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Tabela Resumo Substituição Tributária

Tabela Resumo Substituição Tributária

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Produtos sujeitos à Substituição ou Antecipação Tributária nas aquisições interestaduais (Legislação Atual

)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver notas 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 4

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
20%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Art. 87, VIII RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 12 Não

Pauta Mínima

Açúcar de cana – cristal, demerara e mascavo
Águas minerais e gasosas

1701.11.00 e 1701.99.00

16/02/1993, Dec 1905/93, Alt 41 do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/97

Prot. ICMS 21/91 (adesão da BA a partir de 01/11/91 – Prot. 35/91)

BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ e SP Ver nota 34

Refinado: 10% Cristal: 15% Outros: 20%

17%

Sim (Ins. Normativa 04/09, item 5.1) Sim (IN 04/09, item 5.16) apenas em relação ao garrafão de 20L Não

2201.10.00 e 2202.10.00

Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91.

Todos, exceto MG

Ver nota 1

Ver nota 5

Ver nota 41

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15%

17%

Álcool anidro carburante – AEAC Ver nota 65 Ver nota 67 Álcool hidratado carburante – AEHC * produto sujeito também a antecipação parcial Ver nota 63 *Álcool não destinado ao uso

2207.10.00

Já constava na redação original do RICMS/97 Já constava na redação original do RICMS/97

Conv. ICMS 110/07

Todos

Diferido Ver nota 66

Diferido

Diferido Ver nota 66

Diferido

27% (25% + 2% do fundo de pobreza)

Diferimento Ver nota 66

2207.10.00

Conv. ICMS 110/07, efeitos a partir de 01/07/08 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04 Prot. ICMS 17/04, apenas em relação

Todos

Ver nota 63 Alíq. interest de 7%: 63,30%

Ver nota 63

AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES,

A NCM não consta no

Decreto nº 8868, de

APENAS EM RELAÇÃO AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 63 APENAS EM RELAÇÃO AO

Alíq interest de 12%: 54,53% (Ato Cotepe 21/08)

antecipação parcial: Ver nota 63

Op. Internas: 31,69% Alíq. interest de 7%: 63,30% Alíq interest de 12%: 54,53%
(Ato Cotepe 21/08, Tabela I)

19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

Não

Sim, para antecipaçã o parcial e DIFAL (IN 04/09, item 6)

Não tem

Ver nota 64

Não tem

17% (sem fundo de

Não

Sim, IN 04/2009,

Atualizado em 04/01/2011

automotivo transportado a granel Ver nota 64

art. 353, II do RICMS/BA

05/01/04. DOE de 06/01/04

ao diferencial de alíquotas, efeitos a partir de 01/05/04

MA, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RO, RR e SE

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Ver nota 64

pobreza)

item 6 (em relação a antecipaçã o parcial)

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1 (ver material de limpeza)

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Op. Internas: 31% Alíq. interest de 7%: 46,78% Alíq interest de 12%: 38,89% Op. Internas: 9% Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57% *efeitos a partir de 01/02/10 Op. Internas: 29,04% Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%; Aguardentes: Alíq origem 7%: 44,59% Alíq origem 12%: 36,81%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

*Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo Ver nota 62 Aparelhos de telefonia celular, Smart Cards e SimCard

A NCM não consta no art. 353, II do RICMS/BA 8517.12.13, 8517.12.19 e 8517.12.31, 8523.52.00.

Decreto nº 8868, de 05/01/04. DOE de 06/01/04 01/03/2006 Dec. 9786/06 Alt. 74

Prot. 106/09 (ver material de limpeza) Prot. 27/10 (ver material de limpeza) Conv. ICMS 135/06 (AUTORIZATIVO) Ver nota 57

BA e SP

46,78% (ver material de limpeza)

17% (sem fundo de pobreza)

Não

BA e MG

Bebidas alcoólicas Ver nota 44

2205; 2208 Ver histórico (nota 44) 2204; 2205; 2206.00 e 2207 e 2208

Até 30/09/05 e a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09) a partir de 01/01/2010 Ver Nota 44

Prot. ICMS 14/06, efeitos a partir de 01/04/09 (Dec 11462/09)

AC, AL, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, PR, RO, RR, RS, SC, SE e TO Ver nota 57 AL, AP, BA, CE, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PE, PI, RN, SE e TO. BA e SP

Ver nota 59

Alíq. interest de 7%: 22,13% Alíq interest de 12%: 15,57%

Ver nota 58

17%

Art. 87, XXIV

Não

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 64,40% Alíq interest de 12%: 55,56%

Ver nota 1

Prot. ICMS 107/09, a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 15/06, efeitos a partir de 01/03/10, apenas em relação a aguardente Prot. ICMS 11/91, a partir de 01/02/04

Bebidas energéticas e

2106.90 e 2202.90

18/07/00 (Dec

AL, AP, BA, CE, MA, MT, MS, PB, PE, PI, RN, SE e TO Todos

Pauta Fiscal (Anexo Único do Prot. 107/09) Ver nota 1

Quando não for possível utilizar a pauta fiscal: Ver nota 74 36,81%

27% (25% + 2% fundo de pobreza), exceto para guardentes de cana ou de melaço e ou tros aguarentes simples

Redução de base de cálculo (art. 87, XXXIII) Ver nota 24 Art. 3º-F Dec 7799/2000 (vinho importado NCM 2204) carga de 12%

Não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta Fiscal Quando não

Pauta Fiscal (IN 04/09, item

Pauta fiscal Quando não

17%

Não

Não

Atualizado em 04/01/2011

isotônicas

Ver nota 45

7824/00, Alt 17 do RICMS/97)

(Prot. 28/03)

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 140% indústria e 70% atacado

5.4) Quando não houver: Ver nota 1

houver: 70% ind e 60% ata

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 73

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Bicicletas

Ver nota 72

01/01/2010

Brinquedos Ver nota 69

9503.00

01/01/2010

Café torrado ou moído

0901.2

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 110/09, a partir de 01/01/10. Prot. ICMS 25/10, a partir de 01/03/10 Prot. ICMS 108/09, efeitos a partir de 01/01/2010 Prot. ICMS 29/09, efeitos a partir de 01/03/2010 Não tem

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 72

17%

Não

Ver nota 1

75,92%

Ver nota 1

BA e MG Não tem

Ver nota 1 Não tem

75,92% Não tem Ver nota 1

Calçados

6401, 6402, 6403, 6404 e 6405

01/03/03 (Dec 8413/02)

Não tem

Não

Não tem

Não tem

Ver nota 1

Op. Internas: 44% Alíq. interest de 7%: 61,35% Alíq interest de 12%: 52,67% Internas: 10% Estados do Sul/Sudeste, exceto do ES: 35% Dos demais Estados: 30% Internas: 35% Alíquota interestadual de 7%: 50% Alíquota interestadual de 12%: 43%
(MVA’s serão alteradas a partir de 1/04/11)

17%

Não

Não

17%

Art. 87, XIV RICMS Redução da base de cálculo Ver nota 43

Não

17%

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições

MVA do Acordo Interestadual

Cálculo nas aquisições de UF não

MVA nas aquisições de UF não

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

de UF signatária de Acordo com a Bahia
Cervejas e chopes 2203 e 2202 (cerveja não alcoólica) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Prot. ICMS 10/92, efeitos a partir de 01/06/91. Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 1

(Anexo 86)

signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Em garrafa: 140% ind 70% atacado Em lata: 100% ind 70% atacado Chopes: 140% ind 80% atacado Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 30% 30% ind 15% ata 19% (17% + 2% do fundo de pobreza)

base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não Não

Ver nota 5

Chocolates e preparações similares Ver nota 18 Cigarros, cigarrilhas, charutos e fumos industrializados

Ver nota 18

Ver nota 9

Já constava na redação original do RICMS/89 Já constava na redação original do RICMS/89

AC, AL, AM, AP, BA, CE, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RR, SE e TO Não tem

Ver nota 6

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Não

Não

Conv. ICMS 37/94, efeitos a partir de 01/06/94

Todos

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

50%

Ver nota 11 (cigarros) Ver nota 1 (demais produtos)

Cimento

2523

Já constava na redação original do RICMS/89

Prot. ICMS 11/85, efeitos a partir de 01/09/85

Todos (exceto AM)

Ver nota 1

20%

Ver nota 1

20%

27% (25% + 2% de fundo de pobreza), exceto as exceções discriminadas na nota 10 17%

Não

Não

Não

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 1

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 1

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 79

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Colchões, inclusive box; suportes elásticos p/cama;

9404.2; 9404.10.00; 9404.90.00

01/03/2011

Prot. ICMS 206/09

BA, MG, MS, MT, PR, RJ, SC e RS

Ver nota 79

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

travesseiros e pillow Discos fonográficos e fitas magnéticas, gravados ou não.

Ver nota 38

Redação original do RICMS/89

Prot ICMS 19/85, adesão da BA através do Prot. 18/97, efeitos a partir de 01/08/97 Prot. ICMS 22/85, efeitos a partir de 19/08/85. Prot. ICMS 13/97, efeitos a partir de 01/06/97 Prot. ICMS 46/00, efeitos a partir de 01/03/01 Prot ICM 15/85, adesão da BA através do Prot. 14/97, efeitos a partir de 01/08/97 Ver nota 40 Prot. ICMS 11/91, efeitos a partir de 01/06/91

Todos

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 40,06% Alíq interest de 12%: 32,53%

Ver nota 1

Farinha de trigo

1101.00.10 1101.00.20

Já constava na redação original do RICMS/89

BA e RJ

Ver notas 1

76,48%

Ver nota 76

25% nas operações internas (todas as UF são signatárias do Prot. 19/85) 76,48%

17%

Ver nota 2

Não

17%

Não

Sim (IN 04/09, item 5.13

BA, AC, GO e MG Ver nota 35 AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE Todos, menos o Estado de Goiás

Ver notas 1

120%

Ver nota 21 e Nota 47 Ver nota 1

Ver nota 21

Filmes fotográficos e cinematográfico s e slides

Ver nota 39

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Já constava na redação original do RICMS/89 A partir de 01/08/97 (art. 6º do Dec 6397/97)

40%

Ver nota 1

40%

17%

Não

Não

Gelo

2201.90.00

Todos , exceto MG, SE e SP

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 100% Aquisições no atacado: 70% Não tem

Ver nota 1

Aquisições na indústria: 30% Aquisições no atacado: 15% Aquisições na indústria: 40% Aquisições no atacado: 10%

17%

Não

Não

Iogurte

0403.10.00

Não tem

Não tem

Não tem

Ver nota 1

17%

Redução da base de cálculo (art. 87, XXVII) Ver nota 48 Dispensa operações internas Ver nota 50

Não

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op.

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito

Pauta Mínima

Atualizado em 04/01/2011

internas
Lâminas de barbear, aparelhos de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis Lâmpada elétrica, eletrônica, reator e starter 8212.20.10; 8212.10.20; 9613.10.00 01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) Prot ICMS 16/85, adesão da BA através do Prot. 15/97, efeitos a partir de 01/01/98 Todos Ver nota 1 Alíq. interest de 7%: 45,66% Alíq interest de 12%: 37,83% Ver nota 1

internas
30% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 16/85) 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. 17/85) Interna 41,38% Alíq interest de 7%: 58,42%; Alíq interest de 12%: 49,90%; Ver nota 77 17%

presumido)
Não Não

8539; 8540; 8504.10.00 8536.50

01/04/98 (Dec 7244/98, Alt 5 do RICMS/97) 01/01/2010 Dec 11806/09 Alt. 126 01/01/2011

Prot ICMS 17/85, adesão da BA através do Prot. 16/97, efeitos a partir de 01/01/98 Prot. ICMS 105/09, efeitos a partir de 01/01/2010.

Todos, exceto RS em relação a reator 8504.10.00

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 56,87% Alíq interest de 12%: 48,43%

Ver nota 1

17%

Não

Não

Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento

4015.11.00 e 4015.19.00

BA e SP

Ver nota 1

Alíq. interest de 7%: 58,42%

Ver nota 28 e ver nota 28-A, no que couber

17%

Decreto 7799/2000 (redução de 28,53%) Art. 87, IV do RICMS (ferros e aços não planos) Não

Não

Material de construção

Ver nota 77

Material de Limpeza

Ver nota 68

01/01/2010

Prot. ICMS 104/09, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 26/10, a partir de 01/01/11 Prot. ICMS 106/09 efeitos a partir de 01/01/10 Prot. ICMS 27/10, efeitos a partir de 01/03/10

BA e SP BA e MG BA e SP

Ver nota 1 Ver nota 1 Ver nota 1

Ver nota 77 Ver nota 78 Anexo Único do Prot. ICMS 106/09 Anexo Único do Prot. ICMS 27/10

Ver nota 1

17%

Não

Ver nota 1

Anexo Único do Conv. ICMS 106/09

17%

Não

BA e MG

Ver nota 1

Produtos

NCM

Início de vigência da ST

Acordo Interestadual

Estados signatários

Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia
Ver nota 21

MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86)

Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. internas
Ver nota 76

MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. internas
76,48%

Alíquota

Benefícios fiscais (redução de base de cálculo, isenção e crédito presumido)
Não

Pauta Mínima

Mistura de farinha de trigo

1901.20.00 (não se aplica a ST p/ mistura para bolo)

Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01)

Prot. ICMS 46/00

AC, AL, AP, BA, CE, PB, PE, RN e SE

Ver nota 21

17%

Não

Atualizado em 04/01/2011

MA. MG. efeitos a partir de 01/09/10 AL. Alt 58 do RICMS/89) 01/01/2010 Conv. RN. PR. RR. interest de 7%: 56. ICMS 28/10 Ver nota 1 Ver nota 60 Ver nota 1 Ver nota 60 17% Não Não Prot. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima 01/04/98 8506.11 e (Dec 8507.Motos 8711 Papelaria Ver nota 70 01/07/94 (Dec 3237/94. efeitos a partir de 01/06/08 (Dec 11089/08) BA e SP Ver nota 70 Anexo Único do Prot. ICMS 97/10. efeitos a partir de 01/01/10 Prot. componentes. efeitos a partir de 01/03/10 Prot. *Pneumáticos. PA. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. MA. Não Atualizado em 04/01/2011 .43% 17% Não Todos Ver nota 1 e Nota 33 Ver nota 32 Ver nota 1 17% Nas operações interestaduais Conv. BA.00 7244/98. internas 40% nas operações internas (todas as UF’s são signatárias do Prot. ICMS 85/93. ICMS 28/10 17% Não Não BA e MG Anexo Único do Prot. TO Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. SC e SP AC. PR. SC (a partir de 01/03/11). ICMS 41/08. R J. e acessórios para veículos automotores Ver nota 56 01/01/2001 Dec 7886/00 Prot. 50 do protetores de 4012.90 RICMS/89) borracha *exceto p bicicletas Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Prot ICMS 18/85.87% Alíq interest de 12%: 48. MT. ICMS 52/93. 17/97.80. ICMS 10/03. SE. AP. ICMS 28/10. ES. Alt elétricas e 5 do *acumuladores RICMS/97) elétricos Ver nota 25 *4011. ICMS 109/09. PI. inexistindo o preço de tabela 12% Não Não Peças. efeitos a partir de 01/01/98 Conv. 01/01/1994 *câmaras de ar e *4013 e (Alt. efeitos a partir de 01/01/93 Todos PMC + frete + acessórios.30. AL. Pilhas e baterias de pilhas 8507. 17/85) Ver nota 32 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. PE. MT. BA. RS. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. AP. AM. inexistindo o preço de tabela PMC + frete + acessórios. Na sua falta: Ver nota 1 Ver nota 1 34%. adesão da BA através do Prot. PI. efeitos a partir de 01/11/93 Todos Alíq. PB.

cerâmicos de argila (barro cozido) Ver nota 49 Crédito presumido Art. efeitos a partir de 01/01/10 Ver nota 61 BA e SP Ver nota 1 Lista negativa: 49. III (ver nota 49-A) Não Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia PMC para medicamentos e Ver nota 28 em relação aos medicamentos que não possuam PMC e demais produtos Ver nota 28-C MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. Lista neutra: 58. azulejos Ver nota 30 Ver nota 30 Já constava na redação original do RICMS/89 Efeitos a partir de 01/08/97 (art. Lista positiva: 54. MA. efeitos a partir de 07/08/09 Ver nota 61 AC. cubos e pastilhas. ICMS 99/09. 6º do Dec 6397/97) Não tem Não tem Não tem Não tem Pauta Fiscal para produtos cerâmicos de argila (barro cozido) IN 04/09. efeitos a partir de 01/10/94 Prot. internas com prod. SE e TO Ver nota 42 em relação ao RS e notas 42-A em relação a SC. PB. isenção e crédito presumido) Isenção para preservativos. BA e PR Ver nota 28 17% Não Nota 27-A Conv. internas Ver nota 28 Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. a partir de 01/01/2011 17% Dispensada a ST nas op. ES. RO. BA. PA. AL. MS. ICMS 105/09.90%. ICMS 76/94.15 Ver nota 49 Demais produtos: Ver nota 1 Quando não for cabível a utilização da pauta fiscal: 39%. item 5.03%. 96. MT. 50 do RICMS/89) Conv. AP.Em cuja fabricação seja utilizada argila ou barro cozido Ladrilhos. internas PMC para medicamentos e Ver nota 28 .42% Atualizado em 04/01/2011 . 28-A e 28-B e 28-C com relação a redução da BC e inexistência de PMC e outras situações MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. PE. RS. placas p/ pavimentação. PI. quimioterápicos e produtos farmacêuticos relacionados no art. 17 RICMS Ver notas 28-A e 28-C Pauta Mínima Produtos farmacêuticos Ver relação de produtos com as suas NCM’s na Nota 27 01/01/1994 (Alt.

Demais produtos: 30% Ver nota 4 Ver nota 46 7% para massas (ver nota 75) e 17% para os demais produtos Ver nota 51 Sim (Ins. 0203. 2106. Do Sul/Sudeste. BA. bufalino e suíno Ver nota 23 Efeitos a partir de 01/06/01 (art. pães. item 5. PI. item 4 Instrução Normativa 04/2009 Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op.10 Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. Ver nota 8 Prot. PB.00 e 0210 a partir de 01/01/01 Não há Não há Não há Não há Ver nota 4 Ver nota 19 17% Redução de base de cálculo (ver nota 52) Dispensa de lançamento e pagamento (ver nota 53) Sim. Internas: 46%. item 5. CE.90. AL. internas Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. SE e TO Não tem Pauta Fiscal Cláusula quarta-A do Prot. exceto ES: 63. biscoitos. PI. PB.) Produtos comestíveis resultante do abate de aves e de gado bovino. III (Ins. AM. exceto do Espírito Santo: 63. efeitos a partir de 01/06/92 Ver nota 8 Não tem Todos Ver nota 13 18/07/2000 Dec 7824/00 AC.80%. efeitos a partir de 01/03/06. Normátiva 04/2009. item 5. Normativa 04/09) item 5. item 5. em máquinas ("pré-mix" e "post-mix") Salgados industralizados 2202. 11/91 Cláusula quarta. a partir de 01/11/08 Todos os Estados. ICMS 50/05. internas Do Sul/Sudeste. CE. Normátiva 04/2009. ICMS 26/04. 0206.00. menos o Estado de GO. de 01/10/04 a 30/09/05. PA. bolachas. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 54. Normátiva 04/2009.2) 17% Abatimento de 1% da ST (quebra) ver nota 54 Não Não tem Ver nota 1 55% 17% Não Não Atualizado em 04/01/2011 . e a partir de 01/11/08 Prot. etc.2) Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo.10.2) Não tem Pauta Fiscal (Ins.2) Pauta Fiscal Art. 17% Não Refrigerantes e extratos concentrados destinados ao preparo de refri. 6º do Dec 7947/01) Prot. RN. MA. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Ração para animais domésticos (tipo “pet”) 2309 de 01/10/04 a 30/09/05. PE. Dos Demais Estados e do ES: 54. 0209.59%. 61. RN e SE Ver nota 14 Massas. BA.14 0201. efeitos a partir de 01/06/91. AP.80 %. macarrão instantâneo.Produtos derivados de farinha de trigo: (Massas.59%. ICMS 10/92. PE. macarrão instantâneo e pães: 20%. Pauta Fiscal (Ins. exceto em relação a torradas AL. § 2º do Prot 10/92 (IN 04/2009. 0207. ICMS 11/91. RR. 0202.

das operações internas com aparelhos e equipamentos de processamento de dados e seus periféricos (“hardware”). RN. inciso V: V . efeitos a partir de 01/05/07. MS. ANEXO 5-A: Atualizado em 04/01/2011 . PR. SP e TO Todos 70% para sorvetes de qualquer espécie e 328% para preparados p/ sorvetes 17% Não Ver nota 1 Ver nota 31-A Ver nota 1 Ver nota 31-A 17% Não Não AC. PE. ICMS 46/00. PB. RS. 87. inclusive automação. RR. efeitos a partir de 01/03/2001 Conv. efeitos a partir de 01/06/95 Prot. RN e SE Todos Ver nota 21 Ver nota 21 Ver nota 15 94. AP. AL. ICM 19/85. RO. 58 do RICMS/89) Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não Ver nota 17 Demais casos: Ver nota 1 Ver nota 37 30% (quando não houver preço de tabela) Não 12% Ver nota 55 Sim. CE.Produtos NCM Início de vigência da ST Acordo Interestadual Estados signatários Cálculo do imposto nas aquisições de UF signatária de Acordo com a Bahia Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA do Acordo Interestadual (Anexo 86) Cálculo nas aquisições de UF não signatárias de Acordo com a Bahia e nas op. Nota 2: Observar o disposto no art. bem como com suprimentos de uso em informática para armazenamento de dados e impressão. MT. AM. SC. indicados no Anexo 5-A.12% 17% Não Veículos Ver nota 16 Efeitos a partir de 01/07/94 (Alt. inciso V do RICMS/BA. PI.00 (sorvetes) e 1806. BA. efeitos a partir de 01/10/92 Conv. BA. ICMS 20/05. AP. Ver nota 31 1001 Efeitos a partir de 01/06/95 Efeitos a partir de 01/03/01 (Dec 7909/01) Conv. 87 do RICMS/BA.(ICMS da operação normal). internas Ver nota 11 Na falta de tabela de preço Ver nota 1 MVA nas aquisições de UF não signatária de Acordo com a Bahia e nas op. 1901 e 2106. DF. PE. inclusive nas aquisições de estados signatários do Prot. RJ. ICMS 74/94. ES. efeitos a partir de 20/09/00 Ver nota 36 AL.90 (preparados) Já constava na redação original do RICMS/89 Prot. ICMS 132/92. exceto na importaçã o Não NOTAS Nota 1 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . MG. internas 70% para sorvetes e e 328% para preparados p/ sorvetes Alíquota Benefícios fiscais (redução de base de cálculo. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 7%. SE. PB. isenção e crédito presumido) Não Pauta Mínima Sorvetes de qualquer espécie e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas Tintas e Vernizes Trigo em grãos 2105. ICMS 51/00. dos produtos relacionados no Anexo 5-A Art.

NATURAL ÁGUA MINERAL.000 ml INDÚSTRIA 140% 120% 140% 140% 250% 140% 100% 100% 140% DISTRIBUIDOR 40% 70% 100% 115% 170% 100% 70% 70% 70% Nota 6: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 10/92 são: PRODUTO CERVEJA REFRIGERANTE CHOPE XAROPE OU EXTRATO CONCENTRADO INDÚSTRIA ou DISTRIBUIDOR 140 % 140 % 115 % 100 % Nota 7: As margens de lucro previstas para as aquisições de Estados não signatários de acordo com a Bahia para Cervejas.8523.Discos magnéticos próprios para unidade de discos rígidos. GASOSA OU NÃO. NATURAL ÁGUA MINERAL. fitas magnéticas gravadas. c/ < de 600 ml e em lata) EMBALAGEM Garrafa = ou > 600 ml Garrafa plástica de 1. não gravadas.(ICMS da operação normal). GASOSA OU NÃO POTÁVEL. NATURAL CHOPE ÁGUA MINERAL. para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem. chopes e refrigerantes: Acondicionamento Em garrafas e outros acondicionamentos. GASOSA OU NÃO. NATURAL GELO CERVEJAS E DEMAIS MERCADORIAS (água gaseificada ou aromatizada artificialmente.29 .40 Suportes ópticos Nota 3: O valor de pauta fiscal será adotado como valor mínimo na entrada da mercadoria originária de outra unidade da Federação. fitas magnéticas para gravação de som ou para gravações semelhantes. não gravados. Nota 4 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro) x (alíquota interna) . para gravação de som ou para gravações semelhantes. NATURAL REFRIGERANTE. Não podendo a base de cálculo da ST ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 5: As margens de lucro previstas no Protocolo ICMS 11/91 são: PRODUTO REFRIGERANTE ÁGUA MINERAL. POTÁVEL. água. ÁGUA MINERAL. POTÁVEL GASOSA OU NÃO. exceto em lata Aquisições na indústria 140 Aquisições no atacado 70 Atualizado em 04/01/2011 . embalagem plástica e copo plástico de até 500 ml Vidro retornável ou não até 500ml Vidro não retornável até 300ml = ou > 5.500 ml Pré-mix ou post-mix. refri. POTÁVEL. GASOSA OU NÃO. 8523. POTÁVEL.

Nota 16: veículos automotores novos (automóveis de passageiros. b) fumo total ou parcialmente destalado (NCM 2401.90) e desperdícios de fumo (NCM 2401. furgões.20.99.10.90. Nota 12: Art.90) (Nota explicativa 14) 2402. extratos ou molhos de fumo (2403. fumo homogeneizado ou reconstituído (2403. Nota 9: classificação fiscal na NCM de fumo e seus derivados manufaturados: Cigarros . extratos e molhos de fumo (NCM 2403. fumo curado (NCM 2401. desfiado. chopes.20.99. c) salgados à base de amendoim ou castanha de caju .30.11. rapé (NCM 2403. em qualquer acondicionamento.00 2403. 51-A do RICMS/BA) Nota 11: Cálculo: (Preço máximo ou único de venda a varejo fixado ou sugerido pelo fabricante) x (alíquota interna) .10.NCM 1904. xarope e extrato concentrado (pré-mix e post-mix) procedentes de Estados do Norte ou do Nordeste. Nota 13: Salgados industrializados: a) salgados produzidos à base de cereais .20).Em lata Chopes e extratos concentrados destinados ao preparo de refrigerantes em máquinas ("pré-mix" e "pós-mix").(ICMS da operação normal no Estado de origem). acrescido da margem de valor adicionado de 94. ambulâncias.00.(ICMS da operação normal).NCM 2008. É reduzida a base de cálculo: VIII . migado ou em pó – exceto: fumo em corda ou em rolo. adicionado dos impostos federais quando incidentes e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao destinatário até o momento do ingresso em seu estabelecimento.10) e rapé (2403. sendo estes signatários dos Protocolos ICMS 11/91 e 10/92. jipes.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). não podendo este montante ser inferior ao valor de referência publicado em Ato Cotepe ) + (MVA) x (alíquota interna) .das operações internas com açúcar.91.10). Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto. "pick-ups" e outros veículos) compreendidos nas seguintes posições da NBM/SH: CLASSIFICAÇÃO NBM/SH DESCRIÇÃO DO PRODUTO Atualizado em 04/01/2011 . 00). exceto na importação do exterior de trigo em grão. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento).10.12% x (alíquota interna) . realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado que se dedique à fabricação. c) quando se tratar de cigarros enquadrados nas classes fiscais I.00).19. Nota 15 / Cálculo do imposto: o valor total de aquisição ou de recebimento. aplica-se a alíquota de 25%. Nota 14 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente. refrigerantes. b) salgados preparados à base de batata .00 Nota 10: ao se aplica a alíquota de 25%.(ICMS da operação normal no Estado de origem). mas não o adicional de 2% referente ao fundo de pobreza (§ 4ºdo art.90.91. 87. calculando-se a redução em 58.10).NCM 2005.20) ou não destalado (NCM 2401.00).10.10 e 2401. fumo homogeneizado ou reconstituído (NCM 2403.00 e 2008.00).00.99. compreendendo fumo picado. independentemente de volume 100 140 70 80 Nota 8: Quando contribuinte deste Estado adquirir cervejas.00) Charutos e cigarrilhas Fumos industrializados.00 2402. refinação e moagem de açúcar (código de atividade 1561-0/00). fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS publicado no Diário Oficial da União.00 e 1904. bem como o fundo de pobreza em relação a fumo e seus derivados a seguir especificados: a) cigarros feitos a mão (produção caseira) e cigarros não contendo fumo (NCM 2402.00). fumo em corda ou em rolo (NCM 2403. camionetas.99. II e III pela legislação federal do IPI. prevalecerão as disposições do Protocolo ICMS 10/92.00.exceto cigarros feitos à mão e cigarros não contendo fumo (2402.90.

90 8703.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. incluído o condutor. mas não superior a 3000cm .De camionetas. exceto: carro 3 3 Outros automóveis com motor explosão. carro funerário e automóveis de corrida 3 3 8703.90 Outros automóveis com motor explosão. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.21.21. de cilindrada superior a 1500cm . com motor de pistão.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. carro celular e carro funerário 3 Automóveis c/motor diesel ou semidiesel.9 ton ("Ex" 01 .00 Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. incluído o condutor.10 Automóveis com motor diesel ou semidiesel. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.21. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. de cilindrada superior a 1500cm .10 8703.20 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. de cilindrada superior a 3000cm . c/motor a explosão.22. mas não superior a 1500cm . de peso em carga máxima não superior a 5 ton. exceto: carro celular.10 Automóveis com motor explosão. mas inferior a 9m3 (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8702. incluindo o motorista. mas não superior a 1500cm . c/motor diesel ou semidiesel com caixa basculante. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. mas não superior a 2500cm . carro celular e carro funerário 8703. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto: carro celular. de cilindrada superior a 2500cm . exceto: carro celular e carro funerário 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel. frigoríficos ou isotérmicos c/motor diesel ou semidiesel. "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. de peso em carga máxima não superior a 5 ton c/motor diesel ou semidiesel. chassis c/motor diesel ou semidiesel e cabina. exceto: carro celular e carro funerário 8704. exceto: ambulância.23.90 Outros veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais. de ignição por compressão (diesel ou semidiesel). "pick-ups" e semelhantes – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. exceto: carro celular.9 ton ("Ex" 01 . carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 3 8703. furgões.10 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. de cilindrada superior a 1000cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.De camionetas. superior a 6m3. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: ambulância. de peso em carga máxima não superior a 5 ton.10. destinado a passageiros e motorista. mas não superior a 2500cm .21.9 ton ("Ex" 01 .De camionetas. de cilindrada superior a 1000cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. de cilindrada não superior a 1000cm 3 3 Automóveis com motor explosão. carro funerário e automóveis de corrida 8703.31.31.33.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Atualizado em 04/01/2011 .90.24.90 3 Outros automóveis com motor explosão. de cilindrada superior a 1500cm . exceto: carro-forte p/ transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3.22.10 celular 8703.32. de cilindrada superior a 3000cm .32.90 3 Automóveis com motor explosão. carro funerário e automóveis de corrida (“EX” 01 – ex-tarifário – ver observação abaixo) 3 8703. c/motor explosão/caixa basculante. de cilindrada superior a 1500cm . exceto: carro celular 3 3 8703. incluído o condutor.33.21. incluindo o motorista. superior a 6m3. de cilindrada superior a 2500cm . com volume interno de habitáculo.00 8703. furgões. incluído o condutor. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.De camionetas. mas não superior a 3000cm . exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.9 ton ("Ex" 01 . chassis e cabina.9 ton ("Ex" 01 . com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: carro celular.23. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. destinado a passageiros e motorista. furgões.10 Automóveis com motor explosão.24. com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3. incluído o condutor.9 ton ("Ex" 01 . furgões.90 3 3 Outros automóveis c/motor diesel ou semidiesel.8702. mas inferior a 9m3 (“EX 01” – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8703.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. com volume interno de habitáculo.

2) e 1704. Observação: não se aplica a substituição por antecipação tributária aos produtos descritos como: 1806. bombons ou outras preparações de 1806. com peso superior a 2 kg.9 ton ("Ex" 01 .(ICMS da operação normal no Estado de origem) Nota 18: Chocolates e preparações: DESCRIÇÃO NCM outras preparações em blocos ou em barras.32. desde que prontas para o consumo 1806.31. frigoríficos ou isotérmicos c/motor explosão. Chocolate branco Nota 19: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de Produtos comestíveis resultantes do abate de: 1) de aves em estado natural. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes (1806.20.10.20 1) cacau em pó. 1806.10. congelados. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg (1806. tabletes. defumados ou temperados: Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Chocolate em barras. De Estados do Sul/Sudeste. blocos. em pó. defumados. destinados à mistura com água ou leite (1806.10.90.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) 8704. bufalino.10 Internas: 5% De Estados do Sul/Sudeste.00). grânulos ou formas semelhantes. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. 1806. Ele consiste na redução temporária do imposto de importação) Nota 17: Cálculo do ICMS ST: (Tabela sugerida pelo fabricante + acessórios) x (alíquota interna) . com motor a explosão. refrigerados. confeitaria.De caminhão – FORA DA ST – ex-tarifário – ver observação abaixo) Obs: . assim entendidos os produtos à base de chocolate. refrigerados. 3) achocolatados. recheados ou não. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 27% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos Atualizado em 04/01/2011 . exceto: carro-forte para transporte de valores e caminhão de peso em carga máxima superior a 3. em pó ou em grânulos. paus ou sob a forma de ovo de páscoa. exceto charque Quando a antecipação for realizada nas operações com os produtos resultantes do abate Internas: 10%.00).00.O regime de ex-tarifário é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens de capital e de informática e telecomunicação.9 ton ("Ex" 01 . congelados. em estado natural. De Estados do Sul/Sudeste. salgados ou temperados. em pasta. Dos Demais Estados e do Espírito Santo: 16% Internas: 20%. exceto: caminhão de peso em carga máxima superior a 3.90.90 Outros veículos automóveis para transporte de mercadorias.20.00).31.8704.31.90. exceto do Espírito Santo: 23% Dos demais Estados: 16% Quando a antecipação for realizada nas operações com animais vivos 2) gado bovino.31. secos. e suíno. exceto do Espírito Santo: 17% Dos demais Estados: 11% Internas: 10% De Estados do Sul/Sudeste. exceto do Espírito Santo: 23%.30 Veículos automóveis para transporte de mercadorias. exceto do Espírito Santo: 34%. de peso em carga máxima não superior a 5 ton. ou no estado líquido.32.

com base no valor médio ponderado das importações ou aquisições ocorridas no mês mais recente. II. inclusive pães de especiarias. (Decreto 7799/2000) Nas operações de importação do exterior com vinhos da posição NCM 2204. até o 10º dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no estabelecimento. está previsto no inciso VIII do art. por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. bolos. XXXIII)  ■ das operações internas com bebidas alcoólicas. 46/00 ocorridas no mês mais recente. ICMS 46/00. a base de cálculo do Atualizado em 04/01/2011 . a seguir sistematizadas: 1. 228-C. desde que por ele produzido.tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou de mistura de farinha de trigo. tratando-se de recebimento trigo em grãos. nas aquisições junto a contribuintes que não desenvolvam a atividade moageira nas operações com farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo: o valor correspondente a 60% do valor de referência constante na Tebela 3 do Ato Cotepe específico para este fim. wafers e similares (NCM 1905) e torradas em fatias ou raladas (NCM 1905.4 do RICMS/BA): 1) macarrão. massas para sopa e lasanha. ICMS 46/00 Nota 22: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. realizadas por contribuintes que se dediquem à atividade de comércio atacadista.00.1. nas aquisições junto a contribuintes que desenvolvam a atividade moageira: 1. nem recheadas.40). biscoitos. ou ainda. 3º-F. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. nos termos da cláusula nona do Prot.55% de tal forma que a carga de ICMS corresponda a 12%.2. nos demais casos.” Nota 23: produtos preparados à base de farinha de trigo (art.Nota 20: o prazo ou o momento de recolhimento do ICMS devido por antecipação tributária. 1. 11. efeitos a partir de 01/06/2010. nem preparadas de outro modo – NCM 1902. e outras preparações similares não cozidas. 353. trigo em grãos e mistura de farinha de trigo provenientes de UF’s signatárias do Prot. 3) macarrão instantâneo – NCM 1902. 125 do RICMS/BA: “VIII . 87. talharim. Nota 24: Redução de base de cálculo (art.30. calculando-se a redução em 55. bolachas.o imposto será integralmente transferido para o Estado onde for processada a moagem. 2. está previsto no inciso VII do art. 2) pães. 125 do RICMS/BA: “VII . cuja alíquota incidente na operação seja de 27%.1 farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo .tratando-se do recebimento de trigo em grãos: a) até o décimo dia do segundo mês subseqüente ao mês do recebimento. tratando-se de recebimento de farinha de trigo ou mistura de farinha de trigo. 506-B do RICMS/BA.o imposto será partilhado na proporção de 60% para o Estado de destino (Bahia) com base na média ponderada dos valores das importações ou aquisições de Estados não signatários do Prot. Art. waffles. espaguete. nos termos do art.” Nota 21: nas aquisições com farinha de trigo. sendo o destinatário ou adquirente industrial moageiro. b) por ocasião do desembaraço aduaneiro ou da passagem na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. tenha sido realizada com a transmissão eletrônica dos dados referentes a respectiva nota fiscal. desde que o contribuinte esteja autorizado mediante regime especial e. trigo em grãos . deverão ser observadas as disposições do art. tratando-se de operação interestadual.

congelados. testículos. pâncreas. peles comestíveis. farinhas e pós comestíveis de carne ou miudezas Carnes e miudezas. por exemplo). cirúrgico. Nota 25: acumuladores elétricos. Toucinho e gordura (banha) de porco. acondicionado para venda a retalho. frescos. pensos. comestíveis. cirúrgicos ou dentários Comentário: O algodão hidrófilo pode ser de uso medicinal. miolos. fígados. de cor branca obtida a partir dos tecidos adiposos dos porcos (1501). em toda a sua extensão ou engomado e cortado em forma de roletes (rolos dentais) e acondicionado para venda a retalho da posição 3005.00 0210 0207 Nota 27: Produtos farmacêuticos medicinais de uso não veterinário a seguir especificados. baços.90. ICMS 76/94 a ST só se aplica em relação a soros e vacinas. redenhos. refrigeradas ou congeladas das aves domésticas da posição 0105 (galos.21. Nota 2: Em relação ao Prot. rabos.90. secas ou defumadas. frescas. 119 do RICMS/BA Nota 26: Produtos comestíveis resultantes do abate de aves e de gado bovino. O algodão hidrófilo de uso doméstico. medulas espinhais (espinais medulas*). gordura comestível. línguas. úberes. galinhas. Prot. utilizado principalmente na higiene e limpeza. órgãos reprodutores (úteros. Efeitos a partir de 12/01/10. corações. refrigeradas ou congeladas Comentário: Incluem-se nesta posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas). em manta fina ou em bolas. defumados. secos. fresca ou refrigeradas Carnes de animais da espécie bovina. refrigerados. goelas. mesmo obtidos por via biotecnológica Comentário: Nota 1: Esta posição não abrange os produtos denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais”. exceto em 3002 3003 e 3004 3005 e *5601 Atualizado em 04/01/2011 . salgados ou temperados. esparadrapo. operações internas.00. comestíveis.11 e 8507. patos. classificados nas posições 8507. não estéril. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. perus e galinhas-d’angola) 0201 0202 0203 0206 0209. odontológico (estéril ou não). secos ou defumados Comentário: A gordura (banha) de porco compreendida nesta posição constitui-se principalmente da manta (panne). outras frações do sangue. com uma ou ambas extremidades de algodão. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. ovários. bem como cortado e prensado em forma de discos utilizado principalmente na higiene facial é da posição 5601. gazes. timos (molejas). Carnes e miudezas. atadura. haste flexível ou não. frescas. rins. congelados. refrigeradas ou congeladas. frescas. mole e cremosa.30. em estado natural. tireóides e hipófises. a seguir especificadas: Carnes de animais da espécie bovina. por exemplo). bufalino. e outros. salgados ou em salmoura. anti-soro. por força do Prot.80. vacinas. inclusive charque. Não se inclui nesta posição a banha de porco industrializada. Medicamentos Algodão. sinapismos. inclusive charque.ICMS importação e a do ICMS devido por antecipação poderá ser reduzida de tal forma que a carga incidente corresponda a 12% (doze por cento). refrigeradas ou congeladas Comentário: Esta posição abrange as carnes. a gordura que envolve as vísceras do animal. em mantas enroladas em papel azul Kraft. bofes (pulmões). ICMS 06/09 e Alt. foram incluídos na ST a partir de 01/06/09. frescas. congeladas Carnes de animais da espécie suína. produtos imunológicos modificados. gansos. patas.10 e também está sujeito a substituição tributária. multiuso. e suíno. refrigerados. salgadas ou em salmoura. isto é. ICMS 76/94 e 99/09 (BA e PR): Soros. sólida ou semi-sólida. Miudezas comestíveis de animais das espécies bovina e suína. diafragmas.

relação aos protocolos 99/09. EFEITOS A PARTIR DE 01/12/10 Nota 27-A: ANEXO ÚNICO DO PROT.00 4014. fio e fita dental. ICMS 76/94 e Prot. ICMS 99/09 (BA e PR) Preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente. ICMS 99/09 (BA e PR).10.90. ICMS 76/94 os seguintes produtos: algodão e cotonetes.31 9018. preservativos.3 e 3924. 32.00 9018.10.30 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento .40. ICMS 105/09 – BAHIA E SÃO PAULO: Ficaram de fora da ST em relação ao Conv. Mamadeiras de borracha vulcanizada. preparações para higiene bucal e fraudas.00.32.21. ANEXO ÚNICO MVA (%) ORIGINAL CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Atualizado em 04/01/2011 .11. pastas e escovas dentifrícias.00 3306.00 e 4818. ICMS 76/94). de uso interno ou externo Preservativos Comentário: isenção (art. chupetas. mamadeiras.10.00 4015.90.10. 5601.20.10.40 4014.1 3306. XVII do RICMS/BA) Seringas Agulhas para seringas Pastas dentifrícias Escovas dentifrícias Provitaminas e vitaminas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos – DIU Fio dental / fita dental Preparação para higiene bucal e dentária Fraldas descartáveis ou não 4014. 6209 3006.60 4015. Foram incluídos: luvas cirúrgicas e luvas de procedimento.00 4818. absorventes. 6111. * Não se aplica a ST em relação a haste flexível da posição 5601 ao Prot.exceto em relação aos Conv. (operações internas e Conv.19.00 2936 3926.90 5601.00 3006. 7013.90. vidro e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras Absorventes higiênicos.00 9603.10.90.90.90 3306.

outros. sinapismos).38 29.32.38 30.90 ou 9018.19.24 41.38 41.38 Atualizado em 04/01/2011 . esparadrapos. exceto para medicina veterinária 33.02 Anti-soro.00 33. gazes. vacinas para medicina humana.00 38.24 41.00 4015. produtos imunológicos modificados. outras frações do sangue.38 41.1 3926. impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais.99 Provitaminas e vitaminas Seringas. mesmo obtidos por via biotecnológica.00 38.60 Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios.31 9018. ataduras e artigos análogos (por exemplo. mesmo com agulhas Agulhas para seringas Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41.30.38 41. exceto para uso veterinário Medicamentos. de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas 33.00 41. pensos.38 30.03 30.05 Pastas (“ouates”).36 9018.38 4015.11.04 Medicamentos. cirúrgicos ou dentários 33. exceto para uso veterinário 33.24 41.90.00 3006.00 38.24 38.38 41.

73% Alíquota interna da UF de destino 19% 32.24% 58.10 (dentifrícios).30 e 3002. 3006.16% 49.60.08% 41.62% 44. exceto nos itens 3002.Nota 28: Inexistindo o PMC (preço máximo de venda a consumidor) a base de cálculo será obtida.72% 50. e nos códigos 3005.10 (ataduras.09% 38. pensos. nas aquisições Atualizado em 04/01/2011 .35% 51.24% Alíquota interna da UF de destino 17% 38.56% Alíquota interna da UF de destino 18% 38. 3006.35% Alíquota interna da UF de destino 19% 38. 11. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).00% 50. exceto no código 3004.90.10. abaixo especificados) – (redução da base de cálculo em 10%) x (alíquota interna) .30 e 3002. esparadrapos.64% Nota 28-A: caso o destinatário.56.10 (ataduras. gazes.90.78% 48.56. quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente) e 3006.46. 1° da Lei 10. 3003 (medicamentos).35% 40.16% Alíquota interna da UF de destino 17% 41. tomando-se por base o valor da operação + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + percentual de lucro. “1.93% 33.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios).24% 46. etc.06% Alíquota interna da UF de destino 18% 33.37% 49.24% 56. esparadrapos.30 (preparações opacificantes (contrastantes) para exames radiográficos e reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente).). exceto no código 3003.).90.05% 49.90.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603. etc. localizado neste Estado.00 (escovas dentifrícias). gazes. 3306.86% Alíquota interna da UF de destino 18% 41.147/2000.46.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005.60. nos itens 3306. 3006.37% 53.89% 46. na forma do § 2° desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 41. 3003 (medicamentos).90. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira. todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Alíquota interna da UF de destino 12% Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% 33. todos da NBM/SH.21. 3° da Lei Federal 10.147/00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Operação interna Aliq interestadual 7% Aliq interestadual 12% Alíquota interna da UF de destino 12% 38.42% 62.38% 60. possua Termo de Acordo nos termos do Dec.24% 54.20 (fios dentais).73% Alíquota interna da UF de destino 19% 41. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas).(ICMS da operação normal no Estado de origem). e 3004 (medicamentos). sinapismos. pensos.34% 58.10.18% 41. sinapismos. exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do “caput” do art.93% 52. exceto no código 3004.84% 42. exceto no código 3003. 3306.41% Estados de origem 2. e 3004 (medicamentos).90.35% Alíquota interna da UF de destino 17% 33.18% 3. exceto nos itens 3002.872/2009.

adotando-se como base de cálculo para estas operações a prevista no Conv. em substituição a esta redução.90. e do exterior: 35% produtos da indústria de bolachas e biscoitos: 1 2 . se o contribuinte possuir Termo de Acordo. .34% – Alíquota interestadual de 12%: 9.00 6906 6907.4 do inciso II do art.90% – Alíquota interestadual de 12%: 10.49% Nota 29: MVA’s a serem aplicadas nas aquisições interestaduais de produtos preparados a base de farinha de trigo especificados no subitem 11.00 6907.10.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste.90. ICMS 76/94. ICMS 76/94 destinadas a atacadistas que efetuem vendas preponderantemente para hospitais. clínicas e órgãos públicos. Nota 28-B: nas aquisições de medicamentos de Estados não signatários do Conv. com redução de 10% ou a prevista no Dec. em relação às vendas não destinadas a hospitais. apurar o ICMS de forma simplificada mediante aplicação do percentual de 16% sobre o valor da Nota Fiscal (não abate o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de aquisição. cubos e pastilhas para mosaicos. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 20%.10.90.90% • Escovas e pastas dentifrícias e fios dentais: – Alíquota interestadual de 7%: 9. (art. Nota 28-C: Nas operações interestaduais com os produtos da lista negativa o contribuinte tem direito a redução da base de cálculo da operação própria nos termos do Conv. de forma que a carga tributária corresponda 12.53% (já incluído os 10% previstos na legislação). e azulejos: Ladrilhos. I). se houver).00 6904.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Conv.15% ou. 11872/09. ICMS 76/94. e do exterior: 45% Nota 30: Produtos cerâmicos de uso em construção civil: Em cuja fabricação seja utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido Tijolos Tijoleiras e tapas-vigas Blocos. calhas. ICMS 34/06: • Medicamentos. cubos e pastilhas. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. clínicas e órgãos públicos.entradas oriundas de Estados integrantes das região Norte. não vidrados nem esmaltados Placas (lajes). 353: a) produtos de padaria e pastelaria e massas em geral: 1 2 b) . . 61. sendo que. inciso XV e § 2º. exceto o Estado do Espírito Santo. preparações químicas contraceptivas e ataduras. a base de cálculo poderá ser reduzida em 28. ICMS 76/94. Nordeste ou Centro-Oeste e do Espírito Santo e saídas internas: 30%.entradas oriundas de Estados integrantes das região Sul e Sudeste. AUTORIZADOS pela GERSU. deverá ser recolhida a diferença do imposto. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. desde que o valor apurado não seja inferior a 3% do PMC. não vidradas nem esmaltadas NCM 6904. soros e vacinas. gazes e sinapismos impregnados de medicamentos: – Alíquota interestadual de 7%: 9.10.interestaduais de UF não signatária do Conv. esparadrapos.00 6904.90. a base de cálculo para fins de antecipação tributária é o valor da operação própria realizada pelo remetente + seguros + frete + carretos + IPI + outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.00 6905.00 6905. algerozes e manilhas Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento.00 Atualizado em 04/01/2011 . exceto o Estado do Espírito Santo. inclusive blocos para lajes pré-moldadas Telhas Elementos de chaminés e condutores de fumaça Tubos.

9190) e adesivos. rejuntes e produtos simulares não se encontram sujeitos ao regime de substituição tributária. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm. vernizes e outros Preparações concebidas para solver. rejuntes e produtos simulares se encontram ao regime de ST. polimento ou conservação Xadrez e pós assemelhados. 3824. 3214.00 6908. bases. Corantes para aplicação em bases. diluir ou remover tintas.90. preparações e outros para dar brilho.00. 6807 III IV V VI VII VIII 3211. 3907. aditivos. líquidos. 3212 Nota 31-A: Tintas. Piche. A ST em relação ao convênio de tintas e vernizes nas posições 3214 e 3824 da NCM só se aplica aos produtos destes códigos quando descritos como impermeabilizantes e/ou massa plástica. ceras de polir.00.00. ICMS 74/94 E SUBITEM 16 DO INCISO II DO ART. 3405.10. 3209 e 3210 6908. tintas e vernizes POSIÇÃO NA NCM 3208. 3205.90. alvenaria e cerâmica. 2714. concretos. Comentário: Argamassa. 2901. através dos Protocolos 104/09 e 26/10 (material de construção). 3905. aglutinantes. 3405.90. imunizantes para madeira.00. rebocos e argamassas Indutos.00 2707. 3810 e 3814 3404. exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH 3206. vernizes. colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM 3506. secantes. 2715. pintura ou vedação *Comentário: Argamassa. piche. ceras. ICMS 74/94:: 50% Atualizado em 04/01/2011 . vernizes. 2710 (exceto posição 2710. impermeabilizantes. 3506. 3910 X 3204. massas de polir. massas para acabamento. 3808. 3206. vidrados ou esmaltados Placas (lajes). Pez. catalisadores.17.Ladrilhos. pastas. preparações catalísticas. corantes e demais produtos relacionados no item 16 do inciso II do art. removedores.00 3815. 2715. encáusticas. 3910 2821.00. Betume e Asfalto Produtos impermeabilizantes.10.19. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. 3805. solventes. 3824 IX 3214. 3206 2706. 3910. ICMS 74/94: 35% 2) nas saídas internas dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. 2713. 2902.11.00. aguarrás.00. vidradas ou esmaltadas Azulejos e ladrilhos decorados Quaisquer outros azulejos e ladrilhos Nota 31: ANEXO DO CONV. vernizes e outros Massas. 3506. 3807. xadrez. 353 DO RICMS/BA: ITEM I II ESPECIFICAÇÃO Tintas. mástiques.90 e 3506. agentes de cura para aplicação em tintas. ICMS 74/94: 1) nas saídas internas dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv.00 2707.00 6908.11. 3907. 3204.30. mesmo que enquadrados no código 3214.90.00 6908. cimentos. Secantes preparados Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação.90. 3405. 3909. limpeza.00 da NCM. cubos e pastilhas.00.20. 353 e Anexo do Conv.30 ).

> (base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. câmaras de ar e outros tipos de pneus: 45%. Centro-Oeste e Espírito Santo. na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Norte. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 68. ICMS 74/94. estabelecendo um partilhamento do ICMS entre as unidades federadas de origem e destino da mercadoria. Nota 33: CONV. V .19%. a base de cálculo fica reduzida em 4.C: crédito fiscal destacado no documento fiscal.BCST: base de cálculo do imposto a ser retido. contribuinte ou não do ICMS. Caminhão: 32% Moto: 60% Protetores. IV .NFR: base de cálculo do ICMS da operação interestadual reduzida nos termos do Conv. ICMS 10/03 . pessoa física ou jurídica. Nordeste.IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados.14% 4) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados no inciso X do Anexo do Conv. expressa em percentual. sujeitos ao regime de substituição tributária. nos termos da Lei nº 10485/02. exceto ES.Nas saídas interestaduais para o território deste Estado efetuadas por fabricante ou importador com pneumáticos e câmaras de ar.17 – C. Espírito Santo. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento do PIS/PASEP e COFINS. ICMS 51/00 disciplina as operações com veículos novos.MVA: margem de valor agregado. câmaras de ar e protetores de borrachas: Pneus de automóvel: 42%. ICMS 10/03) + IPI x alíquota (-) crédito fiscal I . ICMS 10/03. ICMS 74/94. Nota 37 – cálculo do imposto: (valor total da Nota Fiscal) X (alíquota interna) – (ICMS devido ao Estado de origem) Atualizado em 04/01/2011 . na hipótese de mercadoria proveniente das Regiões Sul e Sudeste. Nota 36: O Conv. II . III . e 5. se houver: BCST= [(NFR + IPI) x (1 + MVA)] x 0.27% 43.3) nas aquisições interestaduais dos produtos relacionados nos incisos I a IX do Anexo do Conv.90%. efetuadas por meio de faturamento direto ao consumidor.08% 59. Nota 35: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia e Acre.04% Nota 32: MVA de pneumáticos. de acordo com a alíquota interestadual aplicada: Alíquota interestadual aplicada 7% 12% MVA 51. Nota 34: A retenção do imposto aplica-se somente às mercadorias destinadas aos Estados da Bahia. Sendo que para efeito de apuração da base de cálculo da substituição tributária a MVA deverá incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução aqui prevista + IPI + outras despesas.

exceto chapas e filmes para raio “X”: ITEM I ESPECIFICAÇÃO FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm . de matérias diferentes do papel. 8523.outras OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6. em rolos ou planos.5 mm FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6. CD+RW.29 8523.29.em cassetes para gravação de vídeo . CD-ROM. CD-RW.21 8523. DVD. DVD+RW e DVD-RW. não impressionados.5 mm OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 6. vídeo-laser. tais como disco rígido (HD).8 mm (2”) . em rolos ou planos. sensibilizados. de largura inferior ou igual a 50.11 8523. do cartão ou dos têxteis. ICM 19/85 e Prot. e “slides”.40. DVD+R. de matérias diferentes do papel.40. CD-I.29 8523.29 8523. disquetes e outros. do cartão ou dos têxteis.29.19 8523.em cartuchos ou cassettes .outras FITAS MAGNÉTICAS De largura superior a 4 mm mas não superior a 6.22 Observação: A ST se aplica a todas as fitas magnéticas gravadas ou não e a todos os discos ópticos gravados ou não. exceto chapas e filmes para raio “X” Filmes planos. DVD-R.40.00 8523.outras DISCOS FONOGRÁFICOS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” Para reprodução apenas do som OUTROS DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO “LASER” OUTRAS FITAS MAGNÉTICAS De largura não superior a 4 mm .29. mesmo em cartuchos (ver comentário) Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. não impressionados.29. tais como: CD. ICMS 72/07): CÓDIGO NCM 8523. sensibilizados.9 Em rolos XI XII Atualizado em 04/01/2011 .5 mm .40. Ficando de fora os discos magnéticos usados em informática.  CÁLCULO DO ICMS NA ORIGEM: (O cálculo do ICMS da operação própria será obtida pela aplicação de percentuais previstos no Conv.80.24 8523. vídeo games. Nota 39: Filmes fotográficos e cinematográficos.30 Outros 3701.21 8523.29. ICMS 51/00. mesmo em cartuchos.23 8523.em rolos ou carretéis.29. e “slides”.29.39 8523.em cassettes .29. CD-R.33 8523. CD Photo e outras mídias ópticas com leitura através de raio laser.31 OU DA IMAGEM Filmes fotográficos.29.40. considerando a alíquota do IPI sobre o valor do faturamento direto a consumidor) x (alíquota interna na UF de origem) Nota 38: fitas magnéticas e discos ópticos (Prot.90.29.5 mm OUTROS SUPORTES não gravados .29.discos para sistema de leitura por raio “laser” com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R) .32 8523.29 8523.22 8523.29. CD+R.20 Outros filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701. mesmo em cartuchos.outros II III IV V VI VII VIII IX X DISCOS PARA SISTEMAS DE LEITURA POR RAIO "LASER" Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem FITAS MAGNÉTICAS PARA REPRODUÇÃO DE FENÔMENOS DIFERENTES DO SOM 8523.

471. 2.20 3702. de largura não superior a 105mm Outros filmes. glicoses e de eletrólitos. não perfurados.90 Nota 41 / Cálculo do imposto: (Valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA) x (alíquota interna) . 45. desnaturados. Nas operações com vasilhames de 20L a base de cálculo do imposto não poderá ser inferior a pauta fiscal adotada como base de cálculo mínima para pagamento do ICMS por antecipação tributária Nota 42: O RS através do Decreto nº.4) aguardentes simples (caninha. estes produtos podem conter potássio. cloreto e carboidratos. 2. III.9 3702.de 6% a 8% -. X. não perfurados. classificados na posição NCM 2205. de 28/02/08) Nota 42-A: SC retornou através do Conv. DOE. que são substâncias que se perdem no suor. exceto aguardente de cana e de melaço (inclusive rum).90.  excluem-se desta posição os vinhos de uvas secas (2206) e os vinhos de uvas frescas comuns: tintos. associada a concentrações variadas de carboidratos. 2. relativamente aos produtos relacionados nos itens I. a partir de 01/01/2010: todas as demais bebidas alcoólicas. conceito e enquadramento) REPOSITORES HIDROELETROLÍTICOS (ISOTÔNICOS) As bebidas isotônicas provocam a hidratação. por exemplo). outros tipos de vinhos – NCM 2204. IX. de 30 de junho de 1994. não especificadas nem compreendidas em outras posições – NCM 2206. XI e XIV a XVI do Anexo Único do referido convênio. ICM 15/85 não aplica aos filmes planos da posição 3701 da NCM 3702. denunciou parcialmente o Convênio ICMS 76/94. II. de 08/02/08. É reduzida a base de cálculo: XIV . Atualizado em 04/01/2011 . perada.5 e 3702. relativamente aos produtos constantes nos itens III a VI. rosés ou brancos(2204) 1. vitaminas e ou minerais.00. com qualquer teor alcoólico – NCM 2207.1) vinhos de uvas frescas (tintos. com o objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física. Nota 44 – Bebidas alcoólicas sujeitas a ST: 1. (DESPACHO DO SECRETÁRIO-EXECUTIVO N º 31. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos. XII. VII. mostos de uvas. 2. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 7% (sete por cento). a partir de 01/11/2010. inclusive aguardente de cana e de melaço da posição 2208. incluídos os vinhos enriquecidos com álcool. XIII e XVII do Anexo Único.1) Vermutes e outros vinhos de uvas frescas aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas.2) outras bebidas fermentadas (sidra.(ICMS da operação normal no Estado de origem). rosés ou brancos). vinhos espumantes. de 11/02/08. realizadas por estabelecimento industrial situado neste Estado. Devem apresentar concentrações variadas de sódio. efeitos a partir de 01/03/08. 87.3) aguardentes.4 3702. calculando-se a redução em 58. desde que por ele produzido. Nota 43: Art. Nota 45: BEBIDAS ENERGÉTICAS (definição.3 3702.das operações internas com café torrado ou moído.Filmes de revelação e copiagem instantâneas Outros filmes. hidromel. possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas .5 3705.2) Classificadas na posição NCM 2208. a partir de 01/04/2009 1. de largura superior a 105mm Outros Filmes cinematográficos “slides” (diapositivos) Nota 40: O Prot. VIII. Opcionalmente. misturas de bebidas fermentadas e misturas de bebidas fermentadas com bebidas não alcoólicas. ICMS 127/10.825% (cinqüenta e oito inteiros e oitocentos e vinte e cinco milésimos por cento). tais como: 2. cachaça e tequila) e compostos e rum – NCM 2208.

5 DE NOVEMBRO DE 2010  Publicado no DOU de 08. à base de cafeína e ou taurina. ON LINE. Opcionalmente. os carboidratos devem constituir a maioria dos nutrientes energéticos presentes na formulação. STRENGTH BULLS-ENERGY DRINK. Bbebida energética tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e são da posição 2202. macarrão instantâneo e pães: 35%. 50/05: • Massas. FIRST ONE. RED DRAGON. • demais produtos: 30%  Exterior e Ufs não signatárias do Prot. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. Kapo. como a cafeína e taurina.11. Exemplos de produtos: TAFF MAN “E” . que ajuda na recuperação da energia após treinos. competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. podendo conter vitaminas e sais minerais. além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo.10 Divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. E NINJA OBS: O produto descrito como bebida mista de frutas da posição 2202. Exemplos de bebidas mistas que não estão na ST: Positivo. Algumas marcas com autorização da ANVISA para serem comercializadas: RED BULL. que têm. Toda Hora. Senninha. REPIQUE. BURN ENERGY DRINK. Cajuba. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.SPORT ADE – FRUTOR-ADE REPOSITORES ENERGÉTICOS PARA ATLETAS (BEBIDAS ENERGÉTICAS) A bebida energética tem um teor elevado de carboidratos. Definição na Portaria 868/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: Composto líquido pronto para o consumo isento de álcool ou com menos de 0.SANTAL ACTIVE . BLISS SPORT . a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo. FLASH POWER. são produtos isentos de álcool ou com menos de 0. FLYNG HORSE-BOOSTER. etc Nota 46: MVA nas aquisições de UF não signatária de acordo com a Bahia e nas op.5% de álcool. substâncias excitantes para o sistema nervoso.00 não está sujeito a ST. Definição na Portaria 222/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde: São produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e ou manutenção de nível apropriado de energia para atletas. ATO COTEPE/ICMS Nº 33. LIQUID ENERGY. estes produtos podem conter vitaminas e ou minerais.GATORADE . Atualizado em 04/01/2011 .CARB-UP COMPOSTO LÍQUIDO PRONTO PARA O CONSUMO (BEBIDAS ESTIMULANTES À BASE DE TAURINA E CAFEÍNA) As bebidas estimulantes.10.ENERGIL C . SKY HORSE ENERGY DRINK.90. • demais produtos: 45%  Aquisição interestadual e do exterior de torradas em fatias ou raladas: • Alíquota interestadual de 12%: 30% • Alíquota interestadual de 7% e do exterior: 45% Nota 47: Ato Cotepe que divulga o valor de referência da carga tributária do ICMS para o trigo em grão nacional. estes produtos têm registro no Ministério da Agricultura. BAD BOY POWER DRINK. INDAIÁ NIGHT POWER. à venda em bares e casas noturnas. internas:  Operações internas: • Massas.SPORT ENERGY . DYNAMITE. Sulppe. ECSTASY. Nestes produtos. EXTRA SPORT.MARATHON (BRAHMA) – CITRUS COOL. macarrão instantâneo e pães: 20%. ATOMIC ENERGY DRINK.5%. Podem conter vitaminas e sais minerais. conforme prevê o § 1º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00. BLUE ENERGY XTREME.

no uso de suas atribuições que lhe confere o art.CONFAZ. conforme § 1º da cláusula quarta. procedente de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. a farinha de trigo e a mistura de farinha de trigo.63 R$3. se for o caso.27 R$1. com aplicação a partir do dia 1º de novembro de 2010: Art. prevalecendo.Trigo em grão com origem em Estado não Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Trigo Panificável Tipo I Trigo Panificável Tipo II kg Trigo Brando Tipo II Trigo Brando Tipo III 1000 R$115.38 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. como imposto devido.02 R$7. o de maior valor. 12.98 R$120. aplicar o percentual de 30% e comparar com o valor de referência da tabela 2. divulga nos termos das tabelas abaixo. o valor de referência será o constante na tabela 2.88 R$6.56 R$15.31 R$7. o de maior valor. Atualizado em 04/01/2011 . deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). aplicar o percentual de 33% e comparar com o valor de referência da tabela 1. Tabela 1 .15 R$3. bem como nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. abater o crédito de origem. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. de 12 de dezembro de 1997. 1º Na aquisição de trigo em grão nacional. o valor de referência será o constante na tabela 1. deve-se excluir do valor da operação o ICMS destacado e o ICMS do frete (FOB). prevalecendo.COTEPE/ICMS. Art. o valor de referência do ICMS para o trigo em grão nacional. como imposto devido.O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . conforme § 1º da cláusula quarta.12 § 1º Para se obter o valor do imposto a recolher. se for o caso. Tabela 2 .50 R$100. § 2º Após definido o valor do ICMS da operação. abater o crédito de origem. XIII.98 Unidade Peso/Embalagem Valor de Referência do ICMS R$133.Farinha de trigo com origem no Exterior ou em Estado não Signatária do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Especial Unidade Peso/Embalagem 50 25 5 Comum kg Pré-mistura / mistura 50 25 50 25 Doméstica Especial Doméstica c/Fermento 10 10 Valor de Referência do ICMS R$14. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . 2º Na aquisição de farinha de trigo e mistura de farinha de trigo procedente do exterior ou de Estado não signatário do Protocolo ICMS 46/00. e com base no disposto nos §§ 1º e 2º da cláusula quarta do Protocolo ICMS 46/00.50 R$12. de 22 de dezembro de 2000.

XIII. com origem em estado signatário do Protocolo ICMS 46/00. biscoitos.36 R$8. 4º Em relação às embalagens distintas das previstas neste Ato. conforme cláusula nona. com base nas informações encaminhadas pelas unidades da Federação signatárias do mencionado protocolo. de 16 de dezembro de 2005.11.30 R$4. o ICMS a ser repassado para o Estado destinatário será o constante da tabela 3.COTEPE/ICMS.94 R$1.15 Valor de Referência ICMS a ser repassado (60% do Valor de Referência) R$0. conforme prevê a cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.20 R$ 5. por este ato. bolachas.CONFAZ. Coco e Chocalate. bolos. Maisena. que dispõe sobre substituição tributária nas operações interestaduais com massas alimentícias.80 R$ 3. para aplicação a partir do dia *1º de janeiro de 2010: Produto Granoduro Massas Alimentícias Comum Sêmola Macarrão instantâneo Biscoitos e Bolachas Cream Cracker e Água e Sal Maria. Nota 47-A: Ato Cotepe referente ao valor de referência para produtos derivados de farinha de trigo: ATO COTEPE/ICMS Nº 34.00 R$ 4.Farinha de trigo com origem em Estado Signatário do Protocolo ICMS 46/00 Tipo Unidade todos kg 25 50 7. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .56 3. torna público que a Comissão.50 R$ 2.58 Peso/Embalagem 5 10 1.26 14. Amanteigado. pães. Recheados Biscoitos Waffers Populares ensacados Preço Referência (Kg) R$ 5. de 12 de dezembro de 1997. o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. os valores serão determinados de forma proporcional. Leite. nos termos da seguinte tabela.00 R$ 2.89 Art.40 R$ 5.40 Atualizado em 04/01/2011 . O Secretário . decidiu divulgar. considerando o disposto na cláusula segunda do Protocolo ICMS 50/05.20 R$ 7. Tabela 3 .Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária .00 R$ 2. DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 08.10 Divulga o preço de referência para os produtos derivados da farinha de trigo. 3º Na aquisição de farinha de trigo de contribuinte que não seja filial de indústria moageira de trigo em grão. e outros derivados da farinha de trigo.Art. 12.

onde se lê: “. iogurte.. 87. relativo à substituição tributária.10. relativo à substituição tributária.. constantes nas posições da NCM abaixo indicadas. bolachas e massas alimentícias R$ 10.. fabricados em estabelecimento situado neste estado (§ 7º do art..... ou aromatizados ou adicionados de frutas ou de cacau. blocos..”.... 61.. o valor fixado em pauta fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda (art... lajotas e manilhas.. equivalente a 20% sobre o imposto incidente nas respectivas saídas internas e interestaduais de telhas.. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos bem como a cumulação de qualquer outro benefício (Convs. telhas e combogós....às indústrias ceramistas.NCM 0403.. página 26. Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto.produtos cerâmicos de uso em construção civil do subitem 15.. produtos cerâmicos de uso em construção civil em cuja fabricação é utilizada como matéria-prima argila ou barro cozido.das operações internas com os produtos derivados de leite.......”.. Nota 50: Ficam dispensados o lançamento e o pagamento do imposto...... mesmo concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes..4 da Instrução Normativa 04/09. Nota 49: A base de cálculo da substituição tributária nas operações com blocos.. fabricados em estabelecimento situado neste estado de iogurte .11... Seção 1.00 R$ 6....leitelho... 96.. 353 do RICMS/BA): ... Atualizado em 04/01/2011 .... quefir e outros leites e cremes de leite fermentados ou acidificados.. sendo que o crédito presumido poderá ser utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação.. nas operações internas com os produtos a seguir relacionados. desde que o estabelecimento produtor atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual... de 5 de novembro de 2010. leite e creme de leite coalhados. Se for contribuinte do Simples Nacional vai pagar o imposto na forma prevista para as empresas enquadradas neste sistema tributário... É reduzida a base de cálculo: XXVIII .. Nota 49-A – CRÉDITO PRESUMIDO Art.00.Com cobertura Demais biscoitos. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota 48: Art.10 No preâmbulo do Ato COTEPE/ICMS 34/10...1 do inciso II do caput deste artigo. leia-se: . tijolos. Em relação a operação própria nas saídas internas o contribuinte vai pagar o imposto no pela pauta fiscal na forma prevista do item 2. nas operações internas.... tijolos... calculando-se a redução em 29.”.. “a partir do dia 1º de dezembro de 2010”. ICMS 73/89 e 26/94).. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: III ... publicado no DOU de 8 de novembro de 2010..CONFAZ RETIFICAÇÃO Publicado no DOU de 12.00 MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA-EXECUTIVA CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA ... São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS. VII do RICMS/BA).... estabelecido neste Estado.41% (vinte e nove inteiros e quarenta e um centésimos por cento).. de forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 12% (doze por cento): NCM 0403 . realizadas pelo fabricante. II ... a partir do dia 1º de janeiro de 2010”...

bufalino. devendo o valor ser especificado na Nota Fiscal emitida pelo substituto tributário para acobertar a operação. Nota 54: § 5º Nas operações realizadas pelos fabricantes de cervejas. segue o Anexo Único do Prot....17 3918. para utilização na apuração e reapuração do imposto de que trata o art. 3) Art. independentemente de comprovação..07.. ICMS 41/08 e Anexo Único do Prot..4... a que se refere a Lei Federal nº 10. caprino........ 104....... flanges....ao estabelecimento industrial que não pertença a empresa que possua filial ou matriz beneficiária da dilação do prazo de pagamento do saldo devedor do ICMS nos termos do programa de que trata o Decreto nº 8.... 78-B. XVI do RICMS/BA)  Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador... Nota 53: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – DISPENSA DE LANÇAMENTO E PAGAMENTO (§ 5º. a título de quebra (perecimento).4653% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte.. salgados. secos ou temperados. VIII. 104. Tratando-se de operação de saída interestadual.Nota 51: CRÉDITO PRESUMIDO: Art.30. observado o disposto no § 8º do art. 87... 6º e 6º-A do art...... 347..... uniões). de forma que a carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor das operações (Conv.205.. de 03 de abril de 2002. Nota 52: PRODUTOS COMESTÍVEIS RESULTANTES DO ABATE – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO Art. resultantes do abate de aves.. o equivalente a 9.. de 03. II – REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO (Conv... 23 2) art...1595% na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste... será emitida Nota Fiscal com destaque do imposto.. congelados.. 24-A – destinado a APAE. produzido neste Estado. para creditamento do imposto pelo destinatário.. VII .. ICMS 97/2010: ITEM 1 2 3 4 DESCRIÇÃO Catalizadores em colméia cerâmica ou metálica para conversão catalítica de gases de escape de veículos Tubos e seus acessórios (por exemplo. sem ônus tributário para o emitente.... de plásticos Protetores de caçamba Reservatórios de óleo NCM/SH 3815. leporídeos e gado bovino...  Esta redução não deverá resultar diminuição da base de cálculo da operação subseqüente.. ICMS 133/02 e Art... 353 do RICMS/BA) Fica dispensado o lançamento e o pagamento do imposto relativo às operações internas.00 3923...... cotovelos.O item 30 do inciso II do art.. É reduzida a base de cálculo nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos.12. 353 do RICMS não relaciona os códigos da NCM. é admitido o abatimento de 1% do valor da base de cálculo do imposto devido por substituição tributária. se o abate ocorrer em estabelecimento situado neste Estado que atenda às disposições da legislação sanitária federal e estadual. exclusive do Estado do Espírito Santo.táxis 2) Art 24.90 39. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo. 23 .... próprias e subseqüentes. ICMS 89/05).2002. juntas.. III NÃO EXIGÊNCIA DE ESTORNO DE CRÉDITO 1) art. III – deficiente físico...72% (nove inteiros e setenta e dois centésimos por cento) do valor da operação própria com os produtos relacionados no item 11... 353.485. XXV .....10.. quando esta corresponder ao preço de tabela sugerida ao público pelo fabricante...  b) 5. sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS. resfriados..... Nota 55: VEÍCULOS – BENEFÍCIOS FISCAIS: I – ISENÇÃO: 1) Art. 96.2 do inciso II do art..10 3815.00 Atualizado em 04/01/2011 ..à operação anterior com o veículo destinado à categoria de aluguel (táxi) contemplado com a isenção de que cuida o art.. para fins de compensação com o tributo devido em operações ou prestações subseqüentes e de apuração do imposto a recolher: . São concedidos os seguintes créditos presumidos do ICMS.. refrigerantes e outras bebidas acondicionadas em embalagens de vidro. 506-E. em relação aos veículos sujeitos a ST das posições 8702 e 8703:  a) 5. “B” – deficiente físico Nota 56: PEÇAS AUTOMOTIVAS . ovino e suínos..12..

molduras e acabamentos Correias de transmissão de borracha vulcanizada.00 7311. mesmo impregnadas.00 7007.00.00 73.00 6306. tratores e máquinas autopropulsadas Tapetes e revestimentos.10 4016. anéis. guarnições.9 4016. placas. mesmo combinadas com têxteis ou outras matérias Vidros de dimensões e formatos que permitam aplicação automotiva 5903.0000 4016.00 68.20 73.00 8310.30. de plástico.00. pastilhas). embreagens ou qualquer outro mecanismo de fricção. segmentos. para uso em motocicletas.90 5705. 3926. ou estratificadas com plástico ou reforçadas com metal ou com outras matérias.20 8301. Partes de veículos automóveis. gaxetas e outros elementos com função semelhante de vedação. de ferro ou aço Obras moldadas. incluídos ciclomotores Guarnições de fricção (por exemplo. decalques.90. de matérias têxteis. de proteção.10.5 6 Frisos. ferro ou aço 7009. exceto 7325.25.3 5910.60 21 22 23 Peso de chumbo para balanceamento de roda Peso para balanceamento de roda e outros utensílios de estanho Fechaduras e partes de fechaduras 24 25 26 Chaves apresentadas isoladamente Dobradiças.00. tiras. de matérias têxteis.90 8301. não montadas.70 8302. revestidos.10.21. discos.00 4823.99.30. com plástico Mangueiras e tubos semelhantes. à base de amianto.00.90.00 Atualizado em 04/01/2011 .13 7007. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns Triângulo de segurança 8301.00 15 16 17 18 19 20 Espelhos retrovisores Lentes de faróis.00 5909. recobertos ou estratificados.1 6506.00 4010.00 7 8 9 Juntas.00 8302. mesmo confeccionados 10 11 12 13 14 Tecidos impregnados.10.11. de ferro fundido.00 7806.00 8007. para freios.91.10.00. rolos. de outras substâncias minerais ou de celulose.93.00 7014. lanternas e outros utensílios Cilindro de aço para GNV (gás natural veicular) Molas e folhas de molas. revestidas ou recobertas. mesmo com reforço ou acessórios de outras matérias Encerados e toldos Capacetes e artefatos de uso semelhante.

10.91. Cilindros hidráulicos Bombas para combustíveis.00 8421. 32 e 33 84.3 8408.20 84.30 8414.09. mesmo carregados Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha ou por compressão Depuradores por conversão catalítica de gases de escape Macacos Partes para macacos do item 42 Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas agrícolas ou rodoviárias Válvulas redutoras de pressão Válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas Válvulas solenóides Rolamentos Árvores de transmissão (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins) e manivelas. embreagens e dispositivos de acoplamento.10.27 28 29 30 31 32 33 Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos automotores Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores das posições 84.90 84.2 8433.80.14.07 ou 84.23.90.21. compressores e turbocompressores dos itens 31.2 34 Partes das bombas.10.80. próprias para motores de ignição por centelha ou por compressão Bombas de vácuo Compressores e turbocompressores de ar 8407. multiplicadores.90 8481.10 84.14.13. volantes e polias.39.80. mancais e "bronzes". lubrificantes ou líquidos de arrefecimento.29.00 8421.82 45 46 47 48 49 84.92 84.9 8424.42.49. caixas de transmissão e variadores de velocidade.39 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Máquinas e aparelhos de ar condicionado Aparelhos para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha ou por compressão Filtros a vácuo Partes dos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases Extintores. redutores.00 8481.20 8425.3 8414.1010 8431.90 8481.20 8421.20. incluídas as polias para cadernais.90.90.13.00 8421. incluídos os conversores de torque.90 8421.08. incluídas as juntas de 8415.00 8414. engrenagens e rodas de fricção.9 8412.90.10 84.31.83 Atualizado em 04/01/2011 .1 8414. eixos de esferas ou de roletes.00 8431.

20. embreagens.60. variadores de velocidade e freios.20 8512. jogos ou sortidos de juntas de composições diferentes. por exemplo) e conjuntores-disjuntores utilizados com estes motores. limpadores de párabrisas. magnetos.90 8534.20. juntas de vedação mecânicas (selos mecânicos) Acoplamentos. eletromagnéticos Acumuladores elétricos de chumbo.50.30.19.2 8544.90 55 56 57 Telefones móveis Alto-falantes. envelopes ou embalagens semelhantes. apresentados em bolsas.00 8544.00 85.20 8507.10 8539.10.40 8512.13 85.90 8539.81 58 Aparelhos transmissores (emissores) de radiotelefonia ou radiotelegrafia (rádio receptor/transmissor) 8525. exceto de raios ultravioleta ou infravermelhos Cabos coaxiais e outros condutores elétricos coaxiais Jogos de fios para velas de ignição e outros jogos de fios 8527. motores de arranque). 63.50.2 8529.30. velas de ignição ou de aquecimento.00 8536.00 Atualizado em 04/01/2011 .11 8536.10. do tipo utilizado para o arranque dos motores de pistão Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque para motores de ignição por centelha ou por compressão (por exemplo. Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85. em unidades seladas Lâmpadas e tubos de incandescência. geradores (dínamos e alternadores.00 8535. seccionadores e comutadores Faróis e projetores.00.12.10.18 85.1 8525.4 8538 8536.articulação 50 51 52 53 Juntas metaloplásticas.84 8505. degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos 84. bobinas de ignição.00 8536. amplificadores elétricos de audiofreqüência e partes Aparelhos de reprodução de som 8517. 64 e 65 Interruptores.10 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia Antenas Circuitos impressos Selecionadores e interruptores não automáticos Fusíveis e corta-circuitos de fusíveis Disjuntores Relés Partes reconhecíveis como exclusivas ou principalmente destinados aos aparelhos dos itens 62. dínamos-magnetos.11 54 8512.39).

refletores. auto-colantes. capacetes.07 8708 8714.99 atuando como dispositivos refletivos de segurança rodoviários.10 8413. 4009 4504.00. próprias para colocação em carrocerias.00 9401.99. para medida e indicação de múltiplas grandezas tais como: velocidade média.2 9104. 8708.00 8413. placas metálicas com 3919.40. suas partes e acessórios Amperímetros Aparelhos digitais. 8412.40 9032. ciclomotores. Parte e acessórios de motocicletas (incluídos os ciclomotores) Engates para reboques e semi-reboques Medidores de nível Manômetros Contadores. Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705.90.89. em disco.81.00 8413.90 9026.80.05.70.19 9026.90 8413.21 9031. mesmo providos de seus acessórios.80. de uso em veículos automóveis. motocicletas. tiras. consumos instantâneo e médio e autonomia (computador de bordo) Controladores eletrônicos Relógios para painéis de instrumentos e relógios semelhantes Assentos e partes de assentos 87. Cilindros pneumáticos.19. de plástico. efeitos a partir de 01/02/09 9613.90.60.00 88 Fitas.10.59.10 8414.20.00 película de plástico refletora.00 85 86 87 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida.90 89 90 Bomba elétrica de lavador de pára-brisa 91 92 Bomba de assistência de direção hidráulica Motoventiladores Atualizado em 04/01/2011 .31.90 84 Acendedores Acrescentado os itens 85 a 100 pelo Prot.29 9030.29. Juntas de vedação de cortiça natural e de amianto Papel-diagrama para tacógrafo.00 6812.20.33. incluídas as cabinas.10 8414. pára-choques de veículos de 3919.10.59. indicadores de velocidade e tacômetros.90.01 a 87.72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Carroçarias para os veículos automóveis das posições 87. mesmo em rolos. bonés de agentes de trânsito e de condutores de veículos. adesivos.19 8413.10 4823.10 90.00 9401.1 8716.00 carga.90.50. ICMS 127/08.

353.00 8507. 61. sem prejuízo da redução prevista no inciso XXIV do caput do art.82 9027. Nota 59: O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas. 101 Outras peças. sobre o preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído.10. Histórico da implementação pelos Estados: Goiás através do Despacho COTEPE 34/07 com efeitos a partir de 01/06/07. observado o disposto no § 11.10 8504.19 8501. Sergipe através do Despacho COTEPE 39/07 com efeitos a partir de 01/07/07.89.das operações internas com aparelhos celulares em 29. para produzir efeitos é necessário que o Estado faça a implementação do Convênio em sua legislação interna.93 94 95 96 97 98 99 100 Filtros de pólen do ar-condicionado "Máquina" de vidro elétrico de porta Motor de limpador de para-brisa Bobinas de reatância e de auto-indução. 87. partes e acessórios para veículos automotores não relacionados nos itens anteriores --------------- Nota 57: O Conv. fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. ICMS 41/08. Baterias de chumbo e de níquel-cádmio. de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12% (doze por cento).00 Nota: o item 101 não faz parte do Prot. deduzindo-se o imposto devido pelas suas próprias operações. Nota 58: Nas operações com aparelhos de telefonia celular.00 9032. no Estado de destinação da mercadoria.30.10. especificados no item 35 do inciso II do art.20 8507.41%. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLULO: Art. salvo se a exigibilidade estiver suspensa.39. o preço praticado pelo remetente acrescido de quaisquer tributos ou despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. XXIV . apenas do Prot. Aparelhos de sinalização acústica (buzina) Sensor de temperatura Analisadores de gases ou de fumaça (sonda lambda) 8421. Pará através do Despacho COTEPE 35/07 com efeitos a partir de 01/07/07. adicionando-se ao montante a MVA prevista no Anexo 88. § 11. Nota 60: PEÇAS – MARGENS DE VALOR AGREGADO: Atualizado em 04/01/2011 . ICMS 135/06 é autorizativo. ICMS 97/2010.90 8501.30 8512. XIII do RICMS/BA). A redução prevista nos incisos XXIV e XXV dependerá de autorização do diretor de administração tributária da região do domicílio fiscal do contribuinte e não será concedida àqueles que se encontrem com débito inscrito em dívida ativa. 87 (art.50.31.

10% 5) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 7%: 56. Nota 62: Álcool não destinado ao uso automotivo envasilhado para venda a varejo: produto NÃO sujeito a antecipação parcial Nota 63: Álcool Etílico Hidratado Carburante . deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. 515-D). Nota 1: Não se aplica a ST total. mediante contrato de fidelidade. antes da entrada no território deste Estado (art. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. desde que o documento de arrecadação acompanhe as mercadorias (art. ICMS 17/04: valor da operação ou valor estabelecido em pauta fiscal. mediante contrato de fidelidade: 26. o que for maior (§ 1º-A do art. item 5. 61. Atualizado em 04/01/2011 .4% Nota 61: MEDICAMENTOS – PROT. apenas a parcial.90% 6) nas demais aquisições interestaduais tributadas pela alíquota de 12%: 48. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. Nota 2: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. antes da saída. se distribuidora. definidas como tal pela ANP (a distribuidora é sujeito passivo por ST) – art. e a partir de 01/03/2011. 512-B). nas remessas para distribuidoras. tributadas pela alíquota de 12%: 34. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. 512-A. 228-A). tributadas pela alíquota de 7%: 41. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal. exceto nas operações em que seja exigida a antecipação tributária que encerre a fase de tributação. Cálculo da antecipação parcial e do Prot. e a partir de 01/03/2011. Nota 3: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. Nota 1: Toda operação de álcool a granel deve ser acompanhada da Compra Comfirma.AEHC Base de cálculo da ST total: valor da mercadoria + IPI + seguro + frete + outras despesas debitadas ao adquirente + MVA ou PMPF.1) nas saídas internas de fabricante de veículos automotores para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. deduzindo o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação. transportado a granel (hidratado ou anidro) PRODUTO SUJEITO A ANTECIPAÇÃO TOTAL E PARCIAL Base de cálculo da ST total: Pauta Fiscal (art.70% 4) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. 228-A). máquinas e equipamentos agrícolas rodoviários. Nota 64: Álcool para uso não automotivo. deve ser recolhido por ocasião da passagem da mercadoria na primeira repartição fiscal de entrada no Estado.872/2009). prevalecendo o que for maior. O ICMS normal + ST é retido e recolhido pela Refinaria na venda da gasolina “A”. exceto nas operações destinadas a posto revendedor cujo imposto tenha sido retido pela distribuidora (art. mediante contrato de fidelidade. ICMS 99/09 (BA e PR) e 105/09 (BA e SP) o disposto neste Protocolo não se aplica às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover (Art. A MVA da gasolina é dimensionada para contemplar a parcela do álcool. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. antes da saída. a recolher no dia 15 do mês subseqüente ao da retenção. ICMS 17/04 ou na hipótese de o imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente nas aquisições de UF signatárias. 515-D). X do RICMS e IN 04/09.3) Cálculo da antecipação parcial e do Prot. o ICMS normal nas operações internas e nas saídas interestaduais será recolhido no momento da saída das mercadorias ou no dia 9 do mês subsequente se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT do seu domicílio fiscal.50% 2) nas demais saídas internas: 40% 3) nas aquisições interestaduais para atender índice de fidelidade ou de fabricante de veículos. exceto se o contribuinte estiver autorizado pelo DAT ou pela COPEC. cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva. Nota 2: Momento do recolhimento do imposto: a) b) c) o imposto devido por ST total nas operações internas deve ser recolhido no momento da saída da mercadoria e a partir de 01/03/11. Nota 65: O Álcool anidro carburante (AEAC) é misturado a gasolina “A” na proporção de 25% de álcool. antes da entrada no território deste Estado (art. 2º Decreto 11. o imposto devido por antecipação parcial nas aquisições de estados não-signatários do Prot. se distribuidora. prevalecendo o que for maior.

19 3.71 27. para calçados ou para couros. da classificação NCM. transferência ou não.01.00 62 57 81. e a SP.42 34.20. 3307.00 6. Pomadas.00 3808. a partir de 01. 3405.Nota 66: É diferido o ICMS nas operações de remessa da usina para distribuidora e da distribuidora para outra distribuidora.10.52 75.40. 3405. preparações tensoativas.00 3307.47 4.94 35. II. efeitos.00 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA ajustada MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada aliq interestadual aliq interestadual 7% 12% Água sanitária. ICMS 171/10.19 2. quando não observadas as disposições do Conv.24 DESCRIÇÃO Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 74. Nota 68: Materiais de limpeza sujeitos ao regime de substituição tributária nos temos dos Anexos dos Protolos ICMS 106/09 (BA e SP) 27/10 (BA e MG) e RICMS/BA (Art. 512-B (por exemplo: um caminhão descarregando álcool anidro para outros fins num de posto revendedor de combustível – cobrar como se fosse álcool hidradato).20. pedaços ou figuras moldados 28 43.46 Atualizado em 04/01/2011 .90.49. saponéceos e outras preparações para arear 20 *21 *24 7. cremes e preparações semelhantes.58 38.00 3808. branqueador ou alvejante 70 90.90.00 8.48 80.00 3307.23 28. Pastas.94. SE FOR INFERIOR A 17%.41.00 5. em relação às operações destinadas a BA.41.76 66. 3401. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).90.00 3402. item 36): Nova redação dada ao Anexo Único pelo Prot. ICMS 110/07.80 65. palhetas.19.29 31.07.20. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH 1.20. considerar-se-á a como base de cálculo o PMPF para álcool hidratado (AEHC).11 2828. flocos. Nota 67: Nas operações com álcool etílico anidro combustível.46 35. 3402.94. mesmo contendo sabão. 3401.19 3206. grânulos ou outras formas semelhantes detergentes líquidos outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).92 71. prevista no inciso VIII do art. 2828. 3402 **sabões ou detergentes em pó. a partir da data prevista em decreto do Poder Executivo (01/11/10). exceto as da posição 34.40 **sabões em barras.10.90 3402. 353. ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO. pós.

98 70. 2207.00 10.10 3808.00 2933. todos utilizados em piscinas 53 49 61 40 55 71.32. repelentes e outros produtos semelhantes. 2806. ácido tricoloro. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante Esponjas para limpeza 28 43.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 9.90 16.90 21. 3924.89 57. 3808. 2827.00 3506. 28.40 56.30.55 34.70 48. em pó.20. fungicidas. isocianúrico todos na forma líquida.60 MVA ajustada aliq interestadual 12% 81.10.16 50. em pó.90 13.91 3808.20 2806.67 62.00 6805.69. decantadores à base de cloretos. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.21 2833. granulado. 2710.43 66.30 Inseticidas. 3505. flutuador 3x1 ou 4x1 31 49 46 46. 2803.00 2827.11. rodenticidas.94 17. 3808.98 54.42 35.22 57.91.20.15 20.58 Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado . raticidas.90 14. 3809.1 3808.87 73.95 80.10.30 78.00 3924.00 2207. tabletes. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente Floculantes clarificantes. pastilhas. hidrocloretos.49.90 18. 2801.65 68.00.43 64.1 Facilitadores e goma para passar roupa 71 MVA ajustada aliq interestadual 7% 91. ácido clorossufúlrico.71 42 27 59 59.10.12.50.94 12. granulada.20 3905.00 19.10 6805.22.30.10.10. todos na forma líquida.34 Atualizado em 04/01/2011 .95 63.90.20.59 38.19 3808.80 Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).91.69.11 2933.78 66.99 11.10 15. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.92.10.00 2828. oxicloretos.00 2924. 2827.11 42.

3822.52 69. 2933.22 28 55 55 41 46 51 49 43.30.94 3808.90 2922.64 Algicidas.34 64.20 25.90 34. fita-teste Produtos para limpeza pesada 51 49 69.95 35.59 69.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 22. à base de sais.50.67 73.90.19 66.90. 2832. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis.90 27. 60 peróxido-sulfato de sódio ou potássio.00 2836.03 Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.20.49 58 77. para untar couros. 2902. removedores de gorduras e oleosidade.11.10.80 60. 34.02 32.42 73.04 79.90.00.10 57.34 49. 2836.28 67.99 33.19 29.31 71. 2917.93 3808.10 26.71 64.67 57.43 MVA ajustada aliq interestadual 12% 61. 2815.99 63. 38. 3824.90.20.00 23. todos utilizados em piscinas Kit teste pH/cloro. 2923.13 2923. carbonato de cálcio. 2931.95 60.90 3808.90.98 31.19 66. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.39 30.00.92 3808.00 2842.10 57.69.16 62.00 24.00 2901.30.10.49 54. peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 52 53 MVA ajustada aliq interestadual 7% 70. 3402.98 Atualizado em 04/01/2011 .39 28.10 2836.

10.19 3206. SE FOR INFERIOR A 17%.00.10. sulfúrico fosfórico.13 57.79 36. redação dada pelo Prot. panos de prato ou de cozinha.1 3824.2 37.95 71.76 91. desinfetantes e afins Vassouras.20. ICMS 27/10 (BA e MG) ** não faz parte do Prot. rodos. branqueador ou alvejante 70 carga destino 17% (%) 90.60 57.22 43. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. e outros redutores de pH da subposição 3824. cabos e afins Vassouras e escovas.00 3402.90. 8424.ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL 35.79. 156/10 Obsevação: os mesmos produtos do Protocolo com São Paulo (106/09) exceto detergentes e sabões das posições 3401 e 3402 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.10. 7323.90.42 MVA ajustada aliq interestadual 12% 35.20.00 Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. 2806.11 2828.90.71 49 53 35 49 64 71 66.90.00 Atualizado em 04/01/2011 .10 2809. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ANEXO ÚNICO MVA ajustada ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL alíquota interesta (%) 7% Água sanitária. 6307.48 1.79. 3923.98 73.00 38.20 2807. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes.98 62. com ou sem cabo   28 MVA ajustada aliq interestadual 7% 43.90.90 40. 2828. de ácidos clorídricos. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas.00 39. 9603. ICMS 27/10 (BA e MG) ANEXO ÚNICO DO PROT.88 81.41.89 8516.95 83.43 51. 9603.30 * MVA diferente em relação ao Prot.27 66.00 41. ICMS 27/2010 (BA e MG).10. esfregões.

10 6805.20 3905.94 Pomadas.00 3505. Pastas. preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores).00 6805.91.11 50.92 66.01.19 (ex 02 à base de hipoclorito de sódio) 3307.10. 12. 5.00 3307. raticidas.80 65. saponéceos e outras preparações para arear 62 57 7% 12% 7% 12% 7% 81.91 3808.00 3924.99 3808.12.49. rodenticidas.10. para calçados ou para couros.90 10.52 71.71 59. apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens Amaciante/Suavizante 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 8.20.88 12% 49. Álcool etílico para limpeza Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 31 49 Atualizado em 04/01/2011 .50.90.42 35.89 66.91.37 4.00 3405. 9. preparações tensoativas.24 7% Odorizantes / desodorizantes de ambiente e superfície 56 12% 7% outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões).94. 42 27 3809.10 3808.55 42.00 3808. Esponjas para limpeza 59 11.98 6.95 57.65 78.00 2207.00 3808.00 3307.92.10 2710.30.58 46.76 75. Inseticidas. 3405. repelentes e outros produtos semelhantes. 3402 40. 74.94. pós.3808.40 57.00 3506.1 3808. da classificação NCM. 3.16 68.19 12% 80.60 81.11.90 2207.46 91.30 43. cremes e preparações semelhantes. mesmo contendo sabão.30. Facilitadores e goma para passar roupa 71 12% 7% 7.10.10.90 3924.78 38. exceto as da posição 34.40. fungicidas.41.85 2.90.30 34.

hidrocloretos.00 2836.49 63.67 64. em pó.20 2806. todos utilizados em piscinas 55 12% 64. 25.80 14. 22.11 2933.39 34. todos na forma líquida.19 60.69.90.00. 53 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 21.43 62.67 64.39 2933. pastilhas. isocianúrico todos na forma líquida.80 69. sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio.30. oxicloretos.10.00 2836.13.49.90 2931.00 2828. em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 53 49 61 40 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 71.11.43 62.15 2827.34 73. para untar couros. granulada.00 2901.00.43 73.70 56.87 48. Carbonato de sódio 99% Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico).31 61.22.20. carbonato de cálcio.19 3402.00 2902.59 12% 54.71 73.20 2917. ácido tricoloro.69.00 2933.99 49.10.19 3808. decantadores à base de cloretos.32.22 66. 26.03 7% Cloro estabilizado . em pó. 17.20.95 57.1 2832.34 57.10 2923. todos utilizados em piscinas Naftalina Antiferrugem Clarificante Controlador de metais Flutuador 4x1 Limpa-bordas Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis. 15.67 18.42 35. peleteria e outras matérias 52 7% 12% 7% 70.00 2924. 23.50.90.94 2803.16 71. 27. granulado. hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio.20. tabletes. ácido clorossufúlrico. Floculantes clarificantes.90.90 2827.00 28.22 43.59 54. 16.21 2833. 28 55 55 41 46 51 49 Atualizado em 04/01/2011 .00 2827.90 2806.20. pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas.98 80. 2801.34 19. flutuador 3x1 ou 4x1 46 63.95 20.10.10 66.69. 24.10. Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio.10 2836.40 70.

6307. carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas. 37.1 3824. à base de sais.22 51.00 8424. item XVII do RICMS/BA: Atualizado em 04/01/2011 . peróxidosulfato de sódio ou potássio. desinfetantes e afins Vassouras.90 9603.10.90 2922.92 3808. e outros redutores de pH da subposição 3824.95 57. 49 34.02 Neutralizador/eliminador de odor 58 29.10.19 60.89 8516.20 2807. removedores de gorduras e oleosidade.13 2923. mesmo animados.2 57.10. ICMS 28/10 e art.79 3923.90 3808. 353.27 43. outros brinquedos.90. Nota 70: Produtos de papelaria sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.95 57.30. II. todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros Rodilhas. constituídas por pequenos ramos ou outras matérias vegetais reunidas em feixes. 31. modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento. 7323.10 2809. Algicidas.95 57.79. 36.90. ICMS 109/09. 9603.79.00 71 12% Nota 69: Triciclos.98 83. Kit teste pH/cloro.10 66. fita-teste Produtos para limpeza pesada Redutor de pH: produtos em solução aquosa ou não. esfregões. com ou sem cabo 51 49 7% 12% 7% 12% 7% 69.20. carrinhos para bonecos. panos de prato ou de cozinha.00.60 81.00 53 35. de ácidos clorídricos. bonecos.71 66.90 3824.98 43.93 3808. cabos e afins Vassouras e escovas. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes esponjas e palhas de lã de aço ou ferro para limpeza doméstica Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes. 38.04 67.13 66.90.52 79.43 62.99 3822.10.00 2842.49 2806. rodos.94 3808. quebra-cabeças (“puzzles”) de qualquer tipo.10.00.98 71.00 35 49 64 38.90.28 28.88 91.90. todos utilizados em piscinas 60 12% 69. 28 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 33.30 32.64 30.76 73. sulfúrico fosfórico.98 77.12% 7% 12% 7% 2815. patinetes.42 35. Prot.

00 7. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante.00% 7% 12% 66.00.00 4802.00 Corretivo 12. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.90. (ii) os papéisfotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco. magenta e amarela 56.20 57.20.14% 42. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m. matte ou lustre.10.00 Papel fotográfico. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.00 Tinta guache MVA (%) ORIGINAL Alíquota Interestadual (%) 7.80% CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO 3213.10 3703. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia "Thermo.29 3703.00 3703.40% 68.46% 74.10. efeitos a partir de 01/05/10 ANEXO ÚNICO MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17 50.29 Atualizado em 04/01/2011 .10.00% 34.80% 65. ICMS 70/10.Nova redação do Anexo Único dada pelo Prot.07% 18 51.10 3704.49% 76. em rolo e.93% 67.06% 3703.00% 12.41% 3824.autoChrome".92% 78.90.00% 75.98% 43.

08.00 50.00% 75.20.00% 49.20.53.13% 77.9 63.99% 59.00% 12.10.98% 84.49% Maletas e pastas para documentos e de estudante.92% 66.61% 75.00% 12.06% 68.94% 68.90.82% 60.08% 85.87% 74.49% 74.00 3926.00% 75.80% 75.08 Canetas-tinteiro e outras canetas.00 7.46% 66.90% 87.27% 8214.40.00 Lapiseiras Atualizado em 04/01/2011 .54% 78.46% 96.00% 75.12% 9608.49% 68.06% 68.10.00 Pincéis de escrever e desenhar 57.00 Canetas e marcadores com ponta de feltro ou com outras pontas porosas 65.28% 78.92% 66.46% 72.00% 12.4016. de traçado ou de cálculo 9603.00 7.07% 70.00 96.00% 12.00 7.00 Borracha de apagar.00% 7.06% 68.00% 12.00 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 57.00% 96.00 Instrumento de desenho. e artefatos semelhantes 43.90.00% 12.00% 82.46% 84.00% 12.92% 66.00% 12.00% 12.48% 87.92% 66.88% 74.00% 7.00% 12.00 7. porta-lápis e artigos semelhantes.30.23% 51.93% 62.00 7.66% 65. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 57.90 5509.00% 9017.07% 78.00 Prancheta 7.06% 68.00% 57.00 7.00 Canetas esferográficas 9608.00% 7.00 4421. inclusive caneta borracha e lápis borracha 4202.55% 63.18% 53.49% 98.1 4202.00 7.99.95% 57.46% 78.00 Apontador de lápis 54.64% 72.00 5202. canetas porta-penas. estiletes para duplicadores.92.

92% 3916. papéis de presente 57.12.10.carvões.90.46% 75. brancos e coloridos.9 4802.90 49. de plástico e outros materiais das posições 39.00% 12.06% 68.24% 68.06% 3407.09 57.49% 68.00% 12.20.00% 12.19 3926.00 4802.00 Bobina para fax 4802.perfil para encadernação.00% 12.99% 59.00% 75.20.00% 7.29% 66.00 Papel celofane 12.58.92% 66.00 78. pastéis.00% 66.56.20.49% 78. recados auto adesivos (LP note).49% 78.00% 57.46% 75.49% 78.99 4802.00% 12.92% 78.10 Massas ou pastas para modelar.00 Espiral .00% 12.14 57.00% 96.00 57.00 Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39.92% 66.00% 12.00% 66.14.46% 75.46% 75.01 a 39.00% 7.00 4802.20.90% 90. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 7.01 a 39.98% 88. verde e cortiça 7.00% 75.90.9 4806.92% 66.06% 68.06% 68.92% 66.95% 57.00 4802.54.00% 68.46% 66.92% 57.06% 80.00.57.90 4811.49% 78.00% 7.00% 12.49% 78.12% Bobina para máquina de calcular ou PDV 12.00 7.00 Papel impermeável 7.54.46% 75.99 4816.9 4802.92% 7.46% 75.00 Quadro branco.9 Papel seda 4421.00% 7.06% 68.57.06% 68.20.00% 7.00 57.00% 7.00 59.06% 78.06% 68.49% 78.00 Atualizado em 04/01/2011 .04% 60. exceto estojos 57. próprias para recreação de crianças 57.54% 3920.92% 68.49% 78.46% 75.00 Cartolina escolar e papel cartão.00% 66. minas.98% Lápis.

00% 75.06% 68.16 57. papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).00% 75.06% 68. mesmo acondicionados em caixas 57.12.00% 12.16 4816.49% 48.46% 89.10 48.00 57.17 envelopes. estênceis completos e chapas ofsete.00% 4808. em folhas.06% 68.92% 66.06% 68.12% Atualizado em 04/01/2011 .37% 48.00 Papel crepon 4810.00% 7.46% 75.67% 81.00 57.00% 70.49% 78.13.00% 7. de papel ou cartão.00% 12.49% 78.46% 75.46% 78.00 7.09 48.36% 79.92% 66.00% 7.90 Papel fantasia 69. aerogramas. contendo um sortido de artigos para correspondência 52.10. de papel.90 Papel almaço 4810.46% 12.00% 12.00 Papel-carbono.18% 68.49% 91.92% 66.00 Papel hectográfico 7.39% 12.90. sacos e semelhantes.00% 12. de papel ou cartão.00% 66.92% 66.00% 61.22.00 7.16% 63. caixas.31% 72. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência.49% 78.

00 7. mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono.00 103.07% 4909.41% 7. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros.90 Papel laminado e papel espelho 57.90 Papel camurça 82.06% 68. pastas para documentos. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. cadernos.00% 12. de encomendas. mesmo ilustrados. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”.13% 7.00% 12.00 7. de escritório ou de papelaria.00 cartões postais impressos ou ilustrados.00% 74.00% 92.00% 57. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras). capas de processos e outros artigos escolares. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social .88% 87. de apontamentos.00 Livros de registro e de contabilidade. classificadores.48.11.92% 78.96% 75.94% 77.46% 95.49% 7607.06% Atualizado em 04/01/2011 .32% 78.20 65.00% 75. blocos de notas. 00.93% 106. com ou sem envelopes.de época / sentimento) 5210. de papel ou cartão. agendas e artigos semelhantes. de recibos. de papel ou cartão 84.92% 66.00% 12.59. de papel para cartas.

ICMS 157/10 NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00% 24.46% 75.92% 66.56 43.07 1.00.00% ANEXO ÚNICO do Prot.46% 75.00% 66.94% 83. SE FOR INFERIOR A 17%.00% 12.49% 93.90. mesmo emoldurados 57.51% 8304.10.00 Apagador para quadro 57. estojo para objetos de escrita 7.00% 12.10.49% 78.36% 68.00 Cola escolares branca e colorida.00 Porta-canetas 3506.92% 66.14 42.00 4202.46% 91.61% 75.18% 53.00 Tinta guache 34 Atualizado em 04/01/2011 .00% 12.49% 78.46% 78.91 57.00% 9603. ofício I e II. em bastão ou líquida ANEXO ÚNICO DO PROT.00% 12.00% 12.60% 81.00 4420.12.00 7. ICMS 109/09 7.23% 51.90.30% 62.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.46% 39.97% 9610.00 4802.49% 41.3 7.06% 68.00% 60.06% 68.00% 71.59% 33. e carta 3926. ICMS 28/10 Redadção dada pelo Prot.88% 32.00 Estojo escolar.92% 66. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA ITEM CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL MVA ajustada alíquota interesta (%) 7% 12% carga destino 17% (%) 50.10 3506.00 7.00% 7.06% 68.84 Papel cortado tipos A4.00% 12.00. 3213.

92.10. 3824.88 74. 7. que submetido a um processo de aquecimento seja capaz de formar imagens por reação química e combinação das camadas cyan.10.20.92 66. (iii) papel de qualidade fotográfica com tecnologia “Thermo-autoChrome”.98 84. com largura igual ou superior a 102 mm e comprimento igual ou inferior a 350 m.9 4421. e artefatos semelhantes Prancheta Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão Apontador de lápis Instrumento de desenho.00 8214.00 Canetas esferográficas Canetas e marcadores.46 96.00 3703.90.20.00 3926. 13. de traçado ou de cálculo Pincéis de escrever e desenhar Canetas-tinteiro e outras canetas.29 3703. canetas porta-penas.95 57.92 66.99.23 51. (ii) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante ou fosco.80 65.00 96.46 3. matte ou lustre.00 9603.00 4802.54 75.90.00.29 4016.92 66.00 9608.20 Papel fotográfico. estiletes para duplicadores. 9.92 66.53.1 4202.40 82.00 9017.40.64 72. 3703. suas partes (incluídas as tampas e prendedores) 56 63 43 57 57 54 57 75 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 74. 8.61 75.10. 4. em folha e com largura igual ou superior a 152 mm e comprimento igual ou inferior a 307 mm.20. magenta e amarela 57 7% 75.94 68.90 5509.08 Corretivo Borracha de apagar.28 75. 14.30. em rolo e.2.08 85.10 3704. inclusive caneta borracha e lápis borracha Maletas e pastas para documentos e de estudante.04 12. exceto: (i) os papéis fotográficos emulsionados com haleto de prata tipo brilhante. com ponta de feltro ou com outras pontas porosas Lapiseiras 49 65 50 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .55 63.90.10 3703.46 66.10. 11. 6.07 59.00 4202.92 12% 66.00 5202.46 72. 9608. 5.90.46 75. 10. porta-lápis e artigos semelhantes.00 9608.82 60.

perfil para encadernação.92 66.92 66.14. 23.9 4421. 19.20.14 3916. 57 57 57 69 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% Atualizado em 04/01/2011 .46 75.57.46 89.99 4802.46 75.14 Papel celofane Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições 39. 3916. 96.92 66. 22.20. verde e cortiça Bobina para fax Bobina para máquina de calcular ou PDV 57 57 49 68 7% 12% 7% 12% 7% 12% 7% 12% 24.00 4802.20. recados auto adesivos (LP note).00 Lápis.90. 28. 3926.46 75.24 78.00 4808.92 66. gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate Massas ou pastas para modelar.12 75. Cartolina escolar e papel cartão.00 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 12% 75.13.todos cortados em tamanho prontos para uso escolar e doméstico Papel impermeável Papel crepon Papel almaço Papel fantasia 57 7% 12% 25.90 Papel seda Quadro branco.00 4810.00.58.46 75. 16. papéis de presente . 21.46 75.01 a 39.92 66.92 66.10.10.90.20.46 75.00 4802.54.92 66. brancos e coloridos.36 79.14.01 a 39.18 18.92 66.98 88.01 a 39.9 4802. 27.95 57.20.9 4802.01 a 39.92 66. 3920.90 4810. carvões. 17. exceto estojos. minas.46 75. próprias para recreação de crianças Espiral .20.46 75.19 39.46 66.90 4811.09 3407. 4802.00 57 57 7% 12% 7% 12% 20.90 4802. 26.56.92 66. pastéis.15.10 39.9 4806.46 75.54.99 4816.92 66.22.57. de plástico e outros materiais das posições 39.

31. contendo um sortido de artigos para correspondência 57 52 7% 12% 7% 75. 5210. blocos de notas. estênceis completos e chapas ofsete.20 livros de registro e de contabilidade. 36.90. de papel ou cartão 65 7% 84. pastas para documentos. classificadores. 35.46 30.00.10 48. mesmo acondicionados em caixas 57 7% 75.00 Papel camurça Papel laminado e papel espelho Apagador para quadro 57 57 57 7% 12% 7% 12% 7% 75. capas para encadernação (de folhas soltas ou outras).90 9603.92 66. de papel.93 12% 92. aerogramas. sacos e semelhantes.11.46 70.16 papel-carbono. incluídos os formulários em blocos tipo “manifold”. de escritório ou de papelaria. 4816.09 48. caixas.88 12% 74. de encomendas. de apontamentos. com ou sem envelopes. de papel para cartas. cartões impressos com votos ou mensagens pessoais. álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros. de recibos. bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência. 48. guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social de época / sentimento) 82 7% 103. 4909.16 32.92 12% 66.31 12% 61.17 Papel hectográfico envelopes. papel autocopiativo (exceto os vendidos em rolos de diâmetro igual ou maior do que 60 cm e os vendidos em folhas de formato igual ou maior do que 60 cm de altura e igual ou maior que 90 cm de largura) e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete).92 66.59. capas de processos e outros artigos escolares.46 75.90. cadernos.00 cartões postais impressos ou ilustrados.29.46 75.96 34. 48.92 Atualizado em 04/01/2011 . mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono. de papel ou cartão.94 33. agendas e artigos semelhantes.92 66. de papel ou cartão. em folhas. mesmo ilustrados. de papel ou cartão.90 7607.

46 75. ofício I e II. efeitos a partir de 01/11/2010: ANEXO ÚNICO MVA ajustada nas aquisições de SP para uma carga de 17% Código NCM/SH 8712. 353.06 32. ICMS 175/2010. ICMS 25/10 (BA e MG) e art.61 75. 47.90.3 8304. 7% 12% 66.60 81.00. carta e outros) 25 7% 12% 39. 9610. Nota 72: NCM. A4. 64.31%.10. Alíq interest de 12%: 32.46 40. Demais produtos: Interna 29.00 4202. mesmo emoldurados 57 7% 12% 38. ofício I e II. II.36%. ICMS 110/09 (BA e SP) e Prot.67 7% 84.00 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas. ICMS 110/09 (BA e SP) .00.51% Atualizado em 04/01/2011 .89% Alíq interest de 7%: 45.84% Alíq interest de 7%: 39. ICMS 109/09: Papel cortado tipos A4.00 Descrição MVA (%) Original Alíquota Interestadual Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor. item 39 do RICMS/BA: AQUISIÇÃO DE SP .23 51.54%.00 7% 64.71% 4011.12% 37.50.00 3506.92 66.46 91.91. Alíq interest de 12%: 37.00 4420.Redação dada pelo Prot. MVA’s e descrição dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária nos termos do Prot.90 Estojo escolar. 3926. Nota 71: MVA’s nas operações internas e nas aquisições interestaduais de estados não signatários do Prot.ANEXO ÚNICO DO PROT.30 40.88%.56 Papel cortado “cut size” (tipo A3. em bastão ou líquida 57 71 7% 12% 41. 4802. e carta: Interna 24. estojo para objetos de escrita 43 7% 12% Porta-canetas Colas escolares branca e colorida.92 66.53 60.10.00 Lousas e quadros para escrever ou desenhar.90 3506.

67 * acrescentado as colunas da MVA ajustada apenas para facilitar a consulta NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00 4013. SE FOR INFERIOR A 17%. Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em 64. Origem 12%: 55.50.00 8714.67 bicicletas Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em 64.00 motor.67 7% 84.67 7% 84.59% Interna : 64.00 64. SE FOR INFERIOR A 17%. Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas.MVA’S nas operações internas e aquisições interestaduais de UF’s não signatárias de acordo com a Bahia: “ITEM MERCADORIA AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA MVA (%) AQUISIÇÕES NO ATACADO 42 42.2 42.51% 8512.51 Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem 47. origem 7%: 84.00 Partes e acessórios dos tipos utilizados em bicicleta – NCM 8714.67% Atualizado em 04/01/2011 . NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA AQUISIÇÃO DE MG .67 7% 84.20.51% NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.10.20.67 bicicletas Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos 64.86% Interna : 64.ANEXO ÚNICO DO PROT.00 8512. ICMS 25/2010 (BA e MG): Item 1 2 3 4 5 Código NCM/SH 8712.51% 8714. Origem 12%: 74.51 84.67 tipos utilizados em bicicletas Partes e acessórios das bicicletas 64.9 64. 64.71% Alíq.9 Descrição MVA (%) ORIGINAL *MVA ajustada 64. origem 7%: 64. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Nota 73: BICICLETAS.00 Câmaras de ar de borracha novas dos tipos utilizados em bicicletas.1 Os seguintes ciclos e componentes: Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor – NCM 8712.51% Alíq.4013.9 Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual 42.51 84.3 Interna : 47% Alíq.51 84.71 84. PEÇAS E ACESSÓRIOS .00 4011.10.67% Alíq.

00 42.80% Alíquota interna de 17% Aguardente Nota 75: A alíquota de 7% só se aplica nas operações com massas definidas nos termos do § 3º do art.4 Pneus novos de borracha dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4011.50. origem 7%: 84. AMARGOS.10 da NCM/SH (vinhos espumantes – tipo champagne) vinhos. sangria e sidras. e) massas para lasanha. serão utilizadas as seguintes MVA’s: MVA-ST original (%) 43. 51 do RICMS/BA. importados Produtos nacionais classificadas na posição 2204. ICMS 65/0 I. nacionais. origem 7%: 84.00 Câmaras-de-ar.82 Espécies de bebidas vinhos. cavas. filtrados doces. c) espaguete. Origem 12%: 74. Origem 12%: 74.59%”.” Anexo Único do Prot. considera-se. origem 7%: 84. desde que não se apresente sob a forma de massa fresca ou com preparo. BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 . d) talharim.00 42. champagnes. ICMS 107/09 Redação dada pelo Prot. espumantes. b) massas para sopa.67% Alíq.51% Alíq. tempero ou cozimento de qualquer espécie: I . sangria e sidras. exceto produtos nacionais classificados na posição 2204.03 67. Nota 74: quando inexistir a pauta fiscal nas aquisições de São Paulo nos termos do Prot.03 43.10 da NCM/SH Demais bebidas Aíquota interna 27% 82. cavas.22% 113. novas. APERITIVOS.67% Alíq.51% Alíq.84% a) macarrão propriamente dito.87 185. proseccos. dos tipos utilizados em bicicletas – NCM 4013.59% Interna : 64. filtrados doces.dos tipos utilizados em bicicletas – 8512. (preparado com farinha de trigo): 123.59% Interna : 64. ICMS 107/09. “§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso I deste artigo.macarrão.22% 82.51% Alíq. Origem 12%: 74.20% 150. prosecos. espumantes. champagnes. de borracha.20.5 Alíq.10.

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15

Aperol Calegari Asteca Campari Cynar Fernet Arco Íris Fernet Asteca Fernet Branca (argentino) Fernet Fennetti Dubar FQF Primor MezzAmaro Paratudo Pracura Rabo de Galo Rei do Terreiro Underberg / Brasilberg Outras marcas nacionais

de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL todas

R$ 19,42 R$ 7,24 R$ 23,36 R$ 10,55 R$ 8,18 R$ 6,07 R$ 40,95 R$ 12,76 R$ 7,84 R$ 17,64 R$ 6,10 R$ 5,13 R$ 2,19 R$ 23,15 R$ 8,36 por litro

Atualizado em 04/01/2011

II. BATIDA E SIMILARES ITEM 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 MARCA Baianinha Boite Show Comary Parahybana Taverna Commel Asteca Wilson Xiboquinha Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 5,57 R$ 5,19 R$ 5,01 R$ 6,17 R$ 5,51 R$ 6,12 R$ 11,26 R$ 5,94 por litro

III. BEBIDA ICE ITEM 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 MARCA 51 Ice (todas) Askov Ice Balalaika Ice Contini Ice Ice Jazz Leonoff Ice Orloff Ice Orloff Ice EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL PREÇO FINAL R$ 2,68 R$ 2,37 R$ 2,40 R$ 2,29 R$ 2,11 R$ 2,14 R$ 2,84 R$ 2,99

Atualizado em 04/01/2011

3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15

Skarloff Ice Skarloff Ice Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Black Smirnoff Ice Red Smirnoff Ice Red Outras marcas nacionais

lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas

R$ 2,93 R$ 2,97 R$ 3,03 R$ 3,11 R$ 3,08 R$ 3,15 R$ 6,85 por litro

Atualizado em 04/01/2011

IV. CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8

51 Ouro Chapéu de Palha Jamel Ouro Old Cesar 88 Terra Brazilis Velho Barreiro Gold Villa Velha Carvalho Outras marcas CACHAÇA POPULAR

de 671 a 1000 R$ 7,10 mL de 671 a 1000 R$ 6,21 mL de 671 a 1000 R$ 6,05 mL de 671 a 1000 R$ 6,86 mL de 671 a 1000 R$ 9,98 mL de 671 a 1000 R$ 6,56 mL de 671 a 1000 R$ 4,34 mL todas R$ 6,38 por litro

R$ 6,38 R$ 5,49 R$ 5,33 R$ 6,14 R$ 9,26 R$ 5,84 R$ 3,62 R$ 5,66 por litro

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL - EMBALAGEM PREÇO FINAL - EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL RETORNÁVEL

4.9 4.10 4.11 4.12 4.13

29 Pirassununga 3 Fazendas 3 Fazendas Arara de Ouro Arara Diplomata

de 521 a 670 R$ 1,97 mL de 521 a 670 R$ 2,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,56 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL de 376 a 520 R$ 2,26 mL

R$ 1,38 R$ 2,18 R$ 2,84 R$ 1,87 R$ 2,26

Atualizado em 04/01/2011

4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 4.21 4.22 4.23 4.24 4.25 4.26 4.27 4.28 4.29 4.30

Arara Diplomata Arara Diplomata Ouro Cachaça 61 Cachaça 61 Caninha 29 Caninha da Roça Caninha Rosa Caninha Rosa Caninha Rosa Cavalinho Cavalinho Cavalinho Corote Da Roça Do Barril Jamel Oncinha

de 671 a 1000 R$ 4,66 mL de 671 a 1000 R$ 5,41 mL de 521 a 670 R$ 1,86 mL de 671 a 1000 R$ 4,09 mL de 376 a 520 R$ 1,78 mL de 671 a 1000 R$ 3,79 mL de 376 a 520 R$ 1,85 mL de 521 a 670 R$ 1,76 mL de 671 a 1000 R$ 3,45 mL de 376 a 520 R$ 1,77 mL de 521 a 670 R$ 2,47 mL de 671 a 1000 R$ 4,15 mL de 376 a 520 R$ 2,07 mL de 376 a 520 R$ 1,95 mL de 376 a 520 R$ 1,70 mL de 671 a 1000 R$ 4,35 mL de 521 a 670 R$ 2,46 mL

R$ 3,94 R$ 4,69 R$ 1,27 R$ 3,37 R$ 1,78 R$ 3,07 R$ 1,85 R$ 1,17 R$ 2,73 R$ 1,77 R$ 1,88 R$ 3,43 R$ 2,07 R$ 1,95 R$ 1,70 R$ 3,63 R$ 1,87

Atualizado em 04/01/2011

4.31 4.32 4.33 4.34 4.35 4.36 4.37 4.38 4.39 4.40 4.41 4.42 4.43 4.44 4.45 4.46 4.47

Oncinha Pedra 90 Pedra 90 Pedra 90 Pirassununga 1921 Pirassununga 21 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pirassununga 51 Pitu Pitu Pitu Randon Sapupara Ouro Sapupara Prata Tatuzinho Tatuzinho

de 671 a 1000 R$ 4,54 mL de 376 a 520 R$ 1,61 mL de 521 a 670 R$ 1,77 mL de 671 a 1000 R$ 3,38 mL de 521 a 670 R$ 2,22 mL de 671 a 1000 R$ 3,67 mL lata de 181 a R$ 2,39 375 mL de 376 a 520 R$ 3,87 mL de 671 a 1000 R$ 4,71 mL lata de 181 a R$ 3,28 375 mL de 521 a 670 R$ 2,81 mL de 671 a 1000 R$ 4,12 mL de 376 a 520 R$ 1,98 mL de 671 a 1000 R$ 7,65 mL de 671 a 1000 R$ 6,96 mL de 521 a 670 R$ 3,59 mL de 671 a 1000 R$ 4,04 mL

R$ 3,82 R$ 1,61 R$ 1,18 R$ 2,66 R$ 1,63 R$ 2,95 R$ 2,39 R$ 3,87 R$ 3,99 R$ 3,28 R$ 2,22 R$ 3,40 R$ 1,98 R$ 6,93 R$ 6,24 R$ 3,00 R$ 3,32

Atualizado em 04/01/2011

15 R$ 41.81 R$ 67.41 R$ 3.55 4.64 4.91 mL de 521 a 670 R$ 2.39 R$ 33.73 - 4.53 R$ 68.87 R$ 42.61 4.53 4.48 4.57 4.85 R$ 17.85 R$ 14.94 R$ 42.25 R$ 47.17 R$ 19.PREÇO EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 17.19 R$ 12.91 R$ 13.57 R$ 15.71 por litro R$ 3.53 R$ 46.52 4.26 R$ 72.22 R$ 42.51 R$ 4.67 R$ 32.06 R$ 27.78 R$ 28.60 4.89 R$ 20.65 Boazinha Salinas Chico Mineiro Envelhecida Chico Mineiro Prata Da Tulha Carvalho Da Tulha Jequitibá Espírito de Minas Germana Leblon Nega Fulô Nega Fulô Nega Fulô 1827 Jequitibá Nega Fulô 1827 Pau Brasil Pitu Gold Sagatiba Pura de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL terracota de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .54 4.19 R$ 1.33 R$ 28.62 4.51 Velho Barreiro Velho Barreiro Vila Velha Outras marcas CACHAÇA PREMIUM de 521 a 670 R$ 4.54 R$ 71.50 4.45 R$ 17.58 4.00 mL todas R$ 3.33 R$ 45.49 4.12 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM FINAL PREÇO FINAL .63 4.4.05 R$ 45.56 4.57 R$ 17.05 R$ 28.59 4.10 mL de 671 a 1000 R$ 4.

69 4.62 R$ 26.12 R$ 25.10 R$ 10.2 MARCA Boazuda Forró EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 4.80 4.78 4.49 R$ 24.68 4.94 R$ 8.25 R$ 7.02 R$ 8.22 por litro V .98 R$ 16.58 R$ 11.77 R$ 23.CATUABA ITEM 5.67 4.77 4.65 R$ 10.54 R$ 8.03 R$ 8.66 R$ 9.81 4.31 R$ 7.82 Sagatiba Velha Salinas Santo Grau São Francisco Seleta de Salinas Ypióca 150 Ypióca 160 Ypioca Acayu Ypióca com Frutas Ypióca com Frutas Ypióca Crystal Ypióca Orgânica Ypióca Ouro Palha Ypióca Ouro Sem Palha Ypióca Prata Palha Ypióca Prata Sem Palha Outras marcas de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 26.71 R$ 11.26 R$ 15.77 R$ 8.66 4.97 R$ 8.43 R$ 12.21 R$ 5.30 R$ 8.86 R$ 11.1 5.79 4.71 4.40 Atualizado em 04/01/2011 .4.26 R$ 60.74 4.93 R$ 9.76 4.73 4.75 4.49 R$ 17.38 R$ 9.98 R$ 61.40 R$ 25.72 4.26 R$ 9.77 R$ 16.34 R$ 26.70 4.94 por litro R$ 26.05 R$ 7.

72 R$ 5.6 5. ESPUMANTE.57 R$ 6.10 Milagrosa Poderoso Randon Randon Selvagem Vinhagrinha Virtude Outras marcas de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5. FILTRADO DOCE.5 5.5.04 R$ 5. CHAMPAGNE. CONHAQUE. PROSECCO.48 R$ 4.8 5.67 R$ 5.4 5. SIDRA E SIMILARES IMPORTADO ITEM 6.58 por litro VI.20 R$ 2.9 5.72 R$ 4.7 5. BRANDY E SIMILARES IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .1 MARCA Todas EMBALAGEM Todas PREÇO FINAL --- NACIONAL ITEM 6.3 5.2 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL --- VII.

13 7.4 7.17 MARCA Brandy Dubar Chanceler EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 12.04 R$ 551.75 R$ 200.45 R$ 186.49 R$ 551.32 R$ 210.10 7.85 R$ 543.14 7.56 R$ 8.21 R$ 458.17 R$ 446.12 R$ 497.2 7.23 ---- NACIONAIS ITEM 7.86 R$ 599.15 Camus VSOP Camus XO Courvoisier VSOP Courvoisier XO Fernando de Castilha Fundador Solera Reserva Hennessy VSOP Hennessy XO Lepanto Martell Cordon Bleu Martell VSOP Martell XO Remy Martan VSOP Remy Martan XO Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 155.11 7.33 Atualizado em 04/01/2011 .7.12 7.6 7.16 7.3 7.9 7.37 R$ 53.1 7.27 R$ 174.5 7.7 7.53 R$ 67.8 7.

36 Commel Cortel Napoleon Dimel Domecq Domecq Oro Domus Dreher Dreher Gold Fundador Gengibre Arco Íris Gengibre Poty Macieira Napoleon de Gengibre Nautilus Osborne Palhinha Presidente São João da Barra Seresteiro de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL R$ 5.23 7.09 R$ 6.74 R$ 61.79 R$ 9.31 7.20 R$ 9.33 R$ 5.07 R$ 6.28 R$ 7.19 7.80 Atualizado em 04/01/2011 .35 7.08 R$ 15.30 7.39 R$ 5.20 7.24 R$ 7.58 R$ 6.27 7.54 R$ 15.24 7.22 7.29 7.67 R$ 19.7.34 7.33 7.28 7.18 7.29 R$ 8.53 R$ 24.26 7.00 R$ 31.25 7.06 R$ 7.88 R$ 29.21 7.32 7.

19 R$ 2.91 R$ 3.5 8.38 Vegas Outras marcas de 671 a 1000 mL todas R$ 6.96 por litro Atualizado em 04/01/2011 .37 7.3 8.77 por litro VIII.65 R$ 2.59 R$ 2.2 8.4 8.1 8. COOLER ITEM 8.90 R$ 7.6 MARCA Autêntico (chope de vinho) Autêntico (chope de vinho) Draft Wine (chope de vinho) Grape Cool Keep Cooler Outras marcas nacionais EMBALAGEM lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL lata de 181 a 375 mL vidro de 181 a 375 mL todas PREÇO FINAL R$ 2.7.22 R$ 6.

27 R$ 80.16 R$ 10.59 R$ 86.24 R$ 79.36 R$ 18.3 9.12 MARCA GV Asteca Genebra Zora Dubar Gilbeys Seagers Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 7. JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL EMBALAGEM RETORNÁVEL .26 R$ 103.5 9.8 9.10 9.21 por litro X.18 R$ 11.7 MARCA Beefeater Bombay Sapphire Gordons Londron Dry Plymouth Tanqueray Tanqueray TEN Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 94.1 9.75 R$ 19.11 9.6 9.26 ------ NACIONAL ITEM 9.9 9.IX.4 9. GIN IMPORTADO ITEM 9.PREÇO FINAL NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL - Atualizado em 04/01/2011 .2 9.45 R$ 160.

6 Bandoleiro Cangaceiro do Norte Chapéu de Couro Dunorte Jurubeba Leão do Norte Outras marcas de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL todas R$ 4.02 R$ 2.78 por litro Atualizado em 04/01/2011 .2 10.1 10.3 10.27 R$ 5.10.27 R$ 4.57 R$ 4.43 R$ 5.5 10.4 10.32 R$ 2.97 R$ 5.38 R$ 4.08 R$ 5.48 por litro R$ 3.13 R$ 6.

LICORES E SIMILARES IMPORTADOS ITEM 11.3 11.90 R$ 94.7 11.16 R$ 52.17 MARCA Amarula Amarula Baileys Baileys Benedictine Bols Carolans Cointreau Disaronno Drambuie Fragoli Frangélico Frangélico Gabriel Boudier (Cassis) Gran Marnier Jean de Dijon (Cassis) Kahlúa EMBALAGEM vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.08 R$ 54.18 R$ 78.65 R$ 68.6 11.85 R$ 69.11 11.13 11.47 R$ 92.8 11.10 11.50 R$ 91.37 R$ 53.54 R$ 84.5 11.1 11.20 R$ 46.51 R$ 82.83 R$ 45.12 11.15 11.9 11.05 R$ 107.XI.14 11.4 11.2 11.66 R$ 105.43 R$ 20.16 11.49 Atualizado em 04/01/2011 .

33 11.37 R$ 88.31 Limoncello Malibu Marie Brizard Mozart Nocello Opal Nera Peach de Kuyper Pernod Quarenta y Tres (43) Ricard Sheridan's Soho Tia Maria Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 82.91 R$ 69.36 R$ 82.19 11.52 R$ 90.24 11.30 11.23 11.29 11.26 11.48 R$ 40.34 MARCA Amaretto dell Orso Cacau Arco Íris Cacau Dubar EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 34.20 R$ 96.93 ---- NACIONAL ITEM 11.05 R$ 10.20 11.38 R$ 65.21 11.32 11.11.65 R$ 58.28 11.58 R$ 85.80 Atualizado em 04/01/2011 .67 R$ 24.25 11.22 11.21 R$ 79.16 R$ 13.25 R$ 74.18 11.27 11.

11.47 11.22 R$ 7.34 R$ 24.66 R$ 20.43 11.10 R$ 18.62 R$ 5.40 11.13 R$ 13.44 11.41 11.51 R$ 19.37 11.82 XIII.35 11.48 11.45 11. OUTRAS BEBIDAS ITEM 12.95 R$ 6.46 11.36 11.40 R$ 33.49 Comary Cointreau Cordon D'Or Fogo Paulista Dubar Gengibre Poty Golf Lautrec Absintho Dubar Licor de Jaboticaba Vilardi Malibu Palhinha Menta Primor Record Stock Totus Outras marcas nacionais de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 5.39 11.74 R$ 6.38 11.1 MARCA Arak Georges Aubert EMBALAGEM de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 25.60 R$ 46.17 R$ 34.16 por litro XII.65 R$ 8. PISCO Atualizado em 04/01/2011 .42 11.90 R$ 6.

3 14.58 R$ 16.7 14.1 13.2 13.33 R$ 60.10 MARCA Bacardi .9 14.06 R$ 12.01 R$ 44.6 14.ITEM 13.16 R$ 22. RUN IMPORTADO ITEM 14.34 R$ 91.3 MARCA Capel Control Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 45.61 R$ 98.Sabores Bacardi Superior Gold / Black Montilla Branco / Ouro / Prata / Cristal Montilla Sabores Outras marcas nacionais EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 25.48 ----- NACIONAL ITEM 14.1 14.03 por litro Atualizado em 04/01/2011 .2 14.4 14.5 MARCA Appleton V/X Bacardi 8 anos Havana Club Cubano Añejo Blanco Havana Club Cubano Anejo Reserva Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 72.8 14.60 R$ 21.95 ----- XIV.

85 R$ 3.01 R$ 2.3 16.8 15.73 R$ 176.72 R$ 56. SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM 15. SAQUE IMPORTADO ITEM 16.90 R$ 51.76 R$ 3.3 15.XV.6 15.42 R$ 106.6 MARCA Hakushika Extra Dry Hakushika for Cocktails Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Hakushika Gold Tsunodaru EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL PREÇO FINAL R$ 72.9 MARCA Adega da Serra Cantina da Serra Cantina do Vale Pinheirense Pinheirense Randon Sete Colinas Outras marcas Outras marcas XVI.1 16.2 16.15 por litro Atualizado em 04/01/2011 .5 16.93 EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 1000 mL acima de 1000 mL PREÇO FINAL R$ 2.63 R$ 2.1 15.5 15.47 R$ 12.4 15.7 15.43 por litro R$ 3.4 16.71 R$ 2.2 15.75 R$ 4.65 R$ 299.

22 16.99 R$ 225.90 R$ 66.67 R$ 108.17 16.20 16.25 R$ 48.7 16.02 R$ 69.21 16.16.00 R$ 17.12 16.18 16.48 R$ 95.20 R$ 12.10 R$ 13.80 R$ 83.15 16.11 16.25 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .8 16.9 16.19 16.82 R$ 42.10 16.13 16.94 R$ 40.14 16.80 R$ 32.93 R$ 50.23 Hakushika Junmai Dai Ginjo Hakushika Junmai Ginjo Hakushika Karakuchi Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Hakushika Tradicional Komodaru Hakushika Yamadanishiki Hakushika Junmai Yamadanishiki Hakushika Tradicional Hakushika Mix Daiti Seco Gekkeikan Genzo Black & Gold Gekkeikan Nouvelle Gekkeikan Silver Gekkeikan Tradicional Outras marcas de 671 a 1000 mL vidro de 181 a 375 mL de 1001 a 2500 mL de 1001 a 2500 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 1001 a 2500 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL até 180 mL até 180 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 231.63 R$ 68.16 16.05 R$ 63.

25 16.27 R$ 7.35 16.80 R$ 23.40 Azuma Kirin para Cozinha de 376 a 520 mL (Ryorishu) Azuma Kirin tipo chinês Azuma Mirim Azuma Mirim Azuma Kirin Ginjo Azuma Kirin Namazake Daiti Ever Daiti Mirin Daiti Mirin Daiti Prata Seco igual ou acima de 5001 mL igual ou acima de 5001 mL de 376 a 520 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 2501 a 5000 mL de 376 a 520 mL de 2501 a 5000 mL Atualizado em 04/01/2011 .18 R$ 6.16.50 R$ 6.50 R$ 4.47 R$ 33.04 R$ 15.30 16.80 R$ 90.29 R$ 13.07 R$ 129.40 16.19 R$ 38.38 16.55 R$ 14.39 16.41 16.84 R$ 101.24 16.34 16.90 R$ 19.26 16.33 16.31 16.28 16.36 16.37 16.32 16.37 R$ 19.20 R$ 45.78 R$ 54.42 Azuma Karakuti Azuma Kirin Azuma Kirin comum Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin Dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin dourado Azuma Kirin Hiroshigue Azuma Kirin Junmai de 671 a 1000 mL de 521 a 670 mL igual ou acima de 5001 mL até 160 mL de 161 até 180 mL vidro de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL de 181 a 375 mL de 671 a 1000 mL R$ 21.60 R$ 5.29 16.27 16.

1 18.6 17.41 por litro IMPORTADO ITEM 17.16.3 18.97 R$ 76.43 16.3 MARCA Schinken Hager Schlichte Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 52.34 por litro Atualizado em 04/01/2011 .98 R$ 469.2 18.06 R$ 14.24 R$ 16.4 18.7 Kosten Steinhaeger Becosa Steinhaeger Dubar Loewe Outras marcas nacionais XVIII.2 17.5 17.4 17.1 17.91 R$ 68.12 ------ NACIONAL 17.13 de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 14. TEQUILA ITEM 18.29 R$ 13.5 MARCA Camiño Real (todas) Don Julio 1942 Don Julio Anejo Don Julio Real José Cuervo Black EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 65. STEINHAEGER de 521 a 670 mL todas R$ 13.44 Daiti Prata Seco Outras marcas nacionais XVII.00 R$ 196.13 R$ 22.09 R$ 128.

50 R$ 77.18.87 R$ 115.22 R$ 149.49 R$ 471.7 18.12 18.08 R$ 58.00 R$ 51.6 18.16 18.10 18.00 R$ 61.12 R$ 88.14 18.15 18.11 18.17 18.17 por litro R$ 152.9 18.18 José Cuervo Clasico / Silver (branca) José Cuervo Especial (dourada) José Cuervo Reserva Familia José Cuervo Tradicional Reserva 1800 Anejo Reserva 1800 Blanco Reserva 1800 Reposado Sauza Tequila Blanco Sauza Tequila Gold Sombrero Negro Blanco Sombrero Negro Gold Outras marcas Outras Marcas super premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 61.61 R$ 109.13 18.18 por litro Atualizado em 04/01/2011 .23 R$ 47.8 18.89 R$ 47.

15 19.9 19.75 R$ 75.14 19.17 MARCA Ballantines 8 Anos Black & White Clan Macgregor Cutty Sark 8 anos Dewar's White Label Famous Grouse Glen Grant Grants 8 Anos Jameson JB 8 Anos Jim Bean White Johnnie Walker Red Label Sir Edward's Something Special DC White Horse Willian Lawson's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 64.7 19.76 R$ 47.70 R$ 67.2 19.XIX.11 19.13 19.01 por litro Atualizado em 04/01/2011 .5 19.08 R$ 74.4 19.43 R$ 60.10 19.14 R$ 68.12 19.6 19.35 R$ 72.3 19.12 R$ 73.01 R$ 62.86 R$ 66. UÍSQUE IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM 19.8 19.83 R$ 69.07 R$ 66.1 19.16 19.23 R$ 71.06 R$ 49.45 R$ 67.76 R$ 71.

89 R$ 319.44 R$ 111.20 19.33 MARCA Ballantines 12 Anos Buchanan's 12 Anos Chivas Regal 12 Anos Craggnmore Cutty Sark Dewar's 12 Glenfiddich Special Glenkinchie 10 Anos Glenmorangie Grants 12 Anos Jack Daniels Jim Bean Black Johnnie Walker Black Label Logan Old Parr Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 107.30 19.08 R$ 107.26 R$ 141.23 19.19 19.76 R$ 108.24 R$ 96.28 19.20 R$ 106.21 19.25 19.31 19.88 R$ 112.84 R$ 115.18 19.26 19.79 R$ 108.07 R$ 117.24 19.IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM 19.22 19.29 19.38 R$ 111.00 R$ 173.27 19.70 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS Atualizado em 04/01/2011 .32 19.33 R$ 129.34 R$ 275.

40 MARCA Dalwhinnie 15 anos Dimple 15 Anos Glenfiddich 15 Anos JB 15 Anos Johnnie Walker Green Label Johnnie Walker Swing 15 Anos Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 367.32 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS ITEM 19.21 R$ 217.ITEM 19.70 R$ 194.25 R$ 211.02 R$ 329.53 R$ 266.38 19.43 19.46 MARCA Ballantines 17 Anos Buchanan's 18 Anos Chivas Regal 18 anos Glenfiddich 18 Anos Johnnie Walker Gold Label Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 262.17 R$ 323.64 R$ 213.35 19.84 R$ 222.82 R$ 298.37 19.34 19.26 R$ 233.09 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .41 19.36 19.39 19.42 19.45 19.37 R$ 307.44 19.

61 R$ 40.073.10 R$ 38.35 R$ 1.53 19.50 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Atualizado em 04/01/2011 .51 19.19.47 19.48 19.71 R$ 710.56 19.43 R$ 38.93 R$ 2.49 19.55 19.58 MARCA Bell's Passport Teacher's Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 35.54 MARCA Ballantines 30 anos Chivas Regal 25 anos Royal Salute 100 cask Outras marcas EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas PREÇO FINAL R$ 1.324.57 19.331.70 ------ IMPORTADOS E ENGARRAFADOS NO BRASIL ITEM 19.52 19.01 R$ 675.00 R$ 705.50 Ballantines 21 Anos Johnnie Walker Blue Label Royal Salute 21 Anos Outras marcas de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 620.78 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 21 ANOS ITEM 19.

05 R$ 24. VERMUTE E SIMILARES de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 11.31 R$ 22.86 R$ 22.36 R$ 10.60 19.04 R$ 23.19.2 20.41 R$ 22.67 R$ 19.10 R$ 8.68 19.82 R$ 8.16 R$ 32.64 19.67 19.70 19.28 R$ 23.1 20.61 19.22 R$ 21.69 19.11 - 20.65 19.3 Carpano Punt et Mês Cinzano (todos) Contini (todos) de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Atualizado em 04/01/2011 .83 R$ 28.14 R$ 12.00 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL .62 19.08 R$ 10.64 R$ 20.PREÇO FINAL EMBALAGEM NÃO EMBALAGEM RETORNÁVEL RETORNÁVEL R$ 29.72 Black Stone Blenders Pride Drury's Gold Cup Gran Par Blend Long John Lord's Land Mark One Natu Nobilis Natu Nobilis Celebrity Old Eight Tiller's Wall Street Outras marcas nacionais XX.11 R$ 16.66 19.66 R$ 16.71 19.63 19.59 19.

00 R$ 14.11 20.12 Cortezano (todos) Fiorini Martini (todos) Paizano Paratini San Remy St Raphael Vinho Quinado Dubar Outras marcas nacionais XXI.28 R$ 6.03 R$ 4.20.56 R$ 5.40 R$ 17. VINHOS IMPORTADOS Todas as embalagens ----- ITEM 22.16 R$ 14.6 20.01 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 21.1 MARCA Todas as Marcas EMBALAGEM Todas as embalagens PREÇO FINAL ------ Atualizado em 04/01/2011 .02 R$ 13. VINHOS NACIONAIS de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas R$ 7.7 20.31 R$ 4.4 20.10 20.19 R$ 4.68 R$ 17.9 20.74 R$ 14.28 R$ 14.8 20.88 R$ 15.77 R$ 6.1 Todas as Marcas XXII.05 R$ 6.47 R$ 3.73 por litro R$ 6.5 20.

21 R$ 154.13 23.4 23.6 23.74 R$ 25.09 R$ 161.44 R$ 62.97 R$ 66.17 MARCA Absolut Absolut Absolut Belvedere Purê Blavod Black Ciroc Finlândia Grey Goose Level Skyy Skyy Skyy Smirnoff Black Sobieski Stolichnaya Stolichnaya Stolichnaya EMBALAGEM de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 50.7 23.11 23.86 R$ 57.3 23.16 23.44 Atualizado em 04/01/2011 .98 R$ 49.15 23.10 23.14 23.8 23.2 23.93 R$ 171.93 R$ 52.13 R$ 144.XXIII.26 R$ 41.1 23.28 R$ 52.5 23.9 23.49 R$ 38. INCLUSIVE AROMATIZADAS ITEM 23.44 R$ 61. VODKA IMPORTADA.12 23.54 R$ 60.31 R$ 57.

20 23.70 R$ 59.22 23.10 R$ 154.81 por litro Atualizado em 04/01/2011 .23 23.15 por litro R$ 155.21 23.23.57 R$ 51.24 Svedka Wyborowa Wyborowa Wyborowa Xelent Outras marcas vodka importada premium Outras marcas vodka importada super premium de 671 a 1000 mL de 376 a 520 mL de 521 a 760 mL de 761 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 56.19 23.18 23.57 R$ 39.51 R$ 61.

19 R$ 9.39 23.29 23.25 23.28 23.37 23.40 R$ 4.16 R$ 5.58 R$ 9.71 R$ 8.NACIONAL ITEM 23.38 23.41 MARCA Askov Baikal Balalaika Bols Bowoyka Cristal Eristoff First K Fkusnaya Kadov Kronia Leonoff Moskowita Natasha Orloff Polovtz Rajska EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL PREÇO FINAL R$ 5.40 23.35 23.26 23.53 R$ 6.32 23.63 R$ 11.82 R$ 15.30 23.27 23.66 R$ 5.31 23.97 R$ 15.98 R$ 5.36 23.31 R$ 19.34 23.31 R$ 9.20 R$ 18.90 R$ 5.88 Atualizado em 04/01/2011 .13 R$ 13.33 23.

48 23.21 por litro Nota 76: o valor da operação própria realizada pelo remetente ou fornecedor.15 R$ 6. bem como os itens 40. adicionando-se ao montante a margem de valor adicionado (MVA) de 76.1 24. fretes.25 R$ 24.92 R$ 21.94 R$ 23.69 R$ 7.43 23.46 R$ 6. 353 do RICMS/BA .23. 40.42 23.2.44 23. acrescido dos valores correspondentes a seguros. bricolagem ou adorno listados nos itens 1 a 38 e 44 a 91 do anexo único do Protocolo ICMS 104/09. inclusive nas aquisições de estados não-signatários de acordo com a Bahia: Atualizado em 04/01/2011 . acabamento.51 Roskof Skarloff Skyy Smirnoff Red Starka Stefanof Zvonka Black Zvonka Red Outras marcas vodka nacional popular Outras marcas vodka nacional premium de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL todas todas R$ 8.94 R$ 8.58 R$ 14.48% (setenta e seis inteiros e quarenta e oito centésimos por cento).46 23.5 do inciso II do art.3 24.41 por litro R$ 10. 40.20 por litro XXIV.4 MARCA Orloff Mix (todas) Smirnoff Caipiroska (todas) Smirnoff Twist (todas) Outras marcas derivados de vodka EMBALAGEM de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL de 671 a 1000 mL Todas PREÇO FINAL R$ 21.15 R$ 25.45 23.3.37 R$ 22. fixado pela SEFAZ com base em Ato COTEPE/ICMS (nota 47) publicado no Diário Oficial da União.49 23. DERIVADOS DE VODKA ITEM 24. Nota 77: materiais de construção.2 24.47 23.50 23. IPI e outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente.70 R$ 5.4 e 40. carretos. Sendo que o valor do imposto a ser recolhido não poderá ser inferior ao valor de referência do imposto.

bidês.00.23 61. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA AJUSTADA Item Descrição das mercadorias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta MVA-ST NCM/SH MVA ajustada MVA ajustada ORIGINAL aliq interestadual 7% aliq interestadual (%) 12% carga interna de 17% Ardósia. pias. 3925. fitas isolantes e afins 3919. com até 2m2.00 endurecida Juntas.00 Portas. sancas e afins de PVC.90 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. mesmo em rolos. em qualquer formato.55 61.42 59. flanges.19 34.16 48.31 56.90 Fitas emborrachadas 4005.65 51. de 3917 plásticos.00.01 46. cotovelos.83 52.ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.00 Revestimentos de PVC e outros plásticos.43 47 89. folhas.99 63. películas e outras formas planas. lona plástica. juntas. sanitários e seus assentos e 3922 tampas. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 3925.07 Cal para construção civil 2522 37 53.61 69.91.00 Outras obras de plástico.25 Argamassas. para uso na construção civil Veda rosca.20.51 65. para uso na construção 3921 civil Banheiras.00.00 Silicones em formas primárias.90. 37 53. de 3919 plásticos. de borracha vulcanizada não endurecida 4016. fitas. para uso na construção civil 3926. uniões).31 47. auto-adesivas. gaxetas e semelhantes.43 45. 3824. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não 4016.28 52. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 3918 Chapas. de plásticos Artefatos de higiene/toucador de plástico 3924 Telhas. lavatórios.30.25 56. e suas obras 2514. juntas. cotovelos.02 54. forro. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos 3925. massas para revestimento.11 57.35 49.00 72.90.75 43.00.51 45.37 35.92 44. tiras.50. de plástico 3925.71 50.3 60.93.86 Atualizado em 04/01/2011 .84 55. 3921 Telhas plásticas.00.25 54 44 33 38 39 28 42 41 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3824. mesmo providos dos respectivos 4009 acessórios (por exemplo. flanges.87 53. para uso na 3916 construção civil Tubos. laminados plásticos em bobina.10. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.39 42. janelas e afins. 3920.67 41.00. 6802.51 45. SE FOR INFERIOR A 17%.40.71 79. e seus acessórios (por exemplo. boxes para chuveiros.14 42. seladoras.91. para uso na construção civil 3910.1.00 Postigos.55 49.63 55. 3816.49 52 40 37 48 36 27 43 70. aditivos para argamassas e afins 3214. chapas. 6803 34 50.84 64.

01 47. mesmo armadas. de madeira ou de outras matérias lenhosas. telhas. unidas pelas bordas ou pelas extremidades.25 79.10. papel. aglomerados com cimento.66 49. incluídos os painéis 4418 celulares. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”. cumeeiras e 6811 afins. cimento-celulose ou semelhantes. alabastro.00 aparas.84 79.63 69.67 41 57. mesmo confeccionados 30 Linóleos.21 semelhantes (por exemplo. chapas.43 89.31 37 38 53. cortadas em folhas ou desenroladas.19 46.02 55.99. mesmo aplainadas. partículas. calhas. de fibrocimento.64 36 38 52.95 61. cumeeiras e 6811 afins.88 55. exceto os tufados 5704 e os flocados.COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 38. ladrilhos.35 82.00 35 Painéis. de matérias têxteis.1 Caixas d’água. lajotas. de palha ou de 6808. aplicados sobre matérias 6805 têxteis. de feltro.43 62. dos tipos utilizados para pavimentos 24 Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 4411 25 Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções.71 61. em pó ou em grãos.35 46.83 41.64 30 33 39 45.19 66.63 44. telhas. tanques e reservatórios e suas tampas. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos.00.Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada). laje. para uso na construção civil 36 Obras de gesso ou de composições à base de gesso 6809 37 Obras de cimento. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis 4410. blocos e semelhantes.64 64. costurados ou reunidos de outro modo 34 Manta asfáltica 6807. papel para vitrais 4814 28 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). travertinos. cianito. exceto poste 6810 acima de 3 m de altura e tubos. 5703 mesmo confeccionados 29 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). contendo ou não amianto . mesmo recortados 31 Persianas de materiais têxteis 6303.63 45. cartão ou outras matérias. com área de até 2m2 33 Abrasivos naturais ou artificiais.10 57.49 37 69. diorito. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por 5904 um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.98 52. calhas.99 49. de madeira 26 Persianas de madeiras 4418.51 89. em ambas as faces.00 32 Ladrilhos de mármores. mesmo recortados. tufados. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. gesso ou outros aglutinantes minerais. cimento-celulose ou semelhantes. polidas. quadrotes. pré laje e mourões 38 Caixas d’água. ônix e outras 6802 rochas carbonáticas. de fibras vegetais. serradas longitudinalmente. 4421 27 Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes.31 38 51 49 44 63 47 44 54. e ladrilhos de granito.11.43 53.84 45. de espessura não superior a 6mm 22 Pisos de madeira 4409 23 Painéis de partículas. de fibrocimento. contendo ou não amianto 21 69. tanques e reservatórios e suas tampas.75 37.86 52.31 60.39 54. charnokito.25 46. de concreto ou de pedra artificial. “waferboard”).51 54.37 53 71. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina.67 72. 4408 folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. basalto e outras rochas silicáticas.22 Atualizado em 04/01/2011 .

43 33 41. de cerâmica 6906.51 47.10 (carga de 17%) 54.04 45. cabos.95 56.1 Vergalhões 7214.00.00 (“kieselghur”. diatomita. sanitários.10.55 55.07 53. 6902 refratários.19 47.20. 6905 de cerâmica.23 48. em chapas.87 72. mesmo com camada absorvente. refletora ou 7004 não.43 53 89. refletora ou não. 6908 45 Pias. para construção. mesmo com camada 7003 absorvente. e outros produtos cerâmicos para construção civil .64 47. mas sem qualquer outro trabalho 48 Vidro estirado ou soprado. tijoleiras. exclusivamente para pavimentação ou revestimento 6907. caixas de 6910 descarga.25 40 48. por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 40 Tijolos. calhas ou algerozes e acessórios para canalizações.12 77. tijoleiras.07 44.90. elementos de chaminés.43 79.00.06 61 39 40 54 39 69. bidês. folhas ou perfis. 6905 de cerâmica. 7217. excluídos os de uso automotivo 7009 54 Barras próprias para construções.43 39 80.2 60. em folhas.00 44 Ladrilhos e placas de cerâmica. refletora ou não.70 47.20. placas (lajes). colunas para lavatórios. exceto vergalhões 7214. tripolita. mesmo com camada absorvente.90 tranças (entrançados).75 68. ornamentos arquitetônicos.75 70. condutores de fumaça.00 47 Vidro vazado ou laminado. ornamentos arquitetônicos.87 97. ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis 6901.01 42 12%) 7308.75 56.10 (carga de 17%) 55 Fios de ferro ou aço não ligados. não revestidos. banheiras.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 39 Tijolos. que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 41 Tijolos para construção.6904 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 41. em 7005 chapas ou em folhas.61 67 87.84 55. não isolados (carga de 12%) Atualizado em 04/01/2011 .COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42. e outros produtos cerâmicos para construção civil . mesmo polidos cordas. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários.84 71.56 49. ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes. lingas e artefatos semelhantes.75 89. mas sem qualquer outro trabalho 50 Vidros temperados 7007.00 52 Vidros isolantes de paredes múltiplas 7008 53 Espelhos de vidro. 40.37 48. elementos de chaminés.40 55.28 47. mas sem qualquer outro trabalho 49 Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces.00.37 59. de cerâmica .1 Tijolos para construção.00 (carga de 69.00 51 Vidros laminados 7007. tapa-vigas e produtos semelhantes.. mesmo emoldurados.64 62. lavatórios.19. de ferro ou aço.43 63. placas (lajes).29.37 79.6 51.43 86.37 36 39 50 37 40 40 33 33 42 52.1 Telhas. de cerâmica .00 (carga de 12%) 7308.22 40 76 43 56.90. de cerâmica 46 Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 6912.02 50. condutores de fumaça.6904 SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 42 Telhas. tapa-vigas e produtos semelhantes.87.SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 43 Tubos.39 55.

00 Manta de subcobertura aluminizada 7607.78 53.00 alumínio.20. roscados. de ferro fundido.90 Correntes de elos soldados. de uso na 7411.75 50. de 7609.64 66.56 89.40.43 69.92 60. para uso na construção civil Tachas. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 7418. polimento e usos 7323 semelhantes. banheiras. parafusos.84 75. dos tipos utilizados em cercas (carga de 12%) Telas metálicas.31 39. e artefatos semelhantes.89 45.90 46. de ferro fundido. percevejos. exceto cobre (carga de 12%) Parafusos. galvanizados 7217. esfregões. pinos ou pernos. ferro ou aço 7315. para uso na construção civil para usos elétricos 42 40 33 34 39 59.95 49.87 52. de ferro 7307 fundido. ou de ferro 7415 ou aço com cabeça de cobre. retorcidos.37 59 78. luvas ou mangas). (inclusive 7308. de fios de ferro ou aço 7314 (carga de 12%) Correntes de rolos. ganchos roscados.59 54. pregos. chavetas. cubas. pinos ou pernos.64 54.25 76 77 78 44 34 40 61.10 construção civil Acessórios para tubos (por exemplo.80 68 69 70 71 72 73 74 75 69.00.64 50.92 75. de ferro fundido.14 56.43 57 57 52 38 32 31 37 89. para uso na construção civil 7325 Abraçadeiras 7326 (carga de 12%) Barra de cobre 7407. de ferro fundido. ferro ou aço. não ligados.00 ferro ou aço. de energia.55 40 41.63 47.00 Outras correntes de elos articulados.67 42.43 Atualizado em 04/01/2011 . para instalações de água quente e gás. mesmo com a cabeça de outra matéria. luvas e artefatos semelhantes para limpeza.12.11 47. de 7310 instalação) de ferro ou aço. uniões. ferro ou aço.64 79. escápulas. ferro ou aço. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). arruelas (incluídas as de pressão). lavatórios.00 semelhantes. de 7313. pias.10. próprias para a construção civil. luvas ou mangas).19. porcas. grampos ondulados ou biselados e artefatos 7317. de entrada de água. de ferro ou aço 7315. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. de ferro fundido. ganchos roscados. ferro ou aço 7315. de cobre. porcas.90 (carga de 12%) Acessórios para tubos (inclusive uniões.51 79.95 38. uniões. percevejos. ferro ou aço Portas e janelas. tira-fundos.90 armações prontas. arruelas (incluídas as de pressão) e arte-fatos semelhantes.01 42 33 79.35 50. mesmo farpados.46 52 46. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador.30.56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 7312 (carga de 17%) Outros fios de ferro ou aço. cotovelos. 7308.11 49. ferro ou aço 7308.20.00 Material para andaimes.46 66. cavilhas. luvas ou mangas) de cobre e 7412 suas ligas. para armações (cofragens) e para escoramentos. pregos. cotovelos. escápulas e artefatos semelhantes.07 40.07 48.55 41 67 46 63. de ferro fundido. contrapinos. cavilhas. roscados. de ferro ou aço arames ou tiras. grades e redes.58 42 33 69. alizares e soleiras de ferro fundido. de ferro fundido.84 59.07 47. e seus caixilhos. cotovelos. rebites.00. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.84 89.90 Acessórios para tubos (por exemplo. e suas partes.00.43 42 41 50.01 42.02 50.11.10 Tubos de cobre e suas ligas. contrapinos. 7318 chavetas. ferro ou aço Arame farpado.14 55.82.00 Tachas. ferro ou aço 7324 Outras obras moldadas. mictórios. rebites. tanques e afins de ferro fundido.16 68. ferro ou aço Esponjas.

40.01 42. 7610 pórticos ou pilones. e artigos semelhantes de metais comuns 8302.79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Construções e suas partes (por exemplo.1 Torneiras. Atualizado em 04/01/2011 . incluídas as suas partes fechos e armações com fecho. com fechadura. caldeiras. de metais comuns ou 8311 de carbonetos metálicos.00 Banheira de hidromassagem 9019 32 47. pontes e elementos de pontes. tubos e semelhantes. fechaduras e ferrolhos (de chave.4 . cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e 8515.06. chapas. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. de alumínio.07%. pilares. aparelhos para soldar metais por resistência 8515.75 50.14 47.3 . inclusive puxadores. de vidro prensado ou moldado. MVA’s: : interna 34%. 8515. barras.07 39 34 55.02%. balaustradas).94%. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados.91%. origem 7%: 49.02%. colunas. aliq origem 12%: 70. mesmo com acessórios.49 33 34 49.banheira de hidromassagem .80 59.07 INCISO II DO ART. aliq origem 12%: 56. 40.80 45.produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.59 68.14 41.25 49. para uso na construção 8307 civil Fios. exceto cola bastão.19 41 57. eletrodos e artefatos semelhantes. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. de segredo ou elétricos). e seus caixilhos.00 Pateras. tubos.25 44. origem 7%: 80. de metais comuns chaves para estes artigos.07 53.04 45. de metais 8301 comuns. armações. chapas. 8302. para construção.02 50. exceto as construções préfabricadas da posição 94. aliq. reservatórios.00 Tubos flexíveis de metais comuns.2. pastilhas e outros artigos semelhantes . para canalizações. portas e janelas.95 46 37 36 63.62%. cabides. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. aliq.51 57. alizares e soleiras. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e 8481 dispositivos semelhantes.51 52. de qualquer tipo 8302.NCM 7016 – MVA: interna 61. porta-chapéus. tijolos. incluídas as persianas 7616 Outras guarnições. mesmo armado.2 . próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 7615.vergalhões .20%.20.1. exceto persianas de alumínio constantes do item 81 Cadeados.10. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes. placas.14%.01%.59 53. de alumínio. de aquecimento instantâneo ou de acumulação 8419.49 46 50 37 41 63.99 54. torres. perfis. varetas. para 7616. 40. aliq origem 12%: 42.50. origem 7%: 65. aliq.9 39. cubos. aliq.blocos.85%.4 construções.39 54. estruturas para telhados. cola instantânea e cola branca escolar .99 49.37 42.90.NCM 3506 – MVA: interna 48. próprias para construções.NCM 7213 – MVA’s: interna 33%.00 Outras obras de alumínio.5 . ladrilhos. com peso líquido não superior a 1 (um) kilo.NCM 7019. origem 7%: 50. aliq origem 12%: 41. 353 DO RICMS/BA 40. telhas e outros artefatos.

51 45.16 48.11 57.91.31 47. 7.90 52 40 37 48 36 27 70.90. janelas e afins.50. de plásticos. 4. de plásticos. ICMS 26/10 (BA e MG): ANEXO ÚNICO NOTA IMPORTANTE: OBSERVAR A CARGA TRIBUTÁRIA INTERNA DO PRODUTO.10.99 50. autoadesivas. e seus acessórios (por exemplo.71 8.87 53. SE FOR INFERIOR A 17%. SE JÁ NÃO ESTIVER AJUSTADA * acrescentado pela GERSU as colunas da MVA ajustada para facilitar a consulta Item 1.02 54. 3924 3925.00 3926. mesmo em rolos.31 56.02 MVA (%) Original 37 MVA ajustada 7% 12% 53. fitas. estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes Outras obras de plástico.75 43.25 56.1 3824.65 Atualizado em 04/01/2011 . forro.39 42.21 3922 44 33 38 39 28 61. para uso na construção civil Banheiras. cumeeiras e caixas d’água de polietileno e outros plásticos Portas.49 10. lavatórios. 15.01 46.63 55.83 52.00 3925. exceto cola bastão.90 4005.25 2. películas e outras formas planas.00. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos.19 34.51 65. com peso líquido não superior a 1 kilo. 59.37 35.00 3816. 9. uniões).Nota 78: Anexo Único do Prot.35 49. 13. Artefatos de higiene / toucador de plástico Telhas. sancas e afins de PVC. de plásticos. 11. cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos.3 61. para uso na construção civil Tubos. de plástico Postigos.85 56. NCM/SH 3214.90. pias. flanges. Veda rosca.55 49. 3916 3917 3918 3919 3919 3920 3921 39.30. bidês. laminados plásticos em bobina.20. para uso na construção civil Fitas emborrachadas 42 41 48. folhas. 6.00 3925. 65. 3925. cotovelos.00 3506 Descrição das mercadorias Argamassas. lona plástica. caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos.67 41. 12. 5. fitas isolantes e afins Telhas plásticas. boxes para chuveiros.43 45. sanitários e seus assentos e tampas. para uso na construção civil. juntas.92 44.94 3. chapas.42 52. NESTE CASO DEVE-SE RECALCULAR A MVA. 14. seladoras e massas para revestimento Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. para uso na construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos Chapas.00. tiras.

64 20. 25.86 52.64 60. os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados “shingles e shakes”.35 82. polidas. papel para vitrais. serradas longitudinalmente.19 66.39 54. 27. ônix e outras rochas carbonáticas. travertinos.63 44. painéis denominados “oriented strand board” (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo. mesmo confeccionados Linóleos. cotovelos. 4814 5703 5704 5904 51 49 44 63 69. unidas pelas bordas ou pelas extremidades.67 72.51 54.19 46. 4409 4410. 4411 4418 37 38 53. recobertos na superfície com papel impregnado de melamina.31 24.00 4016.43 89.64 55.43 47 69. de madeira Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes.11.25 46. lajotas. 18.1 57. charnokito. de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira Painéis de partículas.82 28. de madeira ou de outras matérias lenhosas.16.67 Atualizado em 04/01/2011 . em ambas as faces. “waferboard”). juntas. mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos. uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida Juntas. mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). 29.71 89. 19. 26. incluídos os painéis celulares.35 55.91.98 52. com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais. mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo. Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos). folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras. mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil.21 36 38 52. 6303 6802 47 44 64. tufados. e ladrilhos de granito. cortadas em folhas ou desenroladas. cianito. dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções. basalto e outras rochas silicáticas.95 61. mesmo aplainadas.23 51.84 64. de feltro. de matérias têxteis.00 4408 Tubos de borracha vulcanizada não endurecida. exceto os tufados e os flocados. 4009 17.31 22. 21. alabastro.93. gaxetas e semelhantes.71 61. 23. com área de 43 60. de borracha vulcanizada não endurecida. flanges.61 69. 4016. para uso não automotivo Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada).63 45.84 79. mesmo recortados Persianas de materiais têxteis Ladrilhos de mármores.86 79. diorito. quadrotes.

folhas ou perfis. ladrilhos. aplicados sobre matérias têxteis.25 70.99 49. mesmo com camada absorvente.49 31.20 52.07 53. 44.37 40. cumeeiras e afins.25 79.29. partículas. tijolos.02 37. tanques e reservatórios e suas tampas.00 6808. 45. 6907 6908 6910 39 40 55. bidês.37 48.00 7008.91 Atualizado em 04/01/2011 .00.87 47.83 41. mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado.00. refletora ou não. 32. de fibrocimento.30.00. Manta asfáltica Painéis.64 4737 42. 39. placas. para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso Obras de cimento.37 36. lavatórios.75 47. em folhas. de palha ou de aparas. mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces. de fibras vegetais. 6811 39 55. 41. blocos e semelhantes. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários. calhas. mesmo recortados.00 7009 7016 36 39 50 37 61.28 47.84 55. em pó ou em grãos. ladrilhos. refletora ou não.37 59. 7007.75 63. exceto poste acima de 3 m de altura e tubos.64 33. costurados ou reunidos de outro modo.75 68. 43. refletora ou não. gesso ou outros aglutinantes minerais. cartão ou outras matérias. mesmo armadas. mesmo com camada absorvente. de concreto ou de pedra artificial. telhas e outros artefatos.75 79. aglomerados com cimento. mesmo com camada absorvente.00 37 69. contendo ou não amianto Ladrilhos e placas de cerâmica.04 45. 34.01 35.51 89.43 39 89. 46.75 56. 6809 6810 30 33 45. chapas. laje. caixas de descarga.19.00 7007. telhas.66 49.00 7003 54 39 72. mesmo emoldurados. papel.10.55 55.62 44. serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira. em chapas. excluídos os de uso automotivo Blocos. 37.84 45.51 80. banheiras.39 55. 6807. 6805 até 2m2 Abrasivos naturais ou artificiais. de vidro 41 57.43 38. pré laje e mourões Caixas d’água. sanitários. de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica Vidro vazado ou laminado. 6912. em chapas ou em folhas.43 53. cimento-celulose ou semelhantes. 7004 7005 69. mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados Vidros laminados Vidros isolantes de paredes múltiplas Espelhos de vidro. colunas para lavatórios.19 47. exclusivamente para pavimentação ou revestimento Pias.

11. de ferro fundido.02 47. ferro ou aço.07 47.84 59.82. tranças (entrançados). de ferro ou aço arames ou tiras.00 7315.07 7308.55 49.56 89. retorcidos. 54.00. (inclusive armações prontas.12. luvas ou mangas). de ferro ou aço.55 Atualizado em 04/01/2011 .90.20.56 49.prensado ou moldado. ferro ou aço Outras correntes de elos articulados. de ferro fundido. mesmo polidos cordas.00 7308. 7313. de ferro ou aço 40 33 34 39 47.90 Banheira de hidromassagem 34 33 Vergalhões 33 33 40 Barras próprias para construções.00 (carga de 12%) 7308.30.56 40. ferro ou aço Correntes de elos soldados. ferro ou aço Portas e janelas. mesmo armado. 48. de ferro fundido. 59.16 68.01 42.40. para estruturas de concreto armado ou argamassa armada). não ligados.11 42 33 79.00 42 33 69.10 (carga de 17%) 7214. Outros fios de ferro ou aço.10 (carga de 17%) 7217. pastilhas e outros artigos semelhantes 47.64 79.90 (carga de 12%) 7312 (carga de 17%) 7217.01 40 48. para armações (cofragens) e para escoramentos. cabos. não isolados para usos elétricos 42 50. e seus caixilhos. 58. de ferro fundido.90 7315.14 40.07 40. 57. de ferro ou aço.10 59 78. ferro ou aço Arame farpado.02 50. alizares e soleiras de ferro fundido.07 59. 53.43 69.90. dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas.43 42 50.00 7308.37 55. lingas e artefatos semelhantes. de energia. grades e redes. galvanizados Acessórios para tubos (inclusive uniões. cotovelos.58 56.10. 52. para construção. 60. não revestidos. exceto os vergalhões 40 42 Fios de ferro ou aço não ligados.20.20. próprios para construção Caixas diversas (tais como caixa de correio. mesmo farpados.64 50.07 33 33 41. 73.00 (carga de 12%) 7308.00 (carga de 12%) 7314 (carga de 12%) 7315. cubos. de ferro fundido.90 (carga de 12%) 73.43 42 50.95 49.87 50. próprias para a construção civil. de fios de ferro ou aço Correntes de rolos.84 89.11 42. de entrada de água. ferro ou aço Material para andaimes. 51.95 56.75 40 41. de instalação) de ferro ou aço. 50. 7019 e 9019 7213 (carga de 12%) 7214. eletrocalhas e perfilados de ferro fundido.14 55.

para instalações de água quente e gás. pórticos.43 39.00 76. percevejos. contrapinos. tubos e semelhantes. pilares. porcas. para uso na construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes. 7325 7326 (carga de 12%) 7407 7411.31 39. ou de ferro ou aço com cabeça de cobre. próprias para construções. arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes. uniões. e seus caixilhos. de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo. tanques e afins de ferro fundido. balaustradas. cotovelos. para uso na construção civil Abraçadeiras Barra de cobre Tubos de cobre e suas ligas.78 45. parafusos.07 48.14 56. pias. pregos. colunas. uniões. cotovelos.87 47. exceto cobre Parafusos. de alumínio. tira-fundos.46 52 46. de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre Manta de subcobertura aluminizada Acessórios para tubos (por exemplo.00 7610 44 34 40 32 61.95 75.06. exceto as construções. ferro ou aço Outras obras moldadas. cavilhas.78 53.46 65. percevejos.10. 68.67 42. 72. armações. chapas. ferro ou aço. luvas ou mangas) de cobre e suas ligas.61. pinos ou pernos. grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes.20.10 7412 7415 57 52 38 32 31 37 75. escápulas.64 54. pré-fabricadas da posição 94.9 52. cubas. rebites. barras. mictórios.63 47. ferro ou aço Esponjas. 63. esfregões.00. de ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador. roscados. 66. porcas.95 38.92 60. polimento e usos semelhantes.80 45. lavatórios. cavilhas. ganchos roscados. 7615.92 79.20. de ferro fundido. banheiras. de cobre. para uso na construção civil Tachas. e artefatos semelhantes. 69. perfis. mesmo com a cabeça de outra matéria. chavetas. 70.43 57 89.80 69.25 Atualizado em 04/01/2011 . de alumínio.59 54. chavetas. luvas ou mangas). torres.00 (carga de 12%) 7318 62. 7317.84 75. roscados. próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio Outras obras de alumínio. de ferro fundido. alizares e soleiras. 64. 76. arruelas (incluídas as de pressão). e suas partes. rebites.90 7609.51 54. ferro ou aço. escápulas e artefatos semelhantes. e estruturas de box). 73. de ferro fundido.00 7607.90 46. 74. portas e janelas. ganchos roscados.16 46 37 63. 7323 7324 Tachas.35 50.01 41 46 63. luvas e artefatos semelhantes para limpeza. incluídas as persianas 41 49. contrapinos. pregos. estruturas para telhados. pinos ou pernos.59 53.64 66.19.25 71. 7418. 67. de alumínio.51 66.

Outras peças não desossadas .1 39 55. 8515.25 49. reservatórios. 84.99 44. 8302. fechaduras e ferrolhos (de chave.80 59.59 68. e artigos semelhantes de metais comuns Tubos flexíveis de metais comuns. .2 9404. caldeiras.4 7616 8301 Outras guarnições. de aquecimento instantâneo ou de acumulação Torneiras.19 49.34 157.37 Nota 79: Margem de Valor Agregado relativa a COLCHOARIA: CÓDIGO NCM/SH 9404.77. para canalizações.20 0201.50. tubos. inclusive puxadores Cadeados.39 57. 8419. 78.6 Suportes elásticos para cama Colchões.00 DESCRIÇÃO MVA % ORIGINAL (op. chapas. para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados. de metais comuns ou de carbonetos metálicos. válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes. ferragens e artigos semelhantes de metais comuns. 82.90. cabides. 80. Pateras. de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns. de segredo ou elétricos).90.18 87. de qualquer tipo. porta-chapéus. para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos.10. com fechadura. eletrodos e artefatos semelhantes.04 45.30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA. varetas.51 57. de metais comuns. de metais comuns chaves para estes artigos.00 8302.1 8481 33 34 49.Carcaças e meias-carcaças . incluídas as suas partes fechos e armações com fecho.07 85.52 105.99 54. mesmo com acessórios.10. FRESCAS OU REFRIGERADAS.00 9404. para construções. cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 36 41 52.06 76.54 MVA AJUSTADA % Alíquota interestadual de Alíquota interestadual 7% de 12% 172. 81.02 50.70 98.01 0201. 8302. revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes.14 41. para uso na construção civil Fios.00 8515.87 83.10 0201. inclusive box Travesseiros e pillow NESH – NOTAS EXPLICATIVAS DO SISTEMA HARMONIZADO (CLASSIFICAÇÃO FISCAL) 02.01 42.Desossadas Atualizado em 04/01/2011 .65 94. interna) 143.75 47.00 8307 8311 46 50 37 41 63.49 79.07 53.49 83.

25 0207.12 0203.Línguas . úberes. CAPRINA.Pedaços e miudezas.Outras .Não cortadas em pedaços.Outras . COMESTÍVEIS. bofes (pulmões). FRESCAS. pâncreas.49 0206..29 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE SUÍNA.19 0203. incluídos na posição 01.Carcaças e meias-carcaças . congeladas Incluem-se na presente posição as miudezas comestíveis tais como: a cabeça e partes da cabeça (compreendendo as orelhas)...21 0206. frescas ou refrigeradas .Outras. congelados . CONGELADAS.11 0203. frescas ou refrigeradas . ASININA E MUAR.. congeladas ..12 0207. FRESCAS.De galos e de galinhas: . refrigeradas ou congeladas. tireóides e hipófises. corações. .10 0202. 02.1 0203. frescas ou refrigeradas .Não cortadas em pedaços. 02.Outras Esta posição abrange as carnes. gansos ou de galinhas-d'angola (pintadas): . miolos.24 0207. por exemplo).Carcaças e meias-carcaças .02 0202.3 0207. redenhos.11 0207.13 0207.27 0207..Pernas. .22 0203.Fígados . congeladas: . domésticos ou selvagens.2 0207. ..Fígados . frescas ou refrigeradas Atualizado em 04/01/2011 .22 0206. línguas. Inclui também o toucinho entremeado (isto é.2 0206. frescas ou refrigeradas .1 0207. REFRIGERADAS OU CONGELADAS. 02.. frescas.Esta posição compreende as carnes. medulas espinhais (espinais medulas*). patas. pás e respectivos pedaços.Da espécie bovina. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.. rabos.80 0206. rins. ovários.14 0207.26 0207.06 0206.Não cortadas em pedaços.90 MIUDEZAS COMESTÍVEIS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA.. 02..32 CARNES E MIUDEZAS. diafragmas. dos animais da espécie bovina.Da espécie suína.02. testículos.21 0203.. SUÍNA.Da espécie bovina.. Carcaças e meias-carcaças Outras peças não desossadas Desossadas Esta posição abrange as carnes congeladas dos animais da espécie bovina. REFRIGERADAS OU CONGELADAS.Outras .02..10 0206. não desossados . FRESCAS.Da espécie suína..05.Pedaços e miudezas. domésticos ou selvagens..De patos. frescos ou refrigerados .Outras.Pedaços e miudezas. frescos ou refrigerados .30 CARNES DE ANIMAIS DA ESPÉCIE BOVINA. fígados. peles comestíveis.4 0206. por exemplo). frescas ou refrigeradas ..De peruas e de perus: . não desossados . OVINA. dos porcos das espécies domésticas ou selvagens (javalis. incluídos na posição 01. congeladas: .03 0203. o que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente. CAVALAR.Não cortadas em pedaços. órgãos reprodutores (úteros. baços.Não cortadas em pedaços.Congeladas: .07 0207..30 0206.Pernas.Frescas ou refrigeradas: .2 0203.20 0202. timos (molejas). frescas ou refrigeradas. congeladas . DAS AVES DA POSIÇÃO 01. congelados . goelas. pás e respectivos pedaços.Pedaços e miudezas.. Os princípios a aplicar para a classificação das miudezas constam das Considerações Gerais do presente Capítulo.41 0206.29 0206..

a gordura que envolve as vísceras do animal. As miudezas das aves com maior importância no comércio internacional são os fígados de frango.06 aplicam-se mutatis mutandis às miudezas comestíveis da presente posição. congeladas Esta posição inclui exclusivamente as carnes e miudezas.03 . congeladas Fígados gordos ("foies gras").99 . SALGADAS OU EM SALMOURA. GORDURAS DE PORCO E DE AVES.19 0210. de ganso ou de pato.10 . A gordura de ganso ou de outras aves das espécies domésticas ou selvagens.. IOGURTE. de carnes ou de miudezas: .Outras. classificam-se nesta posição. A gordura (banha) de porco compreende principalmente a manta (panne). Fundida ou de outro modo extraída.Outros A presente posição abrange o leitelho.Outras .09).De baleias. secas (em especial.01.33 0207.Outras Esta posição aplica-se apenas às carnes e miudezas de qualquer qualidade. COMESTÍVEIS. em blocos.92 CARNES E MIUDEZAS. SECAS OU DEFUMADAS. 04. O toucinho entremeado (ou seja.. o leite e o creme de leite (nata*).. fermentados ou acidificados.34 0207. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente. também se classifica nesta posição. não fundidas nem extraídas de outro modo (posição 02. As disposições das Notas Explicativas da posição 02. O "toucinho" dos mamíferos marinhos está incluído no Capítulo 15.09 . SALGADOS OU EM SALMOURA. o toucinho que apresenta camadas de carne) e o toucinho com uma camada de carne aderente classificam-se nesta posição. estômagos.01). das aves domésticas que. desde que não tenham sido cortadas em pedaços ou picadas e combinadas com outros ingredientes antes de serem colocadas no invólucro (posição 16. Atualizado em 04/01/2011 .LEITELHO. O leite fermentado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. incluídos o leite e o creme de leite (nata*) coalhados. a sua cor varia do bege esbranquiçado ao castanho claro.01. frescos ou refrigerados Outras. refrigeradas ou congeladas.10. As carnes salgadas. adicionado de pequenas quantidades de fermentos lácticos para ser utilizado em produtos de charcutaria ou como aditivos para alimentação de animais. inclui-se na posição 15. os presuntos. são classificadas na posição 01. por desidratação ou por liofilização) ou defumadas. MESMO CONCENTRADOS OU ADICIONADOS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES.Carnes da espécie suína: . CONGELADOS. o iogurte e o quefir. O toucinho a que esta posição se refere é o que não apresenta partes magras. de peixes-boi e dugongos (mamíferos da ordem dos Sirênios) 0210. frescas ou refrigeradas Outras. OU AROMATIZADOS OU ADICIONADOS DE FRUTAS OU DE CACAU. frescas. em pó ou em grânulos) ou conservados. 02.. próprios para consumo neste estado. FRESCOS. bem como das gorduras de porco e de aves. preparadas de acordo com as especificações do texto desta posição. evaporados. não fundida nem extraída de outro modo. REFRIGERADOS.93 .35 0207.91 0210. bexigas. . COMESTÍVEIS. entremeados. e seus pedaços . As farinhas e pós de carnes e de miudezas impróprias para a alimentação humana (para a alimentação de animais. quando vivas. O toucinho entremeado (ou seja. tais como o bacon.. peles ou outros invólucros semelhantes (naturais ou artificiais).20 0210.12 0210.Iogurte 0403. comestíveis. mais consistentes e mais ricos em gordura. conforme o caso.11 0210. QUEFIR E OUTROS LEITES E CREMES DE LEITE (NATA*) FERMENTADOS OU ACIDIFICADOS. pás e outras carnes assim preparadas.01.De primatas . com exceção do toucinho sem partes magras. pastosa ou sólida (incluída a congelada) e serem concentrados (por exemplo.Pernas. golfinhos e marsuínos (mamíferos da ordem dos Cetáceos). de carne ou de miudezas estão também incluídas na presente posição. Os produtos da presente posição podem apresentar-se no estado líquido. 0403.02. LEITE E CREME DE LEITE (NATA*) COALHADOS. comestíveis. incluídos as farinhas e os pós. DE CARNES OU DE MIUDEZAS. incluído aquele que apenas seja próprio para usos industriais. de todos os tipos.Barrigas e peitos. desde que preparados de acordo com as especificações desta posição.0207. por exemplo) incluem-se na posição 23. As farinhas e pós. pás e respectivos pedaços.03 ou na posição 02. Fundida ou extraída de outro modo. NÃO FUNDIDAS NEM DE OUTRO MODO EXTRAÍDAS.Carnes da espécie bovina . enquanto que os outros fígados são em geral de cor vermelha mais ou menos escura. comestíveis.. mesmo que se encontrem envolvidas em tripas.36 ----- Não cortadas em pedaços. Estes fígados compreendem os fígados gordos (foies gras) de gansos ou de patos que se distinguem dos outros fígados por serem maiores e mais pesados. isto é.De répteis (incluídas as serpentes e as tartarugas marinhas) 0210. SECOS OU DEFUMADOS. estão incluídos na posição 02.90 . esta gordura inclui-se na posição 15.05. não desossados .1 0210.TOUCINHO SEM PARTES MAGRAS.10 0210. FARINHAS E PÓS.. 02.9 0210.

a mistura de trigo e centeio.90 CAFÉ.01 FARINHAS DE TRIGO OU DE MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. os produtos pulverulentos resultantes da moagem dos cereais da posição 10. antioxidantes. 1001. Esta posição compreende as farinhas de trigo ou de mistura de trigo com centeio (méteil ou meslin) (isto é. ele é misturado com água. os sucedâneos torrados de café não contendo café (posição 21.Café não torrado: . emulsificantes.Descafeinado .. além disso. . 3) O café (mesmo descafeinado) torrado. MESMO TORRADO OU DESCAFEINADO.11 0901. em geral.01). Atualizado em 04/01/2011 . para o reconstituir. contendo.1 0901.Descafeinado . c) A cafeína. além do teor de amido e de cinzas previstos na alínea A) da Nota 2 deste Capítulo (ver as Considerações Gerais). e as preparações à base destes extratos ou essências. em grãos ou sementes inteiros revestidos de película amarelada.. está incluída nesta posição.Não descafeinado . 09.01 . 11. em inglês. em qualquer proporção.22 0901. em geral por extração a partir dos grãos verdes tratados por diversos solventes.TRIGO E MISTURA DE TRIGO COM CENTEIO. de aromatizantes. vitaminas ou de pós para levedar preparados (farinhas fermentantes). essências e concentrados de café. semi-duro ou duro. denominados às vezes "café instantâneo".O leite acidificado da presente posição pode consistir em leite em pó da posição 04. A espelta. Denomina-se méteil.02 adicionado de pequenas quantidades de ácido (incluído o suco de limão) em forma cristalizada. A farinha de trigo pode.10 . de aspecto translúcido e córneo..12 0901. Excluem-se desta posição: a) A cera de café (posição 15.39).Café torrado: . ser enriquecida pela adição de uma quantidade de glúten que.90 . de fratura pulverulenta. constituídos por uma mistura de café.21).01) que. alcaloíde do café (posição 29.01 0901. 2) O café descafeinado. b) Os extratos. não ultrapasse 10%. os produtos da presente posição podem ser adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes.. satisfaçam o critério de passagem numa peneira padrão. 10. em ou grãos ou sementes despojados de sua película.Trigo duro 1001. 2) O trigo duro (ver a Nota 1 de Subposição do presente Capítulo).Outros Há duas grandes categorias de trigo: 1) O trigo comum. nas condições definidas na alínea B) da mesma Nota. o café do qual se retirou a cafeína.Outros Incluem-se nesta posição: 1) O café verde sob qualquer forma: em cerejas tal como colhido. em geral. Independentemente dos aditivos mencionados nas Considerações Gerais do presente Capítulo. CASCAS E PELÍCULAS DE CAFÉ. SUCEDÂNEOS DO CAFÉ CONTENDO CAFÉ EM QUALQUER PROPORÇÃO. isto é. mesmo moído. O trigo duro possui uma cor que vai do amarelo âmbar ao castanho e apresenta uma fratura vítrea. 5) Os sucedâneos do café.21 0901. em francês e meslin. As farinhas desta posição podem ser melhoradas pela adição de ínfimas quantidades de fosfatos minerais.Não descafeinado . espécie de trigo de grão pequeno e castanho que conserva parte do seu invólucro floral após a debulha. de modo a obter leite coalhado quando. de frutos (incluídas as polpas e as geléias) ou de cacau. dois terços de trigo e um terço de centeio. macio. com outros produtos.2 0901. 4) As cascas e películas de café.

SEM CACAU (INCLUÍDO O CHOCOLATE BRANCO).. Entre estes produtos podem citar-se: 1) as pastilhas.A presente posição compreende também as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas") que tenham sido submetidas a um tratamento térmico que provoque uma pré-gelatinização do amido. classificam-se no Capítulo 30. em bruto. 1704. a sacarose (com exclusão da sacarose químicamente pura) proveniente de vegetais que não sejam a cana-de-açúcar nem a beterraba (posição 17.Outros: . Atualizado em 04/01/2011 . 2) as balas (rebuçados) (incluídas as que contenham extrato de malte). As farinhas que tenham sido submetidas a tratamentos complementares ou adicionadas de outros produtos a fim de serem utilizadas como preparações alimentícias classificam-se geralmente na posição 19.01 1701. . enquanto que o teor de açúcar invertido do açúcar de beterraba em bruto é geralmente inferior a 0. exceto agentes aromatizantes.91 1701. de sacarose.90 .. qualquer que seja a sua origem. comercializadas no estado sólido ou semi-sólido.99 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA. sendo comercializado conforme o seu grau de refinação. devido à presença de impurezas. for igual ou superior a 40%. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionado de outras substâncias alimentícias.06 se o teor de cacau.11 e 1701.10 . 17. 4) o marzipã (maçapão*).Outros Esta posição engloba a maior parte das preparações alimentícias com adição de açúcar.. corresponde a uma leitura. Exclui-se. pães.Açúcares em bruto. 3) os caramelos. e posição 19. eucaliptol e bálsamo-de-tolu). NO ESTADO SÓLIDO (+). as pastilhas. no polarímetro..11 1701. Além dos açúcares em bruto e dos açúcares refinados supra-mencionados.01. Nota Explicativa de Subposições. Todavia. conhecidos por produtos de confeitaria. a do papel ou a metalúrgica (preparação de núcleos de fundição).5° (ver a Nota 1 de Subposição). de alimentos para animais ou em algumas indústrias. Também se excluem as farinhas misturadas com cacau (posição 18. nogados. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos.1 1701. no estado seco. 5) As preparações que se apresentem sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse. e os açúcares-cande formados por cristais volumosos obtidos pela cristalização lenta do xarope de açúcar suficientemente concentrado. Os açúcares de cana ou de beterraba.Outros O açúcar de cana extrai-se do suco dos caules de cana-de-açúcar e o açúcar de beterraba. em caso contrário). A presente posição compreende também a sacarose químicamente pura. as pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse que contenham substâncias com propriedades medicinais.1%.12 1701. calculado sobre uma base totalmente desengordurada.PRODUTOS DE CONFEITARIA. ou sob a forma de pequenos cubos. esta posição compreende os açúcares castanhos constituídos por açúcar branco misturado.9 1701.12 O açúcar de cana em bruto atualmente comercializado tem um teor de açúcar invertido que excede 0. Os xaropes que consistam em soluções aquosas de açúcar de cana ou de beterraba incluem-se na posição 17. tais como gelatina. 17. por exemplo. O açúcar refinado apresenta-se geralmente sob a forma de cristais brancos. catechus. de beneficiadores de panificação.1%.06. Subposições 1701. fondants. tais como álcool benzílico. apresentam-se geralmente sob a forma de cristais castanhos. mesmo revestidas de açúcar 1704. em peso. mentol. depois de se ter deixado uma amostra de cada açúcar diluído em água em repouso durante uma noite num recipiente hermeticamente fechado. Pode estabelecer-se igualmente uma distinção entre estes dois tipos de açúcar através de diferenças de cheiro.De beterraba .Adicionados de aromatizantes ou de corantes . amido ou farinha) e agentes aromatizantes (incluídas as substâncias com propriedades medicinais. placas. os açúcares em bruto poderão apresentar um grau de pureza que permita a sua utilização imediata na alimentação humana sem necessidade de refinação. caso contrário. quando não tenham sido adicionados de aromatizantes ou de corantes. Estes açúcares destinam-se geralmente a ser submetidos a tratamentos para se transformarem em açúcares refinados. serrados ou cortados. no estado sólido.01. em geral prontas para consumo imediato. tais como a indústria têxtil.De cana . do suco da raiz da beterraba sacarina. classificam-se na posição 21. Estas farinhas utilizam-se na fabricação das preparações da posição 19.01. sem adição de aromatizantes ou de corantes: . no entanto.04 . inferior a 99. estes açúcares podem ter sido adicionados de aromatizantes ou de corantes.02). com pequenas quantidades de caramelo ou melaço.Gomas de mascar.02. No entanto. O seu teor. Deve notar-se que o açúcar de cana ou de beterraba apenas cabem nesta posição quando se apresentem no estado sólido (mesmo em pó). Os açúcares de cana ou de beterraba refinados obtêm-se através de um tratamento complementar do açúcar em bruto. incluídas as gomas de mascar açucaradas (chewing gum e semelhantes). bastões ou pedaços moídos. as amêndoas açucaradas (rahat loukoum). em peso.

10 .Outros O chocolate é um produto alimentício composto essencialmente de pasta de cacau.07). com peso superior a 2kg. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 40%. tais como: a) Pastas para fondants preparadas com sacarose. etc. por exemplo. xarope de sacarose ou de glicose e/ou xarope de açúcar invertido. caramelo. composto de manteiga de cacau. com mais de 10%. pastilhas. sendo irrelevante a proporção de açúcar nele contida. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. o nogado de chocolate. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA.06 . mas que servem também como recheio para produtos desta ou de outras posições. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE PRODUTOS DAS POSIÇÕES 04. marzipã (maçapão*).Outros. os produtos hortícolas. casca de laranja. grânulos. FÉCULAS OU DE EXTRATOS DE MALTE. não contendo ou contendo apenas uma pequena quantidade de gorduras. barras. DE CACAU.32 . de sacarose. bem como as pastas à base de açúcar. açúcar e leite em pó (posição 17.EXTRATOS DE MALTE. barras ou paus inteiramente de chocolate. todas as preparações alimentícias contendo cacau. recobertos de chocolate (posição 19. etc. sob qualquer forma (pães. os tabletes. às vezes. bastões.CHOCOLATE E OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS CONTENDO CACAU (+). acondicionadas para a venda a retalho Atualizado em 04/01/2011 . não são considerados como "recheados". pastilhas. etc. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. CALCULADO SOBRE UMA BASE TOTALMENTE DESENGORDURADA. adicionadas de uma pequena quantidade de gorduras. pó ou. em tabletes. Excluem-se da presente posição: a) O chocolate branco. leite e avelãs. Quando apresentado (isto é. em peso. b) Os produtos de confeitaria contendo cacau (posição 18. etc. 8) As geléias e pastas de frutas. a pasta de cacau é por vezes substituída por uma mistura de cacau em pó com óleos vegetais. paus. em pó. clara de ovo) e.01 . principalmente. misturados ao chocolate. pasta de frutas. (A manteiga de cacau não se considera como cacau na acepção desta posição). leite em pó e aromatizantes. etc). SÊMOLAS. avelãs. Subposição 1806. DE CACAU. e apresentadas sob a forma de produtos de confeitaria. coco desidratado. adicionadas de açúcar. Todavia.06).Cacau em pó.. café. licores. nozes. EM PESO. a maior parte das vezes aromatizada. sorbitol) em vez de açúcar. mesmo contendo.02). os chocolates em pó adicionados de leite em pó. recheados de creme. de sacarose. com alguns vestígios de cacau. com adição de açúcar ou de outros edulcorantes 1806. constituídas por misturas aeradas (sopradas*) de açúcar. o extrato de alcaçuz classifica-se nesta posição. e de açúcar ou de outros edulcorantes. próprias para transformação direta em produtos de confeitaria desta posição. preparado) como produto de confeitaria. ou no estado líquido. 1901. utilizados na fabricação de nogado e como recheio de chocolates.06).Preparações para a alimentação de crianças. PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS. frutas ou outros produtos vegetais. grânulos ou formas semelhantes. em pasta.Não recheados 1806. A adição de vitaminas ao chocolate não modifica a sua classificação nesta posição.01 A 04. b) Pastas para nogado. açúcar caramelizado. 18. blocos. geléias. água e matérias coloidais (por exemplo. licor.31 .31 Na acepção da subposição 1806.Recheados 1806. 1806. com ou sem adição de avelãs. leite.04. avelãs.31. Esta posição compreende ainda os produtos de confeitaria contendo cacau em qualquer proporção. ou uma combinação desses produtos. manteiga de cacau (não se considerando esta como cacau). por vezes. d) Os bombons. em peso. destinadas essencialmente à fabricação de marzipã (maçapão*). O chocolate e seus artigos apresentam-se em blocos. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2kg 1806. por exemplo). 9) As pastas à base de açúcar. c) Pastas de amêndoa. aromatizado ou não.Outras preparações em blocos ou em barras. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. da presente posição: a) O extrato de alcaçuz contendo até 10%. tabletes.20 . de um modo geral.06). Nota Explicativa de Subposições. 7) O extrato de alcaçuz. quando não apresentado como produto de confeitaria (posição 13. e) Os medicamentos do Capítulo 30. barras e paus: 1806. composto de açúcar. os doces. utilizadas na fabricação de fondants e como recheio de bombons ou choclolates.10 . cereais ou frutas (inteiras ou em pedaços).3 . com ou sem aromatizante. pastilhas e produtos semelhantes (principalmente para diabéticos) contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. b) Os biscoitos e outros produtos de padaria. preparadas principalmente com amêndoas e açúcar.6) O chocolate branco. o cacau em pó adicionado de açúcar ou de outros edulcorantes. ainda. revestida de chocolate. porém. barras ou paus constituídos por uma parte central de composição variável (creme. frutas. AMIDOS. contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente elevadas e. às vezes. 19. amêndoas. Excluem-se. c) As preparações alimentícias açucaradas. EM PESO. plaquetas.90 . exceto as excluídas nas Considerações Gerais do presente Capítulo. GRUMOS. as frutas.. NÃO CONTENDO CACAU OU CONTENDO MENOS DE 5%. e que não se destinem a ser transformadas diretamente em produtos de confeitaria (posição 21.05). o termo "recheado" abrange os tabletes. (posição 20. conservados em açúcar (posição 20.04). nogado. cascas de frutas. etc. os produtos pastosos à base de cacau ou de chocolate e de leite concentrado e. etc. Junta-se ao chocolate geralmente manteiga de cacau e.

classificadas na posição 19. B) Os termos "amidos" e "féculas" compreendem os amidos e féculas não transformados e os pregelatinizados ou solubilizados. frutas ou outras substâncias destinadas a aumentar-lhes as propriedades dietéticas. e para a fabricação de produtos farmacêuticos. alimentos para crianças. peixe ou crustáceos.Misturas e pastas para a preparação de produtos de padaria. azeite.. açúcar. b) A cerveja e outras bebidas à base de malte. c) As massas alimentícias e o "couscous" da posição 19. corantes. féculas ou de extratos de malte. e as farinhas. farinha de pão. 8) As pizzas não cozidas.05 1901. farinhas de cereais. necessitando estes últimos de um cozimento suplementar antes de serem consumidos (posição 19.01 ou 11. Muitas vezes. A estes diversos componentes principais podem adicionar-se outras substâncias. os produtos desta natureza à base de farinha de batata. etc. Esta posição compreende um conjunto de preparações alimentícias.07). Extratos de malte. qualquer que seja o Capítulo em que se incluam. de extrato de malte e de cacau em pó.05). f) As preparações para molhos e os molhos preparados (posição 21. de sais. anchovas. Convém referir que estão.05) ou de legumes de vagem secos (posição 11. aromatizantes.20 . das posições 11.90 . permanecem incluídos aqui. obtidas por evaporação de uma mistura de leite.05. sangue. as farinhas e sêmolas de produtos hortícolas secos misturadas. Esta posição não compreende: a) Os produtos de confeitaria contendo extrato de malte. na preparação de alimentos para crianças ou para usos dietéticos ou culinários.03). sêmolas.. II. açúcar e farinha. c) As enzimas do malte (posição 35. estes produtos destinam-se quer à preparação rápida de bebidas. em grânulos. sêmolas e pós. As preparações da presente posição podem ser líquidas. gorduras. como fitas e discos. ovos ou de frutas (incluídas as que se apresentem enformadas ou modeladas na forma do produto final). em peso. amidos. sem qualquer outro preparo. ovos. moluscos e outros invertebrados aquáticos ou de uma combinação desses produtos (Capítulo 16). estes termos não abrangem as farinhas. féculas ou de extratos de malte. de produtos hortícolas secos (posição 07. classificam-se no Capítulo 20. pastelaria e da indústria de bolachas e biscoitos. quer eles predominem ou não em peso ou em volume. o teor em peso de cacau seja inferior a 40% calculado sobre uma base totalmente desengordurada (ver as Considerações Gerais do presente Capítulo). esta posição não compreende: a) As farinhas fermentantes e as farinhas denominadas "expansíveis" ("pré-gelatinizadas"). e) Os produtos de padaria inteira ou parcialmente cozidos. a maior parte das vezes adicionadas de cacau em pó.01 ou 11. de massas ou de pós (extratos secos de malte). da posição 19. pudins ou de preparações culinárias semelhantes. ou cacau desde que neste último caso. gorduras. não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 40%. Preparações alimentícias de farinhas.02. Existem variedades xaroposas que se utilizam em panificação. particularmente. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. albumina. miudezas. para melhorar a qualidade das massas para panificação e na indústria têxtil. tais como queijo. vitaminas. caseína. em pasta ou apresentar-se sob qualquer outra forma sólida. todavia. por simples dissolução ou ligeira ebulição em água ou leite. em pó. de batata (posição 11. levedura. A título de exemplo. Atualizado em 04/01/2011 . Klösse e Nockerln. podem citar-se como preparações incluídas na presente posição: 1) As farinhas lácteas. b) As farinhas de cereais misturadas (posições 11. de vitaminas. tomate. 4) As preparações constituídas por uma mistura de farinhas de cereais com farinha de frutas. grumos. especiarias. tal como a farinha de soja. Na acepção desta posição: A) Os termos "farinhas" e "sêmolas" designam não só as farinhas e sêmolas dos cereais do Capítulo 11. todavia. tais como leite. de farinha de bolota doce. principalmente. de açúcar e de cacau em pó. as farinhas. preparação alimentícia composta de farinha de arroz. mais ou menos xaroposos. de diversas féculas. alimentos dietéticos. cremes. sêmolas. Todavia.1901.02). grumos. d) A tapioca e seus sucedâneos (posição 19. contendo ingredientes. tais como sêmolas. glúten. 2) As preparações constituídas por uma mistura de ovos e leite. Os extratos de malte. com ou sem açúcar.06). carne. em peso. adicionados de lecitina. tal como a dextrimaltose. aromatizada com baunilha. sêmolas e pós alimentícios de origem vegetal. à base de farinhas. da posição 17. com exclusão dos produtos resultantes de uma decomposição mais profunda dos amidos ou féculas. essencialmente constituídas por farinha de cereal adicionada de açúcar. Os extratos de malte utilizam-se. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. Todavia. óleos. Os extratos de malte compreendidos nesta posição podem apresentar-se sob a forma de líquidos. mas também. Os extratos de malte obtêm-se por maceração do malte em água. 6) Os Knödel. desde que não constituam medicamentos na acepção do Capítulo 30.03). papas. carne. seguida de concentração mais ou menos forte da solução obtida. Independentemente das preparações excluídas deste Capítulo pelas Considerações Gerais. 3) O racahout.06). quer à fabricação de bolos. não especificadas nem compreendidas em outras posições. sêmolas e pós de frutas misturados (posição 11.02. etc. açúcar. 5) O leite maltado e as preparações semelhantes constituídas por uma mistura de leite em pó e de extrato de malte. geléia ou frutas. amidos. cuja característica essencial provenha destes constituintes. em pó. As pizzas pré-cozidas ou cozidas são. Podem também constituir preparações intermediárias destinadas à indústria alimentar. gorduras. ovos.12). 7) As massas preparadas.Outros I.04. o "vinho de malte" (Capítulo 22). excluídas as preparações contendo mais de 20%. de enchidos. ou por farinhas de frutas adicionadas de cacau em pó.

NHOQUE.04).MASSAS ALIMENTÍCIAS. ou de uma combinação destes produtos (Capítulo 16). espaguete. de enchidos. os sorvetes à base de constituintes do leite (posição 21. em seguida. ao qual foram adicionados outros ingredientes (por exemplo.02 . contendo massas (posição 21.04. O "couscous" desta posição pode ser cozido ou preparado de outra forma (com carne. glúten. h) As proteínas vegetais texturizadas (posição 21. MESMO COZIDAS OU RECHEADAS (DE CARNE OU DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS) OU PREPARADAS DE OUTRO MODO.11 .01 se classificam. Esta posição abrange também o "couscous". sangue. MESMO PREPARADO. Esta posição compreende também os produtos frescos (isto é úmidos ou por secar) e os produtos congelados. A massa. ALETRIA. vitaminas. pós) destinadas à preparação de sorvetes. são excluídos. obtidos por expansão ou por torrefação 1904. DO GRUMO E DA SÊMOLA). No decurso desse trabalho. calculado sobre uma base totalmente desengordurada. em peso.PRODUTOS À BASE DE CEREAIS. OBTIDOS POR EXPANSÃO OU POR TORREFAÇÃO (POR EXEMPLO: FLOCOS DE MILHO ("CORN FLAKES")). por passagem à fieira e corte. pelo fato de conterem.20 . é trabalhada (por exemplo. arroz. que é uma sêmola tratada termicamente. não especificadas nem compreendidas em outras posições.19 . miudezas. todavia. cotovelos e letras). moldagem ou aglomeração em tambores rotativos) no intuito de se obterem formas específicas e predeterminadas (por exemplo.Contendo ovos 1902. misturadas com água e depois amassadas de forma a obter-se uma pasta. carne). canelones) ou. conservando-lhes a forma original. 5% ou mais de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada (Ver as Considerações Gerais do presente Capítulo) (posição 18. ravioles). os produtos contendo. diástases. além dos constituintes naturais do leite.30 . as gorduras oléicas). São excluídos.. batata. 2) As preparações à base de leite. grânulos. CEREAIS (EXCETO MILHO) EM GRÃOS OU SOB A FORMA DE FLOCOS OU DE OUTROS GRÃOS TRABALHADOS (COM EXCEÇÃO DA FARINHA. Para facilidade de transporte.04 . recheadas de carne. queijo ou de outras substâncias em qualquer proporção. 1904.Outras massas alimentícias 1902.Outras 1902. O cozimento tem por objetivo amolecer as massas. talharim. estrelas. Em geral. As massas alimentícias desta posição podem ser cozidas. tornam-se quebradiços.04). por exemplo: 1) As preparações em pó ou líquidas para alimentação de crianças ou para usos dietéticos. corantes e aromatizantes).90 . peixe ou crustáceos. As massas recheadas podem ser inteiramente fechadas (por exemplo. 1902. conchas. LASANHA. Excluem-se desta posição: a) As preparações.Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) 1902. fitas.Produtos à base de cereais.40 . fabricados com sêmolas ou farinhas de trigo.. nem recheadas. pode adicionar-se uma pequena quantidade de óleo.06). nem preparadas de outro modo: 1902. com exclusão das massas recheadas. em geral. flocos de cereais. abertas nas extremidades (por exemplo. em peso. estes produtos são dessecados antes da comercialização. moluscos.30 . carne. de armazenagem e de conservação. a essas formas corresponde o nome do produto acabado (por exemplo. na qual se podem incorporar outros ingredientes (por exemplo: produtos hortícolas finamente picados.05). "COUSCOUS".1 . molho.04). 19.01 a 04. em peso. apresentar-se em camadas sobrepostas. MACARRÃO. ainda. as sopas ou caldos preparados e as preparações alimentícias compostas homogeneizadas (posição 21. as gorduras butíricas) por uma outra substância (por exemplo.Trigo burgol ("bulgur") 1904. contendo outros ingredientes.Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados ou de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou expandidos 1904. tal como o prato completo que leva o mesmo nome). 19. milho. produtos hortícolas e outros ingredientes. b) As preparações para sopas ou caldos e as sopas e caldos preparados. tal como a lasanha. TAIS COMO ESPAGUETE. etc.10 . É assim que na posição 19. laminagem e recorte. As preparações desta posição podem ser distinguidas dos produtos das posições 04. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. tais como produtos hortícolas.g) As preparações para sopas e caldos. Preparações alimentícias de produtos das posições 04. leite. Estas sêmolas ou farinhas (ou mistura de ambas) são.06) e as bebidas (Capítulo 22). III. compressão. Os produtos desta posição podem ser edulcorados ou conter cacau."Couscous" As massas alimentícias da presente posição são produtos não fermentados. outros ingredientes. ovos. contendo mais de 20%. cuja presença não é autorizada nos produtos daquelas posições. sucos ou purês de produtos hortícolas. aletria). Quando secos. PRÉ-COZIDOS OU PREPARADOS DE OUTRO MODO. ou de outros invertebrados aquáticos.20 . por exemplo. peixe. levedura). pérolas. os nhoques frescos e os ravioles congelados.04 não contendo cacau ou contendo-o numa proporção inferior a 5%.Massas alimentícias não cozidas.01 a 04. obtidas por substituição de um ou mais dos constituintes do leite (por exemplo. RAVIOLE E CANELONE. os produtos com características de produtos de confeitaria (posição 17.Outros Atualizado em 04/01/2011 . filamentos. tubos. Incluem-se também aqui as misturas e bases (por exemplo. todavia. cujo ingrediente principal seja o leite. ij) As bebidas do Capítulo 22. em primeiro lugar. ou preparadas de outra forma (apresentadas como pratos preparados. macarrão.

leite. pré-cozidos ou preparados de outro modo. mel.31 . por exemplo. previamente umedecidos. sêmola ou pó de batata. Estes produtos (frequentemente denominados Müsli) podem conter frutas secas. de forma a torná-los crocantes. de cacau calculado sobre uma base totalmente desengordurada. pão torrado e produtos semelhantes torrados 1905. Podem ser-lhes adicionados. pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos..32 . Este grupo inclui os cereais pré-cozidos ou preparados de outro modo. um tempero constituído por uma mistura de óleos vegetais. em peso. Para ser consumido o arroz que sofreu um pré-cozimento completo. que tenham sido tratadas por expansão ou torrefação.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes. b) As preparações contendo mais de 6%. PASTAS SECAS DE FARINHA. a partir de farinha ou de farelo.PRODUTOS DE PADARIA. B) Preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados. Os produtos da presente posição podem também ser obtidos a partir de uma massa à base de farinha.Pão de especiarias 1905. HÓSTIAS. Obtêm-se tratando-se os grãos destes cereais.3 .90 . desembaraçados do pericarpo e do germe. Este grupo inclui igualmente os produtos alimentícios crocantes não açucarados. ou contendo-o numa proporção que lhes confira a característica de produtos de confeitaria (posição 17.20 . açúcar. estes dilatam-se e adquirem um volume muitas vezes maior que o seu volume inicial. açúcar. As preparações denominadas flocos de milho (corn-flakes) obtêm-se a partir de grãos de milho. o arroz que sofreu um pré-cozimento total ou parcial seguido de uma desidratação com conseqüente modificação da estrutura dos grãos. Pelo mesmo processo obtêm-se produtos semelhantes a partir de grãos de trigo e de outros cereais. c) As espigas e os grãos preparados. a um tratamento térmico que faz expandir os grãos aos quais junta-se. farinhas de leguminosas. São geralmente acondicionados como alimentos para refeições matinais. Os produtos denominados arroz expandido (puffed rice) e trigo expandido (puffed wheat) também se classificam aqui. sal e glutamato de sódio. etc. ou. ou simultâneamente por estes dois processos.06). enquanto que o arroz parcialmente pré-cozido necessita de um cozimento complementar de 5 a 12 minutos antes de ser consumido. E PRODUTOS SEMELHANTES. cominho. CÁPSULAS VAZIAS PARA MEDICAMENTOS. obtido por cozimento dos grãos de trigo duro que são em seguida secados. em seguida.. tais como: glúten. anis. extratos de malte ou de frutas. a levedura e o sal. em recipientes úmidas e quentes. melaço. extrato de malte. A presente posição não abrange os grãos de cereais simplesmente trabalhados ou que sofreram uma das transformações mencionadas expressamente no Capítulo 10 ou no Capítulo 11. MESMO ADICIONADOS DE CACAU.04). arroz. C) Trigo burgol (bulgur). pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos. O presente grupo compreende o trigo burgol (bulgur). trigo. fécula. Nesta posição estão compreendidos todos os produtos de padaria. Excluem-se os produtos semelhantes obtidos a partir de uma pasta e fritos em óleo vegetal (posição 19. açúcar. no decurso ou após a sua fabricação. embora possam conter igualmente outros ingredientes. ou revestidas de chocolate ou de outras preparações alimentícias contendo cacau da posição 18.Bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes 1905. As referidas preparações destinam-se essencialmente a serem utilizadas. Este grupo inclui as preparações alimentícias obtidas a partir de flocos de cereais não torrados bem como as obtidas de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos. mel. como alimentos para refeições matinais. e amolecidos pelo vapor de água. D) Outros cereais (exceto milho). sal. que se obtêm submetendo os grãos de cereais (inteiros ou em pedaços).05). nozes. depois de secos são laminados em flocos e torrados num forno rotativo. sob forte pressão. a acelerar a sua fermentação. 1905. que são adicionados de açúcar. principalmente. peixe. PASTELARIA OU DA INDÚSTRIA DE BOLACHAS E BISCOITOS.40 . e ainda os produtos designados por "melhoradores de panificação". Atualizado em 04/01/2011 . triturados ou partidos e finalmente peneirados em duas dimensões para obter o burgol (bulgur) grosso ou o burgol (bulgur) fino. Assim. mesmo adicionados de cacau.Torradas (tostas*). na forma de grãos trabalhados. OBREIAS. etc. AMIDO OU DE FÉCULA. inclui-se neste grupo. é suficiente que seja mergulhado em água levada à ebulição. em grãos (incluídos os grãos partidos). desde que estes outros ingredientes não alterem o cárater de preparações à base de arroz destes produtos. queijo. Também se excluem: a) Os cereais preparados revestidos de açúcar."Waffles" e "wafers" 1905.Pão denominado "knäckebrot" 1905. os ingredientes mais vulgarmente utilizados são as farinhas de cereais..05 . determinadas sementes como a da papoula. sal e extrato de malte. de milho. EM FOLHAS. carne.). cevadas. A presente posição compreende diversas preparações alimentícias obtidas a partir de grãos de cereais (milho. a melhorar as características ou a apresentação dos produtos e a prolongar a duração da sua conservação. Diminuindo bruscamente a pressão e projetando os grãos numa atmosfera fria. por exemplo.A) Produtos à base de cereais obtidos por expansão ou por torrefação (por exemplo: flocos de milho (corn flakes)). gorduras. ou cacau (ver a Nota 3 e Considerações Gerais deste Capítulo). produtos que consistam em arroz pré-cozido ao qual se adicionam certos ingredientes tais como produtos hortícolas ou temperos. extratos de levedura. etc. Este grupo também inclui. Estes últimos destinam-se.Outros A) Produtos de padaria.10 . no estado em que se encontram ou misturadas com leite. 19. "waffles" e "wafers": 1905. a facilitar a manipulação da massa. ovos. queijos. comestíveis (Capítulo 20). descascados ou pelados e após quebrados. Também se incluem neste grupo as preparações semelhantes obtidas por torrefação ou expansão. cacau em qualquer proporção. simultâneamente.06 (posição 18. O trigo denominado burgol (bulgur) pode também se apresentar em grãos inteiros. etc. por estes dois processos. frutas. de misturas de flocos de cereais não torrados com flocos de cereais torrados ou de cereais expandidos.

Esta categoria também inclui os waffles delgados. anchovas. Existem diversas variedades de bolachas e biscoitos. à base de farinha. contendo ou não manteiga ou outras gorduras. tomate. no máximo. café. ovos. submetida à ação do calor entre chapas de ferro. mel. O produto acabado não deve apresentar. o pão torrado e produtos semelhantes. podem conter uma substância adesiva. avelãs. na maior parte dos casos. Norm. c) as bolachas e biscoitos salgados ou aromatizados e que. usualmente. mel. que é um pão crocante. cevada. Os Waffles podem ainda apresentar-se cobertos de chocolate. os produtos obtidos a partir de uma massa à base de pó de batata. essencialmente. de 35% em peso (as matérias utilizadas para rechear ou cobrir os biscoitos não são levadas em consideração para efeito destes teores). contém apenas farinhas de cereais. próprios para serem enrolados. um teor de água superior a 12%. em placas delgadas de forma quadrada. 2005. de longa conservação. albumina. cozidos. classificadas na posição 19. ovos ou outras substâncias nutritivas. chocolate. seco. mesmo adicionados de sal. pela Inst. ovos. que são geralmente obtidos a partir de farinhas e gorduras. 8) As bolachas e biscoitos.Produtos hortícolas homogeneizados Atualizado em 04/01/2011 . preparadas com massas de amido ou de farinha cozida. em cuja composição entram substâncias muito variadas: farinhas. todavia. cones para sorvetes). em geral. em peso. de produtos fabricados industrialmente. NÃO CONGELADOS. podem.05 . edulcorante (por exemplo. creme-de-leite (nata*). apresentando-se. preparações constituídas por carne coberta de massa) (Capítulo 16). especiarias ou aromatizantes. carne.Encontram-se compreendidos na presente posição: 1) O pão comum que. que lembra a letra "B". obtida a partir de preparações de gorduras e cacau. sangue. tais como. café. em folhas. bacon ou presunto. peixe. e que. incluído entre duas ou mais camadas do waffles e ainda os produtos formados por extrusão de massa de Waffle por máquina especial (por exemplo.). carne. 12) As panquecas e crepes. amido ou de fécula. féculas. etc. geralmente apresentada em forma de laço. freqüentemente. produtos de longa conservação. muito pura. (Atualização nº 4. suscetíveis de aplicações muito diversas. Outros tipos de pão de especiarias podem conter açúcar ou ainda apresentarem-se recobertos de açúcar. leite. moluscos ou de outros invertebrados aquáticos.OUTROS PRODUTOS HORTÍCOLAS PREPARADOS OU CONSERVADOS. Determinados tipos de pão de especiarias apresentam-se recobertos de chocolate ou de uma cobertura cristalizada. massa azeda ou outro tipo de fermento. tais como queijo. SRF nº 481. ou ainda por aeração (insuflação*). açúcar. 13) A quiche. mas também por sua apresentação ao abrigo do ar. cuja superfície apresenta desenhos. que é um produto poroso. ou de uma combinação desses produtos (por exemplo. leves. não contêm farinha. também.05. cozida e seca. Também se classificam nesta posição as folhas delgadas de massa de farinha ou de fécula. 20. Estes produtos são. miudezas. etc. fermentada com leveduras. por vezes. especialmente o nogado (ver a Nota Explicativa da posição 14. O knäckebrot é feito com uma massa à base de farinha (mesmo inteira). 2) O pão de glúten para diabéticos. O teor de água do produto não excede 10% em peso. mesmo em fatias ou ralados. torrados. gordura vegetal. fabricado sem fermento. Os biscoitos comercializados não são. em peso. chocolate. não só em virtude do prolongado cozimento das matérias que entram na sua composição. feita de uma massa com ingredientes. cacau. geralmente de consistência elástica. carne. sal.04 quanto ao produto designado "papel de arroz"). 3) O pão ázimo ou matzo. COM EXCEÇÃO DOS PRODUTOS DA POSIÇÃO 20. recheados. 15) Os produtos alimentícios crocantes sem açúcar. açúcar. aguardente. fritos em óleo vegetal e prontos para serem consumidos. este grupo compreende os cream crackers e as bolachas d'água. glicose. entre as quais: a) as bolachas secas. mas sempre uma proporção relativamente elevada de gorduras. cápsulas vazias para medicamentos.01. queijo. pimenta. confeccionados a partir de uma massa de forma cilíndrica. quase sempre. Os wafers são produtos semelhantes aos waffles. aromatizantes. de 01/02/02 .10 . manteiga ou outras gorduras. às quais se podem adicionar açúcar e alguns dos produtos adiante mencionados no número 10. constituídas por uma base de massa de pizza recoberta de diversos outros ingredientes. destinadas a revestir alguns produtos de pastelaria ou de confeitaria. peixe ou crustáceos. de sêmola ou de grãos de centeio. São excluídos desta posição: a) Os produtos contendo mais de 20% em peso de enchidos. aromatizantes. pelo menos. que têm por base massa de farinha ou de fécula. gema de ovos ou frutas. 14) As pizzas (pré-cozidas ou cozidas). de superfície brilhante e polvilhados de sal. como. retangular ou redonda. feito de farinha de centeio ou de trigo. B) Hóstias. se apresentam em discos ou folhas. do produto). obreias. São. cozidos entre duas chapas de ferro. DOU 17/12/04) 10) Os produtos de pastelaria. As pizzas não cozidas são. creme de leite (nata*). etc. 7) Os bretzels. enquanto que o teor de gorduras é. As obreias são recortadas de folhas de massa de farinha cozida e seca. licores. azeite. geralmente. queijo. fermento e sal.Public. noz-moscada e. apresentam um baixo teor em sacarose. açúcar invertido ou melaço purificado). cuja superfície se apresenta com vários e pequenos orifícios. glutamato de sódio e sal. ou de uma massa à base de farinha de milho adicionada de um condimento constituído por uma mistura de queijo. leveduras ou outros fermentos. no caso da quiche lorraine. 6) O pão de especiarias. As cápsulas vazias para medicamentos. contendo. b) Os produtos da posição 20. que são produtos secos e quebradiços. Esta posição abrange um certo número de produtos. 11) Os merengues (suspiros). frutas. contendo pouco ou nenhum edulcorante. por exemplo. 4) O pão crocante denominado Knäckebrot. 5) As torradas (tostas*). conter um recheio sólido ou não (açúcar. por vezes. regra geral. As hóstias são discos delgados de massa de farinha de trigo. 9) Os Waffles e Wafers são produtos de padaria fina. e produtos semelhantes. geralmente. b) as bolachas e biscoitos adicionados de edulcorantes que são produtos de padaria fina. pastas secas de farinha. manteiga. os waffles que consistam num recheio. 50%. chocolate. por vezes corada.06. aveia ou de trigo. açúcar ou outros edulcorantes e gorduras (estes ingredientes constituem. feitos com clara de ovos e açúcar e que. são constituídas por receptáculos ajustáveis pelos bordos. amêndoas. EXCETO EM VINAGRE OU EM ÁCIDO ACÉTICO.

Outras. 2008. dos produtos hortícolas congelados da posição 20.Palmitos 2008. em pedaços ou esmagados. ervilhas.11 . de couves cortadas em tiras. Phaseolus spp. seja superior a 0.51 2005. 4) Os produtos que se apresentam sob a forma de finos tabletes retangulares. por exemplo).05. Todos estes produtos.5% vol.): Feijão em grão Outros Aspargos Azeitonas Milho doce (Zea mays var.9 . incluídos os "brugnons" e as nectarinas 2008. Estes produtos (com exceção dos produtos hortícolas preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético da posição 20. amendoins e outras sementes. mesmo que contenham ou estejam revestidos de óleo vegetal. (As azeitonas simplesmente conservadas provisoriamente em água salgada.Frutas de casca rija.Damascos 2008.70 2005. amendoins. 2) A "manteiga de amendoins".04 e dos produtos hortícolas conservado em açúcar da posição 20.Cítricos 2008.2005.20 2005. Estão também excluídos da presente posição: a) Os produtos alimentares crocantes da posição 19. por exemplo) ou ainda preparados com molho de tomate ou outros ingredientes. com exclusão das da subposição 2008. e parcialmente dextrinizados por umidificação e dessecação sucessivas..19: 2008.01. em xarope.Pêssegos.1 . Estes produtos destinam-se a ser consumidos sob a forma de fatias (chips). etc.20 . aromatizantes.Morangos 2008.Outras Esta posição abrange frutas e outras partes comestíveis de plantas.Misturas 2008. e outras frutas de casca rija. (Capítulo 22). NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. COM OU SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU DE ÁLCOOL. para consumo imediato. O modo de acondicionamento não influi na classificação destes produtos.80 .08 . classificam-se na posição 07. em volume. torrados em atmosfera seca..Cerejas 2008. entre outros: 1) As amêndoas. Entre as preparações compreendidas na presente posição podem citar-se: 1) As azeitonas preparadas para consumo por tratamento especial em solução diluída de soda ou maceração prolongada em água salgada. especiarias ou outros aditivos.. mesmo misturados entre si: 2008. as cenouras.99 .Pêras 2008. depois de fritos por alguns segundos..40 2005. Podem também apresentar-se homogeneizados ou misturados entre si (macedônias).Amendoins 2008. mesmo adicionados de sal ou óleo.06) classificam-se aqui quando tenham sido preparados ou conservados por processos não previstos nos Capítulos 7 ou 11. incluídas as misturas 2008. salgados e adicionados de uma pequena quantidade de glutamato de sódio. c) Os sucos de produtos hortícolas cujo teor alcoólico.5 2005.60 .70 . saccharata) Outros produtos hortícolas e misturas de produtos hortícolas O alcance da expressão "produto hortícola" na presente posição está limitado aos produtos referidos na Nota 3 do Capítulo.09.19 ..91 . pré-cozidos ou apresentados com manteiga ou molho.ver a Nota Explicativa desta posição). em álcool ou em agentes de conservação químicos. preparadas ou conservadas por processos não especificados em outros Capítulos nem nas posições anteriores do presente Capítulo.. em óleo ou em gordura. inteiras. incluídas as misturas.40 . Atualizado em 04/01/2011 .60 2005. em sal. 2) O chucrute. sal.11 .50 . preparação obtida por fermentação parcial. PREPARADAS OU CONSERVADAS DE OUTRO MODO.80 2005. inteiros.59 2005. podem ser conservados ao natural (em água. b) Os sucos de produtos hortícolas da posição 20. incluídas as misturas destes produtos. obtida por trituração de amendoins torrados.Outros. Compreende. 3) O milho doce em espiga ou em grão.Abacaxis (ananases) 2008.90 --- Batatas Ervilhas (Pisum sativum) Feijões (Vigna spp.FRUTAS E OUTRAS PARTES COMESTÍVEIS DE PLANTAS.30 .. 3) As frutas (incluídas suas cascas e sementes) conservadas ao natural (em água. que se apresentam muitas vezes em latas ou outros recipientes hermeticamente fechados. nozes-de-areca (ou de bétele). 20. feitos de farinha de batata. em pedaços ou esmagadas.92 . apresentada em pasta.

3) As preparações à base de manteiga ou de outras gorduras do leite. 21. rebentos de lúpulo.06 ou 19. sementes ou frutas de espécies diferentes. quer como ingredientes destas preparações. batatas-doce. 19. cascas de frutas e outras partes comestíveis de plantas (exceto os produtos hostícolas). esmagadas e esterilizadas. que se classificam segundo a natureza do ingrediente essencial que contêm (posições 18. Os produtos da presente posição. A expressão "desidratação osmótica" designa um processo no curso do qual os pedaços de fruta são submetidos a um banho prolongado em um xarope de açúcar concentrado de sorte que a água e o açúcar natural da fruta sejam substituídos em grande parte pelo açúcar do xarope. a presente posição não compreende as preparações enzimáticas contendo substâncias alimentícias (por exemplo. extratos de malte ou de produtos das posições 04. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas (Capítulo 9 ou posição 21. sementes ou frutas (inteiras. ou por plantas ou partes de plantas.09 ou 21. A fruta pode sofrer em seguida uma secagem ao ar destinada a reduzir ainda mais seu teor de água. qualquer que seja a embalagem.05 SORVETES. 09. gengibre.04 (mesmo adicionados de cacau) classificam-se nas posições 18. 6) As frutas cozidas. conservadas em açúcar e em seguida mergulhadas em um xarope (as castanhas (marrons glacés).01 ou 17. Incluem-se. Quando próprias para consumo imediato como bebidas. angélica. utilizados na preparação de refrescos ou refrigerantes ou de bebidas semelhantes. congeladas. Excluem-se ainda desta posição as misturas constituídas por plantas. sequilhos (petits fours). com leite ou creme de leite (nata*) e os produtos gelados semelhantes (por exemplo. incluem-se na posição 22. tais como pêssegos (incluídos os brugnons e as nectarinas). inteira ou parcialmente. mesmo contendo cacau em qualquer proporção. Excluem-se também desta posição os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. mas utilizadas para rechear ou guarnecer chocolates. por exemplo).06). de acordo com o teor de cacau (ver as Considerações Gerais do Capítulo 19). amido.06 . bolos. folhas de videira. sorvetes em cone). excluem-se desta posição as misturas e preparações para a fabricação de sorvetes. B) As preparações constituídas. conservação. apresentam-se acondicionados em caixas. por exemplo).Concentrados de proteínas e substâncias protéicas texturizadas 2106. etc. partes de plantas. raízes e outras partes comestíveis de plantas (por exemplo. conforme o caso. mesmo adicionadas de água ou de xarope de açúcar. 2106.01 a 04. desde que não se incluam em outra posição mais específica da Nomenclatura. Atualizado em 04/01/2011 . para serem incorporadas em preparações alimentícias. nesta posição as preparações constituídas por misturas de produtos químicos (ácidos orgânicos. cozida ou não. 12). Outras substâncias podem ser acrescentadas aos produtos da presente posição (amido. por exemplo). cremes. impróprias para serem transformadas diretamente em produtos de confeitaria. 10) As frutas conservadas por desidratação osmótica.13. tonéis ou recipientes semelhantes. inhames. de espécies incluídas em outros Capítulos (por exemplo: Capítulos 7.11. à base de hidrogenocarbonato de sódio e glicirrizina ou extrato de alcaçuz. sais de cálcio. leite. 8) As vagens de tamarindo em xarope de açúcar. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo: um ou vários extratos de plantas). fécula. trituradas ou pulverizadas). pela adição de uma quantidade suficiente de água ou de xarope de açúcar. em lugar de açúcar. leite ou nozes. mesmo descascadas ou sem caroços e sementes.Outras Desde que não se classifiquem em outras posições da Nomenclatura. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (apresentação. em produtos de padaria. Todavia.02.90 .) (ver as Considerações Gerais do Capítulo 38).). Todavia. 5) As frutas inteiras. a presente posição compreende: A) As preparações para utilização na alimentação humana. 2) Os pós aromatizantes para bebidas. quer depois de tratamento (cozimento. e ainda em barris.01 ou 21. por exemplo). mas que são dos tipos utilizados quer diretamente para aromatizar bebidas. Classificam-se especialmente aqui: 1) Os pós para preparar pudins. Os pós à base de farinha. que não se consomem nesse estado. em geral. utilizadas. entre outras.06). 9) As frutas. dissolução ou ebulição em água.06 se contiverem cacau. geléias e semelhantes. Estas preparações classificam-se na posição 35.PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. damascos e laranjas. cortadas. classificam-se na posição 08. frascos ou recipientes hermeticamente fechados.02. desde que não alterem a característica essencial de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas. às vezes. 7) Os caules. os amaciantes de carne. etc. classificam-se nas posições 17. 4) As pastas à base de açúcar contendo gorduras adicionadas em proporções relativamente grandes e. sobremesas. Os produtos desta posição podem ser adoçados com edulcorantes sintéticos (sorbitol. mesmo adicionados de açúcar. geralmente. açúcares. leite em pó. picolés. as frutas cozidas em água ou em vapor. etc. 21. etc.06. com ou sem açúcar. por exemplo. palmitos) conservados em xarope ou preparados ou conservados por outro processo. por substâncias alimentícias que entrem na preparação de bebidas ou de alimentos destinados ao consumo humano. Todavia. mas em quantidade insuficiente para as tornar suscetíveis de consumo imediato como bebidas. gengibre.4) A polpa de frutas esterilizada. por exemplo).01. sorvetes. MESMO CONTENDO CACAU.) com substâncias alimentícias (farinhas. que não se destinam a ser consumidas nesse estado. 9. Os pós com característica de açúcares aromatizados ou corados.07. 11. constituídos por uma enzima proteolítica adicionada de dextrose ou de outras substâncias alimentícias).10 .06. tortas. A presente posição compreende os sorvetes preparados. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo: posições 08. quer no estado em que se encontram. Os outros pós classificam-se na posição 18.

por exemplo. janeiro de 2006 . de álcool. dos tipos utilizados na fabricação de diversas bebidas não alcoólicas ou alcoólicas. sucos de frutas adicionados de diversos componentes. Estas preparações apresentam-se acondicionadas em embalagens. o gosto de certas frutas ou plantas (framboesa. quer diretamente para aromatizar bebidas.Atualização nº 9. mas que são dos tipos utilizados para a preparação de infusões ou de tisanas (por exemplo. NÃO ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES NEM AROMATIZADAS. empregados para elevar o teor em proteínas de preparações alimentícias. Estes produtos não podem provocar fermentação e possuem um alto teor em proteínas.02 apresentados como complementos alimentares para consumo humano (posição 21. Capítulos 7. Tal como se apresentam.02 diversas substâncias. por: .04).10 . constituídas por exemplo. agentes de conservação. 10) As preparações (por exemplo. para aromatizar. SRF nº 612.ÁGUAS. quer extrato de cola e ácido cítrico. cortadas. diuréticas ou carminativas). próprias para evitar ou tratar doenças ou afecções (posições 30. ou por diferentes espécies incluídas na posição 12. Excluem-se desta posição as preparações dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas à base de uma ou mais substâncias odoríferas (posição 33. de açúcar ou de dióxido de carbono. 15) As misturas constituídas por plantas. utilizadas para fins edulcorantes. os concentrados de proteína. concentrados de frutas. menta. em quantidade tal que provoque a quebra do equilíbrio dos componentes do suco natural. pastilhas e produtos semelhantes (especialmente para diabéticos). vanilina). obtidos por eliminação de alguns constituintes das farinhas de soja. Todavia a presente posição exclui a farinha de soja desengordurada. as farinhas de soja e outras substâncias protéicas. Alguns destes produtos são preparados especialmente para consumo doméstico. que são soluções de açúcar adicionadas de substâncias naturais ou artificiais destinadas a conferir-lhes. ácido cítrico.13 ou no Capítulo 9.03 ou 30. Excluem-se as preparações análogas. Algumas preparações deste tipo servem para se adicionar a outras preparações alimentícias. DOU 17/02/2006) a) As preparações de frutas ou de outras partes comestíveis de plantas da posição 20. quer ácido cítrico e óleos essenciais de frutas (por exemplo. que não se consomem neste estado. produtos com propriedades laxativas. etc. sementes ou frutas de uma ou de diversas espécies misturadas com outras substâncias (por exemplo.01 . limão. NATURAIS OU ARTIFICIAIS. partes de plantas.04) e os isolatos de proteínas (posição 35. texturizadas. 6) Os hidrolisatos de proteínas. . 13) As misturas de extrato de ginseng com outras substâncias (por exemplo.um xarope a que se tenha adicionado. ácido tartárico.um xarope a que se tenha adicionado. um ou vários extratos de plantas). etc. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos deste tipo classificados na posição 08. 22. 11) Os autolisatos de levedura e outros extratos de levedura. são também freqüentemente utilizados na indústria para evitar os transportes desnecessários de grandes quantidades de água. 2201. com ou sem adição. 12) As preparações compostas para fabricação de refrescos ou refrigerantes ou de outras bebidas. a bebida em questão pode. groselha. quer para preparar extratos destinados à fabricação de bebidas. purgativas. 16) As preparações designadas muitas vezes sob o nome de "complementos alimentares". como a lactose. sorbitol) em vez de açúcar. b) os microrganismos da posição 21. Estas preparações contêm a totalidade ou parte dos ingredientes aromatizantes que caracterizam uma determinada bebida. frutose. GELO E NEVE.. Todavia. em preparações alimentícias. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS.08).xaropes aromatizados ou corados. pela Instr. etc. de óleos essenciais de frutas.02). ácido fosfórico. comprimidos) constituídas por sacarina e por uma substância alimentícia. que não se destinam a ser consumidas neste estado. . 9) Os bombons. nos quais consta que se destinam à manutenção da saúde e do bem-estar geral. à base de extratos de plantas. E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. de pequenas quantidades de compostos de ferro.Águas minerais e águas gaseificadas Atualizado em 04/01/2011 . os produtos deste tipo cujo caráter essencial é conferido pelas espécies incluídas no Capítulo 9.). lactose ou glicose) utilizadas para preparação de "chá" ou de outra bebida à base de ginseng. por vezes. 9.Public. todavia. por exemplo. tais como ácido cítrico. por exemplo. para aromatizar. mesmo própria para alimentação humana (posição 23.03 ou 30.04).5) As preparações alimentícias que consistam em mel natural enriquecido com geléia real. utilizados. sementes ou frutas de espécies diferentes. geralmente.11. ser obtida pela simples diluição da preparação em água. contendo. para a preparação de certos temperos). não texturizada. adicionados de vitaminas e. Estas preparações podem ser obtidas adicionando aos extratos vegetais da posição 13. esta posição não compreende os produtos nos quais uma infusão constitua uma dose terapêutica ou profilática de um composto ativo específico para uma doença em especial (posições 30. limão ou laranja). à base de perfumes naturais ou artificiais (por exemplo. . Excluem-se. vinho ou álcool. alcoólicas ou não (exceto as à base de substâncias odoríferas). dado o gosto que conferem. Norm. mel. São utilizados principalmente na indústria alimentar (por exemplo. 14) Os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou partes de plantas. tais como ácido láctico. A presente posição não compreende: (nova redação . corado com açúcar caramelizado. contendo edulcorantes sintéticos (por exemplo. óleos essenciais extraídos da casca da fruta. 8) As pastilhas (comprimidos) para uso alimentícios. etc. 12). produtos obtidos a partir da hidrólise de leveduras. adicionadas ou não de ácido cítrico ou de agentes de conservação. 7) As preparações compostas. estas preparações não de destinam a ser consumidas como bebidas. produtos tensoativos. que são formados por uma mistura de aminoácidos e cloreto de sódio. mas que são dos tipos utilizados. sucos de frutas. neles contidas (Capítulo 9). Estas preparações destinam-se a ser consumidas como bebidas. de edulcorantes artificiais. por simples diluição em água ou depois de tratamento complementar. uma preparação composta da presente posição (ver o nº 7. desde que a característica essencial destas preparações seja conferida por essas frutas ou outras partes comestíveis de plantas (posição 20. ou por plantas ou partes de plantas.08. trituradas ou pulverizadas) de espécies incluídas em diferentes Capítulos (por exemplo. o que as distingue das bebidas do Capítulo 22. por exemplo. acima). etc.04). Em conseqüência. sementes ou frutas (inteiras. 11.suco de fruta concentrado adicionado de ácido cítrico (em proporção que determine um teor total de ácido nitidamente superior ao do suco natural). bem como os produtos tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bem-estar.02).

09). adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas 2202. cola. posto que a verdadeira água de Seltz é uma água mineral natural. por vezes.04.02.01). 22. em particular nas posições 20. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. exceto sucos de frutas ou de produtos hortícolas da posição 20. EXCETO SUCOS DE FRUTAS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS. Os nomes gelo e neve abrangem também a água gelada artificialmente. Esta designação refere-se às águas potáveis adicionadas de dióxido de carbono sob pressão de algumas atmosferas. Este grupo inclui. de modo a conferir-lhes aproximadamente as mesmas propriedades que estas possuem.90 .) classificam-se na posição 22. adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas. laranjadas ou limonadas. classifica-se na posição 28. B) As águas minerais. Esta designação abrange as águas minerais naturais e as águas minerais artificiais. A sua composição é extremamente variável e agrupam-se. estão compreendidas na posição 28.02 e os xaropes de açúcar aromatizados da posição 21.03).09. por adição de água.2201. mas a água destilada e a água de condutibilidade ou de igual grau de pureza. tais como certas bebidas à base de leite e de cacau. etc. Atualizado em 04/01/2011 . entendem-se as águas preparadas por adição às águas potáveis de princípios ativos (sais minerais ou gases) da natureza daqueles que se encontram nas águas minerais naturais.10 . "água de Seltz". constituídas por água potável comum.09. D) O gelo e a neve.06. em função das características químicas dos sais que contêm. impropriamente.03 CERVEJAS DE MALTE. d) Os medicamentos das posições 30. Distinguem-se especialmente: 1) As águas alcalinas. constituído por dióxido de carbono sólido.09 ou 22. frutas ou de aromatizantes (posição 04. 4) As águas sulfetadas ou sulfuradas. limão.90 . Sob a denominação de águas minerais artificiais. 6) As águas ferruginosas.02 .Águas. Excluem-se as águas adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas (posição 22. aromatizadas com sucos ou essências de frutos ou com extratos compostos e adicionados. incluídas as águas minerais e as águas gaseificadas. Designam-se. Os sorvetes classificam-se na posição 21. 3) As águas cloretadas. denominado "neve carbônica" ou "gelo seco". de ácido tartárico e de ácido cítrico. suscetíveis de consumo direto como bebidas.05 e o gelo. entre outros: 1) Os néctares de tamarindo tornados próprios para consumo sob a forma de bebida. A) Águas. exceto as compreendidas em outras posições. Estão excluídos desta posição: a) Os iogurtes líquidos e outros leites e cremes fermentados ou acidificados.02). iodetadas. mesmo que sejam diretamente utilizados como bebidas (posição 20.02. Essas águas podem ter sido depuradas por processos fisícos ou químicos. 2) As águas sulfatadas. entre outras: 1) As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas.11.01. a neve e o gelo naturais. pertencem também a esta categoria. com exclusão da água do mar (posição 25. 2202. c) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas. As águas minerais naturais são as águas que têm apreciável quantidade de sais minerais ou gases. 2) Certos produtos alimentícios líquidos. Quando adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas classificam-se na posição 22.ÁGUAS. estas bebidas são freqüentemente tornadas gasosas. 22.Outras A presente posição engloba as bebidas não alcoólicas tal como são definidas na Nota 3 do presente Capítulo. DA POSIÇÃO 20. habitualmente. b) Os xaropes de açúcares da posição 17. As águas minerais naturais adicionadas ou enriquecidas de dióxido de carbono. As águas minerais (naturais ou artificiais) adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes ou aromatizantes (de laranja. 5) As águas arsenicais. C) As águas gaseificadas.03 ou 30. por vezes. B) Outras bebidas não alcoólicas. Sob esta designação. adicionados de cacau. ADICIONADAS DE AÇÚCAR OU DE OUTROS EDULCORANTES OU AROMATIZADAS E OUTRAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS. com ou sem açúcar ou outros edulcorantes.Outros Esta posição compreende: A) A água comum.51. INCLUÍDAS AS ÁGUAS MINERAIS E AS ÁGUAS GASEIFICADAS. brometadas. estão abrangidas todas as águas comuns naturais. açúcar ou outros edulcorantes e filtração. Apresentam-se quase sempre em garrafas ou em outros recipientes fechados hermeticamente. 2) As bebidas tais como refrescos ou refrigerantes. Este grupo inclui. por meio de dióxido de carbono.

Lágrima Cristie. não contém álcool (por exemplo.02). exclusivamente. etc. com cerejas e outros produtos. o produto final da fermentação alcoólica do mosto de uvas frescas. fraca ou forte.Outros 2204. uma parte somente do açúcar é transformado em álcool por fermentação. Xerez. obtida a temperatura mais elevada. também. Atualizado em 04/01/2011 . substâncias minerais. Esta posição não compreende: a) Certas bebidas que. etc. mostos de uvas cuja fermentação tenha sido impedida ou interrompida por adição de álcool: 2204. Marsala.04. até um 1/5 ou 1/6 do seu volume primitivo. Podem. de cervejas em geral pouco alcoólicas. Samos.04. II) Mostos de uva Designa-se por "mosto de uva" o produto que resulta do esmagamento de uvas frescas. Malvasia. Citam-se. que são os vinhos de elevado teor alcoólico. 2204 . 4) Os vinhos denominados licorosos (qualificados também de "vinhos de sobremesa".03 ou 30. c) Os medicamentos das posições 30. É um líquido amarelo-esverdeado de sabor doce.29 . 3) Os vinhos espumantes e espumosos. misturas de açúcares (glicose e frutose (levulose)). mas muito ricas em extrato de malte.A cerveja é uma bebida alcoólica que se obtém pela fermentação do mosto preparado com malte de cevada ou de trigo. Chipre. 2) Os vinhos enriquecidos com álcool. durante a fermentação. de mistelas ou de álcoois. Contêm. os vinhos das Canárias. embora às vezes se designem por cerveja.Vinhos espumantes e vinhos espumosos 2204.). devido a partículas vegetais em suspensão. em solução. isto é.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2204. doce ou amarga. albuminóides e mucilaginosas e princípios que constituem o buquê do vinho. milho e arroz).). A cerveja é por vezes aromatizada. cerveja stout.VINHOS DE UVAS FRESCAS.30 . 2204.05. em volume. A cerveja pode ser clara ou escura. apresenta-se normalmente em barris ou garrafas e. resultante quer da fermentação em recipiente fechado (vinhos espumantes naturais).Outros mostos de uvas I) Vinhos de uvas frescas O vinho classificado na presente posição é. por vezes..Outros vinhos. Málaga.2 . preparada a baixa temperatura e mediante o emprego das chamadas leveduras "baixas" ou a cerveja de alta fermentação. entre os vinhos licorosos.5% vol ou menos (posição 22. geralmente obtidos a partir de mostos mais ricos em açúcar. b) As bebidas chamadas "cervejas sem álcool" que são cervejas de malte com teor alcoólico.10 .21 . etc. eles obtêm-se também. dióxido de carbono e ainda outras substâncias. da posição 22. b) Os medicamentos das posições 30. quer da adição artificial de anidrido carbônico (vinhos espumosos gaseificados). Estão excluídos desta posição: a) As bebidas à base do vinho.03 ou 30. A presente posição compreende: 1) Os vinhos comuns (tintos. EXCLUÍDOS OS DA POSIÇÃO 20. Madeira. que se apresenta turvo. corantes. que contêm elevada quantidade de dióxido de carbono. A adição de lúpulo provoca o desenvolvimento de princípios amargos e aromáticos e permite uma melhor conservação do produto. em latas hermeticamente fechadas e podem também ser comercializadas sob os nomes de cerveja ale. as obtidas com água e açúcar caramelizado) (posição 22. pela adição de mostos concentrados. o aroma e sabor. MOSTOS DE UVAS.09. INCLUÍDOS OS VINHOS ENRIQUECIDOS COM ÁLCOOL. reduzido a 0. Esta posição compreende também a cerveja concentrada. mediante o emprego das chamadas leveduras "altas". por vezes..02). rosés ou brancos). que se prepara por concentração a vácuo. adicionar-se à cerveja açúcares (particularmente a glicose). Conforme o processo de fermentação empregado. obtém-se a cerveja de baixa fermentação. ácidos (tartárico. málico. Vinho-do-Porto. Poderão ser eventualmente utilizadas na preparação do mosto algumas quantidades de cereais não maltados (por exemplo. previamente fervido em presença de água e geralmente de lúpulo. etc.

frutos. destinam-se a manter saúde e o bemestar geral.) ou de substâncias aromáticas. Excluem-se desta posição: a) Os vinhos de uvas secas preparados com plantas ou substâncias aromáticas (posição 22. 3) O hidromel. com teor alcoólico. os açúcares nele contidos transformam-se em álcool e o produto final desta fermentação constitui o vinho.09). 2206 .10 . 8) O saquê ou "vinho" de arroz. 7) As bebidas denominadas cervejas pretas ou spruce. geralmente. obtidas pela fermentação de sucos de frutas diferentes das uvas frescas (vinhos de figos. MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS E MISTURAS DE BEBIDAS FERMENTADAS COM BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS.06). 4) Os vinhos de uvas secas. Pode prevenir-se a tendência natural do mosto a fermentar. bagas. Os mostos abafados por este processo são. constituídas por vinhos provenientes exclusivamente de fermentação de uvas frescas da posição 22. ou de sucos de produtos hortícolas.03 ou 30. em volume. POR EXEMPLO). etc. etc. chamada abafamento (mutage). 3) Pela adição de álcool. consumidos como vinho sem sofrer outra transformação. por uma operação. Esses produtos.O mosto em repouso fermenta espontaneamente sem adição de levedura. proveniente da seiva de certas palmeiras. Atualizado em 04/01/2011 .90 . O hidromel vinoso.04 e preparadas com ajuda de plantas (folhas. que consiste quer em impedir-lhe a fermentação. contanto que conservem as características dos produtos classificados na presente posição.03 a 22. Nesta posição estão compreendidas todas as bebidas fermentadas.5% vol. bebida fermentada análoga à sidra. com exceção das classificadas nas posições 22. de vinhos licorosos. 5) As bebidas impropriamente designadas "vinhos". que são bebidas gasosas. bebida alcoólica obtida pela fermentação do suco de maçã. bebida fermentada à base de extrato de malte e borra de vinho. 4) Por refrigeração. folhas ou ramos de certos abetos. NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES. é o hidromel comum adicionado de vinho branco.). 6) O malton. de aromatizantes e de diversas outras substâncias. mas preparada com suco de pêra. às vezes designados “complementos alimentares”.05. 10) A cerveja de gengibre e a cerveja de ervas. Estão excluídos desta posição os sucos e os mostos de uva.Outros A presente posição compreende um conjunto de bebidas usadas. superior a 0. em geral.04. 2205 . de aperitivos etc. 9) O vinho de palma. conhecidos por "mistelas". bebida proveniente da fermentação de uma solução de mel em água. Todas estas bebidas podem ser naturalmente espumosas ou terem sido carregadas artificialmente de dióxido de carbono. 2) Por impregnação com dióxido de enxofre. 2) A perada. b) Os medicamentos das posições 30. mesmo concentrados. bem como os mostos de uva não fermentados adicionados de álcool. água e gengibre ou certas ervas e fermentadas com levedura. HIDROMEL.5% vol (posição 20. que também se classifica aqui. superior a 0. Pode também incluir as bebidas acima indicadas adicionadas de vitaminas e de compostos de ferro. abafados ou não. tâmaras.Em recipientes de capacidade não superior a 2 litros 2205. em volume. É de se notar que este grupo compreende os mostos de uva parcialmente fermentados.5% vol. PERADA. O abafamento (mutage) dos mostos efetua-se por diferentes processos: 1) Pela ação do ácido salicílico ou de outros anti-sépticos. não fermentados ou com teor alcoólico em volume não superior a 0. 2205. raízes. são utilizados na fabricação de vinhos. fabricadas com a seiva.VERMUTES E OUTROS VINHOS DE UVAS FRESCAS AROMATIZADOS POR PLANTAS OU SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS. Outros. Incluem-se. quer em interrompê-la completamente. como aperitivos ou como tônicos. tendo os dois produtos um teor alcoólico. preparadas com açúcar. entre outros: 1) A sidra.OUTRAS BEBIDAS FERMENTADAS (SIDRA. Permanecem classificadas aqui mesmo que tenham sido adicionadas de álcool ou que o seu teor alcoólico tenha sido aumentado por uma segunda fermentação.

ou ainda de frutas.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO.Aguardentes de vinho ou de bagaço de uvas 2208. aldeídos. mesmo que se destine ao consumo. os licores à base de ervas. de leite e de mel. etc.09 e 22. c) Os combustíveis sólidos ou semi-sólidos à base de álcool (às vezes designados comercialmente por "álcool solidificado"). flores ou outras partes de plantas. os licores de sucos de frutas. que são álcoois contendo água e submetidos a destilação fracionada. de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol (posição 22.30 .). etc. etc. Estes produtos. acima. a piridina.20 . 22. previamente fermentados.02.. destinam-se a manter a saúde e o bemestar geral. qualquer que seja o seu teor alcoólico: A) As aguardentes. AGUARDENTES. podem-se citar os licores que contêm cristais de açúcar.50 . Excluem-se desta posição: a) O álcool etílico não desnaturado.. Estas substâncias desnaturantes variam conforme os países. bem como as outras bebidas de teor alcoólico em volume não superior a 0. são. o metanol. óleos essenciais ou sucos. Algumas destas bebidas podem também ser adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. 2207. extratos.5% vol. em geral: o metileno. C) Todas as outras bebidas espirituosas (alcoólicas) não incluídas em qualquer outra posição deste Capítulo. especialmente como solvente na fabricação de produtos químicos. juntamente com os outros álcoois acíclicos. bagaços.). COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME INFERIOR A 80% VOL. 2208. distingue-se dos produtos referidos em A. que se obtêm (sem adição de qualquer aromatizante) por destilação de líquidos fermentados naturais.08 . as bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas seja por destilação. ácidos. etc. sidra e nas outras bebidas alcoólicas. etc. em volume. matérias corantes.05. a acetona.. álcoois superiores (voláteis). misturas de cerveja com vinho.Vodca 2208.). ÁLCOOL ETÍLICO E AGUARDENTES.5% vol. 2207. etc. os licores à base de ovos. que se incluem na posição 36. o álcool etílico. sementes e outros produtos vegetais semelhantes. caracterizam-se por conservarem um buquê ou aroma particular.06. bem como as misturas de bebidas fermentadas das posições precedentes do Capítulo 22. seja por mistura de álcool etílico ou de destilados espirituosos (alcoólicos) com um ou vários dos produtos seguintes: frutas. COM UM TEOR ALCOÓLICO EM VOLUME IGUAL OU SUPERIOR A 80% VOL. de bagas e aromatizantes.60 .08). mas não prejudicam o seu uso industrial. etc. quer a usos industriais. às vezes designados por "complementos alimentares". 2207 . igual ou superior a 80% vol. misturas de refrescos ou refrigerantes com cerveja ou vinho. por exemplo. está excluído do Capítulo 29 pela sua Nota 2 b). devido ao fato de não conter qualquer princípio aromático.Rum e outras aguardentes provenientes da destilação. pêras. os licores de chá. de qualquer teor alcoólico.10 . em iluminação e aquecimento. os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno.90 . vinho. mesmo concentrados). para eliminação de certos constituintes aromáticos secundários prejudiciais (ésteres.. com qualquer teor alcoólico O álcool etílico (comumente conhecido como "álcool") não se classifica na posição 29. a sidra. de chocolate. A presente posição abrange: 1) O álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume. B e C.70 .Outros Esta posição abrange. Esta posição também compreende os álcoois etílicos retificados.Gim e genebra 2208. tendo um teor alcoólico em volume superior a 0. tais como o vinho. com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol. essências.Álcool etílico não desnaturado. O álcool etílico encontra-se na cerveja. DESNATURADOS. aldeídos. vernizes. classificam-se nas posições 20. desnaturados. b) As aguardentes não desnaturadas (posição 22. Obtém-se quer por fermentação de certos açúcares pela ação de leveduras ou de outros fermentos. O álcool etílico e as aguardentes desnaturados são produtos que foram adicionados intencionalmente de certas substâncias.A presente posição abrange igualmente as misturas de bebidas não-alcoólicas com bebidas fermentadas.Uísques 2208. que os tornam impróprios para consumo humano. LICORES E OUTRAS BEBIDAS ESPIRITUOSAS (ALCOÓLICAS). após fermentação.ÁLCOOL ETÍLICO NÃO DESNATURADO. Entre esses produtos. devido à presença de constituintes aromáticos secundários (ésteres. COM QUALQUER TEOR ALCOÓLICO. quer se destine ao consumo humano. ácidos. que são bebidas espirituosas (alcoólicas) adicionadas de açúcar. na preparação de bebidas alcoólicas. Esta posição também compreende o álcool etílico não desnaturado com um teor alcoólico. Atualizado em 04/01/2011 . e destilação posterior.20 .Licores 2208. segundo as respectivas legislações. 2) O álcool etílico e as aguardentes desnaturadas. de mel ou de outros edulcorantes naturais e extratos de essências (por exemplo.Álcool etílico e aguardentes. álcoois butílico e amílico. inerentes à própria natureza da matéria destilada.08). B) Os licores. inferior a 80% vol. de produtos da cana-de-açúcar 2208. O álcool etílico tem numerosas aplicações.40 . Os sucos de maçãs. quer por síntese. também conhecidos por "álcoois neutros".

aguardente de arroz ou de vinho de palma. de uma maneira geral. brande. etc. entre outros: 1) As aguardentes de vinho de uva ou de bagaço de uva (conhaque. tais como os licores de ovos ou creme fresco. por exemplo. o curaçau. o álcool etílico não desnaturado com teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol (posição 22. produtos químicos. aromatizantes ou outros ingredientes. ter por base extratos de plantas. por exemplo. tafiá. de produtos cana de açúcar (o sumo (suco) de cana de açúcar. cachaça. Além do seu alto valor nutritivo. de batatas) e após tratada com carvão vegetal ou carbono. em virtude da sua consistência ou cor. 3) As aguardentes obtidas exclusivamente por destilação. 12) A aguardente obtida pela destilação do suco fermentado da alfarroba. após fermentação. todavia. de cereais. quetsches). com exclusão dos produtos da posição 22. de forma que as estruturas celulares específicas das matérias vegetais de origem já não sejam reconhecíveis ao microscópio. corantes. 8) As ratafiás.Outras Esta posição compreende não só as preparações forrageiras adicionadas de melaço ou de açúcares. 9) A aquavit e outras bebidas espirituosas (alcoólicas) obtidas pela destilação de álcoois com frutas ou outras partes de plantas ou ervas. perderam as características essenciais da matéria de origem. tais como: o anisete. em peso. aromatizado com grãos (sementes) de alcaravia ou de cominho. com teor alcoólico em volume superior a 0. às vezes designadas por "complementos alimentares". I. 13) Os aperitivos alcoólicos (absinto.07).). por esse fato. 23. no caso dos produtos obtidos a partir de matérias vegetais. 5) A vodca obtida pela fermentação e destilação de mostos de origem agrícola (por exemplo. após fermentação. tais como sêmeas de trigo e torta (bagaço) de palmiste ou de copra.). 10) As aguardentes de sidra (calvados). Podem.. ainda.PREPARAÇÕES FORRAGEIRAS ADICIONADAS DE MELAÇO OU DE AÇÚCARES Estas preparações consistem em misturas de melaço ou de outras substâncias açucaradas análogas. com um ou mais elementos nutritivos. em que o melaço se adiciona a alimentos de elevado valor nutritivo. etc. 7) Os licores denominados "cremes". milho. e serem adicionadas de vitaminas ou de compostos de ferro. ou de outras frutas. por adição de algumas substâncias orgânicas ou inorgânicas (alimentos complementares). 3) quer a entrar na fabricação dos alimentos completos ou dos alimentos complementares. de baunilha. 4) As bebidas espirituosas (alcoólicas) conhecidas como "gim" ou "genebra". de damascos. amargos. empregam-se diretamente na alimentação dos animais. rum. de banana. aveia. açúcar. Destinam-se. os licores chamados "emulsões". 2) quer a completar os alimentos produzidos na propriedade agrícola.05). contendo os princípios aromáticos das bagas de zimbro. armanhaque. de café. de cerejas (quirche). ovinos. em geral pouco alcoólicos e muito doces (creme de cacau.) e. Algumas. 11) O araque. destinados: 1) quer a fornecer ao animal uma alimentação diária racional e balanceada (alimentos completos). etc.. Incluem-se nesta posição os produtos dos tipos utilizados na alimentação dos animais. com exclusão dos produtos da posição 22. pisco.04. trigo. que se classificam na posição 22. concentrados de frutas. essencialmente. do melaço de beterraba sacarina. à alimentação de bovinos. tais como a palha. etc. assim. o melaço torna os alimentos mais apetitosos e permite.Além do álcool etílico não desnaturado de teor alcoólico em volume inferior a 80% vol.Alimentos para cães ou gatos.5% vol. 18) As aguardentes provenientes da destilação. por exemplo. 16) As bebidas espirituosas (alcoólicas). 14) Os refrescos ou refrigerantes (não medicamentosos) com álcool. de cássis (cassis).) com exclusão dos que tenham por base o vinho de uvas frescas. utilizam-se. etc. o xarope de cana de açúcar. b) O álcool etílico e as aguardentes desnaturados de qualquer teor alcoólico. os flocos de linhaça e os bagaços de fruta. geralmente chamadas licores. Atualizado em 04/01/2011 . para a fabricação de alimentos completos ou de alimentos complementares. 17) As bebidas com aspecto de vinho e obtidas pela mistura de aguardentes destiladas com sucos de fruta e/ou água.10 . de framboesas. obtido do anis verde e da badiana. As preparações desta espécie. obtidos pelo tratamento de matérias vegetais ou animais e que. espécies de licores obtidos com sucos de frutas. bitters. de cássis (cassis).). etc. constituídas de uma mistura de diversos elementos nutritivos. citam-se. 2309.09 . lecitina. os que tenham sido sujeitos a um tratamento. singani. o kümmel.04. 6) As bebidas espirituosas (alcoólicas). 15) Os sucos de frutas ou de produtos hortícolas adicionados de álcool. adicionados muitas vezes de substâncias aromáticas em pequena quantidade (ratafiá de cerejas.90 . eqüídeos e suínos. Excluem-se desta posição: a) Os vermutes e outros aperitivos à base de vinho de uvas frescas (posição 22. como também as preparações empregadas na alimentação de animais. preparado com casca de laranja amarga. o uso de alguns produtos de fraco valor energético e pouco apreciados pelos animais.PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS. destinadas a manter a saúde e o bem-estar geral.05. acondicionados para venda a retalho 2309. em proporção geralmente superior a 10%. as cascas de cereais. grappa. centeio. o melaço de cana de açúcar). de ameixas (mirabelle. 2) Os uísques e outras aguardentes obtidas por fermentação e destilação de mostos de grãos (sementes) de cereais (cevada.

2) Os concentrados integrais de proteínas de folhas de cor verde e os concentrados fracionados de proteínas de folhas de cor verde obtidos por tratamento térmico a partir do suco de alfafa (luzerna). Citam-se as vitaminas. e destinados a serem queimados pelo organismo animal. pela sua concentração nitidamente mais elevada em substância ativa e por uma apresentação muitas vezes diferente. OS ALIMENTOS PRODUZIDOS NAS PROPRIEDADES AGRÍCOLAS (ALIMENTOS "COMPLEMENTARES") De uma maneira geral. A ausência ou carência destas substâncias ocasiona. cuja natureza e proporções variam consoante a produção zootécnica a que se destinam.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A FORNECER AO ANIMAL A TOTALIDADE DOS ELEMENTOS NUTRITIVOS NECESSÁRIOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA RACIONAL E BALANCEADA (ALIMENTOS COMPOSTOS "COMPLETOS") Estas preparações caracterizam-se pelo fato de conterem produtos que pertencem a cada um dos três grupos de elementos nutritivos seguintes: 1) Elementos nutritivos denominados "energéticos" constituídos de matérias hidrocarbonadas. iodo.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A ENTRAR NA FABRICAÇÃO DOS ALIMENTOS "COMPLETOS" OU "COMPLEMENTARES" DESCRITOS NOS GRUPOS A E B. na maior parte dos casos. possui um teor de antibiótico situado geralmente entre 8 e 16%. oligoelementos. b) as preparações compostas por uma substância ativa do tipo descrito em 1) acima e por um suporte. provenientes da fabricação das farinhas e óleos de peixes ou de mamíferos marinhos. As matérias minerais destinam-se. no caso das aves. carregadas de elementos hidrossolúveis (proteínas.OUTRAS PREPARAÇÕES A. 3) Elementos nutritivos "funcionais". em pellets (ver Considerações Gerais do presente Capítulo). designados "construtores". Embora. até serem consumidos pelo animal: estabilizantes. que servem de suporte aos restantes constituintes da mistura. especialmente. etc. mesmo que se encontre padronizada por adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas. etc. Incluem-se neste grupo: 1) Os produtos chamados "solúveis de peixes" ou de "mamíferos marinhos". As preparações destinadas a remediar essas insuficiências. principalmente.. emulsificantes. apresentadas em recipientes hermeticamente fechadas contendo. quer em substâncias inorgânicas (por exemplo: magnesita. ovos. fosfatos). por um complemento de matérias energéticas (hidrocarbonadas). de uma maneira geral. são geralmente compostos de caráter complexo que compreendem um conjunto de elementos (às vezes denominados "aditivos"). pelo fato de possuírem um teor relativamente elevado de um ou outro dos elementos nutritivos que entram na sua constituição. de forma a conseguir-se uma repartição e uma mistura homogêneas desses elementos nos alimentos compostos a que essas preparações serão adicionadas. sal. A sua mistura e as proporções em que se utilizam variam. tanto em matérias protéicas como em matérias minerais ou em vitaminas.. misturados com torresmos ou farinha de carne. etc. concebidas para serem exclusivamente consumidas por cães ou outros animais.AS PREPARAÇÕES DESTINADAS A COMPLETAR. de forma a que os animais usufruam uma ração balanceada. Excluem-se da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . utilizada como alimento principal ou completo para periquitos) ou para peixes. A substância seca assim obtida. geralmente fabricados com farinha. BALANCEANDO-OS. ferro. as borras da indústria da cerveja. Estes três grupos de elementos nutritivos cobrem a totalidade das necessidades alimentares dos animais. para produzirem a energia necessária à vida e alcançar os objetivos dos criadores de animais. As preparações incluídas neste grupo não devem todavia confundir-se com certas preparações para uso veterinário.). fósforo. distinguem-se pela natureza necessariamente medicamentosa do produto ativo. 2) Os biscoitos para cães ou outros animais. dos elementos referidos em 1) acima e a natureza do suporte são determinadas. ainda. ACIMA Estas preparações. por exemplo: produtos que resultam da fabricação dos antibióticos obtidos por simples secagem da pasta. dos elementos hidrocarbonados. etc. A concentração. são constituídas por proteínas. As preparações para alimentação de animais da presente posição apresentam-se muitas vezes. etc. alpiste. sais. açúcar. 2) os destinados a assegurar a conservação dos alimentos. das cascas dos ovos. todavia.. cloro. estes elementos não são "queimados" pelo organismo animal. do ponto de vista qualitativo. as sementes de leguminosas. os oligoelementos. 2) Elementos nutritivos ricos em substâncias protéicas ou minerais. isto é. designadas comercialmente pré-misturas. São essencialmente constituídos por matérias protéicas ou minerais. mas intervêm na formação dos tecidos e dos diferentes produtos animais (leite. à formação do esqueleto do animal e. farelos. coccidiostáticos. Estas últimas. das "pré-misturas". de uma forma mais geral.). à utilização dos alimentos pelo animal.. C.II. leveduras e diversos resíduos da indústria alimentar). aveia descascada e sementes de linhaça. Desde que sejam do gênero dos empregados na alimentação animal. miudezas e outros ingredientes. aminoácidos.. defendendo o seu estado de saúde: vitaminas ou provitaminas. minerais ou vitaminas e. Podem citar-se como exemplo de substâncias desta espécie os cereais. tais como amido. 4) As preparações alimentícias para pássaros (por exemplo. utilizando-se como matéria de base na preparação. especialmente as gorduras que contêm. vitaminas do grupo B. consoante a produção zootécnica a que se destinam. aromatizantes ou aperitivos. 3) As preparações açucaradas. potássio. também se incluem aqui: a) as preparações constituídas por diversas substâncias minerais. em pasta ou secos. sebos e palhas. que se apresentam líquidos ou em soluções espessas. e são obtidos por concentração e estabilização das águas residuais. mesmo contendo cacau. perturbações na saúde do animal. cré. tais como cães e gatos.. B. antioxidantes. Podem citar-se como exemplo de matérias ricas em substâncias protéicas utilizadas para este fim. nestas preparações. aproximadamente. Também se incluem aqui: 1) As preparações para animais. em particular. as tortas (bagaços) e os subprodutos lácteos. amido ou cereais. delas distinguem-se. a composição destas preparações seja sensivelmente análoga à das citadas no grupo A. da totalidade do conteúdo da cuba de fermentação (trata-se essencialmente do micélio. As mais utilizadas contêm cálcio. 3) os que desempenham a função de suporte e que podem consistir quer em uma ou mais substâncias orgânicas nutritivas (especialmente farinhas de mandioca ou de soja. sódio. antibióticos. São substâncias que asseguram a boa assimilação pelo organismo animal. protéicos e minerais. as substâncias produzidas nas propriedades agrícolas são bastante pobres. uma preparação de painço. Esses elementos são de três espécies: 1) os que favorecem à digestão e. do meio de cultura e do antibiótico). constituídas por uma mistura de carne. celulose e gorduras. beterrabas semi-sacarinas. Ao contrário dos precedentes. a quantidade necessária para uma refeição. caulim. os antibióticos.

e) As vitaminas. para fabricação do rapé. matéria amilácea. contendo fumo (tabaco).03 . por exemplo). A presente posição não abrange os cigarros medicamentosos (Capítulo 30).Outros: 2403. 3) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas). quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura.14. que se incluam como tal em determinada posição. obtidos no curso da fabricação de antibióticos e os resíduos dessa fabricação cujo teor em antibióticos não ultrapasse. h) As substâncias protéicas do Capítulo 35.10 . em razão.06. 24. ceras. grau de pureza.10 2402. misturadas entre si ou não.14. em proporção que não ultrapasse 3%. resíduos e subprodutos vegetais da posição 23.Outros Esta posição compreende: 1) O fumo (tabaco) para fumar. mesmo adicionados de um aglutinante (melaço. Contudo. DE FUMO (TABACO). matérias graxas (gordas*). utilizadas na fabricação de alimentos para animais para combater microrganismos indesejáveis (posição 38. 70% (posição 38. CIGARRILHAS E CIGARROS. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção (posição 24. condições de higiene em que foram elaboradas e. quando for o caso. mesmo contendo sucedâneos do fumo (tabaco) em qualquer proporção. proporções dos seus diferentes componentes. g) Os medicamentos das posições 30. em peso (posições 07.02 2402. Estes produtos podem ser fabricados inteiramente de fumo (tabaco) ou de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. MANUFATURADOS. classificam-se nesta posição. preparadas especialmente. Além dos cigarros contendo unicamente fumo (tabaco). c) As preparações que. geralmente. por exemplo).Charutos e cigarrilhas. EXTRATOS E MOLHOS. possam ser utilizados quer na alimentação de animais quer na alimentação humana (posições 19.. contendo fumo (tabaco) . 2) Os cigarros contendo fumo (tabaco).OUTROS PRODUTOS DE FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS.Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído" 2403. as cigarrilhas e os cigarros. k) Os produtos intermediários da filtração e da primeira extração. por exemplo. de sucedâneos do fumo (tabaco).08). da natureza. 2403. f) Os produtos do Capítulo 29. mesmo apresentadas em um solvente ou estabilizadas por adição de agentes antioxidantes ou antiaglomerantes. .03 e 30. e que se encontram desprovidos de propriedades medicamentosas..a) Os pellets constituídos de uma única matéria ou por uma mistura de matérias. 23. tais como os "cigarros" fabricados com folhas de uma variedade de alface.24).08. 12. quaisquer que sejam as proporções de fumo (tabaco) e de seus sucedâneos presentes na mistura.90 CHARUTOS. as cigarrilhas e os cigarros.99 . de fumo (tabaco) ou de sucedâneos do fumo (tabaco). o fumo (tabaco) manufaturado que se utiliza para cachimbo ou para confecção de cigarros. 2) O fumo (tabaco) de mascar fortemente fermentado e remolhado. b) As simples misturas de grãos de cereais (Capítulo 10). por adsorção em um substrato ou por revestimento. de farinhas de cereais ou de farinhas de legumes de vagem (Capítulo 11).Fumo (tabaco) para fumar. mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer proporção 2403. por exemplo.9 .01 e 21. 24.04.03). esta posição compreende também os que são fabricados de misturas de fumo (tabaco) com seus sucedâneos. Incluem-se na presente posição: 1) Os charutos (incluídos os de pontas cortadas) e as cigarrilhas. d) Os desperdícios.36). com gelatina. mesmo de constituição química definida. etc. DE FUMO (TABACO) OU DOS SEUS SUCEDÂNEOS.01. os cigarros contendo certos tipos de produtos. FUMO (TABACO) "HOMOGENEIZADO" OU "RECONSTITUÍDO".20 2402.Outros A presente posição inclui exclusivamente os charutos. 3) O rapé mais ou menos aromatizado.Cigarros contendo fumo (tabaco) . Excluem-se os outros fumos (tabacos) prontos para fumar. das indicações que figurem nas embalagens ou quaisquer outros esclarecimentos respeitantes à sua utilização. substratos ou revestimentos não modifiquem o caráter de vitaminas e nem as tornem particularmente aptas para usos específicos de preferência à sua aplicação geral (posição 29. os charutos com as pontas cortadas. ij ) As preparações da natureza de desinfetantes antimicrobianos. não contendo nem fumo (tabaco) nem nicotina. Atualizado em 04/01/2011 . concebidos especificamente para desestimular o hábito de fumar. 4) O fumo (tabaco) prensado ou remolhado. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas.). com ou sem capa. principalmente.91 .

nesta posição. produtos tais como o cânhamo (cannabis) (posição 12. b) Os inseticidas da posição 38.29 2523.Cimentos não pulverizados.24).20) e as terras pozolânicas.Cimentos aluminosos .que o clinker Portland é um produto da subposição 2523. Todavia.21 e 2523.21 2523.2 2523.14. alumina.06). quer picados ou cortados (para constituir o interior dos charutos ou dos cigarros). Subposições 2523. As escórias moídas adicionadas de um acelerador e já prontas para utilização classificam-se.Outros cimentos hidráulicos O cimento Portland é obtido por calcinação de pedras de cal contendo argila no estado natural ou adicionadas de argila em proporções apropriadas.16). Podem ser utilizados quer sob esta forma (como capas).19).29 Na acepção das subposições 2523. de alumina (Al2O3) e de óxido de ferro (Fe2O3). contudo. em folhas retangulares ou em tiras. a presente posição não compreende os produtos designados impropriamente de "cimentos". os cimentos supersulfatados (escórias de altos fornos. obtidos por prensagem das folhas umedecidas ou por tratamento com água fervente dos desperdícios de fumo (tabaco). o cimento de escórias de altos-fornos. Entre estes produtos. entre outros..08. Os alcatrões compreendidos nesta posição são misturas complexas. de constituintes aromáticos e alifáticos. em geral. etc.90 CIMENTOS HIDRÁULICOS (INCLUÍDOS OS CIMENTOS NÃO PULVERIZADOS. podem distinguir-se: Atualizado em 04/01/2011 . Empregam-se principalmente na fabricação de inseticidas e parasiticidas. Entre os tipos mais conhecidos de cimento Portland. DENOMINADOS "CLINKERS") MESMO CORADOS (+). MESMO DESIDRATADOS OU PARCIALMENTE DESTILADOS. ferro) podem igualmente ser adicionados. de fumo (tabaco) líquidos.21 e 2523. o cimento obtido a partir do clinker Portland com adição eventual de uma pequena quantidade de sulfato de cálcio. 25. considera-se "cimento Portland". no qual podem ser incorporados aditivos ou aceleradores para modificar as suas propriedades hidráulicas. São também aqui classificados os cimentos aluminosos ou fundidos. obtido por cozimento até à fusão parcial de uma mistura definida e homogeneizada de matérias compostas principalmente de cal (CaO) e de sílica (SiO2) e. DE LINHITA OU DE TURFA E OUTROS ALCATRÕES MINERAIS.Cimentos brancos. para revestimento de fornos e outros usos (posição 38. São. excluídos: a) As escórias de altos-fornos. moídas e adicionadas de um acelerador e de gipsita calcinada). Excluem-se. entre os quais se podem citar as misturas para fumar não contendo fumo (tabaco). Convém notar: . b) Os cimentos para obturação dentária e os cimentos utilizados em recuperação óssea (posição 30.Outros . Os cimentos da presente posição podem ser coloridos.10 2523. Da calcinação resultam os semiprodutos denominados clinkers. porém.23 2523. não refratários (posição 38.39). d) Os cimentos e argamassas refratários à base de barro cozido em pó (terra de chamotte) ou de terra de dinas. bem como as suas misturas. que necessitam de adição de uma pequena quantidade de acelerador no momento da sua utilização (posição 26. em geral provenientes da destilação da hulha. linhita ou da turfa.que a expressão "sulfato de cálcio" compreende a gipsita e seus derivados. INCLUÍDOS OS ALCATRÕES RECONSTITUÍDOS.29. em menor proporção. desperdícios ou poeira de fumo (tabaco). sílica.Cimentos "Portland": . Estes fumos (tabacos) apresentam-se.30 2523. finamente moídas. às vezes.. alcalóide tóxico extraído da planta do fumo (tabaco) (posição 29. e . Nota Explicativa de Subposições. Outros elementos (por exemplo. Excluem-se da presente posição: a) A nicotina. tais como o produto denominado Keene's cement ou English cement (gesso aluminado) (posição 25. "cimentos naturais" (posição 25. 6) Os fumos (tabacos) "homogeneizados" ou "reconstituídos". Esses clinkers são em seguida pulverizados para formar o cimento Portland. e) As argamassas e concretos (betões). mesmo corados artificialmente .ALCATRÕES DE HULHA. c) Os cimentos da posição 32.10 e é constituído em sua maior parte por silicatos de cálcio.11).06 .5) Os sucedâneos de fumo (tabaco) manufaturados. os cimentos romanos.. com proporções variáveis. . 27. mesmo com suporte (por exemplo: uma folha de celulose extraída dos talos do fumo (tabaco)). santorínicas e semelhantes chamadas. os cimentos pozolânicos. denominados "clinkers" . 7) Os extratos e essências (molhos). obtidos por aglomeração de partículas provenientes de folhas. podem citar-se o cimento Portland comum. bem como a anidrita e outros produtos à base de sulfato de cálcio próprios para a fabricação de cimentos.30). o cimento Portland moderado e os cimentos brancos.

em relação aos não aromáticos. quinolínicos e acridínicos.ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS ALCATRÕES DE HULHA A ALTA TEMPERATURA. 3) Os outros alcatrões minerais obtidos durante a gaseificação dos carvões. Os óleos de alcatrão de madeira estão incluídos no Capítulo 38. em peso. especialmente nos geradores de gás de água. Os alcatrões destinam-se. por exemplo.17). Mas são também utilizados.Benzol (benzeno) 2707. COMO CONSTITUINTES BÁSICOS.). principalmente. exceto os resíduos de óleos: Atualizado em 04/01/2011 . em peso. dos alcatrões de hulha a alta temperatura.10 . nos quais os constituintes aromáticos predominam.Os produtos fenólicos (fenóis.33. ao antraceno. pirídicos. antracênicos. aos cresóis.Os óleos e outros produtos antracênicos. uma fração superior ou igual a 65% . mas que contêm uma proporção mais elevada de compostos alifáticos.Os produtos pirídicos. o xilol (xilenos) e a nafta solvente. entre outros: . segundo o método ASTM D 86 2707. como constituintes básicos.50 . incluídas as perdas.ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS. Os alcatrões que não sejam obtidos a partir de substâncias minerais não se classificam nesta posição: o alcatrão de madeira. . EXCETO ÓLEOS BRUTOS. A presente posição abrange todos os alcatrões.07 e 29. à piridina e a alguns derivados da piridina.O benzol (benzeno). à destilação com o fim de obter toda a gama de óleos e produtos derivados. Excluem-se desta posição as misturas de alquilbenzenos e as misturas de alquilnaftalenos obtidas por alquilação do benzeno ou do naftaleno e que possuem cadeias laterais relativamente longas (posição 38.Os óleos e outros produtos naftalênicos. ao tolueno. a 250°C.1) Os alcatrões obtidos por destilação da hulha a alta temperatura.Fenóis 2707.Outras misturas de hidrocarbonetos aromáticos que destilam.Xilol (xilenos) 2707.Naftaleno 2707.). de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. 70% OU MAIS.07 .Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições. RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS.99 . naftalênicos. para impermeabilização. em bruto ou refinados. etc. aos xilenóis. Esta posição abrange os óleos e os outros produtos acima referidos. tais como os óleos de creosota ou os óleos pesados antracênicos.9 . em frações mais ou menos largas. Compreendem. .1 . . Estes óleos e outros produtos são constituídos essencialmente por misturas de hidrocarbonetos aromáticos e de outros compostos aromáticos.Toluol (tolueno) 2707. fenólicos.30 . ao fenol. por desbenzolagem do gás de hulha ou por qualquer outro processo. EM PESO. . contendo.Outros: 2707. Relativamente ao benzeno. 2707. . 27. CONTENDO. o toluol (tolueno).Os óleos de creosoto. cresóis. 2710. 27. por ciclização do petróleo. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.. há critérios específicos de pureza constantes das Notas Explicativas das posições 29. que se classifica na posição 38. 2) Os alcatrões resultantes da destilação da hulha a baixa temperatura ou da destilação da linhita ou da turfa. RESÍDUOS DE ÓLEOS.. para revestimento de estradas. 2) Os óleos e outros produtos. no estado puro ou comercialmente puro e obtidos por um novo fracionamento ou por qualquer outro tratamento dos produtos compreendidos na presente posição (Capítulo 29).91 . que contêm essencialmente produtos aromáticos (produtos benzênicos. naftênicos e fenólicos.10 . etc. xilenóis. e que são obtidos por destilação dos alcatrões de hulha a baixa temperatura ou de outros alcatrões minerais. ao xileno. em volume. PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS CONSTITUINTES AROMÁTICOS PREDOMINEM. análogos aos precedentes. bem como os alcatrões de hulha "reconstituídos".20 .02. em especial. 70% ou mais. obtidos pela diluição do breu de alcatrão de hulha com produtos da destilação dos alcatrões da hulha. PREPARAÇÕES NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES.60 .40 . Não compreende os produtos de composição química definida apresentados isoladamente. que são análogos aos precedentes. mesmo desidratados ou parcialmente destilados. etc. ao naftaleno. EM PESO.Outros Esta posição abrange: 1) Os óleos e os outros produtos obtidos pela destilação.07. 29.Óleos de creosoto 2707.

refinação catalítica (reforming). Todos estes óleos permanecem aqui compreendidos seja qual for o processo de depuração a que tenham sido submetidos (pela ação de soluções básicas ou ácidas. 7) Os óleos brancos denominados "vaselina" ou "parafina". Estes lubrificantes compreendem os óleos compostos.). a partir de alguns produtos provenientes do craqueamento (cracking) dos óleos minerais. A esta categoria de produtos pertencem. em relação aos não aromáticos. terfenilas policloradas (PCT) ou difenilas polibromadas (PBB) 2710.3 kPa) de mercúrio. ciclânicos (naftênicos).91 . 4) Os gasóleos (óleos diesel). bem como as preparações constituídas por misturas que contenham. seus homólogos e seus isômeros) com hidrocarbonetos acíclicos saturados. os óleos para lubrificação de fibras têxteis. Estes óleos mais ou menos líquidos ou semi-sólidos.Outros I. contanto que não sejam transformados em produtos de composição química definida. tais preparações só se encontram aqui compreendidas quando não estiverem incluídas em outras posições mais específicas da Nomenclatura. os lubrificantes para cilindros. C) Os óleos referidos nos parágrafos A) e B) anteriores.09. bem como os lubrificantes consistentes (graxas) constituídos por óleos de lubrificação e sabão de cálcio. Consistem em misturas de hidrocarbonetos acíclicos não saturados (especialmente octilenos. provenientes da destilação em frações mais ou menos largas ou da refinação dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. Todavia. por hidrogenação ou por qualquer outro processo (craqueamento (cracking). pela ação de solventes seletivos. os óleos para trabalhos pesados. são essencialmente constituídos por hidrocarbonetos não aromáticos. melhorados pela adição de pequeníssimas quantidades de diversas substâncias. 5) Os óleos combustíveis (fuel-oils). Esta posição compreende: A) Os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos de que se eliminaram. mesmo que tenham sido obtidos por ciclização do petróleo. por exemplo. Obtêm-se quer por polimerização. etc. ser misturadas com as gasolinas. médios e pesados. 70% ou mais de óleos dos parágrafos A) ou B) e nas quais estes óleos constituam o elemento de base. ou por qualquer outro processo (posição 27. diisobutileno e triisobutileno. para realização de algumas sínteses químicas.PRODUTOS PRIMÁRIOS A primeira parte da presente posição abrange os produtos que tenham sofrido tratamentos diferentes dos mencionados na Nota Explicativa da posição 27.Outros 2710. tais como os óleos ou gorduras vegetais. de alumínio. bem como os óleos leves. como solventes ou como diluentes.07). esta posição não compreende as poliolefinas sintéticas líquidas que destilem uma fração inferior a 60%. certas frações leves. As misturas de alquilenos utilizam-se.. por exemplo). Dado o seu elevado índice de octano. os óleos grafitados (grafita em suspensão nos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos). de lítio. isolados no estado puro ou comercialmente puro.99 . 3) O petróleo para iluminação (querosene). entre outros: 1) As gasolinas adicionadas de pequenas quantidades de produtos antidetonantes (tetraetilo de chumbo e dibromoetano.Contendo difenilas policloradas (PCB). B) Os óleos.2710. antioxidantes. em peso.9 . Também não se incluem nesta posição os óleos cujos constituintes aromáticos predominem. etc.). antiferruginosos..). 2) O white spirit.013 milibares (101.. em relação aos constituintes aromáticos. e que se obtêm por destilação da hulha a baixa temperatura. citam-se: 1) O éteres e as gasolinas de petróleo. em peso. por aplicação de um método de destilação a baixa pressão (Capítulo 39). conforme o caso. (estes últimos numa proporção da ordem. 6) O spindle oil e os óleos de lubrificação. nonilenos. por redestilação. Atualizado em 04/01/2011 . podem igualmente.19 . antiespumas. de 10 a 15%).Resíduos de óleos: 2710. etc.. etc. 2) Os lubrificantes constituídos pela mistura de óleos de lubrificação com quantidades muito variáveis de outros produtos (produtos para melhorar a sua untuosidade. Incluem-se especialmente neste grupo as misturas de alquilenos. nos quais os constituintes não aromáticos predominem.11 . tetrapropileno. em peso. tais como os parafínicos. Entre os óleos resultantes de destilação fracionada. denominadas tripropileno. pelo processo de cloreto de zinco ou pelos processos das terras absorventes. em volume. análogos aos precedentes. do isobutileno ou de outros hidrocarbonetos etilênicos. em grau muito baixo. principalmente) e de antioxidantes (parabutil-aminofenol. a 300°C e à pressão de 1. quer por separação (especialmente por destilação fracionada). do Capítulo 29. após adição de aditivos apropriados. tais como os silicones. por destilação primária mais ou menos prolongada (topping).. na maior parte das vezes. do propileno. etc.Óleos leves e preparações 2710.

proveniente do craqueiamento (cracking) ou da destilação do petróleo levada ao extremo limite ou obtido a partir de óleos de minerais betuminosos. constituindo o éter dietílico o elemento de base. que se obtêm adicionando aos óleos pesados produtos que melhorem a sua untuosidade. empregado para revestimento de estradas. etc. São óleos pesados adicionados. 27. como matéria-prima para a fabricação de eletrodos (coque de petróleo calcinado) ou como combustível (coque de petróleo não calcinado). II.11). Utiliza-se. das preparações desinfetantes. 2) as lamas de óleos provenientes de reservatórios de produtos petrolíferos. normalmente. de lavagem de cisternas ou de reservatórios de estocagem ou da utilização de óleos de corte nas operações de usinagem. tais como o p-cresoldibutil-terciário. mole ou quebradiço. provenientes de reservatórios de estocagem de gasolina ao chumbo e de compostos antidetonantes contendo chumbo. terfenilas policloradas (PCT) e as difenilas polibromadas (PBB) provêm.DESPERDÍCIOS DE ÓLEOS Os desperdícios de óleos são desperdícios contendo principalmente óleos de petróleo e óleos de minerais betuminosos (como especificados na Nota 2 do presente Capítulo). para limpeza de motores e de outros aparelhos). do despejo desses produtos químicos de equipamentos elétricos como trocadores de calor. B) O betume de petróleo (também designado "asfalto". e que estejam citadas ou compreendidas em outras posições mais específicas da Nomenclatura e as que tenham por constituinte de base outros produtos que não sejam os óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. BETUME DE PETRÓLEO E OUTROS RESÍDUOS DOS ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.03.11 . em peso. contendo éter dietílico.Não calcinado 2713. poroso e sólido.. utilizadas geralmente para recuperação do chumbo ou de compostos de chumbo e praticamente não contendo óleos de petróleo (posição 26. bem como outros elementos. 7) Os líquidos para transmissões hidráulicas (para freios (travões) hidráulicos etc. especialmente. que são óleos pesados adicionados. utilizadas na fabricação de produtos primários. de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.12 .14) e de certas preparações da posição 38.19. as gomas.Betume de petróleo 2713. citam-se: 1) Os extratos provenientes do tratamento dos óleos de lubrificação por meio de certos solventes seletivos. e semelhante ao betume não insuflado. aos quais se adicionaram inibidores antioxidantes. fungicidas. numa proporção de 10%. como os resultantes do transbordamento de cisternas e de reservatórios. das preparações antiferrugem da posição 34. a ferramenta e a peça usinada (trabalhada*)). em peso. (posição 38. etc. por exemplo. e que se destinam a ser empregados em emulsão aquosa.). O betume de petróleo ligeiramente modificado por insuflação de ar. é o caso.. por exemplo). as preparações para lubrificação de fibras têxteis e as outras preparações lubrificantes da posição 34.Outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos A) O coque de petróleo (calcinado ou não) é um resíduo negro. de compostos de chumbo e de óxidos de ferro. em que as propriedades lubrificantes não exercem qualquer função e que são óleos estáveis. especialmente. antioxidantes. inseticidas. por exemplo.3) Os óleos para transformadores e disjuntores. b) As preparações contendo menos de 70%. 6) Os óleos desmoldantes (antiaderentes) (que servem para desmoldar artigos cerâmicos.20). etc.90 . Compreendem: 1) os desperdícios de petróleo e desperdícios de óleos análogos impróprios para sua utilização original (por exemplo. c) As preparações contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. dos aditivos preparados para óleos minerais (posição 38. sendo a lanolina a matéria de base e o white spirit o solvente da preparação que se evapora depois da aplicação. Pelo contrário.. C) Entre os outros resíduos dos óleos de petróleo compreendidos na presente posição. etc. de 10 a 15% de um produto emulsionante (sulforricinato alcalino.1 . especialmente refinados. principalmente. constituídas por lanolina em solução no white spirit.).). 4) Os óleos de corte (cuja função principal é resfriar. principalmente. contendo principalmente esses óleos e uma forte concentração de aditivos (produtos químicos. para impermeabilização. antiespumantes. 2713. Os desperdícios de óleos contendo difenilas policloradas (PCB). óleos hidráulicos usados e óleos para transformadores usados).Calcinado 2713.Coque de petróleo: 2713. permanece classificado nesta posição. mesmo misturados com água. essencialmente. óleos de petróleo numa proporção igual ou superior a 70%.24 como as que se destinam a facilitar o arranque dos motores a gasolina. transformadores e disjuntores. dos solventes e diluentes compostos para vernizes (posição 38. É um produto de cor castanha ou negra. 3) os desperdícios de óleos apresentados na forma de emulsão em água ou de misturas com água. antiferruginosos.20 . óleos lubrificantes usados. de pequenas quantidades de produtos peptizantes que permitem eliminar as lamas. Atualizado em 04/01/2011 .COQUE DE PETRÓLEO.03 e os líquidos para freios (travões) hidráulicos da posição 38. os depósitos de carvão. etc. em qualquer proporção (mesmo superior a 70% em peso). 5) Os óleos de lavagem (que servem. Podem citar-se entre eles os óleos pesados adicionados de gorduras vegetais. pilares e vigas de concreto (betão). não estão incluídas aqui: a) As lamas de gasolina ao chumbo e lamas de compostos antidetonantes contendo chumbo. durante o trabalho. por exemplo.. que se formam durante o funcionamento. constituídas principalmente de chumbo. "breu" ou "pez de petróleo") é habitualmente obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto.08).13 .

a presente posição compreende também o betume natural desidratado e pulverizado.90 . dos tipos utilizados principalmente para revestimento de estradas. mesmo que tenham sido tratados com o fim de se lhes eliminar a água ou a ganga. brutos ou purificados (posição 38.17). são.07. insolúveis em água (posição 38. de asfalto. 27. As misturas betuminosas. 2) As emulsões ou suspensões estáveis em água. entre outras. 2714. Atualizado em 04/01/2011 . b) As hulhas betuminosas (posição 27. Todos os produtos acima citados estão compreendidos nesta posição. DE BETUME DE PETRÓLEO. Nota Explicativa de Subposições. compreendidas nesta posição.01). desde que não se incluam em posição mais específica).Outros Os betumes naturais (compreendendo os betumes asfálticos) e os asfaltos naturais (compreendendo o "asfalto de Trinidad" e os produtos denominados "areias asfálticas") são matérias muito viscosas ou sólidas. Esta posição compreende também os betumes. A simples adição de água ao betume natural não modifica a classificação do produto para os fins de aplicação da posição 27. Também podem ser extraídos o gás e outros produtos. as seguintes: 1) Os cut-backs. Excluem-se da presente posição: a) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo (compreendendo os que contenham uma certa proporção de óleo de petróleo). XISTOS E AREIAS BETUMINOSOS.14. formadas por hidrocarbonetos associados com quantidades variáveis de matérias minerais inertes. na preparação de vernizes ou de tintas. coques e outros resíduos.02). Os xistos e areias betuminosos servem para a obtenção de óleos minerais. etc. que não sejam água e emulsificantes (agentes de superfície). DE ALCATRÃO MINERAL OU DE BREU DE ALCATRÃO MINERAL (POR EXEMPLO: MÁSTIQUES BETUMINOSOS E "CUT-BACKS"). d) O betume de petróleo (posição 27. Os hidrocarbonetos contidos nos xistos podem apresentar-se sob a forma de matérias orgânicas denominadas "querógenos". 27. NATURAIS. tais como os de metais alcalinos. ou mesmo pulverizados ou misturados entre si. por 60% de betumes com um solvente e que se empregam para revestimento de estradas.24. na impermeabilização.15 . ASFALTITAS E ROCHAS ASFÁLTICAS (+). de amônio ou de etanolaminas (posição 34. de betumes. destilação ou processos mecânicos). 3) Os resíduos ácidos e as terras descorantes usadas que contenham certa proporção de óleos de petróleo.10 Esta subposição abrange as rochas e as areias de origem sedimentar contendo hidrocarbonetos.Xistos e areias betuminosos 2714. acrescentados unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte.MISTURAS BETUMINOSAS À BASE DE ASFALTO OU DE BETUME NATURAIS. solúveis em água. A separação efetua-se por aquecimento ou por outros processos de extração (por exemplo. 2) Os asfaltos.BETUMES E ASFALTOS.10 . 3) Os calcários betuminosos e as outras rochas asfálticas. b) Os naftenatos e os sulfonatos de petróleo. São excluídos desta posição: a) O tarmacadame (posição 25. Além disso. obtidos pelo tratamento dos óleos de minerais betuminosos.15).13). c) Os ácidos naftênicos. de breu ou de alcatrões. Esta posição também abrange: 1) Os xistos betuminosos e as areias betuminosas. de cor castanha ou negra.24). Subposição 2714. e ainda por razão de segurança. que são misturas geralmente constituídas. Os produtos desta posição empregam-se no revestimento de estradas.2) A goma de petróleo e as outras substâncias resinosas formadas pela oxidação dos hidrocarbonetos de petróleo. ou sob forma tal que permita a extração desses produtos. pelo menos.02). e ainda por razões de segurança (posição 27. e) As misturas betuminosas à base de betume natural e de outras substâncias.14 . os quais podem ser separados sob a forma de produtos da posição 27. f) As obras de asfalto da posição 68.09 (óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos). c) As linhitas betuminosas (posição 27.

duas vezes e meia mais pesado do que o ar. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. na fabricação de hipocloritos. em frascos de vidro amarelo. As soluções de bromo em ácido acético incluem-se na posição 38. É um elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e.. pela faculdade que possuem de secar ao ar como os vernizes e as tintas. Ataca a pele. na preparação de medicamentos. pelo grau de finura das cargas que.Iodo 2801. de produtos para fotografia (preparação do brometo de prata). Emprega-se em medicina. corando-a de amarelo.20 .01 .17).FLÚOR O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado. d) O betume natural desidratado e pulverizado. etc.). o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. A. São também excluídos desta posição: a) O tarmacadame (pedras duras trituradas e revestidas de alcatrão) (posição 25. tais como a areia ou o amianto. ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se. as gorduras e os têxteis. borracha clorada. Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. por exemplo. etc. f) As preparações lubrificantes da posição 34. Também se emprega na metalurgia do ouro. classificam-se na posição 68. acondiciona-se. Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados. derivados bromados do anil. quando purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado). É um gás amarelo-esverdeado.95 a 0°C). por secagem. corrosivo. etc.Cloro 2801. C. por exemplo). em fotografia.IODO O iodo extrai-se.14). corrosivo. como reagente. em especial. na indústria de corantes (na preparação da eritrosina. c) Os alcatrões minerais reconstituídos (posição 27.Flúor. ladrilhos. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo bruto).07. sedativos). perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. Alguns produtos desta posição são aglomerados em pães ou blocos destinados a serem refundidos antes de serem usados. na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas. pela presença eventual de um ou mais elementos filmogêneos diferentes do asfalto. 28. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a goma de amido. É muito pouco solúvel na água. na preparação de iodetos. quer das algas marinhas. de oxicloreto de carbono e em sínteses orgânicas (corantes artificiais.18).06). conforme os casos. Estes produtos empregam-se.24. em vagões-tanques (vagões-cisternas) ou em barcaças. estanho e cádmio. D.10 . muito denso (3.03 .CARBONO (NEGROS-DE-CARBONO E OUTRAS FORMAS DE CARBONO NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES). etc. B. tratadas pelo gás sulfuroso ou pelo hidrogenossulfito de sódio. de cheiro acre. de cloretos de metais. em reservatórios. em palhetas brilhantes ou cristais prismáticos.44). como a serragem (serradura*). betume... e) Os vernizes e as tintas betuminosos (posição 32. eventualmente. ceras artificiais. bem como as misturas betuminosas semelhantes obtidas por incorporação de matérias minerais. etc. e inflama as substâncias orgânicas. Emprega-se na preparação de medicamentos (por exemplo. e ainda por razões de segurança (posição 27.CLORO O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos. como catalisador em sínteses orgânicas. para calafetagem.). É um líquido avermelhado ou castanho-escuro. cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo. O iodo é um sólido muito denso (densidade 4. bem como pela tênue espessura e dureza da camada que se deposita no suporte. mesmo a frio. 28. Os pães ou blocos deste tipo estão aqui compreendidos.03. Atualizado em 04/01/2011 . Os artigos acabados de forma regular (lajes. placas.3) Os mástiques de asfaltos e outros mástiques betuminosos. acinzentados. incineração e tratamento químico das cinzas. então. especialmente o cloreto de sódio. emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. etc. esta posição abrange os elementos não-metálicos designados por halogênios. BROMO E IODO.).. bromo À exceção do astatínio (astate*) (posição 28. como produtos para moldação. alcatrão ou do breu.BROMO O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos. em metalurgia e na obtenção de lacrimogêneos (bromacetona). 2801. Desinfetante e anti-séptico. geralmente. CLORO. é perigoso respirá-lo. serve para esterilizar (clorar) a água. Como destrói os corantes e matérias orgânicas. de brilho metálico.18 a 0°C).10) que se distinguem de algumas misturas da presente posição. a madeira. b) O aglomerado de dolomita ou adobe-dolomita (dolomita aglomerada com alcatrão) (posição 25. É habitualmente transportado em cilindros de aço. quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais.30 .FLÚOR. lhes sejam adicionadas. sufocante. em dispersão na água e contendo uma pequena quantidade de emulsificante (agente de superfície) acrescentado unicamente para facilitar a sua manipulação e o seu transporte.

seleniados. É denso. na fabricação de cloropreno. resinas e óleos (negro-de-fumo). inodoro. com um odor sufocante. Consoante o seu processo de fabricação. carbonizando-as. etc. cuja fórmula é ClSO2OH..02 ou 71.ÁCIDO SULFÚRICO. ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM). de cloreto de vinila.06 . Os negros-de-carbono.04). zinco e de outros metais. de pomadas para calçado. 28. em recipientes de vidro ou de arenito (grés) ou ainda em vagões-tanques ou caminhões-tanques revestidos interiormente de borracha. Eliminam-se-lhe as impurezas (produtos nitrados. A presente posição inclui as seguintes categorias de carbono. separação da gelatina dos ossos. É um líquido incolor ou acastanhado. Emprega-se. de indigossóis. posição 38. tem o aspecto oleoso. resulta da combinação a seco do gás clorídrico com anidrido sulfúrico ou com ácido sulfúrico fumante (oleum). que libera vapores em atmosfera úmida e se decompõe pela água ou pelo calor. preparação de cloretos de metais. Também se exclui desta posição o dioxidicloreto de enxofre (cloreto de sulfurila) (posição 28. hulha. Os negros-de-carbono utilizam-se como pigmentos na fabricação de tintas.04). Os ácidos hipocloroso.02). e) Os carvões ativados e os negros de origem animal (negros-de-ossos. muito fino e puro. etc. incluindo as de impressão. entram também na fabricação de papel-carbono (papel-químico*) e empregam-se como carga na indústria da borracha. tambores de aço. etc. etc. arsênio. Apresenta-se liquefeito sob pressão em cilindros de aço. sob pressão. caminhões-tanques. de 28 a 38%) (ácido clorídrico.11. por arco voltaico ou por faísca elétrica) de matérias orgânicas ricas em carbono. clórico e perclórico classificam-se na posição 28.Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico). 28. c) Alguns pigmentos negros minerais da posição 32..12).Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 2806. comercialmente denominado ácido clorossulfônico (monocloridrina sulfúrica). O negro-de-acetileno. As soluções concentradas espalham vapores brancos no ar úmido. ácido muriático. se liquefaz facilmente e é muito solúvel em água.) (posição 38. arseniados. pentóxido de vanádio.01). O ácido sulfúrico comercial contém de 77 a 100% de H2SO4.O carbono é um elemento não-metálico sólido. etc.10 . ácido sulfúrico). linhita). óxido férrico. Os seus usos são muito diversos: decapagem do ferro. f) O carvão de madeira (posição 44. obtém-se pela ação do hidrogênio sobre o cloro ou pela ação do ácido sulfúrico sobre o cloreto de sódio. muito corrosivo. produtos oleosos. no caso contrário. de cheiro pungente. tais como o metano (negro-de-gás-de-petróleo). de cloridrato de borracha. purificação do negro animal. vagões-tanques ou navios-tanques.Ácido clorossulfúrico A. espírito de sal)..06 (negro de "alu".).)..). 2) Naftaleno. empregam-se principalmente no estado gasoso. A. b) Os carvões naturais que constituam combustíveis sólidos (antracita. Também se apresenta em soluções aquosas concentradas (em geral. fazendo passar oxigênio e anidrido sulfuroso sobre um catalisador (platina. sulfato de chumbo) por tratamento com sulfeto de hidrogênio ou sulfeto de amônio. Nas sínteses orgânicas. negro-de-xisto. de cheiro irritante. os aglomerados e o carvão de retorta (Capítulo 27). o coque. de cânfora artificial. Estas soluções. o acetileno e os gases antracênicos (gases carburados pelo antraceno).07 . Não se incluem nesta posição: a) A grafita natural (posição 25. fumante (que libera vapores). como impurezas. são amareladas se o produto contiver impurezas (cloreto férrico. especialmente.ÁCIDO CLOROSSULFÚRICO (ÁCIDO CLOROSSULFÔNICO) O ácido clorossulfúrico. anidrido sulfuroso. os negros-de-gás-de-petróleo também se designam por negrosde-túnel ou por negros-de-forno.02). Acondiciona-se em recipientes ou garrafões de vidro. ácido clorossulfúrico. impropriamente denominado ácido clorossulfúrico. d) A grafita artificial e a grafita coloidal ou semicoloidal (principalmente. incolor (se não contiver impurezas) e amarelo ou castanho (no caso contrário). negro-de-silício. provocada por faísca elétrica. tais como: 1) Gases naturais. principalmente. Reage violentamente com a água e destrói a pele e a maior parte das substâncias orgânicas. Os negros-de-carbono podem conter.CLORETO DE HIDROGÊNIO (ÁCIDO CLORÍDRICO) O cloreto de hidrogênio (HCl). provém da decomposição brusca do acetileno comprimido.20 . Atualizado em 04/01/2011 . etc. etc. g) O carbono cristalizado em diamantes (posições 71.ÁCIDO SULFÚRICO O ácido sulfúrico (vitriol) (H2SO4) obtém-se pelo método das câmaras de chumbo e. que resultam da combustão incompleta ou do craqueamento (cracking) (por aquecimento. É um gás que. 2806. ou incolores. O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo muito violento. B. de tioindigo. nas sínteses orgânicas (fabricação de sacarina.

na preparação de adubos ou de fertilizantes. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. São produtos líquidos ou sólidos. de cor acentuadamente castanha. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. 90%. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO.ÁCIDO SULFÚRICO FUMANTE (OLEUM) Os oleums (ácidos sulfúricos fumantes) são ácidos sulfúricos com excesso (até 80%) de anidrido sulfúrico (trióxido de enxofre). nas posições 28. O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). ácido sulfúrico. como impurezas. 2809. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. atacam a pele e o vestuário. pentóxido de fósforo.11). contendo ácidos superiores. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. a alta temperatura. classificadas nesta posição. por exemplo. emitem vapores perigosos e liberam o trióxido de enxofre livre.. ele dificilmente se conserva no estado sólido. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). trióxido de enxofre. que se incluem respectivamente.Pentóxido de difósforo 2809. pentóxido de difósforo. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. São ácidos cíclicos. o ácido sulfâmico e os ácidos minerais da série tiônica (ácidos tiônicos ou politiônicos) (posição 28. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica". É um pó branco.. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5.09 . Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. B. amorfa e vítrea.Outros ácidos polifosfóricos. 2) Ácidos metafosfóricos.10 . ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. Tais misturas. que também podem conter sais de sódio destes ácidos. Por condensação do ácido fosfórico. dos derivados de alizarina. etc. e nas indústrias petrolífera. c) Os cloretos de tionila ou de sulforila (posição 28. Acondicionam-se em recipientes de vidro. por exemplo.12). ÁCIDO FOSFÓRICO. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. C. etc.).20 . que também se inclui aqui.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I.. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. A solução concentrada.Este ácido utiliza-se num grande número de indústrias: emprega-se. os ácidos peroxossulfúricos (persulfúricos). Emprega-se.. O ácido sulfúrico fumante (oleum) emprega-se largamente nas reações de sulfonação em química orgânica (preparação do ácido naftaleno-sulfônico. arenito (grés) ou de chapa de ferro. onde n é 3 ou mais. onde n é 2 ou mais. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico.08.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. que reagem violentamente com a água. e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n. etc. muito corrosivo.. que se transporta em recipientes herméticos. O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. A. O ácido comercial assim preparado contém. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. siderúrgica.Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. de explosivos e de pigmentos corantes inorgânicos. ácido fluossilícico. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1.). do tioíndigo. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. como. Estas misturas também se classificam nesta posição.PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). Excluem-se da presente posição: a) O ácido clorossulfúrico (monocloridrina sulfúrica) e o ácido sulfonítrico. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). por isso. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. Atualizado em 04/01/2011 . o sulfeto de hidrogênio. 28. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). também às vezes se denomina "ácido xaroposo". na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). da hidroxiantraquinona. b) O trióxido de enxofre..06 e 28. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. II. ao ar seco. ávido de água.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. por exemplo. B.

Pentóxido de difósforo 2809. ácido fluossilícico. que também se inclui aqui. também às vezes se denomina "ácido xaroposo".PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO O pentóxido de difósforo (óxido de fósforo (V). O ácido fosfórico puro resulta da hidratação controlada do pentóxido de difósforo. A solução concentrada. O ácido comercial assim preparado contém.10 .Ácido fosfórico e ácidos polifosfóricos Esta posição compreende o pentóxido de difósforo. diidrogeno-ortofosfato de cálcio. São ácidos cíclicos. anidrido fosfórico) (P2O5) obtém-se por combustão. na preparação de superfosfatos concentrados e ainda na indústria têxtil e como decapante (removedor de ferrugem). Estas misturas também se classificam nesta posição. 3) Outros ácidos polifosfóricos do tipo POP. etc. bem como os ácidos pirofosfóricos (difosfóricos). O ácido fosfórico pode apresentar-se em cristais prismáticos deliquescentes. B. obtêm-se vários ácidos poliméricos: ácido pirofosfórico (difosfórico). e uma série cíclica de ácidos de fórmula geral (HPO3)n.. Tais misturas.. São altamente higroscópicos e utilizam-se na dessecação de gases. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. C. onde n é 2 ou mais. apresenta-se principalmente em soluções aquosas (a 65%. Excluem-se desta posição: a) Os outros ácidos e anidridos do fósforo (ácido fosfônico e respectivos anidridos. como impurezas.ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS I. pentóxido de fósforo. Apresentam-se normalmente em mistura comercializadas com os nomes de ácido polifosfórico ou superfosfórico. 90%. O pentóxido de difósforo existe em forma cristalina. ácido fosfínico) (posição 28. É instável em atmosfera úmida e reconverte-se rapidamente em ácido "orto". Atualizado em 04/01/2011 . por exemplo..). pentóxido de difósforo. etc.ÁCIDO FOSFÓRICO O ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum) (H3PO4) obtém-se por ação do ácido sulfúrico sobre fosfatos tricálcicos naturais. que se mantém supersaturada (sobressaturada*) à temperatura ambiente. Por condensação do ácido fosfórico.Incluem-se neste grupo os ácidos que se caracterizam por um encadeamento POP. ele dificilmente se conserva no estado sólido. II. A. 2809. ávido de água.20 . Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco. é mais estável em solução pouco concentrada..PENTÓXIDO DE DIFÓSFORO. apresentam-se como massas vítreas que se volatilizam quando aquecidas ao rubro e não podem cristalizar-se. Esta posição abrange. ÁCIDOS POLIFOSFÓRICOS. a alta temperatura.Esta posição abrange. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). que se transporta em recipientes herméticos. Este composto apresenta-se sob a forma de um diidrato cristalino que deve ser conservado em lugar seco.11). o ácido ciclo-trifosfórico (HPO3)3 e o ácido ciclo-tetrafosfórico (HPO3)4. o ácido hipofosfórico (ácido difosfórico (IV) (H4P2O6)). entre outros. 2) Ácidos metafosfóricos.48). Emprega-se. 1) O ácido pirofosfórico (ácido difosfórico) (H4P2O7) forma-se por aquecimento controlado do ácido ortofosfórico. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. o ácido fosfórico (ácido ortofosfórico ou ácido fosfórico comum). contendo ácidos superiores. metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos.Outros ácidos polifosfóricos. que se apresentam como componentes de menor incidência em misturas de ácidos polifosfóricos contendo mais de 86% de P2O5. ácidos metafosfóricos e outros ácidos polifosfóricos. entre outros. é mais estável em solução pouco concentrada. por exemplo. muito corrosivo. 28. ácido sulfúrico. ÁCIDO FOSFÓRICO. Emprega-se para desumidificar gases e em sínteses orgânicas. como. b) Os fosfetos de hidrogênio (posição 28.09 . É um pó branco. Por este processo pode formar-se uma série de ácidos que têm a fórmula geral Hn+2PnO3n+1. ao ar seco. classificadas nesta posição. tais como o ácido trifosfórico (H5P3O10) e o ácido tetrafosfórico (H6P4O13). onde n é 3 ou mais. O ácido polifosfórico glacial (ácido metafosfórico comercial) é uma mistura de ácidos polifosfóricos (principalmente lineares). amorfa e vítrea. ácido fosfínico) (posição 28. trióxido de enxofre. do fósforo extraído dos fosfatos naturais. por isso.. que também podem conter sais de sódio destes ácidos.11). Esquematicamente podem ser obtidos por condensação de duas ou mais moléculas de ácido ortofosfórico com eliminação das moléculas de água. A mistura destas três variedades constitui a "neve fosfórica".

HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA).) para rápida obtenção de peróxido de hidrogênio (oxilito). PERÓXIDOS DE SÓDIO OU DE POTÁSSIO. incluem-se aqui os óxidos e hidróxidos artificiais não misturados e mencionados a seguir.30 . mas podendo também ser violeta.ÓXIDOS DE FERRO Trata-se aqui.20 . etc. classificam-se na posição 38.HIDRÓXIDO DE SÓDIO (SODA CÁUSTICA) O hidróxido de sódio (NaOH) constitue a soda cáustica. especialmente.Terras corantes As terras corantes à base de óxido de ferro natural contendo. Não se deve confundir com a soda comercial.1 . Também se usa em medicina. A.11 .8% de ferro no estado puro. geralmente de cor vermelha. sobretudo.. muito deliqüescente. vidros ou espelhos.21 .PERÓXIDO DE SÓDIO O peróxido de sódio (dióxido de dissódio) (Na2O2). que é o carbonato de sódio (posição 28. 2821. que se obtém a partir do sulfato ferroso desidratado ou do óxido de ferro natural. quer no estado puro. Quando puro. EXPRESSO EM Fe2O3. 28.. C. Pode apresentar-se em solução aquosa ou em forma sólida anidra. e contém então. cuja densidade é de cerca de 2. por ação do leite de cal sobre o carbonato de potássio (potassa a cal). entre outras impurezas. na decapagem de peças a metalizar ou a pintar. D. Apresenta-se sob a forma de um pó muito dividido. cores cerâmicas (óxido violeta) e composições vitrificáveis que se utilizam na fabricação de vidro para garrafas com o fim de tornar a massa fusível. na fabricação de sabões moles. cabe na presente posição. O hidróxido de potássio puro obtém-se por tratamento por álcool ou por dupla decomposição da barita e do sulfato de potássio. para branquear tecidos. a cerca de 50%) ou de potassa sólida. Apresenta-se sob a forma de solução aquosa (lixívia de potassa).04. expresso em "óxido férrico". sob a forma de bastonetes (pedra de cautério). Conserva-se da mesma maneira que a soda cáustica e tem as mesmas propriedades. ou mais. pela ação do leite de cal sobre o carbonato de sódio ou pela eletrólise do cloreto de sódio. propriedades e emprego. no branqueamento. com sulfato de cálcio (vermelho de Veneza). alizarina.Peróxidos de sódio ou de potássio A.Sólido 2815. chamadas "cales sodadas". vermelho da Inglaterra ou colcotar). constitui uma preparação classificada na posição 38. caso em que se classifica no Capítulo 32..12 . mercerização do algodão. que tem propriedades muito semelhantes às do hidróxido de sódio acima mencionado.15 . essencialmente. utilizada em aluminotermia. metalurgia do tântalo e do nióbio. expresso em Fe2O3.Óxidos e hidróxidos de ferro 2821. mais ou menos concentrada (usualmente. o produto químico apresenta-se em cubos ou em pastilhas. É deliqüescente e muito solúvel em água.04. fabricação de numerosos produtos químicos e.36) ou potassa comercial (termo que se emprega abusivamente em alguns países para designar qualquer sal de potássio e.HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA) O hidróxido de potássio (KOH) ou potassa cáustica não deve confundir-se com o carbonato de potássio (posição 28.03 ou 30. Associado a catalisadores (vestígios de sais de cobre. 2815.36). Com ele se fabricam tintas (para construção civil. delas se podem extrair a soda cáustica e o tall oil da posição 38. é um pó branco ou amarelado. resorcina. Para determinar se o limite de 70% foi atingido devese considerar o teor total de ferro.PERÓXIDO DE POTÁSSIO O peróxido de potássio (dióxido de dipotássio) (K2O2) apresenta grandes semelhanças com o peróxido de sódio. de níquel.Hidróxido de sódio (soda cáustica): 2815. etc. B.. na fabricação de permanganato de potássio.10 . Obtém-se principalmente por eletrólise de soluções de cloreto de potássio natural da posição 31. 70% OU MAIS DE FERRO COMBINADO. para purificação de gás de iluminação. especialmente.Hidróxido de potássio (potassa cáustica) 2815. ou seja 58. de ferro combinado.). quer misturado com argilas. A desidratação da solução aquosa do hidróxido de sódio fornece o produto no estado sólido sob a forma de flocos ou em pedaços.. do óxido férrico (Fe2O3). um peso 70%. Emprega-se na indústria do sabão. como agente cauterizante.8. Atualizado em 04/01/2011 . uma terra corante natural contendo 84% de óxido férrico.03. como oxidante em síntese orgânica e para depuração do ar confinado. O óxido férrico é um pigmento (mínio de ferro. O hidróxido de sódio obtém-se. incluem-se nesta posição. EM PESO. em frascos de vidro.20 . Também se obtém a potassa cáustica. etc. As misturas de soda cáustica e de cal. composições para limpar e dar brilho a metais. obtém-se por combustão do sódio. As lixívias sódicas residuais do tratamento das pastas de celulose à soda ou ao sulfato.24. amarelo ou preto (óxido violeta. classificam-se na posição 38. obtenção de sabões duros. amarelo ou negro).24. fabricação de celulose regenerada. Também se emprega para preparar a termita (misturado com o alumínio em pó). A soda cáustica é uma base forte com numerosas aplicações industriais: preparação de certas pastas químicas de madeira por eliminação da lignina.. cloreto de potássio. etc. Emprega-se. etc.Em solução aquosa (lixívia de soda cáustica) 2815. associada à cal. TERRAS CORANTES CONTENDO.28. de compostos fenólicos: fenol. especialmente em submarinos. sanguine. decompondo-se pela água com liberação de calor e formação de peróxido de hidrogênio. quanto ao seu processo de obtenção.04. o cloreto). classifica-se nas posições 30. Atendida esta ressalva. contra a ferrugem. HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO (POTASSA CÁUSTICA). especialmente. e então está compreendido nesta posição. para este fim. Por isso deve conservar-se em recipientes de aço bem fechados. assim.ÓXIDOS E HIDRÓXIDOS DE FERRO.. Também se apresenta em pães acondicionados em recipientes metálicos soldados. A soda sólida ataca a pele e destrói as mucosas..

51 . 2) Cloreto de cálcio (CaCl2). e é higroscópico.19). é um antídoto contra envenenamento por anidrido arsenioso. apresenta-se moldado.De cobre 2827. limonito (óxido hidratado).Cloreto de cálcio 2827. d) O óxido de ferro alcalinizado para a depuração de gases (posição 38. etc.01: hematitas vermelhas (oligisto. nas indústrias de corantes e em curtimenta. É um óxido anfótero.5 . apresenta-se cristalizado ou granulado.06. quer só .Oxicloretos e hidroxicloretos: 2827. flor ou pães. É sólido. na presença do oxigênio.. adquire coloração e transforma-se em hidróxido férrico. em pó. Quando puro. Apresenta-se em massa cristalina.. etc.60 . que. magnetita (óxido magnético de ferro). Entra na composição de misturas refrigerantes.12.. em fotografia (fixador).06.4 . IODETOS E OXIIODETOS. (Atualização nº 5. Entra na fabricação de corantes complexos (castanho Van Dick.De magnésio 2827. de 09/02/2004 . 2827. caso em que cabe na posição 32. em eletrólises.05). vermelho Van Dick. menos de 70%. Prepara-se fazendo atuar uma base alcalina sobre um sal férrico. Os principais cloretos aqui incluídos são: 1) Cloreto de amônio (sal amoníaco.. 2) Hidróxido férrico (óxido castanho) (Fe(OH)3).. hidroxicloretos.. (açafrão ou amarelo de Marte). b) Os óxidos de ferro que sejam minérios da posição 26. etc. em caso contrário..49 . Prepara-se por neutralização do cloreto de hidrogênio pelo amoníaco. ou misturadas com outras terras corantes. cloridrato de amônio (NH4Cl). em massa porosa ou em palhetas. BROMETOS E OXIBROMETOS. 28. Emprega-se na estampagem e no tingimento de têxteis.Brometos de sódio ou de potássio 2827. nas pilhas Leclanché. dá origem aos ferratos da posição 28.CLORETOS Incluem-se aqui os sais do cloreto de hidrogênio da posição 28. e emprega-se como pigmento.10 . É branco. Em geral. Estão excluídos desta posição: a) As terras corantes à base de óxidos de ferro naturais contendo. SRF nº 509. é solúvel em água. oxibrometos. como adubo ou fertilizantes.59 .e classifica-se então nesta posição . Tem cor de ferrugem. oxicloretos.).03 ou 71.Cloreto de amônio 2827.. amarelado. c) As chispas (battitures) de ferro. é incolor e.3 .20 .Outros cloretos: 2827. de ferro combinado. bem como o óxido de ferro micáceo natural (posição 25.CLORETOS. martita. Puro.39 . que se obtêm por sublimação. Os halogenetos e oxialogenetos dos elementos não-metálicos classificam-se na posição 28. expresso em Fe2O3. iodetos e oxiiodetos de metais ou do íon de amônio (NH4 +). DOU 15/02/2005) e) Os óxidos de ferro naturais (hematitas) que constituam pedras preciosas ou semipreciosas (posições 71. consoante o seu grau de pureza.Outros 2827.B. castanho-avermelhada ou com reflexos violáceos. Extrai-se este composto dos sais naturais de Stassfurt ou obtém-se como subproduto da fabricação do carbono de sódio. Ver a Nota Explicativa da posição 31.31 . hematitas castanhas (minettes ou óxidos hidratados contendo carbonatos). hidratado com 6 H2O.De alumínio 2827. fundido.35 . em peso.Outros 2827. amarelado ou castanho. A. incluem-se na presente posição os cloretos.Outros 2827. óxidos impuros que se desprendem da superfície do ferro aquecido ao rubro ou martelado (posição 26. como decapante de metais.HIDRÓXIDOS DE FERRO 1) Hidróxido ferroso (Fe(OH)2).25). branco...De níquel 2827. depois de oxigenado.Brometos e oxibrometos: 2827. com castanho da Prússia. pela Instr.Public.Iodetos e oxiiodetos Reservadas as exclusões mencionadas na introdução a este Subcapítulo.quer misturado com carvão.27 . para endurecer colas e vernizes. e. Norm. OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS.41.32 . castanho de Inglaterra. brometos. Obtém-se pela ação de uma base alcalina sobre um sal ferroso.02 em relação aos adubos ou fertilizantes contendo cloreto de amônio.30). utiliza-se na preparação Atualizado em 04/01/2011 .41 . castanho da Suécia).

O cloreto anidro. em curtimenta. b) Cloreto estânico (tetracloreto de estanho) (SnCl4). b) Cloreto crômico (CrCl3). por exemplo. Apresenta-se principalmente em solução aquosa de aspecto xaroposo. pela ação do cloro sobre uma mistura de carvão com anidrido titânico natural (rutilo. em estradas e pavimentos de terra batida. lamelas ou prismas translúcidos ou cristalizado em agulhas incolores. muito solúveis em água. vermelhos ou roxos. É corrosivo e altera-se em contacto com o ar. que azulam pelo calor. a) Cloreto cuproso (monocloreto de cobre) (CuCl). Emprega-se como mordente na estampagem de tecidos. Entra na preparação de corantes castanhosos e de alguns medicamentos e emprega-se ainda como catalisador e na estampagem de têxteis. para decoração de porcelanas. como parasitida e raticida. forma cristais incolores. palhetas. apresenta-se em massas amarelas. solúveis em água. Prepara-se a partir do carbonato natural de bário (witherita) ou do sulfato natural de bário (baritina). para carga de têxteis (carga de estanho para seda) e. Anidro (em escamas. praticamente insolúveis em água e que se oxidam em contacto com o ar. É solúvel em água e empregase na obtenção de cimentos muito duros (para pavimentos sem juntas). de cheiro pungente. castanhas ou vermelho-granada. solúveis em água. na cromagem eletrolítica. etc. Anidro. na limpeza química (carbonização) de lãs. Emprega-se para tingimento. ou em pó amareloesverdeado) ou hidratado com 4 H2O. Apresenta-se em massas cristalinas brancas (manteiga de zinco). 8) Cloreto de zinco (ZnCl2). em eletrólise (banhos de niquelagem) e como absorvente em máscaras contra gases. O cloreto sólido emprega-se em síntese orgânica. É um subproduto da extração dos sais potássicos e apresenta-se anidro em massas. (CrCl2). como mordente de tecidos. e em tingimento e estampagem. Prepara-se por solução de óxido ou carbonato de ferro ou ferro metálico em cloreto de hidrogênio ou em água-régia. deliqüescentes e solúveis em água. a) Cloreto cromoso. Também se emprega em medicina. solúvel em água. para fazer irisações cerâmicas. rodocrosita) e do cloreto de hidrogênio. vermelhos ou roxos. 6) Dicloreto de cobalto (cloreto cobaltoso) (CoCl2. etc. para purificação de águas industriais. como fumígeno ou em síntese orgânica. Obtém-se pela ação do cloro sobre o alumínio ou do cloreto de hidrogênio sobre a alumina. Tem maior emprego que o cloreto ferroso e utiliza-se na depuração de águas industriais. Emprega-se na metalurgia do níquel e da prata e como catalisador. em tingimento à cuba (sal de estanho dos tintureiros). hidratado (com 6 ou 12 H2O). O cloreto de magnésio natural (bischofita) classifica-se na posição 25. em cristais alaranjados.02 (dialogita. em fotografia e fotogravura. etc. 7) Dicloreto de níquel (NiCl2). em síntese orgânica e para obter o cromo sinterizado.08 ou a partir das cinzas e resíduos da posição 26. É redutor e mordente. é deliqüescente e solúvel em água. Apresenta-se em frascos bem fechados. em cristais rosas. O cloreto hidratado (com 6 H2O) apresenta-se em cristais verdes. quando hidratado (com 4 H2O. 4) Cloreto de alumínio (AlCl3). cerâmica. Apresenta-se em pó cristalino ou em cristais incolores. cáustico e muito tóxico. Anidro e exposto ao ar. Apresenta-se em agulhas cristalinas ou em soluções aquosas de cor azul. Hidratado.30. desinfecção. 14) Cloretos de cobre. 9) Cloretos de estanho. é solúvel em água e apresenta-se anidro ou fundido (em pó amarelo) ou hidratado com 2 H2O (em cristais lamelares e lâminas cristalinas). Também se emprega como decapante em soldagens. com algumas gotas de álcool para evitar a oxidação. ou em soluções. escamas ou palhetas amarelas. na conservação de peles. e ainda para tornar a madeira ignífuga. com as mesmas cores.20. libera vapores. ou ainda fazendo-se passar cloro gasoso sobre ferro aquecido ao rubro. tornando-se amarelado. na preparação de tintas simpáticas e como absorvente em máscaras contra gases. em medicina (como hemostático e vasoconstritor) e. O cloreto de zinco obtém-se pela ação do cloreto de hidrogênio sobre os minérios de zinco ustulados (blenda ou calamina) da posição 26. deliqüescentes. agente de desidratação ou de condensação em síntese orgânica (preparação de aminas a partir do fenol. Anidro. Emprega-se em tingimento. 3) Cloreto de magnésio (MgCl2). como mordente. ou em solução aquosa verde. também se apresenta em massa gelatinosa (manteiga de estanho). Apresenta-se em massa cristalina rosada.de concretos (betões) em tempo frio. hidratado (com 5 ou 12 H2O). ou. 12) Cloretos de cromo. fundidas ou granuladas. É muito deliqüescente. no apresto do algodão ou de outros têxteis. O mais importante desses sais é o tetracloreto de titânio (TiCl4). Apresenta-se em massa de fratura resinosa. como mordente em tinturaria. Oxida-se em contacto com o ar. 10) Cloreto de bário (BaCl2). 11) Cloretos de titânio. brookita. na preparação da púrpura de Cassius. emprega-se para tornar a madeira ignífuga. Serve em tingimento para preparar mordentes (mordentes de titânio). por exemplo (em cristais verdes ou azulados). O cloreto de ferro líquido comercial é uma solução aquosa vermelho-escura. apresenta-se em lâminas. em cristais verdes ou roxos. Atualizado em 04/01/2011 . em cristais brancos ou amarelados (com 2 H2O). Apresenta-se em cristais rosas. apresenta-se como líquido incolor ou amarelado que libera vapores brancos em contacto com o ar úmido. São numerosas as suas aplicações: é anti-séptico. 6 H2O). misturado com cloreto estanoso e associado com sais de ouro. cilindros. que libera vapores em contacto com o ar. Emprega-se. como mordente de tecidos. anatase). na depuração de óleos e na fabricação de cimentos dentários e de medicamentos (antisépticos cauterizantes). cor-de-rosa ou alaranjadas e ainda. Obtém-se a partir do carbonato natural da posição 26. como desinfetante e anti-séptico em medicina. É um líquido incolor ou amarelado. como catalisador. É usado como mordente em tinturaria. 13) Dicloreto de manganês (cloreto manganoso) (MnCl2). deliqüescentes. b) Cloreto férrico (FeCl3). Em solução aquosa utiliza-se na conservação da madeira. higroscópico e hidrolisável. Apresenta-se em massas ou em escamas cristalinas. como carga de sedas e em eletrólise. a) Cloreto estanoso (dicloreto de estanho) (SnCl2). É um redutor. como mordente. como antipoeira. principalmente. 5) Cloretos de ferro: a) Cloreto ferroso (protocloreto) (FeCl2). fungicida e desidratante. para dar pátina ao ferro. como oxidante. Tanto anidro como cristalizado. por exemplo). que se obtém na metalurgia do titânio. por exemplo) e ainda na desumidificação de gases. no endurecimento de celulose (preparação da fibra vulcanizada) e em sínteses orgânicas. Emprega-se na construção de higrômetros.

b) Pentacloreto de antimônio (SbCl5). 4) Brometo de cálcio (CaBr2. Prepara-se fazendo reagir o brometo de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio. Líquido incolor. corantes e de medicamentos. É anidro e apresenta-se em cristais grandes. Emprega-se em medicina ou em fotografia. empregado na preparação de pérolas artificiais.BROMETOS E OXIBROMETOS Este grupo compreende os sais do brometo de hidrogênio (posição 28. é cáustico. que libera vapores em contacto com o ar. 15) Cloretos de antimônio. 6) Outros brometos e oxibrometos.OXICLORETOS E HIDROXICLORETOS Este grupo compreende os oxicloretos e hidroxicloretos de metais.11) e os oxibrometos: 1) Brometo de sódio (NaBr). a cal ou a óleo ou ainda na preparação de outras cores mais complexas. solúveis em água. Servem para preparar os cromatos de chumbo e são pigmentos (amarelo de Cassel) utilizados em tintas a água. Apresenta-se em pedaços amorfos. de cheiro irritante. Indicam-se a seguir os principais oxicloretos e hidroxicloretos: 1) Oxicloretos e hidroxicloretos de cobre. na indústria de matérias corantes e em pirotecnia (fogos de artifício). Prepara-se pela ação do brometo de hidrogênio sobre a amônia. 5) Oxicloreto de antimônio (SbClO).04 ou 31. em fotografia e em eletrólise. 6 H2O).30. higroscópico e solúvel em água. 2) Brometo de potássio (KBr).IODETOS E OXIIODETOS Este grupo compreende os sais do iodeto de hidrogênio da posição 28. Atualizado em 04/01/2011 . para apresto de couros.28. etc. translúcidas. 7) Oxicloreto de bismuto (cloreto de bismutila) (BiClO). e obtém-se abaixo daquela temperatura. deliqüescentes e muito solúveis em água. Emprega-se em medicina (como sedativo do sistema nervoso). Emprega-se para "bronzeamento" e decapagem de metais. x H2O). Obtêm-se a partir do óxido de chumbo (litargírio) e de um cloreto alcalino. é pouco estável e obtém-se por cristalização. 4) Oxicloreto de estanho. B. utilizado na fabricação de fumígenos. como mordente. hidratado (com 2 H2O). O composto qualificado. É sólido. como catalisador. solúveis em água. Prepara-se a partir do sulfeto natural (estibina. hidroxicloreto natural de cobre. apresenta-se em massas incolores. que libera vapores em conctato com o ar e se decompõe pela água.11 e os oxiiodetos. tomando então aparência untuosa. Apresentam-se em pós cristalinos azuis que se empregam como inseticidas.. o primeiro emprega-se para fins terapêuticos.17 e do cloreto de hidrogênio. Obtém-se por redução do brometo cúprico e apresenta-se em cristais incolores insolúveis em água. na fabricação de lacas. Apresenta-se em cristais incolores.03. cloreto de cobre natural. impropriamente. Prepara-se por processo análogo ao mencionado para o brometo de amônio e também pela ação de um sal sódico sobre o brometo de ferro proveniente da ação direta do bromo sobre a limalha de ferro. É um líquido vermelho. Anidro. Emprega-se como mordente. 6) Oxicloretos e hidroxicloretos de chumbo. C. e que é. A nantoquita. D. a) Brometo cuproso (CuBr). A atacamita. anticriptogâmicos e corantes. É um pó branco que se utiliza como pigmento ("branco de pérola"). cloreto de cal. apresenta-se em cristais grandes cúbicos. solúveis em água. que amarelecem e se decompõem lentamente quando expostos ao ar. O presente grupo não compreende o cloreto de sódio nem o cloreto de potássio que. 2 H2O). Emprega-se em síntese orgânica. b) Brometo cúprico (CuBr2). brancos ou cinzentos. inclui-se na posição 26. como mordente ou como oxidante. 3) Brometo de amônio (NH4Br). É um pó branco. classificam-se respectivamente nas posições 25. solúveis em água. Emprega-se em síntese orgânica ou em fotografia. classifica-se na posição 25. 5) Brometos e oxibrometos de cobre. Apresenta-se em cristais incolores. volatilizando-se pelo calor. antimonita) da posição 26. Podem citar-se ainda os brometos de estrôncio e de bário.52. Prepara-se pela ação direta do bromo sobre o cobre. incolor. acima de 51°C. Empregase em estampagem de têxteis. São cristais verdes deliqüescentes.. hipoclorito de cálcio comercial.. que absorvem a umidade ambiente. 3) Oxicloreto de cromo (cloreto de cromila) (CrCl2O2). anti-séptico. É um pó branco amarelado que se utiliza em cosméticos para combater a transpiração. Os cloretos de mercúrio (cloreto mercuroso e cloreto mercúrico) classificam-se na posição 28. Emprega-se em curtimenta. apresentam-se em pó branco. a) Tricloreto de antimônio (manteiga de antimônio) (SbCl3).b) Cloreto cúprico (CuCl2. preparação de óxido de antimônio e em medicamentos de veterinária. 2) Hidroxicloreto de alumínio (Al2Cl(OH)5. desinfetante e inseticida. mesmo puros. em fotografia (como moderador ou retardador de revelação) e como ignífugo. de fato.05. Serve como agente de cloretação em sínteses orgânicas e também se emprega como fumígeno. Apresenta-se em cristais deliqüescentes.01 e 31. Os processos de obtenção e as aplicações são análogos aos do brometo de sódio. decompõe-se pela água. classifica-se na posição 28. Emprega-se em medicina ou em fotografia.

de chumbo (com reflexos metálicos. como revelador rápido de chapas anti-halo e em medicina. ou em lamelas branco-peroladas. também se emprega em fotografia.28 . muito solúvel em água. Obtém-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a soda cáustica ou sobre o carbonato de sódio. As soluções aquosas são incolores ou amareladas. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre a amônia ou sobre o carbonato de amônio. Atualizado em 04/01/2011 . A. de antimônio. utilizados como corantes na indústria da borracha).52. É um tanto instável e sensível à ação do calor e da luz. por sal sódico. Obtém-se por saturação da cal apagada pelo cloro. designa-se comercialmente por "água de Javel". 2) Iodeto de sódio (NaI). ou ainda pelo tratamento. e que. o hipoclorito de cal apresenta-se em massas cristalinas ou em soluções com cheiro a cloro e é um pouco menos alterável do que o produto impuro. como cede facilmente o cloro que contém.. b) O oxiiodeto de antimônio. 2828.HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL Hipoclorito de cálcio. que contém cloreto e. Emprega-se no branqueamento dos têxteis vegetais e da pasta de papel. D. Este sal tem aplicações idênticas às do clorito de sódio. por vezes. que se alteram em contacto com o ar. se denominam "cloritos descorantes". branca. Altera as fibras animais e as matérias orgânicas e destrói os corantes. cloritos e hipobromitos de metais. bem como o hipoclorito de cálcio comercial. O produto impropriamente designado no comércio por "cloreto de cal" consiste essencialmente em hipoclorito de cálcio impuro. incolores. de estrôncio.. Os processos de obtenção e as aplicações são os mesmos do iodeto de sódio. Utilizam-se no branqueamento de fibras vegetais e da pasta de papel. óxido ou hidróxido de cálcio. quer por eletrólise do cloreto de sódio em solução aquosa. 5) Outros iodetos e oxiiodetos. mas conserva-se melhor. solúvel em água e sensível à luz. HIPOBROMITOS. É. O cloreto de cálcio (CaCl2) inclui-se na posição 28. É um pó cristalino branco. incluem-se na presente posição os hipocloritos. apresenta-se em cristais deliqüescentes e muito solúveis em água.Hipoclorito de cálcio comercial e outros hipocloritos de cálcio 2828.. em contacto com o ar. Prepara-se. na purificação da água e para preparação de hidrazina. É anidro e apresenta-se em cristais incolores ou opacos.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução a este Subcapítulo.11..CLORITOS Este grupo compreende os sais do ácido cloroso (HClO2). quer ainda pela ação do cloro sobre o hidróxido de sódio (soda cáustica). Este produto. Emprega-se em fotografia.1) Iodeto de amônio (NH4I). constituindo todos descorantes ou desinfetantes. 1) Hipoclorito de sódio (NaClO. 4) Iodeto de cálcio (CaI2). ao calor e ao gás carbônico. 6 H2O).HIPOCLORITOS São os mais conhecidos que. de bário. A dissolução aquosa deste sal constitui o produto que antigamente se designava por "água de Javel". o qual. geralmente. de magnésio e de zinco. semelhante ao hipoclorito de sódio. 3) Iodeto de potássio (KI). de bismuto (reagente). Em medicina. São sais instáveis. Muito solúvel em água. forma o líquido de Dakin). em solução aquosa. 3) Outros hipocloritos.10 . Puro. às vezes. É solúvel em água e. O hipoclorito de sódio emprega-se também em fotografia. mesmo fracos.HIPOBROMITOS Incluem-se aqui os sais do ácido hipobromoso (HBrO) da posição 28. contêm.27. 28. B. como anti-séptico (com o ácido bórico. Apresenta-se em massas anidras ou hidratadas (com 3 H2O) ou em soluções aquosas. HIPOCLORITO DE CÁLCIO COMERCIAL. como desinfetante de locais. com cheiro a cloro. Emprega-se como medicamento nas afecções circulatórias e no enfisema. em contacto com ácidos. CLORITOS. Prepara-se pela ação do iodeto de hidrogênio sobre o carbonato de cálcio e apresenta-se em cristais brilhantes. originam o ácido hipocloroso. Os iodetos de mercúrio (iodeto mercuroso e iodeto mercúrico) incluem-se na posição 28. Altera-se ao ar e à luz.HIPOCLORITOS. constitui um oxidante e um descorante muito enérgico. Podem citar-se ainda: a) Os iodetos de lítio (que se empregam em farmácia). o oxiiodeto de cobre e o oxiiodeto de chumbo. C. pulverulenta. também se prepara por calcinação dos iodatos. Esta substância é estável até 100°C.90 . em virtude da sua principal aplicação. de zinco e de ferro (os dois últimos se empregam em farmácia e como antissépticos). amarelece. Podem citar-se ainda os hipocloritos de amônio (desinfetante mais enérgico do que o hipoclorito de cálcio). 2) Clorito de alumínio. como desinfetante e anti-séptico (depuração de águas por " javelização") e para se espalhar em terrenos contaminados por gases ou líquidos tóxicos. em tudo. É oxidante e corrosivo muito enérgico e emprega-se em tingimento e como agente de branqueamento. Anidro ou hidratado. É uma substância amorfa. quer pela ação do sulfato ou do carbonato de sódio sobre o hipoclorito de cálcio. uma pequena porção de cloreto de sódio como impureza. 6 H2O). e também se emprega para iodar o sal de mesa ou de cozinha ou em fotografia. higroscópica quando contém cloreto de cálcio. tem emprego mais largo do que o iodeto de amônio. do iodeto de ferro proveniente da ação direta do iodo sobre a limalha de ferro. 2) Hipoclorito de potássio (KClO. 1) Clorito de sódio (NaClO2). higroscópico. este sal não pode ser isolado em forma anidra.

que compreendem: a) O bis (hidrogenossulfito) de cálcio (dissulfito de cálcio) (Ca(HSO3)2). Emprega-se em síntese orgânica. com cheiro a gás sulfuroso. b) O sulfito de cálcio (CaSO3).32 . c) O sulfito de sódio (sulfito neutro de sódio) prepara-se por neutralização de uma solução de hidrogenossulfito pelo carbonato de sódio. 2) Tiossulfato de sódio (Na2S2O3. utiliza-se em fotografia. de corantes orgânicos.31. Obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre a amônia e apresenta-se em cristais incolores. em fotografia. solúveis em água. cristalizado com 2 H2O. solúvel em água e que se emprega em farmácia e na preparação de outros tiossulfatos. apenas se emprega. deliqüescentes. etc.SULFITOS Incluem-se aqui os sulfitos. pouco estáveis. em cristais. como anticloro para branqueamento de têxteis e de papel. b) O dissulfito de potássio (metabissulfito). o sulfito de zinco (anti-séptico e mordente). sobretudo em contato com o ar úmido. apresenta-se em pó branco cristalino ou em agulhas hidratadas (com 2 H2O). 5 H2O). os hidrogenossulfitos e os dissulfitos. na feltragem de pêlos. em curtimenta.. no branqueamento da lã ou da seda. solúveis em água.SULFATOS. Tem as mesmas aplicações do hidrogenossulfito de sódio e mais especialmente em viticultura. Citam-se tiossulfato de bário (pigmento com reflexos nacarados). Apresentam-se com formas idênticas às dos sulfitos de sódio. 4) Sulfitos de cálcio. na curtimenta ao cromo e em síntese orgânica.10 . em solução aquosa.H2O). e o hidrogenossulfito ou bissulfito de cromo (mordente). 5) Outros sulfitos. Emprega-se como fixador em fotografia.11). Também se utiliza na preparação de anil.SULFITOS. Apresenta-se em pó ou em cristais incolores. Emprega-se em fotografia. Os lignossulfitos incluem-se na posição 38. Citam-se os sulfitos de magnésio (aplicações análogas às dos sulfitos de cálcio). emprega-se em estampagem de têxteis. obtém-se a partir do hidrogenossulfito. Oxida-se um tanto rapidamente. como anticloro ou como clarificante de bebidas. 2) Sulfito de amônio ((NH4)2SO3. A. sulfito seco e às vezes é chamado. TIOSSULFATOS.30 . Também se apresenta em soluções concentradas.Tiossulfatos Ressalvando-se as exclusões mencionadas na introdução do presente Subcapítulo. esta posição abrange: A) Os sulfitos de metais. Emprega-se como fixador em fotografia e como anti-séptico. como anti-séptico e agente de branqueamento. 28. Emprega-se em fármacia ou em enologia. é eflorescente ao ar. 2833. em pó branco ou escamas. Prepara-se por oxidação do sulfeto de cálcio. "bissulfito cristalizado"). 1) Sulfitos de sódio.11 . Incluem-se aqui o hidrogenossulfito de sódio (NaHSO3). solúveis em água e que se oxidam ao ar.20 . 4) Outros tiossulfatos. Também se emprega como agente de branqueamento (descoloração de esponjas).33 .H2O). para dissolver a lignina. para tratamento da gema do pinho.SO2 ou Na2S2O5) e o sulfito de sódio (Na2SO3). é anidro (em pó) ou em cristais incolores (com 7 H2O). que não existe no estado puro. Prepara-se pela ação do enxofre sobre uma solução de sulfito de sódio e apresenta-se em cristais incolores. B) Os tiossulfatos ou hipossulfitos de metais.Sulfato dissódico 2833.Sulfitos de sódio 2832. sais de um ácido. É um redutor empregado em sínteses orgânicas. 28. É um pó cristalino branco. pouco solúveis em água. é muito solúvel em água.. a) O hidrogenossulfito de sódio ("bissulfito de sódio". sais de ácido sulfuroso (H2SO3) (apenas conhecido em solução aquosa e correspondente ao dióxido de enxofre da posição 28. a) O hidrogenossulfito de potássio.19 . na preparação de outros sulfitos ou tiossulfatos.1 . Prepara-se a partir do tiossulfato de sódio e apresenta-se em cristais incolores.. B.04 e os produtos industriais designados por "hidrossulfitos" estabilizados com matérias orgânicas incluem-se na posição 28. pirossulfito de sódio. emprega-se em tingimento ou em enologia. Utilizado na preparação de pasta química de madeira.Outros sulfitos 2832.TIOSSULFATOS 1) Tiossulfato de amônio ((NH4)2S2O3). o ácido tiossulfúrico (ácido hipossulfuroso) (H2S2O3). PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS). na fabricação da cerveja.O hipobromito de potássio utiliza-se para medir o teor de nitrogênio (azoto) em alguns compostos orgânicos.Sulfatos de sódio: 2833. b) O dissulfito de sódio (metabissulfito neutro de sódio. 2832. sulfito ácido de sódio) obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de carbonato de sódio.. obtém-se pela ação do gás sulfuroso sobre uma solução aquosa de cal. na fabricação de chapéus e como anti-séptico. impropriamente. 3) Sulfitos de potássio. o dissulfito de sódio (Na2SO3. na prática. de cor amarelada.Outros Atualizado em 04/01/2011 . no tratamento do látex (agente de vulcanização). o tiossulfato de alumínio (que se emprega em sínteses orgânicas) e o tiossulfato de chumbo (preparação de palitos de fósforos sem fósforo). em enologia (anti-séptico na conservação do vinho) e ainda na diminuição da flotabilidade dos minérios. 3) Tiossulfato de cálcio (CaS2O3. c) O sulfito de potássio. muito solúveis em água e inalteráveis ao ar. ALUMES.

na indústria da curtimenta para conservação de peles. se classifica nas posições 31. roxo ou lilás. O mais comum destes sulfatos é o sulfato niqueloso (NiSO4). Para este último fim.2 . pelo ácido sulfurico. ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo e também excluídos os sulfatos de mercúrio. É solúvel em água.. Apresenta-se anidro ou hidratado na forma de pó ou em cristais grandes transparentes. b) Hidrogenossulfato de sódio (sulfato ácido) (NaHSO4). 1) Os sulfatos de sódio compreendem: a) Sulfato dissódico (sulfato neutro) (Na2SO4). para calagem de trigos e para preparação de caldas anticriptogâmicas. b) Sulfato cúprico (CuSO4. como subprodutos da fabricação de diversas matérias. Apresenta-se em cristais ou em pó cristalino. em curtimenta. apresenta-se em cristais amarelos. em medicina como laxativo. consoante a concentração da solução empregada.Alumes 2833. na indústria do papel (preparação de algumas pastas químicas de madeira). Os sulfatos de sódio naturais (glauberita.03. que se prepara pela ação do ácido sulfúrico sobre o nitrato de cromo. mesmo puro. da bauxita. em tingimento (para corar de preto. 3) Sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). polialita blodita. 4) Sulfatos de cromo. O sulfato básico de alumínio.05. como mordente em tinturaria.. utiliza-se.52. Apresenta-se em cristais incolores. transforma-se por calcinação em sulfato anidro. Emprega-se como fungicida em agricultura (ver a Nota Explicativa da posição 38. que. como regulador em flotação (restabelecer a flotabilidade natural de minérios). Este sal provém do tratamento. a) Sulfato cuproso (Cu2SO4). Este sal é um catalisador que se emprega na preparação do álcool etílico sintético.07. fundidas. Sucedâneo do ácido sulfúrico.21 . especialmente. levemente aquecido.. eflorescentes ao ar e que se dissolvem em água com redução da temperatura.De bário 2833. deliqüescentes. O sulfato artificial de magnésio aqui incluído (sal de Epson ou de Seidlitz) (MgSO4. mesmo puro. quer friáveis e suscetíveis de serem riscados pela unha.30. para regeneração da borracha. quer duros e quebradiços. para obter misturas vitrificáveis (fabricação de vidro de garrafas. hidratado.22 . compostos de ferro. etc.Outros sulfatos: 2833. em curtimenta.. Anidro. as impurezas são. Este sal é um subproduto da refinação (afinação) eletrolítica do cobre. Emprega-se como carga para apresto na indústria têxtil. c) Dissulfato dissódico (pirossulfato de sódio) (Na2S2O7). que se incluem na posição 28.Outros 2833. Também se emprega na clarificação do sebo. na preparação de máscaras contra gases e como catalisador em certas sínteses.De cobre 2833. para conservação de peles ou para a curtimenta por alúmen. empregado em tinturaria. em cristais verdes-esmeralda (com 7 H2O) ou azulados (com 6 H2O). utilizam-se principalmente soluções pouco estáveis de sulfatos básicos de cromo. mas também se apresenta em solução aquosa. Hidratado (com 18 H2O).30 . por fim. que também se pode obter pela ação do ácido sulfúrico muito diluído sobre desperdícios de cobre.. são. O sulfato básico natural de cobre (brocantita) inclui-se na posição 26. 5) Sulfatos de níquel. se classifica nas posições 31. É um pó cristalino. na indústria têxtil como carga para apresto de tecidos.04 ou 31. No estado hidratado (Na2SO4. da posição 28. etc. O mais comum destes sulfatos é o sulfato crômico (Cr2(SO4)3). 7 H2O) obtém-se por purificação da kieserita ou pela ação do ácido sulfúrico sobre a dolomita. O sulfato dissódico emprega-se como adjuvante em tingimento e também na indústria do vidro como fundente. 6) Sulfatos de cobre. na indústria do papel para dar consistência às pastas e na indústria dos corantes para a produção de lacas. violeta ou verde. na depuração de águas industriais. ligeiramente eflorescentes ao ar. Estes diversos sulfatos estão aqui incluídos.De níquel 2833. o sulfato de amônio. Também se utiliza na preparação do óxido cuproso e de cores minerais de cobre. altamente higroscópico.. para decapagem de metais. Atualizado em 04/01/2011 . Este sal é um resíduo da fabricação do ácido clorídrico. branco.05 e o sulfato de potássio que. cristal e vidros ópticos). apresenta-se em massas brancas.De magnésio 2833. 5 H2O).08). solúveis em água.27 . Emprega-se em tinturaria como mordente. 2) Sulfato de magnésio.29 . na metalurgia do antimônio ou do tântalo ou como herbicida. principalmente.24 .02 ou 31. como ignífugo e como laxativo. 10 H2O) designa-se sal de Glauber. onde-se na própria água de cristalização e dá.25 . astracanita) incluem-se na posição 25. sulfato anidro. azuis.De alumínio 2833. a lã ou a seda).. no cobreamento eletrolítico e na refinação (afinação) eletrolítica do cobre.40 .SULFATOS Incluem-se aqui os sais metálicos do ácido sulfúrico (H2SO4). como anti-séptico. classificam-se nesta posição. Certas formas impuras de sulfato dissódico (com grau de pureza de 90 a 99%) obtidos. Solúvel em água.Peroxossulfatos (persulfatos) A. em extintores de incêndios. na fabricação de azul de metileno e de outros corantes tiazínicos. O sulfato de magnésio natural (kieserita) inclui-se na posição 25. reussina.2833. derivados do sulfato crômico ou do sulfato cromoso (CrSO4). etc. geralmente. solúveis em água. ou de diversos aluminossilicatos naturais. Emprega-se em niquelagem eletrolítica. purificada ou não. também é aqui classificado. Emprega-se como mordente em tingimento (mordaçagem ao cromo) e em curtimenta (curtimenta ao cromo). e que.30. apresenta-se em cristais brancos.

branco. pela ação do calor. carbonato de zinco ou blenda ustulada. solúvel em água. para zincar metais por eletrólise. 13) Sulfatos de chumbo. em galvanoplastia e em tingimento. Apresenta-se em pó ou em cristais brancos. principalmente a quente. leve. Apresenta-se em cristais vermelhos. 9) Sulfatos de ferro. etc. como mordente em tingimento. Semelhante ao alúmen de potássio. em tingimento e em curtimenta (curtimenta por alúmen). oxidando-se ao ar tornam-se castanhos.06. É um sulfato duplo hidratado de alumínio e potássio (Al2(SO4)3.4). para conservar madeira e para fabricar diversos compostos de zinco. a) Alúmen comum ou alúmen de potássio. preparação da borracha. Emprega-se. b) Sulfato básico de chumbo. é opaco aos raios X e emprega-se. 24 H2O).K2SO4. As soluções aquosas são verdes e tornam-se castanhas ao ar. Utiliza-se como pigmento branco e como carga no apresto de tecidos. solúveis em água. que se usa na depuração do gás de hulha. 7 H2O). por outro lado. de outros corantes e de produtos medicinais. Apresenta-se em pasta espessa ou em pó branco. 10) Sulfato de cobalto (CoSO4. Emprega-se como mordente em tingimento. em radiografia para obtenção de preparações opacificantes.(NH4)SO4. B. O sulfato natural de chumbo (anglesita) é um minério da posição 26. por isso. b) Alúmen amoniacal. ferro ou índio) e. perfumaria. apresenta-se sob a forma de pó branco. anti-séptico e herbicida. um sulfato de um metal monovalente (sulfato ou amoniacal). Apresenta-se em cristais incolores. Emprega-se na fabricação do amarelo de cádmio (sulfeto de cádmio).30. para curtir peles pelo ferro e como fungicida. Empregam-se em tingimento. em certos países. c) Alúmen de soda (Al2(SO4)3. insolúvel em água. Entra na fabricação do litopônio da posição 32. 1) Alúmenes de alumínio. de cores de tintas. Também se fabrica o alúmen a partir dos dois sulfatos que o compõem. na preparação de alumina pura e em medicina. como anti-séptico. neste caso. em cristais verde-claros que. solúveis em água. Diminui a flotabilidade natural dos minérios e também se emprega na fabricação de agentes sicativos. produz um pó branco. Também se emprega em fotografia. É muito solúvel em água e apresenta-se. Apresenta-se em massas vítreas brancas ou em cristais em forma de agulhas. por um lado. principalmente. 24 H2O). muito denso (densidade de cerca de 4. em ácido sulfúrico diluído. etc. que é um sulfato duplo básico de alumínio e potássio misturado com hidrato de alumina. Reduz a flotabilidade dos minérios. para coagular o sangue nos matadouros. que se obtém fazendo-se precipitar uma solução de cloreto de bário pelo ácido sulfúrico ou por sulfato alcalino. Também se pode obter por processo metalúrgico e. é um pó branco. 2) Alúmenes de cromo. apresenta-se em cristais muito eflorescentes. 7 H2O). apresenta-se em pó ou em placas acastanhadas. Obtém-se a partir da alumita natural ("pedra-ume") da posição 25. a) Sulfato neutro artificial de chumbo (PbSO4). Este sal obtém-se por dissolução. O sulfato ferroso emprega-se na fabricação de tintas fixas (tintas de ferro). como catalisador e na preparação de resinatos de cobalto precipitados (agentes sicativos). de zinco.Na2SO4. Atualizado em 04/01/2011 . espato pesado) classifica-se na posição 25.07. hidratado (em geral com 7 H2O). como impurezas. cromo. solúveis em água.. Tem usos iguais aos do sulfato de alumínio. Sulfato duplo de alumínio e amônio (Al2(SO4)3. Muitas vezes contém cobre. 12) Sulfato de cádmio (CdSO4). óxido de zinco. anidros ou hidratados (com 8 H2O). mástiques. de lacas. 11) Sulfato de estrôncio. na preparação (com cal apagada e serragem (serradura*)) da mistura de Lamming. Aqui se compreende o sulfato artificial ou precipitado (BaSO4). solúveis em água. insolúveis em água.06 e de luminóforos (sulfato de zinco ativado pelo cobre). Cristais incolores. calcinado. por exemplo. pouco solúvel em água. Obtém-se pela ação do ácido sulfúrico diluído sobre a limalha de ferro ou como subproduto da fabricação do branco de titânio. É um sólido branco. misturas para a indústria de borracha. É um pó acinzentado. transforma-se em sulfato anidro. ferro e arsênio. O sulfato de bário natural (chamado baritina e. forma com ela um hidrato branco (com 9 H2O). de lutos (vedantes). 8) Sulfato de bário.30. fabricação de papel cuchê e cartão. Prepara-se aquecendo-se conjuntamente litargírio e ácido sulfúrico. O sulfato artificial de estrôncio (SrSO4). Emprega-se.11. em cerâmica e na preparação de diversos sais de estrôncio.ALÚMENES Os alúmenes são sulfatos duplos hidratados contendo. etc. Também se utiliza como mordente em tingimento e para a produção eletrolítica do cobre e do zinco. um sulfato de um metal trivalente (alumínio. b) Sulfato férrico (Fe2(SO4)3). de outras tintas (preparação do azul da Prússia). mas há tendência para os substituir por sulfatos simples. Emprega-se em pirotecnia. como cor para cerâmica. a) Sulfato ferroso (FeSO4). Quando puro. Obtém-se a partir do nitrato ou do acetato de chumbo. cristalizado. também compreendidos na posição 32. empregando-se como regulador de flotação. por exemplo. Emprega-se na preparação de pigmentos. Muito solúvel em água. Emprega-se na cobaltagem eletrolítica. Prepara-se a partir do sulfato ferroso. 24 H2O).7) Sulfato de zinco (ZnSO4. na fabricação de sais de chumbo. Prepara-se pela ação do ácido sulfúrico sobre o óxido cobaltoso. O sulfato natural de estrôncio (celestita) inclui-se na posição 25. especialmente na preparação de lacas. manganês. em eletricidade (pilha-padrão de Weston). em tingimento e como desinfetante. Emprega-se na depuração da água natural ou da água de esgotos. como anti-séptico e na preparação de produtos químicos. precipitados pelo ácido sulfúrico. precipitado das soluções de cloreto. anidro e cristalino (alume calcinado).

de outros persulfatos e de certos banhos eletrolíticos. Em cristais incolores. solúveis em água e eflorescentes ao ar. Obtém-se reduzindo. 2) Peroxodissulfato de sódio (Na2S2O8). Emprega-se em fotografia. emprega-se como desinfetante.90 . sulfato duplo de cromo e potássio (Cr2(SO4)3. em fotografia. II) Os peroxocarbonatos (percarbonatos).. tais como (Na2CO4) (monoperoxocarbonatos) ou (NA2C2O6) (diperoxocarbonato).50 . como anti-séptico. sais do ácido tiociânico (HS-C_N). cianatos. Os sulfatos naturais de cálcio (gipsita.Carbonatos de potássio 2836.Hidrogenocarbonato (bicarbonato) de sódio 2836. na preparação de amidos solúveis. 2842. em cristais roxos.91 .Carbonato dissódico 2836. etc. Em cristais incolores.9 . descorante. 3) Peroxodissulfato de potássio (K2S2O8). PEROXOCARBONATOS (PERCARBONATOS).40 . por meio do gás sulfuroso. São oxidantes enérgicos..11. sais metálicos do ácido carbônico (H2CO3) não isolado.a) Alúmen de cromo propriamente dito. Emprega-se como mordente em tinturaria. hidrogenocarbonatos ou bicarbonatos. muito solúveis em água. também em cristais roxos... EXCETO AS AZIDAS. incluem-se nesta posição os seguintes produtos: I.Silicatos duplos ou complexos. que se desidratam e embranquecem ao ar. 24 H2O). que são carbonatos contendo um excesso de oxigênio. isômeros do ácido ciânico. na indústria de sabões. 28.11.SAIS DOS ÁCIDOS INORGÂNICOS DE ELEMENTOS NÃO-METÁLICOS OU PEROXOÁCIDOS NÃO ESPECIFICADOS EM OUTRA POSIÇÃO Citam-se especialmente: A) Os fulminatos. O alúmen de ferro amoniacal (Fe2(SO4)3.CARBONATOS. despolarizante (pilhas) e em gravura sobre ligas de cobre. 24 H2O). isocianatos e tiocianatos.20 . 28.(NH4)2SO4. b) Alúmen de cromo amoniacal. utilizando-se ambos em tingimento. Atualizado em 04/01/2011 .92 .30 .99 .Carbonato de bário 2836. que resultam da ação do anidrido carbônico sobre os peróxidos de metais. mas as suas soluções aquosas decompõem-se pela ação do calor. sais metálicos do ácido ciânico.OUTROS SAIS DOS ÁCIDOS OU PEROXOÁCIDOS INORGÂNICOS (INCLUÍDOS OS ALUMINOSSILICATOS DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO). Pó cristalino azul que se emprega em curtimenta e em cerâmica. CARBONATO DE AMÔNIO COMERCIAL CONTENDO CARBAMATO DE AMÔNIO. não isolado (HO-C_N) ou do ácido isociânico (HN=C=O) ou do ácido fulmínico (H-C_N+-O-).K2SO4. uma solução de dicromato de potássio adicionada de ácido sulfúrico. Prepara-se por eletrólise das soluções concentradas de sulfato de amônio adicionadas de ácido sulfúrico.PEROXOSSULFATOS (PERSULFATOS) Reserva-se o nome de peroxossulfatos (persulfatos) aos sais dos ácidos peroxossulfúricos da posição 28. emprega-se em branqueamento. que se decompõem espontaneamente por ação do calor e da umidade.Outros: 2836. cujo anidrido classifica-se na posição 28. 3) Alúmenes de ferro. etc. e o alúmen de ferro (III) potássico. carsenita) classificam-se na posição 25. muito solúveis em água.Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. no branqueamento e tingimento de tecidos. São bastante estáveis a seco. carbonatos básicos).Carbonatos de lítio 2836. C. 1) Peroxodissulfato de amônio ((NH4)2S2O8).36 . Apresenta-se em cristais incolores.42 .Outros Ressalvadas as exclusões formuladas na introdução ao presente Subcapítulo. Apresenta-se em cristais vermelho-violáceos. incluídos os aluminossilicatos de constituição química definida ou não 2842.. anidrita. Esta posição também compreende os tiocianatos. em síntese orgânica. em curtimenta (curtimenta ao cromo).Carbonato de cálcio 2836. a presente posição abrange: I) Os carbonatos (carbonatos neutros. etc.10 .Carbonato de estrôncio 2836.20. 2836.60 . solúveis em água. em fotografia.

guanidina. etc. herbicidas. é um pó verde. São explosivos que se empregam na fabricação de fulminantes ou detonadores. 9) Arseniatos de cobre. para evitar a deterioração dos tecidos de seda engomados). como inseticida e como corante. O fulminato de mercúrio e o tiocianato mercúrico incluem-se na posição 28. etc. Este sal. meta. É um pó branco. 3) Arsenito de cobre (CuHAsO3). d) Tiocianato de cálcio (Ca(SCN)2. deliqüescentes. e) Tiocianatos de cobre. b) Os arsenietos (posição 28. arseniatos bi. O ortoarseniato tricúprico (Cu3(AsO4)2). que se emprega. obtém-se pela ação do cloreto de cálcio sobre o arseniato de sódio. 5) Arsenito de chumbo (Pb(AsO2)2). que detonam a um leve choque ou sob ação do calor (por exemplo. 2) Arsenito de cálcio (CaHAsO3).52. Excluem-se desta posição: a) Os arseniatos naturais de níquel (anabergita. Os fulminatos são compostos de constituição mais ou menos desconhecida. Apresentam-se em cristais incolores solúveis em água. de anti-sépticos. Os tiocianatos (sulfocianatos. 2) Cianatos. que se emprega como parasaticida em viticultura (verdet) ou na preparação de cores de tintas navais. 7) Arseniatos de potássio. e os arseniatos. muito solúveis em água. em fotografia. na fabricação de sabões ou de produtos anti-sépticos. Utiliza-se na preparação de alguns pigmentos verdes da posição 32. como reagente de laboratório.3H2O). tingimento e estampagem (mordente). brancas ou acinzentadas. É um pó branco. são pós. pela faísca). emprega-se em fotografia. 4) Arsenito de zinco (Zn(AsO2)2). muito pouco solúveis em água. dos quais os mais importantes são os ortoarseniatos dissódico (Na2HAsO4) (com 7 ou 12 H2O consoante a temperatura de cristalização) e o trissódico (anidro ou com 12 H2O). Indicam-se os seguintes: 1) Arsenito de sódio (NaAsO2). Inseticida. na estampagem de têxteis. é utilizado na fabricação de cápsulas detonantes e fósforos. como impurezas. cianetos ou hexacianoferratos (II). na conservação de peles. Apresenta-se em cristais incolores. Apresentam-se em cristais incolores ou em pó esverdeado. muito pouco solúvel em água. como inseticida na agricultura. Apresenta-se em cristais incolores. de inseticidas e de outros arseniatos. Utiliza-se na indústria têxtil. 6) Arseniatos de sódio (orto-. também se empregam na estampagem de têxteis. Utilizam-se na preparação de alguns medicamentos (licor de Pearson). O tiocianato cúprico (Cu(SCN)2). insolúvel em água. a saber. na conservação de peles destinadas à curtimenta. é um pó verde. b) Tiocianato de sódio (NaSCN). Atualizado em 04/01/2011 . Estes arseniatos. em galvanoplastia. Emprega-se como mordente em tingimento e estampagem e como solvente da celulose. Obtém-se a partir do arsenito de sódio e do sulfato de cobre. essência artificial de mostarda.1) Fulminatos. que se empregam. corantes e outros compostos orgânicos sintéticos. insolúvel em água.e piroarseniato). muito instáveis. de sódio ou de potássio são empregados na fabricação de diversos compostos orgânicos. c) Tiocianato de potássio (KSCN). na preparação de outros tiocianatos ou de hexacianoferratos (II) e na fabricação de pergaminho. sais do ácido arsenioso. plásticos. obtido a partir do ortoarseniato de sódio e do sulfato (ou do cloreto) de cobre. na preparação de tiocianatos. Emprega-se em viticultura (inseticida). Os cianatos de amônio. que se emprega. solúveis em água. sais dos ácidos arsênicos da posição 28. etc. Citam-se os arseniatos de alumínio (inseticida) e de cobalto (pó cor-de-rosa. que se emprega em viticultura (inseticida). pastas ou emulsões brancos. em medicina. também se usa na mercerização do algodão. sulfocianetos) são os sais metálicos do ácido tiociânico (não isolado) (HS-C_N). na preparação de essência artificial de mostarda.11. os arsenitos. com o nome de verde de Scheele. O ortoarseniato trichumbo (Pb3(AsO4)2) e o ortoarseniato ácido. na preparação de misturas refrigerantes. Emprega-se como mordente em estampagem de têxteis e também na fabricação de tintas navais e em síntese orgânica. preparam-se a partir do ácido arsenioso e do nitrato de sódio. parasiticidas. que se tornam vermelhos ao ar ou à luz e se decompõem pelo calor. Os mais importantes são: a) Tiocianato de amônio (NH4SCN). que se transforma facilmente em tiocianato cuproso.) (posição 25. O tiocianato cuproso (CuSCN) apresenta-se em pó ou em pasta esbranquiçada. Os ortoarseniatos mono. na preparação de inseticidas. insolúvel em água. adesivos. c) Os acetoarsenitos (Capítulo 29). insolúvel em água. que contém freqüentemente.e tetracálcicos. e empregam-se como anti-sépticos e inseticidas. tioureia. tioureia. etc. na indústria da borracha.06 (ver a Nota Explicativa desta posição). que se utiliza em cerâmica). venenoso. misturas refrigerantes. acinzentada ou amarelada. B) Os arsenitos e os arseniatos. em medicina.e dipotássicos preparam-se de maneira semelhante à dos arseniatos de sódio. pó negro. etc. Emprega-se em galvanoplastia. deliqüescentes e solúveis em água. como sucedâneo do iodeto de potássio (contra a arteriosclerose). Pó branco. Também existem cianatos alcalino-terrosos.30). insolúvel em água. O ortoarseniato tricálcico (Ca3(AsO4)2).53). São sais de metais dos ácidos de arsênio. etc. 10) Arseniatos de chumbo. 8) Arseniatos de cálcio. fotografia. Possui as mesmas características do tiocianato de sódio. tingimento e estampagem (principalmente. Prepara-se por fusão de carbonato de sódio com anidrido arsenioso e apresenta-se em pó ou em placas. etc. Apresenta-se com o mesmo aspecto do tiocianato de amônio ou em pó. em medicina. insolúvel em água. 3) Tiocianatos. 11) Outros arseniatos. Tem o mesmo aspecto e aplicações do arsenito de cálcio. por exemplo. São venenos poderosos. por exemplo.

Os principais são os clorobrometos. e) De zinco (cloreto de zinco-amoniacal). cristais brancos ou rosados ou em soluções aquosas. Atualizado em 04/01/2011 . eflorescente ao ar. deliqüescentes. em cristais vermelhos. Cristais brancos.. Usa-se principalmente em niquelagem. classifica-se na posição 25. c) De níquel (NiSO4. Por vezes designado por pink-salt. 2) Sulfato de sódio e de zircônio. Em cristais azuis ou esverdeado. teluratos. Em cristais vermelhos. 2) Os teluratos de sódio ou de potássio utilizados em medicina. em estampagem e tratamento de têxteis. 2) Cloreto de sódio e de alumínio. os cloroiodetos. os clorofosfatos. Em pó cristalino azul. 2) Iodeto duplo de potássio e cádmio.15. os clorovanadatos. na têxtil. usa-se em tingimento e como carga para sedas. que se utiliza na metalurgia do zinco. B) Iodetos duplos ou complexos (Iodossais). Utiliza-se em cobaltizagem ou em cerâmica. os cloroiodatos. solúvel em água.(NH4)2SO4. com exclusão dos que se incluem em outras posições. Pó cristalino. II. que amarelece em contacto com o ar. Os principais sais duplos ou complexos aqui incluídos são: A) Cloretos duplos ou complexos (clorossais). 6 H2O). Emprega-se em medicina. A zorgita. b) De ferro (cloreto ferroso amoniacal e cloreto férrico amoniacal). em pilhas secas e em galvanoplastia. é um oxidante utilizado em síntese orgânica.(NH4)2SO4. preparação de arseniato de cobre. 1) O telureto de bismuto é um semi-condutor utilizado em termopilhas. Pó cristalino branco. Em cristais vermelhos. Em cristais deliqüescentes e emprega-se em soldadura. teluritos. 6 H2O). higroscópico. solúveis em água. Em cristais higroscópicos ou em massas. selenitos e seleniatos.C) Os sais dos ácidos do selênio: selenietos. 1) Iodeto duplo de sódio e de bismuto. decomponíveis pelo calor e muito solúveis em água. d) De cobre (cloreto cupro-amoniacal). de féculas e de tintas. Utiliza-se em soldadura (sal de soldar). o segundo também se emprega em medicina. 3) O seleniato de amônio e o seleniato de sódio utilizam-se como inseticidas. f) De estanho Em particular o cloreto amoníaco-estânico ou cloroestanato de amônio. Em cristais verdes. A piromorfita (clorofosfato natural de chumbo) e a vanadinita (clorovanadato natural de chumbo) incluem-se respectivamente nas posições 26. Emprega-se em metalúrgia e medicina.30. 1) Sulfato de amônio e: a) De ferro (sulfato ferroso amoniacal. Pó amarelo ou hidratado. sal de Mohr) (FeSO4. 4) O seleniato de potássio usa-se em fotografia. solúveis em água. 3) Cloreto de cálcio e de magnésio. 6 H2O). selenieto duplo natural de chumbo e de cobre. c) De níquel. Sólido branco. D) Os sais dos ácidos de telúrio: teluretos. etc. Utiliza-se em medicina.(NH4)2SO4. É um pó branco. 2) O selenito de sódio destina-se a disfarçar a coloração esverdeada do vidro ou a corá-lo de vermelho. O clorocromato de potássio (sal de Peligot). Utiliza-se como corante e em pirotecnia. 1) Cloreto de amônio e: a) De magnésio. Usa-se em curtimenta. solúvel em água. em cristais verdes. Utiliza-se nas indústrias do papel. 4) Clorossais. b) De cobalto (CoSO4. utiliza-se em metalização e em farmácia. C) Sais duplos ou complexos contendo enxofre (tiossais). decomponíveis pela água. branco. os clorocromatos. Em cristais verde-claros. d) De cobre. decomponíveis pela água. 1) O selenieto de cádmio emprega-se na fabricação de vidros de proteção contra o encandeamento e na preparação de cores. Emprega-se como parasiticida. deliqüescente. solúveis em água.07 e 26.SAIS DUPLOS OU COMPLEXOS Classificam-se neste grupo os sais duplos ou complexos. Utiliza-se como mordente e em galvanoplastia.

reineckatos. Utiliza-se como antifiloxérico em agricultura e em química analítica. tioestanatos. y um número igual ou superior a 2 e w o número de moléculas de água. 1) Ortofosfato duplo de amônio e sódio (NaNH4HPO4. IJ) Borotungstatos.Al2O3. tioarsenitos e arseniossulfetos. eflorescentes. excluídos (posição 38.). Usam-se como aceleradores. 2) Ortofosfato de magnésio amoniacal. tiocarbonatos. Em cristais incolores. Em cristais amarelos. Este grupo compreende: a) O tritiocarbonato de potássio. L) Silicatos duplos ou complexos. K) Cianatos duplos ou complexos. d) O hexakis (tiocianato) ferrato (II) de potássio e o hexakis (tiocianato) ferrato (III) de postássio. tioarseniatos. etc. sal de Fischer) (K3Co(NO2)6) em pó microcristalino. Pó branco. Os aluminossilicatos são utilizados em vidraria e como isolantes. molibdofosfatos. As dimensões das partículas (geralmente superiores a 5 microns) permitem normalmente identificar as zeólitas contendo aglutinantes. Utilizam-se em pesquisas microscópicas. quer se trate ou não de compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. serve para preparar líquidos de densidade em mineralogia. D) Sais duplos ou complexos de selênio (selenocarbonatos. magnésio ou cálcio). Empregam-se como oxidantes e na preparação do níquel puro catalisador. muito solúvel em água. tioantimonatos. é um reagente de laboratorio.wH2O. tiomolibdatos. estanhofosfatos. germanossulfetos.e de hexaminoníquel.24). em cristais amarelos ou em solução aquosa.). muito solúvel em água. Emprega-se como fundente para dissolver óxidos de metais. peneiras moleculares. c) O tetratiocianodiaminocromato de amônio ou tetrakis (tiocianato) diamino cromato de amônio (reineckato de amônio ou sal de Reinecke) (NH4[Cr(NH3)2(SCN)4]. solúveis em água. São compreendidas nesta categoria as zeólitas sintéticas de fórmula genérica M2/nO.H2O). todavia. solúveis em água. Utiliza-se para tornar os têxteis ignífugos e também em medicina. é um pigmento que. catalisadores. Utilizados como carga para a seda. tungstofosfatos. etc. nos banhos de fosfotagem de metais. O borotungstato de cádmio. Nitratos de níquel amoniacais. E) Sais duplos ou complexos de telúrio (telurocarbonatos. selenocianatos. Os aluminossilicatos contendo aglutinantes (as zeólitas contendo argila à base de sílica. silicofosfatos. onde M é um cátion de valência n (geralmente sódio. O cobaltinitrito de potássio (hexanitrocobaltato (III) de potássio. F) Cobaltinitritos (nitrocobaltatos). 4 H2O) (sal de fósforo). b) Os tiomolibdatos alcalinos. O arsenossulfeto natural de cobalto (cobaltita) e o germanossulfeto natural de cobre (germanita) classificam-se nas posições 26. b) Os silicofosfatos e os estanofosfatos.). em cristais azuis ou verdes.3) Tiossais e outros sais duplos ou complexos contendo enxofre: tiosselinietos e seleniossulfatos.05 e 26. é conhecido por amarelo de cobalto. nitrito duplo de potássio e de cobalto. São compreendidos neste grupo os aluminossilicatos. respectivamente. por exemplo) são.ySiO2. Atualizado em 04/01/2011 . potássio. telurocianatos. etc. etc. tioteluratos. solúveis em água. G) Nitratos duplos ou complexos (nitratos de tetra. Incluem-se neste grupo: a) Os molibdofosfatos. Em pó cristalino ou em cristais escuros. 3) Sais complexos: por exemplo. trocadores de íons. só ou em mistura. H) Fosfatos duplos ou complexos (fosfossais).17.

no entanto.26.M) Sais duplos ou complexos de óxidos de metais. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados desta posição. 10) Os triacontanos com trinta átomos de carbono..21 .01 Subcapítulo I HIDROCARBONETOS E SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. Atualizado em 04/01/2011 . os que têm de cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. d) Os sais de azidas de hidrogênio (azidas) (posição 28.52). É por isso que os que têm até quatro átomos de carbono são gasosos. O etano de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Excluem-se desta posição: a) Os sais complexos de flúor da posição 28. A.Buta-1. 9) Os pentadecanos com quinze átomos de carbono. Podem classificar-se nas duas categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos acíclicos saturados. Tanto o metano. na posição 27. f) O sulfato duplo de magnésio e de potássio.. Incluem-se aqui sais como o cromato duplo de potássio e de cálcio.Não saturados: 2901. 6) Os octanos com oito átomos de carbono. c) Os cianetos complexos da posição 28. NITRADOS OU NITROSADOS 29.11). 5) Os heptanos com sete átomos de carbono. São muito abundantes na natureza e formam os principais componentes do petróleo.37. 3) Os pentanos com cinco átomos de carbono. citam-se: 1) O etano (C2H6) com dois átomos de carbono.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS.10 . mesmo puro (Capítulo 31). 2901.. 4) Os hexanos com seis átomos de carbono.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS SATURADOS Constituem uma série homóloga que tem a fórmula geral (CnH2n+2).29 .. SULFONADOS.Etileno 2901.. à temperatura e pressão comuns.23 . Para ser incluído nesta posição. 29.01 . os homólogos superiores são geralmente sólidos. Eles podem ser gasosos. o etano deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. 8) Os decanos com dez átomos de carbono.Saturados 2901.33.. incluem-se.3-dieno e isopreno 2901.50).11. B) Hidrocarbonetos acíclicos não saturados. Estes hidrocarbonetos saturados são insolúveis em água.2 . 2) Os butanos (C4H10) com quatro átomos de carbono. líquidos ou sólidos. como o propano (C3H8) com três átomos de carbono.22 . em volume.Outros Os hidrocarbonetos acíclicos são compostos contendo exclusivamente carbono e hidrogênio e não possuem anéis na sua estrutura. O hidrocarboneto fundamental é o metano (CH4) com um átomo de carbono. e) O cloreto de amônio e de mercúrio (cloreto mercúrico amoniacal ou cloromercurato de amônio) e o iodeto duplo de cobre e de mercúrio (posição 28. 11) Os hexacontanos com sessenta átomos de carbono. b) Os alúmenes da posição 28. mesmo puros.Propeno (propileno) 2901.Buteno (butileno) e seus isômeros 2901.24 . 7) Os nonanos com nove átomos de carbono.

este modo de acondicionamento não influi na sua classificação (Nota 1 e) do capítulo 29). em volume. etc. o isopreno. gás incolor extremamente inflamável e asfixiante. Para serem incluídos nesta posição. tais como óxido de etileno. 3º) Os heptenos. gás incolor. 2º) O propeno (propileno) (C3H6). Outros membros da série são: a) O propino (alileno ou metilacetileno) b) O butino (etilacetileno). polietileno.11. b) O buta-1. 4º) Os octenos. ver o nº 1 acima).2-dieno (1. os mais importantes. São: 1º) O etileno (eteno) (C2H4). Atualizado em 04/01/2011 . são o etano e o butano. contêm quer uma ligação tripla (carbonetos monoacetilênicos da fórmula geral CnH2n-2) quer várias ligações triplas (carbonetos poliacetilênicos). Constituem uma série que contém duas ou mais ligações duplas. em recipientes sob pressão. apresentam-se liquefeitos. Esta particularidade determina a formação de duplas ou triplas ligações. etilbenzeno.). geralmente. estes hidrocarbonetos não saturados têm menos 2. em solução na acetona.HIDROCARBONETOS ACÍCLICOS NÃO SATURADOS Em relação aos hidrocarbonetos acíclicos saturados com o mesmo número de átomos de carbono. Para se incluírem nesta posição. que possui a mesma fórmula bruta. a acetona. etc. 4. Para ser incluído na presente posição. O produto mais importante é o acetileno (C2H2). Excluem-se.. entre os quais se podem citar: o ácido acético. 3) Os hidrocarbonetos acetilênicos. o ácido cloroacético. do ponto de vista industrial e comercial. etc. Os mais importantes são: 1º) Os pentenos (amilenos). 3º) Os butenos (butilenos) (C4H8). O propileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. encontram-se nos produtos de decomposição a quente de numerosas substâncias orgânicas (gás de hulha. O etileno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. o propeno (propileno) deve ter um grau de pureza mínimo de 90%.3-butadieno) (C4H6). em volume. Inversamente. Para ser incluído na presente posição. da posição 27. portanto.11). produtos infinitamente variados. produtos do craqueamento (cracking) do petróleo. O acetileno apresenta-se.2 butadieno metil aleno) (C4H6). em lugar de conter duplas ligações. Os hidrocarbonetos acetilênicos desta série.). que tem por fórmula geral (CnH2n). gás incolor e de cheiro característico. propila. Entre os hidrocarbonetos acíclicos saturados compreendidos nesta posição. estes hidrocarbonetos gasosos devem ter constituição química definida e apresentarem-se isoladamente. o gás do petróleo bruto. B. 1) Os hidrocarbonetos monoetilênicos. Estes produtos. em cilindros especiais de aço guarnecidos de diatomita. quer tenham sido obtidos por tratamento e purificação do petróleo e gás natural. é por isso que ao butano normal corresponde o isobutano (trimetilmetano ou metilpropano). por síntese. os hidrocarbonetos gasosos em bruto da posição 27.Podem ter também um ou mais átomos de hidrogênio nas suas moléculas substituídos por radicais alquílicos (especialmente o metila. com leve cheiro a éter.3-dieno (1. 4) Os hidrocarbonetos etilênicos-acetilênicos. gás incolor extremamente inflamável. quer por síntese (quanto ao critério de pureza do etano. a) Os primeiros membros da série são gasosos. b) Os hidrocarbonetos monoetilênicos com cinco a quinze átomos de carbono são líquidos. etila. 6. Constituem uma série homóloga. sob pressão. c) Os membros com mais de quinze átomos de carbono são sólidos. álcool etílico sintético. o álcool etílico. excluem-se desta posição o butano bruto. devem apresentar-se isolados e de constituição química definida.3-dieno (isopreno) (C5H8). e forte ação anestésica.. 2º) Os hexenos. glicóis.11. etc. 2) Os hidrocarbonetos polietilênicos. d) O 2-metilbuta-1. o etileno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. e os hidrocarbonetos gasosos semelhantes também em bruto. Entre eles indicam-se: a) O propadieno (aleno) (C3H4). c) O buta-1.11). emprega-se para obtenção de numerosos produtos orgânicos. obtidos do petróleo e do gás natural. A partir do acetileno obtêm-se. átomos de hidrogênio. líquido extremamente inflamável e incolor. também se obtêm por síntese.

Cumeno 2902.8.20 .. líquido incolor. b) O ciclobutano (C4H8): gasoso.4.. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos ou quando não saturados (hidrocarbonetos ciclênicos). d) O ciclooctatetraeno (C8H8): líquido.02.HIDROCARBONETOS CICLÂNICOS E CICLÊNICOS São hidrocarbonetos cíclicos que correspondem à fórmula geral CnH2n. Os carotenos sintéticos classificam-se na posição 32. 03. um anel na sua estrutura. ciclênicos ou cicloterpênicos: 2902.04.HIDROCARBONETOS CÍCLICOS. etc.1 . Atualizado em 04/01/2011 .43 .6.Outros Os hidrocarbonetos cíclicos são compostos que contêm exclusivamente carbono e hidrogênio e que possuem.Benzeno 2902. tais como o 1.5.02.4a.2. 29. B) Hidrocarbonetos cicloterpênicos. 1) Hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos. 3) Hidrocarbonetos ciclênicos. etc..19 . A. b) O ciclopenteno (C5H8): líquido.2.44 . o primeiro por um radical vinila e o outro por um radical metila.9.8a-octaidro-exo-1.p-Xileno 2902.70 .6..m-Xileno 2902.Tolueno 2902. que se emprega como solvente de tintas e lacas. Citam-se entre estes: a) O ciclobuteno (C4H6): gasoso.Estireno 2902. d) O ciclohexano (C6H12): líquido.05.4 . b) Os compostos de ciclo em ponte.41 .9.11 .Outros 2902.8] decano (C10H12) de que deriva a fórmula do dodecacloro-pentaciclo [5.60 . c) O ciclopentano (C5H10): líquido.1.8-dimetanonaftaleno (C12H16) de que deriva o pesticida HEOD. 6. quando se trate de hidrocarbonetos ciclânicos monocíclicos saturados.7.Etilbenzeno 2902. c) Os compostos de estrutura designada "em gaiola" tais como o pentaciclo [5.03. e à fórmula geral CnH2n-x (em que x pode ser igual a 2.50 . e) O azuleno (C10H8): sólido.).. C) Hidrocarbonetos aromáticos...6. Podem classificar-se nas grandes categorias seguintes: A) Hidrocarbonetos ciclânicos e ciclênicos. 4. 2902. especialmente: a) O ciclopropano (C3H6): gasoso. formado por um radical acetilênico em que um átomo do hidrogênio foi substituído por um radical vinila.90 .Cicloexano 2902.o-Xileno 2902.Ciclânicos. Os mais importantes são: o vinilacetileno.Mistura de isômeros do xileno 2902. Entre estes podem citar-se: a) O decaidronaftaleno (C10H18).42 . pelo menos.30 . para encáusticos. em que dois átomos de hidrogênio do acetileno foram substituídos. e o metilvinilacetileno. que se encontram em determinados petróleos e.8] decano.Xilenos: 2902. 2) Hidrocarbonetos ciclânicos policíclicos. Entre estes citam-se os hidrocarbonetos polimetilênicos e os hidrocarbonetos naftênicos.05.02 .Compreendem nas suas moléculas ligações etilênicas e acetilênicas. c) O cicloexeno (C6H10): líquido.1. 4-endo-5.

inflamável e de cheiro aromático semelhante ao do benzeno. 3) O limoneno. pinheiro. inflamável e de cheiro aromático. que se encontra nas essências de terebintina. Dissolve com facilidade resinas. Prepara-se por destilação do óleo leve do alcatrão da hulha ou por ciclização de hidrocarbonetos acíclicos. Cristaliza-se em lamelas finas. Um líquido incolor e oleoso. óleos essenciais. especialmente. 95% em peso. III) Hidrocarbonetos com vários núcleos (anéis) benzênicos condensados. no estado natural.CH2. de cheiro característico.07). linhita. C. É um líquido incolor. é um líquido incolor. volátil. Para ser incluído na presente posição. em peso. no alcatrão de linhita. borracha. encontrando-se. utiliza-se como moderador. no gás de hulha. 3) O cumeno (C6H5. de cheiro terpênico. de modo a constituir um núcleo (anel) hexagonal. II) Hidrocarbonetos com dois ou mais núcleos (anéis) benzênicos. em alguns petróleos e nos produtos líquidos da destilação seca de numerosos compostos orgânicos ricos em carbono (hulha. a) O benzeno (C6H6). o m-xileno e o p-xileno. Puro.C6H4. a essência de terebintina. Exclui-se o naftaleno de menor pureza (posição 27. etc. O naftaleno em bruto. líquido incolor. inflamável.05. o tolueno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%.HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS Estes compostos contêm um ou vários núcleos (anéis) benzênicos. móvel. Apresenta-se em lamelas cristalinas brilhantes. c) O xileno (dimetilbenzeno) (C6H4(CH3)2) deriva do benzeno por substituição de dois átomos de hidrogênio por dois radicais metila. etc. como líquidos odoríferos e voláteis. na fabricação do fenol. inflamável. 2) O etilbenzeno (C6H5. o naftaleno deve ter um ponto de cristalização mínimo de 79. de isômeros do xileno (sendo todos os isômeros considerados em conjunto). Os mais importantes são: 1) O estireno (C6H5. existente no alcatrão de hulha.01. o dipenteno (mistura de isômeros ópticos do limoneno). em que as misturas de isômeros são utilizadas como agentes refrigerantes ou como moderadores nos reatores nucleares. 2) O canfeno. d) As terfenilas. d) Outros hidrocarbonetos aromáticos são constituídos por um núcleo (anel) benzênico e uma ou mais cadeias laterais. utilizado como solvente.05).. com cheiro forte assemelhado ao do gerânio. todavia.CH=CH2). obtido por hidrogenação catalítica do naftaleno. Emprega-se.C6H5). principalmente. c) O trifenilmetano (CH(C6H5)3). Também se obtém sinteticamente. não podendo "n" ser inferior a dois.. É um dos produtos da destilação do alcatrão de hulha.07). Atualizado em 04/01/2011 . refrigente. a essência da madeira de pinho ou de pinheiro ou a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e as outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas classificam-se na posição 38. b) O fenantreno (C14H10). móvel. incolores e fluorescentes. da acetona e do -metilestireno e como solvente. Entre estes estão compreendidos o benzeno e seus homólogos. carregado de impurezas. dos hidrocarbonetos ciclênicos. canela. a partir do benzeno e do etileno. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos. líquido incolor. o benzeno deve ter um grau de pureza mínimo de 95%. de cheiro agradável.B. abertas ou fechadas.07). condensados ou não. existente no óleo leve de alcatrão de hulha.HIDROCARBONETOS CICLOTERPÊNICOS Estes hidrocarbonetos não diferem. os mais importantes são: a) A bifenila (C6H5. É um líquido incolor existente nos petróleos. I) Hidrocarbonetos com um único núcleo (anel) benzênico. Apresenta-se em cristais de lamelas finas.). que se encontra na essência dos cítricos. A partir do benzeno podem-se obter numerosos produtos de síntese. No alcatrão da hulha. a) O naftaleno (C10H8). Cristaliza-se em agulhas incolores. muito utilizado na preparação de plásticos (poliestirenos) ou de borracha sintética. Os óleos essenciais incluem-se na posição 33. gorduras. de cheiro agradável. normalmente. apresenta-se em lâminas de cor castanha. Sua formula geral é (C5H8)n. Esta posição. em peso. É muito comum em vários óleos essenciais. nos organismos vegetais. na fabricação de derivados clorados para plastificantes e como líquido refrigerante (isolado ou em mistura com o éter difenílico). Obtém-se. brancas. quanto à estrutura química geral. Líquido incolor. móvel. do petit-grain. estruturado em seis grupos (CH). Para se incluir nesta posição.07).05). 5) O tetraleno ou tetraidronaftaleno (C10H12). brancas. O benzeno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. Há três isômeros: o o-xileno. Para se incluir na presente posição. nos reatores nucleares.C6H5).CH(CH3)2).. no petróleo. É um líquido transparente. Entre estes.CH(CH3)2). Hidrocarboneto com dois núcleos (anéis) benzênicos ligados por um grupo metilênico (CH2). etc. O tolueno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27. empregase em sínteses orgânicas. sendo o benzeno um hidrocarboneto formado por seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio. b) O difenilmetano (C6H5. é um líquido incolor. etc. É um metano no qual três átomos de hidrogênio foram substituídos por três núcleos (anéis) benzênicos.C2H5). etc. pelo menos. etc. Exclui-se o xileno de menor pureza (posição 27.4°C. obtém-se pela substituição de um átomo de hidrogênio do benzeno por radical metila. b) O tolueno (metilbenzeno) (C6H5CH3). Citam-se entre os mais importantes: 1) O pineno. o xileno deve conter. que se encontra no óleo essencial da noz-moscada. refringente. encontra-se no gás de hulha. Resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos. Para ser incluído na presente posição. não compreende o dipenteno em bruto (posição 38. Utiliza-se. Exclui-se o p-cimeno em bruto (posição 38. 4) O p-cimeno (CH3. não condensados.

HALOGENETOS. de potássio. halogenetos. Cristaliza-se em agulhas incolores e emprega-se.. Seus principais ésteres são os oxalatos de etila e o oxalato de metila.17). SEUS ANIDRIDOS.Outros 2917.32 . Apresenta-se em lamelas cristalinas ou em pó de cor amarelada.Ácido tereftálico e seus sais 2917. de cálcio.14 . ciclênicos ou cicloterpênicos. neste grupo. os seguintes hidrocarbonetos: 1) O acenafteno. 3) Ácido azelaico. Seus principais sais são os oxalatos de amônio.(CH2)4.35 . Citam-se ainda. transparentes. 2917. 4) O fluoranteno. por exemplo. nitrados ou nitrosados destes produtos. seus anidridos. perácidos.07.3 . constituídos por misturas de alquilarilos (posição 38.Para se incluir na presente posição. seus anidridos. seus sais e seus ésteres 2917. peróxidos. poliuretanos) e em outras sínteses orgânicas.Anidrido maléico 2917. 5) O pireno.Anidrido ftálico 2917. peróxidos. seus sais e seus ésteres 2917. Para ser incluído na presente posição. como mordente na estamparia têxtil e em síntese orgânica.Ácido adípico.19 . SULFONADOS.. na fabricação de alguns plásticos. 4) Ácido sebácico. A. Resulta da condensação de três núcleos (anéis) benzênicos e encontra-se no alcatrão de hulha. c) O antraceno (C14H10).11 .39 .. O fenantremo em bruto classifica-se na posição 27. 29..COOH). halogenetos.Outros Esta posição inclui os ácidos policarboxílicos e seus anidridos. 3) O fluoreno. poliuretanos) ou na fabricação de plásticos.20 .37 .ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS.17 .. SEUS DERIVADOS HALOGENADOS. de sódio. Pó cristalino de cor branca a amarelada. Atualizado em 04/01/2011 . o fenantreno deve ter constituição química definida e apresentar-se isoladamente puro ou comercialmente puro. sulfonados. inodoros. como agente de estabilização nos plásticos (resinas alquídicas. Apresenta-se em finos cristais incolores. peróxidos. seus anidridos. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917. e produz uma fluorescência azulviolácea..Ácidos policarboxílicos ciclânicos. Excluem-se da presente posição os dodecilbenzenos e os nonilnaftalenos. seus sais e seus ésteres 2917.Ortoftalatos de dinonila ou de didecila 2917. ácido sebácico. peróxidos. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados 2917. em peso.13 . 2) Ácido adípico (COOH. na fabricação de alguns plásticos (resinas alquídicas. poliésteres maléicos e outros poliésteres..34 .. ésteres e sais..COOH).Outros ésteres do ácido ortoftálico 2917. bem como os derivados (incluídos os derivados compostos) halogenados.Ortoftalatos de dioctila 2917. Utiliza-se.ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS ACÍCLICOS E SEUS ÉSTERES. de ferro e os oxalatos ferri-amoniacais. É tóxico e emprega-se como agente de branqueamento nas indústrias têxtil e de peles. PERÓXIDOS E PERÁCIDOS (PEROXIÁCIDOS*). NITRADOS OU NITROSADOS. Utiliza-se..Ácidos policarboxílicos aromáticos. halogenetos.12 . halogenetos..Tereftalato de dimetila 2917. poliamidas.07). por exemplo. Apresenta-se em pequenas folhas brancas. perácidos (peroxiácidos*) e seus derivados: 2917.1 .36 .Ácido azeláico.33 . SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Ácido oxálico (COOH. 2) Os metilantracenos.Ácidos policarboxílicos acíclicos. tais como as poliamidas.. por exemplo. o antraceno deve ter um grau de pureza mínimo de 90%.Ácido oxálico.. O antraceno de grau de pureza inferior está excluído (posição 27.

3 .Monoetanolamina e seus sais 2922. p-) (C6H4(COOH)2). SAIS E OUTROS DERIVADOS C. 2922.). de dinonila (di-n-nonila.COOH). e seus ésteres. aminoacidosfenóis e outros compostos aminados de funções Oxigenadas Atualizado em 04/01/2011 .) ou de dicicloexila e outros ésteres do ácido ortoftálico. ácido isoftálico e ácido tereftálico.Aminoácidos.COOH).. de medicamentos barbitúricos.Aminoalcooisfenóis.49 . aminocetonas e aminoquinonas. Ácido ortobenzenodicarboxílico. B.5) Anidrido maléico.14 .Outros 2922.Ácido antranílico e seus sais 2922. por exemplo. de cheiro característico. seus éteres e seus ésteres.Aminoaldeídos.19 . seus éteres e seus ésteres. Entre os seus ésteres. 6) Ácido maléico (COOH. de dietila. geralmente chamado ácido ftálico (ácido ortoftálico).COOH) Apresenta-se em cristais incolores. sais destes produtos: 2922.. etc.. Entre os ésteres mais importantes podem citar-se o malonato de etila. 3) Ácidos dicloroftálicos e tetracloroftálicos e seus anidridos. diisononila..Lisina e seus ésteres. de dibutila (di-n-butila..Ácidos aminonaftolsulfônicos e seus sais 2922. etc. sais destes produtos 2922.Aminonaftóis e outros aminofenóis (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada).22 . Emprega-se em síntese orgânica (na preparação de plásticos (resinas alquídicas).). etc.Anfepramona (DCI). (di-n-octila.42 .2 .ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS CICLÂNICOS..Outros 2922. muito leves e volumosas.Aminoálcoois (exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada). emprega-se na preparação de plásticos (poliésteres) e em outras sínteses orgânicas. Emprega-se..ÁCIDOS POLICARBOXÍLICOS AROMÁTICOS E SEUS ÉSTERES.CH=CH.21 . em massas cristalinas ou em escamas brancas. SAIS E OUTROS DERIVADOS 1) Anidrido ftálico (C6H4..(CH2)2. inodoros. etc.. exceto de funções oxigenadas diferentes. Apresenta-se cristalizado em grandes lamelas incolores.44 . Massa cristalina incolor.CO.).1 . de didecila (din-decila..O). diisooctila. sais destes produtos: 2922.Dietanolamina e seus sais 2922.).39 .Outros 2922. 29.CH2. de plásticos (resinas alquídicas) e de plastificantes.. poliésteres). sais destes produtos 2922. diisobutila. bis(2-etilexil). na preparação de certos plásticos (por exemplo.41 . sais destes produtos: 2922. de plastificantes. Cristaliza-se em agulhas brancas translúcidas.29 .Ácido glutâmico e seus sais 2922.13 . 7) Ácido malônico (COOH..43 ..Dextropropoxifeno (DCI) e seus sais 2922. Os ácidos metabenzenodicarboxílico e parabenzenodicarboxílico são habitualmente denominados. CICLÊNICOS OU CICLOTERPÊNICOS E SEUS ÉSTERES. m-(iso-)..Tilidina (DCI) e seus sais 2922. citam-se os ortoftalatos de dimetila. de dioctila. por exemplo. 8) Ácido succínico (COOH. respectivamente. etc.11 .12 ..COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS (+).Trietanolamina e seus sais 2922. Emprega-se em síntese orgânica. 2) Ácidos benzenodicarboxílicos (o-.31 . exceto os que contenham mais de um tipo de função oxigenada. etc. que é o produto base de numerosas sínteses orgânicas. metadona (DCI) e normetadona (DCI). Apresentam-se em formas de cristais e utilizam-se na preparação de matérias corantes sintéticas. Apresenta-se em grandes cristais incolores ou em blocos moldados.50 .Outros 2922. os ftalatos dos ésteres de etilenoglicol bem como os ésteres de dimetila e outros ésteres do ácido tereftálico. sais destes produtos: 2922.. transparentes.CO.4 .

É um pó cristalino. 3) Amino. m.. 1) Aminobenzaldeídos. 2) o-. éter. 4) Antrimidas. na indústria de sabões. 5) Meclofenoxato. estão igualmente incluídos aqui. e seus ésteres e seus sais. Este composto. e) A 5-nitro-2-propoxianilina (éter n-propílico do 2-amino-4-nitrofenol). ou em síntese orgânica.. além da função amina. A presente posição abrange. 4) Diaminofenóis. 9) Tetrametil e tetraetildiaminobenzidrol. emprega-se como absorvente dos gases ácidos. os compostos aminados. Líquido viscoso. 6) Arnolol.AMINOALDEÍDOS. B. etc. aqui incluídos. 3) Trietanolamina (N(CH2CH2OH)3).). cetona. Entre os éteres dos aminofenóis. seus éteres ou ésteres. 1) Monoetanolamina (NH2(CH2CH2OH)).Os compostos aminados de funções oxigenadas são compostos aminados que. além do grupo amínico.6-dissulfônico (ácido H). quer ainda a função quinona (ver a Nota Explicativa da posição 29.e diaminoantraquinonas. AMINOCETONAS. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoálcool parente não é levada em consideração para fins de classificação. portanto. aldeído. que são derivados de substituição contendo as funções oxigenadas mencionadas nos textos das posições 29. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas funções fenólicas. etc. A.. que se emprega como anestésico local. 8) Ariletanolaminas. 1) Ácidos aminonaftolsulfônicos.20. fenol. SEUS ÉTERES E ÉSTERES. acetal. quer o grupo aldeídico (-CHO). freqüentemente viscoso. quer o grupo cetônico ( C=O). AMINOQUINONAS.e p-Aminofenóis. C. das emulsões. citam-se: a) As anisidinas. Os derivados hidroxilados da difenilamina e seus sais também aqui se incluem.AMINONAFTÓIS E OUTROS AMINOFENÓIS. nos quais um ou mais átomos de hidrogênio foram substituídos por um grupo amínico (-NH2). m. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos fenólicos. possuem uma ou mais funções oxigenadas definidas na Nota 4 do Capítulo 29 (funções álcool. b) As dianisidinas (bianisidinas). É um líquido incolor. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminonaftol parente ou a outro aminofenol parente não é levada em consideração para fins de classificação. SEUS ÉTERES E SEUS ÉSTERES.14). Excluem-se desta posição as matérias corantes orgânicas (Capítulo 32). 7) Sarpogrelato.e tetraetildiaminobenzofenonas. um ou mais grupos hidroxilas alcoólicos e um ou mais grupos amínicos ligados a átomos de carbono. d) As cresidinas. b) o ácido 8-amino-1-naftol-3. que se emprega na preparação de produtos farmacêuticos. c) As fenetidinas. Atualizado em 04/01/2011 . para apresto ou acabamento de tecidos. As aminas diazotáveis e seus sais da presente posição. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas álcoois. 2) Dietanolamina (NH(CH2CH2OH)2). seus éteres ou seus ésteres. É uma base que se emprega na indústria dos sabões. São especialmente: a) o ácido 7-amino-1-naftol-3-sulfônico (ácido gama). SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm na sua molécula. que se apresenta sob a forma de cristais incolores ou de um líquido de cor pálida. branco.AMINOÁLCOOIS. 10) Nitrato de aminoetila. 2) Tetrametil. ou uma combinação dessas funções.e p-Aminocresóis.05 a 29. em curtimenta para amaciar os couros. em concentração tipo para produção de corantes azoícos. 4) Cloreto de (2-benzoiloxi-2-metilbutil) dimetilamônio. bem como seus ésteres de ácidos orgânicos e inorgânicos. SAIS DESTES PRODUTOS São compostos que contêm. 3) o-. ou uma combinação dessas funções.

5) A propoxicaína. 2) A serina (ácido -amino. Toda parte contendo uma função amina é considerada como parte parente. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29.D.). LECITINAS E OUTROS FOSFOAMINOLIPÍDIOS. a parte parente é o aminoetanol e não é levado em consideração o grupo ácido carboxílico para fins de classificação. Subposições 2922. Apresenta-se em grandes cristais. 7) A fenilalanina. ou em medicina. entre outros.11 a 2922. para fins de classificação.19. Obtém-se sinteticamente e utiliza-se na fabricação de índigo (anil) sintético.N-dimetil-2. É um produto da cisão das proteínas.COOH). fenol ou ácido. Produto da cisão de diversas proteínas animais ou vegetais. 2923. Entre os derivados deste ácido citam-se o antranilato de metila. O ácido 5-amínico emprega-se em síntese orgânica (na fabricação de matérias corantes azóicas e sulfurosas. em cristais. Emprega-se em síntese orgânica. Empregado na indústria dos corantes. em agulhas duras..Colina e seus sais Atualizado em 04/01/2011 . em cristais pequenos. em virtude do seu poder vitamínico. que se incluem nesta posição. 5) A alanina (ácido 2-aminopropiônico). 29. Encontra-se na sericina e em numerosas substâncias proteícas. para preparação de produtos de perfumaria. em cristais. seus sais e seus derivados de substituição. Toda função oxigenada presente em uma parte não parente ligada a um aminoácido parente não é levada em consideração para fins de classificação. É um derivado metílico da glicina. 8) A valina (ácido -aminoisovalérico). 4) A sarcosina (CH3. seus ésteres ou seus anidridos. 3) A glicina (ácido aminoacético.CH2. fenol ou ácido. utilizado pelos oftalmologistas e odontologistas. de anestésicos. nos termos de atos internacionais. 10) O ácido aspártico. peróxidos e perácidos. Estes compostos só contêm como funções oxigenadas ácidos. é um anestésico local. regulares. As substâncias desta posição que. 15) O lisadimato. Entre os aminoácidos. em cristais. halogenetos. seus ésteres. Os anidridos. Apresenta-se em cristais e emprega-se em medicina ou na preparação de produtos alimentares. este composto classifica-se na subposição 2922. Cristais incolores.. 12) O ácido m-aminobenzóico.CH2. incolores. peróxidos e perácidos dos ácidos carboxílicos são considerados como funções ácidos. halogenetos. 4) A medifoxamina (N. O sal de sódio do ácido 4-amínico é utilizado em medicina no tratamento da tuberculose pulmonar. esta subposição é obtida considerando-se a função éster ou éter como uma função álcool. 6) A -alanina (ácido 3-aminopropiônico). Cristaliza-se em prismas. composto aminado de função acetal. 2) O ácido glutâmico. Se o composto contém duas ou mais funções éter ou éster. AMINOACIDOFENÓIS E OUTROS COMPOSTOS AMINADOS DE FUNÇÕES OXIGENADAS Incluem-se. glicocola) (NH2. que resulta da hidrólise das proteínas e apresenta-se em cristais brancos.10 . etc.2-difenoxietilamina). É extraído do glúten. SAIS DESTES PRODUTOS Estes compostos contêm uma ou mais funções ácido-carboxílicas e uma ou mais funções aminas.AMINOÁCIDOS E SEUS ÉSTERES. Pó cristalino.23 . neste grupo: 1) A tirosina (p-hidroxifenilalanina). Como éter de um aminoálcool. são considerados estupefacientes ou substâncias psicotrópicas.AMINOALCOOLFENÓIS.SAIS E HIDRÓXIDOS DE AMÔNIO QUATERNÁRIOS. Entre os derivados deste ácido citam-se o p-aminobenzoato de etila e o p-aminobenzoato de butila. Nota Explicativa de Subposições. e a isoleucina.-hidroxipropiônico). as funções éter ou éster do ácido orgânico ou inorgânico são consideradas como uma função álcool. E. 13) O ácido p-aminobenzóico. dependendo a escolha da posição da função oxigenada em relação ao grupo aminado. ou uma combinação dessas funções. opalescentes. Se o composto contém duas ou mais funções amina ligadas à mesma função éster ou éter.50 Para fins de classificação nas subposições. 14) A fenilglicina. a molécula é cindida em diferentes partes ao nível do átomo de oxigênio de cada função éter ou éster e as únicas funções oxigenadas tomadas em consideração são aquelas apresentadas na mesma parte que a função amina.COOH). no ácido 3-(2-aminoetoxi) propiônico. etc. DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA OU NÃO. ele será classificado na subposição colocada em último lugar na ordem de numeração. incolores e inodoros. O cloroidrato de paminobenzoildietilaminoetanol (cloridrato de procaína). 9) A leucina (ácido -aminoisocabróico).NH. em relação a cada função amina. Nesses casos só devem ser tomadas em consideração as funções oxigenadas apresentadas na parte da molécula situada entre a função amina e o átomo de oxigênio da função éter ou éster. Assim. citam-se: 1) A lisina (ácido diamino-n-hexanoíco). 3) Os ácidos aminossalicílicos (incluídos os ácidos 5-aminossalicílico e 4-aminossalicílico). 11) O ácido o-aminobenzóico (ácido antranílico).

R3 e R4 podem ser radicais alquílicos ou arílicos (metila. etc. diamida do ácido carbônico que. Estes radicais podem ser os mesmos. por exemplo. Este cátion pode formar uma combinação com o íon (OH-) hidroxila e dar um hidróxido de amônio quaternário.1 . As lecitinas encontram-se na gema do ovo (ovolecitina) e nos tecidos animais e vegetais.2 . Em geral.02 ou 31. Algumas amidas da presente posição possuem também um grupo amina diazotável.COON(CH3)4). também se incluem nesta posição. sob a forma de grânulos amarelados.29). A lecitina comercial. de cor acastanhada ou clara.) e teremos. em concentração tipo. inclui-se. por radicais ácidos. solúveis em álcool etílico.Ácido 2-acetamidobenzóico (ácido N-acetilantranílico) e seus sais 2924. óleo de soja. sendo utilizada.2923. A lecitina de soja comercial emprega-se como emulsionante. com o ácido glicerofosfórico e uma base nitrogenada (azotada) orgânica. As amidas são compostos que encerram os grupos funcionais seguintes: (-CO.Lecitinas e outros fosfoaminolipídios 2923. correspondente ao seu equivalente inorgânico. tolila.21 . utilizado em terapêutica.Ureínas e seus derivados. É um composto de que derivam outras substâncias de grande importância do ponto de vista biológico: a acetilcolina e a metilcolina.. exclui-se da presente posição a uréia (NH2.20 . seus sais e seus derivados. fosfamidona (ISO) e monocrotofós (ISO) 2924.). ácidos graxos (gordos*) e hidratos de carbono.Amidas (incluídos os carbamatos) acíclicas e seus derivados. Atualizado em 04/01/2011 .90 . por radicais alicíclicos ou arílicos. sais destes produtos: 2924. nesse caso.Etinamato (DCI) 2924. sais destes produtos: 2924. no cérebro. porém.29 .NH) amida secundária ((-CO)3. etila. 3) Iodeto de tetrametilamônio ((CH3)4NI). principalmente.Fluoroacetamida (ISO).. Essas amidas e seus sais.24 ..Outros Esta posição inclui os derivados amidados dos ácidos carboxílicos e do ácido carbônico. com a fórmula geral NR4+OH-. é essencialmente a lecitina de soja. mas não inclui os derivados amidados de qualquer outro ácido inorgânico (posição 29..12 . por exemplo.CO. cerosas. A lecitina de soja comercial apresenta-se sob forma mais ou menos pastosa. nas posições 31. que resultam da combinação dos ácidos oléico.NH2).NH2) amida primária ((-CO)2. 4) Hidróxido de tetrametilamônio ((CH3)4NOH).19 . 29. ou diferentes entre si. COMPOSTOS DE FUNÇÃO AMIDA DO ÁCIDO CARBÔNICO.COMPOSTOS DE FUNÇÃO CARBOXIAMIDA. agente de dispersão. em produtos cosméticos e na alimentação animal.Outros 2924. A saturação. estes produtos apresentam-se em massas castanho-amareladas. quando o óleo de soja se extraiu com acetona. tal como a colina. então. para a produção de corantes azóicos.Meprobamato (DCI) 2924. brometo.23 .. As ureídas são compostos que derivam da substituição dos átomos de hidrogênio do grupo -NH2 da uréia. 2) Lecitinas e outros fosfoaminolipídios. 2924. As ureínas são compostos que derivam da substituição de um ou vários átomos de hidrogênio dos grupos -NH2 da uréia. São ésteres (fosfátidos). obtêm-se as chamadas amidas N-substituídas (N-alquilada ou N-arilada). A colina é um hidróxido de hidroxietiltrimetilamônio e encontra-se na bílis... na alimentação humana ou animal. sais destes produtos 2924. 6) Betaína (trimetilglicina).N) amida terciária Os hidrogênios dos grupos (-NH2) ou (>NH) podem ser substituídos por radicais alquila ou arila e. então.. na indústria petrolífera.Amidas (incluídos os carbamatos) cíclicas e seus derivados. etc. e o cloridrato de betaína. etc. iodeto. ou. 5) Formiato de tetrametilamônio (H. pode fazer-se por meio de outros ânions (cloreto. constituída por uma mistura de fosfátidos insolúveis na acetona (geralmente 60 a 70% em peso). o hidróxido de amônio NH4OH. sal de amônio quaternário. que também se inclui na presente posição. etc. R2. A ovolecitina é utilizada em medicina. utilizado em farmácia.11 . na gema de ovo e em todos os germes frescos. palmítico e outros ácidos graxos (gordos*). na fabricação de tintas. No entanto. Os mais importantes sais e derivados de substituição do amônio são os seguintes: 1) Colina.05. os sais de amônio quaternários.Outros Os sais orgânicos de amônio quaternário contêm um cátion nitrogenado (azotado) tetravalente NR1R2R3R4 onde R1. como adubo ou fertilizante. mesmo pura.24 .

As substâncias desta posição.31 . É um eficaz antidetonante para carburantes. pó branco e cristalino. Excluem-se os compostos inorgânicos de silício que se incluem geralmente no Capítulo 28 (tetracloreto de silício (SiCl4).. Alguns destes compostos são conhecidos comercialmente por arilidos. Não se inclui aqui a 1-cianoguanidina (ou diciandiamida) (posição 29. branco. e que contenham grupos orgânicos fixos aos átomos de silício pelas ligações diretas silício-carbono. São compostos que possuem o radical (-As(CH3)2) denominado cacodila.AsO(OH)2) e seus sais. utilizados em medicina. classificado na posição 28.AMIDAS ACÍCLICAS 1) Acetamida. principalmente. 3) Ureídas de cadeia aberta (bromodietilacetiluréia. Entre os seus principais sais cita-se o p-aminofenilarsonato de sódio.53). a maloniluréia (ácido barbitúrico) e a hidantoína. difenilsilanediol. pelo menos. Entre seus sais citam-se. 2) Acetanilida. a) Ácido metilarsônico (CH3. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29. Estes silicones incluem-se na posição 39. acetoxi.). As principais ureínas são: 1º) A p-etoxifeniluréia (dulcina). o produto técnico é amarelo. os silanos orgânicos e os siloxanos. o decametilciclopentassiloxano e o dodecametilcicloexassiloxano. os alcoxissilanos (por exemplo. etc). B. pelo contrário.AsO(OH)2) e seus sais. oximo.A. etc. 4) Compostos organoarseniais. b) Ácido cacodílico e seus sais. os alquila ou arila silanos (por exemplo. Atualizado em 04/01/2011 .AMIDAS CÍCLICAS 1) Ureínas e ureídas. incolor quando puro. c) Ácido p-aminofenilarsônico (NH2. amidas do ácido hidroxinaftóico.33). que tem aplicações medicinais (especialmente contra a doença do sono). 4) Derivados N-acetoacetilados das aminas cíclicas. O ácido cacodílico apresenta-se em cristais incolores. por exemplo. o 3-hidroxi-2-naftanilida. um átomo de carbono de um radical orgânico. tais como o metilarsonato de sódio. É a monoamida do ácido aspártico. metiltrimetoxissilano).e etilacetanilida. São igualmente excluídos da presente posição os produtos de constituição química não definida. nos termos de atos internacionais. extraída de algumas leguminosas. Apresenta-se em cristais.C6H4. utilizados como opacificantes em radiografia. Trata-se de compostos de constituição química definida nos quais o átomo de silício é ligado diretamente a.26). ácido diatrizóico e seus sais. inodoros. niquelcarbonila e outras carbonilas de metais. por exemplo.20. classificado na posição 28. acetil-p-aminofenol e acetil-p-aminossalol. de plaquetas ou de rombóides. 3) Fenilacetamida. Este ácido cristaliza-se em agulhas brancas. 29. o octametilciclotetrassiloxano. Os ésteres de ácidos silícicos e seus sais incluem-se na posição 29. usado em medicina. o octametiltrissiloxano. por vezes.24. metil. ou triclorossilano (SiHCl3). 2º) A dietildifeniluréia (centralita). 3) Ferrocarbonila. 5) Glutamina.12. Tóxico. geralmente na posição 38. 5) Ácido 2-acetamidobenzóico. em cristais incolores. 1) Tetraetil de chumbo (Pb(C2H5)4). Estes compostos compreendem. As misturas deliberadas de compostos organo-silícicos de constituição química definida são classificadas noutras partes da Nomenclatura.OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGÂNICOS. 4) Carbamato de etila (uretano). cuja molécula encerra mais de uma ligação silício-oxigênio-silício. dimetildiclorossilano). Líquido volátil. as ureídas heterocíclicas. Os silanos compreendem os clorossilanos (por exemplo. inodoro. tetrametilsilano) e outros silanos multifuncionais (amino. Os siloxanos compreendem o hexametildissiloxano. que. nitrilo. d) Ácidos aminoxifenilarsônicos e seus derivados formilados ou acetilados e seus sais. são consideradas como estupefacientes ou como substâncias psicotrópicas. Utilizado em medicina. Forma sais cristalinos. por exemplo (posição 29. o cacodilato de sódio.. Excluem-se. polimerizados para se obter os silicones. 2) Compostos organo-silícicos. acetoacetanilida. Estes produtos são. 2) Asparagina. A presente posição abrange igualmente o hexametildissilazano e os organo-dissilanos. Cristais incolores ou amarelados apresentados sob a forma de agulhas. pó cristalino. Este ácido cristaliza-se em lamelas. oxiranil.10. É utilizado como precursor na fabricação da metaqualona (DCI) (ver a lista dos precursores que se encontra no fim do Capítulo 29). acetil-p-fenetidina (fenacetina). brilhantes. bromoisovaleriluréia. em especial.

Loprazolam (DCI).Piridina e seus sais 2933. metilfenobarbital (DCI).6 .Outros derivados da manolinuréia (ácido barbitúrico).. sais destes produtos 2933. sem outras condensações: 2933. não condensado: 2933.32 ..21 .As=As. pipradrol (DCI). intermediário A da petidina (DCI). pentazocina (DCI). fentanil (DCI).Levorfanol (DCI) e seus sais 2933.29 . A presente posição não compreende os tiocompostos orgânicos cuja molécula comporta um ou mais átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (ver a Nota 6 do presente Capítulo).Outros 2933. nos quais.Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não) não condensado: 2933.33 .59 ..Maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus sais 2933. secobarbital (DCI) e venilbital (DCI). além dos átomos de enxofre diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono. anileridina (DCI).Alobarbital (DCI).. no qual X é um resíduo ácido orgânico ou inorgânico (posição 28.Outros 2933.52 . bezitramida (DCI).31 .. butalbital (DCI)..1 .Alfentanil (DCI).. 6) Alquilos de metais.Compostos cuja estrutura contém ciclos de quinoleína ou de isoquinoleína (hidrogenados ou não)..X)..Lactamas: Atualizado em 04/01/2011 .... ciclobarbital (DCI).Hidantoína e seus derivados 2933. átomos de outros elementos não-metálicos ou metálicos diretamente ligados ao átomo (aos átomos) de carbono (por exemplo. fonofos (ISO)) (posição 29.53 .61 .41 .7 . fulerenos metálicos.Outros 2933.49 .4 . barbital (DCI). amobarbital (DCI). petidina (DCI).COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS EXCLUSIVAMENTE DE HETEROÁTOMO(S) DE NITROGÊNIO (AZOTO*) (+). não condensado: 2933.Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não)..C6H5) e seus derivados.Outros 2933.. fenobarbital (DCI). São compostos orgânicos contendo pelo menos um átomo de fósforo diretamente ligado a um átomo de carbono.Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). A presente posição não compreende os compostos organo-mercúricos que podem conter um ou vários átomos de mercúrio e particularmente o grupo (-Hg. 5) Ácido o-iodosilbenzóico. sais destes produtos 2933.2 . sais destes produtos 2933.54 . propiram (DCI) e trimeperidina (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina: 2933.. pentobarbital (DCI). mecloqualona (DCI). bromazepam (DCI).Outros 2933. metilfenidato (DCI). piritramida (DCI).69 .Outros 2933.. 2933 .. não condensado: 2933. em lugar do grupo diazóico (-N=N-) encontra-se o grupo arsênico (-As=As-). secbutabarbital (DCI). metaqualona (DCI) e zipeprol (DCI).19 . metalocenos. difenoxilato (DCI). dipipanona (DCI). 2933. cetobemidona (DCI). sais destes produtos 2933.Fenazona (antipirina) e seus derivados 2933.Melamina 2933. fenoperidina (DCI).Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). butobarbital.52). Excluem-se os compostos cujas moléculas comportam.11 .30). São compostos análogos aos compostos nitrogenados (azotados).3 . fenciclidina (DCI) (PCP). difenoxina (DCI). 7) Compostos organofosforados.Piperidina e seus sais 2933.55 .5 .e) Arsenobenzeno (C6H5.39 .

a este grupo: 1) A piridina.-carboxílico. citam-se: a) O ácido 1-metil-4-fenilpiperidinocarboxílico. d) O hexanicotinato de mesoinositol. 3) Entre os derivados mais importantes da piperidina.79 . 2) A aminofenazona (4-dimetilamino-2. mazindol (DCI). quase incolor. 2) A lisidina. todos os seus isômeros consideram-se em conjunto). nordazepam (DCI).6-Hexanolactama (epsilon-caprolactama) 2933. podem citar-se: a) A metilpiridina (picolina). C.. Líquido incolor ou levemente amarelado.Outros: 2933. B. não condensado.71 .Outros Entre os compostos heterocíclicos desta posição.. Apresentam-se em cristais incolores formados por oxidação da -picolina ou por outros processos sintéticos. contudo. clorazepato. etc. incluído na posição 29. Encontra-se no alcatrão da hulha. na indústria da borracha. Pertencem.Clobazam (DCI) e metilprilona (DCI) 2933. em tingimento ou estampagem de tecidos. c) A dietilamida do ácido piridino. A sua hidrazina emprega-se no tratamento da tuberculose pulmonar. nimetazepam (DCI). Atualizado em 04/01/2011 . no óleo de Dippel e em numerosos compostos. fenildimetilpirazolona). camazepam (DCI). medazepam (DCI). pinazepam (DCI). sais destes produtos 2933. 3) A 1-fenil-3-pirazolidona. Cristais brancos. lorazepam (DCI). nitroidantoína. clorodiazepóxido (DCI).. estazolam (DCI). Tem aplicações medicinais como excitante da circulação e da respiração.3-dimetil-1-fenil-5-pirazolona) (amidopirina. dimetilamino-analgesina) e seus sais. lormetazepam (DCI).. Compostos cuja estrutura contém um ciclo imidazol (hidrogenado ou não). oxazepam (DCI). inodoros. utilizada em medicina como solvente do ácido úrico. em medicina. Apresenta-se como líquido oleoso.-carboxílico) e seus derivados. tetrazepam (DCI) e triazolam (DCI).Alprazolam (DCI). Emprega-se em síntese orgânica. Para ser incluída na presente posição.-carboxílico ou ácido nicotínico está.07). Tem ação antipirética e antinevrálgica mais forte que a analgésica. A piridina de um grau de pureza inferior está excluída (posição 27. loflazepato de etila (DCI). O ácido piridino. delorazepam (DCI). a este grupo: 1) A hidantoína e seus derivados de substituição.91 .2933. a metilidantoína e a fenilidantoína. pirovalerona (DCI). não condensado. obtidos por condensação do ácido glicólico com uréia. midazolam (DCI). a 5-etil-2-metilpiridina (5-etil-2-picolina) e a 2-vinilpiridina. temazepam (DCI). como desnaturante do álcool. Pó cristalino ou lamelas incolores.. Cristais lamilares. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirazol (hidrogenado ou não). 2) Entre os derivados mais importantes da piridina. nitrazepam (DCI). por exemplo. higroscópicos.99 . clonazepam (DCI). flurazepam (DCI). entre outros. podem citar-se: A. não condensado. estes derivados devem ter uma pureza mínima de 90% em peso (no caso da metilpiridina. de cheiro fortemente empireumático.36.07). Utiliza-se em medicina (como antipirético e antinevrálgico). b) Os ácidos piridinocarboxílicos. incolores. diazepam (DCI). entre outros. prazepam (DCI). Este grupo compreende. Compostos cuja estrutura contém um ciclo piridina (hidrogenado ou não). Os derivados de grau de pureza inferior estão excluídos (posição 27.Outras lactamas 2933. a piridina deve ter um grau de pureza mínimo de 95% em peso. desagradável. Pertencem. entre outros: 1) A fenazona (antipirina.9 .72 . halazepam (DCI). flunitrazepam (DCI). fludiazepam (DCI). Incluem-se neste grupo o ácido isonicotínico (piridino. Para se incluírem na presente posição.

Trata-se de uma categoria importante de compostos da piramidina. Os compostos desta categoria compreendem. classifica-se na posição 36. d) A cetobemidona (DCI) (1-[4-(m-hidroxifenil )-1-metil-4. trilactamas. São líquidos incolores. tioureída cíclica. higroscópica. c) O éster etílico do ácido 1-metil-4-fenilpiperidina-4-carboxílico (petidina). 5-. 3) A piperazina (dietilenodiamina). como acelerador para vulcanização da borracha. Compostos cuja estrutura contém um ciclo triazina (hidrogenado ou não). a este grupo: Atualizado em 04/01/2011 . 3) A isopropilquinoleína. muito solúveis em água. 2) A isobutilquinoleína. mas também podem preparar-se sinteticamente. a este grupo: 1) A melamina (triaminotriazina). 3) O ácido cianúrico (nas formas enol e ceto). etc. forma tautomérica das lactamas (cetônicas). o fenobarbital (DCI) (feniletilmaloniluréia). Pertencem. Emprega-se em medicina. semelhantes às lactonas. Utiliza-se em medicina (contra a gota). desagradável e penetrante. amidas que provêm dos aminoácidos por eliminação de água. 4) A metenamina (DCI) (hexametilenotetramina). Pó higroscópico solúvel em água. F. utilizada na fabricação de plásticos. Também se incluem neste grupo os sais complexos da 8-hidroxiquinoleína. com cheiro desagradável. D. As pastilhas e tabletes de metenamina. Lactamas. classificam-se na posição 30. 8) A N-metilmorfinana. As hidroxiquinoleínas derivam da introdução de uma hidroxila em diversos pontos do núcleo (anel) da quinoleína. entre outros. 6-. Formam sais de sódio solúveis em água. São cristais regulares brancos. 6) O ácido fenilquinoleinocarboxílico (ácido fenilcinchonínico). A quinoleína e a isoquinoleína encontram-se no alcatrão de hulha. 4-. não condensado. 7) A octaverina (DCI) (6.b) O éster etílico do ácido 1-metil-3-fenilpiperidina-3-carboxílico. doseados para usos medicinais.06. sensível ao choque. Quinoleína. Os derivados barbitúricos e seus compostos sais obtidos por substituição de radicais alquílicos utilizam-se em medicina como hipnóticos e sedativos. citam-se: 1) A p-metilquinoleína. Sistemas de dois anéis. como agente anti-fermentação. por exemplo. o barbital (DCI) (dietilmaloniluréia). em medicina. bastonetes ou em formas semelhantes que impliquem na sua utilização como combustível. Estes compostos podem ser considerados como amidas internas. De acordo com a presença de uma ou mais funções amida. de cheiro característico.04 e a metenamina apresentada em tabletes. Pertencem. etc. muito refringentes. Massa cristalina branca. Compostos cuja estrutura contém um ciclo pirimidina (hidrogenado ou não) ou piperazina. brilhantes.5-trietoxifenil) isoquinoleína). também se incluem aqui. Tratam-se de moléculas contendo num ciclo uma ou várias funções amida. Pertencem. Apresenta-se em agulhas incolores ou pó branco-amarelado. o amobarbital (DCI) (etilisoamilmaloniluréia). como solvente do ácido úrico (anti-séptico urinário). 4) A 2. o secobarbital (DCI) (alil-1-metilbutilmaloniluréia) e o ciclobarbital (DCI) (ácido 5-(ciclohex-1-enil)-5-etilbarbitúrico). fala-se de mono-. 2) O tiopental sódico (pentiobarbital sódico). entre outros. a este grupo: 1) A maloniluréia (ácido barbitúrico) e seus derivados. etc. entre outros. 2) A trimetilenotrinitramina (hexogênio). É um remédio contra a gota e o reumatismo. E. branco-amarelado. Emprega-se em síntese orgânica (por exemplo. 9) A 3-hidroxi-N-metilmorfinana.piperidil]-propan-1-ona). Líquido oleoso incolor ou produto pastoso. Entre os seus derivados. 4) A tetraidrometilquinoleína. na preparação de matérias corantes). Utiliza-se em medicina como anestésico. É um explosivo que se apresenta em pó cristalino branco. seus sais e seus derivados. utilizada como solvente do ácido úrico. isoquinoleína e seus derivados. para fabricar resinas sintéticas.5-dimetilpiperazina. com cheiro especial. Derivados barbitúricos. 7-. Compostos que contêm uma estrutura de ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenados ou não) sem outras condensações. 5) As 3-. As lactimas (enólicas). que compreendem um núcleo (anel) benzênico ligado a um lado do núcleo (anel) piridínico.4. e 8-hidroxiquinoleínas e seus sais. G.7-dimetoxi-1-(3. Apresenta-se em cristais brancos.

tem forte cheiro de flores.6-diona). que se encontra no alcatrão de hulha. 6) A ftalidrazida (hidrazida do ácido ftálico). As substâncias desta posição que. por síntese. comparando-os com os compostos parentes. devem igualmente apresentar a estrutura de base do composto parente.11. Apresenta-se em pequenas folhas cristalinas incolores ou muito levemente amareladas e que pela ação da luz e do ar tornam-se vermelhas. Este produto. Excluem-se desta posição as imidas dos ácidos polibásicos. Pó cristalino branco. Também se obtém sinteticamente. quando purificado. H. Entre os derivados da acridina aqui incluídos (com exclusão dos que constituam matérias corantes). Emprega-se na fabricação de matérias corantes e de plásticos. 7) 1.52) são produtos caracterizados pela sua estrutura heterocíclica. Outros compostos heterocíclicos exclusivamente de heteroátomos de nitrogênio (azoto). Os derivados desses produtos. Incluem-se. insolúvel em água. Exclui-se da presente posição a betaína (trimetilglicina. É assim que.3-bis(p-Acetoxifenil)oxindol (diacetildiidroxidifenilisatina). 4) O -Metilindol (escatol). por exemplo). entre outros. d) possuem outras substituições de átomos de hidrogênio somente (por exemplo. quando impuras.54 A fenazona (subposição 2933. Em cristais brancos solúveis em água. Apresenta-se em palhetas cristalinas e brilhantes. porém. 7) A etilenoimina (aziridina) e seus derivados N-substituídos. neste grupo: 1) O carbazol e seus derivados. 5) O mercaptobenzimidazol. de cheiro agradável.1) 6-Hexanolactama ( -caprolactama). por exemplo) não modificados. Deriva da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) pirrólico. empregada na fabricação de plásticos e de fibras têxteis sintéticas. 2) A acridina e seus derivados. Atualizado em 04/01/2011 . tais derivados. Quando impuro tem forte cheiro fecal. a porfirina (alcalóide) inclui-se na posição 29. a idantoína (subposição 2933. 3) O indol.6. c) conservam os substituintes (o grupo fenil e os dois grupos metil da fenazona. Cristaliza-se em palhetas incolores que.21 e 2933. sal de amônio quaternário intramolecular (posição 29. b) O lactato de 2. 5) 1-Vinil-2-pirrolidona. obtém-se.23). classificados em suas subposições próprias. nos termos de atos internacionais. geralmente: a) têm grupos funcionais (o grupo oxo. com vapores irritantes. 4) 3.5-diamino-7-etoxiacridina.9-Triazaciclododecano-2. 8) As porfirinas (derivadas da porfina). em geral. estão incluídas na lista inserida no fim do Capítulo 29.6-diaminoacridínio). um átomo de hidrogênio no ciclo pirimidina do ácido barbitúrico substituído por um grupo alquila). Estes dois derivados têm propriedades anti-sépticas e germicidas. trimetilglicocola). solúveis em água. Em cristais brilhantes de cor amarelo-dourada. b) apresentam o mesmo número de ligações duplas nas mesmas posições. 2933. Encontra-se em pequenas quantidades no alcatrão de hulha mas pode também ser obtida sinteticamente. Emprega-se em síntese de matérias corantes e em farmácia. Encontra-se nas frações pesadas do óleo de alcatrão de hulha.5. A acridina resulta da condensação de dois núcleos (anéis) benzênicos com um núcleo (anel) piridínico. 3) 2-hidroxiquinoleína (carbostirilo). lactama do ácido o-aminocinâmico. Nota Explicativa de Subposições.11).39. pó cristalino de cor vermelhoacastanhada. pó amarelo. Subposições 2933.10-triona. 2) Isatina (lactama do ácido isático). Utilizada para preparar a poli(pirrolidona de vinila) do Capítulo 39 e também usada em medicina. citam-se: a) A proflavina (hidrogenossulfato de 3. Todavia.21) e o ácido barbitúrico (subposição 2933. têm cheiro fecal. Utilizado como laxante. Emprega-se na preparação de perfumes sintéticos e em medicina. 6) Primidona (DCI) (5-etil-5-fenilperidropirimidina-4. Em cristais brancos. Serve para preparar matérias corantes e certos medicamentos. Pó cristalino amarelado. são consideradas estupefacientes ou substâncias psicotrópicas.

c) As misturas entre si de vitaminas. naturais ou reproduzidas por síntese. Quando a função amida está incluída em vários ciclos. Esta posição inclui: a) As provitaminas e as vitaminas.Outras vitaminas e seus derivados 2936.. VITAMINAS E HORMÔNIOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. óleos vegetais.. cuja ausência ou insuficiência provoca perturbações do metabolismo ou "doenças de carência".Vitamina E e seus derivados 2936. não devem ser classificadas na subposição relativa às lactamas.PROVITAMINAS E VITAMINAS.29 . 29. que constituem um grupo de compostos de constituição química relativamente complexa..10 .). não misturadas 2936. incluindo a sua estrutura de base. de provitaminas ou de concentrados. adicionados posteriormente de um suplemento de vitaminas A ou D. d) Os produtos acima mencionados diluídos em qualquer solvente (oleato de etila. etc. etanodiol. Têm.Vitamina B1 e seus derivados 2936. bem como os seus derivados utilizados principalmente como vitaminas. por exemplo).79 As lactamas que contenham um heteroátomo suplementar.Vitaminas A e seus derivados 2936.2 . Como o corpo humano não pode efetuar a síntese destes produtos. deve ser levado em consideração o heteroátomo suplementar para determinar a classificação. por exemplo). diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama (por exemplo. SRF nº 553..21 . MESMO EM QUAISQUER SOLUÇÕES. o termo "derivados" aplica-se aos compostos químicos que possam ser obtidos de um composto de partida da posição concernente e que apresente as características essenciais do composto parente...24 . BEM COMO OS SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS. estes concentrados são utilizados quer no estado natural (como produtos de adição dos alimentos do gado. MISTURADOS OU NÃO ENTRE SI.Public. principalmente. Neste Subcapítulo.Outras.36 SUBCAPÍTULO XI PROVITAMINAS. NATURAIS OU REPRODUZIDAS POR SÍNTESE (INCLUÍDOS OS CONCENTRADOS NATURAIS).Vitamina B12 e seus derivados 2936. Atuando em doses infinitesimais. de junho de 2005 .79.90 . e cuja presença no organismo dos animais ou de plantas é indispensável ao equilíbrio das suas funções e ao desenvolvimento harmônico da sua vida.26 .27 .25 .22 . Os produtos da presente posição podem ser estabilizados para torná-los aptos à conservação ou transporte: Atualizado em 04/01/2011 . Subposição 2933. o oxazepam (DCI) deve ser classificado na subposição 2933.. É das suas próprias características que derivam as suas aplicações em medicina ou na indústria. eles devem ser fornecidos do exterior sob a sua forma definitiva ou então quase definitiva (provitaminas). 29. podem ser consideradas como biocatalisadores exógenos.Vitamina B2 e seus derivados 2936.Provitaminas.. no mesmo ciclo. dilactamas).52). forma enriquecida dessas vitaminas.28 . quer depois de submetidos a tratamento ulterior para isolamento da vitamina. Todavia.ou DL-pantotênico (vitamina B3 ou vitamina B5) e seus derivados 2936.79 (subposição 2933. Assim. provenientes de fontes exteriores e indispensáveis ao funcionamento normal do organismo do homem ou dos animais. seus diferentes grupos lactamas devem estar separados por pelo menos um átomo de carbono em cada extremidade. basta que um desses ciclos não contenha heteroátomo suplementar (diferente do átomo de nitrogênio (azoto) de um grupo lactama) para ser considerado com lactama. DOU 01/07/2005) 2936. b) Os concentrados de vitaminas naturais (os de vitaminas A ou D.91 e não na subposição 2933. Neste caso. a presente subposição não abrange os produtos nos quais os átomos de carbono separam os grupos lactamas e adjacentes destes formando um grupo oxo (>C=O).79.Vitamina C e seus derivados 2936. Para que as lactamas sejam classificadas na subposição 2933.. não misturados: 2936. Assim. (+) (Atualização nº 8. incluídos os concentrados naturais As vitaminas são substâncias de constituição química geralmente complexa.36 .23 . o ácido barbitúrico está excluído da subposição 2933.Todavia. pela Inst.Vitamina B6 e seus derivados 2936.Ácido D. incluem-se as substâncias ativas. os sais obtidos a partir da forma enol de um composto parente devem ser considerados como derivados da forma cetona. propan-1-2-diol. umas ação fisiológica.Vitaminas e seus derivados. tais como os concentrados naturais contendo vitaminas A e D em proporções variáveis. um grupo imino (>C=NH) ou um grupo thioxo (>C=S). Norm.

quando puro. intervém no metabolismo dos alimentos hidrocarbonados. A vitamina A2 é menos abundante na natureza do que a vitamina A1. 4) 7-Deidro-b-sitosterol não irradiado ou provitamina D5.). Os produtos mencionados constituem apenas exemplos. A lista dos produtos incluídos em cada um dos grupos seguintes não é exaustiva. 5) Acetato de ergosterol não irradiado. geralmente. são indispensáveis ao desenvolvimento normal do corpo e. relativamente estável. Pó cristalino branco. desde que a quantidade das substâncias acrescentadas ou os tratamentos a que são submetidos não sejam superiores aos necessários à sua conservação ou transporte. A tiamina encontra-se em numerosos produtos vegetais e animais (películas de grãos de cereais. 3-deidrorretinol). 3-deidrorretinal). 1) Vitamina B1 (tiamina (DCI). 2) 7-Deidrocolesterol não irradiado ou provitamina D3. pouco estável. por exemplo). Sendo sensível à ação do ar. A. 8) Cloridrato de iodotiamina.. sob a forma de álcool ou de ésteres de ácidos graxos (gordos*). Extrai-se dos peixes de água doce. tornam os tecidos epiteliais mais resistentes às infecções e intervêm na reprodução e lactação normais. A vitamina A2 aldeído apresenta-se em cristais alaranjados. 6) Bromidrato de tiaminossalicilato (bromidrato de aneurinossalicilato). especialmente. ou por adsorção em substâncias apropriadas (ácido silícico. etc. levedura de cerveja. bem como o mono. 5) Cloridrato de tiaminossalicilato (cloridrato de aneurinossalicilato).23-Diidroergosterol não irradiado ou provitamina D4. 3) 22. 6) Acetato de 7-deidrocolesterila não irradiado. São lipossolúveis e. geralmente. D. que não tem ação vitamínica.36. 3) Mononitrato de tiamina. por revestimento com substâncias apropriadas (gelatina. retinol (DCI)). Extrai-se. laticínios. Também se pode obter por síntese. 1) Vitamina A1 álcool (axeroftol. por exemplo). aneurinonaftaleno-1. pode cristalizar-se. retinal). 1) Ergosterol não irradiado ou provitamina D2. pode apresentar-se por sobrefusão em forma oleosa. Higroscópico. O ergosterol encontra-se na cravagem do centeio. insolúveis em água. É hidrossulúvel e não é muito estável ao calor. 4) Tiamina-1. Emprega-se no tratamento das polineurites e perturbações gástricas e como estimulante do apetite. ceras. Pó cristalino branco. denominadas antixeroftálmicas ou de crescimento. obtém-se. laticínios.VITAMINAS A E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas A. 2) Vitamina A2 álcool (3-deidroaxeroftol. mas solúveis em solventes orgânicos. mesmo plastificadas. materias graxas (gordas*). 11) Éster nicotínico da vitamina B1. por adição de agentes antiaglomerantes (hidratos de carbono. O acetato é um pó amarelo. Estes produtos são obtidos a partir da vitamina A sintética. levedura de cerveja. insolúveis em água e solúveis no álcool e no benzeno.5-dissulfonato). Vitamina A2 aldeído (retineno-2. 7) Iodotiamina. estável em contacto com o ar.5-sal (aneurina-1. nem modifiquem o caráter do produto de base nem os tornem particularmente aptos para usos específicos de preferência à sua aplicação geral. Lista dos produtos que devem ser classificados como provitaminas ou vitaminas na acepção da posição 29. por síntese.por adição de agente antioxidante. Substância sólida amarela que. Este corpo. da pele. ovos). ovos. ácido retinóico). nos produtos animais (peixes do mar. Encontra-se na pele dos animais. à temperatura ambiente. 7) Acetato de 22. B. 10) Éster ortofosfórico da vitamina B1 ou ortofosfato de tiamina. 2) Cloridrato de tiamina. todos são sensíveis à oxidação. Vitamina A1 ácido (tretinoína (DCI). Apresenta-se em lamelas insolúveis em água..23-deidroergosterila não irradiado. A vitamina A2 álcool não é cristalizável. dos óleos frescos de fígados de peixes. apresenta-se em palhetas brancas que amarelescem quando expostas ao ar. cogumelos ou outros fungos. 9) Iodidrato de iodotiamina. Vitamina A1 aldeído (retineno-1. aneurina).VITAMINA B1 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B1. antineurítica e antiberibérica.5-sal. palmitato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) das vitaminas A.. principalmente. Pó cristalino branco. fígado.e o dicloridrato e o monofosfato deste éster. Extrai-se da suarda ou dos subprodutos da fabricação da lecitina. 3) Acetato. C. A vitamina A1 encontra-se.VITAMINA B2 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS - Atualizado em 04/01/2011 . o palmitato é um líquido amarelo que. é freqüentemente estabilizada por adição de antioxidantes. por exemplo).PROVITAMINAS Provitaminas D. ossos e da retina.. carne de porco.

mas obtém-se. Piridoxal (4-formil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). É uma substância de elevado peso molecular. solúvel em água. Esta vitamina obtém-se quase exclusivamente por síntese.. Ortofosfato de piridoxina. Éster ortofosfórico de piridoxamina e seu sal de sódio. F. muito sensível à luz. Usa-se no tratamento dos vômitos provocados quer pela gravidez. 1) Vitamina B9 (ácido fólico (DCI) ou ácido pteroilglutâmico). lactoflavina). do soro de leite. destina-se a combater a anemia perniciosa. proteínas e lipídios.8-tetraidropteroilglutâmico). nos ovos e no leite.VITAMINA C E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina C. desempenha um papel fisiológico importante como fator de utilização dos glicídios. aumenta a resistência do organismo às infecções. a vitamina B6 encontra-se na levedura de cerveja. São as formas usuais de vitamina B6. Prepara-se a partir dos líquidos residuais da fabricação dos antibióticos.ácido pantotênico ((N-a. Éster ortofosfórico de piridoxal e seu sal de sódio.ÁCIDO PANTOTÊNICO (D. Esta vitamina também.OU DL-). 1) Vitamina B2 (riboflavina (DCI). Cloridrato de piridoxal. 2 ) Ácido folínico (DCIM) (ácido 5-formil-5. TAMBÉM CHAMADO VITAMINA B3 OU B5. na nutrição e no metabolismo dos aminoácidos. no óleo de germe de trigo. 1) Piridoxina (DCI) ou adermina (piridoxol) (3-hidroxi-4. É hidrossolúvel e termoestável.. geralmente.b-dimetil-butiramida). H. por síntese. O sal de sódio e o de cálcio desta vitamina também se classificam aqui. 2) Éster 5'-ortofosfórico de riboflavina ou 5'-ortofosfato de riboflavina.VITAMINA B6 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B6. mas obtém-se geralmente por síntese. do fígado do boi.b-dimetilbutiril)-b-alanina).e DL-)-pantotenol (a. METILCOBALAMINA. Líquido viscoso. do aparelho digestivo e das vias respiratórias.. É hidrossolúvel. encontra-se nos tecidos e células vivas. no metabolismo dos lipídios e no funcionamento do fígado e das mucosas. E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Estes compostos intervêm na pigmentação do sistema piloso. indispensável ao desenvolvimento das células sangüíneas. E OUTRAS COBALAMINAS (HIDROXOCOBALAMINA (DCI). É hidrossolúvel e bastante sensível à ação da luz.g-diidroxi-N-3-hidroxipropil-b. geralmente.VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA (DCI)). por síntese. Existe sob diversas formas no fígado e carne dos mamíferos e peixes. 1) D.. por exemplo. Pode ser extraída dos resíduos de destilaria e de fermentação e. melaços em bruto. Obtém-se.b-dimetilbutiramida). IJ. etc. Cristais de cor vermelho-escura. Pó branco.VITAMINA B9 E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B9. levedura de cerveja e fígados de animais.e DL-)-Pantotenato de sódio. dos mamíferos ou dos peixes.5-bis(hidroximetil)-2-metilpiridina). Tripalmitato de piridoxina. dos melaços de beterraba.6.) E SEUS DERIVADOS A vitamina B12 combate a anemia perniciosa mais eficazmente do que a vitamina B9. Fosfato de piridoxamina. Cristais ou lamelas incolores. 2) Cloridrato de piridoxina. Encontra-se nos espinafres e plantas verdes. quer na seqüência das intervenções cirúrgicas. vitamina de emprego nutritivo e de crescimento. na parte externa dos grãos de cereais. Estes produtos são mais facilmente solúveis em água do que a riboflavina.e DL-) ou (D. leite. ainda. no farelo de arroz. 5) Éter etílico do D-pantotenol (D-a. que se dissolve lentamente em água e na maior parte dos solventes orgânicos. amarelo-alaranjado. Constitui a forma mais usual da vitamina B3. carne ou na gordura. 2) (D. antiescorbútica. na cana-de-açúcar. 3) (D. denominada vitamina B3 ou B5. levedura de cerveja. 3) Éster ortofosfórico de piridoxina e seu sal de sódio. solúveis em água. E. São hidrossolúveis. Pó cristalino. sal de sódio e sal de dietanolamina. 4) Álcool pantotênico (D.g-diidroxi-b. Piridoxamina (4-aminometil-3-hidroxi-5-hidroximetil-2-metilpiridina). Líquido amarelo viscoso. Atualizado em 04/01/2011 . é a vitamina de proteção cutânea. Dicloridrato de piridoxamina. que contém cobalto. no desenvolvimento da pele. A riboflavina apresenta-se associada à vitamina B1 em numerosos produtos e alimentos. no óleo de linhaça. no fígado. SULFITOCOBALAMINA. 3) (Hidroximetil)riboflavina ou metilolriboflavina. solúvel em água.e DL-)-Pantotenato de cálcio.7.PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina B2. miscível com água e facilmente solúvel em solventes orgânicos. nos rins e fígado dos mamíferos. Intervém no sistema nervoso.g-diidroxi-N-3-etoxipropil-b. G. pericarpo do arroz.. antidermatósica. Sob estas três formas. ETC.ou DL. Líquido viscoso. NITRITOCOBALAMINA.

1) Vitamina H ou biotina. a sua utilização como agente inibidor das gorduras e dos alimentos. 2) Ascorbato de sódio. Obtêm-se por irradiação ou ativação das diversas provitaminas D. vitamina de reprodução.VITAMINA E E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina E. é termoestável na ausência de oxigênio e da luz. de produtos hortícolas para saladas. Pó branco cristalino.e g-tocoferol.VITAMINA PP E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS Atualizado em 04/01/2011 . nas couves. Este produto. Esta vitamina extrai-se da alfafa (luzerna) seca.e DL-) a-tocoferol. fitonadiona ou 3-fitilmenadiona (2-metil-3-fitil-1. 2) Vitamina K2 ou farnoquinona (2-metil-3-difarnesil-1. sobretudo. 2) Éster metílico da biotina.) ou animais (fígados.. 1) Vitamina D2 e seus derivados que apresentem a mesma atividade. o ácido ascórbico pode ser extraído do suco dos limões. etc. batatas. c) Diidrofiloquinona (2-metil-3-diidrofitil-1. b. no leite. por ativação ou irradiação da provitamina D3. aceleram a coagulação do sangue. Prepara-se por síntese. baços. bastante estável ao ar seco. aumentando a resistência dos vasos capilares. miolos. 10) Ascorboglutamato de cálcio. óleos vegetais. As suas propriedades antioxidantes permitem. nos rins e fígados. pimentões (pimentos*). do óleo de germe de trigo. É menos ativa do que a vitamina K1. 4) Vitamina D5 ou 7-deidro-b-sitosterol ativado ou irradiado. nos rebentos da cevada e da aveia.. na levedura de cerveja. folhas de leguminosas. O tocoferol encontra-se em diversos produtos vegetais e animais: sementes de cacau e de algodão.. a) Vitamina D2 ou ergosterol ativado ou irradiado (calciferol. solúvel no álcool.. 6) Ascorbato de L-arginina. músculos e do sistema nervoso. etc. Pode extrair-se dos óleos de peixes ou do óleo do fígado de peixes. Encontrado em numerosos alimentos vegetais (frutas. que constitui a forma lipossolúvel da vitamina C. glândulas supra-renais. espinafres. tomates. etc.4-naftoquinona). de alfafa (luzerna) e nos laticínios.4-naftoquinona). 2) Acetato e hidrogenossuccinato de a-tocoferilo.ou DL-ascórbico (DCI)). anti-raquíticas. nas sementes de cacau e nos fígados de peixes. 2) Vitamina D3 e seus derivados que apresentem a mesma atividade.). insolúvel em água e solúvel nas gorduras. 5) Ascorbato de sarcosina. 8) Hipofosfitoascorbato de cálcio. que são os esteróis ou derivados de esteróis normalmente elaborados e transformados pelo organismo. M. Pó cristalino branco. a-tocoferilo (succinato de poli(oxietileno)). obtém-se geralmente por ativação ou irradiação da provitamina D2. muito sensíveis à luz. É hidrossolúvel e termoestável.3. 7) Palmitato de ascorbilo.VITAMINA K E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas K. 9) Ascorboglutamato de sódio. encontra-se também nas folhas da nogueira e do castanheiro.4-naftoquinona). b) Acetato de 7-deidrocolesterila ativado ou irradiado e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D3. Cristais amarelos. lipossolúvel. insolúvel em água. à luz. termoestável.3-óxido ou 2-metil-3-fitil-2. Atualmente obtém-se quase exclusivamente por síntese. b) Acetato e outros ésteres de ácidos graxos (gordos*) da vitamina D2. O calciferol encontra-se. leite. atuando como poderoso redutor. anti-hemorrágicas. Óleo amarelo-claro.1) Vitamina C (ácido L. 4) Diaminoacetato de tocoferilo. Por síntese. 4) (L) Ascorbocinchoninato de estrôncio ((L)ascorbo-2-fenilquinoleína-4-carboxilato de estrôncio). Extrai-se. L. benzeno e gorduras. Pó branco cristalino. ergocalciferol). Também se prepara por síntese. Palhetas brancas cuja atividade fisiológica é inferior a da vitamina D2. obtêm-se os isômeros racêmicos. além disso. 1) Vitamina E ou (D. produtos hortícolas com clorofila. filoquinona. nos melaços. regulam a distribuição do fósforo e do cálcio no organismo e o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. que amarelece quando exposto ao ar.. O. A biotina encontra-se na gema de ovo. É mais ativa do que a vitamina D2. obtém-se. 3) Sal dissódico de éster ortofosfórico de a-tocoferilo. são lipossolúveis. a) Vitamina D3 ou 7-deidrocolesterol ativado ou irradiado (colecalciferol). 1) Vitamina K1 a) Fitomenadiona (DCI). K. principalmente. 3) Vitamina D4 ou 22.diidro-1.3-epoxi-2. Óleo incolor.4. exerce a sua ação sobre o sistema nervoso e muscular.VITAMINAS D E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS As vitaminas D. óleos vegetais. favorecendo a formação da protrombina. é também um emulsificante e antioxidante das gorduras e os óleos.4-naftoquinona-2. etc. b) Vitamina K1 óxido (epóxido) (2-metil-3-fitil-1. Extrai-se das farinhas de sardinhas putrefactas. N. é necessária à saúde da pele. mas sensível à luz solar. c) Combinação molecular vitamina D3-colesterol. 3) Ascorbato de cálcio e ascorbato de magnésio. que se altera lentamente quando exposto ao ar. insolúvel em água e solúvel nas gorduras.VITAMINA H E SEUS DERIVADOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE COMO VITAMINAS A vitamina H favorece o desenvolvimento de alguns microrganismos. folhas verdes do aniz e dos líquidos residuais do tratamento das fibras de agave.23-diidroergosterol ativado ou irradiado. ou ao calor.naftoquinona). geralmente. É lipossolúvel.

Menadiol ou 2-metil-1.04).4-diaminonaftaleno (posição 29. sucedâneo das vitaminas K (posição 29. lumisterol. 2) Nicotinato de sódio. outras frações do sangue. 4) As preparações que tenham características de medicamentos (posições 30. relativamente às suas utilizações: a) Mesoinositol. O sangue animal não preparado para estes fins inclui-se na posição 05. entre outros.e g-carotenos e criptoxantina). os seguintes produtos derivados do sangue: os soros "normais". ácido linolênico.23).14).11. menaftona. etc. toxisterol. esculina ou ácido esculínico (posição 29. Esta posição também compreende a albumina do sangue (por exemplo. Atualizado em 04/01/2011 . As suas origens. ácido araquidônico (posição 38. a trombina. OUTRAS FRAÇÕES DO SANGUE. sitosterol. O ácido nicotínico encontra-se nos animais (principalmente no fígado. utilizada contra acidentes hematológicos após a aplicação de medicamentos e em terapêutica antitumoral. Obtém-se por síntese. B) O sangue animal preparado para usos terapêuticos. niacinamida). Obtém-se por síntese. sal de sódio do derivado bissulfítico da 2-metil-1.10 . Os soros são as frações fluidas do sangue que se separam após a coagulação. empregado nas perturbações gastrointestinais e hepáticas (especialmente sob a forma de hexafosfato de cálcio ou de magnésio). utilizados contra as dermatoses e distúrbios hepáticos. 5) A xantofila. estigmasterol e esteróis obtidos no decurso da preparação da vitamina D2 (taquisterol. o plasma. c) Vitamina K5: 2-metil-4-amino-1-naftol cloridrato (posição 29. ANTI-SOROS. carotenóide. relativamente estável ao calor e à oxidação.03 ou 30. VACINAS.e b-). dada a sua utilização como matérias corantes (posições 32.Vacinas para medicina veterinária 3002.21).30).02 . produtos imunológicos modificados. metilnaftona ou 2-metil-1. b) Vitamina H1: ácido p-aminobenzóico (posição 29.41).90 . Estão compreendidos nesta posição. Cristais incolores.4-diidroxinaftaleno (posição 29.22).A vitamina PP é a vitamina contra a pelagra. rins e carne fresca de mamíferos e de alguns peixes) e vegetais (levedura de cerveja.06). c) Colina ou bilineurina (posição 29.). que regulariza o metabolismo dos lipídios. profiláticos ou de diagnóstico. na respiração celular e no metabolismo das proteínas e dos glucídios. a fibrina e outros fatores de coagulação do sangue.4-naftoquinona. e) Vitamina C2 ou P: citrina. PROFILÁTICOS OU DE DIAGNÓSTICO.4-naftoquinona. as globulinas do sangue.38). 6) As provitaminas A (a. suprasterol) (posição 29. EXCLUSÕES Excluem-se desta posição: 1) Os produtos abaixo mencionados. d) Cisteína. propriedades e usos são semelhantes aos do ácido nicotínico. e) Ftiocol: 3-metil-2-hidroxi-1.23). 5) Cloridrato de nicotinamida. 1) Ácido nicotínico (DCI) (ácido piridino-b-carboxílico ou niacina). a imunoglobulina humana normal. as soroglobulinas e a hemoglobina. não possuem propriedades vitamínicas ou essas propriedades vitamínicas são acessórias.33). o fibrinogênio. 3) Nicotinato de cálcio. 3) Os esteróis. hesperidina.b. empregadas contra as hemorragias e para desenvolver a resistência dos capilares. 6) Nicotinomorfolida. MESMO OBTIDOS POR VIA BIOTECNOLÓGICA. mesmo obtidos por via biotecnológica 3002. i-inositol ou mesoinosita (posição 29.07).SANGUE HUMANO.04). a albumina humana obtida por fracionamento do plasma do sangue humano integral) preparada para fins terapêuticos ou profiláticos.4-naftoquinona (posição 29. solúveis no álcool e nos lipídios. exceto o ergosterol: colesterol. 4) Nicotinamida (DCI) (Amida nicotínica. que favorece o crescimento e neutraliza alguns efeitos nocivos das sulfonamidas.20 .03 ou 32.Outros A presente posição compreende: A) O sangue humano (por exemplo: em ampolas seladas). d) Vitamina B4: adenina ou 6-aminopurina (posição 29. que é uma matéria corante de origem natural (posição 32. Ela intervém no crescimento. 30. 3002. sucedâneo das vitaminas B (posição 29. Dissolve-se em água e é termoestável. nas oxidações. b) Vitamina K6: 2-metil-1. C) Os anti-soros e outras frações do sangue e os produtos imunológicos modificados. f) Vitamina F: ácido linoléico ou linólico (a.Vacinas para medicina humana 3002. SANGUE ANIMAL PREPARADO PARA USOS TERAPÊUTICOS. PRODUTOS IMUNOLÓGICOS MODIFICADOS. 2) Os sucedâneos sintéticos das vitaminas: a) Vitamina K3: menadiona. germe e películas de cereais.03). rutosido (rutina). CULTURAS DE MICRORGANISMOS (EXCETO LEVEDURAS) E PRODUTOS SEMELHANTES. mioinositol.06).Anti-soros. embora por vezes designados vitaminas.22). TOXINAS.30 . Estes produtos incluem: 1) Os anti-soros e outras frações do sangue.

betagalactosidase) ou corantes (fluoresceína) utilizados para reações de dosagens simples.06. antimeningocócico. provêm do sangue de animais ou de pessoas imunes ou imunizados contra doenças. quer sejam provocadas por microorganismos patogênicos. antiestafilocócico. ácido lático). tais como a vacina antidiftérica.39 . estas preparações são geralmente submetidas a certos tratamentos com o fim de torná-las inofensivas. SRF nº 481. A presente posição também abrange as misturas constituídas por vacinas e toxóides (anatoxinas).40 . São preparações de origem microbiana contendo os vírus ou as bactérias em emulsão em água salgada.37. 4) Os vírus humanos. Esta posição não abrange a albumina do sangue não preparada para fins terapêuticos ou profiláticos (posição 35. pomadas.20 . antiofídico. 30. bem como as culturas de microrganismos para fins técnicos (para favorecer o crescimento das plantas.).02. por toxinas ou por certos fenômenos alérgicos. São definidos do seguinte modo: a) Anticorpos monoclonais (MAK. quer se trate de colutórios. E) Kits de diagnóstico. Os produtos incluídos nesta posição podem apresentar-se sob qualquer forma.06). Entre os soros específicos podem citar-se os soros antidiftérico. Estão compreendidos neste grupo: 1) As vacinas. nem antibióticos 3003. toxinas. as preparações compreendidas nas posições 30. incluem-se na posição 30. correspondem aos anti-soros naturais e que são utilizados para fins de diagnóstico. a precipitação. antitetânica e contra a coqueluche ou tosse convulsa (vacina tríplice ou DPT). Estas culturas compreendem os fermentos tais como os fermentos lácteos utilizados na preparação de derivados do leite (quefir. (Atualização nº 4. As reações que comumente ocorrem na utilização destes kits compreendem. ungüentos. antitetânico. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. 30. etc. Estes últimos compreendem as soluções isotônicas à base de cloreto de sódio ou de outros produtos químicos e as suspensões de pólen utilizadas contra doenças alérgicas. bem como as anatoxinas (toxóides). c) Conjugados de anticorpos e de fragmentos de anticorpos . mesmo de origem microbiana (estreptoquinase.10 . DOU 17/12/04) 3) As culturas de microrganismos (exceto as leveduras).. mantidas em cultura in vitro ou sob a forma de tumor ascítico. 3003. 30. A característica essencial é conferida pelo componente único que rege principalmente a especificidade do procedimento do teste. preparações injetáveis. por exemplo.imunoglobulinas específicas compostas de células de hibridomas selecionadas e clonadas. Consideram-se como produtos desta categoria os produtos que.fragmentos de uma proteína de anticorpos obtida por desintegração enzimática específica. em especial. antipneumocócico. todavia. Todavia.. bem como os antivírus. linimentos. etc.Public.05 e 30. de análises imunológicas ou para fins terapêuticos.Outros 3003. Esta posição também compreende os reagentes de diagnóstico. resultantes de misturas. mas não contendo antibióticos: 3003. 2) As toxinas (venenos).03 . b) Fragmentos de anticorpos . a ligação de um complemento.04). O leite ou soro de leite contendo pequenas quantidades de fermentos lácteos classificam-se no Capítulo 4. os fermentos acéticos para fabricação do vinagre e os bolores para fabricação de penicilina e de outros antibióticos. por exemplo). exceto os previstos na Nota 4 d) do Capítulo . a hemoaglutinação e a imunoabsorção ligada às enzimas (ELISA).. para fins terapêuticos ou profiláticos em medicina humana ou veterinária. antivenenoso e antialérgico. Os kits de diagnóstico são classificados na presente posição desde que a característica essencial do kit seja conferida por qualquer um dos produtos desta posição. D) Vacinas. Atualizado em 04/01/2011 . de origem microbiana.Contendo insulina 3003.31 . para proceder a testes in vitro. peroxidase.05 OU 30. todavia. Não compreende. mesmo doseados ou acondicionados para venda a retalho. antigangrenoso.. as enzimas (coalho. apresentados em forma de doses ou acondicionados para venda a retalho.Contendo outros antibióticos 3003.) (posição 35. e os medicamentos que não sejam um líquido extraído do sangue e que em certos países são denominados "soros fisiológicos ou soros artificiais". As imunoglobulinas específicas são preparações purificadas dos anti-soros. MAS NÃO APRESENTADOS EM DOSES NEM ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO.enzimas ligadas por covalência à estrutura protéica (por exemplo. antiestreptocócico. etc.Os soros específicos contra as doenças.ver a posição 30.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS ENTRE SI.Contendo penicilinas ou seus derivados com a estrutura de ácido penicilânico. culturas de microrganismos (exceto as leveduras) e produtos semelhantes. ou estreptomicinas ou seus derivados 3003. a aglutinação.37. a neutralização. na sua reação antigeno-anticorpos. da natureza das que figuram nas farmacopéias oficiais e as especialidades farmacêuticas. mas não contendo hormônios nem outros produtos da posição 29. iogurte. Os soros específicos são também utilizados para fins de diagnósticos e. colírios.02.3 .90 .Outros A presente posição compreende as preparações medicamentosas de uso interno ou externo. Norm. MAB) .MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30. revulsivos. óleo (lipovacinas). Estes produtos obtêm-se misturando duas ou mais substâncias entre si. estreptodornase. pela Inst.04. 5) Os bacteriófagos.02) nem as globulinas (exceto as globulinas do sangue e as soroglobulinas) (posição 35. mesmo obtidos por via biotecnológica. amilases.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.02). (exceto. etc. sem destruir as suas propriedades imunizantes. 2) Os produtos imunológicos modificados.Contendo alcalóides ou seus derivados. São especialmente classificados nesta posição: 1) As preparações medicamentosas. criptotoxinas e as antitoxinas. animais ou vegetais. de 01/02/02 .07) nem os microrganismos monocelulares mortos (exceto as vacinas) (posição 21. antidisentérico. fosfatase alcalina. etc.

Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. incluindo-se as que se obtêm diretamente por tratamento de uma mistura de plantas. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. iodados. suporte. para usos terapêuticos ou profiláticos. as preparações para o tratamento da acne.Contendo penicilinas ou seus derivados. Além dos alimentos e bebidas. quando apresentado em doses ou acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos. Assim. 5) As misturas medicamentosas de extratos vegetais. 3004. Porém. incluem-se na presente posição. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais.06 ou no Capítulo 22. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33).Daí não decorre. ou eventualmente em pó ou em comprimidos. ácido tartárico. a presente posição não compreende os complementos alimentares.) para usos medicinais com exclusão. quando não contenham ingredientes ativos em quantidade suficiente para serem consideradas de ação essencialmente terapêutica ou profilática sobre a acne. 30. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21.04 . 13) Os anestésicos utilizados em medicina ou em cirurgia humana ou veterinária. etc.Contendo alcalóides ou seus derivados. desinfetantes. contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. nos demais casos. purgativas. Além disso. geralmente líquidos. destinadas principalmente a limpar a pele.37. utilizadas em medicina. 8) As águas concentradas de fontes salinas (as águas de Kreuznach.05 ou 30. adicionados de substâncias medicinais.02.06.03. aglomerante.. por exemplo. São. 9) Os sais efervescentes (especialmente as misturas de bicarbonato de sódio. os carboidratos e as gorduras. os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas.06) CONSTITUÍDOS POR PRODUTOS MISTURADOS OU NÃO MISTURADOS. 30. em geral. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais).3 . o mercúrio coloidal. mesmo acondicionados para usos medicinais. etc.Contendo insulina 3004. 4) As soluções e suspensões coloidais (o selênio coloidal. ou estreptomicinas ou seus derivados 3004. tais como papéis e pós antiasmáticos. APRESENTADOS NA FORMA DE DOSES (INCLUÍDOS OS DESTINADOS A SEREM ADMINISTRADOS POR VIA PERCUTÂNEA) OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. O enxofre coloidal classifica-se na posição 30. classificam-se na posição 33. alimentos enriquecidos.).40 .39 . 11) Os produtos antiasmáticos. que todas as preparações que figuram nas farmacopéias oficiais e entre as especialidades farmacêuticas sejam sempre classificadas na posição 30. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças..Contendo hormônios corticossupra-renais 3004.03 a 33. mesmo perfumados. as misturas de sais preparados para banhos medicinais (banhos sulfurosos. contudo.04. Esses produtos.02. PREPARADOS PARA FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS. Os metais preciosos coloidais não misturados entre si são classificados na posição 28. etc. 12) Os medicamentos denominados de "efeito retardado".. todavia. 7) Os sais medicinais obtidos por evaporação de águas minerais.43. o óleo fenolado.06). Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. alimentos para diabéticos.Contendo hormônios ou outros produtos da posição 29.10 . etc.MEDICAMENTOS (EXCETO OS PRODUTOS DAS POSIÇÕES 30.Outros 3004.05 OU 30. na posição 21.. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. diuréticas ou carminativas.08. As vitaminas e os sais minerais desempenham também a sua função na alimentação. por exemplo). etc. bem como as preparações das posições 33. 2) As preparações constituídas pela mistura de um só produto medicamentoso com outro produto que seja apenas um excipiente. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. 6) As misturas de plantas ou de partes de plantas da posição 12. mas não contendo Atualizado em 04/01/2011 .20 .31 . ou com outras matérias.04. e na posição 28.02.01). 30. d) As preparações inseticidas. classificam-se. para uso terapêutico. a saber. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. c) Os sabões de usos medicinais (posição 34. Por outro lado. que seguem o seu regime próprio.11. bem como os produtos semelhantes preparados artificialmente. do enxofre coloidal e dos metais preciosos coloidais não misturados entre si ou com outras matérias.Contendo outros antibióticos 3004.07. desde que estas substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. os metais preciosos coloidais misturados entre si. constituídos principalmente por um composto medicamentoso fixado em um polímero permutador de íons. sulfato de magnésio e açúcar) e sais misturados semelhantes para usos medicinais. excluem-se da presente posição: a) Os produtos das posições 30. 3) As preparações nutritivas administradas exclusivamente por via intravenosa. edulcorante. mas não contendo antibióticos: 3004. 10) O óleo canforado. classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substâncias nutritivas. b) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais. por injeção ou perfusão na veia. produtos com propriedades laxativas.32 . da posição 38. pelo contrário. com estrutura de ácido penicilânico.

). principalmente o alcoolismo.36 3004. adicionados de substâncias medicinais. alimentos enriquecidos.43 a 28. 2) O poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com a poli(pirrolidona de vinila). esses produtos constituem uma matriz cristalina. euca. as preparações apresentadas sob a forma de pastilhas para a garganta ou de balas (rebuçados) contra a tosse.50 . (Atualização nº 4. SRF nº 481. mesmo que não exista qualquer indicação. excluem-se desta posição os cimentos para reconstituição óssea. Todavia. ou o coma diabético.hormônios nem outros produtos da posição 29.43. de indicações apropriadas (natureza da enfermidade contra a qual devem ser ministrados. Esta posição engloba também os produtos abaixo. simplesmente titulados ou dissolvidos em qualquer solvente (ver a Nota Explicativa da posição 13. Todavia. com a ajuda de injetores e que são espontaneamente reabsorvidos e substituídos por tecido ósseo. 2) Todos os produtos dos Capítulos 28 e 29.05. Estes produtos não devem ser confundidos com os esparadrapos medicamentosos da posição 30. Por outro lado. a modificar-lhe o sabor sem que lhe seja eliminada a característica de preparação alimentícia. tetraborato de sódio. tais como gelatina. cápsulas. mas que não se apresentem em doses ou acondicionados para venda a retalho. quer como solvente para a preparação de soluções medicamentosas injetáveis). DOU 17/12/04) As diversas disposições constantes do texto da posição não se aplicam nem aos alimentos nem às bebidas (tais como: alimentos dietéticos. a prata coloidal doseada ou acondicionada como medicamento. Estas indicações (em qualquer língua) podem constar no próprio recipiente ou embalagem. modo de usar. isto é. com propriedades anti-sépticas. que mantém a sua classificação na posição 28.). que são inseridos numa cavidade do osso fraturado. posologia.liptol e o bálsamo-de-tolu) são classificadas na posição 17. pastilhas ou tabletes. A substância ativa liberada da bolsa é absorvida por difusão molecular passiva através da pele e passa diretamente para a circulação sangüínea. bactericidas ou germicidas. tabletes e comprimidos dos tipos utilizados unicamente para fins medicinais.Public. Atualizado em 04/01/2011 .02. desde que sejam apresentados sob as formas previstas nos parágrafos a) ou b). quando apresentados doseados em saquinhos. As vitaminas e os sais minerais são igualmente importantes na alimentação. hospitais. incluem-se na posição 30. Apresentam-se geralmente em ampolas (por exemplo: água bidestilada em ampolas de 1. a aumentar o valor energético ou nutritivo do produto. carvão.04.25 a 10 cm3. deixem clara a destinação para venda direta aos utilizadores (particulares. na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida. ou mesmo em pó. Esta posição compreende também os medicamentos apresentados em doses destinados a serem administrados por via percutânea que geralmente se apresentam na forma de retângulos ou rodelas autoadesivos e que são aplicados diretamente na pele dos pacientes.Outros A presente posição compreende os medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados. clorato de potássio ou de magnésia. Os medicamentos constituídos por produtos misturados e preparados para fins terapêuticos ou profiláticos. nos prospectos juntos ao produto ou de qualquer outro modo. quer diretamente no tratamento de certas doenças.90 . classificam-se na presente posição quando se apresentarem em doses ou acondicionadas para venda a retalho. Entre esses produtos. destinada a ser utilizada. que seguem o seu regime próprio. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica.37.04. 3) Os substitutos de enxertos ósseos. são assemelhados aos produtos não misturados (ver a Nota 3 do Capítulo): 1) As soluções aquosas de produtos não misturados. de 01/02/02 . benzoato de sódio. e que são utilizados. mesmo que satisfaçam às condições previstas em a) e b). etc. Tal é essencialmente o caso das preparações alimentícias que só contenham substância nutritivas. desinfetantes. b) Acondicionados para venda a retalho para usos terapêuticos ou profiláticos.02). O modo de embalagem destas doses é irrelevante (a granel. As pastilhas para a garganta ou as balas (rebuçados) contra a tosse contendo substâncias com propriedades medicinais. os produtos não misturados das posições 28. para os fins acima referidos. o bicarbonato de sódio e o pó de tamarindo) que. tais como o álcool benzílico. 3) Os extratos vegetais simples da posição 13. comprimidos. repartidos uniformemente em quantidades usadas para fins terapêuticos ou profiláticos. constituídas essencialmente de açúcar (mesmo adicionadas de outras substâncias alimentícias. medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea. etc. desde que tais substâncias se destinem apenas a criar um melhor equilíbrio dietético. nem antibióticos 3004. para fixar implantes protéticos ao osso existente (posição 30. bebidas tônicas e águas minerais naturais ou artificiais). os carboidratos e as gorduras. citam-se: o enxofre coloidal e as soluções estabilizadas de água oxigenada. em caso algum. Norm. tais como os à base de enxofre.03 (ver a Nota Explicativa dessa posição). embalagens de venda a retalho. em virtude do seu acondicionamento e principalmente da presença.) para a sua classificação na presente posição. alimentos para diabéticos. os produtos não misturados.46. amido ou fari. sem novo acondicionamento. acima: 1) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário). por exemplo. Consideram-se como tais os produtos (por exemplo.nha) e de agentes aromatizantes (incluídas substâncias com propriedades medicinais. exceto agentes aromatizantes. pela Inst. classificar-se na posição 30. A presente posição compreende as pastilhas. que se apresentem sob formas características que não deixem quaisquer dúvidas quanto à sua utilização. A substância ativa é contida em uma bolsa que é fechada por uma membrana porosa no lado que é colocado em contato com a pele. sob qualquer forma. desde que a proporção dessas substâncias em cada pastilha ou bala (rebuçado) seja de tal ordem que elas possam ser utilizadas para fins terapêuticos ou profiláticos.Outros medicamentos contendo vitaminas ou outros produtos da posição 29. não podem. com a condição de serem apresentados: a) Sob a forma de doses. etc. acima: por exemplo. Todavia. Para a aplicação das disposições precedentes. não sendo suficiente a simples menção do seu grau de pureza (farmacêutico ou outro) para classificá-lo aqui. mentol. Os elementos nutritivos mais importantes contidos nos alimentos são as proteínas. consideram-se também como acondicionados para venda a retalho para fins terapêuticos ou profiláticos. Acontece o mesmo com os alimentos e bebidas. que contêm geralmente um endurecedor (agente de cura) e um ativador.06).

.Categutes esterilizados. ATADURAS E ARTIGOS ANÁLOGOS (POR EXEMPLO: PENSOS. que não se apresentem para fins profiláticos em medicina humana ou veterinária.. a presente posição não compreende os complementos alimentares contendo vitaminas ou sais minerais e que se destinem a manter o organismo sadio. na posição 21. da posição 38. pelo contrário. 30. utilizados como pensos biológicos temporários. que. especialmente com a finalidade de facilitar a sua absorção. Além disso. plásticos.Pensos adesivos e outros artigos com uma camada adesiva 3005. mesmo que tenham propriedades terapêuticas ou profiláticas (Capítulo 33). desinfetantes. ESPARADRAPOS. os diversos pensos preparados. A presente posição compreende ainda os seguintes tipos de pensos: 1) Pensos de tecido cutâneo constituídos por tiras preparadas. cirúrgico.. e) As preparações inseticidas. bem como as preparações das posições 33. materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e adesivos esterilizados para tecidos orgânicos.90 . esparadrapos. Esses produtos. qualquer que seja a sua forma de apresentação (posição 34. GAZES. Excluem-se da presente posição tiras. por exemplo). classificadas aqui as preparações nas quais as substâncias alimentícias ou as bebidas se destinem apenas a servir de suporte. ataduras e artigos semelhantes.06. produtos com propriedades laxativas. destinados a fins medicinais. estão igualmente excluídos desta posição (posição 21. hospitais. etc. dado o seu modo de acondicionamento (presença de etiquetas. de salicilato de metila. etc. em geral.01).07. as ataduras.01 e 63. apresentadas dobradas. etc. odontológicos ou veterinários.10 . 3005. etc. c) Os artigos referidos na Nota 4 deste Capítulo (posição 30. os sinapismos preparados (de farinha de linhaça ou de mostarda.05 ou 30. sobre úlceras no caso de infecções pós-operatórias. purgativas.PREPARAÇÕES E ARTIGOS FARMACÊUTICOS INDICADOS NA NOTA 4 DO CAPÍTULO.06). Estes pensos.). impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas (revulsivos.04). disponíveis em diversos tamanhos.01). São também excluídos da presente posição: a) Os venenos de serpentes ou de abelhas não apresentados como "medicamentos" (posição 30. gazes.07. congeladas ou liofilizadas (dessecadas). bem como as tiras contendo gesso. 2) Pensos líquidos apresentados para a venda a retalho em recipientes do tipo aerossol utilizados para recobrir as úlceras com uma película protetora transparente.06 . São. etc. de aplicação direta sobre as áreas onde houve perda de pele. antisépticos.PASTAS ("OUATES"). Estes artigos podem consistir de uma solução estéril de plástico (um copolímero vinílico modificado ou um plástico metacrílico. papel. mesmo adicionados de substâncias farmacêuticas (especialmente.03 a 33. e que são tidos como capazes de trazer alívio a certos males ou contribuir para melhorar a saúde e o bemestar. sobre feridas abertas na derme. são acondicionados para venda a retalho em embalagens esterilizadas providas de etiquetas com instruções de uso. de tecido. não acondicionadas para venda a retalho para fins medicinais. odontológico ou veterinário. tais como pastas (ouates).20 .. em geral suína. cirúrgicos. por exemplo. geralmente líquidos. IMPREGNADOS OU RECOBERTOS DE SUBSTÂNCIAS FARMACÊUTICAS OU ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO PARA USOS MEDICINAIS.18.06 ou no Capítulo 22. respectivamente). etc.08. acetato de etila) e de um agente propulsor. cirúrgicos. classificam-se. para uso medicinal. DENTÁRIOS OU VETERINÁRIOS. os emplastros e os esparadrapos. etc. d) Os sabões de usos medicinais. 3006. de tecido cutâneo de origem animal. se reconhecem. 56.06).Reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos Atualizado em 04/01/2011 . b) Os produtos das posições 30. odontológicos ou veterinários.Outros Esta posição abrange os artigos. b) Os medicamentos na forma de doses destinados a serem administrados por via percutânea (posição 30. etc. hemostáticos esterilizados absorvíveis para cirurgia ou odontologia 3006. diuréticas ou carminativas. como destinadas exclusivamente à venda direta e sem outro acondicionamento aos utilizadores (particulares. Estes artefatos podem apresentar-se em peça. d) Os absorventes (pensos*) e os tampões higiênicos (posições 48.05 . Também se excluem: a) Os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25.10 . Entre estes artigos.Por outro lado. SINAPISMOS). os produtos constituídos por uma mistura de plantas ou de partes de plantas ou constituídos por plantas ou partes de plantas misturadas a outras substâncias para a fabricação de infusões ou de tisanas. contendo óxido de zinco. mas que não tenham indicações relativas à prevenção ou ao tratamento de doenças. por exemplo). ou eventualmente em pó ou em comprimidos. 30. Incluem-se também nesta posição as pastas (ouates) e as gazes para pensos (geralmente de algodão hidrófilo).). qualquer que seja a sua forma de apresentação. de excipiente ou de edulcorante às substâncias medicinais.20 e 34.). etc. em disco ou sob qualquer outra forma. utilizados em cirurgia para fechar ferimentos.07). laminárias esterilizadas. em um solvente orgânico volátil (por exemplo. sem serem impregnadas nem recobertas de substâncias farmacêuticas. substâncias anti-sépticas). c) As águas destiladas aromáticas e as soluções aquosas de óleos essenciais medicinais.02. CIRÚRGICOS. 30. podem citar-se as pastas (ouates) impregnadas de iodo. medicamentosos. etc.

de outros produtos da posição 29. N. além do ou dos princípios ativos. tornando-se lisas e flexíveis. C) Consideram-se também reagentes da presente posição o soro antiglobulinas humanas (soro Coombs) utilizado em algumas técnicas de determinação dos grupos sangüíneos. A) Consideram-se como reagentes para a determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos em função das características dos glóbulos sangüíneos: 1º) As preparações para determinação dos grupos A. B) Consideram-se como reagentes para determinação das características dos soros sangüíneos. depois da aplicação.Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. incluem-se na posição correspondente à sua natureza. o monômero polimeriza-se. dos subgrupos A1 e A2. Em virtude desta propriedade. tântalo. Em meio úmido. de compressas ou de lamelas . as preparações para determinação: 1º) das características dos sistemas Gm.. 3º) As preparações para determinação do fator Rhésus (Rh) e dos subgrupos Cw. c) as fibras de polímeros sintéticos tais como fibras de poliamidas (náilons). b) as fibras naturais (algodão. 2) As laminárias esterilizadas. etc. Incluem-se aqui os materiais (ligaduras. As laminárias não esterilizadas incluem-se na posição 12. Km. quer das do soro sangüíneo. rugosas e de cor castanha. 2º) As preparações para determinação dos grupos M. Este grupo compreende a oxicelulose .12. Este grupo compreende igualmente os adesivos para tecidos orgânicos tais como os constituídos de cianoacrilato de butila e um corante. etc. ovinos e outros animais).).30 . Os soros em bruto e outros produtos semi-acabados. o pêlo de Messina e os fios têxteis na Seção XI. os categutes na posição 42. 4º) As preparações para determinação dos grupos sangüíneos dos animais. reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente 3006. como extratos vegetais de sementes ou de outras partes de plantas (fitoglutininas). O e AB.Preparações apresentadas na forma de gel. ataduras. bronze). bem como do fator H. quando não esterilizados. V.Cimentos e outros produtos para obturação dentária.) tradicionais usadas para suturar os ferimentos internos ou externos. Estes reagentes são utilizados.70 . às vezes estriadas.80 . desde que sejam esterilizados.37 ou de espermicidas 3006. guarnecidos 3006. d) os metais (aço inoxidável. é abaixo descrita: 1) Os categutes esterilizados. empregam-se em cirurgia como meio mecânico de dilatação. Estes diversos produtos. os materiais esterilizados semelhantes para suturas cirúrgicas e os adesivos esterilizados para tecidos orgânicos utilizados em cirurgia para fechar ferimentos. Os reagentes que se incluem na presente posição são próprios para utilização direta na determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. etc. 4) Os reagentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos. cimentos para reconstituição óssea 3006. K e Le. ataduras. B. F.50 . conforme o caso.a esponja ou espuma de gelatina e a gaze de alginato de cálcio. bem como a de outros grupos. S e P.) de qualquer espécie para suturas cirúrgicas. o que permite a sua utilização como sucedâneo dos materiais (ligaduras.Desperdícios farmacêuticos Esta posição agrupa diversos artigos cuja lista. etc.60 . Podem conter.fatores sangüíneos 3006. aumentam consideravelmente de volume. os fios metálicos no Capítulo 71 ou na Seção XV. estritamente limitativa. 2º) dos grupos de soros Gc. 3) Os hemostáticos absorvíveis esterilizados para cirurgia ou para odontologia. etc. Tanto podem ser soros de origem humana ou animal. Atualizado em 04/01/2011 . Ag. prata. que só apresentem as propriedades de reagentes depois de terem recebido tratamento complementar. linho). para determinar os grupos sangüíneos quer em função das características dos glóbulos sangüíneos. sendo o produto progressivamente absorvido pelo organismo.Preparações opacificantes para exames radiográficos.40 . como Lu. incluem-se nas suas posições respectivas.06. adjuvantes próprios para a aumentar a sua atividade e a manter a sua estabilidade (anti-sépticos.geralmente sob a forma de gaze ou de fibras (tampões). devido à propriedade de serem absorvidos pelos líquidos do organismo. concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 3006.Estojos e caixas de primeiros-socorros. antibióticos. Estes produtos esterilizados são utilizados em cirurgia ou em odontologia para sustar hemorragias. e os poliésteres. seda. por exemplo. Provêm de algas e apresentam a forma de pequenas varetas. Apresentam-se geralmente em líquidos germicidas ou esterilizados em recipientes hermeticamente fechados. Os materiais utilizados na fabricação destes produtos são: a) os categutes (colágeno tratado proveniente do intestino de bovídeos. etc.

D) Os reagentes para determinação das propriedades ALH (antígenos de leucócitos humanos) são incluído na presente posição. etc.). d) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos ALH A.11 . os reagentes contêm aditivos para estabilização e conservação. Além dos princípios ativos. respectivamente). guarnecidos. à base dessas matérias corantes: 3204. DOU 17/12/04) Excluem-se desta posição os gessos especialmente calcinados ou finamente moídos e as preparações à base de gesso para dentistas (posições 25.1 . por conterem substâncias farmacêuticas.). alguns deles são às vezes apresentados com produtos líquidos destinados à sua preparação no momento da aplicação.). c) As preparações para determinação dos antígenos ALH D.Corantes dispersos e preparações à base desses corantes Atualizado em 04/01/2011 . podem também consistir em ligas metálicas (incluídas as de metais preciosos) especialmente preparadas como produtos para obturação dentária. (Atualização nº 4. do canal biliar. de 01/02/02 . São empregadas também como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (eletrocardiógrafo. 9) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos. para fixar os implantes protéticos ao osso existente. expiração do seu prazo de validade. SRF nº 481. ecógrafo. As preparações opacificantes para exames radiográficos de órgãos. Essas preparações contêm ordinariamente álcoois poliídricos (glicerol. DOU 17/12/04) 7) Os estojos e caixas de primeiros-socorros. 10) Os desperdícios farmacêuticos.04 . SRF nº 481. PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. pela Inst. pinças). eles devem ser diretamente aplicáveis. injeção. extraídos previamente do próprio paciente. Tais preparações são próprias para ser injetadas no organismo ou ingeridas (papa de baritada. por exemplo). A presente posição inclui também os produtos farmacêuticos impróprios para o uso a que foram originalmente destinados devido a. não contenham mercúrio. 8) As preparações químicas contraceptivas à base de hormônios. Excluem-se desta posição os estojos medicinais mais completos. que constituem uma matriz cristalina na qual o novo osso pode se desenvolver à medida que a matriz é reabsorvida (posição 30.20 e 34. em regra. b) As preparações para determinação dos antígenos ALH DR. os reagentes de diagnóstico que não sejam concebidos para serem administrados sobre o paciente. tais como os fabricados a partir de sulfato de cálcio de qualidade cirúrgica. artigos de pensos (esparadrapos medicamentosos. Também se incluem nesta posição as pontas para obturação do canal dentário (em prata. 6) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária e os cimentos para reconstituição óssea. Só se classificam na presente posição os reagentes de diagnóstico (incluídos os de origem microbiana) que são administrados ao paciente por ingestão. B e C. como os utilizados em obturações definitivas e abrange ainda os cimentos e produtos para obturação dentária que. Norm. Estes produtos reagem com os linfócitos sangüíneos periféricos da cobaia para a determinação dos antígenos ALH.Matérias corantes orgânicas sintéticas e preparações indicadas na Nota 3 do presente Capítulo. ou posições 30. etc. pastas (ouates). Todos estes produtos apresentam-se normalmente em pó ou sob a forma de tabletes. tintura de iodo. por exemplo. e) Os reagentes acabados para a determinação dos antígenos da localização do ALH DR (por exemplo. propileno glicol. escarificação. placas de ensaio). etc. B e C.22. etc. mesmo acondicionadas em embalagem para venda a retalho. da circulação sangüínea. Norm. tais como os reagentes de laboratório ou os destinados a serem colocados em contacto com sangue. etc. são preparações à base do sulfato de bário ou de outras substâncias opacas aos raios X. Esta posição abrange tanto os produtos destinados a obturações provisórias. São geralmente acondicionados em embalagens com instruções de uso. Pelo contrário. de óxidos metálicos. essas ligas são às vezes denominadas "amálgamas". ou produtos misturados. 5) As preparações opacificantes para exames radiográficos. gaze. etc.. de 01/02/02 .) e eventualmente alguns instrumentos (tais como tesouras. as luvas ou os instrumentos médicos do cirurgião para fins médicos ou veterinários. cloreto de zinco. e que são utilizados.Public. Tratam-se de soros de origem humana ou animal. principalmente). A presente posição abrange ainda os cimentos para reconstituição óssea. urina. pela Inst. por exemplo..MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. das vias urinárias. placas de ensaio). São geralmente utilizadas para lubrificar certas partes do corpo durante exames médicos (lubrificação vaginal. principalmente). de gutapercha ou de plástico. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA.Public. Só se consideram como tais os estojos e caixas contendo em pequenas quantidades medicamentos de uso comum (água oxigenada. guta-percha ou em papel. constituídos por dois ou mais ingredientes. água e um espessante. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. para os mesmos usos. etc. por exemplo) ou como lubrificante entre certas partes do corpo e as mãos. estes cimentos endurecem geralmente à temperatura do corpo humano. 3204. Embora. geralmente.02 ou 38. 32. contendo uma gama de anti-soros ALH diferentes (por exemplo.. por exemplo).04). tintura de arnica. de outros produtos da posição 29. (Atualização nº 4. mercurocromo. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). Estes reagentes abrangem: a) As preparações para determinação dos antígenos ALH A. Os antígenos ALH da cobaia podem ser determinados em função do tipo de reação dos diferentes soros de ensaio. Os cimentos e outros produtos para obturação dentária mais empregados são os constituídos por preparações à base de sais metálicos (fosfato de zinco. Excluem-se igualmente os substitutos de enxerto ósseo. um endurecedor (agente de cura) e um ativador.07. bem como os reagentes de diagnóstico concebidos para serem administrados ao paciente e que constituam produtos não misturados apresentados em doses.37 ou de espermicidas. do gênero dos utilizados pelos médicos. excluem-se desta posição e incluem-se nas posições relativas à sua natureza (Capítulo 28 ou Capítulo 29). possuem propriedades profiláticas. que contêm. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.

em borracha natural ou sintética. as oxazínicas (galhocianinas.12. etc. e preparações à base desses corantes. por exemplo) e ainda os corantes indofenólicos ou os indamínicos. em pasta.Produtos orgânicos sintéticos dos tipos utilizados como agentes de avivamento fluorescentes 3204.19 3204. Todavia. corantes mordentes e preparações à base desses corantes 3204. Apresentam-se habitualmente em pasta.90 . como por exemplo.. 9) As matérias corantes derivadas do di. as azínicas (indulinas. C) As matérias corantes orgânicas sintéticas sob a forma de dispersões concentradas em plásticos. Atualizado em 04/01/2011 . etc. 12) As outras matérias corantes à cuba (por imersão) (por exemplo.Corantes à cuba (incluídos os utilizáveis. mas no Capítulo 29. por exemplo: a alizarina. não se incluem aqui. as rodaminas. a partir dos óleos ou de outros produtos da destilação do alcatrão de hulha. incluídas as misturas de matérias corantes de duas ou mais das subposições 3204. etc. de concentração-tipo. eurodinas. etc.20 .14 .. mesmo que permitam a reação de formação de matéria corante na fibra. as tioflavinas). Estas misturas também se classificam na presente posição.Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 3204. destinados a facilitar a coloração da fibra.15 . estas matérias corantes apresentam-se.Corantes ácidos. no estado em que se apresentam..05). a fluoresceína. por exemplo: as cianinas. os sais de diazônio estabilizados. isocianinas e as criptocianinas. os indigossóis. Todavia. empregam-se como matérias-primas para corar massas de plásticos. 2) As matérias corantes azóicas (matérias corantes mono. as outras matérias corantes sulfuradas. na massa. Certas matérias corantes azóicas (chamadas "cor-de-gelo") apresentam-se freqüentemente como misturas de um sal de diazônio estabilizado e de um copulante que se combinam na própria fibra para produzir um corante azóico insolúvel. as eosinas.) ou as tiazínicas (azul-de-metileno.ou do trifenilmetano.Corantes reagentes e preparações à base desses corantes 3204. os ésteres etílico e metílico deste ácido e a cantaxantina.Outros I. simplesmente misturadas com substâncias inertes do ponto de vista tintorial (sulfato de sódio anidro. geralmente. 14) As ftalocianinas (mesmo em bruto) e os seus compostos metálicos. de borracha. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA. plásticos..12 parte C). por exemplo: a auramina e a fucsina. À BASE DE MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS As matérias corantes orgânicas sintéticas obtêm-se.Outros. 7) As matérias corantes derivadas do xanteno. ou destinadas a entrar na composição de preparações para a impressão de têxteis. o ácido b-8'-apocarotenóico.Corantes diretos e preparações à base desses corantes 3204. E) As outras preparações à base de matérias corantes orgânicas sintéticas dos tipos utilizados para colorir quaisquer matérias ou destinadas a serem utilizadas como ingredientes na fabricação de preparações corantes. em geral.. cloreto de sódio. Entre as matérias corantes orgânicas sintéticas aqui incluídas.16 . As matérias corantes orgânicas sintéticas. etc. B) As matérias corantes orgânicas sintéticas misturadas entre si. 4) As matérias corantes tiazólicas (por exemplo.). 6) As matérias corantes derivadas da quinona-imina.3204. (para diferenciar estes produtos das lacas.. em particular.MATÉRIAS CORANTES ORGÂNICAS SINTÉTICAS. contudo. podem citar-se: 1) As matérias corantes nitrosadas e as matérias corantes nitradas.12 . como pigmentos) e preparações à base desses corantes 3204. A adição eventual a estas matérias corantes de pequenas quantidades de produtos tensoativos. compreendendo os seus derivados sulfonados. safraninas. bem como as matérias corantes orgânicas sintéticas de concentração-tipo ou "cortadas".Corantes básicos e preparações à base desses corantes 3204. 5) As matérias corantes derivadas do carbazol. ver o 3º parágrafo da Nota Explicativa da posição 32. etc. D) As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas que contenham proporções relativamente elevadas de produtos tensoativos ou de aglomerantes orgânicos e empregadas para corar. por exemplo) que tenham como finalidade atenuar e graduar o seu poder corante. 8) As matérias corantes derivadas da acridina ou da quinoleína. tais como as pironinas.17 . quando se apresentem como tintas nas formas ou embalagens para venda a retalho (ver a Nota Explicativa da posição 32. fécula. excluem-se as preparações citadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. em cristais. isto é. em pó.13 . entre outras: A) As matérias corantes orgânicas sintéticas não misturadas (mesmo de constituição química definida). o b-caroteno. Sob estas formas. o índigo (anil) sintético).. 13) Os verdes fosfotúngsticos. Estas dispersões geralmente apresentadas em plaquetas ou em pedaços.19 . Estão incluídas nesta posição. em plastificantes ou em outros meios.11 a 3204. 11) As matérias corantes derivadas sulfônicas do índigo (anil). tratada separadamente com o copulante durante a operação de tingimento. incluem-se na posição 32. etc. 15) Os carotenóides obtidos por síntese. não modifica a sua classificação. e. mesmo metalizados. 10) As matérias corantes oxiquinônicas ou as antraquinônicas. o b-8'-apocarotenal. nigrosinas.ou poliazóicas) 3) As matérias corantes derivadas do estilbeno (toluileno). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. dextrina...

o resorcinol (resorcina). Os pigmentos são corantes orgânicos sintéticos que conservam a sua forma cristalina ou a sua forma particular durante toda a aplicação (contrariamente aos corantes que perdem a sua estrutura cristalina por dissolução ou vaporização. de lã e de náilon.08 a 32. o couro e. os óleos. das tintas da posição 32.11 a 3204.Esta posição não abrange os produtos intermediários obtidos durante a fabricação de matérias corantes. etc. depois do que são regenerados por reoxidação na forma cetônica insolúvel inicial. . Os corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras de náilon. dos azulenos (posição 29. os nitrofenóis e os nitrosofenóis. ou utilizados para corar as gasolinas para motores. dos luminóforos orgânicos (o diidroxitereftalato de dietila e a salicilaldazina. que se aplicam em dispersão aquosa nas fibras hidrófobas. matérias corantes. 32. em particular em tingimento e em estampagem das fibras têxteis.24). os derivados nitrados e sulfonados das aminas. as nitrosoaminas. são utilizáveis simultaneamente como corantes à cuba e como pigmentos classificam-se como corantes à cuba na subposição 3204. que produz uma fluorescência vermelha e que se apresenta geralmente em pó. os nitroclorobenzenos. de acetato de celulose. devem apenas receber um simples tratamento físico para atingirem o seu poder corante ótimo.as misturas mencionadas na Nota 2 do presente Capítulo.28. no entanto. Certas matérias corantes mencionadas acima pertencem..06. etc. os ácidos benzenossulfônicos e naftossulfônicos. no estado em que se apresentam. Os produtos destas subposições são os descritos em seguida. serviram para tingir a seda. por exemplo). as emulsões fotográficas. por si mesmos. Inicialmente.13. as tintas para pintar ou escrever. Os corantes diretos são corantes aniônicos solúveis em água que. estando quimicamente terminadas. em solução aquosa e na presença de um eletrólito.17 são classificadas na última. Algumas destas empregam-se também como reagentes corados de laboratório ou em medicina. Empregam-se nas misturas com pigmentos corantes cujo brilho aumentam. mas quando os produtos se apresentam em forma não luminescente (menos puros. Os corantes à cuba são corantes insolúveis em água que são reduzidos em banho alcalino para serem transformados em leucoderivados solúveis antes de serem aplicados. Os luminóforos orgânicos continuam aqui incluídos quando misturados entre si ou com pigmentos corantes orgânicos desta posição.05. por exemplo) incluem-se no Capítulo 29: é assim que a salicilaldazina do tipo utilizado para insuflação da borracha se classifica na posição 29. o papel. o náilon. produzem um fenômeno de luminescência ou. em si mesmos. Estes produtos classificam-se nesta posição mesmo que sejam de constitução química definida. nas fibras de náilon modificadas ou de poliéster modificadas ou no papel cru. os vernizes. Os corantes básicos são corantes catiônicos solúveis em água que se aplicam nas fibras modacrílicas. . As matérias corantes orgânicas sintéticas podem ser solúveis ou insolúveis em água. Utilizam-se nas fibras de poliéster. da bilirrubina.10. pela ação de radiações luminosas. entre outras: . na ordem numérica. as ceras. Certos corantes básicos apresentam atividade biológica e são utilizados em medicina como anti-séptico. das subposições em causa. podem citar-se a solução sólida da rodamina B em plástico. Servem também para a preparação das lacas corantes da posição 32. em menor escala.27). a anilina. Estas matérias corantes são classificadas como segue: . na prática. nas fibras acrílicas e para coloração de certas matérias termoplásticas. as metilanilinas) incluem-se no Capítulo 29. tecidos para os quais o brilho dos tons é mais importante que a solidez das cores. dos papéis ou das madeiras.33) e da acriflavina (posição 38. são capazes de tingir diretamente as fibras celulósicas. reagindo com grupos funcionais de moléculas de fibra para formar uma ligação covalente. Estas quase substituíram completamente as matérias corantes orgânicas naturais. mais precisamente. II.08). os tecidos tingidos com a ajuda de corantes diretos são muitas vezes submetidos a tratamentos ulteriores tais como a diazotação e a copulação in situ. sob esta forma. de lã.19 abrange. matérias corantes. que aumenta assim a brancura aparente dos produtos brancos. não são. do metilorange (posição 29. Subposições 3204.11 a 3204. dos couros e peles. de náilon ou de outras poliamidas.21). as ceras. a borracha. no que diz respeito às suas aplicações. por exemplo. MESMO DE CONSTITUÍÇÃO QUÍMICA DEFINIDA 1) Os agentes de avivamento fluorescentes compreendidos nesta posição são produtos orgânicos sintéticos que absorvem os raios ultravioleta e emitem uma radiação azul visível.Aquelas que.os corantes solúveis em solventes que se dissolvem nos solventes orgânicos e se aplicam nas fibras sintéticas de náilon. Os corantes mordentes são corantes solúveis em água que necessitam do emprego de um mordente (os sais de cromo. A maior parte. Os produtos que. tais como ftalocianinas que. principalmente nas fibras de celulose. Nota Explicativa de Subposições. A subposição 3204. a lã ou o algodão com mordente de tanino. É o caso. A fim de melhorar a solidez das cores.As outras que são suscetíveis de serem classificadas em duas ou mais das subposições específicas 3204. de seda. a duas ou mais categorias incluídas em subposições diferentes. incluem-se na posição 32. das preparações das posições 32. os ácidos aminonaftolsulfônicos.02). já não são empregados pelas suas propriedades corantes estão excluídos. Como exemplo destes luminóforos. de fluorescência. Diferenciam-se nitidamente de alguns produtos da presente posição que se apresentam em bruto. a celulose regenerada. Alguns entre eles têm.PRODUTOS ORGÂNICOS SINTÉTICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO AGENTES DE AVIVAMENTO FLUORESCENTES OU COMO LUMINÓFOROS. do trinitrofenol (ácido pícrico) e do dinitroortocresol (posição 29. por exemplo) a fim de se fixarem nas fibras têxteis. Grande número deles são geralmente derivados do estilbeno (toluileno). por exemplo. simultaneamente.15. 2) Os luminóforos orgânicos são produtos de síntese que. de poliéster ou acrílicas. a quelação por meio de sais de metais ou o tratamento com formaldeído. em regra nas de algodão. Compreendem os sais de metais insolúveis de certos corantes mencionados acima. mas que não constituam. nas fibras modacrílicas ou no couro. a benzidina. Misturados com pigmentos corantes inorgânicos. Estes produtos intermediários (tais como o ácido monocloroacético. Os corantes reagentes são corantes que se fixam eles próprios nas fibras.19 As matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas matérias mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32 estão subdivididas em função de suas aplicações ou domínios de utilização. estrutura essa que pode ser readquirida num estado ulterior do tingimento). Atualizado em 04/01/2011 . de estrutura cristalina diferente. Utilizam-se para tingir o algodão. características de matérias corantes.12 e 32. da hexanitrodifenilamina (posição 29. da biliverdina e das porfirinas (posição 29. Os corantes dispersos são essencialmente corantes não iônicos insolúveis em água. a antraquinona.15 ou para corar os plásticos.

sulfato de cálcio.30 .) ou por co-precipitação do corante e do suporte.Pigmentos e preparações à base de compostos de cádmio 3206.1 .. 3) Por mistura mecânica íntima de uma matéria corante insolúvel com a substância inerte de suporte.02).06 .42 .. 32. respectivamente. 2) Por tingimento do suporte por meio de uma solução da matéria corante. borracha.43 . Estas lacas são utilizadas.19. excluem-se das subposições 3204.10 e 32. mas que não têm nada de comum com as lacas classificadas aqui: a) A laca-da-china ou laca-do-japão (posição 13.Pigmentos e preparações à base de compostos de cromo 3206.11 a 3204.20 . carbonato de cálcio. ou ainda dos sais das matérias corantes básicas com ácidos complexos. que também se conhecem pelo nome de "lacas". etc.20. por vezes chamados "corantes brancos".As misturas de dois ou mais produtos pertencentes a subposições diferentes (subposições 3204. alumina. a partir de matérias corantes orgânicas sintéticas da posição 32.Outras matérias corantes e outras preparações: 3206. b) As tintas lacadas.19 . em particular. por exemplo. de matérias corantes a cuba derivadas das antraquinonas ou da série da alizarina. as lacas de madeirasamarelas ou de madeiras-vermelhas. terras siliciosas fósseis.4 .Contendo..19. Todos estes produtos apresentam-se geralmente em pó.12).Pigmentos e preparações à base de hexacianoferratos (ferrocianetos e ferricianetos) Atualizado em 04/01/2011 . PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.As misturas de dois ou mais produtos pertencentes à mesma subposição classificam-se nesta subposição. À BASE DE LACAS CORANTES. doces ou licores.LACAS CORANTES. 32. Estas dispersões apresentam-se geralmente em plaquetas ou pedaços.Litopônio.11 a 3204.19) classificam-se na subposição residual 3204. MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA (+). dos sais de cálcio das matérias corantes sulfonadas. As lacas corantes também podem preparar-se com matérias corantes orgânicas de origem animal ou vegetal da posição 32. Consideram-se lacas corantes os compostos insolúveis em água obtidos por fixação de uma matéria corante orgânica natural (de origem animal ou vegetal) ou sintética. Todavia. 3206.19 classificam-se na subposição específica em causa. num suporte geralmente mineral (sulfato de bário. sílica. calculado sobre matéria seca 3206. As misturas de matérias corantes orgânicas sintéticas e as preparações à base destas misturas classificam-se como se segue: . outros pigmentos e preparações à base de sulfeto de zinco 3206. que é geralmente obtida pelo tratamento do carmim de cochonilha com uma solução aquosa de alúmen e serve principalmente para a fabricação de tintas de aquarelas ou de corantes para xaropes. tais como os ácidos fosfotúngsticos. fosfomolibdênicos.11 . principalmente. As lacas corantes são obtidas. a laca de campeche. 80% ou mais de dióxido de titânio.41 . EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. A fixação da matéria corante sobre o suporte é normalmente efetuada.05. 32.04). em peso.Outros 3206.11 a 3204. excluem-se as preparações indicadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo.As suscetíveis de serem classificadas numa das subposições específicas 3204. Esta posição abrange igualmente outras preparações à base de lacas corantes dos tipos utilizados para corar todas as matérias ou destinadas a entrar como ingrediente na fabricação de preparações corantes. geralmente a partir das matérias corantes azóicas.Pigmentos e preparações à base de dióxido de titânio: 3206. talco.04 OU 32. de papéis de parede ou de tintas a óleo.. Não devem confundir-se as lacas corantes com outros produtos e. PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. plastificantes e outros meios (e utilizadas como matérias-primas para corar. PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO. .. por vezes designadas também no comércio pelo nome de "lacas" (posições 32.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. ou fosfomolibdotúngsticos) (posição 32. caulim. sendo classificados mais especificamente na subposição 3204. cloreto de bário. etc. que resistem melhor à oxidação.)..03. Excluem-se igualmente da presente posição os produtos abaixo designados. conforme os casos: 1) Por precipitação do corante sobre o suporte por meio de agentes de precipitação (tanino. com as matérias corantes orgânicas sintéticas insolúveis em água que apresentem elementos minerais que façam parte integrante da sua molécula: tal é o caso das matérias corantes orgânicas sintéticas insolubilizadas sob a forma dos seus sais de metais (é o caso. na fabricação de tintas de impressão.08 a 32.03.04. solúvel ou insolúvel em água. etc. Os agentes de aviamento fluorescentes. de borracha.17 e na subposição residual 3204. particularmente.Ultramar e suas preparações 3206. Entre estas podem citar-se: a laca de carmim de cochonilha.05 . Permanecem aqui classificadas as lacas corantes apresentadas em dispersões concentradas em plásticos. massas de plásticos.).

.05 Esta posição abrange as matérias corantes inorgânicas ou de origem mineral. de cor azul. o pigmento amarelo.OUTRAS MATÉRIAS CORANTES. plastificantes ou em outros meios. compreendendo proporções relativamente elevadas de produtos tensoativo ou de aglomerantes orgânicos. Pode obter-se por precipitação de ferrocianeto alcalino por um sal ferroso. também designado branco de titânio. 6) O azul-da-prússia (azul-de-berlim) e outros pigmentos à base de hexacianoferratos (ferrocianetos ou ferricianetos). c) Os pós e palhetas metálicos (Seções XIV ou XV). plásticos. É uma substância sólida. carbonato básico de chumbo (alvaiade). fabrica-se hoje artificialmente. classifica-se na posição 28. Esta posição compreende também as preparações à base das matérias corantes acima mencionadas e ainda os pigmentos corantes da posição 25. misturadas ou não entre si.03.. II) De misturas. massas de plásticos. Obtido antigamente a partir do lápis-lazúli. de borracha. ou ainda de mistura desses produtos preparados em borra aquosa. 10) Os pigmentos à base de compostos de cobalto e. Excluem-se todavia: a) As terras corantes. Atualizado em 04/01/2011 .08 a 32. etc. c) O negro-alu (negro-de-alumínio) (mistura de alumina e de carbono obtida por calcinação de uma mistura de bauxita e de breu ou de uma gordura). tais como: a) o oxicloreto de bismuto.42). 32. O dióxido de titânio não tratado à superfície e não misturado. Os pigmentos corantes inorgânicos adicionados de matérias corantes orgânicas estão também compreendidos nesta posição. mistura de sulfeto de cádmio e de selenieto de cádmio. Estes produtos são utilizados na fabricação de diversos produtos cosméticos. na massa. das tintas ou cores das posições 32. O azul-da-prússia é um ferrocianeto férrico de constituição química mal definida. 3) Os pigmentos à base de compostos de cádmio. b) O negro-de-sílica (mistura de sílica e de carbono preparada por calcinação de uma mistura de hulha e de kieselgur.). constituído por uma mistura de sulfeto de cádmio e de sulfato de bário. enxofre. amorfa. adicionado de uma pequena quantidade de um agente tensoativo orgânico. de sulfeto de zinco e de sulfato de bário.30 ou 28. mesmo calcinadas ou misturadas entre si. 13) Os pigmentos nacarados (pérolas) sintéticos.. (Capítulo 28). b) As matérias corantes inorgânicas.) com uma lixívia de potassa ou de amônia.3206.49 . especialmente o litopônio e os produtos semelhantes. empregadas para corar. sulfeto de mercúrio (vermelhão verdadeiro). que é um cromato não misturado. de constituição química definida: óxido de zinco. cromato de chumbo.Outras 3206. 5) Os pigmentos à base de sulfeto de zinco.07. por exemplo) finamente moídos. aluminatos. o azul-cerúleo. 11) Os pigmentos constituídos por minérios (a ilmenita. seguida de uma oxidação por um hipoclorito. O azul-de-turnbull é um ferricianeto ferroso. por exemplo.30) (ver a Nota Explicativa correspondente). sulfeto de zinco.04 e 32. etc. Todas estas matérias corantes utilizam-se principalmente na fabricação de cores ou pigmentos para a cerâmica da posição 32. borracha. adicionado ou não de sulfato de bário).30 (terra-de-cassel. pigmentos brancos constituídos por mistura. Apresentam-se habitualmente em pasta. de ferro. geralmente em plaquetas ou pedaços.30 e do Capítulo 28 e os pós e palhetas metálicos dos tipos utilizados para colorir qualquer matéria ou ainda destinados a entrar como ingredientes na fabricação de preparações corantes. respectivamente. que pode apresentar-se isolado ou em mistura. o rosa e o violeta ultramarinos também estão aqui incluídos. em particular. Entra na composição de numerosas cores que também se incluem na presente posição. b) a mica revestida de oxicloreto de bismuto. às vezes denominado amarelo ultramarino. ou seja os pigmentos nacarantes inorgânicos. incluem-se geralmente na posição 25.30). PREPARAÇÕES INDICADAS NA NOTA 3 DO PRESENTE CAPÍTULO.12 ou 32.41. tratando-se uma mistura de silicatos. Porém o pigmento. 7) Os negros de origem mineral (exceto os compreendidos nas posições 25. utilizam-se para corar. carbonato de sódio.13 e das tintas de impressão da posição 32. etc. Entre elas. classifica-se na posição 28. e o vermelho de cádmio. 32.Produtos inorgânicos dos tipos utilizados como luminóforos A. 2) Os pigmentos à base de compostos de cromo tais como os pigmentos amarelos constituídos por misturas de cromato de chumbo com outros produtos inorgânicos (como o sulfato de chumbo) e os pigmentos verdes constituídos por misturas de óxido de cromo com outras substâncias. etc.03). tais como: a) O negro-de-xisto (mistura de silicatos e de carbono obtida por calcinação fraca de xistos betuminosos). de chumbo ou de cromo. e os óxidos de ferro micáceos naturais (posição 25.23. Entre as matérias corantes aqui compreendidas podem citar-se: 1) Os pigmentos à base de dióxido de titânio ou anidrido titânico constituídos de dióxido de titânio tratado à superfície ou de mistura de dióxido de titânio com outros produtos (sulfato de cálcio. sulfato de bário. de dióxido de titânio ou de dióxido de titânio e óxido férrico. o verde de zinco (com cromato de zinco) e as composições para tintas de escrever coloridas (com ácido oxálico). em proporções variáveis.30) (ver a Nota Explicativa da posição 25. de composição química não definida. terra-de-colônia. 9) O extrato-de-cassel e os produtos semelhantes que são geralmente obtidos pelo tratamento das terras corantes da posição 25. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 32. mas não avivadas. 8) As terras corantes avivadas por quantidades mínimas de matérias corantes orgânicas (as terras corantes calcinadas ou não. Estas dispersões. etc. acetoarsenito de cobre (verde de Schweinfurt) (posição 29.15. podem citar-se: o azul-mineral (com sulfato de bário e caulim). ou próprias para entrar na composição de preparações para estampagem de têxteis.10. sob a forma: I) De dispersões concentradas em plásticos. 12) O cinzento de zinco (óxido de zinco muito impuro). não misturadas. etc.50 . o verde-milori ou verde-inglês (com amarelo de cromo. O verde. 4) O azul ultramarino.

que se emprega como reagente. borrachas sintéticas ou em plastificantes. em quantidades mínimas.10 . f) A dolomita (posição 25.Outros A. 32. menos puros ou de estrutura cristalina diferente) incluem-se no Capítulo 28: assim. que conservam sempre as características de produtos de constituição química definida. depois de tratamentos apropriados. o) As misturas entre si de dois ou mais desses produtos (geralmente posição 38. raios catódicos e raios X) produzem um fenômeno de luminescência (de fluorescência ou de fosforescência).002 mCi/g). h) A gipsita (posição 25.20 .43 a 28. o tungstato de cálcio amorfo. do sulfato de zinco ativado pelo cobre e do silicato duplo de zinco e berílio ativado pelo manganês. Os luminóforos entram na preparação de tintas luminescentes ou se empregam para revestir tubos fluorescentes para iluminação.90 . Nota Explicativa de Subposições. 3208.Excluem-se. podem citar-se o tungstato de cálcio e o tungstato de magnésio.. luz solar.18). tais como a prata. utilizadas para colorir plásticos. por exemplo: a) O caulim (posição 25.20). continuam compreendidos nesta posição. Subposição 3206. de aparelhos de radiografia ou de radioscopia.44.À base de poliésteres 3208. pela ação de radiações vísiveis ou invisíveis (por exemplo.36).07). mas somente ao fato de terem adquirido. disperso ou dissolvido num meio não aquoso. polímeros acrílicos termoendurecíveis Atualizado em 04/01/2011 . Os produtos inorgânicos empregados como "luminóforos" são adicionados. Os mesmos produtos químicos sob uma forma não luminescente (por exemplo.33). etc. todavia.36). c) O sulfato de bário (posições 25.46 (uma mistura de óxido de ítrio e de óxido de európio.12). mesmo que se utilizem também como pigmentos corantes nas tintas à água. Quando a radioatividade específica que daí resulta exceda 74 Bq/g (0.09 ou 28.18). k) A mica (posição 25. consiste quer em polímeros sintéticos (resinas fenólicas.08 .14). b) O cré e o carbonato de cálcio (posições 25. Estes produtos misturados entre si (por exemplo. borracha.25)... SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO. g) O carbonato de magnésio (posições 25.TINTAS E VERNIZES. Na sua maioria são constituídos por sais de metais ativados pela presença. d) As terras de infusórios (posição 25. esta posição não abrange: Os produtos do tipo dos empregados como matéria de carga nas tintas a óleo. classifica-se na posição 28. na massa. Esta posição não abrange os produtos que obedeçam às especificações das posições 28.11 ou 28. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO NÃO AQUOSO. de pequenas quantidades de substâncias radioativas. É especialmente o caso do sulfeto de zinco ativado pela prata ou pelo cobre.24). a mistura de sulfeto de zinco ativado pelo cobre com sulfeto duplo de zinco e cádmio ativado pelo cobre) ou com pigmentos corantes inorgânicos (do Capítulo 28 ou da parte A) acima).PRODUTOS INORGÂNICOS DOS TIPOS UTILIZADOS COMO LUMINÓFOROS. as preparações mencionadas na última frase da Nota 3 do presente Capítulo. telas (écrans) de aparelhos de televisão ou de oscilógrafos.19 As preparações contendo menos de 80% de dióxido de titânio compreendem as dispersões concentradas em plásticos. n) O hidróxido de alumínio (posição 28.26). MESMO DE CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DEFINIDA Os produtos inorgânicos dos tipos utilizados como "luminóforos" são produtos que. O aglutinante que constitui o agente filmogênio. e) A ardósia (posição 25. m) A calcita (posição 25. de produtos "ativadores". por exemplo) quaisquer que sejam o seu modo de acondicionamento e a sua utilização. borracha natural. etc. Entre estes últimos. que os tornam luminescentes. Outros são sais de metais cujas propriedades luminescentes se devem não à presença de "ativadores".41. radiação ultravioleta.24).19 ou 28. às vezes. de aparelhos de radar.30). resinas amínicas. Além dos produtos precedentemente excluídos.TINTAS As tintas deste grupo são constituídas por dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas corantes) ou de pós ou palhetas metálicos em um aglutinante. estrutura cristalina muito particular. l) O talco (posição 25. B. o cobre ou o manganês. devem ser considerados como misturas contendo substâncias radioativas e incluem-se na posição 28. sem conterem qualquer outra substância. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS. geralmente conhecidas pelo nome de "misturas-mestres".À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3208. ij) O amianto (posição 25.

abaixo). polimeros com 2. A composição das tintas cujo solvente não seja aquoso e das tintas-esmaltes. entre outros. etc. novolacas ou outras resinas fenólicas. quando for o caso. resinas amínicas. etc. que pode ser brilhante. respectivamente. por exemplo).14). d) Os líquidos corretores. qualquer que seja o peso dos solventes que entrem na sua composição. silicones. de radiação infravermelha. Excluem-se desta parte as soluções abrangidas pela Nota 4 do presente Capítulo (ver parte C. tais como fachadas e pavimentos. etc. c) Os vernizes do tipo dos esmaltes (vernizes*) para unhas apresentados como se descreve na Nota Explicativa da posição 33. de agentes espessantes (sabões de alumínio ou de zinco). (posição 32. e a borracha sintética). podem distinguirse das soluções definidas na Nota 4 do presente Capítulo. resinas alquídicas e outros poliésteres. tais como matérias de carga. utilizados para cobrir erros ou outras marcas indesejáveis nos textos datilografados. quer em polímeros naturais modificados quimicamente (derivados químicos da celulose ou da borracha natural. de sicativos (principalmente à base de compostos de cobalto. acondicionados em embalagens para venda a retalho. em solventes orgânicos voláteis cujo peso exceda 50% do peso da solução. chumbo ou de zinco). cujo peso exceda 50% do peso da solução. à trolha. Podem apresentar-se corados pela adição de matérias corantes solúveis no meio. tais como os agentes antipelícula e certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam utilizáveis exclusivamente como vernizes. silicones. Os vernizes deste tipo em que estes ingredientes secundários também se encontram em solução.13 e. e de todos os produtos que se poderiam compreender nessas posições em virtude de outras disposições da Nomenclatura).07. (Nas tintas ou nas tintas-esmaltes. retificadores (com exclusão portanto dos ingredientes solúveis. b) As tintas de impressão que. adicionados de substâncias diferentes das necessárias para a fabricação dos produtos expressamente classificados nas posições 39.04. os vernizes das posições 39. nos dois tipos de soluções. isto é. Quando o meio é constituído por um verniz. C. As soluções deste tipo cujo peso do solvente orgânico volátil não seja superior a 50% do peso da solução inclui-se no Capítulo 39. esta. Os produtos semelhantes do tipo dos utilizados como emulsões fotográficas classificam-se na posição 37. constituídos por oligômeros (isto é. carbonato de cálcio. quando seca. de raios X.12). tanto o solvente como o diluente são líquidos voláteis (white spirit. por exemplo). essências de terebintina. nas fotocópias.15). ou insolúveis. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas insolúveis nos solventes (película endurecida seca). constituídos essencialmente por pigmentos. À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS OU DE POLÍMEROS NATURAIS MODIFICADOS.um ou mais dos produtos citados nos dizeres das posições 39.) e de agentes antipelícula (especialmente a butanona-oxima).09 TINTAS E VERNIZES.01 a 39. trata-se. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. São à base de polímeros sintéticos (compreendendo a borracha sintética) ou de polímeros naturais modificados quimicamente (nitrato de celulose ou outros derivados da celulose. abaixo. qualquer que seja a proporção de solvente (posição 39.01 a 39. São igualmente incluídos aqui: 1) Os vernizes destinados a serem diluídos no momento da aplicação.01 a 39. fosco ou acetinado. Quantidades mais ou menos significativas de outros produtos podem juntar-se ao aglutinante para fins bem determinados. Quando se aplicam sobre uma superfície. tais como corantes. brilhante ou fosca e dura.13. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional. Os produtos desta espécie só se classificam nesta posição quando são claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. insolúvel em água. B. adicionadas de solventes e de diluentes. os principais métodos industriais são. incluem-se na presente posição as soluções (exceto os colódios) constituídas por: . por exemplo. nas folhas ou pranchas de máquinas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes e os vernizes celulósicos acondicionados para venda a retalho como produtos para a correção de estênceis (posição 38. à espátula. com ou sem fotoiniciadores.24). de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato.06). Nas tintas diluídas em um solvente não aquoso.SOLUÇÕES DEFINIDAS NA NOTA 4 DO PRESENTE CAPÍTULO Nos termos da Nota 4 deste Capítulo. colorida. formam. Atualizado em 04/01/2011 . tomando-se em consideração a diferença da natureza química dos ingredientes secundários respectivos e a diversidade que esta diferença implica para as funções que asseguram. DISPERSOS OU DISSOLVIDOS EM MEIO AQUOSO. tais como aceleradores. retardadores. a aplicação por imersão e a aplicação a máquina. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. relativamente duro. e) Os colódios. a pulverização. aglutinantes e solventes. depois de secos. liso e contínuo. certos agentes tixotrópicos ou sicativos que os tornam aptos para utilização apenas como vernizes. talco. uma película não aderente e opaca. Formam um filme seco. por exemplo). A expressão "solventes orgânicos voláteis" inclui também os solventes que tenham um ponto de ebulição relativamente alto (terebintina. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. manganês.ou outros. Excluem-se as colas de composição análoga às preparações descritas no penúltimo parágrafo da parte B acima e as colas acondicionadas para venda a retalho de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35.um ou mais dos referidos produtos e por um plastificante em solventes orgânicos voláteis. depende dos usos a que se destinam. 2) Os vernizes endurecíveis por radiação. acima). 32. tolueno. a tinta diz-se "tinta-esmalte". forma uma película particularmente lisa. misturas de solventes sintéticos. São constituídos por resina dissolvida numa quantidade mínima de solvente e por ingredientes tais como agentes antipelícula. resinas epóxidas. de matérias de carga (sulfato de bário. .. mais ou menos transparente ou translúcido. isto é. nos manuscritos. de agentes de superfície. polímeros vinílicos.ver a parte A. 3 ou 4 motivos monoméricos) e monômeros de retificação em solventes voláteis. São igualmente excluídas desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies.13. 3) Os vernizes que constituam soluções de polímeros descritos na parte C.VERNIZES Consideram-se vernizes as preparações líquidas destinadas a proteger ou a decorar as superfícies. Para aplicar estas tintas e vernizes. Esses produtos contêm normalmente vários pigmentos e vários aglutinantes.) que são adicionados para dissolver um aglutinante sólido e para dar à tinta uma consistência fluida que permita a sua aplicação. a matéria corante chama-se "pigmento" e é insolúvel no meio . por exemplo. utilizam-se normalmente pincéis ou rolos. pelos ingredientes dissolvidos necessários à fabricação desses produtos. ou pigmentos. brilhante ou fosca..

DOU 17/12/04) 4) Os vernizes líquidos sem solvente constituídos por: a) plásticos líquidos (em geral. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTOS DE COUROS 1) As tintas à água são essencialmente compostas de pigmentos corantes. do gênero dos utilizados como emulsões fotográficas. todavia.TINTAS Na acepção da presente posição. neste caso designado "endurecedor". de maneira a resultar num revestimento flexível. à espátula. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ACABAMENTO DE COUROS. em dispersão ou em solução num meio aquoso.15. pela Inst. de feixes de elétrons ou de outras radiações e formam assim estruturas retificadas. Quando esta condição não estiver satisfeita. em acetona. o poli(acetato de vinila) ou o poli(cloreto de vinila). de pinho. por vezes. polímeros com 2. de resinas ou de gomas naturais. os dois componentes apresentam-se em dois recipientes distintos.TINTA À ÁGUA (COMPREENDENDO O BRANCO PARA LIMPAR CALÇADOS) E PIGMENTOS À ÁGUA PREPARADOS. é uma variedade de tinta à água. mas do efeito do calor ou da umidade atmosférica. Os produtos dos tipos descritos nesta alínea só se classificam na posição 32. esses produtos incluem-se geralmente no Capítulo 40. a adição do endurecedor deve efetuar-se no momento da utilização. tais como os ésteres poliacrílicos. As tintas deste tipo devem ser aplicadas em camadas finas. 3) Os vernizes betuminosos. por exemplo) mesmo modificados ou as resinas naturais em solução ou em dispersão. em white spirit. A algumas destas tintas são incorporadas cargas. (No que diz respeito à distinção entre verniz betuminoso e certas misturas da posição 27. entre outros: 1) Os óleos sicativos (óleo de linhaça. à base de betumes naturais. Qualquer meio constituído por água ou por uma mistura de água com solvente hidrossolúvel. consideram-se tintas. (posição 32. Estes vernizes devem conter outros ingredientes para os tornar próprios a serem utilizados exclusivamente como vernizes. 5) Os vernizes à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso. sendo o aglutinante eventualmente adicionado de uma matéria corante solúvel. 2) Qualquer aglutinante líquido (compreendidos os polímeros sintéticos ou naturais modificados quimicamente) contendo um agente endurecedor e pigmentos mas não contendo nem solventes nem outros meios. O aglutinante. Neste caso. de radiação infravermelha. quer por polímeros. é constituído. As tintas à água compreendem. óleo de linhaça) ou por uma mistura de óleo sicativo com goma-laca ou com gomas naturais ou ainda de óleo sicativo com resinas naturais. isto é. A presente posição não compreende: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. pigmentos minerais ou orgânicos ou lacas coradas) e com matérias de carga. 3 ou 4 motivos monoméricos) e por monômeros de retificação. etc. constituídos principalmente por soluções ou dispersões de gomas ou de resinas naturais (goma-laca. de 01/02/02 . ver a exclusão e) das Notas Explicativas desta posição). PIGMENTOS A ÁGUA PREPARADOS. o branco gelatinoso. Os vernizes da presente posição são análogos às tintas mas não contêm pigmentos. misturados com dispersões de matérias corantes insolúveis (principalmente. podem conter uma matéria corante solúvel no aglutinante.14). Norm. Se esta condição não for satisfeita. ou c) oligômeros (isto é. SRF nº 481. insolúveis nos solventes (película endurecida seca). ou proveniente da fabricação de pasta de papel ao sulfato. 32. 3) As tintas à base de borracha (excluída a borracha sintética) dispersa ou dissolvida num meio não aquoso ou dispersa num meio aquoso e adicionada de um pigmento. entre outros.10 .À base de polímeros acrílicos ou vinílicos 3209. Atualizado em 04/01/2011 . em essências de terebintina.07. Os produtos semelhantes aos descritos em c). C. etc. matérias anti-sépticas ou inseticidas.3209. as tintas de caseína e as tintas de silicatos. resina copal. com ou sem fotoiniciadores. B.10 se forem claramente reconhecíveis como sendo destinados a serem utilizados exclusivamente como vernizes. com adição de um pigmento. deve considerar-se como meio aquoso. reunidos ou não numa única embalagem..) em álcool (vernizes a álcool).VERNIZES Entre os vernizes da presente posição podem citar-se: 1) Os vernizes a óleo cujo agente filmogênio é constituído por óleo sicativo (por exemplo. quer por produtos de copolimerização do butadieno e do estireno.Public. que constitui o agente filmogênio. b) As tintas de impressão que. num meio aquoso ou não. que consiste em branco-de-espanha (blanc de Meudon) aglomerado em plaquetas que se moldam por meio de um aglutinante (dextrina ou cola de pele.Outros As tintas desta posição são compostas por aglutinantes à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados. 2) Os vernizes e lacas à base de goma-laca. sendo a formação da película dependente.15).10 - OUTRAS TINTAS E VERNIZES. e quantidades (muito pequenas em geral) de produtos aglutinantes. no momento da utilização. b) uma só resina. tais como fachadas ou pavimentos. Podem também apresentar-se sob a forma de pasta ou em dispersão. damar.. breu ou produtos semelhantes. os tipos de verniz descritos em a) e b) incluem-se no Capítulo 39. Relativamente a alguns vernizes. tais como a cola de pele ou a caseína. A.90 . (Atualização nº 3. etc. não da adição de um endurecedor. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. por exemplo. Apresentam-se em pó e. de raios X. 2) O branco para limpar calçados. São adicionadas de agentes de superfície e de colóides protetores com fins de estabilização. Estes vernizes endurecem sob ação de radiação ultravioleta. à trolha.. por exemplo). ou de matérias minerais tais como o branco-de-espanha (blanc de Meudon (cré)) em lugar daqueles pigmentos. classificam-se na posição 37. em pastas ou emulsões. colofônia. resinas epóxidas ou poliuretanos) e por um agente filmogênio. à base de plásticos e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional.

de cobre na posição 74.. são composições semelhantes às tintas à água. que consistem. geralmente. a dessecação do óleo sicativo contido em certas categorias de tintas ou vernizes. ou verniz. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. à base de plásticos ou de borracha e adicionadas de uma elevada proporção de matérias de carga e que são aplicadas da mesma forma que os indutos do tipo convencional.Outros A. Apresentam-se em pó. não misturados (em geral Capítulos 28 ou 29).15). Estes produtos destinam-se à fabricação de pérolas artificiais.07.08. estes artigos consistem: 1) Em folhas reconstituidas formadas por pós metálicos (mesmo de metais preciosos) ou por pigmentos aglomerados pela cola. classificam-se.18. tais como fachadas ou pavimentos. por vaporização ou por qualquer outro processo. esmalte (verniz*) para unhas e tintas.) com uma carga inerte . naftaleno ou oleato de zinco. b) As tintas de impressão que. obtido a partir de escamas de certos peixes. isto é. 2) Em folhas de papel. consoante a matéria constitutiva: por exemplo. Esta posição não compreende: a) Os óleos cozidos ou de outra forma modificados quimicamente da posição 15. a gipsita (secantes sólidos) .14). Atualizado em 04/01/2011 . c) Os resinatos (posição 38.3) Os pigmentos à água preparados. tabletes. com mordentes. bióxido de manganês. As vezes incorporam-se-lhes produtos destinados a dar brilho aos couros. ativando a sua oxidação. Estas folhas empregam-se para marcar encadernações.por exemplo. plástico ou de qualquer outra matéria formando o suporte e sobre as quais um metal (mesmo precioso) ou pigmentos tenham sido depositados por meio de pulverização catódica. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. NO ESTADO LÍQUIDO OU PASTOSO. 32.ou por soluções concentradas de diversos produtos sicativos em essências de terebintina. comprimidos ou formas análogas) para venda a retalho como tinturas. (naftenato de cálcio ou de cobalto em white spirit.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. pasta ou em dispersões em água. apresentadas em um verniz ou em uma laca (por exemplo: laca à base de nitrocelulose) ou em uma solução de polímeros sintéticos. etc. em misturas de matérias corantes. de pinho ou proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato. constituídas principalmente por plásticos e contendo aditivos e pigmentos. 3212. São. obtidas por martelagem ou laminagem.Folhas para marcar a ferro 3212. ou b) de um pigmento nacarado (de perola) sintético (mica revestida de oxicloreto de bismuto ou de dióxido de titânio. Também se excluem desta posição: a) As preparações destinadas ao revestimento de superfícies. num meio não aquoso (óleos sicativos.. produtos tensoativos que favorecem a penetração e fixação da matéria corante e. carneiras de chapéus. utilizadas no revestimento de objetos expostos à ação do calor. dos tipos utilizados na fabricação de tintas. denominadas às vezes "essências do Oriente" ou "essência de pérola": a) de um pigmento nacarado (de perola) natural contendo guanina e hipoxantina. à trolha. 2) Em formas próprias (bolas. O presente grupo abrange também as dispersões concentradas.06). FOLHAS PARA MARCAR A FERRO.10 . resinato de cobalto. com. etc. As folhas metálicas delgadas. por pressão a quente exercida manual ou mecanicamente. em pó ou em palhetas). por exemplo. desde que evidentemente reconhecíveis como tais. em geral. não são próprias para as mesmas aplicações (posição 32. white spirit.90 . c) As tintas pulverulentas. b) Os produtos de composição química definida. constituídos por misturas de produtos secantes (borato de chumbo. às vezes. Os secantes preparados são misturas utilizadas para acelerar.. as folhas de ouro na posição 71.TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO As tinturas são produtos não filmogênios.10 e as de alumínio na posição 76. porém. white spirit. B. etc. 32. com ou sem aplicação de eletricidade estática (Capítulo 39).. C. tendo uma composição qualitativa análoga à das tintas para pintar. consistem em misturas de pigmentos minerais ou orgânicos com certas quantidades de aglutinantes (especialmente caseinatos). essências de terebintina.PIGMENTOS (INCLUÍDOS OS PÓS E FLOCOS METÁLICOS) DISPERSOS EM MEIOS NÃO AQUOSOS. etc.11 SECANTES PREPARADOS. à espátula. por exemplo) com ou sem óleo sicativo (secantes líquidos ou pastosos). DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS. especialmente). (posição 32. dos tipos utilizados para acabamento de couros. DOS TIPOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TINTAS O presente grupo compreende as dispersões concentradas de pigmentos triturados (incluídos o alumínio e outros metais. TINTURAS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES APRESENTADAS EM FORMAS PRÓPRIAS OU EM EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO..12 . Estes produtos só se incluem nesta posição quando se apresentem: 1) Em embalagens (tais como saquinhos de pó ou frascos de líquido) para venda a retalho com vista à sua utilização como tinturas. pela gelatina ou por qualquer outro aglutinante.FOLHAS PARA MARCAR A FERRO As vezes chamadas folhas de transporte. substâncias inertes de corte. por exemplo) no estado líquido ou pastoso.

15). INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. 3213. cimento ou qualquer outra carga mineral. tais como ceras. Algumas delas apresentam-se sob forma solida ou pulverulenta. tubos. misturando-se dois componentes. 32. que se preparam geralmente no momento da aplicação. TUBOS. se adicionam resinas. FRASCOS. etc. em pastilhas. mesmo quando se apresentem no estado sólido (em tabletes ou em bastões. Um destes é constituído por uma solução aquosa de silicato de sódio e de silicato duplo de potássio e sódio. 32. e) Os pastéis (posição 96. GODÊS OU ACONDICIONAMENTOS SEMELHANTES. às quais.10 . c) As pinturas para o rosto e outros produtos de maquilagem (posição 33. freqüentemente. Entre estas preparações podem citar-se os mástiques para enxertias e os empregados em tanoaria.10 . 3) Os cimentos de resinas. constituídos por resinas naturais (goma-laca. d) As tinturas para o cabelo da posição 33.) misturados entre si e mais.14 . potes.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO. desde que se apresentem em tabletes. Em geral. adicionados de outras matérias. mesmo que contendo acessórios. parcial ou totalmente. POTES. etc. endurecendo..Outras Esta posição abrange as cores ou tintas preparadas dos tipos utilizados para pintura artística. guaches. Atualizado em 04/01/2011 .90 . 3214. o outro por matérias de carga (quartzo em pó. cera de calafate). colofônia) ou plásticos (resinas alquídicas. borracha. por exemplo). pó de tijolo. para assegurar a estanqueidade e. RECREAÇÃO E CORES SEMELHANTES. recreação e cores semelhantes. móveis de madeira. os mástiques e indutos aplicam-se por meio de pistola. etc.As tinturas assim acondicionadas são essencialmente as que se vendem como "tinturas de uso doméstico" empregadas para tingir roupas. etc. e agentes endurecedores.90 . Diferem das colas e de outros adesivos porque se aplicam em camadas espessas. pintura de tabuletas.MÁSTIQUE DE VIDRACEIRO (MASSA DE VIDRACEIRO).Mástique de vidraceiro. damar. pintura de tabuletas. godês ou acondicionamentos semelhantes. óleos. frascos.Cores em sortidos 3213. b) As tintas de impressão (posição 32.. borracha. atividades educativas. potes. ATIVIDADES EDUCATIVAS. fibra de amianto. especialmente aqueles à base de plásticos ou de borracha. os canos de descarga (tubos de escape*). frascos. principalmente. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES Os mástiques utilizam-se especialmente para obturar fendas. atividades educativas. na montagem de velas de ignição. por exemplo). PINTURA DE TABULETAS. para tornar estanques os blocos e cárters de motores. radiadores. para assegurar a fixação ou a aderência de peças. entre outros: 1) Os mástiques a óleo. ésteres resínicos. e os outros produtos da posição 32. godês. de espátula. 2) Os mástiques à cera (cera para calafetar. I. Em geral. de metais ou de artefatos de porcelana. quer por adição de um líquido (água. 4) Os mástiques à base de vidro solúvel. betumes.CORES PARA PINTURA ARTÍSTICA. godês ou acondicionamentos semelhantes (posição 32.Outros Os mástiques e indutos da presente posição são preparações de composição muito variável. matérias de carga que reagem com o óleo ou inertes. o nanquim (tinta-da-china*). Deve fazer notar-se que alguns destes mástiques se encontram já compreendidos em outros mástiques.13). tais como pincéis. tubos. goma-laca. MODIFICAÇÃO DE TONALIDADES. Estas preparações apresentam-se freqüentemente sob forma mais ou menos pastosa. em alguns casos. pastilhas. de desempenadeira ou de ferramentas semelhantes. por exemplo. Este grupo compreende. por produtos tais como álcool cetílico ou álcool esteárico.). nem os pastéis e outros artigos da posição 96. quer por tratamento térmico (fusão. Esta posição não compreende as tintas ou cores de impressão. tintas a óleo. cimentos de resina e outros mástiques. freqüentemente. Os mástiques desta categoria têm múltiplas aplicações: utilizam-se. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. como massas de enchimento.09. areia. paletas ou espátulas. de trolha. etc. indutos utilizados em pintura 3214. geralmente. As caixas de tintas sortidas também aqui se encontram incluídas. ou para vedar algumas juntas.13 . Estes mástiques utilizam-se. poliésteres.. constituídos por ceras (de qualquer espécie). esfuminhos.09). Esta posição não compreende: a) As cores preparadas para pintura artística. EM PASTILHAS.15. que lhes aumentam as propriedades adesivas.05. CIMENTOS DE RESINA E OUTROS MÁSTIQUES. aplicam-se depois de se terem tornado fluidos por fusão. Algumas destas tinturas são ainda especialmente empregadas em laboratórios para corar preparações microscópicas. que se caracterizam essencialmente pela sua utilização. constituídos essencialmente por óleo sicativos. por exemplo. cal. aqueles em que a cera se substitui.04). resinas de cumarona-indeno. na indústria eletrotécnica e para fixação de vidro. após sua aplicação. Também se consideram mástiques à base de cera. Destes mástiques o mais comum é o mástique de vidraceiro (massa de vidraceiro). e são tornadas pastosas no momento da aplicação. Convém todavia notar que este grupo de produtos abrange igualmente os mástiques utilizados sobre a pele dos pacientes em volta dos estomas e das fístulas. modificação de tonalidades. modificação de tonalidades ou recreação (aquarelas. por exemplo). Outras servem para tingir calçados. por exemplo).

perfeitamente reconhecíveis como destinando-se a serem utilizados em conjunto. desde que. depois de se lhes adicionar um endurecedor. etc. como às quantidades respectivas. se reconheça perfeitamente que se destinam a serem utilizados na preparação de mástiques ou de indutos. 8) Os mástiques à base de gesso. São sólidos e usam-se em vedações duras. estas duas últimas incorporadas em proporção geralmente elevada. 11) Os mástiques à base de borracha. vernizes e produtos semelhantes.) e. 13) Os lacres. a que se adicionam agentes retardadores e. tornados pastosos pela adição de água. Todavia. Depois de endurecidos e lixados servem de suporte à pintura. de um solvente orgânico. plastificantes. farinhas de madeira). depois de se lhes adicionar água. e que se apresentam em pó fibroso e flocoso. 10) Os mástiques à base do óxido de zinco e glicerol. no caso de produtos a que se deva adicionar um endurecedor no momento da utilização.5) Os mástiques à base de oxicloreto de zinco. principalmente.Public. de uma certa quantidade de água ou de solvente. na fabricação de revestimentos protetores maleáveis. constituídos por enxofre misturado com cargas inertes. Estes produtos mantêm a sua classificação na presente posição.22 e 25. etc.15). colofônia. para reparar peças metálicas ou para as fixar a outras matérias. Atualizado em 04/01/2011 . poliuretanos e epóxidos) adicionados de elevada proporção (até 80%) de matérias de carga muito variadas. para selar documentos. São utilizados para fechar hermeticamente latas. como produtos de vedação para assegurar a estanqueidade em torno dos estomas e das fístulas. também. por fibra de amianto misturada com um pigmento e água. por exemplo. por possuírem teor elevado de matérias de carga e. areia e outros silicatos. Os indutos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria aplicam-se nas fachadas. etc. Os indutos utilizados em pintura empregam-se na preparação de superfícies (por exemplo. etc. por exemplo) com um aglutinante (plástico ou resina). Este grupo compreende. 7) Os mástiques à base de enxofre. paredes interiores. em partes iguais. que se obtêm a partir do cloreto de magnésio e do óxido de magnésio. por exemplo. Relativamente a alguns dos produtos acima mencionados. carbonatos.20. Utilizam-se para se conseguir a estanqueidade de certas juntas.. Os indutos à base de plásticos cuja composição é comparável à de alguns mástiques da mesma espécie. por exemplo. tais como argila. Em geral. pavimentos e tetos de prédios. como complementares uns dos outros. e por plastificantes. SRF nº 481. celulose de madeira. tais como mástiques para carroçarias. Utilizam-se para encher cavidades. vedar-lhes as fendas e orifícios e. por vezes. constituídos. utilizam-se como indutos para carroçarias. Por outro lado. especialmente. c) Os mástiques de asfalto e outros mástiques betuminosos (posição 27. eliminar-lhes a porosidade. para se conseguir a estanqueidade de aparelhos de vidro. borracha. adicionados de uma pequena quantidade de plastificantes e utilizados. a fim de lhes eliminar as irregularidades. constituídos por gesso e areia. por carboximetilcelulose de sódio. DOU 17/12/04) 12) Os mástiques destinados a serem utilizados sobre a pele. Podem ser constituídos. constituído por uma mistura de cerca de 50% de gesso e de produtos tais como fibra de amianto. em um solvente orgânico tal como o álcool isopropílico. formam o revestimento definitivo dessas superfícies. sendo este teor habitualmente muito superior ao dos aglutinantes e solventes ou ao dos líquidos de dispersão. matérias de carga. por gelatina e por poliisobutileno. 3º) reconhecíveis tanto no que respeita à sua natureza. a que se adicionam matérias de carga (por exemplo.23). de pigmentos. A) INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. para fixação de peças de ferro em porcelana ou para ligação de tubos. por um tioplástico adicionado de matérias de carga (grafita.. por exemplo. também. às vezes. em certos casos.01). Aplicados.INDUTOS UTILIZADOS EM PINTURA. a cal e os cimentos (posições 25. areia. mais importantes. nas paredes e fundos de piscinas. consistir em uma dispersão aquosa de borracha adicionada de matéria corante. cavilhas. denominada em alguns países. Utilizamse. constituídos. depois de aplicados. formam uma camada muito mais espessa do que a obtida com uma tinta. em virtude da sua composição e acondicionamento. B) INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA. INDUTOS NÃO REFRATÁRIOS DO TIPO DOS UTILIZADOS EM ALVENARIA Os indutos distinguem-se dos mástiques porque se aplicam sobre superfícies. por pectina. quartzo ou misturas de quartzo e sílica. em geral. etc. (Atualização nº 3. para assentamento de ladrilhos e azulejos. de modo a torná-los impermeáveis à umidade e a dar-lhes boa aparência. entre outros: 1) Os indutos em pó. 6) Os mástiques à base de oxicloreto de magnésio. bem como para fixação de peças. pela Inst. sem prévio reacondicionamento. matérias de carga. por uma borracha sintética ou por polímeros acrílicos. 3) Os indutos pastosos. fibra de vidro. etc. Pertencem a esta categoria os indutos à base de óleo. Esta posição não compreende: a) A resina natural. em fachadas por meio de pincel ou à pistola. matérias cerâmicas e outras matérias. o fato de este último não se apresentar ao mesmo tempo não exclui da presente posição estes produtos. São utilizados. que se obtêm impregnando matérias de carga minerais (granalha de mármore. por exemplo. paredes interiores). que se empregam na fabricação de revestimentos resistentes aos ácidos. b) O gesso. 2º) apresentados ao mesmo tempo. por exemplo). II. 2) Os indutos pulverulentos à base de quartzo em pó e de cimento. desde que os diferentes elementos constitutivos sejam simultaneamente: 1º) dado o seu modo de acondicionamento. entre a pele dos pacientes e a bolsa destinada a recolher as excreções. suscetíveis de resistir aos agentes químicos e aos solventes. Empregam-se para calafetar madeira. a mistura dos diferentes elementos ou adição de alguns deles deve efetuar-se na ocasião do seu emprego. e em calafetagem. em alguns casos. bióxido de titânio e pós metálicos. constituídos essencialmente por uma mistura de matérias resinosas (goma-laca. de cargas minerais e de matérias corantes. etc. pinos. cola. de 01/02/02 . resinas poliésteres. que se obtêm a partir do óxido de zinco e do cloreto de zinco. aglutinantes ou de antioxidantes. silicatos. 9) Os mástiques à base de plásticos (por exemplo. para vedação de fendas em artefatos de madeira. Estes mástiques podem. são utilizados para fixar parafusos. Norm. e adicionados de pigmentos e. estanques e resistentes aos ácidos. ganchos. diferenciam-se das tintas. e que. Alguns destes mástiques empregam-se depois da adição de um endurecedor. goma-mástique ou resina-mástique (posição 13. em certos casos. 4) Os indutos líquidos. mástique. 25. Eles não têm propriedades terapêuticas ou profiláticas. Utilizamse.

PREPARADOS. OUTROS PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR PREPARADOS E OUTRAS PREPARAÇÕES COSMÉTICAS. durante ou após) 3307. em embalagens individuais para venda a retalho.01.Preparações para barbear (antes. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) DE AMBIENTE.10 .20 . tais como o tratamento profilático de cáries.. quer contenham ou não agentes com propriedades abrasivas e quer sejam ou não utilizadas pelos dentistas. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34).16).Agarbate e outras preparações odoríferas que atuem por combustão 3307.4 .06 .Outras 3307.07 . em geral. etc. 33.Outros A presente posição compreende as preparações para a higiene da boca ou dos dentes.24). em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. As preparações para lavagem da pele. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 1) As preparações utilizadas para perfumar ambientes e as preparações odoríferas para cerimônias religiosas. As pastas dentifricias e outras preparações para os dentes classificam-se na presente posição. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES.07.d) Os cimentos e outros produtos para obturação dentária (posição 30.90 . Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. 2) As preparações para limpeza ou polimento de dentaduras. incluídas as preparações odoríferas para cerimônias religiosas: 3307. Trata-se de substâncias ou de preparações utilizadas com uma escova.90 . III) As preparações para banho tais como os sais perfumados e as preparações para banho de espuma. III) Os pós. COM OU SEM PROPRIEDADES DESINFETANTES. f) Os cimentos e argamassas refratárias (posição 38.Sais perfumados e outras preparações para banhos 3307.49 . MESMO NÃO PERFUMADOS.20 . de papéis impregnados. Atualizado em 04/01/2011 . 33. as loções para após a barba. mesmo as que contenham agentes com propriedades abrasivas. são classificadas na posição 34. IV) Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes.Outros Esta posição compreende: I) As preparações para barbear (antes.PREPARAÇÕES PARA HIGIENE BUCAL OU DENTÁRIA. PREPARAÇÕES PARA BANHOS. cremes e comprimidos para facilitar a aderência de dentaduras. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície orgânicos (ver Nota 1 c) do Capítulo 34). tais como: I) Os dentifrícios de qualquer espécie: 1) As pastas dentifrícias e outras preparações.06). g) Os aglutinantes preparados para moldes e núcleos de fundição (posição 38. tais como o "Agarbate" e podem apresentar-se sob a forma de líquidos. 3307.Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais) 3306. Incluem-se também nesta posição os fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais). e) O breu (pez) para a indústria de cerveja e os outros produtos da posição 38. as pedras-umes (pedras de alume) e os lápis hemostáticos. durante ou após). 3306. DEPILATÓRIOS. destinadas a limpar ou a polir as superfícies acessíveis dos dentes ou para outros fins.PREPARAÇÕES PARA BARBEAR (ANTES. de cones. FIOS UTILIZADOS PARA LIMPAR OS ESPAÇOS INTERDENTAIS (FIOS DENTAIS).Desodorantes (desodorizantes*) corporais e antiperspirantes 3307. EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS PARA VENDA A RETALHO. de pós. II) Os produtos para lavar a boca e para perfumar o hálito.Dentifrícios 3306. Atuam.10 .30 . INCLUÍDOS OS PÓS E CREMES PARA FACILITAR A ADERÊNCIA DE DENTADURAS.41 .02. apresentadas na forma de líquido ou de creme e acondicionadas para venda a retalho. II) Os desodorantes corporais e os antiperspirantes (anti-sudoríficos). essas preparações são incluídas na posição 34..Preparações para perfumar ou para desodorizar ambientes. Os sabões para a barba em blocos incluem-se na posição 34. DESODORANTES (DESODORIZANTES*) CORPORAIS. por evaporação ou combustão. DURANTE OU APÓS). como por exemplo os cremes e espumas para barbear.01.

As velas perfumadas excluem-se desta posição (posição 34. essencialmente. Agulhas de coníferas (exceto de pinho. estas preparações.Algumas destas preparações utilizam-se para disfarçar cheiros. tendo ou não propriedades desinfetantes. impregnados. feltros e falsos tecidos. mesmo não perfumados. por exemplo) que atuam por via química sobre os cheiros a eliminar ou outras substâncias destinadas a absorver fisicamente os cheiros pelas forças de Van der Waal. Os desodorantes de ambientes preparados são constituídos. acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*).01 Óleos essenciais Absinto. de limpeza. automóveis. etc. 4) As soluções para lentes de contato ou para olhos artificiais. Acondicionados para venda a retalho. 6) Os produtos de toucador preparados para animais. em geral.05) Aipo Alcaravia Alecrim Alfazema espigada Alfazema ou lavanda Alho Amêndoa amarga Aneto Angélica (erva-do-espíritosanto) Anis Arruda Badiana Balsamo-de-tolu Bay Benjoim Bergamota Bétula Cajepute Cálamo Camomila Cananga Canela Cânfora Capim-limão (capim-santo) Atualizado em 04/01/2011 . revestidos ou recobertos de perfume ou de cosméticos. Podem tratar-se de soluções desinfetantes. 3) Os papéis perfumados e os papéis impregnados ou revestidos de cosméticos. tais como: 1) Os depilatórios. tais como os xampus para cães e banhos para embelezar a plumagem dos pássaros. por exemplo. Os produtos. Anexo Lista dos principais óleos essenciais e dos principais resinóides e das principais oleorresinas de extração da posição 33. apresentam-se em recipientes aerossóis.06).. de umedecimento ou para aumentar o conforto durante o uso. tais como o carvão ativado. V) Outros produtos. 2) Os desodorantes de ambientes. preparados. 5) As pastas (ouates). por substâncias (metacrilato de laurila. 2) Os saquinhos (sachês) contendo partes de plantas aromáticas e que se empregam para perfumar armários de roupas. da posição 38. incluem-se igualmente na presente posição.

(Lemon-grass) Cassia lignea Cassia Cebola Cedro Cidra Cipreste Citronela Coentro (Coriandro) Resinóides Algália Almíscar Assa foetida Balsamo de Meca Balsamo do Peru Benjoim Oleorresinas de Extração Açafrão-da-terra (Curcuma) Aipo Alcaravia Alecrim Aneto Anis Badiana Baunilha Silvestre Bay Canela Capsicum Cardamomo Cassia Cenoura Chicória Cominho Copaíba Cravo-da-india Estragão Eucalipto Funcho Guaiac Galanga (gengibre da China) Gardênia Gaultéria (Wintergreen) Gengibre Gerânio Giesta Atualizado em 04/01/2011 .

Hissopo Hortelã-pimenta (menta. Louro ou loureiro Atualizado em 04/01/2011 . lírio florentino) Louro (loureiro) Lúpulo Macis Manjericão Manjerona Mawah (gerânio do Quênia) Melissa (erva-cidreira) Mimosa Mirra Mostarda Castóreo Copaíba Elemi Gálabano Labdanum Mástique (Almécega) Coentro (Coriandro) Cominho Copaíba Cravo da índia Cúbeba Estragão Feno-grego (alforva) Funcho Galanga (gengibre da china) Gengibre Grãos do paraíso (Pimenta malagueta). hortelã) Jacinto Jasmim Junquilho Kuromoji Laranja amarga ou laranja da terra Laranja-doce (Portugal) Lavandin Lima (limette) Limão Linaloés (lenho-aloés) Lírio (Iris. Ligústica.

sêmencontra) Rosa Rosmaninho Sabina Salsa Salva Sândalo Sassafrás Serpão (Serpilho) Shiu Tanaceto Tangerina Tomilho Tuia Valeriana Verbena Vetiver Violeta Ylang-ylang Zimbro Mirra Olibano Opóponax Styrax Bálsamo-de-tolu Macis Manjericão Manjerona Atualizado em 04/01/2011 .Lúpulo Murta Musgo (líquene) de carvalho Narciso Neroli (flor de laranjeira) Niaouli Noz-moscada Orégano Palmarosa (Palma-rosa) Patchuli Pau-rosa Petit grain Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Poejo Pomelo (grape fruit) Quenopódio (barbotina.

acondicionados para venda a retalho.07). PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. para banho. e papel. e) Os sabões desinfetantes. Podem ser brancos. sabões translúcidos. se fabricam com potassa (hidróxido ou carbonato de potássio). uma parte daqueles ácidos é substituída por ácidos resínicos. PÃES. naftol. Podem conter pequenas quantidades (que geralmente não ultrapassam 5%) de produtos orgânicos tensoativos sintéticos..11 .1 . REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES. 3401.20 . PAPEL.Sabões sob outras formas 3401. Incluem-se aqui especialmente: 1) Os sabões de toucador. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes: 3401. a) Os sabões leves ou flutuantes. MESMO CONTENDO SABÃO. que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes. EM FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME. de cor verde. produtos e preparações orgânicos tensoativos. os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos adiante mencionados. Há três categorias de sabões: Os sabões duros. fenol. resultantes do tratamento de sabão branco com álcool. em pequenas quantidades. os sabões propriamente ditos. IMPREGNADOS. corados ou marmorizados. impregnados.01 . PASTAS ("OUATES"). tais como ácido bórico. EM BARRAS. c) Os sabões de barba (os cremes de barbear incluem-se na posição 33.SABÕES O sabão é um sal alcalino (inorgânico ou orgânico) de um ácido graxo (gordo*) ou de uma mistura destes ácidos que contenham pelo menos oito átomos de carbono. MESMO CONTENDO SABÃO. os sabões de barba. enxofre e sulfamidas. ácido salicílico. pães. na forma de líquido ou de creme. que contêm. às vezes. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. se fabricam com soda (hidróxido ou carbonato de sódio) e que constituem a maior parte dos sabões comuns. que contêm substâncias medicamentosas. Os sabões moles.De toucador (incluídos os de uso medicinal) 3401. quase sempre. para banho.SABÕES. Na prática.Sabões. bem como os sabões ditos de glicerina. em barras. castanha ou amarelo-clara. pelo contrário.Mostarda Noz-moscada Orégano Páprica Pimenta-negra Pimentões e pimentas (pimentos*) Rábano silvestre Rosmaninho Salva Segurelha Serpão Zimbro 34. pastas ("ouates"). cresol. isto é.30 . Os sabões líquidos. glicerol ou açúcar. e os sabões desodorantes. que.Outros 3401. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS UTILIZADOS COMO SABÃO.. em geral. mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos. pedaços ou figuras moldados. d) Os sabões medicinais. Atualizado em 04/01/2011 . mesmo contendo sabão I. Constituem um grupo de agentes de superfície aniônicos de reação alcalina que. e os sabões desodorantes.Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele.. que. FELTROS E FALSOS TECIDOS. produzem espuma abundante.19 . em solução aquosa. PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS PARA LAVAGEM DA PELE. feltros e falsos tecidos. A presente posição apenas compreende os sabões solúveis em água. Os sabões deste tipo são viscosos e. b) Os sabões denominados de glicerina. que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol.

os sabões da presente posição apresentam-se geralmente sob as formas seguintes: em barras.Agentes orgânicos de superfície. III...12 . MESMO CONTENDO SABÃO Este grupo compreende. que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos*).. 38. FELTROS E FALSOS TECIDOS IMPREGNADOS. Elas são líquidas. conforme os casos). mesmo acondicionados para venda a retalho: 3402. no todo ou em parte.02. 3402.20 .PAPEL.05. abrasivos. apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras. contanto que sejam apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho. feltros e falsos tecidos simplesmente perfumados (Capítulo 33). Estão igualmente aqui compreendidos. formuladas com os mesmos constituintes. tais como os "sabões" calcários e os "sabões" metálicos (Capítulos 29. pedra-pomes em pó. os produtos e preparações de toucador ou de lavagem em que o ingrediente ativo é constituído. polimerização de borracha sintética e lavanderia. mesmo contendo sabão.13 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes.22). sílica. sabão e.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES). que consistem em sabão adicionado de areia. 30. essas preparações estão incluídas na posição 34. sílica. as matérias têxteis (com exclusão das pastas (ouates). as pastas (ouates). as preparações tensoativas e as preparações para lavagem. etc. serragem (serradura) ou produtos semelhantes. e) Os agentes orgânicos de superfície (com exclusão dos sabões). a borracha alveolar. A diferença entre essas duas categorias de produtos reside nas proporções respectivas de seus constituintes (por um lado. PASTAS (OUATES).06 ou naftenatos alcalinos da posição 34. pedaços ou figuras moldados. EM BARRAS. geralmente. para arear. Todavia.. 34. etc. como também resinatos alcalinos da posição 38. As pastas e pós. etc.Não iônicos 3402.05 e 33.Outros 3402. por adição de areia.06. 2) Os sabões para limpeza doméstica. a presente posição não compreende: a) As pastas de neutralização (soap-stocks) (posição 15. 3) Os sabões de resina.01. etc. por outro. os produtos e preparações deste tipo que possuam propriedades abrasivas. pastas ou em soluções aquosas. impregnados. pó de ardósia. mesmo perfumados ou acondicionados para venda a retalho. em pedaços ou figuras moldados. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. Estes sabões não se devem confundir com as preparações desinfetantes da posição 38. em geral. sólidos. pedra-pomes em pó. II. desde que se apresentem em barras. preparados com vistas a usos especiais.. ou seja. IV. pastas (ouates).Outras Atualizado em 04/01/2011 . Ressalvada a exceção prevista no item 1 f) acima. PEDAÇOS OU FIGURAS MOLDADOS. NA FORMA DE LÍQUIDO OU DE CREME.08. nas formas mais correntemente utilizadas na fabricação do sabão próprios para os mesmos usos.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICOS TENSOATIVOS DESTINADOS À LAVAGEM DA PELE. cresol. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. respectivamente).Preparações acondicionadas para venda a retalho 3402.PRODUTOS E PREPARAÇÕES ORGÂNICAS TENSOATIVAS UTILIZADOS COMO SABÃO.Catiônicos 3402. f) Os plásticos alveolares. abrasivos ou desinfetantes. flocos. desde que se apresentem nas formas acima indicadas. os feltros e os falsos tecidos. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DE SABÃO OU DE DETERGENTES Este grupo compreende o papel. da posição 34. por agentes de superfície sintéticos que podem estar associados ao sabão em qualquer proporção.19 .formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas. Estes produtos são geralmente utilizados para lavagem das mãos ou do rosto.90 . em pães..Aniônicos 3402. bem como as soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. de tall oil ou de naftenatos. d) Os xampus e dentifrícios (posições 33. fenol. f) Os sabões abrasivos.08 contêm proporções elevadas de fenol. o regime da matéria constitutiva de suporte.).02. MESMO CONTENDO SABÃO. PÃES. Quando não sejam acondicionadas para venda a retalho. pós. 4) Os sabões industriais. pedaços ou figuras moldados. incluem-se na posição 34. tais como os que se empregam em trefilagem.11 . feltros e falsos tecidos) e as esponjas metálicas. MESMO CONTENDO SABÃO Esta parte compreende as preparações para lavagem da pele em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese que podem ser associados a sabão em qualquer proporção. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO. pães. pães. cresol. mesmo contendo sabão. que podem ser corados ou perfumados.. que constituam "sabões" apenas na acepção química da palavra. impregnados.02.1 . revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes que seguem. c) O papel.. As preparações desinfetantes da posição 38. b) Os produtos e preparações insolúveis em água.02 . Além das exclusões já mencionadas. enquanto que os sabões são.

2º) Agentes molhantes. tais como o sulfonato de alquilbenzeno com o estearato de sódio. PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM (INCLUÍDAS AS PREPARAÇÕES AUXILIARES DE LAVAGEM) E PREPARAÇÕES PARA LIMPEZA. apresentam um conjunto de propriedades físico-químicas. para fornecer íons orgânicos carregados positivamente e responsáveis pela atividade de superfície. especialmente: 1) As misturas entre si de agentes de superfície do grupo I. por exemplo. por exemplo. Todavia.5% à temperatura de 20°C e.01). de óleos vegetais (triglicerídeos) e de ácidos resínicos. acima: misturas dos sulforricinatos com alquilnaftalenos sulfonados ou com álcoois graxos (gordos*) sulfatados. especialmente. adicionadas. 2) Catiônicos. em geral. ionizar-se em soluções aquosas. Podem. agentes de desengorduramento. (As soluções de sabão em água. consoante as condições do meio. Os agentes orgânicos de superfície podem ser: 1) Aniônicos. Este comportamento iônico é análogo ao dos compostos anfóteros na acepção mais geral. Consistem. Ionizam-se em solução aquosa.PREPARAÇÕES TENSOATIVAS. principalmente. servindo para eliminar gorduras ou sujidades durante a fabricação ou acabamento de têxteis. nas suas moléculas. Estas preparações compreendem. para fornecer íons orgânicos carregados negativamente e responsáveis pela atividade de superfície. num solvente orgânico: solução de um álcool graxo (gordo*) sulfatado em cicloexanol ou em tetraidronaftaleno. Não libertam íons em solução aquosa.AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE (EXCETO SABÕES) Os agentes orgânicos de superfície desta posição são compostos de constituição química não definida que possuem um ou mais grupos funcionais hidrófilos e hidrófobos. 1) partículas sólidas forem visíveis a olho nu. como impurezas resultantes da fabricação de álcoois graxos (gordos*). Consistem especialmente em sulfatos e sulfonatos de gorduras. tais como o cicloexanol. em alquilpoliétersulfatos. donde a designação de "agentes de superfície". por exemplo. EXCETO AS DA POSIÇÃO 34. formação de espuma. particularmente uma atividade de superfície (por exemplo: redução da tensão superficial. Também podem conter pequenas quantidades de sulfato de sódio ou de outros sais minerais residuais.01 O presente grupo compreende três categorias de preparações: A. MESMO CONTENDO SABÃO. 6º) Produtos de flotação na indústria de mineração. adjuvantes de apisoamento e de avivamento na indústria têxtil. com uma concentração de 0. 4º) Matérias de base das preparações para lavagem descritas no grupo B seguinte (por exemplo: preparações tensoativas aniônicas que podem conter quer como resíduos. Citam-se aqui. expressa em sais anidros. As preparações tensoativas propriamente ditas. Estes agentes de superfície podem conter. e em etoxilatos de amidas de ácidos graxos (gordos*). molhantes para tingimento. 2) As soluções ou dispersões de agentes de superfície do grupo I. Ionizam-se em solução aquosa. 3º) Agentes de reidratação (para couros e peles em bruto). às vezes. nesse estado. por exemplo. Atualizado em 04/01/2011 . 4) Anfólitos. tais como: 1º) Agentes detergentes para a indústria têxtil. A solubilidade em água dos agentes de superfície não iônicos resulta da presença. emulsificantes. os produtos da sua decomposição e os compostos de substituição dos ácidos aminocarboxílicos. em seguida. de metais alcalinos (incluídos os que contenham uma determinada proporção de óleo mineral). 5º) Agentes de dispersão para a indústria do papel ou da borracha sintética.5% à temperatura de 20°C não se consideram agentes de superfície e excluem-se desta posição. deixados em repouso durante uma hora à mesma temperatura. não ultrapassa 15%. ação molhante).5 x 10-2 N/m (45 dyn/cm) ou menos. de molhar. quer como componentes adicionados intencionalmente. As preparações tensoativas são utilizadas. conferindo ao composto propriedades de agente de superfície aniônico ou catiônico. em proporção tal que. Os agentes orgânicos de superfície são suscetíveis de formar uma camada de absorção numa interface e. produzem um líquido transparente ou translúcido ou uma emulsão estável. proteínas alquilbetaínicas ou sulfobetaínicas. de pequenas quantidades (que. após ter sido deixada em repouso durante uma hora a 20°C. as que contenham certa proporção de sabão. em sulfonatos de petróleo.. de ácidos graxos (gordos*) ou de alquilfenóis com óxido de etileno. alquilsulfatos. alquilarilsulfonatos. em produtos de condensação de álcoois graxos (gordos*). Consistem. acima. não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol. alquilatos ou outras matérias-primas hidrófobas que escaparam à sulfatação ou à sulfonação.I. Para os efeitos da presente posição. couros ou peleterias (peles com pêlos*). em alquilsulfonatos ou alquilfeniletersulfonatos. de amônia ou de etanolaminas. de grupos funcionais com forte afinidade pela água. 3) Não iônicos. emulsificação.. pela sua ação de limpar. misturados com água na concentração de 0. 2) estiver separada em fases que possam ser distintas visualmente. em sulfatos e sulfonatos de álcoois graxos (gordos*). uma emulsão não deve ser considerada como sendo estável se. em geral. aminossulfônicos. aminossulfúricos e aminofosfóricos. em sais de aminas graxas (gordas*) e de bases de amônio quaternário. em pequenas quantidades. 4) As soluções ou dispersões de sabões em alguns solventes orgânicos. ou 3) estiver separada em uma parte transparente e uma parte translúcida visíveis a olho nu. quantidades significativas de sulfato de sódio ou de outros sais minerais do gênero dos que resultam do processo de fabricação do agente de superfície). são sabões líquidos da posição 34. 3) As outras misturas à base de um agente de superfície do grupo I acima: por exemplo. especialmente os dodecilbenzenossulfonatos técnicos. em proporção que. em numerosas aplicações industriais. 7º) Agentes emulsificantes para a preparação de produtos farmacêuticos ou de cosméticos. sem separação de substâncias insolúveis (Ver Nota 3 a) do presente Capítulo). agentes para uniformizar ou dar tonalidades às peles. os produtos que não são suscetíveis de reduzir a tensão superficial da água destilada a 4. II. de emulsificar ou dispersar.

Os componentes complementares são constituídos por: 1) adjuvantes (exemplos: polifosfatos de sódio. perfumes. As preparações de limpeza utilizam-se para limpar pisos. peleteria (peles com pêlo) ou de outras matérias 3403..24. e contendo..9 . amidas de ácidos graxos (gordos*). óxidos graxos (gordos*) de aminas). revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34.19 . PARA UNTAR COUROS.. sabão ou outros agentes de superfície. agentes antieletrostáticos. Apresentam-se sob forma líquida. estas diferentes preparações são constituídas por componentes essenciais e por um ou mais componentes complementares cuja presença permite. DE ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS.05).01.Contendo óleos de petróleo ou de minerais betuminosos: 3403. 4) aditivos (exemplos: agentes de branqueamento químico ou óptico. c) As preparações contendo agentes de superfície nas quais a função tensoativa não é indispensável ou é apenas subsidiária em relação à função principal da preparação (posições 34.91 .Preparações para tratamento de matérias têxteis. etc. incluem-se todavia na posição 34. C. à base de sabão ou de outros agentes orgânicos de superfície. As preparações para lavagem à base de agentes de superfície também se denominam "detergentes".. peleteria (peles com pêlo) ou de Atualizado em 04/01/2011 . Regra geral.01). d) As preparações abrasivas contendo agentes de superfície (pastas e pós para arear) (posição 34. pastas (ouates). que se apresentem em barras. enzimas). nas indústrias de laticínios ou de cerveja. etc. 38. COMO CONSTITUINTES DE BASE. Estes produtos incluem-se na posição 38.01).Outras 3403. em pães. em pequenas quantidades. À BASE DE LUBRIFICANTES) E PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA LUBRIFICAR E AMACIAR MATÉRIAS TÊXTEIS.08. distingui-los das preparações tensoativas descritas na parte A acima. para enxaguar e para branquear a roupa. Incluem-se aqui especialmente: 1º) Os produtos de limpeza ácidos ou alcalinos próprios para a limpeza da louça sanitária. quer em sabões.1 . desde que não se classifiquem em posição mais específica. 3403. AS PREPARAÇÕES ANTIADERENTES DE PORCAS E PARAFUSOS. B.09. As preparações para limpeza ou desengorduramento. couros.05. 34. AS PREPARAÇÕES ANTIFERRUGEM OU ANTICORROSÃO E AS PREPARAÇÕES PARA DESMOLDAGEM.24. 38. EXCETO AS CONTENDO. As preparações deste tipo exercem a sua ação sobre as superfícies. b) O papel. as preparações auxiliares de lavagem e algumas preparações para limpeza.03 . louça ou de utensílios de cozinha. insolúveis em água. Podem conter pequeníssimas quantidades de substâncias odoríferas. silicato de sódio ou borato de sódio.Outras: 3403. couros. especialmente. vidros e outras superfícies.quer de solventes e emulsificantes. em especial. sais do ácido nitrilotriacético (NTA)). apresentados na forma de líquido ou de creme e acondicionados para venda a retalho (posição 34.03. As preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares de lavagem) e as preparações para limpeza. em pó ou em pasta e utilizam-se tanto para fins domésticos como industriais. particularmente. . os sulfonatos de petróleo e os outros produtos e preparações tensoativas. mesmo contendo sabão ou outros agentes de superfície (Capítulo 33). EM PESO. quer em agentes de superfície orgânicos sintéticos. sulfato ácido de sódio ou uma mistura de hipoclorito de sódio com ortofosfato trissódico. Incluem-se na presente categoria as preparações para lavagem. em pedaços ou em figuras moldados. Esta posição não compreende: a) Os xampus e as preparações para banhos de espuma. Este tipo de preparação utiliza-se para lavagem de roupas.Preparações para tratamento de matérias têxteis. Os componentes essenciais consistem. inibidores de corrosão. consoante o caso). quer ainda numa mistura destes produtos. bactericidas. 2º) As preparações de desengorduramento ou de limpeza utilizadas. PELETERIA (PELES COM PÊLO) E OUTRAS MATÉRIAS. agentes anti-redeposição. As preparações auxiliares de lavagem usam-se para molhagem (pré-lavagem). Os produtos de toucador ou de lavagem.. com exclusão das que tenham por base sabão ou outros agentes orgânicos de superfície. Esta categoria de produtos pode conter.Este grupo não compreende os produtos e preparações tensoativos em que o componente ativo é constituído parcial ou inteiramente por agentes orgânicos tensoativos de síntese (que podem ser associados a sabão em qualquer proporção). frigideiras. 38. à base: . tais como o carbonato de sódio ou a soda cáustica.11 . 3) cargas (exemplos: sulfato ou cloreto de sódio).PREPARAÇÕES LUBRIFICANTES (INCLUÍDOS OS ÓLEOS DE CORTE. carbonatos de sódio. os feltros e os falsos tecidos.quer de substâncias alcalinas. e) Os naftenatos. 70% OU MAIS. 2) reforçadores (exemplos: alcanolamidas. impregnados. 34. limpando-as por dissolução ou dispersão das sujidades. corantes.

contendo uma elevada proporção de agentes de superfície misturados com óleos minerais e com outros produtos químicos. são próprias para utilização em condições específicas (lubrificantes ignífugos. constituídas por uma mistura de vaselina e de sabão calcário e utilizadas para assegurar a lubrificação e a estanqueidade das juntas nos sistemas pneumáticos de frenagem (travagem) por depressão. b) As preparações apresentadas na forma de gel concebidas para serem utilizadas em medicina humana ou veterinária como lubrificante para certas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos (posição 30. talco. de mica.24. tendo como constituinte básico o bissulfeto de molibdênio. a presente posição também compreende as preparações lubrificantes sintéticas à base. borracha. em peso. G) As preparações lubrificantes para tratamento de têxteis. de estearato de alumínio. negros de carbono.01.De linhita modificada quimicamente . entre outras.). por exemplo. lecitina ou antioxidantes. etc. em geral. vegetais ou minerais ou têm por base estes produtos. Todavia. B) Os óleos e gorduras de estiragem (trefilagem) empregados em trefilaria para facilitar o deslizamento do fio-máquina nas fieiras. agentes de superfície. lubrificantes para rolamentos de instrumentos de precisão. fundição). Também se excluem desta posição: a) Os degrás artificiais (posição 15.. misturados ou emulsionados com ceras. vegetais ou animais ou outras gorduras (incluídos os sulfonados. plásticos. sulforricinoleatos) bem como as dispersadas em água próprias para lubrificar têxteis. breu (pez). 70% ou mais de white spirit.04 3404.20 3404. freqüentemente adicionados de agentes de superfície. Citam-se. que se empregam para desbloquear parafusos.06). em particular os que tenham por base silicone.De poli(oxietileno) (polietilenoglicol) . Os lubrificantes sintéticos. enquanto constituintes de base. por exemplo. de ésteres fosfóricos. de talco. por óleos lubrificantes.outras matérias 3403. peles. A presente posição compreende igualmente: 1) As suspensões estabilizadas de bissulfeto de molibdênio em óleos minerais.02). nesse estado. de bentonita ou de alumínio. de sulfonatos de petróleo ou de outros agentes de superfície) que. e as preparações denominadas jet lube oils (ou synthetic ester lubes).99 . peleterias (pele com pêlo) etc. agentes antiferrugem. aparelhos ou instrumentos. construção civil. engordurar couro. veículos. c) A grafita coloidal ou semi-coloidal ou as pastas de grafita. de óleos minerais e água. de poli(oxietileno) (polietileno glicol) ou de poli(oxipropileno) (polipropileno glicol). 2) As preparações antiferrugem à base de lanolina e dissolvidas em white spirit. Geralmente estes óleos têm por base óleos animais. em peso.17). sabões calcários ou metálicos. produtos antiferrugem ou antioxidantes. D) As preparações antiaderentes de porcas e parafusos. 3) As pastas (massas*) não endurecíveis. . gorduras. d) As preparações para facilitar a aderência das correias de transmissão (posição 38. utilizadas em diversas indústrias (por exemplo. as misturas preparadas dos seguintes tipos: A) As preparações lubrificantes para reduzir a fricção entre as partes ou peças móveis de máquinas. porcas ou outras peças. As preparações para obtenção de óleos de corte (à base. São geralmente constituídas. vegetais ou minerais.10). de sebaçato de dioctila ou de dinonila. para motores de reação (propulsão a jato). C) Os óleos de corte. podendo também conter lubrificantes espessos. etc. 34. entre outros. freqüentemente. com óleos. Em geral. em peso. próprias para serem adicionadas em pequenas quantidades aos óleos lubrificantes de motores etc. óleos de desmoldagem para a panificação (posição 15.24). a presente posição compreende. da posição 38. em virtude unicamente das suas qualidades lubrificantes especiais. Estas preparações podem servir para lubrificar ou amaciar fibras têxteis no decurso de operações de fiação. as preparações constituídas por óleos minerais ou gorduras misturados com agentes de superfície (por exemplo. estes lubrificantes são misturas de óleos ou gorduras animais. contêm aditivos. tais como: 1) Os óleos minerais. misturas de óleos. de silicone. bissulfeto de molibdênio. no essencial. etc. etc. excluem-se da presente posição (posição 34. gorduras e sulfoleatos. misturas de sabão sódico. Todavia. mesmo contendo. E) As preparações antiferrugem ou anticorrosão contendo essencialmente lubrificantes.10 3404. 2) As misturas contendo gorduras ou óleos. 3) As misturas de pó de grafita. veículos aéreos ou outros dispositivos. e. não se podem utilizar como óleos de corte. F) As preparações para desmoldagem à base de lubrificantes. couros. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver posição 27. entre outras: certas emulsões aquosas de sebo e ácido sulfúrico. solventes. tais como grafita. 70% ou mais de óleo mineral. bem como as preparações antiferrugem da posição 38.90 CERAS ARTIFICIAIS E CERAS PREPARADAS. Este grupo compreende. misturas em pó de sabões calcários e de cal. de policlorobifenilas. contendo. ceras.22).Outras Com exclusão dos produtos contendo. são excluídas as misturas alimentícias ou preparações alimentícias de gorduras ou óleos animais ou vegetais dos tipos utilizados para desmoldagem (por exemplo.Outras Atualizado em 04/01/2011 . oxidados ou hidrogenados).

mesmo solúveis em água.24). constituídas de matérias orgânicas de peso molecular relativamente elevado e que não são compostos de constituição química definida apresentados isoladamente. 38.16). Estas ceras são: A) Produtos orgânicos obtidos por um processo químico que apresentam características de cera.01). gorduras. e 2) uma viscosidade. mas podem ser translúcidos. agentes de conservação.24).24 ou 39. As misturas de ceras minerais são. substâncias de impregnação de condensadores. B) Produtos obtidos por mistura de duas ou mais ceras diferentes. as seguintes características: a) tornam-se brilhantes quando friccionados com ligeira pressão. podem citar-se: 1) As ceras de polialcenos tais como. contudo.05. d) As "ceras para dentistas" apresentadas em sortidos. dispersos (em suspensão ou emulsão) ou dissolvidos em um meio líquido. de encáusticas. além disso.12.09. qualquer que seja a sua apresentação.12. 2) As ceras obtidas por oxidação parcial de ceras de hidrocarbonetos (tais como a parafina natural ou sintética.14. Entram freqüentemente na composição das pomadas para polimento.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) do glicerol que não possuam características de ceras (posição 38. em embalagens para venda a retalho ou em plaquetas. fundem sem se decompor. mistura de diferentes ceras vegetais e mistura de uma cera mineral com uma cera vegetal). etc. de aminas ou amidas graxas (gordas*). as ceras para lacrar ou as ceras de composição semelhante. especialmente). Além disso. ou as misturas de ceras minerais mesmo coradas. utilizada como matéria-prima na fabricação de velas. modificado por pequenas quantidades de sabão. os produtos desta espécie possuem. 5) As ceras compostas de misturas de cetonas graxas (gordas*). estão também excluídas e clasificam-se na posição 27. 2º) não são transparentes. a cera composta de cera de hidrocarbonetos oxidados e um emulsificante. mesmo que apresentem características de ceras (posição 38. etc. Entram na composição dos cosméticos.A presente posição compreende as ceras artificiais (por vezes conhecidas na indústria por "ceras sintéticas") e as ceras preparadas (definidas na Nota 5 do presente Capítulo). esta posição não compreende: a) Os álcoois de lanolina. vegetal ou outros) diferentes (por exemplo. Contudo. que entram na composição de matérias que sirvam de envoltórios. d) acima de 40°C. todavia. por exemplo). os produtos mencionados nos grupos A). excluídas as ceras da posição 27. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. Entre elas. As ceras dos grupos A) e C). etc. São utilizadas como ignífugos. As ceras desta posição podem ser de composições químicas muito diferentes. por exemplo. 6) As ceras obtidas por modificação química parcial ou total das ceras naturais tais como a cera de linhita. ij) Os polietilenos que não possuam características de ceras (particularmente. de lubrificantes para têxteis. excluídas e classificam-se na posição 15. g) As policlorodifenilas em misturas e as cloroparafinas em misturas que não possuam características de ceras (posição 38.) quando misturados. di. apresentados isoladamente (Capítulo 29). e outros são quebradiços (ceras duras). tintas.02. resinas. B) e C). 3) As ceras constituídas por misturas de cloroparafinas. ferraduras.07). em geral. lubrificantes. f) são maus condutores de calor e de eletricidade. à base de uma ou várias ceras e contendo. etc. excluídas incluindo-se na posição 27. acima devem ter: 1) um ponto de gota superior a 40°C. varetas ou formas semelhantes (posição 34. isolantes. mesmo refinadas ou coradas estão. As ceras animais ou vegetais não misturadas. medida no viscosímero rotativo. igual ou inferior a 10 Pa.05). animais. etc.07. todavia. de ésteres graxos (gordos*) (tais como o monoestearato de propileno glicol. obtidas por síntese (por exemplo. São solúveis em água e entram na preparação de cosméticos ou de produtos farmacêuticos. 4) As ceras de poli(oxietileno) (polietileno glicol). b) sua consistência e sua solubilidade dependem grandemente da temperatura. as ceras de polietileno. dos revestimentos.000 cP) a uma temperatura de 10°C acima do seu ponto de gota. bem como nas colas para têxteis ou papéis ou na composição das tintas para escrever ou das borrachas. por exemplo). posição 39. h) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) que não possua característica de ceras (posições 38. matérias minerais ou outras matérias. ou por mistura de ceras de tipos (animal. C) Produtos que apresentem características de ceras.21.12) ou de uma ou várias ceras com uma outra matéria. c) a 20°C: 1º) alguns são moles e modeláveis (mas não viscosos nem líquidos) (ceras moles). a cera composta de parafina e ácido esteárico. como aglutinantes. não formam facilmente fios. e) um pouco acima do seu ponto de fusão. Os produtos cerosos solúveis em água que possuam propriedades tensoativas são igualmente excluídos e incluem-se na posição 34. a mistura de mono. dos lubrificantes.s (ou 10. pomadas para polimento. Atualizado em 04/01/2011 . policlorobifenilas ou policloronaftalenos. e) Os ácidos graxos (gordos*) monocarboxílicos industriais e os álcoois graxos (gordos*) industriais. Além das exclusões já mencionadas. agentes de conservação de madeira. c) Os compostos orgânicos de constituição química definida. Estas ceras permanecem classificadas aqui mesmo que se apresentem coradas. São. por exemplo: a cera composta de parafina e polietileno utilizada como revestimento. com exceção das compreendidas na posição 32. acima são excluídos da presente posição (posições 34. emolientes. ceras obtidas pelo método Fischer-Tropsch constituídas essencialmente por hidrocarbonetos) ou por qualquer outro processo. f) As misturas de mono-.12. mesmo que apresentem características de ceras (posição 15. As ceras minerais não misturadas.23). 7) As ceras compostas de duas ou mais ceras diferentes (com exceção das misturas de ceras minerais que se incluem na posição 27.e de diestearato de glicerol. etc. esterificada por meio do ácido bitartárico e do ácido acético. b) Os óleos hidrogenados. vegetais ou de outros tipos.

fogões. denominam-se amidos e féculas torrados ou tostados. vidros ou metais (prata. falsos tecidos. Conforme os casos. adicionadas de matérias corantes. se necessário.30 . 1) A dextrina. para calçados ou para couros 3405. Atualizado em 04/01/2011 . tabletes ou varetas. abrasivos ou outras matérias.24).Dextrina e outros amidos e féculas modificados 3505. A dextrina apresenta-se em pó branco. PREPARAÇÕES PARA DAR BRILHO A PINTURAS DE CARROÇARIAS. 3505. Os amidos reticulados (por exemplo. plásticos alveolares ou borracha alveolar.10 . bem como os amidos e féculas modificados. os produtos deste tipo que tenham um teor em açúcares redutores. impregnados. pias. as encáusticas (para assoalhos. No entanto. As pastas para arear obtêm-se ligando estes pós por meio. revestidos ou recobertos das preparações acima mencionadas. eterificação ou esterificação. isto é. VIDROS OU METAIS. por oxidação. de uma solução de ceras em óleo mineral lubrificante. revestidas ou recobertas destas preparações (Seções XI e XV. em pequenas quantidades.quer da degradação por hidrólise ácida ou enzimática de amidos ou de fécula. cremes e preparações semelhantes. d) Os produtos para "lavar a seco" o vestuário. apenas se incluem aqui. cobre. de essências de petróleo da posição 27. por exemplo.Colas A presente posição compreende: A) A dextrina e os outros amidos e féculas modificados.quer da transformação por aquecimento a seco de amidos ou féculas com ou sem adição. que se classificam segundo a sua natureza (trata-se. as preparações tintoriais líquidas para conservação de calçados de camurça (posição 32. álcalis.). tais como cré ou kieselgur.90 .40 . expresso em dextrose. bem como as preparações em pasta ou em pó. Estas preparações. a uma temperatura apropriada e insolúvel no álcool. AMIDOS E FÉCULAS PRÉ-GELATINIZADOS OU ESTERIFICADOS).24. em suspensão numa emulsão de white spirit e de sabão líquido.POMADAS E CREMES PARA CALÇADOS.10 ou de produtos das posições 38. ladrilhos. as preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias. para calçados. etc. dar acabamento ou afiar metais ou outras matérias. constituídas por matérias de polir muito macias. Todavia.Outros Esta posição abrange as pomadas e cremes para calçados. REVESTIDOS OU RECOBERTOS DAQUELAS PREPARAÇÕES). c) O degrás e o degrás artificial (posição 15.Pomadas. não superior a 10%. no estado pastoso ou líquido. podem ser próprias para usos domésticos ou industriais. 3) Os produtos para polir. os produtos que provêm da transformação dos amidos e féculas pela ação do calor.Pastas. 3405. para arear (utensílios de cozinha. PASTAS ("OUATES").) ou de diástases.03. o produto denominado "distarch fosfato") constituem um grupo importante de amidos modificados. por exemplo. Se não forem usados reagentes. É solúvel em água aquecida. . muitas vezes acondicionadas para venda a retalho.10).20 .Encáusticas e preparações semelhantes.14 ou 38. Apresentam-se. FELTROS. azulejos. 35. PASTAS E PÓS PARA AREAR E PREPARAÇÕES SEMELHANTES (MESMO APRESENTADOS EM PAPEL.). estas preparações são à base de ceras. posições 27.34.20 . etc. e fala-se mais precisamente das maltodextrinas. COLAS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS. 38. exceto preparações para dar brilho a metais 3405. 34.10 . Capítulos 25 ou 28). muitas vezes. tais como as pomadas e cremes para o couro. COM EXCLUSÃO DAS CERAS DA POSIÇÃO 34. São também excluídos: a) Os pós abrasivos não misturados (em geral.22). ou em pó. para conservação e limpeza de móveis de madeira. que provém: . 2) As preparações para dar brilho a metais e as preparações para dar brilho a vidro. IMPREGNADOS. A presente posição abrange igualmente o papel. contendo pó ou poeira de diamante. ENCÁUSTICAS. b) Os brancos minerais comprimidos em tabletes. pastas (ouates). pós e outras preparações para arear 3405. A posição abrange igualmente as preparações semelhantes que possuam propriedades protetoras.05 . Podem citar-se entre estas preparações: 1) As pomadas e encáusticas que consistam em ceras impregnadas de essência de terebintina ou emulsionadas em meio aquoso e. soalhos e de outros artigos de madeira 3405. 4) Os pós para arear que consistam em misturas de areias finamente moídas com certas quantidades de carbonato de sódio e de sabão. FALSOS TECIDOS. feltros. como dextrina. PLÁSTICO OU BORRACHA ALVEOLARES.Preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias e produtos semelhantes. oleados.) e as preparações semelhantes. sobre matéria seca.05 . em geral. etc. de reagentes químicos.). etc. etc.10. DE DEXTRINA OU DE OUTROS AMIDOS OU FÉCULAS MODIFICADOS. de produtos químicos (ácidos. são excluídas as flanelas (limpa-móveis) e esponjas metálicas para arear. amarelado ou castanho conforme o modo de obtenção e a variedade de amido ou de fécula empregada. móveis. os outros óleos e gorduras para engraxar couros (Capítulo 15. impregnadas.DEXTRINA E OUTROS AMIDOS E FÉCULAS MODIFICADOS (POR EXEMPLO. respectivamente). geralmente.04.

uma distinção pode ser estabelecida entre os amidos modificados da presente posição e os amidos modificados do Capítulo 11 em função das modificações de suas propriedades.Adesivos à base de polímeros das posições 39. 3) As colas constituídas por misturas de amido não tratado e bórax com derivados hidrossolúveis de celulose ou com éteres de amido. utilizado. especialmente. etc. bem como outros produtos de qualquer natureza utilizados como colas e outros adesivos. Esta posição não compreende: a) Os amidos e féculas não transformados (posição 11. etc. próprios sobretudo a serem adicionados à pasta de celulose na fabricação de papel. por exemplo) só se classificam nesta posição quando a sua embalagem para venda a retalho contenha dizeres indicando que tais produtos se vendem como colas ou adesivos. Estas embalagens para venda a retalho são. como pó para luvas cirúrgicas. nas indústrias alimentares e para a alimentação animal. por exemplo. numa simples tira de papel envolvendo uma plaqueta de cola de ossos. neste caso. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. d) Os aprestos preparados à base de amido ou de dextrina. Estas colas apresentam-se principalmente em escamas ou pó.COLAS E OUTROS ADESIVOS PREPARADOS. entre os amidos e féculas esterificados. soda cáustica). na indústria das tintas. bem como nas indústrias têxtil. Incluem-se igualmente nesta posição os amidos solúveis.Outros: 3506.09). COM PESO LÍQUIDO NÃO SUPERIOR A 1kg. às colas ou adesivos prontos para o uso e apresentados em frascos. Podem citar-se entre os amidos e féculas eterificados. Todos estes produtos se apresentam geralmente em pó amorfo ou em massa gomosa de cor branca. estabilidade ao congelamento e ao descongelamento. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados. às vezes. Atualizado em 04/01/2011 . do couro. podem mesmo consistir. sobre matéria seca.9 . por exemplo: 1º) o dialdeído de amido. de modo a obter-se uma massa mais ou menos gelatinosa que em seguida é seca e reduzida a pó por trituração. em contato com ácidos diluídos.Outros Esta posição compreende: A) Os produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. do papel ou semelhantes (posição 38.06).10 . temperatura de gelatinização ou viscosidade máxima. principalmente. 3506. São substâncias intermediárias da transformação dos amidos e féculas em dextrina. em geral. e 2º) o amido tratado pelo formaldeído ou pela epicloridina. como colas. amarela ou acastanhada e alguns designam-se.02). acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. 2) As colas de amido ou de fécula são obtidas por tratamento de amidos e féculas por álcalis (por exemplo. os amidos e féculas que contêm grupos hidroxietílicos. com glúten tornado solúvel por uma fermentação incompleta. 1) As colas de dextrina consistem em dextrina em solução aquosa ou misturada com outras matérias (por exemplo. etc. B) As colas à base de amidos ou de féculas. 3) Os amidos e féculas pré-gelatinizados ou expandidos são obtidos depois de terem sido umedecidos com água e em seguida tratados termicamente. ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO COMO COLAS OU ADESIVOS. latas ou bisnagas metálicas.. 35.. Os produtos que possam empregar-se com outras finalidades além de como colas ou adesivos (a dextrina ou a metilcelulose granulada. Utilizam-se. os acetatos de amido utilizados principalmente na indústria têxtil ou na indústria do papel e os nitratos de amido. o pincel segue o regime das colas ou adesivos e classifica-se nesta posição. Obtém-se produtos com características equivalentes por extrusão seguida de redução a pó por trituração. 4) Os amidos e féculas eterificados ou esterificados (amidos e féculas modificados por eterificação ou esterificação). na indústria têxtil. a frio. utilizados na fabricação de explosivos. c) As colas acondicionadas para venda a retalho. caixas de cartão. claridade da solução e do gel. preparados da parte B) abaixo. 5) Os outros amidos e féculas modificados.06 .Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos. em embalagens cujo conteúdo não pese mais do que 1 kg. do papel ou metalúrgica. b) Os produtos da degradação dos amidos e féculas com um teor em açúcares redutores.13 ou de borracha 3506. B) As colas e outros adesivos preparados.99 . com os nomes de "goma" e british gum.2) Os amidos e féculas solúveis (amilogêneos) preparam-se fervendo na água os amidos e féculas ou colocando-os durante muito tempo. em potes ou em latas. 2) As colas e outros adesivos obtidos por tratamento químico de gomas naturais. frascos ou potes de vidro. contendo pequenas quantidades de caulim.01 a 39. por exemplo. por exemplo: 1) As colas de glúten (colas de Viena) fabricadas. Estes produtos são utilizados na fabricação de papel. não incluídos em posições mais específicas da Nomenclatura. Às vezes.08). hidroxipropílicos ou carboximetílicos e. com peso líquido não superior a 1kg 3506.91 .. de tipo apropriado. sacos de papel. superior a 10% (posição 17. para as indústrias têxtil. De uma maneira geral. PRODUTOS DE QUALQUER ESPÉCIE UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS. com peso líquido não superior a 1 kg. desde que sejam acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. em geral. acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos. junta-se um pincel. cuja cor varia do amarelo ao castanho. de peso líquido não superior a 1 kg (posição 35. cloreto de magnésio). capacidade de aglutinação em presença de água. em metalurgia (para a preparação de núcleos de fundição). expresso em dextrose. Este grupo compreende as colas e outros adesivos. tendência a se gelificar ou a se cristalizar. 3) Os adesivos à base de silicatos.

cargas inertes.. EM ROLOS. SENSIBILIZADOS. classificam-se em posições mais específicas da Nomenclatura os seguintes produtos.55 .10 . não perfurados. contenham outras substâncias acrescentadas que não se classificam nesse Capítulo (ceras. FILMES FOTOGRÁFICOS PLANOS. sendo esses produtos suscetíveis de serem utilizados como colas ou outros adesivos.4) As preparações especialmente elaboradas para serem utilizadas como adesivos.).13 (Capítulo 39 ou posição 32.Outros 37. SENSIBILIZADOS. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL. SENSIBILIZADOS..De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m.. caseinato de cálcio (posição 35. 5) Os adesivos constituídos por uma mistura de borracha. solventes. MESMO EM CARTUCHOS. as dispersões ou as soluções de polímeros das posições 39. b) Os produtos tais como: visco (posição 13.39 .. agentes de vulcanização e resinas.42 .Outros.91 . e comprimento não superior a 30m. FOTOGRÁFICOS.De largura superior a 610mm e comprimento superior a 200m. entre outros: a) As colas de caseína (posição 35.De largura não superior a 16mm e comprimento não superior a 14m 3702. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.31 .De largura superior a 35mm 3702. plastificantes.4 .9 . que consistem em polímeros ou em misturas de polímeros das posições 39.Para fotografia a cores (policromos) 3701.30 .. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS. dextrina (posição 35.De largura superior a 610mm e comprimento não superior a 200m 3702. independentemente das substâncias que possam ser acrescentadas aos produtos do Capítulo 39 (matérias de carga.Para fotografia a cores (policromos) 3702. DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS. 3702... e comprimento superior a 30m 3702.01 a 39.Para raios X 3702.01). de largura superior a 105mm: 3702.43 .Outros filmes.Para raios X 3701.De largura superior a 105mm.De largura superior a 16mm. etc. FILMES FOTOGRÁFICOS DE REVELAÇÃO E COPIAGEM INSTANTÂNEAS.09) nem os aglomerantes para núcleos de fundição (posição 38. de largura não superior a 105mm: 3702. para fotografia a cores (policromos) 3702. enquanto outros necessitam ser dissolvidos ou dispersos em água antes de serem utilizados.Outros: 3702. e comprimento não superior a 30m..56 .08) e as dispersões ou as soluções de borracha (Capítulo 40).5 .20 .05).05). por exemplo). NÃO IMPRESSIONADOS. para diapositivos 3702. DE MATÉRIAS DIFERENTES DO PAPEL.De largura superior a 16mm. não perfurados. NÃO IMPRESSIONADOS. EM ROLOS.54 .Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3702.91 . silicatos não misturados (posição 28.De largura superior a 16mm. 3701. seja após transformação.24). NÃO IMPRESSIONADOS. mas não superior a 35mm.41 .01 a 39.De largura não superior a 16mm Atualizado em 04/01/2011 . Deve notar-se que entre os produtos incluídos na presente posição alguns podem utilizar-se como colas ou adesivos no estado em que se apresentam.01 CHAPAS E FILMES PLANOS. seja no estado em que se encontram.Outros: 3701.9 .02).14. exceto para fotografia a cores 3702. pigmentos..13 que.Outras chapas e filmes cuja dimensão de pelo menos um dos lados seja superior a 255mm 3701.39).De largura não superior a 16mm e comprimento superior a 14m 3702.3 .Filmes de revelação e copiagem instantâneas 3701. 37.Outros 3702.52 . contendo uma emulsão de halogenetos de prata 3702.10 . mas não superior a 610mm 3702. mas não superior a 35mm.Outros filmes.51 ..01).99 .20 ..Outros filmes. DO CARTÃO OU DOS TÊXTEIS. exceto para diapositivos 3702.44 . que em certos países por vezes se chamam "colas".. mas que não se utilizam pelas suas propriedades adesivas. Esta posição não abrange os aprestos para a indústria têxtil (posição 38. Também se excluem da presente posição os produtos que tenham características de mástiques ou indutos da posição 32. as colas de origem animal (posição 35. NÃO IMPRESSIONADOS.03) e as colas à base de amidos ou de féculas.02 FILMES FOTOGRÁFICOS SENSIBILIZADOS.. Desde que não se apresentem nas condições previstas na parte A) acima...32 . mas não superior a 35mm.. para fotografia a cores (policromos): 3702. solventes orgânicos.53 .

que se utilizam.02). cartão ou têxteis (negativo). por uma folha de papel com um tratamento especial (positivo) e por um revelador. astronomia.De largura superior a 35mm Esta posição compreende: A) Os filmes fotográficos em rolos. Incluem-se aqui: 1) Os filmes cinematográficos destinados a captar uma série contínua de imagens.De largura superior a 16mm.95 .. 16. em rolos (posição 37.94 3702. de matérias diferentes do papel. quer por um invólucro apropriado. instantaneamente. Atualizado em 04/01/2011 . heliogravura. Estas superfícies sensíveis são perfuradas ou não e protegidas da luz. sensibilizados mas não impressionados. consiste geralmente em poli(tereftalato de etileno) ou acetatos de celulose.03. de matérias diferentes do papel. Estas superfícies sensíveis apresentam-se em rolos (isto é. não são. Estes filmes podem apresentar-se em cartuchos (cassetes ou embalagens apropriadas. são quase sempre sensibilizados nas duas faces. recobertas de uma emulsão. estão excluídos (posição 37. permitindo obter. não sensibilizados (classificam-se segundo a sua própria natureza). etc. 2) Em radiografia. com exceção do papel ("chapas" utilizadas para a produção de negativos. Estas chapas e filmes planos (isto é. papel. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. são excluídos (posição 37. pode também ser de metal ou de pedra. mas não superior a 35mm. Pelo contrário. fotografias positivas acabadas. e comprimento superior a 30m . Estes artigos são constituídos de um filme sensibilizado de qualquer matéria. sensibilizados mas não impressionados. A chapa ou folha que serve de suporte à emulsão é. fotografia de raios cósmicos. Essas chapas podem apresentar-se coladas num suporte de metal ou de qualquer outra matéria. e que estão incluídos na posição 37.. sejam utilizadas em processos de impressão. Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia) instantâneas. mas constituídas inteira ou essencialmente por um plástico fotossensível.3702. às vezes. fotográficos. As fitas e filmes. do cartão ou dos têxteis. 4) Para usos especiais: chapas e filmes para micrografia. os filmes fotográficos planos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas. 3) Para reprodução fotomecânica (fotolitografia. como negativos. do cartão e dos têxteis (posição 37.01). de uma tira de papel com um tratamento especial (positivo) e de um revelador. de vidro. não em rolos) incluídos os filmes apresentados sob a forma de discos. em rolos. permitem obter num espaço de tempo muito curto fotografias positivas acabadas. Todavia. do cartão ou dos têxteis. ou por outro modo de acondicionamento. e comprimento não superior a 30m . sensibilizados. geralmente. Excluem-se também desta posição: a) As superfícies sensibilizadas não enroladas (chapas) e não impressionadas (posição 37. reprodução fotomecânica ou para usos especiais. fotografia aérea. 2) Os filmes fotográficos destinados a tirar fotografias estáticas. Estes artigos utilizam-se para fins variados. para registro de som por processos fotoelétricos incluem-se também nesta posição. Tal é o caso das chapas de vidro dos portraits films e dos film packs. etc. mas não gravados (posição 85. em rolos. c) As fitas e filmes preparados para gravação de som por processos que não sejam os fotoelétricos. sensibilizados. fotocromotipografia. sendo as suas larguras normais de 35. todavia. Excluem-se também desta posição: a) As chapas e filmes planos. quer por uma folha de papel enrolada em espiral em conjunto com elas.03).02). B) Os filmes fotográficos de revelação e copiagem (cópia*) instantâneas.. incluída a dentária. em particular: 1) Para trabalhos de amadores ou de profissionais. Algumas dessas chapas devem. Estes artefatos utilizam-se. contendo vários filmes planos) destinados a serem introduzidos diretamente num aparelho fotográfico ou em caixas contendo um certo número de folhas que podem ser utilizadas individualmente. poli(tereftalato de etileno) ou outros plásticos. os filmes para revelação e copiagem (cópia) instântaneas. por exemplo). Esta posição compreende: A) As chapas e filmes planos. Abrange igualmente filmes planos. fotomicrografia. Podem ser de qualquer matéria.De largura superior a 16mm.23). são constituídos por uma folha sensibilizada de qualquer matéria (negativo).).01). O suporte é flexível. acetato de celulose. Algumas chapas. cartões ou têxteis. não são impressionados e são geralmente recobertos de uma emulsão fotográfica sensibilizada. mas não superior a 35mm. Os filmes fotográficos permanecem incluídos nesta posição desde que não estejam ainda cortados nos formatos próprios. que depois de terem sido impressionadas e reveladas. tal como acetato de celulose. não impressionados. sofrer um reforço do seu grau de sensibilidade. sensibilizados e não impressionados. fotocolografia. para processos de impressão fotomecânica. 9 1/2 ou 8 mm. não planas). Neste caso. Esta posição não compreende os papéis. Os filmes para radiografia são quase sempre sensibilizados nas duas faces.93 3702. antes da exposição. apresentados em rolos. São sensibilizadas mas não impressionadas e destinam-se a captar um número maior ou menor de imagens. como as chapas da posição 37. de plásticos (Capítulo 39). B) Os filmes fotográficos planos. para trabalhos de amadores ou de profissionais em radiografia. de revelação e copiagem (cópia) instantâneas.01. b) Os filmes sensibilizados. b) Os filmes não sensibilizados. poli(tereftalato de etileno) ou outro plástico.

estes produtos não possuem uma capacidade acentuada de adsorção e. A presente posição compreende igualmente as microrreproduções sobre suporte transparente (microfilmes). e que devem ser classificados na posição 37. quando se trate de filmes perfurados. . catálise. etc.37. elevada. por uma superfície específica muito elevada (da ordem de centenas de m2 por grama) e pela presença de ligações Van der Waals (adsorção física) ou ligações químicas livres suscetíveis de serem saturadas por moléculas orgânicas ou inorgânicas (adsorção química). turfa.90 . em pó fino.Outros Esta posição abrange. as valências que permanecem livres podem determinar uma condensação de prótons ou de elétrons naquela superfície.10 . em geral. II) Produtos que geralmente têm uma superfície específica pouco elevada (da ordem de 1 a 100 m2 por grama). de deformações da rede. os positivos. de coco.42).01 e 37. que possuem numerosos pontos formando um quadriculado. etc.Outros A. revelados. às vezes. Atualizado em 04/01/2011 .02. Também se incluem aqui as tramas graduadas de contato em filmes.90 CHAPAS E FILMES.) em presença de impurezas naturais ou produtos estranhos que lhes foram adicionados. as chapas e filmes das posições 37.02 . etc. facilitando ou inibindo a sua coagulação e tornando-os assim aptos para serem utilizados como agentes filtrantes. ou por calcinação seca de matérias celulósicas previamente impregnadas de soluções de certos produtos químicos (ativação química). de gás carbônico ou de outros gases (ativação pelos gases).20 3705.06.10 3705. adsorção de gás ou de umidade.Carvões ativados 3802.). linhita. conseqüentemente. b) Os papéis. extração de benzol do gás de hulha. bauxita. Em geral. e as restantes tramas obtidas fotograficamente. quando impressionados e revelados. 3802. utilizam-se para adsorção de gases ou vapores. tais como descoramento. em geral. prontas a serem utilizadas (posição 84.). obtêm-se por tratamento a alta temperatura de carvões de origem vegetal.CARVÕES ATIVADOS. são suscetíveis de estabelecer interações eletrostáticas intensas com os colóides. em especial para recuperação de solventes voláteis (nas operações de limpeza a seco.) em presença de vapor de água. de forma a torná-los aptos para determinadas utilizações. EXCETO OS FILMES CINEMATOGRÁFICOS. a partir de algumas matérias vegetais ou minerais (argila. Sob forma granular. por tratamento químico ou térmico. mineral ou de outra origem (carvão de madeira. cartões e têxteis. tenham sido impressionados para reprodução ou projeção de imagens estáticas (filmes fotográficos). NEGROS DE ORIGEM ANIMAL. químico. vinhos. 38. a formação de cargas superficiais. Este tratamento determina uma modificação de estrutura da matéria básica com aumento da superfície específica que pode ser acompanhado. desde que. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS. não são descorantes. em virtude de sua transparência. depuração da água. purificação do ar e para proteção contra gases tóxicos. Assim. etc. produtos farmacêuticos. FOTOGRÁFICOS.).. Normalmente. podendo a presença de matérias alcalinas durante a sua calcinação favorecer.Para reprodução ofsete .05 3705. Esta posição compreende os positivos e negativos. resultante da inserção ou da substituição nessa própria rede de átomos de valência diferente. que se classificam no Capítulo 49 ou na Seção XI. c) Chapas reveladas para impressão (ofsete. quando em suspensão na água. fotográficos. também se designam por diapositivos. filtração. Embora tenham uma densidade de carga elétrica. os produtos deste segundo tipo também se obtêm por tratamento térmico adequado. permuta iônica. azeite. hulha. no caso das substâncias cristalinas. MATÉRIAS MINERAIS NATURAIS ATIVADAS Um carvão ou uma matéria mineral consideram-se como ativados quando a sua estrutura superficial é modificada por tratamento apropriado (térmico. por exemplo). Os carvões ativados.Microfilmes . utilizadas nas artes gráficas. Também se empregam como catalisadores ou como eliminadores dos gases que se acumulam em volta dos eletrodos durante o processo de eletrólise (despolarizantes). podem citar-se os seguintes: a) Os carvões ativados. Estes produtos podem incluir-se em dois grupos: I) Produtos caracterizados. de catálise ou de permuta iônica. glicose. INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO. Entre os produtos compreendidos nesta posição. Excluem-se da presente posição: a) Os filmes revelados que tenham sido impressionados para projetarem imagens animadas (filmes cinematográficos).CARVÕES ATIVADOS. Em contrapartida. que transmitem ao produto a atividade de adsorção química. Os produtos desta natureza obtêm-se. empregam-se para descoramento de líquidos em numerosas indústrias (do açúcar. antracita. etc. IMPRESSIONADOS E REVELADOS.

20 .) que se obtêm a partir das madeiras resinosas de coníferas ou das suas exsudações. que se prepara a partir de kieselguhr ou de outras terras siliciosas fósseis. em peso). e. conservando. etc. de chifre.NEGROS DE ORIGEM ANIMAL.42 ou. 4) Os negros de couro. para beneficiamento das areias de moldação utilizadas em fundição e nas instalações de perfuração. em grãos. 2) O negro de sangue. que se obtém por calcinação em recipiente fechado. na fabricação de produtos para encerar e de certas tintas. gorduras ou ceras. em virtude do seu elevado poder de intumescimento. tais como a alumina ativada (posição 28.b) As matérias minerais naturais ativadas.07). obtido por calcinação de desperdícios de marfim. seguida de uma segunda trituração e de uma classificação granulométrica. DIPENTENO EM BRUTO. em particular: 1) O negro de ossos (também denominado negro animal). trituradas e classificadas granulometricamente por meios apropriados. sofrem um choque térmico numa chama. automóveis. em seguida. que apenas contém uma proporção reduzida de carbono puro (cerca de 10 a 20%. particularmente na do açúcar. por meio de um agente alcalino ou ácido. ESSÊNCIA PROVENIENTE DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO BISSULFITO E OUTROS PARACIMENOS EM BRUTO. a diatomita calcinada sem agentes sinterizantes. em pedaços.10 . caso contenham aglutinantes. DE PINHEIRO OU PROVENIENTES DA FABRICAÇÃO DA PASTA DE PAPEL AO SULFATO E OUTRAS ESSÊNCIAS TERPÊNICAS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO OU DE OUTROS TRATAMENTOS DAS MADEIRAS DE CONÍFERAS. c) Os carvões ativados que tenham características de medicamentos (posições 30. utilizam-se como agentes filtrantes principalmente no decurso da preparação de produtos químicos ou farmacêuticos (antibióticos. a partir de ossos previamente desengordurados. de galhadas. exclui-se (posição 25. por exemplo. calcinadas em presença de agentes sinterizantes. por exemplo) que desempenha a função de suporte (posição 38. ÓLEO DE PINHO CONTENDO ALFA-TERPINEOL COMO CONSTITUINTE PRINCIPAL. de cor preta. neste caso. Estas duas categorias de produtos. para filtração de águas. que se empregam. a forma dos ossos ou dos pedaços de ossos utilizados na sua preparação. de origem mineral. ou mesmo em pasta. tais como cloreto ou carbonato.15).000°C ou mais). tais como: 1) A diatomita ativada.24). secas e trituradas. vegetal ou animal. que se prepara em especial por ativação da bauxita pelos álcalis ou por tratamento térmico adequado. depois de uma primeira trituração. aveludada. emprega-se principalmente como catalisador. especialmente). Examinada ao microscópio. O negro de ossos esgotado utiliza-se como adubo ou fertilizante e para a obtenção de pigmentos pretos. caso em que essa proporção é muito mais elevada. são emulsificantes. ou ainda em pequenos cones irregulares e emprega-se em pintura artística (o termo "negro de marfim" é utilizado. nopineno ou beta-pineno. Estas terras são selecionadas.24) e os carbonos sulfonados permutadores de íons (posição 38. É um produto de cor negra. nas indústrias do açúcar.Essências de terebintina. de limpeza e.24). os produtos ricos em terpenos (alfa-pineno. tais como as perlitas. e) A perlita expandida.04) ou acondicionados para venda a retalho como desodorantes para refrigeradores (frigoríficos*). (posição 33. b) Os produtos químicos ativados.Outros Esta posição abrange.Óleo de pinho 3805. Esta posição não compreende: a) As matérias minerais naturais ativas por sua própria natureza (por exemplo: terras de pisão (terras de fuller)). especialmente. a temperatura elevada (1. posição 38. de carapaças de tartaruga. Ativadas por um ácido. descalcificadas pelos ácidos. de sódio. 3805. transparentes e de superfície curva. que. Incluem-se aqui: Atualizado em 04/01/2011 . Ativadas por um agente alcalino.05 . de densidade aparente muito fraca. Apresenta-se em pó. 4) A bauxita ativada.18). INCLUÍDO O NEGRO ANIMAL ESGOTADO Este grupo compreende diferentes variedades de negros que se obtêm por carbonização de matérias de origem animal e. agentes de suspensão e aglomerantes. para descrever certos tipos de negro de ossos). agente desidratante ou descorante. poroso. consistem em argilas coloidais ou em terras argilosas. etc. d) Os catalisadores constituídos por um produto químico (óxido metálico. de cascos. 2) Algumas rochas vulcânicas. usam-se sobretudo para descoramento de óleos. às vezes. 3) O negro de marfim. selecionadas. Este produto apresenta-se vulgarmente em pó muito fino. limoneno. as zeólitas artificiais permutadoras de íons (posição 28. a não ser que tenha sido tratado pelos ácidos (negro lavado). parece constituída por lamelas muito delgadas.06). no tratamento de bebidas. de pinheiro ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato 3805. 3) As argilas e as terras ativadas. etc. como pigmento preto.11 ou 38. 38. É um descorante muito empregado em numerosas indústrias. da glicose. por exemplo) fixado sobre matéria ativada (carvão ativado ou diatomita ativada. essencialmente. o gel de sílica ativado (posições 28. A perlita ativada apresenta-se com o aspecto de pó brilhante. desde que não tenham sido submetidas a qualquer tratamento que modifique a sua estrutura superficial (Capítulo 25). Também se usa.. que se apresenta em grânulos leves de forma esferoidal (posição 68. que provém da calcinação do sangue seco em recipiente fechado e que se emprega como descorante. consoante a sua utilização. etc.12). Todavia. ativadas. muito leve.ESSÊNCIAS DE TEREBINTINA.90 .03 ou 30. para a fabricação de produtos de polimento. B.

1) Os produtos voláteis da destilação (efetuada, em geral, por arrastamento com vapor de água) dos sucos (exsudados) oleorresinosos provenientes dos pinheiros ou de outras coníferas (abeto, lariço, etc.). Em certos países estes produtos são considerados, indistintamente, como "essência de terebintina". Em outros, porém, a designação de "essência de terebintina" é reservada exclusivamente, dentro de certos limites do ponto de ebulição e de densidade, aos produtos voláteis da destilação dos sucos oleorresinosos frescos (gemas) dos pinheiros vivos. São líquidos móveis, incolores, insolúveis em água, muito refringentes e de cheiro penetrante. Empregam-se, principalmente, como solventes, em especial na fabricação de vernizes, tintas, produtos para encerar e encáusticas. Também se utilizam na preparação de produtos farmacêuticos, na fabricação da cânfora sintética, da terpina ou do terpineol, etc. 2) A essência de pinheiro e a essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato e outras essências terpênicas provenientes da destilação ou de outros tratamentos das madeiras de coníferas. a) A "essência de pinho" é o produto mais volátil dos que se obtêm pelo tratamento por vapor de água, ou por destilação seca em recipiente fechado, das copas ou de outras partes suficientemente resinosas dos pinheiros. b) A "essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao sulfato" (sulfate turpentine) é um subproduto volátil da fabricação da pasta de papel a partir das madeiras resinosas pelos processos do sulfato ou da soda. As essências aqui incluídas são líquidos ricos em terpeno, que se empregam como sucedâneos da essência de terebintina proveniente da destilação das gemas de pinheiros vivos; utilizam-se, em especial, como solventes na preparação de vernizes, tintas, etc. 3) O dipenteno em bruto, essência terpênica (podendo conter até 80% aproximadamente de dipenteno) que se obtém pelo fracionamento da essência de pinho ou como subproduto da fabricação da cânfora sintética. Quando puro ou comercialmente puro, classifica-se na posição 29.02. 4) A essência proveniente da fabricação da pasta de papel ao bissulfito (sulfite turpentine), subproduto muito volátil da fabricação das pastas de papel a partir de madeiras resinosas, pelo processo do bissulfito. É um líquido levemente amarelado, constituído, principalmente, por paracimeno com pequenas quantidades de terpenos ou de outros produtos. A presente posição abrange igualmente todos os pcimenos brutos qualquer que seja a sua origem. 5) O óleo de pinho (pine oil) É recolhido imediatamente após a obtenção da essência de pinheiro, em geral durante a destilação (seca ou na presença de vapor de água) das cepas resinosas dos pinheiros. Obtém-se também por síntese química (por exemplo, hidratação química do a-pineno). A presente posição abrange somente o óleo de pinho contendo a-terpineol como principal constituinte. O óleo de pinho é um líquido incolor ou amarelado, rico em a-terpineol, que se emprega principalmente nas indústrias têxteis, como molhante e dissolvente, na fabricação de vernizes ou tintas, como desinfetante, e para concentrar, por flotação, os minérios metalúrgicos. Esta posição não compreende: a) Os hidrocarbonetos terpênicos ou terpenos, puros ou comercialmente puros, o terpineol e a terpina (Capítulo 29). b) A essência das agulhas de pinheiro, que é um óleo essencial da posição 33.01. c) Os óleos de colofônia (posição 38.06).

38.07 - ALCATRÕES DE MADEIRA; ÓLEOS DE ALCATRÃO DE MADEIRA; CREOSOTO DE MADEIRA; METILENO; BREU (PEZ) VEGETAL; BREU (PEZ) PARA A INDÚSTRIA DA CERVEJA E PREPARAÇÕES SEMELHANTES À BASE DE COLOFÔNIAS, DE ÁCIDOS RESÍNICOS OU DE BREU (PEZ) VEGETAL. Esta posição engloba produtos de composição complexa que se obtêm durante a destilação (ou carbonização) das madeiras resinosas ou não resinosas. Durante a operação, além dos gases, obtém-se, essencialmente, sucos pirolenhosos, alcatrão e carvão de madeira, em proporções muito variáveis, consoante a natureza da madeira tratada e o processo empregado. Os sucos pirolenhosos, que não são objeto de comércio internacional, contêm ácido acético, álcool metílico, acetona, um pouco de furfurol e álcool alílico. Esta posição abrange também o breu (pez) vegetal de qualquer espécie, o breu (pez) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônia, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. Esta posição compreende os seguintes produtos: A) Os alcatrões de madeira, os óleos de alcatrão de madeira, mesmo descreosotados e o creosoto de madeira. 1) Os alcatrões de madeira, obtêm-se durante a carbonização de madeira, resinosa ou não, por escoamento, em moldes ou fossas (alcatrão de escoamento, como o alcatrão da Noruega), ou por destilação em retortas ou fornos (alcatrões de destilação). Estes últimos obtêm-se diretamente por separação dos sucos pirolenhosos (alcatrões de decantação) ou por destilação de sucos pirolenhosos, nos quais foram em parte dissolvidos (alcatrões denominados "de vinagre"). Os alcatrões parcialmente destilados, dos quais tenham sido separados certos óleos voláteis por uma destilação mais potente, classificam-se igualmente nesta posição. Todos estes alcatrões são misturas complexas de hidrocarbonetos, fenóis e de seus homólogos, de furfurol, de ácido acético e diversos outros produtos. Os alcatrões de madeiras resinosas - que se destinguem dos alcatrões de madeiras não resinosas por conterem também produtos provenientes da destilação da resina (terpenos, óleos de resina, etc.) - são produtos viscosos, cuja cor varia do castanho ao castanho-alaranjado. Empregam-se, principalmente, no estado em que se apresentam, depois de simples desidratação ou destilação parcial, para impregnar cordas de navios, como plastificantes na indústria da borracha, na preparação de mástiques, em fármacia, etc. Os alcatrões de madeiras não resinosas, líquidos espessos de cor negro-acastanhada, servem, principalmente, para obter, por destilação ou por outros tratamentos, uma extensa gama de subprodutos (creosoto de madeira, guaiacol, etc.). O alcatrão de zimbro vermelho, conhecido por óleo de cade, que se emprega sobretudo em farmácia e na indústria dos sabões, pertence ao grupo dos alcatrões de madeira. 2) Os óleos de alcatrão de madeira são produzidos durante a destilação dos alcatrões de madeira. Os óleos leves, contendo hidrocarbonetos alifáticos, terpenos e cetonas superiores, servem para preparar banhos de desinfecção para ovinos e produtos de pulverização para horticultura, ao passo que os óleos pesados, constituídos por hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, cetonas e fenóis, superiores, se utilizam para impregnar madeiras e para extração do creosoto de madeira.

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Os óleos descreosotados, obtidos depois da extração do creosoto, servem, consoante o caso, para enriquecer por flotação os minérios metalúrgicos, para preparar produtos anticriptogâmicos, como solventes, combustíveis, etc. 3) O creosoto de madeira (ou simplesmente creosoto) é um dos constituintes essenciais dos alcatrões de madeira. Obtém-se, geralmente, por destilação dos alcatrões de madeira não resinosa, tratando em seguida a parte destilada por uma solução de soda cáustica, reacidificando-a e redestilando-a. É um líquido incolor, que cora pela ação do ar e da luz, cáustico e com cheiro de fumaça (fumo*), empregado principalmente como desinfetante e anti-séptico. Não se deve confundir com o creosoto de hulha ou óleo de creosoto mineral, da posição 27.07. B) O metileno extrai-se dos sucos pirolenhosos. É um líquido de cor amarelada e cheiro empireumático, contendo, geralmente, de 70 a 90% de álcool metílico, quantidades variáveis de acetona e outras cetonas (8 a 20%, em geral) e outras impurezas (acetato de metila, álcoois superiores, produtos do alcatrão, etc.). Certos tipos de metileno empregam-se na desnaturação do álcool etílico. C) Os breus (pezes) vegetais. São resíduos da destilação ou de outros tratamentos de matérias de origem vegetal. Podem citar-se entre eles: 1) O breu (pez) negro (breu ou pez de alcatrão vegetal), resíduo da destilação do alcatrão de madeira. 2) O breu (pez) de colofônia, resíduo da preparação dos óleos de resína por destilação das colofônias. 3) O breu (pez) de sulfato (breu (pez) de tall oil), resíduo da destilação do tall oil, etc. Em geral, estas variedades são de cor castanho-escura, castanho-avermelhada ou castanho-amarelada. A maior parte das vezes amolecem ao calor da mão. Consoante a sua natureza, empregam-se para calefetagem de embarcações, revestimento de tecidos, impregnação de madeiras, preparação de indutos contra a ferrugem, como aglomerantes, etc. D) Os breus (pezes) para a indústria da cerveja e preparações semelhantes à base de colofônias, de ácidos resínicos ou de breu (pez) vegetal. 1) O breu (pez) para a indústria da cerveja, que se emprega para revestir a quente os recipientes de cerveja. É obtido, em regra, por fusão de misturas de colofônia, de parafina e óleo de resina ou por fusão de misturas de colofônia e óleos vegetais (por exemplo, óleos de linhaça, de algodão ou de colza). 2) O breu (pez) de sapateiro (ou de correeiro), que se utiliza para impermeabilizar e dar consistência ao fio e cordel usados para coser calçados e obras de correeiro; em geral, é constituído por uma mistura de colofônia, óleo de resina, parafina, ozocerita, etc., com adição de substâncias inorgânicas em pó (por exemplo, talco ou caulim). Habitualmente, apresenta-se em blocos, bastonetes ou discos. 3) O breu (pez) naval, que se emprega para calafetagem de embarcações e que, em geral, se prepara por fusão de uma mistura de breu (pez) negro, de alcatrão de madeira e resina. Esta posição não compreende: a) A resina natural proveniente de algumas coníferas, denominada breu-de-borgonha (pez-de-borgonha) ou "breu-dos-vosgos" ("pez-dos -vosgos"), e o breu (pez) amarelo (breu-de-borgonha (pez-daborgonha) purificado por fusão e peneiração) (posição 13.01). b) O breu (pez) de estearina (breu (pez) esteárico), o breu (pez) de suarda e o breu (pez) de glicerol (posição 15.22). c) Os breus (pezes) minerais (Capítulo 27). d) O álcool metílico (metanol) puro ou comercialmente puro e os outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente, que possam ser obtidos por novas destilações e por tratamentos mais potentes a partir dos produtos primários da destilação das madeiras, como por exemplo, o ácido acético, a acetona, o guaiacol, o formaldeído, os acetatos (Capítulo 29). e) Os lacres (posições 32.14 ou 34.04). f) As lixívias residuais da fabricação das pastas de celulose (posição 38.04). g) As colofônias impuras, conhecidas por "breus (pezes) resinosos" (posição 38.06). 38.08 - INSETICIDAS, RODENTICIDAS, FUNGICIDAS, HERBICIDAS, INIBIDORES DE GERMINAÇÃO E REGULADORES DE CRESCIMENTO PARA PLANTAS, DESINFETANTES E PRODUTOS SEMELHANTES, APRESENTADOS EM QUAISQUER FORMAS OU EMBALAGENS PARA VENDA A RETALHO OU COMO PREPARAÇÕES OU AINDA SOB A FORMA DE ARTIGOS, TAIS COMO FITAS, MECHAS E VELAS SULFURADAS E PAPEL MATA-MOSCAS (+). 3808.50 - Mercadorias mencionadas na Nota 1 de subposições do presente Capítulo 3808.9 - Outros: 3808.91 - - Inseticidas 3808.92 - - Fungicidas 3808.93 - - Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas 3808.94 - - Desinfetantes 3808.99 - - Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos (com exceção dos que tenham características de medicamentos usados em medicina humana ou veterinária, na acepção das posições 30.03 ou 30.04), concebidos para destruir os germes patogênicos, os insetos (mosquitos, traças, doríferas, baratas, etc.), os musgos e bolores, as ervas daninhas, os roedores, as aves nocivas etc.; também se incluem na presente posição os produtos destinados a afugentar os parasitas e os que se utilizem para desinfecção de sementes. A aplicação destes inseticidas, fungicidas, herbicidas, desinfetantes, etc., efetua-se por pulverização, polvilhamento, rega, pincelagem, impregnação, etc.; em certos casos, essa aplicação exige uma combustão. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, pelo seu cheiro, etc. Classificam-se ainda na presente posição os inibidores de germinação e os reguladores de crescimento vegetal, destinados quer a prejudicar, quer a favorecer o processo fisiológico das plantas. Utilizam-se diversos métodos para aplicar estes produtos, podendo manifestar-se os seus efeitos desde a destruição da planta à melhoria do seu crescimento e ao acréscimo do seu rendimento.

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Os referidos produtos só se incluem nesta posição nos seguintes casos: 1) Quando são apresentados em embalagens (tais como recipientes metálicos, caixas de cartão) para venda a retalho como inseticidas, desinfetantes, etc., ou ainda quando apresentem uma forma tal (bolas, enfiadas de bolas, tabletes, plaquetas, comprimidos e semelhantes) que não suscite quaisquer dúvidas quanto ao seu destino para venda a retalho. Estes produtos assim apresentados podem ser ou não constituídos por misturas. Os que não se apresentem misturados são, geralmente, produtos de constituição química definida do Capítulo 29, como, por exemplo, naftaleno ou 1,4-diclorobenzeno. A presente posição abrange igualmente os seguintes produtos, desde que acondicionados para venda a retalho como fungicidas, desinfetantes, etc.: a) Produtos e compostos orgânicos tensoativos, de cátion ativo (tais como sais de amônio quaternário), que possuam propriedades anti-sépticas, desinfetantes, bactericidas ou germicidas. b) Poli(pirrolidona de vinila)-iodo obtido por reação do iodo com poli(pirrolidona de vinila). 2) Quando tenham características de preparações, qualquer que seja a forma como se apresentem (compreendendo os líquidos, as soluções e o pó a granel). Estas preparações consistem em suspensões do produto ativo, em água ou em qualquer outro líquido (dispersões de D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) em água, por exemplo), ou em misturas de outras espécies. As soluções de produto ativo em solvente que não seja a água também se consideram preparações, como, por exemplo, uma solução de extrato de piretro (com exclusão do extrato de piretro de concentração-tipo), ou de naftenato de cobre em óleo mineral. Também se incluem nesta posição, desde que já apresentem propriedades inseticidas, fungicidas, etc., preparações intermediárias que precisam de ser misturados para se obter um inseticida, um fungicida, um desinfetante, etc. pronto para uso. As preparações inseticidas, desinfetantes, etc., podem ser à base de compostos cúpricos (acetato, sulfato ou acetoarsenito de cobre, por exemplo), enxofre, produtos sulfurados (sulfeto de cálcio, bissulfeto de carbono, etc.), óleo de creosoto mineral ou óleos antracênicos, D.D.T. (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano), lindano (ISO, DCI), paranitrofeniltiofosfato de dietila (parathion), derivados de fenóis ou dos cresóis, produtos arsenicais (arseniato de cálcio, arseniato biplúmbico, etc.), matérias de origem vegetal (nicotina, pós ou molhos de fumo (tabaco), rotenona, piretro, cila marítima, óleo de colza, etc.), reguladores de crescimento vegetal, naturais ou sintéticos (tais como o 2,4-D), vírus, culturas de microrganismos, etc. Entre os outros exemplos de preparações compreendidas nesta posição, podem citar-se as iscas envenenadas, que consistem em produtos alimentícios (trigo, sêmeas, melaços, etc.) misturados de substâncias tóxicas. 3) Quando se apresentem como artefatos unitários ou de comprimento indeterminado, mas com suporte (de papel, matérias têxteis ou madeira, principalmente), tais como as fitas, mechas e velas sulfuradas para desinfecção de tonéis, barris, ambientes, etc., os papéis mata-moscas (incluídos os simplesmente revestidos de cola, sem produto tóxico), as tiras revestidas de visco arborícola (mesmo sem produto tóxico), os papéis impregnados de ácido salicílico, para conservação de doces, os papéis ou pequenos bastonetes de madeira recobertos de lindano (ISO, DCI), que atuam por combustão. Os produtos da posição 38.08 são subdivididos como segue: I) Os inseticidas Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuam um efeito repelente ou atraente. Estes produtos apresentam-se sob diversas formas, tais como pulverizadores ou blocos (para destruir traças), óleos e bastonetes (contra os mosquitos), pós (contra as formigas), chapas (contra as moscas), diatomita ou cartões impregnados de cianogênio (contra as pulgas e piolhos). Vários inseticidas caracterizam-se pela sua ação ou método de utilização. Entre estes, podem distinguir-se: - os reguladores de crescimento de insetos: produtos químicos que interferem no desenvolvimento bioquímico e fisiológico dos insetos; - os fumigantes: produtos químicos que se distribuem na atmosfera sob a forma de gases; - os quemosterilizantes: produtos químicos utilizados para esterilizar certas partes de uma população de insetos; - os produtos de efeito repulsivo (repelentes): substâncias que impedem o ataque de insetos tornando os seus alimentos e as suas condições de vida desagradáveis ou hostis; - os produtos de efeito atrativo (atraentes): utilizados para atrair os insetos a uma armadilha ou isca envenenada. II) Os fungicidas Os fungicidas (preparações à base de compostos cúpricos, por exemplo), são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos (produtos anticriptogâmicos). Outros fungicidas (tais como os à base de formaldeído), destinam-se a destruir os fungos já existentes. Os fungicidas podem também ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização. Como exemplo, citam-se: Os fungicidas sistêmicos (endoterápicos) - estes compostos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes - estes produtos combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. III) Os herbicidas, inibidores de germinação e reguladores do crescimento de plantas Os herbicidas são produtos químicos que se utilizam para controlar o crescimento de plantas daninhas, ou para as destruir. Alguns herbicidas aplicam-se por contato sobre as partes ou sementes inativas de vegetais, enquanto outros se aplicam de modo a recobrir completamente as folhas. A sua ação pode ser seletiva (herbicidas específicos) ou não seletiva (herbicidas que destroem completamente a vegetação). O grupo compreende também os desfolhantes, que são produtos químicos destinados a provocar, prematuramente, a queda das folhas dos vegetais.

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Os produtos inibidores de germinação podem aplicar-se às sementes, bulbos, tubérculos ou no solo, para inibir ou retardar a germinação. Os reguladores de crescimento vegetal destinam-se a modificar o processo fisiológico das plantas de modo a acelerar ou retardar o seu crescimento, a aumentar o seu rendimento, a melhorar a sua qualidade ou a facilitar a sua colheita, etc. Os hormônios vegetais (fitormônios) constituem um dos tipos de reguladores de crescimento vegetal (por exemplo, ácido giberélico). Para este fim, são igualmente utilizados produtos químicos de síntese. IV) Os desinfetantes Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis, que se encontram, geralmente, em objetos inanimados. Os desinfetantes utilizam-se, por exemplo, nos hospitais, para limpeza das paredes, etc., ou para a esterilização de instrumentos. Utilizam-se também na agricultura, para desinfecção de sementes, e na fabricação de alimentos para animais, a fim de combater microrganismos indesejáveis. Incluem-se neste grupo os produtos desinfetantes, bacteriostáticos e esterilizantes. A presente posição compreende igualmente produtos destinados a combater acarídeos (acaricidas), moluscos, nematódeos (nematicidas), roedores (rodenticidas), aves (avicidas) e os outros animais nocivos (produtos destinados a combater lampreias, predadores, etc.). Esta posição não compreende: a) Os produtos usados como inseticidas, desinfetantes, etc., que não preencham as condições atrás referidas. Estes produtos classificam-se, segundo a sua natureza, nas suas posições respectivas: 1º) As flores de piretro trituradas (posição 12.11). 2º) O extrato de piretro (mesmo em concentração-tipo por adição de óleo mineral) (posição 13.02). 3º) O óleo de creosoto mineral (posição 27.07). 4º) O naftaleno, o DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) e outros produtos de constituição química definida, apresentados isoladamente (ou em soluções aquosas) (Capítulos 28 ou 29). 5º) As culturas de microrganismos, empregados como bases de rodenticidas, etc. (posição 30.02). 6º) Os resíduos amoniacais (crude amoniac, spent oxide) (posição 38.25). b) As preparações incluídas em posições mais específicas da Nomenclatura ou que só acessoriamente tenham propriedades desinfetantes, inseticidas, etc., como por exemplo: 1º) As tintas navais que contenham matérias tóxicas (posições 32.08, 32.09 ou 32.10). 2º) Os sabões desinfetantes (posição 34.01). 3º) As encáusticas com DDT (ISO) (clofenotano (DCI), 1,1,1-tricloro-2,2-bis (p-clorofenil)etano) (posição 34.05). c) Os inseticidas, desinfetantes, etc., que tenham característica essencial de medicamentos para a medicina humana ou veterinária (posições 30.03 ou 30.04). d) Os desodorantes de ambientes, mesmo com propriedades desinfetantes (posição 33.07). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 3808.91 a 3808.99 Quando um produto seja suscetível de ter mais de uma aplicação e possa por isso caber em duas ou mais subposições, classifica-se habitualmente por aplicação da Regra Geral Interpretativa 3. 38.09 - AGENTES DE APRESTO OU DE ACABAMENTO, ACELERADORES DE TINGIMENTO OU DE FIXAÇÃO DE MATÉRIAS CORANTES E OUTROS PRODUTOS E PREPARAÇÕES (POR EXEMPLO, APRESTOS PREPARADOS E PREPARAÇÕES MORDENTES) DOS TIPOS UTILIZADOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL, NA INDÚSTRIA DO PAPEL, NA INDÚSTRIA DO COURO OU EM INDÚSTRIAS SEMELHANTES, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3809.10 - À base de matérias amiláceas 3809.9 - Outros: 3809.91 - - Dos tipos utilizados na indústria têxtil ou nas indústrias semelhantes 3809.92 - - Dos tipos utilizados na indústria do papel ou nas indústrias semelhantes 3809.93 - - Dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes A presente posição abrange uma grande gama de produtos e preparações dos tipos utilizados, geralmente, durante as operações de fabricação e acabamento de fios têxteis, tecidos, feltros, papel, cartão, couro ou matérias semelhantes, não especificados nem compreendidos em outras posições da Nomenclatura. Reconhecem-se como classificáveis na presente posição pelo fato de a sua composição e a sua apresentação lhes conferirem uma utilização específica nas indústrias referidas no texto da posição e em indústrias semelhantes, tais como a indústria de revestimentos têxteis para o assoalho, a indústria de fibras vulcanizadas e a indústria de peleteria (peles com pêlo*). Os produtos e preparações destinados mais particularmente a utilizações domésticas, tais como os amaciadores de têxteis, classificam-se também nesta posição. Estão compreendidos aqui: A) Os produtos e preparações utilizados na indústria têxtil e nas indústrias semelhantes.

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1) Preparações que modificam o toque, por exemplo: os produtos que asseguram a rigidez, em geral, à base de matérias amiláceas naturais (amido de trigo, de arroz ou de milho, fécula de batata, dextrina, etc.), de substâncias mucilaginosas (liquens ou alginatos, etc.), de gelatina, caseína, gomas vegetais (goma adragante, etc.), ou de colofônia; as cargas; os amaciadores à base de glicerol, de derivados da imidazolina, etc.; os de enchimento, que têm por base compostos naturais ou sintéticos de peso molecular elevado. Além dos constituintes de base acima mencionados, algumas destas preparações podem também conter outros componentes, tais como produtos molhantes (sabões, etc.), lubrificantes (óleos de linhaça, ceras, etc.), matérias de enchimento (caulim, sulfato de bário, etc.) e anti-sépticos (especialmente sais de zinco, sulfato de cobre e fenol). 2) Agentes que impedem a esgarçadura e a queda de malhas. Estes agentes destinam-se a reduzir a esgarçadura dos tecidos, a impedir que as malhas se soltem nos artigos de malha, nas meias e nos arremates. Em geral, são preparações que têm por base polímeros, resinas naturais ou ácido silícico. 3) Produtos para o tratamento anti-sujidade. Em geral, são à base de ácido silícico, compostos de alumínio ou de derivados orgânicos. 4) Produtos destinados a tratamento anti-rugas e que impedem o encolhimento. São misturas de compostos de constituição química definida que possuem, pelo menos, dois grupos reagentes, por exemplo, combinações de di-(hidroximetila), bem como alguns aldeídos e acetais. 5) Produtos para evitar o lustro. São produtos que se destinam a diminuir o aspecto brilhante dos têxteis, constituídos, em geral, por suspensões de pigmentos (óxido de titânio, óxido de zinco, litopônio, etc.) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície, etc. As preparações incluídas neste grupo não têm nada em comum com as tintas denominadas tintas de apresto ou aprestos (posições 32.08, 32.09 ou 32.10) nem com as preparações lubrificantes destinadas a untar fibras têxteis (posições 27.10 ou 34.03), consoante o caso. 6) Produtos ignífugos. São produtos à base de sais de amônio, de compostos de boro, nitrogênio (azoto), bromo ou de fósforo ou de preparações que contenham substâncias orgânicas cloradas e óxido de antimônio ou outros óxidos. 7) Aprestos abrilhantadores. Destinam-se a dar aos têxteis um aspecto brilhante. Apresentam-se, em geral, sob a forma de emulsões de parafina, cera, poliolefinas ou de poliglicóis. 8) Mordentes. Estes produtos utilizam-se no tingimento dos têxteis, bem como na estampagem dos tecidos para fixar as substâncias corantes. Estas preparações, solúveis em água, são à base, geralmente, de sulfatos ou acetatos (de alumínio, amônio, cromo ou de ferro), de tartarato de antimônio e de potássio (emético), de bicromato de potássio ou de outros sais metálicos e ainda de tanino (ver a exclusão d) no final da presente Nota Explicativa). 9) Aceleradores de tingimento ou de fixação de matérias corantes. São produtos que se utilizam para acelerar os processos de tingimento ou de estampagem por meio de intumescimento das fibras sintéticas. São especialmente preparações à base de difenil ou de derivados do benzeno, do fenol ou do ácido cresotínico (hidroxitoluico), tais como o tricloreto de benzeno, o ortofenilfenol, os ésteres metílicos do ácido cresotínico (hidroxitoluico), bem como as misturas destes produtos entre si, mesmo contendo agentes de superfície. 10) Agentes antifeltro. Estes produtos destinam-se a reduzir a feltragem das fibras animais. A maior parte das vezes são produtos resultantes do tratamento pelo cloro, ou de oxidação, bem como preparações específicas de substâncias formadoras de resinas sintéticas. 11) Produtos para encolagem. Estes produtos destinam-se a conferir aos fios maior resistência no decurso das operações de tecelagem. São preparações em geral à base de amido, de derivados de amido ou de outros aglutinantes poliméricos naturais ou sintéticos. Podem também conter agentes molhantes, amaciadores, gorduras, ceras ou outras matérias. Também se incluem neste grupo as ceras preparadas, em emulsões, destinadas aos fios de urdidura, e as gorduras preparadas emulsionadas para encolagem. 12) Produtos para impermeabilização ao óleo. Estes produtos empregam-se para tornar as matérias têxteis impermeáveis aos óleos. São, em geral, emulsões ou soluções à base de compostos orgânicos de flúor, tais como ácidos carboxílicos perfluorados, podendo também conter resinas modificadas (cargas inertes). 13) Produtos para impermeabilização à água. Em geral, são emulsões aquosas de produtos hidrófobos (parafina, cera, lanolina) estabilizados por éteres de celulose, gelatina, cola, agentes orgânicos de superfície ou por outros produtos, e adicionados de sais solúveis de alumínio e de zircônio, por exemplo. A este grupo pertencem também os produtos à base de silicones e de derivados fluorados. B) Os produtos e preparações utilizados na indústria do papel ou do cartão, ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Destinam-se a reunir entre si as partículas pigmentadas na pasta de estucado. São preparações à base de produtos naturais, tais como a caseína, o amido e os derivados do amido, a proteína de soja, a cola animal, os alginatos ou os derivados celulósicos. 2) Produtos de encolagem ou auxiliares de encolagem. Estes produtos utilizam-se no tratamento do papel a fim de lhe melhorar a imprimibilidade, o alisamento e o brilho, conferindo-lhe, assim, boa aptidão para a escrita. Estas preparações podem ser à base de sabões de colofônia, colas reforçadas com resina, dispersões de cera ou de parafina, polímeros acrílicos, amidos, carboximetilcelulose ou de goma vegetal. 3) Produtos de consolidação da umidade. Estas preparações têm por efeito aumentar a resistência à tração do papel molhado ou dos falsos tecidos. C) Os produtos e preparações utilizados na indústria do couro ou em indústrias semelhantes. 1) Aglutinantes. Estas preparações destinam-se a fixar os pigmentos no couro. Em geral, fabricam-se à base de prótidos, resinas ou de ceras naturais, etc. 2) Produtos utilizados para a colmatagem superficial no acabamento dos couros, denominados flanches, em francês e seasons, em inglês. A sua constituição e composição correspondem à dos aglutinantes referidos no número 1) acima. 3) Produtos impermeabilizantes. Tratam-se geralmente: 1º) de sabões de cromo, 2º) de derivados dos ácidos alquil-succínico ou cítrico, etc., em solventes, tais como o álcool isopropílico, por exemplo, ou 3º) de produtos químicos fluorados em solução ou em dispersão. Além dos produtos acima excluídos, esta posição não compreende: a) As preparações dos tipos das utilizadas na lubrificação de têxteis, no engorduramento de couro, peleteria (pele com pêlo*) ou de outras matérias (posições 27.10 ou 34.03). b) Os produtos de constituição química definida apresentados isoladamente (geralmente, Capítulos 28 ou 29). c) Os pigmentos, cores preparadas, tintas, etc. (Capítulo 32). d) Os produtos e preparações orgânicos tensoativos, especialmente os auxiliares de tingimento da posição 34.02. e) A dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou féculas, de dextrina e de outros amidos ou féculas modificados (posição 35.05).

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f) Os inseticidas e outras preparações da posição 38.08.

38.10 - PREPARAÇÕES PARA DECAPAGEM DE METAIS; FLUXOS PARA SOLDAR E OUTRAS PREPARAÇÕES AUXILIARES PARA SOLDAR METAIS; PASTAS E PÓS PARA SOLDAR, CONSTITUÍDOS POR METAL E OUTRAS MATÉRIAS; PREPARAÇÕES DOS TIPOS UTILIZADOS PARA ENCHIMENTO OU REVESTIMENTO DE ELETRODOS OU DE VARETAS PARA SOLDAR. 3810.10 - Preparações para decapagem de metais; pastas e pós para soldar, constituídos por metal e outras matérias 3810.90 - Outros 1) As preparações para decapagem de metais. São preparações elaboradas para eliminar da superfície dos metais a camada de óxidos, ferrugem, calamina ou de outros compostos metálicos que se tenham formado, ou mesmo a despolir a referida superfície com o intuito de facilitar certas aplicações. A decapagem constitui quer como operação de acabamento do metal, quer num estágio siderúrgico anterior (preparação do metal com destino às operações de estiragem e trefilagem, por exemplo), quer ainda como operação preparatória de certos trabalhos de superfície, tais como a galvanização, metalização, estanhagem, chapeamento, depósito eletrolítico ou a pintura. As composições decapantes são geralmente à base de ácidos (clorídrico, sulfúrico, fluorídrico, nítrico, fosfórico, etc.) diluídos e contêm às vezes inibidores (economizadores de decapagem) cuja função é restringir a corrosão do metal. Algumas destas composições são, ao contrário, à base de álcalis (soda cáustica, especialmente). Não se incluem aqui as preparações para limpeza de metais (posição 34.02). 2) Os fluxos para soldar e outras preparações auxiliares para soldar metais. Os "fluxos para soldar" têm por objetivo facilitar o contato dos metais durante a soldadura, protegendo da oxidação não só as superfícies metálicas que se pretende juntar, mas também a própria composição de adição. Têm, com efeito, a propriedade de dissolver o óxido que se forma durante a operação. Os produtos que mais se empregam nestas preparações são o cloreto de zinco, o cloreto de amônio, o bórax, a colofônia e a lanolina. Este grupo também inclui as misturas de grânulos ou pó de alumínio com diversos óxidos metálicos (por exemplo, óxido de ferro) que se empregam como "geradores de calor intenso" (processo aluminotérmico) nas operações de soldadura autógena, etc. 3) As pastas e pós para soldar, compostos de metal e outras matérias. A função destas composições (também chamadas "soldas") é a de fazer aderir uma à outra, durante a soldadura, as superfícies metálicas que se pretende juntar; o seu constituinte essencial é o metal de adição (geralmente uma liga que contém estanho, chumbo, cobre, etc.). Estas composições, contudo, só estão compreendidas nesta posição se obedecerem simultaneamente às duas condições seguintes: a) Conterem, além dos componentes metálicos, outros constituintes. Estes outros constituintes são os auxiliares de soldagem (soldadura), dos tipos descritos no número 2) acima. b) Apresentarem-se em pasta ou em pó. Os compostos de adição unicamente constituídos por pós metálicos (misturados ou não entre si) classificam-se no Capítulo 71 ou na Seção XV, conforme a natureza dos seus componentes. 4) As composições para enchimento e revestimento de eletrodos e de varetas para soldar. Têm por objetivo principal permitir a eliminação, como escória fusível, dos óxidos que se formam durante a soldadura ou depósito do metal. São geralmente misturas refratárias constituídas, em particular, de cal e caulim. Os eletrodos e varetas com revestimento ou enchimento para soldadura ou depósito de metal 38.14 - SOLVENTES E DILUENTES ORGÂNICOS COMPOSTOS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES; PREPARAÇÕES CONCEBIDAS PARA REMOVER TINTAS OU VERNIZES. Esta posição inclui, desde que não sejam produtos isolados de constituição química definida e não se encontrem compreendidos em posição mais específica, os solventes e os diluentes orgânicos (mesmo contendo, em peso, 70% ou mais de óleo de petróleo). São líquidos, mais ou menos voláteis, que se utilizam para a preparação de vernizes e tintas ou para o desengorduramento de peças mecânicas, etc. Incluem-se aqui, entre outras: 1) as misturas de acetona, acetato de metila e álcool metílico e as misturas de acetato de etila, álcool butílico e tolueno. 2) as preparações destinadas ao desengorduramento de peças mecânicas, constituídas por uma mistura: 1º) de white spirit e tricloroetileno, ou 2º) de gasolina, produtos clorados e xileno. Incluem-se também aqui as preparações utilizadas para eliminar as tintas ou vernizes, envelhecidas, constituídas pelas misturas atrás referidas, adicionadas de pequenas quantidades de parafina (que têm por função retardar a evaporação dos solventes), emulsionantes, gelificantes, etc. Excluem-se desta posição: a) Os produtos solventes ou diluentes não misturados, de constituição química definida (Capítulo 29, geralmente), e os outros produtos de constituição complexa, empregados como solventes ou diluentes, mas incluídos em outras posições mais específicas: como, por exemplo, o solvente nafta (posição 27.07), o white spirit (posição 27.10), as essências de terebintina, de pinho ou provenientes da fabricação da pasta de papel ao sulfato (posição 38.05), os óleos de alcatrão de madeira (posição 38.07), e os solventes compostos inorgânicos (posição 38.24, geralmente). b) Os removedores de esmaltes (vernizes*) para unhas, acondicionados para venda a retalho (posição 33.04). 38.15 - INICIADORES DE REAÇÃO, ACELERADORES DE REAÇÃO E PREPARAÇÕES CATALÍTICAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES. 3815.1 - Catalisadores em suporte: 3815.11 - - Tendo como substância ativa o níquel ou um composto de níquel

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06. b) materiais não misturados cuja concentração de certos componentes tenha sido determinada com precisão (teor de proteínas e de matérias gordas do leite em pó. de cetonas na urina.22 REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO EM QUALQUER SUPORTE E REAGENTES DE DIAGNÓSTICO OU DE LABORATÓRIO PREPARADOS.90 . etc. por exemplo). cromo. veterinários. Esses materiais de referência certificados devem ser acompanhados de um certificado indicando os valores das propriedades certificadas. cobre e o zinco.12). Os metais mais utilizados. b) Os compostos de constituição química definida.30). etc. excetuando-se que eles são utilizados in vitro mais que in vivo. mas também outros reagentes de análise utilizados para fins diversos da detecção ou do diagnóstico. platina. matérias corantes sintéticas da posição 32. de tela metálica.06 (por exemplo. Suas funções baseiam-se em uma modificação mensurável ou observável de suas substâncias constitutivas biológicas ou químicas. como tal ou sob a forma de compostos. Trata-se. d) Os aceleradores de vulcanização preparados (posição 38. Não se incluem. Ela inclui também os materiais de referência certificados. de alguns metais. 3º) os "catalisadores para reações de policondensação" (tais como as misturas de acetato de cálcio e de trióxido de antimônio). A presente posição inclui os reagentes de diagnóstico ou de laboratório em um suporte.19 . são o cobalto. naturais ou sintéticos. de mais de um constituinte. plástico ou outras matérias (utilizados como base ou suporte) impregnados ou revestidos com um ou vários reagentes de diagnóstico ou de laboratório como os papéis de tornassol. porém. por exemplo. os kits de diagnóstico apresentando a característica essencial de produtos da posição 30. Todavia. Estas preparações compreendem especialmente: 1º) os "catalisadores radiculares" (soluções orgânicas de peróxidos orgânicos ou de compostos azóicos. podem citar-se os que servem para determinar a presença de glicose no sangue. avaliação de um método de medida ou atribuição de valores aos materiais. Os reagentes de laboratório preparados compreendem não apenas os reagentes de diagnóstico. apresentada isoladamente. os papéis busca-pólos ou as placas pré-revestidas para os testes de imunologia. por exemplo). Os reagentes de diagnóstico são utilizados para a avaliação de processos e estados psíquicos. na maior parte dos casos.04 ou qualquer outra substância que. científicos ou industriais. carbono.20) e os catalisadores esgotados do tipo dos utilizados principalmente para recuperação dos metais preciosos (posição 71. 38. apresentados isoladamente (Capítulos 28 ou 29). quer por misturas à base de substâncias ativas.Outros 3815. O suporte. são exemplos de "catalisadores em suporte". biofísicos e bioquímicos no homem e no animal. Eles podem ter.06. por vezes ativado.02 OU 30. gel de sílica. Estas preparações incluem-se. os reagentes de diagnóstico ou de laboratório preparados exceto os reagentes de diagnóstico da posição 30. em hospitais. o alquilítio).02 ou da posição 30. ou. paládio. Os reagentes da presente posição são apresentados quer em um suporte. em suporte. Atualizado em 04/01/2011 . A presente posição não compreende: a) Os catalisadores esgotados do tipo utilizado para extração de metais comuns ou para a fabricação de compostos químicos à base de metais comuns (posição 26. c) Os catalisadores constituídos apenas por metais ou ligas metálicas. água.. Os reagentes de diagnóstico preparados da presente posição podem ter uma função análoga à dos reagentes destinados a ser administrados aos pacientes (subposição 3006. 2º) os "catalisadores iônicos" (por exemplo. (Seções XIV ou XV). em geral. e aqueles à base de enzimas. para fins de classificação dos materiais de referência certificados.3815. Com exceção dos produtos dos Capítulos 28 ou 29. Os catalisadores Ziegler ou Ziegler-Natta.12 . geralmente. na indústria. em dois grupos: a) As do primeiro grupo são geralmente constituídas quer por uma ou mais substâncias ativas depositadas sobre um suporte (denominadas "catalisadores em suporte"). c) materiais. por exemplo). Os reagentes da presente posição devem ser claramente reconhecíveis como sendo destinados a ser utilizados unicamente como reagentes de diagnóstico ou de laboratório. Como exemplo destes kits. em certos casos.Outros Esta posição compreende as preparações para iniciar ou acelerar certos processos químicos. a posição 38. os papéis indicadores de pH. que se apresentem sob as formas de pó muito fino. As preparações do segundo grupo são geralmente utilizadas no decurso da fabricação dos polímeros. é. misturas redox... molibdênio. Eles podem também apresentar-se na forma de papéis.22 tem prioridade sobre qualquer outra da Nomenclatura. Os reagentes da presente posição podem também ser acondicionados na forma de kit constituído de vários componentes mesmo se um ou vários destes componentes são compostos de constituição química definida do Capítulo 28 ou do Capítulo 29 apresentados isoladamente. níquel. a domicílio. aqueles à base de anticorpos monoclonais ou policlonais) são excluídos. dos quais certas propriedades tenham sido determinadas com precisão (resistência ao alongamento. por exemplo). os reagentes de diagnóstico destinados a serem administrados em pacientes e os reagentes destinados à determinação dos grupos sanguíneos da posição 30. óxidos metálicos. farinha siliciosa fóssil ou matérias cerâmicas. Esta utilização deve ficar clara em virtude de sua composição. neste último caso. seria classificada em outra posição. MESMO APRESENTADOS EM UM SUPORTE. Os reagentes de laboratório e de diagnóstico preparados podem ser utilizados em laboratórios médicos. os produtos que retardam o desenvolvimento desses processos.Tendo como substância ativa um metal precioso ou um composto de metal precioso 3815. b) As do segundo grupo são misturas à base de compostos cuja natureza e proporções variam consoante a reação química a catalisar. os métodos utilizados para determinar esses valores assim como o grau de precisão associado a cada valor e o nome da autoridade certificadora. constituído por alumina. Os materiais de referência certificados da presente posição são materiais destinados à aferição de um aparelho. outros compostos metálicos ou de misturas dessas substâncias. de instruções constantes na etiqueta relativas a sua utilização in vitro ou em laboratório. densidade.02. Esses materiais de referência certificados podem consistir em: a) substratos adicionados de analitos cuja concentração tenha sido determinada com precisão. MATERIAIS DE REFERÊNCIA CERTIFICADOS. no campo. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 30.12). da indicação de teste de diagnóstico específico a efetuar ou da forma material na qual eles são apresentados (em uma base ou um suporte. quer na forma de uma preparação e são compostos.

. d) Meios de cultura preparados para o desenvolvimento de microrganismos (posição 38.Aditivos preparados para cimentos. ou inteiramente formadas por constituintes naturais (ver.43 a 28.7 .05. por exemplo.Contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro 3824.Misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos com pelo menos dois halogênios diferentes: 3824. Atualizado em 04/01/2011 . total ou parcialmente. 38.71 . em soluções. mesmo se apresentados numa forma que permita sua utilização como reagentes de diagnóstico ou de laboratório: a) Produtos das posições 28. colofônia).PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES (QUÍMICAS OU DE OUTRA NATUREZA) Salvo somente três exceções (ver abaixo os números 7. abaixo). com exclusão dos naftenatos hidrossolúveis da posição 34. alumínio.20 . cobalto.Argamassas e concretos (betões).21). excluem-se deles as soluções destes produtos em outros solventes.. por exemplo. 19 e 31).Ácidos naftênicos. Os produtos químicos compreendidos aqui não apresentam constituição química definida e são. de dextrina ou de outros amidos ou féculas modificados.. a presente posição não compreende as misturas de produtos químicos. ou outras substâncias com valor nutritivo. por exemplo). Todavia. beneficiadores de panificação.79 . misturadas com areias de moldação. quer obtidos como subprodutos da fabricação de outras matérias (ácidos naftênicos.Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição 3824. que se consideram preparações da presente posição). Estes produtos. c) Matérias corantes da posição 32.90 . de molibdênio. zinco.06. o número 23). (Deve notar-se que as soluções aquosas dos produtos químicos dos Capítulos 28 ou 29 permanecem classificadas nos referidos Capítulos. incluem-se na posição 21. etc. 2) As misturas não aglomeradas de carbonetos metálicos (carbonetos de tungstênio. de pastelaria ou bolachas e biscoitos). etc. exceto o da subposição 2905.24 AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO. por produtos químicos (o que constitui o caso geral). PRODUTOS QUÍMICOS E PREPARAÇÕES DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OU DAS INDÚSTRIAS CONEXAS (INCLUÍDOS OS CONSTITUÍDOS POR MISTURAS DE PRODUTOS NATURAIS).43 a 28.) entre si ou com aglutinantes metálicos (por exemplo. quer. consistem. melaço ou de polímeros do Capítulo 39.Outros Esta posição abrange: A.10 . B. e os naftenatos de cobre empregados na preparação de fungicidas.02 e dos sais das posições 28.46. compreendidas as preparações mencionadas na Nota 3 do Capítulo 32. misturados entre si ou com aglutinantes metálicos 3824.60 . cromo e de chumbo. e para facilitar a remoção da areia após a peça ter sido moldada. As preparações (químicas ou de outra natureza).Os reagentes seguintes são igualmente excluídos da presente posição.46 (ver a Nota 1 da Seção VI). quer como componentes desses alimentos.50 . cobalto). mucilagens vegetais. NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES (+). Desde que não contrariem as disposições acima.. à base de produtos resinosos naturais (por exemplo. classificam-se na posição 35. alguns dos quais se utilizam para obtenção de sicativos ou de aditivos para óleos minerais.40 . salvo raras exceções. quer em misturas (de que as emulsões e dispersões constituem formas particulares). e de substâncias alimentícias. manganês.AGLUTINANTES PREPARADOS PARA MOLDES OU PARA NÚCLEOS DE FUNDIÇÃO A presente posição abrange os aglutinantes para núcleos de fundição. quer para melhorar-lhes algumas das suas características (por exemplo. dos tipos utilizados na preparação de alimentos próprios para consumo humano. 3824. podem citar-se entre os produtos químicos e preparações aqui compreendidos: 1) Os ácidos naftênicos (subprodutos da refinação de alguns óleos de petróleo ou de minerais betuminosos) e os respectivos sais.44 3824. As preparações aqui referidas podem ser também compostas.Sorbitol. argamassas ou concretos (betões) 3824. b) Produtos cobertos pela Nota 1 do Capítulo 28 ou pela Nota 1 do Capítulo 29. os naftenatos de cálcio. Trata-se de preparações que. a presente posição não inclui produtos de constituição química definida apresentados isoladamente. geralmente. quer preparados especialmente. Contudo.04. não refratários 3824. bário. seus sais insolúveis em água e seus ésteres 3824. por vezes. a dextrina e outros amidos e féculas modificados e as colas à base de amidos ou de féculas.Carbonetos metálicos não aglomerados. óleo de linhaça.30 .09.Outras 3824. ao passo que. para fabricação de pontas de ferramentas ou de artefatos semelhantes da posição 82. dão-lhes uma consistência apropriada para serem utilizadas como moldes ou núcleos de fundição. dextrina. Incluem-se aqui.

04 (cristais de cloreto de potássio). por exemplo. sendo este tratamento geralmente seguido de neutralização. 14) Os permutadores de íons (incluídos os permutadores básicos e os permutadores ácidos). obtidos a partir do petróleo ou de cortes (frações) de petróleo por sulfonação. os constituídos por uma mistura de cloreto de amônio com uréia. exceto os polímeros do Capítulo 39. O oxílito apresenta-se freqüentemente em cubos ou placas. 15) As preparações desincrustantes (também conhecidas por detartrantes. cosméticos. É um líquido negrusco e muito viscoso. Quando se juntam às águas duras. argamassas ou concreto (betão). um dos seus íons por um íon de uma substância dissolvida na solução. evitando a formação de depósitos calcários em caldeiras. quando apresentem características de ceras artificiais. tubos de vapor e outros dispositivos de circulação de águas. são todavia excluídas (posição 28. O sorbitol que satisfaça às condições da Nota 1 do Capítulo 29 classifica-se na posição 29.e triésteres de ácidos graxos (gordos*) de glicerol. sem qualquer processo de separação. antitártaro e tartrífugas) à base de carbonato ou silicato de sódio. preparados para serem utilizados como produtos de dessulfurização em siderurgia. Geralmente apresentam-se em pequenos frascos (cuja tampa.5 g ou mais.04. trocam. ainda são empregados para transformar a água salgada em água potável. 7) Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) de óxido de magnésio ou de sais halogenados dos metais alcalinos ou alcalino-terrosos (fluoretos de cálcio ou de lítio. por exemplo. 19) Os produtos para apagar tintas de escrever. brometo de potássio. Atualizado em 04/01/2011 . Deve notar-se que os sulfonatos de petróleo solúveis em água. que se utilizam para completar o vácuo nas lâmpadas e válvulas elétricas.14. as misturas desta espécie que apresentem características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. possui um pincel). Esta propriedade dos permutadores de íons é aproveitada industrialmente. aglutinantes e solventes. precipitam sob a forma de lamas a maior parte das matérias incrustantes (sais de cálcio ou de magnésio) dissolvidos. cujo teor em D-glucitol está geralmente compreendido entre 60% e 80% (sobre extrato seco). as preparações à base de óxido de cálcio. quando mergulhado em água. produtos alimentícios. que se prepara adicionando-se ao peróxido de sódio pequenas quantidades de produtos (sais de cobre ou de níquel. Todavia. 11) As misturas de mono-.04. 13) O óleo de Dippel (óleo de ossos. 12) Os óleos fúsel. alcatrão de ossos). Estes compostos apresentam-se. nas indústrias têxteis. As policlorodifenilas sólidas e as cloroparafinas sólidas com características de ceras artificiais classificam-se na posição 34. tais como os de metais alcalinos. por exemplo. As zeólitas artificiais (de constituição química definida ou não). em tinturaria. com exceção daquelas contendo aglutinantes. manuscritos. de cheiro fétido. O sorbitol deste tipo obtém-se geralmente por hidrogenação da glicose ou do açúcar invertido. zircônio. carbonato de cálcio e outras matérias tais como o carbono ou o fluoreto de cálcio.01 (cristais de cloreto de sódio) ou na posição 31. Os diluentes orgânicos compostos para estes vernizes classificam-se na posição 38.3) Os aditivos preparados para cimentos. contendo outros polióis. que se emprega principalmente para preparar inseticidas ou bases pirídicas. 8) Os sulfonatos de petróleo. 20) Os produtos para correção de matrizes de duplicadores (estênceis) acondicionados para venda a retalho. insolúveis em água. 6) As misturas de carboneto de cálcio. produtos farmacêuticos. por exemplo) que têm por fim regularizar a liberação de oxigênio.04. para este uso. e as preparações destinadas a adicionarem-se aos cimentos para os impermeabilizar (mesmo contendo sabão). cloretos de potássio ou de sódio. em pastilhas. cuja tampa tem. por exemplo. tri-. do ácido sulfúrico fumante (óleum) ou do anidrido sulfúrico dissolvido no anidrido sulfuroso (dióxido de enxofre) líquido. 16) O oxílito (ou pedra de oxigênio). etc. muitas vezes. etc. fotocópias. por exemplo. geralmente. 4) As argamassas e o concreto (betão). di. que se obtêm durante a retificação das fleumas. em latas ou em forma de canetas. misturas de di-. acondicionados para venda a retalho. empregadas como emulsionantes de gorduras. bromoiodeto de potássio. 17) Os aditivos para endurecer vernizes ou colas. um dos quais. contidos em frascos pequenos. um pincel.) cujo peso unitário é de 2. postos em contato com uma solução eletrolítica. excluído o da posição 29. por meio de reação reversível. incluem-se na posição 34. na posição 25.07 ou. São geralmente vernizes celulósicos cor de rosa. Todos os outros tipos de poli(oxietileno) (polietileno glicol) classificam-se na posição 39. 18) Os compostos absorventes. encontram-se na mesma embalagem dois frascos. por exemplo. ácidos graxos (gordos*). 9) As policlorodifenilas (misturas de derivados clorados de difenila) e as cloroparafinas. matérias taninosas.01. contém uma solução aquosa de bissulfito de sódio e o outro uma solução aquosa de permanganato de potássio.. Este grupo compreende principalmente os xaropes de sorbitol (D-glucitol). Têm a característica de serem dificilmente cristalizáveis e usam-se em numerosas indústrias (por exemplo. à base de bário. Obtêm-se por hidrogenação dos xaropes de glicose com um teor elevado em di.e polissacarídeos. matérias têxteis). utilizados para dissimular erros ou outras falhas praticados em textos datilográficos. na maior parte das vezes. na posição 34. plásticos. por exemplo. São normalmente soluções aquosas de produtos de constituição química definida.02.05. etc. tabletes ou formas análogas ou ainda sobre tubos ou fios metálicos. 10) Poli(oxietileno) (polietileno glicol) de peso molecular muito baixo. 21) Os líquidos corretivos acondicionados para venda a retalho.5 g classificam-se no Capítulo 28. folhas ou chapas de impressão em ofsete ou artefatos semelhantes. e tetra(oxietileno) glicol. não refratários.42). para eliminar os sais de cálcio ou de magnésio das águas duras (incrustantes) empregadas na alimentação de caldeiras. que se obtém por destilação pirogenada de ossos ou chifres de ruminantes. etc. 5) O sorbitol. Estes vernizes excluem-se da presente posição quando não se apresentem acondicionados para venda a retalho.05. em lavanderias. Pode empregar-se um único produto (por exemplo. São compostos insolúveis que. uma solução aquosa de cloramina) ou tornar-se necessário o emprego de dois produtos com funções complementares. etc. as preparações anti-ácidas à base de silicatos de sódio ou de potássio e de fluorsilicatos de sódio ou de potássio. Os elementos de óptica de cristais cultivados incluem-se na posição 90. Os cristais cultivados (com exclusão dos elementos de óptica) cujo peso unitário seja inferior a 2. Além de outros usos. de amônio ou de etanolaminas. Neste último caso. pela ação do ácido sulfúrico. São líquidos opacos (de cor branca ou outra) constituídos essencialmente por pigmentos.

mica. 28) As preparações antiferrugem. cola e cré. talco. que se emprega como dissecante e que muda de cor quando termina a sua ação. caso contrário. por exemplo. em peso. por exemplo. Consistem principalmente em misturas à base de caulim. 37) O "pigmento mat" ou "pigmento flatting" composto de um sal de alumínio. constituídos por cloreto de sódio adicionado de nitrito de sódio (sais nitritados) ou de nitrato de sódio (sais nitratados). a ser utilizada.06. de matérias piezoelétricas (exceto o quartzo. constituídas por gorduras. Todavia.22). ainda. musgo-da-irlanda ou albumina de ovo. gesso. São artigos de pequenas dimensões. para fins anestésicos. tais como bicarbonato de sódio (hidrogenocarbonato de sódio) e ácido tartárico. em razão do guanino que contém. que não sejam substâncias alimentícias. por exemplo.03. São preparações em pó que se adicionam muitas vezes às tintas (com exceção das tintas à àgua) para reduzir-lhes o seu custo. o zircotitanato duplo de chumbo e estrôncio.07). em uma proporção de 10% a 15%. etc. além de outros elementos. utiliza-se para absorver o anidrido carbônico (dióxido de carbono) nos aparelhos respiratórios de recirculação de ar. sendo cada partícula revestida. cristais cultivados de alta qualidade. que consiste em uma pasta em bruto prateada e que se obtém por tratamento das escamas de peixes em presença de white spirit e destinadas.03 ou 71. misturas entre si de produtos químicos (hidróxido de alumínio com sulfato de bário. abrasivos. 25) Os indicadores fusíveis (cones de Seger. de rubídio. geralmente. geralmente de forma piramidal.).14. contendo éter diétilico e óleos de petróleo. utilizadas especialmente para clarificação (colagem) de vinhos. etc. Permitem assim. em presença de um solvente e de um composto fluorescente. e as preparações para clarificação de outras bebidas fermentadas. em peso. tais como cola de peixes. depois de ter sido misturado com água. 32) As preparações destinadas a facilitar a aderência das correias de transmissão. cimento. calcita.Os diluentes orgânicos compostos destes líquidos incluem-se na posição 38. 33) Os produtos intermediários da fabricação de certas substâncias terapêuticas (por exemplo. ardósia. Trata-se de preparações à base. antibióticos). Os cristais não cortados seguem o seu regime próprio . como pasta para modelar. e de substâncias.). que se prepara impregnando de soda cáustica a cal pura. neste caso. quartzo e de feldspato. de óleos de petróleo ou de óleos obtidos a partir de minerais betuminosos. cortados. por fermentação. etc. etc. por tratamento especial. melhoram a sua qualidade (facilitam. constituídos por um micélio inativo. sulfato natural de bário. constituindo o éter dietílico o seu elemento de base.. os bastonetes nos quais o efeito luminoso se obtém por uma reação química entre ésteres do tipo oxálico e o peróxido de hidrogênio. constituídos por misturas de substâncias análogas às que entram na composição das pastas cerâmicas e das preparações vitrificáveis. A cal sodada acondicionada como reagente de laboratório exclui-se desta posição (posição 38. Estas preparações são misturas de dois ou mais produtos naturais (cré. utilizadas para fins edulcorantes. etc. não contendo. 34) Os artigos que produzem um efeito luminoso provocado por um fenômeno de quimiluminescência.desde que constituam compostos de constituição química definida.07.. as tortas alcalinas (cakes alcalinos). Atualizado em 04/01/2011 . a função de pigmentos. por exemplo). misturas destes produtos naturais com produtos químicos ou. o tartarato de etilenodiamina.Capítulos 28 ou 29 . o titanato de cálcio. de uma quantidade mais ou menos igual de celulose de madeira. classificam-se na presente posição. 38) A pasta de escamas de peixe ou "guano" de peixe. b) O titanato de bário. que se obtêm por meio de microrganismos. de ácido fosfórico. de uma película hidrófuga de ácido esteárico. os ortomonofosfatos de amônio. conforme o caso. 22) As preparações enológicas. mesmo contendo 70% ou mais. dolomita. 31) Alguns elementos não montados. que atuam quimicamente para evitar a ferrugem. a dispersão dos pigmentos corantes). Também se incluem aqui os elementos policristalinos polarizados dos produtos referidos na alínea b) não montados. em uma proporção igual ou superior a 70%. filtração e primeira extração. apresentados isoladamente. em alguns casos. o zircotitanato de chumbo.10 ou 34. mais de 70% de substâncias ativas. A sua composição é estabelecida de forma a fundirem a uma temperatura bem determinada. por exemplo. amianto. no sentido do seu eixo elétrico. gelatina. e que. 27) O gel de sílica hidratada corado por sais de cobalto. 39) Os cristais de bromo-iodeto de tálio. 23) Os diluentes compostos para tintas. comprimidos) constituídas por uma mistura de sacarina ou dos respectivos sais. utilizados pelas suas propriedades ópticas (alta transparência aos raios infra-vermelhos). Podem obter-se talhando com precisão. classificam-se na posição 21. Todavia. após refinação. a clorotetraciclina. Também se empregam na fabricação de tintas à àgua e desempenham. o metaniobato de chumbo. a presente posição não compreende as pastas para modelar preparadas da posição 34. São geralmente à base de poli(pirrolidona de vinila) ou de substâncias gelatinosas ou albuminosas. As preparações antiferrugem à base de lubrificantes incluem-se nas posições 27. 24) As preparações para a fabricação de determinados produtos cerâmicos (por exemplo. 26) A cal sodada. para controle da temperatura dos fornos. quando adicionados de açúcar. 35) As preparações destinadas a facilitar o arranque de motores a gasolina. das posições 71. que são produtos intermediários da fabricação da clorotetraciclina (aureomicina). dentes artificiais).04). 36) O pó composto de cerca de 30% de farinha de centeio. controlar-se a cozedura de peças cerâmicas. em submarinos. Esta categoria de produtos compreende igualmente o carbonato natural de cálcio (branco de Champanhe) finamente pulverizado. 30) Os sais para salga. por exemplo. para fabricação de essência do Oriente. carbonato natural de magnésio. As matérias mais correntemente utilizadas para preparação dos elementos piezoelétricos da presente posição são: a) O sal de Seignette (sal de Rochelle) (tartarato duplo de potássio e de sódio tetra-hidratado). especialmente. constituídos por uma solução sólida de brometo e de iodeto. de um ácido resínico modificado e cujas partículas são revestidas de um éter de celulose destinado a protegê-las contra os solventes e a evitar a formação de um depósito. etc. Estes sais. e utilizado. de césio e os cristais mistos destes últimos. excluem-se as preparações que contenham enzimas (posição 35. 29) As preparações (por exemplo. auxiliares de filtração e. a turmalina.

09.Poli(acetato de vinila): 3905.Mistura de diversas argilas. 3905. .12 . consistindo numa montmorilonita que foi submetida a um tratamento especial destinado a torná-la organófila e que se apresenta em forma de pó branco cremoso utilizado para fabricação de numerosas preparações orgânicas (tintas.Mistura de diversas argilas e de feldspato. sendo o elemento essencial a gelatina à qual se adicionam.) ou prontas para uso (geralmente sobre papel ou tecidos). quer numa mesma posição do Capítulo 25. 41) Os ácidos graxos (gordos*) industriais: 1º) Dimerizados. Excluem-se também: a) Os agentes de apresto ou de acabamento e outros produtos ou preparações dos tipos utilizados na indústria têxtil.43. de constituição química não definida.) para serem usadas em rolos de máquinas de impressão. tambores. areias.10. mesmo com matérias classificadas em outros Capítulos e que tenham uma das seguintes composições: . dextrina. Os produtos misturados contendo. consistindo em uma mistura especialmente preparada de monóxido de chumbo (65% a 80%) e de chumbo metálico (para o resto) obtido por oxidação controlada de chumbo puro quando do tratamento num moinho de esferas. tais como as terras de transplante. As transações comerciais de que são objeto as misturas contendo hidrocarbonetos acíclicos peralogenados unicamente com flúor e cloro são regulamentadas pelo protocolo de Montreal sobre as substâncias que destroem a camada de ozônio. ceras. 39.Public. SRF nº 612. fósforo ou potássio. cosméticos. OUTROS POLÍMEROS DE VINILA. 42) O aglomerado à base de óxido molíbdico técnico. b) As misturas de matérias minerais usadas como isolantes térmicos ou sonoros ou para a absorção do som. os isômeros de divinilbenzeno (proporção-típica 25% a 45%) e os isômeros de etilvinilbenzeno (proporção-típica 33% a 50%) utilizados como agentes de retificação em resinas de poliestireno nas quais os dois grupos de isômeros participam na retificação. utilizado na fabricação de placas de acumuladores.40) Os produtos gelificantes. para a fabricação de mós abrasivas.06. 47) As pastas à base de gelatina. 70% ou mais de óleos de petróleo ou de óleos obtidos de minerais betuminosos classificam-se na posição 27. .). mástiques. janeiro de 2006 . mesmo que contenham pequenas quantidades dos elementos fertilizantes: nitrogênio (azoto). EM FORMAS PRIMÁRIAS. sulfato de bário para as pastas de cópia. 43) O produto em pó. constituídas por produtos que se classificam no Capítulo 25 (terras.12. depois de epoxidados. A composição destas pastas é variável. Nota Explicativa de Subposições.2 . Norm. em proporções variáveis. 46) As misturas utilizadas como meios de crescimento de plantas.Copolímeros de acetato de vinila: Atualizado em 04/01/2011 . etc. tal como o benzeno. de couros ou indústrias semelhantes.Mistura de argila.1 . consistindo em produtos classificados quer em posições distintas. (Atualização nº 9.Outros 3905.. da posição 68. ou as misturas à base de amianto ou à base de amianto e carbonato de magnésio. etc.71 e 3824.79 As subposições 3824. as misturas de turfa com areia e argila cuja característica essencial seja conferida pela turfa (posição 27. preparado para ser utilizado como elemento de liga na fabricação de aços. em peso. Subposições 3824. quer se apresentem em massa (caixas. 2º) Trimerizados.Mistura de argila. de feldspato e de silicato de sódio.03).79 abrangem as misturas contendo derivados peralogenados de hidrocarbonetos acíclicos contendo pelo menos dois halogênios deferentes. 48) Os ésteres mono-alquilados de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais (denominados “biodiesel”) e utilizados especialmente como combustível para motores a combustão interna de ignição por compressão. em rolos de impressão e para usos semelhantes. 45) As misturas utilizadas como espessantes ou estabilizantes de emulsão nas preparações químicas ou ainda como aglomerantes. dispersões de polímeros de vinila. 3º) Esterificados por álcool amílico. de carbono e ácido bórico. Excluem-se. vernizes.POLÍMEROS DE ACETATO DE VINILA OU DE OUTROS ÉSTERES DE VINILA.Em dispersão aquosa 3905. . argilas). 44) As misturas de isômeros de dois compostos orgânicos diferentes. etc. pela Instr. todavia. da posição 68. utilizadas para reproduções gráficas. Estas pastas classificam-se aqui. adesivos. de feldspato em pó e de bórax natural (tincal) pulverizado. glicerol ou açúcar e matérias de carga (caulim. incluídas as misturas desses derivados peralogenados com outras substâncias. na indústria do papel. da posição 38.05 .. comercialmente chamado "óxido cinzento" ou "óxido negro" ou às vezes impropriamente "pó de chumbo". DOU 17/02/2006) Os rolos de impressão cobertos de pasta classificam-se na posição 84.19 .71 e 3824. EM FORMAS PRIMÁRIAS.

Um polímero vinílico é um polímero cujo motivo monomérico possui uma fórmula H CH = C < ² X . adesivos e agentes de apresto ou de impregnação para matérias têxteis. onde a ligação C--X é uma ligação carbono-carbono estão. O poli(álcool vinílico) é normalmente obtido por hidrólise do poli(acetato de vinila).POLIACETAIS.Outros 3905. Não devem ser confundidos com os poli(éteres de vinila) da posição 39.Não saturados 3907. EM FORMAS PRIMÁRIAS.9 ..21 . etc. brinquedos mecânicos.30 . poli(oxidimetilfenileno).Policarbonatos 3907. painéis de bordo para veículos automóveis.04. As soluções e dispersões (emulsões e suspensões) de poli(acetato de vinila) são utilizadas especialmente como adesivos. adesivos. de produtos farmacêuticos e de cosméticos..70 . por serem excessivamente macios e elásticos. POLIÉSTERES ALÍLICOS E OUTROS POLIÉSTERES. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. pás para bombas e ventiladores. tintas. e o polioxipropileno. Esta família de plásticos abrange os copolímeros de acetal que são considerados plásticos técnicos. cobertores e vestuário. Não devem ser confundidos com os poli(acetais de vinila) da posição 39.60 . ou ainda por reação do poli(acetato de vinila) com um aldeído.Poli(tereftalato de etileno) 3907.40 .10 . utilizado na fabricação de peças mecânicas. As cetonas polivinílicas.3905..11).99 . dos quais o poli(acetato de vinila) é.Outros: 3905. Os poli(acetais de vinila) podem ser preparados por reação do poli(álcool vinílico) com um aldeído tal como o formaldeído ou o butiraldeído.9 .99 . nos quais as funções éter são grupos substitutos na cadeia do polímero.29 . portanto. em geral o formaldeído. Os polímeros de acetato de vinila ou de outros ésteres de vinila. Os membros mais importantes deste grupo são o poli(oxietileno) (polietileno glicol). POLICARBONATOS. saltos para calçados.30 . não servem para a fabricação de artefatos. de longe.20 . São geralmente utilizados na preparação de lacas. O poli(álcool vinílico) pode ser obtido em várias qualidades diferentes. No que diz respeito à classificação de polímeros (incluídos os copolímeros). utilizados na fabricação de caixas de rolamentos. etc. Atualizado em 04/01/2011 . segundo seu teor em grupos acetatos não hidrolisados.. aglutinantes e espessantes de tintas.Outros Esta posição abrange: 1) Os poliacetais (polioximetilenos): são polímeros obtidos a partir de um aldeído. o polioxipropileno e o polioxifenileno (PPO) ou.Em dispersão aquosa 3905. glicóis ou de matérias semelhantes e caracterizam-se pela presença de funções éter na cadeia do polímero. puxadores de portas.Poli(ácido láctico) 3907. onde a ligação C--X não é nem uma ligação carbono-carbono nem uma ligação carbono-hidrogênio.Outros Esta posição compreende todos os polímeros vinílicos com exclusão dos da posição 39.07 . EM FORMAS PRIMÁRIAS. 3907. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. OUTROS POLIÉTERES E RESINAS EPÓXIDAS. nos quais as funções acetal são grupos substitutos na cadeia do polímero.05. o poli(carbazol de vinila) e a poli(pirrolidona de vinila). RESINAS ALQUÍDICAS. mesmo contendo grupos acetato não hidrolisados 3905.91 . o polímero mais importante. As fibras obtidas a partir do poli(álcool vinílico) utilizam-se na fabricação de roupa interior. bem como em têxteis. sendo o PPO. cames.Resinas alquídicas 3907. Entre os outros polímeros vinílicos. como um produto intermediário na fabricação de espumas de poliuretano... excluídas (posição 39.Copolímeros 3905.91 . Estes produtos têm uma vasta gama de aplicações.Outros poliéteres 3907. etc. tal como os poliacetais.Outros poliésteres: 3907. 2) Os outros poliéteres: são polímeros obtidos a partir de epóxidos.Resinas epóxidas 3907.Poli(álcool vinílico).50 . podem-se citar os éteres polivinílicos. São excelentes agentes emulsificantes e de dispersão. acessórios de canalização. e que se caracterizam pela presença de funções acetal na cadeia do polímero. mais exatamente. utilizados como colóides protetores.Poliacetais 3907.05. 39.

ver as Considerações Gerais deste Capítulo. que se apresentam em geral sob a forma de pré-polímeros líquidos.20 3909. resinas de tiouréia . são utilizados principalmente na fabricação de estratificados reforçados de fibra de vidro e de produtos moldados transparentes. Além das suas aplicações extremamente importantes no domínio dos têxteis.06. por exemplo. É um polímero obtido. ácidos ou álcoois monofuncionais ou colofônia. os licores de sulfito. o suco de beterraba sacarina. para a classificação das colas). oftalato de dialila. O poli (isocianato de fenil metileno) (que é freqüentemente denominado “MDI em bruto” ou “MDI polimérico”) apresenta-se na forma líquida.30 3909. por exemplo. por condensação de epicloridrina (1-cloro-2. Os mais importantes são os produtos de condensação do formaldeído com uréia ou com tiouréia (resinas uréicas e resinas de tiouréia). é igualmente utilizado na fabricação de películas para embalagem. ou ainda por epoxidação de compostos não saturados. 5) Os poliésteres: estes polímeros caracterizam-se pela presença de funções éster carboxílicas na cadeia do polímero e são obtidos. . O ácido láctico é transformado num dímero de lactida cíclica em que a estrutura cíclica é aberta durante a polimerização final.18. As resinas deste grupo são utilizadas principalmente como revestimentos e na composição de vernizes de alta qualidade. Entendem-se por "poliésteres não saturados" os poliésteres cujo grau de insaturação etilênica é tal que possam facilmente ser (ou já tenham sido) reticulados com monômeros contendo ligações etilênicas para formar produtos termorrígidos. EM FORMAS PRIMÁRIAS. Estes polímeros têm um certo número de aplicações industriais. tais como o poli(tereftalato de butileno) e as resinas alquídicas saturadas que não contenham óleo.09 3909. translúcido ou colorido e com brilho notável. Em soluções e dispersões (emulsões e suspensões) (modificadas ou não por óleos vegetais. os melaços. Este produto serve essencialmente para fabricar fibras têxteis. os açúcares.3) As resinas epóxidas: são polímeros obtidos. resinas de fundição ou de moldagem. apresentam-se sob forma viscosa ou em solução. nos quais os grupos éster são substitutos na cadeia do polímero.05 e dos poli(ésteres acrílicos) da posição 39. b) Os poli(ésteres de alila) que formam uma categoria especial de poliésteres não saturados (para a definição da expressão "não saturados" ver alínea d). tais como. ácido maléico ou ácido fumárico. de resinas fenólicas (novolacas) ou outros compostos poliidroxilados. vernizes e em aplicações que requeiram permeabilidade a microondas. Os óleos animais ou vegetais epoxidados classificam-se na posição 15. de aparência opaca. 4) Os policarbonatos: são polímeros obtidos por condensação do bisfenol A com o fosgênio (oxicloreto de carbono. materiais de embalagem e materiais para uso médico. Entre os poliésteres saturados. Empregam-se como revestimento de superfícies.50 RESINAS AMÍNICAS. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. por exemplo. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). conhecido igualmente como polilactido.Resinas fenólicas . um ácido ou um anidrido orgânico. c) O poli(tereftalato de etileno) (PET). termorrígidos. Entre os poliésteres não saturados podem citar-se os poli(ésteres de alila) (ver alínea b). citam-se os polímeros à base de ácido tereftálico. obtidos a partir de um ácido não saturado. Estes produtos.Poliuretanos Esta posição abrange: 1) As resinas amínicas Resultam da condensação de aminas ou amidas com aldeídos (formaldeído. em que ao menos um deve ser parcial ou totalmente trifuncional ou mais. aprestos para têxteis.10 3909. adesivos. RESINAS FENÓLICAS E POLIURETANOS.Resinas melamínicas .3-epoxipropano) com bisfenol A (4. um complexo de trifluoreto de boro ou um polímero orgânico. por exemplo. São utilizados como adesivos de estratificação. Distinguem-se por isso dos poli(ésteres de vinila) da posição 39. estas resinas caracterizam-se pela presença de grupos epóxidos reativos. Normalmente.Outras resinas amínicas . que lhes permitem reticular facilmente no momento da sua utilização. revestimentos. É normalmente produzido a partir do ácido láctico obtido por síntese ou por fermentação (de acordo com este método. e caracterizam-se pela presença de funções éster carbônicas na cadeia do polímero. por esterificação do ácido tereftálico com o etileno glicol ou por reação entre o tereftalato de dimetila e o etileno glicol. garrafas para sucos de frutas. o soro de leite ou os amidos). abaixo). álcoois ou outros polímeros sintéticos). Qualquer que seja a estrutura fundamental do polímero. utensílios de mesa.4-isopropilidenodifenol). cloreto de carbonila) ou com o carbonato de difenila. por adição de um composto aminado. particularmente na fabricação de artigos moldados e como material para vidraças. exclusão b). A consistência das resinas epóxidas varia desde a de líquidos de fraca viscosidade até a de sólidos de elevado ponto de fusão. e) Os outros poliésteres. de uma cor que vai do castanho Atualizado em 04/01/2011 . com a melamina (resinas melamínicas) ou com anilina (resinas de anilina). pela condensação de um poliálcool e de um ácido policarboxílico. etc. fitas para gravações magnéticas. Estas resinas utilizam-se na fabricação de artefatos de plástico transparente.Resinas uréicas. artigos de fantasia ou objetos para usos eletrotécnicos. modificados com a ajuda de outras substâncias tais como ácidos graxos (gordos*) ou óleos animais ou vegetais. Entre os poliésteres podem citar-se: a) As resinas alquídicas que são produtos de policondensação de álcoois polifuncionais com ácidos polifuncionais ou seus anidridos. etc. por exemplo. acima) e outros poliésteres (incluídas as resinas alquídicas que não contenham óleo). Este grupo não inclui as resinas alquídicas que não contenham óleo (ver alínea d). utilizam-se como colas. por exemplo. Estes produtos são muito utilizados na fabricação de películas e de fibras têxteis. ácidos graxos (gordos*).40 3909. 39. d) O poli(ácido láctico). obtidos a partir dos ésteres do álcool alílico com ácidos dibásicos. (ver as Considerações Gerais deste Capítulo. as matérias inicialmente utilizadas são essencialmente as hexoses ou os compostos que podem ser facilmente separados em hexoses. abaixo). geralmente. furfurol ou outros). são muito empregadas para moldação. que podem ser não saturados ou saturados.

2) As resinas de silicones empregam-se.10 .escuro ao castanho claro e sintetiza-se por reação de anilina e de formaldeído para constituir o poli(metileno fenilamina) que. acima. produtos de impregnação. os elastômeros. de óleos vegetais.Tubos rígidos: 3917.Tripas artificiais de proteínas endurecidas ou de plásticos celulósicos 3917. 3917. as resinas de silicones e os elastômeros de silicones. dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. etc.De polímeros de etileno 3917.2 . estas resinas empregam-se. de 03/08/2004 .). como produtos desmoldantes. geralmente. compostos de moldação e como fibras.26. d) Os produtos à base das resinas referidas nas alíneas a).Public.10 ou 34. DOU 15/02/2005) No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). pastoso. Norm. 39. depois.De polímeros de propileno Atualizado em 04/01/2011 . semifluído. 2) As resinas fenólicas Este grupo abrange uma grande variedade de resinas obtidas por condensação do fenol ou dos seus homólogos (cresol. FLANGES. de resinas sintéticas (especialmente resinas alquídicas). a este grupo: a) As resinas (novolacas) fusíveis e solúveis permanentemente em álcool ou em outros solventes orgânicos e obtidas em meio ácido.Public. pela Instr. 1) Os óleos e as gorduras de silicones empregam-se como lubrificantes.03.11 quando satisfaçam as disposições da Nota 3 do presente Capítulo. de ácidos orgânicos ou de outros produtos químicos que influenciam a sua solubilidade nos óleos sicativos. cuja molécula possui mais de uma ligação silício-oxigênio-silício e que contém grupos orgânicos fixos aos átomos de silício por ligações diretas silício-carbono. É um polímero modificado quimicamente de anilina e de formaldeído (uma resina amínica modificada quimicamente). etc. amianto e mica). Deve.21 . como revestimentos ou como produtos de impregnação. Excluem-se os silicones que satisfaçam às condições da Nota 3 do Capítulo 34 (posição 34.. e os indutos e revestimentos.. os óleos de silicones. resistentes a temperaturas altas ou baixas. No que respeita à classificação dos polímeros (incluídos os copolímeros). entre outros. as gorduras de silicones. o l. amilfenol. Os silicones desta posição são produtos de constituição química não definida. A esta propriedade devem a sua utilização na fabricação de juntas e guarnições de aparelhos submetidos a temperaturas extremas. geralmente. resistentes a altas temperaturas. 3) Os elastômeros de silicones. principalmente. de 03/08/2004 . acetaldeído.16 a 39. por fim. pastosos ou sólidos que se empregam como bases para revestimentos. 3) Os poliuretanos Esta classe inclui todos os polímeros obtidos pela reação entre isocianatos polifuncionais e compostos poliidroxilados. tais como as poli(etilenoaminas) não são resinas amínicas e classificam-se na posição 39. de revestimentos ou de peças isolantes ou impermeáveis. c) As resinas fenólicas oleossolúveis (solúveis nos óleos sicativos).Public. Estes produtos são utilizados na preparação de vernizes ou de tintas. pela Instr. tais como o formaldeído. preparadas a partir do butilfenol. etc. etc. Utilizam-se. quando a reação está completamente terminada.) ou de fenóis substituídos com aldeídos. folhas. as resitas. de 03/08/2004 . para preparação de vernizes ou de pós de moldação. modificados por adição de resinas naturais (colofônia. SRF nº 509. como antiespumantes. obtidas em meio alcalino. principalmente. de moldações flexíveis. DE PLÁSTICOS. dá a função isocianato livres. Os poliuretanos existem sob diversas formas das quais as mais importantes são as espumas. igualmente. b) As resinas fenólicas termorrígidas. Norm. produtos líquidos. xilenol. A natureza dos produtos varia em função das condições em que se efetua a reação e conforme a matéria se encontre ou não modificada pela introdução de outras substâncias.TUBOS E SEUS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. Encontram aplicação no campo da medicina servindo para a fabricação de válvulas cerebrais automáticas utilizadas em casos de hidrocefalia. tubos ou varetas ou outros artigos. possuem uma certa extensibilidade que não é afetada por altas ou baixas temperaturas. 39. como produtos de impregnação hidrófobos. COTOVELOS. Pertencem. contudo. SRF nº 509. principalmente. DOU 15/02/2005) As resinas poliaminas.10 SILICONES EM FORMAS PRIMÁRIAS. notar-se que as preparações lubrificantes constituídas por misturas contendo gorduras ou óleos de silicones são classificadas nas posições 27. os poliéter-polióis. que não satisfaçam à definição de borrachas sintéticas do Capítulo 40. vernizes.4-butano-diol. Podem apresentar-se sob diversos estados (líquido. Estes produtos são geralmente vendidos como um elemento de um sistema ou de sortido com vários componentes. SRF nº 509. como por exemplo o óleo de rícino. de álcoois.. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo.14.22 . São também utilizados como adesivos. parafenilfenol ou de outros fenóis substituídos. São muito estáveis. que se classificam. sólido) e compreendem. os resitóis. associadas a matérias de reforço (fibra de vidro. pela Instr. UNIÕES). (Atualização nº 6. o diisocianato de tolueno). como dielétricos. etc. utilizam-se. na preparação de vernizes. os poliésterpolióis. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo. furfurol. (Atualização nº 6. DOU 15/02/2005) Este grupo compreende também as misturas de poliuretano com diisocianato polifuncionais não reagido (por exemplo. que se empregam como pós de moldação.17 . Norm. conforme o caso (ver as Notas Explicativas correspondentes). dos polímeros modificados quimicamente e das misturas de polímeros. nas posições 39. na fabricação de estratificados. durante a operação obtém-se uma gama contínua de produtos: primeiramente os resóis. na fabricação de vernizes.02). b) e c). JUNTAS. (Atualização nº 6. bem como na encapsulação elétrica. Certas resinas deste tipo são utilizadas como permutadores de íons e incluem-se na posição 39. O polímero daí resultante totaliza uma quantidade média de unidades monoméricas compreendida entre 4 e 5 e é um importante pré-polímero utilizado na fabricação de poliuretanos. reagindo em seguida com fosgênio e calor. que são normalmente obtidas em formas acabadas tais como chapas.

De outros plásticos A primeira parte desta posição abrange os plásticos dos tipos normalmente utilizados como revestimentos de pavimentos.Em rolos de largura não superior a 20cm 3919.De outros plásticos 3923. etc.21 . (No que respeita à classificação dos tubos. Deve notar-se que os revestimentos para pavimentos auto-adesivos classificam-se nesta posição.29 .31 . sem umidificação ou qualquer outra adição. cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes 3923.29 .18. Deve notar-se que a presente posição abrange os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização inicial (ver a Nota 2 da Seção VII). nem associados de outra forma com outras matérias.Tubos flexíveis podendo suportar uma pressão mínima de 27. AUTO-ADESIVAS. não reforçados com outras matérias. são colados de forma permanente (de um ou ambos os lados) e que adiram firmemente em grande número de superfícies de diferentes tipos por simples contato ou por simples pressão do dedo ou da mão. Os tubos e seus acessórios podem ser rígidos ou flexíveis e podem ser reforçados ou combinados de outro modo com outras matérias.14. PELÍCULAS E OUTRAS FORMAS PLANAS.Outros.19 . cotovelos. podem citar-se: a) Os recipientes tais como caixas. isto é.. sacos (incluídos os de pequeno porte.33 .10 . entendem-se por "tubos": 1) os artefatos ocos.5 vezes a largura) ou de forma de um polígono regular. A segunda parte da posição. TAMPAS. garrafões.Outros A presente posição abrange os artigos de plásticos que sirvam correntemente para embalagem ou transporte de qualquer tipo de produtos.6MPa 3917.39 . MESMO EM ROLOS. mesmo em rolos. 39.90 . Os papéis de parede ou outros revestimentos de parede de papel revestidos de plásticos são excluídos e classificam-se na posição 48. 39.90 . FOLHAS. Incluem-se igualmente na presente posição os acessórios de plásticos para tubos (por exemplo. REVESTIMENTOS DE PAREDES OU DE TETOS. desde que apresentem seção transversal interna redonda. cujo alcance é definido pela Nota 9 do presente Capítulo.30 .ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM.De polímeros de cloreto de vinila 3917. ver as Considerações Gerais do presente Capítulo).Outros tubos: 3917. nem associados de outra forma com outras matérias. garrafas. incluídos os que tenham suporte de matérias têxteis. o âmbito da presente posição limita-se às formas planas auto-adesivas aplicáveis por pressão.23 .. e 2) os invólucros tubulares para salsichas ou outros enchidos (mesmo atados ou trabalhados de outro modo) e outros tubos planos.De polímeros de cloreto de vinila 3918. mangueiras de jardim estriadas e tubos perfurados) dos tipos utilizados geralmente para conduzir ou distribuir gases ou líquidos. sem acessórios 3917.Sacos de quaisquer dimensões. DEFINIDOS NA NOTA 9 DO PRESENTE CAPÍTULO.18 . EM ROLOS OU EM FORMA DE LADRILHOS OU DE MOSAICOS. não reforçados com outras matérias..Caixas. FITAS.Garrafões. em rolos ou em forma de ladrilhos ou de placas. 3919..10 .40 . CÁPSULAS E OUTROS DISPOSITIVOS PARA FECHAR RECIPIENTES. caixotes. oval.Rolhas. que.De outros plásticos 3917. fusos. engradados e artigos semelhantes 3923. DE PLÁSTICOS.23 . tambores.40 . bolsas e cartuchos: 3923..Outras A presente posição abrange todas as formas planas auto-adesivas de plásticos. DE PLÁSTICOS.. de plásticos combinados com outras matérias. flanges).3 . frascos e artigos semelhantes 3923.3917. carretéis e suportes semelhantes 3923.90 .. com acessórios 3917.50 . 3918. juntas.Acessórios Na acepção da Nota 8 do presente Capítulo. DE PLÁSTICOS.10 . Deve notar-se que a presente posição abrange igualmente os artefatos contendo impressões ou ilustrações que não sejam de caráter acessório em relação à sua utilização principal (ver a Nota 2 da Seção VII).De polímeros de etileno 3923. retangular (de comprimento não superior a 1. Entre eles. ROLHAS. à temperatura ambiente.2 . com exclusão dos revestimentos de pavimentos.Bobinas.Outros. os cartuchos e sacos de lixo). Todavia.32 . TIRAS. bidões. garrafas e frascos. 3923. engradados.. Atualizado em 04/01/2011 . abrange os revestimentos de plásticos para paredes ou tetos.. caixotes. quer se trate de produtos semi-acabados ou de produtos acabados (por exemplo. DE PLÁSTICOS.CHAPAS. de parede ou de teto da posição 39. tampas. DE PLÁSTICOS. 39. MESMO AUTO-ADESIVOS.Outros 3917.REVESTIMENTOS DE PAVIMENTOS (PISOS).

garfos e colheres.). etc. etc. 3924. espongeiras. frutas. caixas para guardar alimentos ("latas" de mantimentos). pasta para papéis. conchas. mesmo que possam ser. mitenes e semelhantes) . manteigueiras. galheteiros. oveiros. açucareiros.23). incluem-se igualmente nesta posição: 1º) os copos com características de recipientes utilizados para embalagem ou transporte de certos produtos alimentícios. molheiras. pregos.02.90 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS MATÉRIAS DAS POSIÇÕES 39.01 a 39. obtidos por costura ou colagem de folhas de plásticos. lavabos (toucadores*) ou cozinhas. impermeáveis e os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. etc. cestas de lixo. bem como os recipientes flexíveis para matéria a granel da posição 63. entre os artigos de higiene ou de toucador. sejam utilizados para esse fim. petisqueiras. as saboneteiras. que são produtos intermediários de forma tubular. carroçarias ou semelhantes .24 . de plásticos (tais como definidos na Nota 1 do presente Capítulo) ou de outras matérias das posições 39. porta-escovas-de-dentes. saleiros. 3) As estatuetas e outros objetos de ornamentação. as "tinas" para duchas. fusos. marcadores de livros. canelas e suportes semelhantes. os cinzeiros. B) Entre os utensílios de uso doméstico: tigelas. Norm.Outros Esta posição abrange os seguintes artigos de plásticos: A) Entre os serviços de mesa e artigos semelhantes: os serviços de chá e café. posteriormente. os copos que tenham características de recipientes para embalagem ou transporte estão excluídos (posição 39. etc. porta-rolos-de-papel-higiênico. os pratos. Todavia. São incluídos aqui. incluídas as caixas (cassetes) sem fita (banda*) magnética para gravadores de suportes magnéticos e para aparelhos videofônicos (videocassetes).24). espátulas (corta-papéis). argolas de guardanapos.14. para gorduras. escumadeiras.Estatuetas e outros objetos de ornamentação .40 3926. capas de proteção para móveis. 39. Pelo contrário. cestos (para pão.Public.01 A 39.Artigos de escritório e artigos escolares . C) Entre os artigos de economia doméstica.Guarnições para móveis. quando acompanhem os impermeáveis de plásticos a que se destinam. da presente posição certos artigos de uso doméstico. etc. Os capuzes amovíveis. fechados em uma extremidade e com a outra aberta e munida de uma rosca sobre a qual irá adaptar-se uma tampa roscada.25). mesmo que sejam suscetíveis de serem utilizados acessoriamente para serviço de mesa ou de toucador. especiarias. tais como aventais. para salga. de plásticos.20 3926. canecos e copázios para cerveja. 2º) os esboços de garrafas de plástico. Atualizado em 04/01/2011 . bules para café e chá. escarradeiras. cavilhas ou outros meios de fixação) estão excluídos (posição 39. estão compreendidos na presente posição. penicos. especialmente: 1) O vestuário e seus acessórios (com exceção dos brinquedos) confeccionados por costura ou colagem a partir de folhas de plástico. comadres (aparadeiras).10 3926. toalhas de mesa. DE PLÁSTICOS. tampas. rolos para estender massa. descansos de travessas. tais como cestas de lixo e os copos para serviços de mesa ou de toucador que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte.26 3926. pela Instr. 39. entre outros. cântaros de cozinha.. carretéis.A este respeito. . DOU 15/02/2005) Abrange igualmente os copos que não tenham características de recipientes para embalagem e transporte. cintos. por vezes. carroçarias ou semelhantes. (Atualização nº 5. por meio de parafusos. de 09/02/2004 . c) As rolhas. 5) Os pesa-papéis (pisa-papéis*). recipientes próprios para lavagem dos olhos. irrigadores. devendo a parte abaixo da rosca ser transformada.10 . porta-caixa-de-fósforos. para se obter a dimensão e forma desejadas. estojos escolares. funis. compoteiras. 2) As guarnições para móveis. capas protetoras para livros e outros artefatos protetores semelhantes. babadouros.90 . facas. DE HIGIENE OU DE TOUCADOR. mesmo que. SRF nº 509. regadores. leiteiras. de terrinas etc. que não sejam destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede. cápsulas e outros dispositivos próprios para fechar recipientes.14. pastas para documentos.30 3926. Excluem-se. os recipientes classificados na posição 42.).Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha 3924. por vezes. patinhos (papagaios ou compadres). recipientes graduados para cozinha. coberturas. D) Por último. os bicos para mamadeiras e as dedeiras.SERVIÇOS DE MESA E OUTROS ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO. de uso doméstico ou não: as guarnições de penteadeiras (recipientes diversos: vasos. potes para doces. saladeiras. utilizados para esse fim (posição 39.Vestuário e seus acessórios (incluídas as luvas.). xícaras (chávenas). cuvetas. b) As bobinas. porta-facas. caixas para cozinha (para farinha. 4) As capas.05. estes mesmo artigos destinados a ser fixados com caráter de permanência à parede ou a outras partes de edifícios (por exemplo. toldos.Outras A presente posição abrange as obras não especificadas nem compreendidas em outras posições. baldes de toucador. cabides para toalhas e artefatos semelhantes destinados a guarnecer banheiros (casas de banho). travessas e bandejas de qualquer espécie. terrinas. cortinas. mostardeiras.

facas. juntas. as almofadas (travesseiros) para inválidos ou almofadas (travesseiros) semelhantes para uso em enfermagem. algarismos e letras. a presente posição não abrange as correias transportadoras ou de transmissão.Correias transportadoras: 4010. SRF nº 509. ganchos de suspensão. Estes tubos classificam-se na posição 59. Pelo contrário. de matérias têxteis.6) Os parafusos. os sacos irrigadores.1 .Não reforçados com outras matérias nem associados de outra forma com outras matérias: 4009. 10) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. Alem disso. 4009.Com acessórios 4009. com ou sem os seus acessórios (ver a Nota Explicativa da posição 42. sem fim.Sem acessórios 4009. desde que conservem a característica de tubos.Reforçados apenas com matérias têxteis ou associados de outra forma apenas com matérias têxteis: 4009.Reforçados com outras matérias ou associados de outra forma com outras matérias: 4009. cortados em comprimentos determinados ou não. JUNTAS. cotovelos.3 . estes tubos podem apresentar exteriormente uma bainha de tecido fino ou um revestimento por enrolamento ou entrançamento de fio têxtil. 7) As correias transportadoras.. de 09/02/2004 . ou ainda providas de ganchos ou outros dispositivos de união.TUBOS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.31 .10 . cantos para malas.2 . 40. Norm. flanges. Norm. comprimento de tubos destinados à fabricação de câmaras-de-ar). contas.. e seus acessórios. esta posição não inclui os tubos de matérias têxteis. uma espiral de fio metálico. Seção XVI). COTOVELOS..09. mesmo que não se encontrem montadas. DOU 15/02/2005) 12) Diversos outros artefatos tais como: fechos para bolsas.19 . podem também possuir. pela Instr. 11) As chupetas. uniões) permanecem classificados na presente posição. arruelas (anilhas*) e artefatos análogos..Sem acessórios 4009. de transmissão ou para elevadores. DE BORRACHA VULCANIZADA. de 09/02/2004 Public. (Atualização nº 5. etc.10). os pessários.Com acessórios Esta posição compreende os tubos constituídos exclusivamente por borracha vulcanizada não endurecida. as ampolas para seringas. de uso geral. “pêras” para lavagem intestinal.41 .Com acessórios 4009. sem fim.Outras 4010.12 . de uma ou mais camadas de tecido ou de uma ou mais mantas de fios têxteis paralelizados. denominados "tubos tecidos". As correias transportadoras.14. SRF nº 509. ou de fios metálicos imersos na borracha.Reforçadas apenas com matérias têxteis 4010. Os tubos mesmo providos de acessórios (por exemplo.. de seção trapezoidal. os preservativos. as bolsas para gelo.11 .21 .Reforçadas apenas com metal 4010.42 . posição 59. "vidros" para relógios. ou cortadas em comprimentos determinados e unidas.11 .. DOU 15/02/2005 .Com acessórios 4009.90 – Destaque da NCM 34).Sem acessórios 4009. bolsas para colostomia. Também cabem nesta posição os tubos de borracha vulcanizada. Além disso.itens acima renumerados) 40.. salvo se este último é inferior à maior dimensão da seção transversal (por exemplo. (Atualização nº 5. garfos. de qualquer espécie.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. exterior ou interiormente. impregnadas. cujo interior se apresente revestido de látex de borracha a fim de os tornar impermeáveis ou que possuam uma alma constituída por um forro de borracha.Sem acessórios 4009. por exemplo.Public.Reforçados apenas com metal ou associados de outra forma apenas com metal: 4009. de plástico ou estratificadas com plástico. MESMO PROVIDOS DOS RESPECTIVOS ACESSÓRIOS (POR EXEMPLO. dispositivos intra-uterinos – DIU (3926.). 4010. cabos (de ferramentas.. pela Instr.90. de transmissão ou para elevadores.Correias de transmissão sem fim..Correias de transmissão: 4010. estriadas. e ainda os tubos cujas paredes de borracha vulcanizada se encontram reforçadas por uma estratificação constituída. 8) As colunas permutadoras de íons contendo polímeros da posição 39. UNIÕES).12 . ponteiras para pés de móveis. com uma circunferência Atualizado em 04/01/2011 ..32 . recobertas.09 . porta-etiquetas.22 . revestidas. 9) Os recipientes de plásticos contendo carboximetilcelulose (utilizados como sacos para gelo). que se classificam na Seção XI (por exemplo..3 . porcas.02). apresentadas com as máquinas ou aparelhos para os quais foram concebidas classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (em geral. FLANGES.4 .31 .1 ..

recobertos ou embainhados de borracha (ver a Nota 8 do presente Capítulo). As correias estriadas são um tipo de correia trapezoidal. As caneluras e ranhuras. A presente posição compreende não só as correias de comprimento indeterminado para serem cortadas.. tecidos de malha.11 . As correias de transmissão sem-fim (síncronas) (ver ilustração) são concebidas para transmitir a potência mantendo uma relação de rotação constante entre as polias. As correias podem apresentar-se sob a forma de um anel fechado (tubo) a partir do qual os produtos acabados podem ser cortados. 40. mesmo que não se encontrem montadas. mas não superior a 180cm 4010. recoberto ou estratificado com borracha e ainda as fabricadas com fios ou cordéis têxteis impregnados. Os entalhes que geralmente se encontram na superfície interior da correia são concebidos para se adaptar às polias com estrias.PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA (+). de seção trapezoidal. mas não superior a 240cm 4010. com ou sem borracha (tecidos com trama e urdidura. de tecido impregnado. As correias.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida) 4011. As correias síncronas não apresentam seção trapezoidal. de seção trapezoidal.externa superior a 60cm. não estriadas. Estes perfis trapezoidais destinam-se a assegurar um bom encaixe da correia na gola e um deslizamento mínimo ao longo da polia. A presente posição abrange as correias cuja seção apresenta: A) Um só perfil trapezoidal. As caneluras ou ranhuras (moldadas ou talhadas) aparentes sobre as correias trapezoidais têm por função reduzir o esforço de flexão e contribuir para dissipar o calor produzido por uma flexão rápida. em geral.32 . Correia de transmissão sem-fim (síncrona) **********ver figura 2********** As correias transportadoras ou de transmissão apresentadas com as máquinas ou os aparelhos para os quais foram concebidas.34 . formada por várias camadas de tecido. não estriadas. com uma circunferência externa superior a 150cm. sendo essa carcaça revestida totalmente de borracha vulcanizada. As correias trapezoidais são as correias cuja seção apresenta um ou mais perfis trapezoidais. mas não superior a 180cm 4010..). exceto as inteiramente de borracha vulcanizada. classificam-se com essas máquinas ou aparelhos (por exemplo. mas não superior a 240cm 4010. trapezoidal. A seção destas correias pode ser retangular.. Esta apresentação não tem nenhuma influência sobre classificação.. com uma circunferência externa superior a 60cm.Outras Esta posição compreende as correias transportadoras ou de transmissão inteiramente de borracha vulcanizada. C) Pelo menos dois perfis trapezoidais na mesma face (correias estriadas). inclui ainda as correias sem fim.20 .Dos tipos utilizados em ônibus ou caminhões 4011.Dos tipos utilizados em veículos aéreos Atualizado em 04/01/2011 .Correias de transmissão sem fim. estriadas. exceto as de orientação longitudinal. como ocorre nos mecanismos de transporte em que as correias se enrolam em volta de polias de pequeno diâmetro em alta velocidade.. de seção trapezoidal. mas não superior a 150cm 4010. Seção XVI). mas também as correias já cortadas em comprimentos determinados quer as suas extremidades se encontrem ou não reunidas ou providas de ganchos ou de outros dispositivos de ligação. revestidos. não têm qualquer influência sobre a classificação de correias trapezoidais. com uma circunferência externa superior a 180cm.Correias de transmissão sem fim.35 .33 .Correias de transmissão sem fim. com uma circunferência externa superior a 60cm.36 . ou por cabos ou tiras de aço. B) Um perfil trapezoidal na face externa e na face interna. síncronas. **********ver figura 1********** Uma correia estriada é uma correia sem fim com superfície de tração ranhurada no sentido longitudinal que engata e agarra por atrito os canais de polias de forma similar. 4011. Abrange igualmente as correias de borracha vulcanizada reforçada com tecido de fibra de vidro ou com fibras de vidro ou ainda com tela metálica. etc.Correias de transmissão sem fim. mantas de fios têxteis paralelizados. mas não superior a 198cm 4010. O artefato no seu conjunto é normalmente designado por correia síncrona ou positiva.Correias de transmissão sem fim.30 . síncronas. etc.10 . são constituídas por uma carcaça.39 . com uma circunferência externa superior a 180cm.. circular.

20 . 4012. etc. 4012.13. Os protetores (maciços ou ocos) utilizam-se para equipar. no todo ou em parte..Dos tipos utilizados em ônibus e caminhões 4012.12 .93 ---- 4011.12. poliuretano (geralmente Seção XVII) e os pneumáticos usados não recauchutáveis (posição 40. material de artilharia.62 --- 4011.Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida) 4012. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.04). por exemplo.40 4011.11.11. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Os artigos aqui incluídos são destinados a equipar as rodas de veículos e de veículos aéreos de qualquer espécie. 40. Subposições 4011.63 .Outros 4012.4011.19 e 4012. São aqui compreendidos os pneumáticos que sofreram uma substituição apenas da banda de rodagem (topcapping). utilizam-se para equipar rodas de carrinhos de mão. 4011. Excluem-se desta posição os protetores maciços ou ocos fabricados com matérias do Capítulo 39. 4012. Os flaps são próprios para proteger a câmara-de-ar do contacto do aro (jante*) metálico ou das extremidades dos raios. bem como as rodas e rodinhas de brinquedos.. com bandas de rodagem em forma de "espinha de peixe" e semelhantes: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. 4012. DE BORRACHA.Pneumáticos recauchutados: 4012. a expressão "os veículos e máquinas próprios para construções e manutenção industrial" cobre também os veículos e máquinas utilizados em mineração.61 4011. e são montadas em carcaças de pneumáticos especialmente concebidas para esse fim.93 e 4011. 4012. uma substituição da banda de rodagem com recobrimento por material novo também de uma parte do flanco (re-capping) ou uma recapagem talão a talão (substituição da banda de rodagem e renovação do flanco. Os protetores ocos. BANDAS DE RODAGEM PARA PNEUMÁTICOS E "FLAPS". suscetíveis de serem ainda utilizados como tais ou serem recauchutados. por exemplo..90 . Nota Explicativa de Subposições. para aros de diâmetro superior a 61cm Outros Outros: Dos tipos utilizados em veículos e máquinas agrícolas ou florestais Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial.9 4011.99 .11 .63.4011.- Dos tipos utilizados em motocicletas Dos tipos utilizados em bicicletas Outros. incluindo.Outros A presente posição abrange os pneumáticos de borracha recauchutados e ainda os pneumáticos de borracha usados..6 4011.20 Na acepção das subposições 4012.61 a 4011. a região baixa do pneumático). São incluídas igualmente nesta posição as bandas de rodagem amovíveis para pneumáticos. Subposições 4012. para aros de diâmetro inferior ou igual a 61cm Dos tipos utilizados em veículos e máquinas próprios para construções ou manutenção industrial. a expressão "pneumáticos recauchutados" cobre os pneumáticos dos quais a banda de rodagem usada foi retirada da carcaça e após substituída mediante uma das duas técnicas seguintes: 1º) moldagem de borracha não vulcanizada diretamente na carcaça do pneumático para obter uma banda de rodagem ou 2º) fixação de uma banda de rodagem vulcanizada na carcaça do pneumático por meio de uma fita de borracha vulcanizável.94 .PNEUMÁTICOS RECAUCHUTADOS OU USADOS. rodas e rodinhas de brinquedos.13 e 4012.4011.Pneumáticos usados 4012.50 4011. que se apresentam na forma de anéis. Atualizado em 04/01/2011 . de máquinas. que possuem um volume de ar estanque.Dos tipos utilizados em veículos aéreos 4012. As bandas de rodagem servem para recobrir a periferia de carcaças de pneumáticos e comportam geralmente um perfil estriado. 4012. de móveis. de vagonetes e veículos semelhantes. 4011. PROTETORES. Podem encontrar-se ou não providos de câmara-de-ar.1 .92 4011. DE BORRACHA (+).12 . São utilizadas na recapagem de pneumáticos.69 4011.19 .62. Notas Explicativas de Subposições.19.12.69 Adiante reproduzem-se ilustrações de determinados tipos de pneumáticos incluídos na presente subposição: Subposições 4011.13 .94 Para os fins destas subposições.

Outras As câmaras-de-ar utilizam-se para equipar os pneumáticos de veículos rodoviários com motor. 4012. empregados como artigos de higiene ou para usos profiláticos.20 .Dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida). 3) De borracha combinada com partes de matérias têxteis. 4013. desde que conservem a característica essencial de artefatos de borracha. do Capítulo 65. mitenes e semelhantes).11. Todavia.10 .Os pneumáticos usados da subposição 4012. Excluem-se deste Capítulo: a) O vestuário e acessórios de vestuário de matérias têxteis associados a fios de borracha (Capítulos 61 ou 62). chupetas. cânulas. almofadas pneumáticas para doentes.. os babeadores.. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA.15. sacos para oxigênio.19. etc. Subposição 4015. exceto os compreendidos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e Nota 4 do Capítulo 59). etc. revestidos.10 . peras para injeção e para outros usos (para conta-gotas.CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA.Outras 4015. 4012.13 .11 Atualizado em 04/01/2011 .11.13. os aventais.12. 4015.90 . Os pneumáticos usados retalhados ou ressulcados não se classificam nas subposições 4012. 4012. 4012.13 e 4012. MITENES E SEMELHANTES). esta posição compreende o vestuário e acessórios de vestuário (incluídas as luvas. recobertos ou estratificados com borracha. MESMO COM PARTES DE BORRACHA ENDURECIDA. luvas. Nota Explicativa de Subposições.Preservativos 4014.14 .). com ou sem guarnições de borracha endurecida ou de outras matérias. etc.11. aventais.11 . os espartilhos. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. 40.90 . ônibus ou caminhões 4013. de proteção para cirurgiões e radiologistas. impregnados. 4014.13. reboques ou bicicletas. Essa operação de ressulcagem é geralmente efetuada em pneumáticos dos tipos utilizados em veículos pesados (ônibus ou caminhões. no curso da qual sulcos transversais ou diagonais são adicionados no relevo da banda de rodagem por entalhamento. mitenes e semelhantes: 4015. Os pneumáticos das subposições 4012..: 1) Exclusivamente de borracha. os pneumáticos novos que sofreram uma ressulcagem suplementar permanecem classificados na subposição que lhe corresponde dentro da posição 40.ARTIGOS DE HIGIENE OU DE FARMÁCIA (INCLUÍDAS AS CHUPETAS). 40. feltros e falsos tecidos.19 . dedeiras. por exemplo.19 e 4012. 2) De tecidos. escafandristas. tais como: preservativos.Outros Quer sejam reunidos por colagem por costura. 4012.20 podem ser submetidos a uma ressulcagem suplementar. Entre os artigos suscetíveis de se incluírem num dos três grupos acima mencionados. não endurecida. etc. Essa ressulcagem suplementar não modifica a classificação dos pneumáticos como pneumáticos recauchutados das subposições 4012.Para cirurgia 4015.Outros Esta posição compreende os artigos de borracha vulcanizada. O vestuário e acessórios de vestuário (incluídos as luvas e o vestuário de proteção contra raios X) classificam-se na posição 40.15 . tecidos de malha.VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS (INCLUÍDAS AS LUVAS.20 podem ser submetidos a um retalhamento ou uma ressulcagem.19 ou pneumáticos usados da subposição 4012. por exemplo. 4012.12. vaporizadores.12. o vestuário. c) Os chapéus e artefatos de uso semelhante e suas partes. mamadeiras (biberões*). as cintas. que consiste em aumentar por entalhes a profundidade dos sulcos usados (mas visíveis) da banda de rodagem. ou de outro modo obtidos. 40. incluídas as toucas de banho.Dos tipos utilizados em bicicletas 4013. 4012. citam-se: as pelerines.90 . os artefatos para proteção da parte do vestuário correspondente às axilas. 4012. o vestuário para mergulhadores. PARA QUAISQUER USOS (+).11.20.1 . sacos para gelo e para água quente.Luvas. DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. por exemplo).

gaxetas e semelhantes 4016. e) As embarcações de borracha (Capítulo 89). d) Os dispositivos de fixação por ventosa. recobertos ou não. travesseiros ou almofadas e outros artigos infláveis (exceto os das posições 40. mesmo infláveis. jogos e artigos para divertimento e para esportes.. e os instrumentos e aparelhos do Capítulo 90).14 e 63. 11) As chapas.95 .. folhas e tiras cortadas de forma diferente da quadrada ou retangular e artigos do gênero dos excluídos da posição 40. 12) Os remendos de forma quadrada ou retangular. 9) Os rotores para bombas e os moldes.Juntas.92 .93 . os mesmos artigos constituídos por diversas camadas de tecido e de borracha. impregnados. incluídas as toucas de banho. rolhas e desentupidores de ralos. e outros artigos do Capítulo 96. com os bordos biselados.9 .. para veículos a motor. consistindo geralmente em uma camada de borracha autovulcanizável sobre um suporte de borracha vulcanizada e. fabricados por imersão. do tipo dos utilizados pelos cirurgiões. torneados. 13) Os martelos com cabeça de borracha. por terem sido fresados. do Capítulo 65.08). travesseiros e almofadas.Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos 4016. exceto os de forma quadrada ou retangular obtidos por simples corte de chapas ou folhas de borracha. Excluem-se da presente posição: a) Os artigos de tecidos. revestidos. observadas as disposições da Nota 4 do Capítulo 59. apresentam-se em embalagens esterilizadas.99 . palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e capas de pedais. pastilhas para freios (travões). 8) As rolhas e anéis para fechar garrafas. apresentando uma grande resistência ao rasgamento. pés de borracha para móveis e outros artigos de uso doméstico.94 . ij) Os carimbos. uma alavanca de sucção. obtidos por moldagem. para atracação de embarcações 4016. palas de pára-lamas (guarda-lamas*) e blocos de pedais. Atualizado em 04/01/2011 . g) Os colchões.. 7) As pulseiras elásticas e ligaduras de borracha. os artigos de espessura muito fina. os descansos de pratos. incluídos na Seção XI (ver a Nota 3 do Capítulo 56 e a Nota 4 do Capítulo 59) e os artigos de matérias têxteis associadas com fios de borracha (Seção XI). e suas partes. 40.OUTRAS OBRAS DE BORRACHA VULCANIZADA NÃO ENDURECIDA. corte ou desbaste. 3) As borrachas de apagar. timbres. Esta posição abrange: 1) Os artigos de borracha alveolar. 6) Os colchões.Borrachas de apagar 4016. de borracha alveolar. mesmo infláveis (insufláveis*). 4016. assim como outros artigos para usos técnicos (incluídos as partes e acessórios de máquinas e aparelhos da Seção XVI. 14) As pequenas ventosas munidas de ganchos. os colchões de água. do Capítulo 95.. um punho.Defensas. para atracação de embarcações. datadores e semelhantes. gaxetas e semelhantes. 4) As juntas. de uso manual. incluídas as almofadas aquecedoras elétricas guarnecidas interiormente de borracha alveolar da posição 94.Outras: 4016. Em geral.08.06).De borracha alveolar 4016. feltros e falsos tecidos.16 . h) Os brinquedos. as torneiras e válvulas. reunidos por colagem ou costura.10 .91 . f) As partes e acessórios de instrumentos musicais (Capítulo 92). 10) Os blocos-amortecedores de borracha. b) Os calçados e suas partes do Capítulo 64. e os discos de borracha (Seção XV).Outras A presente posição abrange qualquer obra de borracha vulcanizada não endurecida que não se encontre incluída nas posições precedentes do presente Capítulo nem em outros Capítulos. de metal comum. as luvas para máquinas de ordenhar. constituídos por uma armação. para a reparação de câmaras-de-ar.Consideram-se luvas para cirurgia. para ciclos. tecidos de malha.04. batentes para portas.Outros artigos infláveis (insufláveis*) 4016. sem outro trabalho mais elaborado do que o simples trabalho à superfície (ver a Nota Explicativa da posição 40. 2) Os revestimentos para pavimentos e tapetes (incluídos os tapetes de banho). numeradores. 5) As defensas. letras. recobertos ou estratificados com borracha.. e os remendos de qualquer outra forma. algarismos e semelhantes para carimbos. bolsas para fumo (tabaco). c) Os chapéus e artigos de uso semelhantes. e ainda outras partes e acessórios para o material de transporte da Seção XVII. e suas partes. ou ainda trabalhados de outra forma.

Outros Esta posição abrange unicamente os artigos enumerados no seu texto e os recipientes semelhantes. A expressão "sacos isolantes para produtos alimentícios e bebidas" abrange os sacos isolantes reutilizáveis usados para manter a temperatura desses produtos durante seu transporte ou sua estocagem temporária. devido à ausência de suporte rígido (artigos de couro) ou rígidos.12 .Outros 4202. de pedras preciosas ou semipreciosas. SACOS DE VIAGEM.31 . BINÓCULOS. TABAQUEIRAS. as cartucheiras. CAIXAS PARA PÓ-DE-ARROZ. Estes artigos podem ser flexíveis. sacos para transporte de esquis. Estes últimos são especialmente preparados para receber um ou vários artigos de bijuteria ou de joalharia sendo o seu interior é igualmente forrado de matéria têxtil.Com a superfície exterior de plásticos ou de matérias têxteis 4202. incluídas as sacolas (sacos para compras) constituídas por uma camada interna de plástico alveolar recoberta em cada face por uma folha de plástico. os estojos para acessórios de máquinas fotográficas. etc.1 . PORTACARTÕES. MOCHILAS. DE FOLHAS DE PLÁSTICOS.02 .22 . ou de couro envernizado 4202. descritas na Nota 2 A) a) do presente Capítulo (posição 39. DE FIBRA VULCANIZADA OU DE CARTÃO. as caixas para escovas. para ferramentas. OU RECOBERTOS.91 . os agulheiros. o couro revestido e o couro metalizado. os estojos para chaves. CIGARREIRAS. A expressão "bolsas e sacos para artigos de esporte" abrange artigos tais como: sacos de golfe.. MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS E DE FILMAR.Bolsas. a expressão "couro natural ou reconstituído" inclui.99 . ou de couro envernizado 4202. os artefatos referidos na segunda parte do texto da posição devem ser fabricados exclusivamente com as matérias ali enumeradas. É assim que permanece na presente posição uma bolsa (saco*) de couro provida de uma armação de prata e um botão de ônix (Nota 2 B) do presente Capítulo). malas e maletas.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído.Artigos do tipo dos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas: 4202.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.. os estojos para canetas.Outras 4202. NO TODO OU NA MAIOR PARTE. SACOLAS (SACOS PARA COMPRAS*). Os artefatos da presente posição podem apresentar partes de metais preciosos. DESSAS MESMAS MATÉRIAS OU DE PAPEL (+). mesmo com tiracolo.Outros: 4202.2 . os porta-cartas. incluídas as de toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante. de metais folheados ou chapeados de metais preciosos.. especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. ESTOJOS PARA JÓIAS. de pedras sintéticas ou reconstituídas. CARTEIRAS. etc.32 . o couro envernizado. Para este efeito.21 . Nesta segunda parte. A expressão "estojos para jóias" abrange não apenas os estojos especialmente concebidos para guardar jóias. Atualizado em 04/01/2011 .19 . para tíquetes (bilhetes). entre outros. MALAS E MALETAS. OS ESTOJOS PARA ÓCULOS. ou de couro envernizado 4202. para jóias. para calçados. na totalidade ou na maior parte. e artefatos semelhantes: 4202. Excluem-se desta posição: a) As sacolas (sacos para compras). São utilizados para apresentar e vender artigos de bijuteria ou de joalharia e são suscetíveis de uso prolongado.. BOLSAS DE TOUCADOR.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. E ARTEFATOS SEMELHANTES. SACOS ISOLANTES PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS.23). INCLUÍDAS AS DE TOUCADOR E AS MALETAS E PASTAS DE DOCUMENTOS E PARA ESTUDANTES. ESTOJOS PARA FERRAMENTAS.92 . ESTOJOS PARA FRASCOS OU GARRAFAS. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. metal. 4202. BOLSAS. Ressalvado o disposto nas Notas 1 e 2 do presente Capítulo. etc. dessas mesmas matérias ou de papel (o suporte pode ser de madeira.. INSTRUMENTOS MUSICAIS.29 . de diversas dimensões (com ou sem dobradiças ou fecho).Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído.Com a superfície exterior de couro natural ou reconstituído. incluídas as que não possuam alças (pegas*): 4202. para charutos. as caixas ou escrínios de ferramentas portáteis.. DE COURO NATURAL OU RECONSTITUÍDO. sacos para raquetes de tênis.). ou devem ser recobertos. ou de couro envernizado 4202. por apresentarem um suporte sobre o qual se aplica a matéria que constitui a bainha ou invólucro (artigos de estojaria).. não concebidas para uso prolongado.. mas também os recipientes com tampa semelhantes. a expressão "artefatos semelhantes" engloba as carteiras para dinheiro. sacos de ginástica.9 ..BAÚS PARA VIAGEM (ARCAS PARA VIAGEM*). PORTA-MOEDAS.. sacos para a pesca. para cachimbos. com ou sem os seus acessórios.. de pérolas naturais ou cultivadas.39 . mesmo que essas partes ultrapassem a condição de simples acessórios ou guarnições de mínima importância desde que essas partes não confiram ao artigo em causa sua característica essencial. ESTOJOS PARA OURIVESARIA E ARTEFATOS SEMELHANTES. os artefatos referidos na primeira parte do texto da posição podem ser de qualquer matéria. Todavia. BOLSAS E SACOS PARA ARTIGOS ESPORTIVOS (ARTIGOS DE DESPORTO*).Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.11 . Nesta primeira parte a expressão "artefatos semelhantes" abrange as chapeleiras.Com a superfície exterior de folhas de plásticos ou de matérias têxteis 4202.Outros 4202.42.Baús para viagem (arcas para viagem*). as bainhas de facas de caça ou de acampamento.3 . OU ARMAS..

). cinzeiros.39 Estas subposições compreendem os artigos dos tipos normalmente levados nos bolsos ou em bolsas. a expressão "com a superfície exterior de couro natural" inclui igualmente os produtos recobertos com uma fina camada de plásticos ou de borracha sintética. a cortiça aglomerada pode moldar-se nas mais variadas formas e dimensões. h) Os artefatos do Capítulo 95 (por exemplo. incluídos os discos 4504. A gama de artigos fabricados com cortiça aglomerada é quase idêntica à que foi enumerada na Nota Explicativa da posição 45. desde que não apresente características de linóleos ou de produtos semelhantes da posição 59. neste caso. a cortiça aglomerada é mais freqüentemente empregada que a cortiça natural na obtenção de discos para fundos de cápsulas. abstraindo-se as mudanças de cor ou de brilho. caixas para bombons. 4818. tais como: capas para livros.03. Estes artefatos classificam-se na posição 42.32 e 4202. a resistência à tração ou à compressão. ABSORVENTES (PENSOS*) E TAMPÕES HIGIÊNICOS.04 . e que sejam recobertos na totalidade ou na maior parte.Papel higiênico 4818. geralmente sob calor e pressão. GUARDANAPOS.91 Para os fins da subposições acima. da posição 56. tabaqueiras. ou reforçada com papel ou tecido. TOALHAS DE MÃO. DE TOUCADOR.04.30 .26 ou 73. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. gelatina. Todavia.18 . d) Os artefatos confeccionados com rede. folhas e tiras. brinquedos.31.11. cigarreiras. de mesa Atualizado em 04/01/2011 .21. tijolos. baionetas ou outras armas brancas (posição 93.. DE PASTA DE PAPEL. A cortiça aglomerada da presente posição pode encontrar-se simplesmente impregnada.Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 4818. porta-moedas.). PAPEL. A cortiça aglomerada conserva a maior parte das propriedades da cortiça natural e. jogos. com óleo. frascos de cerâmica. consultar a Nota Explicativa da posição 45. particularmente.15 mm). etc. 4202. Além disso. a densidade. que protege a superfície de couro. por exemplo. OU CORTADOS EM FORMAS PRÓPRIAS.03. Subposições 4202. proteção de tubulações de água quente e vapor. cola. a resina natural existente na cortiça atua como aglutinante. quer: 1) Com adição de aglutinante (borracha não vulcanizada. DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FINS DOMÉSTICOS OU SANITÁRIOS. c) Os artefatos que. 4202. ou como guarnições internas de oleodutos para produtos petrolíferos. bolsas para cachimbos e para fumo (tabaco). a adição dos aglutinantes utilizados na aglomeração modifica-lhe algumas características e. Notas Explicativas de Subposições. alcatrão. a uma temperatura de cerca de 300°C. FRALDAS PARA BEBÊS. HIGIÊNICOS OU HOSPITALARES. Mas. etc. posições 39.05 se fabricados (ou recobertos) de couro natural ou reconstituído ou em outros Capítulos se fabricados (ou recobertos) de outras matérias.10 . não são semelhantes aos enumerados no texto da posição. plásticos. capas para documentos.31 e 4202.20 .90 . artigos de esporte). capas de processos. 48. com ou sem os seus acessórios (em geral. TOALHAS DE MESA.b) Os artefatos de matérias para entrançar (posição 46. etc.08. DE LARGURA NÃO SUPERIOR A 36cm. blocos. embora possam apresentar características de recipientes. não perceptível à vista desarmada (geralmente com uma espessura inferior a 0. ladrilhos de qualquer formato.PAPEL DOS TIPOS UTILIZADOS PARA FABRICAÇÃO DE PAPÉIS HIGIÊNICOS OU DE TOUCADOR E DE OUTROS ARTIGOS SEMELHANTES. ser utilizada como junta de expansão na construção civil e na fabricação de filtros. cilindros maciços. as carteiras para notas. e) Os artefatos de bijuteria (posição 71. os estojos de óculos. 45. em especial. além disso. vidro. constitui um excelente isolador térmico e acústico. ladrilhos e peças moldadas (cilindros. espadas. preferencialmente à cortiça natural. 4504.26). se bem que raramente utilizada na fabricação de rolhas. pastas para escrivaninha.Outras Os produtos abrangidos por esta posição são obtidos a partir de cortiça triturada.CORTIÇA AGLOMERADA (COM OU SEM AGLUTINANTES) E SUAS OBRAS. estojos para chaves. VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. estes últimos para isolamento térmico. A cortiça aglomerada é também largamente utilizada. na fabricação de materiais de construção tais como painéis. Subposições 4202.10 .07). molduras para fotografias. granulada ou pulverizada. f) As caixas ou escrínios de ferramentas que não tenham sido especialmente concebidos ou preparados no interior para receber ferramentas específicas. LENÇOS (INCLUÍDOS OS DE MAQUILAGEM). g) As bainhas de sabres. PARA USOS DOMÉSTICOS.Cubos. EM ROLOS. 2) Sem adição de aglutinante. LENÇÓIS E ARTIGOS SEMELHANTES.Toalhas e guardanapos. chapas.17). 4202. em muitos casos. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. por aglomeração. e entre outros. A cortiça aglomerada pode.02). Quanto às exclusões.

CORTADOS EM FORMA PRÓPRIA. pratos..61 . palha ou fibra de papel para embalagem. Contudo. de pasta de papel 4823. 48.05). ou para outros usos. 48. c) O papel e a pasta (ouate) de celulose. taças. dentários ou veterinários (posição 30. para usos domésticos ou sanitários: 1) em tiras ou em rolos. travessas. bem como o vestuário e seus acessórios.Papéis-diagrama para aparelhos registradores. . copos e artigos semelhantes. por exemplo. o cartão.90 - Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. e suas partes do Capítulo 65.11. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose.Artigos moldados ou prensados. 5) Os artigos moldados ou prensados de pasta de papel. 2) em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum lado exceda 36 cm. de quaisquer dimensões.Bandejas. 7) A lã.OUTROS PAPÉIS.recortados em forma diferente da quadrada ou retangular. impregnados. de largura não superior a 36 cm. não revestidas. 3) cortados de formas diferentes da quadrada ou retangular.90 . xícaras ou chávenas. em folhas ou em discos 4823. excluídas as utilizadas para fins gráficos. revestidos ou recobertos de sabão ou de detergentes (posição 34. quando não dobradas.23 .6 . PASTA ("OUATE") DE CELULOSE OU DE MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. composta por tiras finas misturadas. pasta (ouate) de celulose ou mantas de fibras de celulose. Excluem-se da presente posição: a) A pasta (ouate) de celulose impregnada ou recoberta de substâncias farmacêuticas ou acondicionada para venda a retalho para fins medicinais. cartão. de pasta de papel. d) Os artefatos do Capítulo 64.05). etc. copos e objetos análogos de papel ou cartão. impressos para aparelhos registradores. papel. PASTA ("OUATE") DE CELULOSE E MANTAS DE FIBRAS DE CELULOSE. 2) Os diagramas. das posições 48. cortados em formas diferentes da quadrada ou retangular.40 4818. CARTÃO. A presente posição compreende igualmente os artigos de usos domésticos. de papel ou cartão: 4823.50 4818. 8) O papel cortado para embalagem de bombons. dobradas ou não. estes artigos apresentam-se em formas diferentes da quadrada ou retangular. Entre os artigos compreendidos nesta posição. travessas.10 ou 48. 3) O papel e cartão dos tipos utilizados para escrever. não compreendidos nas posições precedentes do presente Capítulo.De bambu 4823. a pasta (ouate) de celulose ou as mantas de fibras de celulose. a pasta (ouate) de celulose e as mantas de fibras de celulose não compreendidos em uma das posições precedentes do presente Capítulo: . 4823.Outros A presente posição compreende: A) O papel. imprimir ou para outros fins gráficos. em bobinas. . higiênicos ou hospitalares. B) Todas as obras de pasta de papel. CARTÕES.40 . em formas diferentes da quadrada ou retangular. 6) As tiras e lâminas de papel. circular. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes Vestuário e seus acessórios Outros Esta posição compreende os papéis de toucador e papéis semelhantes. Os produtos da presente posição são geralmente fabricados com as matérias da posição 48. pregueados ou em discos. e) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. quando não dobrados.Papel-filtro e cartão-filtro 4823. pratos.69 . de toucador.em folhas de forma quadrada ou retangular em que nenhum dos lados exceda 36 cm. o papel e o cartão apresentados em tiras ou em rolos ou em folhas de forma quadrada ou retangular.em tiras ou rolos de largura não superior a 36 cm. Atualizado em 04/01/2011 . b) O papel perfumado e o papel impregnado ou revestido de cosméticos (Capítulo 33). não compreendidas em uma das posições precedentes do presente Capítulo nem excluídas pela Nota 2 deste Capítulo. papel.. permanecem classificados nessas posições. para entrançar.70 .03. cirúrgicos. OUTRAS OBRAS DE PASTA DE PAPEL. Geralmente. encáusticos ou preparações semelhantes (posição 34. citam-se: 1) O papel-filtro e o cartão-filtro.20 . frutas.02. PAPEL. 4) As bandejas.4818.01) ou de pomadas e cremes para calçado.Outros 4823.

11. ser facilmente separadas. impregnadas ou recobertas. b) As tiras e lâminas impregnadas de reagentes de diagnóstico ou de laboratório (posição 38. cujas fibras são facilmente separáveis.PASTAS ("OUATES") DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS. buchas e separadores (posição 93.02). FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5mm ("TONTISSES"). 12) As juntas e gaxetas de papel. de espessura regular. classificam-se como falsos tecidos na posição 56.29 .03.01). etc.10 .. se comprimem para aumentar a coesão das fibras. os mostradores para aparelhos científicos)..9) Os papéis e cartões em discos para pastelaria. de pastas ("ouates") 5601. por colagem ou costura. classificam-se na posição 71.De fibras sintéticas ou artificiais 5601. Também se incluem aqui as pastas (ouates) sobre as quais se tenha dispersado uma pequena quantidade de substância aglutinante destinada a melhorar a coesão das fibras superficiais. de folhas de papel e armação de qualquer matéria.21 .08). Na maior parte das vezes. as tiras de papel para guarnecer prateleiras.PASTAS (OUATES) DE MATÉRIAS TÊXTEIS E ARTIGOS DESTAS PASTAS As pastas (ouates) de que trata o presente grupo obtêm-se por sobreposição de várias camadas de véus de fibras têxteis. c) Os painéis de fibras (posição 44. contêm muitas vezes nós ou desperdícios de fios. Deve. estão também excluídos desta posição: a) O papel mata-moscas (posição 38. os "bilhetes de raspar". não revestidas. k) Os artefatos do Capítulo 90 (por exemplo. g) As sombrinhas de papel (posição 66.De algodão 5601. Além dos produtos excluídos pela Nota 2 do presente Capítulo. d) As tiras e lâminas. 16) Os moldes. n) Os abajures (quebra-luzes) (posição 94. talas e outros artigos de prótese ou de ortopedia e os modelos para demonstração. revestidas.. que. as rodelas de papel para cobrir potes de geléia. fitas. que se obtêm a partir dos desperdícios da cardação ou da desfiadura. mesmo que as fibras sejam facilmente separáveis. nós e bolotas de matérias têxteis A. de folhas de papel.14). 56. ao contrário do que sucede com os falsos tecidos. salientar-se que as pastas (ouates) tratadas com ajuda de uma substância aglutinante e nas quais esta substância atinja as fibras das camadas internas. e) As tiras e lâminas."Tontisses".13. para enchidos. mesmo reunidos. as pequenas molduras (passepartouts) para fotografias ou gravuras e os reforços para cantos de malas. outros artigos de pastas ("ouates"): 5601.. dos tipos utilizados para escrever. Todavia.2 . NÓS E BOLOTAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS.11). da posição 48.22 . e bilhetes de tômbola (rifa) (geralmente posição 49. 5601. folhagem e frutos. ou seja. fixar a camada da pasta (ouate) em um suporte têxtil. Atualizado em 04/01/2011 . eventualmente. Quanto às pastas (ouates) fixadas sobre um suporte têxtil interno ou externo por leve agulhagem e as pastas (ouates) recobertas. as fibras das camadas internas destas pastas (ouates) podem. artificiais.06). posteriormente. e as chapas moldadas com alvéolos para acondicionamento de ovos. tingimento ou estampagem não alteram a classificação das pastas (ouates). já com as perfurações necessárias ao comando dos teares (papéis e cartões denominados "picados"). incluem-se nesta posição quando a característica essencial do conjunto seja de pastas (ouates) e desde que não se trate de produtos da posição 58. As pastas (ouates) apresentam-se em camadas flexíveis. 17) Os leques e ventarolas de mão. das posições 48. 10) O papel e cartão perfurados para maquinetas Jacquard e semelhantes (ver a Nota 11 do presente Capítulo).11.Pastas ("ouates").Outros 5601. de textura volumosa. 14) Os tambores de fiação. fraldas para bebês e artigos higiênicos semelhantes.11). h) As flores. tecido ou não.30 .Absorventes (pensos*) e tampões higiênicos.05). f) Os bilhetes de loteria. mesmo nas duas faces. provenientes da cardação ou formadas por insuflação ou aspiração. 11) As rendas e bordados de papel.01 .02. m) Os cartuchos. todavia. l) Os mostradores de relógios (posição 91. Algumas pastas (ouates) são ligeiramente agulhadas a fim de reforçar a coesão das fibras e. ij) Os isoladores e outras peças para eletricidade (Capítulo 85). 13) As cantoneiras (cantos*) e charneiras. imprimir ou para outros fins gráficos.10 ou 48. e suas partes (posição 67. O branqueamento. fabricam-se com fibras de algodão (pastas (ouates) de algodão hidrófilo e outras pastas (ouates) de algodão) ou com fibras artificiais descontínuas. modelos e gabaritos. 15) As tripas artificiais de papel impermeável. para selos ou fotografias. os leques e ventarolas de mão com armação de metais preciosos. o papel recortado para a fabricação de sacos. os suportes planos para enrolar fios. bem como as suas folhas apresentadas separadamente. As pastas (ouates) de qualidade inferior. de tecidos ou de outras matérias.22).

sobre superfícies colantes (especialmente tecidos ou papéis revestidos de cola). ou preparações semelhantes (posição 34. quando a matéria têxtil sirva apenas de suporte. tingidas ou frisadas. etc. as exclusões adiante mencionadas). Obtêm-se. plissadas em cilindros canelados. de móveis.17 ou 62. exceto os bordados da posição 58. C.17). artificiais. para obtenção de tecidos acamurçados (imitações de suede) ou ainda de papel veludo (papel decorativo. A aderência pode ser assegurada por meio de cola. 4) Os tapetes de malha. e suas partes. 57. mesmo inseridos em tela de tecido ou de malha com caráter acessório. para alfaiates (posições 61. etc. são obtidas por trituração de fibras têxteis. etc. carnaval ou outros divertimentos. geralmente. folhagem e frutos. Também se utilizam. decorações para árvores de Natal e outros artefatos do Capítulo 95. madeixas e artefatos semelhantes da posição 67. por exemplo). 3) Os artefatos de pasta (ouate) para decoração (que não tenham as características de artefatos do Capítulo 95). h) As perucas de teatro. 2) Os tapetes não tecidos constituídos por uma manta de fibras têxteis cardadas. de amaciantes para têxteis (posição 38. de lã. 59. forros de vestuário. As tontisses servem geralmente para serem aplicadas em camadas delgadas. cirúrgicos. em geral. por fusão. Dentre os artefatos de pasta (ouate) aqui incluídos. Entre os produtos incluídos aqui. g) As flores. de fibras sintéticas ou artificiais descontínuas. enrolando-se pequenas porções de fibras têxteis (de seda.. especialmente. por implantação vertical de fibras têxteis sobre um suporte têxtil revestido de uma camada de borracha. de algodão. que não estejam abrangidos de maneira mais específica pelas posições precedentes.01). Algumas tontisses. etc. REVESTIDOS. Provêm das operações de acabamento dos tecidos e. As felpas podem ser coladas a um só suporte ou entre dois suportes. de plástico. de escrínios. de porta-jóias. etc.05).05 . as fraldas para bebês e os artefatos higiênicos semelhantes de pasta (ouate). etc.03).02. 3) Os tapetes obtidos por "flocagem". algumas vezes. f) Os chumaços e ombreiras. RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS. Incluem-se aqui mesmo quando branqueadas. etc. As tontisses perfumadas classificam-se na posição 33. preparações para dar brilho.) entre dois discos. de pomadas e cremes para calçados.). da posição 67. de algodão. acolchoados por qualquer processo. de maneira a formarem anéis (bouclés) que podem ser fixados por meio de um revestimento espesso de borracha. entram na composição de tecidos que imitam os tecidos de fabricação manual. Esta posição abrange tanto as pastas (ouates) em peça ou cortadas em comprimentos determinados. Podem apresentar-se branqueados ou tingidos e são utilizados na fabricação de fios de fantasia que. c) A pasta (ouate) de celulose e suas obras (em geral. Excluem-se deste grupo: a) As pastas (ouates) e artigos de pastas (ouates). EXCETO OS DA POSIÇÃO 59. da tosadura dos veludos. de estojos. de plástico.07. por exemplo). por combinação desses dois processos ou por soldagem ultra-sônica. b) As pastas (ouates) impregnadas. isto é. tais como os que conservam o seu formato por meio de fios enrolados em espiral. citam-se os seguintes: 1) Os tapetes constituídos por uma manta de fibras têxteis formando uma superfície felpuda que é fixada sobre um suporte ou então diretamente sobre uma substância adesiva que forma o suporte. barbas postiças.FIBRAS TÊXTEIS DE COMPRIMENTO NÃO SUPERIOR A 5 mm (TONTISSES) As tontisses são fibras têxteis de comprimento não superior a 5 mm (de seda. DE MATÉRIAS TÊXTEIS.). as pastas (ouates) empregam-se. MESMO CONFECCIONADOS. exceto os completamente revestidos de tecido (posição 63. tais como as que são usadas pelos cabeleireiros e que muitas vezes se designam pasta (ouate) (posição 52. de máquinas para passar a ferro. Capítulo 48).05).Conforme as suas características. Atualizado em 04/01/2011 .. etc. 2) Os absorventes (pensos*) e tampões higiênicos. para enchimento ou estofamento (fabricação de ombreiras para alfaiate. em numerosos casos. Esta posição inclui os tapetes e revestimentos para pavimentos.11). como os artefatos de pastas (ouates) não incluídos de maneira mais específica em outras posições da Nomenclatura (ver. constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis associadas a pastas (ouates) de enchimento (estofamento).07). Em geral têm o aspecto de moqueta ou. podem citar-se: 1) Os rolos de pasta (ouate) usados para calafetar portas e janelas.OUTROS TAPETES E REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS (PISOS). por vezes com uma forma mais ou menos alongada. que se apresentam em pó (poeiras têxteis). e como material de acondicionamento ou para usos sanitários.NÓS E BOLOTAS (BORBOTOS) São pequenas bolas..04. de sabão ou de detergente (posição 34.TECIDOS IMPREGNADOS.02. B. de peleteria (peles com pêlo*). e) Os artefatos têxteis matelassês (acolchoados*) em peça. na fabricação de fios. de fibras sintéticas ou artificiais. impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais. Também se fabricam por corte de cabos ou fibras têxteis. d) As fitas de algodão cardado.03 . de matérias têxteis. o que permite neste caso obterem-se dois tapetes por separação. COM PLÁSTICO. tais como perucas para bonecas. especialmente. que também desempenham o papel de suporte. revestidas ou recobertas de substâncias ou preparações (de perfume ou de cosméticos (Capítulo 33). encáusticos.10 (posição 58. ou coladas por meio de aglutinantes análogos sobre um tecido que serve de suporte ao conjunto. misturadas com fibras têxteis. dentários ou veterinários (posição 30. ij) Os artigos para festas.09). na preparação de pós de toucador ou de cosméticos. de lã.

revestidos ou recobertos com plástico (por exemplo. são constituídas por vários destes tecidos sobrepostos e reunidos por colagem. Algumas correias. uma das faces (a que Atualizado em 04/01/2011 . da posição 56. Os tecidos cuja impregnação. impregnados a fim de os tornar aptos a aderir à borracha na qual são destinados a ser incorporados. as quais permitem colá-los a outros tecidos (contracolagem) ou a outras matérias. abrangidas pela presente posição. por exemplo. especialmente.Com poliuretano 5903. São também classificados aqui os tecidos revestidos por imersão (exceto os da posição 59. de matérias têxteis. Classificam-se igualmente nos Capítulos 50 a 55. fabricam-se normalmente por tecelagem ou entrançamento de fios de lã. revestidos. As mangueiras e tubos desta posição podem igualmente ser impermeabilizados por um revestimento interior de borracha ou providos de armação metálica (por exemplo. podem citar-se os que tenham sido impregnados com substâncias destinadas exclusivamente a torná-los anti-rugas. por simples pressão a quente. São incluídos nesta posição quer se apresentem em comprimento indeterminado. recobertos ou embainhados com plástico. como tecidos para mobiliário.) com características de acessórios. para fabricação de bolsas. nos Capítulos 50 a 55. de larguras muito variadas.11.10 . por simples colagem. chapas ou tiras. de alcatrão ou de preparações químicas. de linho. REVESTIDAS OU RECOBERTAS. poli(cloreto de vinila)). DE MATÉRIAS TÊXTEIS. etc. nos Capítulos 50 a 55. de cânhamo ou de fibras sintéticas ou artificiais. d) Os tecidos impregnados. etc. os tecidos combinados com folhas.05). ainda.CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO. de textura apertada. com plástico e cujo revestimento ou recobrimento não são perceptíveis à vista desarmada ou que só podem ser reconhecido pela mudança de cor que essas operações provocam. quer prontos para uso. podem apresentar-se impregnados ou revestidos de óleo. malas. A expressão "correias transportadoras ou de transmissão". qualquer que seja o seu peso por m2 ou a natureza do plástico incorporado (compacto ou alveolar). 58 ou 60). Além disso. Por outro lado. Estes tecidos. de algodão. designa geralmente os tecidos dos tipos utilizados para transporte de materiais ou transmissão de força. impregnados.04). último parágrafo). As mangueiras para bombas e tubos semelhantes. no entanto: 1) A impregnação. em geral. nem revestido ou recoberto em ambas as faces.Outros Esta posição abrange os tecidos impregnados. classificam-se. desta posição: a) Os produtos têxteis da posição 58. que não permitem distinguir na seção transversal qualquer camada de plástico. na fabricação de diversos aparelhos elétricos. Capítulos 50 a 55. os tecidos revestidos ou recobertos.20 . revestimento ou recobrimento (quando se trate de tecidos impregnados. as correias apresentam freqüentemente as ourelas reforçadas para evitar o desgaste. forma.09 59. 3) O tecido não se encontre nem inteiramente embebido. 2) Se trate de produtos que não sejam rígidos. São constituídos. que possam enrolar-se manualmente. vestuário. pantufas ou brinquedos. às vezes.90 . Em numerosos tecidos da presente posição. sendo irrelevantes as mudanças de cor provocadas por essas operações. 58 ou 60. em geral. de algodão. Os tecidos desta espécie classificam-se na presente posição. 58 ou 60 os tecidos parcialmente revestidos ou parcialmente recobertos com plástico. o plástico. providos de partes de outras matérias que não sejam têxteis (tais como uniões.Com poli(cloreto de vinila) 5903.11.10 . o aspecto do couro. com plástico. em geral. nas duas faces. consoante os tipos. Entre eles.5903. sem fenderem. DE PLÁSTICO. confeccionados. os tecidos estratificados da presente posição não devem ser confundidos com os tecidos reunidos. para encadernação. Os artigos que não satisfaçam às condições indicadas nas alíneas 2) e 3) acima. com desenhos provenientes desses tratamentos.04.MANGUEIRAS E TUBOS SEMELHANTES. b) Os tecidos revestidos ou recobertos com plástico concebidos para serem utilizados como revestimentos para pavimentos (posição 59. com plástico. classificam-se nas suas posições respectivas (em geral. revestimento ou recobrimento não sejam perceptíveis à vista desarmada (exceto pela mudança de cor). são tubos dos tipos utilizados para conduzir fluidos: mangueiras de incêndios. Utilizam-se. incluem-se.02). parte intitulada "Plásticos combinados com matérias têxteis". isto é. de plástico alveolar. Os tecidos da presente posição têm aplicações muito diversas. na acepção da Parte II das Considerações Gerais da Seção XI. revestidos.09 . revestidos ou recobertos) seja perceptível à vista desarmada. Com exceção dos produtos têxteis da posição 58. na superfície. a uma temperatura compreendida entre 15º e 30ºC. costura ou qualquer outra forma. bem como os estratificados com esta matéria. bem como os tecidos sobre os quais tenham sido pulverizadas partículas visíveis de matérias termoplásticas. por um invólucro tubular espesso (tecido tubular ou com costura). de fibras sintéticas ou artificiais. espiral de fio metálico). etc. desde que. (Quanto aos critérios para o termo "suporte". c) Os tecidos impregnados ou revestidos que tenham as características de revestimentos para paredes (posição 59. porém. lâminas ou formas semelhantes. antitraças ou a evitar que encolham e ainda alguns tecidos impermeabilizados (em especial. Os tubos com parede de borracha vulcanizada reforçada por uma armadura interna de matérias têxteis ou revestidos por uma baínha externa de tecido pouco espesso classificam-se na posição 40. uma camada que pode ser lisa ou gofrada para imitar. Excluem-se. classificam-se no Capítulo 39. DE MATÉRIAS TÊXTEIS. face a face. estão igualmente classificados no Capítulo 39. MESMO COM REFORÇO OU ACESSÓRIOS DE OUTRAS MATÉRIAS. gabardinas e popelinas impermeabilizadas por impregnação). recobertos ou estratificados com plástico. agulhetas. Todavia. em um mandril de 7 mm de diâmetro. nas quais o tecido sirva apenas de suporte. 59. Estes tecidos. ver as Considerações Gerais do Capítulo 39. como tecidos adesivos. muitas vezes colorido. OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS. no âmbito desta posição. Esta posição abrange também os tecidos fabricados com fios. MESMO IMPREGNADAS.

revestidos.De outras matérias têxteis 6306.19 . revestidos ou não. com tecidos de matérias têxteis sintéticas ou artificiais. TENDAS. etc. etc. macacões.De fibras sintéticas 6306.Tendas: 6306..10 6111.11 6111. Deve notar-se que os artefatos suscetíveis de inclusão simultânea na presente posição e em outras posições do presente Capítulo devem ser classificados na posição 61. apresentam-se embainhados nas orlas e possuem às vezes ilhoses.30 . As correias cuja espessura for inferior a 3 mm incluem-se. recobertas ou estratificadas com plástico. sem sola exterior colada. geralmente de tecido. ver a Nota 6 b) do presente Capítulo).91 .Colchões pneumáticos 6306.10. PARA BEBÊS.De lã ou de pêlos finos . por exemplo) para os quais são concebidos. são obtidos reunindo.06. As que tenham menos de 3 mm de espessura são excluídas quando de comprimento indeterminado ou simplesmente cortadas nas dimensões próprias (Nota 6 deste Capítulo). Estes últimos são habitualmente impermeabilizados e tornados imputrescíveis com alcatrão. São outrossim excluídas da presente posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão que acompanhem as máquinas ou aparelhos (transportadores. entrançados da posição 58. especialmente de poliamidas. mesmo que se apresentem providas de grampos. Abrange também os cueiros e fraldas.11 (ver a Nota 6 b) deste Capítulo). luvas. 61.ENCERADOS E TOLDOS. pontes de pequenas embarcações ou a constituir a cobertura de caminhões etc. Os encerados cortados em formas especiais destinados a cobrir montes de feno. linho ou algodão.22 .20 6111. com a característica comum de serem normalmente fabricados com tecidos resistentes e de textura apertada. geralmente. DE MALHA. prontas para uso (sem fim ou com grampos). b) As correias transportadoras ou de transmissão constituídas por tecidos impregnados. A presente posição compreende igualmente as correias transportadoras ou de transmissão tecidas em fibras têxteis sintéticas. mitenes e semelhantes. também se classificam nesta posição desde que sejam planos. como tecidos dos Capítulos 50 a 55. recobertos ou estratificados com borracha. 6306. revestidas.principalmente Seção XVI). cordas.De algodão 6306.06 .Outros: 6306. 63..9 . etc. relativamente pesados.Encerados e toldos: 6306. e as fabricadas com fios ou cordéis têxteis previamente impregnados.De outras matérias têxteis Esta posição compreende toda uma série de artefatos têxteis. correias sem fim ou cortadas nas dimensões próprias e providas dos respectivos grampos). Os encerados. juta. eixos e roldanas das máquinas) possui anéis obtidos durante a tecelagem.Velas 6306.De fibras sintéticas .). babeiros ou babadores.29 .De outras matérias têxteis Nos termos da Nota 6 a) do presente Capítulo. produtos químicos. por costura. quer se apresentem cortadas nas dimensões próprias. ou de cânhamo. em geral de forma retangular. a expressão "vestuário e seus acessórios. são revestidas de verniz ou tinta de zarcão. mesmo que não se encontrem montadas (regime dessas máquinas ou aparelhos . caminhões. PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA.De fibras sintéticas 6306.. de estatura não superior a 86 cm. pelo contrário aqui. desde que se apresentem de outra maneira (por exemplo. fitas da posição 58.De algodão .. As correias transportadoras ou de transmissão podem ainda ser reforçadas com tiras ou fios de metal ou de couro.De outras matérias têxteis 6306. . cilindros.30 6111. para bebês" compreende os artefatos para criança de tenra idade. 1) Os encerados são artefatos destinados a proteger das intempéries as mercadorias que se encontrem ao ar livre ou em barcos. fragmentos de tecidos cortados nas dimensões próprias. Atualizado em 04/01/2011 . Fabricam-se. vagões.05) nem os acessórios abrangidos mais especificamente por outros Capítulos da Nomenclatura.1 .08. etc. Também se incluem na presente posição as correias de transmissão constituídas por cordéis ou cordas de matérias têxteis. para evitar deterioração por agentes atmosféricos ou vapores ácidos.12 .2 . classificam-se.. recobertos ou embainhados de borracha (posição 40.99 . então. às vezes. Esta posição não compreende as toucas de malha para bebês (posição 65.90 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS. revestidos. VELAS PARA EMBARCAÇÕES.se destina a entrar em contato com os rolos. sapatos de malha para bebês.. costurada ou de outro modo fixada ou aplicada à parte superior.40 . As correias podem ser impregnadas com óleo de linhaça ou alcatrão vegetal e. As correias de matérias têxteis acima descritas classificam-se na presente posição desde que a sua espessura seja igual ou superior a 3 mm (quer sejam de comprimento indeterminado. ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO.. correias. etc. Entre os artefatos que se incluem nesta posição podem citar-se: os bibes.

11) As almofadas pneumáticas excluídas as que constituam artigos para acampamento da posição 63. bandeirolas e semelhantes. festas e outros usos. 8) As lonas de proteção. c) As tendas de brinquedo próprias para serem utilizadas por crianças. cortados de forma especial.01 ou 34. etc. os colchões. mesmo acompanhadas das armações. São normalmente constituídas por um teto simples ou duplo e paredes simples ou duplas que formam um espaço fechado. saquinhos para meias de senhora. esfregões. mesmo impregnados de produtos de conservação (excluídos os das posições 34.07 . esfregões. barcos de pesca. 6307. pendões. iates. para lenços e outros sacos ou saquinhos semelhantes..07). Os guarda-sóis-tendas de praia. de fibras sintéticas ou artificiais. 7) As capas para automóveis. da posição 63.06). de forma retangular e concebidos para se enrolar em uma haste ou serem montados em arcos que se articulam como um compasso. 2) Os cintos e coletes salva-vidas. Excluem-se também desta posição: a) As mochilas para acampamento. 6) As capas protetoras para vestuário (armários portáteis) (exceto as da posição 42.) são artefatos de proteção contra o sol. raquetes de tênis.02). panos grosseiros de prato ou de cozinha. para calçado. 12) Os abafadores de chá. para decorar bolos por injeção de creme.16. 5) Entre os artigos para acampamento podem citar-se os baldes e sacos para água. Estão compreendidos nesta posição mesmo quando se apresentem com a respectiva armação.10 . com aspecto de tenda. Compreende. panos de prato ou de cozinha. travesseiros e almofadas guarnecidas interiormente (posição 94.. INCLUÍDOS OS MOLDES PARA VESTUÁRIO. exceto as da posição 56. 5) Os sacos para roupa suja. as barracas ou tendas militares.Cintos e coletes salva-vidas 6307. Podem ser. 13) As almofadas para alfinetes.20 .05).06. planos (posição 63. por exemplo).01. espartilhos. colchões. as tinas e tanques. 15) Os cordões para sapatos. São geralmente confeccionadas com tecidos de fibras sintéticas ou artificiais muito resistentes ou com lona espessa. confeccionadas nas formas próprias para cobrir (motores. 10) Os panos para dar brilho aos calçados (excluídos os da posição 34. por exemplo. sacadas etc.02). são peças confeccionadas com produtos têxteis muito resistentes (fios de alta tenacidade.). em geral de tecido rígido. mochilas militares e outros artefatos semelhantes (posição 42. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6307. ou ainda de lona..Os encerados não devem ser confundidos com as capas para automóveis. as redes de dormir.01). as tendas para circo. para uso doméstico. como acontece com certos toldos para janelas. 3) Os toldos (para lojas. Esta posição abrange também as barracas de grande porte para feiras. etc. reunidos por costura. arrematados nas extremidades (os cordões de fios ou de cordéis incluem-se na posição 56.05). 14) As toalhas higiênicas (excluídas as da posição 56.Outros Abrange esta posição os artefatos confeccionados de qualquer matéria têxtil. Atualizado em 04/01/2011 .90 . para divertimentos. travesseiros e almofadas pneumáticas exceto os da posição 40.OUTROS ARTEFATOS CONFECCIONADOS. estão excluídos desta posição. etc. portas de sacadas. 4) Astendas são abrigos confeccionados com tecido mais ou menos espesso ou mesmo muito leve. matérias têxteis sintéticas ou artificiais. estes reproduzem a forma de diversas partes do vestuário. cordas ou acessórios deste tipo. 3) Os moldes para vestuário. 63. nem com as coberturas de proteção de tecidos leves. os revestimentos para o chão. cafés. bem como para pranchas ou carros à vela. liso ou listrado. estacas.09). estandartes. em especial: 1) As rodilhas. etc. recobertos ou estratificados. malas. embarcações desportivas. podendo encontrar-se montados e. b) Os sacos de dormir. embainhados e providos em geral de ilhoses ou qualquer outro dispositivo para atar. neste caso. da posição 66. para acampamento. de algodão ou de tecidos mistos mesmo revestidos.Rodilhas. automóveis. etc. de acordo com a forma da roupa. de tecidos finos. 2) As velas para embarcações (veleiros. 4) As bandeiras. incluídas as portáteis e as de praia.04). São normalmente constituídas por três paredes e um teto e se justapõem no trailer (caravana*) com a finalidade de lhes aumentar o espaço habitável. máquinas. máquinas.03). geralmente de tecido forte. flanelas e artefatos de limpeza semelhantes. incluídas as "cordas com bandeirolas" (série de bandeirolas presas a uma corda).08. não compreendidos em posições mais específicas da Seção XI ou em qualquer outro Capítulo da Nomenclatura. máquinas. lisas (excluídos os encerados e os revestimentos para o chão. no interior ou ao ar livre (posição 95. etc. etc. que se colocam sobre os passeios. para camisolões (camisas de noite*) ou pijamas. por exemplo). 9) Os sacos para filtrar café. O termo "tendas" engloba também as estruturas acopláveis a trailers (caravanas*).

folhagem e frutos. cuja parte filtrante não substituível seja constituída por diversas camadas de falsos tecidos.01. assim. abrange esta posição os artigos de comprimento indeterminado. cujas extremidades dos fios da urdidura tenham sido nodadas para evitar o desfiamento. os leques e ventarolas com armação de metais preciosos incluem-se na posição 71. para portas e janelas. p) Escovas.05.13. com folhas de matérias têxteis e armação de qualquer matéria. 6404 E 6405 (CALÇADOS): Atualizado em 04/01/2011 . que provenham de fardos já utilizados. perneiras (grevas*) etc. bengalas. compreendidos na presente posição os rolos de tecido. sabres. artificiais. mas também: a) Os artigos de seleiro ou de correeiro. g) Os calçados e suas partes (incluídas as palmilhas amovíveis) e outros artefatos (polainas.. classificam-se na posição 42. k) As flores. e suas partes e acessórios. 25) As rosetas (por exemplo. não só os artefatos de matérias têxteis classificados em posições mais específicas deste Capítulo ou dos Capítulos 56 a 62.) do Capítulo 64. por exemplo. em peças preparadas para corte. cortados em uma forma específica. bem como os artefatos confeccionados com flores. c) Os produtos das indústrias gráficas do Capítulo 49.01). de forma a modelá-lo. cuja utilização depende da mão-de-obra complementar de corte. e) As faixas para a cabeça.17). pára-quedistas. para animais. estojos de toucador. e suas partes.) bem como as correias para porta-bagagens e artefatos semelhantes (as correias com características de artigos de correeiro ou seleiro. 24) As máscaras de proteção contra poeiras. n) As pulseiras de relógios (posição 91. mochilas. etc. 23) As máscaras de tecidos utilizadas por cirurgiões durante as operações. que se destinarem.17 ou 62. do Capítulo 65. ij) Os guarda-chuvas. classificam-se como tecidos em peça). Estão. 21) Os panos para queijos. para qualquer animal (posição 42.). incluídos os guarnecidos interiormente de pasta (ouate). 26) Os cortes de matérias têxteis contendo alguns trabalhos de confecção.01).16) As correias que. b) Os artigos de viagem (malas. etc. punhos) ou para os músculos (por exemplo. caiaques e outras embarcações (posição 89. cotovelos..02).02. 28) Os artigos em falsos tecidos. para guarda-chuvas e guarda-sóis. etc.17. Excluem-se desta posição. jogos. classificam-se na posição 94. artigos para divertimento e festas.13). 6402. emblemas e artigos semelhantes das posições 58. 61.16). m) Os metros (posição 90. 22) Os fiadores para guarda-chuvas. etc.03). sacolas (sacos para compras).05. bem como as folhas apresentadas isoladamente. para o transporte de crianças. excluídas as de vestuário. joelhos. e outros recipientes semelhantes incluídos na posição 42. odores. artificiais (posição 67. pincéis e artigos semelhantes (posição 96.03). exceto as que forem classificadas em outras posições da Seção XI. cortados de forma quadrada ou retangular.01). (Os panos para queijo. f) Os sacos de quaisquer dimensões da posição 63. 18) As coberturas e bainhas. tornozelos. desde que não estejam incluídos em outras posições da Seção XI. 19) Os leques e ventarolas. Todavia. o) Os brinquedos. que não tenham características de verdadeiros sacos nem de sacos não acabados da posição 63. revestidos em uma das faces com uma matéria adesiva protegida por uma folha de papel ou outra matéria e destinados a serem colados na parte inferior do seio. não tenham característica de cintos ou cinturões da posição 62. as peneiras e crivos (posição 96. guarda-sóis. as coxas). 27) As fundas do tipo das mencionadas na Nota 1 b) do Capítulo 90 para as articulações (por exemplo. 20) Os tecidos com costuras grossas. confeccionados na acepção da Nota 7 da Seção XI (ver as Considerações Gerais desta Seção). h) Os chapéus e artefatos de uso semelhante. NCM 6401. acessórios de carnaval e outros artefatos do Capítulo 95. Os assentos para crianças. tratadas ou não com carvão ativado providas de uma camada de fibras sintéticas. 6403. folhagem e frutos. eletricistas. d) As etiquetas. aviadores.04) e as borlas ou esponjas (posição 96. guarda-sóis e sombrinhas (posição 66. Além dos artefatos acabados atrás referidos. mas ainda não suficientemente completas para serem reconhecíveis como vestuário ou partes de vestuário. espadas. etc. sombrinhas. a fixar-se no assento de veículos. mas incompletamente descosidos. as atribuídas em competições). embora se destinem a ser usadas na cintura.17 e se destinem a facilitar determinados trabalhos (cintos profissionais de lenhadores. tais como orlas ou cavas para o pescoço e destinadas à fabricação de vestuário.17). 17) Os berços portáteis e dispositivos semelhantes. de malha (posição 61. l) Os botes pneumáticos.07.

03 6403. saliências (espigões) ou dispositivos semelhantes. com saliências (espigões) que se encaixam na sola -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com biqueira protetora de metal Outros --Outros Com biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.00 6403. 6401.10 6401.1 6403. parafusos.20.99 6402.12. em que a parte superior não tenha sido reunida à sola exterior por costura ou por meio de rebites.99. nem formada por diferentes partes reunidas pelos mesmos processos.99.10.01 Calçados impermeáveis de sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.90 6402.90 64. plásticos.99. pregos.02 6402.99.40.12.9 6401.00 6402.00 6402.92.1 6402.00 -Calçados com biqueira protetora de metal -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo. couro natural ou reconstituído e parte superior de couro natural.99 6401. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com parte superior em tiras ou correias.00 6403.91.00 6401.19.10 6402. mas não o joelho --Outros Cobrindo o joelho Outros Outros calçados com sola exterior e parte superior de borracha ou plásticos.90 64.19.00 6402.9 6402.64.20.91. com biqueira protetora de metal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Atualizado em 04/01/2011 .00 6401.91 6402.00 6403. -Calçados para esporte: --Calçados para esqui e para surfe de neve --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural e parte superior constituída por tiras de couro natural passando pelo peito do pé e envolvendo o dedo grande -Outros calçados.10 6402.

treino e semelhantes --Outros -Calçados com sola exterior de couro natural ou reconstituído Outros calçados. basquetebol.91 6403.10 6405.10.10 6403.90 6403.90.51. -Com a parte superior de couro natural ou reconstituído Com sola exterior de borracha ou plástico e parte superior (corte) de couro reconstituído Com sola exterior de couro natural ou reconstituído e parte superior (corte) de couro reconstituído Outros -Com a parte superior de matérias têxteis -Outros 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 65. com sola exterior de couro natural: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.00 64. 6506.06 .10 6403.05 6405.11.90 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira.10.10.5 6403.51 6403.90 6403.00 6405. -Calçados com sola exterior de borracha ou de plástico: --Calçados para esporte.1 6404.OUTROS CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE.10 6405.Capacetes e artefatos de uso semelhante.19.99 6403.91.20 6405.99.59 6403.00 6404.90 6405.00 6404.91.99.10 6403. ginástica.59.10 .20. calçados para tênis.51.10 6403. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros Calçados com sola exterior de borracha.9 6403.00 -Outros calçados. MESMO GUARNECIDOS. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros --Outros Com sola de madeira. plásticos.90 64.59.6403.04 6404. desprovidos de palmilhas e de biqueira protetora de metal Outros -Outros calçados: --Cobrindo o tornozelo Com sola de madeira.20. couro natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis. de proteção Atualizado em 04/01/2011 .

cré. couro. vazados ou moldados. por exemplo. por exemplo). motociclistas. naturais. 2) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de pele ou de couro natural ou reconstituído. recobertos de matérias abrasivas. devem citar-se: 1) As lajes (placas). podem apresentar-se cozidos. pelo fato de as formas que apresentam lhes determinarem a sua aplicação. mas em que o abrasivo. que são igualmente constituídas por suportes e abrasivos. tais como depuração. escovas.. constituídas por um suporte (por exemplo. madeira.Outros: 6506. resinas naturais. assim obtidos.04.13. 3) As chapas de construção constituídas por uma ou mais camadas de tecido ou de papel embebidas em asfalto ou em produto semelhante. discos. pelo contrário. APLICADOS SOBRE MATÉRIAS TÊXTEIS. etc. borracha (endurecida ou não). em determinados capacetes. papel. blocos e formas semelhantes.. dessecação. escórias. pedra-pomes. desperdícios de cortiça. às vezes corados artificialmente.. se encontra em camada compacta fixada de modo permanente ao suporte. de cartão feltrado.OBRAS DE ASFALTO OU DE PRODUTOS SEMELHANTES (POR EXEMPLO. ladrilhos. quer nos Capítulos 63..9 . sofrem a nova fusão e moldação antes do seu emprego. fibras de amianto.Aplicados apenas sobre papel ou cartão 6805.90 . talco. vidro e semelhantes.10 . Não devem confundir-se estes artefatos com certas mós ou ferramentas manuais da posição 68.). Esta posição compreende igualmente os produtos semelhantes de falsos tecidos. de microfones e fones de ouvido (auscultadores) telefônicos. a maior parte das vezes adicionadas de areia. o regime das obras do metal respectivo.14 ou 27. geralmente aglomerados por meio de colas ou de plásticos. 68.30 . carboneto de silício (carborundum). etc. asfaltos e betumes. etc. tiras.De outras matérias A presente posição abrange todos os chapéus e artefatos de uso semelhante não compreendidos quer nas posições precedentes do presente Capítulo. 68 ou 95. plásticos. capuzes. 27. metálicos (de ferro fundido. etc. 3) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de peleteria (peles com pêlo*). 5) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de metal. fitas.05 . tijolos. cartão. discos. Abrange especialmente os chapéus e artefatos de uso semelhante de segurança (utilizados na prática de esportes. etc. 2) As chapas para telhados. naturais ou artificiais. CARTÃO OU OUTRAS MATÉRIAS.91 . misturas betuminosas.08.) por fixação permanente em pequenas placas ou varetas de madeira ou de qualquer outra matéria. aço. cortiça.15 da Nomenclatura (breu de alcatrão de hulha. Estas (ao contrário das obras desta posição). em rolos ou cortadas de qualquer forma (folhas. 4) Os tubos e recipientes. em vez de se apresentar em grãos ou pós simplesmente aplicados.20 . para bombeiros. EM PÓ OU EM GRÃOS. granada. etc. quartzo. obtidos por pressão ou fusão e que servem para revestimento ou pavimentação.07 .ABRASIVOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS. Os artefatos da presente posição são essencialmente utilizados para polimento manual ou mecânico de metais. corindo. revestidos de matérias asfálticas ou alcatroadas seguem.). COSTURADOS OU REUNIDOS DE OUTRO MODO. 4) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de plumas ou de flores artificiais. Tubos e recipientes. especialmente em forma de ferramentas (ferramentas de polir para a indústria de relógios e aparelhos semelhantes. nos quais a matéria abrasiva está dispersa na massa de modo uniforme e fixada nas fibras têxteis por meio de um aglutinante. areia. resíduos do tratamento do óleo do petróleo e semelhantes. de uma camada dessa matéria. capacetes militares. BREU OU PEZ). bem como os fios e cordéis de fibras têxteis. de uma manta de fibras de vidro ou de um tecido de fibras de vidro. Esta posição também compreende: 1) Os chapéus e artefatos de uso semelhante de borracha ou de plástico: toucas de banho.Aplicados sobre outras matérias Esta posição abrange os produtos têxteis. que se apresentam habitualmente em pães. enxofre. As tiras. etc. estejam ou não providos de almofadas de proteção e mesmo. ou de uma folha de pequena espessura de alumínio) embebido em asfalto (ou em produto semelhante) ou recoberto. Entre as obras abrangidas por esta posição. são considerados como obras de asfalto ou como obras metálicas consoante a matéria que lhes confere a característica essencial. de asfalto reforçado ou recobertos de metal.99 .6506. serragem (serradura) ou fibras de madeira. cimento. mesmo adicionadas de amianto ou sujeitas a tratamentos elementares.Aplicados apenas sobre tecidos de matérias têxteis 6805. de um tecido de fibras artificiais ou sintéticas ou de juta.10 . Os tubos e recipientes. 68. 27. 6805. triturados ou pulverizados. Atualizado em 04/01/2011 . ou ainda para afiar cardas. mineiros ou operários de construção. fibra vulcanizada. vidro.Em rolos 6807.. tais como esmeril. PAPEL.De borracha ou de plástico 6506. em ambas as faces. grampeados ou reunidos de qualquer outro modo.). natural ou artificial. bem como para aplainar e polir superfícies envernizadas ou laqueadas. segmentos etc. gesso. segmentos. couro e outras matérias. MESMO RECORTADOS. As obras acima referidas distinguem-se das respectivas matérias primas.Outras Esta posição refere-se a obras executadas vulgarmente com as matérias mencionadas nas posições 27. sílex. etc. chapas. 6807.

PASTILHAS).Folhas de amianto e elastômeros comprimidos. cartão e feltro. feltragem. para bombeiros. apresentam-se em rolos. recipientes.11). etc. revestidos. c) Os artefatos de fibrocimento adicionados de asfalto (posição 68. colocação na peneira de uma máquina de "forma redonda".80 . celulose. por exemplo fibras têxteis ou fibras de vidro. PARA FREIOS (TRAVÕES*). Tais são. 6813. reservando-se as fibras médias e curtas para a fabricação de cartão. acessórios de vestuário. 68. envernizados. por exemplo. escórias. calças. etc. polainas.9 . para combater incêndios nos condutos de gás. anéis. MESMO COMBINADAS COM TÊXTEIS OU OUTRAS MATÉRIAS. EMBREAGENS (EMBRAIAGENS*) OU QUALQUER OUTRO MECANISMO DE FRICÇÃO. para defesa aérea. para operários que trabalham nas indústrias metalúrgica ou química (casacos. Estão excluídos da presente posição. varetas. estas obras são obtidas quase sempre por feltragem.11. estão incluídas na posição 25. em geral.11). luvas. filtração.Vestuário. em pó ou em flocos (posição 25. tubos. grafita.99 . fibras de vidro.84). simplesmente revestidos ou impregnados de betume ou de asfalto (posição 70. compressão por meio de prensa hidráulica e secagem em estufa. A presente posição inclui. VESTUÁRIO. de amianto.. para a fabricação de objetos moldados. panos para apagar incêndios. além dos produtos mencionados nas exclusões das Considerações Gerais: a) O amianto.. sob forte pressão. borracha. na fiação empregam-se.13. feltro e papel. mesmo apresentadas em rolos 6812.AMIANTO TRABALHADO. bem como as que foram batidas ou limpas.. folhas de amianto sobrepostas e coladas por meio de plástico.19). as fibras de amianto são submetidas à ação de batedores e sofrem depois uma cardação seguida de passagem em um banco de fusos. d) As guarnições de fricção à base de amianto da posição 68. Também cabem aqui as misturas de amianto com carbonato de magnésio. pedra-pomes. em certos casos. gesso. isolamento. ANÉIS.11).13 . DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS OU DE CELULOSE.Outras Esta posição compreende. ROLOS. MISTURAS À BASE DE AMIANTO OU À BASE DE AMIANTO E CARBONATO DE MAGNÉSIO. MESMO ARMADAS. vestuário. 6812. placas (lajes). capacetes e botas com solas ou gáspeas de amianto). colchões. DISCOS. corados na massa.20 . como matérias filtrantes e. NÃO MONTADAS. cordas. fibras compridas. silicato de sódio. talco.Papéis.13. etc. torção. serragem (serradura). excluem-se desta posição: a) Os papéis e cartões. principalmente. um conjunto de obras de amianto puro ou de amianto misturado com as matérias mencionadas no parágrafo precedente e ainda. PLACAS. d) Os tecidos ou mantas. rolos. revestidos. por redução das fibras a pasta. tecidos em peça ou cortados. rodelas. bainhas. são obtidas. EM FIBRAS.. FIOS.91 . capuzes e máscaras com "vidros" de mica. perfurados. cortiça.Contendo amianto 6813. condutos. discos. uniões. de proteção. em bruto ou simplesmente selecionadas segundo o comprimento. revestidos de amianto.Além disso. com ou sem dedos. Todos estes artefatos podem ser reforçados com metal (geralmente fio de latão ou de zinco) ou com outras matérias. bronzeados. Os fios podem ser simples ou torcidos.24). calçados e chapéus 6812. molduras. chapéus e artefatos de uso semelhante e calçados. CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE. tiras. À BASE DE AMIANTO. chapas ou cortados em tiras.Outras: 6812. ver a Nota Explicativa da posição 25. TIRAS. impregnados ou recobertos de alcatrão ou de produto semelhante. para juntas. Também se obtêm comprimindo a quente.24. utilizadas como produtos intercalares para usos calorífugos. eventualmente. Entre as outras obras de amianto incluídas nesta posição..GUARNIÇÕES DE FRICÇÃO (POR EXEMPLO. podem citar-se os cordões. talco. fresados ou trabalhados de outra forma. 68. as fibras cardadas e as fibras tingidas. juntas (com exceção das juntas metaloplásticas e das juntas inteiramente de amianto apresentadas em sortidos com outras juntas da posição 84. óxido de alumínio. de amianto.. de maneira análoga à das chapas de fibrocimento da posição 68.12 . terra siliciosa fóssil. c) As obras de fibrocimento (posição 68. Não sendo as fibras de amianto suscetíveis de se estirarem. confecção ou moldação. mangas. cartões e feltros 6812. folhas. TECIDOS.De crocidolita 6812. cortinas e cenários de teatro e bolas e cones de ferro. em que as fibras de amianto se distinguem facilmente. com resinas naturais ou plásticos. b) Os tecidos e outras superfícies têxteis. as fibras de amianto (asbesto) para qualquer uso (fiação. As fibras de amianto.. EXCETO AS DAS POSIÇÕES 68. de fibra de vidro. a embalagens (posição 48. fiação.Não contendo amianto: Atualizado em 04/01/2011 . chapas filtrantes.92 . b) Os produtos semimanufaturados e obras que apresentem características de plásticos e que contenham amianto (Capítulo 39). Para fabricação de fios.) que tenham sofrido tratamento além da seleção. de preferência. destinados. por fim. entrançados. JUNTAS). fibrocimento e pó de amianto. em primeiro lugar. batedura e limpeza. asfalto. SEGMENTOS. borracha. O papel. entrançamento. CALÇADOS. enchimento.93 .11 OU 68.24. etc. aventais. tecelagem.8 . ladrilhos. OBRAS DESTAS MISTURAS OU DE AMIANTO (POR EXEMPLO. Para a descrição do amianto crocidolita. Estes produtos. podem apresentar-se também revestidos de gordura. escudos para bombeiros. polidos. etc. impregnados ou recobertos de asfalto ou de produtos semelhantes (Capítulos 56 ou 59). descansos para travessas.

em geral. Este revestimento pode ser opaco (branco ou corado por adição de óxidos metálicos) ou transparente. que as distingue das porcelanas. consoante sejam de porcelana ou de outras matérias cerâmicas. O verniz é normalmente aplicado antes de uma segunda cozedura a temperatura mais baixa que a primeira. o que origina uma pasta de grão tênue homogêneo. contudo. denso e duro ao ponto de não ser riscado por uma ponta de aço. mas são mais ricas em sílica e fundentes (especialmente em feldspato). Todos estes produtos cerâmicos se apresentam quase completamente vitrificados. foi enriquecida com fosfato de cálcio (sob a forma de cinzas de ossos. É geralmente cinzento ou acastanhado. Estas guarnições possuem às vezes uma armadura de fios de metais. 2º) Da louça. Encontram-se recobertas de um esmalte. Podem também encontrar-se reunidas por costura. duros. que são submetidos a uma moldagem sob forte pressão. as guarnições para órgãos de fricção apresentam-se sob a forma de chapas ou placas. designação que abrange uma grande variedade de louças de pasta branca ou corada. posição 87. destinam-se a revestir segmentos de freios (travões). O parian (também conhecido por "porcelana de Carrara") é uma variedade de biscuit com alto teor de feldspato. 2) As faianças. de lingüetas perfuradas ou de outros dispositivos semelhantes. mais ou menos fina. vermelho ou amarelo). quartzo.07 e 69. o zinco ou o chumbo. revestidos de amianto. Consoante o seu emprego. normalmente. C) Certos produtos cerâmicos que tendem. cuja cozedura é mais forte do que a dos produtos de barro. provida de alvéolos. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. de castanho. por uma mistura de fibras de amianto. com exclusão: 1º) Dos artigos vidrados ou esmaltados ou não das posições 69. agrupam-se os produtos cerâmicos. tecido ou entrançado.. donde o seu nome deriva. Fabricam-se com argilas. guindastes. dos outros artigos de uso doméstico e dos artigos de toucador que. DE CERÂMICA SUBCAPÍTULO II OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste Subcapítulo. mesmo quando não polidos são brancos ou corados artificialmente. que seguem. o regime da matéria constitutiva. ou são formadas por fios metálicos ou de algodão. devido às impurezas contidas na pasta utilizada durante a sua fabricação. por exemplo.12. por exemplo) que origina uma pasta mais translúcida a uma temperatura inferior à exigida para as porcelanas de pasta dura. ou nitidamente translúcidos como a porcelana. tiras. mais geralmente. e. em geral. devem entender-se as porcelanas de pasta dura. têm textura terrosa e opaca. com exclusão da porcelana. é permeável aos líquidos. opaca e deixa facilmente riscar-se pelo ferro e. 69. estes produtos são.). o que permite obter uma decoração mais variada sob o próprio vidrado. finamente peneiradas e diluídas em água. parcialmente vidrado. Excluem-se da presente posição: a) As guarnições de fricção. guarnições de cortiça). etc.. O biscuit é a porcelana baça (não vidrada). b) As guarnições montadas para freios (travões) (incluídas as guarnições fixas em uma chapa metálica.PORCELANAS Por "porcelanas". impermeáveis. anéis ou cortadas de qualquer outra maneira. enquanto que a porcelana à base de ossos. Os seus dois tipos são: 1) Os produtos de barro obtidos a partir de argilas comuns ferruginosas e calcárias (barro para tijolos). dragas e outras máquinas. As porcelanas de pasta branda contêm menos alumina. perfuradas ou trabalhadas de qualquer outro modo. são principalmente os seguintes: A) A louça de pasta porosa que. quando quebrada.Guarnições para freios (tavões*) 6813. que se destina a impermeabilizá-las artificialmente.11 ou na posição 69.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO.Outras As guarnições a que se refere a presente posição são constituídas por amianto (asbesto). ligeiramente translúcidos quando de pequena espessura (como. com exceção dos produtos de farinhas siliciosas fósseis ou de terras siliciosas semelhantes e dos produtos refratários do Subcapítulo precedente. mas sem chegar à semivitrificação.81 . Podem apresentar-se vidrados ou esmaltados. TIJOLEIRAS. Devido ao seu alto coeficiente de fricção e de resistência ao calor e ao desgaste. para freios (travões) a disco). a imitar a porcelana pelo seu aspecto exterior: mesma maneira de preparar a pasta. revestimento e ornamentação sensivelmente idênticos. não contendo substâncias minerais nem fibras de celulose (por exemplo. discos e cones de embreagens e outros órgãos de fricção para veículos de qualquer espécie.04 . polido.08. artigos sanitários. feldspato (ou feldspatóides) e.6813. ao contrário da porcelana. as porcelanas de pasta branda. sob o ponto de vista comercial. às vezes.OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS Os produtos cerâmicos. telhas. breu ou borracha comprimida ou. mais pobre em alumina. por exemplo) ou celulose.. o que o torna integrante do seu suporte. segmentos. tais como o latão. o fundo Atualizado em 04/01/2011 . e a pasta apresenta-se corada (em geral. Sem serem opacos como a faiança. o biscuit (incluído o parian) e a porcelana à base de ossos.89 . As porcelanas de pasta dura são constituídas por uma mistura de caulim (ou de outras argilas caulínicas). se classificam na posição 69.08). O arenito cerâmico pode também ter aspecto vítreo (impermeável) ou parcialmente vítreo. Apresentam-se recobertos de um verniz incolor e transparente que se obtém durante a própria cozedura da pasta. Também há guarnições para freios (travões) que têm por base outras substâncias minerais (grafita ou terra siliciosa fóssil. rolos.. discos. adere à língua. que se devem classificar como partes das máquinas ou veículos a que se destinam (por exemplo. plástico e outros produtos apropriados. lâminas. I. carbonato de cálcio. o seu aspecto lembra o do mármore de Paros. B) O arenito cerâmico. II. translúcidos (exceto se são muito espessos) e sonoros. de grão fino e tom ligeiramente amarelado. A classificação dos produtos cerâmicos no presente Subcapítulo baseia-se unicamente na natureza dos artigos obtidos (tijolos. distingue-se da porcelana por ser opaco e. impregnado de plástico.

por exemplo: grades de ventilação. que adere à língua. DE CERÂMICA. portais. chaminés industriais e instalações análogas. estrias ou com dispositivos especiais que permitam o encaixe umas nas outras. 2) Os elementos para chaminés e condutores de fumaça. os tijolos que não suportam temperaturas de 1. mas. etc. admitir-se-ão ainda nesta posição os denominados tijolos "duplos" com perfuração especial no sentido do comprimento.05 . Estes tijolos são. serragem (serradura). em virtude dos seus usos eletrotécnicos. 3) Tijolos comuns.TELHAS. para ornamentar paredes. de barro. Este Subcapítulo engloba também os artefatos obtidos por serração dos produtos de esteatita cozidos. incluídos os tijolos de forma especial para capitéis de colunas. envernizados ou esmaltados. com nervuras. em presença de hidrocarbonetos ou de carvão) impregnados de alcatrão. como as telhas para empenas. construção de pilares de pontes. porém. para certas construções especiais (instalações químicas.02. tapa-traves (utilizados como complemento da tijoleira). utilizando na sua fabricação argila ferruginosa.Outros A presente posição engloba os tijolos não refratários de cerâmica (por exemplo. Pelo contrário. para cobrir os algerozes. branca ou corada. de encaixar. cercaduras. 69. telhas para cumeeiras.Tijolos para construção 6904. perfurados ou não.. etc. no decurso da cozedura. Desde que conservem ainda. E OUTROS PRODUTOS CERÂMICOS PARA CONSTRUÇÃO.Telhas 6905.07 e 69. 4) Outras peças para construção. em forma de meia-cana. que se utilizam.10 . remates para chaminés. remates de paredes. que se obtêm misturando. etc. Também cabem neste Subcapítulo. DE CERÂMICA. de fios metálicos recobertos nas interseções de pequenos discos ou cruzetas de barro que ocultam em grande parte o metal. de superfícies planas ou caneladas. maciços.01.e é o caso particular do tijolos de revestimento . Deve.08 (ver Notas Explicativas correspondentes). telhados. paredes. leves e porosos. Estes produtos. as pedras e placas (lajes). desde que não estejam incluídos no Capítulo 85. tais como pavimentação.) ou de telhas especiais. não devem ser considerados "porcelanas". a Nota Explicativa da posição 69. de forma retangular. ou aquecendo-se em atmosfera redutora. CONDUTORES DE FUMAÇA.04 .). e os tijolos refratários da posição 69. areados (por aplicação superficial de areia durante a cozedura). recobertos de fina camada de matéria terrosa. para pavimentação e revestimento das posições 69. corados na massa ou superficialmente (especialmente por adição de óxidos de ferro ou de manganês. ELEMENTOS DE CHAMINÉS. fumados.09). Estão ainda compreendidos no Subcapítulo II os artigos fabricados com matérias refratárias (tais como alumina sinterizada). que oculta a cor da pasta. excluem-se desta posição: a) Os tijolos de kieselguhr. carrancas. quer se trate de telhas comuns de qualquer forma (chatas. granulosa e terrosa e não vitrificada. em uma ou nas duas faces. isto é. esferas. se deixa penetrar pela água e riscar por uma faca de aço. Todos estes artefatos podem apresentar-se . 4) Tijolos de revestimento ou de fachada. 69. os artigos obtidos por moldagem e cozedura de matérias tais como a esteatita em pó. Também podem apresentar. redes para tetos.90 . depois de separados. geralmente misturadas com argila (caulim) e feldspato.das xícaras (chávenas)). tijolos de forma especial designados tapa-vigas. 6905. florões. na maior parte das vezes. etc.90 . especialmente para tetos e pavimentos). etc. paredes. frontões. tenham sofrido cozedura mais intensa do que a habitual. notar-se que certas porcelanas de pasta branda também se deixam riscar pelo aço. tijoleiras (peças ocas de maiores dimensões. ORNAMENTOS ARQUITETÔNICOS. frisos e outros ornamentos de arquitetura. para estes usos particulares. etc.polidos. 3) Os ornamentos arquitetônicos para fachadas. por exemplo. para enquadrar portas e janelas. Distinguem-se. desde que a sua utilização não exija propriedades refratárias (ver. para cantos de telhados. TAPA-VIGAS E PRODUTOS SEMELHANTES. etc. como tijolos. são fabricados de arenito cerâmico. Compreende: 1) As telhas (para telhados. para chaminés industriais. capitéis. cuja combustão. furadas ou com ganchos. que se empregam especialmente para revestir fachadas.Outros A presente posição inclui um determinado número de artefatos não refratários. balaustradas.TIJOLOS PARA CONSTRUÇÃO. a característica de tijolos de construção. em construção. da porcelana propriamente dita pela sua fratura. Esta posição também compreende os tijolos maciços. palha cortada e substâncias análogas. na pasta cerâmica. diversas guarnições de remate. e que são cortados antes de serem utilizados.10 . cachorros. ainda que acessoriamente se utilizem para outros usos. Esta posição inclui: 1) Tijolos comuns. ocos ou escavados. fibras de turfa.500°C ou mais) dos tipos normalmente utilizados na construção de edifícios. tijolos perfurados. em que se exige a resistência à compressão e aos ácidos. e mesmo que. Atualizado em 04/01/2011 . em geral. desenhos em relevo obtidos por moldação. tais como capelos para chaminés. mas às vezes também de arenito cerâmico. da posição 69. 6904. tais como cornijas. por exemplo). contudo. de barro. frisos. TIJOLEIRAS. determina a formação de uma rede de espaços vazios. 2) Tijolos comuns arqueados. b) Os ladrilhos.

Esta posição refere-se a artefatos não refratários que se destinam. tubos de esgoto. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6907. citam-se os que se utilizam para revestimento interior de moinhos para esmaltes e aparelhos análogos).Ladrilhos. b) Os tubos. tubos e outros artefatos para canalizações e usos semelhantes. de que constituem o esqueleto. principalmente: 1) Os tubos de drenagem para agricultura. sifões. corados. canelados.47. por meio de cimento. ganchos ou outros dispositivos de encaixe e por se destinarem a ser justapostos sem sobreposição. cubos ou pequenos retângulos para mosaicos. Não se incluem nesta posição: a) Os elementos tubulares para chaminés. Alguns ladrilhos cerâmicos são utilizados exclusivamente para calcetamento. recobertos com engobos. pastilhas e artigos semelhantes. 69.se incluem na posição 69. grosseiramente trabalhados. bem como todos os elementos tubulares para usos elétricos (posições 85.04 (ver também a Nota Explicativa da posição 69. PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. lareiras.90 .06). determinada pela sua forma e dimensão.06 - TUBOS. por serem planos. não vidrado nem esmaltado. das telhas. mesmo que se apresentem areados. e não pela sua composição. desde que não sejam vidrados (envernizados) nem esmaltados. além disso. Os ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento caracterizam-se essencialmente pelo fato de a relação entre a sua espessura e as restantes dimensões ser inferior à respeitante aos tijolos de construção propriamente ditos.Todos estes artefatos se incluem nesta posição.09).10 . PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO. 69. especialmente. quer por vitrificação (arenito cerâmico). com ou sem tubuladuras (tubos de combustão. elementos tubulares para saneamento de paredes e outras obras de alvenaria. de porcelana (por exemplo. CUBOS. octogonal. por não terem.) que se destinem aos mesmos usos. 6907.. é por isso que existem ladrilhos e placas(lajes) de arenito cerâmico e mesmo de porcelana ou de esteatita cozida (como exemplo de ladrilhos mais resistentes. PARA MOSAICOS. devido ao fato de alguns deverem ser mais resistentes.). cola e outros processos. por exemplo). horticultura e jardinagem. tais como tubos para escoamento de água da chuva (posição 69.mesmo que se trate de tijolos de cozedura muito intensa .05). as placas (lajes) utilizam-se principalmente para pavimentação e revestimento de pisos ou para servir de fundo de lareiras. Além dos artigos vidrados (envernizados) ou esmaltados. Os ladrilhos são de dimensões inferiores às das placas (lajes) e apresentam.na maior parte das vezes quando se trate de tubos para instalações químicas . Podem ter qualquer forma ou seção (retilínea. com derivações. etc. plintos. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS. estrias ou outros ornamentos obtidos por moldação. portanto. formas geométricas (hexagonal. esmaltados. Enquanto que estes últimos fazem parte integrante da própria construção. 3) As pastilhas. em geral. tal seria o caso. são freqüentemente feitos de matérias mais ou menos vitrificáveis por cozedura. Uns e outros podem ser fabricados de barro ou faiança mas. NÃO VIDRADOS NEM ESMALTADOS.de barro tornado impermeável. cabeças e outros condutores de fumaça (posição 69. Na prática. Os artefatos desta posição podem apresentar efeitos de cor (corados na massa. sem que deixem de pertencer à presente posição. Também se incluem aqui: 1) Os artefatos da mesma natureza dos ladrilhos e das placas (lajes). Diferem.) diferentes das formas das placas (lajes). uniões. etc. os ladrilhos e as placas (lajes) destinam-se particularmente a ser fixados. DE CERÂMICA. estriados. etc. etc. frisos. alamedas de jardins. às vezes. com relevos. cotovelos. de diâmetro constante ou variável. Excluem-se desta posição. DE CERÂMICA. são de arenito cerâmico e. em cotovelo. marmorizados.. de barro poroso e que apenas tenham sofrido ligeira cozedura. ser emoldurados. cantos e artefatos análogos. etc).Outros Esta posição abrange um conjunto de produtos cerâmicos que se apresentam sob as formas habitualmente utilizadas em pavimentação e revestimento. de tal modo que os tijolos que possam servir indiferentemente para construção e para pavimentação . mesmo fixados em papel ou outro suporte. quer por esmaltagem. ao contrário dos tijolos. CALHAS OU ALGEROZES E ACESSÓRIOS PARA CANALIZAÇÕES. incluídos os semitubos (calhas. mas apresentando formas diferentes das habitualmente usadas. às divisórias já construídas. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. e que são utilizados para completar o revestimento ou a pavimentação. cubos. chaminés. entre outros e mesmo que se utilizem em construção. Em suma. ou também . em especial). pavimentos. só compreende os artefatos não vidrados ou esmaltados (ver a posição seguinte para os mesmos artefatos vidrados ou esmaltados). excepcionalmente. etc. c) Os tubos isoladores e suas peças de ligação. geralmente de porcelana.46 e 85. 3) Os acessórios de tubulagem. 2) Os ladrilhos duplos destinados a serem cortados no momento da utilização. a ser encaixados uns nos outros e a servir para escoamento ou distribuição de fluidos. DE CERÂMICA.) e apresentar-se vidrados ou esmaltados. especialmente concebidos para laboratórios (posição 69. estes ladrilhos têm forma cúbica ou troncocônica. 2) Os tubos para canalizações e usos semelhantes (tubos para escoamento de água da chuva. a classificação de artefatos nesta posição é. tubos para proteção de cabos que não desempenhem a função de isoladores) etc.07). destinados a ligação ou derivação (mangas. tês. envernizados. lingüetas. que são normalmente retangulares. os ladrilhos que demarcam as zonas de passagem de pedestres (peões*) nas ruas). impregnados de outras substâncias. algerozes. Os ladrilhos são utilizados principalmente para revestir paredes. Estes artefatos podem ser de barro. dos meios-fios. MESMO COM SUPORTE.07 .LADRILHOS E PLACAS (LAJES). tais como capelos. como aquelas. excluem-se desta posição: Atualizado em 04/01/2011 . Entre estes artigos figuram.

o que reduz o perigo resultante da projeção de estilhaços. pastilhas e artigos semelhantes. temperados. se o choque é tão violento que o faz partir (e não se limita a rachá-lo).07. tais como espelhos ou vidros armados comuns ou vidros de absorção seletiva do gênero dos que se utilizam.). VIDRADOS OU ESMALTADOS.VIDROS DE SEGURANÇA CONSISTINDO EM VIDROS TEMPERADOS OU FORMADOS POR FOLHAS CONTRACOLADAS. Consideram-se "vidrados (envernizados) ou esmaltados". A) Vidros de segurança. Contudo. É fabricado um tipo especial de vidro. ou até se desintegrar pela ação do choque.21 . Atualizado em 04/01/2011 . A alma de plástico é formada geralmente por folhas de acetato de celulose ou de produtos vinílicos ou acrílicos. 70. Seguidamente. b) Os objetos de ornamentação na acepção da posição 69. por ação de calor e de pressão consideráveis depois de se ter pulverizado com cola especial a superfície interna das folhas.29 . c) Os ladrilhos cerâmicos de fabricação especial para fogões (posição 69. DE CERÂMICA. por exemplo). Os vidros isolantes de paredes múltiplas e. São designados por esta expressão: 1) Os vidros que se obtêm aquecendo o vidro vazado ou a vidraça até amolecerem. PARA MOSAICOS.De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. destinados a usos especiais. mas sem que se deformem. cubos. apenas deve compreender os tipos de vidro que a seguir se descrevem.. normalmente chamados "vidros folheados".11 . que se faz aderir às chapas de vidro.Vidros formados de folhas contracoladas: 7007. provoca-se o seu arrefecimento rápido utilizando processos adequados (vidro de têmpera térmica). PASTILHAS E ARTIGOS SEMELHANTES. quando vidrados (envernizados) ou esmaltados. no forno da cozedura foram submetidos a uma pulverização de cloreto de sódio que se volatiliza e cujo vapor origina uma reação que provoca a formação sobre os objetos de uma camada vitrificada.Outros O "vidro de segurança". ser-lhes dadas as formas e as dimensões desejadas. portas de estabelecimentos comerciais. VIDRADOS OU ESMALTADOS.Outros 7007. mesmo de forma diferente da quadrada ou retangular. antes da têmpera.08 .08.Outros A presente posição abrange os artefatos da posição precedente. Em alguns vidros desta natureza. 69.1 . CUBOS.19 . seguem o regime destes últimos. 6908. PARA PAVIMENTAÇÃO OU REVESTIMENTO.Vidros temperados: 7007.2 . que pode ocasionar uma modificação da sua estrutura superficial (vidro vulgarmente chamado de "têmpera química"). estes vidros não são trabalhados após a sua fabricação. não só os artefatos que foram revestidos de um verdadeiro esmalte ou vidrado da posição 32.10 . Estas qualidades permitem utilizar estes vidros para fabricação de pára-brisas ou janelas de automóveis. barcos ou outros veículos 7007. "vidros-sanduíche" ou "vidros compósitos".07 .04. aparelhos ou veículos. resultam essencialmente da intercalação de uma ou várias folhas de plástico entre duas ou mais lâminas de vidro. em particular. por exemplo. resistência ao desgaste e flexibilidade foram sensivelmente aumentadas por um tratamento físico-químico complexo (por uma troca de íons.12).13.a) Os ladrilhos de revestimento transformados em descansos para pratos e travessas (posições 69. 2) Os vidros cuja resistência mecânica à ruptura. vidros para máscaras antigás e vidros para capacetes de escafandristas. Dada a tensão interna que resulta destes tratamentos. com exclusão de outros vidros também destinados à proteção contra certos perigos. os vidros de segurança onde são incorporados outros elementos e transformados assim em órgãos de máquinas. com alma de fibra de vidro. que é conhecido como sendo à prova de balas. barcos ou outros veículos 7007. constituído por duas ou mais folhas.. B) Vidros de segurança formados de folhas contracoladas. Uma das características do vidro temperado é a de se quebrar em pequenos fragmentos não cortantes. na maior parte das vezes.. mas também aqueles que. incluem-se na posição 70. na acepção da presente posição.. etc. veículos aéreos.LADRILHOS E PLACAS (LAJES).De dimensões e formatos que permitam a sua aplicação em automóveis. por outro lado. podem incorporar-se redes metálicas ou folhas de plástico colorido. os estilhaços não têm tamanho suficiente para provocar ferimentos graves. Esta posição não distingue entre os artigos em bruto e os trabalhados (arqueados. caso daqueles em que o aspecto decorativo assume especial relevância (ver também a Nota Explicativa da posição 69. Os vidros de segurança deste tipo. vigias de navios. 7007. contra o encandeamento ou contra a ação dos raios X.15. cuja maior superfície possa ser inscrita num quadrado de lado inferior a 7cm 6908.90 . O vidro de segurança formado por duas ou mais folhas racha-se sem estilhaçar e. DE CERÂMICA.07). de forma que devem. também os óculos com vidros de segurança se incluem na posição 90. no decurso de uma cozedura única ou após uma primeira cozedura. os vidros de segurança curvos que tenham características de vidros próprios para aparelhos de relojoaria ou para lentes sem graduação (óculos de proteção contra o sol) cabem na posição 70. os formados por duas folhas de vidro reunidas.Ladrilhos. óculos de proteção para operários. As chapas de vidro assim preparadas colam-se em seguida umas às outras por ação de calor e de pressão. MESMO COM SUPORTE. Também se pode aplicar diretamente a película de plástico sobre o próprio vidro.14). veículos aéreos.11 ou 69.

10 .09 .Outros: 7009.De cristal de chumbo 7013. salas..Não emoldurados 7009. Deve notar-se.Outros 7013..92 . por junção de outras matérias. artigos para caça (espelhos para cotovias (calhandras). desde que conservem o seu caráter essencial de espelhos.Objetos de vitrocerâmica 7013. as travessas de ir ao forno em vidro com borossilicato e os pratos de vitrocerâmica. por vezes. etc.OBJETOS DE VIDRO PARA SERVIÇO DE MESA. pedras sintéticas ou reconstituídas.91 . madeira.. Estes produtos são vertidos sobre a superfície previamente limpa do vidro a recobrir. d) Os espelhos combinados com outros elementos que constituam jogos.De cristal de chumbo Atualizado em 04/01/2011 . se apresenta guarnecido de outras matérias (tecidos. ela própria recoberta com um verniz.21 .Objetos para serviço de mesa (exceto recipientes para beber) ou de cozinha. MESMO EMOLDURADOS. São. tais como certas bandejas com asas. obtém-se uma camada metálica muito aderente.). A redução do sal de prata provoca a formação de um depósito aderente e brilhante de prata metálica. emoldurados (de metal.13 . TOUCADOR.3 . c) Os espelhos de vidro. EXCETO OS DAS POSIÇÕES 70. plásticos. Também os espelhos de grandes dimensões (psichês) (usados em alfaiatarias. madrepérolas.. diamantes ou outras pedras preciosas ou semipreciosas. os vidros (vidro vazado e a vidraça) que apresentem uma das faces recoberta de uma camada de metal (geralmente prata e. todavia.9 . b) Os espelhos cujas molduras ou armações incorporem quer metais preciosos ou metais chapeados ou folheados de metais preciosos. ESCRITÓRIO..2 . por exemplo) seguem o regime dos móveis correspondentes. são classificados nesta posição. de colocar sobre os móveis ou para suspender. em folhas. emoldurados ou não. quando as ilustrações não mais permitirem a utilização dos espelhos como tais. 70.Os artigos de vidro temperado e de vitrocerâmica que não se incluam nesta posição seguem o seu regime próprio: os copos de vidro temperado..06).Outros objetos: 7013. por exemplo).. exceto de vitrocerâmica: 7013.14).) de colocar no chão.10 . estas mercadorias devem classificar-se como artigos decorativos de vidro da posição 70.). por exemplo. ORNAMENTAÇÃO DE INTERIORES OU USOS SEMELHANTES. por exemplo) (Capítulo 95). Desta forma. mesmo com pérolas naturais ou cultivadas. excluídos da presente posição: a) Os espelhos manifestamente transformados. aquece-se o vidro em um forno a uma temperatura próxima do seu amolecimento. Todos estes espelhos podem apresentar-se revestidos de um suporte (de cartão.Emoldurados Designam-se por "espelhos de vidro". espelhos de uso pessoal manuais. exceto os que constituam simples guarnições ou acessórios de pequena importância (posição 71. em artefatos incluídos em posições mais específicas. trabalhados opticamente (Capítulo 90) (Ver as Notas Explicativas correspondentes). a fim de permitir uma reflexão clara e brilhante das imagens.29 . espelhos de bolso ou para bolsas de senhora. alças (pegas*). etc. Esta posição compreende igualmente os espelhos.Outros 7013. e) Os espelhos com mais de 100 anos de idade (posição 97. pedras sintéticas ou reconstituídas (posição 71.9 . A platinagem é efetuada por meio de uma composição de cloreto de platina aplicada com um pincel. 7009.13). A camada de metal (mais particularmente a de prata) é protegida depois com uma ou mais camadas de verniz ou com uma camada galvanoplástica de cobre.91 . etc. 70. às vezes.13. conchas. Os plásticos que se utilizam em substituição dos vidros de segurança seguem o seu regime próprio (Capítulo 39). que os espelhos (ou vidros) incorporados em outros elementos e transformados.16).39 . sapatarias. 7013. Pelo contrário. brinquedos. nos termos do disposto na Nota 1 b) do Capítulo 94. (posição 70.) o qual. contendo ilustrações sobre uma das faces.31 . entre 0°C e 300°C 7013. assim. Em seguida. INCLUÍDOS OS ESPELHOS RETROVISORES.32 .Recipientes para beber. os centros de mesa constituídos por um simples espelho são classificados aqui. em partes de móveis do Capítulo 94 (uma porta de espelho de um guarda-vestidos. entre outros. carapaça de tartaruga. platinado. etc. mesmo com estojo protetor.. compartimentos de vagões de trens (carruagens de comboios*).ESPELHOS DE VIDRO.13.De cristal de chumbo 7013. classificam-se na posição 70. COZINHA.18.De vidro com coeficiente de dilatação linear não superior a 5x10-6 por Kelvin. pedras preciosas ou semipreciosas. etc. A prateação é efetuada com uma solução de nitrato de prata diluído em água. quer pérolas naturais ou cultivadas. Contudo. A presente posição abrange não só o vidro prateado. etc.10 OU 70. platina ou alumínio).). exceto de vitrocerâmica: 7013. compreendendo também os espelhos deformantes e os retrovisores (para veículos. tecido.Espelhos retrovisores para veículos 7009. suportes. etc. de vidro. misturada com uma solução redutora à base de tartarato duplo de potássio e sódio ou de açúcar invertido.. mas também os espelhos de quaisquer formas e dimensões (espelhos ou vidros para móveis.

diversas operações de desbaste. Todos estes artigos podem ser de vidro comum. os esboços e os elementos de óptica que necessitem um trabalho óptico ulterior. fruteiras. Por outro lado. incluem-se nas posições 90. pedaços ou discos. archotes de iluminação. flores e folhagem de contas de vidro. tigelas.10.16). g) Os vaporizadores de toucador (posição 96. a maioria dos quais são obtidos por prensagem ou sopragem em moldes: 1) Os objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha. copos. a priori. 4) Os objetos de vidro para ornamentação de interiores (incluídos os para templos religiosos). frascos de toucador para perfumes e recipientes para escovas de dentes. b) As garrafas. Podem ser incolores ou corados. A presente posição compreende. caixas para pó-de-arroz. folhagem. bules para café e cafeteiras. no caso de as matérias associadas serem constituídas por metais preciosos ou por metais chapeados ou folheados de metais preciosos. entre outros. taças.09). bomboneiras. Trata-se de artigos que apresentam relevos lenticulares ou prismáticos suscetíveis de efeitos ópticos. de terrinas. foscos. aquecedores de travessas. saleiros. Realizam-se assim. convexos ou planos com caneluras habitualmente paralelas (vidros para capta-focos e semelhantes). bibliocantos (apara-livros*). tiras. f) Os aparelhos de iluminação e suas partes. etc. contudo. Os objetos desta posição são geralmente obtidos por simples moldagem ou prensagem ou ainda por corte de chapas. de cristal de chumbo ou de vidro de baixo coeficiente de dilatação (por exemplo. gradualmente substituídos por outros mais finos. Estes artefatos. ou ainda folheados com uma superfície refletora não permite excluir. se os elementos apresentarem parte ou toda a superfície polida. certas balizas. B) Os elementos de óptica de vidro (incolores ou corados). de metais comuns e na posição 85. e) As caixas e semelhantes.).ARTEFATOS DE VIDRO PARA SINALIZAÇÃO E ELEMENTOS DE ÓPTICA DE VIDRO (EXCETO OS DA POSIÇÃO 70. campainhas de mesa. suvenires (artigos de recordação) com paisagens. gravados. que entram na fabricação de faróis de automóveis. conforme se encontrem montados ou não (ver a Nota Explicativa correspondente). sinais ópticos. tampas de queijeiras. Os centros de mesa constituídos por um simples espelho são excluídos desta posição (ver a Nota Explicativa da posição 70. suportes para bolos. NÃO TRABALHADOS OPTICAMENTE. quadros de comando ou de bordo. No que diz respeito aos artigos associados a outras matérias (metais comuns. estes objetos incluem-se na posição 71. h) As garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos da posição 96.16). classificam-se na posição 70. pregadores (para toalhas de mão. manteigueiras. mesmo emoldurados (posição 70. Esta posição abrange.14 . d) Os artefatos da posição 70. misturadores. de ir ao forno. zonas brilhantes que se vêem à distância. por exemplo na posição 83. lapidados. sem que tenham sido trabalhados opticamente. pratos. etc. boiões e vasos. Todavia. sucessivamente. Os artefatos que tenham sofrido uma ou mais operações anteriores ao polimento englobam-se nesta posição.09. igualmente.).12). cinzeiros. frascos. oveiros. dos tipos utilizados normalmente no comércio para transporte ou embalagem de mercadorias.09). aquários. na escuridão. permanecem classificados aqui as lentes e os discos que tenham sido simplesmente esmerilados nas suas orlas sem receberem qualquer outro trabalho ulterior. e ainda os boiões para conserva (posição 70. corpos e recipientes para vaporizadores de toucador. Estes artefatos consistem em vidros. em caso contrário.. por exemplo) e de formar assim. mas que não possam ser utilizados como tais devido à presença de ilustrações impressas. chapeados (folheados) (tais como certas bandejas com alças (pegas*)). porta-facas. canecos e copázios para cerveja. se se tratar de placas indicadoras. etc. em particular. frutos. placas ou simples refletores para ciclos. que transformados em obras nitidamente caracterizadas.. tais como pesa-papéis (pisa-papéis*). travessas (de mesa. peneiras de açúcar.18.12 se se tratar de faróis ou de luzes de posição fixas para ciclos e automóveis. tais como saboneteiras. tachos. O simples fato de se apresentarem emoldurados ou colocados em uma armação. automóveis. panelas. têm a propriedade de refletir a luz que neles se projeta (proveniente de faróis de automóveis. O trabalho óptico consiste principalmente em desbastar as superfícies com abrasivos grosseiros. centros de mesa (excluídos os da posição 70. Pelo contrário. etc. queimadores de incenso e outros perfumes. sinais de estrada. São também excluídos desta posição: a) Os espelhos de vidro. xícaras (chávenas). cabuchões e objetos semelhantes. tais como vasos. açucareiros. toalheiros. sinais para bicicletas.. e até de certas lupas muito rudimentares. deve observar-se que só se incluem nesta posição aqueles cujo conjunto apresente características de obras de vidro. 70. estojos para objetos de escrita e tinteiros. chapas.). classificam-se na presente posição os artigos decorativos que se apresentem sob a forma de espelhos. Também se excluem da presente posição: Atualizado em 04/01/2011 . da posição 94. tacinhas para alfinetes.Outros Classificam-se na presente posição os seguintes artefatos. etc. objetos diversos (animais. e objetos de fantasia trabalhados a maçarico. distribuidores de sabão líquido.99 . cartazes ou tabuletas. estes não podem exceder a função de simples guarnição ou de acessório de importância mínima. esponjeiras. descansos de travessas. petisqueiras. saladeiras.01 ou 90. flores. mamadeiras (biberões*). jarros.09). postes de sinalização. fixos ou intermitentes.10). desde que não tenham sido trabalhados opticamente: A) Os artefatos de vidro para sinalização (incolores ou corados) utilizados na fabricação de painéis.14. copos para batedeiras domésticas. 2) Os objetos para serviço de toucador. madeira. geralmente hemisféricos. etc.05. É evidente. molheiras. lentes.15).. etc. garrafas. estojos escolares.02. Se esta última condição não for satisfeita. recipientes graduados para cozinha. bandejas. c) Os vidros montados em vitrais (posição 70. baldes de gelo. estatuetas. da presente posição os artefatos de vidro acima mencionados. esboço e polimento. para obtenção de efeitos ópticos adequados. esses artefatos estão incluídos em outras posições. reservatórios para moinhos de café.17. espremedores de frutas.7013. que possam servir para ornamentação de interiores. de borossilicato) ou de vitrocerâmica. de pêndulas e outros aparelhos de relojoaria (posição 91. 3) Os objetos para escritório. etc. galheteiros. etc.). lanternas de bolso.

Molas de folhas e suas folhas 7320. e suscetíveis de retomar a forma primitiva sem prejuízo da sua resistência. dispostas de modo a poderem sofrer deformações consideráveis. de pinos ou pernos e de outros dispositivos de ligação. em fechaduras. máquinas.25 . 7320. graças a sua confecção apropriada e à elasticidade da matéria que as constitui. 7325.9 . como os concebidos para fornecer indiferentemente líquido ou gás. introduzir um material isolador. etc. Incluem-se também aqui as folhas separadas para molas de folhas.20 .03). incluem-se na presente posição as chapas revestidas desses grânulos que se destinem a fixar-se em um poste ou painel de sinalização para estradas. Excluem-se da presente posição os acumuladores de vapor (posição 84. simples ou sobrepostas. Designam-se por "molas" as peças metálicas que se apresentam em folhas. 2) As molas em voluta. 73. em órgãos de máquinas (Seção XVI) ou de aparelhos e instrumentos dos Capítulos 90 e 91. cimento). possuem uma serpentina fixada à parede interna do invólucro no qual se efetua a vaporização do gás liquefeito exclusivamente por influência da temperatura atmosférica. Excluem-se desta posição: a) As molas para hastes ou cabos de guarda-chuvas ou de guarda-sóis (posição 66.Outras Incluem-se na presente posição as molas de ferro ou aço de qualquer espécie. vagões.20 .18). tração e torção.05. 73. neste caso ser também soldadas ao corpo do cilindro. As molas podem encontrar-se providas de braçadeiras (sobretudo as molas de folhas). acetileno. que tem por objetivo facilitar o enchimento e evitar o perigo de explosão no caso de o acetileno ser comprimido isoladamente.02). etc.De ferro fundido. formados de duas partes soldadas na seção média ou segundo a geratriz de cilindro. d) Os amortecedores e barras de torção da Seção XVII. são concebidos para certos gases liquefeitos que assim se mantêm à pressão atmosférica ou a baixa pressão. por vezes embebido em acetona.). Incluem-se aqui os recipientes de qualquer capacidade utilizados para transporte ou armazenagem de gases comprimidos ou liquefeitos (hélio. Estes recipientes podem possuir dispositivos de comando.Molas helicoidais 7320. Outros. fios ou barras. 73. etc. torneiras.10 . etc. em tesouras de podar.Outras: Atualizado em 04/01/2011 . dimensão ou aplicação. DE FERRO FUNDIDO.MOLAS E FOLHAS DE MOLAS. c) Os elementos de óptica de vidro. barras ou chapas de seção retangular ou oval.RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS. não maleável 7325. utilizadas em dispositivos de corda. Esta posição compreende os seguintes tipos de molas: A) As molas de folhas. fazer o vácuo. não trabalhados opticamente (posição 70. Outros. enroladas em espirais cônicas ou troncônicas. b) As arruelas (anilhas*) abertas e outras com função de mola (posição 73.04). manômetros. amianto. FERRO OU AÇO. DE FERRO FUNDIDO. constituídas por fios ou barras de seção circular ou retangular. d) Os aparelhos de iluminação e suas partes da posição 94. oxigênio.11 .por exemplo. trabalhados opticamente. os que se destinam a conter acetileno . anidrido carbônico.10 . de regulação ou de medida. b) Os grânulos esféricos de vidro (microesferas) (posição 70. das quais as mais comuns são: 1) As molas de espirais (helicoidais) (de compressão. etc. utilizadas principalmente em material de transporte. automóveis e outros veículos). B) As molas helicoidais. gás butano.OUTRAS OBRAS MOLDADAS.15) (ver a Nota Explicativa correspondente). reservar espaço para um líquido criogênico. C) As molas espirais planas e as molas planas. FERRO OU AÇO. DE FERRO OU AÇO. D) As molas em forma de disco ou anel (do tipo das utilizadas em pára-choques de ferrovias. bem como os elementos de óptica de outras matérias diferentes do vidro (Capítulo 90). utilizadas principalmente como amortecedores ou pára-choques nos engates de vagões.encerram uma substância porosa inerte (kieselguhr.18) (ver a Nota Explicativa correspondente). com um aglutinante (por exemplo. para obtenção de um isolamento térmico eficaz. constituídos por um reservatório interior e um ou mais invólucros entre os quais se pode. entre outras). mesmo corretivas. c) As molas transformadas em fechos automáticos de portas (posição 83. Alguns destes recipientes . formadas por fios.90 . de forma geralmente cilíndrica (tubos ou garrafas) são resistentes e à prova de altas pressões.a) Os vidros para lentes. Alguns deles. Pelo contrário. exceto as molas para relógio da posição 91. por exemplo. tais como válvulas.). podendo ambas as calotas. hidrogênio. máquinas de tosquiar e em artefatos semelhantes. indicadores de níveis. etc. Podem apresentar-se não soldados ou com fundos soldados.14. carvão de madeira. argônio. principalmente empregadas para constituir suspensões elásticas de várias espécies de veículos (locomotivas.).

ferro ou aço não especificadas nem compreendidas em outras posições. de estanho (exceto os perfis ocos (posição 80. E SUAS LÂMINAS (INCLUÍDOS OS ESBOÇOS EM TIRAS).44). de estanho. quer na Nota 1 da Seção XV. DE BARBEAR.01) e as varetas revestidas (posição 83.06).. vasos. as obras fabricadas com chumbo para construção civil. delgadas. transformados em elementos de obras determinadas. quer nos Capítulos 82 ou 83. 8) Os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. esferas para moinho.Navalhas e aparelhos. nesta posição: 1) Os recipientes de qualquer tipo e principalmente os reservatórios. os pesos para aparelhos de relojoaria.81).06) e botijões de ferro fundido para transporte de mercúrio. contrapesos para suspensões. às obras da presente posição. plástico ou suportes semelhantes). destinadas a serem laminadas.Esferas e artefatos semelhantes. às obras da presente posição.Lâminas de barbear de segurança. 4) As medidas de capacidade (litros. os tubos e uniões providos de torneiras.81). cadinhos sem dispositivos mecânicos ou térmicos. tampas ou chapas para hidrantes (bocas de incêndios*). etc.12 .04 a 73. para armazenamento ou transporte de ácidos. cabeços de amarração. boiões.07 . Esta posição também inclui os tubos definidos na Nota 1 e) do presente Capítulo e os seus acessórios (por exemplo. cabeças de sifão. 7) As chapas. Classificam-se. quer ainda compreendidas ou especificadas em outras partes da Nomenclatura.10 . Esta posição engloba todas as obras de chumbo. quer nos Capítulos 82 ou 83. vigas de mina. a lã (palha) de chumbo para impermeabilização de tubos. Classificam-se nesta posição. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. imitações de flores e folhagem (com exclusão dos artefatos da posição 83. tinas e semelhantes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. também. os tubos de chumbo. os chumbos para lastro de iates. mutatis mutandis. e os tubos de estanho transformados em elementos de obras determinadas. extrudadas ou refundidas (posição 78. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. Estes produtos são definidos na Nota 1 d) do presente Capítulo.91 .08). reservatórios.06 . b) As estátuas. os ânodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. dentifrícios ou outros produtos. tonéis e outros recipientes sem dispositivos mecânicos ou térmicos. de chumbo. luvas (mangas))..).26). cabos. exceto as incluídas quer em posições precedentes do presente Capítulo. perfis e fios.Outras Classificam-se nesta posição todas as obras moldadas de ferro fundido.04 a 73. 6) Os pós (ver a Nota 8 b) da Seção XV) e escamas. folhas e tiras. luvas (mangas)). citam-se: os artefatos para canalizações (alçapões para caixas de visita. os tubos flexíveis para embalagem de tintas ou outros produtos.07.OUTRAS OBRAS DE CHUMBO. cotovelos. o de órgãos de máquinas ou de aparelhos (Seção XVI) e os cabos com bainhas de chumbo que constituam artefatos isolados para usos elétricos (posição 85. 5) Os anodos utilizados em galvanoplastia (ver a parte A) da Nota Explicativa da posição 75. definidos nas Notas 1 a). produtos radioativos ou outros produtos químicos.07. quer ainda em outras partes da Nomenclatura. 80. relativas aos mesmos artefatos de metais ferrosos. por exemplo. de chumbo (exceto os tubos e uniões providos de torneiras. mesmo quando esses chumbos estejam montados sobre fios têxteis. tais como a sinterização (posição 73. b) e c) do presente Capítulo (exceto as varetas simplesmente vazadas. tais como baixelas. mas que já apresentem as características essenciais destes artefatos acabados. pesos de chumbo para roupas e cortinas etc.7325. prensadas.. em particular.11)). de barbear 8212. tampas para copos e canecas de cerveja. especialmente. feitos de tiras delgadas de chumbo e utilizados como juntas de enchimento. uniões. travessas. urnas e cruzes de ornamentação (posição 83.20 . para moinhos 7325.OUTRAS OBRAS DE ESTANHO. por exemplo. marcos. 3) Os artefatos domésticos. torçais e formas semelhantes. quer na Nota 1 da Seção XV. mesmo moldadas. As disposições das Notas Explicativas das posições 73. Esta posição engloba todas as obras de estanho. grades e chapas de esgotos. 78. cartão. etc.NAVALHAS E APARELHOS. partes reconhecíveis de máquinas ou de aparelhos). válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. válvulas e dispositivos semelhantes (posição 84. que seguem o seu regime próprio. taças. os contrapesos de uso geral. os coletes de escafandristas. Entre as obras incluídas nesta posição. cotovelos. 8212. carrancas e goteiras de telhado. que seguem o seu regime próprio. nem as obras moldadas não acabadas que necessitem de um trabalho suplementar. de estanho. dois litros. as tinas. por exemplo. os chumbos para redes de pesca.03). de estanho (mesmo impressas ou fixadas sobre papel. marcos de chamada de socorro e semelhantes. marcos de correio (marcos postais*). cântaros. incluídos os esboços em tiras Atualizado em 04/01/2011 . aplicam-se. 2) As bisnagas flexíveis para embalagens de tintas. mutatis mutandis. A presente posição não inclui as obras moldadas que constituam artefatos compreendidos em outras posições da Nomenclatura (por exemplo. Excluem-se. o de peças de máquinas e de aparelhos (Seção XVI).08).99 . chafarizes (marcos fontanários*). da presente posição: a) As obras deste gênero obtidas por outros processos. barras. por exemplo). aplicam-se. uniões. 82. exceto as incluídas nas posições precedentes deste Capítulo. estampadas. folhas e tiras.

malas.Fechaduras dos tipos utilizados em veículos automóveis 8301. CARROÇARIAS. bem como os ferrolhos.Chaves apresentadas isoladamente Esta posição abrange um conjunto de dispositivos de fecho cujo mecanismo seja acionado por meio de chave (incluídos os dispositivos de segurança com cilindro. para portas articuladas. e os cabos de metais comuns. artigos de couro (bolsas. nem os fechos e armações com fecho sem fechadura. mesmo por acabar. DE METAIS COMUNS. C) Fechos e armações com fecho. CABIDES E ARTIGOS SEMELHANTES. 83. lâminas e facas dessas mesmas máquinas (posição 85. em que se encontra já traçada de espaço a espaço. apresentados sem suas lâminas (posição 39. 8302.CADEADOS.20 . PORTA-CHAPÉUS. por exemplo. de múltiplas chanfraduras. para bolsas de mão. transvias. a forma das lâminas. contra-pentes. Nota Explicativa de Subposições.90 .Cadeados 8301.01 . pastas. contrapentes e cabeças. que se separam com uma ligeira pressão. móveis. caixas. fechos.10 . denominados de segurança.GUARNIÇÕES.40 . bem como as cabeças. para elevadores. lingüetas. PATERAS. maletas ou outros artigos de couro (posição 83.50 .Outras fechaduras. para fabricação de lâminas de barbear de segurança. guarda-segredos. canos. ESCADAS. pastas. por exemplo) ou por meio de uma combinação de números ou letras (artigos chamados "de segredo"). PERSIANAS. Também se incluem nesta posição as fechaduras de acionamento ou de bloqueio elétrico (para portas externas de imóveis. taramelas e tranquetas (posição 83. escudetes. acabadas ou não. pela composição de um código sobre um teclado eletrônico ou por um sinal de rádio. b) As máquinas de barbear elétricas.). mas também aquelas utilizadas em móveis de escritório. 2) Os aparelhos mecânicos para barbear.24). 2) As chaves para esses mesmos artigos. ferrolhos 8301. bicicletas. etc.. DE METAIS COMUNS. Essas fechaduras podem funcionar. de plásticos. COFRES. malas. mesmo em esboço. compreendendo as lâminas. barriletes). JANELAS. de bomba. Também se incluem nesta posição os aparelhos mecânicos de barbear acionados a mão. FERRAGENS E ARTIGOS SEMELHANTES. chapatestas. FECHADURAS E FERROLHOS (DE CHAVE. RODÍZIOS COM ARMAÇÃO. estojos. portões. Designam-se esboços em tiras. FECHOS E ARMAÇÕES COM FECHO. as tiras de aço de comprimento indeterminado. com fechadura 8301.8212. perfuradas. apresentados com as respectivas lâminas. facas. Incluem-se ainda nesta posição: 1) As partes de metais comuns dos artefatos acima mencionados. ARTIGOS DE SELEIRO. DE METAIS COMUNS (+). etc.70 .10 . etc. não se incluem nesta posição os trincos de mola. Todavia. com cabo. sacos. cofres. 8301. para portas de imóveis. Os dispositivos de fecho em questão compreendem: A) Os cadeados de qualquer tipo para portas.08). DE METAIS COMUNS.10). cofres-fortes. DE METAIS COMUNS. incluídos os fechos de segurança com chave.60 . pentes. etc. portinholas de caixa de correspondência. MALAS. PARA MÓVEIS. COM FECHADURA. as chaves especiais para fecho dos vagões ferroviários de trem (carruagens de comboio*) e as gazuas utilizadas para acionar as fechaduras no caso de perda das chaves originais. também incluídos aqui. Também se consideram com tais. bem como as respectivas partes de metais comuns e respectivas lâminas. bem como os ferrolhos de segurança. para veículos (automóveis.). ou para elevadores). B) As fechaduras de qualquer tipo.Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) Atualizado em 04/01/2011 . carteiras.Outras partes A presente posição abrange: 1) As navalhas de barba do tipo comum. FECHOS AUTOMÁTICOS PARA PORTAS. pentes.02 .30 .Fechaduras dos tipos utilizados em móveis 8301. mesmo por acabar. bem como as respectivas lâminas. PORTAS. manifestamente reconhecíveis como tais (por exemplo. pela introdução de um cartão magnético. CAIXAS DE SEGURANÇA E OUTRAS OBRAS SEMELHANTES. pianos. cilindros. DE METAIS COMUNS. e ainda as tiras. CHAVES PARA ESTES ARTIGOS. Excluem-se da presente posição: a) Os aparelhos de barbear de segurança. de plástico. 83. que não operem por meio de chave ou de segredo.Fechos e armações com fecho. que funcionem como as máquinas de barbear elétricas. Subposição 8301. DE SEGREDO OU ELÉTRICOS).Partes 8301.30 Esta subposição compreende não só as fechaduras de móveis domésticos.02). DE METAIS COMUNS. temperadas ou não. vagões ferroviários. 3) Os aparelhos de barbear de segurança. com fechadura.

Outros. dispositivos de fixação. as maçanetas e dobradiças para portas de automóveis. que não constituam partes e acessórios de veículos na acepção da Seção XVII. as pegas. as maçanetas ou punhos. Contudo. os suportes de prateleiras. os cinzeiros especiais. caixas de mola. fechos. os fechos e corrediças de bandeiras e impostas. os cantos das gelosias. pendentes.60 . as cremonas. porta-chapéus. trincos. puxadores e botões (incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos). cantoneiras. tirantes e outras guarnições de arreios ou de selas. mesmo perfurados. 4) Os porta-cadeados (ferrolhos). Os rodízios que não satisfaçam às disposições do texto desta posição nem da Nota 2 deste Capítulo. embraces. alças e barras de apoio para passageiros. 2) As esquadrias e as cantoneiras de reforço. os fechos.Outros 8302. as maçanetas ou punhos. D) As guarnições. 2) As fechaduras de molas.Outras guarnições. tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83. ferragens e artefatos semelhantes empregados em construção civil.Para construções 8302. caminhões. fechos e travas de contraventos.41 . por exemplo). as entradas de chaves. 3) Os equipamentos e acessórios semelhantes para artigos de seleiro. ferragens e artigos semelhantes: 8302. os acessórios de estores (venesianas) (trilhos (calhas*).20 . as corrediças de tampas. contraventos. os cabides. Para serem classificados aqui. rosáceas.50 . tubos e barras simplesmente cortados em tamanho determinado. tais como cambas. de esferas e as molas com ressalto para portas. os dispositivos reguláveis para malas desdobráveis (todavia os adornos para bolsas de mão incluem-se na posição 71. Esses artefatos permanecem aqui mesmo quando destinados a usos especiais.30 . os fechos e correntes de portas ou de janelas. janelas. Entre esses artefatos. portas. etc. os ganchos.17). os ganchos de encaixe que não constituam fechos. por exemplo).Outras guarnições. as argolas. de rodízio.42 . trincos e tranquetas (exceto os ferrolhos de chave da posição 83.01). tais como os caixilhos de janelas. para veículos automóveis 8302. os dispositivos para elevar os vidros. 5) As armações de cortinas e semelhantes e seus acessórios. por exemplo.Rodízios 8302. 3) As ferragens para portas corrediças de vitrines de lojas. malas.01). as ferragens para montar armários e camas. 8) Os calços de portas e fechadores de portas (exceto os indicados na letra H). terminais. tubos. incluídos os gonzos e as charneiras. barbelas. 6) As esquadrias e cantoneiras de reforço para portas. a seguir. suportes. os protetores de cantos e de ângulos (cantoneiras). os dispositivos de fecho (de alavanca. sem chave. por exemplo). as guarnições de escadas. Os varões. ferragens e artefatos semelhantes para veículos automóveis de todos os tipos (automóveis.Fechos automáticos para portas Esta posição compreende alguns tipos de guarnições ou de ferragens acessórias de metais comuns. tais como definidos na Nota 2 deste Capítulo.49 . borlas para cordões.4 .. os ganchos e outras ferragens para janelas de vidros duplos. as tachas protetoras para pés de móveis com uma ou diversas pontas. 7) Os porta-cadeados (ferrolhos) para portas. que consistam em perfis. podem citar-se: os frisos ornamentais. excluem-se desta posição (Capítulo 87. fechos. B) Os rodízios. os fechos de lingüeta. como as fechaduras denominadas "bico-de-pato".. caixas de segurança. 5) As maçanetas ou punhos. hangares (por exemplo. de garagens. carroçarias. por exemplo) para proteção lateral de veículos. por exemplo. os batentes. para portas de imóveis. arções. A presença de raios nas rodas não afeta a classificação dos rodízios nesta posição. os ferrolhos. Atualizado em 04/01/2011 . ferragens e artigos semelhantes. rodízios e semelhantes). em móveis. os apoios para os pés. Entre esses artefatos podem citar-se: 1) Os dispositivos de segurança com correntes e outros mecanismos de segurança. estribos. 3) As fechaduras de mola. argolas (lisas. tais como bordas de proteção para degraus. varões e outros dispositivos para fixar tapetes e esferas de corrimãos. por exemplo) os porta-bagagens internos. por exemplo. ônibus. Esta posição compreende: A) As dobradiças de todos os tipos. janelas. aldrabas e postigos para portas (exceto os postigos com dispositivos ópticos). os suportes e pontas enroladoras de estores (persianas). a medida do diâmetro do rodízio deve ser efetuada com o pneu cheio na pressão normal. os rodízios devem apresentar-se com uma armação de metal comum. 2) As esquadrias e cantoneiras de reforço para caixas. incluídos os artefatos semelhantes para fechaduras ou fechos. os dispositivos de rotação e de elevação de cadeiras giratórias. pinças. trilhos (calhas*). as entradas de caixas de correspondência. mas as rodas podem ser de qualquer matéria (exceto metais preciosos). E) As guarnições.Pateras. próprios para cortinas ou tapetes. esta posição não abrange os artefatos que constituam partes essenciais da estrutura dos artigos a que se destinam. pendentes puxadores e botões para portas. cofres. seguem o regime do metal constitutivo. em particular.. etc. os ferrolhos. cofres ou outros artefatos semelhantes e. os fechos de lingüeta. Quando os rodízios são providos de uma banda de rodagem formada por um pneumático. as carrancas (travas de janelas). tubos e barras. baús. sem chave. C) As guarnições. corrediças. de utilização muito geral. de esferas e as molas com ressalto. tais como varões.8302. argolas. para móveis 8302. F) 1) As ferragens e acessórios semelhantes para malas. cabides e artigos semelhantes 8302. 4) As entradas de chaves e os espelhos de puxadores. os varões de fechos para cestos de viagem. ferragens e acessórios semelhantes para móveis Entre esses artigos podem citar-se: 1) Os apliques decorativos.

de ignição por centelha (faísca) (exceto os do Capítulo 95). por exemplo. etc. números ou desenhos. panos de prato (panos de cozinha). EXCETO OS DA POSIÇÃO 94.73). Excluem-se ainda da presente posição: a) As placas que não comportem letras.90 . logradouros. de dobradiças. LETRAS E SINAIS DIVERSOS. fábricas. Esta posição compreende: 1) As placas indicadoras de estradas.Outros 8407.Motores para propulsão de embarcações 8407. portas.PLACAS INDICADORAS. em uma placa sinalizadora. as placas. as placas para máquinas) ou para utilização repetida (por exemplo. chaves. etc.De cilindrada não superior a 50cm3 8407.000cm3 8407. Com exceção dos anúncios.. mas não superior a 1.26. moldados.. letras e motivos avulsos para fabricação das placas acima mencionadas. ou relativas a serviços públicos ("polícia". esmaltados. veículos.De cilindrada superior a 1. para portas de imóveis etc.10 . incluem-se no Capítulo 94. incluídos os de molas ou com freios hidráulicos. que possuam uma fonte de iluminação fixa permanente. os jogos de números e de letras para compor etiquetas.. Os cabides e semelhantes com características de móveis. 3) As placas de publicidade para mercadorias. 83. Atualizado em 04/01/2011 .05. 2) As placas sinalizadoras para albergues. porta-chapéus (fixos. 79. coleiras de animais. por exemplo). "bombeiros". incluídos os destinados à propulsão de veículos a motor.3 . por exemplo). 84.34 . medidores. etc. Todavia. números nem desenhos. Algumas destas placas podem ser concebidas de maneira a poderem ser completadas por outras indicações de caráter acessório em relação àquelas que já figuram na placa (adição de um número de série em uma placa que dá todas as características essenciais de uma máquina.Motores de pistão alternativo dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87: 8407.16. sepulturas. envernizados.000cm3 8407. PLACAS-ENDEREÇOS E PLACAS SEMELHANTES. para toalhas. a proibições ("proibido fumar". Estas placas destinam-se normalmente a serem fixadas ou instaladas permanentemente (por exemplo. DE IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA*) (MOTORES DE EXPLOSÃO) (+). curvilíneos do tipo Wankel). e os consolos.21 .4) As guarnições.10 . 73. praças. por exemplo) e outros suportes semelhantes para casacos e outros vestuários (de gancho. 8407. 5) As guarnições e artigos semelhantes para navios e outras embarcações. por exemplo). excluem-se da presente posição. PLACAS SINALIZADORAS. por exemplo). da posição 94. jardins.. de cremalheiras.07. formados ou obtidos por qualquer outro processo e com todas as indicações essenciais que devem figurar em uma placa indicadora. placas para máquinas. ALTERNATIVO OU ROTATIVO. perfurados.2 . discos e semáforos para vias de comunicação da posição 86. G) As pateras.Outros motores Esta posição engloba os motores de pistão alternativo ou rotativo (motores de rotores triangulares.05. as chapas com signos vazados para marcar embalagens ou para pintura são classificadas como obras do metal constitutivo. impressos em baixo ou alto relevo. ou que comportem apenas indicações de caráter acessório em relação àquelas que serão acrescentadas posteriormente (posições 73.31 . displays comerciais para vitrinas ou inscrições temporárias (nas estações ferroviárias.42) ou para máquinas de escrever e as placas para máquinas de imprimir endereços (posição 84.. as placas para sinalização rodoviária.25.. "caça proibida".De cilindrada superior a 250cm3.07 . os painéis de sinalização rodoviária. as fichas e etiquetas de vestiários).MOTORES DE PISTÃO. em uma placa de anúncio. escovas.32 . por exemplo os que possuam uma prateleira. Entretanto.33 . H) Os fechos automáticos para portas. fichas e outros artefatos semelhantes contendo impressões. por exemplo). incluídas as etiquetas móveis (para chaves. de caráter acessório em relação às indicações manuscritas ou outras que devam ser acrescentadas posteriormente.08. para indicar as partidas e chegadas). etiquetas. estampados. por exemplo. 76. e também das suas partes não especificadas nem incluídas em outras posições.De cilindrada superior a 50cm3. 5) Outras placas do mesmo gênero: placas de matrícula para veículos. b) Os caracteres (tipos) de impressão (posição 84. NÚMEROS. por exemplo. DE METAIS COMUNS. por exemplo). 4) As placas-endereços para imóveis. placas indicadoras e artefatos semelhantes luminosos. esta posição compreende as placas de metais comuns que comportem palavras. em uma placa de endereço ou em qualquer outra placa semelhante. apliques e artigos semelhantes para urnas funerárias. letras. ruas..De fixação externa ao casco (tipo "outboard") (Do tipo fora-de-borda*) 8407. lojas. Esta posição compreende também os números.Motores para aviação 8407. caixas de correspondência. c) As placas. gravados. mas não superior a 250cm3 8407. imóveis (mesmo que comportem apenas números).29 .. de publicidade. vestiários. etc.

podem ser instalados e retirados muito facilmente.20 . pistão..08 . pistão. sendo neste último caso incluídos na posição 84. Subposição 8407. automóveis. 84. O motor de pistão rotativo (motor Wankel) funciona segundo o mesmo princípio do motor de pistão alternativo acima descrito. volante. mas é possível também utilizar-se petróleo (querosene). não se consideram motores "fora-de-borda" os conjuntos formados de um motor destinado a ser fixado. especialmente concebidos para determinar o índice de octana. etc. Estes motores. Contudo. bobina ou magneto. e de um conjunto hélice-leme fixado à parede exterior desse mesmo painel. que funciona com menor taxa de compressão. diferem daqueles. pelo motor. próprios para executar somente o deslocamento do carrinho. bombas ou compressores. elétricos ou outros. dispositivos de admissão ou de escape. dispositivos de ignição. etc. as bielas estão ligadas a um mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros.33 e 8407. Atualizado em 04/01/2011 . de concepção mecânica análoga à dos motores de pistão de ignição por centelha (faísca) comportam os mesmos órgãos essenciais: cilindro. mais freqüentemente. motocicletas ou tratores. etc. etc. incluídos os que se destinem à propulsão de veículos a motor.10 Consideram-se "motores para aviação" os motores concebidos ou modificados para receber uma hélice ou um rotor. girando o conjunto na base de fixação. Todavia.31. Classificam-se aqui os propulsores do tipo "fora-de-borda" para embarcações. 8408.. A característica específica destes motores é de comportarem uma vela fixada sobre a cabeça do cilindro e um equipamento elétrico de ignição de alta tensão comandado pelo veio de motor: gerador.10 . Estes motores podem comportar várias câmaras de combustão e vários rotores. as partes dos motores da presente posição incluem-se na posição 84. de ignição por centelha (faísca). constituindo o conjunto uma unidade indissociável. incluídos os providos de uma embreagem auxiliar simples. próprios para serem colocados no exterior do casco da embarcação. de uma hélice e de um dispositivo de controle de direção. à parede do painel traseiro. em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V) ou horizontalmente opostos. dispostos radialmente em camada simples ou dupla. Em certos casos (particularmente nos motores para aviação ou alguns motores para veículos automóveis). às vezes incorporados ao motor.90 . multiplicado pelo número de cilindros. Utilizam a força de expansão de uma mistura de ar e combustível gasoso ou vaporizado. quer a utilização de uma vela de resistência elétrica. mas cujo arranque exige. alimentados separadamente. distribuidor. etc.Motores para propulsão de embarcações 8408. ventiladores. percorrida pelo pistão entre o ponto morto baixo e o ponto morto alto. propulsão de aviões. condensador. O combustível mais utilizado é a gasolina.34 Nos motores de cilindros.MOTORES DE PISTÃO. e orientados. todavia. desde que. nos motores para aviação. DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL). etc. dos combustíveis (Capítulo 90). onde o combustível se inflama espontaneamente sob o efeito do calor desenvolvido por esta compressão que é muito mais elevada que no motor de ignição por centelha (faísca). Os motores da presente posição são suscetíveis de numerosas utilizações. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos. metano. Estes propulsores. no interior da embarcação. ou ainda. Podem ainda comportar redutores.32.09. este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. de compressão variável. Esta posição não compreende os motores de pistão. 8407. Além dos motores denominados diesel. Os motores a gás são geralmente alimentados por geradores de gás. para uso agrícola ou em canteiros de obras. dispositivos de admissão e de escape. a mistura detonadora (ar-gás ou ar-combustível pulverizado) é elaborada num aparelho auxiliar ou carburador e introduzida no cilindro simplesmente por aspiração do pistão. Estes motores podem ainda ser providos de um veio flexível. Neste último caso. Notas Explicativas de Subposições. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). independentes. etc. filtros de ar ou de óleo. existe também um tipo intermediário de motor de ignição por compressão denominado semidiesel. Os motores desta posição podem ser providos de bombas injetoras. podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos). hidrogênio. biela. embreagens ou de outros dispositivos de transmissão de força ou ainda de aparelhos auxiliares de arranque. de ignição por compressão (exceto os do Capítulo 95). biela. O pistão divide a câmara de combustão em vários compartimentos. radiadores de água ou de óleo.Estes motores comportam geralmente os seguintes órgãos: cilindro. porém. árvore (veio) de manivelas (ou virabrequim (cambota)). acionamento de geradores elétricos. e cada uma das suas rotações completas corresponde para cada um dos lóbulos do rotor a um ciclo de quatro tempos. contudo. variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. volante. etc. o motor de pistão rotativo comporta um rotor triangular curvilíneo que movimenta um eixo em uma câmara de combustão de forma determinada. quer um aquecimento prévio da cabeça do cilindro por meio de um maçarico. formados de um motor desta posição. platinados. são amovíveis. reservatórios de combustíveis ou óleo. no lugar do virabrequim cujo funcionamento depende de um pistão de movimento alternativo e de uma biela. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). 8407. Nos tipos mais correntes. de cetano. inflamado no próprio interior do cilindro. de óleo. no sentido de que o líquido combustível é mais freqüentemente pulverizado por uma bomba injetora no ar (às vezes enriquecido com gás combustível) previamente comprimido no cilindro. a cilindrada é igual ao volume da parte de um cilindro. isto é.Outros motores Esta posição compreende os motores de pistão.Motores dos tipos utilizados para propulsão de veículos do Capítulo 87 8408.. Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Subposições 8407.05. álcool. gás de iluminação. a saber: incorporação a máquinas agrícolas. bombas de gasolina. o combustível é injetado diretamente no cilindro por meio de uma bomba.

Os motores de ignição por compressão utilizam combustíveis líquidos pesados, tais como os óleos pesados do petróleo ou de alcatrão de hulha, óleos de linhita, óleos vegetais (de amendoim, de rícino, de palma, etc.). Os motores da presente posição podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. Neste último caso, as bielas estão ligadas ao mesmo virabrequim (cambota) e os cilindros, alimentados separadamente, podem estar diversamente dispostos: em linha vertical (direitos ou invertidos), em dois grupos simétricos oblíquos (motores em V), ou ainda horizontalmente opostos. Os motores desta posição são suscetíveis de aplicações muito numerosas, dentre as quais citam-se: incorporação a máquinas agrícolas, acionamento de geradores elétricos, bombas ou compressores, propulsão de automóveis, tratores, locomotivas ou navios, equipamento de centrais elétricas, etc. Os motores desta posição podem ainda ser providos de bombas injetoras, dispositivos de ignição, reservatórios de combustível ou óleo, ventiladores, bombas de óleo, etc., radiadores de água ou de óleo, filtros de ar ou de óleo, de embreagens e de outros dispositivos de transmissão de força e também de aparelhos auxiliares de arranque, elétricos ou outros. Podem também comportar redutores, variadores ou outros dispositivos de mudança de velocidade. Estes motores podem também ser providos de uma árvore flexível. Esta posição compreende também os motores montados sobre deslizadores ou carrinhos, para uso agrícola, de canteiros de obras, etc., incluídos os que são providos de uma embreagem auxiliar simples, próprios apenas para deslocar o carrinho por meio do motor, desde que, todavia, este dispositivo não confira ao conjunto a característica de veículos do Capítulo 87. A presente posição não compreende os motores de pistão de ignição por compressão, de compressão variável, especialmente concebidos para determinar o índice de octano, de cetano dos combustíveis (Capítulo 90). PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), as partes dos motores desta posição incluem-se na posição 84.09.

84.09 - PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS AOS MOTORES DAS POSIÇÕES 84.07 OU 84.08. 8409.10 - De motores para aviação 8409.9 - Outras: 8409.91 - - Reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de pistão, de ignição por centelha (faísca*) 8409.99 - - Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), esta posição compreende as partes dos motores das posições 84.07 ou 84.08, tais como pistões, cilindros e blocos de cilindros, cabeçotes (cabeças*), camisas de cilindros, válvulas, dispositivos de admissão, coletores de escapamento, segmentos de pistões, bielas, carburadores, injetores. Excluem-se desta posição: a) As bombas injetoras (posição 84.13). b) Os virabrequins (cambotas) e árvores de excêntricos (cames) (posição 84.83); as caixas de transmissão (posição 84.83). c) Os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque, incluídas as velas de ignição ou de aquecimento (posição 85.11).

84.12 - OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZES. 8412.10 - Propulsores a reação, excluídos os turborreatores 8412.2 - Motores hidráulicos: 8412.21 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.29 - - Outros 8412.3 - Motores pneumáticos: 8412.31 - - De movimento retilíneo (cilindros) 8412.39 - - Outros 8412.80 - Outros 8412.90 - Partes Esta posição engloba os motores e máquinas motrizes não compreendidos nas posições precedentes (posições 84.06 a 84.08, 84.10 e 84.11) nem nas posições 85.01 ou 85.02; esta posição abrange, portanto, os motores não elétricos, exceto as turbinas a vapor, os motores de pistão de ignição por centelha (faísca) ou por compressão, as turbinas hidráulicas, as rodas hidráulicas, os turborreatores, os turbopropulsores ou outras turbinas a gás. Incluem-se aqui não somente os propulsores a reação, exceto os turborreatores, mas também, especialmente, os motores pneumáticos, os motores a vento (ou eólicos), os motores de mola, de contrapeso, etc., e ainda alguns motores hidráulicos ou a vapor.

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A.- PROPULSORES A REAÇÃO (EXCETO OS TURBORREATORES) 1) O estatorreator (ou termopropulsor). É um motor mecanicamente muito simples, mas que só pode funcionar quando colocado sobre um aparelho de movimento muito rápido. O estatorreator é desprovido do turbocompressor de alimentação que caracteriza o turborreator; em decorrência somente da velocidade de deslocamento, o ar de alimentação é captado e comprimido na câmara de combustão sob o efeito de um duto. A simples expansão dos gases de escapamento através de uma tubeira assegura igualmente a força motriz de reação. 2) O pulsorreator. Distingue-se do estatorreator no sentido em que debita na tubeira de saída não um jato contínuo de gás, mas um fluxo intermitente, realizando-se a combustão na câmara, sob a forma de explosões sucessivas. Diferentemente do estatorreator, este aparelho pode arrancar a partir de uma posição parada, sendo a aspiração do ar de alimentação assegurada pelo efeito de pulsação. Este propulsor é utilizado em aviação, principalmente como motor auxiliar de decolagem. 3) Os motores de foguetes. São reatores nos quais se efetua, sem auxílio do ar externo, a combustão de produtos combustíveis em presença de produtos comburentes. Distinguem-se dois tipos principais: 1º) Os reatores de carga propulsiva líquida, que se compõem essencialmente de uma câmara de combustão ligada por um sistema de bombas e tubos a um ou mais reservatórios contendo a carga propulsiva, e de um tubo de escape. As bombas são acionadas por uma turbina que, por sua vez, é posta em funcionamento por um gerador de gás. Os reatores a injeção constituem a categoria mais importante deste tipo de motores. Os combustíveis utilizados são, entre outros, o álcool etílico, o hidrato de hidrogênio; os comburentes são a água oxigenada, o permanganato de potássio, o oxigênio líquido, o ácido nítrico, etc. 2º) Os reatores de carga propulsiva sólida, que são constituídos essencialmente por uma câmara de compressão de forma cilíndrica e por um tubo de escapamento. A câmara de combustão e a carga propulsiva formam uma única unidade. Nestes motores utiliza-se principalmente o perclorato de amônio como comburente e poliuretanos como combustíveis. Alguns destes tipos de motores utilizam como combustível pós ou explosivos do Capítulo 36. Os motores de foguetes somente se classificam aqui, independentemente da natureza de sua carga propulsiva, quando constituam unidades propulsivas próprias, por exemplo, para atuarem como motores auxiliares ou de decolagem de aeronaves, para equipar mísseis guiados ou satélites ou ainda para veículos de lançamento de espaçonaves. O presente grupo não compreende: a) Os foguetes pirotécnicos, tais como os fogos de artifício, os foguetes antigranizo e os foguetes lança-amarras (posição 36.04). b) Os veículos de lançamento para satélites ou espaçonaves (posição 88.02). c) Os mísseis guiados com unidades de propulsão incorporadas (posição 93.06). B.- MOTORES HIDRÁULICOS O presente grupo compreende: 1) As máquinas motrizes, puramente hidráulicas, exceto as turbinas ou rodas da posição 84.10, que utilizam a energia das vagas ou ondas (rotor de Savonius de dois conjuntos de pás semicilíndricas) ou ainda a energia devida ao desnivelamento das marés. 2) As máquinas de coluna de água, nas quais a água sob pressão coloca em movimento dois ou mais pistões que deslizam no interior dos cilindros e acionam um eixo. 3) Os cilindros hidráulicos compostos, por exemplo, de um corpo de latão ou aço e de um pistão acionado a óleo (ou qualquer outro líquido) sob pressão cuja ação se exerce, quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do líquido sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 4) Os acionadores hidráulicos, apresentados isoladamente, compostos de um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por meio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um líquido sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. 5) Os servomotores hidráulicos que exercem a função de acionadores finais ou intermediários num servomecanismo ou em um sistema de regulação. Estes servomotores são utilizados em aeronáutica, por exemplo. 6) Os sistemas hidráulicos, compostos por um agregado hidráulico (compreendendo essencialmente uma bomba hidráulica, um motor elétrico, um dispositivo de comando de válvulas e um reservatório de óleo), por cilindros hidráulicos e tubos necessários para a junção dos cilindros ao agregado hidráulico, constituindo o conjunto uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver as Considerações Gerais desta Seção). Estes sistemas são utilizados, principalmente, para acionar estruturas de engenharia civil. 7) Os motores hidráulicos a reação, denominados "hidrojatos", para embarcações, compostos de uma bomba potente que aspira a água do rio ou do mar e a ejeta em grande velocidade por intermédio de um tubo orientável localizado na popa ou sob o casco da embarcação. C.- MOTORES PNEUMÁTICOS Estes motores, que utilizam uma fonte externa de ar (ou outros gases) comprimido, são comparáveis às máquinas a vapor pelo seu funcionamento e pela sua estrutura e apresentam-se, a maior parte das vezes, sob a forma de um motor de pistões, mas às vezes também de uma turbina. Comportam freqüentemente queimadores ou outros dispositivos de aquecimento que se destinam a aumentar a pressão do ar e, por conseqüência, a sua energia de expansão - permitindo além disso, evitar o congelamento dos cilindros devido à depressão brusca. Estes motores são sobretudo utilizados nas minas, especialmente para equipar as locomotivas ou guinchos, devido à segurança que apresentam no que diz respeito aos riscos de explosão do grisu. Servem também de motores auxiliares para o arranque de motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão (em algumas locomotivas, aviões, submarinos, etc.), e para propulsão de torpedos. Incluem-se também neste grupo:

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1) Os motores de palhetas, de engrenagem e os motores de pistões axiais ou radiais, para transmissão pneumática. 2) Os cilindros pneumáticos constituídos, por exemplo, por um corpo de latão ou de aço e por um pistão acionado a ar comprimido cuja ação se exerce quer de um único lado (efeito simples), quer de um lado e outro (efeito duplo) do pistão, que transformam a energia do gás sob pressão em movimento retilíneo. Estes cilindros destinam-se a equipar máquinas-ferramentas, máquinas e aparelhos para obras públicas, mecanismos de direção, etc. 3) Os acionadores pneumáticos, apresentados isoladamente, constituídos por um corpo de metal no qual se desloca um pistão que transforma, por intermédio de um eixo perpendicular à sua haste, o movimento linear resultante da ação de um gás sob pressão em um movimento rotativo, destinados a manobrar válvulas de obturador rotativo ou outras máquinas ou aparelhos de mecanismo rotativo. D.- MOTORES A VENTO (MOTORES EÓLICOS) Este grupo compreende todos os dispositivos motores (motores ou turbinas, a vento, etc.) que transformem diretamente em energia mecânica a ação do vento sobre uma hélice ou um rotor, cujas pás ou aletas são geralmente móveis e de incidência regulável. Geralmente montadas em uma torre metálica de certa altura, as hélices e rotores comportam, perpendicularmente ao seu plano, uma cauda que forma um catavento ou dispositivo análogo que orienta o conjunto na direção do vento. A energia motriz é geralmente transmitida por intermédio de um eixo vertical ao eixo de tomada de força fixado ao solo; em alguns aparelhos, denominados "de depressão", cujas pás são ocas, a rotação cria no interior das pás um vácuo relativo que, prolongando-se até o solo através de um tubo estanque, permite movimentar uma pequena turbina de depressão. Os motores de vento, de potência geralmente fraca, são, na maioria das vezes, utilizados em instalações rurais para movimentar bombas de irrigação ou de drenagem ou pequenos geradores de eletricidade. As hélices e rotores eólicos que formem um só corpo com um gerador elétrico incluem-se na posição 85.02. O mesmo se aplica aos pequenos geradores exteriores de aviões, denominados "molinetes", acionados por uma hélice, com uma ou duas pás movidas pelo vento relativo provocado pelo deslocamento. E.- MOTORES DE MOLA, DE CONTRAPESO, ETC. Esta categoria compreende mecanismos que, como os maquinismos de relógio, utilizam a força de expansão de uma mola enrolada ou são movidos pela gravidade atuando sobre um contrapeso ou qualquer dispositivo semelhante; todavia, os motores deste gênero equipados com escape, ou concebidos para recebê-lo, classificam-se nas posições 91.08 ou 91.09. Estes mecanismos, especialmente os mecanismos de mola, são utilizados para acionar diversos aparelhos: caixas de música, gravadores, expositores giratórios de mercadorias, espetos giratórios, ferramentas para gravar, etc. F.- MÁQUINAS A VAPOR DE PISTÃO, SEPARADAS DE SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são concebidas para produzir energia mecânica provocando num cilindro o deslocamento de um pistão em conseqüência da diferença de pressão que existe entre, de uma parte, a pressão de vapor fornecida pela caldeira e, de outra parte a pressão atmosférica (máquinas de escape livre) ou a pressão, mais fraca ainda, de um condensador (máquinas de condensação). O movimento alternativo de translação do pistão transforma-se em seguida em movimento rotativo por um sistema biela-manivela ou biela-manivela-volante. Nos tipos mais simples, o vapor exerce a sua pressão sobre uma só face do pistão (máquinas de efeito simples), mas em algumas máquinas esta pressão age alternadamente sobre as duas faces do pistão (máquinas de efeito duplo). Em alguns modelos mais potentes, o vapor expande-se sucessivamente em dois ou mais cilindros de diâmetros crescentes, e as bielas correspondentes a cada pistão acoplam-se à mesma árvore (veio) de manivelas (máquinas compound, de expansão dupla, tripla ou quádrupla). As máquinas para locomotivas e as máquinas navais, especialmente, pertencem a este último tipo. G.- MÁQUINAS A VAPOR FORMANDO CORPO COM SUAS CALDEIRAS Estas máquinas são constituídas essencialmente por uma caldeira, geralmente de ebulidores ou semitubulares, solidária com um motor a vapor de pistão, de expansão simples ou dupla, provido de um ou dois volantes reguladores que servem também como tomadas de força por correia. De potência fraca ou média, estes aparelhos são concebidos especialmente para serem instalados sobre um alicerce, em base fixa (máquinas semifixas) e sua estrutura compacta permite uma desmontagem rápida e um transporte relativamente fácil. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), incluem-se aqui as partes dos motores ou das máquinas motrizes da presente posição, tais como câmaras de combustão e tubos de reatores, reguladores de admissão de combustível, injetores, rotores para motores a vento, cilindros, pistões, gavetas, válvulas, reguladores centrífugos de esferas ou de tampões flutuantes, bielas. As partes das máquinas a vapor com caldeiras incorporadas devem geralmente classificar-se quer como partes de geradores de vapor (posição 84.02), quer como partes de máquinas a vapor da presente posição. Os eixos de transmissão e as manivelas incluem-se na posição 84.83. 84.13 - BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO MEDIDOR; ELEVADORES DE LÍQUIDOS (+). 8413.1 - Bombas com dispositivo medidor ou concebidas para comportá-lo: 8413.11 - - Bombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantes, dos tipos utilizados em postos de serviço (estações de serviço*) ou garagens 8413.19 - - Outras 8413.20 - Bombas manuais, exceto das subposições 8413.11 ou 8413.19

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8413.30 - Bombas para combustíveis, lubrificantes ou líquidos de arrefecimento, próprias para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8413.40 - Bombas para concreto (betão*) 8413.50 - Outras bombas volumétricas alternativas 8413.60 - Outras bombas volumétricas rotativas 8413.70 - Outras bombas centrífugas 8413.8 - Outras bombas; elevadores de líquidos: 8413.81 - - Bombas 8413.82 - - Elevadores de líquidos 8413.9 - Partes: 8413.91 - - De bombas 8413.92 - - De elevadores de líquidos Esta posição compreende as máquinas e aparelhos - acionados manualmente ou por uma força motriz qualquer - próprios para elevar ou movimentar líquidos (incluídos metal fundido e concreto (betão) líquido), viscosos ou não. Classificam-se também nesta posição as máquinas e aparelhos deste gênero com motor incorporado (motobombas, turbobombas, eletrobombas). Incluem-se ainda nesta posição as bombas distribuidoras de líquidos que incorporem dispositivo medidor e contador, com ou sem determinação do preço de venda, tais como as bombas dos tipos utilizados para distribuição de gasolina ou óleo nos postos. O mesmo se aplica às bombas especialmente concebidas para serem incorporadas a uma máquina, a um veículo, etc., tais como as bombas de água, de óleo ou de gasolina para motores de ignição por centelha (faísca) ou por compressão e as bombas para máquinas de fabricar fios sintéticos e artificiais. Segundo o seu modo de funcionamento, os aparelhos da presente posição podem ser divididos em cinco categorias. A.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ALTERNATIVAS Esta categoria compreende especialmente as bombas de pistões, cujo princípio de funcionamento se baseia no efeito de aspiração ou expulsão provocado pelo movimento alternativo linear de um pistão que se desloca num cilindro; elementos de separação (válvulas, por exemplo) opõem-se ao retorno do líquido aspirado ou expelido. Estas bombas são denominadas de "efeito simples" quando utilizam o efeito de aspiração de uma só face do pistão, e de "efeito duplo" quando combinam a ação aspirante das duas faces. Com as bombas simplesmente aspirantes, a altura da expulsão é limitada pela pressão atmosférica. Algumas bombas são concebidas para utilizar, ao mesmo tempo, a aspiração e compressão (bombas aspirantes-prementes); para se obterem maiores volumes, combinam-se freqüentemente vários cilindros associados a um corpo de bomba. Os cilindros podem estar dispostos em linha ou em forma de estrela. Fazem ainda parte deste grupo: 1) As bombas de diafragma (ou de membrana), que comportam um diafragma (membrana) deformável de metal, couro, etc. (acionado quer diretamente por um dispositivo mecânico, quer por meio de um fluido), que desloca o líquido pelo efeito das pulsações alternativas a que é submetido. 2) As bombas de "colchão" de óleo, nas quais um líquido não miscível desempenha o papel do diafragma (membrana); são utilizadas para esgotar, irrigar, deslocar líquidos viscosos, ácidos, etc. 3) As bombas nas quais o movimento de vaivém do pistão é obtido por efeito eletromagnético (oscilação de uma palheta colocada num campo magnético). 4) As máquinas que trabalham por aspiração e expulsão por meio de dois pistões, tais como as bombas concebidas para bombear concreto (betão) líquido (bomba de concreto (betão)). Todavia, excluem-se deste grupo os veículos automóveis de uso especial que comportem bombas de concreto (betão) montadas permanentemente (posição 87.05). B.- BOMBAS VOLUMÉTRICAS ROTATIVAS Nestas bombas, o líquido é também aspirado e expelido por depressão e compressão sucessivas, pela ação de um ou mais elementos animados de um movimento de rotação contínuo em torno de seu eixo. Estes elementos mantêm contato, em um ou mais pontos, com a parede do corpo da bomba e formam deste modo câmaras nas quais o líquido é deslocado. Segundo a natureza do mecanismo rotativo de bombeamento, podem citar-se: 1) As bombas de engrenagens, cujos dentes, com perfil especial, asseguram o deslocamento do líquido. 2) As bombas de palhetas, constituídas por um rotor giratório excêntrico provido de palhetas radiais corrediças. A rotação permite às palhetas corrediças manter contato com a parede interior do corpo e deslocar o líquido. Incluem-se também neste grupo as bombas deste gênero que utilizam, no lugar das palhetas, rolos ou uma roda de aletas flexíveis, bem como as bombas que comportam uma palheta radial deslizante fixada ao corpo da bomba e em contato com um rotor liso de movimento excêntrico. 3) As bombas de lobos, com dois elementos de separação que agem reciprocamente e revolvem no corpo da bomba. 4) As bombas helicoidais (bombas de duas ou mais roscas, bombas de hastes helicoidais, bombas de parafuso sem fim), nas quais o líquido se desloca longitudinalmente no corpo da bomba sob a pressão de nervuras helicoidais de vários elementos giratórios engrenados entre si. 5) As bombas peristálticas, constituídas por um tubo flexível que conduz o líquido e que se aloja ao longo da parede interior do corpo da bomba, e por uma aleta rotativa provida de um rolo em cada extremidade. Os rolos exercem uma pressão sobre o tubo flexível e o líquido é deslocado pelo movimento de rotação. C.- BOMBAS CENTRÍFUGAS Estas bombas são aparelhos, alimentados axialmente, nos quais o líquido, posto em rotação por uma roda de pás ou de palhetas, é projetado pela força centrífuga em um corpo coletor anular provido de uma abertura tangencial; o coletor é às vezes provido de uma coroa de pás divergentes, chamada "difusor", que transforma a força viva em compressão elevada.

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Para aumentar a potência da pressão, utilizam-se as bombas centrífugas "multicelulares" que, como turbinas escalonadas, combinam a ação de várias rodas de pás dispostas num mesmo eixo. Dada a sua grande velocidade de rotação, as bombas centrífugas são sempre acionadas por um motor ou uma turbina, geralmente em acoplamento direto, enquanto que as bombas alternativas ou rotativas necessitam de um redutor de velocidade. Este grupo engloba, por exemplo, as bombas submersíveis, os circuladores de aquecimento central, as bombas de rodas de canais, as bombas de canal lateral e as bombas de roda radial. D.- OUTRAS BOMBAS Neste grupo, podem citar-se: 1) As bombas eletromagnéticas: são bombas sem partes em movimento, nas quais o líquido é colocado em circulação pelo fenômeno de condução elétrica. Estas bombas não devem ser confundidas com certas bombas volumétricas alternativas cujo movimento de vaivém de um pistão é obtido por efeito eletromagnético, nem com as que funcionam por indução magnética. 2) Os ejetores: neste tipo de bombas, a energia cinética, de um jato de fluido sob pressão (ar, vapor, água, etc.), ejetado por um duto provoca a aspiração e a movimentação do líquido introduzido. Estes aparelhos comportam uma combinação, mais ou menos complexa, de dutos divergentes e convergentes ou dispostos em uma câmara fechada onde desembocam os tubos. Os injetores do tipo Giffard, para alimentar de água as caldeiras e as bombas de injeção para motores, que funcionam do mesmo modo, são também aqui classificados. 3) As bombas de emulsão (bombas de elevação de gás), nas quais o líquido se encontra emulsionado com gás comprimido no tubo de evacuação, resultando a força de compressão da diminuição da massa volumétrica do líquido emulsionado. Quando o gás comprimido é o ar, trata-se de uma bomba de emulsão de ar. 4) Certas bombas nas quais o líquido é elevado por pressão de ar, de vapor ou de gás atuando diretamente sobre a superfície do líquido, tais como: a) As bombas de combustão de gás, que utilizam a força explosiva de um carburante (ou gás) próprio para elevar líquidos. b) Os pulsadores a pressão de vapor (pulsômetros), nos quais a expulsão do líquido movimentado é provocada pela chegada do vapor à câmara do pulsador; a aspiração é obtida pela depressão devida à condensação do vapor nesta câmara. c) Os elevadores de câmara-de-ar (monte-jus), que utilizam ar comprimido. d) Os carneiros hidráulicos, nos quais o aumento de energia do líquido a bombear resulta da interrupção periódica e abrupta do fluxo do líquido no conduto de suprimento, de tal modo que uma parte reduzida desta água motriz seja colocada sob pressão e constitua o débito do aparelho. E.- ELEVADORES DE LÍQUIDOS Neste grupo, podem citar-se: 1) As rodas elevadoras: de pás, de cápsulas helicoidais, etc. 2) Os elevadores de cadeias ou de cabos: de tinas, de pás (noras), de cúpulas de borracha (bombas de rosário), etc. 3) Os elevadores de tiras: de correia têxtil, de tiras metálicas flexíveis onduladas (multicelulares), de hastes em espiral, etc., nos quais a água em movimento se mantém por capilaridade nos interstícios da tira para ser em seguida ejetada pela força centrífuga. 4) Oselevadores de parafuso de Arquimedes. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção), a presente posição compreende também as partes das bombas ou de elevadores de líquidos, tais como: corpos de bombas, hastes especialmente concebidas para unir e movimentar o pistão nas bombas colocadas à distância da fonte de energia (hastes de bombeamento, por exemplo), pistões, palhetas, excêntricos (lobos), válvulas, parafusos helicoidais, rodas, difusores, pás e cadeias providas das respectivas pás, tiras celulares, cadeias de molas, câmaras de pressão. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de cerâmica (posição 69.09). b) As buretas e as seringas de lubrificação (posição 82.05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido e semelhantes (posição 84.67). c) Os aparelhos para encher garrafas da posição 84.22. d) Os aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar líquidos e os aparelhos de jato da posição 84.24. e) Os veículos-bombas (posição 87.05). Nota Explicativa de Subposições. Subposições 8413.11 e 8413.19 Só se incluem nestas subposições as bombas, de qualquer tipo, que formem - ou sejam concebidas para formar - corpo com um dispositivo que permite o controle volumétrico da quantidade de líquido debitado, este dispositivo sendo ou não apresentado junto com a bomba. Este dispositivo de controle pode ser bastante simples (balão ou corpo de bomba aferidos, por exemplo) ou, pelo contrário, pode ser formado por mecanismos mais complexos que comandem automaticamente a interrupção da bomba quando uma quantidade global determinada é debitada (seria o caso, por exemplo, de uma bomba distribuidora comportando um cilindro aferido - cilindro de medida - e um dispositivo que permita, de uma parte, fixar a quantidade desejada e, de outra parte, provocar a interrupção do motor da bomba quando a quantidade prefixada é obtida) ou que executem outras operações relativas ao controle volumétrico propriamente dito (bombas de integração de totais, de pagamento antecipado, de cálculo de preços, de confrontar pesos e medidas, de regulação automática de misturas, de dosagem automática, etc.).

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Por outro lado, quando, por exemplo, o dispositivo medidor é concebido para ser simplesmente montado em uma tubagem onde circulará o líquido movimentado pela bomba, cada um dos dois elementos (bomba e dispositivo medidor) seguem separadamente o seu próprio regime, mesmo apresentados juntos. Classificam-se, por exemplo, nestas subposições as bombas distribuidoras de gasolina ou de outros carburantes e de lubrificantes, bem como as bombas com dispositivos medidores para mercearias, laboratórios e para diversas atividades industriais. 84.14 - BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES. 8414.10 - Bombas de vácuo 8414.20 - Bombas de ar, de mão ou de pé 8414.30 - Compressores dos tipos utilizados nos equipamentos frigoríficos 8414.40 - Compressores de ar montados sobre chassis com rodas e rebocáveis 8414.5 - Ventiladores: 8414.51 - - Ventiladores de mesa, de pé, de parede, de teto ou de janela, com motor elétrico incorporado de potência não superior a 125W 8414.59 - - Outros 8414.60 - Coifas (exaustores*) com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 8414.80 - Outros 8414.90 - Partes A presente posição engloba, sejam acionados manualmente ou por qualquer outra força motriz, todas as máquinas e aparelhos que sirvam para comprimir ar ou outros gases num recipiente fechado ou, pelo contrário, para neles provocar o vácuo, bem como as máquinas e aparelhos para movimentar estes fluidos gasosos. A.- BOMBAS E COMPRESSORES As bombas de ar ou de gás, as bombas de vácuo e os compressores, que operam segundo os mesmos princípios das bombas de líquidos, apresentam-se, de modo geral, com as mesmas formas que as bombas de líquidos descritas na Nota Explicativa da posição 84.13 (bombas e compressores de pistões, rotativos, centrífugos, de injeção, etc.). Todavia, na categoria de bombas de vácuo existem certos tipos bem determinados, concebidos para provocar um vácuo bastante potente, tais como as bombas de difusão, nas quais o fluido motor é constituído por óleo ou mercúrio, as bombas moleculares e as bombas de fixação (bombas de absorção, bombas criostáticas). Deve notar-se que os aparelhos desta espécie feitos de vidro classificam-se no Capítulo 70. As bombas de ar e as bombas de vácuo são utilizadas para criar um vácuo mais ou menos potente; utilizam-se em certos aparelhos para permitir ou facilitar diversas operações: ebulição, destilação, evaporação, etc., bem como em certos objetos, tais como lâmpadas ou tubos elétricos, recipientes isotérmicos, etc.; as bombas de ar também servem para inflar pneumáticos. Contrariamente às bombas de água, os compressores (salvo os compressores a baixa pressão ou para trabalhos intermitentes) são equipados de dispositivos de circulação de água, de aletas ou outros dispositivos de arrefecimento pelo ar (arrefecimento externo) para compensar a elevação da temperatura provocada pela compressão do fluido gasoso. Existem diversos tipos de compressores, tais como os compressores de pistões alternativos, compressores centrífugos, axiais, rotativos. Constituem um tipo especial de compressor, os turbocompressores a gás de escapamento utilizados nos motores de pistão de combustão interna para aumentar-lhes a potência. Os compressores, ou têm empregos diretos (máquinas insufladoras para altos-fornos, fornos de cuba ou outros fornos metalúrgicos, compressão de gases diversos para engarrafamento ou para realização de sínteses químicas, máquinas frigoríficas, etc.), ou empregos indiretos, para acumular ar comprimido num reservatório, para alimentar numerosas máquinas ou aparelhos: motores de ar comprimido, martelos pneumáticos, bolinetes, freios (travões) de ar comprimido, transportadores de tubos pneumáticos, aparelhos de expulsão de água para submarinos, etc. Classificam-se também nesta posição os geradores de pistões livres constituídos por um cilindro-motor horizontal que se prolonga, em cada uma das extremidades, por um cilindro fechado de maior diâmetro (cilindros-compressores). No cilindro motor movem-se dois pistões motores opostos, cada um dependente de um grande pistão que se move nos cilindros compressores laterais. A expansão de combustão no cilindro-motor afasta os dois pistões motores, empurrando ao mesmo tempo os dois pistões compressores nos respectivos cilindros. A expansão elástica de um colchão de ar contido no fundo destes cilindros impulsiona, em sentido inverso, os pistões compressores que asseguram deste modo a compressão de uma mistura de ar aspirado na atmosfera e de gases de escape inflamados provenientes do cilindromotor. Pelo fato de fornecer sob pressão e a alta temperatura um fluido gasoso diretamente utilizável sobre uma roda de turbina, o gerador substitui simultaneamente o motocompressor e a câmara de combustão da turbina. As bombas de ar ou de vácuo e os compressores do presente grupo, tal como as bombas da posição 84.13, podem ser associadas a motores ou a turbinas, sendo as turbinas geralmente acopladas a compressores de grande potência que funcionam segundo o princípio inverso da turbina de gás escalonada. B.- VENTILADORES Estes aparelhos, que podem ser providos ou não de um motor incorporado, servem para fornecer um fluxo regular de ar ou de outros gases sob uma pressão relativamente fraca ou ainda para assegurar uma simples ventilação em ambientes.

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aparelhos elétricos para aquecer ambientes contendo um ventilador (posição 85. apartamentos.) colocadas em rotação em um cárter ou em um conduto envolvente e funcionam do mesmo modo que certos compressores rotativos ou centrífugos. COM VENTILADOR INCORPORADO.COIFAS ASPIRANTES (EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM. e 3) nos quais os elementos citados nas alíneas 1) e 2) se apresentem em conjunto. Os ventiladores empregam-se especialmente para aeração de poços de minas. Estas máquinas e aparelhos são utilizados para a climatização de escritórios.). rodas com aletas. tintas. mesmo especialmente concebidos para serem utilizados em outras máquinas.Com dispositivo de refrigeração e válvula de inversão do ciclo térmico (bombas de calor reversíveis) 8415. desumidificador ou os dois juntos) do ar.82 . por exemplo. 84. que podem ser de uso doméstico ou de uso em restaurantes. tais como corpos de bombas ou de compressores. aumentar ou regular a tiragem das fornalhas.20 . navios. hélices e outros elementos giratórios. etc. geradores de pistões livres e ventiladores. exigido para algumas indústrias: têxteis. e 2) concebidos para modificar simultaneamente a temperatura (dispositivo de aquecimento. fumo (tabaco).15 . As bombas de ar ou de vácuo.16).MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). navios. bem como as coifas de laboratório e as coifas industriais de ventilador incorporado.10 . etc.11). Só se incluem nesta posição as máquinas e aparelhos: 1) contendo um ventilador a motor.Outros.. Estes conjuntos contém as vezes elementos para purificar o ar. ventilação de ambientes. formando um corpo único ou do tipo "split-system" (sistema com elementos separados) 8415. c) Os aparelhos elevadores ou transportadores pneumáticos (posição 84. compressores. tais como aerotermos de aquecimento não elétrico (posição 73. filtros. máquinas e aparelhos de ar-condicionado (posição 84. classificam-se aqui e não como partes dessas máquinas. mecanismos oscilantes ou basculantes.15). aparelhos eliminadores de poeira (posição 84. Excluem-se desta posição: a) As turbinas de gás de escapamento (posição 84.. elementos aquecedores ou refrigeradores.Dos tipos utilizados em paredes ou janelas.. em recinto fechado.81 .8 . permutadores de calor.79). etc. podendo trabalhar tanto por insuflação (por exemplo. hospitais. d) As máquinas para limpeza.Partes Esta posição abrange os conjuntos de máquinas ou de aparelhos destinados a manter. papéis. às vezes. fumaças.28). etc. papéis.Os ventiladores do primeiro tipo comportam superfícies giratórias (hélices. estes aparelhos comportam. Os aparelhos do segundo tipo são de construção mais simples e consistem apenas em uma hélice posta em movimento ao ar livre por um motor. cantinas. etc. veículos motorizados. Atualizado em 04/01/2011 . vapores. produtos alimentícios. Excluem-se desta posição os ventiladores providos de outros dispositivos além de motor ou cárter (ventiladores com dutos em ziguezague. etc. pistões. lugares públicos.22). válvulas. aqui também se classificam as partes das máquinas da presente posição.Outros: 8415.37).Do tipo dos utilizados para o conforto dos passageiros nos veículos automóveis 8415... silos. tecidos. Incluem-se também neste grupo os ventiladores domésticos (de mesa. etc. pás e aletas. etc.). com dispositivos de refrigeração 8415.21).83 .13). de parede. rodas de aletas. concebidos para serem embutidos em divisórias ou janelas. b) As bombas de emulsão (posição 84. INCLUÍDOS AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA REGULÁVEL SEPARADAMENTE (+). secagem de diversas matérias (couros.). MESMO FILTRANTES O presente grupo abrange as coifas de cozinha de ventilador incorporado. seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos (posição 84. aspiração de poeiras.19) ou para refrescar ambientes (posição 84..Sem dispositivo de refrigeração 8415.90 . 8415. se estes dispositivos lhes conferem características de máquinas mais complexas incluídas em outras posições. arrefecedores a ar para tratamento industrial de matérias (posição 84. C. gases quentes. os insufladores industriais utilizados para formar conjuntos de insufladores de ensaios aerodinâmicos) como por aspiração. uma determinada atmosfera sob o duplo aspecto da temperatura e da umidade. etc.. dispositivo de arrefecimento ou os dois juntos) e a umidade (umidificador. por insuflação ou aspiração (tiragem forçada). bem como em certas instalações industriais a fim de obter um condicionamento particular de ar.

por condensação. pelo contrário. constituídos por um compressor.18. Todavia. São geralmente providos de filtros nos quais o ar se liberta das poeiras ao atravessar uma ou mais camadas de matérias filtrantes freqüentemente umedecidas de óleo (têxteis. em um pulverizador de água) ou um desumidificador de ar. Excluem-se ainda desta posição: a) Os geradores e distribuidores de ar quente da posição 73. etc. além do ventilador a motor que assegura a circulação de ar.). geralmente. As máquinas e aparelhos "formando um corpo único" são constituídas de um só dispositivo contendo todos os elementos necessários formando um só corpo. c) Os aparelhos que. em um espaço fechado (caminhão. As máquinas e aparelhos de ar-condicionado podem ser alimentados por uma fonte externa de calor ou de frio. etc. etc.). As máquinas e aparelhos do tipo split-system são aparelhos que não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada área a climatizar (cada cômodo de uma casa. As outras partes das máquinas e aparelhos de ar-condicionado classificam-se. 84. quer uma bateria de água fria ou um evaporador de grupo frigorífico (cada um modificando ao mesmo tempo a temperatura e. por exemplo).16. quer sejam ou não concebidos para serem reunidos num único corpo. que podem igualmente funcionar como distribuidores de ar fresco ou condicionado. 84. se são providos de uma entrada de ar externo. Esta posição abrange também os aparelhos desprovidos de dispositivo que permita regular separadamente a umidade do ar e que a modifique por condensação. Pertencem a esta posição. as bombas de calor reversíveis concebidas para executar. 84. excluem-se da presente posição as unidades de refrigeração constituídas por um grupo frigorífico concebido para produzir frio com objetivo de manter. de acordo com as disposições da Nota 2 b) ou da Nota 2 c) da Seção XVI. como máquinas e aparelhos para produção de frio. podem-se citar os aparelhos acima mencionados formando corpo único e os do tipo split-system compreendendo um condensador instalado no exterior do edifício e um evaporador individual para cada área a ser climatizada (por exemplo. as máquinas e aparelhos de ar-condicionado da presente posição devem conter.) e um umidificador de ar (que consiste. PARTES Os elementos das máquinas e aparelhos de ar-condicionado.18 e os aparelhos de refrigeração para as máquinas de ar-condicionado (posição 84. classificam-se segundo as disposições da Nota 2 a) da Seção XVI (posições 84. Nota Explicativa de Subposições. apresentados separadamente.Os elementos destinados a umidificar ou desumidificar o ar podem ser diferentes dos que asseguram o aquecimento e o arrefecimento. os seguintes elementos: quer um corpo de aquecimento (de tubos de água quente. excluídas desta subposição as centrais de ar condicionado providas de dutos que utilizam esses dutos para conduzir o ar condicionado de um evaporador para diversos ambientes a resfriar.19.21. a válvula de inversão envia o vapor quente sob alta pressão para a unidade exterior onde o calor liberado por condensação é dissipado no ambiente enquanto o líquido refrigerante comprimido circula em um evaporador interior onde ele é vaporizado.18. por condensação do vapor de água sobre uma bateria fria. Estas máquinas e aparelhos de ar-condicionado arrefecem e desumidificam. Subposição 8415. a umidade do ar. uma mistura de ar fresco e ar ambiente. por um sistema único munido de válvula de inversão do ciclo térmico. 85. quando a temperatura exterior for muito baixa.18).14. Em alguns casos. No ciclo de refrigeração. por exemplo. por exemplo) uma temperatura determinada bastante inferior a 0°C. formando um corpo único. no mínimo. Subposição 8415. o ar ambiente do local onde funcionam ou. bem como um ventilador e um evaporador montados num receptáculo situado no interior deste compartimento. montados em um receptáculo situado no exterior do compartimento de mercadorias. formando um só corpo ou do tipo split-system (sistema com elementos separados). nos quais o condensador e o evaporador destinam-se a ser instalados respectivamente no exterior e no interior. As máquinas e aparelhos da espécie podem ser constituídos por um único dispositivo contendo todos os elementos necessários. a mudança de posição da válvula de inversão do ciclo térmico provoca uma inversão do escoamento do líquido refrigerante de tal sorte que o calor é liberado no local. a umidade do ar). como os aparelhos dos tipos utilizados em paredes ou dos tipos utilizados em janelas. cada cômodo de uma casa). Algumas máquinas contêm. São igualmente compreendidos aqui os aparelhos para equipar câmaras frias constituídos por um evaporador de resfriamento e um ventilador motorizado acondicionados em um mesmo invólucro e as unidades de aquecimento e/ou de refrigeração de um espaço fechado (caminhão. por conseguinte. São. quer um outro elemento de arrefecimento e um dispositivo distinto para modificar a umidade do ar. todavia. lã de vidro. No ciclo de aquecimento. Esses aparelhos do tipo split-system não comportam dutos mas utilizam um evaporador individual para cada ambiente a climatizar (cada cômodo de uma casa. a dupla função de aquecimento e refrigeração dos locais. absorve calor e resfria o ar que um ventilador faz circular no local. por condensação. Podem também ser equipados de dispositivos para regular a temperatura ou a umidade do ar. Do ponto de vista estrutural. mesmo contendo um ventilador a motor. dentro de um limite determinado. apenas um dispositivo que modifica ao mesmo tempo a temperatura e. São geralmente providos de cubas de recuperação da água de condensação. reboque ou contêiner (contentor*). o desumidificador utiliza as propriedades higroscópicas de produtos absorventes. etc.). Entre eles. e providas de um dispositivo de aquecimento cuja finalidade é elevar a temperatura do ambiente.22. por exemplo). Estes aparelhos classificam-se na posição 84. 84. ou de resistências elétricas.79. chapas de metal distendido. de vapor ou de ar quente. que é a de produzir frio para conservar produtos perecíveis durante o transporte. e cujos diferentes blocos operam enquanto conectados um ao outro. tenham por única função modificar quer a temperatura quer a umidade do ar (posições 84.20 Atualizado em 04/01/2011 .79. palha de cobre. Podem igualmente apresentar-se sob a forma de split-systems (sistemas com elementos separados).10 A presente subposição compreende as máquinas e aparelhos para condicionamento de ar dos tipos para paredes ou para janelas. reboque ou contêiner (contentor*)). palha de ferro. b) As bombas de calor não reversíveis da posição 84. conforme sejam ou não reconhecíveis como destinadas exclusiva ou principalmente a estas máquinas e aparelhos. um condensador e um motor. sendo a função de aquecimento acessória em relação à função essencial destes aparelhos.

os constituintes são recolhidos. Em alguns tipos. contra as paredes do qual se projeta a matéria expulsa pela centrifugação. etc. de peneiras (ou coadores) de leite. sebos. 12) Os centrifugadores para secagem de precipitados radioativos. II. coletores. APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES.9 . serem decantados.2 . etc.Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos: 8421.Outros 8421. também se classificam aqui as partes de máquinas ou de aparelhos centrífugos.Centrifugadores. tambores. geralmente)).1 . 9) Os centrifugadores de grande velocidade para a extração de antibióticos.23 .Outras A presente posição abrange: I. cestos. para condicionamento do ar na cabina ou no compartimento onde se encontram as pessoas. para desidratar pastas de papéis e as colunas secadoras centrífugas da indústria de moagem. mas que também pode ser montado em outros tipos de veículos automóveis. aplicação de mordentes ou tingimento de têxteis. podem citar-se: 1) Os secadores centrífugos utilizados nas lavanderias.Aparelhos para filtrar ou depurar gases: 8421. 8) Os separadores centrífugos de leveduras. vinhos. Entre as máquinas e aparelhos desta espécie.22 . de acordo com sua densidade.De centrifugadores. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). 11) Os centrifugadores para extração de plasma sangüíneo. de vasilhas múltiplas sobrepostas. as matérias sólidas são retidas no elemento giratório. girando em alta velocidade dentro de um coletor fixo. 7) Os centrifugadores para a nitração do algodão-pólvora.Outros 8421.. CENTRIFUGADORES. 3) As desnatadeiras e os clarificadores.39 .CENTRIFUGADORES.. perfurado enquanto que o líquido é expulso através dos orifícios. féculas. Atualizado em 04/01/2011 .11 ..29 . Os aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases (exceto os funis providos somente de uma tela filtrante. 4) Os aparelhos centrífugos para a clarificação de óleos. geralmente perfurado ou com orifícios (tabuleiro. para o tratamento do leite.Para filtrar ou depurar água 8421. 10) Os centrifugadores dos tipos utilizados em laboratório. I. 5) Os aparelhos centrífugos para desidratação ou desparafinação de petróleo. As máquinas e aparelhos giratórios que....Outros 8421. peneiras de tintas.. etc. INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS A maior parte destas máquinas são constituídas essencialmente de um elemento. em seguida. habitualmente cilíndrico. nas lavanderias ou tinturarias.21 . nos quais os constituintes de uma mistura se sobrepõem em camadas para. exceto água 8421. cesto.21 . 2) As turbinas para refinação de açúcar. Nos aparelhos de tambor ou de cesto.Para filtrar óleos minerais nos motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. vasilhas.99 . INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS. em diversos níveis do coletor..Partes: 8421. 13) Os centrifugadores para extração de mel. centrífugos.Filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca*) ou por compressão 8421. 8421.. por exemplo (Capítulo 73.A presente subposição abrange o material próprio para equipar principalmente veículos automóveis de todos os tipos destinados ao transporte de pessoas. para branqueamento. As máquinas desta última espécie podem também ser utilizadas para forçar o líquido a atravessar ou a penetrar profundamente em certas matérias.19 . incluídas as dos secadores centrífugos 8421. 6) Os aparelhos centrífugos para a desidratação de vinhos. por exemplo.3 .)..Secadores de roupa 8421.Para filtrar ou depurar bebidas. 84. tambor. licores. permitem executar a secagem de certos sólidos que contenham líquidos ou ainda a separação total ou parcial de substâncias de densidades ou de pesos diferentes que integram uma mistura. pelo efeito da força centrífuga.Desnatadeiras 8421. e outros aparelhos centrifugadores utilizados na indústria química.91 . incluídos os secadores centrífugos: 8421.31 .. vasilha.12 . tais como tabuleiros.

ao contrário. 4) Os filtros-depuradores de água para caldeiras. denominados "anticalcáreos". substâncias que têm a propriedade de não atravessar as membranas. 5) Os filtros-prensas. No tratamento de águas potáveis. por exemplo. de ação química. A presente posição engloba os filtros e depuradores de todos os tipos (mecânicos. etc. b) As bombas centrífugas para líquidos (posição 84. e através das quais o líquido a filtrar é forçado. magnéticos. feltros. de martelos pendulares. compreende também pequenos aparelhos de uso doméstico e os dispositivos filtrantes de motores de explosão. 3) Os separadores de ação física e os filtros magnéticos ou eletromagnéticos. consiste em dispositivos puramente estáticos. pequenos aparelhos de pressão. comportando uma vela oca de porcelana porosa contida num corpo metálico. de amianto. o eixo oco do tambor permite manter uma depressão de ar no interior deste. filtros-prensas). tais como os abrandadores de permutita ou de zeólita. que funcionam por gravidade ou por meio de velas ou placas de porcelana. kieselguhr. 8) Os depuradores de água. de ação física ou mecânica. enquanto que as matérias sólidas se acumulam. ou então a filtração é acelerada quer por compressão do líquido (filtros de pressão. que funcionam também a vácuo e que são constituídos por uma série de pequenos cilindros ou "cápsulas". na indústria açucareira. químicos. carvão vegetal. as máquinas e aparelhos deste grupo distinguem-se nitidamente pela sua própria utilização: filtração de líquidos ou tratamento de gases. entre as molduras e as placas. da cerveja. c) As bombas centrífugas de ar. por exemplo. produzida por uma bomba especial denominada monte-jus. um sistema de canalização e válvulas que permite remover as impurezas das matérias filtrantes por meio de uma contracorrente de água.). Conforme o rendimento que se quer obter.. A) Filtração e depuração de líquidos (incluído o abrandamento da água). que impedem a cristalização e o depósito de sais calcários nos condutos. retirar o alcatrão dos gases. em forma de tortas. de gás. que se fixa. inseridas em uma armação metálica provida de um mecanismo de parafuso. podem citar-se: 1) Os filtros-depuradores de água de uso doméstico. de fácil remoção.86). a filtração mecânica ou física de líquidos efetua-se simplesmente pela força da gravidade (filtros simples). que se destinem a serem posteriormente guarnecidos de camadas de produtos filtrantes tais como areia. B) Filtração e depuração de gases. a porcelana e o carvão vegetal. providos somente de uma tela filtrante ou de uma peneira e. (posição 84. mantido sob pressão inferior à ambiente. constituídos por tambor recoberto de telas filtrantes que mergulha em uma cuba contendo o líquido a filtrar. a separação de partículas sólidas. gordurosas ou coloidais em suspensão nos líquidos. como. 6) Os filtros a vácuo rotativos. quer. recipientes.. ou para óleo de corte para máquinas-ferramentas. Entre os aparelhos desta categoria. enquanto um dispositivo mecânico de escovas permite a remoção de partículas sólidas depositadas sobre as superfícies filtrantes. desprovidos de qualquer mecanismo móvel. carvão vegetal.01). etc. Mergulhadas no líquido a filtrar. entretanto. Pelo contrário. os recipientes. g) Os secadores centrífugos e outros aparelhos de secar para a fabricação de plaquetas (wafers) de semicondutor (posição 84. arenito. areia. 2) As velas filtrantes para têxteis artificiais. para óleo de lubrificação de motores ou de outras máquinas. este tipo de filtro é empregado nas indústrias químicas ou de têxteis artificiais. De modo geral. a fortiori. fazendo-se passar estes líquidos através de superfícies ou massas porosas apropriadas. consoante o caso). por sua própria concepção. (posição 84. fortemente apertadas umas contra as outras. de ação física. etc. eletrostáticos.54) ou tubos de cimento ou de concreto (betão) (posição 84. etc. De acordo com o tipo. Cada célula é constituída por uma moldura guarnecida de têxteis ou de massas filtrantes celulósicas e colocada entre dois tabuleiros vazados. Incluem-se também neste grupo os filtros de membrana ou dialisadores que permitem separar as substâncias coloidais contidas em uma dispersão. e ainda material industrial pesado. Estes aparelhos são igualmente utilizados na indústria cerâmica ou em algumas indústrias extrativas. e) As máquinas centrífugas para moldar tubos de ferro fundido ou outros produtos metalúrgicos (posição 84.74). dos quais ambas as bases são guarnecidas de superfícies filtrantes. em uma torneira.Excluem-se. etc. II. peneiras sobrepostas ou esponjas metálicas que retêm as impurezas. para a separação de isótopos de urânio (posição 84. etc. amianto. Atualizado em 04/01/2011 . do vinho. pós metálicos sinterizados. desta posição certas máquinas que utilizam a força centrífuga.). do óleo. executam não somente a filtração mas também a depuração física das águas. guarnecido interiormente de várias camadas sobrepostas de diversas matérias filtrantes e comportando. Os aparelhos deste grupo destinam-se a reter as partículas sólidas ou líquidas em suspensão nos gases com a finalidade de recuperar produtos de valor (poeiras de carvão ou partículas metálicas dos gases de fornalhas ou de fornos metalúrgicos) ou simplesmente de eliminar resíduos nocivos (despoeirar o ar ou fumaças (fumos*). às vezes aquecidos interiormente pelo vapor. alguns filtros são utilizados para desidratar ou secar diversas matérias pastosas (pastas de porcelana. bem como os filtros de água de uso doméstico. nos quais a água é submetida à ação de campos magnéticos alternados. porcelana. que se colocam na parte anterior das fieiras e se compõem de um coador de tecido ralo contido num corpo de matéria inoxidável. algumas destas matérias. por exemplo. 9) Os depuradores eletromagnéticos de água. f) Os trituradores centrífugos de bolas. a) Os centrifugadores especiais. etc. celulose. além dos tubos de entrada e de saída de água. minerais concentrados. retirar os óleos do vapor expelido pelas máquinas a vapor.APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍQUIDOS OU GASES Um grande número de aparelhos deste grupo.). sem características específicas. mas não engloba os simples funis. sob forte pressão. que se transformam em lamas não incrustantes. peles. etc. exceto os filtros deste tipo fabricados principalmente com cerâmica ou vidro (Capítulo 69 e 70. Uma canalização colocada na base do aparelho drena o líquido que escorre das células. cubas. geralmente constituídos por um grande recipiente cilindro-cônico. Obtém-se. os depuradores de água de cal.13). 2º) Quer um ímã permanente ou um eletroímã que atrai as limalhas ou outras partículas metálicas presentes no óleo. eletromagnéticos. pasta de papel. negro animal. 7) Os filtros de cápsulas. tais como tecidos. d) As peneiras centrífugas (posição 84.74). telas metálicas. geralmente. as cápsulas ligam-se a uma canalização comum que se comunica com um recipiente coletor fechado. por efeito de uma sucção criada no lado oposto da superfície filtrante (filtros a vácuo). donde o nome de "depuradores" dado a alguns destes filtros. denominados centrifugadores de gases.37). Muito utilizado na filtração e na clarificação de numerosos líquidos. constituídos por uma justaposição de células filtrantes verticais amovíveis. etc. estes aparelhos comportam: 1º) Quer feltros.14).

MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. de sidra.) classificam-se de acordo com a matéria constitutiva e os trabalhos recebidos.01). Entre os filtros e depuradores de gás de ação exclusivamente física. com cones formados de anéis lamelares dispostos como as réguas de uma gelosia. também se classificam aqui as partes de filtros ou depuradores acima indicados tais como: Cápsulas de filtros de líquidos.10 . suportes. 3) Os filtros de grãos ou scrubbers.90 . 4) Os filtros e depuradores de ar ou de outros gases. mesmo carregados 8424. 2º) Os filtros de manga. anéis de Raschig. placas metálicas perfuradas ou providas de aletas. Estes aparelhos são constituídos por altas colunas metálicas guarnecidas interiormente de massas filtrantes (coque. de ação física ou eletrostática. constituídos por uma tela filtrante sem fim. provido de uma manga filtrante que gira em uma câmara fechada e constantemente limpo por um dispositivo de escovas ou raspadeiras.) e. tambores de filtros de líquidos ou gases. por outro lado. 6º) Os depuradores denominados "ciclones". podem citar-se: 5º) Os depuradores de fumaça (fumos*) de concepções muito variadas. de compartimentos múltiplos paralelos perfurados de orifícios não concordantes. etc. 4º) Os ciclofiltros.Extintores. de modo geral. de pasta de papel. de filtros de gases. Incluem-se também. molduras e placas de filtros-prensas.. permutadores de íons para a separação de elementos radioativos.) e equipadas.18) 84. etc. feltros. etc.35). os dois sistemas. depuradores de carvão ativo para reter o iodo radioativo.Conforme o seu princípio de funcionamento. que se movimenta em torno de dois rolos. etc. pela ação de um dispositivo apropriado. tais como os de placas dispostas em ziguezague. incluídos os que funcionam por eletrodiálise.89 .Máquinas e aparelhos de jato de areia. atuam sobre diversas superfícies porosas (feltros. por precipitação. de ação química (incluídos os conversores catalíticos que transformam o monóxido de carbono dos gases de escapamento dos veículos automóveis).Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 8424. PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES. de onde caem periodicamente. em uma câmara de depósito. os filtros propriamente ditos que. podem citar-se: 1º) Os filtros de entrada de ar para motores de ignição por centelha (faísca) ou de compressão. às vezes. no interior deste. os filtros-depuradores e os depuradores que. percorrendo o cone do vértice para a base. são submetidos.24 . Os aparelhos deste gênero comportam com muita freqüência ventiladores ou dispositivos auxiliares de pulverização de água. tecidos. de modo a provocarem a sua queda por simples gravidade. por meio de diversos dispositivos.81 . ou as fazem aderir a superfícies oleosas. 2) Os filtros eletrostáticos.Outros aparelhos: 8424. (posição 84. etc.Para agricultura ou horticultura 8424.20 ..Partes Atualizado em 04/01/2011 . fibras de vidro. deve observar-se que as placas filtrantes. aparelhos para a separação de combustíveis irradiados ou para o tratamento de desperdícios por meio de troca de íons ou processos químicos (por solventes. EXTINTORES. que combinam. a uma intensa turbulência que. muito utilizados especialmente nas oficinas de decapagem por jato de areia e que são constituídos por um tambor-gaiola. com circuitos circulares ou espiralados guarnecidos de palhetas em ziguezague. 8424. decresce bastante rapidamente. os seguintes aparelhos utilizados na indústria nuclear: filtros de ar especialmente concebidos para a eliminação de poeiras radioativas. d) Os aparelhos denominados "rins artificiais" (posição 90. podem distinguir-se: 1) Os filtros e depuradores de ação exclusivamente física ou mecânica. Entre os filtros e depuradores de gás de ação mecânica. de ar ou de outros gases. as outras superfícies filtrantes (cerâmicas. cujo órgão essencial é geralmente constituído por séries de fios estendidos verticalmente e carregados de eletricidade estática (filtros do tipo Cottrell). c) As prensas para produção de vinho.Outros 8424. Todavia. levados por um conduto tangencial até a seção mais estreita do cone. que se subdividem em duas classes: por um lado. esticada ao longo da câmara percorrida pelos gases. que se compõem de uma série de mangas de tecido dispostas num espaço fechado e ligadas a um mecanismo vibrador. na parte superior.12 e que. reduzem bruscamente a velocidade das partículas arrastadas pelo gás. incluem-se na posição 48. As poeiras suspensas no ar que atravessa o aparelho são retidas por atração nestes fios. como os filtros de líquidos do mesmo tipo. com um dispositivo de pulverização de água.30 . DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES (+). especialmente usados para a depuração de gases de geradores ou de iluminação.). b) As máquinas e aparelhos de ar-condicionado da posição 84. etc. têxteis.79.15 e os desumidificadores de ar da posição 84. os gases. Excluem-se desta posição: a) Os aparelhos de difusão gasosa para a separação de isótopos do urânio (posição 84. no presente grupo.8 . 3º) Os filtros de cortina. para provocar a queda das poeiras no fundo da câmara. de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 8424. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). MESMO CARREGADOS. constituídos geralmente por um tronco de cone de chapa colocado no interior de uma câmara cilíndrica. DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS.APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR. esponjas metálicas. a limpeza da tela é assegurada por um dispositivo raspador.

etc. mangueiras de jardim. mesmo providas de reservatórios (posições 87. pomares.. seja pelo efeito combinado de um dispositivo de aquecimento elétrico e de um jato de ar comprimido. por meio de jatos de abrasivos animados de grande velocidade: areia. etc..05 ou 84. O presente grupo engloba também as pistolas de pulverização manuais. DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEMELHANTES As máquinas de jato de areia ou semelhantes. quando apresentados isoladamente. pedra.08). por um lado. Incluem-se também neste grupo os aparelhos automotores deste tipo. para projetar simplesmente um poderoso jato de ar comprimido ou de vapor. metal). A. Atualizado em 04/01/2011 . líquidos ou produtos sólidos (granulados. e os foles. tontisses. nos quais o motor.000 bars a uma velocidade que pode alcançar duas ou três vezes a velocidade do som (posição 84. Excluem-se deste grupo: a) Os simples reservatórios. tinturas de cal ou cimento.SERINGAS. comportam um disparador manual (com gatilho. ou mesmo gota a gota. para limpar fachadas de construções.Esta posição engloba as máquinas e aparelhos utilizados para projetar. ou em nuvem (spray). etc. Excluem-se desta posição: a) As bombas e granadas extintoras. granalhas metálicas. bem como os aparelhos deste tipo utilizados na indústria de papel para descascar toros de madeira. Estas máquinas apresentam-se em geral equipadas de aspiradores para eliminar as poeiras nocivas em suspensão. conforme comportem ou não uma válvula ou um dispositivo para regular o jato).81 ou Seção XV. Incluem-se também na presente posição os dispositivos mecânicos para lavar vidros e faróis de veículos automóveis. os aparelhos manuais (mesmo com simples êmbolo ou pedal). que veda o orifício de ejeção (posição 38. utilizados para regar gramados (relvados). botão. a aplicar ou projetar inseticidas. os pulverizadores e as torpilhas de transportar às costas. campos. obtido seja através do jato de um maçarico. pós metálicos. que comanda o jato. etc. utilizados especialmente para limpar peças metálicas. São utilizados para aplicar tintas. B. que permite obter uma projeção mais ou menos divergente. borracha. contendo uma bomba e um recipiente para os produtos a serem pulverizados (tintas. na forma de jato. foscar ou gravar vidro. Estas máquinas funcionam normalmente por projeção de um jato de água ou de água misturada com finas partículas abrasivas. E. utilizados para a extração. entretanto. Esta posição. fixos ou móveis (torniquetes. e os rebocáveis. porém. os aparelhos pulverizadores manuais denominados "antimanchas". e utilizam produtos químicos em espuma ou em outras formas. vidro. este grupo compreende também: 1) Os aparelhos de jato de água. incorporam. D.. ou mesmo simples órgãos móveis acionados pela pressão da água. bem como os lança-chamas especiais para destruir ervas daninhas ou para outras utilizações agrícolas. etc.MÁQUINAS E APARELHOS DE JATO DE AREIA. bem como as cargas de substituição para extintores (posição 38.. Desde que comportem dispositivos mecânicos para regular a dispersão do líquido ou a orientação do jato. e um dispositivo para regular. às necessidades da sua função. de motor elétrico incorporado. limitado este. PULVERIZADORES E TORPILHAS Estes aparelhos destinam-se. entretanto. sprinklers. excluem-se.. plásticos. ou. etc. cheios de gases ou líquidos inseticidas sob pressão e providos apenas de uma válvula de premir. em particular. bem como as pistolas manuais para metalização a quente por projeção de metal em fusão. utilizam-se especialmente para limpar ou decapar peças metálicas. conforme o caso). pós. alavanca. e 3º) uma rede de superfície (condutos gota a gota com gotejadores). vernizes. não inclui as máquinas de corte a jato de água ou a jato de água-abrasiva que são próprias para cortar com precisão uma grande variedade de matérias (por exemplo. por outro lado. materiais compostos.13). etc. MESMO CARREGADOS Estes artefatos apresentam-se na forma de blocos mecânicos homogêneos. do tipo automóveis ou não.79).13. granalhas. dispersão. b) As bombas de combate a incêndios. d) Os vaporizadores de toucador (posição 96.18). Também se classificam aqui. freqüentemente de construção pesada. bem como os instrumentos deste tipo transportáveis por qualquer outro modo.05. reguladores de pressão. etc. especialmente equipados.000 e 4. estátuas. manômetros. compressores.. 2) Os canhões hidráulicos que lançam um forte jato de água. dispersar ou pulverizar vapor. dispositivos para purgar. fungicidas. terras diamantíferas. Incluem-se nesta posição os extintores simples com torneiras. ainda que contenham um reservatório e. vernizes.SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Estes sistemas são constituídos por um certo número de elementos ligados entre si. na acepção da posição 87. válvulas reguladoras de retenção.. compreendendo especialmente: 1º) uma unidade de comando de malha dupla. válvulas. etc. que executa o bombeamento e a dispersão. 2º) uma rede subterrânea (canalizações primárias ou secundárias para conduzir a água da unidade de comando até o local a irrigar). permite também o deslocamento do aparelho. Este grupo compreende também os aparelhos de jato de vapor. Incluem-se neste grupo.). pedras.EXTINTORES. etc.PISTOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES As pistolas aerográficas e aparelhos manuais semelhantes são ligados geralmente a um conduto flexível de fluido comprimido (ar ou vapor) e a um reservatório ou um conduto contendo a matéria a projetar. etc. etc.).. etc. óleos. de areias auríferas. de jato.16). c) Os instrumentos de uso médico (posição 90. b) Os bicos para mangueiras (posição 84.).). às vezes. por erosão de terrenos.. sob pressões incluídas entre 3. etc. utilizados nas máquinas de impressão. para fins agrícolas ou para uso doméstico. os verdadeiros veículos automóveis. C. aspersores. percutores. carregados ou não. O conjunto classifica-se na presente posição como constituindo uma "unidade funcional" na acepção da Nota 4 da Seção XVI (ver Considerações Gerais da presente Seção). às vezes. injetores de adubos.

ou ainda para serem montados em veículos de transporte da Seção XVII.A presente posição compreende também: 1) As máquinas para recobrir. de areia.. 3) Os robôs industriais especialmente concebidos para projetar.1 . que combinam um sistema de polias ligadas por meio de cabos ou de correntes a um dispositivo desmultiplicador (rodas de diâmetros diferentes.43).Outros 8425.49 . dispersar ou pulverizar matérias líquidas ou em pó. aos aparelhos da presente posição as disposições das Notas Explicativas da posição 84. concebidos para serem incorporados em diversas máquinas ou aparelhos. de água. Incluem-se nesta posição: I. cadernais e moitões: 8425. 84.).22). descarga ou movimentação. mecanismos de dispersão (exceto os artefatos da posição 84.39 . e às máquinas e aparelhos de elevação. d) Os aparelhos para limpar recipientes por meio de jatos de vapor.42 . observando-se que se aplicam. ij) As máquinas e aparelhos de pulverização para a gravura.. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas a classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). l) Os aparelhos odontológicos de brocar que funcionem por jatos abrasivos (posição 90.81). Este grupo compreende. c) Os queimadores para alimentação de fornalhas (posição 84..Elevadores fixos de veículos..01.16).86). o conjunto (trator e guincho) classifica-se na posição 87. bicos aspersores. bem como aos aparelhos com funções múltiplas. para garagens 8425. GUINCHOS E CABRESTANTES.TALHAS.26. compreendendo uma pistola-atomizadora ligada de uma parte a um reservatório por meio de um conduto flexível que permite a alimentação de tinta e. revelação.De motor elétrico 8425. carga. por projeção de parafina ou cera fundida.24.11 . de jato de vapor..41 . 2) Os aparelhos para pintura eletrostática. rodas denteadas e parafusos sem fim. b) Os eliminadores de fuligem. cadernais e moitões são mecanismos de elevação.). 8425. decapagem ou limpeza de plaquetas (wafers) de semicondutor ou de dispositivos de visualização de tela plana. mutatis mutandis..Talhas.3 . se um guincho constitui equipamento usual de trabalho de um trator.TALHAS. caixas. e) As máquinas de impressão de jato de tinta (posição 84.Outros macacos. (posição 84. a um gerador de alta tensão por meio de um cabo elétrico. Subposição 8424. Entretanto. diversos objetos (tambores. etc. f) Os aparelhos automáticos para venda de pulverizadores de perfume (posição 84. O campo eletrostático criado entre o objeto a pintar e o atomizador tem por efeito atrair as partículas de tinta projetadas sob a ação do ar comprimido em direção ao objeto. entre outros: Atualizado em 04/01/2011 .De motor elétrico 8425.67). para tubos de caldeiras (posição 84. também se classificam aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição.. CADERNAIS E MOITÕES. evitando assim a sua dispersão fora da superfície a pintar. tais como os reservatórios. hidráulicos 8425.Macacos: 8425.25 . etc.79).Outros A presente posição compreende os aparelhos de elevação ou de movimentação. mais ou menos complexos.. Excluem-se desta posição: a) As almotolias e seringas para lubrificação (posição 82.19). k) As máquinas e aparelhos para a projeção a quente de metais ou de ceramais (cermets) da posição 85. etc. relativas aos aparelhos autopropulsores ou outros aparelhos móveis.04). de outra parte. etc.31 .15.Outros 8425. CADERNAIS E MOITÕES As talhas.76). MACACOS. as máquinas de rebarbar para limpeza ou eliminação de contaminantes dos pinos metálicos dos invólucros de semicondutores antes do processo de galvanoplastia (rebarbagem por pulverização a alta pressão) (posição 84.19 .Outros guinchos. cabrestantes: 8425. g) As máquinas para espalhar argamassa ou concreto (betão) e as máquinas para espalhar cascalho sobre os revestimentos de estrada ou semelhantes (posição 84.4 .05) e as pistolas de lubrificação de ar comprimido ou semelhantes (posição 84. concebidas para serem montadas num caminhão (posição 84.79).20 Classificam-se nesta subposição os aparelhos descritos na parte B da Nota Explicativa da posição 84. h) As espalhadoras de sal e areia para a remoção da neve das estradas. jogos de engrenagens.18) e os aparelhos nebulizadores de uso médico (posição 90. cabeças de irrigação. Nota Explicativa de Subposições.

que se assemelham a guinchos.De máquinas ou aparelhos da posição 84.1) As talhas. substitui a cremalheira rígida. Incluem-se ainda neste grupo os "turcos". II. cadernais e moitões de motor elétrico ou de ar comprimido.25 ou 73. uma corrente de cilindros.. etc.PARTES RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DESTINADAS ÀS MÁQUINAS E APARELHOS DAS POSIÇÕES 84. constituídas de duas ou mais polias loucas justapostas em uma mesma armação de gancho. cadernais e moitões. as partes dos aparelhos da presente posição incluem-se na posição 84. 4) Os macacos para equipar caixas basculantes de caminhões. Entre estes aparelhos.10 .25 A 84. Alguns tipos denominados macacos "telescópicos" funcionam com dois parafusos concêntricos. de talhas. 7) Os macacos para levantar locomotivas.GUINCHOS E CABRESTANTES Os guinchos compõem-se de um tambor horizontal denteado.20 . plataformas de artilharia. articulada. As simples polias para cadernais.25 8431. os mecanismos deste tipo apresentamse freqüentemente na forma de conjuntos monoblocos com motor incorporado. e um cabo de elevação que se enrola neste tambor.26. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver Considerações Gerais da Seção). caminhões. incluem-se na posição 84. que também se classificam nesta posição e são freqüentemente montados em uma pequena carreta (trólei). nos quais as cargas são elevadas por meio de uma corrente com gancho engrenada em uma das polias com saliências adequadas (polias de correntes).. b) Os aparelhos de comando para passagens de nível ou aparelhos de sinalização de vias férreas da posição 86. 4) Os cabrestantes para acionar plataformas giratórias ou manobrar vagões em vias férreas. 5) As rodas ou enroladeiras de tração para máquinas de estirar ou trefilar fios metálicos.Das máquinas e aparelhos da posição 84. 5) Os macacos para fixação de mecanismos rolantes (vagões. Estes mecanismos compreendem os macacos de elevação.. Excluem-se também da presente posição: a) Os cilindros hidráulicos e os cilindros pneumáticos da posição 84. redes de pesca. 2) Os macacos hidráulicos ou pneumáticos montados em pequenos carros para elevar veículos. incorporados ou não no aparelho. este dispositivo monobloco é sobretudo utilizado nas talhas. 3) Os elevadores fixos de veículos. 2) Os guinchos especiais para caminhões-guinchos.). para garagens. neste aparelho. Os cabeçotes giratórios que consistem em tambores verticais que giram livremente sobre rolamentos de esferas ou de rolos e são colocados ao longo das vias férreas para facilitar o direcionamento do cabo incluem-se nas posições 73. que envolve o mecanismo. que são suportes gêmeos basculantes ou pivotantes.31 . etc. 8431. manobrar lemes. em torno do qual se enrola um cabo ou uma corrente. acionado manualmente ou por meio de um motor. etc. 3) Um tipo de aparelho de aspecto muito semelhante ao das talhas. 2) As talhas. bem como os macacos mecânicos nos quais o sistema de pinhão e cremalheira é substituído por um forte parafuso vertical de passo reduzido.83. construções. cujo órgão ativo é um pistão impulsionado num cilindro pela pressão do fluido comprimido por uma bomba de líquido ou um compressor. comportas de açudes. para deslocar estruturas metálicas. 84. etc. constituídas essencialmente por um grande guincho movido por uma máquina a vapor ou por um motor elétrico. 8) Os macacos mecânicos ou hidráulicos.30. vagões. cadernais e moitões de modelos mais simples. hidráulicos ou hidropneumáticos. cadernais e moitões de tambor.08. caixas. Os cabrestantes são instrumentos semelhantes de tambor vertical. para elevação e descida de gaiolas ou caçambas nos poços de minas.27 Atualizado em 04/01/2011 . podem citar-se: 1) Os guinchos e cabrestantes náuticos. mas que funciona segundo o princípio dos macacos. constituídos por uma estrutura oca na qual se move uma cremalheira acionada por um pinhão. recolher amarras. Entre os macacos de uso especial. cadernais e moitões. vagões-oficinas. etc. equipados. 6) Os macacos para elevar trilhos (carris). cabos de dragagem. às vezes de ação horizontal.MACACOS Os mecanismos deste grupo são aparelhos de movimentação muito lenta que podem entretanto desenvolver uma potência considerável. Existem também os macacos hidráulicos e os macacos pneumáticos. elevar âncoras.12. que eleva por movimento de rotação uma porca solidária com a plataforma. podem citar-se: 1) Os macacos portáteis para automóveis. mas nos quais a corrente é substituída por um tambor.31. para içar ou baixar à água embarcações que estão a bordo dos navios ou nos portos. guindastes. do mesmo modo que as polias simples. etc. 3) As máquinas de extração. que se desloca num trilho (carril) aéreo. III. para movimentar paus-de-carga.

15).. f) Os ganchos de elevação (posições 73. trados e ferramentas semelhantes para perfuração ou sondagem (posição 82. cabeças de injeção. etc.30: 8431.. guias de hastes de perfuração (drill pipe guides).) ou os aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou de arranque (posição 85. coroas.41 ou 8430. pás. os degraus de escadas rolantes. para gaiolas ou cabinas de elevadores.25 a 84.83). com duas ou mais garras para manipulação de pedras de cantaria. cavaletes de rolos. no caso de estarem desprovidos de suas guarnições e apresentados em rolos. os martelos para bate-estacas. 5) As caçambas (baldes*) e braços de pás mecânicas ou de raspo-transportadoras. polias para cadernais e engrenagens (posição 84. movimentação. carga e descarga de "esferas" (boules). para carvão.42 . escoras e pontaletes. b) Quer por se tratar de órgãos idênticos aos dos veículos automóveis e não reconhecíveis como sendo exclusiva ou principalmente destinados às máquinas e aparelhos das posições 84.31 .41 .). as caçambas (baldes*) basculantes ou de fundo móvel. monta-cargas. c) As partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas às máquinas ou aparelhos para a elevação. e) Os espeques. ganchos. (posição 83.05. as caçambas (baldes*). balancins de equipamentos de perfuração por percussão. as garras com bordas cortantes. tais como as caçambas (baldes*) simples (simples recipientes com alças ou ganchos).) aos quais são destinados. Também se incluem no presente grupo as lâminas de bulldozers ou de angledozers destinadas a serem montadas em veículos do Capítulo 87 como órgãos de trabalho. as cabeças motrizes e fumadoras para transportadoras e mesas vibratórias.25 a 84. etc. tubos-sondas. ij) As polias. etc. draglines. anéis. máquinas de tração operadas a cabo.28: 8431.Partes das máquinas de sondagem ou de perfuração das subposições 8430. 4) Os elementos constitutivos de equipamentos de perfuração ou de sondagem: mesas giratórias. Classificam-se especialmente aqui: 1) As caçambas (baldes*).. correntes cortantes e braços de cortadoras de carvão.26. 3) As barras de corte.12 ou 73. tais como as molas de suspensão (posição 73.4 .3 .10). uniões porta-ferramentas (tool-joints). de couro (posição 42. ferragens.29 ou 84.11). mosquetões.05) ou de matérias têxteis (posição 59. de ferro fundido. 84. teleféricos.Outras 8431. tubos de perfuração. devem ser classificados como peças de veículos automóveis. Por outro lado. as caçambas (baldes*) de mandíbulas constituídas por duas conchas complementares articuladas para produtos pulverulentos ou granulosos. mangas de brocas (drill collars). Atualizado em 04/01/2011 . posições 73.30. a presente posição abrange as partes destinadas exclusiva ou principalmente às máquinas ou aparelhos das posições 84. b) As lingas (Seções XI ou XV). as lâminas de niveladoras ou de raspadoras. 6) Os chassis não autopropulsores.. rolos (mesmo motores) e tambores (mesmo motores) para transportadoras de tiras ou de rolos.Caçambas (baldes*). Quanto aos cabos e correntes providos das suas guarnições (braçadeiras para cabos. caixas e vagonetes para transportadores aéreos.39 .07). os cabos e correntes acompanhando os aparelhos (guinchos. pinças.De elevadores. ajustáveis ou telescópicas (posição 73. ganchos e tenazes 8431.Das máquinas e aparelhos das posições 84. os carros e troles de monotrilhos (monocarris). g) As brocas. incluem-se na Seção XV (em geral.06). ferro ou aço (ferro velho) classificam-se na posição 85.49 . as tenazes e ganchos articulados. as cabinas. mesmo de mandíbulas. os dispositivos de bloqueio de segurança denominados "pára-quedas". providos de coroas de orientação ou de outros dispositivos giratórios. As cabeças de elevação eletromagnéticas para movimentação de desperdícios e resíduos. trépanos.01).Outras Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). seguem o regime das máquinas ou aparelhos a que se destinam. uniões de tubos (spider bowls). gaiolas e plataformas para elevadores. de borracha vulcanizada (posição 40. bem como os porta-trépanos (swivel sockets) providos ou não dos trépanos (drilling jars).28). as lanças de guindastes. h) As fechaduras especiais para elevadores.Lâminas para "bulldozers" ou "angledozers" 8431. é especialmente o caso das rodas ou equipamentos de direção ou de frenagem (travagem) (posição 87.30.08). os motores (posições 84. ganchos e semelhantes. de lagartas ou de rodas. estacas.. subs. etc. anéis limitadores de profundidade (stop-collars). mesmo de comprimentos determinados. guindastes (gruas) sobre cabos.Das máquinas e aparelhos da posição 84. skips. de circuitos integrados eletrônicos ou de dispositivos de visualização de tela plana (posição 84.43 . rochas.. os suportes. se apresentados isoladamente. barras de comando (kellies). c) As barras ocas para perfuração (posição 72. d) Os tubos para revestimento de poços (casing) ou de produção ou de suprimento (tubing) e as hastes de perfuração (drill pipes) (posições 73. etc. etc. 2) Os tambores de guinchos ou de cabrestantes. cascalho.07 ou 84. as caçambas (baldes*) de elevadores ou de transportadores. escavadoras. de plaquetas (wafers) ou de dispositivos semicondutores.20).49 8431. pentes para uniões de tubos (split bushing slips). Excluem-se também desta posição: a) As correias transportadoras ou de transmissão de plásticos (Capítulo 39). argila. monta-cargas ou de escadas rolantes 8431.04 a 73. as correntes de raspadores para transportadores. desde que apresentados com as referidas máquinas ou aparelhos.86).10).08).26).8431.08. as caçambas para dragas isoladas ou montadas em linha. mangas de comando (kelly drive bushings). Um grande número de peças ou órgãos de aparelhos autopropulsores ou automóveis não podem ser classificados nesta posição: a) Quer por se encontrarem especificados na Nomenclatura. etc. Permanecem igualmente nesta seção.25 ou 73.

especialmente aos aparelhos amovíveis para motocultores ou tratores. bem como as enfardadeiras de palha ou forragem.. Entre estes. frutas ou outros produtos agrícolas 8433.mesmo que sejam apresentados isoladamente . debulha.Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 8433. 5) As gadanheiras de feno. etc. para corte de forragens. cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 8433. etc.51 . Também se classificam aqui . ceifeiras. aparelhos e instrumentos que. Atualizado em 04/01/2011 . 15) As arrancadoras de batata (de relhas. formada por uma lâmina com dentes intercambiáveis que se desloca contra os dedos de um pente porta-lâminas. ancinhos.. 17) As máquinas para ceifar.11 ..60 . tais como as barras de corte. bem como os cortadores equipados com um molinete cilíndrico horizontal contendo várias lâminas helicoidais externas que. CORTADORES DE GRAMA (RELVA) E CEIFEIRAS Este grupo compreende especialmente: 1) Os cortadores de grama (relva). o feno ou a palha deixados no campo. mutatis mutandis. e também os cortadores equipados com um disco rotativo contendo lâminas no seu contorno. B.32 aplicam-se.Motorizados. de tambor. quando giram. FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS. 20) As debulhadoras de cereais.59 .Ceifeiras... 9) As ceifeiras para milho e as colhedoras-debulhadoras ou debulhadoras de milho. 3) As ceifeiras que comportam um dispositivo próprio para colocar no campo a colheita já cortada.52 .Partes A presente posição abrange as máquinas. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM.os alimentadores automáticos. 4) Asmáquinas para colher feno e as máquinas atadeiras (de garfos. 11) As máquinas para a colheita de algodão. que apanham e colocam em molhos. 6) Os ancinhos-ajuntadores. 7) As enfardadeiras-apanhadeiras e as enfardadeiras-enroladoras. os ancinhos-espalhadores e viradores de feno. constituídas geralmente por uma barra de corte horizontal. garfos.53 .84. MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS. 8) As ceifeiras-debulhadoras que executam simultaneamente o corte dos cereais.Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos 8433. 10) Os reboques autocarregadores. 18) As máquinas para sacudir e vibrar as árvores. 19) Os aparelhos para colheita de outros produtos agrícolas (oleaginosas.Outros 8433.Outros 8433.33 . frutas ou outros produtos agrícolas. apanha. arrancar e limpar (no campo) e arrancadoras completas de beterraba ou outras plantas de raízes.). manuais ou motorizados.MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS. 2) As ceifeiras (incluídas as motoceifeiras). por divisão prévia dos feixes. CORTADORES DE GRAMA (RELVA*) E CEIFEIRAS. incluídas as barras de corte para montagem em tratores 8433.40 . por exemplo.Cortadores de grama (relva*): 8433.19 . cenoura. cortar. etc. constituídas geralmente por uma estrutura com rodas.Ceifeiras-debulhadoras 8433. etc. em forma de molhos ou feixes espaçados (ceifeiras-atadeiras. enfeixamento.90 .Enfardadeiras de palha ou de forragem. A. em substituição das ferramentas manuais.. EXCETO AS DA POSIÇÃO 84.5 . aos materiais da presente posição. etc. 13) As máquinas de vindimar (rebocadas ou automotrizes). milho. INCLUÍDAS AS ENFARDADEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM. ceifeiras-enfardadeiras-atadeiras). a debulha e a limpeza do grão. exceto as máquinas e aparelhos da posição 84. tomate. incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 8433. máquinas e aparelhos para debulha: 8433.30 . 8433.37. A limpeza ou seleção de ovos. ou de discos ou tambores rotativos providos de lâminas. picar e transportar ervas.Outras máquinas e aparelhos para debulha 8433.1 .20 . As disposições da Nota Explicativa da posição 84. 14) As máquinas para colher feijão verde.). podem citar-se os cortadores de grama (relva) cujo órgão operante é apenas uma pequena barra cortante análoga à das ceifeiras. comequipamento de corte inamovível utilizados para ceifar.). fresas giratórias. com uma fileira de dentes semicirculares de elevação automática. 12) As arrancadoras de linho. Os diversos trabalhos agrícolas para colheita de produtos (corte. arrancamento.MÁQUINAS PARA COLHEITA OU DEBULHA. feixes ou fardos. 16) As máquinas de levantar.. fazem baixar e cortam a grama (relva) com uma lâmina fixa horizontal. picar e carregar forragem.Máquinas para limpar ou selecionar ovos.37. que são desatados.). permitem executar mecanicamente: A.Outras máquinas e aparelhos para colheita. grades. incluídos os cortadores de grama (relva) e as ceifeiras. que são aparelhos auxiliares e que se fixam nas debulhadoras para assegurar uma alimentação mais regular.

e por um sistema de corte formado por um ou mais fios delgados de náilon. esmagadores. divisores. tambores e forquilhas de gaveleiras. Também. contra-agitadores.Válvulas para transmissões óleo-hidráulicas ou pneumáticas 8481.Válvulas de segurança ou de alívio 8481. correntes de caçambas (baldes*). etc.MÁQUINAS PARA LIMPAR E SELECIONAR OVOS.08). por exemplo). mesas e mecanismos de ligação de ceifeiras. etc. sacudidores. que seguem o regime da máquina. às vezes. Atualizado em 04/01/2011 .80 . na posição 84. frutas. monta-feixes. membranas.40 . matérias viscosas) ou. incorporam aparelhos auxiliares de movimentação ou de alimentação. desta posição as máquinas portáteis utilizadas para acabamento de gramados (relvados). meios-fios ou de sob os arbustos. f) As máquinas de preparar as folhas de fumo (tabaco) e as máquinas para picar estas folhas (posição 84. dentes e mecanismos elevadores de ancinhos. Excluem-se desta posição: a) As lâminas e seções de lâminas de ceifeiras e as lâminas de cortadores de grama (relva) (posição 82. agulhas corrediças. Estes órgãos operam por meio de um obturador (cilindros giratórios macho. com um dispositivo que só será removido para reparação ou manutenção de peça. aparelhos e instrumentos da presente posição.28. As máquinas para limpar ou selecionar grãos ou produtos hortícolas secos classificam-se.20 .26 ou 84. elevadores de palha. isto é. Classificam-se igualmente nesta posição os cortadores de grama (relva). RESERVATÓRIOS. padejadoras pneumáticas para grãos. selecionadores e calibradores de grãos ou de produtos hortícolas secos bem como as máquinas e aparelhos da indústria de moagem (posição 84. relhas. pelo contrário. peso.). estas máquinas. etc.90 .. ancinhos.67. permitem o escoamento de fluidos (líquidos. também se classificam aqui as partes das máquinas. se apresentados com esta última.37. eles são utilizados para escoamento de sólidos no estado pulverulento (areia. empilhadores. porém mais raramente. válvulas e dispositivos semelhantes são órgãos que. elevadores de baldes para grãos. b) Os monta-feixes. quer sejam ou não de funcionamento elétrico (selecionadoras. expulsadores de fardos de ceifeiras-debulhadoras ou de debulhadoras. CALDEIRAS. descarregadores de garras para forragem. diversos produtos agrícolas: ovos. mecanismos de levantamento ou apanha e dedos de ceifeiras. separadores. Algumas máquinas e aparelhos da presente posição (ceifeiras-debulhadoras. tais como os transportadores de tiras. etc. debulhadoras. a sua retenção. e) As máquinas descaroçadoras de algodão (posição 84. elevadores de palha ou de sacos. que.TORNEIRAS. abre ou fecha um orifício. que sejam utilizados em fazendas ou em indústrias. ancinhos pick-up de apanhadeirasenfeixadeiras. Excluem-se. para retirar as ervas ao longo dos muros. 8481. pepininhos (cornichons). FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS As máquinas e aparelhos deste tipo.. guindastes agrícolas e outros aparelhos de elevação ou de movimentação (posições 84.Válvulas redutoras de pressão 8481.Outros dispositivos 8481. aparelhos de observar ovos (posição 84. selecionadoras. VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TERMOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEMELHANTES. cebolas. moinhos e trituradores de grãos dos tipos usados nas fazendas. Estas máquinas e aparelhos classificam-se na presente posição. ao mesmo tempo que controlam a sua passagem ou sua evacuação. por exemplo) e mesmo que contenham mecanismos auxiliares para marcar os produtos tratados. esferas retentoras. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais de Seção). que são compostas por um motor a combustão incorporado em uma armação de metal leve ou por um motor elétrico montado em uma manga de metal. conforme o seu volume. denominados cortadores autotransportados. aeroensilhadoras. tais como: Barras de cortes. válvula ou charneira. por exemplo. bielas oscilantes para movimentar as barras de corte dos cortadores de grama (relva) ou das ceifeiras. Quando apresentados separadamente. etc. ou ainda regulam o volume ou pressão. CUBAS E OUTROS RECIPIENTES. cenouras. montados em canalizações ou recipientes. d) Os limpadores. todavia. c) As máquinas para corte ou arrancamento de árvores bem como os corta-palhas.). 84.21) As ceifeiras para milho e as debulhadoras de espigas de milho. conforme a sua posição. batatas. equipado com um assento para o condutor e que contêm um órgão de corte fixo.37). fresas e outros aparelhos arrancadores. destinam-se a limpar ou selecionar. classificam-se na posição 84.78). pelo contrário.30 . aspargos. como no caso de alguns aparelhos para observar e selecionar ovos. classificam-se na posição 84. B. tabuleiros de corte.28). garras.45).10 . tambores para enfeixar.Partes As torneiras.Válvulas de retenção 8481.36).. forquilhas. vapores. corta-raízes e máquinas de corte-ensiladoras. gases. constituídos por um corpo de máquina com três ou quatro rodas. selecionadoras-observadoras eletrônicas. Classificam-se nesta posição mesmo quando contêm um dispositivo de atrelagem que se destina a puxar ou empurrar os acessórios leves. enfardadeirasapanhadeiras. agitadores. PARA CANALIZAÇÕES.81 . tais como o reboque.

etc. etc. dos lubrificadores não automáticos de esferas (posição 84. 7) As torneiras de escoamento para radiadores. etc. para tubos indicadores de nível. caldeiras. Também permanecem classificados neste grupo os purgadores (torneiras para purga) cujo obturador é acionado por um elemento termostático (lâmina bimetálica ou cápsula) colocado no próprio corpo dos aparelhos purgadores termostáticos (torneiras termostáticas). reguladoras de pressão. cápsula manométrica.26 ou 90. 9) As torneiras de flutuador. embora assegurem uma função semelhante. mesmo com apito. As válvulas de redução combinadas com manômetros (manoredutores). se o conjunto forma um corpo único. 16) As cabeças de sifão. uma alavanca. É o caso de uma válvula provida de um elemento termossensível (lâmina bimetálica.09). pequenas bacias para beber e fechos de segurança. 3) As charneiras e válvulas de retenção. para incêndio. do mesmo modo que a presença de simples acessórios incorporados. por exemplo) ou na posição 90. A presença destes mecanismos ou dispositivos incorporados não afeta a classificação das torneiras. na câmara de mistura. classificam-se conforme a matéria constitutiva (posições 39. Entre os artefatos que se classificam na presente posição podem citar-se: 1) As válvulas redutoras que asseguram a diminuição (redução) de pressão dos gases e mantêm a pressão reduzida sensivelmente constante por meio de um obturador acionado. desde que correspondam às condições acima indicadas. para garrafas de água gaseificada. a válvula e dispositivos semelhantes se classificam aqui. aparelhos ou instrumentos de transporte a que se destinam. de quaisquer matérias. com vários condutos tais como as "árvores de Natal" para oleodutos (pipe-lines). e que desempenham papel idêntico com relação ao ar comprimido.). água. As cabeças e rampas. um maquinismo de relojoaria ou qualquer outro mecanismo análogo. Estes aparelhos regulam diretamente a pressão dos gases que os atravessam e instalam-se em cilindros de ar comprimido.24. incluídos os próprios recipientes de condensação.32.). 8) As válvulas para câmaras-de-ar. colocadas na saída dos reservatórios de pressão. tubos flexíveis com chuveiros incorporados. classificam-se também na presente posição. etc. O fato de estes órgãos comportarem uma parede dupla para aquecimento.08. respectivas torneiras. contrapeso. contra incêndios e os aparelhos mecânicos para rega de jardins. elemento termossensível (válvulas termostáticas).19. Além disso. 14) As válvulas e comportas de balastro.). válvula ou dispositivos semelhantes. 4) As válvulas de alívio ou de segurança. 74. Também se classificam aqui as torneiras. hidrocarbonetos ou outros fluidos.12).85). Estas válvulas. 2) As válvulas para transmissão óleo-hidráulicas ou pneumáticas. de controle ou de regulação das posições 90. de temperaturas diferentes. a um elemento termossensível exterior a estes dispositivos.16.26. 71. para banheiras. quaisquer que sejam as máquinas. válvulas e dispositivos semelhantes com um termostato. 12) As torneiras misturadoras. estas combinações classificam-se na posição 90. 75. A presente posição compreende as torneiras. providas de um dispositivo regulador do jato. etc. as peças mecânicas que. redutores de pressão ou redutores-reguladores de pressão. estes órgãos classificam-se aqui. fole. válvulas e dispositivos semelhantes ligados. de cerâmica ou de vidro. 6) As diversas torneiras (de admissão. desde que este instrumento ou aparelho seja montado ou se destine a ser montado diretamente na torneira. purga. Também se classificam aqui as válvulas redutoras chamadas reguladores de pressão. tais como os tubos de comprimento reduzido. 73.). classificam-se como partes de máquinas. que são torneiras de condução com vários condutos que penetram em uma câmara de mistura. mecânicas. etc. que podem ser de qualquer tipo (redutoras. Atualizado em 04/01/2011 . lavatórios. quer ainda por um dispositivo de disparo automático. Todavia. válvulas e dispositivos semelhantes. em canalizações ou nas proximidades de aparelhos utilizadores.. são fixadas com ajuda de um suporte em canalizações ou recipientes sob pressão e que se rompem quando a pressão ultrapassa um nível máximo determinado. das válvulas de aspiração ou de compressão para compressores de ar ou de outros gases (posição 84.14). tal como mola. Caso contrário.26 (manômetro de líquido provido de uma torneira de purga.32. As membranas de rebentamento (discos delgados. quer por um motor (válvulas motorizadas).15. 5) As válvulas e órgãos de distribuição. acionados quer manualmente. Quando o controle ou o comando se efetua à distância. condutos de alimentação de aparelhos utilizadores. com exclusão das rolhas simples que se colocam manualmente (regime da matéria constitutiva). reservatórios sob pressão. As combinações formadas por torneiras. por meio de uma chave. 15) As torneiras providas com um tubo flexível ou telescópico. válvulas e dispositivos semelhantes nesta posição. das gavetas de distribuição de máquinas a vapor (posição 84. para eliminação da água de condensação nos circuitos a vapor. conforme conservem ou não características de órgãos para escoamento (ver o quarto parágrafo da presente Nota Explicativa). vapor. de diafragma. Classificam-se também na presente posição as válvulas termostáticas de mistura que incorporam um elemento termo-sensível de tensão regulável que aciona os obturadores que regulam a admissão de fluidos. por um elemento manométrico (membrana. para a lubrificação dos eixos ou outros órgãos de transmissão de navios ou outras máquinas.. por meio de um tubo capilar. é o caso especialmente das válvulas de admissão ou de escape dos motores de ignição por centelha (faísca) (posição 84. cápsula. equilibrado por uma mola de tensão regulável. bem como outras comportas imersas para navios. 10) Os purgadores automáticos (torneiras automáticas de purga) (de flutuador. e que o conjunto apresente a característica essencial deste órgão de escoamento.São. flutuador. por exemplo.26.). etc. agulhetas de incêndio ou para rega. classificam-se na presente posição ou na posição 90. 13) As charneiras e válvulas de escoamento de águas usadas. dos pulsadores para máquinas de ordenhar (posição 84.) são utilizadas especificamente para transmissão de um "fluido motor" num sistema hidráulico ou pneumático onde a fonte de energia é um fluido sob pressão (líquido ou gás).34). etc. 11) As bocas e tomadas de água. 76. geralmente. classificam-se na posição 84. um pressostato ou qualquer outro instrumento ou aparelho de medida. um dispositivo eletromagnético (válvulas solenóides ou magnéticas).26. com exclusão desses elementos confeccionados de borracha vulcanizada não endurecida. de plástico ou metal) que se utilizam em alguns casos como dispositivos de segurança no lugar de válvulas. um volante. apenas a torneira. etc. em geral. refrigeração ou isolamento não influencia a sua classificação. um botão. não constituam órgãos de escoamento propriamente ditos. cápsula.

simultaneamente. leite. Distinguem-se. etc.91 . são fabricados com bronze ou cobre. denominado "gaiola". contido no recipiente.Esferas.80 . de aço. constituídos essencialmente por uma ou mais torneiras acionadas manualmente e alimentadas pela ação da pressão do gás carbônico introduzido nos barris de cerveja..16). Devido à forte pressão a que são submetidas as superfícies em contato. geralmente. 3) As corrediças de percurso não limitado.30 . de cerâmica (posições 69. bebidas alcoólicas. por exemplo). Estes órgãos são constituídos. etc.82 . (posição 84.). um cárter contendo as esferas e uma calha guiadora. por dois anéis concêntricos entre os quais rolam peças móveis que um dispositivo apropriado. 73. Excluem-se também desta posição: a) As torneiras.03 e 69.Rolamentos de esferas 8482. h) As torneiras doseadoras para a distribuição de sorvetes..20). 19) As torneiras de pressão para encher garrafas. cônicos. etc. f) As pistolas de lubrificação de ar comprimido (posição 84. lavatórios. absorver as cargas radiais e axiais. salas de banho. mantém no lugar. não endurecida (posição 40. 2) As corrediças de percurso limitado. geralmente.24.12). entre outros: A) Os rolamentos de esferas (de uma ou de duas filas de esferas). concebidas de modo a serem fechadas automaticamente logo que o nível do líquido atinja o gargalo da garrafa. de borracha vulcanizada.40 . (posição 84. estes roletes não possuem "gaiola".20 .. DE ROLETES OU DE AGULHAS. válvulas e dispositivos semelhantes. 18) As torneiras para cubas.22. PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção). que seguem o regime da matéria constitutiva (posições 39.10. PARTES Atualizado em 04/01/2011 .17 ou 70.Rolamentos de roletes cilíndricos 8482. incluídos os conjuntos constituídos por cones e roletes cônicos 8482. que comportam um segmento.13). que comportam um cilindro canelado. 8482.99 . com um afastamento constante. com forma de elipses alongadas nas quais se deslocam pequenas esferas de aço. contudo. para absorver quer a carga radial (rolamentos de carga radial). g) Os maçaricos da posição 84. os rolamentos colocam-se. C) Os rolamentos de agulhas.09) ou de vidro (posições 70. em particular). B) Os rolamentos de roletes de quaisquer formas (cilíndricos. d) Os injetores de caldeiras e as bombas de injeção (posição 84.68. constituídos por uma tampa metálica provida com um botão-pressionador com haste móvel que obstrui o orifício de ejeção de gás ou de líquido desinfetante.17) Os dispositivos de pressão para abrir ou fechar recipientes do tipo "bomba". etc. estes roletes podem também possuir extremidades arredondadas (ver Nota 2 de Subposição do Capítulo). nos quais os roletes são substituídos por cilindros de diâmetro constante não superior a 5 mm e cujo comprimento é igual ou superior a três vezes a dimensão do diâmetro. abaulados em forma de tonel. para certos usos específicos. bem como as caixas de descarga (reservatórios de autoclismo*) com ou sem mecanismo. inseticida. também se classificam aqui as partes dos artefatos da presente posição. os rolamentos são geralmente de aço muito duro (aço ao cromo.50 . tonéis.Outras Sendo concebidos para substituir os mancais (chumaceiras) lisos para redução de perdas de energia por atrito. Freqüentemente. tais como: 1) As corrediças constituídas por um anel de aço no interior do qual se encontra engastado um anel de latão provido com seis golas longitudinais. uma "gaiola" de esferas e um estojo externo. roletes e agulhas 8482. incluídos os rolamentos combinados 8482. 20) Os dispositivos para tirar cerveja para balcões de bares.10 . c) Os reguladores centrífugos para máquinas a vapor (posição 84. e) As pistolas aerográficas. Classificam-se também neste grupo as corrediças de esferas. simples ou de dupla fiada. b) Os sifões de escoamento de águas usadas. etc.Rolamentos de agulhas 8482. quer o impulso (rolamentos de carga axial) e alguns tipos podem.24).67).Partes: 8482. provida de ranhura prismática.. entre o mancal (chumaceira) e a árvore (veio) ou eixo.Rolamentos de roletes em forma de tonel 8482. barris.ROLAMENTOS DE ESFERAS. que se diferenciam dos rolamentos de roletes comuns. ou mesmo de plásticos. de aço.9 .Outros.79) 84. 69. etc.Rolamentos de roletes cônicos. para pias. os pulverizadores de ar comprimido.

VOLANTES E POLIAS. consoles e caixas (posição 84. c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva).83). todavia. por intermédio de engrenagens ou de polias e de correias. outras vezes. utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas.30 .Mancais (chumaceiras*) com rolamentos incorporados 8483. ou de ceifeiras (posição 84.ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE EXCÊNTRICOS (CAMES) E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força motriz. de ferro ou de aço. redutores.33). Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução. b) Os fragmentos de cabo retorcido. esta diferença (tolerância) não seja superior a 0. mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições 72.Volantes e polias. são destinados a receber as bielas para transformação do movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente. pelo contrário. para árvores (veios) flexíveis. B.Mancais (chumaceiras*) sem rolamentos.15). mesmo que não se destinem a rolamentos. MULTIPLICADORES. 2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que. consideram-se como tais as esferas polidas cujo diâmetro máximo ou mínimo não difira de mais de 1% do diâmetro nominal.12). no interior de uma mesma máquina. INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS.20 . multiplicadores e variadores de velocidade..10 . indicadores de velocidade. 6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames. cadeiras. 1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas diretamente pelo motor. anilhas. cruzetas. para bicicletas (posição 87. Estas peças e órgãos seguem o seu próprio regime. compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações mecânicas a rótulos. as esferas de aço que não sejam conformes com esta definição. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma. EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES. exceto rodas dentadas simples e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. incluídas as juntas de articulação 8483. 4) Os anéis.). caixas de transmissão. ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO. Excluem-se desta posição as partes de máquinas ou órgãos mecânicos que comportam rolamentos. as manivelas e contramanivelas. de acordo com a Nota 6 do Capítulo. 4) As árvores (veios) flexíveis. 3) As árvores (veios) articuladas. 8483.Classificam-se na presente posição as partes de rolamentos tais como: 1) As esferas calibradas de aço. incluídas as polias para cadernais 8483. etc.50 .Engrenagens e rodas de fricção. Atualizado em 04/01/2011 . por várias peças reunidas. "gaiolas". as árvores (veios) de manivelas.14). estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça. 2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo.Embreagens (embraiagens*) e dispositivos de acoplamento. distinguem-se.Rodas dentadas e outros órgãos elementares de transmissão apresentados separadamente. os virabrequins (cambotas). partes Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia: 1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou várias máquinas que a utilizam. 2) As esferas para rolamentos. etc. classificam-se na posição 73. 84.. pendurais. INCLUÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*). INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO. sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas extremidades (posição 73.14 ou 72..Árvores de transmissão (veios de transmissão*) (incluídas as árvores de "cames" e virabrequins (cambotas*)) e manivelas 8483. 5) As árvores (veios) de cotovelo. etc.83 . EMBREAGENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO. eixos de esferas ou de roletes.MANCAIS (CHUMACEIRAS) E "BRONZES" Os mancais (chumaceiras). mangas de fixação e quaisquer outras peças reconhecíveis para rolamentos. são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o "bronze" ou o rolamento.05 mm.ÁRVORES (VEIOS*) DE TRANSMISSÃO (INCLUÍDAS AS ÁRVORES DE "CAMES" E VIRABREQUINS (CAMBOTAS*)) E MANIVELAS.90 . incluídos os conversores de torque (conversores binários*) 8483. recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a outras árvores (veios) secundárias. "bronzes" 8483. CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE. REDUTORES. sem lhes transmitir movimento. por exemplo. MANCAIS (CHUMACEIRAS*) E "BRONZES".60 . de perfil uniforme.26. A. Excluem-se também desta posição: a) As barras. b) Dos cubos e rodas livres. de cobre. bronze ou de plásticos. mesmo que estes sejam inseparáveis. desde que. este é especialmente o caso: a) Dos mancais (chumaceiras).40 . 3) Os roletes de quaisquer formas e as agulhas para rolamentos.

que se colocam em contato uns com os outros ou que se liberam.). é liso (plano ou abaulado) ou de gola. sobre árvore (veio) acionada. de parafuso sem fim. pela associação por exemplo. as embreagens de garras (cujas peças complementares apresentam. ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo. montados.ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos denteados: rodas. e os de correntes ou de correias. estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma única peça ou de várias partes reunidas).82. tais como os plásticos. helicoidais. seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73.25 ou 73. de um carreto e uma cremalheira. pelo contrário. que se classificam na posição 68. as embreagens pneumáticas. que lhes permitem acoplar-se entre si). quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário)). nos quais um disco.) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes. caso contrário. de rebarbas rotativas.REDUTORES. tais como as polias-tambores. determina a relação entre a velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado. que permitem fazer variar a velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades. Estes órgãos são comumente fabricados de ferro fundido e freqüentemente recobertos de couro. são rodas construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para acumular energia cinética. conforme o caso. F.15. apresentados isoladamente. madeira.. MULTIPLICADORES. cremalheiras ou parafusos sem fim. que têm a forma de troncos de cones ou de cilindros mais compridos que largos. estes dispositivos permitem a transformação de um movimento rotativo em movimento linear e vice-versa. pendurais. as embreagens centrífugas automáticas. As polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante*). E. montadas em uma mesma armação. uma. Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores. de velocidade. as polias para cadernais. ou inversamente. corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição. destacam-se especialmente: 1) Os redutores. D. Os mancais (chumaceiras) especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais denominam-se "mancais (chumaceiras) de escora". modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone. de dentes retos. os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas. Todavia. etc.POLIAS. Quanto às rodas de fricção (denominadas também. classificam-se na posição 84. no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo.VOLANTES Os volantes. de diâmetros diferentes.. em ângulo. consoante a necessidade). Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas. que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável.EMBREAGENS As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motor e a árvore (veio) acionada a fim de os tornarem solidários um ao outro ou.. cone. constituídos por diversos jogos de engrenagens.25. com uma velocidade acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. fibras revestidas ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção. quer ainda por meio de engrenagens (volantes denteados). hidráulicos. ou quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os "bronzes" ou os rolamentos. contudo. geralmente. de modo a fazer variar a relação de transmissão. também chamadas polias escalonadas ou polias múltiplas. só se classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira).26. carretos. cadeiras. A presente posição não compreende.) e compreende tanto os próprios órgãos elementares. que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação. permanecendo constante a velocidade da máquina motriz. incluídos os conversores de torque (binários). etc. para os isolarem. esses rolamentos classificam-se na posição 84. saliências ou garras. 3) Os variadores hidráulicos. tais como as rodas denteadas (incluídas as rodas denteadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos. os "bronzes" classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais (chumaceiras). por exemplo) e o ângulo sob o qual operam. Pelo contrário. cônicas. e as polias-cones. mas também as constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e