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Funcao do 2o Grau - Exercicios Resolvidos (PDF)

Funcao do 2o Grau - Exercicios Resolvidos (PDF)

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Exercícios Resolvidos

1) Calcular os zeros das seguintes funções: a) f(x) = x2 – 3x – 10 b) f(x) = x2 + x – 20 c) f(x) = – x2 – x + 12

d) f(x) = – x2 + 4x – 4
e) f(x) = 36x2 + 12x + 1 f) f(x) = (2x + 3).(x – 2)

a) f(x) = x2 – 3x – 10

a = 1 ; b = –3 ; c = –10 𝑓

𝑥 = 0 → 𝑥 2 − 3𝑥 − 10 = 0

Equação do 2º grau!

∆= 𝑏 2 − 4. 𝑎. 𝑐
∆= −3
2 𝑥

=

− −3 ± 49 2.1 𝑥1 = 3±7 = 2

− 4.1. −10 𝑥
=

3 − 7 −4 = = −2 2 2

∆= 9 + 40 = 49

−𝑏 ± ∆ 𝑥 = 2. 𝑎

3 + 7 10 𝑥2 = = =5 2 2 As raízes da equação são x1 = –2 e x2 = 5 Os zeros da função são x1 = –2 e x2 = 5

b) f(x) = x2 + x – 20 𝑓 𝑥 = 0 → 𝑥 2 + 𝑥 − 20 = 0

a = 1 ; b = 1; c = –20 Equação do 2º grau!

∆= 𝑏 2 − 4. 𝑎. 𝑐
∆= 12 − 4.1. −20
∆= 1 + 80 = 81 𝑥

=

−1 ± 81 2.1

−1 ± 9 𝑥 = = 2

−1 − 9 −10 𝑥1 = = = −5 2 2 −1 + 9 8 = =4 2 2 𝑥

2 =

−𝑏 ± ∆ 𝑥 = 2. 𝑎

As raízes da equação são x1 = –5 e x2 = 4 Os zeros da função são x1 = –5 e x2 = 4

c) f(x) = –

x2

– x + 12

a = –1 ; b = –1 ; c = 12 Equação do 2º grau! A função continua inalterada, mas a equação foi multiplicada por –1, apenas para facilitar o cálculo das raízes. 𝑓

𝑥 = 0 → −𝑥 2 − 𝑥 + 12 = 0
× −1

−𝑥 2 − 𝑥 + 12 = 0 𝑥

2 + 𝑥 − 12 = 0

Para efeito de cálculos, consideraremos agora 𝑎 = 1; 𝑏 = 1 e 𝑐 = −12 ∆= 12 − 4.1. −12 = 49 −1 ± 7 = 2 𝑥1 = −8 2 = −4 𝑥2 = 6 2 = 3 𝑥

=

As raízes da equação 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏𝟐 = 𝟎 são x1 = –4 e x2 = 3 Os zeros da função f(x) = – x2 – x + 12 são x1 = –4 e x2 = 3

d) f(x) = – x2 + 4x – 4 𝑓 𝑥 = 0 → −𝑥 2 + 4𝑥 − 4 = 0
× −1

a = –1 ; b = 4 ; c=–4 Equação do 2º grau! A função continua inalterada, mas a equação foi multiplicada por –1, apenas para facilitar o cálculo das raízes.

−𝑥 2 + 4𝑥 − 4 = 0 𝑥

2 − 4𝑥 + 4 = 0

Para efeito de cálculos, consideraremos agora 𝑎 = 1; 𝑏 = −4 e 𝑐 = 4 ∆= −4
2

− 4.1.4 = 0 𝑥1 = 𝑥2 = 4+0 =2 2 4−0 =2 2 𝑥1 = 𝑥2 = 2

− −4 ± 0 𝑥 = = 2

A equação 𝒙𝟐 − 𝟒𝒙 + 𝟒 = 𝟎 tem duas raízes reais e iguais a 2 A função f(x) = – x2 + 4x – 4 tem apenas um “zero” no ponto de abscissa 2

e) f(x) = 36x2 + 12x + 1 ∆= 122 − 4 × 36 × 1 ∆= 144 − 144 = 0 𝑥 = −12 ± 0 −12 1 = =− 2 × 36 72 6

a = 36; b = 12 ; c=1

A equação 𝟑𝟔𝒙𝟐 + 𝟏𝟐𝒙 + 𝟏 = 𝟎 tem duas raízes reais e iguais a − 𝟏 𝟔

𝟔

A função f(x) = 36x2 + 12x + 1 tem apenas um “zero” no ponto de abscissa − 𝟏

f) f(x) = (2x + 3).(x – 2) 𝑓 𝑥 = 0 → 2𝑥 + 3 . 𝑥 − 2 = 0 Equação do 2º grau!

Se o produto 2𝑥 + 3 . 𝑥 − 2 é igual a zero, podemos ter certeza que um dos fatores, 2𝑥 + 3 ou 𝑥 − 2, é nulo. Daí... 1º) Se 2𝑥 + 3 = 0 ⇒ 2𝑥 = −3 ∴ 𝑥 = −3 2 2º) Se 𝑥 − 2 = 0 ⇒ 𝑥 = 2 (2ª raiz) (1ª raiz)

As raízes da equação 𝟐𝒙 + 𝟑 . 𝒙 − 𝟐 = 𝟎 são x1 = –3/2 e x2 = 2 Os zeros da função f(x) = (2x + 3).(x – 2) são x1 = –3/2 e x2 = 2

2) Calcular m para que: a) a função f(x) = (m – 3)x2 + 4x – 7 seja côncava para cima. b) a função f(x) = (2m + 8)x2 – 2x + 1 seja côncava para baixo. c) a função f(x) = (m2 – 4)x2 – 4x + 3 seja quadrática.

a) Para que o gráfico de uma função quadrática, ou do 2º Grau, seja uma parábola com a concavidade voltada para cima (CVC), é necessário que o coeficiente do x2 seja positivo: 𝒂 > 𝟎 f(x) = (m – 3)x2 + 4x – 7 𝒂

= 𝑚 − 3 ;;𝑏 = 4 ;;𝑐 = −7 𝑎 𝒎 𝟑 𝑏 = 4 𝑐 = −7 𝑚
− 3 > 0 ∴ 𝑚 > 3

b) Para que o gráfico de uma função quadrática, ou do 2º Grau, seja uma parábola com a concavidade voltada para baixo (CVB), é necessário que o coeficiente do x2 seja negativo: 𝒂 < 𝟎
2 f(x) = (2m + 8)x2 – 2x + 1 𝒂

= 𝟐𝒎 + 8 ;; 𝑏 = −2 ;; 𝑐 = 1 𝑎 2𝑚 𝟖 𝑏 = −2 𝑐 = 1 2𝑚 + 8 < 0 ∴ 𝑚 < −4 c) Para que uma função seja quadrática, ou do 2º Grau, é necessário que o coeficiente do x2 não seja nulo: 𝒂 ≠ 𝟎
2 f(x) = (m2 – 4)x2 – 4x + 3 𝑎

𝑚 𝟐 𝟒 𝑏 = −4 𝑐 = 3 𝒂 = 𝒎2 − 4 ;; 𝑏 = −4 ;; 𝑐 = 3 𝑚2 − 4 ≠ 0 ∴ 𝑚 ≠ ±2

3) Nas funções abaixo, calcule as coordenadas do vértice, dizendo se este é ponto de máximo ou mínimo. a) f(x) = x2 – 4x + 3 b) f(x) = – x2 – x + 2 c) f(x) = 4x4 + 4x + 1

a) f(x) = x2 – 4x + 3

a = 1 ; b = – 4; c=3

Abscissa do vértice:

−𝑏 𝑥𝑉 = 2𝑎

∴ 𝑥𝑉 =

− −4 4 = =2 2×1 2

Ordenada do vértice:

−∆ 𝑦𝑉 = 4𝑎 𝑜𝑛𝑑𝑒

∆ = 𝑏 2 − 4. 𝑎. 𝑐
∴ 𝑦𝑣 = −4 4 = − = −1 4×1 4

∆= −4

2

− 4.1.3 = 16 − 12 = 4

Coordenadas do vértice: 𝑉

= 𝑥𝑉 , 𝑦𝑉

⇒ 𝑉 = 2 , −1

a) f(x) = x2 – 4x + 3

a = 1 ; b = – 4; c=3

Abscissa do vértice:

−𝑏 𝑥𝑉 = 2𝑎

∴ 𝑥𝑉 =

− −4 4 = =2 2×1 2

Ordenada do vértice: (cálculo alternativo) 𝑦𝑉

= 𝑓 𝑥𝑉 𝑥𝑉
= 2 ⇒ 𝑦𝑉

= 𝑓 2 = 22 − 4 × 2 + 3 𝑦𝑉
= 4 − 8 + 3 = 7 − 8 = −1 𝑦𝑉 = −1

a) f(x) = x2 – 4x + 3

a = 1 ; b = – 4; c=3 𝑉

= 2 , −1 𝒂
> 𝟎 ∴ 𝑪𝑽𝑪
2

Valor mínimo da –1 função ou yMIN = –1

V

Resposta: O vértice da função f(x) = x2 – 4x + 3 é no ponto ( 2 , –1 ) e, sendo seu gráfico uma parábola com a concavidade voltada para CIMA, a função admite um valor MÍNIMO, no caso, yV = –1

b) f(x) = –

x2

–x+2

a = –1 ; b = –1; c=2

Abscissa do vértice:

−𝑏 𝑥𝑉 = 2𝑎

∴ 𝑥𝑉 =

− −1 2 = = −1 2 × −1 −2

Ordenada do vértice:

−∆ 𝑦𝑉 = 4𝑎 𝑜𝑛𝑑𝑒

∆ = 𝑏 2 − 4. 𝑎. 𝑐
−9 −9 9 = = 4 × −1 −4 4

∆= −1

2

− 4. −1 . 2 = 1 + 8 = 9 ∴ 𝑦𝑣 =

Coordenadas do vértice: 𝑉

= 𝑥𝑉 , 𝑦𝑉

⇒ 𝑉 =

9 −1 , 4

b) f(x) = –

x2

–x+2

a = –1 ; b = –1; c=2 V 𝑉

=

9 −1 , 4

9/4 Valor máximo da função ou yMAX = 9/4 𝒂

< 𝟎 ∴ 𝑪𝑽𝑩 –1

Resposta: O vértice da função f(x) = – x2 – x + 2 é no ponto ( –1 , 9/4 ) e, sendo seu gráfico uma parábola com a concavidade voltada para BAIXO, a função admite um valor MÁXIMO, no caso, yV = 9/4

c) f(x) =

4x4

+ 4x + 1

a = 4 ; b = 4; c=1 𝑥𝑉

=

−4 −4 1 = =− 2×4 8 2 𝑉 = − 1 2 , 0

∆ = 42 − 4 × 4 × 1 = 16 − 16 = 0 −0 𝑦𝑉 = =0 4×4 𝑎 = 4 ∴ 𝑎 > 0 ⇒ 𝐶𝑉𝐶

Resposta: O vértice da função f(x) = 4x4 + 4x + 1 é no ponto ( –1/2 , 0 ) e, sendo seu gráfico uma parábola com a concavidade voltada para CIMA, a função admite um valor MÍNIMO, no caso, yV = 0

4) Em cada função mostrada, calcule a concavidade, os zeros, as coordenadas do vértice, crescimento e decaimento, valor máximo, ou mínimo, e faça o esboço do gráfico. a) f(x) = x2 – 4x + 3 b) f(x) = – x2 + 4x – 4 c) f(x) = x2 + 3x + 4 d) f(x) = – x2 + 2x – 4

a) f(x) = x2 – 4x + 3
∆ = −4
2 𝑎

= 1 𝑏 = −4 𝑐 = 3 𝒂

> 𝟎 ⇒ 𝑪𝑽𝑪

− 4 × 1 × 3 = 16 − 12 = 4 − −4 ± 4 4 ± 2 = = 2×1 2

Raízes: 𝑥 = Vértice:

4−2 2 = =1 2 2 4+2 6 = =3 2 2

⇒ 𝒙𝟏 = 𝟏 𝒆 𝒙𝟐 = 𝟑 Pontos onde a curva intercepta o eixo Ox: 𝟏 , 𝟎 e 𝟑 , 𝟎

− −4 4 𝑥𝑉 = = =2 2×1 2 −4 −4 𝑦𝑉 = = = −1 4×1 4

⇒ 𝑽 = 𝟐 , −𝟏

Ponto onde a curva intercepta o eixo Oy: 𝑓 0 = 3 ⇒ 𝑷 = 𝟎 , 𝟑 𝑦

3•

0 Para valores de x, menores que 2, a função é decrescente −1

• 1

2

3 𝑥

Para valores de x, maiores que 2, a função é crescente

A função tem seu valor mínimo y = –1

b) f(x) = – x2 + 4x – 4 𝑎

= −1 𝑏 = 4 𝑐 = −4 𝒂

< 𝟎 ⇒ 𝑪𝑽𝑩

∆ = 42 − 4 × −1 × −4 ∆ = 16 − 16 = 0 Raízes: −4 ± 0 −4 𝑥 = = =2 2 × −1 −2

⇒ A função tem apenas um “zero”, ou seja, a curva “toca” o eixo Ox em apenas um ponto, aqui, ( 2 , 0 )

ATENÇÃO: Neste caso, sempre que tivermos ∆ = 𝟎, a raiz é também a abscissa do vértice e, consequentemente, a ordenada do vértice será igual a zero! Vértice: 𝑽

= 𝟐 , 𝟎

⇒ A parábola, côncava para baixo, vai tangenciar o eixo Ox no vértice V = ( 2 , 0 )

Ponto onde a curva intercepta o eixo Oy: 𝑓 0 = −4 ⇒ 𝑷 = 𝟎 , −𝟒 𝑦

A função tem seu valor máximo y = 0

0 Para valores de x, menores que 2, a função é crescente

2

• 𝑥

Para valores de x, maiores que 2, a função é decrescente −4 •

c) f(x) = x2 + 3x + 4 ∆ = 32 − 4 × 1 × 4 ∆ = 9 − 16 = −7 Raízes: ∆<0 Vértice: 𝑥𝑉 = −3 3 =− 2×1 2 𝑎

= 1 𝑏 = 3 𝑐 = 4 𝒂

> 𝟎 ⇒ 𝑪𝑽𝑪

⇒ A função não tem “zeros”, ou seja, graficamente, a parábola não intercepta o eixo Ox 𝑦𝑉

=

− −7 7 = 4×1 4

⇒ 𝑽 = 𝟑

𝟕 − , = −𝟏. 𝟓 , 𝟏. 𝟕𝟓 𝟐 𝟒

Ponto onde a curva intercepta o eixo Oy: 𝑓 0 = 4 ⇒ 𝑷 = 𝟎 , 𝟒 𝑦

•4


0 −1,5 Para valores de x, menores que –1.5, a função é decrescente

1,75 𝑥

Para valores de x, maiores que –1.5, a função é crescente A função tem seu valor mínimo y = 1.75 𝑎

= −1 d) f(x) = – x2 + 2x – 4 𝑏 = 2 𝑐 = −4 ∆ = 22 − 4 × −1 × −4 ∆ = 4 − 16 = −12 Raízes: ∆<0 Vértice: 𝑥𝑉 = −2 −2 = =1 2 × −1 −2 𝒂

< 𝟎 ⇒ 𝑪𝑽𝑩

⇒ A função não tem “zeros”, ou seja, graficamente, a parábola não intercepta o eixo Ox 𝑦𝑉

=

− −12 12 = = −3 4 × −1 −4

⇒ 𝑽 = 𝟏 , −𝟑

Ponto onde a curva intercepta o eixo Oy: 𝑓 0 = −4 ⇒ 𝑷 = 𝟎 , −𝟒 𝑦

Para valores de x, menores que 1, a função é crescente 0 1

Para valores de x, maiores que 1, a função é decrescente 𝑥

−3

−4 •

A função tem seu valor máximo y = –3

5) Determine a lei da função afim cuja reta que a representa tem coeficiente angular igual a 2 e passa pelo vértice da parábola de equação y = – x2 + 4. 𝑦 = −𝑥 2 + 0𝑥 + 4 −0 =0 2 × −1 𝑎 = −1 𝑏 = 0 𝑐 = 4 ⇒ 𝑉 = 0 , 4 𝑥𝑉

= 𝑦𝑉

= 𝑓 𝑥𝑉 ⇒ 𝑦𝑉 = 𝑓 0 = 4 Função afim: 𝑎 = 2 ∴ 𝑦 = 2𝑥 + 𝑏 𝑉 = 0 , 4 ∈ 𝑦 = 2𝑥 + 𝑏 4 = 2 × 0 + 𝑏 ∴ 𝑏 = 4 Resposta: A lei de formação da função afim é 𝒚 = 𝟐𝒙 + 𝟒

6) Responda: entre todos os pares de números reais x e y, tais que x – y = 10 determine aqueles para os quais a soma de seus quadrados seja mínima. Soma dos quadrados: 𝑥 2 + 𝑦 2

Os pontos 𝑥 , 𝑦 ∈ 𝑥 − 𝑦 = 10 ou 𝑦 = 𝑥 − 10 𝑥

2 + 𝑥 − 10

2

= 𝑓 𝑥

A expressão da soma dos quadrados está escrita agora, apenas em função da variável x, logo, é uma f(x) Função do 2º grau com 𝑎 > 0 , logo, representada por uma parábola côncava para cima que tem seu valor mínimo no vértice Como 𝑦 = 𝑥 − 10 Resposta: Par 𝟓 , −𝟓 ⇒ 𝑦𝑀𝐼𝑁 = 5 − 10 = −5 𝑓

𝑥 = 𝑥 2 + 𝑥 2 − 20𝑥 + 100 𝑓 𝑥 = 2𝑥 2 − 20𝑥 + 100 − −20 =5 2×2 𝑥𝑉

= 𝑥𝑀𝐼𝑁 =

7) Uma parede de tijolos será usada como um dos lados de um muro retangular. Para os outros lados iremos usar 400 m de tela de arame, de modo a produzir uma área máxima. Quais as medidas dos lados menor e maior? 𝑥 2𝑥 + 𝑦 = 400 𝑦 𝑜𝑢 𝑦 = 400 − 2𝑥 ⇒ 𝐴 𝑥 = 𝑥. 400 − 2𝑥 𝐴 𝑥 = 400𝑥 − 2𝑥 2 = −2𝑥 2 + 400𝑥 𝑥 𝑥𝑉 = 𝑥𝑀𝐴𝑋 = Função do 2º Grau CVB, ou seja, admite valor MÁXIMO no vértice −400 = 100 2 × −2 Como 𝑦 = 400 − 2𝑥 ⇒ 𝑦𝑀𝐴𝑋 = 400 − 2 × 100 = 200

Área: 𝑥. 𝑦

Resposta: Lado menor = 100 m e lado maior = 200 m

8) Uma bola ao ser chutada num tiro de meta por um goleiro, numa partida de futebol, teve sua trajetória descrita pela equação h(t) = – 2t² + 8t (t  0), onde t é o tempo medido em segundos e h(t) é a altura em metros da bola no instante t. Determine, após o chute: a) o instante em que a bola retornará ao solo b) a altura máxima atingida pela bola

Para termos uma boa visão geral da situação, vamos fazer o gráfico (mesmo que isso não esteja sendo pedido na questão) Raízes: −2𝑡 2 + 8𝑡 = 0 𝑡. −2𝑡 + 8 = 0 𝒕 = 𝟎 ou −2𝑡 + 8 = 0 ∴ 𝒕 = 𝟒 −8 Abscissa do vértice: 𝑡𝑉 = =2 2 × −2 Ordenada do vértice: ℎ𝑉 = ℎ 𝑡𝑉 = −2 × 22 + 8 × 2 ℎ𝑉 = −8 + 16 = 8

8

0

2

4

• 𝑡

8

0

2

4

• 𝑡

a) o instante em que a bola retornará ao solo:
b) a altura máxima atingida pela bola: ℎ = 8𝑚 𝑡

= 4𝑠

9) De um cartão retangular de base 14cm e altura 12cm, deseja-se recortar um quadrado de lado x e um trapézio isósceles, conforme a figura, onde a parte hachurada será retirada.

Calcule o valor de x, em centímetros, para que a área total removida seja mínima.

14 − 𝑥 2

14 − 𝑥 2 𝑥 𝑥

12 𝑐𝑚 𝑨𝟏

= 𝒙𝟐 𝑥 𝑥 𝑥 𝟏𝟒

+ 𝒙 . 𝟏𝟐 − 𝒙 𝑨𝟐 = 𝟐
12 − 𝑥

14 𝑐𝑚 𝐴

𝑇 = 𝐴1 + 𝐴2

14 + 𝑥 . 12 − 𝑥 𝐴 𝑇 = 𝑥 + 2
2

2𝑥 2 + 168 − 14𝑥 + 12𝑥 − 𝑥 2 𝐴 𝑇 = 𝐴 𝑥 = 2 𝑥 2 − 2𝑥 + 168 𝐴 𝑥 = 2

ou

1 2 𝐴 𝑥 = 𝑥 − 𝑥 + 84 2 Função quadrática CVC que admite MÍNIMO no vértice 𝑥𝑀𝐼𝑁

− −1 = 𝑥𝑉 = =1 1 2× 2

Resposta: O lado do quadrado deverá medir 1 cm

1 1 1 1
1 𝑐𝑚

12 𝑐𝑚

11 𝑐𝑚

14 𝑐𝑚

10) Uma empresa trabalha com placas de publicidade retangulares, de lados iguais a (x + 3) e (2x – 4) metros. a) Determine os valores de x, para que a área da placa varie de 12m2 a 28m2. b) Determine as medidas dos lados da placa de 28m2. 𝐴 𝑥 = 𝑥 + 3 . 2𝑥 − 4 𝐴 𝑥 = 2𝑥 2 − 4𝑥 + 6𝑥 − 12 𝐴 𝑥 = 2𝑥 2 + 2𝑥 − 12 𝐴 𝑥 ≥ 12 𝑒 𝐴 𝑥 ≤ 28

a) 12 ≤ 𝐴 𝑥 ≤ 28

a) 1ª parte: 𝐴 𝑥 ≥ 12

2𝑥 2 + 2𝑥 − 12 ≥ 12
2𝑥 2 + 2𝑥 − 24 ≥ 0 𝑥 2 + 𝑥 − 12 ≥ 0 INEQUAÇÃO DO 2º GRAU! 𝐴

𝑥 = 2𝑥 2 + 2𝑥 − 12

Cálculo das raízes: 𝑥

2 + 𝑥 − 12 = 0

−𝑆 = +1 ∴ 𝑆 = −1 𝑃 = −12 𝒙𝟐

− 𝑺𝒙 + 𝑷 = 𝟎 𝑺 = 𝒔𝒐𝒎𝒂 𝒅𝒂𝒔 𝒓𝒂í𝒛𝒆𝒔 𝑷 = 𝒑𝒓𝒐𝒅𝒖𝒕𝒐 𝒅𝒂𝒔 𝒓𝒂í𝒛𝒆𝒔

Temos que encontrar dois números que, somados dêem –1 e multiplicados resultem em –12

Sem muito sacrifício, encontramos – 4 e 3 (Verifique!)

Sabemos que a expressão 𝑥 2 + 𝑥 − 12 seria representada, como gráfico de uma função, por uma parábola com a concavidade voltada para cima. Calculamos, de cabeça, que os zeros dessa função seriam – 4 e 3 e daí não é difícil visualizar o esboço desse gráfico. Para x = – 4 e para x = 3 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏𝟐 = 𝟎 Para x < – 4 ou para x > 3 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏𝟐 > 𝟎

Para – 4 < x < 3 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏𝟐 < 𝟎

−4

3 𝑥

Queremos que 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏𝟐 ≥ 𝟎 então devemos ter 𝒙 ≤ −𝟒 ou 𝒙 ≥ 𝟑

a) 2ª parte: 𝐴 𝑥 ≤ 28 𝐴 𝑥 = 2𝑥 2 + 2𝑥 − 12

2𝑥 2 + 2𝑥 − 12 ≤ 28 2𝑥 2 + 2𝑥 − 40 ≤ 0 𝑥 2 + 𝑥 − 20 ≤ 0

Cálculo das raízes: 𝑥

2 + 𝑥 − 20 = 0 −𝑆 = +1 ∴ 𝑆 = −1 𝑃 = −20

Temos que encontrar dois números que, novamente, somados dêem –1, mas agora, que multiplicados resultem em –20 Rapidamente encontramos – 5 e 4 (Fácil!)

−5

4 𝑥

Para x = – 5 e para x = 4 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐𝟎 = 𝟎

Para x < – 5 ou para x > 4 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐𝟎 > 𝟎
Para – 5 < x < 4 temos 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐𝟎 < 𝟎 Queremos que 𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐𝟎 ≤ 𝟎 então devemos ter −𝟓 ≤ 𝒙 ≤ 𝟒

“Juntando” agora 1ª e 2ª partes... 𝑥 ≤ −4 ou 𝑥 ≥ 3 e −5 ≤ 𝑥 ≤ 4

−5

−4

3

4

• 𝑥

A solução deste sistema de inequações seria −5 , −4 ∪ 3 , 4 . Como nessa questão há uma aplicação no cálculo de áreas, x não pode ser negativo e daí a resposta será: x poderá variar de 3 m a 4 m.

3 ≤ 𝑥 ≤ 4

b) 𝐴

𝑥 = 28

2𝑥 2 + 2𝑥 − 12 = 28
2𝑥 2 + 2𝑥 − 40 = 0 𝑥 2 + 𝑥 − 20 = 0 𝐴

𝑥 = 2𝑥 2 + 2𝑥 − 12

Essa equação nós já resolvemos e, lembrando que 𝑥 > 0 , temos apenas 𝑥 = 4

Sendo assim, as medidas dos lados para que a área seja igual a 28 m2 serão: 𝑥
+ 3 = 4 + 3 = 7𝑚 e 2𝑥 − 4 = 2 × 4 − 4 = 4𝑚

Fonte: http://professorwaltertadeu.mat.br/

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