Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

PR. efeitos a partir de 01/03/10 Prot. SE. efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot. *Pneumáticos. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. ICMS 109/09. BA. efeitos a partir de 01/09/10 AL. RS. MA. 17/97. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. ICMS 41/08. efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. ICMS 52/93. Pilhas e baterias de pilhas 8507. Não Atualizado em 04/01/2011 . MA.00 7244/98. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios. adesão da BA através do Prot.43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. PB. AL. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.11 e (Dec 8507. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças. AM.80. ICMS 85/93.30. AP. MT. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios. SC (a partir de 01/03/11). PI. PI. AP. PE. RR. PA. SC e SP AC. interest de 7%: 56. Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. ICMS 28/10. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. BA. RN.90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85. efeitos a partir de 01/01/98 Conv. MG. R J. ES.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. componentes. PR. ICMS 97/10. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. 50 do protetores de 4012. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. MT. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. ICMS 10/03.87% Alíq interest de 12%: 48. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506.

isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos. Lista neutra: 58. 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. item 5. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art. cubos e pastilhas. ICMS 105/09. internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. MT. 50 do RICMS/89) Conv. AL. ES. ICMS 76/94.03%. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. PB. efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 . quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. placas p/ pavimentação. MS. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv.42% Atualizado em 04/01/2011 .Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. ICMS 99/09. PE. RO. internas com prod. AP. 96. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op.90%. BA.15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. PA. RS. PI. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. MA. Lista positiva: 54. efeitos a partir de 01/10/94 Prot.

00. item 5. MA. a partir de 01/11/08 Todos os Estados.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas. ICMS 26/04. PI.2) Pauta Fiscal Art. PB. SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino. item 5. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. Normátiva 04/2009. Internas: 46%. exceto em relação a torradas AL.14 0201. etc. PE. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.10. RN. AL. 0202. PA. CE. 0203.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins. BA. ICMS 50/05. e a partir de 01/11/08 Prot. 0209. Normátiva 04/2009.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. RR. item 5. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art. efeitos a partir de 01/03/06. AP. internas Do Sul/Sudeste. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC. macarrão instantâneo e pães: 20%. ICMS 10/92. pães. III (Ins.80 %.59%. exceto do Espírito Santo: 63. 61. 6º do Dec 7947/01) Prot. Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins. PI. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. 2106. menos o Estado de GO. Normativa 04/09) item 5. 0206. Pauta Fiscal (Ins.80%. AM. 11/91 Cláusula quarta. RN e SE Ver nota 14 Massas. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim. BA. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202. efeitos a partir de 01/06/91. biscoitos. de 01/10/04 a 30/09/05. PB. Normátiva 04/2009.59%. Dos Demais Estados e do ES: 54. exceto ES: 63.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. macarrão instantâneo. item 5.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 11/91. 0207.90. bolachas. Do Sul/Sudeste. CE. PE. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. Ver nota 8 Prot.

SE. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art. MT. efeitos a partir de 01/06/95 Prot. ICM 19/85.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. MG. ICMS 132/92. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%. Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. RO. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC. PE.00 (sorvetes) e 1806.90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim. 87. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. AM. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo.(ICMS da operação normal). RN. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. 87 do RICMS/BA. ICMS 46/00. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. RJ. BA. ICMS 20/05. RS. indicados no Anexo 5-A. inciso V do RICMS/BA. MS. PI. 1901 e 2106. AP. AL. Nota 2: Observar o disposto no art. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. PB. DF. ES. RR. PB. inciso V: V . PE. efeitos a partir de 01/05/07.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL. SC. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 . PR. ICMS 51/00. BA. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. ICMS 74/94. AP. CE. inclusive automação.das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”).

c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. GASOSA OU NÃO.29 . NATURAL REFRIGERANTE. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5.40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem.000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas. refri.8523. POTÁVEL. POTÁVEL. NATURAL ÁGUA MINERAL. GASOSA OU NÃO. GASOSA OU NÃO POTÁVEL. GASOSA OU NÃO. NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente. água.(ICMS da operação normal).500 ml Pré-mix ou post-mix. NATURAL ÁGUA MINERAL. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 . 8523. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL GASOSA OU NÃO. chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. não gravados. fitas magnéticas gravadas.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. POTÁVEL. para gravação de som ou para gravações semelhantes. ÁGUA MINERAL. não gravadas.

migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo.90.NCM 1904.90. compreendendo fumo picado.20) ou não destalado (NCM 2401. ambulâncias.00. jipes. 87.12% x (alíquota interna) .10.20).00 e 1904. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92.NCM 2008.99. fumo em corda ou em rolo (NCM 2403.(ICMS da operação normal no Estado de origem).10) e rapé (2403. fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403. Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais .00. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).das operações internas com açúcar. aplica-se a alíquota de 25%.NCM 2005.91.00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados.10. b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401. em qualquer acondicionamento. rapé (NCM 2403.00. chopes.30. não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) . acrescido da margem de valor adicionado de 94. Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente. mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art.99.exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402.Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix"). 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) .90) (Nota explicativa 14) 2402. independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas.19.00).20. É reduzida a base de cálculo: VIII . xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste.11.90.00).00 2403. calculando-se a redução em 58.10 e 2401.10).99. bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402.00 e 2008.20. fumo curado (NCM 2401. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.90) e desperdícios de fumo (NCM 2401. Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros. adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento. extratos ou molhos de fumo (2403. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros . camionetas.10. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju . c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I. extratos e molhos de fumo (NCM 2403. fumo homogeneizado ou reconstituído (2403. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.10).99. prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92.00). 00). exceto na importação do exterior de trigo em grão. "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 . b) salgados preparados à base de batata . II e III pela legislação federal do IPI. Nota 12: Art. refrigerantes.10.00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%.00 2402. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00). desfiado.91.(ICMS da operação normal). furgões.00).825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento).(ICMS da operação normal no Estado de origem). realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação.

incluído o condutor.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. superior a 6m3.90 8703.90 3 Outros automóveis com motor explosão. exceto: carro celular.90 Outros automóveis com motor explosão. mas não superior a 2500cm .9 ton ("Ex" 01 . exceto: ambulância. incluindo o motorista. exceto: ambulância. furgões. furgões. de cilindrada superior a 1500cm .23. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. mas não superior a 2500cm . furgões. exceto: carro celular 3 3 8703. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão. exceto: carro celular e carro funerário 8704. exceto: carro celular.De camionetas. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. com volume interno de habitáculo.21.31. de ignição por compressão (diesel ou semidiesel). de cilindrada superior a 2500cm . furgões. mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702. chassis e cabina.23. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6.21. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.9 ton ("Ex" 01 . com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: carro celular.31.10 8703.21.10 celular 8703. de cilindrada superior a 3000cm . mas não superior a 1500cm .32.De camionetas. incluído o condutor. de cilindrada superior a 1500cm .33. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 . de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. incluído o condutor. carro celular e carro funerário 8703. de cilindrada superior a 1500cm . com volume interno de habitáculo.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.22. mas não superior a 3000cm .9 ton ("Ex" 01 .10 Automóveis com motor explosão. c/motor a explosão.10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel.10.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: carro celular. superior a 6m3. de cilindrada superior a 3000cm .33.00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. destinado a passageiros e motorista.De camionetas. com motor de pistão.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.De camionetas. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.9 ton ("Ex" 01 .10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703.24.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.10 Automóveis com motor explosão. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão. mas não superior a 3000cm .9 ton ("Ex" 01 . de cilindrada superior a 1500cm . exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel.24. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada superior a 1000cm .De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703. destinado a passageiros e motorista. c/motor explosão/caixa basculante.32. carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. incluindo o motorista.90. carro funerário e automóveis de corrida 8703. incluído o condutor. c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante. mas não superior a 1500cm . carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703.8702. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel.21. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3.22. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina.9 ton ("Ex" 01 . incluído o condutor. de cilindrada superior a 1000cm .20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias.90 3 Automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 2500cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.00 8703.21.

10. exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3.00).31. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. em estado natural. exceto do Espírito Santo: 23%.10.31.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão. secos. assim entendidos os produtos à base de chocolate. 1806. 1806.90.9 ton ("Ex" 01 . 2) e 1704. com peso superior a 2 kg. tabletes. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino. blocos. desde que prontas para o consumo 1806. recheados ou não. em pó. confeitaria.(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras.8704.00.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.32. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. refrigerados. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) . exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste.9 ton ("Ex" 01 . congelados.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias. congelados. paus ou sob a forma de ovo de páscoa. destinados à mistura com água ou leite (1806. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: . bombons ou outras preparações de 1806. De Estados do Sul/Sudeste. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 .10. De Estados do Sul/Sudeste. em pasta. bufalino. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.31. salgados ou temperados. em pó ou em grânulos.31. ou no estado líquido. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806. defumados. exceto do Espírito Santo: 34%.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação. 3) achocolatados. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806.32. grânulos ou formas semelhantes. com motor a explosão. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras.20. refrigerados.20 1) cacau em pó.90.00).00). e suíno.90. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%.20.

tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. II. 11. 125 do RICMS/BA: “VII .40).” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. nos termos da cláusula nona do Prot. 1.30. 87. deverão ser observadas as disposições do art. tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. 228-C. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. tratando-se de operação interestadual. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. 2) pães. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. ou ainda. ICMS 46/00. 46/00 ocorridas no mês mais recente.tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento. 3) macarrão instantâneo – NCM 1902. tratando-se de recebimento trigo em grãos. nos termos do art. com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente.2. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista. bolachas.” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo. espaguete. está previsto no inciso VIII do art. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e. inclusive pães de especiarias. XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. 2. Art. ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. está previsto no inciso VII do art. desde que por ele produzido. 125 do RICMS/BA: “VIII . talharim. efeitos a partir de 01/06/2010. nem preparadas de outro modo – NCM 1902. nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim. até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado.4 do RICMS/BA): 1) macarrão. 3º-F. Nota 24: Redução de base de cálculo (art. nem recheadas. massas para sopa e lasanha. cuja alíquota incidente na operação seja de 27%. 506-B do RICMS/BA. 353. a seguir sistematizadas: 1.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. waffles. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905. nos demais casos. e outras preparações similares não cozidas. bolos.1.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo .o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot.00. trigo em grãos . calculando-se a redução em 55. biscoitos. (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro.

em manta fina ou em bolas. salgados ou em salmoura. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005. peles comestíveis. goelas. frescas. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. tireóides e hipófises. secos. isto é.21. frescos. Nota 25: acumuladores elétricos. O algodão hidrófilo de uso doméstico. esparadrapo. haste flexível ou não. inclusive charque. sinapismos. por exemplo). com uma ou ambas extremidades de algodão. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. vacinas. refrigeradas ou congeladas.80. Toucinho e gordura (banha) de porco. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. utilizado principalmente na higiene e limpeza. bufalino. galinhas. multiuso. patos. frescas.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). medulas espinhais (espinais medulas*). impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. operações internas. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). patas.00. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09. secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne). Medicamentos Algodão. corações.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados.30. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. rabos. frescas. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína. gansos. diafragmas. órgãos reprodutores (úteros. congelados. testículos. defumados. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. comestíveis. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos. não estéril. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. produtos imunológicos modificados. fígados.11 e 8507. sólida ou semi-sólida. congeladas Carnes de animais da espécie suína. anti-soro.90. ICMS 06/09 e Alt. salgadas ou em salmoura. refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes. congelados. Carnes e miudezas. em mantas enroladas em papel azul Kraft. miolos. por exemplo). odontológico (estéril ou não). por força do Prot. atadura. frescas. ovários. gordura comestível. Prot. em estado natural. Nota 2: Em relação ao Prot. salgados ou temperados. a gordura que envolve as vísceras do animal. rins. outras frações do sangue.10 e também está sujeito a substituição tributária. bofes (pulmões). e suíno. línguas. inclusive charque. e outros. pensos. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. timos (molejas). classificados nas posições 8507.90. refrigerados. baços. acondicionado para venda a retalho. pâncreas. secas ou defumadas. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. úberes. gazes. redenhos. mole e cremosa. cirúrgico. refrigerados. comestíveis. Efeitos a partir de 12/01/10.

de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art.60 4015. 32.3 e 3924.10.10.90.00 4015.90.10. Mamadeiras de borracha vulcanizada.00 3306.1 3306.00 e 4818. preparações para higiene bucal e fraudas. pastas e escovas dentifrícias. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv.10. 6111.10. chupetas.10.00 3006. 5601.00 9018. ICMS 76/94 e Prot. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento . 7013.90.relação aos protocolos 99/09.00.31 9018.90.32. preservativos. 6209 3006. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes. fio e fita dental. EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.19. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos.exceto em relação aos Conv. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 .90 5601.00 2936 3926. (operações internas e Conv.11.90.00 4818.40. mamadeiras.90 3306. absorventes. ICMS 76/94).40 4014.00 4014.00 9603.20. ICMS 99/09 (BA e PR).21.

pensos.38 41.36 9018.19. exceto para uso veterinário Medicamentos.90 ou 9018.02 Anti-soro.99 Provitaminas e vitaminas Seringas.00 4015.90.00 33. mesmo obtidos por via biotecnológica.04 Medicamentos.24 41.31 9018. exceto para medicina veterinária 33.38 30. sinapismos).1 3926.24 41.38 30.60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. outras frações do sangue.30.00 38.00 41. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33.00 38. produtos imunológicos modificados. cirúrgicos ou dentários 33. outros.24 41. ataduras e artigos análogos (por exemplo.38 41. gazes. exceto para uso veterinário 33.38 41.38 41.38 Atualizado em 04/01/2011 .11.05 Pastas (“ouates”). vacinas para medicina humana.03 30. esparadrapos.00 3006.38 29.32. impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais.24 38. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41.38 4015.00 38.

exceto no código 3004. exceto nos itens 3002. 3006.10.62% 44.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38.24% 56. exceto no código 3003.(ICMS da operação normal no Estado de origem). tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.00 (escovas dentifrícias). localizado neste Estado.90. todos da NBM/SH.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38.90.46.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005. 3306.147/2000.60.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios).21. esparadrapos.64% Nota 28-A: caso o destinatário.10 (ataduras.56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38.10.872/2009. nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 .30 e 3002. e 3004 (medicamentos). nos itens 3306. 3003 (medicamentos).89% 46.90.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41.56.24% 46. exceto no código 3004. pensos.37% 49.41% Estados de origem 2.90.).93% 52. etc.93% 33.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33. exceto no código 3003.20 (fios dentais).Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida.35% 40.16% 49.24% 58. “1. 3003 (medicamentos). na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41.16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41. 11.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38.09% 38. gazes. sinapismos.30 e 3002.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41.35% 51. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).). sinapismos.84% 42. e 3004 (medicamentos).00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.60.56.18% 3. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). 1° da Lei 10. possua Termo de Acordo nos termos do Dec.34% 58.78% 48. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art. esparadrapos.90.10 (ataduras. gazes.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33.10 (dentifrícios).24% 54. todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33. etc.37% 53. 3° da Lei Federal 10.18% 41. pensos.90. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) . Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira. 3306.72% 50.05% 49.38% 60.08% 41. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art.00% 50.42% 62.73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32. 3006. e nos códigos 3005. 3006.46.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente). exceto nos itens 3002.

90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento. ICMS 34/06: • Medicamentos. soros e vacinas.00 6904. e azulejos: Ladrilhos. AUTORIZADOS pela GERSU.00 6904.00 Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 76/94.15% ou.interestaduais de UF não signatária do Conv.00 6907.34% – Alíquota interestadual de 12%: 9. cubos e pastilhas para mosaicos.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte.90. 11872/09. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC.00 6905.4 do inciso II do art. clínicas e órgãos públicos. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv. cubos e pastilhas. se o contribuinte possuir Termo de Acordo. de forma que a carga tributária corresponda 12. exceto o Estado do Espírito Santo. e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 . preparações químicas contraceptivas e ataduras. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28. não vidradas nem esmaltadas NCM 6904. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. . se houver). ICMS 76/94. ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais.90. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. sendo que. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv. em relação às vendas não destinadas a hospitais. 61. (art.00 6906 6907.10. ICMS 76/94. a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente. I).10.10.00 6905.53% (já incluído os 10% previstos na legislação). em substituição a esta redução. exceto o Estado do Espírito Santo.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11.90.90.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos. Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos. não vidrados nem esmaltados Placas (lajes). 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . calhas. clínicas e órgãos públicos. inciso XV e § 2º. esparadrapos.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10. adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição. com redução de 10% ou a prevista no Dec. . deverá ser recolhida a diferença do imposto.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9.

através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção). 3824. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv.11. vernizes.20.10. 3405. preparações catalísticas.19. Comentário: Argamassa. aditivos. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. limpeza.00 da NCM. 3910.00 6908. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506.90. vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV. vidrados ou esmaltados Placas (lajes). 2713. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica. 3905. ceras. preparações e outros para dar brilho. mástiques. 2714.17.00. líquidos. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206. vernizes e outros Preparações concebidas para solver. piche. agentes de cura para aplicação em tintas.90 e 3506.00 6908. rebocos e argamassas Indutos. xadrez.00. 3405. Piche.90.90. mesmo que enquadrados no código 3214. 3907.00. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. 3810 e 3814 3404. 3910 2821. pastas. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART. imunizantes para madeira.00. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. concretos. 353 e Anexo do Conv. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 . 3907. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. ceras de polir.11. 3405. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária. vernizes e outros Massas. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa. impermeabilizantes.00 3815.30 ). 3206 2706. 3808. 3506. 2901. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. Pez. 2715. 3209 e 3210 6908. secantes. massas de polir. 3910 X 3204. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados.9190) e adesivos.30. bases.00. 3206. 3214.00 6908. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST. 3212 Nota 31-A: Tintas.90.00. Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes.Ladrilhos.00 2707. 3805. diluir ou remover tintas. vernizes.10. aglutinantes. catalisadores. alvenaria e cerâmica.00. massas para acabamento.00 2707. 3506. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art. solventes. cimentos. aguarrás. 3807. cubos e pastilhas. 3205. 2902. 3909.00. Corantes para aplicação em bases. 3824 IX 3214. encáusticas. 2710 (exceto posição 2710.90. 6807 III IV V VI VII VIII 3211. 2715. removedores. 3204. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação.

Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia. Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 . câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. sujeitos ao regime de substituição tributária. Espírito Santo. Nota 36: O Conv. Nota 33: CONV.04% Nota 32: MVA de pneumáticos.19%. nos termos da Lei nº 10485/02. contribuinte ou não do ICMS. III . ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos. ICMS 10/03. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre.90%.IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados. pessoa física ou jurídica.MVA: margem de valor agregado. ICMS 74/94. Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores. Centro-Oeste e Espírito Santo. V . de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68. Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas.3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv. ICMS 74/94.C: crédito fiscal destacado no documento fiscal. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51.Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar. IV . câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria. Nordeste. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0. efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste. expressa em percentual. a base de cálculo fica reduzida em 4.NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv.27% 43. ICMS 10/03 .17 – C.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. e 5. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I . II .BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS.08% 59. exceto ES. > (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv.

tais como disco rígido (HD). ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523. tais como: CD. em rolos ou planos.em cassetes para gravação de vídeo .outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523. DVD.29.24 8523.29.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 .29 8523.29.29.8 mm (2”) . mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. não impressionados.40. ICMS 51/00.29.em rolos ou carretéis.23 8523.40. e “slides”.80. disquetes e outros. exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos. CD+R.5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6. DVD+R. vídeo games. do cartão ou dos têxteis.31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos. não impressionados.29 8523.32 8523.11 8523. Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.em cartuchos ou cassettes .discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) .21 8523.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados .29.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não.29.outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6. CD-RW.33 8523.29 8523.29.29. DVD+RW e DVD-RW. CD+RW.00 8523. de largura inferior ou igual a 50. DVD-R.40. de matérias diferentes do papel. ICM 19/85 e Prot.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . CD-I. de matérias diferentes do papel.22 8523.29.29.40. Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.29 8523. mesmo em cartuchos. CD-R.5 mm .29.39 8523.30 Outros 3701. sensibilizados. do cartão ou dos têxteis. vídeo-laser. 8523. sensibilizados.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv.90. CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser.em cassettes .40. considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot. CD-ROM. e “slides”. mesmo em cartuchos. em rolos ou planos.21 8523.19 8523.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .

90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31. perada. 2.3 3702. de 30 de junho de 1994. VIII. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208. VII. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1. XIII e XVII do Anexo Único. Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição. rosés ou brancos(2204) 1. que são substâncias que se perdem no suor. ICMS 127/10.3) aguardentes. vitaminas e ou minerais. não perfurados.2) outras bebidas fermentadas (sidra.1) vinhos de uvas frescas (tintos. Atualizado em 04/01/2011 .20 3702.5 3705. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. glicoses e de eletrólitos. rosés ou brancos).Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. incluídos os vinhos enriquecidos com álcool. X.90. IX. com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. DOE. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702.471. outros tipos de vinhos – NCM 2204. 2. III. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. não perfurados.  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos.1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas.de 6% a 8% -.9 3702. tais como: 2. 2. desde que por ele produzido. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento). hidromel. cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208. a partir de 01/11/2010.das operações internas com café torrado ou moído.4) aguardentes simples (caninha. relativamente aos produtos relacionados nos itens I. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº. exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum). de largura não superior a 105mm Outros filmes.00. 2. de 08/02/08. calculando-se a redução em 58. cloreto e carboidratos.5 e 3702.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). a partir de 01/04/2009 1. 45.2) Classificadas na posição NCM 2208. mostos de uvas. classificados na posição NCM 2205. Nota 43: Art. II.(ICMS da operação normal no Estado de origem). XII. efeitos a partir de 01/03/08. É reduzida a base de cálculo: XIV . de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv. de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot. vinhos espumantes. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas . estes produtos podem conter potássio. associada a concentrações variadas de carboidratos. Opcionalmente.4 3702. com qualquer teor alcoólico – NCM 2207. Devem apresentar concentrações variadas de sódio. desnaturados. por exemplo). 87. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. de 11/02/08. denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94.

INDAIÁ NIGHT POWER. Sulppe. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL. RED DRAGON. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0. como a cafeína e taurina.MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. Cajuba. substâncias excitantes para o sistema nervoso. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo. BLISS SPORT .90. BLUE ENERGY XTREME. Toda Hora. ECSTASY. Nestes produtos. Podem conter vitaminas e sais minerais. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” .00 não está sujeito a ST. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK. SKY HORSE ENERGY DRINK. ATO COTEPE/ICMS Nº 33. FLASH POWER.GATORADE . • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot. EXTRA SPORT.SANTAL ACTIVE . Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. ON LINE. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. podendo conter vitaminas e sais minerais. BAD BOY POWER DRINK. estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais.5% de álcool. macarrão instantâneo e pães: 20%. macarrão instantâneo e pães: 35%. 50/05: • Massas. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. Atualizado em 04/01/2011 . os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação.ENERGIL C . ATOMIC ENERGY DRINK. FLYNG HORSE-BOOSTER.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. REPIQUE. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op. Senninha. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. FIRST ONE. LIQUID ENERGY. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas. Opcionalmente. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo. 5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08. DYNAMITE. que ajuda na recuperação da energia após treinos.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos. à venda em bares e casas noturnas. BURN ENERGY DRINK. à base de cafeína e ou taurina. competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. internas:  Operações internas: • Massas.10.11.5%.SPORT ENERGY . que têm.CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. Kapo. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.

12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. XIII. se for o caso. Tabela 1 . abater o crédito de origem. aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2.63 R$3.02 R$7. prevalecendo. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. divulga nos termos das tabelas abaixo. o de maior valor.27 R$1. bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo.50 R$100. de 22 de dezembro de 2000. com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1.Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115.88 R$6. prevalecendo. se for o caso. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB).Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14.CONFAZ. Atualizado em 04/01/2011 . o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo.COTEPE/ICMS. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. Tabela 2 . 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . como imposto devido. o valor de referência será o constante na tabela 2.15 R$3. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. o de maior valor.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. no uso de suas atribuições que lhe confere o art.50 R$12. o valor de referência será o constante na tabela 1. 12. como imposto devido. conforme § 1º da cláusula quarta. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.31 R$7.98 R$120.56 R$15. abater o crédito de origem.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133. de 12 de dezembro de 1997. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). Art. conforme § 1º da cláusula quarta.

pães. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5. XIII. O Secretário .40 Atualizado em 04/01/2011 . para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria.00 R$ 4. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . de 12 de dezembro de 1997.20 R$ 7. Leite. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34. decidiu divulgar.58 Peso/Embalagem 5 10 1. Maisena. os valores serão determinados de forma proporcional.40 R$ 5. torna público que a Comissão. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato.89 Art.Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7.CONFAZ.11. bolos. 12.36 R$8.15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0. e outros derivados da farinha de trigo. bolachas. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.50 R$ 2.80 R$ 3. Amanteigado.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. Coco e Chocalate. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias.30 R$4. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00. nos termos da seguinte tabela.56 3.00 R$ 2. por este ato.COTEPE/ICMS.94 R$1.26 14.00 R$ 2. com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. de 16 de dezembro de 2005.Art. conforme cláusula nona. biscoitos. Tabela 3 . o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo.20 R$ 5.Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária .

estabelecido neste Estado.CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12. calculando-se a redução em 29.11. 96.NCM 0403.. iogurte.... quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados. leia-se: .00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA .. equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas. sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação....”. ICMS 73/89 e 26/94). fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art.......às indústrias ceramistas. Atualizado em 04/01/2011 . de 5 de novembro de 2010.. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário. relativo à substituição tributária. realizadas pelo fabricante. Seção 1....”.00 R$ 6. 61. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido. mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes. Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto..produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15....1 do inciso II do caput deste artigo. ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau.. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 . II . blocos.. nas operações internas com os produtos a seguir relacionados...... Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2... telhas e combogós.. fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte .10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10.4 da Instrução Normativa 04/09.... 87..das operações internas com os produtos derivados de leite. VII do RICMS/BA).Com cobertura Demais biscoitos..41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento). Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs.. relativo à substituição tributária.. “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”.. 353 do RICMS/BA): . tijolos. lajotas e manilhas.... constantes nas posições da NCM abaixo indicadas..leitelho..... São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS.. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual. leite e creme de leite coalhados. tijolos. publicado no DOU de 8 de novembro de 2010..”... MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art... É reduzida a base de cálculo: XXVIII . a partir do dia 1º de janeiro de 2010”...00. o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art..10. Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos..... bolachas e massas alimentícias R$ 10. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III .. nas operações internas.... onde se lê: “....... Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art.. página 26......

. sem ônus tributário para o emitente...17 3918...00 3923... devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot.. de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815.. ICMS 133/02 e Art... será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto. III – deficiente físico.. ICMS 89/05).. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo.. quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante... VII . sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS. III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art.. a título de quebra (perecimento). II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv. de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv...72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual. 353...táxis 2) Art 24. 506-E. o equivalente a 9. resultantes do abate de aves..2 do inciso II do art.O item 30 do inciso II do art. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art... Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º.205.. é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária. 78-B... flanges.. leporídeos e gado bovino... cotovelos..  b) 5.2002... para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: .... Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art. secos ou temperados...12.. 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM.. observado o disposto no § 8º do art. 96. ovino e suínos. resfriados. 24-A – destinado a APAE... de 03 de abril de 2002.. São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. uniões). Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art. VIII...90 39. 104.à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art.. 353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas....07.... 6º e 6º-A do art.. exclusive do Estado do Espírito Santo..00 Atualizado em 04/01/2011 . de 03........ produzido neste Estado.485. segue o Anexo Único do Prot..30... em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5. XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador. “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS .. XXV . 104.ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8. para creditamento do imposto pelo destinatário. 87.... bufalino.... próprias e subseqüentes. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo... É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos.. congelados.Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art... 347.  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente.... juntas.. Tratando-se de operação de saída interestadual. salgados... a que se refere a Lei Federal nº 10... Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas. 23 2) art.10 3815.....1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. 23 . refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro.10.. 3) Art... caprino. independentemente de comprovação..4..12.4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte.

decalques. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação. Partes de veículos automóveis. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos.00 7007.00 8302.5 6 Frisos.00 Atualizado em 04/01/2011 .99.00 7311.20 8301. 3926.20 73.30.9 4016.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças.25.00.93. de matérias têxteis.00 5909. de outras substâncias minerais ou de celulose.00. discos.90 8301.00 68.91.3 5910. lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante.10.00 7806.10. segmentos. para uso em motocicletas. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes. não montadas. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903. anéis.00. guarnições.1 6506. exceto 7325.10.90. ferro ou aço 7009. pastilhas).00 8007. tiras.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301. de proteção.90 5705. mesmo impregnadas.00 7014. para freios. rolos.21. mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados.00 73.30.00 8310.10 4016.00 6306.13 7007.00. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo.90. embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção. placas.70 8302. de plástico. revestidas ou recobertas.00 4823. molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada. recobertos ou estratificados. revestidos.00 7 8 9 Juntas.0000 4016.00 4010. de matérias têxteis. de ferro fundido.00. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.11. à base de amianto.10. de ferro ou aço Obras moldadas.

90.1010 8431. compressores e turbocompressores dos itens 31.13.82 45 46 47 48 49 84.3 8414.3 8408.91.90.10. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407.27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84.00 8421.10 84.90 8481.00 8421. redutores.80.2 8433.20 8421.14. incluídas as polias para cadernais.10. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis.20 84.90 8421.83 Atualizado em 04/01/2011 .10 84.31. embreagens e dispositivos de acoplamento.1 8414.90 8481.29. mancais e "bronzes".39.90.80.00 8414. incluídos os conversores de torque. 32 e 33 84. multiplicadores.20. volantes e polias.07 ou 84.09.9 8424.21.90 84. eixos de esferas ou de roletes.14.42. incluídas as juntas de 8415.00 8481.30 8414.39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores.00 8421.49. caixas de transmissão e variadores de velocidade.08.90.9 8412.00 8431.13.92 84.80.20 8425. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas.2 34 Partes das bombas. lubrificantes ou líquidos de arrefecimento. engrenagens e rodas de fricção.23.10.

limpadores de párabrisas. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo.10.50. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores.10.40 8512.11 54 8512. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517.2 8529.90 8534.00 8544.60.84 8505.4 8538 8536. exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527. envelopes ou embalagens semelhantes. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos. eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo.12.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525.1 8525.90 8539. apresentados em bolsas.00.30.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas.10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62. magnetos.19.20.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes.00 Atualizado em 04/01/2011 .20.30. embreagens.20 8507.11 8536. variadores de velocidade e freios.2 8544.18 85. geradores (dínamos e alternadores.00 8536. bobinas de ignição.00 85.39). motores de arranque).13 85. em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes.10. degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84. velas de ignição ou de aquecimento.10 8539. dínamos-magnetos. seccionadores e comutadores Faróis e projetores.20 8512.00 8535.50. 64 e 65 Interruptores.00 8536. Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85. 63.

Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos.60. próprias para colocação em carrocerias.00 8413.10 8413.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87.90 8413.00 9401.33. 8412.90.59.20.10 8414.00 6812.31.29 9030.19.20.10 8414. mesmo providos de seus acessórios. de uso em veículos automóveis. incluídas as cabinas.59. ICMS 127/08. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores.70. indicadores de velocidade e tacômetros.19 9026.01 a 87. Cilindros pneumáticos.05. 4009 4504.81. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais.00 carga.40.00 88 Fitas.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários. mesmo em rolos.21 9031.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 .19 8413. auto-colantes.90. motocicletas.2 9104. capacetes.90.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.10.80. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média. efeitos a partir de 01/02/09 9613.00.40 9032. pára-choques de veículos de 3919.90 9026.00 película de plástico refletora. de plástico.00 8413. refletores.99.07 8708 8714.1 8716. em disco.89. ciclomotores. consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87.29. 8708. adesivos. placas metálicas com 3919.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot.80.10 90.90.50. tiras.10.00 9401.10 4823.

Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07.00 8507. ICMS 41/08. 353.20 8507.90 8501.das operações internas com aparelhos celulares em 29.31.50. partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio.10. o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art.10 8504. Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421.00 9032. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07. 101 Outras peças.00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot. A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa. sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído. salvo se a exigibilidade estiver suspensa.89. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art.39. apenas do Prot.30. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações. ICMS 97/2010. observado o disposto no § 11. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento). para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna. XIII do RICMS/BA). ICMS 135/06 é autorizativo.19 8501. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. 61.10.41%. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. 87 (art.82 9027. no Estado de destinação da mercadoria. XXIV . § 11. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07. 87. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 . especificados no item 35 do inciso II do art.30 8512.

tributadas pela alíquota de 7%: 41. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. antes da entrada no território deste Estado (art. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. 515-D).50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. nas remessas para distribuidoras. 515-D). Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. Nota 1: Não se aplica a ST total. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. 61. Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. tributadas pela alíquota de 12%: 34. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC.3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”. A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art. 228-A). deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. 2º Decreto 11. Nota 64: Álcool para uso não automotivo. antes da saída.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48. Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. Atualizado em 04/01/2011 .1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. mediante contrato de fidelidade. e a partir de 01/03/2011. e a partir de 01/03/2011. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. prevalecendo o que for maior.4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. se distribuidora.872/2009). antes da saída. se distribuidora. apenas a parcial.10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. o que for maior (§ 1º-A do art. item 5. X do RICMS e IN 04/09.AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF. mediante contrato de fidelidade. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. 512-A. antes da entrada no território deste Estado (art. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. prevalecendo o que for maior. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. 228-A). 512-B). mediante contrato de fidelidade: 26. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal.

94.76 66.90. mesmo contendo sabão.10. 353.19 3206. exceto as da posição 34.00 6.94.48 80. 3402. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10).41.00 3402.07. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. ICMS 110/07. 3401. em relação às operações destinadas a BA.40 **sabões em barras. Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art.29 31. e a SP. 3405.00 3307. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1.00 3808. transferência ou não. branqueador ou alvejante 70 90.92 71. Pomadas.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária. preparações tensoativas. a partir de 01.01. Pastas.19 2.80 65.20.00 5. 3307.20.11 2828. 3405. ICMS 171/10.00 8.90 3402. 3401. grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões). item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot.71 27.20. SE FOR INFERIOR A 17%. palhetas.40.10.90. da classificação NCM. 2828.46 35.49. para calçados ou para couros. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7. cremes e preparações semelhantes.41. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).00 3307.94 35.52 75. pedaços ou figuras moldados 28 43. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato). 3402 **sabões ou detergentes em pó.47 4.58 38. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC). quando não observadas as disposições do Conv.42 34.20.90.46 Atualizado em 04/01/2011 .23 28. flocos. prevista no inciso VIII do art.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74.00 3808.19 3. efeitos.00 62 57 81. pós. II.19.

oxicloretos. 3808.40 56.10.94 17. 2801. 2827.87 73.34 Atualizado em 04/01/2011 .30 Inseticidas.00 2933.10. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46.71 42 27 59 59.67 62.00 10.59 38.10 6805.00 6805. em pó. ácido tricoloro. granulado.12.80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).10.1 3808. em pó.78 66.91 3808.90 14.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91.50.95 63. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.30.92. decantadores à base de cloretos.91.98 70.11. 3505.70 48. isocianúrico todos na forma líquida.30 78. ácido clorossufúlrico.22.00. tabletes.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9. 3809. hidrocloretos.90 21.00 2827.22 57. fungicidas.10.55 34.94 12.16 50.00 3924. rodenticidas.69.10.10 3808. todos na forma líquida. 2827. 2806.90 16.21 2833.15 20.20. 28.98 54.99 11. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43.00 2828.90 13.91. 2803.10. granulada. 3808.65 68.42 35.00 2924.30. 3924.90 18. 2207.00 19.20.43 66.20 3905.00 2207.90.89 57.11 2933.58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado . repelentes e outros produtos semelhantes. 2710.69.20 2806.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71.10 15. pastilhas.19 3808.95 80. raticidas. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes.00 3506.32.43 64. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.20.49.11 42.

95 60.00 2836.30.20 25. para untar couros.39 30.31 71.50. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis. 38.95 35.98 Atualizado em 04/01/2011 . 3824.20.49 54.92 3808. 2917. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69. 2923.67 73.90.98 31.10 57.42 73.19 66. carbonato de cálcio.69.10.11.67 57.90 27.99 63.00 2842.10 26. 2832.52 69.90 3808. 3822.34 49.20. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70.04 79. 2815. 3402.19 66. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.64 Algicidas.00 24.90.39 28.59 69.90.90 34. 2931.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61.49 58 77.00. à base de sais.28 67. removedores de gorduras e oleosidade.13 2923.00 2901.94 3808.19 29.90.90.22 28 55 55 41 46 51 49 43.71 64.02 32.10.99 33.10 57.90 2922.00 23. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro.30.00. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.93 3808. 2902. 2933. 2836.34 64. 34.16 62.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22.10 2836.80 60.

esfregões. rodos.10. sulfúrico fosfórico.00 39.76 91.89 8516. ICMS 27/2010 (BA e MG).22 43. de ácidos clorídricos.90 40. 7323. desinfetantes e afins Vassouras. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43.00 38. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.11 2828.00 41.27 66.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35. 6307. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.88 81. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot. panos de prato ou de cozinha.71 49 53 35 49 64 71 66.10 2809.98 73.30 * MVA diferente em relação ao Prot.10. e outros redutores de pH da subposição 3824.41. 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.20 2807.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não.48 1.60 57. 3923.43 51. SE FOR INFERIOR A 17%. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.20.79. 2828. 8424.95 71.00 3402.79 36.13 57. 2806.00.90. 9603.10.95 83.90.20.98 62.90.90. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90.79. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária.90.00 Atualizado em 04/01/2011 . redação dada pelo Prot.10.1 3824. 9603.19 3206.2 37. cabos e afins Vassouras e escovas.

00 6805.94 Pomadas.92 66. 3402 40.30.90. fungicidas.65 78.40.10 2710. Esponjas para limpeza 59 11.11.41.88 12% 49.10.42 35.46 91. 12.10.40 57.30 43. raticidas.12.60 81.58 46.90 2207.00 3307.10.00 3924.30 34. 3405. 9. 74. mesmo contendo sabão. 42 27 3809.20 3905. exceto as da posição 34.16 68.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).94. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7. repelentes e outros produtos semelhantes.90 3924.00 3405.00 2207.55 42. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 .11 50.50.19 12% 80. saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.90.10.78 38. preparações tensoativas.99 3808.00 3505.10 3808.37 4.92.01.76 75. da classificação NCM. para calçados ou para couros.98 6.00 3307.10 6805.91.90 10.80 65.3808.49.00 3506. Inseticidas. Pastas. 5.20.91 3808.95 57. rodenticidas.85 2. 3.1 3808.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores). pós.00 3808. cremes e preparações semelhantes.30.71 59. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8.91.00 3808.89 66.52 71.94.

90 2827.30. carbonato de cálcio. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio. 24. 16.10.16 71. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.95 20.20 2917. 17. 26. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.42 35.22.19 3402.67 64.90 2931. 27.00 2924.67 18.00 2828.19 60. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63.10 66. oxicloretos.11 2933.11. granulada.59 54.13.43 73.49 63. em pó.10 2923. 25.15 2827.31 61. pastilhas.80 69.20 2806.39 34.10.22 43.10.94 2803. granulado.00 2901.00 28.00 2933. 15. em pó. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.20.90.00 2827.69.69. isocianúrico todos na forma líquida. para untar couros. tabletes.98 80. todos utilizados em piscinas 55 12% 64. 2801.10. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.50.00 2836.69.67 64.71 73.80 14.39 2933.19 3808.34 57. decantadores à base de cloretos.95 57. ácido tricoloro.87 48.03 7% Cloro estabilizado .10 2836.90.20.99 49.49.20.59 12% 54.1 2832. 22.00 2836.00 2902.22 66. Floculantes clarificantes. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).70 56.90. ácido clorossufúlrico.32.43 62. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas. todos na forma líquida.90 2806.20.40 70.34 19.43 62.34 73.00.00.21 2833. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 . 23. hidrocloretos.

30 32.90. patinetes.00 2842. outros brinquedos.20 2807.92 3808. cabos e afins Vassouras e escovas. carrinhos para bonecos.99 3822.94 3808. panos de prato ou de cozinha.90. peróxidosulfato de sódio ou potássio.71 66. 36.00 35 49 64 38.10.52 79. ICMS 109/09.43 62. 49 34. esfregões.90.10 2809.90 3824.98 71. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento.10.95 57.28 28.98 43.10. e outros redutores de pH da subposição 3824. 38.12% 7% 12% 7% 2815. 353. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo. todos utilizados em piscinas 60 12% 69.79 3923. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.1 3824.13 66. 6307.90.10 66. de ácidos clorídricos.90 3808.20.90 9603.22 51. bonecos.76 73. rodos.64 30.95 57.42 35. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes.95 57.19 60. ICMS 28/10 e art.00 8424.49 2806.00. removedores de gorduras e oleosidade.13 2923. 31. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes. 7323.00 71 12% Nota 69: Triciclos.10. 9603. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas.30. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69.90.00 53 35.79.90 2922. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. Kit teste pH/cloro.98 83.79. desinfetantes e afins Vassouras. sulfúrico fosfórico.27 43.93 3808. Algicidas. 37.04 67. II.88 91.98 77.89 8516.10.60 81. à base de sais. mesmo animados.00.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 . todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33. Prot.2 57.

(iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.00% 75.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7.00% 7% 12% 66.00 Corretivo 12.20.autoChrome".10.93% 67. em rolo e. matte ou lustre. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m. magenta e amarela 56. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.41% 3824. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.98% 43.40% 68.29 3703.00 Papel fotográfico.80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213.00.80% 65. ICMS 70/10.10.90.10.10 3704.92% 78.90.00 7. (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.00 4802.29 Atualizado em 04/01/2011 .06% 3703.46% 74.00 3703.20 57.00% 34.07% 18 51.14% 42.00% 12. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot.49% 76.10 3703.

18% 53.54% 78.99.10.00 7.00 Canetas esferográficas 9608.00 7.90.00% 75.92% 66.06% 68.00% 49.27% 8214.00% 57.00% 12.07% 78.61% 75.48% 87.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.00 7.00 7.00 7.90.46% 84.00% 12.08% 85.00 3926.92% 66.92% 66.00 50.64% 72.06% 68.00% 7.00% 12.46% 78.00% 9017.49% 74.00% 12. estiletes para duplicadores.28% 78.00 7.46% 96.1 4202.00% 82.46% 66. e artefatos semelhantes 43.94% 68.95% 57.13% 77.00 96.92.00 4421.07% 70.93% 62.00 Apontador de lápis 54.98% 84.00 Prancheta 7.46% 72.49% 68.80% 75.00 7.10.00% 12. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.90 5509.82% 60.20.92% 66. porta-lápis e artigos semelhantes.08.4016.9 63.00% 7.87% 74.06% 68.00% 75.55% 63.00% 7.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.53.00% 12.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.30.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 .06% 68.00% 12.00 Borracha de apagar.20.66% 65.00% 75.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65. de traçado ou de cálculo 9603. canetas porta-penas.99% 59.12% 9608.49% 98.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.00% 12. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57.40.00% 96.00% 12.88% 74.90% 87.00 Instrumento de desenho.00% 12.00 5202.23% 51.

9 Papel seda 4421. recados auto adesivos (LP note).01 a 39.95% 57.00 Papel celofane 12.00% 7.00% 12.46% 66.06% 68.00 Espiral .49% 78.49% 78.00 4802. verde e cortiça 7.98% Lápis.49% 78.10 Massas ou pastas para modelar.00% 75.00% 66.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39. de plástico e outros materiais das posições 39.14.49% 78.00 Bobina para fax 4802.00 Quadro branco.20.90.00% 96.00 Atualizado em 04/01/2011 .12.06% 78.00% 7.00 4802.09 57.54.00% 7.29% 66.46% 75.54.49% 78.46% 75.46% 75.9 4802.99 4816.20.00 57.99% 59. próprias para recreação de crianças 57.92% 66.06% 80.46% 75.00% 12. pastéis.00% 68.49% 78.92% 3916.00 59.00% 12.92% 57.46% 75.46% 75.57.perfil para encadernação.14 57.90 4811.00% 12.00% 12.06% 68.46% 75.49% 78.90.92% 68.58.00% 7.06% 68.92% 7.06% 68.04% 60. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.00 7.99 4802. exceto estojos 57.00 4802.00% 12.00 Cartolina escolar e papel cartão.00% 12.carvões.20.00 Papel impermeável 7.92% 66.24% 68.00% 66.10.01 a 39.00 57. brancos e coloridos.92% 78.00% 57.54% 3920.00.90% 90. papéis de presente 57.00% 75.57.00% 66. minas.9 4802.00% 7.20.90 49.98% 88.00% 12.19 3926.92% 66.00 78.00% 7.49% 68.20.06% 68.12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.06% 68.06% 3407.92% 66.9 4806.56.

06% 68.13.16 4816.00% 7. em folhas.00% 7. contendo um sortido de artigos para correspondência 52.00 Papel crepon 4810.46% 89.00% 12. estênceis completos e chapas ofsete.46% 75. de papel.00% 12.67% 81.90.31% 72.00% 70.49% 91.00 57.46% 78.92% 66.00 57.00% 12.00% 4808.17 envelopes.39% 12.90 Papel almaço 4810.46% 75.00 Papel-carbono.00 7.00% 12.37% 48.92% 66. mesmo acondicionados em caixas 57.16 57. de papel ou cartão.00% 75.00% 7.00% 75.49% 48.18% 68.46% 12.12.10. aerogramas.12% Atualizado em 04/01/2011 .09 48.36% 79.49% 78.92% 66.10 48.92% 66.06% 68. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência. de papel ou cartão. caixas.90 Papel fantasia 69.06% 68.22.00 Papel hectográfico 7.49% 78.16% 63.06% 68. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).00% 66. sacos e semelhantes.49% 78.00 7.00% 61.

41% 7. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.11. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.00 103. com ou sem envelopes.00 7.46% 95.13% 7. de escritório ou de papelaria.93% 106. de recibos. classificadores.32% 78.90 Papel camurça 82.00% 12.00 Livros de registro e de contabilidade. 00. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.92% 78.20 65.90 Papel laminado e papel espelho 57. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.88% 87.07% 4909.96% 75. de encomendas. mesmo ilustrados.00% 75. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social . de papel ou cartão.00 7.00% 57.94% 77. capas de processos e outros artigos escolares.59. pastas para documentos.de época / sentimento) 5210.00% 12.00 cartões postais impressos ou ilustrados.06% Atualizado em 04/01/2011 . de apontamentos. de papel ou cartão 84.00% 92.92% 66. agendas e artigos semelhantes.06% 68.49% 7607.00% 74. cadernos. blocos de notas.48.00% 12. de papel para cartas.

3 7. ICMS 109/09 7.00.00% 7.00% 12.06% 68.49% 93.56 43.00 Apagador para quadro 57.92% 66.92% 66.10.00% 12.07 1.23% 51.00% 12.97% 9610.60% 81.00% 12.00% 60.49% 78.30% 62.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .00% 24.00 7.90.00 Porta-canetas 3506.00 Cola escolares branca e colorida.59% 33. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT.46% 75.46% 78.91 57.00% ANEXO ÚNICO do Prot.00.00 7.94% 83.46% 75. e carta 3926.46% 91.06% 68.46% 39.00 Estojo escolar.00% 9603.00 4420.92% 66.18% 53. ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. SE FOR INFERIOR A 17%.90. estojo para objetos de escrita 7.00% 66.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.00% 12.51% 8304.00 4802. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot.12.00% 12.88% 32.49% 78.84 Papel cortado tipos A4.00% 71.00 4202.49% 41.10 3506.36% 68. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50. ofício I e II.06% 68. 3213.61% 75. mesmo emoldurados 57.10.14 42.

00 5202. 5. 13. porta-lápis e artigos semelhantes. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .2.90.92 66.10. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”.00 3926. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. 9.23 51.00 3703.54 75. 9608.94 68. em rolo e.90.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores.46 3.92.10.10.61 75.90.82 60.08 85.07 59.88 74.40 82.00 96.28 75.20.00 9603. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.92 66.10 3703.00 9608.10 3704. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm. 11. matte ou lustre.98 84.53. 8. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74.10. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.99. 6.40. 3703. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas. canetas porta-penas. 7.90 5509.80 65. 14.20.1 4202.9 4421.92 66.90.00 9608.20 Papel fotográfico.04 12.08 Corretivo Borracha de apagar.64 72. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.92 12% 66.55 63. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho.30.00 8214. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante.00 4802.46 66.92 66.20. estiletes para duplicadores.29 4016.95 57.00. 4. magenta e amarela 57 7% 75. 3824.29 3703.00 9017.46 75.46 72.46 96.00 4202. 10.

9 4802.54. exceto estojos.01 a 39.46 75.92 66.46 75. 19. 3926.92 66.00.00 4810.99 4816. de plástico e outros materiais das posições 39.01 a 39.20. carvões. 96. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24. 23.36 79. 28.00 4802.56. recados auto adesivos (LP note). 3916.18 18.99 4802.10.20.14.92 66.00 4802.perfil para encadernação. 27.46 89. 26. Cartolina escolar e papel cartão.90 4802.13.92 66.46 75.todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.14 3916.01 a 39.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20.9 4806. próprias para recreação de crianças Espiral .15.92 66. 22.95 57.92 66.57.10 39.20.58.92 66. 4802. papéis de presente . pastéis. 3920.92 66.20. brancos e coloridos. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .46 75.46 66.54.92 66.01 a 39.19 39. 21.46 75. minas.00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75.46 75. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar.00 4808.10.09 3407.46 75.90.9 4421.9 4802.92 66.98 88.20.12 75.20.90 Papel seda Quadro branco.90 4811. 16.24 78.14.90 4810.46 75.46 75.57.22.90.00 Lápis.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.92 66. 17.

mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75. agendas e artigos semelhantes. capas de processos e outros artigos escolares.00.90. classificadores. de escritório ou de papelaria.90 9603. 48. cadernos. blocos de notas. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).31 12% 61. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais.59. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75.93 12% 92.17 Papel hectográfico envelopes.16 papel-carbono. de papel ou cartão 65 7% 84.46 75. com ou sem envelopes.46 75. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”. de recibos. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75. caixas.96 34. 36. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).46 30. de papel ou cartão. 4816.94 33.20 livros de registro e de contabilidade.90 7607.46 70.09 48. mesmo ilustrados. 48. de papel ou cartão. de encomendas. de apontamentos.00 cartões postais impressos ou ilustrados.88 12% 74. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103. de papel.10 48.90.92 66. estênceis completos e chapas ofsete.16 32. 5210. 31.92 Atualizado em 04/01/2011 . em folhas. aerogramas. 35. sacos e semelhantes.92 66. de papel ou cartão.92 66. pastas para documentos.11. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.92 12% 66.29. de papel para cartas. 4909.

ICMS 175/2010.10.92 66. MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.12% 37.ANEXO ÚNICO DO PROT.00 4202. ofício I e II. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41.06 32.91.71% 4011. Demais produtos: Interna 29. ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.67 7% 84.00 4420. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712.88%.46 40.53 60. item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP . A4.00.36%.50. 353. ofício I e II.84% Alíq interest de 7%: 39.90.3 8304.Redação dada pelo Prot.51% Atualizado em 04/01/2011 . carta e outros) 25 7% 12% 39. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38. 9610. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot. ICMS 110/09 (BA e SP) . Alíq interest de 12%: 32. 4802. ICMS 25/10 (BA e MG) e art. 7% 12% 66.90 Estojo escolar.31%.00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas.00. Alíq interest de 12%: 37.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor.00 3506. II. 64. 47.46 91. e carta: Interna 24.89% Alíq interest de 7%: 45.90 3506.30 40. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot.54%.92 66. 3926.61 75.46 75. Nota 72: NCM. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida.23 51.00 7% 64.10.60 81.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3.

59% Interna : 64.51 84. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712.67% Alíq.51% 8714.10.10.67% Atualizado em 04/01/2011 .20.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64. origem 7%: 64. PEÇAS E ACESSÓRIOS .00 4013. SE FOR INFERIOR A 17%.51% Alíq. SE FOR INFERIOR A 17%.67 7% 84.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64. Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47.00 4011. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG . Origem 12%: 74.4013.71% Alíq.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas. origem 7%: 84. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS.00 8512.67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.71 84.67 7% 84.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64.3 Interna : 47% Alíq.50.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. 64.20.51% 8512.ANEXO ÚNICO DO PROT.2 42.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42.51 84.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.00 motor.00 64.51 84. Origem 12%: 55.9 64.67 7% 84.86% Interna : 64.00 8714.

10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot. proseccos.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011.51% Alíq.59% Interna : 64.84% a) macarrão propriamente dito. tempero ou cozimento de qualquer espécie: I . Origem 12%: 74.20% 150.10. filtrados doces. origem 7%: 84. de borracha.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512. sangria e sidras.51% Alíq.50.20. ICMS 107/09. champagnes. Origem 12%: 74. cavas. sangria e sidras.51% Alíq. (preparado com farinha de trigo): 123.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43. origem 7%: 84.59%”.” Anexo Único do Prot.22% 113.03 67. origem 7%: 84. c) espaguete. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot. espumantes. BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .59% Interna : 64.macarrão. novas. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204. b) massas para sopa. nacionais.82 Espécies de bebidas vinhos. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo.67% Alíq. e) massas para lasanha.00 42.00 Câmaras-de-ar. ICMS 65/0 I.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos.03 43. AMARGOS. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013. prosecos. considera-se. champagnes. exceto produtos nacionais classificados na posição 2204.67% Alíq. d) talharim. APERITIVOS. cavas. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo.87 185.5 Alíq. espumantes. filtrados doces.22% 82. Origem 12%: 74. 51 do RICMS/BA.00 42.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

49 4.15 R$ 41.59 4.89 R$ 20.58 4.91 mL de 521 a 670 R$ 2.50 4.94 R$ 42.22 R$ 42.60 4.33 R$ 28.19 R$ 12.62 4.57 4.55 4.05 R$ 45.51 R$ 4.06 R$ 27.71 por litro R$ 3.39 R$ 33.81 R$ 67.12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .73 - 4.87 R$ 42.54 R$ 71.67 R$ 32.85 R$ 17.57 R$ 15.26 R$ 72.48 4.53 R$ 68.00 mL todas R$ 3.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.53 R$ 46.57 R$ 17.85 R$ 14.52 4.45 R$ 17.41 R$ 3.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.61 4.4.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .33 R$ 45.17 R$ 19.63 4.56 4.54 4.19 R$ 1.25 R$ 47.64 4.53 4.05 R$ 28.78 R$ 28.91 R$ 13.

73 4.21 R$ 5.66 4.98 R$ 16.1 5.74 4.CATUABA ITEM 5.58 R$ 11.71 4.30 R$ 8.49 R$ 17.03 R$ 8.77 R$ 8.94 R$ 8.26 R$ 15.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.69 4.02 R$ 8.34 R$ 26.70 4.72 4.98 R$ 61.77 R$ 23.79 4.12 R$ 25.77 R$ 16.38 R$ 9.75 4.66 R$ 9.25 R$ 7.71 R$ 11.4.94 por litro R$ 26.10 R$ 10.68 4.31 R$ 7.80 4.26 R$ 9.62 R$ 26.97 R$ 8.40 Atualizado em 04/01/2011 .93 R$ 9.22 por litro V .86 R$ 11.40 R$ 25.49 R$ 24.78 4.05 R$ 7.43 R$ 12.81 4.54 R$ 8.76 4.65 R$ 10.77 4.67 4.26 R$ 60.

9 5.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.58 por litro VI. CHAMPAGNE.48 R$ 4. SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6. PROSECCO.20 R$ 2.10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.5. ESPUMANTE.7 5. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .6 5.57 R$ 6. CONHAQUE.8 5.4 5.72 R$ 5.72 R$ 4.67 R$ 5.1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6.04 R$ 5. FILTRADO DOCE.3 5.5 5.

56 R$ 8.04 R$ 551.32 R$ 210.17 R$ 446.3 7.37 R$ 53.7 7.12 7.6 7.2 7.1 7.33 Atualizado em 04/01/2011 .11 7.10 7.8 7.21 R$ 458.45 R$ 186.5 7.17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.49 R$ 551.9 7.27 R$ 174.75 R$ 200.85 R$ 543.15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.13 7.53 R$ 67.12 R$ 497.16 7.7.86 R$ 599.14 7.4 7.23 ---- NACIONAIS ITEM 7.

28 R$ 7.58 R$ 6.06 R$ 7.08 R$ 15.28 7.34 7.09 R$ 6.26 7.36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.18 7.21 7.00 R$ 31.27 7.07 R$ 6.30 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .32 7.20 R$ 9.88 R$ 29.25 7.35 7.20 7.29 7.19 7.31 7.53 R$ 24.33 7.24 R$ 7.67 R$ 19.7.74 R$ 61.33 R$ 5.24 7.39 R$ 5.54 R$ 15.23 7.29 R$ 8.79 R$ 9.22 7.

4 8.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .59 R$ 2.6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.2 8.77 por litro VIII. COOLER ITEM 8.91 R$ 3.5 8.1 8.65 R$ 2.22 R$ 6.3 8.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6.90 R$ 7.37 7.19 R$ 2.7.

GIN IMPORTADO ITEM 9.21 por litro X.9 9.4 9.18 R$ 11. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.6 9.1 9.5 9.26 ------ NACIONAL ITEM 9.36 R$ 18.45 R$ 160.26 R$ 103.2 9.59 R$ 86.24 R$ 79.16 R$ 10.75 R$ 19.10 9.11 9.IX.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7.8 9.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .27 R$ 80.3 9.

6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.2 10.27 R$ 4.57 R$ 4.97 R$ 5.32 R$ 2.48 por litro R$ 3.38 R$ 4.10.08 R$ 5.3 10.02 R$ 2.13 R$ 6.5 10.1 10.4 10.78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .27 R$ 5.43 R$ 5.

05 R$ 107.54 R$ 84.5 11.1 11.3 11.12 11.90 R$ 94.50 R$ 91.7 11.20 R$ 46.15 11.18 R$ 78.37 R$ 53.85 R$ 69.65 R$ 68.66 R$ 105.14 11.11 11.13 11.XI.8 11.49 Atualizado em 04/01/2011 .43 R$ 20.2 11.16 11. LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.6 11.16 R$ 52.9 11.83 R$ 45.10 11.51 R$ 82.47 R$ 92.4 11.08 R$ 54.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.

27 11.36 R$ 82.48 R$ 40.33 11.32 11.22 11.26 11.05 R$ 10.30 11.21 R$ 79.11.18 11.80 Atualizado em 04/01/2011 .93 ---- NACIONAL ITEM 11.28 11.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.20 R$ 96.20 11.37 R$ 88.25 11.25 R$ 74.65 R$ 58.21 11.91 R$ 69.67 R$ 24.52 R$ 90.16 R$ 13.19 11.24 11.23 11.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.38 R$ 65.29 11.58 R$ 85.

74 R$ 6.46 11.34 R$ 24.22 R$ 7.62 R$ 5. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.40 R$ 33.11.43 11.95 R$ 6.44 11.65 R$ 8.49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.42 11.60 R$ 46.51 R$ 19. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .38 11.16 por litro XII.39 11.47 11.90 R$ 6.40 11.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.10 R$ 18.36 11.45 11.66 R$ 20.35 11.48 11.41 11.17 R$ 34.37 11.13 R$ 13.82 XIII.

3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45.95 ----- XIV.1 13.9 14.16 R$ 22.6 14.3 14.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.2 14.10 MARCA Bacardi .Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25.33 R$ 60.1 14.8 14.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .01 R$ 44.60 R$ 21.61 R$ 98.58 R$ 16.4 14.7 14.34 R$ 91.48 ----- NACIONAL ITEM 14. RUN IMPORTADO ITEM 14.06 R$ 12.2 13.ITEM 13.

SAQUE IMPORTADO ITEM 16.2 16.4 15.XV.6 15.01 R$ 2.8 15.3 16.43 por litro R$ 3.90 R$ 51.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 .93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72.47 R$ 12.42 R$ 106.85 R$ 3.1 15.3 15.71 R$ 2.65 R$ 299.72 R$ 56.5 16.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.76 R$ 3.2 15.5 15.4 16.75 R$ 4.73 R$ 176. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15.63 R$ 2.1 16.7 15.

25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .12 16.16.48 R$ 95.10 R$ 13.7 16.94 R$ 40.20 16.11 16.23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.00 R$ 17.22 16.80 R$ 83.80 R$ 32.15 16.82 R$ 42.10 16.16 16.17 16.14 16.63 R$ 68.67 R$ 108.19 16.20 R$ 12.02 R$ 69.90 R$ 66.9 16.25 R$ 48.99 R$ 225.21 16.8 16.13 16.18 16.05 R$ 63.93 R$ 50.

40 16.24 16.37 16.34 16.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.18 R$ 6.80 R$ 23.07 R$ 129.55 R$ 14.90 R$ 19.36 16.32 16.16.50 R$ 6.19 R$ 38.60 R$ 5.28 16.35 16.84 R$ 101.26 16.80 R$ 90.30 16.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .27 R$ 7.29 16.04 R$ 15.20 R$ 45.27 16.78 R$ 54.31 16.29 R$ 13.47 R$ 33.41 16.37 R$ 19.39 16.38 16.33 16.50 R$ 4.25 16.

2 17.12 ------ NACIONAL 17.41 por litro IMPORTADO ITEM 17.4 18.09 R$ 128.29 R$ 13.2 18.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14.6 17.43 16.13 R$ 22.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52.1 17.98 R$ 469. TEQUILA ITEM 18.4 17.1 18.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 .16.44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.3 18.00 R$ 196.06 R$ 14.97 R$ 76.91 R$ 68.5 17. STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.24 R$ 16.

50 R$ 77.61 R$ 109.17 18.49 R$ 471.08 R$ 58.22 R$ 149.11 18.7 18.9 18.87 R$ 115.23 R$ 47.16 18.10 18.18.14 18.17 por litro R$ 152.89 R$ 47.6 18.00 R$ 61.8 18.12 18.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.13 18.12 R$ 88.00 R$ 51.15 18.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .

16 19.3 19.06 R$ 49.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .14 19.14 R$ 68.70 R$ 67.17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.6 19.15 19.12 R$ 73.45 R$ 67.XIX.75 R$ 75.9 19.86 R$ 66.2 19.4 19.35 R$ 72.11 19.13 19.1 19.07 R$ 66.83 R$ 69.76 R$ 71.8 19.76 R$ 47.5 19.23 R$ 71.12 19.10 19.01 R$ 62.7 19. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.43 R$ 60.08 R$ 74.

89 R$ 319.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.26 R$ 141.27 19.34 R$ 275.38 R$ 111.20 R$ 106.26 19.84 R$ 115.19 19.76 R$ 108.44 R$ 111.08 R$ 107.31 19.07 R$ 117.30 19.32 19.21 19.88 R$ 112.23 19.18 19.33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.20 19.29 19.24 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .25 19.28 19.79 R$ 108.22 19.33 R$ 129.00 R$ 173.24 R$ 96.

53 R$ 266.17 R$ 323.37 19.39 19.45 19.34 19.40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.70 R$ 194.82 R$ 298.43 19.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.38 19.26 R$ 233.36 19.64 R$ 213.42 19.02 R$ 329.84 R$ 222.ITEM 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.41 19.25 R$ 211.21 R$ 217.35 19.44 19.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .37 R$ 307.

54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.55 19.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .47 19.331.49 19.43 R$ 38.51 19.324.00 R$ 705.56 19.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.01 R$ 675.53 19.61 R$ 40.35 R$ 1.10 R$ 38.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.71 R$ 710.19.48 19.073.52 19.57 19.93 R$ 2.70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.

61 19.64 R$ 20.62 19.2 20.04 R$ 23. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.71 19.1 20.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .10 R$ 8.66 R$ 16.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .83 R$ 28.22 R$ 21.28 R$ 23.68 19.64 19.05 R$ 24.14 R$ 12.86 R$ 22.16 R$ 32.72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.65 19.67 R$ 19.66 19.63 19.59 19.60 19.19.41 R$ 22.11 R$ 16.11 - 20.67 19.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.69 19.36 R$ 10.31 R$ 22.70 19.08 R$ 10.82 R$ 8.

73 por litro R$ 6.20.77 R$ 6. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7.11 20.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.00 R$ 14.28 R$ 14.10 20.8 20.7 20.31 R$ 4.5 20.47 R$ 3.88 R$ 15.40 R$ 17.9 20.16 R$ 14.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.6 20.4 20. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.19 R$ 4.03 R$ 4.02 R$ 13.05 R$ 6.56 R$ 5.28 R$ 6.68 R$ 17.1 Todas as Marcas XXII.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .74 R$ 14.

86 R$ 57.12 23.93 R$ 171.98 R$ 49.3 23.44 R$ 61.4 23. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23.6 23.11 23.7 23.93 R$ 52.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.16 23.31 R$ 57.8 23.97 R$ 66.1 23.44 Atualizado em 04/01/2011 .14 23.5 23.54 R$ 60.21 R$ 154.9 23.10 23.26 R$ 41.13 23.74 R$ 25.09 R$ 161.15 23. VODKA IMPORTADA.28 R$ 52.44 R$ 62.49 R$ 38.2 23.XXIII.13 R$ 144.

20 23.22 23.19 23.23 23.21 23.15 por litro R$ 155.57 R$ 39.18 23.24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.70 R$ 59.57 R$ 51.51 R$ 61.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .10 R$ 154.23.

29 23.63 R$ 11.38 23.39 23.28 23.31 R$ 9.26 23.36 23.66 R$ 5.82 R$ 15.30 23.16 R$ 5.NACIONAL ITEM 23.90 R$ 5.40 23.33 23.19 R$ 9.35 23.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.53 R$ 6.98 R$ 5.13 R$ 13.37 23.58 R$ 9.34 23.97 R$ 15.40 R$ 4.71 R$ 8.27 23.32 23.31 23.25 23.20 R$ 18.88 Atualizado em 04/01/2011 .31 R$ 19.

15 R$ 25.3 24. 40. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto. Nota 77: materiais de construção.49 23.70 R$ 5. fretes. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor. acrescido dos valores correspondentes a seguros. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.48 23. carretos. bem como os itens 40. 353 do RICMS/BA .51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8.92 R$ 21.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21.46 23. 40.47 23.2.25 R$ 24.2 24.50 23.4 e 40.44 23.42 23.41 por litro R$ 10.45 23.43 23.1 24.15 R$ 6.20 por litro XXIV. acabamento. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09.3.37 R$ 22. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 .94 R$ 23.58 R$ 14.46 R$ 6.23.94 R$ 8.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento).69 R$ 7. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24.5 do inciso II do art. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76.

25 Argamassas.28 52.90.55 49. 3920. forro.49 52 40 37 48 36 27 43 70. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo. para uso na construção civil 3910.02 54.91.51 45.31 56.39 42.11 57.01 46.35 49. fitas isolantes e afins 3919.87 53. laminados plásticos em bobina.07 Cal para construção civil 2522 37 53. seladoras.00. para uso na 3916 construção civil Tubos.43 45.00.61 69.37 35. de borracha vulcanizada não endurecida 4016. massas para revestimento.67 41.91.65 51. gaxetas e semelhantes. com até 2m2.92 44. 3921 Telhas plásticas. mesmo em rolos. para uso na construção civil Veda rosca. pias.93.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.23 61.10.00. tiras. janelas e afins.55 61.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. uniões). flanges. fitas. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas.30.84 64. auto-adesivas. lona plástica.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos. chapas. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.31 47.51 45. sanitários e seus assentos e 3922 tampas. de 3919 plásticos. aditivos para argamassas e afins 3214. de 3917 plásticos. 3925. sancas e afins de PVC. e suas obras 2514. folhas. lavatórios. 37 53.99 63.16 48.50.00 72.63 55. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas. cotovelos.14 42.25 56.00.42 59.3 60. em qualquer formato.40. SE FOR INFERIOR A 17%.00 Portas. 3816. flanges.43 47 89.71 79.86 Atualizado em 04/01/2011 .83 52. boxes para chuveiros. para uso na construção civil 3926. de plástico 3925.19 34. 3824. bidês. películas e outras formas planas. 6802. para uso na construção 3921 civil Banheiras. juntas.00.00 Postigos.1.00. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016. 6803 34 50.75 43.00 Outras obras de plástico.00 Silicones em formas primárias. juntas.90 Fitas emborrachadas 4005.71 50. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925.90. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925.51 65.20.00 endurecida Juntas. cotovelos. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia.84 55. e seus acessórios (por exemplo.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824.

01 47.10. chapas. quadrotes. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. cartão ou outras matérias. basalto e outras rochas silicáticas. cumeeiras e 6811 afins. cianito. laje. mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303. de madeira ou de outras matérias lenhosas.84 79.88 55. mesmo armadas.39 54. aglomerados com cimento. partículas. incluídos os painéis 4418 celulares. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.64 64. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas.31 37 38 53. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. contendo ou não amianto .49 37 69. serradas longitudinalmente. calhas. mesmo recortados. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes. tanques e reservatórios e suas tampas. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. telhas. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina.25 79. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. travertinos.00 32 Ladrilhos de mármores.31 38 51 49 44 63 47 44 54.71 61.99 49.00 35 Painéis.00 aparas. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos).66 49.67 41 57. exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos. calhas. cortadas em folhas ou desenroladas. de concreto ou de pedra artificial. em pó ou em grãos. tanques e reservatórios e suas tampas.84 45.43 62. telhas. mesmo confeccionados 30 Linóleos. gesso ou outros aglutinantes minerais.64 30 33 39 45. blocos e semelhantes. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas. de madeira 26 Persianas de madeiras 4418.63 69. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento. tufados. de fibras vegetais.51 54. de matérias têxteis.67 72. lajotas. “waferboard”). com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais. de palha ou de 6808. em ambas as faces.1 Caixas d’água.75 37.63 44.63 45.19 46. diorito. cimento-celulose ou semelhantes. charnokito. contendo ou não amianto 21 69.98 52. pré laje e mourões 38 Caixas d’água. e ladrilhos de granito.02 55.19 66.21 semelhantes (por exemplo. de fibrocimento.95 61.00. de feltro.11. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira.83 41. exceto os tufados 5704 e os flocados.43 89. papel.10 57. mesmo aplainadas. cimento-celulose ou semelhantes. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410.Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada).COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38. alabastro. de fibrocimento. polidas.99.37 53 71. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807.51 89.31 60.25 46. cumeeiras e 6811 afins.35 82. aplicados sobre matérias 6805 têxteis.86 52.64 36 38 52.43 53. ladrilhos.35 46.22 Atualizado em 04/01/2011 .

39 55.10. tripolita.87. exceto vergalhões 7214.75 70. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 .37 59. em chapas. tijoleiras.00 (carga de 69. mesmo com camada absorvente.64 62.43 79.56 49. 40.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.75 68.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42. tijoleiras.01 42 12%) 7308. 6902 refratários.1 Telhas.22 40 76 43 56.19 47.04 45. de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912.37 48.75 56.37 79. de ferro ou aço.06 61 39 40 54 39 69.87 72.61 67 87. mesmo com camada absorvente. tapa-vigas e produtos semelhantes. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações. refletora ou não.07 53. para construção. condutores de fumaça.00 (carga de 12%) 7308. lingas e artefatos semelhantes.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas. bidês. elementos de chaminés. caixas de 6910 descarga. de cerâmica . exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907. 7217. ornamentos arquitetônicos. e outros produtos cerâmicos para construção civil . mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901. 6905 de cerâmica.6 51.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro. 6908 45 Pias..SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos. folhas ou perfis. lavatórios. elementos de chaminés.43 39 80.51 47. mesmo emoldurados.90.25 40 48.43 33 41.23 48. em 7005 chapas ou em folhas. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções. refletora ou 7004 não.00. sanitários.55 55. não revestidos.2 60.90 tranças (entrançados).28 47. condutores de fumaça. em folhas.20. 6905 de cerâmica. e outros produtos cerâmicos para construção civil .02 50.00 (“kieselghur”.40 55. banheiras.00 47 Vidro vazado ou laminado. colunas para lavatórios. ornamentos arquitetônicos.64 47.1 Vergalhões 7214. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. de cerâmica .00 51 Vidros laminados 7007.20.43 86. tapa-vigas e produtos semelhantes.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica. mesmo com camada 7003 absorvente. cabos.70 47.19.43 63.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados. de cerâmica 6906. mesmo polidos cordas.87 97.07 44.84 55. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários. diatomita. que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção. placas (lajes).29.00.95 56.1 Tijolos para construção.84 71.12 77.10 (carga de 17%) 54. refletora ou não.00. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007.75 89.90.6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41.43 53 89. placas (lajes).

não ligados. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. de ferro fundido.12. luvas ou mangas).84 89. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317. chavetas. de ferro fundido.25 76 77 78 44 34 40 61. roscados.64 66.11. grades e redes.11 47.37 59 78. roscados. de ferro fundido.92 60.82. rebites.90 armações prontas.20. ferro ou aço Portas e janelas. galvanizados 7217.00 Outras correntes de elos articulados. cotovelos. para instalações de água quente e gás. cotovelos. ferro ou aço.58 42 33 69. de ferro fundido. pinos ou pernos. de cobre. de ferro fundido. (inclusive 7308.75 50. ganchos roscados. e suas partes.59 54.95 38. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas. pinos ou pernos. mesmo com a cabeça de outra matéria. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418. cubas. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio.31 39. de ferro fundido. pregos. de 7609. parafusos. tira-fundos.00. ferro ou aço 7308. esfregões. exceto cobre (carga de 12%) Parafusos.00 Tachas.90 46. porcas. cotovelos. polimento e usos 7323 semelhantes. ferro ou aço.10. alizares e soleiras de ferro fundido. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. de uso na 7411. pregos. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas.46 52 46.89 45. 7308. lavatórios. para uso na construção civil Tachas.90 Acessórios para tubos (por exemplo.00. e seus caixilhos.00 semelhantes.00 ferro ou aço. tanques e afins de ferro fundido. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido. rebites.07 47.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço. ferro ou aço Esponjas. percevejos. porcas.40. de 7310 instalação) de ferro ou aço. escápulas e artefatos semelhantes.84 59.46 66.00 Material para andaimes.14 55. de energia. contrapinos. escápulas.90 Correntes de elos soldados. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407. uniões.43 57 57 52 38 32 31 37 89.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões. ferro ou aço 7315.87 52. retorcidos.55 41 67 46 63. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59.11 49.30. mictórios. de entrada de água.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69. ferro ou aço Arame farpado. arruelas (incluídas as de pressão). cavilhas. uniões.07 40.00 alumínio.16 68.64 50.43 42 41 50. ferro ou aço 7315. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas. ferro ou aço.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. mesmo farpados.01 42.10 Tubos de cobre e suas ligas.14 56. de ferro fundido.43 69.00.55 40 41.07 48.63 47. de ferro 7307 fundido.00 Manta de subcobertura aluminizada 7607.92 75. próprias para a construção civil. e artefatos semelhantes.78 53. pias.20. ganchos roscados.84 75. contrapinos.43 Atualizado em 04/01/2011 . para armações (cofragens) e para escoramentos. 7318 chavetas. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes. banheiras. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos. de ferro ou aço 7315.95 49.51 79.56 89.64 54.01 42 33 79. de ferro ou aço arames ou tiras. cavilhas.67 42.64 79. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre. luvas ou mangas).02 50.19. de 7313. percevejos.35 50.

80 59.04 45.2 .51 57. origem 7%: 49. próprias para construções. aliq. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos. aliq.1 Torneiras.07 53. alizares e soleiras.5 .4 .NCM 3506 – MVA: interna 48. ladrilhos. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615. torres. chapas.01 42. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47. cola instantânea e cola branca escolar .75 50.59 68.49 33 34 49.49 46 50 37 41 63.07 INCISO II DO ART. mesmo com acessórios. origem 7%: 65. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições.14 41. mesmo armado. 353 DO RICMS/BA 40. para 7616.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%. aliq origem 12%: 41.37 42. origem 7%: 80.59 53.2.07 39 34 55.95 46 37 36 63. varetas. 40.9 39. porta-chapéus. origem 7%: 50. chapas. reservatórios. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. balaustradas). 7610 pórticos ou pilones.25 49. placas. 40.1. telhas e outros artefatos. cabides. de metais comuns chaves para estes artigos. armações. aparelhos para soldar metais por resistência 8515.02 50. eletrodos e artefatos semelhantes. tubos e semelhantes.80 45.94%.20%.NCM 7019.00 Tubos flexíveis de metais comuns.02%.14%. MVA’s: : interna 34%.3 .10. tijolos.25 44.19 41 57. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos.90. de vidro prensado ou moldado.NCM 7016 – MVA: interna 61.4 construções. barras. aliq origem 12%: 42. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515. pontes e elementos de pontes. de segredo ou elétricos). com fechadura. aliq origem 12%: 56.07%. para uso na construção 8307 civil Fios. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. caldeiras. de alumínio.50. 8515. e seus caixilhos.20.00 Pateras. exceto cola bastão. exceto as construções préfabricadas da posição 94. estruturas para telhados.91%.14 47. pastilhas e outros artigos semelhantes . Atualizado em 04/01/2011 . de alumínio. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. 8302. para canalizações. inclusive puxadores.banheira de hidromassagem . com peso líquido não superior a 1 (um) kilo.85%. pilares. aliq origem 12%: 70. fechaduras e ferrolhos (de chave. e artigos semelhantes de metais comuns 8302. aliq.62%.99 49. aliq.39 54.blocos.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo. portas e janelas. de metais 8301 comuns. tubos.51 52. perfis.02%.06. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. para construção. 40.99 54. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.vergalhões .00 Outras obras de alumínio. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados. colunas.01%. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes. cubos. de qualquer tipo 8302.

e seus acessórios (por exemplo.65 Atualizado em 04/01/2011 . 11.91.92 44. folhas.1 3824. juntas. para uso na construção civil.94 3. fitas isolantes e afins Telhas plásticas.90. uniões).43 45. ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. pias. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1. para uso na construção civil Tubos. para uso na construção civil Banheiras.Nota 78: Anexo Único do Prot.00. 3924 3925. de plástico Postigos. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico.11 57. Veda rosca.16 48. 9. 7. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.3 61.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53. sancas e afins de PVC.00. com peso líquido não superior a 1 kilo. flanges.90 4005. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas. bidês.02 54. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39.30. 59.51 45.25 56.55 49.50. exceto cola bastão.21 3922 44 33 38 39 28 61.90 52 40 37 48 36 27 70.63 55. películas e outras formas planas. 12.37 35. chapas.51 65. sanitários e seus assentos e tampas.00 3926.67 41. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos. 13. tiras. forro. de plásticos. de plásticos.00 3925. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. de plásticos.39 42. laminados plásticos em bobina.87 53.85 56. 3925.49 10.10. boxes para chuveiros. 65.01 46. 6. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas. autoadesivas. 14.83 52.20. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA. lavatórios.42 52. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48.19 34.25 2. lona plástica. 5.90. 15. fitas. cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos.99 50. NCM/SH 3214.00 3925.31 47.31 56. mesmo em rolos. SE FOR INFERIOR A 17%. 4. janelas e afins.75 43.35 49.71 8. cotovelos.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas.00 3816.

27. travertinos.43 47 69. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”.84 64. em ambas as faces. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes.00 4016.16. ônix e outras rochas carbonáticas.67 Atualizado em 04/01/2011 .39 54. 4009 17. e ladrilhos de granito.11.71 89. com área de 43 60. mesmo aplainadas.63 45. 19.91. alabastro.31 22. 26. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. de borracha vulcanizada não endurecida. folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras.51 54. basalto e outras rochas silicáticas.21 36 38 52. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas. quadrotes.25 46.67 72. diorito. 23. dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. 21. polidas.64 20. 25. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). mesmo confeccionados Linóleos. de feltro.19 66. cianito.63 44. juntas. 18. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais.98 52.95 61. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores.43 89. gaxetas e semelhantes.82 28. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69.23 51.1 57.86 52.35 55. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina. mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo. flanges. 4016.71 61. exceto os tufados e os flocados.31 24. “waferboard”). papel para vitrais. de madeira ou de outras matérias lenhosas. serradas longitudinalmente. 4409 4410. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil. cortadas em folhas ou desenroladas. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). 4411 4418 37 38 53. cotovelos.19 46.61 69. 6303 6802 47 44 64.64 60.35 82.86 79.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. charnokito.64 55. incluídos os painéis celulares. lajotas. 29.84 79. tufados.93. unidas pelas bordas ou pelas extremidades. de matérias têxteis.

refletora ou não. laje.00. papel.25 70. 39.39 55. 43. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces.43 53. 7004 7005 69. 6811 39 55. lavatórios. excluídos os de uso automotivo Blocos.66 49. 37. ladrilhos. 44. refletora ou não.00. refletora ou não. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. cartão ou outras matérias.84 45.55 55. de fibrocimento.04 45. para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro.00.51 89.75 79. 7007.75 56.43 39 89. 6807. em folhas.49 31.29. Manta asfáltica Painéis. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado.25 79. de concreto ou de pedra artificial. placas. 6907 6908 6910 39 40 55. bidês. 45. mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica.64 4737 42. blocos e semelhantes. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias.91 Atualizado em 04/01/2011 .37 40. caixas de descarga.64 33. banheiras.30. partículas.01 35. 34. tijolos.75 47. de palha ou de aparas.75 63. ladrilhos.28 47. costurados ou reunidos de outro modo.00 7007. 6912. em chapas. mesmo com camada absorvente.02 37.00 7003 54 39 72. sanitários. chapas.00 7009 7016 36 39 50 37 61. mesmo com camada absorvente.10. mesmo emoldurados.37 59. cimento-celulose ou semelhantes. em chapas ou em folhas.87 47.84 55.37 48. calhas. 41. mesmo com camada absorvente. mesmo recortados. mesmo armadas. em pó ou em grãos. aglomerados com cimento. telhas e outros artefatos. cumeeiras e afins.62 44. folhas ou perfis.19. colunas para lavatórios.19 47.43 38. telhas.20 52. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais. 32. de vidro 41 57. de fibras vegetais. gesso ou outros aglutinantes minerais.75 68. 46. tanques e reservatórios e suas tampas. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.00 37 69. aplicados sobre matérias têxteis.51 80.00 7008. 6809 6810 30 33 45. pré laje e mourões Caixas d’água. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos.07 53.83 41.99 49.37 36.00 6808.

16 68. luvas ou mangas).95 49. 59.02 50. não ligados.87 50. de ferro ou aço.20. mesmo farpados. de entrada de água. Outros fios de ferro ou aço. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões.43 42 50. cubos. (inclusive armações prontas.02 47.10.82. 48.84 89.30.20. alizares e soleiras de ferro fundido. ferro ou aço. de energia. 73.01 40 48. 7313. retorcidos. para construção. de ferro fundido. lingas e artefatos semelhantes. de ferro ou aço.00 42 33 69.14 40. de ferro ou aço 40 33 34 39 47.64 50.43 69.56 89. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada).90.90. ferro ou aço Material para andaimes.prensado ou moldado. ferro ou aço Portas e janelas. cotovelos.01 42. tranças (entrançados).64 79. não revestidos. próprias para a construção civil. de ferro fundido.84 59. 51. mesmo armado.00. grades e redes. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos.00 7308.07 47.55 49.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315.11 42 33 79.14 55. 52. 58. ferro ou aço Outras correntes de elos articulados.90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções.40.90 (carga de 12%) 73. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. de ferro fundido.90 7315.20.56 49.37 55. e seus caixilhos.11. para armações (cofragens) e para escoramentos.10 (carga de 17%) 7214.75 40 41. pastilhas e outros artigos semelhantes 47. mesmo polidos cordas. de instalação) de ferro ou aço.12. 53.07 40. 54.55 Atualizado em 04/01/2011 . de ferro ou aço arames ou tiras.58 56.07 33 33 41. não isolados para usos elétricos 42 50. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas. cabos.07 7308.00 7315.00 (carga de 12%) 7308.43 42 50.10 59 78.07 59.00 7308. de ferro fundido. 60. ferro ou aço Correntes de elos soldados. 50.56 40.95 56. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados. ferro ou aço Arame farpado.00 (carga de 12%) 7308.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217.11 42. 57. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214.10 (carga de 17%) 7217. de ferro fundido.

para uso na construção civil Tachas.51 54.64 66. roscados. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas. ferro ou aço.84 75. cotovelos. percevejos.87 47.10. próprias para construções. ganchos roscados. lavatórios. 64. pinos ou pernos.92 79.51 66.59 54. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. torres.92 60.06. pré-fabricadas da posição 94. escápulas e artefatos semelhantes. banheiras.01 41 46 63. pregos. 66. alizares e soleiras. e estruturas de box). ou de ferro ou aço com cabeça de cobre.20.25 Atualizado em 04/01/2011 . escápulas.59 53.95 38.95 75. uniões. exceto cobre Parafusos.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75.64 54. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. armações. para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas. pórticos. perfis. 63. para instalações de água quente e gás.25 71. roscados. 74. uniões. cotovelos. rebites. cubas.67 42. cavilhas. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes.46 52 46. portas e janelas. ferro ou aço. de ferro fundido. 72.46 65. pregos.35 50. de alumínio. estruturas para telhados.00 7610 44 34 40 32 61.16 46 37 63. pias. ferro ou aço Esponjas. e artefatos semelhantes. contrapinos. e suas partes.00 7607. balaustradas.31 39. contrapinos.07 48. arruelas (incluídas as de pressão). porcas. polimento e usos semelhantes. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo. 7418. chavetas.00 76. rebites. percevejos. tubos e semelhantes.63 47. 69. de ferro fundido. parafusos.14 56.61. ganchos roscados. colunas.20. 73.90 46.80 69.90 7609. porcas. 7615.43 57 89. esfregões. de cobre. 76. luvas ou mangas). 70.43 39. mesmo com a cabeça de outra matéria. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio.00 (carga de 12%) 7318 62.78 53. de alumínio. de ferro fundido. pinos ou pernos. exceto as construções. barras. e seus caixilhos. cavilhas. tira-fundos.9 52. tanques e afins de ferro fundido. 67. ferro ou aço Outras obras moldadas. 68. mictórios. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411.80 45. de alumínio. pilares. 7317. incluídas as persianas 41 49. chavetas.78 45.19. 7323 7324 Tachas. chapas. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes.00.

para construções.80 59.10. varetas.04 45.34 157. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02.99 54.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404.4 7616 8301 Outras guarnições.10 0201.10.00 8302. reservatórios. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. FRESCAS OU REFRIGERADAS.20 0201. de segredo ou elétricos).1 39 55.75 47.49 79. 82. para uso na construção civil Fios.50. 80.87 83.77.49 83.90. incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. chapas. 78.00 8515.06 76.01 42. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52.00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op.Carcaças e meias-carcaças .Desossadas Atualizado em 04/01/2011 .52 105.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172.14 41. caldeiras. porta-chapéus. tubos. Pateras. de qualquer tipo. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.18 87. 8302. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes.90. 8515.07 85.70 98.00 9404. 8302.07 53. mesmo com acessórios. 81. . de metais comuns. cabides.Outras peças não desossadas . válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes. fechaduras e ferrolhos (de chave. de metais comuns ou de carbonetos metálicos. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras.1 8481 33 34 49. 8419. para canalizações.2 9404. interna) 143. inclusive puxadores Cadeados. de metais comuns chaves para estes artigos.39 57.02 50.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA.19 49.01 0201. eletrodos e artefatos semelhantes.25 49. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns.65 94.99 44.6 Suportes elásticos para cama Colchões.00 8307 8311 46 50 37 41 63. com fechadura. 84.59 68.51 57.

Da espécie suína. Inclui também o toucinho entremeado (isto é...2 0207.Não cortadas em pedaços.29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente. 02.Fígados .. frescos ou refrigerados .06 0206.24 0207. testículos. frescas ou refrigeradas .02 0202. medulas espinhais (espinais medulas*).11 0207. órgãos reprodutores (úteros.Não cortadas em pedaços. FRESCAS.3 0207.10 0202.. 02.49 0206. corações. CAVALAR.02.Carcaças e meias-carcaças .26 0207. COMESTÍVEIS.Pedaços e miudezas. ovários. REFRIGERADAS OU CONGELADAS. frescas ou refrigeradas .21 0206.29 0206. goelas..Outras .Não cortadas em pedaços. frescos ou refrigerados .1 0207. pás e respectivos pedaços. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): . Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo. congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). CAPRINA.13 0207. por exemplo). FRESCAS. peles comestíveis.22 0206.De patos.Outras Esta posição abrange as carnes. não desossados . timos (molejas).20 0202.Outras . miolos.De peruas e de perus: . congeladas: . frescas ou refrigeradas.12 0207...De galos e de galinhas: .. pâncreas. diafragmas. congeladas . refrigeradas ou congeladas. SUÍNA. domésticos ou selvagens.Línguas .11 0203..07 0207.. Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina.05. congelados .Pedaços e miudezas.14 0207. úberes.10 0206.21 0203.32 CARNES E MIUDEZAS.41 0206. 02.Pernas. pás e respectivos pedaços.. fígados.2 0203. bofes (pulmões).03 0203. tireóides e hipófises. congeladas . frescas.Da espécie bovina.02.Outras. línguas. domésticos ou selvagens.Não cortadas em pedaços.Frescas ou refrigeradas: .Da espécie suína. ASININA E MUAR. CONGELADAS.Outras. não desossados .Congeladas: . rabos. . dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. rins.Outras . frescas ou refrigeradas . ...Pedaços e miudezas.19 0203. incluídos na posição 01. .Da espécie bovina.30 0206.. frescas ou refrigeradas .22 0203.Pernas.Carcaças e meias-carcaças .Pedaços e miudezas.Não cortadas em pedaços. por exemplo). redenhos. 02.. DAS AVES DA POSIÇÃO 01.27 0207.. baços. incluídos na posição 01. congeladas: .4 0206.80 0206.1 0203.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.. FRESCAS.12 0203. congelados .. frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 ..Esta posição compreende as carnes.25 0207.. dos animais da espécie bovina. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA. patas. OVINA.Fígados .2 0206. frescas ou refrigeradas .

12 0210.Outras . e seus pedaços . inclui-se na posição 15. peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais). o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS. As carnes salgadas. CONGELADOS.02. 02.Barrigas e peitos. estão incluídos na posição 02. As farinhas e pós.09 . conforme o caso. SALGADOS OU EM SALMOURA. COMESTÍVEIS. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. isto é. frescas.19 0210.01. adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais. a gordura que envolve as vísceras do animal.05. desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16. de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas.03 ou na posição 02. em pó ou em grânulos) ou conservados.. bem como das gorduras de porco e de aves. A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU. O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras. pás e outras carnes assim preparadas.Carnes da espécie suína: . A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne). COMESTÍVEIS.20 0210. Fundida ou de outro modo extraída.Iogurte 0403. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido. frescos ou refrigerados Outras. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango. por exemplo) incluem-se na posição 23.01. o leite e o creme de leite (nata*). comestíveis.91 0210. MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES.1 0210. REFRIGERADOS. 04. SECOS OU DEFUMADOS. As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais.De primatas . são classificadas na posição 01. quando vivas.01). com exceção do toucinho sem partes magras. entremeados. de ganso ou de pato.. pás e respectivos pedaços. de todos os tipos.. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15. incluídos as farinhas e os pós. evaporados.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos). DE CARNES OU DE MIUDEZAS.93 . das aves domésticas que. IOGURTE. tais como o bacon. secas (em especial. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição.35 0207.90 . incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados.0207. bexigas. congeladas Fígados gordos ("foies gras").11 0210. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.01. O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02.Outras. classificam-se nesta posição. não desossados ..9 0210. em blocos. a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro. o iogurte e o quefir. não fundida nem extraída de outro modo.Pernas. Fundida ou extraída de outro modo.10 0210.36 ----- Não cortadas em pedaços. As disposições das Notas Explicativas da posição 02.. 0403.De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. de carnes ou de miudezas: . de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. próprios para consumo neste estado. GORDURAS DE PORCO E DE AVES.De baleias. enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura. QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados. Atualizado em 04/01/2011 ..03 . também se classifica nesta posição. O toucinho entremeado (ou seja. SALGADAS OU EM SALMOURA.10 .34 0207.. comestíveis. os presuntos. 02. . comestíveis. fermentados ou acidificados.Carnes da espécie bovina . esta gordura inclui-se na posição 15.TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS. refrigeradas ou congeladas. por desidratação ou por liofilização) ou defumadas.33 0207. estômagos. FRESCOS. SECAS OU DEFUMADAS.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade. mais consistentes e mais ricos em gordura.LEITELHO.99 . LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS.10. preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição. frescas ou refrigeradas Outras. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição.Outros A presente posição abrange o leitelho.09).92 CARNES E MIUDEZAS. O toucinho entremeado (ou seja. FARINHAS E PÓS.

90 ..O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. Denomina-se méteil. . em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada. além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais).12 0901. vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes). a mistura de trigo e centeio.Não descafeinado .21). 4) As cascas e películas de café.01). nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota. ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. o café do qual se retirou a cafeína. SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO. em inglês. emulsificantes. os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes.39). Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo. 11. 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo).Descafeinado . Atualizado em 04/01/2011 . e as preparações à base destes extratos ou essências.01 0901.Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido. espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. semi-duro ou duro. c) A cafeína.90 CAFÉ. de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau. de fratura pulverulenta. 1001. 3) O café (mesmo descafeinado) torrado.Não descafeinado . essências e concentrados de café. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é. As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais. antioxidantes.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO. com outros produtos.22 0901. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão. os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10..Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. 09.10 . 5) Os sucedâneos do café. além disso.Trigo duro 1001.01 .. está incluída nesta posição. de modo a obter leite coalhado quando..Café torrado: .11 0901. A espelta. em geral.Café não torrado: . ele é misturado com água. alcaloíde do café (posição 29. não ultrapasse 10%. em francês e meslin.1 0901. constituídos por uma mistura de café. CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ. em qualquer proporção. de aspecto translúcido e córneo. contendo. A farinha de trigo pode. em geral. Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15.01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea. em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes.01) que. para o reconstituir. os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21. denominados às vezes "café instantâneo". de aromatizantes. 2) O café descafeinado. isto é. 10. em ou grãos ou sementes despojados de sua película. b) Os extratos.Descafeinado . mesmo moído.21 0901. macio. dois terços de trigo e um terço de centeio.2 0901.

caso contrário.De cana . Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18. com pequenas quantidades de caramelo ou melaço. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. 3) os caramelos. Exclui-se. em caso contrário).1%.90 . as amêndoas açucaradas (rahat loukoum). 17.01.10 . Nota Explicativa de Subposições.PRODUTOS DE CONFEITARIA. devido à presença de impurezas. classificam-se no Capítulo 30. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes.04 . A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura. 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. ou sob a forma de pequenos cubos. em peso. nogados. 17.. inferior a 99. de beneficiadores de panificação. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO). Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto.. qualquer que seja a sua origem.De beterraba . Os açúcares de cana ou de beterraba. 4) o marzipã (maçapão*). catechus. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes).9 1701. no estado sólido.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro. no entanto. no polarímetro. as pastilhas. Subposições 1701. Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas. tais como a indústria têxtil. enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. no estado seco.Outros: .Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba. em peso. Atualizado em 04/01/2011 . em bruto.Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar. serrados ou cortados.. amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte). . pães. sem adição de aromatizantes ou de corantes: . As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19. mesmo revestidas de açúcar 1704. os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação.91 1701.1 1701.06. Todavia. 1704.01. classificam-se na posição 21. fondants.11 e 1701.5° (ver a Nota 1 de Subposição). comercializadas no estado sólido ou semi-sólido.02. conhecidos por produtos de confeitaria. NO ESTADO SÓLIDO (+). de sacarose.01 1701.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido. corresponde a uma leitura.06 se o teor de cacau. do suco da raiz da beterraba sacarina. sendo comercializado conforme o seu grau de refinação.Adicionados de aromatizantes ou de corantes . O seu teor.Açúcares em bruto. em geral prontas para consumo imediato.01. mentol. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). bastões ou pedaços moídos.02). a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição). e posição 19. tais como gelatina. O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos. Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó).Gomas de mascar.1%. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais. por exemplo.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0. de alimentos para animais ou em algumas indústrias.. exceto agentes aromatizantes. depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado. tais como álcool benzílico. No entanto.11 1701. for igual ou superior a 40%. placas. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias. esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19.12 1701.

por vezes.6) O chocolate branco. recheados de creme. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. casca de laranja. bem como as pastas à base de açúcar. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e. revestida de chocolate. em tabletes.Outros. pó ou. paus. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais. não são considerados como "recheados". o nogado de chocolate. por exemplo).10 . de um modo geral. preparadas principalmente com amêndoas e açúcar. 19. 18. os produtos hortícolas. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição.90 .05). b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. adicionadas de açúcar. leite.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). pastilhas.31 Na acepção da subposição 1806. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS. barras e paus: 1806. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar.Não recheados 1806. o termo "recheado" abrange os tabletes.01 A 04. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. café.Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau. marzipã (maçapão*).04). b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. com ou sem adição de avelãs.07). AMIDOS.01 . exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo. barras ou paus inteiramente de chocolate. etc. 9) As pastas à base de açúcar.20 . os chocolates em pó adicionados de leite em pó. c) Pastas de amêndoa.31. Todavia. nozes. grânulos ou formas semelhantes. a maior parte das vezes aromatizada.3 .10 . de sacarose. com alguns vestígios de cacau. preparado) como produto de confeitaria. SÊMOLAS. recobertos de chocolate (posição 19. pastilhas. nogado. cascas de frutas.Outras preparações em blocos ou em barras.Preparações para a alimentação de crianças. Excluem-se.06).Cacau em pó. açúcar caramelizado. 1806. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. ou uma combinação desses produtos. etc. sob qualquer forma (pães. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). (posição 20. em pó. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. ou no estado líquido. Quando apresentado (isto é. xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido. leite em pó e aromatizantes. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme. geléias. licores. os doces. e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21. o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes.EXTRATOS DE MALTE. etc. aromatizado ou não. caramelo.04. às vezes. principalmente. açúcar e leite em pó (posição 17. b) Pastas para nogado. por exemplo. GRUMOS.Recheados 1806. EM PESO. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. frutas ou outros produtos vegetais. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. grânulos. de sacarose. A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição. e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. as frutas. com ou sem aromatizante. DE CACAU. com peso superior a 2kg. 7) O extrato de alcaçuz. sorbitol) em vez de açúcar. composto de manteiga de cacau. etc).32 . quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. mesmo contendo. mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições.31 . pasta de frutas. em pasta. da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates. leite e avelãs. misturados ao chocolate. bastões. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. tabletes. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção. e de açúcar ou de outros edulcorantes. composto de açúcar. ainda. barras. em peso.06 .06). manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau). conservados em açúcar (posição 20. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates.02). amêndoas. o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição. 8) As geléias e pastas de frutas. Subposição 1806. todas as preparações alimentícias contendo cacau.06). etc. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida. avelãs. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). os tabletes. às vezes. clara de ovo) e. e) Os medicamentos do Capítulo 30. d) Os bombons. com mais de 10%. porém. plaquetas.. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. avelãs. coco desidratado. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco. água e matérias coloidais (por exemplo. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. licor. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806. O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. 1901. c) As preparações alimentícias açucaradas. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras.. em peso. Nota Explicativa de Subposições. frutas. DE CACAU. etc. EM PESO. cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços). blocos. acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . etc.

quer à fabricação de bolos. qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. de diversas féculas. Muitas vezes. sem qualquer outro preparo. etc. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19.02. de produtos hortícolas secos (posição 07. Todavia. todavia. esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas"). grumos. com ou sem açúcar. em pó. Klösse e Nockerln. Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. açúcar. excluídas as preparações contendo mais de 20%. e as farinhas. da posição 19. Extratos de malte. de enchidos. As preparações da presente posição podem ser líquidas. estes termos não abrangem as farinhas. ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final).1901. féculas ou de extratos de malte.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria. de batata (posição 11. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30. Atualizado em 04/01/2011 . etc. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte. papas. como fitas e discos. de extrato de malte e de cacau em pó. sêmolas e pós. 8) As pizzas não cozidas.03). calculado sobre uma base totalmente desengordurada. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó.02. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. de farinha de bolota doce. b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11. sangue. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19. não especificadas nem compreendidas em outras posições. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. classificam-se no Capítulo 20. cremes. ovos. carne. ou cacau desde que neste último caso. cuja característica essencial provenha destes constituintes. estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. II. Preparações alimentícias de farinhas.04. aromatizantes. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19. das posições 11. Todavia. mas também. vitaminas.Outros I. amidos. em peso. principalmente. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida. A título de exemplo. Convém referir que estão. contendo ingredientes. sêmolas. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. gorduras.05). anchovas. permanecem incluídos aqui. aromatizada com baunilha. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. Os extratos de malte. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água. especiarias. Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais. classificadas na posição 19. essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar. de sais. azeite. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite. tais como sêmolas. gorduras.07). 6) Os Knödel. 7) As massas preparadas. da posição 17. o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). à base de farinhas. Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias. farinha de pão. e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos. sêmolas. tais como queijo. sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11. para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. peixe ou crustáceos. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida.05 1901. féculas ou de extratos de malte. f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21.05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. açúcar e farinha. de massas ou de pós (extratos secos de malte). alimentos para crianças. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). todavia.20 . Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11. quer eles predominem ou não em peso ou em volume. carne. farinhas de cereais. o "vinho de malte" (Capítulo 22). amidos.. mais ou menos xaroposos. particularmente. miudezas.12).. ovos. óleos. preparação alimentícia composta de farinha de arroz. podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal.06). açúcar. as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. de vitaminas. geléia ou frutas. os produtos desta natureza à base de farinha de batata.01 ou 11. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas. 3) O racahout. tal como a farinha de soja. tais como leite. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite. as farinhas.06). obtidas por evaporação de uma mistura de leite. tal como a dextrimaltose. não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%. em pó.02). b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. alimentos dietéticos.05. em peso. albumina. glúten. c) As enzimas do malte (posição 35. Os extratos de malte utilizam-se. grumos. tomate. de açúcar e de cacau em pó. levedura. em grânulos. caseína. corantes. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. adicionados de lecitina. gorduras. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias.90 .01 ou 11. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários.03).

moluscos. ou de outros invertebrados aquáticos. fitas. aletria). carne. são excluídos. corantes e aromatizantes).01 se classificam. vitaminas. queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. "COUSCOUS". sucos ou purês de produtos hortícolas. é trabalhada (por exemplo.30 .04. canelones) ou. ovos. contendo mais de 20%.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904. tubos. É assim que na posição 19. São excluídos.40 . peixe.11 . 19.04 .20 . Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são. Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados. em geral. No decurso desse trabalho.Produtos à base de cereais. além dos constituintes naturais do leite. DO GRUMO E DA SÊMOLA). Para facilidade de transporte. 1902. etc. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. Esta posição abrange também o "couscous". os produtos contendo.05). pérolas. As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. cotovelos e letras).Contendo ovos 1902. TAIS COMO ESPAGUETE. tal como o prato completo que leva o mesmo nome). em peso.06) e as bebidas (Capítulo 22). MESMO PREPARADO. Quando secos. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. ALETRIA.04). moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo. Preparações alimentícias de produtos das posições 04. ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo. LASANHA.10 . 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18. por exemplo. filamentos. conservando-lhes a forma original. nem preparadas de outro modo: 1902. os nhoques frescos e os ravioles congelados. apresentar-se em camadas sobrepostas.Trigo burgol ("bulgur") 1904. NHOQUE. em peso. As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. talharim. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. em peso. a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau. levedura). pelo fato de conterem. leite. III.PRODUTOS À BASE DE CEREAIS. milho. CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA.20 . macarrão. abertas nas extremidades (por exemplo. compressão.19 .01 a 04.04).Massas alimentícias não cozidas. tornam-se quebradiços. 2) As preparações à base de leite.90 . peixe ou crustáceos. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. batata. produtos hortícolas e outros ingredientes. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO. MACARRÃO. h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21.30 . O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne. por passagem à fieira e corte. cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições. misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. ainda.04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%. obtidos por expansão ou por torrefação 1904. A massa. 1904. tal como a lasanha. flocos de cereais. b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. que é uma sêmola tratada termicamente.1 . OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")). fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. RAVIOLE E CANELONE. outros ingredientes. de armazenagem e de conservação.04). Em geral.06).g) As preparações para sopas e caldos. ij) As bebidas do Capítulo 22. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16). estrelas. arroz.MASSAS ALIMENTÍCIAS. pós) destinadas à preparação de sorvetes.Outros Atualizado em 04/01/2011 . miudezas.Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO. Excluem-se desta posição: a) As preparações. laminagem e recorte. diástases. carne). tais como produtos hortícolas. todavia. nem recheadas. conchas. cujo ingrediente principal seja o leite. sangue. contendo outros ingredientes. todavia. com exclusão das massas recheadas. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados.02 . ravioles).Outras massas alimentícias 1902.. molho. 19. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados.Outras 1902.. obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo. não especificadas nem compreendidas em outras posições. glúten. as gorduras oléicas). recheadas de carne. em primeiro lugar.01 a 04. contendo massas (posição 21. grânulos. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo. estes produtos são dessecados antes da comercialização. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. de enchidos. espaguete. por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos. em seguida.

etc. peixe. e amolecidos pelo vapor de água. cevadas. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais. Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. mel. extratos de levedura. sal e extrato de malte. a levedura e o sal.). ou simultâneamente por estes dois processos.06). anis. AMIDO OU DE FÉCULA. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação.04). As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas. nozes. principalmente. tais como: glúten. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição. carne. fécula. arroz. extrato de malte. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)).31 . trigo. C) Trigo burgol (bulgur). B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. 1905. HÓSTIAS. por exemplo. farinhas de leguminosas. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais.32 . por exemplo.10 . frutas.3 . inclui-se neste grupo. na forma de grãos trabalhados. melaço. 19. mesmo adicionados de cacau. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços). no decurso ou após a sua fabricação. pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. que são adicionados de açúcar. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos. Este grupo também inclui. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. ou. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS. açúcar. de milho. mel. Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19. açúcar. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas. no estado em que se encontram ou misturadas com leite. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. Assim. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais. Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. em seguida. embora possam conter igualmente outros ingredientes. D) Outros cereais (exceto milho).PRODUTOS DE PADARIA. descascados ou pelados e após quebrados. etc. pré-cozidos ou preparados de outro modo.Torradas (tostas*). ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais. MESMO ADICIONADOS DE CACAU. A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11. previamente umedecidos. b) As preparações contendo mais de 6%.06 (posição 18. E PRODUTOS SEMELHANTES. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais. sal. em peso. leite. que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação.40 . estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. OBREIAS. etc. queijos."Waffles" e "wafers" 1905. Atualizado em 04/01/2011 . açúcar. desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. sêmola ou pó de batata. PASTAS SECAS DE FARINHA. de forma a torná-los crocantes.20 . e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação". de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada. a facilitar a manipulação da massa. a acelerar a sua fermentação. determinadas sementes como a da papoula. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. queijo. cacau em qualquer proporção..Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905. ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18. a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo.Outros A) Produtos de padaria. como alimentos para refeições matinais. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha. em grãos (incluídos os grãos partidos). O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. a partir de farinha ou de farelo. Estes últimos destinam-se. extratos de malte ou de frutas. Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. sal e glutamato de sódio. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. c) As espigas e os grãos preparados. Podem ser-lhes adicionados. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar. etc.. EM FOLHAS.. cominho.05).05 . gorduras.Pão de especiarias 1905. ovos. comestíveis (Capítulo 20).Pão denominado "knäckebrot" 1905. por estes dois processos. "waffles" e "wafers": 1905. simultâneamente. sob forte pressão. desembaraçados do pericarpo e do germe. em recipientes úmidas e quentes. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur).90 .

confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. por vezes corada. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. anchovas.Public. cozidos. DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria. que é um pão crocante. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos. contendo pouco ou nenhum edulcorante. e que. aguardente. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. de superfície brilhante e polvilhados de sal. em folhas. 8) As bolachas e biscoitos. mesmo em fatias ou ralados. também. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. muito pura. manteiga ou outras gorduras. massa azeda ou outro tipo de fermento. fermentada com leveduras.01. produtos de longa conservação. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. carne. fabricado sem fermento. COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. B) Hóstias. classificadas na posição 19. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). 5) As torradas (tostas*). O teor de água do produto não excede 10% em peso. ovos. tomate. de produtos fabricados industrialmente. fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. sangue. em peso. pela Inst. que lembra a letra "B". que têm por base massa de farinha ou de fécula. peixe. cozidos entre duas chapas de ferro. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata. recheados. Norm. cápsulas vazias para medicamentos. mel. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria. do produto). cones para sorvetes). feita de uma massa com ingredientes. chocolate. à base de farinha. creme-de-leite (nata*). de 01/02/02 . chocolate. São. As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo. leves. 2) O pão de glúten para diabéticos. 12) As panquecas e crepes. próprios para serem enrolados. pelo menos. por vezes. feitos com clara de ovos e açúcar e que. suscetíveis de aplicações muito diversas. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras. licores. podem. em geral. As cápsulas vazias para medicamentos. café. e produtos semelhantes. cozida e seca. o pão torrado e produtos semelhantes. Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. se apresentam em discos ou folhas. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. apresentando-se. etc. conter um recheio sólido ou não (açúcar. não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). que é um produto poroso. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. peixe ou crustáceos. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. enquanto que o teor de gorduras é. feito de farinha de centeio ou de trigo. queijo. obreias. tais como.05 .06. entre as quais: a) as bolachas secas. torrados. pimenta. obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. 2005. preparadas com massas de amido ou de farinha cozida. Estes produtos são. 6) O pão de especiarias. ovos. cuja superfície apresenta desenhos. 7) Os bretzels.10 . 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. noz-moscada e. em peso. geralmente. seco. etc. gema de ovos ou frutas.04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. 20. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. creme de leite (nata*).05. amêndoas. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina.Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. ou de uma combinação desses produtos (por exemplo. contém apenas farinhas de cereais. de sêmola ou de grãos de centeio. 3) O pão ázimo ou matzo. este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. café. azeite. retangular ou redonda. etc. podem conter uma substância adesiva. manteiga. um teor de água superior a 12%. ovos ou outras substâncias nutritivas. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO. carne. NÃO CONGELADOS. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo. quase sempre. por exemplo. Esta categoria também inclui os waffles delgados. glicose. O produto acabado não deve apresentar. edulcorante (por exemplo. aveia ou de trigo. SRF nº 481. usualmente. aromatizantes. os waffles que consistam num recheio. todavia. albumina. apresentam um baixo teor em sacarose. contendo. ou ainda por aeração (insuflação*). especiarias ou aromatizantes. b) Os produtos da posição 20. como. no caso da quiche lorraine. frutas. As pizzas não cozidas são. 50%. glutamato de sódio e sal. essencialmente. não contêm farinha.OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS. na maior parte dos casos. mesmo adicionados de sal. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores). que são produtos secos e quebradiços. (Atualização nº 4. féculas. mel. açúcar. queijo. miudezas. As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. por vezes. regra geral. leveduras ou outros fermentos. chocolate. em placas delgadas de forma quadrada. cevada. sal. açúcar. geralmente de consistência elástica. geralmente apresentada em forma de laço. avelãs. açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. leite. 13) A quiche. gordura vegetal. fermento e sal. Os biscoitos comercializados não são. São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. geralmente. cacau. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. açúcar invertido ou melaço purificado). pastas secas de farinha. aromatizantes. bacon ou presunto. amido ou de fécula. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras.). de longa conservação. tais como queijo. Esta posição abrange um certo número de produtos. no máximo. freqüentemente. 11) Os merengues (suspiros). carne. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que.

2005. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19.59 2005. feitos de farinha de batata. seja superior a 0.Abacaxis (ananases) 2008.Misturas 2008. por exemplo).Frutas de casca rija. em álcool ou em agentes de conservação químicos. especiarias ou outros aditivos.06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11. etc.01. COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL.91 . torrados em atmosfera seca..FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS. e outras frutas de casca rija.70 . mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal. PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO. em xarope.Damascos 2008. apresentada em pasta. Todos estes produtos. Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada.51 2005.50 . mesmo misturados entre si: 2008. Compreende. amendoins. amendoins e outras sementes. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias). incluídas as misturas 2008.80 . que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados. com exclusão das da subposição 2008. Phaseolus spp. aromatizantes.20 2005.90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp.60 . 2008. Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips).Outras. (Capítulo 22). incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008.99 . 2) O chucrute. em óleo ou em gordura. Atualizado em 04/01/2011 .Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas.): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var. nozes-de-areca (ou de bétele). em pedaços ou esmagadas.Cítricos 2008. 3) O milho doce em espiga ou em grão. sal. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20.Amendoins 2008. incluídas as misturas destes produtos.. depois de fritos por alguns segundos. obtida por trituração de amendoins torrados. inteiros.5 2005. 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água.05.09. saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo. podem ser conservados ao natural (em água. incluídas as misturas. 20.19: 2008. classificam-se na posição 07.9 . dos produtos hortícolas congelados da posição 20.60 2005..19 .. de couves cortadas em tiras. 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares.Pêssegos. em volume.80 2005. ervilhas.. preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo. inteiras.Outros. para consumo imediato.04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20..11 .. c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico.30 . mesmo adicionados de sal ou óleo.Cerejas 2008.11 . por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes. em sal. as cenouras.1 .5% vol.Palmitos 2008.40 2005.40 . O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos.Pêras 2008. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas.92 . NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. em pedaços ou esmagados. pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho.Morangos 2008. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada.70 2005.ver a Nota Explicativa desta posição).08 . preparação obtida por fermentação parcial. 2) A "manteiga de amendoins". salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. entre outros: 1) As amêndoas.20 .

damascos e laranjas. angélica. com ou sem açúcar. pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar. sementes ou frutas (inteiras. com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo. geralmente. 11. por exemplo). mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas. que não se consomem nesse estado. quer depois de tratamento (cozimento. gengibre. sais de cálcio. etc. por exemplo).02.02. mesmo adicionados de açúcar. tonéis ou recipientes semelhantes. Os outros pós classificam-se na posição 18. Quando próprias para consumo imediato como bebidas. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08. partes de plantas. utilizadas. etc. conservação. nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. extratos de malte ou de produtos das posições 04. Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido. 12). Todavia. inhames. impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria.01 ou 17. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). Estas preparações classificam-se na posição 35. Os produtos da presente posição. trituradas ou pulverizadas). palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. picolés. etc.Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106.05 SORVETES. quer no estado em que se encontram. por exemplo). frascos ou recipientes hermeticamente fechados.09 ou 21. por exemplo. por exemplo). A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. 09. 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. por exemplo). leite. 5) As frutas inteiras. geléias e semelhantes.) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38). incluem-se na posição 22.01. em geral. desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura. quer como ingredientes destas preparações. as frutas cozidas em água ou em vapor. 2) Os pós aromatizantes para bebidas.01 ou 21.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). 21. e ainda em barris. 3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo.13. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). Todavia. à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz. Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. etc. amido.06). açúcares. em lugar de açúcar. rebentos de lúpulo. Incluem-se. constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias). às vezes. 6) As frutas cozidas. 9) As frutas. sorvetes em cone). 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e. sorvetes. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. Todavia. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. cozida ou não.06 . bolos. 2106. classificam-se nas posições 17. ou por plantas ou partes de plantas. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18.06 ou 19. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. cremes. de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7. sementes ou frutas de espécies diferentes. 21.07. excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. congeladas.06 se contiverem cacau.04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18. sequilhos (petits fours). 9. 7) Os caules. apresentam-se acondicionados em caixas. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. classificam-se na posição 08. inteira ou parcialmente.) com substâncias alimentícias (farinhas. Atualizado em 04/01/2011 . que não se destinam a ser consumidas nesse estado. folhas de videira.4) A polpa de frutas esterilizada. em produtos de padaria. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés). leite ou nozes. B) As preparações constituídas. batatas-doce. esmagadas e esterilizadas. de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19). Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. leite em pó. MESMO CONTENDO CACAU. os amaciantes de carne. mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. conforme o caso. mesmo descascadas ou sem caroços e sementes.PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.06.10 . entre outras.). Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope. qualquer que seja a embalagem. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar.11.06.90 . 19. tortas. fécula. raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo. para serem incorporadas em preparações alimentícias.01 a 04. Os pós à base de farinha. desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas.06). gengibre. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados. A presente posição compreende os sorvetes preparados. cortadas. sobremesas. mesmo contendo cacau em qualquer proporção. dissolução ou ebulição em água.

NATURAIS OU ARTIFICIAIS. vanilina). sementes ou frutas (inteiras. sucos de frutas adicionados de diversos componentes. de álcool.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21.xaropes aromatizados ou corados. mas que são dos tipos utilizados. estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. sorbitol) em vez de açúcar. ácido cítrico. são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas). adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação. sucos de frutas. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas. tais como ácido cítrico.04). uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7. que não se consomem neste estado. b) os microrganismos da posição 21. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng.10 .Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 .um xarope a que se tenha adicionado. bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos). 10) As preparações (por exemplo. à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo. neles contidas (Capítulo 9).13 ou no Capítulo 9. por vezes. por: . mel. etc.). São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo. como a lactose. por exemplo.. por exemplo. obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja.02). com ou sem adição. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. para aromatizar. de pequenas quantidades de compostos de ferro. texturizadas. de açúcar ou de dióxido de carbono. Em conseqüência. por exemplo. quer diretamente para aromatizar bebidas. pela Instr. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo. Capítulos 7. em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. quer extrato de cola e ácido cítrico. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. GELO E NEVE. DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20. 2201. produtos tensoativos. de edulcorantes artificiais. corado com açúcar caramelizado. constituídas por exemplo. dado o gosto que conferem. ser obtida pela simples diluição da preparação em água. produtos com propriedades laxativas. à base de extratos de plantas.01 . Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. mesmo própria para alimentação humana (posição 23. groselha. ácido fosfórico. Excluem-se. Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida. próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30. o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. limão ou laranja). que não se destinam a ser consumidas neste estado. produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras. todavia. 15) As misturas constituídas por plantas. dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas. janeiro de 2006 . acima). 6) Os hidrolisatos de proteínas. para aromatizar. etc. não texturizada. esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. Excluem-se as preparações análogas.ÁGUAS. SRF nº 612. 9) Os bombons. contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo.03 ou 30. os concentrados de proteína.11. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS. 11. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. etc. . utilizados.04). frutose. partes de plantas. para a preparação de certos temperos). óleos essenciais extraídos da casca da fruta.08). desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20. etc. tais como ácido láctico. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. ácido tartárico. contendo. 7) As preparações compostas. 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia.08.02). de óleos essenciais de frutas. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08. . 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo. geralmente. 22. 12). utilizadas para fins edulcorantes. A presente posição não compreende: (nova redação .um xarope a que se tenha adicionado. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas. vinho ou álcool. . agentes de conservação. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar. a bebida em questão pode. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo.04) e os isolatos de proteínas (posição 35.02 diversas substâncias. nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral. Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas.03 ou 30. ou por plantas ou partes de plantas. sementes ou frutas de espécies diferentes. Norm. 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas. 9.Atualização nº 9. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares".04). ou por diferentes espécies incluídas na posição 12. concentrados de frutas. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. cortadas. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio.5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. limão. em preparações alimentícias.Public. por exemplo. etc. diuréticas ou carminativas). adicionados de vitaminas e. empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias. menta. um ou vários extratos de plantas). purgativas. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. Todavia. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). Tal como se apresentam.

DA POSIÇÃO 20. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente. em função das características químicas dos sais que contêm.10 . Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas. açúcar ou outros edulcorantes e filtração. laranjadas ou limonadas. habitualmente.09. 2) Certos produtos alimentícios líquidos. brometadas.11. Sob a denominação de águas minerais artificiais.05 e o gelo.03).2201. constituído por dióxido de carbono sólido. 6) As águas ferruginosas.90 . D) O gelo e a neve.02 . adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. b) Os xaropes de açúcares da posição 17. A) Águas. 2202.02. por meio de dióxido de carbono. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida. 22. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas. adicionados de cacau.09. entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. de ácido tartárico e de ácido cítrico. 5) As águas arsenicais. constituídas por água potável comum.Outros Esta posição compreende: A) A água comum. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22.Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. cola. Este grupo inclui. impropriamente.04.09 ou 22. suscetíveis de consumo direto como bebidas. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes. Sob esta designação. Atualizado em 04/01/2011 . Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados.06.Águas. Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22. Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se.02. estão compreendidas na posição 28. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. 2) As águas sulfatadas. 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas.01. aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados.ÁGUAS.03 ou 30. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza. 3) As águas cloretadas. etc.02). d) Os medicamentos das posições 30. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. B) As águas minerais.90 . "água de Seltz". limão.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. Designam-se. denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". pertencem também a esta categoria. classifica-se na posição 28. Este grupo inclui. C) As águas gaseificadas.51. frutas ou de aromatizantes (posição 04. a neve e o gelo naturais. B) Outras bebidas não alcoólicas. ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.) classificam-se na posição 22. estão abrangidas todas as águas comuns naturais. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais.03 CERVEJAS DE MALTE. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS. com exclusão da água do mar (posição 25.01). Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. em particular nas posições 20. Os sorvetes classificam-se na posição 21. exceto as compreendidas em outras posições. por adição de água.09). por vezes. 22. entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais. iodetadas. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem. por vezes. Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas.

que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono.A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. Marsala. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. milho e arroz).Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). com cerejas e outros produtos. os vinhos das Canárias.03 ou 30. o aroma e sabor. ácidos (tartárico.09. 2204 . 3) Os vinhos espumantes e espumosos. de mistelas ou de álcoois. Vinho-do-Porto. A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. corantes. albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas. Conforme o processo de fermentação empregado.03 ou 30. quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). que se prepara por concentração a vácuo. Malvasia. em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. Atualizado em 04/01/2011 . cerveja stout.04. Lágrima Cristie. Madeira. de cervejas em geral pouco alcoólicas.10 . etc. málico. Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo. geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. isto é. 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. etc.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. em solução.21 .02). por vezes. rosés ou brancos). b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico. MOSTOS DE UVAS. c) Os medicamentos das posições 30. que são os vinhos de elevado teor alcoólico.VINHOS DE UVAS FRESCAS. A cerveja pode ser clara ou escura. em volume.). devido a partículas vegetais em suspensão. preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação. Málaga. as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose). fraca ou forte. entre os vinhos licorosos. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. doce ou amarga.Outros 2204. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce. mediante o emprego das chamadas leveduras "altas". resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais).).5% vol ou menos (posição 22. dióxido de carbono e ainda outras substâncias.. mas muito ricas em extrato de malte.04. Contêm. por vezes. b) Os medicamentos das posições 30. também. previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo. exclusivamente. A cerveja é por vezes aromatizada. embora às vezes se designem por cerveja. eles obtêm-se também. Samos.02). não contém álcool (por exemplo.05. mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204.30 . pela adição de mostos concentrados. reduzido a 0. obtém-se a cerveja de baixa fermentação. II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. obtida a temperatura mais elevada. etc. que se apresenta turvo. Chipre.2 . durante a fermentação. Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho. substâncias minerais. 2204. 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa". Citam-se.Outros vinhos. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos.. etc. Podem. Xerez. da posição 22. EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e.29 .

5% vol (posição 20. POR EXEMPLO). PERADA. 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. 3) Pela adição de álcool. entre outros: 1) A sidra. Incluem-se. geralmente. abafados ou não. constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22. bebida fermentada análoga à sidra. 4) Os vinhos de uvas secas. 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas. em volume. de aromatizantes e de diversas outras substâncias.Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas. bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral. superior a 0. que também se classifica aqui. em volume. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho. tâmaras. Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva. b) Os medicamentos das posições 30.05. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. preparadas com açúcar.) ou de substâncias aromáticas.VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS. Os mostos abafados por este processo são. folhas ou ramos de certos abetos.03 a 22. frutos. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição. 2205 .5% vol. 6) O malton. quer em interrompê-la completamente. que são bebidas gasosas. que consiste quer em impedir-lhe a fermentação. 2206 . fabricadas com a seiva. proveniente da seiva de certas palmeiras. com teor alcoólico. Outros. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. por uma operação. etc. Atualizado em 04/01/2011 . 2205. bagas. são utilizados na fabricação de vinhos. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação. 4) Por refrigeração. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura.06).). bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. raízes. tendo os dois produtos um teor alcoólico. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação. é o hidromel comum adicionado de vinho branco. com exceção das classificadas nas posições 22. ou de sucos de produtos hortícolas. O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos. O hidromel vinoso. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0.04. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados.5% vol. como aperitivos ou como tônicos. superior a 0. Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono. chamada abafamento (mutage). 8) O saquê ou "vinho" de arroz. mas preparada com suco de pêra. 3) O hidromel. em geral.04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas. 2) A perada. às vezes designados “complementos alimentares”. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.90 . conhecidos por "mistelas". Esses produtos. Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". de aperitivos etc. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã.09). Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas. 9) O vinho de palma.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA. de vinhos licorosos.O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura. HIDROMEL. etc.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205.03 ou 30.10 . mesmo concentrados.

70 . B e C. acima. as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação. distingue-se dos produtos referidos em A. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais. a piridina.Gim e genebra 2208. B) Os licores. sementes e outros produtos vegetais semelhantes. 2208. etc. flores ou outras partes de plantas.. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). 2207 . bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. quer a usos industriais. por exemplo. inerentes à própria natureza da matéria destilada. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países. sidra e nas outras bebidas alcoólicas. Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres. em geral: o metileno. devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático. aldeídos.Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL. Entre esses produtos. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado"). 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas.Uísques 2208. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno. em volume. misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. de bagas e aromatizantes. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. pêras.08).09 e 22.08). Atualizado em 04/01/2011 . Os sucos de maçãs. de qualquer teor alcoólico. de leite e de mel. a sidra. seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico. etc. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29. etc. desnaturados. está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b). extratos. a acetona. qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes.10 . 2207.20 . essências. também conhecidos por "álcoois neutros". Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados.. aldeídos. mesmo que se destine ao consumo. segundo as respectivas legislações. O álcool etílico encontra-se na cerveja.5% vol. são.Álcool etílico não desnaturado. AGUARDENTES.Licores 2208. matérias corantes.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO.06. na preparação de bebidas alcoólicas. COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular. óleos essenciais ou sucos. que os tornam impróprios para consumo humano. o metanol. que se incluem na posição 36. etc. 2207. mas não prejudicam o seu uso industrial. destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral. igual ou superior a 80% vol. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar. ácidos.60 . A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume.A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas.90 . com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol.08 . Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos. etc. os licores de chá.02.5% vol. o álcool etílico. os licores à base de ovos. mesmo concentrados).. tais como o vinho.05. de chocolate.50 . ou ainda de frutas. inferior a 80% vol. ácidos. vernizes. em iluminação e aquecimento.Álcool etílico e aguardentes. vinho. álcoois superiores (voláteis). álcoois butílico e amílico. de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22. O álcool etílico tem numerosas aplicações. os licores de sucos de frutas. quer se destine ao consumo humano. os licores à base de ervas.20 . DESNATURADOS. b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. etc. às vezes designados por "complementos alimentares".40 . juntamente com os outros álcoois acíclicos. de produtos da cana-de-açúcar 2208. após fermentação. e destilação posterior. 22.). tendo um teor alcoólico em volume superior a 0.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. bagaços. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22. Estes produtos.). Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias.).Vodca 2208.. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL.Outros Esta posição abrange. etc. misturas de cerveja com vinho. previamente fermentados. classificam-se nas posições 20. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. quer por síntese. ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada.30 .

05). de café. por exemplo. etc. Podem. ter por base extratos de plantas. 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares. o curaçau.04. o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais. obtido do anis verde e da badiana. 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola. ou de outras frutas. Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais. 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada. de ameixas (mirabelle. 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. espécies de licores obtidos com sucos de frutas. aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho. bitters. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. produtos químicos.09 . no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais. às vezes designadas por "complementos alimentares". grappa. em peso. o kümmel. os licores chamados "emulsões". constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos. acondicionados para venda a retalho 2309. citam-se. os que tenham sido sujeitos a um tratamento. por exemplo. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22.) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool.07). 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. ovinos. cachaça.. aromatizantes ou outros ingredientes. 7) Os licores denominados "cremes". adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas. de uma maneira geral. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau. 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas). obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. de damascos. pisco. de cássis (cassis). 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. empregam-se diretamente na alimentação dos animais. o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. Destinam-se. 10) As aguardentes de sidra (calvados). Algumas. utilizam-se. etc.04. aveia. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas). de framboesas. do melaço de beterraba sacarina. açúcar. de cerejas (quirche).90 . como também as preparações empregadas na alimentação de animais. 18) As aguardentes provenientes da destilação. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). tafiá. Atualizado em 04/01/2011 . 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. 2309.10 . corantes. 23. o xarope de cana de açúcar. tais como os licores de ovos ou creme fresco. lecitina. I.) e. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares).PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. essencialmente. contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. as cascas de cereais. 8) As ratafiás. 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água. com exclusão dos produtos da posição 22. com teor alcoólico em volume superior a 0. após fermentação. aguardente de arroz ou de vinho de palma. etc.Alimentos para cães ou gatos.. etc. o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite. milho. todavia. o melaço de cana de açúcar). concentrados de frutas. após fermentação.Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. armanhaque. em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo. em virtude da sua consistência ou cor. de baunilha. etc. etc. singani. por esse fato. Além do seu alto valor nutritivo. As preparações desta espécie. com exclusão dos produtos da posição 22. rum. que se classificam na posição 22. 11) O araque.Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol. os flocos de linhaça e os bagaços de fruta. por exemplo.). com um ou mais elementos nutritivos. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra". quetsches). de banana. de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono.05. de cássis (cassis). entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque. tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra. amargos. tais como a palha. à alimentação de bovinos. assim. ainda. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral. de cereais. centeio. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto. brande.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS.). para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares. e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro.5% vol. tais como: o anisete. b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. perderam as características essenciais da matéria de origem. geralmente chamadas licores. preparado com casca de laranja amarga. trigo.). eqüídeos e suínos. em proporção geralmente superior a 10%. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar.

uma preparação de painço. sebos e palhas. utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes. etc. carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas... da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim. delas distinguem-se. 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos.. vitaminas do grupo B. na maior parte dos casos. cloro. C. designados "construtores". até serem consumidos pelo animal: estabilizantes. 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. consoante a produção zootécnica a que se destinam. potássio. geralmente fabricados com farinha. açúcar. As mais utilizadas contêm cálcio.. farelos. Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. do ponto de vista qualitativo. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos").. As preparações destinadas a remediar essas insuficiências. antibióticos. ferro. A substância seca assim obtida. BALANCEANDO-OS. para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais. mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. 3) Elementos nutritivos "funcionais". 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. A concentração. mesmo contendo cacau. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. tais como cães e gatos. principalmente. As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário. São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes. especialmente as gorduras que contêm. etc. designadas comercialmente pré-misturas. todavia. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. à utilização dos alimentos pelo animal. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada. especialmente. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. aproximadamente. B. em particular. aveia descascada e sementes de linhaça. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. a quantidade necessária para uma refeição.). no caso das aves.. leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%. celulose e gorduras. das "pré-misturas". A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais. os antibióticos. beterrabas semi-sacarinas. a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A. defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. aromatizantes ou aperitivos. Embora. utilizando-se como matéria de base na preparação. oligoelementos. Ao contrário dos precedentes. constituídas por uma mistura de carne. distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo. as sementes de leguminosas. aminoácidos. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas. mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. etc. ACIMA Estas preparações. Estas últimas. cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam. tais como amido.). das cascas dos ovos. São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. iodo.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. dos elementos hidrocarbonados.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. perturbações na saúde do animal. isto é. alpiste. as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. minerais ou vitaminas e.OUTRAS PREPARAÇÕES A. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. de uma maneira geral. etc. 3) As preparações açucaradas. em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. As matérias minerais destinam-se. por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. e destinados a serem queimados pelo organismo animal. 2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta. fósforo. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. coccidiostáticos. pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. misturados com torresmos ou farinha de carne. Citam-se as vitaminas. sais. os oligoelementos. emulsificantes. do meio de cultura e do antibiótico). ovos. amido ou cereais. antioxidantes. cré. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. protéicos e minerais. ainda. nestas preparações.II. miudezas e outros ingredientes. pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição. 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. etc. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . caulim. fosfatos). à formação do esqueleto do animal e. as borras da indústria da cerveja. de uma forma mais geral.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR. dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas. são constituídas por proteínas. sal. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. sódio. em pasta ou secos.

02 2402.01 e 21. grau de pureza. com ou sem capa. mesmo adicionados de um aglutinante (melaço. g) Os medicamentos das posições 30.08. proporções dos seus diferentes componentes. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção. d) Os desperdícios. misturadas entre si ou não. Contudo.91 . em razão. as cigarrilhas e os cigarros. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface. quando for o caso. Atualizado em 04/01/2011 . 12.Fumo (tabaco) para fumar. em proporção que não ultrapasse 3%.10 .90 CHARUTOS. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. EXTRATOS E MOLHOS. c) As preparações que. principalmente. contendo fumo (tabaco) . que se incluam como tal em determinada posição. utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38. com gelatina. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas. em peso (posições 07. 70% (posição 38. contendo fumo (tabaco). e) As vitaminas. mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes..Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403. 23.). resíduos e subprodutos vegetais da posição 23. classificam-se nesta posição.24). 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado. mesmo de constituição química definida. 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco). k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração.Outros: 2403.Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos.06. preparadas especialmente. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas. obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. 24. de sucedâneos do fumo (tabaco).a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias.9 . Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas. Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. os charutos com as pontas cortadas.03 . das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização.14.Charutos e cigarrilhas. condições de higiene em que foram elaboradas e. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco). substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29. b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10).Cigarros contendo fumo (tabaco) .36). Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar. 3) O rapé mais ou menos aromatizado. A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30). f) Os produtos do Capítulo 29. por exemplo. . os cigarros contendo certos tipos de produtos. geralmente. o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros. 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado.10 2402.99 . 24. DE FUMO (TABACO).14. de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco). matéria amilácea. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19.. h) As substâncias protéicas do Capítulo 35.Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar.03). de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11). FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO". para fabricação do rapé.01. da natureza.03 e 30. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS. por exemplo). concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar. por exemplo).OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS. MANUFATURADOS. por adsorção em um substrato ou por revestimento. matérias graxas (gordas*). mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403. ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos. etc. não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina. por exemplo. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura.08). CIGARRILHAS E CIGARROS. ceras. 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas). esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos.04. as cigarrilhas e os cigarros. 2403.20 2402.

29. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se. os cimentos romanos. moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada). Excluem-se. bem como as suas misturas. desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). o cimento Portland moderado e os cimentos brancos. o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio. finamente moídas.11). bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos. para revestimento de fornos e outros usos (posição 38. Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland. b) Os inseticidas da posição 38. São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos. de constituintes aromáticos e alifáticos. o cimento de escórias de altos-fornos.ALCATRÕES DE HULHA. não refratários (posição 38.23 2523.. excluídos: a) As escórias de altos-fornos. Convém notar: . DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS. em menor proporção.06). Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas. entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco). às vezes. Todavia.16). b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25. Entre estes produtos. e) As argamassas e concretos (betões). considera-se "cimento Portland". obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco). porém.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS. INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS. com proporções variáveis. de fumo (tabaco) líquidos.que o clinker Portland é um produto da subposição 2523.21 2523. .14.21 e 2523. São. d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas.30). sílica. "cimentos naturais" (posição 25. alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29.21 e 2523. de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3). Outros elementos (por exemplo. DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+). produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12.2 2523.5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos". Nota Explicativa de Subposições. Estes fumos (tabacos) apresentam-se.19). Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas). obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas.Cimentos aluminosos . ferro) podem igualmente ser adicionados.30 2523. Excluem-se da presente posição: a) A nicotina. 27.. c) Os cimentos da posição 32.06 .Cimentos "Portland": .10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio. os cimentos pozolânicos.10 2523.08. mesmo corados artificialmente . e . em geral provenientes da destilação da hulha. entre outros. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas.39). mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)). podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 .Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas.29 Na acepção das subposições 2523. Subposições 2523. Os cimentos da presente posição podem ser coloridos. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26. MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados.20) e as terras pozolânicas. santorínicas e semelhantes chamadas. Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. em folhas retangulares ou em tiras. no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas. 7) Os extratos e essências (molhos). os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. em geral. denominados "clinkers" .. alumina.29 2523. podem citar-se o cimento Portland comum.Outros . quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros).Cimentos não pulverizados.24). obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e. Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. nesta posição. etc. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos". linhita ou da turfa. contudo. 25.Cimentos brancos.

ao xileno. naftalênicos.50 . aos xilenóis.10 . Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente. antracênicos. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38. Relativamente ao benzeno. EM PESO. RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. em peso. Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos. em volume. em especial.Os óleos de creosoto. 70% ou mais. 29. por ciclização do petróleo. em peso.1 . por exemplo. fenólicos. há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29. . incluídas as perdas. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. A presente posição abrange todos os alcatrões. CONTENDO.Os óleos e outros produtos antracênicos. . COMO CONSTITUINTES BÁSICOS. Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38. 2) Os óleos e outros produtos. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. etc.33.99 ..Naftaleno 2707. EXCETO ÓLEOS BRUTOS. aos cresóis. a 250°C.Toluol (tolueno) 2707. principalmente.Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam.30 . em frações mais ou menos largas. ao tolueno. naftênicos e fenólicos.Os produtos fenólicos (fenóis. cresóis. para impermeabilização. à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados. bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos". Compreendem. e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais. quinolínicos e acridínicos.17). que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos. etc. nos quais os constituintes aromáticos predominam.20 .Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação. pirídicos. Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos.07 e 29. . que são análogos aos precedentes. mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos.Fenóis 2707. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo. . 70% OU MAIS.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura.02. 27. 27. 2707. ao antraceno. Os alcatrões destinam-se. especialmente nos geradores de gás de água.ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA. o toluol (tolueno). RESÍDUOS DE ÓLEOS.Os produtos pirídicos. para revestimento de estradas.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. o xilol (xilenos) e a nafta solvente. entre outros: .40 .60 . ao naftaleno. em relação aos não aromáticos. à piridina e a alguns derivados da piridina. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira. como constituintes básicos. segundo o método ASTM D 86 2707.Óleos de creosoto 2707. ao fenol. xilenóis. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa. Mas são também utilizados. uma fração superior ou igual a 65% ..Xilol (xilenos) 2707. contendo.Benzol (benzeno) 2707. . que se classifica na posição 38. etc. em bruto ou refinados. dos alcatrões de hulha a alta temperatura. no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29). PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM.Outros: 2707.O benzol (benzeno). análogos aos precedentes.Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.Os óleos e outros produtos naftalênicos. 2710.07.07 .). mesmo desidratados ou parcialmente destilados.9 .).91 . EM PESO.10 .

). provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking). bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio. após adição de aditivos apropriados. Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram. esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. os óleos para lubrificação de fibras têxteis. a 300°C e à pressão de 1. etc.Óleos leves e preparações 2710. antiferruginosos. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. bem como as preparações constituídas por misturas que contenham.07). Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem... 4) Os gasóleos (óleos diesel).19 . seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. bem como os óleos leves. em peso. análogos aos precedentes. de alumínio.013 milibares (101.. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. antioxidantes. certas frações leves. entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano. para realização de algumas sínteses químicas.9 . em relação aos constituintes aromáticos.Resíduos de óleos: 2710. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes. 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). (estes últimos numa proporção da ordem.3 kPa) de mercúrio. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos. pela ação de solventes seletivos. etc. de lítio.Outros 2710. 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos. Atualizado em 04/01/2011 . Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas. principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. As misturas de alquilenos utilizam-se. B) Os óleos. em peso. antiespumas. tais como os silicones. etc. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710. quer por separação (especialmente por destilação fracionada). ser misturadas com as gasolinas. podem igualmente. C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores. em relação aos não aromáticos. refinação catalítica (reforming). médios e pesados. os lubrificantes para cilindros. em volume.91 . diisobutileno e triisobutileno. do Capítulo 29. por redestilação. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina".11 . em peso. conforme o caso. por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39).09. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura. são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos. ou por qualquer outro processo (posição 27. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos. os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos). e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. Obtêm-se quer por polimerização. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping).). Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos.99 . 2) O white spirit. em grau muito baixo. do propileno. como solventes ou como diluentes. mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo.. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida. tetrapropileno. de 10 a 15%). tais como os óleos ou gorduras vegetais. denominadas tripropileno. A esta categoria de produtos pertencem. etc.. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo. etc. tais como os parafínicos. a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. ciclânicos (naftênicos).Contendo difenilas policloradas (PCB). Dado o seu elevado índice de octano. 3) O petróleo para iluminação (querosene).Outros I. nonilenos.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27. na maior parte das vezes. isolados no estado puro ou comercialmente puro. por exemplo.). por exemplo). nos quais os constituintes não aromáticos predominem.2710. Todavia. os óleos para trabalhos pesados.

especialmente. que se formam durante o funcionamento. das preparações antiferrugem da posição 34. por exemplo. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. para impermeabilização. 2713.20 . etc..03. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos. permanece classificado nesta posição. Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo.20).).08). como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado).1 .12 . normalmente. do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso). 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. por exemplo).Coque de petróleo: 2713.Calcinado 2713.11 . especialmente. 27. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais. os depósitos de carvão. fungicidas. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. especialmente refinados. aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes.Não calcinado 2713. utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26. numa proporção de 10%. empregado para revestimento de estradas. Utiliza-se. das preparações desinfetantes. 5) Os óleos de lavagem (que servem. de compostos de chumbo e de óxidos de ferro. inseticidas. antiespumantes. É um produto de cor castanha ou negra.90 . etc. principalmente.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina. citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. antioxidantes. óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados).11). São óleos pesados adicionados. e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. antiferruginosos. b) As preparações contendo menos de 70%. pilares e vigas de concreto (betão). (posição 38.. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição.. etc. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água. contendo éter dietílico.Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade.). durante o trabalho. constituídas principalmente de chumbo. utilizadas na fabricação de produtos primários. Pelo contrário. em peso. tais como o p-cresoldibutil-terciário. O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos. mesmo misturados com água.DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). Atualizado em 04/01/2011 . como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios. as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos.13 . provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo. principalmente. Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB). dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38. que são óleos pesados adicionados. é o caso. BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino. II.19. constituindo o éter dietílico o elemento de base. não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo.Betume de petróleo 2713. por exemplo. etc. essencialmente.03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38.COQUE DE PETRÓLEO. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm. as gomas. óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%. em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. por exemplo. dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. constituídas por lanolina em solução no white spirit.). bem como outros elementos. etc. proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos.3) Os óleos para transformadores e disjuntores. transformadores e disjuntores. óleos lubrificantes usados. para limpeza de motores e de outros aparelhos).. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação. B) O betume de petróleo (também designado "asfalto". poroso e sólido. a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)). "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto. em peso.14) e de certas preparações da posição 38. mole ou quebradiço. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa. e semelhante ao betume não insuflado.

insolúveis em água (posição 38. 27. por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas. Nota Explicativa de Subposições. f) As obras de asfalto da posição 68. de betumes. ou sob forma tal que permita a extração desses produtos.10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos. Subposição 2714.MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS. 2) Os asfaltos. a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado. que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície). A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo. As misturas betuminosas. etc.01). Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas. DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS").02). compreendidas nesta posição. na impermeabilização.15 . 2714.13).Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. brutos ou purificados (posição 38.14 . as seguintes: 1) Os cut-backs. de amônio ou de etanolaminas (posição 34. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais.Xistos e areias betuminosos 2714. os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27. são.10 . Também podem ser extraídos o gás e outros produtos. Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo).24. Esta posição compreende também os betumes. b) As hulhas betuminosas (posição 27. na preparação de vernizes ou de tintas. de breu ou de alcatrões. que são misturas geralmente constituídas. XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS. c) Os ácidos naftênicos. e ainda por razões de segurança (posição 27. A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27.07. Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição. Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos". de asfalto. b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo. 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água. e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias. Além disso. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. e ainda por razão de segurança. Atualizado em 04/01/2011 . tais como os de metais alcalinos. pelo menos. 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo. c) As linhitas betuminosas (posição 27. desde que não se incluam em posição mais específica). destilação ou processos mecânicos). NATURAIS. d) O betume de petróleo (posição 27. 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas.24). ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+). ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas. obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos. solúveis em água. 27.09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos).BETUMES E ASFALTOS. coques e outros resíduos. DE BETUME DE PETRÓLEO. São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo.02).17).90 . de cor castanha ou negra. entre outras. dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas.15).14. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes.

em reservatórios. 28. quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais. esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. etc. muito denso (3. derivados bromados do anil. 2801.). na fabricação de hipocloritos. Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. D. em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se.BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido. de cloretos de metais. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos.44). quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). acinzentados.3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos. bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28.FLÚOR.18 a 0°C). tais como a areia ou o amianto. especialmente o cloreto de sódio. BROMO E IODO. e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32.. pelo grau de finura das cargas que. Os artigos acabados de forma regular (lajes. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto). de cheiro acre. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. borracha clorada. classificam-se na posição 68. Também se emprega na metalurgia do ouro. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina. em especial. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. como produtos para moldação. etc. de brilho metálico. por secagem. para calafetagem.01 . alcatrão ou do breu. em fotografia.95 a 0°C). betume. geralmente. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio. etc. estanho e cádmio. corrosivo. é perigoso respirá-lo. sedativos).17). Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica.Flúor.03.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. como catalisador em sínteses orgânicas. Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados.. mesmo a frio. f) As preparações lubrificantes da posição 34. quer das algas marinhas. 28. na preparação de iodetos. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto. Ataca a pele. É muito pouco solúvel na água. por exemplo.30 . etc. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados. e ainda por razões de segurança (posição 27. em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos. Estes produtos empregam-se. CLORO. É um líquido avermelhado ou castanho-escuro.10 . d) O betume natural desidratado e pulverizado.).18). então. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo. conforme os casos. B. etc.06). na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas. e inflama as substâncias orgânicas.FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. duas vezes e meia mais pesado do que o ar. O iodo é um sólido muito denso (densidade 4.IODO O iodo extrai-se. incineração e tratamento químico das cinzas. como a serragem (serradura*). ladrilhos. A. placas. por exemplo).. pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas. acondiciona-se. corrosivo. C. É habitualmente transportado em cilindros de aço.07.).CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES). bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais.03 . perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. Desinfetante e anti-séptico. as gorduras e os têxteis.Iodo 2801. lhes sejam adicionadas. Emprega-se em medicina. corando-a de amarelo..Cloro 2801. eventualmente. bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte.24. Atualizado em 04/01/2011 . na preparação de medicamentos. ceras artificiais. serve para esterilizar (clorar) a água. etc. em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças. Como destrói os corantes e matérias orgânicas. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais. de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata).14).10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição. a madeira. É um gás amarelo-esverdeado. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25.20 . como reagente. sufocante. em frascos de vidro amarelo. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38.

Os ácidos hipocloroso. Os negros-de-carbono podem conter. empregam-se principalmente no estado gasoso. de cheiro irritante. produtos oleosos.. É um gás que. de cheiro pungente. f) O carvão de madeira (posição 44. de cloreto de vinila. Estas soluções. tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). etc. espírito de sal). especialmente. etc. fumante (que libera vapores). O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento. 2806. seleniados. Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25. c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32. preparação de cloretos de metais. Emprega-se. Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro. impropriamente denominado ácido clorossulfúrico. Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro. de 28 a 38%) (ácido clorídrico. fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. etc. vagões-tanques ou navios-tanques. posição 38. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio.02). óxido férrico. os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27). de tioindigo. arsênio. de indigossóis.). provém da decomposição brusca do acetileno comprimido. carbonizando-as. Nas sínteses orgânicas.10 . negro-de-xisto. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio. incluindo as de impressão. Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806. que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor.04). O negro-de-acetileno. como impurezas.01). Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço. tem o aspecto oleoso. A. de pomadas para calçado. sob pressão. inodoro. pentóxido de vanádio. 28. tais como: 1) Gases naturais. Os negros-de-carbono.CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl). que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento.06 . g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71.. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. muito corrosivo. o coque. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. no caso contrário.ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. zinco e de outros metais. etc. etc. nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina. entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha..04).06 (negro de "alu". clórico e perclórico classificam-se na posição 28.02). cuja fórmula é ClSO2OH. B. de cânfora artificial. purificação do negro animal.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). com um odor sufocante.ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. principalmente. ou incolores. etc. de cloridrato de borracha.ÁCIDO SULFÚRICO.). linhita).11.02 ou 71. e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. caminhões-tanques. Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. 2) Naftaleno. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água. comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica). etc. anidrido sulfuroso. As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido. resinas e óleos (negro-de-fumo). os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário). É um líquido incolor ou acastanhado. Atualizado em 04/01/2011 . negro-de-silício. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha. ácido muriático.07 .12). na fabricação de cloropreno. hulha. muito fino e puro. ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno). 28.) (posição 38.20 . d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente.O carbono é um elemento não-metálico sólido.. tambores de aço. arseniados. provocada por faísca elétrica.). separação da gelatina dos ossos. ácido sulfúrico). O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28. Consoante o seu processo de fabricação. É denso. b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita. são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum). ácido clorossulfúrico.Ácido clorossulfúrico A.

de cor acentuadamente castanha. como.ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre). o sulfeto de hidrogênio. Estas misturas também se classificam nesta posição. siderúrgica. na preparação de adubos ou de fertilizantes. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. Acondicionam-se em recipientes de vidro. que se transporta em recipientes herméticos.06 e 28. que se incluem respectivamente. que reagem violentamente com a água. a alta temperatura. ávido de água. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. da hidroxiantraquinona.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. muito corrosivo. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. 2) Ácidos metafosfóricos.. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. Emprega-se. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. pentóxido de difósforo. Tais misturas. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. Atualizado em 04/01/2011 .Outros ácidos polifosfóricos.Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se. B. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". O ácido comercial assim preparado contém. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). por isso. b) O trióxido de enxofre. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). também às vezes se denomina "ácido xaroposo".PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. ao ar seco. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). onde n é 3 ou mais. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. contendo ácidos superiores. B. onde n é 2 ou mais.11). Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. pentóxido de fósforo. ácido sulfúrico. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. por exemplo. ÁCIDO FOSFÓRICO..ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I.. etc. trióxido de enxofre. por exemplo. amorfa e vítrea. A. atacam a pele e o vestuário. etc. os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos). do fósforo extraído dos fosfatos naturais.. e nas indústrias petrolífera. São ácidos cíclicos. 2809. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes.10 . 90%. 28.08. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se.). ele dificilmente se conserva no estado sólido. A solução concentrada. ácido fluossilícico.. nas posições 28.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. É um pó branco. por exemplo. que também se inclui aqui. C.Pentóxido de difósforo 2809. c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28.20 . dos derivados de alizarina.. arenito (grés) ou de chapa de ferro. Por condensação do ácido fosfórico. etc. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais.). como impurezas. II. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. do tioíndigo.12). tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. classificadas nesta posição. Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico.09 . São produtos líquidos ou sólidos.

por isso. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. contendo ácidos superiores. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos.Pentóxido de difósforo 2809. 2809. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. B. O ácido comercial assim preparado contém. Atualizado em 04/01/2011 .11). o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. muito corrosivo. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. ácido fosfínico) (posição 28. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. A. ÁCIDO FOSFÓRICO. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. etc.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. II. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. a alta temperatura..10 .Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. Estas misturas também se classificam nesta posição. que também podem conter sais de sódio destes ácidos..Outros ácidos polifosfóricos. como. ele dificilmente se conserva no estado sólido. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos..ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. como impurezas.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). Esta posição abrange. ao ar seco. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". Tais misturas.Esta posição abrange. trióxido de enxofre. amorfa e vítrea. 28. A solução concentrada.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem).. pentóxido de difósforo.09 .. ácido fosfínico) (posição 28. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). ácido sulfúrico. onde n é 2 ou mais. também às vezes se denomina "ácido xaroposo". etc. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco.). São ácidos cíclicos. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). entre outros. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo.48).20 . Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. ácido fluossilícico. Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. 90%. o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. onde n é 3 ou mais. b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. classificadas nesta posição. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). por exemplo. ávido de água. que também se inclui aqui. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. que se transporta em recipientes herméticos. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. pentóxido de fósforo. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). entre outros. é mais estável em solução pouco concentrada. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. é mais estável em solução pouco concentrada.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. Emprega-se. Por condensação do ácido fosfórico. diidrogeno-ortofosfato de cálcio.11). C. por exemplo. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. É um pó branco. 2) Ácidos metafosfóricos.

uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico.. metalurgia do tântalo e do nióbio. É deliqüescente e muito solúvel em água. Com ele se fabricam tintas (para construção civil. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio. de níquel.20 . e então está compreendido nesta posição. etc.PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio.24. Quando puro.Sólido 2815. etc. sobretudo.. essencialmente. As misturas de soda cáustica e de cal. que é o carbonato de sódio (posição 28. Emprega-se na indústria do sabão. etc. obtenção de sabões duros. assim. para branquear tecidos. o cloreto).Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). Também se usa em medicina.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal).30 . Também se obtém a potassa cáustica. expresso em Fe2O3. D. cabe na presente posição. especialmente em submarinos. PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO. vidros ou espelhos.04. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. Atualizado em 04/01/2011 .03 ou 30. contra a ferrugem. quer no estado puro. caso em que se classifica no Capítulo 32.03. ou mais. A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina.8.10 . vermelho da Inglaterra ou colcotar). amarelo ou negro). do óxido férrico (Fe2O3). quanto ao seu processo de obtenção. que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural.). etc. Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA). na fabricação de permanganato de potássio. C.21 . especialmente. etc. na decapagem de peças a metalizar ou a pintar. sanguine. especialmente. resorcina. chamadas "cales sodadas".. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó). associada à cal. ou seja 58. que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado. O hidróxido de sódio obtém-se. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza).12 . A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas. A.. de ferro combinado.1 . constitui uma preparação classificada na posição 38. alizarina. quer misturado com argilas. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO. incluem-se nesta posição. EM PESO. incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir. para purificação de gás de iluminação. expresso em "óxido férrico". decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas. classifica-se nas posições 30.PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2).28.. obtém-se por combustão do sódio. cloreto de potássio. Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre. HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA).11 . 2815.36). de compostos fenólicos: fenol. 2821. em frascos de vidro.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO. no branqueamento. a cerca de 50%) ou de potassa sólida. propriedades e emprego. muito deliqüescente. Não se deve confundir com a soda comercial. entre outras impurezas.8% de ferro no estado puro. Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados.Óxidos e hidróxidos de ferro 2821. delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38.04. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa). como agente cauterizante.) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito). como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. composições para limpar e dar brilho a metais. cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível. 28. fabricação de celulose regenerada. cuja densidade é de cerca de 2. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. mas podendo também ser violeta. mercerização do algodão. geralmente de cor vermelha. Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades.HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28. Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços. na fabricação de sabões moles. Emprega-se. Atendida esta ressalva. fabricação de numerosos produtos químicos e. utilizada em aluminotermia.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. B.20 .. e contém então. mais ou menos concentrada (usualmente. um peso 70%.Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815. classificam-se na posição 38. TERRAS CORANTES CONTENDO.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e. é um pó branco ou amarelado.Peróxidos de sódio ou de potássio A. classificam-se na posição 38.15 ...24.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815. amarelo ou preto (óxido violeta.04. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato. EXPRESSO EM Fe2O3. para este fim. especialmente.

em eletrólises.Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827.Outros 2827..e classifica-se então nesta posição . e é higroscópico. e emprega-se como pigmento. castanho de Inglaterra.Outros 2827. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +). depois de oxigenado. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico.31 .. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso.06. oxicloretos. Quando puro.03 ou 71. etc.). Em geral. Entra na composição de misturas refrigerantes.3 .quer misturado com carvão. quer só . bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25.51 . Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick.Outros cloretos: 2827... de 09/02/2004 . Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28. em caso contrário. incluem-se na presente posição os cloretos.Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo. 2) Cloreto de cálcio (CaCl2). A. limonito (óxido hidratado). ou misturadas com outras terras corantes. em pó. castanho da Suécia).27 . Norm. consoante o seu grau de pureza.. hidratado com 6 H2O. amarelado ou castanho.. (Atualização nº 5.B. Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco. (açafrão ou amarelo de Marte). DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71. É branco.06. BROMETOS E OXIBROMETOS. magnetita (óxido magnético de ferro)..Brometos de sódio ou de potássio 2827. apresenta-se cristalizado ou granulado. nas pilhas Leclanché. OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS. como decapante de metais.De alumínio 2827.Cloreto de cálcio 2827.59 . que se obtêm por sublimação.01: hematitas vermelhas (oligisto.41..05). flor ou pães. c) As chispas (battitures) de ferro. É um óxido anfótero.De níquel 2827. etc. com castanho da Prússia. em peso. na presença do oxigênio.39 .49 . e. d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38.De magnésio 2827.60 .4 .Public. menos de 70%.20 .CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28. é incolor e. Tem cor de ferrugem. brometos. que. apresenta-se moldado.Outros 2827. para endurecer colas e vernizes. de ferro combinado.Cloreto de amônio 2827.Brometos e oxibrometos: 2827. em fotografia (fixador). expresso em Fe2O3. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo. IODETOS E OXIIODETOS. etc.41 . vermelho Van Dick. caso em que cabe na posição 32. 2827. Ver a Nota Explicativa da posição 31. hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos). cloridrato de amônio (NH4Cl). utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 . é solúvel em água. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3). é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso.32 . branco.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2).. martita.5 . nas indústrias de corantes e em curtimenta. oxibrometos. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis.19). castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos.35 .CLORETOS. adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico. Apresenta-se em massa cristalina.02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio. pela Instr.30). em massa porosa ou em palhetas. hidroxicloretos.De cobre 2827. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26. b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26. Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco.. amarelado. É sólido. fundido. dá origem aos ferratos da posição 28.25). SRF nº 509. Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio. como adubo ou fertilizantes. Puro.12.10 . 28.

como fumígeno ou em síntese orgânica. a) Cloreto cromoso. por exemplo (em cristais verdes ou azulados). higroscópico e hidrolisável. como mordente de tecidos. no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). Apresenta-se em massa cristalina rosada. cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. em curtimenta. para fazer irisações cerâmicas. Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). é deliqüescente e solúvel em água. O cloreto anidro. forma cristais incolores. 10) Cloreto de bário (BaCl2). etc. O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. Oxida-se em contacto com o ar. na conservação de peles. na limpeza química (carbonização) de lãs. Também se emprega como decapante em soldagens. escamas ou palhetas amarelas. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). É um redutor. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. quando hidratado (com 4 H2O. em cristais verdes ou roxos. na cromagem eletrolítica. como carga de sedas e em eletrólise. libera vapores. vermelhos ou roxos. em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). por exemplo. deliqüescentes. É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). principalmente. praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). tornando-se amarelado. em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. cerâmica. ou. em cristais alaranjados. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. em cristais rosas. muito solúveis em água. etc. É muito deliqüescente. É redutor e mordente. b) Cloreto crômico (CrCl3). rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. Hidratado. Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina. 6 H2O). São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. Atualizado em 04/01/2011 . É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. hidratado (com 5 ou 12 H2O). (CrCl2). como mordente. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). deliqüescentes e solúveis em água. e ainda para tornar a madeira ignífuga. cilindros. solúvel em água. palhetas. É usado como mordente em tinturaria. O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. cáustico e muito tóxico. em estradas e pavimentos de terra batida. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2). como catalisador. como oxidante. solúveis em água. fundidas ou granuladas. misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. que se obtém na metalurgia do titânio. para dar pátina ao ferro. Apresenta-se em massa de fratura resinosa. como mordente de tecidos. O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. emprega-se para tornar a madeira ignífuga. ou em solução aquosa verde. Anidro. 14) Cloretos de cobre. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). solúveis em água. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. vermelhos ou roxos. Emprega-se na construção de higrômetros. É um líquido incolor ou amarelado. como antipoeira. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). em fotografia e fotogravura. para purificação de águas industriais. ou em soluções. em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores.de concretos (betões) em tempo frio. fungicida e desidratante. apresenta-se em lâminas. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. desinfecção. na preparação da púrpura de Cassius. Anidro (em escamas. 9) Cloretos de estanho.02 (dialogita.20. Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos. deliqüescentes. hidratado (com 6 ou 12 H2O). Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. de cheiro pungente. como parasitida e raticida. é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. e em tingimento e estampagem. em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). etc. para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. castanhas ou vermelho-granada. agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). Apresenta-se em cristais rosas. com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. que azulam pelo calor. 11) Cloretos de titânio. no apresto do algodão ou de outros têxteis. que libera vapores em contacto com o ar.08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. brookita. Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. como mordente. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2. Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. Emprega-se em tingimento. Apresenta-se em frascos bem fechados. Emprega-se. Emprega-se para tingimento. 13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2).30. Tanto anidro como cristalizado. b) Cloreto férrico (FeCl3). 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. para decoração de porcelanas. Anidro. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. apresenta-se em massas amarelas. anatase). com as mesmas cores. como mordente em tinturaria. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. por exemplo). em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). Anidro e exposto ao ar. Também se emprega em medicina. 12) Cloretos de cromo. como desinfetante e anti-séptico em medicina.

inclui-se na posição 26. A atacamita. Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas. 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5.17 e do cloreto de hidrogênio. cloreto de cal. corantes e de medicamentos. hipoclorito de cálcio comercial. apresenta-se em cristais grandes cúbicos. Líquido incolor. de fato. Emprega-se em curtimenta. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. anticriptogâmicos e corantes.IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). como mordente ou como oxidante. é cáustico. classifica-se na posição 25. A nantoquita. É um líquido vermelho. Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino. 5) Brometos e oxibrometos de cobre. classifica-se na posição 28. higroscópico e solúvel em água.. b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). D. 2 H2O). em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo. Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. acima de 51°C. Anidro. etc. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO).04 ou 31.b) Cloreto cúprico (CuCl2. b) Brometo cúprico (CuBr2). Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia. Apresenta-se em cristais incolores. 6 H2O). hidratado (com 2 H2O).03. brancos ou cinzentos. incolor. apresenta-se em massas incolores. solúveis em água. Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais.01 e 31. Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3). solúveis em água. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola"). 3) Brometo de amônio (NH4Br). preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. e obtém-se abaixo daquela temperatura. tomando então aparência untuosa. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso). que absorvem a umidade ambiente. desinfetante e inseticida.05. translúcidas. Atualizado em 04/01/2011 . São cristais verdes deliqüescentes. 15) Cloretos de antimônio. utilizado na fabricação de fumígenos. 2) Brometo de potássio (KBr). Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28.. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário. para apresto de couros. que libera vapores em contacto com o ar. Emprega-se em medicina ou em fotografia. volatilizando-se pelo calor. classificam-se respectivamente nas posições 25. solúveis em água. 4) Brometo de cálcio (CaBr2. 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO).28. cloreto de cobre natural. 4) Oxicloreto de estanho. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água. como mordente. É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. solúveis em água. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água.52. Emprega-se em medicina ou em fotografia. na fabricação de lacas. Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. anti-séptico. deliqüescentes e muito solúveis em água.11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). B. Empregase em estampagem de têxteis. a) Brometo cuproso (CuBr). Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. e que é.BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. É sólido. O composto qualificado. C. hidroxicloreto natural de cobre. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo. antimonita) da posição 26. x H2O). como catalisador. É um pó branco.. empregado na preparação de pérolas artificiais. em fotografia e em eletrólise.OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais. Apresenta-se em cristais deliqüescentes. É anidro e apresenta-se em cristais grandes. o primeiro emprega-se para fins terapêuticos. decompõe-se pela água. de cheiro irritante. impropriamente. 6) Outros brometos e oxibrometos. a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas. apresentam-se em pó branco. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro.30. Emprega-se em síntese orgânica. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. é pouco estável e obtém-se por cristalização. mesmo puros.11 e os oxiiodetos. que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. Apresenta-se em pedaços amorfos. Apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se como mordente.

Esta substância é estável até 100°C. o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828. É um pó cristalino branco. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel". Altera-se ao ar e à luz. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. Este produto. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo. de estrôncio. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos. Emprega-se em fotografia. muito solúvel em água. A.90 . B.HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que. contêm. incolores.10 . 1) Clorito de sódio (NaClO2). Prepara-se. higroscópico. óxido ou hidróxido de cálcio. Atualizado em 04/01/2011 . O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. As soluções aquosas são incolores ou amareladas.11. e que. Muito solúvel em água. O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia. semelhante ao hipoclorito de sódio. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio). o qual.27. em solução aquosa. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. de bismuto (reagente). de bário. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. Puro. C. ou ainda pelo tratamento. incluem-se na presente posição os hipocloritos. se denominam "cloritos descorantes". Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. como desinfetante de locais. com cheiro a cloro. em contacto com o ar. É solúvel em água e.52. Em medicina. constituindo todos descorantes ou desinfetantes. 2) Hipoclorito de potássio (KClO. mesmo fracos. b) O oxiiodeto de antimônio. mas conserva-se melhor. em virtude da sua principal aplicação.1) Iodeto de amônio (NH4I).. de chumbo (com reflexos metálicos. São sais instáveis. na purificação da água e para preparação de hidrazina. originam o ácido hipocloroso. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). CLORITOS. como cede facilmente o cloro que contém. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. 2828. ao calor e ao gás carbônico. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. em tudo.. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. que contém cloreto e. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. como anti-séptico (com o ácido bórico. por vezes. quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica). por sal sódico. também se emprega em fotografia. 4) Iodeto de cálcio (CaI2). Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio.. utilizados como corantes na indústria da borracha). forma o líquido de Dakin). 5) Outros iodetos e oxiiodetos. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel.28 . O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro.CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). também se prepara por calcinação dos iodatos. 3) Outros hipocloritos. do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos).HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. Anidro ou hidratado. higroscópica quando contém cloreto de cálcio.. É.HIPOCLORITOS. 2) Clorito de alumínio. de antimônio. D. 3) Iodeto de potássio (KI). designa-se comercialmente por "água de Javel". Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel. É uma substância amorfa. apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água. 2) Iodeto de sódio (NaI). branca. Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas. este sal não pode ser isolado em forma anidra. pulverulenta. cloritos e hipobromitos de metais. 6 H2O). geralmente. de magnésio e de zinco. HIPOBROMITOS. e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. amarelece. Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. ou em lamelas branco-peroladas. em contacto com ácidos. 6 H2O).HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico. É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz. que se alteram em contacto com o ar. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. às vezes. uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza. solúvel em água e sensível à luz. 28. o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo. quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. 1) Hipoclorito de sódio (NaClO.

Emprega-se em síntese orgânica. em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios. apenas se emprega.. o dissulfito de sódio (Na2SO3. ALUMES. impropriamente. Utilizado na preparação de pasta química de madeira. Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores. Apresenta-se em pó ou em cristais incolores. B. pouco solúveis em água. em curtimenta. no tratamento do látex (agente de vulcanização). é eflorescente ao ar. pirossulfito de sódio. na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos. que não existe no estado puro. emprega-se em estampagem de têxteis. como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel.10 . solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente). Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico. pouco estáveis. c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio. É um pó cristalino branco.. 5 H2O). o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo).19 . 5) Outros sulfitos. é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3).SULFATOS. como anticloro ou como clarificante de bebidas.. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38. deliqüescentes. a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio".20 . em pó branco ou escamas. que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2). na fabricação da cerveja. Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio. em cristais.11 . solúveis em água. na prática.11). sobretudo em contato com o ar úmido. em solução aquosa. 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3. no branqueamento da lã ou da seda. sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28. os hidrogenossulfitos e os dissulfitos.H2O). é muito solúvel em água. Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura.30 . com cheiro a gás sulfuroso.1 . 4) Sulfitos de cálcio.32 .SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos. 2832.Sulfato dissódico 2833.Sulfitos de sódio 2832. 4) Outros tiossulfatos. 28. como anti-séptico e agente de branqueamento. de cor amarelada. solúveis em água. Oxida-se um tanto rapidamente. 3) Sulfitos de potássio.TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). obtém-se a partir do hidrogenossulfito. 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3. Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio). Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio. na fabricação de chapéus e como anti-séptico. o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente). "bissulfito cristalizado"). utiliza-se em fotografia. para dissolver a lignina. na feltragem de pêlos. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio. sais de um ácido. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais. Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3). obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal.31. em fotografia. etc. a) O hidrogenossulfito de potássio.Outros sulfitos 2832. 2833. emprega-se em tingimento ou em enologia.SULFITOS.Sulfatos de sódio: 2833.O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos. PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais. b) O sulfito de cálcio (CaSO3). muito solúveis em água e inalteráveis ao ar.Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. 1) Sulfitos de sódio. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores. solúveis em água e que se oxidam ao ar. Emprega-se em fotografia. Emprega-se em fármacia ou em enologia. c) O sulfito de potássio. Também se apresenta em soluções concentradas. apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica. de corantes orgânicos. 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3. É um redutor empregado em sínteses orgânicas. para tratamento da gema do pinho.33 . A.SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3).Outros Atualizado em 04/01/2011 . sulfito seco e às vezes é chamado.H2O). Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). Também se utiliza na preparação de anil. 28. b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). cristalizado com 2 H2O.04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas). Emprega-se como fixador em fotografia. TIOSSULFATOS..

da bauxita. o sulfato de amônio.02 ou 31.De cobre 2833. como mordente em tinturaria. especialmente...De alumínio 2833. Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino. O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4). quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha.22 . Também se emprega na clarificação do sebo. Emprega-se em niquelagem eletrolítica. 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4). se classifica nas posições 31. são. em extintores de incêndios. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38. na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas.30. No estado hidratado (Na2SO4.Outros sulfatos: 2833. quer duros e quebradiços. ou de diversos aluminossilicatos naturais. Emprega-se em tinturaria como mordente. c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7). apresenta-se em massas brancas. mesmo puro. deliqüescentes. compostos de ferro. que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo. para decapagem de metais. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3). derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). levemente aquecido. Solúvel em água. classificam-se nesta posição. Os sulfatos de sódio naturais (glauberita. É solúvel em água. apresenta-se em cristais amarelos. 4) Sulfatos de cromo.2833.30 . que se incluem na posição 28. b) Sulfato cúprico (CuSO4. a lã ou a seda). e que.. como anti-séptico. roxo ou lilás. O sulfato básico de alumínio. azuis. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios). na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos.SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). etc. Apresenta-se em cristais incolores. Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. apresenta-se em cristais brancos. O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente. ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil.08).27 . 5) Sulfatos de níquel. solúveis em água. 2) Sulfato de magnésio. Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo). astracanita) incluem-se na posição 25.40 . na depuração de águas industriais. Atualizado em 04/01/2011 . Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético. em curtimenta. polialita blodita.De níquel 2833. purificada ou não. no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre. 6) Sulfatos de cobre. da posição 28. O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre. Este sal provém do tratamento. em curtimenta. É um pó cristalino. pelo ácido sulfurico. ligeiramente eflorescentes ao ar. na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira). branco.. Anidro. Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico.25 . Sucedâneo do ácido sulfúrico. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses. hidratado.03. na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. mesmo puro. sulfato anidro. em medicina como laxativo. cristal e vidros ópticos). para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. onde-se na própria água de cristalização e dá. por fim. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). 5 H2O).04 ou 31.. para regeneração da borracha. na indústria da curtimenta para conservação de peles. etc. empregado em tinturaria. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos. etc. Hidratado (com 18 H2O). altamente higroscópico. utiliza-se. O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25..05 e o sulfato de potássio que. consoante a concentração da solução empregada. mas também se apresenta em solução aquosa. utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo. para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos. violeta ou verde. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4).Peroxossulfatos (persulfatos) A. também é aqui classificado.. fundidas. Para este último fim. solúveis em água.Alumes 2833. que. 10 H2O) designa-se sal de Glauber.52.De magnésio 2833. transforma-se por calcinação em sulfato anidro. Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita. como subprodutos da fabricação de diversas matérias. geralmente. as impurezas são. em tingimento (para corar de preto. para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas.24 .2 . reussina.30.07.Outros 2833.29 .De bário 2833. principalmente. como ignífugo e como laxativo. se classifica nas posições 31. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4).05.21 . O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26.

Entra na fabricação do litopônio da posição 32. Emprega-se como mordente em tingimento.4). c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. de lacas. O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). de outros corantes e de produtos medicinais. 24 H2O). a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). manganês. empregando-se como regulador de flotação. Muitas vezes contém cobre. 8) Sulfato de bário. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. etc. Emprega-se. ferro e arsênio. 1) Alúmenes de alumínio. B. para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. apresenta-se sob a forma de pó branco. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. Apresenta-se em cristais incolores. solúvel em água.11. perfumaria. muito denso (densidade de cerca de 4. Também se emprega em fotografia. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes.30. a) Sulfato ferroso (FeSO4). de cores de tintas. é um pó branco. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. Também se pode obter por processo metalúrgico e. É um pó acinzentado. É muito solúvel em água e apresenta-se. anti-séptico e herbicida. em certos países. por isso. que se usa na depuração do gás de hulha. Apresenta-se em cristais vermelhos. para zincar metais por eletrólise. cromo. como anti-séptico.30. Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. 7 H2O). óxido de zinco. Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. preparação da borracha. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25. por exemplo. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3).. de zinco. Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4). como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3. transforma-se em sulfato anidro. solúveis em água. 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. cristalizado.06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). precipitado das soluções de cloreto. em galvanoplastia e em tingimento. Reduz a flotabilidade dos minérios. calcinado. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. leve. em eletricidade (pilha-padrão de Weston). b) Alúmen amoniacal. espato pesado) classifica-se na posição 25. principalmente a quente. na preparação de alumina pura e em medicina. principalmente. como mordente em tingimento. 7 H2O). especialmente na preparação de lacas. Prepara-se a partir do sulfato ferroso. por outro lado.Na2SO4. solúveis em água. 24 H2O). em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). anidros ou hidratados (com 8 H2O). pouco solúvel em água. pela ação do calor. Semelhante ao alúmen de potássio. de lutos (vedantes). hidratado (em geral com 7 H2O). etc. solúveis em água. Cristais incolores. Muito solúvel em água. forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). etc. b) Sulfato básico de chumbo. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro). como impurezas. na fabricação de sais de chumbo. insolúvel em água. fabricação de papel cuchê e cartão.7) Sulfato de zinco (ZnSO4. carbonato de zinco ou blenda ustulada.K2SO4. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. ferro ou índio) e. um sulfato de um metal trivalente (alumínio. Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo. para coagular o sangue nos matadouros. Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. produz um pó branco. que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio. branco. 11) Sulfato de estrôncio. É um sólido branco. 24 H2O). Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio). Quando puro. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. apresenta-se em cristais muito eflorescentes. Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. de outras tintas (preparação do azul da Prússia). solúveis em água. apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. 9) Sulfatos de ferro. em tingimento e como desinfetante. Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas. O sulfato de bário natural (chamado baritina e. O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. insolúveis em água. Empregam-se em tingimento. 13) Sulfatos de chumbo. Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico.07. em ácido sulfúrico diluído. também compreendidos na posição 32. 2) Alúmenes de cromo. Emprega-se. Este sal obtém-se por dissolução. como cor para cerâmica. um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal).ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo. misturas para a indústria de borracha. por exemplo. Emprega-se em pirotecnia. oxidando-se ao ar tornam-se castanhos. neste caso.(NH4)SO4. precipitados pelo ácido sulfúrico. por um lado. Emprega-se na preparação de pigmentos. para curtir peles pelo ferro e como fungicida. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos. Atualizado em 04/01/2011 . mástiques. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4). Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco. é opaco aos raios X e emprega-se.06. em cristais verde-claros que. anidro e cristalino (alume calcinado).

CARBONATOS. Em cristais incolores. O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3. de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos. Emprega-se em fotografia. que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais..Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836. Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica. 2836.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos. C. em cristais roxos..Carbonatos de lítio 2836. isocianatos e tiocianatos.50 .Silicatos duplos ou complexos. no branqueamento e tingimento de tecidos. 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8). sais metálicos do ácido ciânico. que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade. etc. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico.91 . carsenita) classificam-se na posição 25.Carbonato de cálcio 2836. 2842. muito solúveis em água. solúveis em água. Obtém-se reduzindo.9 . sais do ácido tiociânico (HS-C_N). cianatos. sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3. 24 H2O). despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre. Em cristais incolores. não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-). 24 H2O). etc. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita. isômeros do ácido ciânico. emprega-se como desinfetante. Emprega-se como mordente em tinturaria.10 .99 . na indústria de sabões.. por meio do gás sulfuroso. em síntese orgânica.Carbonatos de potássio 2836. e o alúmen de ferro (III) potássico.42 . também em cristais roxos.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO). em fotografia.Outros: 2836. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico.60 . como anti-séptico. que se desidratam e embranquecem ao ar. a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8).(NH4)2SO4. São oxidantes enérgicos. em fotografia. 28.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo.. descorante. 3) Alúmenes de ferro.11. tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato). na preparação de amidos solúveis. cujo anidrido classifica-se na posição 28. sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado. PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS).Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. Atualizado em 04/01/2011 .11. incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I. CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO. carbonatos básicos). EXCETO AS AZIDAS. b) Alúmen de cromo amoniacal.Carbonato de estrôncio 2836. São bastante estáveis a seco. solúveis em água e eflorescentes ao ar. Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos.a) Alúmen de cromo propriamente dito. etc.36 . em curtimenta (curtimenta ao cromo).92 . que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio.SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos. 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). Apresenta-se em cristais incolores.Carbonato dissódico 2836.20 . anidrita. Esta posição também compreende os tiocianatos. incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842.90 .Carbonato de bário 2836.20.40 . utilizando-se ambos em tingimento. 28. emprega-se em branqueamento. mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor.K2SO4. muito solúveis em água. II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos).30 ..

06 (ver a Nota Explicativa desta posição). insolúvel em água. 10) Arseniatos de chumbo. na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho.3H2O). em medicina. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo. Este sal. na conservação de peles destinadas à curtimenta. insolúvel em água. que contém freqüentemente. e os arseniatos. pó negro. pastas ou emulsões brancos. na indústria da borracha. como impurezas. que se emprega. d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. a saber. Apresenta-se em cristais incolores. em galvanoplastia. e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. são pós. São sais de metais dos ácidos de arsênio. insolúvel em água. preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. etc. em medicina. etc. como inseticida e como corante. Os ortoarseniatos mono. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. etc. etc. Atualizado em 04/01/2011 . Os cianatos de amônio. Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. Emprega-se em galvanoplastia. herbicidas. misturas refrigerantes. que se transforma facilmente em tiocianato cuproso. 11) Outros arseniatos.) (posição 25. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado. Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). guanidina. como inseticida na agricultura. como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). insolúvel em água.e piroarseniato). que se utiliza em cerâmica). venenoso. etc. emprega-se em fotografia. em medicina. tingimento e estampagem (principalmente. tingimento e estampagem (mordente). plásticos. c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). muito pouco solúveis em água. muito instáveis. na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos.30). é um pó verde. Também existem cianatos alcalino-terrosos. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN).53).e tetracálcicos. arseniatos bi. na estampagem de têxteis. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. na preparação de essência artificial de mostarda. com o nome de verde de Scheele. São venenos poderosos. Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada. insolúvel em água. tioureia. na preparação de misturas refrigerantes. 3) Tiocianatos. Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. Utiliza-se na indústria têxtil. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3). Estes arseniatos. é um pó verde. Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica. na conservação de peles. insolúvel em água. também se empregam na estampagem de têxteis. de inseticidas e de outros arseniatos. Os tiocianatos (sulfocianatos. Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. deliqüescentes e solúveis em água. muito solúveis em água. adesivos. pela faísca). meta. como reagente de laboratório. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. Inseticida. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). 7) Arseniatos de potássio. 6) Arseniatos de sódio (orto-. Apresenta-se em cristais incolores. É um pó branco. cianetos ou hexacianoferratos (II). O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2). de anti-sépticos. São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. Emprega-se em viticultura (inseticida). Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. por exemplo. os arsenitos. por exemplo. tioureia. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2). 9) Arseniatos de cobre. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio.52. Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose. na preparação de tiocianatos. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). solúveis em água. sais do ácido arsenioso. 8) Arseniatos de cálcio. parasiticidas. O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água. para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). etc. Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa.11. que se empregam. essência artificial de mostarda. etc. acinzentada ou amarelada. brancas ou acinzentadas. na preparação de inseticidas. que se emprega. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. c) Tiocianato de potássio (KSCN). muito pouco solúvel em água. fotografia.e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. 2) Cianatos. b) Os arsenietos (posição 28. deliqüescentes. e) Tiocianatos de cobre. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. Pó branco. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. que se emprega em viticultura (inseticida). 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). também se usa na mercerização do algodão. É um pó branco. B) Os arsenitos e os arseniatos. em fotografia.1) Fulminatos.

2) Iodeto duplo de potássio e cádmio. de féculas e de tintas. em cristais vermelhos. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. Em pó cristalino azul.15. 6 H2O). higroscópico.. em cristais verdes. Emprega-se como parasiticida. etc. solúvel em água.30. deliqüescente. Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. 6 H2O). Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura. Em cristais higroscópicos ou em massas. que se utiliza na metalurgia do zinco. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais). com exclusão dos que se incluem em outras posições. Atualizado em 04/01/2011 .07 e 26. em pilhas secas e em galvanoplastia. selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. solúvel em água.C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. teluratos. selenitos e seleniatos. Utiliza-se em medicina. na têxtil.(NH4)2SO4. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. Os principais são os clorobrometos. 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. É um pó branco. usa-se em tingimento e como carga para sedas. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia.(NH4)2SO4. 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. O clorocromato de potássio (sal de Peligot). 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina. Em cristais azuis ou esverdeado. que amarelece em contacto com o ar. os cloroiodatos. A zorgita. branco. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. Pó cristalino branco. II. Utiliza-se como corante e em pirotecnia. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. utiliza-se em metalização e em farmácia. Por vezes designado por pink-salt. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal. preparação de arseniato de cobre. Cristais brancos. c) De níquel (NiSO4. Emprega-se em medicina. Utiliza-se nas indústrias do papel. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água. solúveis em água. cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. os clorovanadatos. em estampagem e tratamento de têxteis. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais). é um oxidante utilizado em síntese orgânica. Pó cristalino. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia. decomponíveis pela água. Em cristais verde-claros. Usa-se em curtimenta. os clorofosfatos. Emprega-se em metalúrgia e medicina. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto. os cloroiodetos. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. teluritos. Em cristais vermelhos. o segundo também se emprega em medicina. d) De cobre. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. c) De níquel.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos. eflorescente ao ar. 6 H2O). Usa-se principalmente em niquelagem. classifica-se na posição 25. solúveis em água. Em cristais vermelhos. 4) Clorossais. Sólido branco. deliqüescentes. b) De cobalto (CoSO4. decomponíveis pela água. Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). os clorocromatos. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. Pó amarelo ou hidratado. sal de Mohr) (FeSO4. solúveis em água. Em cristais verdes.(NH4)2SO4. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal).

wH2O. serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia. é um reagente de laboratorio. etc. potássio. tioantimonatos. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais. é conhecido por amarelo de cobalto. Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. tioarsenitos e arseniossulfetos. Nitratos de níquel amoniacais. onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água. muito solúvel em água. tioarseniatos.ySiO2. excluídos (posição 38. tiomolibdatos. G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra.H2O). etc. peneiras moleculares. Usam-se como aceleradores. em cristais azuis ou verdes. telurocianatos. tioteluratos. silicofosfatos. por exemplo) são. sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino. tiocarbonatos. nitrito duplo de potássio e de cobalto. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais). K) Cianatos duplos ou complexos. Utilizam-se em pesquisas microscópicas. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos. eflorescentes. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. em cristais amarelos ou em solução aquosa. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). etc.3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos. solúveis em água. Em pó cristalino ou em cristais escuros. muito solúvel em água. é um pigmento que. Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. solúveis em água. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. IJ) Borotungstatos. 4 H2O) (sal de fósforo). estanhofosfatos. tungstofosfatos. todavia. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26. etc. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. respectivamente. selenocianatos. Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos. germanossulfetos. O borotungstato de cádmio. trocadores de íons. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. Em cristais amarelos. 3) Sais complexos: por exemplo. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. magnésio ou cálcio). solúveis em água.e de hexaminoníquel. b) Os tiomolibdatos alcalinos. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. reineckatos. tioestanatos.Al2O3. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO. L) Silicatos duplos ou complexos.24). Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio.). Atualizado em 04/01/2011 . catalisadores.). Em cristais incolores. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4]. molibdofosfatos. nos banhos de fosfotagem de metais.05 e 26. Utilizados como carga para a seda.). Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. só ou em mistura. Pó branco.17. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos.

4) Os hexanos com seis átomos de carbono. na posição 27. 6) Os octanos com oito átomos de carbono.Buta-1.10 . Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28. 8) Os decanos com dez átomos de carbono. f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição.22 .11). Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados.52).3-dieno e isopreno 2901..Buteno (butileno) e seus isômeros 2901. 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono. São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo.Não saturados: 2901. 7) Os nonanos com nove átomos de carbono. no entanto.2 .01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono. 2901. A.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura..HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2). líquidos ou sólidos.Saturados 2901. Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio. c) Os cianetos complexos da posição 28.50).29 . Eles podem ser gasosos.. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28. mesmo puro (Capítulo 31). citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono.21 . os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos.33.Etileno 2901. Tanto o metano. Para ser incluído nesta posição. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono.37. e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono. 29. Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono. b) Os alúmenes da posição 28. O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.11.01 . mesmo puros.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais.26. SULFONADOS.Propeno (propileno) 2901. os homólogos superiores são geralmente sólidos. à temperatura e pressão comuns. Atualizado em 04/01/2011 .HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS. em volume. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono.. É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono.. incluem-se.24 . B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados. NITRADOS OU NITROSADOS 29.23 .. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 5) Os heptanos com sete átomos de carbono.

Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos). excluem-se desta posição o butano bruto. Inversamente. do ponto de vista industrial e comercial. a) Os primeiros membros da série são gasosos.2 butadieno metil aleno) (C4H6). Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição. líquido extremamente inflamável e incolor. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série. etilbenzeno. o gás do petróleo bruto.11. da posição 27. 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos. c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos. este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). propila..). por síntese. o ácido cloroacético. os mais importantes. Para se incluírem nesta posição. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. 6. apresentam-se liquefeitos. etila. o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%. b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. Atualizado em 04/01/2011 . etc. e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. Estes produtos. em volume. o isopreno.. etc. sob pressão. a acetona. álcool etílico sintético. também se obtêm por síntese.3-dieno (isopreno) (C5H8). A partir do acetileno obtêm-se. geralmente.11). em recipientes sob pressão.Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos). 3º) Os heptenos. o álcool etílico. em solução na acetona. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. Excluem-se. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. Para ser incluído na presente posição. em volume. com leve cheiro a éter. B. portanto. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo.3-dieno (1. c) O buta-1. O acetileno apresenta-se. polietileno. devem apresentar-se isolados e de constituição química definida. 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. em lugar de conter duplas ligações.11. tais como óxido de etileno. 4. gás incolor extremamente inflamável. Para ser incluído na presente posição. Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). ver o nº 1 acima).11). estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. 3º) Os butenos (butilenos) (C4H8). d) O 2-metilbuta-1. Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas. emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos. que possui a mesma fórmula bruta. entre os quais se podem citar: o ácido acético. glicóis. gás incolor. são o etano e o butano. e forte ação anestésica. Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). Constituem uma série homóloga. átomos de hidrogênio.). produtos infinitamente variados.2-dieno (1. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante. Para serem incluídos nesta posição. obtidos do petróleo e do gás natural. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. etc. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). O produto mais importante é o acetileno (C2H2). São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4). b) O buta-1. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. 2º) Os hexenos. etc.3-butadieno) (C4H6). o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27. O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. 4º) Os octenos. que tem por fórmula geral (CnH2n). O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos. estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente. gás incolor e de cheiro característico.

líquido incolor. b) Os compostos de ciclo em ponte.m-Xileno 2902. b) O ciclopenteno (C5H8): líquido. Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos.02.Ciclânicos. que se encontram em determinados petróleos e.50 . quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados.42 .HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS. c) O cicloexeno (C6H10): líquido.p-Xileno 2902.7... 4-endo-5.Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas.1.o-Xileno 2902.05.Etilbenzeno 2902. 4.04.30 . C) Hidrocarbonetos aromáticos.8] decano... ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902. para encáusticos. Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32. Os mais importantes são: o vinilacetileno.02 .Outros 2902.02. Atualizado em 04/01/2011 . etc.19 .Estireno 2902. pelo menos. A.Benzeno 2902. que se emprega como solvente de tintas e lacas.4a.44 .41 . 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos.43 . e) O azuleno (C10H8): sólido..Cicloexano 2902.11 ..1. d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido.9.70 . etc.4 .90 . 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos. tais como o 1..Cumeno 2902.2. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18). Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso. 6.8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5.Tolueno 2902. especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso.6. e o metilvinilacetileno. d) O ciclohexano (C6H12): líquido.5. 2902.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD.60 . 03. em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos. um anel na sua estrutura.Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem.8. o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5. c) O ciclopentano (C5H10): líquido.03. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2.20 . Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos. 29.4.Xilenos: 2902.9.8a-octaidro-exo-1.2.6.05.6. B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos.1 . 3) Hidrocarbonetos ciclênicos.).Mistura de isômeros do xileno 2902. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos). formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila.

de cheiro agradável.. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese. óleos essenciais. C. o m-xileno e o p-xileno. Para ser incluído na presente posição. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio. Cristaliza-se em agulhas incolores. o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). móvel. Emprega-se. 95% em peso. empregase em sínteses orgânicas. Líquido incolor. gorduras. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. incolores e fluorescentes. 2) O etilbenzeno (C6H5.C6H5). etc. de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto). líquido incolor. II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. abertas ou fechadas. todavia. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). Há três isômeros: o o-xileno. Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. É um líquido incolor. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila. normalmente.CH(CH3)2). Esta posição. Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. É muito comum em vários óleos essenciais. etc. volátil. utilizado como solvente. etc. canela. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos. 3) O cumeno (C6H5. existente no óleo leve de alcatrão de hulha. Utiliza-se.. principalmente. O naftaleno em bruto. Para se incluir nesta posição. No alcatrão da hulha. pinheiro. b) O difenilmetano (C6H5.05.CH(CH3)2). sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27. etc. especialmente.07). etc. no petróleo. refringente.CH=CH2). Também se obtém sinteticamente. da acetona e do -metilestireno e como solvente. em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. no estado natural. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico). líquido incolor. no alcatrão de linhita. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. Um líquido incolor e oleoso.07). móvel. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno. obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno. como líquidos odoríferos e voláteis.C2H5).05). nos reatores nucleares. em peso. inflamável e de cheiro aromático. móvel. brancas. Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos. que se encontra na essência dos cítricos. etc. os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5. a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38. é um líquido incolor. c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). nos organismos vegetais. b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3).B. Apresenta-se em cristais de lamelas finas. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno.4°C. utiliza-se como moderador. 4) O p-cimeno (CH3. o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79.C6H4. do petit-grain. condensados ou não. Entre estes.CH2. inflamável. carregado de impurezas.01. a) O naftaleno (C10H8). 3) O limoneno. Sua formula geral é (C5H8)n. encontra-se no gás de hulha. linhita. Atualizado em 04/01/2011 . É um líquido incolor existente nos petróleos. brancas. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada.07). de cheiro terpênico. a essência de terebintina. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. a) O benzeno (C6H6). dos hidrocarbonetos ciclênicos.. não podendo "n" ser inferior a dois. Cristaliza-se em lamelas finas. em peso. Para se incluir na presente posição. Dissolve com facilidade resinas. É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila. que se encontra nas essências de terebintina.HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos. borracha. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico.05). Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2). Para ser incluído na presente posição. É um líquido transparente. de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. estruturado em seis grupos (CH). a partir do benzeno e do etileno. na fabricação do fenol. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos. não condensados. refrigente. b) O fenantreno (C14H10). pelo menos. encontrando-se. o xileno deve conter. de cheiro característico. existente no alcatrão de hulha. 2) O canfeno.07).HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem. de cheiro agradável. o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. no gás de hulha. Obtém-se. é um líquido incolor. inflamável.C6H5). quanto à estrutura química geral. Puro. d) As terfenilas.). apresenta-se em lâminas de cor castanha.

2917... 3) Ácido azelaico. NITRADOS OU NITROSADOS. neste grupo. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917..Tereftalato de dimetila 2917.. e produz uma fluorescência azulviolácea. halogenetos. por exemplo. ésteres e sais. por exemplo. de potássio.. tais como as poliamidas. seus sais e seus ésteres 2917. o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%.3 .20 . como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas. inodoros. Atualizado em 04/01/2011 .. sulfonados. HALOGENETOS. seus anidridos. Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada.Outros 2917. na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas.Ácido azeláico. ciclênicos ou cicloterpênicos.Para se incluir na presente posição.32 .Anidrido ftálico 2917.Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos. poliuretanos) ou na fabricação de plásticos..35 . poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas.07. peróxidos. os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno. Pó cristalino de cor branca a amarelada.07).37 . perácidos. seus anidridos. em peso. 5) O pireno.. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. peróxidos.Ácido oxálico. 2) Os metilantracenos. por exemplo.Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917. 4) Ácido sebácico. seus sais e seus ésteres 2917. bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados. seus anidridos.. 3) O fluoreno.17). perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.Ácidos policarboxílicos acíclicos.Ácidos policarboxílicos aromáticos. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles. peróxidos.33 . Utiliza-se.Ácido tereftálico e seus sais 2917.1 .ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS. O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27. como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica.34 .. Seus principais sais são os oxalatos de amônio..Anidrido maléico 2917. poliamidas.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES.19 . na fabricação de alguns plásticos. A.Ortoftalatos de dioctila 2917.12 . perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917. SEUS ANIDRIDOS.COOH). O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. SULFONADOS. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*). Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha. constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38. 29. 4) O fluoranteno. Apresenta-se em pequenas folhas brancas..36 . Citam-se ainda.39 . de sódio. halogenetos. ácido sebácico. seus sais e seus ésteres 2917. o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917. halogenetos.Ácido adípico.17 . Apresenta-se em finos cristais incolores.Ácidos policarboxílicos ciclânicos.14 . transparentes.13 . Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos. nitrados ou nitrosados destes produtos. Utiliza-se. poliésteres maléicos e outros poliésteres.COOH). Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se. Para ser incluído na presente posição. halogenetos. de cálcio. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. 2) Ácido adípico (COOH.11 . c) O antraceno (C14H10)..(CH2)4. peróxidos. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila.

seus éteres e seus ésteres.) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico.CO.Aminoácidos. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas. Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas. p-) (C6H4(COOH)2).).13 . de medicamentos barbitúricos. poliésteres). de dibutila (di-n-butila. transparentes.43 . etc. sais destes produtos: 2922.Outros 2922. 2922.4 . os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico. 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-. na preparação de certos plásticos (por exemplo.Ácido glutâmico e seus sais 2922.50 . metadona (DCI) e normetadona (DCI).CH2. em massas cristalinas ou em escamas brancas. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes. de plastificantes. de dietila.. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas. etc.41 . 6) Ácido maléico (COOH. exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada.19 . seus éteres e seus ésteres. por exemplo.42 . sais destes produtos 2922. 29. Emprega-se.COOH).O)..Dietanolamina e seus sais 2922..COOH) Apresenta-se em cristais incolores. de cheiro característico. etc. sais destes produtos: 2922..Trietanolamina e seus sais 2922. citam-se os ortoftalatos de dimetila. aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 ..Aminoaldeídos. Ácido ortobenzenodicarboxílico. etc. bis(2-etilexil). Emprega-se em síntese orgânica. sais destes produtos: 2922. 7) Ácido malônico (COOH. 8) Ácido succínico (COOH. ácido isoftálico e ácido tereftálico. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico). Entre os seus ésteres.44 . muito leves e volumosas. respectivamente. B. aminocetonas e aminoquinonas.. diisooctila.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES.12 .).COOH).11 . Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados.. e seus ésteres. de dinonila (di-n-nonila.Outros 2922.2 ... SAIS E OUTROS DERIVADOS C.29 .. sais destes produtos: 2922. emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas.1 . de dioctila.5) Anidrido maléico. diisobutila..Tilidina (DCI) e seus sais 2922. de didecila (din-decila.).39 .31 . inodoros.Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922.Lisina e seus ésteres. 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos. Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas). sais destes produtos 2922.Outros 2922.22 . exceto de funções oxigenadas diferentes. CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES. Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados.Ácido antranílico e seus sais 2922. por exemplo.Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores. etc. m-(iso-). Massa cristalina incolor.3 .Aminoalcooisfenóis.CO.21 . SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4....COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+).ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS.Monoetanolamina e seus sais 2922. diisononila.CH=CH.).Outros 2922. Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila.14 .. etc.49 .Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). (di-n-octila.Anfepramona (DCI).Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922.(CH2)2..

éter. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação. acetal. 2) Tetrametil. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas.AMINOALDEÍDOS.e diaminoantraquinonas.). além do grupo amínico. d) As cresidinas. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. além da função amina. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm. ou uma combinação dessas funções. SEUS ÉTERES E ÉSTERES. cetona. fenol. seus éteres ou seus ésteres.05 a 29. aqui incluídos. 3) o-.e tetraetildiaminobenzofenonas. seus éteres ou ésteres. citam-se: a) As anisidinas. etc. freqüentemente viscoso. 6) Arnolol. 3) Amino. etc. os compostos aminados. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. 1) Aminobenzaldeídos.14). 10) Nitrato de aminoetila. Líquido viscoso. estão igualmente incluídos aqui. 4) Antrimidas. em curtimenta para amaciar os couros. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama). bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. É um pó cristalino. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois. Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio. das emulsões. m. quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29. e seus ésteres e seus sais. É uma base que se emprega na indústria dos sabões. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida. 2) o-. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2). e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol). AMINOCETONAS. c) As fenetidinas. A. portanto. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. b) As dianisidinas (bianisidinas). 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos. que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2).20.. que se emprega como anestésico local. emprega-se como absorvente dos gases ácidos. SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES. 4) Diaminofenóis. ou em síntese orgânica. quer o grupo aldeídico (-CHO). Este composto. C. quer o grupo cetônico ( C=O). possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação. 7) Sarpogrelato.AMINOÁLCOOIS. na indústria de sabões.. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3).. 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol.e p-Aminofenóis.AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. A presente posição abrange.Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que. 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)). b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. AMINOQUINONAS. Atualizado em 04/01/2011 . m. ou uma combinação dessas funções. É um líquido incolor. Entre os éteres dos aminofenóis.e p-Aminocresóis. aldeído. 5) Meclofenoxato. um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono. para apresto ou acabamento de tecidos. 8) Ariletanolaminas. B. branco. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem.6-dissulfônico (ácido H).

fenol ou ácido. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. seus ésteres ou seus anidridos. Pó cristalino. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina. 10) O ácido aspártico. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO.2-difenoxietilamina). 7) A fenilalanina. LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS. neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). ou uma combinação dessas funções.NH. composto aminado de função acetal.D.N-dimetil-2.AMINOALCOOLFENÓIS. Assim. glicocola) (NH2. É um derivado metílico da glicina. para preparação de produtos de perfumaria. em cristais. AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico). Subposições 2922.Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . etc. Apresenta-se em grandes cristais. 14) A fenilglicina. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila. seus sais e seus derivados de substituição. citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). 2) O ácido glutâmico. Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. este composto classifica-se na subposição 2922. em virtude do seu poder vitamínico. em relação a cada função amina. E. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. fenol ou ácido. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação.19. 4) A sarcosina (CH3. são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. etc. halogenetos. SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter. ou em medicina. é um anestésico local. Os anidridos. as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool. O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar. 15) O lisadimato.11 a 2922. incolores e inodoros.. Como éter de um aminoálcool. Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. entre outros. 2923. 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico). Nota Explicativa de Subposições.. 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico). Emprega-se em síntese orgânica. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração. em cristais.23 . de anestésicos. peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. peróxidos e perácidos.). Entre os aminoácidos.CH2. em cristais. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). nos termos de atos internacionais. Cristais incolores. incolores. 5) A propoxicaína. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos. 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). e a isoleucina. halogenetos. 3) A glicina (ácido aminoacético. 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico). utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas. 4) A medifoxamina (N. 29.50 Para fins de classificação nas subposições.COOH).CH2. no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. que se incluem nesta posição. É um produto da cisão das proteínas. 12) O ácido m-aminobenzóico. 13) O ácido p-aminobenzóico. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster. regulares. para fins de classificação. O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). seus ésteres. Empregado na indústria dos corantes. em agulhas duras. 2) A serina (ácido -amino. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos.10 . Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético. Cristaliza-se em prismas. É extraído do glúten.-hidroxipropiônico). esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS.AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES.COOH). opalescentes. em cristais pequenos. dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. As substâncias desta posição que.

solúveis em álcool etílico. com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica.Meprobamato (DCI) 2924. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso). obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada). sendo utilizada. sais destes produtos: 2924. A saturação.COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina.Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico. para a produção de corantes azóicos.) e teremos.Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados. então. No entanto.). na gema de ovo e em todos os germes frescos. sob a forma de grânulos amarelados. exclui-se da presente posição a uréia (NH2.. ou diferentes entre si. utilizado em terapêutica. na fabricação de tintas. seus sais e seus derivados. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante. por radicais ácidos. 2924. na indústria petrolífera.Fluoroacetamida (ISO). quando o óleo de soja se extraiu com acetona. por radicais alicíclicos ou arílicos. tolila. É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina. etc. R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila. 5) Formiato de tetrametilamônio (H. principalmente. mesmo pura. é essencialmente a lecitina de soja. e o cloridrato de betaína. inclui-se.1 . como adubo ou fertilizante. nas posições 31. sal de amônio quaternário.. na alimentação humana ou animal.Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. Em geral.05. A lecitina comercial.. também se incluem nesta posição. 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH). que resultam da combinação dos ácidos oléico.Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. por exemplo. com a fórmula geral NR4+OH-. iodeto. 6) Betaína (trimetilglicina). Atualizado em 04/01/2011 . os sais de amônio quaternários. etc.Ureínas e seus derivados. sais destes produtos: 2924.Outros 2924.. Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável.21 .N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e. o hidróxido de amônio NH4OH. etc. A ovolecitina é utilizada em medicina. porém. COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO. por exemplo.NH2) amida primária ((-CO)2. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924.29 .23 . A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa.COON(CH3)4).NH) amida secundária ((-CO)3. As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais.02 ou 31. tal como a colina. no cérebro. que também se inclui na presente posição.CO.2923.. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia. etc. Essas amidas e seus sais..90 . estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas. agente de dispersão.29). Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário. em produtos cosméticos e na alimentação animal. nesse caso.12 . mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29. cerosas. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI).Etinamato (DCI) 2924. São ésteres (fosfátidos). então. pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto. 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios. ou. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*).19 .24 . óleo de soja.Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados. A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis. Estes radicais podem ser os mesmos.11 . As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO.2 .. em concentração tipo. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia.. diamida do ácido carbônico que.20 .NH2). etila. R2. correspondente ao seu equivalente inorgânico.24 . 29. sais destes produtos 2924. ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923. de cor acastanhada ou clara. brometo. utilizado em farmácia.

4) Carbamato de etila (uretano). os alcoxissilanos (por exemplo. inodoro. Este ácido cristaliza-se em lamelas. d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. Entre seus sais citam-se. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores. É a monoamida do ácido aspártico. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. acetoxi. dimetildiclorossilano). são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas. 2) Acetanilida. e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono. por exemplo. principalmente. 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas.AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida. ácido diatrizóico e seus sais. Apresenta-se em cristais. nos termos de atos internacionais. 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas. É um eficaz antidetonante para carburantes. polimerizados para se obter os silicones. etc). classificado na posição 28.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. utilizados em medicina. pelo contrário. 29. Utilizado em medicina. que. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). ou triclorossilano (SiHCl3). As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura. incolor quando puro. de plaquetas ou de rombóides. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4). Estes silicones incluem-se na posição 39. Líquido volátil. Estes produtos são. 3) Ferrocarbonila. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. 2) Asparagina. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29).. extraída de algumas leguminosas. Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. pó cristalino. bromoisovaleriluréia. em cristais incolores. as ureídas heterocíclicas. difenilsilanediol.). pelo menos.31 . Forma sais cristalinos. As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina). b) Ácido cacodílico e seus sais. o octametilciclotetrassiloxano. os silanos orgânicos e os siloxanos. 4) Compostos organoarseniais. por exemplo (posição 29. Atualizado em 04/01/2011 . utilizados como opacificantes em radiografia. a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína.20. branco. A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. As substâncias desta posição. Excluem-se. geralmente na posição 38.C6H4. 3) Fenilacetamida. um átomo de carbono de um radical orgânico.24. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. oxiranil. o produto técnico é amarelo. niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. etc. classificado na posição 28. os alquila ou arila silanos (por exemplo. o 3-hidroxi-2-naftanilida. nitrilo. tais como o metilarsonato de sódio. Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29.33). cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. o octametiltrissiloxano. B.12. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila.53). c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a.AsO(OH)2) e seus sais.A.AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. metil. 5) Glutamina.26). inodoros..AsO(OH)2) e seus sais. Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. o cacodilato de sódio. Estes compostos compreendem. 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. usado em medicina. acetil-p-fenetidina (fenacetina). acetoacetanilida. oximo. pó branco e cristalino. por exemplo. 2º) A dietildifeniluréia (centralita). metiltrimetoxissilano). a) Ácido metilarsônico (CH3. brilhantes.e etilacetanilida. amidas do ácido hidroxinaftóico. 2) Compostos organo-silícicos. Tóxico. que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono).10. por vezes. em especial.

no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28..Outros 2933. fulerenos metálicos. bezitramida (DCI).55 . fenobarbital (DCI). metilfenobarbital (DCI).52).X)..Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico).30). 6) Alquilos de metais. A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo).Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 . cetobemidona (DCI).11 . propiram (DCI) e trimeperidina (DCI).Outros 2933..COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+).Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933.. não condensado: 2933.. petidina (DCI). além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono.Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933. em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-). 7) Compostos organofosforados.Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não).As=As.59 .54 . difenoxilato (DCI). metilfenidato (DCI). não condensado: 2933.Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não).. fonofos (ISO)) (posição 29. A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg.Loprazolam (DCI).Levorfanol (DCI) e seus sais 2933.32 . não condensado: 2933.Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não).. metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI).. anileridina (DCI).21 .. sais destes produtos 2933.6 .69 . sais destes produtos 2933..19 .Hidantoína e seus derivados 2933. pentazocina (DCI). 2933.2 . sais destes produtos 2933. butobarbital. átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo. bromazepam (DCI). sem outras condensações: 2933. nos quais. barbital (DCI). fenoperidina (DCI).Piperidina e seus sais 2933. butalbital (DCI)..C6H5) e seus derivados. 2933 ..61 .Alobarbital (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).31 . fenciclidina (DCI) (PCP).41 . amobarbital (DCI).Outros 2933. ciclobarbital (DCI). pentobarbital (DCI). Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam. difenoxina (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933. intermediário A da petidina (DCI).7 . sais destes produtos 2933. São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados).3 .52 . secbutabarbital (DCI).33 ..Outros 2933. fentanil (DCI).1 .Melamina 2933. piritramida (DCI).29 ..4 . mecloqualona (DCI).Outros 2933.53 .Outros 2933.. São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono.. 5) Ácido o-iodosilbenzóico.Piridina e seus sais 2933.e) Arsenobenzeno (C6H5. metalocenos.49 . secobarbital (DCI) e venilbital (DCI).Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933.39 .5 .. dipipanona (DCI).Alfentanil (DCI). pipradrol (DCI).

loflazepato de etila (DCI). c) A dietilamida do ácido piridino. clonazepam (DCI). Pertencem.-carboxílico) e seus derivados. Atualizado em 04/01/2011 . a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina. Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27.07). oxazepam (DCI). fludiazepam (DCI). Apresenta-se como líquido oleoso. Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. mazindol (DCI). como desnaturante do álcool. citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. lormetazepam (DCI). entre outros. 2) Entre os derivados mais importantes da piridina. Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino..Outras lactamas 2933. A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar. A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27.Alprazolam (DCI). Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico). etc. 3) Entre os derivados mais importantes da piperidina. inodoros. halazepam (DCI). a este grupo: 1) A piridina. Líquido incolor ou levemente amarelado. camazepam (DCI). medazepam (DCI).79 . clorazepato. dimetilamino-analgesina) e seus sais.Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933. quase incolor. tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI).71 . Cristais lamilares. nitroidantoína. Este grupo compreende. lorazepam (DCI). entre outros: 1) A fenazona (antipirina. nitrazepam (DCI). nimetazepam (DCI). Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina). não condensado.2933.-carboxílico ou ácido nicotínico está. incolores.36. sais destes produtos 2933. desagradável. Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica. Emprega-se em síntese orgânica. Pó cristalino ou lamelas incolores. O ácido piridino. podem citar-se: A. a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição. fenildimetilpirazolona).. prazepam (DCI). incluído na posição 29. Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não).Outros: 2933. Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração.. em medicina.Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição. estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina. Pertencem. por exemplo. entre outros..91 .07).9 . higroscópicos. d) O hexanicotinato de mesoinositol. Cristais brancos. delorazepam (DCI). b) Os ácidos piridinocarboxílicos. Encontra-se no alcatrão da hulha. no óleo de Dippel e em numerosos compostos. pinazepam (DCI). clorodiazepóxido (DCI). na indústria da borracha. obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia.-carboxílico.3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. estazolam (DCI). não condensado. não condensado. em tingimento ou estampagem de tecidos.6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933. de cheiro fortemente empireumático. pirovalerona (DCI). diazepam (DCI). nordazepam (DCI). flunitrazepam (DCI). C. B. contudo.72 .. Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). a metilidantoína e a fenilidantoína. flurazepam (DCI). Para se incluírem na presente posição. a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. temazepam (DCI). 2) A lisidina. 3) A 1-fenil-3-pirazolidona. Para ser incluída na presente posição. 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. midazolam (DCI).99 .

b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. Quinoleína. em medicina. 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). também se incluem aqui. Lactamas. Entre os seus derivados. 5) As 3-. 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico. De acordo com a presença de uma ou mais funções amida. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina). Massa cristalina branca. São líquidos incolores. Pertencem. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia). trilactamas. como agente anti-fermentação. entre outros. 2) A isobutilquinoleína. 5-. 6-. 7) A octaverina (DCI) (6. mas também podem preparar-se sinteticamente. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado.04 e a metenamina apresentada em tabletes. 4-. etc. com cheiro desagradável. G. Pertencem. não condensado. Sistemas de dois anéis. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina). utilizada como solvente do ácido úrico. D. Apresenta-se em cristais brancos.4. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. 4) A tetraidrometilquinoleína. fala-se de mono-.5-dimetilpiperazina. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. na preparação de matérias corantes). o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). 3) A isopropilquinoleína. etc.piperidil]-propan-1-ona). Derivados barbitúricos. por exemplo. como acelerador para vulcanização da borracha. como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário). Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina. classifica-se na posição 36. É um remédio contra a gota e o reumatismo. o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia). Formam sais de sódio solúveis em água. sensível ao choque. entre outros. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. As lactimas (enólicas). Pertencem. E. 4) A 2.5-trietoxifenil) isoquinoleína). Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. etc. seus sais e seus derivados. amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. tioureída cíclica. entre outros. branco-amarelado. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. São cristais regulares brancos. Pó higroscópico solúvel em água. de cheiro característico. higroscópica. As pastilhas e tabletes de metenamina. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana.06. 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). brilhantes. doseados para usos medicinais. d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4. o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida. Utiliza-se em medicina (contra a gota). Utiliza-se em medicina como anestésico. isoquinoleína e seus derivados. a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 . 8) A N-metilmorfinana. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). com cheiro especial. 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). F. muito solúveis em água. utilizada na fabricação de plásticos. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina. desagradável e penetrante. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. Líquido oleoso incolor ou produto pastoso.7-dimetoxi-1-(3. É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina). Os compostos desta categoria compreendem. classificam-se na posição 30. Emprega-se em medicina. 3) A piperazina (dietilenodiamina). forma tautomérica das lactamas (cetônicas). semelhantes às lactonas. 7-. A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. para fabricar resinas sintéticas. bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. muito refringentes.

a idantoína (subposição 2933. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada. Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. porém.5-diamino-7-etoxiacridina. Os derivados desses produtos. nos termos de atos internacionais. em geral. A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico. tem forte cheiro de flores. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29.52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica. Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. 2) Isatina (lactama do ácido isático). Este produto. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente. Pó cristalino branco. por síntese. geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo.3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina). b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. Quando impuro tem forte cheiro fecal. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas. entre outros.6-diaminoacridínio). 5) 1-Vinil-2-pirrolidona. trimetilglicocola). 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos. um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). que se encontra no alcatrão de hulha. classificados em suas subposições próprias. insolúvel em água. Também se obtém sinteticamente. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo). Subposições 2933. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). b) O lactato de 2. quando impuras. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos. Cristaliza-se em palhetas incolores que. Atualizado em 04/01/2011 . têm cheiro fecal.10-triona.6-diona). obtém-se. lactama do ácido o-aminocinâmico. tais derivados. solúveis em água. 2933. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3. Incluem-se. por exemplo) não modificados.39. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. com vapores irritantes. 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. pó amarelo. Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada. comparando-os com os compostos parentes.21 e 2933. Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto). As substâncias desta posição que. Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). 4) 3.21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. de cheiro agradável. 2) A acridina e seus derivados.23).9-Triazaciclododecano-2. 7) 1. 4) O -Metilindol (escatol).5. 3) O indol. por exemplo). 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). H. Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha. quando purificado.6. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo.54 A fenazona (subposição 2933.11. neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados. Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico. Em cristais brancos solúveis em água. Em cristais brancos. Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. Pó cristalino amarelado. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. Utilizado como laxante. Nota Explicativa de Subposições. Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas. 5) O mercaptobenzimidazol. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes).11). É assim que. Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia. Todavia.

79. VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933.Outras. Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 . etc. deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação. óleos vegetais.25 .Provitaminas. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas. 29.. Todavia.ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936.. Quando a função amida está incluída em vários ciclos..79.Vitamina B6 e seus derivados 2936. Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos.23 .).Outras vitaminas e seus derivados 2936. cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência". Atuando em doses infinitesimais.. provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais.Vitamina C e seus derivados 2936. não misturados: 2936.22 . o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente. que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa. Subposição 2933.79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar. Neste Subcapítulo. propan-1-2-diol. MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa.. estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado. no mesmo ciclo. por exemplo).52). Neste caso. pela Inst.27 . naturais ou reproduzidas por síntese. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O). (+) (Atualização nº 8.36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS.Vitamina B1 e seus derivados 2936.Vitaminas e seus derivados. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas.90 . b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D.24 . eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas). NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS).Vitamina B12 e seus derivados 2936. não misturadas 2936.79 (subposição 2933. SRF nº 553. Norm. dilactamas). diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo.26 . seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade. É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria. umas ação fisiológica.10 . e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida.36 . MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona. o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933.. 29. incluem-se as substâncias ativas..Ácido D.28 . de provitaminas ou de concentrados. c) As misturas entre si de vitaminas.Vitamina B2 e seus derivados 2936. etanodiol.Vitaminas A e seus derivados 2936. podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos. BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS... incluindo a sua estrutura de base.Todavia. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933.91 e não na subposição 2933. DOU 01/07/2005) 2936. por exemplo). forma enriquecida dessas vitaminas.Public.Vitamina E e seus derivados 2936. Assim. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis.PROVITAMINAS E VITAMINAS. de junho de 2005 .29 . não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S). Têm.2 .21 . Assim. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D. quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. principalmente.

ossos e da retina. 7) Iodotiamina. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. Vitamina A1 aldeído (retineno-1. por exemplo).. 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2. sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). ácido retinóico). são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3.VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . estável em contacto com o ar. 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato). fígado. retinol (DCI)).36. por síntese. 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol.. 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato). insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno. 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). 5) Acetato de ergosterol não irradiado.. 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5. levedura de cerveja. relativamente estável. Apresenta-se em lamelas insolúveis em água. 7) Acetato de 22. etc. B. cogumelos ou outros fungos. D. dos óleos frescos de fígados de peixes. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. ovos). ceras. Extrai-se. Os produtos mencionados constituem apenas exemplos. denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. levedura de cerveja. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A. geralmente.. Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29. aneurina). retinal). quando puro. Substância sólida amarela que. é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. carne de porco. mesmo plastificadas. Pó cristalino branco. por exemplo). principalmente. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. aneurinonaftaleno-1. Encontra-se na pele dos animais. insolúveis em água.PROVITAMINAS Provitaminas D. A vitamina A1 encontra-se. bem como o mono. por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva. pouco estável.23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. 2) Cloridrato de tiamina. da pele. 3) 22. 3) Acetato. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. pode cristalizar-se. O acetato é um pó amarelo. Pó cristalino branco. laticínios. geralmente. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais. 3-deidrorretinol). por exemplo). ovos. por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono.5-dissulfonato).VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1. obtém-se. nos produtos animais (peixes do mar. 11) Éster nicotínico da vitamina B1. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol. 3-deidrorretinal). palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster.5-sal (aneurina-1. 3) Mononitrato de tiamina. Sendo sensível à ação do ar. 9) Iodidrato de iodotiamina. materias graxas (gordas*). nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. todos são sensíveis à oxidação.por adição de agente antioxidante. A vitamina A2 álcool não é cristalizável. Extrai-se dos peixes de água doce. São lipossolúveis e. Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI). Este corpo. É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor. A. Pó cristalino branco. 8) Cloridrato de iodotiamina. Também se pode obter por síntese. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados. 4) Tiamina-1. mas solúveis em solventes orgânicos. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados. à temperatura ambiente. antineurítica e antiberibérica. pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina.23-deidroergosterila não irradiado. laticínios.5-sal. o palmitato é um líquido amarelo que. que não tem ação vitamínica. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar. especialmente. C.). Vitamina A2 aldeído (retineno-2. Higroscópico.

quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. do fígado do boi. denominada vitamina B3 ou B5. Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). É uma substância de elevado peso molecular. São hidrossolúveis. destina-se a combater a anemia perniciosa. É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz. Sob estas três formas. Pó cristalino.. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina. dos mamíferos ou dos peixes. Esta vitamina também. 2) (D. TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5.e DL-)-pantotenol (a.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C. nos rins e fígado dos mamíferos. NITRITOCOBALAMINA. É hidrossolúvel. encontra-se nos tecidos e células vivas.5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). dos melaços de beterraba. no óleo de germe de trigo. Ortofosfato de piridoxina. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)). no óleo de linhaça. amarelo-alaranjado. 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a. Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina).. Líquido amarelo viscoso. do aparelho digestivo e das vias respiratórias. pericarpo do arroz. G. Constitui a forma mais usual da vitamina B3. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico). 3) (D. no desenvolvimento da pele. Cristais ou lamelas incolores. por síntese.e DL-)-Pantotenato de sódio. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5.ácido pantotênico ((N-a.8-tetraidropteroilglutâmico).7. ainda. E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. geralmente.g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. do soro de leite. nos ovos e no leite. Dicloridrato de piridoxamina. METILCOBALAMINA. solúvel em água. Fosfato de piridoxamina. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos. Líquido viscoso. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio. etc. É hidrossolúvel e termoestável. no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas. no fígado. Líquido viscoso. mas obtém-se. A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. solúveis em água. 1) D. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese. é a vitamina de proteção cutânea. Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos. lactoflavina). aumenta a resistência do organismo às infecções. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui. solúvel em água. por síntese.b-dimetilbutiramida). no farelo de arroz. Cloridrato de piridoxal.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. mas obtém-se geralmente por síntese. por exemplo. a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e. SULFITOCOBALAMINA. H. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). Obtém-se.b-dimetil-butiramida). que contém cobalto. antiescorbútica. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2. 4) Álcool pantotênico (D.6.. indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas. melaços em bruto. Atualizado em 04/01/2011 . muito sensível à luz..b-dimetilbutiril)-b-alanina). na parte externa dos grãos de cereais.ou DL. São as formas usuais de vitamina B6.VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. Pó branco. proteínas e lipídios. leite. Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes.e DL-) ou (D. antidermatósica.) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. F.OU DL-). miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos. Intervém no sistema nervoso. 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI). vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. carne ou na gordura. sal de sódio e sal de dietanolamina.. Cristais de cor vermelho-escura. na cana-de-açúcar. 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina.e DL-)-Pantotenato de cálcio. 2) Cloridrato de piridoxina.g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b. E. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9. na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4. levedura de cerveja. Encontra-se nos espinafres e plantas verdes. IJ.g-diidroxi-b. levedura de cerveja e fígados de animais. ETC. geralmente. Tripalmitato de piridoxina.

. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão. obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2. solúvel no álcool.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. principalmente.3-epoxi-2. A biotina encontra-se na gema de ovo.e DL-) a-tocoferol. termoestável. Óleo incolor. é necessária à saúde da pele. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)).3. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular. óleos vegetais. sobretudo. lipossolúvel. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D. músculos e do sistema nervoso. etc..VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D. Pó branco cristalino. pimentões (pimentos*). Cristais amarelos. 3) Vitamina D4 ou 22. insolúvel em água e solúvel nas gorduras. são lipossolúveis. que amarelece quando exposto ao ar. à luz. de alfafa (luzerna) e nos laticínios. filoquinona. 4) Diaminoacetato de tocoferilo. anti-hemorrágicas. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões. tomates. óleos vegetais. anti-raquíticas. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. por ativação ou irradiação da provitamina D3. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado.e g-tocoferol. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol. que se altera lentamente quando exposto ao ar. vitamina de reprodução. na levedura de cerveja. favorecendo a formação da protrombina. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol). c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. K.4-naftoquinona). folhas de leguminosas.4. Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese.3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2. 2) Ascorbato de sódio. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1.). 6) Ascorbato de L-arginina. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos. do óleo de germe de trigo. É menos ativa do que a vitamina K1. 5) Ascorbato de sarcosina. b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos. É lipossolúvel. miolos. além disso. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2.. aumentando a resistência dos vasos capilares. bastante estável ao ar seco.4-naftoquinona). 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. leite. 1) Vitamina H ou biotina. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol. Pó branco cristalino. É hidrossolúvel e termoestável. nos rins e fígados.ou DL-ascórbico (DCI)). insolúvel em água e solúvel nas gorduras. de produtos hortícolas para saladas. espinafres. Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes. 10) Ascorboglutamato de cálcio. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave. 1) Vitamina E ou (D. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. benzeno e gorduras. 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio.. obtém-se.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E.VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . geralmente. batatas. no leite.naftoquinona). glândulas supra-renais. baços. etc.) ou animais (fígados. mas sensível à luz solar. b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. 7) Palmitato de ascorbilo. N. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. Este produto. Por síntese. muito sensíveis à luz. ergocalciferol). Pó cristalino branco.23-diidroergosterol ativado ou irradiado.4-naftoquinona). É mais ativa do que a vitamina D2. 2) Éster metílico da biotina. Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas. 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2. obtêm-se os isômeros racêmicos. Também se prepara por síntese. que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C. 9) Ascorboglutamato de sódio. O. etc. aceleram a coagulação do sangue. insolúvel em água.diidro-1. nos melaços. As suas propriedades antioxidantes permitem. Prepara-se por síntese.1) Vitamina C (ácido L. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes.. 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. nas couves. ou ao calor. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas.4-naftoquinona-2. nos rebentos da cevada e da aveia. atuando como poderoso redutor. etc. que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. b. O calciferol encontra-se. produtos hortícolas com clorofila. 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). Óleo amarelo-claro. M. L. Extrai-se.

sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1. os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais".4-naftoquinona (posição 29.03 ou 32. entre outros.04). Cristais incolores.30 . e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1. 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina).Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas). as globulinas do sangue. Menadiol ou 2-metil-1. a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos. que é uma matéria corante de origem natural (posição 32.4-diidroxinaftaleno (posição 29. Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação. As suas origens.03 ou 30.41).23). 3002. B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos.4-naftoquinona. 3) Nicotinato de cálcio.Anti-soros. Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue.90 . o fibrinogênio. b) Vitamina K6: 2-metil-1. Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo.38). esculina ou ácido esculínico (posição 29. VACINAS. germe e películas de cereais. Dissolve-se em água e é termoestável. exceto o ergosterol: colesterol. dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32.07). utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos.4-diaminonaftaleno (posição 29. 5) Cloridrato de nicotinamida. menaftona. o plasma. e) Vitamina C2 ou P: citrina. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO.03). Ela intervém no crescimento. toxisterol. ácido linolênico. niacinamida). que regulariza o metabolismo dos lipídios.A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra. empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares. 30. etc. d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29.20 . EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados. 2) Nicotinato de sódio. CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES.06). que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas. f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. Atualizado em 04/01/2011 . lumisterol. Estão compreendidos nesta posição. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias. 5) A xantofila. na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE. O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05.e b-). c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. hesperidina. 6) As provitaminas A (a. nas oxidações. mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. ANTI-SOROS.10 . b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29.Vacinas para medicina humana 3002.11. TOXINAS. a imunoglobulina humana normal. Obtém-se por síntese. a trombina. 6) Nicotinomorfolida.30). carotenóide. 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja. produtos imunológicos modificados.23).22).e g-carotenos e criptoxantina).). estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol. sitosterol. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS. embora por vezes designados vitaminas.06). d) Cisteína. O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado.22). ácido araquidônico (posição 38.SANGUE HUMANO. solúveis no álcool e nos lipídios. C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados. suprasterol) (posição 29. metilnaftona ou 2-metil-1. utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral.33).04).4-naftoquinona. 3) Os esteróis.b. relativamente estável ao calor e à oxidação. mioinositol. Obtém-se por síntese. rutosido (rutina).14). sucedâneo das vitaminas K (posição 29. a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue. outras frações do sangue. sucedâneo das vitaminas B (posição 29. profiláticos ou de diagnóstico.21).02 . empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). i-inositol ou mesoinosita (posição 29. as soroglobulinas e a hemoglobina. relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol. c) Colina ou bilineurina (posição 29. PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS.Vacinas para medicina veterinária 3002.

3 .Contendo alcalóides ou seus derivados. amilases.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI. todavia. pomadas. Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir. bem como os antivírus. mesmo obtidos por via biotecnológica.06. toxinas. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas.20 . Atualizado em 04/01/2011 . colírios. (Atualização nº 4. etc. (exceto. 2) Os produtos imunológicos modificados. estreptodornase. tais como a vacina antidiftérica.Contendo insulina 3003. culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes. de 01/02/02 . Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição. Norm. óleo (lipovacinas). mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29. antivenenoso e antialérgico.02..enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo. Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico. linimentos. mas não contendo antibióticos: 3003. Não compreende.02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. criptotoxinas e as antitoxinas. a ligação de um complemento.90 . os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos. antiofídico. a neutralização. fosfatase alcalina. quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. por exemplo).02). São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29. ácido lático). 3003. b) Fragmentos de anticorpos .fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica. 30. 30.. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico. a precipitação. exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo . antiestafilocócico.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas).Outros 3003. SRF nº 481. preparações injetáveis.02. as preparações compreendidas nas posições 30.10 . São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada. sem destruir as suas propriedades imunizantes. e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". 30.Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. as enzimas (coalho. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. ou estreptomicinas ou seus derivados 3003. resultantes de misturas. etc.37. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos. Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma. apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho.05 e 30.. Todavia. E) Kits de diagnóstico. etc.03 . DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras). peroxidase. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si. revulsivos. a aglutinação. Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas.31 .) (posição 35.imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas. quer se trate de colutórios.ver a posição 30. de origem microbiana. A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste.06). bem como as anatoxinas (toxóides). Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e. antigangrenoso. antitetânico. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas. antiestreptocócico. para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária.05 OU 30. As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. MAB) . antipneumocócico. estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. animais ou vegetais. antidisentérico. etc.07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21. D) Vacinas.37. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho. na sua reação antigeno-anticorpos. mesmo de origem microbiana (estreptoquinase.40 . Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que. por exemplo. nem antibióticos 3003. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35.39 .Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. ungüentos. 5) Os bacteriófagos. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem.04). c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos . O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4.. pela Inst. em especial. antimeningocócico.Os soros específicos contra as doenças.Contendo outros antibióticos 3003. para proceder a testes in vitro.04. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT). todavia. betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples. etc. a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA). de análises imunológicas ou para fins terapêuticos. 2) As toxinas (venenos).Public. incluem-se na posição 30. iogurte. 4) Os vírus humanos.).

os carboidratos e as gorduras.06). 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach. as preparações para o tratamento da acne. Assim. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). ou eventualmente em pó ou em comprimidos.. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. da posição 38. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. desinfetantes. ácido tartárico.. em geral. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. que seguem o seu regime próprio. 3004. na posição 21. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio.Contendo insulina 3004. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte.31 . e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. mesmo acondicionados para usos medicinais. alimentos para diabéticos.37. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças.02.) para usos medicinais com exclusão. etc. purgativas.40 . São. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. por injeção ou perfusão na veia.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.Outros 3004. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. contudo.Contendo outros antibióticos 3004.3 .MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30.02. Por outro lado.Daí não decorre. mesmo perfumados. Esses produtos.04.03. 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12.06 ou no Capítulo 22. etc. incluem-se na presente posição. 10) O óleo canforado. 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004.07.01). destinadas principalmente a limpar a pele. incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. adicionados de substâncias medicinais.08. Além disso. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34. a saber. e na posição 28. para uso terapêutico. os metais preciosos coloidais misturados entre si. 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. geralmente líquidos. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. 30. alimentos enriquecidos. utilizadas em medicina. tais como papéis e pós antiasmáticos. suporte. O enxofre coloidal classifica-se na posição 30. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 . bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente. etc. por exemplo). quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS. etc.Contendo penicilinas ou seus derivados. iodados.39 . d) As preparações inseticidas. etc. pelo contrário.06. 11) Os produtos antiasmáticos. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos.05 OU 30. Além dos alimentos e bebidas.Contendo alcalóides ou seus derivados.32 . constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons.). PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias. nos demais casos.10 .04. produtos com propriedades laxativas. 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa. o mercúrio coloidal. mas não contendo antibióticos: 3004. sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne. classificam-se. que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. edulcorante. 30.20 . Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28. todavia. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto.Contendo hormônios corticossupra-renais 3004. bem como as preparações das posições 33. classificam-se na posição 33.03 a 33.05 ou 30. excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30. diuréticas ou carminativas.. 30.43. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas.04 . o óleo fenolado. para usos terapêuticos ou profiláticos. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação.. por exemplo. ou com outras matérias. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado".11. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais).02. a presente posição não compreende os complementos alimentares. Porém. aglomerante. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais. com estrutura de ácido penicilânico.

hospitais. tais como o álcool benzílico. não podem. embalagens de venda a retalho. amido ou fari. de 01/02/02 . Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas. Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto.02. deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos. SRF nº 481. classificar-se na posição 30. que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. pela Inst. desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17.hormônios nem outros produtos da posição 29. mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). adicionados de substâncias medicinais.04. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos. quer diretamente no tratamento de certas doenças. pastilhas ou tabletes. os produtos não misturados das posições 28. etc. 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. bactericidas ou germicidas.).04.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença. Atualizado em 04/01/2011 . na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. os carboidratos e as gorduras. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos.37. esses produtos constituem uma matriz cristalina.02). as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. sob qualquer forma. DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. euca. para os fins acima referidos. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. Esta posição engloba também os produtos abaixo. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). carvão. Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. com propriedades anti-sépticas. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. sem novo acondicionamento. exceto agentes aromatizantes. medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea. ou mesmo em pó. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias. os produtos não misturados.43. destinada a ser utilizada. alimentos para diabéticos. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele. excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea. mesmo que não exista qualquer indicação. quando apresentados doseados em saquinhos. alimentos enriquecidos. que mantém a sua classificação na posição 28. em caso algum.06). A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização.Public. que são inseridos numa cavidade do osso fraturado. Por outro lado.43 a 28. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). Todavia. isto é. (Atualização nº 4. consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos.46. são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados.05.03 (ver a Nota Explicativa dessa posição). 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29. Todavia. classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho. tais como gelatina. comprimidos. principalmente o alcoolismo.90 . a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento. 3) Os substitutos de enxertos ósseos.36 3004. incluem-se na posição 30.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados.50 . desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. desinfetantes. tetraborato de sódio. Consideram-se como tais os produtos (por exemplo. etc. clorato de potássio ou de magnésia. quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). tais como os à base de enxofre. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. Norm. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. mentol. nem antibióticos 3004.) para a sua classificação na presente posição. e que são utilizados. benzoato de sódio. Todavia. que seguem o seu regime próprio.). Para a aplicação das disposições precedentes. tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais. o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que. nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados. acima: por exemplo. etc. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo.25 a 10 cm3. posologia. cápsulas. ou o coma diabético. A presente posição compreende as pastilhas. Entre esses produtos. modo de usar. por exemplo. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas.

Entre estes artigos. apresentadas dobradas. por exemplo. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo). papel. 56.18.05 ou 30. em geral.02. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária.. 3005.PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO. acetato de etila) e de um agente propulsor. etc.06 . e) As preparações inseticidas. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas. laminárias esterilizadas. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). em um solvente orgânico volátil (por exemplo. em geral suína. classificam-se. etc.01 e 63. produtos com propriedades laxativas. Excluem-se da presente posição tiras. São. etc. podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. d) Os sabões de usos medicinais.Outros Esta posição abrange os artigos.01).05 ..06 ou no Capítulo 22. d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS. disponíveis em diversos tamanhos. pelo contrário. não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais. CIRÚRGICOS. substâncias anti-sépticas). os emplastros e os esparadrapos. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS. de tecido. bem como as preparações das posições 33. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30. hospitais. etc.Por outro lado. congeladas ou liofilizadas (dessecadas).04).07.). contendo óxido de zinco. destinados a fins medicinais. Estes pensos. Estes artefatos podem apresentar-se em peça.01). etc. de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele. de salicilato de metila. odontológico ou veterinário.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. em disco ou sob qualquer outra forma. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. da posição 38. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. SINAPISMOS).PASTAS ("OUATES"). medicamentosos. 30.06). e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. 30.08. Esses produtos. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. qualquer que seja a sua forma de apresentação. se reconhecem. as ataduras. por exemplo).Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 . Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico.20 e 34. hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006. etc. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares. cirúrgicos. ou eventualmente em pó ou em comprimidos.07). por exemplo). etc. 30. materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos. sobre feridas abertas na derme. ESPARADRAPOS. para uso medicinal. na posição 21. geralmente líquidos. cirúrgico. mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente. São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30. cirúrgicos. qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34. GAZES. etc.Categutes esterilizados.10 . Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas. de tecido cutâneo de origem animal..06). que. odontológicos ou veterinários. bem como as tiras contendo gesso. sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos.20 ..). plásticos. b) Os produtos das posições 30. utilizados como pensos biológicos temporários. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso. antisépticos. os diversos pensos preparados. Além disso. respectivamente). etc.10 . 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente.03 a 33. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. purgativas. gazes. diuréticas ou carminativas. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte.90 .07. odontológicos ou veterinários. IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS. etc. c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. tais como pastas (ouates). 3006. desinfetantes.). os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos.06. esparadrapos. ataduras e artigos semelhantes. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas.

K e Le. Este grupo compreende a oxicelulose . depois da aplicação. Incluem-se aqui os materiais (ligaduras. F. tornando-se lisas e flexíveis.Estojos e caixas de primeiros-socorros. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw. cimentos para reconstituição óssea 3006.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio.06. Em virtude desta propriedade.Preparações opacificantes para exames radiográficos. aumentam consideravelmente de volume. por exemplo. etc. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos.Cimentos e outros produtos para obturação dentária. B. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm. As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. incluem-se na posição correspondente à sua natureza. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). seda. Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos. tântalo. empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação. etc. o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras. V. às vezes estriadas.40 . antibióticos. Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante. devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. O e AB. quer das do soro sangüíneo. Estes reagentes são utilizados. etc. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos. Estes diversos produtos.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas.). como Lu.Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. ataduras. ataduras. conforme o caso. concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006. N. Podem conter. Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados. guarnecidos 3006. linho). rugosas e de cor castanha. ovinos e outros animais). além do ou dos princípios ativos. incluem-se nas suas posições respectivas. os categutes na posição 42.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo.geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006.fatores sangüíneos 3006. S e P. Em meio úmido. estritamente limitativa.30 . etc. quando não esterilizados. d) os metais (aço inoxidável. 2) As laminárias esterilizadas. de compressas ou de lamelas . Ag. Atualizado em 04/01/2011 . 2º) As preparações para determinação dos grupos M. bronze). Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados. é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas). para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos. prata. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. bem como do fator H. o monômero polimeriza-se.80 . e os poliésteres. B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos.12. de outros produtos da posição 29. os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. 2º) dos grupos de soros Gc. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. 4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais. que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar.Preparações apresentadas na forma de gel. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia.70 . b) as fibras naturais (algodão. desde que sejam esterilizados.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista.50 . A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. dos subgrupos A1 e A2.37 ou de espermicidas 3006. etc. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV..60 . bem como a de outros grupos. etc. Km.

de outros produtos da posição 29. de 01/02/02 . por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. do canal biliar. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas". para fixar os implantes protéticos ao osso existente. por exemplo. das vias urinárias. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25. ou produtos misturados. Tratam-se de soros de origem humana ou animal. do gênero dos utilizados pelos médicos. etc. Norm. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses. guarnecidos. respectivamente). etc. água e um espessante. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. guta-percha ou em papel. Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que. pinças).Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 . são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. da circulação sangüínea. São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal.22. 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea. B e C.). cloreto de zinco. Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH. os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente. urina.) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras. por exemplo.1 . 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. placas de ensaio). de óxidos metálicos. ou posições 30. para os mesmos usos. podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. B e C. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A. placas de ensaio). etc. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. principalmente). Pelo contrário. Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. mercurocromo..04 . b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. 3204. etc. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30. geralmente. c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D. d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A.02 ou 38. tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue.37 ou de espermicidas. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. por exemplo). pela Inst. e que são utilizados. tintura de iodo. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol.. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano. (Atualização nº 4. gaze. DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos. que contêm.11 . 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos.20 e 34.D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. principalmente). Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. um endurecedor (agente de cura) e um ativador. em regra. à base dessas matérias corantes: 3204. ecógrafo.07. Norm. SRF nº 481. constituídos por dois ou mais ingredientes. pela Inst..). (Atualização nº 4. os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação. expiração do seu prazo de validade. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho. 10) Os desperdícios farmacêuticos. Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo.Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). etc. extraídos previamente do próprio paciente. A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea. injeção. etc.04). e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. não contenham mercúrio. eles devem ser diretamente aplicáveis. Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes.Public.Public. de 01/02/02 . A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a. de gutapercha ou de plástico. SRF nº 481.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. Embora. Além dos princípios ativos. etc. tintura de arnica. excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29).). artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. por conterem substâncias farmacêuticas. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo. escarificação. São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. possuem propriedades profiláticas. 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos. pastas (ouates). alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação. propileno glicol. 32. por exemplo).

as rodaminas.12 . entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida). em geral.Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204. o índigo (anil) sintético).05). os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204.15 . fécula. as oxazínicas (galhocianinas.12 parte C).ou do trifenilmetano.. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono.. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra. ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas. Atualizado em 04/01/2011 . em pó. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO..). simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro. Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços. (para diferenciar estes produtos das lacas. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. as azínicas (indulinas.14 . o ácido b-8'-apocarotenóico. isto é. as eosinas. Estas misturas também se classificam na presente posição. os sais de diazônio estabilizados. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante. 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil).90 . Todavia.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS.Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204. cloreto de sódio. dextrina. a fluoresceína. em pasta. safraninas. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol. bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas".Corantes ácidos. E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes.17 .12. de concentração-tipo. de borracha. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo. tais como as pironinas. na massa. 7) As matérias corantes derivadas do xanteno. não modifica a sua classificação. mas no Capítulo 29. tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. etc. Estão incluídas nesta posição. quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32. o b-caroteno.13 . A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos.. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos.) ou as tiazínicas (azul-de-metileno.Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis. etc. as outras matérias corantes sulfuradas. 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas. 9) As matérias corantes derivadas do di. nigrosinas. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. em borracha natural ou sintética. em cristais. eurodinas.Outros. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos..Outros I. As matérias corantes orgânicas sintéticas. por exemplo: as cianinas. como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204...Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. por exemplo: a auramina e a fucsina. no estado em que se apresentam. os indigossóis. Sob estas formas. isocianinas e as criptocianinas. Todavia. etc.ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se. Apresentam-se habitualmente em pasta. plásticos.Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína. etc. etc. e preparações à base desses corantes. contudo.. não se incluem aqui. em particular. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel. etc. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas. 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32.3204.16 . o b-8'-apocarotenal. estas matérias corantes apresentam-se. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. por exemplo: a alizarina.19 . mesmo metalizados. corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204. incluem-se na posição 32. como por exemplo. em plastificantes ou em outros meios. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos. 13) Os verdes fosfotúngsticos.. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar.11 a 3204. destinados a facilitar a coloração da fibra. geralmente. as tioflavinas). compreendendo os seus derivados sulfonados. B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si.20 .19 3204. etc. e. 15) Os carotenóides obtidos por síntese.

em menor escala. Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que. tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores. que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes.15. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó.33) e da acriflavina (posição 38. em regra nas de algodão.19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. as nitrosoaminas. por exemplo.02). entre outras: . características de matérias corantes. a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. o papel. principalmente nas fibras de celulose. II. incluem-se na posição 32. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. etc. na prática. a borracha. A fim de melhorar a solidez das cores.12 e 32. o couro e. matérias corantes. as tintas para pintar ou escrever. em solução aquosa e na presença de um eletrólito. mais precisamente. Inicialmente.21). da hexanitrodifenilamina (posição 29. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina.15 ou para corar os plásticos.. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. das preparações das posições 32. da bilirrubina. por exemplo). do metilorange (posição 29. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru. os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto.28. nas fibras modacrílicas ou no couro. estando quimicamente terminadas. de poliéster ou acrílicas. Utilizam-se para tingir o algodão. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima.Aquelas que. a antraquinona. produzem um fenômeno de luminescência ou. dos couros e peles. de náilon ou de outras poliamidas.10. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros.13. no entanto. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. a benzidina. 32. É o caso. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem. a celulose regenerada.06. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. dos azulenos (posição 29. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. a lã ou o algodão com mordente de tanino. Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon.As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204. sob esta forma.PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. Os produtos que. Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras. Utilizam-se nas fibras de poliéster. Alguns entre eles têm. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. os vernizes.11 a 3204. os nitrofenóis e os nitrosofenóis. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível. no que diz respeito às suas aplicações. os nitroclorobenzenos. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina. os derivados nitrados e sulfonados das aminas. de seda. Como exemplo destes luminóforos. as ceras. de fluorescência. das tintas da posição 32. as ceras. o resorcinol (resorcina). Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição. As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. tais como ftalocianinas que. as emulsões fotográficas. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. Atualizado em 04/01/2011 . não são.17 são classificadas na última. dos papéis ou das madeiras. A maior parte. A subposição 3204. Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos. em si mesmos.11 a 3204.08). reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo. Subposições 3204. no estado em que se apresentam. Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas. . de lã e de náilon. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento). Estas matérias corantes são classificadas como segue: . em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis. são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas.24). Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético.27). Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. mas que não constituam. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial. matérias corantes. simultaneamente. . Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). serviram para tingir a seda. por exemplo. etc. na ordem numérica.19 abrange. pela ação de radiações luminosas. os ácidos aminonaftolsulfônicos. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos. ou utilizados para corar as gasolinas para motores. das subposições em causa. Nota Explicativa de Subposições. de lã. 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que. o náilon. os óleos.05.08 a 32. de estrutura cristalina diferente.os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. a anilina. de acetato de celulose. por si mesmos.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo.

etc.04. Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos. sulfato de cálcio. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. sílica. que resistem melhor à oxidação. massas de plásticos. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha. Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204.43 . num suporte geralmente mineral (sulfato de bário.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e. principalmente.08 a 32.4 . doces ou licores. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). Os agentes de aviamento fluorescentes.Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206.Litopônio. por exemplo. excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. 32. por vezes chamados "corantes brancos". A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204.11 .17 e na subposição residual 3204. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32.19) classificam-se na subposição residual 3204.03.11 a 3204. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32.Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206.02).. carbonato de cálcio. por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32.12).11 a 3204.03. calculado sobre matéria seca 3206. plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar. Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes. Todavia. geralmente a partir das matérias corantes azóicas. as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas.19.06 . sendo classificados mais especificamente na subposição 3204. .19 . dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas.. etc. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13. 3206.11 a 3204.30 . As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32. alumina. borracha.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206. particularmente.LACAS CORANTES.04). em particular. talco. ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos. Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó. que também se conhecem pelo nome de "lacas".41 . 32.Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 .Outras matérias corantes e outras preparações: 3206. de borracha. 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante.) ou por co-precipitação do corante e do suporte.20 . As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: .20.42 . de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina. em peso.Ultramar e suas preparações 3206. na fabricação de tintas de impressão. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32. cloreto de bário. solúvel ou insolúvel em água.19.).. b) As tintas lacadas. 80% ou mais de dióxido de titânio.10 e 32. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes. de papéis de parede ou de tintas a óleo. tais como os ácidos fosfotúngsticos. 32. Estas lacas são utilizadas. etc. terras siliciosas fósseis.19 classificam-se na subposição específica em causa.04 OU 32. outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206.1 . fosfomolibdênicos. excluem-se das subposições 3204. PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS.05 . a laca de campeche. As lacas corantes são obtidas.05. caulim. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.)..Contendo. À BASE DE LACAS CORANTES.Outros 3206. 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte. respectivamente.. Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços..

etc. não misturadas.30 (terra-de-cassel. misturadas ou não entre si. 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. Entre elas. Apresentam-se habitualmente em pasta. que é um cromato não misturado. de constituição química definida: óxido de zinco. especialmente o litopônio e os produtos semelhantes.. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. O verde. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. utilizam-se para corar. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto.) com uma lixívia de potassa ou de amônia. o azul-cerúleo.30 ou 28.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. terra-de-colônia. tratando-se uma mistura de silicatos. adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico. Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli. sulfeto de zinco. que pode apresentar-se isolado ou em mistura. Atualizado em 04/01/2011 . enxofre. plastificantes ou em outros meios. tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos). incluem-se geralmente na posição 25. em particular. também designado branco de titânio. ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos.13 e das tintas de impressão da posição 32. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. mesmo calcinadas ou misturadas entre si.08 a 32. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro). c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura). 32. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos.04 e 32. II) De misturas.3206.). Excluem-se todavia: a) As terras corantes. geralmente em plaquetas ou pedaços. classifica-se na posição 28. adicionado ou não de sulfato de bário).30). fabrica-se hoje artificialmente. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. etc. Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias.05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral. b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa.12 ou 32. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso. pigmentos brancos constituídos por mistura.50 . Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. É uma substância sólida. o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25. b) As matérias corantes inorgânicas.23. amorfa. por exemplo) finamente moídos.03). etc.. respectivamente. 3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio. 32. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio. constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário.42). o pigmento amarelo.10. etc. carbonato de sódio.07. plásticos. e o vermelho de cádmio. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. de composição química não definida. das tintas ou cores das posições 32. Porém o pigmento. 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita. borracha. em proporções variáveis..49 . podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29. na massa.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes. de ferro. às vezes denominado amarelo ultramarino.03.41. de cor azul. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25. 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco. tais como: a) o oxicloreto de bismuto. 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). por exemplo. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e. Estas dispersões. classifica-se na posição 28. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25. sulfato de bário. aluminatos. de borracha. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. massas de plásticos. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. (Capítulo 28). Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso.Outras 3206. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos. Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo. de sulfeto de zinco e de sulfato de bário.30) (ver a Nota Explicativa correspondente). sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos.15. empregadas para corar. carbonato básico de chumbo (alvaiade). etc.30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. etc. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos). c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). 4) O azul ultramarino. mas não avivadas. cromato de chumbo. de chumbo ou de cromo.

por exemplo: a) O caulim (posição 25.07).20 . em quantidades mínimas. c) O sulfato de bário (posições 25. d) As terras de infusórios (posição 25. Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0. k) A mica (posição 25. devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28.41. resinas amínicas.19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos. de aparelhos de radar. consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas.09 ou 28.24). b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que..11 ou 28. utilizadas para colorir plásticos. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água.10 . de aparelhos de radiografia ou de radioscopia. continuam compreendidos nesta posição. pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo. as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. o cobre ou o manganês.. a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima). que se emprega como reagente. B. etc. telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos. todavia.36). classifica-se na posição 28. Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados.Outros A.26). ij) O amianto (posição 25. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores". de pequenas quantidades de substâncias radioativas. esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38.90 . Entre estes últimos. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. l) O talco (posição 25. do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês..19 ou 28.33).46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio. de produtos "ativadores".08 . mas somente ao fato de terem adquirido.25).TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante. 32. h) A gipsita (posição 25. Além dos produtos precedentemente excluídos. borrachas sintéticas ou em plastificantes.002 mCi/g). borracha.12). radiação ultravioleta. luz solar.TINTAS E VERNIZES.Excluem-se. Subposição 3206.14). n) O hidróxido de alumínio (posição 28. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO. polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 . Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo.18). às vezes. g) O carbonato de magnésio (posições 25. disperso ou dissolvido num meio não aquoso. depois de tratamentos apropriados. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência). o tungstato de cálcio amorfo. por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização.24). Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação. que os tornam luminescentes. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida.30). Estes produtos misturados entre si (por exemplo. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres".À base de poliésteres 3208. podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio.43 a 28. etc.36). estrutura cristalina muito particular. na massa. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre. m) A calcita (posição 25. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28. tais como a prata. SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO. e) A ardósia (posição 25.18). sem conterem qualquer outra substância. 3208.44.PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. f) A dolomita (posição 25. borracha natural.20).À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208. Nota Explicativa de Subposições. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim. Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença.

) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. tais como aceleradores. isto é. certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação.13 e. respectivamente. Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. os principais métodos industriais são. novolacas ou outras resinas fenólicas. depois de secos.01 a 39. os vernizes das posições 39.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima). de raios X. de matérias de carga (sulfato de bário. formam. e a borracha sintética). (posição 32. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato. acondicionados em embalagens para venda a retalho. constituídos essencialmente por pigmentos. Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso. qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição. . Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C. por exemplo). utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados. quando seca.ver a parte A. trata-se. abaixo). adicionadas de solventes e de diluentes. São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies.um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. nas fotocópias.13. tais como corantes. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32.um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. constituídos por oligômeros (isto é.04. incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: . nos manuscritos. Quando o meio é constituído por um verniz. por exemplo. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. que pode ser brilhante.15). esta. retardadores. silicones. forma uma película particularmente lisa. silicones. resinas alquídicas e outros poliésteres. Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes. brilhante ou fosca. (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. etc.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies. podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo. resinas amínicas. tolueno. carbonato de cálcio. talco. d) Os líquidos corretores.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. Atualizado em 04/01/2011 . resinas epóxidas. depende dos usos a que se destinam. insolúvel em água. ou pigmentos. liso e contínuo.24). e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura). manganês. C. por exemplo. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes. tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. por exemplo). de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. à espátula. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta..13. etc. nos dois tipos de soluções. c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33. quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural.07. Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio. brilhante ou fosca e dura. a pulverização. ou insolúveis. As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39. pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos.12). essências de terebintina. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. fosco ou acetinado. polimeros com 2. a tinta diz-se "tinta-esmalte". relativamente duro. São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. cujo peso exceda 50% do peso da solução. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. de agentes de superfície. misturas de solventes sintéticos. Quando se aplicam sobre uma superfície. quando for o caso. Para aplicar estas tintas e vernizes. e) Os colódios. 32. Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. etc. mais ou menos transparente ou translúcido. adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes.01 a 39. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. abaixo. 2) Os vernizes endurecíveis por radiação.09 TINTAS E VERNIZES. com ou sem fotoiniciadores. b) As tintas de impressão que. B. tais como matérias de carga.01 a 39. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina. Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39. tais como fachadas e pavimentos. chumbo ou de zinco). nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38.06). Formam um filme seco. entre outros. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. polímeros vinílicos. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco).. colorida. aglutinantes e solventes. tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit. por exemplo).14). 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C.ou outros. de radiação infravermelha. isto é. à trolha. acima). a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. uma película não aderente e opaca. retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis.

pela Inst. isto é. etc. de maneira a resultar num revestimento flexível. SRF nº 481. matérias anti-sépticas ou inseticidas. Neste caso. O aglutinante. resina copal. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. em dispersão ou em solução num meio aquoso. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. C.TINTAS Na acepção da presente posição. 3) Os vernizes betuminosos. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas. num meio aquoso ou não. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas. etc. podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante. resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. em white spirit. neste caso designado "endurecedor". em essências de terebintina. 2) O branco para limpar calçados. Os produtos semelhantes aos descritos em c). sendo a formação da película dependente. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila). A algumas destas tintas são incorporadas cargas. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. de raios X.15. colofônia. b) uma só resina. no momento da utilização.10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES. A. o branco gelatinoso. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. à base de betumes naturais. os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos. é constituído. Norm. tais como os ésteres poliacrílicos. 32. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. ou c) oligômeros (isto é.. PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS. Relativamente a alguns vernizes.15). classificam-se na posição 37. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. (posição 32. e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes. em acetona. que constitui o agente filmogênio. óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais. todavia. de pinho. insolúveis nos solventes (película endurecida seca). misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS. a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. em pastas ou emulsões. entre outros. (Atualização nº 3. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. por exemplo. reunidos ou não numa única embalagem. de 01/02/02 .. quer por polímeros. b) As tintas de impressão que. de radiação infravermelha.14). de resinas ou de gomas naturais. com adição de um pigmento.07. por exemplo). por vezes..VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão.3209. polímeros com 2. damar. As tintas à água compreendem. não da adição de um endurecedor.10 . que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele. com ou sem fotoiniciadores. à trolha. as tintas de caseína e as tintas de silicatos. Apresentam-se em pó e. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação. consideram-se tintas. esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos. constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. deve considerar-se como meio aquoso. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. à espátula. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes. Atualizado em 04/01/2011 . São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização. B. Quando esta condição não estiver satisfeita. ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição).Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados.90 . Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato. tais como a cola de pele ou a caseína. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. tais como fachadas ou pavimentos. 3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral.À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209.Public. Se esta condição não for satisfeita. etc. breu ou produtos semelhantes. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios.) em álcool (vernizes a álcool). é uma variedade de tinta à água.

naftaleno ou oleato de zinco. consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos). não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29). à trolha. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. c) Os resinatos (posição 38. As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. tais como fachadas ou pavimentos. essências de terebintina. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar.18. C. c) As tintas pulverulentas. por exemplo) no estado líquido ou pastoso.11 SECANTES PREPARADOS. Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais. 32. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte. ou verniz..ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar. obtidas por martelagem ou laminagem. esmalte (verniz*) para unhas e tintas.por exemplo. etc. etc.TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios.. 2) Em folhas de papel. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit. São. de cobre na posição 74. ativando a sua oxidação. por exemplo. Apresentam-se em pó. são composições semelhantes às tintas à água. porém. etc. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. em geral. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39).14). num meio não aquoso (óleos sicativos. à espátula. a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. classificam-se. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO. b) Os produtos de composição química definida. As folhas metálicas delgadas. (posição 32. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante.90 . b) As tintas de impressão que..12 . 2) Em formas próprias (bolas. isto é. tabletes. 32. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos). denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. consoante a matéria constitutiva: por exemplo. obtido a partir de escamas de certos peixes. dos tipos utilizados para acabamento de couros. à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. com mordentes. às vezes.06).Outros A.10 e as de alumínio na posição 76.Folhas para marcar a ferro 3212. apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos. as folhas de ouro na posição 71. white spirit. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. resinato de cobalto. white spirit.15). B. em misturas de matérias corantes. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo.3) Os pigmentos à água preparados. carneiras de chapéus. FOLHAS PARA MARCAR A FERRO. que consistem. especialmente). dos tipos utilizados na fabricação de tintas.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS. em pó ou em palhetas). desde que evidentemente reconhecíveis como tais..07. geralmente. com. substâncias inertes de corte. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies.08. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas. Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas.. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. Estas folhas empregam-se para marcar encadernações. a gipsita (secantes sólidos) . etc. 3212. O presente grupo abrange também as dispersões concentradas.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. bióxido de manganês.10 . pasta ou em dispersões em água.) com uma carga inerte . Atualizado em 04/01/2011 . por vaporização ou por qualquer outro processo. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32.

3) Os cimentos de resinas. desde que se apresentem em tabletes. borracha. tubos. geralmente.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. d) As tinturas para o cabelo da posição 33.13 . etc. em alguns casos.90 . tubos. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. os canos de descarga (tubos de escape*). endurecendo. como massas de enchimento. goma-laca. pintura de tabuletas. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas.). aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. borracha. pintura de tabuletas. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. óleos.10 .) misturados entre si e mais. por exemplo). godês ou acondicionamentos semelhantes.10 . I. constituídos por resinas naturais (goma-laca.Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. 3213. tintas a óleo. EM PASTILHAS. guaches. ou para vedar algumas juntas. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão. constituídos por ceras (de qualquer espécie). e) Os pastéis (posição 96. freqüentemente. por exemplo). modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas. cera de calafate). colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria. quer por tratamento térmico (fusão.05. INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES. 4) Os mástiques à base de vidro solúvel. etc. por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico. pó de tijolo. ATIVIDADES EDUCATIVAS. nem os pastéis e outros artigos da posição 96. GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. frascos. cimentos de resina e outros mástiques. Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística. potes. constituídos essencialmente por óleo sicativos.04). INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas. tais como ceras. em pastilhas. matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. freqüentemente. quer por adição de um líquido (água. 3214. areia. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes. por exemplo. Outras servem para tingir calçados. especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. parcial ou totalmente. para assegurar a estanqueidade e. etc. principalmente. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. na montagem de velas de ignição. FRASCOS. Também se consideram mástiques à base de cera. de trolha. o nanquim (tinta-da-china*). b) As tintas de impressão (posição 32. que lhes aumentam as propriedades adesivas.15. resinas de cumarona-indeno.15).09. betumes.09). mesmo que contendo acessórios. frascos. e são tornadas pastosas no momento da aplicação. aqueles em que a cera se substitui. entre outros: 1) Os mástiques a óleo. Este grupo compreende. PINTURA DE TABULETAS. indutos utilizados em pintura 3214. fibra de amianto. MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32. poliésteres. 32. atividades educativas..CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA. móveis de madeira.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO). godês. o outro por matérias de carga (quartzo em pó. modificação de tonalidades. c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. após sua aplicação. pastilhas. por exemplo. atividades educativas. etc. paletas ou espátulas. cal. e agentes endurecedores.13). TUBOS. às quais.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO. esfuminhos.Cores em sortidos 3213. misturando-se dois componentes. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola. de metais ou de artefatos de porcelana. Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa.90 . CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES. Atualizado em 04/01/2011 . e os outros produtos da posição 32. por exemplo). potes. 32. damar.. Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas. radiadores. Estes mástiques utilizam-se. POTES. de espátula. tais como pincéis. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. etc.Mástique de vidraceiro..14 . recreação e cores semelhantes. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. cimento ou qualquer outra carga mineral. ésteres resínicos. Em geral. Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques. Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização. para assegurar a fixação ou a aderência de peças. por exemplo). que se preparam geralmente no momento da aplicação. para tornar estanques os blocos e cárters de motores. adicionados de outras matérias. Em geral. se adicionam resinas.

a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego. Utilizamse. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos. que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos.) e. em virtude da sua composição e acondicionamento. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. plastificantes. por exemplo. poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas. constituídos. Aplicados. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. por exemplo. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. constituídos por gesso e areia. Estes mástiques podem. a cal e os cimentos (posições 25. Atualizado em 04/01/2011 . São utilizados para fechar hermeticamente latas. em certos casos. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13. colofônia. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. paredes interiores.01). por exemplo. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. silicatos. 7) Os mástiques à base de enxofre. para vedação de fendas em artefatos de madeira. por gelatina e por poliisobutileno. matérias cerâmicas e outras matérias. de pigmentos. de um solvente orgânico. e por plastificantes. 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis. depois de se lhes adicionar água. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. borracha. em certos casos. eliminar-lhes a porosidade. bem como para fixação de peças. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento.23). por exemplo. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. pinos. Este grupo compreende. Em geral. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). cola. em alguns casos. Norm. como complementares uns dos outros. pavimentos e tetos de prédios. são utilizados para fixar parafusos. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. Utilizamse. Empregam-se para calafetar madeira. São sólidos e usam-se em vedações duras. desde que.. de 01/02/02 . entre outros: 1) Os indutos em pó. nas paredes e fundos de piscinas. a fim de lhes eliminar as irregularidades. para selar documentos. etc. utilizam-se como indutos para carroçarias. quartzo ou misturas de quartzo e sílica.INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. etc. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. 3) Os indutos pastosos. por exemplo). em fachadas por meio de pincel ou à pistola. perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. vedar-lhes as fendas e orifícios e. (Atualização nº 3. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. mais importantes.22 e 25. mástique. constituídos por enxofre misturado com cargas inertes. Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. como às quantidades respectivas. suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. por possuírem teor elevado de matérias de carga e.15). Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas. 25.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. areia e outros silicatos. Por outro lado. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. cavilhas. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. às vezes. a que se adicionam matérias de carga (por exemplo. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. também. tais como mástiques para carroçarias. por carboximetilcelulose de sódio. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. areia. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição. para assentamento de ladrilhos e azulejos. e em calafetagem. celulose de madeira. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura. b) O gesso. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. resinas poliésteres. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos. de cargas minerais e de matérias corantes. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. sem prévio reacondicionamento. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. e adicionados de pigmentos e. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água. Esta posição não compreende: a) A resina natural. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. 2º) apresentados ao mesmo tempo. depois de se lhes adicionar um endurecedor. etc. estanques e resistentes aos ácidos. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas. vernizes e produtos semelhantes. por exemplo. fibra de vidro. por vezes. SRF nº 481. em geral. depois de aplicados. etc. matérias de carga. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. paredes interiores). especialmente. e que. etc. B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. por pectina. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. a que se adicionam agentes retardadores e. São utilizados. Todavia. pela Inst. carbonatos. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. ganchos. de uma certa quantidade de água ou de solvente. denominada em alguns países. 4) Os indutos líquidos. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. 8) Os mástiques à base de gesso. também. sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização. 13) Os lacres.20. diferenciam-se das tintas.. em partes iguais. bióxido de titânio e pós metálicos. 11) Os mástiques à base de borracha. Utilizam-se para encher cavidades. farinhas de madeira). matérias de carga. etc. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados.Public. etc. constituídos. aglutinantes ou de antioxidantes. tais como argila. principalmente. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita. Podem ser constituídos. II. tornados pastosos pela adição de água.

As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307. durante ou após). COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES.02. PREPARAÇÕES PARA BANHOS. em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307.06 . As preparações para lavagem da pele.Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306.16). destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins. mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas. Atuam.01. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho. por evaporação ou combustão. MESMO NÃO PERFUMADOS. 3307. III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma.06).10 . FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS). essas preparações são incluídas na posição 34. f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38. de pós. EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO. tais como o tratamento profilático de cáries.Dentifrícios 3306. II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito.41 .Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307. DEPILATÓRIOS.Preparações para barbear (antes. as loções para após a barba. III) Os pós.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes.07 . NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.20 .24). em embalagens individuais para venda a retalho.d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30. quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. 3306.90 . g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38. Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos). Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho.Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307.07. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS. são classificadas na posição 34.4 . mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS.90 .Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. PREPARADOS.01. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).30 . 33. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE. de cones.20 .Outras 3307. DURANTE OU APÓS).PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras. Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova. IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. como por exemplo os cremes e espumas para barbear. Atualizado em 04/01/2011 .PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA. as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos. e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38. tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações... 33.10 . durante ou após) 3307.49 . de papéis impregnados. etc. em geral. tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais).

estas preparações. tais como: 1) Os depilatórios. impregnados. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros. automóveis.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 . Podem tratar-se de soluções desinfetantes. apresentam-se em recipientes aerossóis. Acondicionados para venda a retalho. As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso. tendo ou não propriedades desinfetantes. por exemplo. feltros e falsos tecidos. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. em geral. 6) Os produtos de toucador preparados para animais.. da posição 38. por substâncias (metacrilato de laurila. V) Outros produtos. essencialmente. preparados. incluem-se igualmente na presente posição.01 Óleos essenciais Absinto. Os produtos. 2) Os desodorantes de ambientes. Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos.06). acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). etc. 5) As pastas (ouates). revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. mesmo não perfumados.Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros. 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal. tais como o carvão ativado. de limpeza.

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta).Hissopo Hortelã-pimenta (menta. hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris. Ligústica. Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 .

Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina. sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .

e os sabões desodorantes. na forma de líquido ou de creme.Sabões. produzem espuma abundante. que. cresol. de cor verde. pães. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. em solução aquosa. corados ou marmorizados. PÃES. se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. quase sempre. Há três categorias de sabões: Os sabões duros. os sabões propriamente ditos. isto é. e os sabões desodorantes.1 .. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool. mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. produtos e preparações orgânicos tensoativos. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE. MESMO CONTENDO SABÃO. para banho. enxofre e sulfamidas. que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. pelo contrário. que contêm. Atualizado em 04/01/2011 . a) Os sabões leves ou flutuantes. d) Os sabões medicinais.SABÕES. EM BARRAS. Podem ser brancos.. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. PAPEL. em geral.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. ácido salicílico.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono. FELTROS E FALSOS TECIDOS. tais como ácido bórico. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns.20 .. feltros e falsos tecidos. glicerol ou açúcar.19 . b) Os sabões denominados de glicerina. castanha ou amarelo-clara.07). às vezes. pedaços ou figuras moldados.Sabões sob outras formas 3401.30 . que contêm substâncias medicamentosas. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele. MESMO CONTENDO SABÃO. IMPREGNADOS. uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos. Na prática. e) Os sabões desinfetantes. naftol. Os sabões moles. acondicionados para venda a retalho. sabões translúcidos. c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33.11 . os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que. pastas ("ouates"). em barras. Os sabões líquidos.01 . que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes. em pequenas quantidades. PASTAS ("OUATES"). impregnados. fenol. para banho. bem como os sabões ditos de glicerina. que. e papel.Outros 3401. 3401. mesmo contendo sabão I. Os sabões deste tipo são viscosos e. os sabões de barba.

a borracha alveolar. e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões).02. sílica. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras.02 . incluem-se na posição 34. pedaços ou figuras moldados.90 .05 e 33.. em pedaços ou figuras moldados. o regime da matéria constitutiva de suporte.PAPEL. flocos. geralmente. os feltros e os falsos tecidos.Aniônicos 3402. 30.Catiônicos 3402.08.Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402. PASTAS (OUATES).. desde que se apresentem em barras. Elas são líquidas.). feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33)..20 .06 ou naftenatos alcalinos da posição 34. pães. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas. nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos.Não iônicos 3402. essas preparações estão incluídas na posição 34. Além das exclusões já mencionadas. pedaços ou figuras moldados. sabão e. etc. respectivamente). etc. pós. etc. que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra. mesmo contendo sabão. etc. os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção.06. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. formuladas com os mesmos constituintes. desde que se apresentem nas formas acima indicadas. 3) Os sabões de resina. a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. II. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem.11 . as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). abrasivos ou desinfetantes. tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.1 . que consistem em sabão adicionado de areia. EM BARRAS. preparados com vistas a usos especiais. sólidos.05.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE.. Todavia. abrasivos.. da posição 34.02. f) Os sabões abrasivos. como também resinatos alcalinos da posição 38.12 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes. Estão igualmente aqui compreendidos.02. 4) Os sabões industriais.08 contêm proporções elevadas de fenol. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto. pedra-pomes em pó. c) O papel. em geral. cresol.Outros 3402. mesmo contendo sabão. para arear. MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende. as preparações tensoativas e as preparações para lavagem. por adição de areia. serragem (serradura) ou produtos semelhantes. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. fenol.. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel.. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho. As preparações desinfetantes da posição 38. pães. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. ou seja. pastas ou em soluções aquosas. mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402. pedra-pomes em pó. de tall oil ou de naftenatos. PÃES.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO. as pastas (ouates). 2) Os sabões para limpeza doméstica. III. IV. Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima. que podem ser corados ou perfumados. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. 34.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). As pastas e pós.Outras Atualizado em 04/01/2011 .22). PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. impregnados. em pães. f) Os plásticos alveolares. impregnados. 3402. feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas. cresol. enquanto que os sabões são. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*).formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas. 38. no todo ou em parte.19 . polimerização de borracha sintética e lavanderia.01. tais como os que se empregam em trefilagem. pastas (ouates).13 . NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. b) Os produtos e preparações insolúveis em água. por outro. sílica.. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. MESMO CONTENDO SABÃO. conforme os casos).Agentes orgânicos de superfície. por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado. pó de ardósia.

após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C.5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. de amônia ou de etanolaminas. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície).5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto).. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. Para os efeitos da presente posição. em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos. tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. As preparações tensoativas propriamente ditas. Estas preparações compreendem. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se. aminossulfônicos. as que contenham certa proporção de sabão. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*). em sulfonatos de petróleo. 4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. Não libertam íons em solução aquosa. com uma concentração de 0. os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A. acima. ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. Consistem. alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação. por exemplo. Todavia. alquilarilsulfonatos. especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. em proporção tal que. quer como componentes adicionados intencionalmente. molhantes para tingimento. Atualizado em 04/01/2011 . Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais. misturados com água na concentração de 0. por exemplo. As preparações tensoativas são utilizadas. por exemplo. Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. Ionizam-se em solução aquosa. tais como o cicloexanol. principalmente. emulsificantes. II. 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética. adicionadas. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. Ionizam-se em solução aquosa. os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. por exemplo. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. em seguida. são sabões líquidos da posição 34. agentes de desengorduramento. como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). emulsificação. (As soluções de sabão em água. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. ionizar-se em soluções aquosas. aminossulfúricos e aminofosfóricos. 2º) Agentes molhantes.01). 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu. alquilsulfatos. às vezes..I. nas suas moléculas. especialmente. sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). não ultrapassa 15%. em alquilpoliétersulfatos. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). Consistem. de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos.5% à temperatura de 20°C e. de emulsificar ou dispersar. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. MESMO CONTENDO SABÃO. pela sua ação de limpar. ação molhante). de pequenas quantidades (que. consoante as condições do meio. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável. Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras. em geral. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. 3) Não iônicos. formação de espuma. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. de molhar. Citam-se aqui. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral). servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. nesse estado. expressa em sais anidros. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. 2) Catiônicos. donde a designação de "agentes de superfície". couros ou peleterias (peles com pêlos*). num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno. deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. Podem. 4) Anfólitos. em numerosas aplicações industriais. em pequenas quantidades. em geral. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. Estes agentes de superfície podem conter. adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. em proporção que. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo.PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico.

os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas. EXCETO AS CONTENDO. os feltros e os falsos tecidos. Apresentam-se sob forma líquida. d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34. couros. etc. incluem-se todavia na posição 34. peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . Esta categoria de produtos pode conter. 34. PARA UNTAR COUROS. nas indústrias de laticínios ou de cerveja..05. corantes. estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. 38.. b) O papel. Estes produtos incluem-se na posição 38.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403.24. quer ainda numa mistura destes produtos. silicato de sódio ou borato de sódio. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS.19 . As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). 34. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. . para enxaguar e para branquear a roupa. couros.. EM PESO. quer em sabões.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção). 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas. quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos. As preparações para limpeza ou desengorduramento. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM. Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. agentes antieletrostáticos. Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. enzimas). Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais. Os componentes essenciais consistem. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas. 70% OU MAIS. desde que não se classifiquem em posição mais específica. que se apresentem em barras. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS.quer de substâncias alcalinas. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico.Preparações para tratamento de matérias têxteis. apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34. carbonatos de sódio. em especial.Outras 3403. COMO CONSTITUINTES DE BASE. etc.1 .01). em pães.. especialmente. e contendo. Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio. B. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS.01. particularmente. bactericidas.quer de solventes e emulsificantes. C. sais do ácido nitrilotriacético (NTA)). revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. consoante o caso).08. vidros e outras superfícies.91 . perfumes. limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403.03 . em pedaços ou em figuras moldados. inibidores de corrosão. pastas (ouates). 2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas. c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34.24. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico.Preparações para tratamento de matérias têxteis..01). Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas. As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies. agentes anti-redeposição. sabão ou outros agentes de superfície. amidas de ácidos graxos (gordos*).11 . impregnados.05). 38. insolúveis em água. 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio). óxidos graxos (gordos*) de aminas).Outras: 3403. e) Os naftenatos. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes". em pequenas quantidades. à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície.03. louça ou de utensílios de cozinha.PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE. à base: . com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. Os produtos de toucador ou de lavagem. frigideiras. as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza.9 . 38.09. tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica. 3403. Regra geral.

a presente posição compreende. entre outras. b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. . em peso. C) Os óleos de corte. tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27. por exemplo. de óleos minerais e água. por óleos lubrificantes. com óleos. que se empregam para desbloquear parafusos. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras. talco. tais como: 1) Os óleos minerais. misturas de óleos.01. e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes). 34. aparelhos ou instrumentos.outras matérias 3403. veículos. Citam-se. misturas em pó de sabões calcários e de cal. porcas ou outras peças. vegetais ou minerais. lecitina ou antioxidantes. em peso. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. tais como grafita. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc. solventes. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol).Outras Atualizado em 04/01/2011 . construção civil. nesse estado. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas. contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo. de sebaçato de dioctila ou de dinonila. São geralmente constituídas. em particular os que tenham por base silicone. lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão. Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15. etc. no essencial. de silicone. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. para motores de reação (propulsão a jato). a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base.). produtos antiferrugem ou antioxidantes. de ésteres fosfóricos. e. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. Os lubrificantes sintéticos. estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais.Outras Com exclusão dos produtos contendo. 70% ou mais de óleo mineral. plásticos. em peso. de mica. 3) As misturas de pó de grafita. etc. misturas de sabão sódico. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos.22). engordurar couro. etc. mesmo contendo.10). Este grupo compreende. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes.17). gorduras.99 . freqüentemente. entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico. enquanto constituintes de base. negros de carbono. fundição). G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis. ceras.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. gorduras e sulfoleatos. couros.. óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15. não se podem utilizar como óleos de corte.04 3404. borracha. contendo. da posição 38. Todavia. bem como as preparações antiferrugem da posição 38. 70% ou mais de white spirit. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38. utilizadas em diversas indústrias (por exemplo. podendo também conter lubrificantes espessos.02). contêm aditivos. peleterias (pele com pêlo) etc. de policlorobifenilas. de talco. agentes antiferrugem.24).20 3404.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo. de bentonita ou de alumínio. peles. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. 2) As misturas contendo gorduras ou óleos. Todavia. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis.10 3404.06). etc.De linhita modificada quimicamente . Em geral. misturados ou emulsionados com ceras. sabões calcários ou metálicos. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. entre outros. oxidados ou hidrogenados). de estearato de alumínio. excluem-se da presente posição (posição 34. bissulfeto de molibdênio. 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. em geral. em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais. agentes de superfície. veículos aéreos ou outros dispositivos.24. As preparações para obtenção de óleos de corte (à base. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. breu (pez). por exemplo. de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados.

e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais. e) um pouco acima do seu ponto de fusão. à base de uma ou várias ceras e contendo. emolientes. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38. 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. agentes de conservação de madeira. obtidas por síntese (por exemplo.07. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15.05). podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como. mesmo solúveis em água. As misturas de ceras minerais são. etc. C) Produtos que apresentem características de ceras. de lubrificantes para têxteis. em geral. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. 38. B) e C).12.000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota.21. lubrificantes. apresentados isoladamente (Capítulo 29). Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal). a cera composta de parafina e ácido esteárico. ferraduras. excluídas as ceras da posição 27. substâncias de impregnação de condensadores. de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol. policlorobifenilas ou policloronaftalenos. b) Os óleos hidrogenados. mesmo refinadas ou coradas estão. igual ou inferior a 10 Pa. São utilizadas como ignífugos. como aglutinantes. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. por exemplo). a mistura de mono.12. As ceras dos grupos A) e C). posição 39. constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. ou por mistura de ceras de tipos (animal.07). f) são maus condutores de calor e de eletricidade. pomadas para polimento. 2º) não são transparentes. de aminas ou amidas graxas (gordas*). excluídas e classificam-se na posição 15. acima são excluídos da presente posição (posições 34. todavia. não formam facilmente fios. 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido.24 ou 39. As ceras minerais não misturadas. contudo. acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C. f) As misturas de mono-. por exemplo. agentes de conservação. di. vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. etc. qualquer que seja a sua apresentação. os produtos desta espécie possuem. Entram na composição dos cosméticos.12.e de diestearato de glicerol. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). de encáusticas. e 2) uma viscosidade. Atualizado em 04/01/2011 . etc.09. etc. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita. as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas. gorduras. tintas. d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos. ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas. os produtos mencionados nos grupos A). h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. dos revestimentos.A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo). excluídas incluindo-se na posição 27. com exceção das compreendidas na posição 32. estão também excluídas e clasificam-se na posição 27. São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. isolantes. animais.24).01). ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. Além das exclusões já mencionadas. As ceras animais ou vegetais não misturadas. vegetais ou de outros tipos. d) acima de 40°C. esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético. modificado por pequenas quantidades de sabão. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios.05. varetas ou formas semelhantes (posição 34. As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes. etc. São. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida. matérias minerais ou outras matérias. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante.02. mas podem ser translúcidos. Entre elas.23). dos lubrificantes. as ceras de polietileno.) quando misturados. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética. por exemplo). as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante. além disso. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. fundem sem se decompor.14. etc. e outros são quebradiços (ceras duras). especialmente).e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. Além disso. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo. resinas. mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27.16).12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria. esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina. Contudo.24).s (ou 10. todavia. b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. medida no viscosímero rotativo.

eterificação ou esterificação. Os amidos reticulados (por exemplo. etc. ladrilhos. tabletes ou varetas. 3405. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. Todavia. 38. fogões. VIDROS OU METAIS.10 ou de produtos das posições 38. falsos tecidos.04. . 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão. Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo. bem como os amidos e féculas modificados.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO. FALSOS TECIDOS. expresso em dextrose.20 . geralmente. COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS. constituídas por matérias de polir muito macias. Estas preparações.24). A dextrina apresenta-se em pó branco. Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. impregnados.) e as preparações semelhantes. tais como as pomadas e cremes para o couro.quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição. de essências de petróleo da posição 27. o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados.05 .).Pomadas. d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. apenas se incluem aqui. em geral. AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS). etc. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados.24. É solúvel em água aquecida. revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. por exemplo. PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL. no estado pastoso ou líquido. ENCÁUSTICAS. bem como as preparações em pasta ou em pó.30 . Apresentam-se. No entanto. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas.10). etc. muitas vezes acondicionadas para venda a retalho.40 . isto é. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras. cremes e preparações semelhantes. para calçados. em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido. 1) A dextrina. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34.). posições 27. de produtos químicos (ácidos.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados.90 . amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada. b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes. para conservação e limpeza de móveis de madeira.20 . As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. adicionadas de matérias corantes. se necessário. Capítulos 25 ou 28).10.10 .34. pias.05 . respectivamente). muitas vezes. estas preparações são à base de ceras. etc.03. soalhos e de outros artigos de madeira 3405. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES).10 . pós e outras preparações para arear 3405. para arear (utensílios de cozinha. São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral. FELTROS. que provém: . exceto preparações para dar brilho a metais 3405.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS.22). como dextrina. 3) Os produtos para polir. as encáusticas (para assoalhos.Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505. de reagentes químicos. 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro. oleados.Pastas. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias. plásticos alveolares ou borracha alveolar. pastas (ouates). álcalis.Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados. etc. 35. de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante.quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula. são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear. contendo pó ou poeira de diamante.14 ou 38. IMPREGNADOS. impregnadas. tais como cré ou kieselgur. 34.) ou de diástases. sobre matéria seca. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS. azulejos. feltros. abrasivos ou outras matérias. em pequenas quantidades. ou em pó. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas. os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. PASTAS ("OUATES").). Se não forem usados reagentes. Conforme os casos.Encáusticas e preparações semelhantes. os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES. A presente posição abrange igualmente o papel. que se classificam segundo a sua natureza (trata-se. cobre.Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes. por oxidação. vidros ou metais (prata. c) O degrás e o degrás artificial (posição 15. podem ser próprias para usos domésticos ou industriais. para calçados ou para couros 3405. 3505. móveis. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool. não superior a 10%. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32.

9 . Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. 3) Os adesivos à base de silicatos. utilizado. De uma maneira geral. c) As colas acondicionadas para venda a retalho.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo. B) As colas à base de amidos ou de féculas. especialmente. frascos ou potes de vidro. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos. COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.01 a 39. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos. principalmente.Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos.09). 35.91 . desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. B) As colas e outros adesivos preparados.13 ou de borracha 3506. com peso líquido não superior a 1kg 3506. etc. por exemplo. para as indústrias têxtil. a frio. bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos.. em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição).02). tendência a se gelificar ou a se cristalizar. em potes ou em latas. uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades. em contato com ácidos diluídos. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. cuja cor varia do amarelo ao castanho. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo. amarela ou acastanhada e alguns designam-se. cloreto de magnésio). Estas embalagens para venda a retalho são. neste caso. na indústria têxtil. utilizados na fabricação de explosivos. em geral. 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. Atualizado em 04/01/2011 . do couro. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca.. hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS.Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. etc. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores. 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo. capacidade de aglutinação em presença de água. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis.99 . temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. claridade da solução e do gel. em geral. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta. etc. soda cáustica). acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. de tipo apropriado. às vezes. na indústria das tintas. expresso em dextrose. Às vezes. sacos de papel. por exemplo. Utilizam-se. 3506. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina. não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura. do papel ou semelhantes (posição 38. sobre matéria seca. Este grupo compreende as colas e outros adesivos. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg. 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. Estes produtos são utilizados na fabricação de papel.06 . bem como nas indústrias têxtil. contendo pequenas quantidades de caulim.10 . de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. entre os amidos e féculas esterificados.06). como pó para luvas cirúrgicas. com os nomes de "goma" e british gum. os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido.COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS..08). podem mesmo consistir. superior a 10% (posição 17. preparados da parte B) abaixo. caixas de cartão. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento. São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. junta-se um pincel. 5) Os outros amidos e féculas modificados. latas ou bisnagas metálicas. com peso líquido não superior a 1 kg. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel.Adesivos à base de polímeros das posições 39. do papel ou metalúrgica.Outros: 3506. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos. como colas. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó. d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS.

não perfurados. cargas inertes. e comprimento superior a 30m 3702... DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS.Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702.02). Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam..Outros: 3701. b) Os produtos tais como: visco (posição 13.9 .De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 .51 ..43 . 3701.32 .De largura superior a 16mm.55 .54 .De largura superior a 16mm.De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.13 (Capítulo 39 ou posição 32. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35. MESMO EM CARTUCHOS.02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS. as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39.4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702. agentes de vulcanização e resinas. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas.41 .01 a 39.. de largura superior a 105mm: 3702. Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38. contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702. 37.30 .Outros 3702. SENSIBILIZADOS...91 .53 .. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.42 .10 .39).52 .Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. NÃO IMPRESSIONADOS. e comprimento não superior a 30m.. solventes.39 .De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m. mas não superior a 35mm.. Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima.De largura superior a 105mm. para diapositivos 3702. exceto para diapositivos 3702. SENSIBILIZADOS. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras. EM ROLOS. que em certos países por vezes se chamam "colas".03) e as colas à base de amidos ou de féculas.Outros 37.01 a 39. mas não superior a 610mm 3702. Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS. as colas de origem animal (posição 35. de largura não superior a 105mm: 3702.05). independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga.9 .Para raios X 3701. caseinato de cálcio (posição 35. FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS. FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados.Para fotografia a cores (policromos) 3701. NÃO IMPRESSIONADOS. e comprimento não superior a 30m.Para raios X 3702.3 . mas não superior a 35mm. dextrina (posição 35.De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702.14. silicatos não misturados (posição 28. exceto para fotografia a cores 3702. solventes orgânicos. para fotografia a cores (policromos) 3702.56 . 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha.De largura superior a 16mm.13 que. EM ROLOS.4 ..Para fotografia a cores (policromos) 3702.24)..01).99 .Outros: 3702.01). classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos. por exemplo). DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. 3702.De largura superior a 35mm 3702.). etc.Outros.44 .Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701.De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38..08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40). seja no estado em que se encontram. seja após transformação.31 .. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35. NÃO IMPRESSIONADOS. plastificantes.05).Outros filmes.01 CHAPAS E FILMES PLANOS. SENSIBILIZADOS.10 . pigmentos.Outros filmes. não perfurados.. que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39..91 . para fotografia a cores (policromos): 3702.5 . DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.20 . mas não superior a 35mm. NÃO IMPRESSIONADOS. FOTOGRÁFICOS. sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos.20 .Outros filmes.

sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade. os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. 2) Em radiografia. como negativos. 16.02). do cartão ou dos têxteis. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas.02). cartão ou têxteis (negativo). reprodução fotomecânica ou para usos especiais. para processos de impressão fotomecânica. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. quer por um invólucro apropriado. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces. Pelo contrário. sensibilizados. todavia.23). mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível. sendo as suas larguras normais de 35. etc. 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. 9 1/2 ou 8 mm. cartões ou têxteis. Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. fotocromotipografia. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada.94 3702. às vezes. que se utilizam. Atualizado em 04/01/2011 . consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose. O suporte é flexível. As fitas e filmes.3702. em rolos. b) Os filmes sensibilizados. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. Esta posição não compreende os papéis.93 3702. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição. São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens. e comprimento superior a 30m . tal como acetato de celulose. de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico. em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais.95 . c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo). mas não superior a 35mm. de matérias diferentes do papel. sensibilizados mas não impressionados. de matérias diferentes do papel. Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37.. pode também ser de metal ou de pedra. A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador. etc. Podem ser de qualquer matéria. b) Os filmes não sensibilizados. como as chapas da posição 37. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é.01. acetato de celulose. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. e que estão incluídos na posição 37. fotomicrografia. Estes artigos utilizam-se para fins variados. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas.01). fotografia de raios cósmicos.03). do cartão ou dos têxteis. incluída a dentária. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. heliogravura. antes da exposição. geralmente.De largura superior a 16mm. de vidro. B) Os filmes fotográficos planos. permitindo obter.. são excluídos (posição 37.). fotocolografia. Neste caso.. de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. não planas). fotografias positivas acabadas. não são. Algumas chapas. sejam utilizadas em processos de impressão. astronomia. apresentados em rolos. do cartão e dos têxteis (posição 37. papel. que depois de terem sido impressionadas e reveladas. para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos. ou por outro modo de acondicionamento.01). Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens. instantaneamente. sensibilizados e não impressionados. são quase sempre sensibilizados nas duas faces. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios. os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.03. Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos. sensibilizados mas não impressionados. Abrange igualmente filmes planos. estão excluídos (posição 37. e comprimento não superior a 30m . fotográficos. em rolos. mas não gravados (posição 85. Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza). mas não superior a 35mm. de plásticos (Capítulo 39). sensibilizados.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. Estes artefatos utilizam-se. Todavia. recobertas de uma emulsão. fotografia aérea. por exemplo). Estas chapas e filmes planos (isto é. B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. em rolos (posição 37. 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia.De largura superior a 16mm. Algumas dessas chapas devem. não impressionados.

elevada. por exemplo). hulha.42). A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes).Outros A. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações. Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados. também se designam por diapositivos.CARVÕES ATIVADOS. turfa.Para reprodução ofsete . empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. às vezes. estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. e que devem ser classificados na posição 37. Embora tenham uma densidade de carga elétrica.). em geral.10 . em pó fino.CARVÕES ATIVADOS. adsorção de gás ou de umidade.20 3705. b) Os papéis. revelados. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície. Assim. mineral ou de outra origem (carvão de madeira. de catálise ou de permuta iônica. Em contrapartida. Atualizado em 04/01/2011 . e as restantes tramas obtidas fotograficamente. químico. etc.). Sob forma granular. Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes. Esta posição compreende os positivos e negativos. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. não são descorantes. a formação de cargas superficiais. cartões e têxteis.10 3705.90 CHAPAS E FILMES.) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides. linhita. quando se trate de filmes perfurados.05 3705.Outros Esta posição abrange.Carvões ativados 3802. tais como descoramento. antracita.. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. azeite. obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal. produtos farmacêuticos. os positivos. EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS. permuta iônica. conseqüentemente. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico. II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos. fotográficos. por tratamento químico ou térmico. filtração. resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente.Microfilmes .06. extração de benzol do gás de hulha. IMPRESSIONADOS E REVELADOS. quando impressionados e revelados.90 . prontas a serem utilizadas (posição 84. Os produtos desta natureza obtêm-se. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. Em geral. de deformações da rede.02 . por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química). quando em suspensão na água. de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases). Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos). etc. Normalmente. NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. que transmitem ao produto a atividade de adsorção química. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco. etc. bauxita. 38. em virtude de sua transparência. as chapas e filmes das posições 37. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado. utilizadas nas artes gráficas. etc.01 e 37. etc. depuração da água.) em presença de vapor de água. a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila.). facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes.37. 3802. no caso das substâncias cristalinas. . de coco. vinhos. em geral. Entre os produtos compreendidos nesta posição. FOTOGRÁFICOS. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado. desde que. tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos). Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados. glicose. catálise.02. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química). que possuem numerosos pontos formando um quadriculado. Os carvões ativados.

03 ou 30. conservando. seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. etc.24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. como pigmento preto.. ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL. consoante a sua utilização. Estas terras são selecionadas. b) Os produtos químicos ativados. d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico. c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes.42 ou. em virtude do seu elevado poder de intumescimento. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. exclui-se (posição 25. secas e trituradas.05 . É um descorante muito empregado em numerosas indústrias. da glicose. de chifre.000°C ou mais). nopineno ou beta-pineno. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis. depois de uma primeira trituração. especialmente.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. descalcificadas pelos ácidos. em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal).24). tais como a alumina ativada (posição 28. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado. 38. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . B. 4) A bauxita ativada. particularmente na do açúcar. ou mesmo em pasta.Óleo de pinho 3805. às vezes. em grãos. e. caso contenham aglutinantes. e) A perlita expandida. o gel de sílica ativado (posições 28.07). de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. a partir de ossos previamente desengordurados. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. 2) Algumas rochas vulcânicas. 3) O negro de marfim.15). usam-se sobretudo para descoramento de óleos.b) As matérias minerais naturais ativadas. tais como as perlitas. são emulsificantes. sofrem um choque térmico numa chama. tais como: 1) A diatomita ativada. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS. especialmente). que se empregam.ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA. de carapaças de tartaruga. de sódio. posição 38. É um produto de cor negra. parece constituída por lamelas muito delgadas. Ativadas por um ácido. transparentes e de superfície curva. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. Todavia. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. de limpeza e. muito leve. de origem mineral. por meio de um agente alcalino ou ácido. por exemplo. selecionadas. emprega-se principalmente como catalisador.10 . Apresenta-se em pó. em seguida. etc. etc. 3805.12). Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). automóveis. Também se usa. em peso). obtido por calcinação de desperdícios de marfim.20 . (posição 33.) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. que. etc. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%. gorduras ou ceras. de galhadas. a temperatura elevada (1. DIPENTENO EM BRUTO. para descrever certos tipos de negro de ossos). agentes de suspensão e aglomerantes. consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante. para filtração de águas. nas indústrias do açúcar. poroso. de cor preta. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). Ativadas por um agente alcalino. para a fabricação de produtos de polimento. limoneno. 2) O negro de sangue. 3) As argilas e as terras ativadas. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e.90 . 4) Os negros de couro. tais como cloreto ou carbonato. vegetal ou animal. aveludada. calcinadas em presença de agentes sinterizantes. ativadas. essencialmente.24). neste caso.11 ou 38. os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. de cascos.Outros Esta posição abrange. na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas.06). caso em que essa proporção é muito mais elevada. no tratamento de bebidas. Estas duas categorias de produtos. em pedaços.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado.Essências de terebintina. trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. agente desidratante ou descorante. de densidade aparente muito fraca.18). utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. Examinada ao microscópio. que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68. a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

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Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

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Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

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Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

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1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

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f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

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2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo. matérias corantes sintéticas da posição 32. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho. A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26. Todavia. para fins de classificação dos materiais de referência certificados. dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento. por vezes ativado. densidade. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta. etc. carbono. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. etc. As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis. Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. são exemplos de "catalisadores em suporte". em certos casos. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006.06. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias. A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte. Trata-se. quer por misturas à base de substâncias ativas.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71.12). por exemplo. Como exemplo destes kits. como tal ou sob a forma de compostos. no campo. de mais de um constituinte. por exemplo).04 ou qualquer outra substância que. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio). Os metais mais utilizados. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. científicos ou industriais. Não se incluem. é. na maior parte dos casos.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815. a domicílio. porém. excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos. o alquilítio). os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30. quer na forma de uma preparação e são compostos. que se apresentem sob as formas de pó muito fino. são o cobalto. Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos. Atualizado em 04/01/2011 . e aqueles à base de enzimas. em hospitais. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico.02. os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30.02 ou da posição 30.Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. O suporte. em suporte. geralmente. apresentada isoladamente. veterinários. os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. misturas redox. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas. de cetonas na urina. platina. de alguns metais.. naturais ou sintéticos. c) materiais. Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas. molibdênio.30). (Seções XIV ou XV). MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE.06. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar. cobre e o zinco. em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte").22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS. por exemplo). MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. os papéis indicadores de pH.12). avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. por exemplo). Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. Estas preparações incluem-se. neste último caso. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas.02 OU 30.06 (por exemplo. cromo..90 . por exemplo). gel de sílica. Eles podem ter.22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. Ela inclui também os materiais de referência certificados.Outros 3815.12 . Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos. óxidos metálicos. Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos. água. na indústria. Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. b) Os compostos de constituição química definida. 38. a posição 38. em geral. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. níquel. constituído por alumina. plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol. Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. paládio.19 . seria classificada em outra posição. apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29)..3815. biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. ou. de tela metálica.

misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824. mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28.Carbonetos metálicos não aglomerados.09. por exemplo. dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano.60 . quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos..02 e dos sais das posições 28. cobalto).04. Incluem-se aqui. quer. e de substâncias alimentícias. argamassas ou concretos (betões) 3824. cobalto. manganês. exceto o da subposição 2905.46. beneficiadores de panificação. para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82.Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição. abaixo). alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais.71 .Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824. seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824. Atualizado em 04/01/2011 . de molibdênio.90 . 38. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas. Trata-se de preparações que. os naftenatos de cálcio.46 (ver a Nota 1 da Seção VI). por exemplo. excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes.79 . PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS).30 . 3824.20 . não refratários 3824. que se consideram preparações da presente posição).40 . Desde que não contrariem as disposições acima. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio. d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38. cromo e de chumbo. alumínio. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+). compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32.. As preparações aqui referidas podem ser também compostas.50 .AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição. óleo de linhaça.Outras 3824. B. com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34. ao passo que. c) Matérias corantes da posição 32. colofônia). melaço ou de polímeros do Capítulo 39.43 a 28.21). (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. ou outras substâncias com valor nutritivo.) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. etc. classificam-se na posição 35. etc.Outros Esta posição abrange: A.Ácidos naftênicos. por exemplo). quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. o número 23). Todavia.24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824.06. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. misturadas com areias de moldação..10 . em soluções. quer como componentes desses alimentos.PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7. mucilagens vegetais. As preparações (químicas ou de outra natureza). zinco. quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares). por produtos químicos (o que constitui o caso geral). e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas. consistem. geralmente. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente. bário. Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são. Contudo.Aditivos preparados para cimentos.Argamassas e concretos (betões). podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais. incluem-se na posição 21.Sorbitol.43 a 28. por vezes. salvo raras exceções.Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824. total ou parcialmente.44 3824. ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). 19 e 31)..05. quer preparados especialmente. dextrina. à base de produtos resinosos naturais (por exemplo.7 . Estes produtos.

5 g ou mais. na posição 34. contendo outros polióis. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa.01. cosméticos. argamassas ou concreto (betão). Atualizado em 04/01/2011 .04 (cristais de cloreto de potássio). alcatrão de ossos). 8) Os sulfonatos de petróleo. de cheiro fétido. que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. Pode empregar-se um único produto (por exemplo. 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes. 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos. com exceção daquelas contendo aglutinantes. em tinturaria. na posição 25. ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. nas indústrias têxteis.04. Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente.01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29. cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco). por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio. geralmente. Quando se juntam às águas duras. fotocópias. São compostos insolúveis que. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas. as preparações à base de óxido de cálcio. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo. Neste último caso. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos.) cujo peso unitário é de 2. Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di. produtos alimentícios. em lavanderias. manuscritos. por exemplo. São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida. em latas ou em forma de canetas. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão). 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras.14. um pincel. excluído o da posição 29.e polissacarídeos. à base de bário. Todavia. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio. exceto os polímeros do Capítulo 39.04. um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. etc. cloretos de potássio ou de sódio. por exemplo. Além de outros usos. contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio. por exemplo. possui um pincel). tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas.42). Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. são todavia excluídas (posição 28. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas. tais como os de metais alcalinos. em pastilhas. na maior parte das vezes.3) Os aditivos preparados para cimentos. matérias taninosas. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho. As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não). por meio de reação reversível. por exemplo. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38. obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. não refratários.05. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. brometo de potássio. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio. produtos farmacêuticos. Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. que se obtêm durante a retificação das fleumas. Estes compostos apresentam-se. para este uso. 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. tri-. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia.04. trocam. contidos em frascos pequenos. etc. 4) As argamassas e o concreto (betão). etc. 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. di. acondicionados para venda a retalho. um dos quais.07 ou. e tetra(oxietileno) glicol.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol.. matérias têxteis). É um líquido negrusco e muito viscoso. por exemplo. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas.02. ácidos graxos (gordos*).5 g classificam-se no Capítulo 28. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido. misturas de di-. por exemplo. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia. pela ação do ácido sulfúrico. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. 11) As misturas de mono-.05. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). insolúveis em água. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. 18) Os compostos absorventes. zircônio. bromoiodeto de potássio. cuja tampa tem. 12) Os óleos fúsel. as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio. 5) O sorbitol. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. incluem-se na posição 34. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos. postos em contato com uma solução eletrolítica. utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. 6) As misturas de carboneto de cálcio. empregadas como emulsionantes de gorduras. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. de amônio ou de etanolaminas. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido. etc. quando apresentem características de ceras artificiais. por exemplo. sem qualquer processo de separação. quando mergulhado em água. plásticos. aglutinantes e solventes. folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. muitas vezes. etc.

b) O titanato de bário. São artigos de pequenas dimensões. tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. em alguns casos. misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. e de substâncias. por exemplo. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos. em peso. de ácido fosfórico. antibióticos). musgo-da-irlanda ou albumina de ovo. depois de ter sido misturado com água.06. cortados. ardósia. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. calcita. a clorotetraciclina. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. amianto. classificam-se na posição 21.Capítulos 28 ou 29 . a função de pigmentos. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio. no sentido do seu eixo elétrico. que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas. Estes sais. sendo cada partícula revestida. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. geralmente. mica. etc. Permitem assim. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. as tortas alcalinas (cakes alcalinos). Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto. o metaniobato de chumbo. das posições 71.04). carbonato natural de magnésio. por exemplo). 22) As preparações enológicas. abrasivos. etc.). Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. 29) As preparações (por exemplo. e utilizado. Todavia. por fermentação.). A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. Consistem principalmente em misturas à base de caulim. por exemplo. conforme o caso. em submarinos. constituídas por gorduras. etc. Todavia. melhoram a sua qualidade (facilitam. filtração e primeira extração. em uma proporção igual ou superior a 70%. os ortomonofosfatos de amônio.22). 23) Os diluentes compostos para tintas.07). a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. geralmente de forma piramidal. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. utilizadas para fins edulcorantes.14. que se obtêm por meio de microrganismos. a dispersão dos pigmentos corantes). por exemplo. de césio e os cristais mistos destes últimos. 28) As preparações antiferrugem.03 ou 71. mais de 70% de substâncias ativas. de uma película hidrófuga de ácido esteárico. dolomita. que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina).07. mesmo contendo 70% ou mais.. por exemplo. dentes artificiais). 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. para fabricação de essência do Oriente. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. o zircotitanato de chumbo. cimento.10 ou 34. ainda. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. em razão do guanino que contém. como pasta para modelar. tais como cola de peixes. excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. 31) Alguns elementos não montados. Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. em uma proporção de 10% a 15%. contendo éter diétilico e óleos de petróleo. e que. etc. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham. 30) Os sais para salga. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base. o titanato de cálcio. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas. que atuam quimicamente para evitar a ferrugem. cristais cultivados de alta qualidade. 26) A cal sodada. apresentados isoladamente. constituídos por um micélio inativo. especialmente. neste caso. gesso.03. quartzo e de feldspato. além de outros elementos. 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina. caso contrário.Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). por tratamento especial. sulfato natural de bário. que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação.desde que constituam compostos de constituição química definida. que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura. 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio. Atualizado em 04/01/2011 . utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. de rubídio.. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. o tartarato de etilenodiamina. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos. As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência. Podem obter-se talhando com precisão. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. talco. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. cola e cré. após refinação. etc. por exemplo. para controle da temperatura dos fornos. auxiliares de filtração e. gelatina. a ser utilizada. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. para fins anestésicos. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. quando adicionados de açúcar. não contendo. classificam-se na presente posição. comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais. que não sejam substâncias alimentícias. a turmalina. em peso. etc. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. Trata-se de preparações à base.

42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos).) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras. 3º) Esterificados por álcool amílico. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27. consistindo em produtos classificados quer em posições distintas. cosméticos. Os produtos misturados contendo. tambores. para a fabricação de mós abrasivas. . Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil.79 As subposições 3824.06.Outros 3905.). de carbono e ácido bórico.Mistura de argila.40) Os produtos gelificantes. b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som.Mistura de diversas argilas e de feldspato. quer numa mesma posição do Capítulo 25. dispersões de polímeros de vinila. DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84. etc.71 e 3824. quer se apresentem em massa (caixas. glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA. tais como as terras de transplante. vernizes.2 . da posição 38. ceras. 3905. os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação. tal como o benzeno.Em dispersão aquosa 3905. 2º) Trimerizados. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . dextrina.12 . mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto). utilizadas para reproduções gráficas. Estas pastas classificam-se aqui. janeiro de 2006 ..43.Poli(acetato de vinila): 3905. na indústria do papel.Public. EM FORMAS PRIMÁRIAS. EM FORMAS PRIMÁRIAS. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas. consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas.03). mástiques. .19 . Subposições 3824. 47) As pastas à base de gelatina.Mistura de argila. 39. comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo". de feldspato e de silicato de sódio. ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA.71 e 3824. utilizado na fabricação de placas de acumuladores. preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. da posição 68.12. areias. etc. (Atualização nº 9. em peso.79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado. sulfato de bário para as pastas de cópia. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão. A composição destas pastas é variável.Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 . de constituição química não definida. Excluem-se.1 . pela Instr.Mistura de diversas argilas. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. todavia. sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam. da posição 68. de couros ou indústrias semelhantes. 43) O produto em pó.. as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27. SRF nº 612.10. Norm.05 . adesivos. em rolos de impressão e para usos semelhantes. 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes. depois de epoxidados. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. Nota Explicativa de Subposições. . fósforo ou potássio. etc.09. 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. argilas). em proporções variáveis.

pás para bombas e ventiladores.Poli(álcool vinílico). dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros.04. Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído. mais exatamente. Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39. São geralmente utilizados na preparação de lacas. EM FORMAS PRIMÁRIAS.10 .. utilizados como colóides protetores. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES. Atualizado em 04/01/2011 .Poli(tereftalato de etileno) 3907.21 . adesivos. não servem para a fabricação de artefatos. segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados. OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS.Outros poliésteres: 3907.Poli(ácido láctico) 3907. etc. adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis. ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído.Outros 3905.Outros poliéteres 3907. utilizado na fabricação de peças mecânicas.POLIACETAIS. As cetonas polivinílicas. etc.70 . o polímero mais importante.99 . As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior. onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão.91 .29 . Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila). ver as Considerações Gerais do presente Capítulo.Policarbonatos 3907. bem como em têxteis. como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano. utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila. RESINAS ALQUÍDICAS. sendo o PPO. 39.05. Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol). etc.3905.99 .Resinas alquídicas 3907.20 .9 .40 .Em dispersão aquosa 3905. portanto.30 . POLICARBONATOS.60 . dos quais o poli(acetato de vinila) é.Outros: 3905. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos. acessórios de canalização..91 . O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila). e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero.11).Não saturados 3907.Poliacetais 3907. EM FORMAS PRIMÁRIAS.07 .9 .05.. Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39. podem-se citar os éteres polivinílicos.Resinas epóxidas 3907.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído. painéis de bordo para veículos automóveis.Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39. Entre os outros polímeros vinílicos.. de longe.50 . glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero. aglutinantes e espessantes de tintas.Copolímeros 3905. saltos para calçados.30 . puxadores de portas. O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes. cobertores e vestuário. Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X . cames. No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros). tal como os poliacetais. por serem excessivamente macios e elásticos. São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão. tintas. Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos. brinquedos mecânicos.. de produtos farmacêuticos e de cosméticos. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou. onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio. nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero. poli(oxidimetilfenileno). nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero. e o polioxipropileno.. As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos. excluídas (posição 39. 3907. mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905. em geral o formaldeído.

Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. etc.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído.3-epoxipropano) com bisfenol A (4. resinas de tiouréia . termorrígidos. por exemplo. aprestos para têxteis. que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. por exemplo. ácido maléico ou ácido fumárico. c) O poli(tereftalato de etileno) (PET). por exemplo. por exemplo.Resinas uréicas. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. Entre os poliésteres saturados. geralmente. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. por adição de um composto aminado. ácidos graxos (gordos*).Outras resinas amínicas . fitas para gravações magnéticas.06. etc. modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico. utensílios de mesa. . São utilizados como adesivos de estratificação. artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida.10 3909. os açúcares. por condensação de epicloridrina (1-cloro-2. tais como. garrafas para sucos de frutas. pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico. o suco de beterraba sacarina. A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). obtidos a partir de um ácido não saturado. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais.18. álcoois ou outros polímeros sintéticos). tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. utilizam-se como colas. de aparência opaca.4-isopropilidenodifenol). que podem ser não saturados ou saturados. resinas de fundição ou de moldagem. d) O poli(ácido láctico). ver as Considerações Gerais deste Capítulo. citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico. e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila. 39.50 RESINAS AMÍNICAS. RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d). translúcido ou colorido e com brilho notável. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças. e) Os outros poliésteres. Empregam-se como revestimento de superfícies. os melaços. É um polímero obtido.Resinas melamínicas . são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. o soro de leite ou os amidos). ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados. em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais. exclusão b). furfurol ou outros). O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final. para a classificação das colas). adesivos. materiais de embalagem e materiais para uso médico.30 3909. os licores de sulfito. abaixo). nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero. conhecido igualmente como polilactido. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos.09 3909.20 3909. Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. revestimentos. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo). 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono. Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método.40 3909. Normalmente.Resinas fenólicas . vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas. As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol. oftalato de dialila. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos.3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos. por exemplo. Estes produtos. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. EM FORMAS PRIMÁRIAS. é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo.05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39. um ácido ou um anidrido orgânico. Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente. abaixo). são muito empregadas para moldação. Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses.

utilizam-se.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. acetaldeído. pela Instr.escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. igualmente. para preparação de vernizes ou de pós de moldação. os poliésterpolióis.Tubos rígidos: 3917. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). sólido) e compreendem.. o l. as resitas. de álcoois. (Atualização nº 6. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos. principalmente. pastoso. Norm. xilenol. durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. produtos líquidos. notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27. vernizes.10 .03. 2) As resinas de silicones empregam-se. de 03/08/2004 . os óleos de silicones. e os indutos e revestimentos. de óleos vegetais.14. as gorduras de silicones. b) As resinas fenólicas termorrígidas. geralmente. tais como o formaldeído. compostos de moldação e como fibras. por fim.De polímeros de etileno 3917. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos). etc. contudo.. tubos ou varetas ou outros artigos. UNIÕES). de 03/08/2004 . entre outros. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. SRF nº 509. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes. d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a).11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo. DE PLÁSTICOS. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos. DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). JUNTAS.) ou de fenóis substituídos com aldeídos. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. como revestimentos ou como produtos de impregnação.16 a 39. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros.10 ou 34. que se classificam. 3) Os elastômeros de silicones. produtos de impregnação. pela Instr. COTOVELOS. Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones. Norm. tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. como produtos de impregnação hidrófobos. (Atualização nº 6. SRF nº 509.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS. obtidas em meio alcalino. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. como antiespumantes. principalmente. a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido. modificados por adição de resinas naturais (colofônia. dá a função isocianato livres.21 .26. como dielétricos. geralmente.22 .02). pela Instr. amilfenol. Deve. na fabricação de vernizes. na preparação de vernizes.De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 . 3917. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40. São muito estáveis. folhas. resistentes a temperaturas altas ou baixas.. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas. quando a reação está completamente terminada. resistentes a altas temperaturas. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. de moldações flexíveis. 39. principalmente. amianto e mica).Public.Public.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917. etc.2 . dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. como por exemplo o óleo de rícino. Pertencem. Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. nas posições 39. o diisocianato de tolueno). preparadas a partir do butilfenol. 39. Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas. os resitóis. Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). depois. os elastômeros. na fabricação de estratificados. reagindo em seguida com fosgênio e calor. b) e c). associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. SRF nº 509. É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente).). etc. Norm. que se empregam como pós de moldação. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol. etc.17 .4-butano-diol. como produtos desmoldantes. bem como na encapsulação elétrica. estas resinas empregam-se. Utilizam-se. Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes.Public. furfurol. acima. São também utilizados como adesivos. A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias. FLANGES. os poliéter-polióis. (Atualização nº 6. etc. de 03/08/2004 . O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. semifluído.

fusos. com acessórios 3917.40 . não reforçados com outras matérias. CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES. engradados.3 .90 .Caixas.90 . Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias.Outros tubos: 3917. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS. nem associados de outra forma com outras matérias.2 . tampas. nem associados de outra forma com outras matérias. retangular (de comprimento não superior a 1. DE PLÁSTICOS. Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII). Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo.Rolhas. com exclusão dos revestimentos de pavimentos. DE PLÁSTICOS. os cartuchos e sacos de lixo).De polímeros de cloreto de vinila 3918. Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48. garrafas e frascos.Em rolos de largura não superior a 20cm 3919. Todavia. à temperatura ambiente.50 . 3919. DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO. ROLHAS. desde que apresentem seção transversal interna redonda.18 .. A segunda parte da posição. abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos. FOLHAS.14. 3918.18. bidões. cotovelos. em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. carretéis e suportes semelhantes 3923. tambores. TIRAS.23 .De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos. oval. não reforçados com outras matérias.29 .Bobinas.23 .90 . PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS. 39.5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular.. sacos (incluídos os de pequeno porte. FITAS. Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII). AUTO-ADESIVAS. de plásticos combinados com outras matérias.CHAPAS.De polímeros de cloreto de vinila 3917.29 . engradados e artigos semelhantes 3923. o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão. DE PLÁSTICOS.Garrafões. DE PLÁSTICOS. caixotes. garrafões. caixotes. 39. juntas.32 . DE PLÁSTICOS. podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas. entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos.Sacos de quaisquer dimensões.21 . mesmo em rolos. (No que respeita à classificação dos tubos.Outros.Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição...10 .19 .. sem acessórios 3917.Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo.40 .Outros. etc. frascos e artigos semelhantes 3923.10 .3917.. MESMO AUTO-ADESIVOS.REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS).De outros plásticos 3923.30 ..ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM.6MPa 3917. e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos. de parede ou de teto da posição 39.33 . 39. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923.Outros 3917. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). 3923. EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS.. incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis.10 . Atualizado em 04/01/2011 .Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo.De polímeros de etileno 3923. flanges). bolsas e cartuchos: 3923. sem umidificação ou qualquer outra adição. cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo. Entre eles. garrafas.Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27. isto é.31 ..39 . MESMO EM ROLOS. TAMPAS. que. são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão.De outros plásticos 3917.

especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico. toalhas de mesa.Guarnições para móveis. cuvetas. (Atualização nº 5. para se obter a dimensão e forma desejadas. incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios.. molheiras. cântaros de cozinha. 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação.10 .30 3926. 4) As capas. regadores.Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições.). 2º) os esboços de garrafas de plástico. caixas para cozinha (para farinha. DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede. de 09/02/2004 .10 3926. compoteiras. mesmo que. estojos escolares. garfos e colheres. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas.02. por vezes. da presente posição certos artigos de uso doméstico.01 A 39.90 .Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924.Artigos de escritório e artigos escolares . etc. estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho). pastas para documentos.05.A este respeito. mesmo que possam ser. porta-caixa-de-fósforos. penicos.SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. especiarias. utilizados para esse fim (posição 39. Atualizado em 04/01/2011 . etc. descansos de travessas. porta-facas.Estatuetas e outros objetos de ornamentação . espátulas (corta-papéis). travessas e bandejas de qualquer espécie. patinhos (papagaios ou compadres).14. 2) As guarnições para móveis. DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. 39. SRF nº 509.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas.26 3926.). espongeiras. canecos e copázios para cerveja. tampas. terrinas. que são produtos intermediários de forma tubular. rolos para estender massa. os recipientes classificados na posição 42. frutas. recipientes próprios para lavagem dos olhos. carretéis. bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63. saleiros. leiteiras. capas de proteção para móveis. manteigueiras. de terrinas etc. Norm. cortinas.24). por vezes. cestos (para pão. escarradeiras. sejam utilizados para esse fim. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas. entre outros. D) Por último. entre os artigos de higiene ou de toucador. argolas de guardanapos. as saboneteiras. para gorduras.23). etc. etc. Os capuzes amovíveis. os bicos para mamadeiras e as dedeiras. devendo a parte abaixo da rosca ser transformada.90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39. escumadeiras. conchas. irrigadores. pregos. porta-rolos-de-papel-higiênico. de plásticos.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café. c) As rolhas. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). galheteiros. Excluem-se. cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39. as "tinas" para duchas. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. oveiros. 3924. coberturas. incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes). de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. estão compreendidos na presente posição. 39. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada. tais como aventais. 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*). Pelo contrário.40 3926. cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes. etc. recipientes graduados para cozinha. cestas de lixo.20 3926.). saladeiras.25). babadouros. carroçarias ou semelhantes. funis. mostardeiras. carroçarias ou semelhantes . mitenes e semelhantes) . porta-escovas-de-dentes. Todavia. posteriormente.Public. pasta para papéis. açucareiros. por meio de parafusos. lavabos (toucadores*) ou cozinhas. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos. cintos. canelas e suportes semelhantes. fusos. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes. bules para café e chá. São incluídos aqui. para salga. pela Instr. petisqueiras. DE PLÁSTICOS.01 a 39. marcadores de livros. facas. baldes de toucador.14. xícaras (chávenas). mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. toldos. C) Entre os artigos de economia doméstica. potes para doces. . quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam.24 . de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. os pratos. os cinzeiros. comadres (aparadeiras). b) As bobinas.

exterior ou interiormente. e seus acessórios. pela Instr.21 . de transmissão ou para elevadores. uniões) permanecem classificados na presente posição. de uso geral.. Norm. uma espiral de fio metálico.Sem acessórios 4009. de matérias têxteis. Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. (Atualização nº 5.19 . DOU 15/02/2005 .itens acima renumerados) 40. UNIÕES).3 .Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida. apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral. MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO.12 . revestidas. de 09/02/2004 Public. estriadas.Public. “pêras” para lavagem intestinal.Sem acessórios 4009. contas. 11) As chupetas.Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010.11 .90 – Destaque da NCM 34).3 . e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas.09. cotovelos. Norm. de transmissão ou para elevadores. impregnadas. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo).Correias de transmissão sem fim. 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39... algarismos e letras. juntas. cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha.Sem acessórios 4009. facas. por exemplo. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas. SRF nº 509.. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão.. de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados.2 .. Alem disso. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 . FLANGES. de plástico ou estratificadas com plástico. 4009. que se classificam na Seção XI (por exemplo. as bolsas para gelo. 7) As correias transportadoras. salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo. podem também possuir. de seção trapezoidal. 40. etc..). ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união. de qualquer espécie.10 . as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem. as ampolas para seringas. Estes tubos classificam-se na posição 59.Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009. sem fim. COTOVELOS. os preservativos.Com acessórios 4009.32 ..42 .14. recobertas. esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis. sem fim. posição 59. pela Instr. bolsas para colostomia. As correias transportadoras. denominados "tubos tecidos". comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar).Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009. porta-etiquetas. cabos (de ferramentas. garfos.Sem acessórios 4009.90.09 .Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009.Correias de transmissão: 4010. Seção XVI).6) Os parafusos.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. arruelas (anilhas*) e artefatos análogos. 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. ganchos de suspensão. "vidros" para relógios.41 .02).. JUNTAS.31 . 4010.Correias transportadoras: 4010. ou de fios metálicos imersos na borracha. os sacos irrigadores.12 . Além disso.22 .Com acessórios 4009. (Atualização nº 5. desde que conservem a característica de tubos. ponteiras para pés de móveis.. porcas. os pessários.Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009. Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo. Pelo contrário. cantos para malas.1 .1 .31 . cortados em comprimentos determinados ou não.. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42.. de 09/02/2004 . SRF nº 509.Com acessórios 4009. mesmo que não se encontrem montadas.Outras 4010. DE BORRACHA VULCANIZADA. estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil.11 .10). flanges.4 .Reforçadas apenas com metal 4010. dispositivos intra-uterinos – DIU (3926.TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.

não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. mas não superior a 180cm 4010. com uma circunferência externa superior a 180cm. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura.. sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada.33 . trapezoidal. As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal. Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas. etc.20 ..). síncronas. tecidos de malha.Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 . etc.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011. exceto as de orientação longitudinal.externa superior a 60cm. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas). **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar. estriadas. 4011.39 .34 . 40. de seção trapezoidal. mas não superior a 240cm 4010. As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal.Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011. de seção trapezoidal. mesmo que não se encontrem montadas. Seção XVI).Correias de transmissão sem fim. mas não superior a 240cm 4010. circular. como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade. com uma circunferência externa superior a 180cm.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+). revestidos.36 . Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia.Correias de transmissão sem fim. não estriadas. As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias. As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados. classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo. em geral.10 .32 .30 . não estriadas. ou por cabos ou tiras de aço. mas não superior a 180cm 4010. síncronas. de tecido impregnado. formada por várias camadas de tecido. com uma circunferência externa superior a 60cm. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica.Correias de transmissão sem fim. de seção trapezoidal. Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação.Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais.11 .. A seção destas correias pode ser retangular. com uma circunferência externa superior a 60cm..Correias de transmissão sem fim. são constituídas por uma carcaça. mas não superior a 198cm 4010. mantas de fios têxteis paralelizados. O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal. recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo). As caneluras e ranhuras. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias. As correias. com uma circunferência externa superior a 150cm. inclui ainda as correias sem fim. exceto as inteiramente de borracha vulcanizada.. recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados.. mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação.35 .Correias de transmissão sem fim. mas não superior a 150cm 4010.

de móveis. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar. São utilizadas na recapagem de pneumáticos.11. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável.63. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping).20 Na acepção das subposições 4012. bem como as rodas e rodinhas de brinquedos.11.1 . Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39. Atualizado em 04/01/2011 .19 .Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012.Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados.13 e 4012.Pneumáticos usados 4012. Nota Explicativa de Subposições. no todo ou em parte. utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão. 4011.13..PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS.92 4011.94 Para os fins destas subposições. suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim.6 4011. de vagonetes e veículos semelhantes. material de artilharia.61 a 4011..90 . com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. 4012.13 .12. Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios. incluindo. por exemplo. 40.94 . 4011. DE BORRACHA. Os protetores ocos.61 4011.4011.62 --- 4011.04). uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco. 4012. 4012.69 4011. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40. São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos.93 e 4011. DE BORRACHA (+).62.19 e 4012. 4012.. As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado. que possuem um volume de ar estanque. de máquinas.99 .63 .4011.50 4011.20 . Notas Explicativas de Subposições.4011.19.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012. a região baixa do pneumático). rodas e rodinhas de brinquedos.. a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração.Pneumáticos recauchutados: 4012.12 .40 4011.12 .69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011. que se apresentam na forma de anéis.- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros. etc. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. 4012. Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar. 4012. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. PROTETORES. por exemplo. Subposições 4011.93 ---- 4011.11 . BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS".12.9 4011.Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012. Subposições 4012. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie.Outros 4012.

19 ou pneumáticos usados da subposição 4012. do Capítulo 65. as cintas. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem. impregnados.12. vaporizadores.11. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados.11 . de proteção para cirurgiões e radiologistas. Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012. 4012. cânulas.Para cirurgia 4015. 2) De tecidos.19. 4012. 40.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013. mamadeiras (biberões*). etc. no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. etc. o vestuário para mergulhadores. escafandristas. sacos para gelo e para água quente.). não endurecida. PARA QUAISQUER USOS (+).11 Atualizado em 04/01/2011 . MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA. reboques ou bicicletas. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012.Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor. esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas. etc. 4012.: 1) Exclusivamente de borracha. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. os aventais. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40.20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar.90 . citam-se: as pelerines.20 .10 . Subposição 4015. dedeiras.20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem.13. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha..Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida). os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. incluídas as toucas de banho. recobertos ou estratificados com borracha.11.13 e 4012.15. sacos para oxigênio. Todavia. por exemplo). empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos.10 . Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões.Luvas.20. 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis. 4013.Outras 4015.11. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40.90 . 40. luvas. Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62).90 . Os pneumáticos das subposições 4012.Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura. os babeadores.12. mitenes e semelhantes). 4015.Preservativos 4014.19 e 4012. mitenes e semelhantes: 4015.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA. ônibus ou caminhões 4013. 4012. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64..12. peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas.14 . tecidos de malha.ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS). chupetas. Nota Explicativa de Subposições. etc.15 .13..Os pneumáticos usados da subposição 4012. feltros e falsos tecidos. tais como: preservativos.1 .19 . 4012. almofadas pneumáticas para doentes. por exemplo.11. por exemplo. 4012.VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS. com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. aventais. o vestuário. 4014. ou de outro modo obtidos. 4012. exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59). 4012.Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada.13 . os espartilhos. revestidos. MITENES E SEMELHANTES). 40.

04. para veículos a motor. Em geral.. recobertos ou estratificados com borracha.92 . batentes para portas. assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI. e suas partes.95 . consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. ou ainda trabalhados de outra forma.Outras: 4016. 9) Os rotores para bombas e os moldes. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha.Juntas. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar.93 . incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40. datadores e semelhantes. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha.08. apresentando uma grande resistência ao rasgamento. 6) Os colchões. as torneiras e válvulas. os descansos de pratos. para atracação de embarcações. 4) As juntas. corte ou desbaste. Atualizado em 04/01/2011 . incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). com os bordos biselados.Defensas. as luvas para máquinas de ordenhar. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. apresentam-se em embalagens esterilizadas. Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos. pastilhas para freios (travões). ij) Os carimbos.Consideram-se luvas para cirurgia. os colchões de água.OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. 11) As chapas. recobertos ou não. e outros artigos do Capítulo 96. h) Os brinquedos. numeradores. um punho. de borracha alveolar. rolhas e desentupidores de ralos. 14) As pequenas ventosas munidas de ganchos.. incluídas as toucas de banho. pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico. tecidos de malha. 4016. de metal comum.9 . bolsas para fumo (tabaco). constituídos por uma armação. d) Os dispositivos de fixação por ventosa. mesmo infláveis (insufláveis*).16 . 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular. 13) Os martelos com cabeça de borracha. mesmo infláveis. gaxetas e semelhantes 4016.Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016. c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes.. e suas partes.08).Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90). impregnados. do Capítulo 95. do Capítulo 65. 40. 3) As borrachas de apagar. feltros e falsos tecidos. para atracação de embarcações 4016. revestidos.. uma alavanca de sucção. 10) Os blocos-amortecedores de borracha. obtidos por moldagem. fabricados por imersão. f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92). g) Os colchões. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40. e os remendos de qualquer outra forma. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40.14 e 63.99 . timbres. algarismos e semelhantes para carimbos.91 . e os discos de borracha (Seção XV).De borracha alveolar 4016. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho). travesseiros e almofadas.Borrachas de apagar 4016. de uso manual. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais. para ciclos.Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos.. jogos e artigos para divertimento e para esportes. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII. e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). letras. por terem sido fresados. torneados. observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59.06). para a reparação de câmaras-de-ar. 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas. reunidos por colagem ou costura. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais. 5) As defensas. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64.94 .. gaxetas e semelhantes. os artigos de espessura muito fina.10 .

incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+).Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. ou de couro envernizado 4202..21 .92 . ou de couro envernizado 4202.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. sacos para transporte de esquis. PORTA-MOEDAS. SACOS DE VIAGEM. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*). de pérolas naturais ou cultivadas. as caixas para escovas. o couro revestido e o couro metalizado. BINÓCULOS. NO TODO OU NA MAIOR PARTE. Para este efeito.... OU RECOBERTOS. metal. de metais folheados ou chapeados de metais preciosos.23). Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil. BOLSAS. MALAS E MALETAS.Baús para viagem (arcas para viagem*). especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. CARTEIRAS. ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS. as bainhas de facas de caça ou de acampamento. BOLSAS DE TOUCADOR.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. malas e maletas. 4202.. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras).. para tíquetes (bilhetes). ESTOJOS PARA FERRAMENTAS. TABAQUEIRAS. os estojos para canetas. INSTRUMENTOS MUSICAIS. entre outros. E ARTEFATOS SEMELHANTES. para charutos. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS. para calçados. OU ARMAS. e artefatos semelhantes: 4202. sacos de ginástica. a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro. INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos.11 . ou de couro envernizado 4202. as cartucheiras.39 . etc. MOCHILAS. CIGARREIRAS. A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído.3 . sacos para a pesca.Outros 4202... os agulheiros. incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. Nesta segunda parte.31 .02 ..Bolsas. os estojos para acessórios de máquinas fotográficas. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*). Estes artigos podem ser flexíveis.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.).Outros 4202. para cachimbos. mas também os recipientes com tampa semelhantes. Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo. SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS.Outras 4202. São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado. Atualizado em 04/01/2011 . DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR. ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. mesmo com tiracolo. o couro envernizado. incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico.. etc.99 . sacos para raquetes de tênis.12 . de pedras preciosas ou semipreciosas. dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira. os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas.Outros: 4202. os estojos para chaves. DE MATÉRIAS TÊXTEIS.1 . com ou sem os seus acessórios. para ferramentas. É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo).Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202. A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria).29 .42. para jóias..Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202. de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho).Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes. os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria. de pedras sintéticas ou reconstituídas. mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. etc. ou devem ser recobertos.19 .BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO. Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos.. na totalidade ou na maior parte. os porta-cartas. ESTOJOS PARA JÓIAS.32 . PORTACARTÕES. a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui.22 .9 . OS ESTOJOS PARA ÓCULOS.Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202. as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis. Todavia. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária.2 .91 . não concebidas para uso prolongado. ou de couro envernizado 4202.

Papel higiênico 4818. porta-moedas.).CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. vidro. em especial. em muitos casos. Subposições 4202.90 . constitui um excelente isolador térmico e acústico. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS. f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm.02). h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. capas para documentos. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES. por aglomeração. embora possam apresentar características de recipientes. não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. 4818.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46. alcatrão. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45. preferencialmente à cortiça natural. a uma temperatura de cerca de 300°C.04. geralmente sob calor e pressão. Mas. etc. tabaqueiras. de mesa Atualizado em 04/01/2011 . Todavia. ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. 45. PARA USOS DOMÉSTICOS. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada. estes últimos para isolamento térmico. EM ROLOS. TOALHAS DE MESA.11. abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. tais como: capas para livros. d) Os artefatos confeccionados com rede.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818. baionetas ou outras armas brancas (posição 93. particularmente. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e. caixas para bombons. a resistência à tração ou à compressão.04 . as carteiras para notas. g) As bainhas de sabres. cola.30 .PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES. se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas.08. blocos.). proteção de tubulações de água quente e vapor.26). por exemplo. c) Os artefatos que. Estes artefatos classificam-se na posição 42. FRALDAS PARA BEBÊS. Além disso.26 ou 73. folhas e tiras. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. gelatina. Notas Explicativas de Subposições.05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias.21. além disso. a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada. que protege a superfície de couro. frascos de cerâmica. e) Os artefatos de bijuteria (posição 71. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos. cilindros maciços. etc. a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e. com ou sem os seus acessórios (em geral.31. e entre outros. da posição 56. jogos. ladrilhos de qualquer formato. VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS.Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada. 4202. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM). Subposições 4202.Cubos.18 . 4202.. chapas.17).91 Para os fins da subposições acima. tijolos. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS. ladrilhos e peças moldadas (cilindros. granulada ou pulverizada. cigarreiras. 48. na fabricação de materiais de construção tais como painéis. espadas. a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões. brinquedos. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco).10 . etc. desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59. cinzeiros.39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas.15 mm). ou reforçada com papel ou tecido. artigos de esporte).10 . A cortiça aglomerada pode. TOALHAS DE MÃO. ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. 4504. posições 39.03. 2) Sem adição de aglutinante. capas de processos.31 e 4202. DE PASTA DE PAPEL. 4202. não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0.20 . com óleo.Toalhas e guardanapos. plásticos.32 e 4202. incluídos os discos 4504. GUARDANAPOS.03. neste caso. molduras para fotografias. a densidade. estojos para chaves. PAPEL. pastas para escrivaninha. DE TOUCADOR. Quanto às exclusões. e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte. os estojos de óculos.07). a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética. consultar a Nota Explicativa da posição 45.

6 . 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular. . 7) A lã. b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33). travessas.90 . de papel ou cartão: 4823. em folhas ou em discos 4823. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48.70 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. 2) Os diagramas. permanecem classificados nessas posições. de toucador.em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm.Papel-filtro e cartão-filtro 4823.OUTROS PAPÉIS. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular. de quaisquer dimensões. composta por tiras finas misturadas. 4) As bandejas.05).recortados em forma diferente da quadrada ou retangular. palha ou fibra de papel para embalagem. . não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose.. 48.02. não revestidas.05).69 .10 ou 48. 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel. CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA.03. 6) As tiras e lâminas de papel. pratos. cirúrgicos. papel.Papéis-diagrama para aparelhos registradores. cartão. taças. quando não dobrados. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever. d) Os artefatos do Capítulo 64. bem como o vestuário e seus acessórios. de largura não superior a 36 cm. 48. imprimir ou para outros fins gráficos. CARTÃO. xícaras ou chávenas. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: . PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais.Artigos moldados ou prensados.4818. Atualizado em 04/01/2011 . e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. travessas. dobradas ou não.11. de pasta de papel 4823. higiênicos ou hospitalares. CARTÕES. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes.Bandejas. cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular. frutas. B) Todas as obras de pasta de papel. das posições 48. excluídas as utilizadas para fins gráficos. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose. citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro. por exemplo. para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. papel. em bobinas.90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. pregueados ou em discos.61 .Outros 4823. impregnados. dentários ou veterinários (posição 30. PAPEL.01) ou de pomadas e cremes para calçado. para entrançar. Entre os artigos compreendidos nesta posição. 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm. impressos para aparelhos registradores. quando não dobradas. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. o cartão.20 . OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL.. etc. ou para outros usos. pratos.40 .50 4818. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos. copos e objetos análogos de papel ou cartão.Outros A presente posição compreende: A) O papel. 4823. Contudo.De bambu 4823. não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. em formas diferentes da quadrada ou retangular. Geralmente. circular. de pasta de papel. e suas partes do Capítulo 65.23 . copos e artigos semelhantes. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm.40 4818.

h) As flores.Outros 5601. Deve.22). os suportes planos para enrolar fios. impregnadas ou recobertas. nós e bolotas de matérias têxteis A.06).13. g) As sombrinhas de papel (posição 66. das posições 48. n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94. etc. Na maior parte das vezes. de espessura regular.11. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais. tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates). 17) Os leques e ventarolas de mão. fitas. da posição 48. os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos. cujas fibras são facilmente separáveis. modelos e gabaritos. artificiais. salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas. d) As tiras e lâminas.29 . fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil. os "bilhetes de raspar". Atualizado em 04/01/2011 . 11) As rendas e bordados de papel. fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas.10 ou 48. e) As tiras e lâminas.21 . 12) As juntas e gaxetas de papel.01). para selos ou fotografias. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia. ou seja. e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49.PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis. eventualmente. ao contrário do que sucede com os falsos tecidos. que.03.. os mostradores para aparelhos científicos). mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis. imprimir ou para outros fins gráficos.22 ..05).De fibras sintéticas ou artificiais 5601. c) Os painéis de fibras (posição 44.10 . buchas e separadores (posição 93. 16) Os moldes. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração. e suas partes (posição 67. e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. outros artigos de pastas ("ouates"): 5601. k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. mesmo reunidos. as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas. 14) Os tambores de fiação. de folhas de papel. Todavia. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis. de pastas ("ouates") 5601. bem como as suas folhas apresentadas separadamente. O branqueamento.PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS. FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES"). classificam-se na posição 71. tecido ou não. mesmo nas duas faces. que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura. se comprimem para aumentar a coesão das fibras.De algodão 5601. todavia. folhagem e frutos.08).02)."Tontisses".30 . dos tipos utilizados para escrever.11). as tiras de papel para guarnecer prateleiras. As pastas (ouates) de qualidade inferior.02. Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e. de folhas de papel e armação de qualquer matéria.11).Pastas ("ouates"). o papel recortado para a fabricação de sacos. 15) As tripas artificiais de papel impermeável. 5601. l) Os mostradores de relógios (posição 91. de textura volumosa. ser facilmente separadas.11. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem. classificam-se como falsos tecidos na posição 56. 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras. revestidas. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes.Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. m) Os cartuchos. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração. de tecidos ou de outras matérias.01 . não revestidas. Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo.2 . para enchidos. f) Os bilhetes de loteria. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas. incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo).9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria. posteriormente. NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS. b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85).. por colagem ou costura. já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). 56..14).

Atualizado em 04/01/2011 . de amaciantes para têxteis (posição 38. C. exceto os bordados da posição 58. forros de vestuário. tais como perucas para bonecas. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas. por vezes com uma forma mais ou menos alongada. de móveis. em numerosos casos. de plástico. de máquinas para passar a ferro. etc. que também desempenham o papel de suporte. da tosadura dos veludos. h) As perucas de teatro.03 . ij) Os artigos para festas.09). dentários ou veterinários (posição 30. especialmente.. o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola). entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. etc.. RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS.01). ou preparações semelhantes (posição 34. por fusão. as pastas (ouates) empregam-se.10 (posição 58.). e como material de acondicionamento ou para usos sanitários. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. b) As pastas (ouates) impregnadas. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. etc.05). artificiais.TECIDOS IMPREGNADOS.07). especialmente. isto é. quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte. algumas vezes. geralmente.NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas.). 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. por exemplo). B. 4) Os tapetes de malha. de algodão. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha. de porta-jóias. COM PLÁSTICO. na fabricação de fios. Obtêm-se. mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório. as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). etc. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95. folhagem e frutos. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis. e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo.17). tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos. As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. REVESTIDOS.03). por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. 57. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto. 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. por exemplo). plissadas em cilindros canelados. encáusticos.02. para alfaiates (posições 61. de lã. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. misturadas com fibras têxteis. etc. etc. na preparação de pós de toucador ou de cosméticos.04. de escrínios.17 ou 62. As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas.. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33.FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda.) entre dois discos. c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. f) Os chumaços e ombreiras. Também se utilizam. de sabão ou de detergente (posição 34. para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate. de lã. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). as exclusões adiante mencionadas). em geral. de pomadas e cremes para calçados.02. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes. de algodão. carnaval ou outros divertimentos. etc. de fibras sintéticas ou artificiais.Conforme as suas características. Entre os produtos incluídos aqui. Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento). Em geral têm o aspecto de moqueta ou. MESMO CONFECCIONADOS.07. Provêm das operações de acabamento dos tecidos e.OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). de matérias têxteis. da posição 67.05 . 59. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67. e suas partes.05). EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. cirúrgicos. Capítulo 48). tingidas ou frisadas. d) As fitas de algodão cardado. 3) Os tapetes obtidos por "flocagem". exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. etc. de plástico. de peleteria (peles com pêlo*). acolchoados por qualquer processo. são obtidas por trituração de fibras têxteis. revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33). g) As flores. 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95). Algumas tontisses. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha. preparações para dar brilho. que se apresentam em pó (poeiras têxteis). barbas postiças.11). Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. de estojos. Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que.

09 59. os tecidos revestidos ou recobertos. revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados. Todavia. de alcatrão ou de preparações químicas. Capítulos 50 a 55. nos Capítulos 50 a 55. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios. Em numerosos tecidos da presente posição. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. nas duas faces. Além disso.20 . de larguras muito variadas. com desenhos provenientes desses tratamentos. As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. estão igualmente classificados no Capítulo 39.02). costura ou qualquer outra forma. São constituídos. último parágrafo). nem revestido ou recoberto em ambas as faces. Estes tecidos. Por outro lado. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. bem como os estratificados com esta matéria. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. de linho.11. as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. recobertos ou embainhados com plástico. etc. malas. de textura apertada. São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado. espiral de fio metálico). para fabricação de bolsas. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados. classificam-se no Capítulo 39. Os tecidos cuja impregnação.04. de algodão. às vezes. são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem.10 . Utilizam-se.11. no âmbito desta posição.) com características de acessórios. Estes tecidos. 58 ou 60. com plástico. lâminas ou formas semelhantes. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. vestuário.05). Algumas correias. poli(cloreto de vinila)). (Quanto aos critérios para o termo "suporte". porém. quer prontos para uso. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55. etc. revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo. podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos. 59. revestidos. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido.5903. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas. com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. nas quais o tecido sirva apenas de suporte. chapas ou tiras. impregnados.10 . de matérias têxteis. sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. que possam enrolar-se manualmente. por exemplo. nos Capítulos 50 a 55. por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). recobertos ou estratificados com plástico. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. DE PLÁSTICO. 58 ou 60). As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo.04). revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. de fibras sintéticas ou artificiais. c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. da posição 56. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. MESMO IMPREGNADAS. ainda. forma.Com poliuretano 5903. b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59. MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. confeccionados. uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . face a face. revestidos. em geral. abrangidas pela presente posição. para encadernação. o plástico. em geral. designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força.MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES. agulhetas. isto é. com plástico. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral. sem fenderem. como tecidos para mobiliário. etc. como tecidos adesivos. REVESTIDAS OU RECOBERTAS. Entre eles. 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico. consoante os tipos. incluem-se. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. no entanto: 1) A impregnação. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões. de algodão.Com poli(cloreto de vinila) 5903. por simples colagem. especialmente. muitas vezes colorido. Excluem-se. pantufas ou brinquedos. gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). em geral. são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. classificam-se. de plástico alveolar. na superfície. o aspecto do couro.90 . desde que. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima. d) Os tecidos impregnados.09 . qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar). que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico. na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". por simples pressão a quente. os tecidos combinados com folhas. em um mandril de 7 mm de diâmetro. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS. A expressão "correias transportadoras ou de transmissão".

08.se destina a entrar em contato com os rolos.). Atualizado em 04/01/2011 . a expressão "vestuário e seus acessórios. então.1 .12 . A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas.De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura..De algodão 6306. por exemplo) para os quais são concebidos. mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos . 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior. etc. mitenes e semelhantes. cordas. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores. recobertos ou embainhados de borracha (posição 40. etc. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo. As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo). As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem. 6306.principalmente Seção XVI). para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. revestidos.. 63. Os encerados. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se.De fibras sintéticas . para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos.40 . etc. entrançados da posição 58. pelo contrário aqui.30 6111. b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados.2 . correias. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA. Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.30 .ENCERADOS E TOLDOS. babeiros ou babadores. quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias. etc. linho ou algodão..De fibras sintéticas 6306. PARA BEBÊS. ou de cânhamo.06. recobertas ou estratificadas com plástico. e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados. relativamente pesados. são obtidos reunindo. de estatura não superior a 86 cm.De lã ou de pêlos finos . etc. sapatos de malha para bebês.11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo)..De outras matérias têxteis 6306. em geral de forma retangular.. mesmo que se apresentem providas de grampos.Velas 6306. vagões. Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65. juta. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses.19 .Tendas: 6306. correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos). As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado.10. ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO. como tecidos dos Capítulos 50 a 55. 61. geralmente de tecido. DE MALHA.De outras matérias têxteis 6306. macacões..91 .Encerados e toldos: 6306. às vezes. Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão.20 6111. especialmente de poliamidas.De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis. por costura. TENDAS. recobertos ou estratificados com borracha. luvas. com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada. Abrange também os cueiros e fraldas. . sem sola exterior colada. geralmente.De fibras sintéticas 6306. fitas da posição 58.De algodão . com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais.9 .10 6111. revestidos ou não. caminhões. VELAS PARA EMBARCAÇÕES. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc. também se classificam nesta posição desde que sejam planos. As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro. Fabricam-se.22 . prontas para uso (sem fim ou com grampos). revestidas.11 6111. cilindros.99 .06 . revestidos.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. classificam-se.. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo).Colchões pneumáticos 6306. produtos químicos.29 .Outros: 6306.

Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação. estandartes. geralmente de tecido forte.. O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*).01 ou 34.05). mesmo acompanhadas das armações. 5) Os sacos para roupa suja. 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve. para decorar bolos por injeção de creme. podendo encontrar-se montados e. 11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos. raquetes de tênis.01). 2) Os cintos e coletes salva-vidas. 4) As bandeiras. 2) As velas para embarcações (veleiros. por exemplo).05). para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes. para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas. por exemplo.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil.06). ou ainda de lona. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42.90 .) são artefatos de proteção contra o sol. cafés. portas de sacadas.03). planos (posição 63. de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso. 8) As lonas de proteção. da posição 63. as redes de dormir. 13) As almofadas para alfinetes. estão excluídos desta posição. etc. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307. saquinhos para meias de senhora. máquinas. etc.02). como acontece com certos toldos para janelas. embarcações desportivas. neste caso. etc. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56. automóveis. cortados de forma especial. etc. malas. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40. pendões. liso ou listrado.08.20 . panos de prato ou de cozinha. de acordo com a forma da roupa. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. as tinas e tanques..10 . etc. Podem ser. são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade. 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42. reunidos por costura. Compreende.01. 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. de tecidos finos.06. espartilhos. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda).02). não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura. etc. máquinas. as barracas ou tendas militares. máquinas.07 . flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. colchões. os colchões. com aspecto de tenda. panos grosseiros de prato ou de cozinha. Atualizado em 04/01/2011 . 12) Os abafadores de chá. Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras.16. estacas. esfregões.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94. 7) As capas para automóveis. esfregões. 9) Os sacos para filtrar café. São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável. São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. sacadas etc.. 15) Os cordões para sapatos. exceto as da posição 56. cordas ou acessórios deste tipo. no interior ou ao ar livre (posição 95. incluídas as portáteis e as de praia. iates. os revestimentos para o chão. São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado. para calçado. 6307.04). Os guarda-sóis-tendas de praia.07). para acampamento. em especial: 1) As rodilhas.). recobertos ou estratificados. que se colocam sobre os passeios. de fibras sintéticas ou artificiais. 3) Os toldos (para lojas. bandeirolas e semelhantes. embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar. por exemplo). INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. para divertimentos. bem como para pranchas ou carros à vela. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves.Rodilhas.Cintos e coletes salva-vidas 6307. c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. 3) Os moldes para vestuário. as tendas para circo. festas e outros usos.09). lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. em geral de tecido rígido. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. para uso doméstico. barcos de pesca. mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34. matérias têxteis sintéticas ou artificiais.Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis. etc. b) Os sacos de dormir. da posição 66. 63.

tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento. h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. assim. artificiais. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. Excluem-se desta posição. 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo.01). mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro. e) As faixas para a cabeça. o) Os brinquedos. para animais.. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. Os assentos para crianças. perneiras (grevas*) etc. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário. sombrinhas.16). sabres. que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. mochilas. caiaques e outras embarcações (posição 89. espadas. pára-quedistas.) do Capítulo 64. e suas partes e acessórios. artificiais (posição 67. bem como os artefatos confeccionados com flores.07. 24) As máscaras de proteção contra poeiras.01).17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. guarda-sóis. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações. para qualquer animal (posição 42.02. estojos de toucador. joelhos. incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate). exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI. para guarda-chuvas e guarda-sóis. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos. tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas. confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção).13).04) e as borlas ou esponjas (posição 96. classificam-se como tecidos em peça). 25) As rosetas (por exemplo. 22) Os fiadores para guarda-chuvas. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria.17. que provenham de fardos já utilizados. pincéis e artigos semelhantes (posição 96. de malha (posição 61. n) As pulseiras de relógios (posição 91. e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42. odores. ij) Os guarda-chuvas. as coxas). e suas partes.13. 6403. 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção. por exemplo. classificam-se na posição 42. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71. NCM 6401. para o transporte de crianças. embora se destinem a ser usadas na cintura. artigos para divertimento e festas. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas. l) Os botes pneumáticos.01. Todavia.03). etc. p) Escovas. de forma a modelá-lo. as peneiras e crivos (posição 96. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio. folhagem e frutos. a fixar-se no assento de veículos. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95.02). excluídas as de vestuário. cortados de forma quadrada ou retangular. Além dos artefatos acabados atrás referidos.). eletricistas. etc. 20) Os tecidos com costuras grossas. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62. sacolas (sacos para compras). 18) As coberturas e bainhas. tornozelos.) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. bengalas. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49.17 ou 62. para portas e janelas.03). compreendidos na presente posição os rolos de tecido.16) As correias que. do Capítulo 65. 61. as atribuídas em competições). cortados em uma forma específica.01). bem como as folhas apresentadas isoladamente. etc. aviadores.05. jogos.17). b) Os artigos de viagem (malas. 19) Os leques e ventarolas. 6402. mas incompletamente descosidos. m) Os metros (posição 90. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. folhagem e frutos. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 . 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. d) As etiquetas. etc. cotovelos. em peças preparadas para corte. k) As flores. cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte.. punhos) ou para os músculos (por exemplo.17). 28) Os artigos em falsos tecidos. 21) Os panos para queijos. classificam-se na posição 94. (Os panos para queijo. que se destinarem. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI.05. etc. Estão.

00 6402.99.91.00 6403.10 6401.99 6402.99.1 6402.12.99.03 6403. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias.40.1 6403.10. 6401.9 6401.00 6401.64. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.00 6403.90 64. parafusos.91.00 6403. pregos. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites.00 6402.20.00 6402.19.90 6402. plásticos. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo.99.02 6402.10 6402. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .12.20.99 6401. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes.00 6401.19.91 6402. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.92.01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.9 6402.90 64.10 6402.

00 64.10 6403.10 6403.10.90 64.10 6405.51 6403.00 6404.00 -Outros calçados.90 6403.06 .90 6405.20.90 6403.1 6404.91.51. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis.Capacetes e artefatos de uso semelhante. plásticos. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.99 6403.00 6405. calçados para tênis. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira. ginástica. MESMO GUARNECIDOS.6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.00 6404. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte. treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.5 6403. de proteção Atualizado em 04/01/2011 .59 6403.05 6405.99. basquetebol. -Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65. 6506.91 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.90.10.10.20 6405.10 .51.10 6403.59.04 6404.59.11.10 6405.99.90 6403.20.9 6403.91.19.10 6403.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.

4) Os tubos e recipientes. etc..99 . vidro e semelhantes. fibras de amianto. para bombeiros. em ambas as faces.13. se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta. por exemplo. tiras.). escovas. às vezes corados artificialmente.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha. couro e outras matérias. por exemplo). etc. naturais. triturados ou pulverizados. 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante. borracha (endurecida ou não). etc. plásticos. naturais ou artificiais.14 ou 27. fibra vulcanizada. constituídas por um suporte (por exemplo. fitas. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial. ladrilhos. cimento. geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos. etc. 6805. chapas. bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. de cartão feltrado. estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. 27. a maior parte das vezes adicionadas de areia.Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis.6506. blocos e formas semelhantes. Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes. motociclistas. etc. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro. carboneto de silício (carborundum). pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação.. Entre as obras abrangidas por esta posição.ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. recobertos de matérias abrasivas. podem apresentar-se cozidos. assim obtidos. ou ainda para afiar cardas. que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. de uma camada dessa matéria. tais como depuração. etc. o regime das obras do metal respectivo.De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo. misturas betuminosas. MESMO RECORTADOS. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS. segmentos. PAPEL. Atualizado em 04/01/2011 . 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído.Outros: 6506. papel. 2) As chapas para telhados. 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal. resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes. Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos. corindo. tijolos. aço.20 . couro.De borracha ou de plástico 6506. resinas naturais.07 . mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares. madeira. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante.10 . sílex. BREU OU PEZ).08. Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68. 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais. quartzo. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. metálicos (de ferro fundido. talco.. sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego. discos. em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*). Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho.). areia. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados.30 . Tubos e recipientes.9 . As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas. mas em que o abrasivo. etc. 6807. capacetes militares. natural ou artificial. que se apresentam habitualmente em pães. pedra-pomes. tais como esmeril. etc. cartão. quer nos Capítulos 63. mineiros ou operários de construção.OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO.). As tiras.Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. dessecação. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. em determinados capacetes. cré. discos. cortiça. bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas. granada. 27. segmentos etc.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805. escórias. revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem. vazados ou moldados. devem citar-se: 1) As lajes (placas)...Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805. COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO. vidro. de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos. de asfalto reforçado ou recobertos de metal. desperdícios de cortiça. ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. 68 ou 95. grampeados ou reunidos de qualquer outro modo. EM PÓ OU EM GRÃOS.91 . pelo contrário.04. serragem (serradura) ou fibras de madeira. Os tubos e recipientes. gesso.05 . 68. asfaltos e betumes. enxofre.Em rolos 6807. Estas (ao contrário das obras desta posição).10 . capuzes.90 . 68.

em geral.20 . para a fabricação de objetos moldados. juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84. discos. NÃO MONTADAS. impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante. anéis. acessórios de vestuário. mangas. Para a descrição do amianto crocidolita.11). feltro e papel. 6812. polainas. CALÇADOS.. Também se obtêm comprimindo a quente. borracha. talco. revestidos. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO.19).Além disso. CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.Papéis. a embalagens (posição 48. perfurados. EM FIBRAS. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão. d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. como matérias filtrantes e.. 68. etc.. borracha..99 . além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto. em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento. as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos. bronzeados. calças. simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70. ver a Nota Explicativa da posição 25. para juntas. A presente posição inclui. gesso. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa. óxido de alumínio. PARA FREIOS (TRAVÕES*).. placas (lajes). etc. Tais são. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59). O papel. grafita. talco. para defesa aérea. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68. chapas filtrantes. podem apresentar-se também revestidos de gordura. em certos casos. molduras.De crocidolita 6812. colchões.11 OU 68. fibras compridas. principalmente. de fibra de vidro. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda". TIRAS. condutos. escórias. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. recipientes. eventualmente. folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico. Estão excluídos da presente posição. podem citar-se os cordões. cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. tiras.Folhas de amianto e elastômeros comprimidos. silicato de sódio. fresados ou trabalhados de outra forma. FIOS. em pó ou em flocos (posição 25.11). bainhas. em primeiro lugar. excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões.8 . para combater incêndios nos condutos de gás. b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). calçados e chapéus 6812. As fibras de amianto. na fiação empregam-se.84). Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição. vestuário. MESMO ARMADAS. VESTUÁRIO.GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO. panos para apagar incêndios. 68. isolamento. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. bem como as que foram batidas ou limpas. com resinas naturais ou plásticos. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis. torção. uniões. terra siliciosa fóssil. Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. para bombeiros.91 . entrançamento. chapas ou cortados em tiras. ladrilhos. sob forte pressão. enchimento.Contendo amianto 6813. 6813.Outras: 6812. fibrocimento e pó de amianto. capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto). cartão e feltro. folhas. as fibras cardadas e as fibras tingidas. JUNTAS). de amianto. rodelas.Outras Esta posição compreende. ROLOS. cordas.Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . descansos para travessas. por exemplo. estão incluídas na posição 25. Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias. feltragem. ANÉIS.11. destinados. tubos.24).13. pedra-pomes. MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS. rolos. fibras de vidro.12 . OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. serragem (serradura). fiação.. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente.92 . entrançados.24. de amianto.80 . TECIDOS. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos. DISCOS. PASTILHAS). confecção ou moldação. asfalto.Vestuário.11). por fim. aventais. polidos. com ou sem dedos. tecidos em peça ou cortados. DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE. revestidos de amianto. cortiça. cartões e feltros 6812. Para fabricação de fios.93 .AMIANTO TRABALHADO.. c) As obras de fibrocimento (posição 68. luvas. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68. filtração.9 . escudos para bombeiros. SEGMENTOS. varetas. batedura e limpeza. PLACAS.13. mesmo apresentadas em rolos 6812. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. Estes produtos. tecelagem. etc. corados na massa. de proteção. celulose. por redução das fibras a pasta. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem. envernizados. etc. etc. apresentam-se em rolos. À BASE DE AMIANTO. são obtidas. d) Os tecidos ou mantas. Os fios podem ser simples ou torcidos. capuzes e máscaras com "vidros" de mica.24. EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO.) que tenham sofrido tratamento além da seleção. de preferência.13 . revestidos.

Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos). sob o ponto de vista comercial. plástico e outros produtos apropriados. mais geralmente.. enquanto que a porcelana à base de ossos. B) O arenito cerâmico. com exclusão da porcelana. Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados. por exemplo. mais ou menos fina. distingue-se da porcelana por ser opaco e. o fundo Atualizado em 04/01/2011 . 2º) Da louça. As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas). I. em geral. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. o regime da matéria constitutiva. ou nitidamente translúcidos como a porcelana. O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato.Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). o que o torna integrante do seu suporte. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. tecido ou entrançado. Sem serem opacos como a faiança. feldspato (ou feldspatóides) e. agrupam-se os produtos cerâmicos. Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. duros. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. mais pobre em alumina. quartzo. tais como o latão.. Podem também encontrar-se reunidas por costura. consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. se classificam na posição 69. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada).11 ou na posição 69. quando quebrada. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie. às vezes. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69.07 e 69. b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. as porcelanas de pasta branda. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. lâminas. têm textura terrosa e opaca. rolos. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro. dragas e outras máquinas. o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros.12. Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta.04 . II.08). C) Certos produtos cerâmicos que tendem. mas sem chegar à semivitrificação.6813. tiras. o zinco ou o chumbo. a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. que seguem. ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como. donde o seu nome deriva.81 .89 . o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. artigos sanitários. Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados. que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos. É geralmente cinzento ou acastanhado. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão. segmentos. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. e a pasta apresenta-se corada (em geral. vermelho ou amarelo). de castanho. telhas. destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). carbonato de cálcio. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. normalmente. provida de alvéolos. contudo. 2) As faianças. que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo. adere à língua. por exemplo) ou celulose. impregnado de plástico. breu ou borracha comprimida ou. ao contrário da porcelana. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato). por uma mistura de fibras de amianto. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. impermeáveis. Fabricam-se com argilas. Encontram-se recobertas de um esmalte. guarnições de cortiça).Guarnições para freios (tavões*) 6813. estes produtos são. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. e. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente.).OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos. guindastes. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos. TIJOLEIRAS. discos. polido. devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. finamente peneiradas e diluídas em água. é permeável aos líquidos. Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais. em geral. etc. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que.08. Consoante o seu emprego. posição 87.PORCELANAS Por "porcelanas". para freios (travões) a disco). perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo... O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira. parcialmente vidrado. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. 69. revestidos de amianto. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. que as distingue das porcelanas. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura.

com nervuras. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO. mas às vezes também de arenito cerâmico. granulosa e terrosa e não vitrificada. paredes. que se empregam especialmente para revestir fachadas.01. para pavimentação e revestimento das posições 69. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. em virtude dos seus usos eletrotécnicos. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. para cantos de telhados. frisos. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. construção de pilares de pontes. remates de paredes.08 (ver Notas Explicativas correspondentes). ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos. especialmente para tetos e pavimentos).. paredes. porém. em uma ou nas duas faces. para ornamentar paredes.Telhas 6905. como tijolos. Distinguem-se. capitéis. b) Os ladrilhos. na pasta cerâmica. e mesmo que. etc. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos. portais. telhados. os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó. redes para tetos.90 .). depois de separados. no decurso da cozedura. Todos estes artefatos podem apresentar-se . ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS. CONDUTORES DE FUMAÇA. DE CERÂMICA. 6904. não devem ser considerados "porcelanas". Deve. 6905. a Nota Explicativa da posição 69. cercaduras. que oculta a cor da pasta. para chaminés industriais. desenhos em relevo obtidos por moldação. telhas para cumeeiras. de superfícies planas ou caneladas. da posição 69. geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato. furadas ou com ganchos. 69.90 . DE CERÂMICA. 69. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira). ELEMENTOS DE CHAMINÉS. como as telhas para empenas. Pelo contrário. branca ou corada.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo. contudo.10 . 4) Tijolos de revestimento ou de fachada. em geral. utilizando na sua fabricação argila ferruginosa. etc. Compreende: 1) As telhas (para telhados. Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada). que se obtêm misturando. 3) Tijolos comuns. fibras de turfa.07 e 69. Estes tijolos são. os tijolos que não suportam temperaturas de 1. para cobrir os algerozes. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr. estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. mas. e que são cortados antes de serem utilizados. de forma retangular. Atualizado em 04/01/2011 . da porcelana propriamente dita pela sua fratura.500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. diversas guarnições de remate. tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. isto é. etc. frisos e outros ornamentos de arquitetura. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão. 2) Tijolos comuns arqueados. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. fumados. etc. envernizados ou esmaltados.) ou de telhas especiais. maciços. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas. tais como cornijas. na maior parte das vezes. etc. recobertos de fina camada de matéria terrosa. remates para chaminés. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. de barro. tais como capelos para chaminés. Esta posição também compreende os tijolos maciços. em construção. em forma de meia-cana. ocos ou escavados.Tijolos para construção 6904. tijolos perfurados. Desde que conservem ainda. por exemplo: grades de ventilação. esferas.09). frontões. chaminés industriais e instalações análogas.TELHAS. Estes produtos. carrancas. para estes usos particulares. cachorros. palha cortada e substâncias análogas.04 . Também cabem neste Subcapítulo. tais como pavimentação. para certas construções especiais (instalações químicas. leves e porosos. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. que adere à língua. serragem (serradura). perfurados ou não. 4) Outras peças para construção. florões. de barro. Também podem apresentar. por exemplo).polidos. cuja combustão. etc.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. para enquadrar portas e janelas. que se utilizam. TIJOLEIRAS. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura).10 . balaustradas. desde que não estejam incluídos no Capítulo 85.02. etc. e os tijolos refratários da posição 69.e é o caso particular do tijolos de revestimento .das xícaras (chávenas)). são fabricados de arenito cerâmico. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. tijolos de forma especial designados tapa-vigas. as pedras e placas (lajes). 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas. a característica de tijolos de construção. de encaixar.05 . por exemplo. determina a formação de uma rede de espaços vazios.

Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas .Ladrilhos. por serem planos. só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). cantos e artefatos análogos. devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes. além disso. PARA MOSAICOS. Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes). ao contrário dos tijolos. por exemplo). horticultura e jardinagem.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa . Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. MESMO COM SUPORTE. chaminés.). excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . marmorizados. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica. não vidrado nem esmaltado.47. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes. Na prática. Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam.90 . de que constituem o esqueleto.09). às divisórias já construídas. tubos de esgoto. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura. excepcionalmente. e não pela sua composição. etc. 69. formas geométricas (hexagonal. envernizados. frisos. incluídos os semitubos (calhas. cubos. ou também .) diferentes das formas das placas (lajes).Todos estes artefatos se incluem nesta posição.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. mesmo fixados em papel ou outro suporte. sifões. 69. etc. em geral. de diâmetro constante ou variável. pavimentos. com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. Em suma.46 e 85. destinados a ligação ou derivação (mangas. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. geralmente de porcelana.07). especialmente. uniões. Excluem-se desta posição. Diferem. 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva. corados. quer por vitrificação (arenito cerâmico). portanto. em cotovelo. cubos ou pequenos retângulos para mosaicos. determinada pela sua forma e dimensão. etc. são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura.10 . lareiras. recobertos com engobos.) que se destinem aos mesmos usos. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. 3) As pastilhas. c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação. plintos.07 . as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras. DE CERÂMICA. tês. sem que deixem de pertencer à presente posição.se incluem na posição 69. algerozes. de porcelana (por exemplo. Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. b) Os tubos. Estes artefatos podem ser de barro. entre outros e mesmo que se utilizem em construção. mesmo que se apresentem areados. às vezes. cotovelos. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos. os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados. DE CERÂMICA. principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura.de barro tornado impermeável..Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. com derivações. etc).. grosseiramente trabalhados.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados. Entre estes artigos figuram. especialmente concebidos para laboratórios (posição 69. Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. quer por esmaltagem. Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados. 3) Os acessórios de tubulagem. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação. ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. CUBOS. Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea. tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85. esmaltados. etc. octogonal. citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos). cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907. que são normalmente retangulares. são de arenito cerâmico e. Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. lingüetas. cola e outros processos. das telhas.05). estriados. com relevos. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. DE CERÂMICA. dos meios-fios. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. por meio de cimento.06). tais como capelos. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. ser emoldurados. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção. de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação . tal seria o caso. CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES.06 - TUBOS. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. a classificação de artefatos nesta posição é. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. por não terem. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS.LADRILHOS E PLACAS (LAJES). em especial). como aquelas. 6907. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69. etc. pastilhas e artigos semelhantes. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). impregnados de outras substâncias. canelados. alamedas de jardins.

Seguidamente.2 .29 . Atualizado em 04/01/2011 . "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos". Os vidros isolantes de paredes múltiplas e. DE CERÂMICA. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. seguem o regime destes últimos. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura. O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e. etc. temperados.Vidros temperados: 7007.07 . vigias de navios. mas também aqueles que. cubos. em particular. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X. na maior parte das vezes. 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura. resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69. 70. VIDRADOS OU ESMALTADOS.08.90 . se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo). de forma que devem.VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS.11 . os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves.07. por exemplo. As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão. que é conhecido como sendo à prova de balas.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam.Ladrilhos. A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos. barcos ou outros veículos 7007. pastilhas e artigos semelhantes.21 . na acepção da presente posição. mas sem que se deformem. que se faz aderir às chapas de vidro. Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados. por exemplo).11 ou 69. Os vidros de segurança deste tipo. CUBOS.13.Vidros formados de folhas contracoladas: 7007. 6908.1 . o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços.. com alma de fibra de vidro. por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas.14). óculos de proteção para operários.Outros O "vidro de segurança".Outros 7007. veículos aéreos. por outro lado. Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. destinados a usos especiais. Em alguns vidros desta natureza. 7007.10 . Contudo. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada. Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro.15. resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons. podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. constituído por duas ou mais folhas. os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas.04. normalmente chamados "vidros folheados"..07). os formados por duas folhas de vidro reunidas. que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química"). os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70. aparelhos ou veículos. Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes. também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. PARA MOSAICOS. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908.. ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. A) Vidros de segurança.. ou até se desintegrar pela ação do choque. c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69. 69. apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem. incluem-se na posição 70. VIDRADOS OU ESMALTADOS.a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69.12). PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica). B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. DE CERÂMICA. veículos aéreos. não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32. estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação. É fabricado um tipo especial de vidro. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos. barcos ou outros veículos 7007. portas de estabelecimentos comerciais.08 . antes da têmpera.LADRILHOS E PLACAS (LAJES).19 . Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados".).Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente. Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis. São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem. MESMO COM SUPORTE. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69.

etc. Desta forma. entre 0°C e 300°C 7013.Não emoldurados 7009.Objetos de vitrocerâmica 7013. mesmo com estojo protetor. às vezes.09 .9 . nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94. de vidro. se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos.De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin. Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir. 70. carapaça de tartaruga.Espelhos retrovisores para veículos 7009. ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES.91 . tais como certas bandejas com asas. por exemplo) (Capítulo 95).Outros: 7009. por junção de outras matérias. assim. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97.. pedras sintéticas ou reconstituídas.2 . espelhos de bolso ou para bolsas de senhora.32 .3 . em artefatos incluídos em posições mais específicas. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água.Outros objetos: 7013. 70. misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido. estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70. os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui..Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*). quer pérolas naturais ou cultivadas. tecido. classificam-se na posição 70. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas. madrepérolas.39 . emoldurados ou não. Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias. ESCRITÓRIO. c) Os espelhos de vidro. quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento. compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos. alças (pegas*). exceto de vitrocerâmica: 7013.18. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e. que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados.De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 . espelhos de uso pessoal manuais. artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras)..). brinquedos. por vezes. 7013. MESMO EMOLDURADOS. obtém-se uma camada metálica muito aderente.). por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES.13. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas. exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica.Outros 7013. b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes).13). A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre. desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos. plásticos. conchas. etc.) o qual.06). mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis. a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens.). por exemplo. COZINHA.. Pelo contrário. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70.. A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica.92 .29 . A presente posição abrange não só o vidro prateado. 7009. Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39). pedras preciosas ou semipreciosas. de colocar sobre os móveis ou para suspender. d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos.Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA. são classificados nesta posição. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71. TOUCADOR. Em seguida. entre outros. Esta posição compreende igualmente os espelhos.ESPELHOS DE VIDRO.. em folhas. suportes.10 OU 70. sapatarias.16). platinado.9 .De cristal de chumbo 7013. Deve notar-se. em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos.91 .10 .) de colocar no chão.21 . madeira.De cristal de chumbo 7013. etc. Contudo. etc. Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão.. ela própria recoberta com um verniz. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados. (posição 70. salas. etc.Recipientes para beber. São.Outros 7013. todavia. contendo ilustrações sobre uma das faces.Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado. platina ou alumínio). exceto de vitrocerâmica: 7013.. etc.13 .14).10 . etc. emoldurados (de metal.31 .13.. A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel. por exemplo).

NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. canecos e copázios para cerveja.ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição. reservatórios para moinhos de café. frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes. esses artefatos estão incluídos em outras posições. pratos. convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes). da posição 94. boiões e vasos. geralmente hemisféricos. 70. Esta posição abrange. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. copos.99 . cartazes ou tabuletas. estojos para objetos de escrita e tinteiros. Estes artefatos consistem em vidros. em caso contrário. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. sinais para bicicletas.18.. descansos de travessas. estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima. tais como vasos. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias. A presente posição compreende. etc. sinais de estrada.16). de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo. estojos escolares. aquecedores de travessas. Se esta última condição não for satisfeita. toalheiros. queimadores de incenso e outros perfumes.14. manteigueiras. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). entre outros. lanternas de bolso.09.12). galheteiros. bomboneiras. d) Os artefatos da posição 70. se se tratar de placas indicadoras. cabuchões e objetos semelhantes. de terrinas. mamadeiras (biberões*).17. a priori. taças. oveiros. etc. Todos estes artigos podem ser de vidro comum. Pelo contrário.09). suvenires (artigos de recordação) com paisagens. Podem ser incolores ou corados. e até de certas lupas muito rudimentares. campainhas de mesa. copos para batedeiras domésticas. xícaras (chávenas). O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros. igualmente. sinais ópticos. de metais comuns e na posição 85. lapidados.. 3) Os objetos para escritório. certas balizas. fixos ou intermitentes.15). f) Os aparelhos de iluminação e suas partes.02.). Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . de ir ao forno. tigelas. quadros de comando ou de bordo. sem que tenham sido trabalhados opticamente. zonas brilhantes que se vêem à distância.). mesmo emoldurados (posição 70. frascos. classificam-se na posição 70. b) As garrafas. g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91.14 . Estes artefatos. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. por exemplo na posição 83. esponjeiras. etc. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). panelas. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96. gravados. da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados. e ainda os boiões para conserva (posição 70. petisqueiras. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70.. automóveis. Todavia. estatuetas.16). diversas operações de desbaste. peneiras de açúcar. madeira. misturadores. caixas para pó-de-arroz. etc.09). É evidente. pedaços ou discos. etc. ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. distribuidores de sabão líquido. objetos diversos (animais. etc. por exemplo) e de formar assim. lentes. fruteiras. placas ou simples refletores para ciclos. 2) Os objetos para serviço de toucador. travessas (de mesa. tachos. chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)).10. garrafas. tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. molheiras. espremedores de frutas.). foscos. contudo. jarros. etc. que transformados em obras nitidamente caracterizadas. desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis. saleiros. baldes de gelo. bandejas. postes de sinalização. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70. de borossilicato) ou de vitrocerâmica.05. etc. chapas. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro. porta-facas. pregadores (para toalhas de mão.01 ou 90. na escuridão. Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas. folhagem. Realizam-se assim.Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos. flores. flores e folhagem de contas de vidro. incluem-se nas posições 90. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. cinzeiros. e) As caixas e semelhantes. bibliocantos (apara-livros*). recipientes graduados para cozinha. aquários. que entram na fabricação de faróis de automóveis. etc. bules para café e cafeteiras. para obtenção de efeitos ópticos adequados. açucareiros. conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos. têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis.10).).. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. tampas de queijeiras.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. tiras. centros de mesa (excluídos os da posição 70. Por outro lado. mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. tacinhas para alfinetes.7013. frutos. gradualmente substituídos por outros mais finos. saladeiras. classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos. sucessivamente.09). archotes de iluminação. suportes para bolos. permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. tais como saboneteiras. que possam servir para ornamentação de interiores. esboço e polimento. estes objetos incluem-se na posição 71. em particular.

hidrogênio. não trabalhados opticamente (posição 70. Alguns deles. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão. entre outras).). constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. DE FERRO OU AÇO. anidrido carbônico.90 .18). das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. 7320. 73. acetileno. gás butano. indicadores de níveis.9 .10 .RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS.02). 73. argônio. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. em tesouras de podar. b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73. Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas.11 . e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência.03). dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis.Molas de folhas e suas folhas 7320.a) Os vidros para lentes.25 . Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84. Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas. máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes. Pelo contrário. trabalhados opticamente.De ferro fundido.Molas helicoidais 7320.por exemplo.05. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro.20 . dimensão ou aplicação.). por exemplo. As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas). por vezes embebido em acetona. etc. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados. podendo ambas as calotas. máquinas. 73.). de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. vagões.18) (ver a Nota Explicativa correspondente). utilizadas em dispositivos de corda. d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. em fechaduras. os que se destinam a conter acetileno . FERRO OU AÇO. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. etc. reservar espaço para um líquido criogênico. utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões. 7325. como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás.20 . fios ou barras. carvão de madeira. D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias.14. amianto. mesmo corretivas. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas. 2) As molas em voluta. utilizadas principalmente em material de transporte. DE FERRO FUNDIDO. B) As molas helicoidais. de regulação ou de medida.04). etc. constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. etc. c) Os elementos de óptica de vidro. simples ou sobrepostas. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. formadas por fios. Outros. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70. etc. automóveis e outros veículos). DE FERRO FUNDIDO. de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões. exceto as molas para relógio da posição 91. etc. tração e torção.MOLAS E FOLHAS DE MOLAS.10 . cimento). com um aglutinante (por exemplo. incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas. FERRO OU AÇO. torneiras. C) As molas espirais planas e as molas planas. Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio. barras ou chapas de seção retangular ou oval. Outros. d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas. fazer o vácuo. Alguns destes recipientes . tais como válvulas.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr. para obtenção de um isolamento térmico eficaz. não maleável 7325. graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. manômetros. oxigênio.Outras: Atualizado em 04/01/2011 .OUTRAS OBRAS MOLDADAS. em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente.Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie. introduzir um material isolador. bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90). possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica.15) (ver a Nota Explicativa correspondente). Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando.

por exemplo). os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas. aplicam-se. nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. por exemplo. os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. de chumbo. 80.04 a 73. urnas e cruzes de ornamentação (posição 83. Classificam-se.. vasos. de estanho. grades e chapas de esgotos. e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas. o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. que seguem o seu regime próprio. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar.07. os pesos para aparelhos de relojoaria. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. contrapesos para suspensões. o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI). tampas para copos e canecas de cerveja. citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita. os chumbos para redes de pesca. perfis e fios. travessas.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO. Esta posição engloba todas as obras de estanho. uniões. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. por exemplo. 8212.Esferas e artefatos semelhantes.08). definidos nas Notas 1 a).OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. também. prensadas. cabeços de amarração. especialmente.44). às obras da presente posição.07. tais como baixelas. E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS). torçais e formas semelhantes. marcos de chamada de socorro e semelhantes. mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura. as tinas. DE BARBEAR. barras. que seguem o seu regime próprio. dentifrícios ou outros produtos. delgadas. os coletes de escafandristas.Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido. plástico ou suportes semelhantes).81). tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo. para moinhos 7325. boiões.81). marcos..03). os contrapesos de uso geral. Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. 82. 4) As medidas de capacidade (litros. Esta posição engloba todas as obras de chumbo. por exemplo. de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras. b) As estátuas. exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo. para armazenamento ou transporte de ácidos. de estanho. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. Excluem-se. os chumbos para lastro de iates. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84.08).99 . partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos). quer nos Capítulos 82 ou 83. carrancas e goteiras de telhado. marcos de correio (marcos postais*). estampadas. incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 . cabos. folhas e tiras. os tubos e uniões providos de torneiras. extrudadas ou refundidas (posição 78. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos.). Classificam-se nesta posição. aplicam-se. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. às obras da presente posição. tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. quer na Nota 1 da Seção XV. destinadas a serem laminadas. em particular.. de barbear 8212. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. mutatis mutandis. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83. mutatis mutandis. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80.12 . tais como a sinterização (posição 73. 78. esferas para moinho. 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. mesmo moldadas. ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos. etc.Lâminas de barbear de segurança. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc.26).91 . Entre as obras incluídas nesta posição. taças. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*).01) e as varetas revestidas (posição 83. transformados em elementos de obras determinadas. etc. as obras fabricadas com chumbo para construção civil. reservatórios.NAVALHAS E APARELHOS. os tubos de chumbo. quer na Nota 1 da Seção XV. luvas (mangas)). chafarizes (marcos fontanários*).07 . Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo.7325.06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento.06 . folhas e tiras.Navalhas e aparelhos. uniões. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. cabeças de sifão. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. 3) Os artefatos domésticos. vigas de mina.10 . luvas (mangas)). produtos radioativos ou outros produtos químicos. quer nos Capítulos 82 ou 83. 7) As chapas. 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos.11)). cotovelos. b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas. cotovelos.04 a 73. dois litros.20 . cartão. mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. cântaros.06).

pianos.10 . maletas ou outros artigos de couro (posição 83. também incluídos aqui. por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). bem como as cabeças. contrapentes e cabeças.30 . PORTAS. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS. etc. b) As máquinas de barbear elétricas.01 . canos. que não operem por meio de chave ou de segredo. DE METAIS COMUNS.8212.10). Nota Explicativa de Subposições. etc. CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. ESCADAS. mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório. mesmo por acabar. malas. móveis.. compreendendo as lâminas. pentes. sacos. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura. ARTIGOS DE SELEIRO. de múltiplas chanfraduras. 83. fechos.08). COM FECHADURA. cofres-fortes.). DE METAIS COMUNS.GUARNIÇÕES. por exemplo. etc. C) Fechos e armações com fecho. cofres. Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas. pentes. Todavia. artigos de couro (bolsas. FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS. guarda-segredos. chapatestas. carteiras. 2) Os aparelhos mecânicos para barbear. taramelas e tranquetas (posição 83. facas. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis.50 . CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES. perfuradas. Subposição 8301. DE METAIS COMUNS. barriletes). pastas. bicicletas.20 . lingüetas. a forma das lâminas. DE METAIS COMUNS (+). DE METAIS COMUNS.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 . PORTA-CHAPÉUS. DE METAIS COMUNS.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos. RODÍZIOS COM ARMAÇÃO. com cabo.).90 .Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. de bomba. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. B) As fechaduras de qualquer tipo. Designam-se esboços em tiras. bem como os ferrolhos. Também se consideram com tais. pastas. bem como os ferrolhos de segurança.Outras fechaduras. para portas de imóveis.40 . 83. etc.Partes 8301. 2) As chaves para esses mesmos artigos. não se incluem nesta posição os trincos de mola. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE.Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum. bem como as respectivas lâminas. portões. Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados. mesmo em esboço. de plásticos. estojos.10 . incluídos os fechos de segurança com chave. CARROÇARIAS. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio. com fechadura 8301. transvias. as tiras de aço de comprimento indeterminado. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança. Essas fechaduras podem funcionar. DE SEGREDO OU ELÉTRICOS). COFRES.70 . apresentados sem suas lâminas (posição 39. mesmo por acabar. PATERAS. acabadas ou não. contra-pentes. FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. ferrolhos 8301.Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. que se separam com uma ligeira pressão.60 . PARA MÓVEIS. que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais. 8301. temperadas ou não. para portas articuladas. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. portinholas de caixa de correspondência. caixas. em que se encontra já traçada de espaço a espaço.02 . vagões ferroviários. MALAS. DE METAIS COMUNS. cilindros. Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão. apresentados com as respectivas lâminas.Fechos e armações com fecho.CADEADOS. malas.02). para elevadores. pela introdução de um cartão magnético. com fechadura. PERSIANAS. ou para elevadores). de plástico. escudetes. e ainda as tiras. 8302. para veículos (automóveis. e os cabos de metais comuns. lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85. para fabricação de lâminas de barbear de segurança.Cadeados 8301.24). para bolsas de mão. denominados de segurança.Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301. bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. JANELAS.

esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam. para veículos automóveis 8302. por exemplo). os ferrolhos. caixas de mola. excluem-se desta posição (Capítulo 87. estribos. 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores. os fechos de lingüeta. varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos. janelas. 5) As maçanetas ou punhos. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos).30 . contraventos.Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns.. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais. podem citar-se: os frisos ornamentais. 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). de utilização muito geral.Outras guarnições. tais como bordas de proteção para degraus. rosáceas. barbelas. Para serem classificados aqui. em móveis. B) Os rodízios. que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos.49 . tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. suportes.20 . os dispositivos para elevar os vidros. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. argolas (lisas.01). C) As guarnições. sem chave. os varões de fechos para cestos de viagem.8302. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos.Rodízios 8302. por exemplo). a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal. 2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. as guarnições de escadas. tubos. borlas para cordões. os apoios para os pés. as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. os batentes. em particular. 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. os ganchos de encaixe que não constituam fechos. as entradas de caixas de correspondência..41 . pinças. por exemplo) para proteção lateral de veículos. os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas). tais como varões. fechos.Outros. Contudo. os cinzeiros especiais. por exemplo.50 . as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas.42 . ferragens e artigos semelhantes. malas. caixas de segurança. os fechos. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias.Para construções 8302. os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras). dispositivos de fixação. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos). as ferragens para montar armários e camas. pendentes. Atualizado em 04/01/2011 . 3) As fechaduras de mola. os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. as entradas de chaves. os cantos das gelosias. fechos.60 . etc. por exemplo. D) As guarnições. etc. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. próprios para cortinas ou tapetes. mesmo perfurados. as maçanetas ou punhos. ferragens e artigos semelhantes: 8302. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato". trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas. embraces. a seguir. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas. as argolas. Os varões. ônibus. corrediças. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios.4 . porta-chapéus. rodízios e semelhantes). os cabides. as maçanetas ou punhos. as cremonas. cofres ou outros artefatos semelhantes e. os ferrolhos. baús. 2) As fechaduras de molas. portas. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*). trilhos (calhas*). Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo. os fechos de lingüeta. por exemplo) os porta-bagagens internos. fechos e travas de contraventos. os ganchos. janelas. hangares (por exemplo. cofres.17).01). E) As guarnições.Outras guarnições.Outros 8302. os dispositivos de fecho (de alavanca. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis. as carrancas (travas de janelas). Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. para móveis 8302. de garagens. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. para portas de imóveis. terminais. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. carroçarias. os suportes de prateleiras. as pegas. seguem o regime do metal constitutivo.. sem chave. de esferas e as molas com ressalto. cantoneiras. Entre esses artefatos. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). por exemplo). tais como cambas. argolas. caminhões. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil. as corrediças de tampas. cabides e artigos semelhantes 8302. tais como os caixilhos de janelas. arções. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas. alças e barras de apoio para passageiros. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. tubos e barras. os fechos e correntes de portas ou de janelas. pendentes puxadores e botões para portas. de esferas e as molas com ressalto para portas. de rodízio.Pateras. por exemplo. incluídos os gonzos e as charneiras. que consistam em perfis. trincos.

placas para máquinas. 2) As placas sinalizadoras para albergues. panos de prato (panos de cozinha).31 .. imóveis (mesmo que comportem apenas números). "bombeiros". os painéis de sinalização rodoviária. 73. Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo. placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos. chaves. gravados. os jogos de números e de letras para compor etiquetas. Todavia. esmaltados. Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas. 83. que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente. ruas.34 . fábricas.. números ou desenhos.16. em uma placa de anúncio. Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina. veículos. por exemplo). G) As pateras. as placas.07 . perfurados.Outros 8407.10 . EXCETO OS DA POSIÇÃO 94.Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares.Motores para propulsão de embarcações 8407. as placas para sinalização rodoviária. por exemplo). em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante. etiquetas. ou relativas a serviços públicos ("polícia". escovas. incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. 3) As placas de publicidade para mercadorias. etc. impressos em baixo ou alto relevo. incluídas as etiquetas móveis (para chaves. ALTERNATIVO OU ROTATIVO. mas não superior a 1. para toalhas. Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras. formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora. excluem-se da presente posição. números nem desenhos.PLACAS INDICADORAS. e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições. e os consolos. de publicidade. Os cabides e semelhantes com características de móveis. DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+).90 . displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias. H) Os fechos automáticos para portas. curvilíneos do tipo Wankel). por exemplo.De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407. Esta posição compreende também os números.. jardins. apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84. etc. etc. de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95). Atualizado em 04/01/2011 .08. Entretanto. PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES.. 4) As placas-endereços para imóveis.29 . esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. por exemplo).Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407.07. coleiras de animais. por exemplo os que possuam uma prateleira. incluem-se no Capítulo 94. por exemplo. logradouros. medidores. praças. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84. para indicar as partidas e chegadas). porta-chapéus (fixos. fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões. por exemplo. de dobradiças. para portas de imóveis etc. incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor. envernizados. em uma placa sinalizadora. por exemplo). 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. estampados. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações. moldados.. "caça proibida".De cilindrada superior a 50cm3. por exemplo). da posição 94. sepulturas. ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73. a proibições ("proibido fumar".33 . 79.MOTORES DE PISTÃO. LETRAS E SINAIS DIVERSOS. lojas.De cilindrada superior a 1. 84.4) As guarnições.De cilindrada superior a 250cm3. letras.10 . caixas de correspondência. etc.26. discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86.000cm3 8407. mas não superior a 250cm3 8407.. as fichas e etiquetas de vestiários).05.. Com exceção dos anúncios. c) As placas.73).De cilindrada não superior a 50cm3 8407.. vestiários. portas.3 .000cm3 8407. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas. de cremalheiras. DE METAIS COMUNS. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho.2 . 8407.21 . PLACAS SINALIZADORAS.Motores para aviação 8407.25. 76. NÚMEROS.05. por exemplo).32 . as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo.

gás de iluminação. quer a utilização de uma vela de resistência elétrica. ou ainda. onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos. Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. Neste último caso. acionamento de geradores elétricos. nos motores para aviação. multiplicado pelo número de cilindros. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. Atualizado em 04/01/2011 . etc. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos. radiadores de água ou de óleo. Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores.Motores para propulsão de embarcações 8408. biela. etc. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. Esta posição não compreende os motores de pistão. Estes motores. filtros de ar ou de óleo. Podem ainda comportar redutores.05. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. elétricos ou outros. o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada. e orientados. pelo motor.20 . e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos. constituindo o conjunto uma unidade indissociável. girando o conjunto na base de fixação. volante. Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor.10 . embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. independentes. volante. mas cujo arranque exige.90 . Além dos motores denominados diesel. de ignição por centelha (faísca). contudo. Subposições 8407. de compressão variável. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. bombas de gasolina.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. metano. mais freqüentemente. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. às vezes incorporados ao motor. bobina ou magneto. sendo neste último caso incluídos na posição 84. próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. Nos tipos mais correntes. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). platinados.. O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). etc.Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão. diferem daqueles. todavia. alimentados separadamente. biela. dispositivos de admissão ou de escape. próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. etc. podem ser instalados e retirados muito facilmente. 8408. ventiladores. dispostos radialmente em camada simples ou dupla.09. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela. motocicletas ou tratores. dispositivos de ignição. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. álcool. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95). mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel. reservatórios de combustíveis ou óleo. são amovíveis.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. O combustível mais utilizado é a gasolina. dos combustíveis (Capítulo 90). porém. a saber: incorporação a máquinas agrícolas. que funciona com menor taxa de compressão. 8407. isto é. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. hidrogênio. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples.MOTORES DE PISTÃO. Contudo. condensador. formados de um motor desta posição. dispositivos de admissão e de escape. etc.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408..32. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros. 8407. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL). etc. pistão. distribuidor. Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado.. bombas ou compressores. de óleo. percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto.33 e 8407. automóveis. Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). propulsão de aviões.31. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos. Subposição 8407. pistão. inflamado no próprio interior do cilindro. especialmente concebidos para determinar o índice de octana. de cetano.34 Nos motores de cilindros. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Notas Explicativas de Subposições. no interior da embarcação. Estes propulsores. para uso agrícola ou em canteiros de obras. não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84. etc. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível. etc.08 . de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. Todavia. à parede do painel traseiro. desde que. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). 84.

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

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A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

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1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

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8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

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Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

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Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

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84.Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415. aspiração de poeiras. desumidificador ou os dois juntos) do ar.) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos. C.19) ou para refrescar ambientes (posição 84. que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção).10 .Outros: 8415. máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84.81 .13). etc. concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas.MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE.). por insuflação ou aspiração (tiragem forçada). etc. geradores de pistões livres e ventiladores.16). bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar. etc.. formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415.37). 8415. tais como corpos de bombas ou de compressores.. Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar.83 . Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. pás e aletas. veículos motorizados. pistões. As bombas de ar ou de vácuo. às vezes. exigido para algumas indústrias: têxteis.79). bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado.11).22). fumo (tabaco). mecanismos oscilantes ou basculantes. válvulas.28). Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa. etc.15).. rodas com aletas. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+). produtos alimentícios. com dispositivos de refrigeração 8415. c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84.8 . seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84.20 . arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração.Outros. papéis. cantinas. em recinto fechado. permutadores de calor. Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios. b) As bombas de emulsão (posição 84. MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado. elementos aquecedores ou refrigeradores. navios. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor. hélices e outros elementos giratórios.... etc.. classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. papéis. de parede. dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador.COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM.90 . aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. etc. Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84. fumaças. se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições.). silos.15 . COM VENTILADOR INCORPORADO. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo. compressores. vapores. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas. ventilação de ambientes.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas. etc. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas. tintas.Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices.21). Atualizado em 04/01/2011 . hospitais. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição. uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade. tecidos. filtros.Sem dispositivo de refrigeração 8415. rodas de aletas. por exemplo. d) As máquinas para limpeza. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. etc.). mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas. e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto. etc. apartamentos. estes aparelhos comportam.82 . Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73. lugares públicos. secagem de diversas matérias (couros. aparelhos eliminadores de poeira (posição 84. gases quentes. navios.

18. todavia.) e um umidificador de ar (que consiste. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar. 85. etc.Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento. Entre eles. ou de resistências elétricas. em um espaço fechado (caminhão. bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84.). e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente. um condensador e um motor.20 Atualizado em 04/01/2011 . excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado.19.). Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. reboque ou contêiner (contentor*). Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84. quando a temperatura exterior for muito baixa. por condensação. cada cômodo de uma casa).18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84. palha de cobre.18.22. dentro de um limite determinado. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar. por exemplo. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação. se são providos de uma entrada de ar externo. PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado. Em alguns casos. de vapor ou de ar quente. a umidade do ar). Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados). quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. Subposição 8415. o ar ambiente do local onde funcionam ou. As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo. São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. 84.16. por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria.79. 84. a umidade do ar. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. No ciclo de aquecimento. geralmente. Do ponto de vista estrutural. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. lã de vidro.10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. 84. uma mistura de ar fresco e ar ambiente.14. por exemplo). o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. apresentados separadamente. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar. Subposição 8415. sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos. no mínimo. por exemplo). etc. reboque ou contêiner (contentor*)). as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter. etc. mesmo contendo um ventilador a motor. por condensação. em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar. nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente. constituídos por um compressor. podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo.21. As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa. a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado. como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. Estes aparelhos classificam-se na posição 84. formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação. As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. chapas de metal distendido.79. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. Pertencem a esta posição. No ciclo de refrigeração.). palha de ferro. etc. c) Os aparelhos que. pelo contrário. Nota Explicativa de Subposições. 84. por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico.18). São. Todavia. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84. como máquinas e aparelhos para produção de frio. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. formando um corpo único. por conseguinte. Algumas máquinas contêm.

2) As turbinas para refinação de açúcar.29 . aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis. para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). vasilhas. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo.. As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias.Para filtrar ou depurar bebidas. As máquinas e aparelhos giratórios que.Centrifugadores.. etc.19 . para branqueamento.31 .. 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos.Outros 8421. Em alguns tipos.9 . cesto.). Nos aparelhos de tambor ou de cesto. geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora. serem decantados. também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos. 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo.De centrifugadores. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES. 8421.. 84.Outras A presente posição abrange: I. CENTRIFUGADORES. vinhos. cestos.21 .12 .CENTRIFUGADORES. 3) As desnatadeiras e os clarificadores. de acordo com sua densidade.Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421. Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante.. em diversos níveis do coletor. incluídas as dos secadores centrífugos 8421. tambor. centrífugos. licores. tais como tabuleiros. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. vasilha. peneiras de tintas. Atualizado em 04/01/2011 .Para filtrar ou depurar água 8421.. em seguida. por exemplo. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis.Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421.. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento.2 . de peneiras (ou coadores) de leite. exceto água 8421. nas lavanderias ou tinturarias.Outros 8421.22 . as matérias sólidas são retidas no elemento giratório. perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios.21 . sebos.1 .Outros 8421. 8) Os separadores centrífugos de leveduras. etc.Partes: 8421. 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos. e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química. nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para. por exemplo (Capítulo 73. coletores.23 . pelo efeito da força centrífuga.Secadores de roupa 8421...Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. incluídos os secadores centrífugos: 8421.Desnatadeiras 8421.11 . para o tratamento do leite. II..39 . contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura. de vasilhas múltiplas sobrepostas. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo. I. 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos. geralmente)). para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem. tambores. habitualmente cilíndrico.Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421. etc. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS.91 . 13) Os centrifugadores para extração de mel.. féculas. 4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos. os constituintes são recolhidos.99 . Entre as máquinas e aparelhos desta espécie.3 . podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias.

executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. denominados centrifugadores de gases. cubas. que se transformam em lamas não incrustantes. por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga. porcelana. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água.. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros. nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados. d) As peneiras centrífugas (posição 84. quer. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. enquanto que as matérias sólidas se acumulam. a) Os centrifugadores especiais. 9) Os depuradores eletromagnéticos de água. exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70.86). guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. algumas destas matérias. e através das quais o líquido a filtrar é forçado. eletrostáticos. este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. Conforme o rendimento que se quer obter. consiste em dispositivos puramente estáticos. gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. de ação física ou mecânica. magnéticos. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste. ao contrário. etc. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes. de amianto. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão. os recipientes. mas não engloba os simples funis. kieselguhr.37). pasta de papel. em forma de tortas. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água). a separação de partículas sólidas. de martelos pendulares. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais. dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. etc. donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros.). sob forte pressão. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. entretanto. De acordo com o tipo. A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. telas metálicas. 5) Os filtros-prensas. por exemplo. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico.74). Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. f) Os trituradores centrífugos de bolas. compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. na indústria açucareira.). de ação química. Mergulhadas no líquido a filtrar. por exemplo. 7) Os filtros de cápsulas. areia. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células. Entre os aparelhos desta categoria. carvão vegetal. que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. além dos tubos de entrada e de saída de água. c) As bombas centrífugas de ar. (posição 84. sem características específicas. geralmente. como.Excluem-se. por exemplo. da cerveja. etc. bem como os filtros de água de uso doméstico. feltros. químicos. consoante o caso).APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo. providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. a porcelana e o carvão vegetal. do óleo. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". peles. mantido sob pressão inferior à ambiente. denominados "anticalcáreos". II. retirar o alcatrão dos gases.. e ainda material industrial pesado. tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita.13).54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84. amianto. etc. substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. etc. celulose. entre as molduras e as placas.01). de gás. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. B) Filtração e depuração de gases. de ação física. etc. (posição 84. Pelo contrário. de fácil remoção. filtros-prensas). que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. pós metálicos sinterizados. em uma torneira. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. 8) Os depuradores de água. a fortiori. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. recipientes. que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos. arenito. Atualizado em 04/01/2011 . os depuradores de água de cal. fortemente apertadas umas contra as outras. etc. negro animal. às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. Obtém-se. do vinho. minerais concentrados.). tais como tecidos.74). eletromagnéticos. 6) Os filtros a vácuo rotativos.14). No tratamento de águas potáveis. que se fixa. pequenos aparelhos de pressão. por sua própria concepção. De modo geral. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. etc. a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. carvão vegetal. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). etc.

de sidra. suportes. tambores de filtros de líquidos ou gases.Outros 8424. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia. têxteis. de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade.Partes Atualizado em 04/01/2011 . constituídos por uma tela filtrante sem fim. os filtros propriamente ditos que. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". as outras superfícies filtrantes (cerâmicas.90 .15 e os desumidificadores de ar da posição 84. fibras de vidro. Todavia. etc. etc. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. de ar ou de outros gases. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90. anéis de Raschig. b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84.18) 84. podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica. provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras. especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação. (posição 84. c) As prensas para produção de vinho. MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA.30 . DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+). a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador.20 . tais como os de placas dispostas em ziguezague.81 . etc. os gases. pela ação de um dispositivo apropriado. que se movimenta em torno de dois rolos. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas. com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. de pasta de papel.Máquinas e aparelhos de jato de areia. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell). de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424.). atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros. tecidos. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador. DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS.10 . de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis).APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR. de modo geral. incluídos os que funcionam por eletrodiálise. os dois sistemas. 8424. que combinam.. deve observar-se que as placas filtrantes. no interior deste. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases. etc. decresce bastante rapidamente. no presente grupo. Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. por meio de diversos dispositivos. incluem-se na posição 48.Extintores. etc.24 . ou as fazem aderir a superfícies oleosas. por outro lado. na parte superior. 2) Os filtros eletrostáticos. que se subdividem em duas classes: por um lado. molduras e placas de filtros-prensas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). são submetidos. podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas. MESMO CARREGADOS. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios.01). constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos. Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água. 3º) Os filtros de cortina. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara.35). mesmo carregados 8424.Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. EXTINTORES.89 . também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos. como os filtros de líquidos do mesmo tipo. com um dispositivo de pulverização de água. em uma câmara de depósito.) e.79. 4º) Os ciclofiltros. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão. esponjas metálicas. a uma intensa turbulência que. etc. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. feltros. depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo. percorrendo o cone do vértice para a base.Para agricultura ou horticultura 8424. 2º) Os filtros de manga. 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases. de ação física ou eletrostática. de filtros de gases. por precipitação.Outros aparelhos: 8424. levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84.8 . muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES. aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes.12 e que.) e equipadas. Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica. 3) Os filtros de grãos ou scrubbers.Conforme o seu princípio de funcionamento. Incluem-se também. de onde caem periodicamente.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos. às vezes.. os filtros-depuradores e os depuradores que.

São utilizados para aplicar tintas. campos.SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. vidro. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão. vernizes. ainda que contenham um reservatório e.SERINGAS. entretanto. porém.). especialmente equipados.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar.. utilizados nas máquinas de impressão. Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores). b) Os bicos para mangueiras (posição 84. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo. granalhas metálicas. percutores.PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. para fins agrícolas ou para uso doméstico. os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal).. do tipo automóveis ou não. nos quais o motor. utilizados para regar gramados (relvados). utilizados especialmente para limpar peças metálicas. O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção). Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. tontisses. os verdadeiros veículos automóveis. mangueiras de jardim.). materiais compostos. por um lado. às necessidades da sua função. líquidos ou produtos sólidos (granulados. A. conforme o caso). comportam um disparador manual (com gatilho. limitado este. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios.. Incluem-se neste grupo. foscar ou gravar vidro. na forma de jato. que executa o bombeamento e a dispersão.000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. etc.13). D. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. etc. etc. pedra.. de jato. válvulas.. dispersar ou pulverizar vapor. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar).. óleos.). compressores. manômetros. sprinklers. e um dispositivo para regular. para limpar fachadas de construções. pós metálicos. etc. que comanda o jato. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente. que veda o orifício de ejeção (posição 38. carregados ou não. em particular. B. aspersores. Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. utilizados para a extração. metal). válvulas reguladoras de retenção. vernizes.MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. Também se classificam aqui. por erosão de terrenos. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido.13. etc. na acepção da posição 87.81 ou Seção XV. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se. a aplicar ou projetar inseticidas. quando apresentados isoladamente. injetores de adubos. utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas. de areias auríferas. b) As bombas de combate a incêndios. terras diamantíferas. e os foles. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato). dispositivos para purgar. mesmo providas de reservatórios (posições 87. e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. plásticos. Atualizado em 04/01/2011 . DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. estátuas. granalhas. permite também o deslocamento do aparelho. ou em nuvem (spray).000 e 4. Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas.EXTINTORES. etc. tinturas de cal ou cimento. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia.05. E. reguladores de pressão. botão. etc.18).. os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas". bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas. freqüentemente de construção pesada. pomares. O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais. etc. compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. alavanca. pedras. excluem-se. etc. fungicidas. etc. obtido seja através do jato de um maçarico. pós. às vezes. entretanto. 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água.79). sob pressões incluídas entre 3. ou mesmo gota a gota. etc.16). ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água. por outro lado. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96.08). Esta posição. C. e os rebocáveis.. borracha. etc. etc. etc. bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. dispersão. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras. às vezes. ou.). Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato. c) Os instrumentos de uso médico (posição 90.. cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir. incorporam. fixos ou móveis (torniquetes.05 ou 84. de motor elétrico incorporado.

42 . mutatis mutandis. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84. para garagens 8425.Talhas.43). evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar. O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto. g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84. cabeças de irrigação. a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico. para tubos de caldeiras (posição 84. relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis.Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação.19). de outra parte. 3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar. diversos objetos (tambores.).Outros 8425. 2) Os aparelhos para pintura eletrostática.TALHAS.. CADERNAIS E MOITÕES. etc.24.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84.15.20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84.39 . 84.. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84. descarga ou movimentação. o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87.Outros guinchos. Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82. GUINCHOS E CABRESTANTES. concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes.41 . dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana.26. k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. 8425.04). b) Os eliminadores de fuligem. revelação. rodas denteadas e parafusos sem fim.Macacos: 8425.01. compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e. mais ou menos complexos.). e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84.25 . PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).Outros macacos. de água.TALHAS. de jato de vapor. h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas. de areia.16). tais como os reservatórios. bicos aspersores.76).86). jogos de engrenagens. Este grupo compreende.79). MACACOS. se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator. cadernais e moitões: 8425. (posição 84.. ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII.1 .18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90. Subposição 8424. l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90. etc.De motor elétrico 8425. carga.49 . entre outros: Atualizado em 04/01/2011 . d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84.. também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição. caixas.Outros 8425. cadernais e moitões são mecanismos de elevação. CADERNAIS E MOITÕES As talhas. cabrestantes: 8425. e às máquinas e aparelhos de elevação.22).79). por projeção de parafina ou cera fundida.. Incluem-se nesta posição: I. Nota Explicativa de Subposições.3 . c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84.De motor elétrico 8425. ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura.. observando-se que se aplicam.81). aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84.11 . bem como aos aparelhos com funções múltiplas.. Entretanto.31 .67). etc..A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir.19 .Elevadores fixos de veículos. hidráulicos 8425.4 . etc. f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84.

caixas. etc. acionado manualmente ou por meio de um motor. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas. neste aparelho. equipados.). podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis. mas nos quais a corrente é substituída por um tambor. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado. Entre estes aparelhos. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73.1) As talhas. que se assemelham a guinchos. 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões.08. plataformas de artilharia. guindastes. articulada.25 A 84. vagões-oficinas. cabos de dragagem.25 8431. etc. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. manobrar lemes.. Entre os macacos de uso especial. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas.25 ou 73. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma.30.31 .De máquinas ou aparelhos da posição 84. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. recolher amarras. III. incluem-se na posição 84. 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. substitui a cremalheira rígida. que envolve o mecanismo. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris)..20 . As simples polias para cadernais.83. nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes). etc. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos. constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão. mas que funciona segundo o princípio dos macacos. Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84. às vezes de ação horizontal. elevar âncoras. que se desloca num trilho (carril) aéreo. cadernais e moitões de tambor. cadernais e moitões.. cadernais e moitões. etc. para garagens. 3) As máquinas de extração. 3) Os elevadores fixos de veículos. 84. 8431. II. etc. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido. para movimentar paus-de-carga. Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical. Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação. 2) As talhas. 4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei). Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos.10 . constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. de talhas. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor. uma corrente de cilindros.12. caminhões. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos.PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84.Das máquinas e aparelhos da posição 84. comportas de açudes.31. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos. 7) Os macacos para levantar locomotivas. do mesmo modo que as polias simples.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos. incorporados ou não no aparelho. construções. cadernais e moitões de modelos mais simples.26. cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. etc. constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho. podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. para deslocar estruturas metálicas. redes de pesca. vagões. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção).27 Atualizado em 04/01/2011 . hidráulicos ou hidropneumáticos.

pentes para uniões de tubos (split bushing slips). mangas de brocas (drill collars).10). os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos. trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82. Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura. ij) As polias. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas".42 . g) As brocas..05) ou de matérias têxteis (posição 59. argila. as garras com bordas cortantes. etc. 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84. as lâminas de niveladoras ou de raspadoras.. tubos-sondas. uniões de tubos (spider bowls). ganchos e semelhantes. os degraus de escadas rolantes.). guias de hastes de perfuração (drill pipe guides). e) Os espeques. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos.Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431. pinças. tubos de perfuração.12 ou 73. Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho.3 . caixas e vagonetes para transportadores aéreos.06).Das máquinas e aparelhos das posições 84. (posição 83. ganchos e tenazes 8431. providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam. mangas de comando (kelly drive bushings).49 8431. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias. balancins de equipamentos de perfuração por percussão.) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85. Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39). de ferro fundido. etc. rochas.28).11). posições 73.41 ou 8430. de lagartas ou de rodas. b) As lingas (Seções XI ou XV). anéis.08). carga e descarga de "esferas" (boules). as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias. de borracha vulcanizada (posição 40. coroas. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos.30: 8431. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431.31 .05. c) As barras ocas para perfuração (posição 72. os carros e troles de monotrilhos (monocarris). f) Os ganchos de elevação (posições 73. etc. mesmo de mandíbulas. estacas.4 .. de couro (posição 42.Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). ajustáveis ou telescópicas (posição 73. skips. bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars). polias para cadernais e engrenagens (posição 84. draglines. os motores (posições 84. rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos. para carvão. as caçambas (baldes*).25 ou 73. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*).26).28: 8431. ganchos.08. h) As fechaduras especiais para elevadores. cascalho.20). para gaiolas ou cabinas de elevadores.15). subs. c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação.49 .86). escavadoras. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84..Das máquinas e aparelhos da posição 84. uniões porta-ferramentas (tool-joints).25 a 84. etc. as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores. correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão. os suportes. etc.. movimentação. cavaletes de rolos. 3) As barras de corte.26.8431. incluem-se na Seção XV (em geral. no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos. barras de comando (kellies). trépanos. com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria. anéis limitadores de profundidade (stop-collars).Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430. mesmo de comprimentos determinados. etc.83). as lanças de guindastes.07 ou 84.01). as tenazes e ganchos articulados.07).30. monta-cargas. escoras e pontaletes. mosquetões.Outras 8431. d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73. ferragens. tais como as molas de suspensão (posição 73. 6) Os chassis não autopropulsores.Caçambas (baldes*). teleféricos. guindastes (gruas) sobre cabos. se apresentados isoladamente. etc.30. desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos. os martelos para bate-estacas. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87.39 . Por outro lado. tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos).29 ou 84.41 . gaiolas e plataformas para elevadores.De elevadores.10). a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84. as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha.) aos quais são destinados.43 . Permanecem igualmente nesta seção.25 a 84.. 84. máquinas de tração operadas a cabo. pás.04 a 73.08). as cabinas. as correntes de raspadores para transportadores. cabeças de injeção. Atualizado em 04/01/2011 . Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85.

. Entre estes. etc. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores.Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433. aos materiais da presente posição.. grades. em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84. 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433. CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS. 11) As máquinas para a colheita de algodão. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva). A limpeza ou seleção de ovos.. máquinas e aparelhos para debulha: 8433.Motorizados. frutas ou outros produtos agrícolas.).MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS. constituídas geralmente por uma estrutura com rodas. que são desatados.32 aplicam-se.MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA. picar e transportar ervas. garfos. 15) As arrancadoras de batata (de relhas. 19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas.Cortadores de grama (relva*): 8433. fresas giratórias. para corte de forragens.). manuais ou motorizados. cortar. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada. incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433.37.1 .40 . ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). A. apanha. aparelhos e instrumentos que. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática. cenoura. 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos. tais como as barras de corte. feixes ou fardos. bem como as enfardadeiras de palha ou forragem. 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais. B. por divisão prévia dos feixes. permitem executar mecanicamente: A.. incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS.Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433. a debulha e a limpeza do grão. etc.Ceifeiras. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. etc.37. bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. 16) As máquinas de levantar. ancinhos. As disposições da Nota Explicativa da posição 84. 17) As máquinas para ceifar. 8433. que apanham e colocam em molhos. 12) As arrancadoras de linho. ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas.19 .Ceifeiras-debulhadoras 8433. os ancinhos-espalhadores e viradores de feno.Partes A presente posição abrange as máquinas. tomate. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84.os alimentadores automáticos. arrancamento.60 . etc. 6) Os ancinhos-ajuntadores. frutas ou outros produtos agrícolas 8433. o feno ou a palha deixados no campo.84. mutatis mutandis. etc. 10) Os reboques autocarregadores. quando giram. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). picar e carregar forragem.Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433. que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal.52 ..Outras máquinas e aparelhos para colheita.30 . 5) As gadanheiras de feno. debulha.59 . ceifeiras. 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho.).53 . MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS. podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras. milho. especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno. Atualizado em 04/01/2011 .). de tambor.90 .5 . 14) As máquinas para colher feijão verde. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433. Também se classificam aqui . em substituição das ferramentas manuais. 20) As debulhadoras de cereais. por exemplo. constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal.Máquinas para limpar ou selecionar ovos.mesmo que sejam apresentados isoladamente ..Outros 8433.33 . enfeixamento. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar.11 .Outros 8433..20 .Enfardadeiras de palha ou de forragem.51 .

conforme a sua posição. Também. 8481. forquilhas. sacudidores. aparelhos e instrumentos da presente posição. peso.67. a sua retenção.TORNEIRAS. debulhadoras. moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas. B. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação. 84. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias.MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS. padejadoras pneumáticas para grãos. equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo. vapores. descarregadores de garras para forragem.28. ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação. classificam-se na posição 84. ou ainda regulam o volume ou pressão.Válvulas de segurança ou de alívio 8481. para retirar as ervas ao longo dos muros. destinam-se a limpar ou selecionar.). esferas retentoras.36). denominados cortadores autotransportados. tais como os transportadores de tiras.30 . Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras. etc. diversos produtos agrícolas: ovos. desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados). agulhas corrediças. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos.81 . estas máquinas. classificam-se na posição 84. d) Os limpadores. agitadores. corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. RESERVATÓRIOS. na posição 84. todavia. membranas. pelo contrário.10 .Válvulas de retenção 8481. b) Os monta-feixes.20 . conforme o seu volume. aparelhos de observar ovos (posição 84.). As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se. Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição. por exemplo. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84. etc. se apresentados com esta última. divisores. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. Quando apresentados separadamente. ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras. que seguem o regime da máquina. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. também se classificam aqui as partes das máquinas.. e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. tabuleiros de corte.Válvulas redutoras de pressão 8481. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. elevadores de palha ou de sacos. Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. ancinhos. etc.. montados em canalizações ou recipientes. fresas e outros aparelhos arrancadores.37). tambores e forquilhas de gaveleiras. matérias viscosas) ou. selecionadoras-observadoras eletrônicas.78). enfardadeirasapanhadeiras. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva). Excluem-se. relhas.26 ou 84. VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES.45). tais como o reboque. às vezes. elevadores de palha. mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. meios-fios ou de sob os arbustos. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras. tambores para enfeixar. empilhadores.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481. contra-agitadores. CALDEIRAS. pepininhos (cornichons). quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras. etc. frutas.28).Outros dispositivos 8481. pelo contrário. c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). porém mais raramente. esmagadores. Atualizado em 04/01/2011 . selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. aspargos. garras. cebolas.90 .Partes As torneiras.21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho. tais como: Barras de cortes. gases. PARA CANALIZAÇÕES.37. separadores. por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados. cenouras. constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas. que. correntes de caçambas (baldes*). monta-feixes. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. selecionadoras. isto é.40 . batatas. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo. abre ou fecha um orifício. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84. CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. elevadores de baldes para grãos. permitem o escoamento de fluidos (líquidos.08). por exemplo).. mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras.80 . aeroensilhadoras. válvula ou charneira. Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves. etc.

estes órgãos classificam-se aqui. Também se classificam aqui as torneiras.16. um volante.15. 76. etc. quer por um motor (válvulas motorizadas).32. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. etc. conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). bem como outras comportas imersas para navios.14). hidrocarbonetos ou outros fluidos. as peças mecânicas que.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás).34).26 ou 90. de temperaturas diferentes.08. mesmo com apito. condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. um botão. Quando o controle ou o comando se efetua à distância..26.26. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. tal como mola.85). válvula ou dispositivos semelhantes. do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados. etc. Caso contrário. cápsula.09). etc. reguladoras de pressão. classificam-se também na presente posição. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos. cápsula manométrica.).24. 4) As válvulas de alívio ou de segurança. Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado. flutuador. classificam-se como partes de máquinas. 3) As charneiras e válvulas de retenção. etc. um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas). dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84. respectivas torneiras. 74. etc. para incêndio. válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. contrapeso. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. se o conjunto forma um corpo único. e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido. providas de um dispositivo regulador do jato. 9) As torneiras de flutuador. de controle ou de regulação das posições 90. não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos. para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas. uma alavanca. de quaisquer matérias. acionados quer manualmente. A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador. 14) As válvulas e comportas de balastro. aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam. mecânicas. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas. de diafragma. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). pequenas bacias para beber e fechos de segurança. Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido. agulhetas de incêndio ou para rega.). reservatórios sob pressão. incluídos os próprios recipientes de condensação. 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas. A presente posição compreende as torneiras.26.. 7) As torneiras de escoamento para radiadores.São. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores. 73. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. As combinações formadas por torneiras. por meio de uma chave. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84. Estas válvulas. 75. Atualizado em 04/01/2011 . classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. equilibrado por uma mola de tensão regulável. caldeiras. etc. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva).32. 12) As torneiras misturadoras. geralmente. em geral.12). etc. para tubos indicadores de nível. válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato. por meio de um tubo capilar. válvulas e dispositivos semelhantes. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. quaisquer que sejam as máquinas.). 71. cápsula. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida. fole. 8) As válvulas para câmaras-de-ar. classificam-se na posição 84. estas combinações classificam-se na posição 90.). e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento. 6) As diversas torneiras (de admissão. apenas a torneira. refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação. etc.19. por exemplo) ou na posição 90. classificam-se na presente posição ou na posição 90. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. 11) As bocas e tomadas de água. Todavia. 5) As válvulas e órgãos de distribuição. para garrafas de água gaseificada. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica. por um elemento manométrico (membrana. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. 16) As cabeças de sifão.26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui. desde que correspondam às condições acima indicadas. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. por exemplo. que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. vapor. que podem ser de qualquer tipo (redutoras.). purga. Além disso. de cerâmica ou de vidro. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento. lavatórios. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico. é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines). embora assegurem uma função semelhante. elemento termossensível (válvulas termostáticas). água. As cabeças e rampas. para banheiras. na câmara de mistura. tais como os tubos de comprimento reduzido. são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado. As membranas de rebentamento (discos delgados. um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos.

20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial).79) 84. por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado.30 . Estes órgãos são constituídos.16). h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes. estes roletes não possuem "gaiola". Freqüentemente.24). entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo. cônicos. mantém no lugar.ROLAMENTOS DE ESFERAS.10.Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro. Excluem-se também desta posição: a) As torneiras. abaulados em forma de tonel. (posição 84. lavatórios.17 ou 70. de borracha vulcanizada.9 . com um afastamento constante.Rolamentos de agulhas 8482.50 . tonéis. em particular). não endurecida (posição 40. 69. que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns.. Distinguem-se. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84.Rolamentos de esferas 8482.40 . bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo. provida de ranhura prismática. geralmente. entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas).13).80 . geralmente. roletes e agulhas 8482. os pulverizadores de ar comprimido. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo.12). barris. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo. são fabricados com bronze ou cobre. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição.). que comportam um segmento. concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas.67). 8482. d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84. 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. DE ROLETES OU DE AGULHAS. 73.09) ou de vidro (posições 70.Partes: 8482. etc.Rolamentos de roletes cônicos. com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço.. etc.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482. que comportam um cilindro canelado. simultaneamente. contudo. salas de banho. de aço. contido no recipiente. leite. g) Os maçaricos da posição 84.99 .Esferas. de aço. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem. ou mesmo de plásticos.22. constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante. 3) As corrediças de percurso não limitado. que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39. etc. e) As pistolas aerográficas.20 . Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato. um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora. simples ou de dupla fiada.. etc. b) Os sifões de escoamento de águas usadas.68. 18) As torneiras para cubas. (posição 84. bebidas alcoólicas. etc.24.Outros.82 .17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba". absorver as cargas radiais e axiais. C) Os rolamentos de agulhas. para pias. para certos usos específicos. denominado "gaiola".20). válvulas e dispositivos semelhantes.03 e 69. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja..91 .10 . por exemplo). estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo). incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. PARTES Atualizado em 04/01/2011 . 2) As corrediças de percurso limitado. os rolamentos colocam-se. etc. de cerâmica (posições 69. inseticida. incluídos os rolamentos combinados 8482. tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais.Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482.

cadeiras. 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo. por exemplo. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. mesmo que estes sejam inseparáveis. cruzetas. Atualizado em 04/01/2011 . as árvores (veios) de manivelas. partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam.Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço.50 . 4) As árvores (veios) flexíveis. A. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE.Engrenagens e rodas de fricção.14 ou 72. incluídas as juntas de articulação 8483. de ferro ou de aço. as manivelas e contramanivelas. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES". caixas de transmissão. REDUTORES.Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos. exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. etc. para bicicletas (posição 87. 84.83 . Excluem-se também desta posição: a) As barras. indicadores de velocidade.05 mm..83).Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento. etc.MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento. anilhas. INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO. multiplicadores e variadores de velocidade.ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS.60 . VOLANTES E POLIAS. de acordo com a Nota 6 do Capítulo. outras vezes. classificam-se na posição 73.20 .Volantes e polias. por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias. EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. pendurais. 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos. pelo contrário. por várias peças reunidas. "bronzes" 8483. mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72. c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva). 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. 3) As árvores (veios) articuladas.. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS. todavia. b) Dos cubos e rodas livres. incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483.33). 4) Os anéis. consoles e caixas (posição 84. 5) As árvores (veios) de cotovelo.).12). MULTIPLICADORES.. mesmo que não se destinem a rolamentos. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73. recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias. 8483. eixos de esferas ou de roletes. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*). de cobre. os virabrequins (cambotas). redutores. 2) As esferas para rolamentos. mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos. este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras).40 . utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas. compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz.30 .26. sem lhes transmitir movimento.90 . estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução.Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. etc. 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. B. distinguem-se. Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos. 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor. b) Os fragmentos de cabo retorcido. ou de ceifeiras (posição 84. consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal. no interior de uma mesma máquina. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma.15).Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483.Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483. desde que.14). bronze ou de plásticos. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO.10 . "gaiolas". de perfil uniforme. as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição. para árvores (veios) flexíveis. são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente. incluídas as polias para cadernais 8483.

que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou. A variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado. as embreagens hidráulicas. conforme o caso. E. caso contrário.EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES Os eixos de esferas (também denominados "parafusos de esferas") ou de roletes. Os rolamentos (de esfera. que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam.. ou inversamente. helicoidais.) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes.. permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. transmitem o movimento por simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução.82. multiplicadores e caixas de transmissão.. nos quais um disco. de parafuso sem fim. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. os volantes são também utilizados para transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias). no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo. de comando manual ou automático. A potência é transmitida quer pela pressão (variador hidrostático). constituídas por um conjunto de polias comuns. encontrando-se as esferas ou os roletes dispostos no interior da porca em alvéolos. pela associação por exemplo. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73. as embreagens pneumáticas.26. mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos. o movimento é transmitido com a mesma velocidade. pelo contrário. e as polias-cones. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)).25. Existem também mancais (chumaceiras) que se empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter lateralmente de espaço em espaço. os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras). carretos. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. que lhes permitem acoplar-se entre si). INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS) Estes termos designam os dispositivos. Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. contudo. hidráulicos.15. uma. etc. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores. Pelo contrário. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). MULTIPLICADORES. roletes).). entalhes ou reentrâncias concordantes. é liso (plano ou abaulado) ou de gola. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. consoles. G. saliências ou garras. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. montadas em uma mesma armação. tais como as polias de tensão ou os tensores para correias. para os isolarem. por exemplo) seguem o regime do motor. São constituídos.. cônicas. Conforme a relação entre o número de dentes dos elementos associados. de fricção. que se classificam na posição 68. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira). opondo-se às variações de velocidade. de dentes retos. D. pode-se modificar a direção da transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos. de agulhas. pendurais. Quanto às rodas de fricção (denominadas também. destacam-se especialmente: 1) Os redutores. confere aos volantes as propriedades dos reguladores de movimento. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética.REDUTORES. 2) Os variadores de discos ou cones. e a outra. Citam-se especialmente: As embreagens de fricção (constituídas por discos. Além disso. sobre árvore (veio) acionada. de um carreto e uma cremalheira. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa. Todavia. classificam-se na posição 84.VOLANTES Os volantes. os "bronzes" de grafita ou de outro carbono. Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. cones ou anéis giratórios. Em certos casos. F.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas. madeira. são constituídos por um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes. às vezes. cadeiras. Há também alguns tipos especiais. tais como as polias-tambores. tais como os plásticos. cremalheiras ou parafusos sem fim. Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. incluídos os conversores de torque (binários). geralmente). compostas de duas ou mais polias soltas. esses rolamentos classificam-se na posição 84. cilíndricos ou cônicos. 3) Os variadores hidráulicos. em ângulo. H. geralmente contidas em um cárter. Sua inércia. comportam também órgãos de lubrificação. Atualizado em 04/01/2011 . geralmente. cone.. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição. dispostas por ordem crescente ou decrescente. Existem vários tipos de órgãos de transmissão desta espécie.POLIAS. apresentados isoladamente. por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção. A presente posição não compreende. um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro. A presente posição compreende todos os tipos de engrenagens (cilíndricas. modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone. os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas.) e compreende tanto os próprios órgãos elementares. etc. de rebarbas rotativas. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. ninhos. de diâmetros diferentes. as polias para cadernais. de modo a fazer variar a relação de transmissão.. consoante a necessidade). ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos. Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão. de velocidade. mas fabricam-se também com outras matérias. C. etc. etc. as embreagens centrífugas automáticas. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados). que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. montados. Entre estes.Freqüentemente. etc. constituídos por diversos jogos de engrenagens. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas).25 ou 73. e os de correntes ou de correias. quer por meio de uma biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas). cujos elementos motores se prestam a dif