. etc. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios.15. A algumas destas tintas são incorporadas cargas. misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente. constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação. etc. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos. de 01/02/02 . podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição). resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. as tintas de caseína e as tintas de silicatos.10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES.15). 32.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS.14). de resinas ou de gomas naturais. A. b) uma só resina. ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato. de pinho. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. O aglutinante. etc. matérias anti-sépticas ou inseticidas. em dispersão ou em solução num meio aquoso. não da adição de um endurecedor.. Neste caso. de raios X. pela Inst.10 . à espátula. em white spirit. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. por vezes. b) As tintas de impressão que. em pastas ou emulsões. consideram-se tintas.

etc.11 SECANTES PREPARADOS. white spirit.ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina.12 . dos tipos utilizados na fabricação de tintas.90 . tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar.08. b) As tintas de impressão que. Estas folhas empregam-se para marcar encadernações. à trolha. isto é. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor. dos tipos utilizados para acabamento de couros. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39).. apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos. obtidas por martelagem ou laminagem. bióxido de manganês. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit. 3212. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS.10 . TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO.Outros A.. ou verniz. white spirit. tais como fachadas ou pavimentos. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente. à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. 2) Em formas próprias (bolas. São.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS.. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos).. etc.) com uma carga inerte . b) Os produtos de composição química definida. às vezes. por exemplo. com. etc. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. obtido a partir de escamas de certos peixes. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. 32. com mordentes. 32. 2) Em folhas de papel. c) Os resinatos (posição 38. em geral. essências de terebintina. em misturas de matérias corantes. FOLHAS PARA MARCAR A FERRO. substâncias inertes de corte. Atualizado em 04/01/2011 . a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. por exemplo) no estado líquido ou pastoso.10 e as de alumínio na posição 76. As folhas metálicas delgadas. Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais. num meio não aquoso (óleos sicativos. à espátula. geralmente. ativando a sua oxidação. tabletes. pasta ou em dispersões em água. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo. não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29).18. por vaporização ou por qualquer outro processo. (posição 32. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. de cobre na posição 74.Folhas para marcar a ferro 3212. consoante a matéria constitutiva: por exemplo. Apresentam-se em pó. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e. naftaleno ou oleato de zinco. carneiras de chapéus. B. são composições semelhantes às tintas à água. esmalte (verniz*) para unhas e tintas.14). C. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas.TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios. desde que evidentemente reconhecíveis como tais.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante. especialmente).por exemplo.3) Os pigmentos à água preparados. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. as folhas de ouro na posição 71. c) As tintas pulverulentas. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais. O presente grupo abrange também as dispersões concentradas.06).. resinato de cobalto. classificam-se.07. consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos). em pó ou em palhetas). NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. a gipsita (secantes sólidos) . porém. etc. que consistem.15).

Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa. modificação de tonalidades. pastilhas. por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico. e são tornadas pastosas no momento da aplicação. por exemplo.90 .. Estes mástiques utilizam-se. b) As tintas de impressão (posição 32. areia. damar. PINTURA DE TABULETAS. colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. para assegurar a estanqueidade e.05. por exemplo). etc. godês. aqueles em que a cera se substitui. de trolha. pintura de tabuletas. o outro por matérias de carga (quartzo em pó. e) Os pastéis (posição 96. betumes. frascos. borracha. e os outros produtos da posição 32. pó de tijolo. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. etc. que lhes aumentam as propriedades adesivas. o nanquim (tinta-da-china*). radiadores. POTES. esfuminhos. e agentes endurecedores. parcial ou totalmente. nem os pastéis e outros artigos da posição 96. na montagem de velas de ignição. Atualizado em 04/01/2011 . ou para vedar algumas juntas. paletas ou espátulas. goma-laca. fibra de amianto.. matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. para tornar estanques os blocos e cárters de motores.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO. Este grupo compreende. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes. principalmente. Outras servem para tingir calçados.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. etc.13). por exemplo). tubos. tubos. 3213. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola. TUBOS. guaches. entre outros: 1) Os mástiques a óleo. constituídos por ceras (de qualquer espécie). desde que se apresentem em tabletes.15). para assegurar a fixação ou a aderência de peças. RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES. em alguns casos. etc. cimento ou qualquer outra carga mineral. ésteres resínicos.Cores em sortidos 3213.). 3214. 4) Os mástiques à base de vidro solúvel.15. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO). Em geral. como massas de enchimento. tintas a óleo. constituídos por resinas naturais (goma-laca. às quais.10 . EM PASTILHAS. endurecendo. após sua aplicação. pintura de tabuletas. I. especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. cal. indutos utilizados em pintura 3214.13 . c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. geralmente. constituídos essencialmente por óleo sicativos. Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria. tais como ceras. freqüentemente. Também se consideram mástiques à base de cera. ATIVIDADES EDUCATIVAS. que se preparam geralmente no momento da aplicação. de espátula. Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques.) misturados entre si e mais. recreação e cores semelhantes. 3) Os cimentos de resinas. godês ou acondicionamentos semelhantes. potes. aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. resinas de cumarona-indeno. 32. Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). de metais ou de artefatos de porcelana. poliésteres. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. potes. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. 32. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA.04). CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES. em pastilhas. adicionados de outras matérias. quer por adição de um líquido (água. por exemplo).. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32. Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas. d) As tinturas para o cabelo da posição 33.09). mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. freqüentemente. modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas.10 . GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. por exemplo. atividades educativas. mesmo que contendo acessórios. INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA.Mástique de vidraceiro. móveis de madeira. frascos. os canos de descarga (tubos de escape*). Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. borracha. quer por tratamento térmico (fusão. se adicionam resinas. MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES. Em geral. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas.Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. etc. óleos.CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA. misturando-se dois componentes.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável. por exemplo). tais como pincéis. cera de calafate). atividades educativas. FRASCOS.90 . cimentos de resina e outros mástiques.09. Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística.14 .

depois de aplicados. que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos.01). às vezes. DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados. por exemplo. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. por pectina. mais importantes. depois de se lhes adicionar água. de cargas minerais e de matérias corantes. em certos casos. por vezes. 4) Os indutos líquidos. matérias de carga. para assentamento de ladrilhos e azulejos. matérias de carga. Todavia. pavimentos e tetos de prédios. borracha. para vedação de fendas em artefatos de madeira. por exemplo. bem como para fixação de peças. etc. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. de uma certa quantidade de água ou de solvente. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. também. em virtude da sua composição e acondicionamento. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. denominada em alguns países. por exemplo. b) O gesso. 3) Os indutos pastosos. Aplicados. plastificantes. a cal e os cimentos (posições 25. areia e outros silicatos. perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. (Atualização nº 3. paredes interiores. etc. principalmente. Utilizam-se para encher cavidades. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis. em partes iguais. como complementares uns dos outros.Public. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. por possuírem teor elevado de matérias de carga e. entre outros: 1) Os indutos em pó. tais como argila. aglutinantes ou de antioxidantes. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. constituídos. Utilizamse. São sólidos e usam-se em vedações duras. II. B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. depois de se lhes adicionar um endurecedor. celulose de madeira. sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. a que se adicionam matérias de carga (por exemplo. como às quantidades respectivas. ganchos. colofônia. SRF nº 481. por exemplo. tornados pastosos pela adição de água. Esta posição não compreende: a) A resina natural. poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso. para selar documentos. 8) Os mástiques à base de gesso. tais como mástiques para carroçarias. em alguns casos. especialmente. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. quartzo ou misturas de quartzo e sílica.23). Este grupo compreende. farinhas de madeira). 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio. bióxido de titânio e pós metálicos. etc. vedar-lhes as fendas e orifícios e. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. Norm. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. etc. por exemplo). Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. Estes mástiques podem. por gelatina e por poliisobutileno. e em calafetagem. 11) Os mástiques à base de borracha. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas. em fachadas por meio de pincel ou à pistola. de um solvente orgânico. em certos casos. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. diferenciam-se das tintas. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. resinas poliésteres. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. Por outro lado. fibra de vidro. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos. a fim de lhes eliminar as irregularidades. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. areia. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização. em geral. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. cavilhas. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. nas paredes e fundos de piscinas. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. Empregam-se para calafetar madeira. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. silicatos. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento. 25. e adicionados de pigmentos e. desde que. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. 7) Os mástiques à base de enxofre. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos. estanques e resistentes aos ácidos. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita. pela Inst. sem prévio reacondicionamento. carbonatos. Atualizado em 04/01/2011 . cola. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. São utilizados. a que se adicionam agentes retardadores e. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). pinos.) e. por carboximetilcelulose de sódio. são utilizados para fixar parafusos. paredes interiores). de 01/02/02 . e que.15). vernizes e produtos semelhantes. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água. São utilizados para fechar hermeticamente latas. Em geral. etc. a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego.22 e 25..INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. eliminar-lhes a porosidade. matérias cerâmicas e outras matérias. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura.. mástique. Utilizamse. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. utilizam-se como indutos para carroçarias. 2º) apresentados ao mesmo tempo. 13) Os lacres. Podem ser constituídos. também.20. de pigmentos. etc. constituídos por enxofre misturado com cargas inertes. etc. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas. por exemplo. e por plastificantes. constituídos por gesso e areia. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. constituídos. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados.

de cones. PREPARAÇÕES PARA BANHOS. III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma. mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30. em embalagens individuais para venda a retalho. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição. de papéis impregnados.07 . Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova. por evaporação ou combustão.30 .10 . II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos).Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307. III) Os pós.07. durante ou após) 3307. as loções para após a barba. 3307.02.06 . 3306. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. tais como o tratamento profilático de cáries. destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307. de pós. PREPARADOS.01.41 .Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE. DURANTE OU APÓS). COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES.4 .20 . quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. são classificadas na posição 34. MESMO NÃO PERFUMADOS.Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS. em geral.PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas..49 . 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras.90 . II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito.Dentifrícios 3306. g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38. 33.16). Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais).PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA. as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos. como por exemplo os cremes e espumas para barbear. Atuam. etc. As preparações para lavagem da pele. Atualizado em 04/01/2011 . IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações.01. f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38.Preparações para barbear (antes. tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS. Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34.Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.10 .06). durante ou após).Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes. e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38.Outras 3307. FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS). DEPILATÓRIOS. 33. essas preparações são incluídas na posição 34. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho.24). em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.90 .. EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO.20 .

revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal. Acondicionados para venda a retalho. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. da posição 38.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 . em geral. As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. preparados. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. feltros e falsos tecidos. automóveis. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. 2) Os desodorantes de ambientes. Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos. Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. tendo ou não propriedades desinfetantes. Os produtos. estas preparações. por exemplo. mesmo não perfumados. incluem-se igualmente na presente posição. essencialmente.06). apresentam-se em recipientes aerossóis. V) Outros produtos.. tais como o carvão ativado. 6) Os produtos de toucador preparados para animais. 5) As pastas (ouates). etc. impregnados. 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). de limpeza. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros.01 Óleos essenciais Absinto. por substâncias (metacrilato de laurila. tais como: 1) Os depilatórios. Podem tratar-se de soluções desinfetantes. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso.Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros.

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta). Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 . Ligústica.Hissopo Hortelã-pimenta (menta. hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris.

sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina.

. para banho. Os sabões deste tipo são viscosos e. acondicionados para venda a retalho.01 . PÃES. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO. Na prática. às vezes. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que. que. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.30 . pelo contrário. e papel. produzem espuma abundante. que contêm substâncias medicamentosas. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. b) Os sabões denominados de glicerina. MESMO CONTENDO SABÃO. Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos. que. EM BARRAS. sabões translúcidos.20 . e os sabões desodorantes. IMPREGNADOS. enxofre e sulfamidas. 3401. d) Os sabões medicinais. a) Os sabões leves ou flutuantes. Podem ser brancos. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele. em pequenas quantidades.Sabões sob outras formas 3401.19 . que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. mesmo contendo sabão I.SABÕES. Atualizado em 04/01/2011 . pastas ("ouates"). Os sabões moles. para banho. c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33. castanha ou amarelo-clara. naftol. em geral. em solução aquosa. os sabões propriamente ditos. FELTROS E FALSOS TECIDOS. pedaços ou figuras moldados.. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. fenol.1 . bem como os sabões ditos de glicerina. de cor verde. A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água. ácido salicílico. os sabões de barba. corados ou marmorizados.Outros 3401.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes. que contêm. mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos.Sabões.. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns. cresol. isto é. impregnados. tais como ácido bórico. se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. MESMO CONTENDO SABÃO. e os sabões desodorantes. PAPEL. Os sabões líquidos. feltros e falsos tecidos. Há três categorias de sabões: Os sabões duros. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool. pães. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE. glicerol ou açúcar. e) Os sabões desinfetantes. os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados. quase sempre.11 . PASTAS ("OUATES"). na forma de líquido ou de creme.07). em barras. produtos e preparações orgânicos tensoativos.

EXCETO AS DA POSIÇÃO 34.. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. Estão igualmente aqui compreendidos.. Elas são líquidas.Outros 3402. etc. IV. formuladas com os mesmos constituintes. pedaços ou figuras moldados. sílica. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. pastas (ouates).08. o regime da matéria constitutiva de suporte. etc. abrasivos ou desinfetantes. desde que se apresentem em barras. pós. 2) Os sabões para limpeza doméstica.06 ou naftenatos alcalinos da posição 34. no todo ou em parte. 30. por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção. Todavia. desde que se apresentem nas formas acima indicadas. mesmo contendo sabão. pastas ou em soluções aquosas.). Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima. por adição de areia. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras. e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões). pedra-pomes em pó. as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). ou seja.. PÃES.12 . os feltros e os falsos tecidos. MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende. incluem-se na posição 34. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel.13 . 34. que consistem em sabão adicionado de areia. EM BARRAS. pedaços ou figuras moldados.02 .02. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*).Agentes orgânicos de superfície. As preparações desinfetantes da posição 38.01..20 . enquanto que os sabões são. tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. 3) Os sabões de resina. sabão e. impregnados.PAPEL.Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402. II. preparados com vistas a usos especiais.08 contêm proporções elevadas de fenol. mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402. geralmente..05 e 33.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). conforme os casos). etc. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38. 3402. em pães. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras. pães. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem.1 .Catiônicos 3402. a borracha alveolar. em pedaços ou figuras moldados. as pastas (ouates). que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra..90 . As pastas e pós. por outro. etc. III. em geral. sólidos. de tall oil ou de naftenatos. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas. mesmo contendo sabão. pedra-pomes em pó. como também resinatos alcalinos da posição 38.02. nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos. cresol.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE. cresol. impregnados.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes. sílica.05. 38. flocos. f) Os sabões abrasivos. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. 4) Os sabões industriais.02. essas preparações estão incluídas na posição 34.06.. abrasivos. as preparações tensoativas e as preparações para lavagem.Outras Atualizado em 04/01/2011 . da posição 34. fenol. pó de ardósia. Além das exclusões já mencionadas. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33). NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME.Não iônicos 3402. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.Aniônicos 3402. pães. respectivamente). c) O papel. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado.22). a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. tais como os que se empregam em trefilagem. para arear.19 . serragem (serradura) ou produtos semelhantes. PASTAS (OUATES).. que podem ser corados ou perfumados. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas. f) Os plásticos alveolares. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto. b) Os produtos e preparações insolúveis em água. polimerização de borracha sintética e lavanderia.formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas.11 . MESMO CONTENDO SABÃO.

emulsificação. num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno. molhantes para tingimento. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4. por exemplo. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. Estas preparações compreendem. Ionizam-se em solução aquosa. As preparações tensoativas são utilizadas. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. de amônia ou de etanolaminas. de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. de molhar. Podem. ação molhante). especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. aminossulfúricos e aminofosfóricos. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. As preparações tensoativas propriamente ditas. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico. em pequenas quantidades. (As soluções de sabão em água. em geral. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto). 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. pela sua ação de limpar.. II.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A. uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se. em geral. para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu.5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*). Estes agentes de superfície podem conter. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. emulsificantes. acima. Para os efeitos da presente posição. em proporção que.5% à temperatura de 20°C e. em numerosas aplicações industriais. por exemplo. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. às vezes.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. Não libertam íons em solução aquosa.. servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. misturados com água na concentração de 0. Todavia. em seguida. 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética. Citam-se aqui.PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. nas suas moléculas. por exemplo. em alquilpoliétersulfatos. são sabões líquidos da posição 34. adicionadas. nesse estado. de emulsificar ou dispersar. 4) Anfólitos. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil. em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos. especialmente. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície). quer como componentes adicionados intencionalmente. 3) Não iônicos. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. donde a designação de "agentes de superfície". os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. couros ou peleterias (peles com pêlos*). aminossulfônicos.5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral). Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. Consistem. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. 2º) Agentes molhantes. principalmente. consoante as condições do meio. MESMO CONTENDO SABÃO. com uma concentração de 0. 2) Catiônicos. alquilsulfatos. Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais. Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras. tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. Atualizado em 04/01/2011 . alquilarilsulfonatos. sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). em proporção tal que. Ionizam-se em solução aquosa. de pequenas quantidades (que.I. agentes de desengorduramento. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C. 4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). formação de espuma. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. ionizar-se em soluções aquosas. em sulfonatos de petróleo. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação. expressa em sais anidros. as que contenham certa proporção de sabão.01). tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. tais como o cicloexanol. Consistem. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. por exemplo. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável. não ultrapassa 15%.

09. Os produtos de toucador ou de lavagem. agentes anti-redeposição. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes". peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34. . estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS.1 .05. incluem-se todavia na posição 34. Os componentes essenciais consistem. desde que não se classifiquem em posição mais específica. PARA UNTAR COUROS.. quer ainda numa mistura destes produtos. enzimas). Estes produtos incluem-se na posição 38. em pequenas quantidades. impregnados. à base: .01). com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS. perfumes. As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). 2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403. louça ou de utensílios de cozinha. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). couros. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico. Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. sabão ou outros agentes de superfície. em pedaços ou em figuras moldados.24. limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais. nas indústrias de laticínios ou de cerveja.quer de substâncias alcalinas..Outras 3403. etc. inibidores de corrosão. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima.Outras: 3403. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. Apresentam-se sob forma líquida. as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza. consoante o caso). EM PESO..03. Regra geral. 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico. etc. 70% OU MAIS. tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica. As preparações para limpeza ou desengorduramento.05). frigideiras. Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. particularmente. couros. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM. C. Esta categoria de produtos pode conter. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos.91 . carbonatos de sódio. que se apresentem em barras. os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas.9 .. em pães.24. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas. EXCETO AS CONTENDO. amidas de ácidos graxos (gordos*).quer de solventes e emulsificantes. 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas. especialmente. corantes..19 . sais do ácido nitrilotriacético (NTA)). 34. Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. em especial. vidros e outras superfícies. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403. Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas. 38. 34.01. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. bactericidas. e contendo. pastas (ouates).11 . quer em sabões. B.Preparações para tratamento de matérias têxteis. apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34. os feltros e os falsos tecidos.01). Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio.PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE.08. para enxaguar e para branquear a roupa. As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies. silicato de sódio ou borato de sódio. COMO CONSTITUINTES DE BASE.Preparações para tratamento de matérias têxteis. e) Os naftenatos. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS. 3403. quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos. óxidos graxos (gordos*) de aminas). à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície. agentes antieletrostáticos. 38.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção). 38. 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio). d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34. b) O papel. insolúveis em água.03 .

couros. agentes antiferrugem. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol). entre outras. óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados. freqüentemente. breu (pez). tais como grafita. misturas em pó de sabões calcários e de cal. gorduras. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais. 70% ou mais de óleo mineral. em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais. misturas de óleos.20 3404. produtos antiferrugem ou antioxidantes. veículos.10). bem como as preparações antiferrugem da posição 38. 34. . estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais. entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico. solventes. no essencial.24. de policlorobifenilas.Outras Atualizado em 04/01/2011 . podendo também conter lubrificantes espessos. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27. as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo. peleterias (pele com pêlo) etc. por óleos lubrificantes. 2) As misturas contendo gorduras ou óleos. com óleos. Os lubrificantes sintéticos. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras.22). em peso. agentes de superfície. São geralmente constituídas.02). que se empregam para desbloquear parafusos. fundição). 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. plásticos. peles. Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15. de sebaçato de dioctila ou de dinonila. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38. talco. tais como: 1) Os óleos minerais. 3) As misturas de pó de grafita. sabões calcários ou metálicos. etc. construção civil. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. aparelhos ou instrumentos. mesmo contendo. a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base. de ésteres fosfóricos. excluem-se da presente posição (posição 34. vegetais ou minerais. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes).De linhita modificada quimicamente . b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. contendo. borracha. não se podem utilizar como óleos de corte. lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão.10 3404. de estearato de alumínio.).outras matérias 3403. em peso. enquanto constituintes de base. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. misturas de sabão sódico. gorduras e sulfoleatos. a presente posição compreende. para motores de reação (propulsão a jato). bissulfeto de molibdênio. de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. entre outros.17). Em geral. de óleos minerais e água. de silicone. Citam-se. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. veículos aéreos ou outros dispositivos. etc. porcas ou outras peças.06). em peso. etc. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. oxidados ou hidrogenados). Este grupo compreende. de talco.04 3404. nesse estado. 70% ou mais de white spirit.01.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . Todavia. Todavia. em geral. lecitina ou antioxidantes. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. etc. de bentonita ou de alumínio. de mica. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. engordurar couro. negros de carbono. e. contêm aditivos.24). As preparações para obtenção de óleos de corte (à base. G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis. contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. em particular os que tenham por base silicone. ceras. utilizadas em diversas indústrias (por exemplo. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis. por exemplo. da posição 38.Outras Com exclusão dos produtos contendo. por exemplo. misturados ou emulsionados com ceras. C) Os óleos de corte..99 .

etc. as ceras de polietileno. As ceras dos grupos A) e C). não formam facilmente fios. por exemplo). excluídas incluindo-se na posição 27. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida. por exemplo. e) um pouco acima do seu ponto de fusão. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética. além disso. tintas. dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. ou por mistura de ceras de tipos (animal. a cera composta de parafina e ácido esteárico. ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. f) As misturas de mono-. dos revestimentos. constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita. d) acima de 40°C.24). varetas ou formas semelhantes (posição 34.05). esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético. As ceras animais ou vegetais não misturadas. pomadas para polimento. os produtos desta espécie possuem. gorduras. B) e C).A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo).12. lubrificantes.23). mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. acima são excluídos da presente posição (posições 34. obtidas por síntese (por exemplo. São utilizadas como ignífugos. 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27. Entram na composição dos cosméticos.24). substâncias de impregnação de condensadores. Além das exclusões já mencionadas. qualquer que seja a sua apresentação. vegetais ou de outros tipos. Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento.07.12. mesmo refinadas ou coradas estão. todavia. resinas. em geral. ferraduras.24 ou 39. f) são maus condutores de calor e de eletricidade.02. Além disso. Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera. a mistura de mono.e de diestearato de glicerol. posição 39. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. de aminas ou amidas graxas (gordas*). 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). especialmente). Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). de lubrificantes para têxteis. igual ou inferior a 10 Pa. excluídas e classificam-se na posição 15.000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota. acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C. São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. Atualizado em 04/01/2011 .09.) quando misturados. agentes de conservação. 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. animais.14. etc. à base de uma ou várias ceras e contendo. Entre elas. as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. com exceção das compreendidas na posição 32. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios. etc. de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol. fundem sem se decompor.s (ou 10. As ceras minerais não misturadas. B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. mas podem ser translúcidos. isolantes. como aglutinantes. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. de encáusticas.12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria. modificado por pequenas quantidades de sabão. São. Contudo. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal).21.05.12. agentes de conservação de madeira. excluídas as ceras da posição 27. medida no viscosímero rotativo. b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. 38.16). etc. d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos. etc. h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. emolientes. di. e 2) uma viscosidade. dos lubrificantes. e outros são quebradiços (ceras duras). matérias minerais ou outras matérias. contudo. apresentados isoladamente (Capítulo 29). g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante. os produtos mencionados nos grupos A). b) Os óleos hidrogenados. mesmo solúveis em água. por exemplo).07). C) Produtos que apresentem características de ceras. As misturas de ceras minerais são. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante. c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). etc. todavia. policlorobifenilas ou policloronaftalenos. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo. e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais. As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes. estão também excluídas e clasificam-se na posição 27.01). podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como. 2º) não são transparentes. esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina.

24. revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas. FELTROS.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS. AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS). PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL. etc. COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. Capítulos 25 ou 28).Pomadas.). 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro.quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula. para calçados.05 . tais como cré ou kieselgur. pias. são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear. 3) Os produtos para polir. exceto preparações para dar brilho a metais 3405. cremes e preparações semelhantes. São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral. que se classificam segundo a sua natureza (trata-se.10 ou de produtos das posições 38. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. no estado pastoso ou líquido. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32. azulejos. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS. ou em pó. etc. Os amidos reticulados (por exemplo. falsos tecidos. Todavia. estas preparações são à base de ceras.10 . os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. não superior a 10%. Se não forem usados reagentes. tais como as pomadas e cremes para o couro. 3405. os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor. amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada.22). podem ser próprias para usos domésticos ou industriais.24).34. pós e outras preparações para arear 3405. adicionadas de matérias corantes. o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados. 38.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES). respectivamente). em geral. etc. muitas vezes. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34. Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. A presente posição abrange igualmente o papel.Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes. contendo pó ou poeira de diamante.05 . expresso em dextrose. bem como os amidos e féculas modificados. plásticos alveolares ou borracha alveolar. constituídas por matérias de polir muito macias. por oxidação. para arear (utensílios de cozinha. oleados. VIDROS OU METAIS. etc. As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool. cobre. 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão.quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição.10). em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido. abrasivos ou outras matérias. IMPREGNADOS.10 .04. Conforme os casos.03. em pequenas quantidades.). soalhos e de outros artigos de madeira 3405. de reagentes químicos. fogões. sobre matéria seca. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados. c) O degrás e o degrás artificial (posição 15. Estas preparações.10. .90 . PASTAS ("OUATES"). ENCÁUSTICAS. É solúvel em água aquecida. 1) A dextrina. Apresentam-se. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas. de produtos químicos (ácidos. móveis. b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes. A dextrina apresenta-se em pó branco.14 ou 38. 34. para conservação e limpeza de móveis de madeira. FALSOS TECIDOS. que provém: .30 .20 . vidros ou metais (prata. de essências de petróleo da posição 27. por exemplo.Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados. etc. bem como as preparações em pasta ou em pó. No entanto.20 .Pastas. ladrilhos. impregnadas. se necessário. como dextrina.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados. 35. posições 27. apenas se incluem aqui. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras. impregnados. tabletes ou varetas.) e as preparações semelhantes. as encáusticas (para assoalhos. isto é. d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES. Atualizado em 04/01/2011 . feltros.Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505.) ou de diástases. geralmente. 3505. para calçados ou para couros 3405. pastas (ouates). eterificação ou esterificação. álcalis. muitas vezes acondicionadas para venda a retalho.Encáusticas e preparações semelhantes.).40 . por exemplo.

amarela ou acastanhada e alguns designam-se. principalmente. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg.08)..9 . etc. de tipo apropriado. como colas. por exemplo. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta. Às vezes. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca. para as indústrias têxtil. Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis. com peso líquido não superior a 1kg 3506. latas ou bisnagas metálicas. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11.99 . desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. B) As colas à base de amidos ou de féculas.. por exemplo. sobre matéria seca. na indústria têxtil. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo.02). preparados da parte B) abaixo. temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. Atualizado em 04/01/2011 . em potes ou em latas. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo. 35.COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS. expresso em dextrose. Estas embalagens para venda a retalho são. utilizados na fabricação de explosivos. hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades. do papel ou semelhantes (posição 38. Estes produtos são utilizados na fabricação de papel. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos..Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. na indústria das tintas. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. superior a 10% (posição 17.09). 5) Os outros amidos e féculas modificados. tendência a se gelificar ou a se cristalizar. De uma maneira geral.Adesivos à base de polímeros das posições 39. do papel ou metalúrgica. utilizado. por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. etc. de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. 3) Os adesivos à base de silicatos.91 . claridade da solução e do gel. c) As colas acondicionadas para venda a retalho. às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. em geral. junta-se um pincel. em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição). Este grupo compreende as colas e outros adesivos. neste caso. PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS. frascos ou potes de vidro. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal. do couro.06). d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS. etc. Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel. com peso líquido não superior a 1 kg. especialmente. como pó para luvas cirúrgicas. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina.Outros: 3506. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos. cuja cor varia do amarelo ao castanho. em contato com ácidos diluídos. soda cáustica). os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido.06 . 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). bem como nas indústrias têxtil. caixas de cartão. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. a frio. com os nomes de "goma" e british gum. contendo pequenas quantidades de caulim. 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. em geral. 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo.13 ou de borracha 3506. às vezes. cloreto de magnésio). não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido.10 . Utilizam-se. 3506. podem mesmo consistir.01 a 39. sacos de papel. B) As colas e outros adesivos preparados. entre os amidos e féculas esterificados.Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. capacidade de aglutinação em presença de água.

solventes orgânicos. dextrina (posição 35.32 . classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos. silicatos não misturados (posição 28. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35. MESMO EM CARTUCHOS.De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702.Outros 37..De largura superior a 35mm 3702.Outros filmes.Para raios X 3702. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38. NÃO IMPRESSIONADOS.Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35.91 . e comprimento não superior a 30m.Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. não perfurados. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas.De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702.01). FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL. mas não superior a 35mm.54 . por exemplo).. para fotografia a cores (policromos) 3702.56 . seja no estado em que se encontram.91 ..99 .53 . DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.De largura superior a 16mm. independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga. as colas de origem animal (posição 35.02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS.. cargas inertes.08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40). Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38. Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima.Outros: 3701.44 . EM ROLOS. SENSIBILIZADOS. para diapositivos 3702.De largura superior a 105mm.20 . Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam. FOTOGRÁFICOS. 3701.43 . contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702.Outros 3702..42 . DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.De largura superior a 16mm. plastificantes.Outros.52 . NÃO IMPRESSIONADOS.. sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos.9 . 37. caseinato de cálcio (posição 35. pigmentos. EM ROLOS. DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32.10 ..4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.. NÃO IMPRESSIONADOS. e comprimento superior a 30m 3702. solventes.01 a 39.01).De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.5 . SENSIBILIZADOS.30 .3 .01 CHAPAS E FILMES PLANOS.20 .. mas não superior a 610mm 3702.Outros filmes. de largura não superior a 105mm: 3702.01 a 39. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras. exceto para fotografia a cores 3702.13 que.Outros: 3702.De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 ..05).9 .14. que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39..39 .De largura superior a 16mm. 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha.05). SENSIBILIZADOS. agentes de vulcanização e resinas. 3702.03) e as colas à base de amidos ou de féculas.Para raios X 3701. de largura superior a 105mm: 3702. seja após transformação. exceto para diapositivos 3702.41 .55 . FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS... b) Os produtos tais como: visco (posição 13. NÃO IMPRESSIONADOS..13 (Capítulo 39 ou posição 32. e comprimento não superior a 30m. não perfurados.Outros filmes. para fotografia a cores (policromos): 3702..Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702. mas não superior a 35mm. as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39.24).. etc.51 . mas não superior a 35mm.Para fotografia a cores (policromos) 3702.10 .39).4 .De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m. que em certos países por vezes se chamam "colas".02).31 .Para fotografia a cores (policromos) 3701.).De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702.

em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais. Pelo contrário. contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente. como negativos. não são.01). cartões ou têxteis. por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador. Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens. os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. e comprimento superior a 30m .94 3702. b) Os filmes sensibilizados..De largura superior a 16mm.93 3702. Neste caso. fotografias positivas acabadas. ou por outro modo de acondicionamento. Algumas dessas chapas devem.02). e comprimento não superior a 30m . sensibilizados mas não impressionados.03. sendo as suas larguras normais de 35. 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição. papel. 9 1/2 ou 8 mm. do cartão ou dos têxteis. Todavia.02). de vidro.01). os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. heliogravura. de plásticos (Capítulo 39). de matérias diferentes do papel. Algumas chapas. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é. As fitas e filmes. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada. fotografia de raios cósmicos. fotocromotipografia. de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. instantaneamente. b) Os filmes não sensibilizados. mas não gravados (posição 85. fotográficos. apresentados em rolos. são excluídos (posição 37. estão excluídos (posição 37. 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia. em rolos (posição 37. são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo).23). cartão ou têxteis (negativo). recobertas de uma emulsão. Podem ser de qualquer matéria. O suporte é flexível. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico. Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios. que se utilizam. e que estão incluídos na posição 37. todavia. Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. 2) Em radiografia. São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas. como as chapas da posição 37. astronomia. do cartão ou dos têxteis. reprodução fotomecânica ou para usos especiais. Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37. incluída a dentária. Atualizado em 04/01/2011 . A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. mas não superior a 35mm. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces. sensibilizados e não impressionados.95 . c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. sensibilizados.. Estas chapas e filmes planos (isto é.De largura superior a 16mm. de matérias diferentes do papel. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. às vezes. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. fotomicrografia. em rolos. que depois de terem sido impressionadas e reveladas. mas não superior a 35mm. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. acetato de celulose. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos. sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade.3702. Esta posição não compreende os papéis. permitindo obter. sejam utilizadas em processos de impressão. não impressionados. B) Os filmes fotográficos planos. Estes artigos utilizam-se para fins variados. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza). fotografia aérea. B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos. tal como acetato de celulose. etc. etc. Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. fotocolografia.03). Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. 16. do cartão e dos têxteis (posição 37.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. Abrange igualmente filmes planos. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas. Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos. antes da exposição. de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. quer por um invólucro apropriado. para processos de impressão fotomecânica. são quase sempre sensibilizados nas duas faces.. consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose. não planas). pode também ser de metal ou de pedra. em rolos. sensibilizados mas não impressionados. Estes artefatos utilizam-se. por exemplo). geralmente.). sensibilizados. mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível.01.

Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes. Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos). Atualizado em 04/01/2011 . Os carvões ativados. 38. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. também se designam por diapositivos.10 3705. por tratamento químico ou térmico. etc. e que devem ser classificados na posição 37.) em presença de vapor de água. bauxita. de catálise ou de permuta iônica. produtos farmacêuticos.10 . de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases). INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos). as chapas e filmes das posições 37. e as restantes tramas obtidas fotograficamente. etc. no caso das substâncias cristalinas. de deformações da rede. II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). em geral. podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer.20 3705. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química). resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente. cartões e têxteis. A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes). vinhos. turfa.02 . MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. quando em suspensão na água. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. etc. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco. IMPRESSIONADOS E REVELADOS. não são descorantes.01 e 37. Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). mineral ou de outra origem (carvão de madeira. catálise. 3802. em pó fino. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides.Carvões ativados 3802. por exemplo).. NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. etc. químico. permuta iônica. empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. Em contrapartida. prontas a serem utilizadas (posição 84. FOTOGRÁFICOS. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações.90 . facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes. depuração da água. glicose. Embora tenham uma densidade de carga elétrica. filtração. Em geral. quando impressionados e revelados. tais como descoramento. os positivos. em virtude de sua transparência. quando se trate de filmes perfurados.05 3705.Microfilmes .).) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS.). Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado. Normalmente. de coco. a formação de cargas superficiais. linhita. . conseqüentemente. hulha.Para reprodução ofsete . que transmitem ao produto a atividade de adsorção química. Entre os produtos compreendidos nesta posição. Sob forma granular.Outros A. às vezes. elevada. revelados. em geral. etc. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. utilizadas nas artes gráficas.CARVÕES ATIVADOS. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície.90 CHAPAS E FILMES.06. Os produtos desta natureza obtêm-se. azeite.37.02. Esta posição compreende os positivos e negativos. obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal.). Assim. adsorção de gás ou de umidade. a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila. b) Os papéis. por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química). que possuem numerosos pontos formando um quadriculado.CARVÕES ATIVADOS.Outros Esta posição abrange. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico. purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos. estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e. extração de benzol do gás de hulha. desde que.42). fotográficos. antracita. podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados.

de galhadas. d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico.42 ou. trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. especialmente. 2) Algumas rochas vulcânicas. às vezes.07). posição 38. depois de uma primeira trituração. em grãos. que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante. em seguida. usam-se sobretudo para descoramento de óleos. tais como cloreto ou carbonato.03 ou 30. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e. transparentes e de superfície curva. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. conservando. 3805. o gel de sílica ativado (posições 28. da glicose. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). de carapaças de tartaruga. limoneno. essencialmente. agentes de suspensão e aglomerantes. consoante a sua utilização. a partir de ossos previamente desengordurados.ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA.Essências de terebintina. de limpeza e. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado.) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. em pedaços. tais como a alumina ativada (posição 28. Ativadas por um ácido. automóveis.18). 3) As argilas e as terras ativadas. em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal). consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68. de chifre. em peso).. 4) A bauxita ativada. caso contenham aglutinantes. 2) O negro de sangue.b) As matérias minerais naturais ativadas.24). que. e) A perlita expandida. em virtude do seu elevado poder de intumescimento.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. etc. neste caso. nas indústrias do açúcar. parece constituída por lamelas muito delgadas. no tratamento de bebidas.12). descalcificadas pelos ácidos. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. emprega-se principalmente como catalisador.000°C ou mais).20 . e. de cascos.15). sofrem um choque térmico numa chama. nopineno ou beta-pineno. exclui-se (posição 25. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%. que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado. são emulsificantes. 38. de densidade aparente muito fraca. Estas duas categorias de produtos.24). B. poroso. por exemplo. 4) Os negros de couro. Todavia. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. para a fabricação de produtos de polimento. secas e trituradas. para descrever certos tipos de negro de ossos). ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL. como pigmento preto. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes. etc. obtido por calcinação de desperdícios de marfim. (posição 33. Ativadas por um agente alcalino. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos.90 . É um descorante muito empregado em numerosas indústrias.Óleo de pinho 3805. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . para filtração de águas. agente desidratante ou descorante. vegetal ou animal. É um produto de cor negra. especialmente). etc. aveludada. de sódio. tais como as perlitas. c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis.05 . seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. gorduras ou ceras. tais como: 1) A diatomita ativada. ativadas. ou mesmo em pasta.10 . por meio de um agente alcalino ou ácido. Estas terras são selecionadas. a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). Também se usa.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). calcinadas em presença de agentes sinterizantes. b) Os produtos químicos ativados. de origem mineral. a temperatura elevada (1. DIPENTENO EM BRUTO.24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. particularmente na do açúcar.06). selecionadas. por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada.11 ou 38. de cor preta. caso em que essa proporção é muito mais elevada. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS. 3) O negro de marfim. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração. na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. etc.Outros Esta posição abrange. que se empregam. Apresenta-se em pó. Examinada ao microscópio. muito leve.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

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Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

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Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

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Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

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1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

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f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

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Outros 3815. em hospitais. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos.12). As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio). a domicílio.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71. platina. Ela inclui também os materiais de referência certificados.30). dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias. geralmente. gel de sílica. 2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo. veterinários. de alguns metais.06. Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. Eles podem ter. Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos. da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte. como tal ou sob a forma de compostos. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006. ou.02 ou da posição 30. óxidos metálicos. de mais de um constituinte.06 (por exemplo. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. naturais ou sintéticos.Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. matérias corantes sintéticas da posição 32. A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte. (Seções XIV ou XV). por exemplo)..22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS. O suporte. apresentada isoladamente. cobre e o zinco. Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815.04 ou qualquer outra substância que. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora. para fins de classificação dos materiais de referência certificados. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas. Atualizado em 04/01/2011 . que se apresentem sob as formas de pó muito fino. por vezes ativado. misturas redox. neste último caso.19 . etc.02 OU 30. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar.12 . os papéis indicadores de pH. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas. Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos. níquel. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. c) materiais. água. Não se incluem. são o cobalto. cromo. em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte"). quer por misturas à base de substâncias ativas. Trata-se. e aqueles à base de enzimas. na maior parte dos casos. de tela metálica. em suporte.90 . A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26.3815. seria classificada em outra posição. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38. a posição 38. avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. são exemplos de "catalisadores em suporte".12). biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. paládio. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. densidade. por exemplo). Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas. Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. é. por exemplo. 38. Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30. etc.06. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. na indústria.02. plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. por exemplo).22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29). b) Os compostos de constituição química definida. o alquilítio). em geral. de cetonas na urina. MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta. científicos ou industriais. no campo. Como exemplo destes kits. Estas preparações incluem-se. os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. quer na forma de uma preparação e são compostos. Os metais mais utilizados. carbono. constituído por alumina.. porém. em certos casos. por exemplo). Todavia. molibdênio. Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório.. os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30. MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó.

. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. dextrina..Outros Esta posição abrange: A. cromo e de chumbo. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais. dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824. alumínio. em soluções. e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano. etc. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. não refratários 3824. Todavia. misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824.02 e dos sais das posições 28. que se consideram preparações da presente posição). à base de produtos resinosos naturais (por exemplo. d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38. Incluem-se aqui.79 . manganês.Carbonetos metálicos não aglomerados. total ou parcialmente. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas. exceto o da subposição 2905. incluem-se na posição 21.AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição.60 .Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824.30 .46. (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. e de substâncias alimentícias. bário. B.21).Sorbitol. 38. excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes. ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver.) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo. seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824.Outras 3824. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29.20 . c) Matérias corantes da posição 32.09. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente.40 . 19 e 31).. mucilagens vegetais. Trata-se de preparações que. cobalto. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+).90 . Estes produtos. quer como componentes desses alimentos.PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7.43 a 28. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34. consistem. quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares). para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82. cobalto). abaixo). etc. misturadas com areias de moldação. 3824.Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição. o número 23). mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28.71 . argamassas ou concretos (betões) 3824.06. de molibdênio. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais.Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824. geralmente.50 . Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são. os naftenatos de cálcio. quer.04. por produtos químicos (o que constitui o caso geral). óleo de linhaça. PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS). ou outras substâncias com valor nutritivo. compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32.Aditivos preparados para cimentos. zinco. Contudo. salvo raras exceções. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio.Ácidos naftênicos. Atualizado em 04/01/2011 .. As preparações aqui referidas podem ser também compostas. melaço ou de polímeros do Capítulo 39. por exemplo. As preparações (químicas ou de outra natureza).05. por exemplo). por vezes. ao passo que.24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO. beneficiadores de panificação.Argamassas e concretos (betões). quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos.10 .46 (ver a Nota 1 da Seção VI). quer preparados especialmente.7 . classificam-se na posição 35. Desde que não contrariem as disposições acima.43 a 28. colofônia). por exemplo.44 3824.

ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio. por exemplo. 8) Os sulfonatos de petróleo. É um líquido negrusco e muito viscoso. contendo outros polióis.e polissacarídeos. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas. manuscritos. 11) As misturas de mono-. 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). cosméticos. tri-. por exemplo. de cheiro fétido. insolúveis em água. etc. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol.5 g ou mais. as preparações à base de óxido de cálcio. Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. Todavia.3) Os aditivos preparados para cimentos. em pastilhas.04 (cristais de cloreto de potássio). um pincel.02. e tetra(oxietileno) glicol. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. São compostos insolúveis que. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38. para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras. na maior parte das vezes. Neste último caso. Além de outros usos.) cujo peso unitário é de 2. argamassas ou concreto (betão). misturas de di-. por exemplo. 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. por meio de reação reversível. zircônio. em lavanderias. muitas vezes. 5) O sorbitol. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos. 6) As misturas de carboneto de cálcio. de amônio ou de etanolaminas. um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). cloretos de potássio ou de sódio. sem qualquer processo de separação. Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas.04. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. na posição 34. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo.5 g classificam-se no Capítulo 28. São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. empregadas como emulsionantes de gorduras. Pode empregar-se um único produto (por exemplo. matérias taninosas. por exemplo. matérias têxteis). com exceção daquelas contendo aglutinantes. cuja tampa tem.14. à base de bário. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio. produtos alimentícios. etc. nas indústrias têxteis. 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). 12) Os óleos fúsel. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas.04.01. que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas. trocam. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia. não refratários. Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa. por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio. 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas. em latas ou em forma de canetas. tais como os de metais alcalinos. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes.05. Atualizado em 04/01/2011 . etc. geralmente. por exemplo. por exemplo. que se obtêm durante a retificação das fleumas. 18) Os compostos absorventes. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão).42). um dos quais. possui um pincel).05. plásticos. são todavia excluídas (posição 28. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. pela ação do ácido sulfúrico. contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio. brometo de potássio.07 ou. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. 4) As argamassas e o concreto (betão). fotocópias. etc. folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. incluem-se na posição 34. etc..04. excluído o da posição 29. postos em contato com uma solução eletrolítica. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido. utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. por exemplo. quando apresentem características de ceras artificiais. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29. sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. contidos em frascos pequenos. produtos farmacêuticos. 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio.01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. quando mergulhado em água. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho. para este uso. Estes compostos apresentam-se. alcatrão de ossos). acondicionados para venda a retalho. As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não). aglutinantes e solventes. em tinturaria. obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa. cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco). di. na posição 25. Quando se juntam às águas duras. exceto os polímeros do Capítulo 39. ácidos graxos (gordos*). bromoiodeto de potássio.

as tortas alcalinas (cakes alcalinos). para fabricação de essência do Oriente. que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação. que não sejam substâncias alimentícias. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. que atuam quimicamente para evitar a ferrugem.10 ou 34. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. 22) As preparações enológicas. Consistem principalmente em misturas à base de caulim. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. Permitem assim. após refinação. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. apresentados isoladamente. sulfato natural de bário. o metaniobato de chumbo. cristais cultivados de alta qualidade. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio. sendo cada partícula revestida. para controle da temperatura dos fornos. carbonato natural de magnésio. b) O titanato de bário. abrasivos. etc.22). gelatina.07. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. de rubídio. 29) As preparações (por exemplo. em peso.Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38. musgo-da-irlanda ou albumina de ovo. 28) As preparações antiferrugem. em peso. cimento. São artigos de pequenas dimensões. constituídos por um micélio inativo. etc.14. dentes artificiais). em uma proporção de 10% a 15%.06. mica. Atualizado em 04/01/2011 . em razão do guanino que contém. A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos. misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. por tratamento especial. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). 23) Os diluentes compostos para tintas. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base. 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. por exemplo). Trata-se de preparações à base. etc. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . etc. cola e cré. e de substâncias. mesmo contendo 70% ou mais.Capítulos 28 ou 29 . de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos. de césio e os cristais mistos destes últimos. 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio. e utilizado. a dispersão dos pigmentos corantes). As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas. em uma proporção igual ou superior a 70%. o tartarato de etilenodiamina. constituídas por gorduras. por exemplo. utilizadas para fins edulcorantes. Todavia. Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. quando adicionados de açúcar. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. 26) A cal sodada. Estes sais. classificam-se na presente posição. comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais. a turmalina. auxiliares de filtração e. 30) Os sais para salga. em alguns casos.desde que constituam compostos de constituição química definida. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. caso contrário. dolomita. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). quartzo e de feldspato. excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. contendo éter diétilico e óleos de petróleo.03. etc. especialmente. a função de pigmentos. ardósia. para fins anestésicos. geralmente de forma piramidal. que se obtêm por meio de microrganismos. por fermentação. melhoram a sua qualidade (facilitam. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. calcita.04). os ortomonofosfatos de amônio. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário. gesso. 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência. etc. Todavia. Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham. a clorotetraciclina. em submarinos.03 ou 71.). o titanato de cálcio. a ser utilizada. mais de 70% de substâncias ativas. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. no sentido do seu eixo elétrico. amianto. talco. por exemplo. além de outros elementos.07). como pasta para modelar. classificam-se na posição 21. geralmente. depois de ter sido misturado com água. de uma película hidrófuga de ácido esteárico. 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina. cortados. Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré.. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas.. antibióticos). a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. das posições 71. e que. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. tais como cola de peixes. neste caso. conforme o caso. ainda. não contendo. por exemplo. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo.). por exemplo. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto. filtração e primeira extração. que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina). de ácido fosfórico. 31) Alguns elementos não montados. o zircotitanato de chumbo. Podem obter-se talhando com precisão. por exemplo. que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura.

dispersões de polímeros de vinila. mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto).12. tambores. consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA. preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. de feldspato e de silicato de sódio. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27. glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim. em peso.Mistura de diversas argilas. de constituição química não definida. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. consistindo em produtos classificados quer em posições distintas. quer numa mesma posição do Capítulo 25. adesivos. mástiques. sulfato de bário para as pastas de cópia. ceras. pela Instr. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas. tal como o benzeno. para a fabricação de mós abrasivas. ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio. de carbono e ácido bórico. utilizadas para reproduções gráficas. (Atualização nº 9. A composição destas pastas é variável. tais como as terras de transplante. Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil.05 . 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. argilas). da posição 68.71 e 3824. etc.40) Os produtos gelificantes..Mistura de argila. fósforo ou potássio. SRF nº 612. cosméticos.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos).) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. na indústria do papel.Em dispersão aquosa 3905. 47) As pastas à base de gelatina. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias. EM FORMAS PRIMÁRIAS. da posição 38. sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam. quer se apresentem em massa (caixas. Subposições 3824. Excluem-se. 3º) Esterificados por álcool amílico. 3905. areias. 39.Mistura de argila. Estas pastas classificam-se aqui. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. 43) O produto em pó.. as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27.1 . 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes.79 As subposições 3824.79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. 42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão.19 . dextrina. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado. EM FORMAS PRIMÁRIAS.). constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras.Public.10. Os produtos misturados contendo. . vernizes.71 e 3824.43. depois de epoxidados. DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84. da posição 68. b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som. etc.12 . .Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 .Poli(acetato de vinila): 3905. Nota Explicativa de Subposições.2 .Mistura de diversas argilas e de feldspato. todavia.09. janeiro de 2006 .03). 2º) Trimerizados. . comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo".06. os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . etc.Outros 3905. utilizado na fabricação de placas de acumuladores. em rolos de impressão e para usos semelhantes. de couros ou indústrias semelhantes. Norm. em proporções variáveis.

ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído.70 .99 . e o polioxipropileno. POLICARBONATOS.Poliacetais 3907. aglutinantes e espessantes de tintas. tintas.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído.. em geral o formaldeído. sendo o PPO. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES.Outros poliésteres: 3907.30 .Outros: 3905. saltos para calçados.21 . Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X . Entre os outros polímeros vinílicos. não servem para a fabricação de artefatos.Não saturados 3907.POLIACETAIS. adesivos. excluídas (posição 39.Outros poliéteres 3907. No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros).3905. mais exatamente. glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero.Resinas epóxidas 3907.Poli(tereftalato de etileno) 3907. etc. e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero. nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero. segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados.91 . EM FORMAS PRIMÁRIAS. pás para bombas e ventiladores. bem como em têxteis.. portanto. Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído. RESINAS ALQUÍDICAS. tal como os poliacetais. dos quais o poli(acetato de vinila) é. 3907. OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS. onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio. Atualizado em 04/01/2011 .Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39.Em dispersão aquosa 3905. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou. utilizados como colóides protetores. mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905. etc.07 .50 . o polímero mais importante. onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão. Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos.9 . de longe.04.40 . puxadores de portas.05.9 . poli(oxidimetilfenileno).29 . Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol). de produtos farmacêuticos e de cosméticos. cobertores e vestuário. nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero.11). acessórios de canalização. etc.Resinas alquídicas 3907.Poli(ácido láctico) 3907.. EM FORMAS PRIMÁRIAS. como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano. por serem excessivamente macios e elásticos.91 . brinquedos mecânicos. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos.. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila. São geralmente utilizados na preparação de lacas. podem-se citar os éteres polivinílicos.Copolímeros 3905. As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior. painéis de bordo para veículos automóveis.10 . Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39. utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes.60 . São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila). cames.Policarbonatos 3907.99 . utilizado na fabricação de peças mecânicas.Outros 3905. Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações. adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis. 39.30 .Poli(álcool vinílico). As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos.20 . As cetonas polivinílicas. O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila)..05..

Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. É um polímero obtido. translúcido ou colorido e com brilho notável. São utilizados como adesivos de estratificação.18. o suco de beterraba sacarina. furfurol ou outros). materiais de embalagem e materiais para uso médico. por exemplo. Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. álcoois ou outros polímeros sintéticos). Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método. e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS. c) O poli(tereftalato de etileno) (PET).3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos. por condensação de epicloridrina (1-cloro-2. utilizam-se como colas. ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. EM FORMAS PRIMÁRIAS.10 3909. resinas de fundição ou de moldagem. é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem. abaixo). estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos. . Empregam-se como revestimento de superfícies. vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas. por exemplo.4-isopropilidenodifenol). resinas de tiouréia . Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). um ácido ou um anidrido orgânico. em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos.09 3909.Resinas melamínicas . por exemplo. que podem ser não saturados ou saturados. de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados. obtidos a partir de um ácido não saturado. adesivos. por adição de um composto aminado. as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses. etc. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol. tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo. são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. etc. revestimentos.40 3909. Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d). um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico.50 RESINAS AMÍNICAS. Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida. nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero. obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos. e) Os outros poliésteres. tais como. por exemplo. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. os melaços. utensílios de mesa. 39.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído. ácido maléico ou ácido fumárico.20 3909. Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. d) O poli(ácido láctico). pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico. oftalato de dialila.Resinas fenólicas .30 3909. aprestos para têxteis. As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade. cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila. de aparência opaca. exclusão b). dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . os açúcares.Outras resinas amínicas . No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). o soro de leite ou os amidos). O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final.Resinas uréicas. Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. os licores de sulfito. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo). A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. por exemplo. ácidos graxos (gordos*). Estes produtos. citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico.05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39. garrafas para sucos de frutas. b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). fitas para gravações magnéticas. conhecido igualmente como polilactido. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. Normalmente. geralmente. são muito empregadas para moldação. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças.06. para a classificação das colas). artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. abaixo). modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. termorrígidos. Entre os poliésteres saturados. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis. com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente. Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). ver as Considerações Gerais deste Capítulo. por exemplo. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais.3-epoxipropano) com bisfenol A (4. 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono.

DE PLÁSTICOS. obtidas em meio alcalino. FLANGES. pela Instr..02). Norm. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40.) ou de fenóis substituídos com aldeídos.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. reagindo em seguida com fosgênio e calor. principalmente. por fim. principalmente. de 03/08/2004 . ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. os resitóis. notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27. de 03/08/2004 . Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. etc. folhas. Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas.26. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. amianto e mica). Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes.). Norm. geralmente.21 .De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 . 3) Os elastômeros de silicones. DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). Pertencem. etc. 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol.. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas.. (Atualização nº 6. O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. São também utilizados como adesivos. tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. etc. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. 2) As resinas de silicones empregam-se. associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. de 03/08/2004 . São muito estáveis. acima. Utilizam-se. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos. xilenol. produtos líquidos.11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo. para preparação de vernizes ou de pós de moldação. b) e c). semifluído. JUNTAS. como dielétricos.De polímeros de etileno 3917. de álcoois. b) As resinas fenólicas termorrígidas. igualmente. vernizes. acetaldeído.22 . bem como na encapsulação elétrica. dá a função isocianato livres. pastoso. os poliéter-polióis. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. produtos de impregnação. na fabricação de vernizes.Tubos rígidos: 3917. estas resinas empregam-se. de óleos vegetais. (Atualização nº 6.17 . que se empregam como pós de moldação. sólido) e compreendem. depois. como produtos desmoldantes. as gorduras de silicones. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas. na fabricação de estratificados.escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917.16 a 39. A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. 3917. principalmente. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. quando a reação está completamente terminada. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo. tubos ou varetas ou outros artigos. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis. nas posições 39.Public. resistentes a altas temperaturas. resistentes a temperaturas altas ou baixas. modificados por adição de resinas naturais (colofônia. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos).Public. a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido. Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. pela Instr. de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). 39. 39. o l.10 ou 34. Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34. UNIÕES). como antiespumantes. e os indutos e revestimentos. amilfenol.03.10 . Norm. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes. como revestimentos ou como produtos de impregnação. contudo. como produtos de impregnação hidrófobos. SRF nº 509. o diisocianato de tolueno). compostos de moldação e como fibras. os óleos de silicones. que se classificam.Public.14. geralmente. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. entre outros. de moldações flexíveis. na preparação de vernizes. preparadas a partir do butilfenol.2 . d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a). COTOVELOS. pela Instr. as resitas. SRF nº 509.4-butano-diol. Deve. etc. etc. furfurol. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. (Atualização nº 6.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS. utilizam-se. tais como o formaldeído. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas. É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente). os elastômeros. SRF nº 509. como por exemplo o óleo de rícino. os poliésterpolióis.

. tambores. juntas.23 .40 . de parede ou de teto da posição 39. carretéis e suportes semelhantes 3923..33 .REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS). FITAS.Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos.Em rolos de largura não superior a 20cm 3919.Bobinas.Caixas.6MPa 3917. (No que respeita à classificação dos tubos. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS. caixotes. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição. DE PLÁSTICOS. MESMO AUTO-ADESIVOS. o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão.31 .Garrafões. os cartuchos e sacos de lixo).5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular. ROLHAS. FOLHAS. não reforçados com outras matérias. CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES. AUTO-ADESIVAS.29 . retangular (de comprimento não superior a 1.ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM.De polímeros de cloreto de vinila 3917.. frascos e artigos semelhantes 3923. PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS.. que. fusos.90 . à temperatura ambiente.2 . caixotes. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo. MESMO EM ROLOS.32 .39 . tampas.18. Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias.Outros. 39. com exclusão dos revestimentos de pavimentos.. Atualizado em 04/01/2011 . garrafas e frascos.10 . são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão. com acessórios 3917. TIRAS. sacos (incluídos os de pequeno porte. DE PLÁSTICOS.Outros tubos: 3917. garrafões. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). cotovelos. mesmo em rolos. de plásticos combinados com outras matérias. 39. incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis.90 .19 . 3918. sem umidificação ou qualquer outra adição. bolsas e cartuchos: 3923. Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo.90 . flanges).14.Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos. sem acessórios 3917. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923. 3919.De polímeros de cloreto de vinila 3918.10 .29 . bidões.Rolhas. nem associados de outra forma com outras matérias. Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48. isto é. etc.De outros plásticos 3917. DE PLÁSTICOS.18 . DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO.Sacos de quaisquer dimensões. e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos. DE PLÁSTICOS. abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos. Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII)..De polímeros de etileno 3923.Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27.21 .De outros plásticos 3923. A segunda parte da posição. entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos. garrafas.30 .. EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS. cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo. engradados e artigos semelhantes 3923. nem associados de outra forma com outras matérias.3917. desde que apresentem seção transversal interna redonda. TAMPAS..Outros. engradados.10 . 39.23 . em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas.. podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas. DE PLÁSTICOS. oval.Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo. Entre eles.De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos. 3923.Outros 3917. não reforçados com outras matérias.CHAPAS.40 .3 . Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII).50 . Todavia.

23). lavabos (toucadores*) ou cozinhas. fusos. carroçarias ou semelhantes. etc. incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios.). Pelo contrário. os cinzeiros. de terrinas etc. patinhos (papagaios ou compadres). da presente posição certos artigos de uso doméstico. caixas para cozinha (para farinha. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. de plásticos. cântaros de cozinha. xícaras (chávenas). cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes. de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. mitenes e semelhantes) . 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*). 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação. os bicos para mamadeiras e as dedeiras. recipientes próprios para lavagem dos olhos. oveiros. utilizados para esse fim (posição 39.02. bules para café e chá.SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. baldes de toucador.26 3926.Public. petisqueiras. açucareiros. de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede. etc. cestas de lixo. saleiros.Guarnições para móveis. irrigadores. mesmo que possam ser. argolas de guardanapos.14. rolos para estender massa. carroçarias ou semelhantes . cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39. capas de proteção para móveis.30 3926. por vezes. descansos de travessas. 3924. 39.05. 2) As guarnições para móveis. compoteiras. saladeiras. coberturas. devendo a parte abaixo da rosca ser transformada.Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924.24). porta-escovas-de-dentes. estojos escolares. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). comadres (aparadeiras).90 .14. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes. . por vezes..Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições. Atualizado em 04/01/2011 . cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho). cuvetas. Excluem-se.A este respeito. marcadores de livros. Norm. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas. bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63. escarradeiras. etc. de 09/02/2004 . canelas e suportes semelhantes. cintos. conchas. os pratos. terrinas. entre os artigos de higiene ou de toucador. tais como aventais.). espongeiras. babadouros. estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo.01 a 39. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. para se obter a dimensão e forma desejadas. escumadeiras. posteriormente. toldos. travessas e bandejas de qualquer espécie. especiarias. para gorduras. espátulas (corta-papéis). 39. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos. para salga. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada. cestos (para pão. pela Instr. tampas. b) As bobinas.). funis. manteigueiras.24 . Os capuzes amovíveis. DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. frutas. etc.25). toalhas de mesa.10 . SRF nº 509. especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico. sejam utilizados para esse fim. mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. garfos e colheres. molheiras. potes para doces. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam. D) Por último.20 3926.40 3926. São incluídos aqui.Estatuetas e outros objetos de ornamentação . regadores. por meio de parafusos. carretéis. mostardeiras. as saboneteiras. galheteiros.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas. estão compreendidos na presente posição. leiteiras. porta-caixa-de-fósforos. incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes). os recipientes classificados na posição 42. mesmo que. entre outros. DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. cortinas. porta-facas. (Atualização nº 5.90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39. pastas para documentos. penicos. pregos. recipientes graduados para cozinha.10 3926. que são produtos intermediários de forma tubular. 4) As capas. canecos e copázios para cerveja.Artigos de escritório e artigos escolares . as "tinas" para duchas. porta-rolos-de-papel-higiênico.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café. etc. DE PLÁSTICOS. pasta para papéis. Todavia. facas.01 A 39. C) Entre os artigos de economia doméstica. c) As rolhas. 2º) os esboços de garrafas de plástico.

Norm. bolsas para colostomia. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão.. cantos para malas.Public. esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis.22 .Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009.. ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união. contas. que se classificam na Seção XI (por exemplo. (Atualização nº 5. pela Instr.Com acessórios 4009.Com acessórios 4009. Além disso. impregnadas.11 . salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo. de plástico ou estratificadas com plástico.Outras 4010. os pessários.09. Estes tubos classificam-se na posição 59. os preservativos.1 . UNIÕES). as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem.41 . de uso geral. estriadas. juntas. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 .11 . flanges. "vidros" para relógios.42 . MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO.Sem acessórios 4009.31 . cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO.Sem acessórios 4009. 7) As correias transportadoras. uma espiral de fio metálico. comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar). arruelas (anilhas*) e artefatos análogos. pela Instr.10 ..TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42. Pelo contrário. de 09/02/2004 .1 . Alem disso. dispositivos intra-uterinos – DIU (3926.Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009.90 – Destaque da NCM 34). por exemplo. cabos (de ferramentas.12 . COTOVELOS. apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral...Com acessórios 4009. As correias transportadoras. DE BORRACHA VULCANIZADA..Sem acessórios 4009. “pêras” para lavagem intestinal. de matérias têxteis. porcas. mesmo que não se encontrem montadas. revestidas. Seção XVI). cotovelos. exterior ou interiormente.4 . ou de fios metálicos imersos na borracha. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas.Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009. 4009. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo). e seus acessórios. Norm. de seção trapezoidal.21 . podem também possuir.19 . FLANGES..3 . de transmissão ou para elevadores. 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. posição 59.14..3 . DOU 15/02/2005 . 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39.Reforçadas apenas com metal 4010.Correias de transmissão sem fim. ganchos de suspensão.. garfos.). recobertas. SRF nº 509.31 . JUNTAS. Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. 11) As chupetas.Sem acessórios 4009. denominados "tubos tecidos".Correias transportadoras: 4010. as bolsas para gelo. 4010..12 .Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas. de qualquer espécie. de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados..32 . algarismos e letras.Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009. SRF nº 509.itens acima renumerados) 40.02).2 .Correias de transmissão: 4010. de 09/02/2004 Public. e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. uniões) permanecem classificados na presente posição.6) Os parafusos. (Atualização nº 5.90. os sacos irrigadores. cortados em comprimentos determinados ou não. as ampolas para seringas. sem fim. estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil.. desde que conservem a característica de tubos. ponteiras para pés de móveis.09 . Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo. sem fim. porta-etiquetas. 40. de transmissão ou para elevadores.10). etc. facas.

mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação. circular.Correias de transmissão sem fim.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011. com uma circunferência externa superior a 60cm. como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade. não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. com uma circunferência externa superior a 180cm.. revestidos. não estriadas. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias. de tecido impregnado. recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados. As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais.11 .externa superior a 60cm.10 . classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo. As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal. mas não superior a 180cm 4010. síncronas. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura. com uma circunferência externa superior a 150cm. de seção trapezoidal. O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva. em geral. inclui ainda as correias sem fim. não estriadas. Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas. tecidos de malha.20 .39 . Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação.). As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias. A seção destas correias pode ser retangular.34 .Correias de transmissão sem fim. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna. ou por cabos ou tiras de aço. sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas). 40. com uma circunferência externa superior a 180cm.. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. etc.35 ..Correias de transmissão sem fim. As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal. **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar.Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. síncronas. mas não superior a 150cm 4010.. exceto as de orientação longitudinal.Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011. mas não superior a 180cm 4010. Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia. mantas de fios têxteis paralelizados.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+). mas não superior a 240cm 4010. mas não superior a 240cm 4010.. As caneluras e ranhuras. As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados.Correias de transmissão sem fim.33 . formada por várias camadas de tecido. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal. mesmo que não se encontrem montadas.32 . trapezoidal. mas não superior a 198cm 4010. estriadas. 4011. de seção trapezoidal.Correias de transmissão sem fim. são constituídas por uma carcaça. com uma circunferência externa superior a 60cm.36 . exceto as inteiramente de borracha vulcanizada. recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo). Seção XVI). de seção trapezoidal. etc. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas. As correias..Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 .30 .

11.69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011..19. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40.Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012. material de artilharia.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012. uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco.20 Na acepção das subposições 4012. por exemplo. 4012. suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados.11. Os protetores ocos. no todo ou em parte. 4011. Subposições 4012. Atualizado em 04/01/2011 .. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.12 ..94 Para os fins destas subposições.04). bem como as rodas e rodinhas de brinquedos.4011. BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS". utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão. 4011.93 ---- 4011. por exemplo..PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS. Subposições 4011. Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie.Pneumáticos usados 4012. DE BORRACHA (+). 4012.Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012.40 4011.50 4011.90 . de móveis.69 4011. rodas e rodinhas de brinquedos. Notas Explicativas de Subposições. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar.13 . São utilizadas na recapagem de pneumáticos.19 e 4012.20 . 4012. As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado.62.13 e 4012.11 .63. a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração. que possuem um volume de ar estanque.12 .61 a 4011. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável. 4012.6 4011. São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos.13.62 --- 4011.4011.- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros.Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados.9 4011. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim. Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios.12.61 4011. com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.4011. etc. 4012. incluindo. que se apresentam na forma de anéis. 4012. Nota Explicativa de Subposições.93 e 4011.94 . PROTETORES.12. Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar.63 . DE BORRACHA.Outros 4012. de vagonetes e veículos semelhantes. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping).92 4011. 40.Pneumáticos recauchutados: 4012. a região baixa do pneumático). de máquinas.1 . para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.99 .19 .

15 .10 .14 . 4012. os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. almofadas pneumáticas para doentes. PARA QUAISQUER USOS (+). tais como: preservativos. Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012. etc.19 ou pneumáticos usados da subposição 4012. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40. esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas. dedeiras. escafandristas.Preservativos 4014.ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS).10 .19 .Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada.13. etc. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha.Luvas.1 .20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013.90 . MITENES E SEMELHANTES).11.15. 4012.11.13 . incluídas as toucas de banho.20 .11 Atualizado em 04/01/2011 . DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.12.11. Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012. MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA. mitenes e semelhantes). com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. mamadeiras (biberões*). DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.Os pneumáticos usados da subposição 4012.12. exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59). Todavia. 40. sacos para gelo e para água quente. chupetas. não endurecida. os espartilhos.. 40.20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem. feltros e falsos tecidos. por exemplo..20. 4012. do Capítulo 65. impregnados.Outras 4015.. Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62).: 1) Exclusivamente de borracha.Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura.11. luvas. o vestuário para mergulhadores.Para cirurgia 4015. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados. de proteção para cirurgiões e radiologistas. por exemplo). b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis.13 e 4012. 4014. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem. Os pneumáticos das subposições 4012. 2) De tecidos. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida).19.90 . ou de outro modo obtidos. 4013. tecidos de malha.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA.VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS. cânulas. reboques ou bicicletas.19 e 4012. Subposição 4015. sacos para oxigênio.).12. aventais. vaporizadores. citam-se: as pelerines. 4015. etc. 4012. ônibus ou caminhões 4013. por exemplo. revestidos.13. recobertos ou estratificados com borracha. peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas.Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor. 4012.90 . no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. 4012. mitenes e semelhantes: 4015. 4012.11 . as cintas. etc. os babeadores. os aventais. o vestuário. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos. 4012. Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões. 40. Nota Explicativa de Subposições.

para veículos a motor. g) Os colchões. Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos.. consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90). assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar. numeradores. rolhas e desentupidores de ralos. datadores e semelhantes. f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92).91 . por terem sido fresados. timbres. d) Os dispositivos de fixação por ventosa... os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. 5) As defensas. do Capítulo 95. 40. letras. para atracação de embarcações. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho).14 e 63. incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). de metal comum. do Capítulo 65. apresentando uma grande resistência ao rasgamento. e os discos de borracha (Seção XV).Consideram-se luvas para cirurgia. recobertos ou estratificados com borracha.. reunidos por colagem ou costura.10 . 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas. para atracação de embarcações 4016. e os remendos de qualquer outra forma. e suas partes. as torneiras e válvulas. 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais.06). batentes para portas.OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. e outros artigos do Capítulo 96. ou ainda trabalhados de outra forma.De borracha alveolar 4016. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40. os colchões de água. jogos e artigos para divertimento e para esportes. 4016. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40. observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59. as luvas para máquinas de ordenhar. bolsas para fumo (tabaco). pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico. recobertos ou não.. torneados. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64.08. um punho. mesmo infláveis (insufláveis*). para ciclos. 13) Os martelos com cabeça de borracha. de borracha alveolar. 9) Os rotores para bombas e os moldes.Outras: 4016. 4) As juntas. incluídas as toucas de banho. para a reparação de câmaras-de-ar. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais. gaxetas e semelhantes. algarismos e semelhantes para carimbos.08).92 . com os bordos biselados. gaxetas e semelhantes 4016. revestidos. fabricados por imersão. mesmo infláveis. 11) As chapas. os artigos de espessura muito fina.Defensas.95 . tecidos de malha.Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016.16 .. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII. apresentam-se em embalagens esterilizadas.9 . 3) As borrachas de apagar. impregnados. 10) Os blocos-amortecedores de borracha. Em geral.Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016.Juntas. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40.Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos.94 . 14) As pequenas ventosas munidas de ganchos.99 . ij) Os carimbos.04. feltros e falsos tecidos. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha. c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha. de uso manual. pastilhas para freios (travões). corte ou desbaste. Atualizado em 04/01/2011 .93 . incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94. e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). obtidos por moldagem. constituídos por uma armação. e suas partes. os descansos de pratos. uma alavanca de sucção. travesseiros e almofadas.Borrachas de apagar 4016. h) Os brinquedos. 6) Os colchões.

Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes.. sacos para a pesca.Outros 4202. malas e maletas. ESTOJOS PARA JÓIAS. as caixas para escovas. etc..2 .21 .Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. os estojos para canetas. MALAS E MALETAS. etc.23).. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos. mesmo com tiracolo. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária. incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*).91 .Bolsas.Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202. o couro revestido e o couro metalizado. de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. ou de couro envernizado 4202.Outros: 4202. BOLSAS. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS. SACOS DE VIAGEM. e artefatos semelhantes: 4202.. na totalidade ou na maior parte.. para ferramentas. incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos. DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO. Para este efeito.Outros 4202.42. Todavia.9 . ou de couro envernizado 4202. DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO. etc. CIGARREIRAS. de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho). para jóias. com ou sem os seus acessórios. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras). metal. sacos de ginástica. Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras.32 . a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui. de pérolas naturais ou cultivadas.11 . ou de couro envernizado 4202. 4202..29 .. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*).22 . CARTEIRAS. os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria.BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). BOLSAS DE TOUCADOR. para calçados.. sacos para transporte de esquis. as bainhas de facas de caça ou de acampamento. os agulheiros. de pedras sintéticas ou reconstituídas. de pedras preciosas ou semipreciosas. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+).Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202. para cachimbos.. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39. Nesta segunda parte. Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. para tíquetes (bilhetes). É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo).Outras 4202. os porta-cartas.).39 . para charutos. as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis. E ARTEFATOS SEMELHANTES. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil. São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado.02 .. OU RECOBERTOS. INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES.12 . dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira. Atualizado em 04/01/2011 . MOCHILAS. ou devem ser recobertos. NO TODO OU NA MAIOR PARTE. ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro. sacos para raquetes de tênis.92 . não concebidas para uso prolongado. especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído.Baús para viagem (arcas para viagem*). mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. o couro envernizado.. os estojos para acessórios de máquinas fotográficas. SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS. as cartucheiras. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria). INSTRUMENTOS MUSICAIS.31 . BINÓCULOS. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ. ou de couro envernizado 4202.. entre outros. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR. OS ESTOJOS PARA ÓCULOS. PORTA-MOEDAS. ESTOJOS PARA FERRAMENTAS.19 .3 . mas também os recipientes com tampa semelhantes. incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. os estojos para chaves. os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas. A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe. OU ARMAS. PORTACARTÕES. Estes artigos podem ser flexíveis.99 .1 . DE MATÉRIAS TÊXTEIS. TABAQUEIRAS.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.

além disso. capas de processos. ladrilhos de qualquer formato. Subposições 4202. ladrilhos e peças moldadas (cilindros.91 Para os fins da subposições acima. da posição 56.07).03. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante. chapas. granulada ou pulverizada. h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos. frascos de cerâmica.05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias. etc. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES. e) Os artefatos de bijuteria (posição 71. TOALHAS DE MÃO. a uma temperatura de cerca de 300°C. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM).31. ou reforçada com papel ou tecido. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e. preferencialmente à cortiça natural. plásticos. pastas para escrivaninha. em especial. ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS.10 . tais como: capas para livros. e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte. as carteiras para notas. cigarreiras. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS. constitui um excelente isolador térmico e acústico. abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. e entre outros. 45. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. tijolos. com óleo. etc.11. com ou sem os seus acessórios (em geral. baionetas ou outras armas brancas (posição 93.10 . PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. 4202. DE PASTA DE PAPEL. jogos. 4202. Todavia. não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. GUARDANAPOS. Quanto às exclusões. a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas. não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0. PAPEL. neste caso.02). cilindros maciços.21. estojos para chaves. caixas para bombons.04. em muitos casos. Estes artefatos classificam-se na posição 42. VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. TOALHAS DE MESA.CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. Além disso.26 ou 73. artigos de esporte). Subposições 4202. DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm. folhas e tiras. f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas.). alcatrão. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco).Papel higiênico 4818. consultar a Nota Explicativa da posição 45. g) As bainhas de sabres.39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas. 4818. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada. os estojos de óculos.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46. EM ROLOS.). na fabricação de materiais de construção tais como painéis. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS. proteção de tubulações de água quente e vapor. DE TOUCADOR. tabaqueiras. Mas. cola. incluídos os discos 4504. particularmente. 4504. posições 39. d) Os artefatos confeccionados com rede.31 e 4202. por aglomeração. por exemplo. cinzeiros.PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES. de mesa Atualizado em 04/01/2011 . porta-moedas.04 .90 . A cortiça aglomerada pode. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada. etc. FRALDAS PARA BEBÊS. gelatina. espadas. capas para documentos.Toalhas e guardanapos. PARA USOS DOMÉSTICOS. embora possam apresentar características de recipientes. a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões. 48.03. que protege a superfície de couro.26). desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59.08.30 . ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. a resistência à tração ou à compressão. a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética. se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas.17). molduras para fotografias. 2) Sem adição de aglutinante.15 mm).Cubos.20 . a densidade. c) Os artefatos que. 4202.Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada. vidro. estes últimos para isolamento térmico. a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e.32 e 4202.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45.18 . brinquedos. geralmente sob calor e pressão.. blocos. Notas Explicativas de Subposições.

para entrançar. OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL.6 . .02. travessas.23 . de pasta de papel 4823. o cartão.69 . bem como o vestuário e seus acessórios. e suas partes do Capítulo 65. 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular.OUTROS PAPÉIS. copos e objetos análogos de papel ou cartão. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. não revestidas. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34.01) ou de pomadas e cremes para calçado.50 4818.recortados em forma diferente da quadrada ou retangular. xícaras ou chávenas.Outros A presente posição compreende: A) O papel. cartão. papel. imprimir ou para outros fins gráficos.4818.70 . 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel. impregnados.20 . pregueados ou em discos. de largura não superior a 36 cm. b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33).10 ou 48. 4) As bandejas. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular. taças.Bandejas. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. em bobinas.05). citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro. de toucador. e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. permanecem classificados nessas posições. Atualizado em 04/01/2011 . PAPEL.em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. de quaisquer dimensões. B) Todas as obras de pasta de papel. dobradas ou não. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose.De bambu 4823. pratos. frutas. pratos.05). cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular. Geralmente. circular. 48. Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais. papel. das posições 48. . 6) As tiras e lâminas de papel. Contudo. 7) A lã.. de papel ou cartão: 4823. em folhas ou em discos 4823.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm.03. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes. quando não dobradas.. em formas diferentes da quadrada ou retangular.11. dentários ou veterinários (posição 30. 2) Os diagramas. travessas. etc. 48. palha ou fibra de papel para embalagem. d) Os artefatos do Capítulo 64. cirúrgicos.40 4818.Papel-filtro e cartão-filtro 4823. CARTÕES. excluídas as utilizadas para fins gráficos.90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA. 4823. CARTÃO. não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo.Artigos moldados ou prensados. impressos para aparelhos registradores. para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. ou para outros usos. de pasta de papel. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos. composta por tiras finas misturadas.90 . quando não dobrados. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48. por exemplo. Entre os artigos compreendidos nesta posição. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: . PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE.Outros 4823. 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm.40 . higiênicos ou hospitalares.Papéis-diagrama para aparelhos registradores.61 . copos e artigos semelhantes.

11). de pastas ("ouates") 5601. fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85). 11) As rendas e bordados de papel. e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49.PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS. se comprimem para aumentar a coesão das fibras. da posição 48. e) As tiras e lâminas.01 . nós e bolotas de matérias têxteis A. ser facilmente separadas. m) Os cartuchos. eventualmente. ou seja.22). Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo. de tecidos ou de outras matérias.13. as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas. h) As flores. mesmo reunidos. que.21 . modelos e gabaritos. fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas. de textura volumosa.29 . 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras. 5601. as tiras de papel para guarnecer prateleiras. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis.08). mesmo nas duas faces. cujas fibras são facilmente separáveis. etc. ao contrário do que sucede com os falsos tecidos. Deve. l) Os mostradores de relógios (posição 91. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais. todavia. mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis.01).10 . As pastas (ouates) de qualidade inferior. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem. buchas e separadores (posição 93. os "bilhetes de raspar". dos tipos utilizados para escrever. 56. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração.Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia. os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos.22 . outros artigos de pastas ("ouates"): 5601.Outros 5601. O branqueamento. 17) Os leques e ventarolas de mão. bem como as suas folhas apresentadas separadamente.10 ou 48. não revestidas. 15) As tripas artificiais de papel impermeável. das posições 48."Tontisses". classificam-se como falsos tecidos na posição 56. de espessura regular. Na maior parte das vezes. classificam-se na posição 71. para enchidos. Todavia.11. os suportes planos para enrolar fios. NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS. 16) Os moldes. n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94. fitas. incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios.11).9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria..De algodão 5601.14).. para selos ou fotografias. de folhas de papel e armação de qualquer matéria.02). Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e. que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura.06). de folhas de papel. k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. imprimir ou para outros fins gráficos.Pastas ("ouates").02. Atualizado em 04/01/2011 . 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo).03. FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES").. já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). revestidas.11. d) As tiras e lâminas. f) Os bilhetes de loteria. posteriormente.PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis. c) Os painéis de fibras (posição 44. tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates). e suas partes (posição 67. 14) Os tambores de fiação. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas.05). os mostradores para aparelhos científicos).30 . o papel recortado para a fabricação de sacos. folhagem e frutos.. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. impregnadas ou recobertas. 12) As juntas e gaxetas de papel. tecido ou não. e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38. artificiais.2 . g) As sombrinhas de papel (posição 66. salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas.De fibras sintéticas ou artificiais 5601. por colagem ou costura.

3) Os tapetes obtidos por "flocagem". que se apresentam em pó (poeiras têxteis). de amaciantes para têxteis (posição 38. forros de vestuário. de plástico. d) As fitas de algodão cardado. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. acolchoados por qualquer processo. por exemplo).TECIDOS IMPREGNADOS. folhagem e frutos. e suas partes. dentários ou veterinários (posição 30. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis. são obtidas por trituração de fibras têxteis. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda. Obtêm-se. etc. C. as pastas (ouates) empregam-se. 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. B. Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. h) As perucas de teatro.05). etc. etc.11). misturadas com fibras têxteis. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95). exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto.) entre dois discos. e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça. como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. de algodão. etc.03). 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas.NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas.. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95.09).17). sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola). COM PLÁSTICO. c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. artificiais. Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. e como material de acondicionamento ou para usos sanitários. de móveis. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha..04. Em geral têm o aspecto de moqueta ou. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67. Capítulo 48).03 . Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. etc. de porta-jóias. por fusão. especialmente. em geral. em numerosos casos. na preparação de pós de toucador ou de cosméticos. de sabão ou de detergente (posição 34. para alfaiates (posições 61. EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. exceto os bordados da posição 58. quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte.05). para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate. que também desempenham o papel de suporte. Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que.10 (posição 58. plissadas em cilindros canelados. g) As flores. REVESTIDOS. b) As pastas (ouates) impregnadas. tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. de peleteria (peles com pêlo*). As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas. Provêm das operações de acabamento dos tecidos e. carnaval ou outros divertimentos. de plástico. as exclusões adiante mencionadas).FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda. Algumas tontisses. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52. de pomadas e cremes para calçados. de matérias têxteis. Também se utilizam. mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes. de lã. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. da tosadura dos veludos. por exemplo). 57. isto é.). geralmente. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha.02. As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. de lã. o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. etc. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento). especialmente. as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). barbas postiças. MESMO CONFECCIONADOS. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. de algodão. de fibras sintéticas ou artificiais. preparações para dar brilho. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas. Atualizado em 04/01/2011 . DE MATÉRIAS TÊXTEIS. ij) Os artigos para festas.17 ou 62. cirúrgicos. 4) Os tapetes de malha. de estojos. 59. RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS. entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. etc. Entre os produtos incluídos aqui. de escrínios. na fabricação de fios. por vezes com uma forma mais ou menos alongada.07). revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33). encáusticos. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33. f) Os chumaços e ombreiras.OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). tingidas ou frisadas. algumas vezes.).02. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). ou preparações semelhantes (posição 34.07. etc. da posição 67.05 .Conforme as suas características.01). tais como perucas para bonecas. de máquinas para passar a ferro..

de textura apertada. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS. revestidos. em geral. pantufas ou brinquedos. classificam-se.) com características de acessórios.Com poli(cloreto de vinila) 5903. as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais. Entre eles.11. podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. de matérias têxteis. com plástico. São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado. Em numerosos tecidos da presente posição. sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. lâminas ou formas semelhantes. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados. Todavia. isto é. nas duas faces. que possam enrolar-se manualmente. os tecidos combinados com folhas.04. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. vestuário.02). são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar). 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico. o plástico. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima. poli(cloreto de vinila)). 59. na superfície. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. nos Capítulos 50 a 55. às vezes. parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". os tecidos revestidos ou recobertos. especialmente. Capítulos 50 a 55. consoante os tipos. revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral. o aspecto do couro. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. sem fenderem. DE PLÁSTICO.Com poliuretano 5903. em geral. nos Capítulos 50 a 55. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. recobertos ou estratificados com plástico.5903.09 59. gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59.09 . Algumas correias. por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força. revestidos. As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. como tecidos para mobiliário. Utilizam-se.11. último parágrafo). na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. Estes tecidos. incluem-se. ainda. para encadernação. de algodão. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. nas quais o tecido sirva apenas de suporte. etc.90 . em geral. REVESTIDAS OU RECOBERTAS. por simples colagem. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial. recobertos ou embainhados com plástico. porém. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. São constituídos. que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico.04). uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . Excluem-se. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido. agulhetas. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo. Por outro lado. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. em um mandril de 7 mm de diâmetro.MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES. malas. de alcatrão ou de preparações químicas.05). abrangidas pela presente posição. da posição 56. de fibras sintéticas ou artificiais. bem como os estratificados com esta matéria. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. etc. para fabricação de bolsas. no entanto: 1) A impregnação. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. por exemplo. impregnados. 58 ou 60. quer prontos para uso. 58 ou 60).10 . revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. confeccionados.20 . com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. de larguras muito variadas. os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos. são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem. revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados.10 . MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. face a face. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas. de algodão. muitas vezes colorido. (Quanto aos critérios para o termo "suporte". desde que. MESMO IMPREGNADAS. etc. A expressão "correias transportadoras ou de transmissão". de plástico alveolar. Além disso. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões. costura ou qualquer outra forma. b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59. Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55. por simples pressão a quente. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios. com desenhos provenientes desses tratamentos.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). no âmbito desta posição. estão igualmente classificados no Capítulo 39. de linho. forma. como tecidos adesivos. com plástico. d) Os tecidos impregnados. Estes tecidos. Os tecidos cuja impregnação. espiral de fio metálico). nem revestido ou recoberto em ambas as faces. chapas ou tiras. classificam-se no Capítulo 39.

mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos . então.Tendas: 6306.. correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos). costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior. geralmente de tecido.99 . VELAS PARA EMBARCAÇÕES. b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados.06. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. a expressão "vestuário e seus acessórios.22 .91 .11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo).1 . 6306. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. fitas da posição 58. às vezes. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. em geral de forma retangular. para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. pelo contrário aqui. por costura.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura. entrançados da posição 58. de estatura não superior a 86 cm. vagões. Abrange também os cueiros e fraldas..De algodão . e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados. etc.20 6111. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno. etc. quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias.De lã ou de pêlos finos . cordas.De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo. juta. etc.Colchões pneumáticos 6306. ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO.se destina a entrar em contato com os rolos. 63.. prontas para uso (sem fim ou com grampos). revestidos.2 .Encerados e toldos: 6306.De fibras sintéticas 6306. com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais. PARA BEBÊS.08. relativamente pesados.De algodão 6306. ou de cânhamo. como tecidos dos Capítulos 50 a 55. As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro.De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis.De outras matérias têxteis 6306. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores. Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65. As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado. especialmente de poliamidas. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis.10. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo. revestidos..10 6111.40 . são obtidos reunindo. babeiros ou babadores. caminhões. As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo).30 .19 .). geralmente. recobertos ou embainhados de borracha (posição 40. TENDAS.29 .Velas 6306. sem sola exterior colada. As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e. recobertos ou estratificados com borracha. linho ou algodão.De outras matérias têxteis 6306.9 . Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.12 .Outros: 6306. sapatos de malha para bebês. mesmo que se apresentem providas de grampos. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem.. correias. A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas.30 6111. revestidas. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo). Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão. luvas.. Fabricam-se. produtos químicos. por exemplo) para os quais são concebidos.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses. . revestidos ou não.principalmente Seção XVI). DE MALHA. etc.ENCERADOS E TOLDOS. Atualizado em 04/01/2011 . macacões. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA.11 6111. cilindros. As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se. 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos.De fibras sintéticas . recobertas ou estratificadas com plástico..06 . também se classificam nesta posição desde que sejam planos. com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada. para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos. etc. Os encerados. classificam-se. mitenes e semelhantes.De fibras sintéticas 6306. 61.

máquinas. 11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. Podem ser.Cintos e coletes salva-vidas 6307. estacas. 7) As capas para automóveis. c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. malas.01 ou 34. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos. as redes de dormir.20 . raquetes de tênis. cordas ou acessórios deste tipo.01). 5) Os sacos para roupa suja. para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas. os revestimentos para o chão. reunidos por costura. esfregões. os colchões.Rodilhas. mesmo acompanhadas das armações. são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade. embarcações desportivas.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil. para acampamento.09). não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura.05).90 . 63. as tinas e tanques. exceto as da posição 56.10 . barcos de pesca. panos de prato ou de cozinha. 4) As bandeiras. recobertos ou estratificados. travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94. que se colocam sobre os passeios. de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso. São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. cafés. embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar.. para decorar bolos por injeção de creme. 9) Os sacos para filtrar café. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40. 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. no interior ou ao ar livre (posição 95. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. etc. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras. de tecidos finos. para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes.04). festas e outros usos.07). como acontece com certos toldos para janelas. planos (posição 63.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. com aspecto de tenda. liso ou listrado.02).16. Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação. incluídas as portáteis e as de praia. geralmente de tecido forte. saquinhos para meias de senhora. colchões.07 . máquinas.08.01. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307. estandartes. da posição 63. bandeirolas e semelhantes. iates. etc.06).) são artefatos de proteção contra o sol. panos grosseiros de prato ou de cozinha.. pendões. etc. mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34. máquinas. portas de sacadas. da posição 66. em geral de tecido rígido. sacadas etc. Atualizado em 04/01/2011 . INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. matérias têxteis sintéticas ou artificiais.06. de fibras sintéticas ou artificiais. podendo encontrar-se montados e. 3) Os toldos (para lojas. cortados de forma especial. etc. para calçado. as tendas para circo. b) Os sacos de dormir.05). Os guarda-sóis-tendas de praia. automóveis. bem como para pranchas ou carros à vela. por exemplo. Compreende. O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*). 2) Os cintos e coletes salva-vidas. 3) Os moldes para vestuário. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56. estão excluídos desta posição. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve. 6307. ou ainda de lona.03). de acordo com a forma da roupa. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda). por exemplo). São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado. neste caso. etc. espartilhos. por exemplo). esfregões. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. 8) As lonas de proteção. São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável.Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42. etc.). lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. em especial: 1) As rodilhas. 12) Os abafadores de chá. 2) As velas para embarcações (veleiros.. para divertimentos. as barracas ou tendas militares. 13) As almofadas para alfinetes. 15) Os cordões para sapatos. 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56. etc.02). 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42. para uso doméstico.

Todavia.16) As correias que. cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos.05. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. 25) As rosetas (por exemplo. embora se destinem a ser usadas na cintura. Os assentos para crianças.). do Capítulo 65. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI. joelhos. incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate). as coxas).01). 22) Os fiadores para guarda-chuvas.16). que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro. etc. jogos.01. ij) Os guarda-chuvas. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário.. 18) As coberturas e bainhas.03). etc. que provenham de fardos já utilizados. e suas partes e acessórios. Excluem-se desta posição. folhagem e frutos.01).17 ou 62. 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo. espadas. sombrinhas. classificam-se na posição 94.) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. artificiais. cortados em uma forma específica. Estão. em peças preparadas para corte. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. artificiais (posição 67. caiaques e outras embarcações (posição 89. as peneiras e crivos (posição 96. 6402. para portas e janelas. (Os panos para queijo. perneiras (grevas*) etc. cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte. cortados de forma quadrada ou retangular. tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário. a fixar-se no assento de veículos. d) As etiquetas.07. k) As flores. bengalas. exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI.17). etc. 24) As máscaras de proteção contra poeiras. artigos para divertimento e festas. aviadores. Além dos artefatos acabados atrás referidos. h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações. assim. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95. sabres. classificam-se como tecidos em peça). para animais. punhos) ou para os músculos (por exemplo. para o transporte de crianças. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62.04) e as borlas ou esponjas (posição 96. mochilas.05. folhagem e frutos. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 . e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42. 20) Os tecidos com costuras grossas.17). 19) Os leques e ventarolas.03). etc. b) Os artigos de viagem (malas. tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas.13). bem como as folhas apresentadas isoladamente. confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção). n) As pulseiras de relógios (posição 91. eletricistas. etc. de malha (posição 61.) do Capítulo 64. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio. pára-quedistas. as atribuídas em competições). para qualquer animal (posição 42. odores. 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. por exemplo. l) Os botes pneumáticos. e) As faixas para a cabeça. classificam-se na posição 42. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71. o) Os brinquedos. p) Escovas. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas. guarda-sóis. 21) Os panos para queijos. NCM 6401.17.. pincéis e artigos semelhantes (posição 96. para guarda-chuvas e guarda-sóis. cotovelos.02. tornozelos.17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. mas incompletamente descosidos.02).01). 61. sacolas (sacos para compras). 28) Os artigos em falsos tecidos. m) Os metros (posição 90. e suas partes. de forma a modelá-lo. compreendidos na presente posição os rolos de tecido. 6403.13. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria. que se destinarem. excluídas as de vestuário. bem como os artefatos confeccionados com flores. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. estojos de toucador. 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção.

00 6403.00 6401.90 64.19.00 6403.91.99.99. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .99 6401.92. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias.10 6401. parafusos.91 6402.12.91.10 6402.00 6401. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.20.99 6402.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo.64.1 6402.10 6402. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.19.99.9 6401. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados.1 6403.12.20.99. plásticos.01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.00 6402. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural.90 6402.9 6402.00 6403.00 6402.02 6402.40.00 6402. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.90 64. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes. 6401.03 6403. pregos.10.

04 6404. MESMO GUARNECIDOS.51.91.20.10. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.99 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.91 6403.00 64. treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados.10 6403. 6506.00 -Outros calçados.10.00 6404. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis.00 6404.20 6405.10. calçados para tênis.90 6405. ginástica.9 6403.10 6405.5 6403. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.10 6403.51.90 6403.1 6404.10 6403.10 6403. basquetebol.59 6403.00 6405.90 6403.51 6403.90 64.19.99.90 6403.90.59.05 6405. de proteção Atualizado em 04/01/2011 .10 .99.06 .11.10 6405. plásticos.59. -Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65.Capacetes e artefatos de uso semelhante.6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.20.91.

tais como depuração. pedra-pomes.6506. natural ou artificial. mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares. Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68. asfaltos e betumes. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. cartão. etc.30 .Outros: 6506. bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. de uma camada dessa matéria. geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos. chapas. Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos.07 . ou ainda para afiar cardas.90 . capuzes. mineiros ou operários de construção. vidro. triturados ou pulverizados. areia.. sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego.9 . se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte. por exemplo). Estas (ao contrário das obras desta posição). CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS. segmentos. 2) As chapas para telhados. 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*).. desperdícios de cortiça. para bombeiros. grampeados ou reunidos de qualquer outro modo. 68. o regime das obras do metal respectivo. corindo. de cartão feltrado. 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais. em ambas as faces. Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes. plásticos. etc. 6807.. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes. carboneto de silício (carborundum). couro. Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho. MESMO RECORTADOS. 27. dessecação.). fibra vulcanizada. 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante. 4) Os tubos e recipientes. 27. COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO. couro e outras matérias. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro. pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação. em determinados capacetes. PAPEL.). 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal.. aço. vidro e semelhantes.Em rolos 6807.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805. etc. EM PÓ OU EM GRÃOS. podem apresentar-se cozidos. naturais ou artificiais. etc. Entre as obras abrangidas por esta posição.Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis.10 .De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo. de asfalto reforçado ou recobertos de metal. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial.14 ou 27. bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas. sílex. estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. resinas naturais. naturais. revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem. devem citar-se: 1) As lajes (placas).OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO. ladrilhos. por exemplo.08. discos.ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído. borracha (endurecida ou não).99 . que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. etc. discos.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. talco. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante. granada.04. segmentos etc. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta.). de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos. cortiça. 68. em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. serragem (serradura) ou fibras de madeira. 68 ou 95. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação. tiras. Atualizado em 04/01/2011 . mas em que o abrasivo. As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas. etc. enxofre. As tiras.10 . escórias. misturas betuminosas.Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. etc. cré. quartzo..Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805. BREU OU PEZ). vazados ou moldados. quer nos Capítulos 63. pelo contrário. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados. etc. fibras de amianto. madeira.De borracha ou de plástico 6506. ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto. escovas.20 . metálicos (de ferro fundido. Tubos e recipientes.13. tijolos. capacetes militares. a maior parte das vezes adicionadas de areia. blocos e formas semelhantes. assim obtidos.05 . papel.91 . 6805. que se apresentam habitualmente em pães. constituídas por um suporte (por exemplo. fitas. recobertos de matérias abrasivas. Os tubos e recipientes. motociclistas. cimento.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha. gesso. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. às vezes corados artificialmente. tais como esmeril.

panos para apagar incêndios. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente. acessórios de vestuário.Folhas de amianto e elastômeros comprimidos. JUNTAS).13.91 . DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE. com resinas naturais ou plásticos. fibras compridas. varetas. NÃO MONTADAS. VESTUÁRIO. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68.24. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa. DISCOS. etc. rodelas. por redução das fibras a pasta. as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. bainhas. tubos. placas (lajes). PLACAS. perfurados. descansos para travessas.GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO. serragem (serradura).. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. para juntas.Além disso. revestidos. silicato de sódio. colchões. calças. mesmo apresentadas em rolos 6812. recipientes. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68. celulose. de amianto. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59).84).Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . fibrocimento e pó de amianto. etc.AMIANTO TRABALHADO. ver a Nota Explicativa da posição 25. em primeiro lugar. torção. CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE. FIOS. simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70.Contendo amianto 6813. 68. principalmente. MESMO ARMADAS. fresados ou trabalhados de outra forma.11). óxido de alumínio. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos. de proteção. entrançados. de amianto.Outras: 6812. para combater incêndios nos condutos de gás.11).. são obtidas.) que tenham sofrido tratamento além da seleção.19). condutos.93 . EM FIBRAS.9 . Para a descrição do amianto crocidolita. vestuário. eventualmente. juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84. Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias. etc. além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto. polainas.99 . bronzeados.24). gesso. em certos casos. excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões. Estão excluídos da presente posição. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis. mangas. d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda". rolos. 6812.Vestuário. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO. MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS.8 . capuzes e máscaras com "vidros" de mica. envernizados.92 .12 . cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. por exemplo. enchimento. calçados e chapéus 6812. 68. etc.11). impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante. Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. chapas ou cortados em tiras. A presente posição inclui. bem como as que foram batidas ou limpas. de fibra de vidro. pedra-pomes. feltragem. SEGMENTOS. revestidos de amianto. para a fabricação de objetos moldados. em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento. ROLOS. asfalto. as fibras cardadas e as fibras tingidas. folhas.. batedura e limpeza. escórias. TECIDOS. Estes produtos. estão incluídas na posição 25. ladrilhos. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão. TIRAS. cartões e feltros 6812. para bombeiros. revestidos. Para fabricação de fios. À BASE DE AMIANTO. podem citar-se os cordões.24. por fim. 6813. para defesa aérea. destinados. com ou sem dedos. uniões. em pó ou em flocos (posição 25. chapas filtrantes.. escudos para bombeiros. Também se obtêm comprimindo a quente. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem. terra siliciosa fóssil. discos. tecelagem. cartão e feltro. cordas. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. cortiça. luvas. aventais. podem apresentar-se também revestidos de gordura. CALÇADOS.Papéis. borracha. borracha. fiação. molduras. c) As obras de fibrocimento (posição 68. polidos.20 . entrançamento. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. tiras. as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos. etc. apresentam-se em rolos. filtração.Outras Esta posição compreende. As fibras de amianto.. Os fios podem ser simples ou torcidos.. em geral. como matérias filtrantes e. ANÉIS. folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico.11 OU 68.80 . PASTILHAS). d) Os tecidos ou mantas. confecção ou moldação. OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. O papel.11. fibras de vidro. anéis. EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO. Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição. feltro e papel. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68.De crocidolita 6812. talco.13. corados na massa.13 . sob forte pressão. na fiação empregam-se. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. isolamento.. grafita. de preferência. PARA FREIOS (TRAVÕES*). a embalagens (posição 48. talco. tecidos em peça ou cortados. Tais são. b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto).

distingue-se da porcelana por ser opaco e. por exemplo. 2) As faianças. o zinco ou o chumbo.PORCELANAS Por "porcelanas". 69. O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira. o que o torna integrante do seu suporte. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. artigos sanitários. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura. discos. Podem também encontrar-se reunidas por costura. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. contudo. etc. ao contrário da porcelana. posição 87. a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. o regime da matéria constitutiva. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie.04 . B) O arenito cerâmico. com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. lâminas. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados. o fundo Atualizado em 04/01/2011 . destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). que as distingue das porcelanas. que seguem. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente. É geralmente cinzento ou acastanhado. e. tiras. telhas. carbonato de cálcio. que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão.. O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo. guarnições de cortiça). devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. rolos. Consoante o seu emprego. I. TIJOLEIRAS. As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas). de castanho. que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. donde o seu nome deriva.. quando quebrada. tais como o latão. perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo. dragas e outras máquinas. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada). enquanto que a porcelana à base de ossos.. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. ou nitidamente translúcidos como a porcelana.08. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato).07 e 69. guindastes. Encontram-se recobertas de um esmalte. breu ou borracha comprimida ou. impregnado de plástico. estes produtos são. impermeáveis. às vezes. Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. agrupam-se os produtos cerâmicos. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos. mais geralmente. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro. o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como. parcialmente vidrado. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. e a pasta apresenta-se corada (em geral. em geral. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. Fabricam-se com argilas. com exclusão da porcelana.11 ou na posição 69.).Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. por exemplo) ou celulose. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada. mais ou menos fina. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. tecido ou entrançado. provida de alvéolos. adere à língua. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos.. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. sob o ponto de vista comercial. Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados.Guarnições para freios (tavões*) 6813. revestidos de amianto. quartzo. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros.12. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. em geral.08).OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos. Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos).6813. O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato.81 . têm textura terrosa e opaca. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. plástico e outros produtos apropriados. é permeável aos líquidos. mais pobre em alumina. vermelho ou amarelo). para freios (travões) a disco). duros. feldspato (ou feldspatóides) e. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. 2º) Da louça. polido. b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica. de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão. C) Certos produtos cerâmicos que tendem. finamente peneiradas e diluídas em água. Sem serem opacos como a faiança. se classificam na posição 69. II. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. segmentos. mas sem chegar à semivitrificação. por uma mistura de fibras de amianto. as porcelanas de pasta branda. normalmente.89 . Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente.

b) Os ladrilhos. de forma retangular. branca ou corada. de barro. frisos. cachorros. Pelo contrário. DE CERÂMICA. com nervuras. tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. cuja combustão.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. para ornamentar paredes. da porcelana propriamente dita pela sua fratura.10 . tijolos perfurados. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. desde que não estejam incluídos no Capítulo 85.polidos. esferas. para pavimentação e revestimento das posições 69. tais como cornijas. balaustradas. em forma de meia-cana. serragem (serradura).500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. construção de pilares de pontes.). em construção. estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. telhados. que oculta a cor da pasta. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento. ocos ou escavados. tijolos de forma especial designados tapa-vigas. Compreende: 1) As telhas (para telhados. desenhos em relevo obtidos por moldação. para chaminés industriais. etc. perfurados ou não. por exemplo. de encaixar. que se empregam especialmente para revestir fachadas. furadas ou com ganchos.90 .08 (ver Notas Explicativas correspondentes).TELHAS. em uma ou nas duas faces. Atualizado em 04/01/2011 .90 .01. geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO. as pedras e placas (lajes). areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura). depois de separados. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. fibras de turfa.10 . Também podem apresentar. Também cabem neste Subcapítulo. etc. tais como capelos para chaminés. utilizando na sua fabricação argila ferruginosa.02. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. ELEMENTOS DE CHAMINÉS.Telhas 6905. recobertos de fina camada de matéria terrosa. no decurso da cozedura. 2) Tijolos comuns arqueados. de barro. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão. Esta posição também compreende os tijolos maciços. maciços. os tijolos que não suportam temperaturas de 1. TIJOLEIRAS. tais como pavimentação. por exemplo: grades de ventilação. ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS. carrancas. redes para tetos. e que são cortados antes de serem utilizados. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. remates para chaminés. para estes usos particulares. Estes produtos. chaminés industriais e instalações análogas. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas. porém. para cantos de telhados. mas. em geral. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. frontões. Desde que conservem ainda. mas às vezes também de arenito cerâmico.07 e 69.) ou de telhas especiais. que adere à língua. diversas guarnições de remate. Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada). Distinguem-se.05 . contudo. Deve. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. especialmente para tetos e pavimentos). na maior parte das vezes. como as telhas para empenas. a Nota Explicativa da posição 69. determina a formação de uma rede de espaços vazios. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos. para enquadrar portas e janelas. isto é. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. não devem ser considerados "porcelanas". se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. florões. que se utilizam..09). 69. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. 69. etc. de superfícies planas ou caneladas. paredes. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês. e mesmo que. para certas construções especiais (instalações químicas. telhas para cumeeiras.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo. granulosa e terrosa e não vitrificada. leves e porosos. palha cortada e substâncias análogas. 3) Tijolos comuns. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas. portais. 6904. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira). etc. que se obtêm misturando. etc. capitéis. envernizados ou esmaltados. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. cercaduras. e os tijolos refratários da posição 69. a característica de tijolos de construção. CONDUTORES DE FUMAÇA. etc. remates de paredes. em virtude dos seus usos eletrotécnicos. 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas. como tijolos. são fabricados de arenito cerâmico. fumados. para cobrir os algerozes. 4) Outras peças para construção.04 . paredes. etc. frisos e outros ornamentos de arquitetura. 4) Tijolos de revestimento ou de fachada.Tijolos para construção 6904. os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó. da posição 69. por exemplo).e é o caso particular do tijolos de revestimento . Estes tijolos são. ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos. 6905. DE CERÂMICA.das xícaras (chávenas)). na pasta cerâmica. Todos estes artefatos podem apresentar-se .

etc. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. PARA MOSAICOS. de diâmetro constante ou variável. e não pela sua composição. Na prática. de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação . tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc. octogonal. determinada pela sua forma e dimensão. em especial). em cotovelo. as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907.07 . especialmente concebidos para laboratórios (posição 69. geralmente de porcelana. grosseiramente trabalhados. CUBOS. uniões. cubos. excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . lareiras. 69. ser emoldurados. horticultura e jardinagem. algerozes. chaminés. tais como capelos. Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea.) diferentes das formas das placas (lajes). MESMO COM SUPORTE. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura.se incluem na posição 69. com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. por não terem. cola e outros processos. em geral. tubos de esgoto.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados. Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam. esmaltados. etc. b) Os tubos. com derivações.06). Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes). c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). dos meios-fios. por exemplo). envernizados.90 . Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam. CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES. cotovelos. que são normalmente retangulares. corados. Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. Excluem-se desta posição.. principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura. 69.06 - TUBOS. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. entre outros e mesmo que se utilizem em construção.07). devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes. quer por vitrificação (arenito cerâmico). ao contrário dos tijolos. Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. mesmo que se apresentem areados. incluídos os semitubos (calhas. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção. 3) Os acessórios de tubulagem. só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados. às vezes. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos. elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. por meio de cimento. DE CERÂMICA. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85.09). Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. das telhas.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). com relevos. marmorizados. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes. alamedas de jardins. tal seria o caso.Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica. além disso.). quer por esmaltagem. 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva. impregnados de outras substâncias. são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. etc. a classificação de artefatos nesta posição é. 6907. mesmo fixados em papel ou outro suporte.05). como aquelas. citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos). cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. Entre estes artigos figuram.10 .Todos estes artefatos se incluem nesta posição. etc.46 e 85. estriados. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. cubos ou pequenos retângulos para mosaicos. formas geométricas (hexagonal. 3) As pastilhas. pavimentos. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. DE CERÂMICA. DE CERÂMICA. Diferem. não vidrado nem esmaltado. de que constituem o esqueleto. recobertos com engobos. cantos e artefatos análogos. portanto.Ladrilhos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. especialmente. por serem planos. etc).de barro tornado impermeável. sem que deixem de pertencer à presente posição.. tês. às divisórias já construídas. Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados. são de arenito cerâmico e.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa . plintos. excepcionalmente. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas . sifões.) que se destinem aos mesmos usos. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES.47.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. de porcelana (por exemplo. destinados a ligação ou derivação (mangas. etc. ou também . pastilhas e artigos semelhantes. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação. Estes artefatos podem ser de barro. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. Em suma. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes. canelados. frisos. lingüetas.

apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem. resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69. quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas. com alma de fibra de vidro.11 .Outros O "vidro de segurança". por exemplo.Vidros formados de folhas contracoladas: 7007.2 . A) Vidros de segurança. 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis.). Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados.08.1 . Seguidamente. barcos ou outros veículos 7007.11 ou 69.07 . o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços. que é conhecido como sendo à prova de balas. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69. em particular. Atualizado em 04/01/2011 . na maior parte das vezes. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. 69. barcos ou outros veículos 7007.07. normalmente chamados "vidros folheados".Vidros temperados: 7007. CUBOS. os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves. Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis. "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos". mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. constituído por duas ou mais folhas. MESMO COM SUPORTE. Os vidros isolantes de paredes múltiplas e. Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes.. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica). Em alguns vidros desta natureza. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos. antes da têmpera. VIDRADOS OU ESMALTADOS. tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam..90 . de forma que devem.Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente.15. pastilhas e artigos semelhantes.29 . se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo). ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura. não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32. os formados por duas folhas de vidro reunidas.13. que se faz aderir às chapas de vidro.21 . por exemplo).14). As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908.04. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos. que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química"). mas também aqueles que. aparelhos ou veículos. veículos aéreos.Ladrilhos. resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro. também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. DE CERÂMICA.08 . estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação. incluem-se na posição 70. Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. cubos. Os vidros de segurança deste tipo. seguem o regime destes últimos.10 . É fabricado um tipo especial de vidro. 6908. por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas. c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69.07). São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem. 7007.a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69. PARA MOSAICOS. temperados. VIDRADOS OU ESMALTADOS. veículos aéreos. O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e. etc. podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido. vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. ou até se desintegrar pela ação do choque.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. 70.VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS.. por outro lado. Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados".19 . DE CERÂMICA. Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro. mas sem que se deformem.Outros 7007.. vigias de navios. na acepção da presente posição. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada. Contudo. os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X. destinados a usos especiais. portas de estabelecimentos comerciais.12). óculos de proteção para operários.

16). Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39).06). ela própria recoberta com um verniz. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas.). Pelo contrário. etc.. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água. suportes.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA.14).39 . exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71.Outros 7013. às vezes. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97.) o qual. por vezes. A presente posição abrange não só o vidro prateado. MESMO EMOLDURADOS. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e.10 OU 70. Em seguida. tais como certas bandejas com asas. se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos. de vidro.92 . de colocar sobre os móveis ou para suspender.). Desta forma.13). A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel. 7009. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES.ESPELHOS DE VIDRO. Deve notar-se. São. etc. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica.. madrepérolas. obtém-se uma camada metálica muito aderente. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71. conchas. emoldurados ou não. 7013. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes).. Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir. mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis. emoldurados (de metal.De cristal de chumbo 7013.9 . ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES. quer pérolas naturais ou cultivadas.Objetos de vitrocerâmica 7013. sapatarias.De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin. TOUCADOR. Contudo. etc. espelhos de uso pessoal manuais.21 . tecido.Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado. a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens.9 . platina ou alumínio). entre 0°C e 300°C 7013. exceto de vitrocerâmica: 7013. são classificados nesta posição. alças (pegas*). Esta posição compreende igualmente os espelhos.).29 . espelhos de bolso ou para bolsas de senhora. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados.3 . plásticos. salas.91 . em artefatos incluídos em posições mais específicas. estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70. artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras). todavia.Espelhos retrovisores para veículos 7009. quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais. por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes.Outros: 7009. desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos.18.13..91 . em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos. nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94.Outros 7013. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento.2 .09 . COZINHA. Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão.Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha. compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos.Recipientes para beber. ESCRITÓRIO.13 .. 70.De cristal de chumbo 7013. pedras sintéticas ou reconstituídas.De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 .10 . por exemplo.31 .Outros objetos: 7013. contendo ilustrações sobre uma das faces.) de colocar no chão. c) Os espelhos de vidro. etc. misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido.. pedras preciosas ou semipreciosas. (posição 70. etc. mesmo com estojo protetor. b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos. madeira. por exemplo) (Capítulo 95). 70. Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias. A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre. compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*). d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos.Não emoldurados 7009.. classificam-se na posição 70.. que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados. brinquedos. platinado.32 . por exemplo). os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui. carapaça de tartaruga.10 . assim.. etc. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas. em folhas. entre outros. exceto de vitrocerâmica: 7013.13. por junção de outras matérias.Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica. etc.

mamadeiras (biberões*). convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes). bules para café e cafeteiras. archotes de iluminação.05.12). desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis. Todavia. pedaços ou discos. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70. porta-facas. têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis. f) Os aparelhos de iluminação e suas partes. fixos ou intermitentes. automóveis. de ir ao forno.14. geralmente hemisféricos. estojos para objetos de escrita e tinteiros. sucessivamente. São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador. frutos.16). frascos. que entram na fabricação de faróis de automóveis.02.18. placas ou simples refletores para ciclos. g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. distribuidores de sabão líquido..). petisqueiras.09). oveiros. gradualmente substituídos por outros mais finos. galheteiros. 70.10). saleiros. etc. tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). aquecedores de travessas. lentes. cabuchões e objetos semelhantes. etc. estojos escolares. açucareiros. d) Os artefatos da posição 70.14 . gravados.01 ou 90. tais como vasos. tiras. de metais comuns e na posição 85. da posição 94. etc. folhagem. lapidados. misturadores. e ainda os boiões para conserva (posição 70.ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. bibliocantos (apara-livros*). taças. esses artefatos estão incluídos em outras posições. recipientes graduados para cozinha. Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . tacinhas para alfinetes. etc. toalheiros. O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros.16).. por exemplo) e de formar assim. Estes artefatos consistem em vidros. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. etc. manteigueiras.99 . jarros. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. aquários. permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. etc. copos. mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. tigelas.). esponjeiras. suportes para bolos. etc. diversas operações de desbaste. incluem-se nas posições 90. espremedores de frutas. sinais ópticos. esboço e polimento. sem que tenham sido trabalhados opticamente. Realizam-se assim. que possam servir para ornamentação de interiores. zonas brilhantes que se vêem à distância. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. mesmo emoldurados (posição 70. cinzeiros. caixas para pó-de-arroz. para obtenção de efeitos ópticos adequados.7013. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos. A presente posição compreende. sinais para bicicletas. em particular.). 3) Os objetos para escritório. NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição. copos para batedeiras domésticas. tampas de queijeiras. frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes. garrafas. chapas. Esta posição abrange. por exemplo na posição 83. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro. classificam-se na posição 70. cartazes ou tabuletas. que transformados em obras nitidamente caracterizadas. e) As caixas e semelhantes. e até de certas lupas muito rudimentares. suvenires (artigos de recordação) com paisagens. a priori. flores. ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. travessas (de mesa. em caso contrário. flores e folhagem de contas de vidro. sinais de estrada. estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima. etc. Se esta última condição não for satisfeita. contudo. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. madeira. de borossilicato) ou de vitrocerâmica. foscos. panelas. estatuetas. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. postes de sinalização. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos. saladeiras. pregadores (para toalhas de mão.09. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias. certas balizas. baldes de gelo. descansos de travessas. chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)). reservatórios para moinhos de café. bomboneiras. Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas. fruteiras. canecos e copázios para cerveja. se se tratar de placas indicadoras. bandejas. É evidente. Por outro lado. xícaras (chávenas).. campainhas de mesa. quadros de comando ou de bordo.).09). etc. de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. centros de mesa (excluídos os da posição 70.Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos.17. pratos..15). Pelo contrário. queimadores de incenso e outros perfumes.09). Todos estes artigos podem ser de vidro comum. b) As garrafas. tais como saboneteiras. e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. igualmente. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96. tachos. boiões e vasos. na escuridão. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91. molheiras. da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados. Estes artefatos. de terrinas. classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos. conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). lanternas de bolso. entre outros.10. 2) Os objetos para serviço de toucador. Podem ser incolores ou corados. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). objetos diversos (animais. estes objetos incluem-se na posição 71. peneiras de açúcar.

). etc. constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. Alguns deles. d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94.Molas helicoidais 7320. c) Os elementos de óptica de vidro. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. tais como válvulas. D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias.RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS. possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica. em tesouras de podar.05.Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie. C) As molas espirais planas e as molas planas. não trabalhados opticamente (posição 70. não maleável 7325. acetileno. Outros.Molas de folhas e suas folhas 7320. e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência. graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. torneiras. como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás. introduzir um material isolador. trabalhados opticamente. 7320.25 . utilizadas principalmente em material de transporte.03). que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. 73.02). etc.De ferro fundido. máquinas.20 . Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84. etc. Outros. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão. 2) As molas em voluta. DE FERRO FUNDIDO. Alguns destes recipientes .14. etc. fios ou barras. 73. carvão de madeira. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas.).).04). mesmo corretivas. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas. formadas por fios.18) (ver a Nota Explicativa correspondente). em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. tração e torção. anidrido carbônico. das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. DE FERRO OU AÇO. dimensão ou aplicação.Outras: Atualizado em 04/01/2011 .11 . argônio.por exemplo. Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66. simples ou sobrepostas. Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio. incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas. de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões.OUTRAS OBRAS MOLDADAS. por exemplo. FERRO OU AÇO. utilizadas em dispositivos de corda. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70. constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. entre outras). 73. vagões. manômetros.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr. 7325. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. gás butano. indicadores de níveis. fazer o vácuo.a) Os vidros para lentes. etc. de regulação ou de medida. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro. por vezes embebido em acetona. amianto. em fechaduras.18).10 .15) (ver a Nota Explicativa correspondente). utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões. podendo ambas as calotas. de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. para obtenção de um isolamento térmico eficaz. FERRO OU AÇO. automóveis e outros veículos).20 .MOLAS E FOLHAS DE MOLAS. DE FERRO FUNDIDO. b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73.10 . barras ou chapas de seção retangular ou oval. oxigênio. Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando. reservar espaço para um líquido criogênico. Pelo contrário. máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes.9 . B) As molas helicoidais. Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados. com um aglutinante (por exemplo. os que se destinam a conter acetileno . cimento). As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas). bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90). d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. exceto as molas para relógio da posição 91.90 . etc. hidrogênio. dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis.

78. torçais e formas semelhantes. delgadas. 82. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. grades e chapas de esgotos.91 . etc.. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos.07. às obras da presente posição. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*). b) As estátuas. quer nos Capítulos 82 ou 83. 4) As medidas de capacidade (litros.06 . para armazenamento ou transporte de ácidos. esferas para moinho.03). de estanho.NAVALHAS E APARELHOS.OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas. ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo. o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento. Excluem-se. travessas. boiões. Esta posição engloba todas as obras de estanho. citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita. transformados em elementos de obras determinadas. cântaros. vigas de mina. que seguem o seu regime próprio. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc. dois litros. por exemplo). E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS). por exemplo. b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas.99 .Esferas e artefatos semelhantes. taças.. os contrapesos de uso geral. de barbear 8212. marcos de correio (marcos postais*). Classificam-se nesta posição.06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio. 7) As chapas. 8212. marcos de chamada de socorro e semelhantes. os tubos de chumbo.Lâminas de barbear de segurança. por exemplo. as obras fabricadas com chumbo para construção civil. destinadas a serem laminadas. 80. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos. prensadas. produtos radioativos ou outros produtos químicos. partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos). uniões. Entre as obras incluídas nesta posição.. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. os coletes de escafandristas. de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel.04 a 73. as tinas. aplicam-se.81).). relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos.26). tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras. os tubos e uniões providos de torneiras. reservatórios.11)). Classificam-se. urnas e cruzes de ornamentação (posição 83.06).07. mutatis mutandis. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo.12 . às obras da presente posição. vasos. por exemplo. plástico ou suportes semelhantes). definidos nas Notas 1 a). 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. carrancas e goteiras de telhado. mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. DE BARBEAR. cabeços de amarração. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. mutatis mutandis.Navalhas e aparelhos. 3) Os artefatos domésticos. de estanho. os chumbos para redes de pesca. os pesos para aparelhos de relojoaria. folhas e tiras. extrudadas ou refundidas (posição 78. aplicam-se. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar.81). Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. de chumbo.7325. cabeças de sifão. mesmo moldadas. tais como baixelas. especialmente. cartão. também. cotovelos. quer nos Capítulos 82 ou 83. quer na Nota 1 da Seção XV.08).01) e as varetas revestidas (posição 83. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80. da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos. os chumbos para lastro de iates. dentifrícios ou outros produtos.44). incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 . nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. perfis e fios.20 .Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido. cabos. luvas (mangas)). para moinhos 7325. tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. que seguem o seu regime próprio.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO. tampas para copos e canecas de cerveja. etc. luvas (mangas)). quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura. contrapesos para suspensões. barras. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. folhas e tiras. tais como a sinterização (posição 73. estampadas. o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI). cotovelos. quer na Nota 1 da Seção XV. Esta posição engloba todas as obras de chumbo.08). chafarizes (marcos fontanários*). 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. uniões.10 .07 . Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo. marcos. e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83.04 a 73. em particular. cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos.

DE METAIS COMUNS. PORTAS. Todavia. não se incluem nesta posição os trincos de mola. para fabricação de lâminas de barbear de segurança. DE METAIS COMUNS.01 . PATERAS. com fechadura. estojos. DE SEGREDO OU ELÉTRICOS). CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. contrapentes e cabeças. de plásticos. também incluídos aqui. fechos. Nota Explicativa de Subposições. com cabo. mesmo por acabar. pentes. a forma das lâminas. em que se encontra já traçada de espaço a espaço.Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro. mesmo por acabar. Essas fechaduras podem funcionar. PORTA-CHAPÉUS. etc. Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas. pastas. canos. chapatestas. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE.08). C) Fechos e armações com fecho. DE METAIS COMUNS (+). 83.20 . denominados de segurança. de plástico. DE METAIS COMUNS. Designam-se esboços em tiras. com fechadura 8301. lingüetas. incluídos os fechos de segurança com chave.8212. b) As máquinas de barbear elétricas. caixas. CARROÇARIAS. pianos. 2) Os aparelhos mecânicos para barbear.24).60 . as tiras de aço de comprimento indeterminado.10). DE METAIS COMUNS. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança. taramelas e tranquetas (posição 83. e os cabos de metais comuns. DE METAIS COMUNS. móveis. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. guarda-segredos. cofres. que não operem por meio de chave ou de segredo.10 . Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão.50 .Fechos e armações com fecho. MALAS.30 . B) As fechaduras de qualquer tipo. por exemplo. apresentados com as respectivas lâminas. para bolsas de mão.Outras fechaduras. vagões ferroviários. e ainda as tiras. pastas. ferrolhos 8301.40 . FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. para portas de imóveis.Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. para elevadores. de múltiplas chanfraduras. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. perfuradas.GUARNIÇÕES. escudetes. Subposição 8301.CADEADOS. malas. CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES. sacos.Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum. bem como os ferrolhos. DE METAIS COMUNS. artigos de couro (bolsas. portões. que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio.02). etc. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura.).70 . 8301. cilindros. bem como os ferrolhos de segurança. pela introdução de um cartão magnético.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85. apresentados sem suas lâminas (posição 39. para veículos (automóveis. JANELAS. PARA MÓVEIS.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 . bicicletas. maletas ou outros artigos de couro (posição 83. bem como as respectivas lâminas.02 . malas. pentes. ARTIGOS DE SELEIRO. 83. COM FECHADURA. as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais. transvias.10 . para portas articuladas.). mesmo em esboço. 8302. facas. barriletes). RODÍZIOS COM ARMAÇÃO.Partes 8301. ESCADAS. acabadas ou não. cofres-fortes. PERSIANAS. compreendendo as lâminas. que se separam com uma ligeira pressão. mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório. por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). etc. FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS. temperadas ou não.Cadeados 8301. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis. carteiras. de bomba. etc. 2) As chaves para esses mesmos artigos. ou para elevadores). bem como as cabeças. portinholas de caixa de correspondência. Também se consideram com tais. contra-pentes.90 . COFRES.Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301. bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados..

2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. por exemplo) os porta-bagagens internos. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis. barbelas. para portas de imóveis. caminhões. os varões de fechos para cestos de viagem. esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam.Para construções 8302. as corrediças de tampas. caixas de segurança. etc. E) As guarnições. trilhos (calhas*). Contudo.Outras guarnições.Rodízios 8302. arções. por exemplo. dispositivos de fixação. argolas (lisas. caixas de mola. de esferas e as molas com ressalto. de utilização muito geral. carroçarias. que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII. borlas para cordões. os ganchos. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. em particular. de garagens. Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. pinças. Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. rosáceas. Atualizado em 04/01/2011 . as cremonas. incluídos os gonzos e as charneiras. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo. estribos. fechos. pendentes puxadores e botões para portas. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas. contraventos. Para serem classificados aqui. sem chave. próprios para cortinas ou tapetes. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. argolas. por exemplo) para proteção lateral de veículos. janelas. as pegas. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato".01). os fechos de lingüeta. de rodízio. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais. os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. porta-chapéus. sem chave.49 . as carrancas (travas de janelas). portas. os fechos. ferragens e artigos semelhantes: 8302. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. cofres ou outros artefatos semelhantes e.17). a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal. embraces. para veículos automóveis 8302. suportes.Outras guarnições. baús. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. que consistam em perfis. os ganchos de encaixe que não constituam fechos. as ferragens para montar armários e camas. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*). os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras).4 . etc.20 .Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns..Outros 8302. mesmo perfurados. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas.8302. 2) As fechaduras de molas. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). em móveis. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). B) Os rodízios. os batentes. 5) As maçanetas ou punhos. as entradas de chaves. ônibus.50 . Os varões. as maçanetas ou punhos. os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas). varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos. cantoneiras. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. por exemplo). os ferrolhos. tubos e barras. 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). tais como cambas. podem citar-se: os frisos ornamentais. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios. Entre esses artefatos.. por exemplo. janelas.41 . tais como varões. tais como bordas de proteção para degraus. os cinzeiros especiais. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas.60 . hangares (por exemplo.01). as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. os suportes de prateleiras. por exemplo). cofres.Outros. as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas. tubos. os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. tais como os caixilhos de janelas. os dispositivos de fecho (de alavanca. as maçanetas ou punhos. as argolas. malas. para móveis 8302. as guarnições de escadas. trincos.42 . trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. fechos. 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores. a seguir. corrediças. por exemplo).Pateras. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos). os dispositivos para elevar os vidros. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos). cabides e artigos semelhantes 8302. os cantos das gelosias. Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático. ferragens e artigos semelhantes. de esferas e as molas com ressalto para portas.. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias. seguem o regime do metal constitutivo. alças e barras de apoio para passageiros. C) As guarnições. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil. os fechos de lingüeta. os cabides. os ferrolhos. por exemplo. 3) As fechaduras de mola. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos. os fechos e correntes de portas ou de janelas. rodízios e semelhantes). D) As guarnições. fechos e travas de contraventos. excluem-se desta posição (Capítulo 87. terminais.30 . os apoios para os pés. pendentes. 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro. as entradas de caixas de correspondência.

por exemplo).. estampados. Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo.Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares. incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. portas. jardins. ruas. 83. displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias. logradouros. 4) As placas-endereços para imóveis. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho. por exemplo). esmaltados. DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+).05. mas não superior a 1. Os cabides e semelhantes com características de móveis.08. ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73. sepulturas. EXCETO OS DA POSIÇÃO 94. as placas para sinalização rodoviária.4) As guarnições. imóveis (mesmo que comportem apenas números).000cm3 8407. escovas. etc.De cilindrada superior a 1. vestiários.33 . "caça proibida". de cremalheiras. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos. de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95). 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. lojas.16. incluídas as etiquetas móveis (para chaves.73). os painéis de sinalização rodoviária. Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras. DE METAIS COMUNS. 3) As placas de publicidade para mercadorias. por exemplo. apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias. coleiras de animais. os jogos de números e de letras para compor etiquetas.31 . e os consolos. e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições.Motores para propulsão de embarcações 8407. ALTERNATIVO OU ROTATIVO.25.De cilindrada superior a 250cm3. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84. etc.. placas para máquinas. as fichas e etiquetas de vestiários). por exemplo). de publicidade. porta-chapéus (fixos. letras. Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas. Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina.De cilindrada superior a 50cm3..26. LETRAS E SINAIS DIVERSOS.. medidores.. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações.21 . impressos em baixo ou alto relevo..MOTORES DE PISTÃO. 76. discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86. NÚMEROS. por exemplo. etc.07.Outros 8407.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84.29 ..Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407.10 . que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente. em uma placa sinalizadora.07 . 79. etc. fábricas. em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante. curvilíneos do tipo Wankel). números nem desenhos. H) Os fechos automáticos para portas. de dobradiças. para indicar as partidas e chegadas). G) As pateras. praças.2 . Com exceção dos anúncios. excluem-se da presente posição. Atualizado em 04/01/2011 . da posição 94.10 .000cm3 8407. Entretanto. para toalhas. 73. as placas. incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor.De cilindrada não superior a 50cm3 8407. Todavia.90 .05.PLACAS INDICADORAS. por exemplo. as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo. por exemplo). chaves.De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407.. moldados. Esta posição compreende também os números. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente. etiquetas. gravados.32 . envernizados. por exemplo os que possuam uma prateleira. perfurados. veículos. em uma placa de anúncio. 2) As placas sinalizadoras para albergues. panos de prato (panos de cozinha). PLACAS SINALIZADORAS. para portas de imóveis etc. mas não superior a 250cm3 8407. números ou desenhos.3 . por exemplo). fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões. incluem-se no Capítulo 94. "bombeiros". caixas de correspondência. esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. ou relativas a serviços públicos ("polícia".34 . PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES.Motores para aviação 8407. formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora. c) As placas. 8407. a proibições ("proibido fumar". por exemplo). 84. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas.

31. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador. etc. O combustível mais utilizado é a gasolina. de óleo. hidrogênio.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408. Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. bombas de gasolina. 8407. não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). gás de iluminação.90 . próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). ventiladores. Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações.20 . Podem ainda comportar redutores. pelo motor. 84.MOTORES DE PISTÃO. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. mais freqüentemente. formados de um motor desta posição. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores. etc. dispostos radialmente em camada simples ou dupla. multiplicado pelo número de cilindros. desde que.34 Nos motores de cilindros. etc. elétricos ou outros.Motores para propulsão de embarcações 8408. dispositivos de ignição. Estes motores. de cetano. dos combustíveis (Capítulo 90).08 . de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção. podem ser instalados e retirados muito facilmente. e orientados. especialmente concebidos para determinar o índice de octana. condensador. porém. isto é. em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. pistão. Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). quer a utilização de uma vela de resistência elétrica. Estes propulsores. contudo. volante. e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos. que funciona com menor taxa de compressão. pistão. platinados. volante. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84. acionamento de geradores elétricos. etc. todavia. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel. girando o conjunto na base de fixação. 8408. propulsão de aviões. são amovíveis. independentes. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela. álcool.05. inflamado no próprio interior do cilindro. metano.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. Neste último caso. ou ainda. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. nos motores para aviação. próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. Além dos motores denominados diesel. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). biela. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos. sendo neste último caso incluídos na posição 84. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor. etc.Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão. de ignição por centelha (faísca). etc. dispositivos de admissão ou de escape. Nos tipos mais correntes. O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. bobina ou magneto. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. 8407. no interior da embarcação. radiadores de água ou de óleo. reservatórios de combustíveis ou óleo. alimentados separadamente. distribuidor. Subposições 8407. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. constituindo o conjunto uma unidade indissociável. Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado.. Todavia. etc. a saber: incorporação a máquinas agrícolas. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL).. dispositivos de admissão e de escape. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95). percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto. Notas Explicativas de Subposições. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). filtros de ar ou de óleo. Atualizado em 04/01/2011 . biela. Esta posição não compreende os motores de pistão. à parede do painel traseiro.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. automóveis. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos.. o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba. bombas ou compressores. mas cujo arranque exige. Contudo. de compressão variável. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. diferem daqueles.10 . Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações.09. mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). às vezes incorporados ao motor.33 e 8407. para uso agrícola ou em canteiros de obras. Subposição 8407. motocicletas ou tratores. de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada. etc.32.

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

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A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

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1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

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8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

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Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

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Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

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b) As bombas de emulsão (posição 84.15).Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415. bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição.) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos.81 .. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. permutadores de calor. estes aparelhos comportam. Atualizado em 04/01/2011 .79). mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas. d) As máquinas para limpeza.13). com dispositivos de refrigeração 8415. filtros. de parede. classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor.. etc. arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84.22). vapores.. por exemplo. navios. etc. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo. aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85. hélices e outros elementos giratórios. COM VENTILADOR INCORPORADO. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84.11).Outros. pás e aletas.Sem dispositivo de refrigeração 8415.20 . Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84. rodas de aletas. etc. dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador.. navios. As bombas de ar ou de vácuo. pistões. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas. Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa. etc. apartamentos. tecidos. cantinas. máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84. secagem de diversas matérias (couros. etc. etc. tintas. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas. Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios. tais como corpos de bombas ou de compressores. se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições. exigido para algumas indústrias: têxteis.21). elementos aquecedores ou refrigeradores. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+).90 . seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84. concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas. papéis. e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto. em recinto fechado. etc.16). veículos motorizados. etc. formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415.8 . hospitais.82 . produtos alimentícios. gases quentes. por insuflação ou aspiração (tiragem forçada). geradores de pistões livres e ventiladores. bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar. lugares públicos. desumidificador ou os dois juntos) do ar.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. papéis. válvulas. etc.15 .Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices.MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE..Outros: 8415. MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado.. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração.37).28).).83 . uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade. às vezes. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73. Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. C.10 .). fumaças. rodas com aletas. que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes. 8415.COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM.. compressores.). ventilação de ambientes. aparelhos eliminadores de poeira (posição 84. aspiração de poeiras. fumo (tabaco). silos.19) ou para refrescar ambientes (posição 84. mecanismos oscilantes ou basculantes. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor. Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar. 84.

cada cômodo de uma casa). São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. por exemplo). bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84. a umidade do ar). por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria. as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter. No ciclo de aquecimento. 84. As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. apresentados separadamente. Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar. por condensação. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. como máquinas e aparelhos para produção de frio. quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo. o ar ambiente do local onde funcionam ou. etc. geralmente. apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84.). Do ponto de vista estrutural. como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. uma mistura de ar fresco e ar ambiente. palha de cobre. etc. etc. em um espaço fechado (caminhão. por exemplo. c) Os aparelhos que. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. constituídos por um compressor.79. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. Algumas máquinas contêm. formando um corpo único.18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84. Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados). São. no mínimo. 84. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação. reboque ou contêiner (contentor*)). por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa. formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se. um condensador e um motor. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar.14. se são providos de uma entrada de ar externo.79. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado. No ciclo de refrigeração. todavia. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo.21. Entre eles. de vapor ou de ar quente. excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter. Estes aparelhos classificam-se na posição 84. nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar. 85. Subposição 8415.18). por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. Todavia. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado.22.). por condensação. que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. pelo contrário. reboque ou contêiner (contentor*).).20 Atualizado em 04/01/2011 . Subposição 8415. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam. Em alguns casos. ou de resistências elétricas. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente. quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar.) e um umidificador de ar (que consiste.Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento. e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente. São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação.19. lã de vidro.16. palha de ferro. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. 84. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. quando a temperatura exterior for muito baixa. a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias. Pertencem a esta posição. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. por exemplo). PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado.18. mesmo contendo um ventilador a motor. etc. o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. chapas de metal distendido. sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. Nota Explicativa de Subposições.18. a umidade do ar. por conseguinte. dentro de um limite determinado.10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. 84.

pelo efeito da força centrífuga. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura. incluídas as dos secadores centrífugos 8421. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis. Em alguns tipos. para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas.Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421.Para filtrar ou depurar água 8421. os constituintes são recolhidos. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora. Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante.19 .). 13) Os centrifugadores para extração de mel.Outros 8421.21 .Outros 8421. incluídos os secadores centrífugos: 8421. aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis. geralmente)). e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química. contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação.Desnatadeiras 8421. peneiras de tintas. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES. licores.31 . perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios. 84. em diversos níveis do coletor.Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421.2 .Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421. 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos. de peneiras (ou coadores) de leite.3 .. para o tratamento do leite. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS. as matérias sólidas são retidas no elemento giratório.Partes: 8421.Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421.91 . de vasilhas múltiplas sobrepostas. também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos. para branqueamento. por exemplo. vasilha. cesto. tambores. 8421.Para filtrar ou depurar bebidas.. em seguida. vasilhas. por exemplo (Capítulo 73. vinhos..CENTRIFUGADORES. Atualizado em 04/01/2011 .. 2) As turbinas para refinação de açúcar. cestos.. féculas.99 . nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para. 8) Os separadores centrífugos de leveduras. centrífugos.23 .Secadores de roupa 8421..1 .Outras A presente posição abrange: I. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo.. As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias. serem decantados. etc. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).. I. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório. Entre as máquinas e aparelhos desta espécie.12 . coletores. As máquinas e aparelhos giratórios que. tambor.29 . etc. etc. sebos. exceto água 8421. podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias. habitualmente cilíndrico. geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro. nas lavanderias ou tinturarias..22 . Nos aparelhos de tambor ou de cesto.Outros 8421. II. 3) As desnatadeiras e os clarificadores.De centrifugadores. tais como tabuleiros.39 .21 .11 .. 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos. de acordo com sua densidade. CENTRIFUGADORES. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo. 4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo. 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos.Centrifugadores..9 . para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem.

54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84.01). a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). sem características específicas. etc. filtros-prensas). algumas destas matérias. a fortiori. sob forte pressão. kieselguhr. a porcelana e o carvão vegetal. f) Os trituradores centrífugos de bolas.APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo. por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). pasta de papel. tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita. pós metálicos sinterizados. que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos. Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". de ação física.14). inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). Entre os aparelhos desta categoria.37). providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. recipientes. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. que se fixa. etc. entretanto. tais como tecidos. 5) Os filtros-prensas. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. fortemente apertadas umas contra as outras. arenito. 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais. ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. os depuradores de água de cal. de amianto. nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados. ao contrário. de gás. por exemplo.Excluem-se. em forma de tortas. A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. etc. e através das quais o líquido a filtrar é forçado. eletrostáticos. compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. 7) Os filtros de cápsulas. carvão vegetal.. de ação física ou mecânica. 6) Os filtros a vácuo rotativos. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. na indústria açucareira. por sua própria concepção. que se transformam em lamas não incrustantes. 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. etc. de ação química. c) As bombas centrífugas de ar. Mergulhadas no líquido a filtrar. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água). peles. mas não engloba os simples funis. (posição 84. donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84. mantido sob pressão inferior à ambiente.74). 9) Os depuradores eletromagnéticos de água. etc. constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. No tratamento de águas potáveis. etc. que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. de martelos pendulares. Conforme o rendimento que se quer obter. Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células. consiste em dispositivos puramente estáticos.74).).13). executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. pequenos aparelhos de pressão. areia. e ainda material industrial pesado. ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. celulose. como. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. carvão vegetal. B) Filtração e depuração de gases. Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. enquanto que as matérias sólidas se acumulam. cubas. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste. além dos tubos de entrada e de saída de água. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico. entre as molduras e as placas. Atualizado em 04/01/2011 . magnéticos. gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. feltros. denominados centrifugadores de gases. consoante o caso). minerais concentrados. Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão.86). quer.. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. eletromagnéticos. a separação de partículas sólidas. os recipientes. De acordo com o tipo. por exemplo. desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga.). de fácil remoção. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. etc. da cerveja. amianto. negro animal. que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. porcelana. retirar o alcatrão dos gases. etc. etc. em uma torneira. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. por exemplo. 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. d) As peneiras centrífugas (posição 84. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. (posição 84. De modo geral. do vinho. denominados "anticalcáreos". geralmente. telas metálicas. 8) Os depuradores de água. II. a) Os centrifugadores especiais. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. Pelo contrário. bem como os filtros de água de uso doméstico.). Obtém-se. dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. químicos. do óleo.

as outras superfícies filtrantes (cerâmicas. constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica. etc. no interior deste. etc. pela ação de um dispositivo apropriado.35). 8424. (posição 84. Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica.APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR.) e. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos. podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica.Extintores. DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS. por outro lado.8 . são submetidos. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90.Partes Atualizado em 04/01/2011 . os filtros propriamente ditos que. com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. de modo geral.10 .30 ..24 . Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84. incluídos os que funcionam por eletrodiálise. os filtros-depuradores e os depuradores que. molduras e placas de filtros-prensas. por precipitação. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES. que se subdividem em duas classes: por um lado. a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador. Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia. que combinam.Outros 8424. ou as fazem aderir a superfícies oleosas. c) As prensas para produção de vinho. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas.) e equipadas.01). de filtros de gases.81 . MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. fibras de vidro.Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos. de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade. decresce bastante rapidamente. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+). esponjas metálicas. às vezes. têxteis. 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases. depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo. de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424. 3) Os filtros de grãos ou scrubbers. atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros. que se movimenta em torno de dois rolos. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão. de sidra.89 . feltros. anéis de Raschig. levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone. Todavia. a uma intensa turbulência que. tecidos.15 e os desumidificadores de ar da posição 84. Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água. especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação. etc. tais como os de placas dispostas em ziguezague. como os filtros de líquidos do mesmo tipo.Conforme o seu princípio de funcionamento.20 . em uma câmara de depósito.90 . aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes. b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84. os dois sistemas.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). de ação física ou eletrostática. incluem-se na posição 48. com um dispositivo de pulverização de água. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. MESMO CARREGADOS. de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis). etc. de onde caem periodicamente. de ar ou de outros gases.Para agricultura ou horticultura 8424. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara. tambores de filtros de líquidos ou gases. percorrendo o cone do vértice para a base. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell). por meio de diversos dispositivos. Incluem-se também.Máquinas e aparelhos de jato de areia. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases. podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas.79. EXTINTORES.18) 84. constituídos por uma tela filtrante sem fim. de pasta de papel. no presente grupo. 3º) Os filtros de cortina. etc. na parte superior.. etc. mesmo carregados 8424.12 e que. deve observar-se que as placas filtrantes. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador. 2) Os filtros eletrostáticos.Outros aparelhos: 8424.). Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. suportes. 2º) Os filtros de manga. muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. 4º) Os ciclofiltros. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. os gases.

utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas. materiais compostos.18). conforme o caso). Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. alavanca.. b) Os bicos para mangueiras (posição 84. fixos ou móveis (torniquetes. às necessidades da sua função. utilizados para regar gramados (relvados).SERINGAS. etc. utilizados especialmente para limpar peças metálicas. botão. e um dispositivo para regular. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96. etc. às vezes. etc.. na acepção da posição 87. tinturas de cal ou cimento. por outro lado. bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão.). especialmente equipados. pedras. etc. etc. nos quais o motor. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão.. cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir.). e os rebocáveis.13). por um lado. bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios. etc.). ou em nuvem (spray). c) Os instrumentos de uso médico (posição 90. ainda que contenham um reservatório e. pomares. utilizados nas máquinas de impressão. excluem-se. mangueiras de jardim. entretanto. que executa o bombeamento e a dispersão. granalhas. quando apresentados isoladamente.MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. óleos. MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos. etc. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. vernizes. etc.000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. sob pressões incluídas entre 3. os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas". Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas. Atualizado em 04/01/2011 . pós. válvulas. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. para limpar fachadas de construções. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. válvulas reguladoras de retenção.EXTINTORES. O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção). Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras.81 ou Seção XV. às vezes. b) As bombas de combate a incêndios. manômetros. porém.05 ou 84. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente. pós metálicos.. reguladores de pressão. em particular. sprinklers. injetores de adubos.05. etc. e os foles. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores). compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. percutores. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido. ou. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. para fins agrícolas ou para uso doméstico. Incluem-se neste grupo.. mesmo providas de reservatórios (posições 87. Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. freqüentemente de construção pesada. por erosão de terrenos. vidro. compressores. e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. Esta posição. os verdadeiros veículos automóveis.. carregados ou não.08). 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras. etc.79). permite também o deslocamento do aparelho. foscar ou gravar vidro. incorporam. ou mesmo gota a gota.). terras diamantíferas. que comanda o jato.SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. granalhas metálicas. plásticos. entretanto. que veda o orifício de ejeção (posição 38. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. do tipo automóveis ou não. borracha. dispersar ou pulverizar vapor. limitado este. utilizados para a extração. D. os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal). de motor elétrico incorporado. a aplicar ou projetar inseticidas. pedra. etc. tontisses. A. B.. líquidos ou produtos sólidos (granulados. vernizes.. ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água. na forma de jato. C. dispersão. obtido seja através do jato de um maçarico. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar. estátuas. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo. de jato. de areias auríferas. comportam um disparador manual (com gatilho. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato). não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo. 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar).PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. etc. E. metal)..000 e 4. dispositivos para purgar. Também se classificam aqui.13. etc. Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato. etc. São utilizados para aplicar tintas. aspersores.16). fungicidas. campos. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se. O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais.

3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar. aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84. cabeças de irrigação.18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90. de jato de vapor.Outros 8425.).). c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84. Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84. bem como aos aparelhos com funções múltiplas.Outros macacos.25 . Incluem-se nesta posição: I.19). 2) Os aparelhos para pintura eletrostática. etc. GUINCHOS E CABRESTANTES.19 . CADERNAIS E MOITÕES As talhas. compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e.A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir. k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto. Nota Explicativa de Subposições.79).15.41 .81). g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84.01.26.43).TALHAS. para garagens 8425. de outra parte.11 . f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84.. relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis.67). (posição 84. hidráulicos 8425. dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó. evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar. e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84.20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84.Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação. concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. observando-se que se aplicam. ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura.Talhas. de água. etc.86).De motor elétrico 8425.04). caixas. b) Os eliminadores de fuligem. para tubos de caldeiras (posição 84.4 . e às máquinas e aparelhos de elevação.TALHAS. cadernais e moitões: 8425.31 .Outros 8425. bicos aspersores. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana.49 .42 . o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87. de areia.. Entretanto. revelação... etc. h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84.. etc. rodas denteadas e parafusos sem fim. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84..Elevadores fixos de veículos.22).3 . a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico.76). mutatis mutandis. jogos de engrenagens. cadernais e moitões são mecanismos de elevação. carga.Macacos: 8425. mais ou menos complexos. ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII. 8425. que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes. se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator.. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84. entre outros: Atualizado em 04/01/2011 . 84.39 . diversos objetos (tambores. cabrestantes: 8425. tais como os reservatórios. descarga ou movimentação.16)..De motor elétrico 8425.24.79).Outros guinchos. Este grupo compreende. por projeção de parafina ou cera fundida. MACACOS. Subposição 8424. d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).1 . também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição. CADERNAIS E MOITÕES. l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90.

4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas. mas nos quais a corrente é substituída por um tambor. vagões.. 3) As máquinas de extração.83. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. 84. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos.31 .Das máquinas e aparelhos da posição 84. nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes). que se desloca num trilho (carril) aéreo. incorporados ou não no aparelho. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. etc. 3) Os elevadores fixos de veículos.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões.30. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes. do mesmo modo que as polias simples.25 ou 73. etc. para deslocar estruturas metálicas. cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor. caixas. manobrar lemes. Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84.. para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas. etc. para garagens. mas que funciona segundo o princípio dos macacos. III.De máquinas ou aparelhos da posição 84. elevar âncoras. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos. cabos de dragagem. hidráulicos ou hidropneumáticos. de talhas.). etc. redes de pesca.25 A 84. Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação. cadernais e moitões de tambor. acionado manualmente ou por meio de um motor. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos. que se assemelham a guinchos. Entre os macacos de uso especial. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma. que envolve o mecanismo.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado. equipados. cadernais e moitões. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor.08. 2) As talhas. etc..1) As talhas. podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão. Entre estes aparelhos. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73. recolher amarras. articulada. 8431. guindastes. construções.27 Atualizado em 04/01/2011 . constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. comportas de açudes.12. As simples polias para cadernais. vagões-oficinas. às vezes de ação horizontal.10 .PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. uma corrente de cilindros. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).20 . Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei). etc. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado. Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical. substitui a cremalheira rígida. 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. cadernais e moitões de modelos mais simples. para movimentar paus-de-carga. podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis.31. cadernais e moitões. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris).26. constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho. plataformas de artilharia. incluem-se na posição 84. 7) Os macacos para levantar locomotivas. neste aparelho. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido. caminhões. II.25 8431. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas.

máquinas de tração operadas a cabo. as cabinas. ganchos e tenazes 8431.41 . desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos.Outras 8431.05. os degraus de escadas rolantes.11). as lanças de guindastes.28: 8431. tais como as molas de suspensão (posição 73. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos. ganchos e semelhantes. e) Os espeques. uniões porta-ferramentas (tool-joints).Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). etc. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores. argila. para carvão. etc..8431.Das máquinas e aparelhos da posição 84.31 .25 a 84.30. b) As lingas (Seções XI ou XV). as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha.15). de couro (posição 42. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*). trépanos. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos.86).41 ou 8430. ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85. tubos de perfuração.49 .43 .08).). as garras com bordas cortantes. ganchos. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431. Por outro lado. as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel.. providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios. as caçambas (baldes*).) aos quais são destinados. anéis. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias.25 a 84.Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430.25 ou 73. no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos.26. com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria. Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura.49 8431. rochas. mesmo de mandíbulas.12 ou 73. de ferro fundido. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84. carga e descarga de "esferas" (boules).3 . pinças. mosquetões. incluem-se na Seção XV (em geral.29 ou 84.. Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho.10).08. barras de comando (kellies). etc. teleféricos. etc.83).Das máquinas e aparelhos das posições 84. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. de lagartas ou de rodas. anéis limitadores de profundidade (stop-collars). (posição 83. 84.07 ou 84.08). as correntes de raspadores para transportadores.07). Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. escavadoras.10). tubos-sondas. f) Os ganchos de elevação (posições 73. as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias.01). monta-cargas. d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73.39 . os motores (posições 84. ajustáveis ou telescópicas (posição 73. 6) Os chassis não autopropulsores. c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação.4 . draglines.28). se apresentados isoladamente.30: 8431. subs. ij) As polias.) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85.Caçambas (baldes*). h) As fechaduras especiais para elevadores.26). para gaiolas ou cabinas de elevadores. etc. skips. 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes. estacas. g) As brocas.04 a 73. os martelos para bate-estacas. coroas. guindastes (gruas) sobre cabos. balancins de equipamentos de perfuração por percussão. Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39).. 3) As barras de corte.Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431. ferragens.30. as tenazes e ganchos articulados. gaiolas e plataformas para elevadores. rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos. pás. bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars). escoras e pontaletes.05) ou de matérias têxteis (posição 59.. c) As barras ocas para perfuração (posição 72. mangas de comando (kelly drive bushings). os carros e troles de monotrilhos (monocarris). cavaletes de rolos.42 . os suportes.20). pentes para uniões de tubos (split bushing slips). seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam.De elevadores. etc. tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos). movimentação. guias de hastes de perfuração (drill pipe guides). a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84. mangas de brocas (drill collars). Atualizado em 04/01/2011 . caixas e vagonetes para transportadores aéreos. de borracha vulcanizada (posição 40.06). correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão. cascalho. posições 73. os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos. uniões de tubos (spider bowls). as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores. Permanecem igualmente nesta seção. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. polias para cadernais e engrenagens (posição 84. trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82.. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas". etc. as lâminas de niveladoras ou de raspadoras. mesmo de comprimentos determinados. cabeças de injeção.

19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas. arrancamento. ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). etc. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS. especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. de tambor.51 . aos materiais da presente posição.33 .. 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras. etc. que são desatados.). por exemplo. permitem executar mecanicamente: A. enfeixamento.1 . 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho..).Máquinas para limpar ou selecionar ovos. A. aparelhos e instrumentos que. mutatis mutandis.40 . constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84.Cortadores de grama (relva*): 8433. 5) As gadanheiras de feno. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar. que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). milho.Outros 8433. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores.5 . INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM.).Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433. cenoura.19 . 20) As debulhadoras de cereais.Motorizados.Enfardadeiras de palha ou de forragem. grades. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). o feno ou a palha deixados no campo. etc. manuais ou motorizados. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas. cortar..11 .).Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433. ancinhos. 10) Os reboques autocarregadores. bem como as enfardadeiras de palha ou forragem. As disposições da Nota Explicativa da posição 84. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno..84. fresas giratórias. 16) As máquinas de levantar. B. 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433. Atualizado em 04/01/2011 . constituídas geralmente por uma estrutura com rodas. 11) As máquinas para a colheita de algodão.. CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva). 6) Os ancinhos-ajuntadores. tais como as barras de corte. ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas.os alimentadores automáticos. podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras. feixes ou fardos..Outros 8433.37. 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais. 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada. frutas ou outros produtos agrícolas.53 .90 . picar e carregar forragem. 14) As máquinas para colher feijão verde. tomate. etc.59 . por divisão prévia dos feixes. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84. A limpeza ou seleção de ovos.MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS. garfos. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433. apanha.30 . frutas ou outros produtos agrícolas 8433. quando giram. debulha. em substituição das ferramentas manuais. incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. Entre estes. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes.37.Partes A presente posição abrange as máquinas. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. Também se classificam aqui .mesmo que sejam apresentados isoladamente . 15) As arrancadoras de batata (de relhas.Ceifeiras.20 . em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433.Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433. a debulha e a limpeza do grão. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal.. os ancinhos-espalhadores e viradores de feno. 8433. CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS.52 .Outras máquinas e aparelhos para colheita. para corte de forragens. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. etc. ceifeiras.MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA.60 . bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que. máquinas e aparelhos para debulha: 8433. que apanham e colocam em molhos. 17) As máquinas para ceifar. MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS. picar e transportar ervas. 12) As arrancadoras de linho.Ceifeiras-debulhadoras 8433.32 aplicam-se.

As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se. que. aeroensilhadoras.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo. diversos produtos agrícolas: ovos. garras. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84. divisores. às vezes. enfardadeirasapanhadeiras.Válvulas redutoras de pressão 8481. gases. Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. agitadores. Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas. quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras. abre ou fecha um orifício. ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras.). etc. Também. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. descarregadores de garras para forragem. estas máquinas. pepininhos (cornichons). debulhadoras. monta-feixes. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras. empilhadores.40 . destinam-se a limpar ou selecionar. classificam-se na posição 84. meios-fios ou de sob os arbustos. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. todavia.26 ou 84. selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. etc. tabuleiros de corte. Excluem-se.37. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação. VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES. separadores..20 . tais como o reboque. B. desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados). permitem o escoamento de fluidos (líquidos. por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados.36). que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. tambores e forquilhas de gaveleiras. tambores para enfeixar. elevadores de palha. tais como os transportadores de tiras. 84.10 . Quando apresentados separadamente.81 .MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS. classificam-se na posição 84.30 .28. montados em canalizações ou recipientes. padejadoras pneumáticas para grãos. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos. d) Os limpadores. aparelhos e instrumentos da presente posição. pelo contrário. contra-agitadores. conforme a sua posição. pelo contrário. membranas. 8481. esmagadores. etc. esferas retentoras. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. porém mais raramente. Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras. equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo.21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias. se apresentados com esta última. tais como: Barras de cortes. PARA CANALIZAÇÕES. elevadores de baldes para grãos.90 .Partes As torneiras. na posição 84. selecionadoras. CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. etc. c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas. selecionadoras-observadoras eletrônicas. elevadores de palha ou de sacos. moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras.). cenouras. a sua retenção. Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição. para retirar as ervas ao longo dos muros.45). denominados cortadores autotransportados. correntes de caçambas (baldes*). aparelhos de observar ovos (posição 84. peso. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84.. aspargos. RESERVATÓRIOS. ancinhos.08). vapores.67.TORNEIRAS. também se classificam aqui as partes das máquinas. cebolas. conforme o seu volume. fresas e outros aparelhos arrancadores. etc.. b) Os monta-feixes. batatas. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos. por exemplo. relhas. corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. CALDEIRAS. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva). Atualizado em 04/01/2011 . válvula ou charneira. frutas. matérias viscosas) ou. agulhas corrediças. incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação. por exemplo).Válvulas de segurança ou de alívio 8481.Válvulas de retenção 8481.Outros dispositivos 8481. forquilhas. que seguem o regime da máquina. sacudidores.80 . mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. ou ainda regulam o volume ou pressão.28). isto é.37).78).

24. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. 7) As torneiras de escoamento para radiadores. classificam-se também na presente posição. etc.08.34). 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico.). As cabeças e rampas. 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84. elemento termossensível (válvulas termostáticas). para garrafas de água gaseificada. para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas. de cerâmica ou de vidro. fole. Além disso. quaisquer que sejam as máquinas.26 ou 90. de controle ou de regulação das posições 90. hidrocarbonetos ou outros fluidos. reguladoras de pressão. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. que podem ser de qualquer tipo (redutoras. embora assegurem uma função semelhante. não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos.). etc. geralmente. estes órgãos classificam-se aqui. condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. A presente posição compreende as torneiras. para incêndio. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. contrapeso.26.). As membranas de rebentamento (discos delgados.15. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. mecânicas. 3) As charneiras e válvulas de retenção. para tubos indicadores de nível. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento. Atualizado em 04/01/2011 . um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. Caso contrário. Estas válvulas. 73. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines). etc. do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados.26. por exemplo. pequenas bacias para beber e fechos de segurança.09). etc. por um elemento manométrico (membrana.).. 4) As válvulas de alívio ou de segurança.). válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato. 11) As bocas e tomadas de água. providas de um dispositivo regulador do jato. com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva). aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam. 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. acionados quer manualmente. respectivas torneiras. etc. etc. tais como os tubos de comprimento reduzido. Todavia. 76. Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado. 14) As válvulas e comportas de balastro. quer por um motor (válvulas motorizadas). são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado. mesmo com apito. um botão. 5) As válvulas e órgãos de distribuição. estas combinações classificam-se na posição 90..85). por meio de uma chave.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás). é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. uma alavanca. apenas a torneira. equilibrado por uma mola de tensão regulável. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. válvula ou dispositivos semelhantes. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. um volante. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84. e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento. purga. 74. de diafragma. em geral. 9) As torneiras de flutuador. As combinações formadas por torneiras. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores. Quando o controle ou o comando se efetua à distância. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos.26. de quaisquer matérias. lavatórios. etc. 6) As diversas torneiras (de admissão. incluídos os próprios recipientes de condensação. na câmara de mistura. vapor. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84. e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido. dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84. cápsula manométrica. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica. classificam-se como partes de máquinas. refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos. etc. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida. bem como outras comportas imersas para navios. desde que correspondam às condições acima indicadas. conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). 16) As cabeças de sifão. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. cápsula. de temperaturas diferentes. válvulas e dispositivos semelhantes. 12) As torneiras misturadoras. reservatórios sob pressão. tal como mola. por exemplo) ou na posição 90. agulhetas de incêndio ou para rega. caldeiras.16. por meio de um tubo capilar. 71. as peças mecânicas que. válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo.19. 8) As válvulas para câmaras-de-ar. Também se classificam aqui as torneiras. flutuador. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas.32. classificam-se na presente posição ou na posição 90.São. se o conjunto forma um corpo único. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas).26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga. classificam-se na posição 84. para banheiras. cápsula. 75.14). água.12). etc.32.

69.17 ou 70. etc. os rolamentos colocam-se. PARTES Atualizado em 04/01/2011 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). Excluem-se também desta posição: a) As torneiras. 73. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo. válvulas e dispositivos semelhantes. Freqüentemente. mantém no lugar. tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais. de borracha vulcanizada. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas. d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482.09) ou de vidro (posições 70. contido no recipiente. simultaneamente. constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante. que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns.24.Esferas. para certos usos específicos... entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas).10.17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba". c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39. por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado. um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora. 8482.68. com um afastamento constante. lavatórios. incluídos os rolamentos combinados 8482. simples ou de dupla fiada.91 . 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja. 3) As corrediças de percurso não limitado. Distinguem-se. h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes. para pias. tonéis.10 . bebidas alcoólicas.50 . 2) As corrediças de percurso limitado. contudo. 20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares. por exemplo). DE ROLETES OU DE AGULHAS. b) Os sifões de escoamento de águas usadas. ou mesmo de plásticos. geralmente.12).16).22.03 e 69. concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição. B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84. Estes órgãos são constituídos. C) Os rolamentos de agulhas.13). Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato. (posição 84.20). etc.82 . de cerâmica (posições 69. abaulados em forma de tonel..Partes: 8482.Rolamentos de esferas 8482. de aço. salas de banho. com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço. absorver as cargas radiais e axiais. incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro.Outros. entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo. barris. de aço. denominado "gaiola". 18) As torneiras para cubas. etc. etc.Rolamentos de roletes cônicos. os pulverizadores de ar comprimido. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem. etc. em particular). (posição 84.67). que comportam um cilindro canelado. não endurecida (posição 40. são fabricados com bronze ou cobre.. cônicos. estes roletes não possuem "gaiola". g) Os maçaricos da posição 84.Rolamentos de agulhas 8482.9 .20 .Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. inseticida. para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial). etc. leite.80 .79) 84.Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482.24). estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo).). geralmente.99 . bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo. e) As pistolas aerográficas.30 . roletes e agulhas 8482.40 . provida de ranhura prismática. que comportam um segmento.ROLAMENTOS DE ESFERAS.

de acordo com a Nota 6 do Capítulo. "gaiolas".30 .Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483. Atualizado em 04/01/2011 . redutores. 4) As árvores (veios) flexíveis. REDUTORES. bronze ou de plásticos. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. 84. incluídas as polias para cadernais 8483.Engrenagens e rodas de fricção. 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. 8483. consoles e caixas (posição 84. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73. todavia. 4) Os anéis. indicadores de velocidade. desde que.60 . 3) As árvores (veios) articuladas. mesmo que não se destinem a rolamentos. etc. 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos.14). c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva).ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS.12). de cobre.). Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução..83 .Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas.26.50 .. consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal. 5) As árvores (veios) de cotovelo. incluídas as juntas de articulação 8483. VOLANTES E POLIAS. anilhas.90 . INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*).10 . os virabrequins (cambotas). por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias.Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483. distinguem-se. classificam-se na posição 73. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos. cruzetas. no interior de uma mesma máquina.40 . A. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO. caixas de transmissão. MULTIPLICADORES.14 ou 72. sem lhes transmitir movimento. Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos. EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. para árvores (veios) flexíveis. as árvores (veios) de manivelas. multiplicadores e variadores de velocidade.Volantes e polias. as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição.Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento. 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo.15).MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam.05 mm. outras vezes. 2) As esferas para rolamentos. eixos de esferas ou de roletes. incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO. este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras). recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias. b) Dos cubos e rodas livres. pendurais. para bicicletas (posição 87. etc. b) Os fragmentos de cabo retorcido.83).Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma. por exemplo.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz. B. de ferro ou de aço. estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. ou de ceifeiras (posição 84. pelo contrário. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE.. "bronzes" 8483. etc. são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento. são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente. as manivelas e contramanivelas. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS. por várias peças reunidas. de perfil uniforme. 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor. mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos.Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço. Excluem-se também desta posição: a) As barras.33). mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72.20 . mesmo que estes sejam inseparáveis. cadeiras. exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES".

Existem também mancais (chumaceiras) que se empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter lateralmente de espaço em espaço. também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. C. Todavia.26.82. A potência é transmitida quer pela pressão (variador hidrostático). de fricção. ou inversamente. no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou. constituídos por diversos jogos de engrenagens. cônicas. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição. as polias para cadernais. multiplicadores e caixas de transmissão. e a outra.EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES Os eixos de esferas (também denominados "parafusos de esferas") ou de roletes. Citam-se especialmente: As embreagens de fricção (constituídas por discos.25. de diâmetros diferentes. pode-se modificar a direção da transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos. os volantes são também utilizados para transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias). os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras). ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos. de comando manual ou automático. E. Os rolamentos (de esfera. compostas de duas ou mais polias soltas. é liso (plano ou abaulado) ou de gola.. São constituídos. conforme o caso. dispostas por ordem crescente ou decrescente. Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. encontrando-se as esferas ou os roletes dispostos no interior da porca em alvéolos. Quanto às rodas de fricção (denominadas também. de um carreto e uma cremalheira. F. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. saliências ou garras. um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa. constituídas por um conjunto de polias comuns. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. consoles. A variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado. Em certos casos. mas fabricam-se também com outras matérias. caso contrário. mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos. A presente posição compreende todos os tipos de engrenagens (cilíndricas. que lhes permitem acoplar-se entre si). 2) Os variadores de discos ou cones. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados).25 ou 73. confere aos volantes as propriedades dos reguladores de movimento. cujos elementos motores se prestam a diferentes combinações com os elementos impulsionados. cadeiras. cremalheiras ou parafusos sem fim. Conforme a relação entre o número de dentes dos elementos associados. hidráulicos. entalhes ou reentrâncias concordantes. comportam também órgãos de lubrificação. e os de correntes ou de correias. cone. consoante a necessidade). INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. uma. tais como as polias de tensão ou os tensores para correias.Freqüentemente. quer por meio de uma biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas). por exemplo) seguem o regime do motor.POLIAS. que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. G. que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam. cones ou anéis giratórios. D. as embreagens hidráulicas. sobre árvore (veio) acionada. cilíndricos ou cônicos. esses rolamentos classificam-se na posição 84. etc. classificam-se na posição 84. pendurais. pelo contrário. etc.) e compreende tanto os próprios órgãos elementares.15. Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores. Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. Entre estes.. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS) Estes termos designam os dispositivos. de velocidade.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas. os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas. e as polias-cones. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável.) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes. geralmente). Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". montadas em uma mesma armação. carretos. A presente posição não compreende. quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)). madeira. Sua inércia. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. tais como os plásticos. que se classificam na posição 68. de parafuso sem fim. montados. helicoidais. de agulhas. por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. as embreagens pneumáticas. Atualizado em 04/01/2011 . de modo a fazer variar a relação de transmissão. pela associação por exemplo... permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira). etc. contudo. Pelo contrário.. os "bronzes" de grafita ou de outro carbono. ninhos. destacam-se especialmente: 1) Os redutores. por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas).. MULTIPLICADORES. geralmente contidas em um cárter. incluídos os conversores de torque (binários). às vezes. de rebarbas rotativas. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). para os isolarem. H. que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades. Além disso. as embreagens centrífugas automáticas. transmitem o movimento por simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução. o movimento é transmitido com a mesma velocidade. etc. Existem vários tipos de órgãos de transmissão desta espécie. 3) Os variadores hidráulicos. opondo-se às variações de velocidade. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. de dentes retos.VOLANTES Os volantes. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. apresentados isoladamente. são constituídos por um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. tais como as polias-tambores.). Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética. em ângulo. Há também alguns tipos especiais.REDUTORES. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. nos quais um disco. modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone. roletes). geralmente. etc.

de esferas de borracha. Os órgãos de transmissão da natureza dos descritos na presente posição permanecem aqui classificados mesmo que sejam especialmente concebidos para navios. cinco juntas de cartão não se classifica nesta posição.23. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTIC