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GABARITO

Caderno do Aluno

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

Matemática – 1 a série – Volume 3

AS POTÊNCIAS E O CRESCIMENTO/DECRESCIMENTO EXPONENCIAL: A FUNÇÃO EXPONENCIAL

GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 Matemática – 1 série – Volume 3 AS

Páginas 4 - 7

1.

A produção meio ano após o início da produção é apresentada pelo cálculo de 3 0,5 . Uma interpretação que você, professor, pode aproveitar para discutir com a turma com relação a 3 0,5 poderia ser:

• como se espera que 3 0,5 . 3 0,5 seja igual a 3 0,5 + 0,5 , ou seja, 3 1 , segue daí que 3 0,5 é

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uma nova maneira de escrever 3 , ou seja, 3 0,5 =

1

  • 3 2

=

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3 .

Para indicar o valor da produção após 4 anos e três meses, isto é, 4,25 anos após o início do processo, teríamos:

P = 3 4,25 =

3

17

  • 4 = 4

17 3
17
3

106,60 toneladas (usando-se uma calculadora científica).

Para complementar

esse

percurso,

como

discutido

registramos que é possível calcular os valores de 3 x

material mesmo que x

no

do

professor,

não

seja um

número racional.

2.

  • a) Calculando os valores de N, temos:

I. N = 5 000 . 3 2 = 5 000 . 9 = 45 000 micróbios.

II. N = 5 000 . 3 0,5 = 5 000 .

III. N = 5 000 .

2

  • 3 3

= 5 000 .

3  3 2 3
3
3
2
3

5 000 . 1,732 8 660 micróbios.

5 000 . 2,080 10 400 micróbios.

IV. N = 5 000 . 3 1,25 = 5 000 .

3

5

  • 4 5 000 . 3,948 19 740 micróbios.

  • b) O

gráfico de N

=

f(t)

=

5

000

.

3 t

é

como

o

gráfico

de

y

=

3 t , sendo cada

ordenada y multiplicada por 5 000:

GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 a série – Volume 3
GABARITO
Caderno do Aluno
Matemática – 1 a série – Volume 3

3.

  • a) Chamando a quantidade produzida em 2000 de P 0 , se a cada ano a produção

aumenta em 50%, então, a cada ano, o valor inicial fica multiplicado por 1,50. Após t anos, o valor da quantidade produzida P(t) será igual a: P(t) = P 0 . (1,50) t Sabendo-se que em 2004, ou seja, que para t = 4, o valor da produção foi de 162 000

automóveis, resulta que: 162 000 = P 0 . 1,50 4 , ou seja, P 0 =

162 000

1,50

  • 4 .

Calculando a potência 1,50 4 , obtemos: 1,50 4 =

3

 

2

4

=

3

4

81

=

2

4

16

.

Segue que P 0 = 162 000 .

16

= 32 000.

81

  • b) A produção estimada para o ano de 2010 é:

P(10) = 32 000 . 1,50 10 = 32 000 .

10

  • 3 1 845 281 automóveis.

  • 2 10

GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 a série – Volume 3 4. 5. I e
GABARITO
Caderno do Aluno
Matemática – 1 a série – Volume 3
4.
5.
I e II
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GABARITO

III e IV

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Matemática – 1 a série – Volume 3

GABARITO III e IV Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 Páginas 8
GABARITO III e IV Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 Páginas 8

Páginas 8 - 11

Construção de gráficos com auxílio de um software

1.

GABARITO III e IV Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 Páginas 8

As curvas das suas funções são coincidentes.

GABARITO

2.

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Matemática – 1 a série – Volume 3

x  1  x  x   1  x a) I. f (
x
 1 
x
 x
 1
 x
a)
I.
f ( x )  3
 3
  x
; k = 1.
II.
f
(
x
)  
 
3
3
; k = –1.
 
3
III.
2
x
2
 x
0 , 5
x
0 , 5
 x
f
(
x
)  3
 3
; k = 2.
IV.
f
(
x
)
3
3
; k = –0,5.
  • b) Observando os gráficos, concluímos que: I e III são crescentes, II e IV são

decrescentes.

  • c) Não há cálculo a ser feito, somente constatar a afirmação feita na atividade.

GABARITO 2. Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 x  1 

Páginas 11 - 12

1.

  • a) Quando foi fundado, o município tinha uma população: N 0 = 3 000 . 10 0 =

= 3 000.

  • b) 10 anos após a fundação, a população era igual a:

N 10 = 3 000 . 10 0,1 . 10 = 3 000 . 10 = 30 000.

  • c) O valor de N nos dias atuais (t = 20) é igual a:

N 20 = 3 000 . 10 0,1 . 20 = 3 000 . 10 2 = 300 000 habitantes.

  • d) Para termos N = 3 000 000, devemos ter:

3 000 000 = 3 000 . 10 0,1t , ou seja, 10 0,1t = 1 000, de onde obtemos 0,1t = 3;

portanto, t = 30 anos.

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Matemática – 1 a série – Volume 3

  • e) Para calcular depois de quantos anos a população atingirá 600 000, devemos ter:

600 000 = 3 000.10 0,1t , ou seja, 10 0,1t = 200. Precisamos saber, então, qual o expoente

da potência de 10 que seria igual a 200. Sabemos que 10 2 = 100 e que 10 3 = 1 000.

Deve haver um número n, entre 2 e 3, tal que 10 n = 200. Somente descobrindo que

número é esse podemos completar os cálculos, pois, igualando o expoente de 10 a

esse número n, teremos: 0,1t = n, e então t = 10 n . O número n tal que 10 n = 200 é

aproximadamente igual a 2,30, e o valor de t correspondente é 23 anos. Para

aprender a calcular números como esses, estudaremos os logaritmos nas próximas

unidades.

GABARITO

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

Matemática – 1 a série – Volume 3

QUANDO O EXPOENTE É A QUESTÃO, O LOGARITMO É A SOLUÇÃO: A FORÇA DA IDEIA DE LOGARITMO

GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 Matemática – 1 série – Volume 3 QUANDO

Página 16

1.

  • a) Sendo N = 100 = 10 2 , então o logaritmo de N é 2: log 100 = 2.

  • b) Sendo N = 10 = 10 1 , então o logaritmo de N é 1: log 10 = 1.

  • c) Sendo N = 1 = 10 0 , então o logaritmo de N é igual a 0: log 1 = 0.

  • d) Sendo N =

10
10

1

10

2

, então o logaritmo de N é

1

:

2

log

1 . 10 
1
.
10 

2

  • e) Sendo N = 0,01 = 10 2 , então o logaritmo de N é –2: log 0,01 = –2.

  • f) Sendo N = 13, como 10 1 < 13 < 10 2 , então o logaritmo de N é um número n tal

que 1 < n < 2 : 1 < log 13 < 2.

  • g) Sendo N = 3,22, como 10 0 < 3,22 < 10 1 , então o logaritmo de N é um número n

tal que 0 < n < 1 : 0 < log 3,22 < 1.

GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 Matemática – 1 série – Volume 3 QUANDO

Página 19

1.

Os itens desta atividade constituem os primeiros usos da linguagem dos logaritmos

para expressar fatos sobre potências. Com base nos logaritmos de alguns números,

podemos obter os logaritmos de outros efetuando cálculos com potências. Sendo

dados os valores dos logaritmos de 2 e de 3, podemos calcular os logaritmos dos

números indicados.

Se log 2 0,30 (ou seja, 2 10 0,30 ) e log 3 0,47 (ou seja, 3 10 0,47 ), então:

  • a) log 6 = log (2 . 3) = log (10 0,30 . 10 0,47 ) = log 10 0,30 + 0,47 = log 10 0,77 = 0,77.

(Relembre: log N = n significa que N = 10 n , ou seja, log 10 n = n.)

  • b) Analogamente, log 9 = log (3 . 3) = log (10 0,47 . 10 0,47 ) = log 10 0,94 = 0,94.

  • c) log 4 = log (2 . 2) = log (10 0,30 . 10 0,30 ) = log 10 0,60 = 0,60.

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Matemática – 1 a série – Volume 3

De modo geral, repetindo procedimentos realizados nos itens a, b e c do exercício 1,

sendo A = 10 a e B = 10 b , podemos escrever:

log A . B = log (10 a . 10 b ) = log 10 a + b = a + b = log A + log B;

no caso de A = B, podemos escrever:

log A 2 = log A + log A = 2 . log A;

analogamente, sendo n um número natural qualquer, podemos concluir que:

log A n = n . log A.

  • d) log 12 = log (2 . 2 . 3) = log (10 0,30 . 10 0,30 . 10 0,47 ) = log 10 1,07 = 1,07.

Usando a observação do item anterior, poderíamos escrever:

log 12 = log (2 . 2 . 3) = log 2 + log 2 + log 3 = 0,30 + 0,30 + 0,47 = 1,07.

  • e) log 72 = log (2 . 2 . 2 . 3 . 3) = 3 . log 2 + 2 . log 3 = 3 . 0,30 + 2 . 0,47 = 1,84.

  • f) log 3 600 = log (2 . 2 . 3 . 3 . 10 . 10) = 2 . log 2 + 2 . log 3 + 2 . log 10 =

= 2 . 0,30 + 2 . 0,47 + 2 . 1 = 3,54.

Observação: lembre que 10 = 10 1 ; logo, temos log 10 = 1.

(Note que 10 3 < 3 600 <10 4 ; logo, seu logaritmo na base 10 é um número entre 3 e 4.)

GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 De modo geral, repetindo procedimentos

Páginas 19 - 20

1. Nesta atividade, continuamos a praticar cálculos envolvendo potências e logaritmos.

O contexto é o da análise do crescimento da população de duas cidades, A e B,

segundo os modelos de crescimento.

N A = 6 000 . 10 0,1t e N B = 600 . 10 0,2t (t em anos).

  • a) A população inicial de cada região é obtida fazendo-se t = 0:

N A = 6 000 e N B = 600.

  • b) As populações de A e B serão iguais quando t for tal que

6 000 . 10 0,1t = 600. 10 0,2t ; daí concluímos que

6 000

10

0 , 2

t

600

10

0 ,1

t

, ou seja, 10 0,1t = 10;

logo, 0,1t = 1 e t =10 anos.

c)

15 anos após o instante inicial, teremos:

N A

=

6

000

.

10 0,1

.

15

=

6 000

.

10 1,5 ;

usando

o valor aproximado fornecido

3

10

2

31,62

, resulta que N A = 189 720 habitantes;

GABARITO

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Matemática – 1 a série – Volume 3

N B = 600 . 10 0,2 . 15 = 600 . 10 3 = 600 000 habitantes.

GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 N = 600 . 10

Páginas 21 - 22

  • 1. Os diversos itens exploram apenas o significado direto dos logaritmos em diferentes bases, conforme a definição: N = a n significa que n = log a N, ou seja, log a a n = n (com a > 0 e a 1).

    • a) log 2 128 = log 2 2 7 = 7.

    • c) log 13 169 = log 13 13 2 = 2.

1

  • e) ) = log 2 2 -8 = -8.

log 2 (

256

 
  • g) 169

log

13

log

169

169

1

2  .
2
.

1

2

b)

d)

f)

log 3 81 = log 3 3 4 = 4.

log 5 3 125 = log 5 5 5 = 5.

log 3 (

  • 1 ) = log 3 3 -5 = -5.

243

(Poderíamos também escrever: log 169 13 = n significa que 169 n = 13, ou seja,

13 2n = 13 1 , de onde sairia n =

1

2 .)

  • h) Se log 125 25 = n, então 125 n = 25, e segue que 5 3n = 5 2 , ou seja, n

2

3

.

  • 2. A ideia de logaritmo, em qualquer base, traduz o fato de que, se um número N situa- se entre a n e a n+1 , então log a N situa-se entre os inteiros n e n + 1, ou seja, é sempre possível encontrar dois inteiros que aproximam o logaritmo de qualquer número dado, um por falta, outro por excesso. Os exercícios apenas destacam tal fato.

    • a) Como 2 5 < 52 < 2 6 , então 5 < log 2 52 < 6.

    • b) Como 3 5 < 300 < 3 6 , então 5 < log 3 300 < 6.

    • c) Como 7 3 < 400 < 7 4 , então 3 < log 7 400 < 4.

    • d) Como 5 4 < 813 < 5 5, então 4 < log 5 813 < 5.

  • 3. Nesta atividade, a ideia é expressar as respostas às perguntas formuladas na forma de logaritmos, sem precisar calculá-los, apenas reforçando a ideia de que, ao resolver equações, os logaritmos surgem quando temos incógnitas nos expoentes. Se a população N de micróbios cresce exponencialmente de acordo com a expressão

  • GABARITO

    Caderno do Aluno

    N = 5 000 . 3 t (t em horas), temos:

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    • a) Para N = 15 000, resulta 5 000 . 3 t = 15 000, ou seja, 3 t = 3; logo, t = 1 hora.

    • b) Para N = 25 000, resulta 5 000 . 3 t = 25 000, ou seja, 3 t = 5; logo,

    t = log 3 5 horas.

    • c) Para N = 250 000, resulta 5 000 . 3 t = 250 000, ou seja, 3 t = 50; logo,

    t = log 3 50 horas (podemos dizer que 3 < t < 4).

    • d) Para N = 350 000, resulta 5 000 . 3 t = 350 000, ou seja, 3 t = 70; logo,

    t = log 3 70 horas (podemos dizer que 3 < t < 4).

    • e) Para N = 470 000, resulta 5 000 . 3 t = 470 000, ou seja, 3 t = 94; logo,

    t = log 3 94 horas (podemos dizer que 4 < t < 5).

    GABARITO Caderno do Aluno N = 5 000 . 3 (t em horas), temos: Matemática –

    Páginas 23 - 24

    1. Trata-se de uma atividade similar a já apresentada no Caderno do Aluno, envolvendo

    agora o número de bactérias de duas colônias, que dobra de tamanho em períodos

    distintos. A população P 1 dobra a cada 0,5 hora; logo, seu valor inicial é multiplicado

    por 4 a cada hora, e temos: P 1 = 1 000 . 4 t = 1 000 . 2 2t .

    Analogamente, P 2 dobra a cada 2 horas, ou seja, seu valor inicial é multiplicado por 2

    GABARITO Caderno do Aluno N = 5 000 . 3 (t em horas), temos: Matemática –

    a cada 2 horas, ou seja, é multiplicado por 2 a cada hora, e temos:

    P 2

    8 000 .

     2
    2

    t

    8 000 . 2

    0 , 5 t

    • a) As populações terão o mesmo valor quando 1 000 . 2 2t = 8 000 . 2 0,5t , ou seja,

    quando 2 1,5t = 8 = 2 3 ; teremos, então: 1,5t = 3 e, portanto, t = 2 horas.

    • b) Teremos P 1 8 vezes maior que P 2 quando 1 000 . 2 2t = 8 . 8 000 . 2 0,5t . Efetuando

    os cálculos, temos: 2 1,5t = 64 = 2 6 ; segue que 1,5t = 6 e, portanto, t = 4 horas.

    • c) Quando t = 3, teremos:

    P 1 = 1 000 . 2 2 . 3 = 1 000 . 2 6 = 64 000 bactérias.

    P 2 = 8 000 . 2 0,5 . 3 = 8 000 . 2 1,5 = 8 000 . 2,83 = 22 640 bactérias.

    2. Nesta atividade, com cálculos análogos aos anteriores, há um decrescimento na

    massa m de uma substância radioativa. Se ela se reduz à metade a cada 4 horas,

    então ela é multiplicada por 1 a cada 4 horas, ou seja, é multiplicada por

    2

    1 2
    1
    2

    a cada

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    2 horas, ou, ainda, é multiplicada por

    1 2
    1
    2

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    1 4 2
    1
    4
    2

    2

    0 , 25

    a

    cada

    hora; daí

    a

    expressão m = m o . 2 -0,25t . Se a massa inicial era 60 g, então m = 60 . 2 -0,25t .

    • a) A massa restante após 8 horas será m 8 = 60 . 2 -0,25 . 8 = 60 . 2 -2 =

      • 60 = 15 g.

    4

    • b) A massa restante será igual a 12 g quando tivermos 60 . 2 -0,25t = 12, ou seja,

    5 = 2 0,25t . Utilizando o valor aproximado 5 2 2,32 , temos: 2,32 = 0,25t e, portanto,

    t = 9,28 horas.

    (Poderíamos escrever a parte final da solução da seguinte maneira: 5 = 2 0,25t equivale

    a dizer que 0,25t = log 2 5, ou seja, t = 4 . log 2 5. O valor aproximado fornecido é

    justamente o logaritmo de 5 na base 2.)

    GABARITO Caderno do Aluno 2 horas, ou, ainda, é multiplicada por 1 2 Matemática – 1

    Páginas 26 - 27

    1.

    • a) log

    Temos:

     

    10

    log 10

    1

    3,322

    .

    2

    log 2

    0,30103

    • b) 10 , segue que log 5 = log 10 – log 2 = 1 – 0,30103 0,69897.

    Como 5 =

    2

    • c) Temos, analogamente ao item a:

    log

    • 2 5

    log 5

    0,69897

    2,322

    log 2

    0,30103

    .

    (Observar a resposta do item a e notar que, em razão de termos 10 = 5 . 2, resulta que

    log 2 10 = log 2 5 + log 2 2, ou seja, log 2 10 = log 2 5 + 1).

    • d) Como queremos calcular log 5 64, podemos escrever:

    log

    5

    64

    log

    2

    64

    6

    log

    2

    5

    2,322

    2,584

    .

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    Páginas 28 - 30

    1.

    • a) Um terremoto de 8 graus na escala Richter é potencialmente 10 vezes mais

    destrutivo do que um terremoto de 7 graus, uma vez que o grau representa o

    expoente de uma potência de 10 que é usada para expressar a energia liberada, que

    produz os estragos. Analogamente, um terremoto de 8 graus é 100 vezes mais

    destrutivo do que um de 6 graus, 1 000 vezes mais destrutivo que um de 5 graus e

    10 000 vezes mais destrutivo que um de 4 graus.

    • b) Para aumentar 1 grau na escala Richter – seja de 1 para 2 graus, seja de 2 para 3,

    seja de 2,5 para 3,5 etc. – será necessária uma energia destrutiva 10 vezes maior, uma

    vez que o grau é o expoente de uma potência de 10. Portanto, a cada aumento em

    uma unidade na escala em graus, a energia é multiplicada por 10. Desse modo, para

    passar de 2,5 graus para 10 graus, isto é, aumentar em 7,5 graus na escala, seriam

    necessários muito mais que 4 caminhões. Imaginando que fosse possível termos

    simultaneamente 10 000 caminhões passando pela rua, então o sismógrafo registraria

    4 graus a mais, ou seja, 6,5 graus.

    Portanto, se 4 caminhões passarem juntos pela rua, podemos afirmar que o tremor

    correspondente será de pouco mais de 2,5 graus, uma vez que a energia

    correspondente será apenas 4 vezes maior.

    É possível calcular que, para atingir 10 graus – nunca existiu um terremoto deste

    nível – seriam necessários cerca de 316.10 5 caminhões! Para chegar a esse valor,

    suponhamos que a energia destrutiva seja dada por E n = K.10 n , em que n é o grau do

    terremoto. E 2,5 = K.10 2,5 E 10 = K.10 10

    Para descobrirmos por quanto é necessário multiplicar E 2,5 para se obter E 10 :

    E

    10

    10

    10

    E

    2 , 5

    10

    2 , 5

    10

    7 , 5

    7

    10 .10

    0 , 5

    3,16.10

    7

    2.

    • a) Dizer que determinado líquido tem pH igual a 6 significa dizer que existe 1 íon-

    grama de H + para cada 10 6 litros.

    • b) Se um líquido tem 1 íon-grama de H + para cada 100 litros, seu pH é igual a 2.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    • c) Se um líquido tem pH igual a 8, ele tem 10 vezes menos H + do que a água (a

    razão de 1 para 10 8 é 10 vezes menor do que a razão 1 para 10 7 ).

    • d) A diferença entre os valores do pH de dois líquidos, um deles com mil vezes

    mais íons H + livres do que o outro, é igual a 3; o de maior pH tem mil vezes menos

    íons H + .

    GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 c) Se um líquido tem

    Páginas 31 - 33

    1.

    • a) Um som de 90 decibéis, ou seja, 9 béis, é 10 vezes mais intenso do que um de 8

    béis, ou seja, 80 decibéis, uma vez que o número de béis corresponde ao expoente de

    uma potência de 10 que representa a intensidade.

    • b) O som emitido por uma britadeira é de 10 béis, que corresponde à intensidade

    10 10 vezes maior do que a do som fracamente audível. Se a intensidade se tornar

    100% maior, será igual a 2 . 10 10 vezes maior do que a do som fracamente audível.

    Para saber a quantos béis tal intensidade corresponde, será necessário escrever tal

    número como uma potência de 10:

    2 . 10 10 = 10 n .

    Logo, o valor de n será o logaritmo de 2 . 10 10 na base 10, ou seja:

    n = log(2 . 10 10 ) = log 2 + 10 = 10,30 (usando o valor aproximado log2 0,30).

    O som terá, portanto, 10,3 béis, ou seja, 103 decibéis.

    • c) Para calcular o número n de béis, expressamos a razão entre a intensidade I e a

    intensidade do som fracamente audível por meio de uma potência de 10:

    I

    • 10 12

    10

    n

    .

    Daí segue que: n = log

    I

    • 10 12

    (n em béis).

    • d) Analogamente, segue que: n = 10 . log

    I

    • 10 12

    (n em decibéis).

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    Página 33

    Para resolver esta situação, o aluno pode, por exemplo, escrever o log

    2 , 5

    54

    na base 10:

    log

    2 , 5

    54

    log 54

    log 2,5

    . Desse modo, usando a calculadora científica, pode achar o

    log54 1,7323 e o log2,5 0,3979. Dividindo um valor pelo outro, encontramos:

    log

    2 , 5

    54

    log 54

    log 2,5

    1,7323

    0,3979

    4,3536

    .

    O mesmo pode ser feito aplicando-se a tecla n:

    log

    2 , 5

    54

    ln

    54

    3,9889

    ln

    2 ,5

    0

    ,9162

    4

    ,3537

    .

    A diferença entre os valores se dá pela aproximação adotada.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    AS FUNÇÕES COM VARIÁVEL NO EXPOENTE:

    A EXPONENCIAL E SUA INVERSA, A LOGARÍTMICA

    GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 Matemática – 1 série – Volume 3 AS

    Páginas 36 - 37

    1.

    (

    • x e

    y

    x

    )

    7

    x

    y

    7

    (

    • x

    y

    x

    x

    )

    2

    (

    0 )

    e

    x

    y
    y
     
     

    1

    (

    • x e

    y

    x

    )

    3

    x

    y

     
     

    3

    (

    • x x

    y

    x

    e

    )

    5

    8

    y 8

     
     

    5

     

    1

    1

    (

    • x e

    y

    x

    )

    (

    0 )

    x

    (

    y

    0 )

    x

    y

    (

    3

    • x e

    y

    x

    )

     
     

    x

    3 y
    3
    y
     

    x

    11

    (

    )

    • x

    y

    e

    x

    4

    y

    11

     

    4

     

    (

    • x )

    y

    3

    x

    1

    e

    x

    7

    y

    1

    7

    3

    2.

    GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 Matemática – 1 série – Volume 3 AS

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    Páginas 37 - 39

    Aqui, você

    poderá auxiliar

    os

    alunos

    a seguir, passo

    a

    passo, a construção

    dos

    gráficos das funções e de suas inversas, para, então, concluir as características

    apontadas no texto.

    GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 Páginas 37 - 39 Aqui,

    Páginas 39 - 40

    1.

    • a) Os gráficos de f(x) e g(x) são representados abaixo:

    GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 Páginas 37 - 39 Aqui,
    • b) Para determinar os pontos A, B, C e D, basta notar que:

    f(0) = 1, f(1) = 10, g(1) = 0 e g(10)= 1.

    Segue que: A = (0; 1), B = (1; 0), C = (10; 1) e D = (1; 10).

    Tais pontos são simétricos em relação à reta y = x.

    • c) e d) Para calcular o perímetro de ABCD, temos:

    o lado AB é a diagonal de um quadrado de lado 1, ou seja, mede

    o lado AB é a diagonal de um quadrado de lado 1, ou seja, mede

    2 ;

    os lados BC e AD são hipotenusas de um triângulo retângulo de catetos

    1

    e

    9.

    Logo,

    temos

    BC = AD  82
    BC
    =
    AD
    82

    (trapézio

    isósceles)

    e

    cada

    um

    desses

    lados

    mede:

    1 2  9 2

    1

    2

    9

    2

     

    o lado CD é a hipotenusa de um triângulo retângulo de catetos iguais a 9, ou

     

    seja, é 9

    2
    2

    ;

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    logo, o perímetro do trapézio é:

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    p  2  9 2  2 . 82  32, 25 . 2. A
    p
    2  9
    2  2 .
    82
    32, 25 .
    2.
    A função exponencial f(x) = a x é crescente se a > 1 e é decrescente se 0 < a < 1; o
    mesmo ocorre com a função logarítmica. A inspeção direta mostra, então, que temos
    funções crescentes em (a), (b) e (e) e funções decrescentes em (c), (d) e (f).
    x
     
    1
    Note que, em (f), a função j(x) = 5 -x pode ser escrita assim: j(x) = (5 -1 ) x
    =
    .
     
    5
    Logo, ela é decrescente.
    Páginas 41 - 42
    1.
    • a) Calculando E, temos:

    E = f(x 0 +1) – f(x 0 ) = 10 xo+1 – 10 xo = 10 xo .(10 – 1) = 9. 10 xo .

    • b) Calculando L, temos:

      • L = g(x 0 + 1) – g(x 0 ) = log (x 0 + 1) – log x 0 = log

       x 1   

    0

    x

    0

    = log

        1 
       1 

    1

    x

    0

       

    .

    • c) Quando x 0 se torna cada vez maior, os valores de E = 9 . 10 x 0 aumentam cada

    vez mais, uma vez que os valores de 10 xo tornam-se cada vez maiores.

    d)

    Quando x 0 se torna cada vez maior, o valor de

       1   

    x

    0

    torna-se cada vez menor,

    aproximando-se de 0, e o valor de

        1 
       1 

    1

    x

    0

       

    se aproximará de 1. Assim, os valores de

    • L = log

       1

    1

    x

    0

    aumentam cada vez menos, aproximando-se de 0, uma vez que

    1 +

       1   

    x

    0

    aproxima-se cada vez mais de 1, e o logaritmo de 1 em qualquer base é 0.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    AS MÚLTIPLAS FACES DAS POTÊNCIAS E DOS LOGARITMOS:

    PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES EM DIFERENTES CONTEXTOS

    Desafio!

    Página 43

    Para determinar o número de algarismos de 2 64 , basta calcular seu logaritmo decimal.

    Como log 2 64 = 64 . log 2 64 . 0,30 = 19,2, deduzimos que 2 64 situa-se entre 10 19 e

    10 20 , pois: 10 19 < 10 19,2 < 10 20 .

    Logo, concluímos que 2 64

    é um número com

    20

    algarismos, uma vez que é um

    número inteiro maior do que 1 seguido de 19 zeros e menor do que 1 seguido de 20

    zeros.

    Calculando com um instrumento adequado, obtemos, de fato:

    2 64 = 18 446 744 073 709 551 616.

    GABARITO Caderno do Aluno SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4 Matemática – 1 série – Volume 3 AS

    Páginas 43 - 45

    1.

    Para comparar os dois números citados, basta comparar seus logaritmos decimais: o

    maior será o que tiver maior logaritmo.

     

    Imediatamente, vemos que log 10 7 = 7;

    calculando log 7 10 , obtemos:

     

    log 7 10 = 10 . log 7 = 10 . 0,845 = 8,45.

     

    Logo, concluímos que 7 10 > 10 7

     

    2.

     
    • a) A espessura do

    papel é

    8

    .

    10 2

    mm. A cada dobradura, o papel duplica

    a

    espessura. Após 10 dobraduras, sua espessura será:

    E 10 = 2 10 . 2 3 . 10 2 mm = 2 13 . 10 -2 mm = 81,92 mm.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    • b) Analogamente, a espessura do papel dobrado após 50 dobraduras será:

    E 50 = 2 50 . 2 3 . 10 2 mm = 2 53 . 10 2 mm = 9,0071992 . 10 13 mm 90 milhões de km.

    Trata-se, sem dúvida, de um resultado surpreendente, tão inesperado quanto o do

    tabuleiro de xadrez da atividade 1.

    • c) Podemos generalizar e escrever que (se fosse possível realizar na prática) após n

    dobraduras, a espessura do papel seria E n = 2 n . 2 3 . 10 -2 mm = 2 n+3 . 10 2 mm.

    Sabendo que a distância da Terra à Lua é aproximadamente 384 mil km, ou seja,

    384 . 10 9 mm, temos a seguinte inequação para resolver:

    2 n . 2 3 . 10 2 > 384 . 10 9 . Temos, então: 2 n >

    384

    • 8 .10 11 , ou seja, 2 n > 48 . 10 11 .

    Calculando os logaritmos de ambos os membros na base 10, temos:

    log 2 n > log (48 . 10 11 )

    n . log 2 > (log 48) + 11

    n . log 2 > 11 + log (2 4 . 3) = 11 + 4 log 2 + log 3

    n . 0,30 > 11 + 1,20 + 0,48 = 12,68

    n >

    12,68

    0,30

    42,3

    .

    Logo, a partir da 43 a dobradura, a espessura do papel dobrado ultrapassaria a

    distância da Terra à Lua.

    • d) Analogamente, sendo a distância da Terra ao Sol aproximadamente igual a 150 .

    10 6 km, ou seja, 150 . 10 12 mm, teríamos a inequação: 2 n . 2 3 . 10 2 > 150 . 10 12 .

    Podemos escrevê-la na forma:

    2 n+3 > 15 . 10 15 .

    Calculando os logaritmos dos dois membros na base 10, obtemos:

    (n + 3) . log 2 > log (3 . 5) + 15,

    (n + 3)

    log 3 log 5 15

    log 2

    .

    Usando o fato de que log 5 = log

    10

    • 2 = log 10 – log 2 0,70, resulta:

    n + 3 >

    0, 48 0,70 15

    0,30

    ,

    n + 3 > 53,9 = n > 50,9.

    Logo, a partir da 51 a dobradura seria ultrapassada a distância da Terra ao Sol.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    • 3. Sendo N a população da Terra, sabendo-se que ela dobra a cada 30 anos, podemos

    GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 1 série – Volume 3 3. Sendo N a população

    escrever: (N em bilhões de habitantes, t em anos, N 0 = 6,7).

    Observe que, para t = 30, temos N(30) = 2 N 0 ; para t = 60, temos N(60) = 4N 0 .

    A questão a ser respondida é: para qual valor de t temos N(t) = 45. Temos, portanto:

    .
    .

    Isso significa que

    t 45 2 30   6,72 6,7
    t
    45
    2 30
     6,72
    6,7

    t

    e, portanto, 30 = log 2 6,72 2,75.

    Logo, t 30 . 2,75 82,5 anos, ou seja, a população da Terra atingirá o limite

    máximo suportável daqui a 82 anos e meio, aproximadamente, segundo as

    estimativas.

    Observação: certamente há controvérsias sobre o fato de que a população dobraria a

    cada 30 anos.

    • 4. O valor C 1 do capital ao final do primeiro ano será: C 1 = C 0 + 12% de C 0 , ou seja, C 1 = C 0 .(1 + 0,12) = 1,12 C 0 . O valor C 2 do capital ao final do segundo ano será: C 2 = C 1 . (1 + 0,12) = C 0 . (1,12) 2 . O valor C(t) do capital ao final de t anos será: C(t) = C 0 . (1,12) t . O capital dobrará de valor quando C(t) = 2C 0 , ou seja, quando C 0 . 1,12 t = 2 C 0 , o que significa que 1,12 t = 2. Calculando o logaritmo dos dois membros dessa igualdade, temos:

    t . log 1,12 = log 2, ou seja,

    t

    log

    2

     
     

    log 1,12

    .

    Calculando log 1,12, obtemos:

     
     
    • 112 log 112

    4

     

    log

    100

    log 100

    log ( 2 .7 )

    2

     

    4 . log

    2

    log 7

    2

    0,049

    .

    O valor de t, portanto, será: t

    0,301

    6,14 anos

    6 anos e

    2 meses

    0,049

     

    .

    Como os juros são incorporados ao capital apenas ao final de cada ano, somente após

    7 anos será possível dispor do capital dobrado.

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    Páginas 45 - 48

    1.

    O valor C 1 do capital ao final do primeiro mês é C 1 = C 0 + 1% de C 0 , ou seja,

    C 1 = C 0 (1 + 0,01) = 1,01C 0 .

    O valor C 2 do capital ao final do segundo mês será:

    C 2 = C 1 . (1 + 0,01) = C 0 . (1,01) 2 .

    O valor C(t) do capital ao final de t meses será: C(t) = C 0 . (1,01) t .

    O capital dobrará de valor quando C(t) = 2 C 0 , ou seja, quando

    C 0 . 1,01 t = 2C 0 , o que significa que 1,01 t = 2.

    Calculando o logaritmo dos dois membros dessa igualdade, temos:

    t . log 1,01 = log 2, ou seja,

    t

    log 2

    log 2

     

    0,301

    75, 25 meses

     

    =

     

    log 1,01

    log 101

    log 100

    0,004

    O que equivale a 6 anos, 3 meses e 1 semana.

    O capital dobrará após aproximadamente 6 anos, três meses e uma semana; como os

    juros são incorporados ao capital apenas ao final de cada mês, isso significa que o

    capital dobrado estará disponível apenas após 6 anos e 4 meses, antes, portanto, dos

    7 anos da atividade anterior.

    2.

    • a) Pela tabela observamos que a diferença de 5 grandezas corresponde a 100 vezes

    mais brilho, uma vez que uma magnitude é igual a 2,5 vezes.

    Assim, Betelgeuse é mais brilhante que Antares, pois a grandeza (magnitude) na

    escala Pogson é menor. Como a magnitude de Betelgeuse é 0,5 e de Antares é 1,00, a

    0 , 5

    diferença entre elas é de 0,5, portanto Betelgeuse é 2,5 1,58

    vezes mais

    brilhante. De outro modo podemos escrever que a razão entre as intensidades do

    brilho é a seguinte:

    brilho de Betelgeuse

    brilho de Antares

    =

    2,5 (0,50 6) 2,5 (1 6)

    =

    2,5 5,5 5

    = 2,5 1/2 =

    2,5
    2,5

    1,58,

    ou seja, Betelgeuse é 1,58 vezes mais brilhante do que Antares.

    • b) Analogamente, Antares é menos brilhante do que Sirius, pois sua grandeza na

    escala de Pogson é maior. Como a magnitude de Sírius -1,50 e de Antares é 1,00, a

    GABARITO

    Caderno do Aluno

    Matemática – 1 a série – Volume 3

    diferença entre elas é de 2,5, portanto Sírius é 2,5 2,5 9,9 vezes mais brilhante. A

    razão entre os brilhos é a seguinte:

    brilho de Antares

    brilho de Sirius

    =

    _2,5 (1 6) __

    =

    2,5 5 7,5 = 2,5 2,5 =

    2,5 (1,506)

    1 1 1   2 ,5 2,5 5 9,9 2,5
    1
    1
    1
    2 ,5
    2,5
    5
    9,9
    2,5

    ou seja, Sirius é, aproximadamente, 9,9 vezes mais brilhante do que Antares.

    • c) Temos, analogamente, que a Lua é

    menos

    brilhante do

    que

    o

    Sol, pois

    sua

    grandeza na escala de Pogson é maior. Como a magnitude do Sol é – 27 e da Lua é

    16

    –11, a diferença entre elas é de 16, portanto o Sol é 2,5 2328306 vezes mais

    brilhante que a Lua. A razão entre os brilhos também pode ser calculada da seguinte

    forma:

    brilho do Sol

    =

    brilho da Lua

    2,5 (27 6) 2,5 (11 6)

    =

    2,5 33 17 =

    2,5 16

    2 328 306

    ou seja, o Sol é 2 328 306 vezes mais brilhante do que a Lua, o que é o mesmo que

    dizer que a Lua tem, aproximadamente, 0,0000004 do brilho do Sol.

    3.

    • a) Se a quantidade desintegrada de carbono 14 foi de 50%, isso significa que sua

    massa se reduziu à metade da massa inicial. Portanto, o tempo decorrido desde que

    deixou de viver é justamente sua meia-vida, ou seja, 5 730 anos.

    • b) Se a massa restante de carbono 14 é apenas 10% da massa inicial, indicada por

    m 0 , temos o seguinte raciocínio: sendo m(t) = 10% de m 0 , ou seja, m(t) = 0,1 m 0 ,

    t

    segue que:

    0,1

     

    0

    m

    0

    .

    1

    5 730

     

    t

    5 730

     

    m

    ,

    0,1

     

    2

    .

     

     

    2

     

    Logo,

    t

    5 730

    log

    0,1

    • 2 , ou seja, – t = 5 730 . log 2 0,1 = 5 730 . (

    log 0,1

    log 2

    ).

    Concluímos, portanto, que: t

     

    5 730 .

     

    1

    5 730

    19 036 anos .

       

    0,301

    0,301