CARRINHO DE EMERGÊNCIA

1. INTRODUÇÃO

Um Carro de Parada é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a nomenclatura mais apropriada é Carrinho de Emergência. Com base nessa necessidade, propõe-se a padronização dos carros de emergência, objetivando homogeneizar o conteúdo e quantidade de material dos carrinhos nas diferentes unidades, retirando o desnecessário e acrescentando o indispensável, de forma a agilizar o atendimento de emergência e reduzir o desperdício. Os tópicos a serem consideradas nessa homogeneização são: 1 - idade da vítima: adulto e/ou infantil; 2 - local do evento: Unidade de Internação, Pronto Socorro, Unidade de Terapia Intensiva, Unidade Coronariana, Centro Cirúrgico, Unidade Ambulatorial, Hemodinâmica, entre outros. A quantidade de drogas e equipamentos deve ser estipulada conforme necessidade da área e rotina institucional. Médicos e enfermeiros devem estar preparados para atender, de forma sistematizada e padronizada, uma situação de emergência. Para que isso ocorra, o treinamento da equipe é fundamental, e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata. Existe um a controvérsia de quem é a responsabilidade da conferencia do carrinho de parada, pois o profissional responsável pelas medicações do hospital é o Farmacêutico, porem o Conselho Federal de Farmácia não trata como privativo do profissional farmacêutico a conferência e reposição do Carrinho de Emergência. Contudo na maioria das Instituições Hospitalares cabe ao Enfermeiro de preferência um diarista a responsabilidade da conferência e reposição do Carrinho de Emergência, esta responsabilidade deve ser protocolada de modo que toda equipe tenha acesso a sua conferencia.

2. AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO Material de Proteção Os equipamentos de proteção individual são: luvas, máscaras, gorros, óculos de proteção, capotes (aventais), porem no carrinho de parada deve conter luva mascara e óculos. 1 - Luva Deve se usada sempre que houver possibilidade de contato com o sangue, secreções e excreções, como mucosas ou com áreas de pele não íntegra (ferimentos, escaras, feridas cirúrgicas e outros). As luvas estéreis estão indicadas para procedimentos invasivos e assépticos. 2 - Máscaras, gorros e óculos de proteção Devem ser usados durante a realização de procedimentos em que haja a possibilidade de respingo de sangue e outros fluidos corpóreos, nas mucosas da boca, nariz e olhos do profissional; Monitor/Desfibrilador O desfibrilador da unidade hospital de preferência deve apresentar Monitorização nas Pás, mínimo 3 derivações. Este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são colocados sobre o peito. Ele descarrega eletricidade no coração quando é indicada uma freqüência fatal. O objetivo é dar choques no coração para que ele volte ao normal. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular (batimentos cardíacos rápidos, descoordenados e não sincronizados) e taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o coração de bombear adequadamente). Também pode ser usado em freqüências menos perigosas para fazer o coração voltar ao ritmo normal. Tábua de parada (prancha de cama) No leito hospitalar, antes de iniciar a Recuperação Cardiopulmonar Compressiva deve ser colocado um suporte firme sob as costas do paciente. Uma tábua que se estenda dos ombros até a cintura e por toda a largura da cama, fornece um ótimo suporte. A largura da tábua é especialmente importante para evitar perda de força de compressão, por conta do afundamento do colchão, quando o tórax é comprimido. 3. CONTROLE DE VIAS AÉREAS 1 - Cânula Orofaríngea de Guedel Equipamento introduzido na boca, por trás da língua, abaixa-se a língua com um abaixador e então, coloca-se a cânula oral posterior à língua, não deve empurrar a língua para trás, pois deste modo obstruí as vias aéreas ao invés de desimpedi-las. No paciente consciente esta técnica induz a engasgo, vômitos e aspiração. Outro modo é introduzir a cânula de cabeça para baixo, até encontrar o palato mole, quando a cânula é submetida a uma rotação de 180 graus, a concavidade é dirigida em sentido caudal, e a cânula é deslizada para dentro, por sobre a língua. Este método é contra indicado em crianças, pois a rotação pode quebrar algum dente. 2 - Cânula Nasofaríngea Um tipo de material introduzido em uma das narinas e posicionado na orofaringe posterior. Deve ser bem lubrificada e, então, introduzida naquela narina que aparentemente não esteja obstruída, encontrando obstáculo durante a introdução o procedimento deve ser interrompido. É a cânula de escolha para os pacientes conscientes por não causar engasgo, e ainda poderá servir de guia para uma sonda nasotraqueal principalmente nos politraumatizados com fratura de face. 3 - Equipamento de Intubação Endotraqueal A intubação endotraqueal é o procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa pára de respirar ou não está respirando adequadamente. O tubo permite que o equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente. A embalagem

inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio, uma luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o tubo possa ser colocado na traquéia; – Laringoscópio: É um instrumento utilizado para o exame do laringe. Existem diversos tamanhos e formatos que servem a propósitos diferentes. Na intubação endotraqueal o laringoscópio é utilizado para obter-se uma exposição adequada das cordas vocais facilitando a introdução de um tubo orotraqueal que é utilizado para ventilar o paciente. – Tubo Endotraqueal (6,0 a 9,0): Procedimento de suporte avançado de vida onde o médico, com a ajuda de um laringoscópio, visualiza o laringe e através dele introduz um tubo na traquéia (tubo endotraqueal). Tal tubo será utilizado para auxiliar a ventilar o paciente, pois possibilita que seja instituída a ventilação mecânica, ou seja a ventilação dos pulmões (respiração) através do uso de aparelhos. – Guia para intubação traqueal: Os estiletes guias semi-rígidos foram desenvolvidos com a finalidade de auxiliar a intubação sob laringoscopia direta, ao direcionarem o Tubo para a traquéia. – Fixador: Para uma rápida e segura estabilização de cânulas proporcionando um posicionamento seguro do tubo endotraqueal após intubação oral. – Cânula Endotraqueal (6,0 a 9,0): Este procedimento é feito no centro cirúrgico ou na própria Unidade de Terapia Intensiva, através de uma pequena incisão sob anestesia geral no meio do pescoço. Após a abertura da traquéia, uma cânula de traqueostomia é introduzida e conectada ao aparelho de ventilação. Na ponta da cânula tem um balão que é insuflado para que o ar injetado pelo aparelho siga obrigatoriamente seu trajeto até os pulmões, evitando vazamento ao redor da cânula. – Sonda de Aspiração Traqueal: É indicada a pacientes impossibilitados de eliminar as secreções ou pacientes intubados ou ainda traqueostomizados. Consiste em retirar a secreção traqueobrônquica e orofaríngea através de uma sonda ligada a um aparelho de sucção manual ou de máquina elétrica. A aspiração traqueal pode ser efetuada por via oral ou nasal, sendo a oral a mais freqüentemente executada, porque o acesso é mais fácil e permite o uso de sondas com calibres maiores. – Sonda Nasogástrica: A passagem de sonda gastrointestinal é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha, flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca ou nariz para: descomprimir o estômago e remover gás e líquidos; diagnosticar a motilidade intestinal; administrar medicamentos e alimentos; tratar uma obstrução ou um local com sangramento; obter conteúdo gástrico para análise. 4. ACESSO VASCULAR E CONTROLE CIRCULÁTORIO – Cateter Intravascular Periférico (Jelco 12 á 24): Cateter periférico de uso único, descartável confeccionado em Polímero radiopaco, indicado em terapia intravenosa periférica de permanência até 72 horas na veia. É um procedimento que exige do profissional competência, bem como habilidade psicomotora, representa um procedimento invasivo, considerando que o cateter provoca o rompimento da proteção natural e conseqüentemente acarreta a comunicação do sistema venoso com o meio externo, sendo risco iminente de infecção. – Cateteres das veias centrais (Intracath): Os cateteres são tubos pequenos colocados nas grandes veias centrais próximas ao coração, para que líquidos e medicamentos possam chegar rapidamente aos órgãos importantes. – Equipo de Soro: Espécie de mangueira aderida ao paciente e ao soro. Existem vários tipos de Equipo, entre eles os principais que podem conter no carrinho são: • Equipo comum: conecta o soro ao paciente, através do jelco ou butterfly;

realizar uma punção aspirativa em um paciente.20 sendo esta ultima mais utilizada para aspiração do farmaco. 100 mL de soro fisiológico contem 0.7 e 40x1. intraarticular. 1 .7. Junto com as manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). – Seringa: Equipamento com uma agulha usado por profissionais da área da saúde (ou eventualmente por usuários de drogas) para: inserir substâncias líquidas por via intravenosa.9%. contudo a saída lateral possibilita a administração de medicamentos por outra via. intramuscular. subcutânea.8 ou0. com maior precisão. MEDICAMENTOS Drogas cardíacas: Durante uma parada cardíaca. para a regularização do ritmo cardíaco e são utilizados para a manutenção de um funcionamento satisfatório do sistema cardiorrespiratório.0. esse equipamento administra micro-gotas de medicamento em tempo adequado. As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são: • Fibrilação ventricular . . algumas drogas potentes são necessárias para fazer com que o coração recomece a bater ou volte para um ritmo mais estável. As mais utizadas são: 25x0. 5. minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos enquanto maximiza o fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e queima a gordura contida nas células adiposas. retirar sangue. Usado como diluente de alguns fármacos. é responsável pelo aumento da freqüência dos batimentos cardíacos e o volume de sangue por batimentos cardíacos. quando em frasco de 250 ml. – Soro Glicosado: Solução isotônica em relação ao sangue.SULFATO DE EPINEFRINA (Adrenalina) A adrenalina é uma Hormona secretada pelas glândulas supra-renais. ou ainda. É mais utilizado no antibióticoterapia e na dosagem do Bicarbonato de Sódio. Aumenta o nível de açúcar no sangue. 10 e 20: seringas maiores ( o tamanho aumenta de acordo com o número). com pH = 6. A glicose é uma fonte de energia que é facilmente absorvido pelas células. Alterações eletrocardigráficas podem e devem ser observadas pela equipe de enfermagem. também.as contrações do ventrículo (cavidade principal do coração) são incapazes de promover o bombeamento do sangue. intracardíaca. devido a condições do meio ambiente que ameaçam a integridade física do corpo.546 gramas de Cl-. para passagem de fluido. intradérmica. cada 100 mL de soro glicosado contém 5 gramas de glicose. – Água Destilada: Água que foi obtida através da destilação (condensação do vapor de água obtido pela ebulição ou pela evaporação) de água não pura que contém outras substâncias dissolvidas.• • • Equipo com saída lateral: tem a mesma finalidade do anterior. cada 100mL da solução aquosa contém 0. em massa. que contém 5%. Contribuem. Equipo tipo micro-gotas: provido de um recipiente de cerca de 100 a 150 ml. Equipo tipo bomba de infusão: permite a infusão medicamentosa. em massa. de NaCl em água destilada. além do soro. • Bradicardia . os medicamentos favorecem o restabelecimento da circulação espontânea.354 gramas de Na+ e 0. A espessura (calibre) é consoante a viscosidade do fluido e o calibre da veia/artéria que se quer alcançar. As mais utilizadas em um PCR são: 5. 30x0. ou seja. ou seja. – Agulha: Haste metálica ou plástica com um orifício que vai de uma extremidade a outra. – Soro Fisiológico: Solução isotônica em relação aos líquidos corporais que contem 0. Quando lançada na corrente sanguínea. que são subcutanea e intramuscular. Existem outras duas formas de uso alem da intravenosa.9 gramas do sal.ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar que não bombeie sangue suficiente. de glicose ( C6 H12 O6 ) em água destilada.

1 mg/ min nas primeiras 6 h.04 mg/kg. • Apresentação: ampolas. Em caso de hipotensão a pressão dever ser controlada até sua estabilização. Por sua capacidade de provocar vasodilatação periférica e coronariana. considerar 150 mg após 15 min se não houver reversão. No estômago e intestino pode ser usado como agente antiespasmódico para os distúrbios gastrintestinais e tratamento da úlcera péptica. No nó sinusal reduz a FC. da taquicardia supraventricular paroxística (TSVP) e das TV não-sustentadas.0. diminui a condução para o nó AV e diminui a resposta ventricular.0.2.2 g. na atividade elétrica sem pulso e.Utilizada em todos os casos de Parada Cardiorrespiratória. esse fármaco foi inicialmente desenvolvido para o tratamento da angina pectoris. Fora da PCR . Taquicardia. Seu efeito vasoconstritor periférico intenso aumenta a pressão na aorta. • Cuidado de Enfermagem: Monitorizar a função respiratória e cardíaca. Cuidado em pacientes isquêmicos e em pacientes com alto grau de bloqueio AV. • Por que: Diminui a condução através do sistema His-Purkinje e de feixes anômalos. Além das indicações para as quais foi aprovada. o que aumenta a condução através do nódulo atrioventricular e consequentemente o batimento cardíaco. porém este efeito é notável apenas depois da utilização de doses altas. na taquicardia ventricular sem pulso. Dose máxima . na bradicardia. esta preferivelmente através do Eletrocardiograma.5 mg/min nas 18 h consecutivas. pode-se repetir a cada 15 min até conversão do ritmo. ampolas de 0. Em doses mínimas. Nos lactentes e nas crianças. • Quando: FV/TV sem pulso. melhorando o fluxo coronariano e cerebral. balanço hídrico devido à possibilidade de retenção urinaria. Dose máxima diária. pois o fármaco pode precipitar fibrilação ventricular. Monitorizar: função cardíaca e neurológica.SULFATO DE ATROPINA Atua bloqueando o efeito do nódulo sinoatrial. Inicio do efeito é de 2 a 5 minutos após infusão.5 a 1 mg a cada 3 a 5 min.5 e 1mg.150 mg diluídos em 100 ml. na dependência do serviço). 150 mg/ 3 ml. Atividade Elétrica Sem Pulso com ritmos bradicárdicos (FC < 60bpm). Atropina reduz sua função secretória. • Apresentação: ampola 1 mg/1 ml. seguido de 0. não deve ser utilizada em caso de turvação. A droga deve ser administrada de preferência em acesso de grosso calibre 3 . • Cuidado de Enfermagem: Observar alterações cardíacas. • Como: Deve ser usada em 1 mg ev em bolus. . infundidos em 15 min. doses moderadas dos pode causar febre atropínica. A transpiração pode ser inibida a ponto de aumentar a temperatura corpórea. ou sob temperaturas ambientes elevadas. • Por que: Aumenta a FC por acelerar a descarga do NSA e o bloqueio vagal. acima das preconizadas ou em esquemas crescentes estão associadas a maior recuperação de circulação espontânea. • Como: PCR . na assistolia. • Por que: Aumenta a pressão de perfusão. • Quando: A dose recomendada é de na fibrilação ventricular. de 20 ml de SF.AMIODARONA Derivado benzofuran iodinizado. –Manutenção. 2 . aferir os sinais vitais. mas não à alta hospitalar. A droga deve ser protegida da luz e de altas temperaturas. Taquicardia Ventricular e extrasístoles.1mg a cada 3 a 5 min.03 a 0. a amiodarona também apresenta eficácia comprovada no tratamento da fibrilação atrial. –Fora da PCR . Não atua em corações transplantados.25mg/1ml (0. Inibe receptores alfa e beta adrenérgico e possui propriedades vagolíticas e de bloqueadores de canais de cálcio Aumenta a duração do potencial de ação em todo o tecido cardíaco. O inicio do efeito por via Intravenosa é imediato.300 mg ev em bolus seguidos. • Apresentação: variável. • Atenção: Não utilizar doses menores do que o recomendado (efeito paradoxal). a cada 3 a 5 min enquanto durar a PCR. • Atenção: Doses elevadas. Quando: Assistolia. às vezes. • Como: dose de ataque PCR . a atropina inibe a atividade das glândulas sudoríparas e a pele torna-se seca e quente.

Podendo ser utilizada por via endotraqueal em casos de emergência. idade maior de 70 anos. mas a de manutenção deve ser diminuída à metade.LIDOCAÍNA Lidocaína ou xilocaína é um fármaco do grupo dos Antiarritmicos da classe I (subgrupo 1B).5mg/kg ev em bolus.BICARBONATO DE SÓDIO Indicado quando a FV/TV sem pulso é decorrente de hipercalemia ou de intoxicação por cocaína ou por antidepressivos tricíclicos.1 a 1. Manutenção. perfusão periférica diminuída e uso de cimetidina ou betabloqueadores. se não houver reversão. necrose e ulceração. • . Na falta da amiodarona. pois inativa tais substâncias. • Como: Ataque. • Apresentação: 100 mg/5ml.Atenção: Hipotensão arterial é o principal efeito colateral. existentes nos miócitos especializados do sistema de condução (coração) ou nervos periféricos. a relação ácido carbônico. O nível de potássio dever ser monitorado antes da administração devido o risco de alcalose metabólica. hipernatremia e hiperosmolaridade. repetir 0. Somente em situações de ressuscitação prolongada. Dose máxima . disfunção hepática. Bradicardia (pode necessitar de marca-passo). O medico deve ser comunicado quantos essas reações. excretando-se menos de 1% pela urina. Precipita em meio básico. administrar em via separada de aminas vasoativas ou adrenalina. No fluido extracelular. • Cuidado de Enfermagem: Cuidados na administração.5 mg/kg ev em bolus.1 a 1. repetir 1 a 1. Nesses pacientes. pode ocorrer celulite. O ânion bicarbonato é considerado lábil. • Quando: Assistolia ou AESP. A concentração plasmática é regulada pelos rins. ativados ou inativados. é um bloqueador rápido dos canais de sódio. o Controle da função cardíaca deve ser feito através do eletrocardiograma. quando o acesso venoso ainda não foi estabelecido. pode-se utilizar a lidocaína em seu lugar.5mg/Kg (5mL = 100mg). Diminui o metabolismo da digoxina e da warfarina (anticoagulante oral warfarina (Marevan)). No adulto sadio com função renal normal. Seu nível plasmático normal varia de 24 a 31 mEq/L. atentar quanto às reações adversas em especial bradicardia e hipotensão. Pode ser repetida até a dose cumulativa de 3mg/Kg. choque. A gasometria deve ser avaliada. FV/TV sem pulso . quando suspensa seu efeito é reversível. • Cuidado de Enfermagem: Monitorizar as funções vitais.3 mg/kg. • Por que: Inibe o influxo de sódio através dos canais rápidos das células miocárdicas. quase todo o íon bicarbonato é filtrado pelo glomérulo é reabsorvido.5 mg/kg a cada 3 a 5 min. com menor influência no tecido normal. 20. pois a infusão rápida pode causar acidose respiratória. Pode ser utilizada por cânula endotraqueal (dobro da dose IV). O Bicarbonato de Sódio é constituinte normal dos fluidos orgânicos. • Apresentação: soluções de bicarbonato de sódio 8. A dose é de 1-1. • Atenção: Complicações – acidose do líquido cerebroespinal. 1 mEq/ kg ev inicialmente metade dessa dose a cada 10 min posteriormente. • Atenção: Metabolismo diminuído em pacientes com ICC.75 mg/kg a cada 3 a 5 min. se não houver reversão. 4 . e dos anestésicos locais que é usado no tratamento da arritmia cardíaca e da dor local (como em operações cirúrgicas). a água e dióxido de carbono. usar gluconato de cálcio. bicarbonato é 1. É pouco tóxica. Se ocorrer tetania.4% . 1 a 4 mg/minuto. o gotejamento deve ser controlado e o acesso avaliado. 5 . pois em caso de extravasamento.1mEq/ml. pois em pH adequado pode ser convertido a ácido carbônico e este. • Quando: A amiodarona substituiu totalmente a lidocaína no tratamento da FV e TV sem pulso.5 a 0.Diminui a condução em tecidos isquêmicos. a dose de ataque é a mesma. Essas reações ocorrem geralmente em administração de alta dose. • Como: TV estável .

Contra. depressão miocárdica. formada por uma condução atrioventricular adicional que impede condução normal do estímulo do átrio que vai até o nódulo atrioventricular. TV polimórfica. dose máxima de 17 mg/kg ter sido administrada. confusão mental. Função intestinal pode causar diarréia. Bloqueia os canais de sódio activos nos miócitos condutores. depressão respiratória. • Por que: Essencial para várias enzimas intracardíacas. (Taquicardia ventricular caracterizada por mudanças periódicas dos pontos dos complexos QRS e freqüências entre 200 e 250 batimentos por minuto.PROCAINAMIDA A procainamida é um derivado da procaína. utilizada há mais que 30 anos no tratamento das arritmias cardíacas. bloqueios atrioventriculares. Não deve ser administrar junto com bloqueador neuromuscular. hipertermia. induzida por drogas. ou seja. hipotensão. causando o que chamamos de taquicardia supraventricular). hipocalcemia e hipermagnesemia. diminuição dos reflexos musculares e flacidez muscular. Tem efeitos anti-muscarinicos (receptor muscarinico do sistema parassimpático) no coração. (arritmia cardíaca que faz com que os impulsos elétricos sejam conduzidos ao longo da via acessória das aurículas até os ventrículos. Diminui a automaticidade. Contra . com insuficiência renal crônica. rubor facial. idades superior a 70 anos ou insuficiência hepática.SULFATO DE MAGNÉSIO Tem ação anticonvulsivante – reduz as contrações do músculo estriado por um efeito depressor do sistema nervoso central e por uma redução da liberação de acetilcolina na junção neuromuscular. . além de prolongar os intervalos P-R e QRS.0. bradicardia e graus avançados de BAV. Manutenção . atentar aos sinais de hipermagnesemia como: sudorese. Suprime a automaticidade miocárdica em células parcialmente despolarizadas. bloqueia mais os canais recentemente activos (impedindo batimentos imediatamente seguidos). a interação medicamentosa potencializa o bloqueiador. é também uma forma de taquicardia. pré-existentes. Pode ser autolimitada ou progredir para fibrilação ventricular). insuficiência cardíaca. alargamento do QRS >50% basal. rubor. • Por que: Reduz condução atrial. • Apresentação: ampolas de sulfato de magnésio 6% (0. • Atenção: Cuidado em pacientes em uso de digital. pois pode causas problemas respiratório. Bloqueia em grau menor os canais de potássio. sem haver. reflexos. • Como: Ataque -1 a 2 gr em 50 a 100 ml de SG5% em 5 a 60 min (fora da PCR) ou 1 a 2 g em 10 ml de SG5% em bolus (na PCR). caso esteja diminuído não administrar a droga. Tais efeitos são antagonizados pelo cálcio.20 mg/ min até: resolução do distúrbio de ritmo. • Quando: TV polimórfica.5 a 1 g/hora. –Manutenção . A nível cardíaco o magnésio reduz o número de impulsos emitidos pelo nó S-A. 6 . Diminui também a sensibilidade e a excitabilidade da placa motora à acetilcolina. • Como: Ataque . Sinais de overdose . mesmo na ausência de deficiência de magnésio. • Apresentação: ampolas 500 mg/5ml. • Atenção: Reduzir a dose de manutenção em insuficiência hepática e renal. hipotensão. • Cuidado de Enfermagem: Monitorizar: função respiratória. A procainamida é utilizada freqüentemente na tentativa de reversão da fibrilação atrial aguda para ritmo sinusal. alteração do nível de consciência. entretanto.indicações – depressão respiratória. PCR quando distúrbio do ritmo apresentado for sugestivo de Torsades de Pointes.1 a 4 mg/min.6 g/10 ml). com perfil farmacológico próximo ao da quinidina. ventricular e no sistema de His-Purkinge. devendo ser reduzida na presença de choque. induzida por deficiência de magnésio.indicada em pacientes com graus avançados de BAV e Síndrome de Wolf-Parkinson-White. Deficiência implica em várias anormalidades de condução e automaticidade. • Cuidado de Enfermagem: A lidocaína em altas doses pode provocar parada respiratória. 7 .hipotensão.–Toxicidade SNC – graus variados de confusão mental. que atuam na condução. documentação satisfatória de sua eficácia. • Quando: FV/TV sem pulso.

incluindo a associação com Wolf-Parkinson-White. em ambos os casos. A procainamida tem o inicio do efeito apartir de 1 a 3 horas e sua eliminação e de 6 a 8 horas. Dose máxima 12 mg (meia vida de 10 segundos). portanto. é um hormônio peptídeo que é sintetizado nos núcleos supraórticos e para ventriculares do hipotálamo e transportado para a hipófise posterior. • Por que: Aumenta a pressão de perfusão. pode ser utilizada em uma única dose. Não usar se a solução não estiver clara. suas atividade e metabolismo não são afetados pelas funções renal ou hepática. é metabolizada à inosina e adenosina monofosfato (AMP). possível interrupção da atividade reentrante através do nódulo AV e restauração do ritmo sinusal nas indicações abaixo. Forma Solução injetável ampola/frasco. ou hormônio antidiurético. excetuando. Auxiliar em testes cardíacos onde a adenosina substitui o stress. os pacientes com marca-passo artificial funcionante. • Quando: Conversão da taquicardia supraventricular paroxística. onde é armazenado. A vasopressina seguida pela epinefrina pode ser mais efetiva do que a epinefrina isolada no tratamento de parada cardíaca refratária. • Cuidado de Enfermagem: Assim como no uso do sulfato de quinidina. Na Unidade Hospitalar preferivelmente na Unidade de Terapia Intensiva. • Cuidado de Enfermagem: Na administração IV. • Apresentação: ampola/frasco – Concentração/Dosagem 20 U/ML. Cristais podem aparecer se a solução estiver fria. pode ocorrer ineficácia da adenosina. assim o uso concomitante pode agravar o bloqueio atrioventricular. Tem ação direta. A cafeína e teofilina antagonizam os efeitos da adenosina. Conferir caixa de entubação e carro de parada-cardíaca 9 . • Apresentação: 3 mg/ml. ampola/seringa preenchida. • . é utilizada por via endovenosa para reversão de taquiarritmias com QRS estreito ou como agente farmacológico para causar estresse em determinados exames complementares. lidocaína (depressão SNC) e colinérgicos (precipita crises miastênicas em pacientes com Miastenia Gravis). • Quando: Fibrilação Ventricular /Taquicardia Ventricular sem pulso. É liberada na circulação por estímulo da osmolalidade aumentada do protoplasma ou como uma resposta baroreflexa a diminuições do volume ou pressões sanguíneos. via SC/EV/IM. 8 – VASOPRESSINA A vasopressina. em caso de diluição deve ser realizada com SF 0. com efeitos farmacológicos como: vasodilatação coronariana e atividade adrenérgica. A aplicação pode ser repetida com intervalo de 1 à 2 minutos. o inicio da resposta deve ser monitorizado e os pacientes com disfunção renal ou hepática reduzir a dose.9% para que a droga alcance rapidamente a circulação sistêmica. Há potencialização dos efeitos na presença do dipiridamol (adequar doses de ambos). QT prolongado. 2 ampolas de 2 ml. Mesmos cuidados requeridos para adrenalina. a infusa deve ser rápida. Prazo de validade mínimo de 12 meses. Os efeitos da vasopressina foram semelhantes aos da epinefrina no tratamento da fibrilação ventricular e atividade elétrica sem pulso.ADENOSINA Nucleosídeo endógeno. Carbamazepina pode aumentar o bloqueio na condução.Contra-indicações – lúpus eritematoso sistêmico. redução do tempo de condução através do nódulo atrioventricular. • Como: 1 ampola em "bolus" IV. Meia-vida é estimada como inferior a 10 segundos. porém a vasopressina foi superior à epinefrina nos pacientes com assistolia. • Como: 40 UI ev em bolus uma única vez. verificar se o paciente com flutter atrial ou fibrilação foi digitalizado antes de iniciar a droga. pacientes com reação de sensibilidade à procaína ou outros anestésicos à base de ésteres. Interação medicamentosa amiodarona (metabolismo hepático). Hipersensibilidade a adenosina. aumentar a dose de adenosina. presente em todas as células do organismo. atenção: quando usados concomitantemente. • Atenção: No bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro grau e na doença nódulo sinusal. caso isso ocorra à ampola dever ser aquecida em temperatura ambiente. • Atenção: Devido a sua duração prolongada.

há atividade elétrica no coração. 32(2): 122. Lopes M. Portanto um carrinho bem revisto e atualizado é atendimento bem feito e organizado. 2005. Fonte: http://www.Rotinas Ilustradas da Unidade Clínica de Emergência do Instituto do Coração. ser o guardião das normas e rotinas institucionais.htm • Atividade elétrica sem pulso (AESP) . em: Guimarães HP. Guimarães HP. O enfermeiro passa a ser o administrador global da assistência. Emergências médicas.medicina.Koogan. Rev AMRIGS 1988. . mas com contrações inadequadas. Costa MPF . elemento de referência. portanto de sua extrema responsabilidade a conferência e controle de todo material.Suporte Básico de Vida.Parada Cardiorrespiratória. com domínio de técnicas. 2º ed. Lopes AC . Nestas condições é imprescindível que a enfermagem esteja atenta para as anotações. espera-se que os profissionais prestem um atendimento eficiente.Suporte Pós-Parada e Cuidados de Neuroproteção. pois é através dele que estaremos cumprindo nosso dever de prestar à clientela uma assistência de enfermagem livre dos riscos decorrentes de imperícia negligência e imprudência. Papel do pessoal de enfermagem no atendimento à parada cardíaca no pequeno hospital.Parada Cardiorrespiratória. de contrações cardíacas. 7(1): 23-31. Reanimação cardiorrespiratória. Leal PHR . e assim. Gomes AM. Borba SRC.99-104. Fonte: http://www.ufmg.br/edump/ped/paradacardio_r. Barbisan JN. em: Mansur AP. 5ª ed. mediador das situações de conflito. Guimarães HP. Lopes RD. Assim. nunca se esquecer de se respaldar de forma formal sua conferencia através de protocolos ou ate mesmo lacres com numeração de controle evitando que o carrinho de emergência torne – se um material facilitador.23-29.ufmg. 2005. Muller AMA.br/edump/ped/paradacardio_r. 2006. Rev Gaúcha Enferm 1986. 1989.medicina. pois fica difícil num momento de desespero para salvar uma vida em risco de morte conferir a validade e existência do medicamento.br/edump/ped/paradacardio_r. Lopes RD. São Paulo: Pedagógica e Universitária. Lopes RD. São Paulo: Editora Atheneu. negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe de saúde. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Feitosa-Filho GS . São Paulo. passa a ser detentor de quase totalidade das informações.7-37. em: Guimarães HP.contração rápida do ventrículo que produz fluxo sangüíneo insuficiente.ufmg. ser organizador do ambiente do cuidado. Fonte: http://www.Fonte: http://www. Tornando-se. que são atividades que devem fazer parte da assistência de enfermagem e são normalizadas pela instituição.medicina. Rio de Janeiro: Guanabara. Protegendo o cliente contra danos decorrentes de imperícia.medicina. ser o organizador da assistência.ufmg. 1998. São Paulo: Editora Atheneu.htm • Taquicardia ventricular sem Pulso . Ramires JAF . sistematizado e uniforme a todos os que dele necessitem. Editora Atheneu. Como já pode ser observado o carrinho de emergência é um de matérias de maior importância dentro da unidade hospitalar.br/edump/ped/paradacardio_r.ausência total de atividade elétrica e. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. portanto. Lopes AC .htm • Assistolia .Reanimação Cardiopulmonar e Suporte Cardíaco Avançado de Vida. Senna APR.htm CONSIDERAÇOES FINAIS O Enfermeiro é o profissional que permanece maior tempo na assistência ao paciente.

uma situação de emergência. e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata. Centro Cirúrgico. de forma sistematizada e padronizada. óculos de proteção. Médicos e enfermeiros devem estar preparados para atender. 2.1 modo que toda equipe tenha acesso E Material de a sua conferencia. o treinamento da equipe é fundamental.A Importância Do Controle No Carrinho De Parada Na Unidade Hospitalar http://www. esta responsabilidade deve ser protocolada de 2. Unidade de Terapia Intensiva. capotes (aventais). Hemodinâmica. Pronto Socorro.com/articles/7739/1/A-Importancia-Do-Controle-No-Carrinho-De-ParadaNa-Unidade-Hospitalar/pagina1. objetivando homogeneizar o conteúdo e quantidade de material dos carrinhos nas diferentes unidades. DIAGNÓSTICO Proteção AVALIAÇÃO Os equipamentos de proteção individual são: luvas. máscaras. gorros. propõe-se a padronização dos carros de emergência. a nomenclatura mais apropriada é Carrinho de Emergência. retirando o desnecessário e acrescentando o indispensável. . Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Com base nessa necessidade. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. de forma a agilizar o atendimento de emergência e reduzir o desperdício. pois o profissional responsável pelas medicações do hospital é o Farmacêutico. Contudo na maioria das Instituições Hospitalares cabe ao Enfermeiro de preferência um diarista a responsabilidade da conferência e reposição do Carrinho de Emergência. Para que isso ocorra. porem o Conselho Federal de Farmácia não trata como privativo do profissional farmacêutico a conferência e reposição do Carrinho de Emergência. A quantidade de drogas e equipamentos deve ser estipulada conforme necessidade da área e rotina institucional. entre outros. INTRODUÇÃO Um Carro de Parada é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca.webartigos. porem no carrinho de parada deve conter luva mascara e óculos.local do evento: Unidade de Internação. Unidade Ambulatorial. Existe um a controvérsia de quem é a responsabilidade da conferencia do carrinho de parada. Os tópicos a serem consideradas nessa homogeneização são: 1 idade da vítima: adulto e/ou infantil.html Por Hoverney Quaresma Soares Publicado 9/07/2008 Data do acesso: 13/05/2010 1. 2 . Unidade Coronariana.

nariz e olhos do profissional. cama) (prancha No leito hospitalar. As luvas estéreis estão indicadas para procedimentos invasivos e assépticos. quando fornece o um ótimo é suporte.1 - Luva Deve se usada sempre que houver possibilidade de contato com o sangue. Também pode ser usado em freqüências menos perigosas 2. vômitos e aspiração. 2.1. pois deste modo obstruí as vias aéreas ao invés de desimpedi-las. Este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são colocados sobre o peito. secreções e excreções. como mucosas ou com áreas de pele não íntegra (ferimentos. por sobre a língua. Uma tábua que se estenda dos ombros até a cintura do e por toda a do largura da cama. abaixa-se a língua com um abaixador e então. No paciente consciente esta técnica induz a engasgo. Outro modo é introduzir a cânula de cabeça para baixo. quando a cânula é submetida a uma rotação de 180 graus. e a cânula é deslizada para dentro. por trás da língua.2 Máscaras. pois a rotação pode quebrar algum dente. DE Orofaríngea tórax VIAS de comprimido. Ele descarrega eletricidade no coração quando é indicada uma freqüência fatal. a concavidade é dirigida em sentido caudal. O desfibrilador da unidade hospital de preferência deve apresentar Monitorização nas Pás. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular (batimentos cardíacos rápidos. 3. não deve empurrar a língua para trás. até encontrar o palato mole. AÉREAS Guedel Equipamento introduzido na boca. por conta 3. nas mucosas da boca.2 mínimo 3 Monitor/Desfibrilador derivações. coloca-se a cânula oral posterior à língua. escaras. gorros e óculos de proteção Devem ser usados durante a realização de procedimentos em que haja a possibilidade de respingo de sangue e outros fluidos corpóreos. A largura da tábua é especialmente importante para evitar perda de força de compressão. O objetivo é dar choques no coração para que ele volte ao normal.2. Este método é contra indicado em crianças.3 para fazer Tábua o de coração parada voltar ao ritmo de normal.1. antes de iniciar a Recuperação Cardiopulmonar Compressiva deve ser colocado um suporte firme sob as costas do paciente. 2. descoordenados e não sincronizados) e taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o coração de bombear adequadamente).1 afundamento CONTROLE Cânula colchão. . feridas cirúrgicas e outros).

0) Os estiletes guias semi-rígidos foram desenvolvidos com a finalidade de auxiliar a intubação sob Para uma rápida e segura estabilização de cânulas proporcionando um posicionamento seguro Este procedimento é feito no centro cirúrgico ou na própria Unidade de Terapia Intensiva. Deve ser bem lubrificada e. 3. 3. uma luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o tubo possa ser colocado na traquéia.3. ou seja a ventilação dos pulmões (respiração) através do uso de aparelhos. 3. evitando vazamento ao redor da cânula. visualiza o laringe e através dele introduz um tubo na traquéia (tubo endotraqueal).3.3. Na ponta da cânula tem um balão que é insuflado para que o ar injetado pelo aparelho siga obrigatoriamente seu trajeto até os pulmões. 9. 9. Guia ao para direcionarem após Endotraqueal (6.2 - Cânula Nasofaríngea Um tipo de material introduzido em uma das narinas e posicionado na orofaringe posterior. Após a abertura da traquéia.0 o a paciente. e ainda poderá servir de guia para uma sonda nasotraqueal principalmente nos politraumatizados com fratura de face.3. pois possibilita que seja instituída a ventilação mecânica. 3. Existem diversos tamanhos e formatos que servem a propósitos diferentes.4 do 3. Fixador oral.1 – Laringoscópio É um instrumento utilizado para o exame do laringe. introduzida naquela narina que aparentemente não esteja obstruída.3 laringoscopia 3.6 Sonda de Aspiração Traqueal É indicada a pacientes impossibilitados de eliminar as secreções ou pacientes intubados ou ainda .0) Procedimento de suporte avançado de vida onde o médico.2 é utilizado Tubo para Endotraqueal ventilar (6. então. com a ajuda de um laringoscópio.3. Na intubação endotraqueal o laringoscópio é utilizado para obterse uma exposição adequada das cordas vocais facilitando a introdução de um tubo orotraqueal que 3. É a cânula de escolha para os pacientes conscientes por não causar engasgo.3 Equipamento de Intubação Endotraqueal A intubação endotraqueal é o procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa pára de respirar ou não está respirando adequadamente.0 intubação a o intubação Tubo para a traqueal traquéia. Tal tubo será utilizado para auxiliar a ventilar o paciente.3.3. encontrando obstáculo durante a introdução o procedimento deve ser interrompido. A embalagem inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio. através de uma pequena incisão sob anestesia geral no meio do pescoço. O tubo permite que o equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente. uma cânula de traqueostomia é introduzida e conectada ao aparelho de ventilação.5 tubo endotraqueal Cânula direta.

Nasogástrica A passagem de sonda gastrointestinal é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha. 4. sendo a oral a mais freqüentemente executada. porque o acesso 3. subcutânea. bem como habilidade psicomotora. indicado em É um procedimento que exige do profissional competência. intramuscular. 4. descartável confeccionado em Polímero radiopaco. Consiste em retirar a secreção traqueobrônquica e orofaríngea através de uma sonda ligada a um aparelho de sucção manual ou de máquina elétrica. contudo a saída lateral possibilita administração medicamentos outra via. por no através do de carrinho jelco além ou do Soro são: butterfly. intradérmica. Espécie de mangueira aderida ao paciente e ao soro. retirar sangue.Equipo com saída lateral: tem a mesma finalidade do anterior. diagnosticar a motilidade intestinal. soro. 4. Cateter periférico de uso único. representa um procedimento invasivo. com maior precisão.Equipo tipo micro-gotas: provido de um recipiente de cerca de 100 a 150 ml. 4.3.3 os a principais Equipo comum: que conecta de o Equipo podem soro ao conter paciente. obter conteúdo gástrico para análise. ou ainda. tratar uma obstrução ou um local com sangramento. (Intracath) Os cateteres são tubos pequenos colocados nas grandes veias centrais próximas ao coração. considerando que o cateter provoca o rompimento da proteção natural e conseqüentemente acarreta a comunicação do sistema venoso com o meio externo. realizar uma . .4 Seringa Equipamento com uma agulha usado por profissionais da área da saúde (ou eventualmente por usuários de drogas) para: inserir substâncias líquidas por via intravenosa. intraarticular. quando em frasco de 250 ml. A aspiração traqueal pode ser efetuada por via oral ou nasal. administrar medicamentos e alimentos.1 terapia ACESSO Cateter intravenosa VASCULAR Intravascular periférica de E Periférico permanência CONTROLE (Jelco até 72 12 horas CIRCULÁTORIO á na 24) veia.Equipo tipo bomba de infusão: permite a infusão medicamentosa. flexível.7 é mais fácil e permite o uso de Sonda sondas com calibres maiores. pela boca ou nariz para: descomprimir o estômago e remover gás e líquidos. Existem vários tipos de Equipo. . 4. É mais utilizado no antibióticoterapia e na dosagem do Bicarbonato de Sódio.2 sendo Cateteres risco das iminente veias de centrais infecção. podendo ser curta ou longa. entre eles . esse equipamento administra micro-gotas de medicamento em tempo adequado.traqueostomizados. para que líquidos e medicamentos possam chegar rapidamente aos órgãos importantes. intracardíaca.

0.2 coração As recomece graves de a bater mais ou comuns o volte Drogas para um uma ritmo parada mais cardíaca do de alguns farmacos MEDICAMENTOS cardíacas estável. Durante uma parada cardíaca. Destilada Água que foi obtida através da destilação (condensação do vapor de água obtido pela ebulição ou pela evaporação) de água não pura que contém outras substâncias dissolvidas.1 conforme SULFATO DE mostra EPINEFRINA anexo1. que são subcutanea e intramuscular.9%. 100 mL de soro fisiológico contem 0. Agulha Haste metálica ou plástica com um orifício que vai de uma extremidade a outra.546 gramas de Cl-.354 gramas de Na+ e 0. para passagem de fluido. Existem outras duas formas de uso alem da intravenosa. também. para a regularização do ritmo cardíaco e são utilizados para a manutenção de um funcionamento satisfatório do sistema cardiorrespiratório. ou seja.punção aspirativa em um paciente. As mais utizadas são: 25x0. em massa. A glicose 4.6 para aspiração Soro do farmaco. Contribuem. que contém 5%.ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar que não bombeie Junto com as manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). cada 100mL da solução aquosa contém 0. de glicose ( C6 H12 O6 ) em água destilada.as contrações do ventrículo (cavidade principal do coração) são incapazes sangue promover bombeamento • Bradicardia .5 ( o tamanho aumenta – de acordo com o número).7. os medicamentos favorecem o restabelecimento da circulação espontânea. em massa. As mais utilizadas em um PCR são: 5. ou seja. 10 e 20: seringas maiores 4. cada 100 mL de soro glicosado contém 5 gramas de glicose.20 sendo esta ultima mais utilizada 4. 5.2.7 Soro Glicosado Solução isotônica em relação ao sangue. de NaCl em água destilada. com pH = 6. Fisiológico Solução isotônica em relação aos líquidos corporais que contem 0. A espessura (calibre) é consoante a viscosidade do fluido e o calibre da veia/artéria que se quer alcançar. 30x0.7 e 40x1. suficiente. são: sangue.9 gramas do sal.8 ou0. 5. 4. Usado como diluente 5.8 é uma fonte de energia que é facilmente Agua absorvido pelas células. (Adrenalina) . algumas drogas potentes são necessárias para fazer com que o arritmias durante • Fibrilação ventricular . Alterações eletrocardigráficas podem e devem ser observadas pela equipe de enfermagem.

03 a 0. Como: Deve ser usada em 1 mg ev em bolus. porém este efeito é notável apenas depois da utilização de doses altas. Dose máxima 0.2 ser utilizada em SULFATO caso DE de turvação. A transpiração pode ser inibida a ponto de aumentar a temperatura corpórea.25mg/1ml (0. a atropina inibe a atividade das glândulas sudoríparas e a pele torna-se seca e quente. Atividade Elétrica Sem Pulso com ritmos bradicárdicos (FC < 60bpm). ATROPINA Atua bloqueando o efeito do nódulo sinoatrial. Utilizada em todos os casos de Parada Cardiorrespiratória. ou sob temperaturas ambientes elevadas. na por que: ampola atividade elétrica via Aumenta a sem 1 pulso e. mas não à alta hospitalar. Apresentação: variável. imediato. Quando lançada na corrente sanguínea. na taquicardia ventricular sem pulso. melhorando o fluxo coronariano e cerebral. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar a função respiratória e cardíaca. devido a condições do meio ambiente que ameaçam a integridade física do corpo. No estômago e intestino pode ser usado como agente antiespasmódico para os distúrbios gastrintestinais e tratamento da úlcera péptica. o que aumenta a condução através do nódulo atrioventricular e consequentemente o batimento cardíaco.0. Inicio do efeito é de 2 a 5 minutos após infusão. Como: PCR .2. Quando: A dose recomendada é de na fibrilação ventricular. Cuidado em pacientes isquêmicos e em pacientes com . A droga deve ser protegida da luz e de altas temperaturas. Por que: Aumenta a FC por acelerar a descarga do NSA e o bloqueio vagal. às mg/1 vezes. Em doses mínimas. ampolas de 0. a cada 3 a 5 min enquanto durar a PCR. acima das preconizadas ou em esquemas crescentes estão associadas a maior recuperação de circulação espontânea. não deve 5. Nos lactentes e nas crianças. perfusão. é de na ml. Atenção: Não utilizar doses menores do que o recomendado (efeito paradoxal). bradicardia. na dependência do serviço). Aumenta o nível de açúcar no sangue.1mg a cada 3 a 5 min. Taquicardia Ventricular e extrasístoles. Quando: Assistolia. Seu efeito vasoconstritor periférico intenso aumenta a pressão na aorta. Atropina reduz sua função secretória.5 e 1mg. Fora da PCR . é responsável pelo aumento da freqüência dos batimentos cardíacos e o volume de sangue por batimentos cardíacos.A adrenalina é uma Hormona secretada pelas glândulas supra-renais. Taquicardia. aferir os sinais vitais. esta preferivelmente através do Eletrocardiograma.04 mg/kg. minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos enquanto maximiza o fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e queima a gordura contida nas células adiposas. doses moderadas dos pode causar febre atropínica. O inicio do efeito Por Intravenosa pressão Atenção: Doses elevadas. Em caso de hipotensão a pressão dever ser controlada até sua estabilização. Apresentação: na assistolia.5 a 1 mg a cada 3 a 5 min.

Inibe receptores alfa e beta adrenérgico e possui propriedades vagolíticas e de bloqueadores de canais de cálcio Aumenta a duração do potencial de ação em todo o tecido cardíaco. A concentração plasmática é regulada pelos rins.alto grau de bloqueio AV.5 mg/min nas 18 h consecutivas. balanço hídrico devido à possibilidade de retenção urinaria. reversão. 5.2. de 20 ml de SF. quando suspensa seu efeito é reversível. Além das indicações para as quais foi aprovada. Cuidado de Enfermagem: Observar alterações cardíacas.1 mg/ min nas primeiras 6 h. considerar 150 mg Fora da PCR . Diminui o metabolismo da digoxina e da warfarina (anticoagulante oral warfarina (Marevan)).150 mg diluídos em 100 ml. seguido de 0. Como: dose de ataque PCR . g. Essas reações ocorrem geralmente em administração de alta dose. diminui a condução para o nó AV e diminui a resposta ventricular. pulso. Não atua em corações transplantados. a amiodarona também apresenta eficácia comprovada no tratamento da fibrilação atrial.2 150 TV mg/ sem houver não-sustentadas. a água e dióxido de carbono. esse fármaco foi inicialmente desenvolvido para o tratamento da angina pectoris.3 AMIODARONA Derivado benzofuran iodinizado. 3 ml. Atenção: Hipotensão arterial é o principal efeito colateral. Seu nível plasmático normal varia de 24 a 31 mEq/L. No . pode-se repetir a cada 15 min Manutenção. ritmo. FV/TV se não do 2. Dose Por que: Diminui a condução através do sistema His-Purkinje e de feixes anômalos. A droga deve ser administrada de preferência em acesso de grosso calibre 5. atentar quanto às reações adversas em especial bradicardia e hipotensão. Precipita em meio básico.4 O medico deve ser comunicado quantos DE essas reações SÓDIO BICARBONATO Indicado quando a FV/TV sem pulso é decorrente de hipercalemia ou de intoxicação por cocaína ou por antidepressivos tricíclicos. O ânion bicarbonato é considerado lábil.2. Monitorizar: função cardíaca e neurológica. Por sua capacidade de provocar vasodilatação periférica e coronariana. o Controle da função cardíaca deve ser feito através do eletrocardiograma. infundidos em 15 min.300 mg ev em bolus seguidos. pois em pH adequado pode ser convertido a ácido carbônico e este. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar as funções vitais. pois o fármaco pode precipitar fibrilação ventricular. Bradicardia (pode necessitar de marcapasso). O Bicarbonato de Sódio é constituinte normal dos fluidos orgânicos. No nó sinusal reduz a FC. da taquicardia supraventricular paroxística (TSVP) e Apresentação: Quando: após até máxima 15 min conversão diáriadas ampolas.

Apresentação: Quando: Assistolia excretando-se soluções ou de AESP. 20. repetir 0. normal. urina.1 a 1. Diminui a isquêmicos. activados ou inactivados. prolongada. choque. idade maior de 70 anos. é um fármaco do grupo dos Antiarritmicos da classe I (subgrupo 1B).5 mg/kg ev em bolus. Pode ser utilizada por cânula endotraqueal (dobro da dose ev). hipernatremia e hiperosmolaridade. Contra. Atenção: Complicações – acidose do líquido cerebroespinal. quando o acesso venoso ainda Apresentação: não 100 foi estabelecido. a dose de ataque é a mesma. A gasometria deve ser avaliada.5 mg/kg a cada 3 a 5 min. Dose condução máxima em tecidos 3 mg/kg. pode-se utilizar a lidocaína em seu lugar. é um bloqueador rápido dos canais de sódio. Quando: A amiodarona substituiu totalmente a lidocaína no tratamento da FV e TV sem pulso. LIDOCAÍNA Lidocaína ou xilocaína. Pode ser repetida até a dose cumulativa de 3mg/Kg. repetir 1 a 1. a relação ácido menos bicarbonato carbônico. mas a de manutenção deve ser diminuída à metade. e dos anestésicos locais que é usado no tratamento da arritmia cardiaca e da dor local (como em operações cirúrgicas).4% é pela - 1. 1 mEq/ kg ev inicialmente metade dessa dose a cada 10 min posteriormente. A dose é de 1-1. se não houver reversão. O nível de potássio dever ser monitorado antes da administração devido o risco de alcalose metabólica. mg/5ml. com menor 1 influência a no 4 mg/minuto. perfusão periférica diminuída e uso de cimetidina ou betabloqueadores. Somente em ressuscitação Como: Ataque.75 mg/kg a cada 3 a 5 min.5 a 0. Como: TV estável . se não houver reversão. disfunção hepática. pode ocorrer celulite. pois a infusão rápida pode causar acidose respiratória. o gotejamento deve ser controlado e o acesso avaliado. É pouco tóxica. existentes nos miócitos especializados do sistema de condução (coração) ou nervos periféricos. de de situações bicarbonato 1% sódio de 8. necrose e ulceração.5 Se ocorrer tetania. Manutenção. quase todo o íon bicarbonato é filtrado pelo glomérulo é reabsorvido. 1mEq/ml. pois inativa tais substâncias.fluido extracelular. tecido Atenção: Metabolismo diminuído em pacientes com ICC.5mg/kg ev em bolus. Por que: Inibe o influxo de sódio através dos canais rápidos das células miocárdicas.2. administrar em via separada de aminas vasoativas ou adrenalina.1 a 1. Podendo ser utilizada por via endotraqueal em casos de emergência. 5. Na falta da amiodarona. usar gluconato de cálcio. Cuidado de Enfermagem: Cuidados na administração. Toxicidade SNC – graus variados de confusão mental. FV/TV sem pulso . No adulto sadio com função renal normal. Nesses pacientes. pois em caso de extravasamento.5mg/Kg (5mL = 100mg).indicada em pacientes com graus avançados de BAV e Síndrome de Wolf-Parkinson-White. (arritmia cardíaca que faz .

Não deve ser administrar junto com bloqueador neuromuscular. ml).com que os impulsos elétricos sejam conduzidos ao longo da via acessória das aurículas até os ventrículos.hipotensão. rubor. g/hora. PCR). pois pode causas problemas respiratório.6 P-R e QRS. reflexos.2. hipertermia. idades superior a 70 anos ou DE insuficiência hepática. MAGNÉSIO SULFATO Tem ação anticonvulsivante – reduz as contrações do músculo estriado por um efeito depressor do sistema nervoso central e por uma redução da liberação de acetilcolina na junção neuromuscular.6 cardíaca. é tambem uma forma de taquicardia. Apresentação: ampolas sulfato magnésio g/10 Quando: TV polimórfica. hipotensão. TV polimórfica. causando o que chamamos de taquicardia supraventricular). Função intestinal pode causar diarréia. com insuficiência renal crônica. alteração do nível de consciência. Atenção: Cuidado em pacientes em uso de digital. induzida por drogas. rubor facial. mesmo na ausência de deficiência de magnésio. caso esteja diminuído não administrar a droga. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar: função respiratória.2. (Taquicardia ventricular caracterizada por mudanças periódicas dos pontos dos complexos QRS e freqüências entre 200 e 250 batimentos por minuto. de além de de prolongar os intervalos 6% (0.indicações – depressão respiratória. bradicardia e graus avançados de BAV. formada por uma condução atrioventricular adicional que impede condução normal do estímulo do átrio que vai até o nódulo atrioventricular. Pode ml Manutenção ser de autolimitada SG5% 0. Como: Ataque -1 a 2 gr em 50 a 100 ml de SG5% em 5 a 60 min (fora da PCR) ou 1 a 2 g em 10 Por que: Essencial para várias enzimas intracardíacas. depressão miocárdica. depressão respiratória. hipocalcemia e hipermagnesemia.5 ou progredir em para bolus a 1 fibrilação (na ventricular). a interação medicamentosa potencializa 5. Deficiência implica em várias anormalidades de condução e automaticidade. confusão mental. bloqueios atrioventriculares. devendo ser reduzida na presença de choque. PCR quando distúrbio do ritmo apresentado for sugestivo de Torsades de Pointes. A nível cardíaco o magnésio reduz o número de impulsos emitidos pelo nó S-A. Sinais de overdose . Suprime a automaticidade miocárdica em células parcialmente despolarizadas. Diminui também a sensibilidade e a excitabilidade da placa motora à acetilcolina. Tais efeitos são antagonizados pelo cálcio. insuficiência 5. pré-existentes. atentar aos sinais de hipermagnesemia como: sudorese. induzida por deficiência de magnésio. diminuição dos reflexos musculares e flacidez muscular. que atuam na condução. PROCAINAMIDA . Contra .7 o bloqueiador. Cuidado de Enfermagem: A lidocaína em altas doses pode provocar parada respiraroria.

é um hormônio peptídeo que é sintetizado nos núcleos supraórticos e para ventriculares do hipotálamo e transportado para a hipófise posterior.A procainamida é um derivado da procaína. onde é armazenado. . via SC/EV/IM. pacientes com reação de sensibilidade à procaína ou outros anestésicos à base de ésteres. porém a vasopressina foi superior à epinefrina nos pacientes com assistolia. Diminui a automaticidade. Prazo de validade mínimo de 12 meses. Atenção: Reduzir a dose de manutenção em insuficiência hepática e renal.1 a 4 mg/min. Os efeitos da vasopressina foram semelhantes aos da epinefrina no tratamento da fibrilação ventricular e atividade elétrica sem pulso. Por que: Reduz condução atrial. Interação medicamentosa amiodarona (metabolismo hepático). vez. dose máxima de 17 mg/kg ter sido administrada. Apresentação: ampola/frasco – Concentração/Dosagem 20 U/ML. Forma Solução injetável ampola/frasco. sem haver. Contra-indicações – lúpus eritematoso sistêmico. hipotensão. Cuidado de Enfermagem: Assim como no uso do sulfato de quinidina. mg/5ml. utilizada há mais que 30 anos no tratamento das arritmias cardíacas. entretanto. Manutenção . Como: Ataque . verificar se o paciente com flutter atrial ou fibrilação foi digitalizado antes de iniciar a droga. alargamento do QRS >50% basal. ampola/seringa preenchida. ou hormônio antidiurético. ventricular e no sistema de His-Purkinge. 5. com perfil farmacológico próximo ao da quinidina. Bloqueia em grau menor os canais de potássio. Tem efeitos anti-muscarinicos Apresentação: Quando: (receptor muscarinico ampolas FV/TV do sistema parassimpático) 500 sem no coração. ou seja bloqueia mais os canais recentemente activos (impedindo batimentos imediatamente seguidos). Bloqueia os canais de sódio activos nos miócitos condutores. QT prolongado. É liberado na circulação por estímulo da osmolalidade aumentada do protoplasma ou como uma resposta baroreflexa a diminuições do volume ou pressões sanguíneos. Quando: Como: Fibrilação 40 UI Ventricular ev /Taquicardia em bolus Ventricular uma sem única pulso. lidocaína (depressão SNC) e colinérgicos (precipita crises miastênicas em pacientes com Miastenia Gravis). A procainamida tem o inicio do efeito apartir de 1 a 3 horas e sua eliminação e de 6 a 8 horas. A vasopressina seguida pela epinefrina pode ser mais efetiva do que a epinefrina isolada no tratamento de parada cardíaca refratária. pulso. documentação satisfatória de sua eficácia. o inicio da resposta deve ser monitorizado e os pacientes com disfunção renal ou hepática reduzir a dose.20 mg/ min até: resolução do distúrbio de ritmo.2.8 VASOPRESSINA A vasopressina. A procainamida é utilizada freqüentemente na tentativa de reversão da fibrilação atrial aguda para ritmo sinusal.

presente em todas as células do organismo. assim o uso concomitante pode agravar o bloqueio atrioventricular. A aplicação pode ser repetida com intervalo de 1 à 2 minutos. temperatura ANEXO ambiente.medicina.contração rápida do ventrículo que produz fluxo sangüíneo . CARDIACAS Fonte: http://www. a infusa deve ser rápida. Carbamazepina pode aumentar o bloqueio na condução. pode ocorrer ineficácia da adenosina. se a solução ARRITIMAS não estiver clara. Na Unidade Hospitalar preferivelmente na Unidade de Terapia Intensiva . Meia-vida é estimada como inferior a 10 segundos.ufmg.br/edump/ped/paradacardio_r. portanto. Mesmos caixa de entubação - Nucleosídeo endógeno. incluindo a associação com WolfParkinson-White. em ambos os casos. 2 ml. A cafeína e teofilina antagonizam os efeitos da adenosina. Atenção: No bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro grau e na doença nódulo sinusal. os pacientes com marca-passo artificial funcionante. adrenalina. suas atividade e metabolismo não são afetados pelas funções renal ou hepática. redução do tempo de condução através do nódulo atrioventricular. Como: 1 ampola em "bolus" IV. Hipersensibilidade a adenosina. é utilizada por via endovenosa para reversão de taquiarritmias com QRS estreito ou como agente farmacológico para causar estresse em Apresentação: determinados 3 mg/ml.Por cuidados Conferir 5. Auxiliar em testes cardíacos onde a adenosina substitui o stress. Cristais podem aparecer se a solução estiver fria. em caso de diluição deve ser realizada com SF 0. pode ser utilizada em uma única dose. – Não usar 1. possível interrupção da atividade reentrante através do nódulo AV e restauração do ritmo sinusal nas indicações abaixo.2. 2 exames ampolas de complementares.htm • Taquicardia ventricular sem Pulso . excetuando. aumentar a dose de adenosina. é metabolizada à inosina e adenosina monofosfato (AMP). caso isso ocorra à ampola dever ser aquecida em 6. Quando: Conversão da taquicardia supraventricular paroxística. atenção: quando usados concomitantemente. Há potencialização dos efeitos na presença do dipiridamol (adequar doses de ambos). Tem ação direta. Cuidado de Enfermagem: Na administração IV.9% para que a droga alcance rapidamente a circulação sistêmica. Dose máxima 12 mg (meia vida de 10 segundos). com efeitos farmacológicos como: vasodilatação coronariana e atividade adrenérgica.9 que: Aumenta requeridos a pressão para e carro de de perfusão. parada-cardíaca ADENOSINA Atenção: Devido a sua duração prolongada.

elemento de referência. com domínio de .ufmg. Portanto um carrinho bem revisto e atualizado é atendimento bem feito e organizado.htm • Atividade elétrica sem pulso (AESP) . portanto. pois fica difícil num momento de desespero para salvar uma vida em risco de morte conferir a validade e existência do medicamento.insuficiente.htm • Assistolia . ser organizador do ambiente do cuidado. O enfermeiro passa a ser o administrador global da assistência.ausência total de atividade elétrica e. http://www. ser o organizador da assistência.br/edump/ped/paradacardio_r.medicina.há atividade elétrica no coração. de contrações cardíacas. negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe de saúde. e assim.medicina.medicina. Protegendo o cliente contra danos decorrentes de imperícia.br/edump/ped/paradacardio_r.ufmg. nunca esquecer de se respaldar de forma formal sua conferencia através de protocolos ou ate mesmo lacres com numeração de controle evitando que o carrinho de emergência torne – se um material facilitador. ser o guardião das normas e rotinas institucionais. Assim.htm FINAIS O Enfermeiro é o profissional que permanece maior tempo na assistência ao paciente. Fonte: inadequadas. pois é através dele que estaremos cumprindo nosso dever de prestar à clientela uma assistência de enfermagem livre dos riscos decorrentes de imperícia negligência e imprudência. Tornando-se. espera-se que os profissionais prestem um atendimento eficiente. passa a ser detentor de quase totalidade das informações.ufmg. Como já pode ser observado o carrinho de emergência é um de matérias de maior importância dentro da unidade hospitalar.br/edump/ped/paradacardio_r. mediador das situações de conflito. mas com contrações Fonte: CONSIDERAÇOES http://www. portanto de sua extrema responsabilidade a conferência e controle de todo material. Fonte: http://www.

sistematizado e uniforme a todos os que dele necessitem. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). 2006. Lopes RD. AMRIGS 7(1): 1988. Guimarães HP. Leal PHR . 2005. 32(2): 23-31. São Paulo: Editora Atheneu. Lopes RD. Emergências médicas.Rotinas Ilustradas da Unidade Clínica de Emergência do Instituto do Coração. São Paulo: Pedagógica e Universitária. JN. Senna APR. Rio de Janeiro: Guanabara. 2º ed.23-29. Ramires JAF .com/articles/7739/1/A-Importancia-Do-Controle-No-Carrinho-De-ParadaNa-Unidade-Hospitalar/pagina1. Lopes RD. objetivando homogeneizar o conteúdo e quantidade de material dos carrinhos nas diferentes unidades. INTRODUÇÃO Um Carro de Parada é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Costa MPF . REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Feitosa-Filho GS .Suporte Básico de Vida. 1989. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. Lopes AC São Parada Paulo: Cardiorrespiratória. Editora São Paulo.Reanimação Cardiopulmonar e Suporte Cardíaco Avançado de Vida. Lopes AC . faça referência. Gomes AM.técnicas. Reanimação Lopes M. 1998. 122. Atheneu. retirando o desnecessário e acrescentando o indispensável. Muller AMA. em: Guimarães HP. Rev Gaúcha cardiorrespiratória.Parada Cardiorrespiratória.Koogan.7-37. em: Mansur AP. Envie por e-mail ou compartilhe este texto: Ao usar este artigo.html 1. a nomenclatura mais apropriada é Carrinho de Emergência. cite a FONTE: http://www.Suporte Pós-Parada e Cuidados de Neuroproteção. Borba SRC. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. Guimarães HP. Nestas condições é imprescindível que a enfermagem esteja atenta para as anotações. Com base nessa necessidade. Editora Atheneu. Enferm Rev 1986. de forma a agilizar o atendimento de . propõe-se a padronização dos carros de emergência.webartigos. que são atividades que devem fazer parte da assistência de enfermagem e são normalizadas pela instituição.99-104. 5ª ed. Papel do pessoal de enfermagem no atendimento à parada cardíaca no pequeno Barbisan hospital. em: Guimarães HP. 2005.

e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata.1. descoordenados e não sincronizados) e taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o coração de bombear adequadamente). uma situação de emergência. Pronto Socorro. escaras.1. máscaras. Este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são colocados sobre o peito. 2. mínimo 3 derivações. Para que isso ocorra. antes de iniciar a Recuperação Cardiopulmonar Compressiva deve ser colocado um suporte firme sob as costas do paciente. por conta do afundamento do colchão. feridas cirúrgicas e outros). AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO 2. esta responsabilidade deve ser protocolada de modo que toda equipe tenha acesso a sua conferencia. de forma sistematizada e padronizada. nas mucosas da boca. entre outros. porem o Conselho Federal de Farmácia não trata como privativo do profissional farmacêutico a conferência e reposição do Carrinho de Emergência.1 Luva Deve se usada sempre que houver possibilidade de contato com o sangue. Hemodinâmica. pois o profissional responsável pelas medicações do hospital é o Farmacêutico. Centro Cirúrgico. 3. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular (batimentos cardíacos rápidos.1 Material de Proteção Os equipamentos de proteção individual são: luvas. gorros. como mucosas ou com áreas de pele não íntegra (ferimentos.2 Máscaras. Os tópicos a serem consideradas nessa homogeneização são: 1 idade da vítima: adulto e/ou infantil.local do evento: Unidade de Internação. Unidade Ambulatorial. Existe um a controvérsia de quem é a responsabilidade da conferencia do carrinho de parada. A quantidade de drogas e equipamentos deve ser estipulada conforme necessidade da área e rotina institucional. porem no carrinho de parada deve conter luva mascara e óculos. nariz e olhos do profissional. Contudo na maioria das Instituições Hospitalares cabe ao Enfermeiro de preferência um diarista a responsabilidade da conferência e reposição do Carrinho de Emergência. gorros e óculos de proteção Devem ser usados durante a realização de procedimentos em que haja a possibilidade de respingo de sangue e outros fluidos corpóreos.2 Monitor/Desfibrilador O desfibrilador da unidade hospital de preferência deve apresentar Monitorização nas Pás.emergência e reduzir o desperdício. Médicos e enfermeiros devem estar preparados para atender. secreções e excreções. o treinamento da equipe é fundamental. Uma tábua que se estenda dos ombros até a cintura e por toda a largura da cama. óculos de proteção. 2. capotes (aventais). Também pode ser usado em freqüências menos perigosas para fazer o coração voltar ao ritmo normal. fornece um ótimo suporte. CONTROLE DE VIAS AÉREAS . A largura da tábua é especialmente importante para evitar perda de força de compressão. 2. Unidade Coronariana.3 Tábua de parada (prancha de cama) No leito hospitalar. quando o tórax é comprimido. 2. Ele descarrega eletricidade no coração quando é indicada uma freqüência fatal. 2. As luvas estéreis estão indicadas para procedimentos invasivos e assépticos. 2 . O objetivo é dar choques no coração para que ele volte ao normal. Unidade de Terapia Intensiva.

1 – Laringoscópio É um instrumento utilizado para o exame do laringe. com a ajuda de um laringoscópio.1 Cânula Orofaríngea de Guedel Equipamento introduzido na boca. visualiza o laringe e através dele introduz um tubo na traquéia (tubo endotraqueal). 3. 3.0) Este procedimento é feito no centro cirúrgico ou na própria Unidade de Terapia Intensiva. Este método é contra indicado em crianças. 3. então. Existem diversos tamanhos e formatos que servem a propósitos diferentes.4 Fixador Para uma rápida e segura estabilização de cânulas proporcionando um posicionamento seguro do tubo endotraqueal após intubação oral. sendo a oral a mais freqüentemente executada. a concavidade é dirigida em sentido caudal.3. Outro modo é introduzir a cânula de cabeça para baixo. Na intubação endotraqueal o laringoscópio é utilizado para obterse uma exposição adequada das cordas vocais facilitando a introdução de um tubo orotraqueal que é utilizado para ventilar o paciente.5 Cânula Endotraqueal (6. 3. até encontrar o palato mole. 3. quando a cânula é submetida a uma rotação de 180 graus. A aspiração traqueal pode ser efetuada por via oral ou nasal. É a cânula de escolha para os pacientes conscientes por não causar engasgo. ao direcionarem o Tubo para a traquéia.0 a 9. coloca-se a cânula oral posterior à língua.0) Procedimento de suporte avançado de vida onde o médico.3. A embalagem inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio. por trás da língua. abaixa-se a língua com um abaixador e então. porque o . No paciente consciente esta técnica induz a engasgo. 3. Deve ser bem lubrificada e. Na ponta da cânula tem um balão que é insuflado para que o ar injetado pelo aparelho siga obrigatoriamente seu trajeto até os pulmões. através de uma pequena incisão sob anestesia geral no meio do pescoço. pois deste modo obstruí as vias aéreas ao invés de desimpedi-las.2 Cânula Nasofaríngea Um tipo de material introduzido em uma das narinas e posicionado na orofaringe posterior.2 Tubo Endotraqueal (6. por sobre a língua.3 Guia para intubação traqueal Os estiletes guias semi-rígidos foram desenvolvidos com a finalidade de auxiliar a intubação sob laringoscopia direta. introduzida naquela narina que aparentemente não esteja obstruída. vômitos e aspiração. encontrando obstáculo durante a introdução o procedimento deve ser interrompido. evitando vazamento ao redor da cânula.3. pois a rotação pode quebrar algum dente.3 Equipamento de Intubação Endotraqueal A intubação endotraqueal é o procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa pára de respirar ou não está respirando adequadamente. pois possibilita que seja instituída a ventilação mecânica. uma luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o tubo possa ser colocado na traquéia.0 a 9. Após a abertura da traquéia.3. não deve empurrar a língua para trás. ou seja a ventilação dos pulmões (respiração) através do uso de aparelhos.6 Sonda de Aspiração Traqueal É indicada a pacientes impossibilitados de eliminar as secreções ou pacientes intubados ou ainda traqueostomizados. Tal tubo será utilizado para auxiliar a ventilar o paciente. 3. e a cânula é deslizada para dentro.3. Consiste em retirar a secreção traqueobrônquica e orofaríngea através de uma sonda ligada a um aparelho de sucção manual ou de máquina elétrica. uma cânula de traqueostomia é introduzida e conectada ao aparelho de ventilação. O tubo permite que o equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente. e ainda poderá servir de guia para uma sonda nasotraqueal principalmente nos politraumatizados com fratura de face.3. 3.3.

Existem vários tipos de Equipo. com pH = 6. que são subcutanea e intramuscular.4 Seringa Equipamento com uma agulha usado por profissionais da área da saúde (ou eventualmente por usuários de drogas) para: inserir substâncias líquidas por via intravenosa.9 gramas do sal. obter conteúdo gástrico para análise. quando em frasco de 250 ml. entre eles os principais que podem conter no carrinho são: . ou seja. ou seja. 3. ACESSO VASCULAR E CONTROLE CIRCULÁTORIO 4. 4. 4. . 4.acesso é mais fácil e permite o uso de sondas com calibres maiores. intracardíaca. para passagem de fluido. diagnosticar a motilidade intestinal.2 Cateteres das veias centrais (Intracath) Os cateteres são tubos pequenos colocados nas grandes veias centrais próximas ao coração. administrar medicamentos e alimentos. representa um procedimento invasivo. tratar uma obstrução ou um local com sangramento.6 Soro Fisiológico Solução isotônica em relação aos líquidos corporais que contem 0. em massa.20 sendo esta ultima mais utilizada para aspiração do farmaco. A .Equipo tipo bomba de infusão: permite a infusão medicamentosa. retirar sangue. de glicose ( C6 H12 O6 ) em água destilada. intraarticular. intramuscular. A espessura (calibre) é consoante a viscosidade do fluido e o calibre da veia/artéria que se quer alcançar. indicado em terapia intravenosa periférica de permanência até 72 horas na veia. de NaCl em água destilada. flexível.Equipo com saída lateral: tem a mesma finalidade do anterior.3. para que líquidos e medicamentos possam chegar rapidamente aos órgãos importantes. sendo risco iminente de infecção. . que contém 5%.546 gramas de Cl-. considerando que o cateter provoca o rompimento da proteção natural e conseqüentemente acarreta a comunicação do sistema venoso com o meio externo. bem como habilidade psicomotora. 30x0.7 Sonda Nasogástrica A passagem de sonda gastrointestinal é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha.5 – Agulha Haste metálica ou plástica com um orifício que vai de uma extremidade a outra.7. podendo ser curta ou longa. É mais utilizado no antibióticoterapia e na dosagem do Bicarbonato de Sódio. 4. contudo a saída lateral possibilita a administração de medicamentos por outra via.9%. realizar uma punção aspirativa em um paciente.8 ou0. descartável confeccionado em Polímero radiopaco. intradérmica. As mais utilizadas em um PCR são: 5.0. 4. . através do jelco ou butterfly. em massa. pela boca ou nariz para: descomprimir o estômago e remover gás e líquidos.7 e 40x1.1 Cateter Intravascular Periférico (Jelco 12 á 24) Cateter periférico de uso único. com maior precisão.3 Equipo de Soro Espécie de mangueira aderida ao paciente e ao soro. além do soro.Equipo tipo micro-gotas: provido de um recipiente de cerca de 100 a 150 ml. subcutânea.7 Soro Glicosado Solução isotônica em relação ao sangue. cada 100 mL de soro glicosado contém 5 gramas de glicose.Equipo comum: conecta o soro ao paciente. cada 100mL da solução aquosa contém 0. Existem outras duas formas de uso alem da intravenosa. 4. esse equipamento administra micro-gotas de medicamento em tempo adequado. ou ainda. É um procedimento que exige do profissional competência.354 gramas de Na+ e 0. 4. As mais utizadas são: 25x0. 100 mL de soro fisiológico contem 0. 10 e 20: seringas maiores ( o tamanho aumenta de acordo com o número).

2. na taquicardia ventricular sem pulso. melhorando o fluxo coronariano e cerebral. Por que: Aumenta a pressão de perfusão. a atropina inibe a atividade das glândulas sudoríparas e a pele torna-se seca e quente. Como: Deve ser usada em 1 mg ev em bolus. 5.ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar que não bombeie sangue suficiente. Alterações eletrocardigráficas podem e devem ser observadas pela equipe de enfermagem.1 SULFATO DE EPINEFRINA (Adrenalina) A adrenalina é uma Hormona secretada pelas glândulas supra-renais. porém . Aumenta o nível de açúcar no sangue.2. Atenção: Doses elevadas. devido a condições do meio ambiente que ameaçam a integridade física do corpo. Quando lançada na corrente sanguínea. Quando: A dose recomendada é de na fibrilação ventricular. na assistolia. acima das preconizadas ou em esquemas crescentes estão associadas a maior recuperação de circulação espontânea. Contribuem. Em caso de hipotensão a pressão dever ser controlada até sua estabilização. na bradicardia.2 SULFATO DE ATROPINA Atua bloqueando o efeito do nódulo sinoatrial. aferir os sinais vitais. 5. Junto com as manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). mas não à alta hospitalar. os medicamentos favorecem o restabelecimento da circulação espontânea. minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos enquanto maximiza o fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e queima a gordura contida nas células adiposas.8 Agua Destilada Água que foi obtida através da destilação (condensação do vapor de água obtido pela ebulição ou pela evaporação) de água não pura que contém outras substâncias dissolvidas. também. As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são: • Fibrilação ventricular . esta preferivelmente através do Eletrocardiograma. o que aumenta a condução através do nódulo atrioventricular e consequentemente o batimento cardíaco. é responsável pelo aumento da freqüência dos batimentos cardíacos e o volume de sangue por batimentos cardíacos. Em doses mínimas. às vezes. Apresentação: ampola 1 mg/1 ml. MEDICAMENTOS 5. Usado como diluente de alguns farmacos 5. A transpiração pode ser inibida a ponto de aumentar a temperatura corpórea. para a regularização do ritmo cardíaco e são utilizados para a manutenção de um funcionamento satisfatório do sistema cardiorrespiratório. na atividade elétrica sem pulso e. • Bradicardia .glicose é uma fonte de energia que é facilmente absorvido pelas células. No estômago e intestino pode ser usado como agente antiespasmódico para os distúrbios gastrintestinais e tratamento da úlcera péptica. O inicio do efeito por via Intravenosa é imediato.as contrações do ventrículo (cavidade principal do coração) são incapazes de promover o bombeamento do sangue. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar a função respiratória e cardíaca. A droga deve ser protegida da luz e de altas temperaturas. conforme mostra anexo1. a cada 3 a 5 min enquanto durar a PCR. 4. não deve ser utilizada em caso de turvação. Seu efeito vasoconstritor periférico intenso aumenta a pressão na aorta. Utilizada em todos os casos de Parada Cardiorrespiratória. Atropina reduz sua função secretória.2 Drogas cardíacas Durante uma parada cardíaca. algumas drogas potentes são necessárias para fazer com que o coração recomece a bater ou volte para um ritmo mais estável.

balanço hídrico devido à possibilidade de retenção urinaria. Seu nível plasmático normal varia de 24 a 31 mEq/L.5 e 1mg.150 mg diluídos em 100 ml. O ânion bicarbonato é considerado lábil. Não atua em corações transplantados. Fora da PCR . diminui a condução para o nó AV e diminui a resposta ventricular. Quando: FV/TV sem pulso.0. Além das indicações para as quais foi aprovada. Inibe receptores alfa e beta adrenérgico e possui propriedades vagolíticas e de bloqueadores de canais de cálcio Aumenta a duração do potencial de ação em todo o tecido cardíaco. Atividade Elétrica Sem Pulso com ritmos bradicárdicos (FC < 60bpm).4 BICARBONATO DE SÓDIO Indicado quando a FV/TV sem pulso é decorrente de hipercalemia ou de intoxicação por cocaína ou por antidepressivos tricíclicos. infundidos em 15 min. Monitorizar: função cardíaca e neurológica. Fora da PCR . No nó sinusal reduz a FC. O medico deve ser comunicado quantos essas reações 5.5 a 1 mg a cada 3 a 5 min. Como: PCR .3 AMIODARONA Derivado benzofuran iodinizado. Cuidado de Enfermagem: Observar alterações cardíacas.03 a 0. No fluido extracelular. Nos lactentes e nas crianças. Atenção: Não utilizar doses menores do que o recomendado (efeito paradoxal). 20. considerar 150 mg após 15 min se não houver reversão. Por que: Aumenta a FC por acelerar a descarga do NSA e o bloqueio vagal. . O Bicarbonato de Sódio é constituinte normal dos fluidos orgânicos. Quando: Assistolia. pois em pH adequado pode ser convertido a ácido carbônico e este.2. ou sob temperaturas ambientes elevadas. pois o fármaco pode precipitar fibrilação ventricular.300 mg ev em bolus seguidos. excretando-se menos de 1% pela urina. seguido de 0. Como: dose de ataque PCR .2.1 mg/ min nas primeiras 6 h. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar as funções vitais.5 mg/min nas 18 h consecutivas.25mg/1ml (0. quando suspensa seu efeito é reversível.1mg a cada 3 a 5 min. ampolas de 0. da taquicardia supraventricular paroxística (TSVP) e das TV não-sustentadas. Taquicardia. Por sua capacidade de provocar vasodilatação periférica e coronariana. o Controle da função cardíaca deve ser feito através do eletrocardiograma. a relação ácido carbônico. Por que: Diminui a condução através do sistema His-Purkinje e de feixes anômalos.2 g. Essas reações ocorrem geralmente em administração de alta dose. Atenção: Hipotensão arterial é o principal efeito colateral. Apresentação: ampolas. Precipita em meio básico. pode-se repetir a cada 15 min até conversão do ritmo. Taquicardia Ventricular e extrasístoles. Bradicardia (pode necessitar de marcapasso). Inicio do efeito é de 2 a 5 minutos após infusão. Dose máxima 0. No adulto sadio com função renal normal. esse fármaco foi inicialmente desenvolvido para o tratamento da angina pectoris. Dose máxima diária2. 150 mg/ 3 ml. A concentração plasmática é regulada pelos rins. quase todo o íon bicarbonato é filtrado pelo glomérulo é reabsorvido. Manutenção. a amiodarona também apresenta eficácia comprovada no tratamento da fibrilação atrial. a água e dióxido de carbono.04 mg/kg. Apresentação: variável. na dependência do serviço). doses moderadas dos pode causar febre atropínica. A droga deve ser administrada de preferência em acesso de grosso calibre 5. Cuidado em pacientes isquêmicos e em pacientes com alto grau de bloqueio AV. de 20 ml de SF.este efeito é notável apenas depois da utilização de doses altas. Diminui o metabolismo da digoxina e da warfarina (anticoagulante oral warfarina (Marevan)). bicarbonato é 1. atentar quanto às reações adversas em especial bradicardia e hipotensão.

5 LIDOCAÍNA Lidocaína ou xilocaína. (arritmia cardíaca que faz com que os impulsos elétricos sejam conduzidos ao longo da via acessória das aurículas até os ventrículos. idades superior a 70 anos ou insuficiência hepática. Cuidado de Enfermagem: A lidocaína em altas doses pode provocar parada respiraroria. pois em caso de extravasamento. necrose e ulceração. perfusão periférica diminuída e uso de cimetidina ou betabloqueadores. Quando: Assistolia ou AESP. com menor influência no tecido normal. Se ocorrer tetania. Diminui a condução em tecidos isquêmicos. induzida por drogas. formada por uma condução atrioventricular adicional que impede condução normal do estímulo do átrio que vai até o nódulo atrioventricular. além de prolongar os intervalos P-R e QRS. o gotejamento deve ser controlado e o acesso avaliado. Cuidado de Enfermagem: Cuidados na administração. Como: TV estável . Pode ser repetida até a dose cumulativa de 3mg/Kg. repetir 1 a 1.2. Toxicidade SNC – graus variados de confusão mental. existentes nos miócitos especializados do sistema de condução (coração) ou nervos periféricos. 5.5 mg/kg ev em bolus.indicada em pacientes com graus avançados de BAV e Síndrome de Wolf-Parkinson-White. Quando: A amiodarona substituiu totalmente a lidocaína no tratamento da FV e TV sem pulso. O nível de potássio dever ser monitorado antes da administração devido o risco de alcalose metabólica. usar gluconato de cálcio. é um bloqueador rápido dos canais de sódio. Atenção: Metabolismo diminuído em pacientes com ICC. devendo ser reduzida na presença de choque.4% 1mEq/ml. Por que: Inibe o influxo de sódio através dos canais rápidos das células miocárdicas.5mg/Kg (5mL = 100mg).6 g/10 ml). idade maior de 70 anos. Pode ser utilizada por cânula endotraqueal (dobro da dose ev). disfunção hepática.75 mg/kg a cada 3 a 5 min. Na falta da amiodarona. 5. Nesses pacientes. Atenção: Complicações – acidose do líquido cerebroespinal.5 mg/kg a cada 3 a 5 min.Apresentação: soluções de bicarbonato de sódio 8. Contra. Manutenção. TV . a dose de ataque é a mesma. pois a infusão rápida pode causar acidose respiratória. choque. pode ocorrer celulite. Podendo ser utilizada por via endotraqueal em casos de emergência. quando o acesso venoso ainda não foi estabelecido. depressão miocárdica. administrar em via separada de aminas vasoativas ou adrenalina. pode-se utilizar a lidocaína em seu lugar. A gasometria deve ser avaliada. e dos anestésicos locais que é usado no tratamento da arritmia cardiaca e da dor local (como em operações cirúrgicas). hipernatremia e hiperosmolaridade.1 a 1. É pouco tóxica. confusão mental. insuficiência cardíaca.6 SULFATO DE MAGNÉSIO Tem ação anticonvulsivante – reduz as contrações do músculo estriado por um efeito depressor do sistema nervoso central e por uma redução da liberação de acetilcolina na junção neuromuscular.2. pois inativa tais substâncias. mesmo na ausência de deficiência de magnésio. 1 mEq/ kg ev inicialmente metade dessa dose a cada 10 min posteriormente. Quando: TV polimórfica. Apresentação: ampolas de sulfato de magnésio 6% (0. A nível cardíaco o magnésio reduz o número de impulsos emitidos pelo nó S-A. repetir 0.5 a 0. causando o que chamamos de taquicardia supraventricular). Como: Ataque. A dose é de 1-1. se não houver reversão. Tais efeitos são antagonizados pelo cálcio. FV/TV sem pulso . é tambem uma forma de taquicardia. activados ou inactivados.1 a 1. mas a de manutenção deve ser diminuída à metade. Apresentação: 100 mg/5ml. Diminui também a sensibilidade e a excitabilidade da placa motora à acetilcolina. 1 a 4 mg/minuto.5mg/kg ev em bolus. é um fármaco do grupo dos Antiarritmicos da classe I (subgrupo 1B). se não houver reversão. Dose máxima 3 mg/kg. Somente em situações de ressuscitação prolongada.

QT prolongado.8 VASOPRESSINA A vasopressina. Bloqueia em grau menor os canais de potássio. ventricular e no sistema de His-Purkinge. alteração do nível de consciência. 5. Os efeitos . bloqueios atrioventriculares. A procainamida tem o inicio do efeito apartir de 1 a 3 horas e sua eliminação e de 6 a 8 horas. A procainamida é utilizada freqüentemente na tentativa de reversão da fibrilação atrial aguda para ritmo sinusal. bradicardia e graus avançados de BAV. rubor. Apresentação: ampolas 500 mg/5ml.polimórfica. 5. Função intestinal pode causar diarréia. Como: Ataque -1 a 2 gr em 50 a 100 ml de SG5% em 5 a 60 min (fora da PCR) ou 1 a 2 g em 10 ml de SG5% em bolus (na PCR). o inicio da resposta deve ser monitorizado e os pacientes com disfunção renal ou hepática reduzir a dose. Sinais de overdose . (Taquicardia ventricular caracterizada por mudanças periódicas dos pontos dos complexos QRS e freqüências entre 200 e 250 batimentos por minuto. depressão respiratória. induzida por deficiência de magnésio. pacientes com reação de sensibilidade à procaína ou outros anestésicos à base de ésteres.1 a 4 mg/min. Quando: FV/TV sem pulso. atentar aos sinais de hipermagnesemia como: sudorese. dose máxima de 17 mg/kg ter sido administrada. reflexos. rubor facial.2. Por que: Reduz condução atrial. Tem efeitos anti-muscarinicos (receptor muscarinico do sistema parassimpático) no coração. lidocaína (depressão SNC) e colinérgicos (precipita crises miastênicas em pacientes com Miastenia Gravis).20 mg/ min até: resolução do distúrbio de ritmo. hipertermia. entretanto. alargamento do QRS >50% basal. com perfil farmacológico próximo ao da quinidina. Suprime a automaticidade miocárdica em células parcialmente despolarizadas. hipocalcemia e hipermagnesemia. é um hormônio peptídeo que é sintetizado nos núcleos supraórticos e para ventriculares do hipotálamo e transportado para a hipófise posterior.5 a 1 g/hora. sem haver. pré-existentes. Por que: Essencial para várias enzimas intracardíacas. hipotensão. Contra-indicações – lúpus eritematoso sistêmico. que atuam na condução.hipotensão. Pode ser autolimitada ou progredir para fibrilação ventricular). Bloqueia os canais de sódio activos nos miócitos condutores. utilizada há mais que 30 anos no tratamento das arritmias cardíacas. Contra . onde é armazenado.indicações – depressão respiratória. caso esteja diminuído não administrar a droga. verificar se o paciente com flutter atrial ou fibrilação foi digitalizado antes de iniciar a droga. PCR quando distúrbio do ritmo apresentado for sugestivo de Torsades de Pointes. Cuidado de Enfermagem: Assim como no uso do sulfato de quinidina.7 PROCAINAMIDA A procainamida é um derivado da procaína. Atenção: Cuidado em pacientes em uso de digital. Manutenção 0. hipotensão. Como: Ataque . diminuição dos reflexos musculares e flacidez muscular. ou seja bloqueia mais os canais recentemente activos (impedindo batimentos imediatamente seguidos). a interação medicamentosa potencializa o bloqueiador. Não deve ser administrar junto com bloqueador neuromuscular. Diminui a automaticidade. Manutenção . ou hormônio antidiurético. Interação medicamentosa amiodarona (metabolismo hepático). pois pode causas problemas respiratório. É liberado na circulação por estímulo da osmolalidade aumentada do protoplasma ou como uma resposta baroreflexa a diminuições do volume ou pressões sanguíneos. Cuidado de Enfermagem: Monitorizar: função respiratória. Deficiência implica em várias anormalidades de condução e automaticidade.2. com insuficiência renal crônica. Atenção: Reduzir a dose de manutenção em insuficiência hepática e renal. documentação satisfatória de sua eficácia.

via SC/EV/IM. caso isso ocorra à ampola dever ser aquecida em temperatura ambiente. A vasopressina seguida pela epinefrina pode ser mais efetiva do que a epinefrina isolada no tratamento de parada cardíaca refratária. Cristais podem aparecer se a solução estiver fria. Tem ação direta.contração rápida do ventrículo que produz fluxo sangüíneo insuficiente. Mesmos cuidados requeridos para adrenalina.ufmg. excetuando. ANEXO – 1. Atenção: No bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro grau e na doença nódulo sinusal. porém a vasopressina foi superior à epinefrina nos pacientes com assistolia. 6. redução do tempo de condução através do nódulo atrioventricular. Na Unidade Hospitalar preferivelmente na Unidade de Terapia Intensiva . Quando: Conversão da taquicardia supraventricular paroxística. Como: 40 UI ev em bolus uma única vez. . pode ocorrer ineficácia da adenosina. pode ser utilizada em uma única dose. Forma Solução injetável ampola/frasco. incluindo a associação com WolfParkinson-White.br/edump/ped/paradacardio_r. portanto. Há potencialização dos efeitos na presença do dipiridamol (adequar doses de ambos). é utilizada por via endovenosa para reversão de taquiarritmias com QRS estreito ou como agente farmacológico para causar estresse em determinados exames complementares. suas atividade e metabolismo não são afetados pelas funções renal ou hepática. atenção: quando usados concomitantemente. Cuidado de Enfermagem: Na administração IV. Apresentação: 3 mg/ml. Quando: Fibrilação Ventricular /Taquicardia Ventricular sem pulso. 2 ampolas de 2 ml. Carbamazepina pode aumentar o bloqueio na condução. possível interrupção da atividade reentrante através do nódulo AV e restauração do ritmo sinusal nas indicações abaixo. em caso de diluição deve ser realizada com SF 0. ARRITIMAS CARDIACAS Fonte: http://www.2. é metabolizada à inosina e adenosina monofosfato (AMP). Dose máxima 12 mg (meia vida de 10 segundos).9% para que a droga alcance rapidamente a circulação sistêmica. Apresentação: ampola/frasco – Concentração/Dosagem 20 U/ML. assim o uso concomitante pode agravar o bloqueio atrioventricular. aumentar a dose de adenosina. os pacientes com marca-passo artificial funcionante. Meia-vida é estimada como inferior a 10 segundos.medicina. A aplicação pode ser repetida com intervalo de 1 à 2 minutos. Conferir caixa de entubação e carro de parada-cardíaca 5.9 ADENOSINA Nucleosídeo endógeno. a infusa deve ser rápida. Por que: Aumenta a pressão de perfusão. presente em todas as células do organismo. em ambos os casos. Auxiliar em testes cardíacos onde a adenosina substitui o stress.htm • Taquicardia ventricular sem Pulso .da vasopressina foram semelhantes aos da epinefrina no tratamento da fibrilação ventricular e atividade elétrica sem pulso. Hipersensibilidade a adenosina. Como: 1 ampola em "bolus" IV. com efeitos farmacológicos como: vasodilatação coronariana e atividade adrenérgica. Atenção: Devido a sua duração prolongada. ampola/seringa preenchida. Prazo de validade mínimo de 12 meses. Não usar se a solução não estiver clara. A cafeína e teofilina antagonizam os efeitos da adenosina.

br/edump/ped/paradacardio_r. Como já pode ser observado o carrinho de emergência é um de matérias de maior importância dentro da unidade hospitalar.7-37.Suporte Pós-Parada e Cuidados de Neuroproteção.Fonte: http://www. de contrações cardíacas.23-29. Ramires JAF . com domínio de técnicas. pois é através dele que estaremos cumprindo nosso dever de prestar à clientela uma assistência de enfermagem livre dos riscos decorrentes de imperícia negligência e imprudência.Parada Cardiorrespiratória. São Paulo. Costa MPF . São Paulo: Editora Atheneu. 2005.ausência total de atividade elétrica e. pois fica difícil num momento de desespero para salvar uma vida em risco de morte conferir a validade e existência do medicamento. espera-se que os profissionais prestem um atendimento eficiente. portanto de sua extrema responsabilidade a conferência e controle de todo material. Fonte: http://www.htm • Assistolia . Nestas condições é imprescindível que a enfermagem esteja atenta para as anotações. elemento de referência.Suporte Básico de Vida. Assim.Rotinas Ilustradas da Unidade Clínica de Emergência do Instituto do Coração. nunca esquecer de se respaldar de forma formal sua conferencia através de protocolos ou ate mesmo lacres com numeração de controle evitando que o carrinho de emergência torne – se um material facilitador. Lopes RD. Lopes AC . Lopes RD. ser o guardião das normas e rotinas institucionais.Reanimação Cardiopulmonar e Suporte Cardíaco Avançado de Vida. Editora Atheneu. ser organizador do ambiente do cuidado.htm • Atividade elétrica sem pulso (AESP) . negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe de saúde. 2006. em: Guimarães HP. portanto.br/edump/ped/paradacardio_r. Leal PHR .ufmg.medicina. Tornando-se. Portanto um carrinho bem revisto e atualizado é atendimento bem feito e organizado. Protegendo o cliente contra danos decorrentes de imperícia.há atividade elétrica no coração. ser o organizador da assistência. mediador das situações de conflito. passa a ser detentor de quase totalidade das informações. em: . e assim. Guimarães HP. mas com contrações inadequadas.htm FINAIS O Enfermeiro é o profissional que permanece maior tempo na assistência ao paciente.medicina. Guimarães HP. em: Mansur AP.br/edump/ped/paradacardio_r. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Feitosa-Filho GS . Fonte: CONSIDERAÇOES http://www.medicina. O enfermeiro passa a ser o administrador global da assistência. Senna APR. sistematizado e uniforme a todos os que dele necessitem.ufmg.ufmg. que são atividades que devem fazer parte da assistência de enfermagem e são normalizadas pela instituição.

99-104. Emergências médicas. 1989. Lopes RD. Barbisan JN. Gomes AM. Rev Gaúcha Enferm 1986.Parada Cardiorrespiratória. Envie por e-mail ou compartilhe este texto: Ao usar este artigo. São Paulo: Editora Atheneu. Enfermagem na unidade de terapia intensiva.webartigos. Rev AMRIGS 1988. 5ª ed. 2005. Papel do pessoal de enfermagem no atendimento à parada cardíaca no pequeno hospital. 7(1): 23-31. Lopes M. Borba SRC. 2º ed. faça referência. São Paulo: Pedagógica e Universitária.com/articles/7739/1/A-Importancia-Do-Controle-No-Carrinho-De-ParadaNa-Unidade-Hospitalar/pagina1. Lopes AC . Rio de Janeiro: Guanabara. cite a FONTE: http://www.html . 32(2): 122. Reanimação cardiorrespiratória. Muller AMA.Koogan. 1998.Guimarães HP.

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