P. 1
QUESTÕES RESOLVIDAS DE CÁLCULO I

QUESTÕES RESOLVIDAS DE CÁLCULO I

|Views: 5.429|Likes:
Publicado porCurso Raízes

More info:

Published by: Curso Raízes on Feb 28, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/25/2015

pdf

text

original

313

5.10 – EXERCÍCIO – pg. 215


1. Em cada um dos seguintes casos, verificar se o Teorema do Valor Médio se aplica.
Em caso afirmativo, achar um número c em b) (a, , tal que
.
-
) ( - ) (
(c)
a b
a f a f
f =
a) 3 b 2, ;
1
(x) = = = a
x
f
A função
x
x f
1
) ( = é contínua em ] 3 , 2 [ .
A função
x
x f
1
) ( = é derivável em ) 3 , 2 ( , pois o
x
x f x x f
x

− ∆ −
=
→ ∆
) ( ) (
lim
0
existe para todo x
no intervalo ). 3 , 2 (
Temos,
2
1
) (
x
x f

= ′
) (
) ( 1
1
.
1
1
1 1
1
) (
2
2
2
2
a b ab
a b
c
a b ab
b a
c
a b
ab
b a
c
a b
a b
c
c f

− −
=



=



=



=

= ′

6
3 . 2
1 1
2
2
=
=
=
=
=
c
c
ab c
ab c
ab c

Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul é paralela à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
314
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7 8
x
f (x)


b) . 3 , 1 ;
1
) ( = − = = b a
x
x f
Não se aplica o Teorema, pois a função não é contínua em ]. 3 , 1 [−

c) . 4 , 0 ; (x)
3
= = = b a x f
A função é derivável em ) 4 , 0 ( e contínua em ] 4 , 0 [ , pois f é do tipo polinomial.
∃ ⇒ c tal que:
3
3 4
3
4
0 4
0 4
3 3 ) (
3 3
2
3 3
2
= = ∴


= ⇒


= = ′ c c
a b
a b
c c f .
Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul, é paralel a à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
315
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


d) . 0 , 2 ; ) (
3
= − = = b a x x f
A função é derivável em ) 0 , 2 (− e é contínua em ] 0 , 2 [− , pois f é do tipo
polinomial. Assim,
.
3
3 2
3
2
3
4
4
2
8
3
) 2 ( 0
) 2 ( 0
3 ) (
2
2
3 3
2

=

= ∴ =
= =
− −
− −
= = ′
c c
c
c c f

Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul, é paralel a à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
316
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


e) /2. b 0, x; cos (x) π = = = a f
A função f é contínua em
(
¸
(

¸

2
, 0
π
e é derivável em .
2
, 0
|
¹
|

\
| π
Assim,
.
2
2
1 0
0
2
0 cos
2
cos
) (
π
π
π
π
sen arc c
c sen
c sen c f
=

= −


= − = ′

Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul, é paralel a à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
317
π/2
-1
1
x
f (x)


f) . 4 / 3 , 4 / ; ) ( π π = = = b a x tg x f
A função x tg x f = ) ( não é contínua em
(
¸
(

¸

4
3
,
4
π π
. Portanto, não se aplica o
teorema.

g) . 4 / b 0, x; tg (x) π = = = a f
A função x tg x f = ) ( é contínua em
(
¸
(

¸

4
, 0
π
e é derivável em
|
¹
|

\
|
4
, 0
π
. Assim,
.
2
sec
2
sec
4
sec
4
0 1
sec
0
4
0
4
sec ) (
2 2
2
π
π
π
π
π
π
arc c
c
c c
tg tg
c c f
=
=
= ⇒

=


= = ′

318
Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul, é paralel a à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
-π/4 π/4
-1
1
x
f (x)


h) . 0 , 1 ; 1 ) (
2
= − = − = b x x x f
A função ) (x f é contínua em ] 0 , 1 [− e derivável em ). 0 , 1 (− Assim,
( )
.
2
1
2
1
1 2 1
1
1
1
0 1
1
) 1 ( 0
1 1 0 1
1
) (
2 2 2 2
2 2
2
2
2 2
2

=
= ∴ = ⇒ = +
− =
− = −

=



− −
− − − −
=


= ′
c
c c c c
c c
c c
c
c
c
c
c f

319
Interpretação geométrica: A figura que segue mostra que a reta tangente no ponto c,
representada pela cor azul, é paralel a à reta secante que passa nos pontos (a, f(a)) e (b,f(b)),
representada na cor verde.
-1 1
1
x
f (x)


i) 1. b -1, ; x (x)
3
= = = a f
A função é contínua em ] 1 , 1 [− mas não é derivável em ). 1 , 1 (− Assim, não se aplica
o teorema.

j) 1 b -1, |; x | (x) = = = a f
A função é contínua em ] 1 , 1 [− , mas não é derivável em ) 1 , 1 (− , porque não é
derivável em . 0 = x
) 0 (
1
0
lim
0
) 0 ( ) (
lim
1
0
lim
0
) 0 ( ) (
lim
0 0
0
0
f
x
x
x
f x f
x
x
x
f x f
x x
x
x
′ ∃/ ⇒
¦
¦
)
¦
¦
`
¹
− =
− −
=


=

=


− −
+ +
→ →



Assim, não se aplica o Teorema.

320
2. A função 1 - x (x)
2/3
= f é tal que ( ) 0 (1) (-1) = = = f f x f . Por que ela não verifica o
Teorema de Rolle no intervalo[-1,1] ?
3 3 / 1
3 2 3 / 2
3
2
3
2
) (
1 1 ) (
x x x f
x x x f
= = ′
− = − =


A função f não é derivável no intervalo [-1,1] , pois não é derivável em 0.
∞ = = =

+ − −
+ + +
→ → →
3
0
3 2
0
3 2 3 2
0
1
lim lim
0
1 0 1
lim
x
x
x
x
x
x x x


3. Seja 9 8 ) (
2 4
+ + − = x x x f . Mostrar que f satisfaz as condições do Teorema de
Rolle no intervalo [-3,3] e determinar os valores de ) 3 , 3 (− ∈ c que satisfaçam . 0 ) ( = ′ c f
A função f é função polinomial, portanto é contínua e derivável em qualquer
intervalo.
Em particular é contínua em [-3,3] e derivável em ). 3 , 3 (−
) 3 ( 3
) 3 ( ) 3 (
) ( / ) 3 , 3 (
− −
− −
= ′ − ∈ ∃ ⇒
f f
c f c
0 ) 3 ( ) 3 (
0 9 72 81 ) 3 (
0 9 72 81 ) 3 (
= − −
)
`
¹
= + + − = −
= + + − =
f f
f
f

0 16 4 ou 0
0 16 4
16 4 ) ( '
2
3
3
= + − =
= + −
+ − =
c c
c c
x x x f

. 2 , 2 , 0 + − = ⇒ c
A figura que segue ilustra a situação apresentada.
321
-3 -2 -1 1 2 3
5
10
15
20
25
x
f (x)



4. Usando o teorema do valor médio provar que:
a) R; , |, - | | sen - sen | ∈ ∀ ≤ α θ α θ α θ
Seja x sen x f = ) ( . f é contínua e derivável em R .
Considerando-se f contínua em [ ] α θ, e derivável em ) , ( ) , ( α θ α θ ∈ ∃ ⇒ c /
θ α
θ α


= ′
) ( ) (
) (
f f
c f .
α θ α θ
α θ α θ
α θ
α θ
θ α
θ α
θ α
θ α
− ≤ − ⇒ ≤
− = −


=


=


=
sen sen c
c sen sen
sen sen
c
sen sen
c
sen sen
c
1 cos
cos
cos
cos
cos

para
322
α θ
α θ
<
∈R ,

Analogamente, mostra-se para α θ > . Se α θ = é trivial.

b) 0. , sen ≥ ≤ θ θ θ
Seja x x sen x f − = ) ( . f é continua em 0 ], , 0 [ > θ θ .
f é derivável em 0 ), , 0 ( > θ θ
) 1 (cos
) ( ) 0 ( ) 0 ( ) (
0
) 0 ( ) (
) (
) , 0 (
− = −
′ − = −


= ′
∈ ∃ ⇒
c sen
c f f f
f f
c f
c
θ θ θ
θ θ
θ
θ
θ

0 ) 1 (cos
0 1 cos 0 cos
< −
< − ⇒ =
c
c c
θ

θ θ θ θ < ⇒ < − ⇒ sen sen 0
0 ) 1 (cos
0 1 cos 1 cos 0
< −
< − ⇒ < <
c
c c
θ

θ θ θ θ < ⇒ < − ⇒ sen sen 0
0 ) 1 (cos
0 1 cos 0 cos 1
< −
< − ⇒ < < −
c
c c
θ

θ θ θ θ < ⇒ < − ⇒ sen sen 0
Para 0 = θ temos 0 = θ sen . Portanto a desigualdade é satisfeita.


5. Determinar os pontos críticos das seguintes funções, se existirem.
a) 4 3x y + =
0 3
3
≠ = ′
= ′
y
y

Portanto, não admite ponto crítico.
323

b) 8 3x - x y
2
+ =
2
3
3 2 0 3 2
3 2
= ∴ = ⇒ = −
− = ′
x x x
x y


c)
2
x - 2x 2 y + =
1 2 2 0 2 2
2 2
= ∴ = ⇒ = −
− = ′
x x x
x y


d) 4) 2)(x - (x y + =
1 2 2 0 2 2
2 2
− = ∴ − = ⇒ = +
+ = ′
x x x
x y


e)
3
x - 3 y =
0 0 3 0 3
3
2 2
2
= ∴ = ⇒ = −
− = ′
x x x
x y


f) 3 5x 2x x y
2 3
+ + + =
6
44 4
6
60 16 4
0 5 4 3
5 4 3
2
2
− ± −
=
− ± −
=
= + +
+ + = ′
x
x x
x x y

∃/ ⇒ no ponto crítico.

g)
3 4
4x x y + =
324
3
4
12
12 4
0 12 4
0 0
0 ) 12 4 (
0 12 4
12 4
1
2
2
2 3
2 3
− = − =
− =
= +
= ⇒ =
= +
= +
+ = ′
x
x
x
x x
x x
x x
x x y

Pontos críticos: . 3 , 0 −

h) sen x y =
L , 3 , 2 , 1 , 0 ,
2
0 cos
cos
± ± ± = + =
=
= ′
k k x
x
x y
π
π


i) x cos = y
Z k k x
x sen x sen
x sen y
∈ =
= ⇒ = −
− = ′
,
0 0
π


j) x cos - sen x = y
Z k k x
x sen x
x sen x
x sen x y
x sen x y
∈ + =
− =
= +
+ = ′
− − = ′
,
4
3
cos
0 cos
cos
) ( cos
π
π


k) x e y
x
− =
325
0
0 ln
0 ln
1 ln ln
1
0 1
1
=
=
=
=
=
= −
− = ′
x
e x
e
e
e
e
e y
x
x
x
x
x
x


l)
2/3 2
9) - (x = y
0 0 4 0
9 - x 3
4
9 - x 3
4
2 . 9) - (x
3
2
1
3 2
3 2
1/3 - 2
= ⇒ = ⇒ =
= ′
= ′
x x
x
x
y
x y

Além disso, nos pontos 3 e 3
3 2
− = x x não existe a derivada.
Pontos críticos: 3 e 3 , 0
3 2 1
− = = x x x

m)
4
x
2

=
x
y
4
4
0 4 0
) 4 (
4
) 4 (
4
) 4 (
2 4
) 4 (
2 . . ) 4 (
2
2
2
2 2
2
2 2
2
2 2
2 2
2 2
2
− =
= −
= − − ⇒ =

− −


− −
=

− −
= ′

− −
= ′
x
x
x
x
x
x
x
x
x x
y
x
x x x
y

Não existem pontos críticos.

n) | 3 - 2x | = y
326
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
< + −
≥ −
=
2
3
3 2
2
3
3 2
x se x
x se x
y
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
< −
>
= ′
2
3
2
2
3
2
x se
x se
y
Para
2
3
= x a derivada não existe
2
3
= ⇒ x é um ponto crítico.

o)
¹
´
¦

<
=
0 , x
0 x , x
(x)
2
x
f
¹
´
¦
<
<
= ′
0 , 2
0 , 1
) (
x x
x
x f
) (x f ′ não está definida para 0 = x 0 = ⇒ x é ponto crítico.

6. Determinar, algebricamente, os intervalos nos quais as funções seguintes são
crescentes ou decrescentes. Fazer um esboço do gráfico, comparando os resultados.
a) 1 - 2x ) ( = x f
0 2 (x) > = ′ f para todo x . A função é crescente ) , ( +∞ −∞
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
x
f (x)


327
b) 5x - 3 (x) = f
0 5 (x) < − = ′ f , para todo x. A função é decrescente ) , ( +∞ −∞ .
-2 -1 1 2
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
x
f (x)


c) 7 6x 3x (x)
2
+ + = f
1
6
6
6 6
0 6 6
6 6 ) (
− >
− >
− >
> +
+ = ′
x
x
x
x
x x f

1
0 6 6
− < ⇒
< +
x
x

Em ) ( ], , 1 [ x f +∞ − é crescente
Em ) ( ], 1 , [ x f − −∞ é decrescente.
-2 -1 1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


d) 2 4x - 2x x (x)
2 3
+ + = f
328
2
3
2
6
4
0 4 4 3
4 4 3 ) (
2
1
2
2
− =
= =
> − +
− + = ′
x
x
x x
x x x f

A função é crescente em
(
¸
(

¸

+∞ ∪ − −∞ ,
3
2
] 2 , [ .
A função é decrescente em
(
¸
(

¸


3
2
, 2 é decrescente.
-3 -2 -1 1 2 3
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
x
f (x)


e) 3) 2)(x - 1)(x - (x (x) + = f
3
7
0 7 3
7 - x 3 (x)
6 7x - x (x)
2
2
3
± =
= −
= ′
+ =
x
x
f
f

A função é crescente em
|
|
¹
|

¸

+∞ ∪
|
|
¹
|

\
|
− ∞ − ,
3
7
3
7
, .
329
A função é decrescente em
(
¸
(

¸


3
7
,
3
7
.
-3 -2 -1 1 2 3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
x
f (x)


f) sen x
2
x
(x) + = f
2
1
- x cos
0 x cos
2
1
x cos
2
1
(x)
>
> +
+ = ′ f

(
¸
(

¸

+ + =
)
`
¹
¹
´
¦
(
¸
(

¸

(
¸
(

¸
− −
π
π
π
π π π π π
n n 2
3
4
, 2
3
2
,
3
4
,
3
2
,
3
2
,
3
4
L L , neste intervalo
2
1
cos − < x
==> decrescente
(
¸
(

¸

+ + − =
)
`
¹
¹
´
¦
(
¸
(

¸

(
¸
(

¸

π
π
π
π π π π π
n n 2
3
2
, 2
3
2
,
3
8
,
3
4
,
3
2
,
3
2
L L , neste intervalo
2
1
cos − > x ==>
crescente
330
-2π -3π/2 -π -π/2 π/2 π 3π/2 2π
-2
-1
1
2
x
f (x)


g)
x
x f 2 ) ( =
0 2 ln 2 ) ( > = ′
x
x f . A função é crescente em ) , ( +∞ −∞ .
-6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4
1
2
x
f (x)


h)
x
e x f

= ) (
0 ) ( < − = ′
−x
e x f . A função é decrescente em ) , ( +∞ −∞ .
331
-2 -1 1 2 3 4
1
2
x
f (x)


i)
x
xe x f

= ) (
x
x x
x x
x x
e
x
e e
x
e xe
e e x x f

=
+

=
+ − =
+ − = ′
− −
− −
1
1
) 1 ( . ) (

1
1
0 1
0
1
<
− > −
> −
>

x
x
x
e
x
x

A função é crescente em ] 1 , (−∞ e em ) , 1 [ +∞ é decrescente.
-2 -1 1 2 3 4
-2
-1
1
2
x
f (x)

332

j)
1 - x
x
(x)
2
= f
2
2
2
2 2
2
2
) 1 (
2
) 1 (
2 2
) 1 (
1 . 2 . ) 1 (
) (


=

− −
=

− −
= ′
x
x x
x
x x x
x
x x x
x f

0 ) 2 (
0 2 0
) 1 (
2
2
2
2
> −
> − ⇒ >


x x
x x
x
x x

A função é crescente em ] 0 , (−∞ e ) , 2 [ +∞ e é decrescente em ] 2 , 1 [ ] 1 , 0 [ ∪ .
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


k)
x
f
1
x (x) + =
0 ) 1 ( ) 1 ( 0 1 0
1
1 1
1 ) (
2
2
2
2
2
2
> + − ⇒ > − ⇒ >


=

+ = ′
x x x
x
x
x
x
x
x f

A função é decrescente em ] 1 , 0 [ ] 0 , 1 [ ∪ − e é crescente em ) , 1 [ ] 1 , ( +∞ ∪ − −∞ .
333
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-7
-6
-5
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


l) ] [0,2 , sen ) ( π ∈ = x x e x f
x

) (cos
cos ) (
x sen x e
e x sen x e x f
x
x x
+ =
+ = ′

A função é crescente em
(
¸
(

¸


(
¸
(

¸

π
π π
2 ,
4
7
4
3
, 0 e é decrescente em
(
¸
(

¸

4
7
,
4
3 π π
.
π/2 π 3π/2 2π 5π/2
-100
x
f (x)


7. Determinar os máximos e mínimos das seguintes funções, nos intervalos indicados.

a) 2,2] - [ , 3 - 1 ) ( x x f =
3 ) ( − = ′ x f
x ∀ < − 0 3 ==> a função é decrescente em [-2,2].
334
7 ) 2 ( 3 1 ) 2 ( = − − = − ⇒ f é máximo da função em ] 2 , 2 [− e 5 6 1 2 . 3 1 ) 2 ( − = − = − = f é
mínimo da função em ] 2 , 2 [− .

b) [-1,3] 4, - ) (
2
x x f =
x x f 2 ) ( = ′
0 0 2 = ⇒ = x x é ponto crítico.
¦
)
¦
`
¹
= − =
− =
− = − − = −
5 4 3 ) 3 (
4 ) 0 (
3 4 ) 1 ( ) 1 (
2
2
f
f
f
==>
[-1,3] em máximo é 5
[-1,3] em mínimo é 4 -


c) [0,3] , 3 3 - 4 ) (
2
x x x f + =
x x f 6 3 ) ( + − = ′
crítico ponto é
2
1
3 6
0 6 3
=
=
= + −
x
x
x


22 27 9 4 3 . 3 3 . 3 4 ) 3 (
4
13
4
3
2
3
4
2
1
3
2
1
3 4
2
1
4 ) 0 (
2
2
= + − = + − =
= + − = |
¹
|

\
|
+ |
¹
|

\
|
− = |
¹
|

\
|
=
f
f
f

==> 22 é máximo em ] 3 , 0 [ e 13/4 é mínimo em ] 3 , 0 [ .

d) ] 5 , 0 [ , ) (
2 3
x x x f − =
x x x f 2 3 ) (
2
− = ′
críticos pontos são
3
2
e 0
3 ) 2 3 (
0 62 3
2
= =
= −
= −
x x
x x
x

335
100 25 125 5 5 ) 5 (
27
4
27
12 8
9
4
27
8
3
2
3
2
3
2
0 ) 0 (
2 3
2 3
= − = − =

=

= − =
|
¹
|

\
|

|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|
=
f
f
f

[0,5] em
função da máximo é 100
função. da mínimo é
27
4 -
¦
)
¦
`
¹


e) ] 2 , 2 [ ,
1
) (
2

+
=
x
x
x f
críticos pontos são 1 e 1
0 1
) 1 (
1
) 1 (
2 1
) 1 (
) 2 ( 1 ) 1 (
) (
2
2 2
2
2 2
2 2
2 2
2
− = =
= −
+

=
+
− +
=
+
− +
= ′
x x
x
x
x
x
x x
x
x x x
x f

( )
( )
( )
5
2
4 1
2
2
2
1
1 1
1
1
2
1
1 1
1
1
5
2
4 1
2
) 2 (
=
+
=
=
+
=

=
+

= −

=
+

= −
f
f
f
f

[-2,2] em
função da mínimo é
2
1 -
função. da máximo é
2
1
¦
¦
)
¦
¦
`
¹


f) ] 4 , 1 [ |, 2 | ) ( − = x x f
¹
´
¦
< −
≥ −
=
2 , 2
2 , 2
) (
x x
x x
x f
336
¹
´
¦
< −
>
= ′
2 , 1
2 , 1
) (
x
x
x f
) 2 ( ' f não existe ⇒ 2 é ponto crítico
( )
( ) 2 2 4 4
0 2 2 2
1 2 1 ) 1 (
= − =
= − =
= − =
f
f
f

2 é máximo e 0 é mínimo da função em ] 4 , 1 [ .

g) ] 2 , 2 [ , cosh ) ( − = x x f
x h sen x f = ′ ) (
crítico ponto é 0
0
=
=
x
x h sen

76219 , 3
2
) 2 ( cosh ) 2 (
76219 , 3
2
) 2 ( cosh ) 2 (
1
2
1 1
0 cosh ) 0 (
2 2
2 2
=
+
= =
=
+
= − = −
=
+
= =


e e
f
e e
f
f

[-2,2] em
máximo é
2
mínimo é 1
2 2
¦
)
¦
`
¹
+

e e


h) ] 2 , 2 [ , ) ( − = x tgh x f
( )
2
2
4
sec ) (
x x
e e
x h x f

+
= = ′
( )
⇒ ∀ >
+

x
e e
x x
0
4
2
a função é sempre crescente.
337
máximo é tgh(2) ) 2 (
mínimo é ) 2 ( ) 2 (
2 2
2 2
2 2
2 2




+

= =
+

= − = −
e e
e e
f
e e
e e
tgh f


i)
] 2 , 0 [ , 3 cos ) ( π x x f =

x sen x f 3 3 ) ( − = ′
críticos pontos são 2 ,
3
5
,
3
4
,
3
3
,
3
2
,
3
0,
0 3 3
π
π π π π π
= − x sen

máximo é -1 )
3
5
f( )
3
3
f( )
3
f(
mínimo é 1 ) 2 f( )
3
4
f( )
3
2
f( 0) f(
= = =
= = = =
π π π
π
π π


j) ] 2 , 0 [ , cos ) (
2
π x x f =
x sen x x f cos 2 ) ( − = ′
críticos pontos são 2 ,
2
3
, ,
2
, 0
0 ou 0 cos
0 cos 2
π
π
π
π
=
= =
= −
x
x sen x
x sen x

1 ) 2 (
0
2
3
cos
2
3
1 cos ) (
0
2
cos
2
1 0 cos ) 0 (
2
2
2
2
=
= =
|
¹
|

\
|
= =
= =
|
¹
|

\
|
= =
π
π π
π π
π π
f
f
f
f
f

1 é máximo e 0 é mínimo

k)
(
¸
(

¸

− =
2
, 0 , 1 ) (
3
π
x sen x f
338
x x sen x f cos . 3 ) (
2
= ′
críticos pontos são
2
e 0
0 cos ou 0
0 cos . 3
2
π
= =
= =
=
x x
x x sen
x x sen

máximo é 0 1 1
2 2
mínimo é 1 1 0 1 0 ) 0 (
3
3
= − = = |
¹
|

\
|
− = − = − =
π π
sen f
sen f


8. Encontrar os intervalos de crescimento, decrescimento, os máximos e os mínimos
relativos das seguintes funções.
a) 5 2 ) ( + = x x f
2 ) ( = ′ x f
⇒ > 0 2 a função é sempre crescente
∃/ máximo e mínimo relativo

b) 1 6 3 ) (
2
+ + = x x x f
6 6 ) ( + = ′ x x f
1
6
6 -
-6 6
0 6 6
− >
>
>
> +
x
x
x
x

e decrescent é ,-1] (- Em
crescente é função a ] , 1 [ Em

+∞ −

1 − = x é ponto crítico (de mínimo)
função da mínimo o é 2
1 6 3
1 ) 1 ( 6 ) 1 ( 3 ) 1 (
2
− =
+ − =
+ − + − = − f


339
c)
2 3
8 - 4 ) ( x x x g =
x x x g 16 2 1 ) (
2
− = ′
0 ) 16 12 (
0 16 2 1
2
> −
> −
x x
x x

A função é crescente em
|
¹
|

¸

+∞ ∪ −∞ ,
3
4
) 0 , ( e decrescente em
|
¹
|

¸

3
4
, 0 .
0 e
3
4
são pontos críticos
máximo 0 ) 0 ( → = f
mínimo
9
16
. 8
27
64
. 4
3
4
→ − =
|
¹
|

\
|
f

d)
5 6 -
2
1

3
1
) (
2 3
+ + = x x x x h

) 3 ( 2) - (
6 -
6 - 2
2
1
3
3
1
) (
2
2
+ =
+ =
+ = ′
x x
x x
x x x h

A função é decrescente em ] 2 , 3 [− e em ) , 2 [ ] 3 , ( +∞ ∪ − −∞ é crescente.
-3 é ponto de máximo
2 é ponto de mínimo
máximo é
2
37
6
30 108 27 54
5 18
2
9
) 27 (
3
1
5 ) 3 ( 6 ) 3 (
2
1
) 3 (
3
1
) 3 (
2 3
=
+ + + −
=
+ − + − =
+ − − − + − = − h

340
mínimo é
3
7
5 12 2
3
8
5 2 . 6 4
2
1
8
3
1
) 2 (

=
+ − + =
+ − + = h


e)
1 t
1 - t
) (
+
= t f , 1 − ≠ t
mínimo nem máximo crescente. sempre é função A . 0
) 1 (
2
) 1 (
1 1
) 1 (
1 ) 1 ( 1 ) 1 (
) (
2
2
2
∃/ >
+
=
+
+ − +
=
+
− − +
= ′
t
t
t t
t
t t
t f


f)
t
t t f
1
) ( + = , 0 ≠ t
2
2
2
1 1
1 ) (
t
t
t
t f

=

+ = ′
0 ) 1 ( ) 1 (
0 1
0
1
2
2
2
> + −
> −
>

t t
t
t
t

A função é decrescente em ] 1 , 0 ( ) 0 , 1 [ ∪ − , e é crescente em ) 1 [ ] 1 , ( ∞ + ∪ − −∞ .
-1 é ponto de máximo
1 é ponto de mínimo.
relativo mínimo é 2 1 1 ) 1 (
relativo máximo é 2 1 1
1
1
1 ) 1 (
= + =
− = − − =

+ − = −
f
f


g)
x
xe x g = ) (
341
x x
e e x x g + = ′ ) (
1
0 1
0 ) 1 (
− >
> +
> + = +
x
x
x e e e x
x x x

Em ) , 1 [ +∞ − a função é crescente e em ] 1 , ( − −∞ é decrescente
-1 é ponto de mínimo
e
e e g
1
) 1 ( ) 1 (
1 1
− = − = − = −
− −
é mínimo.

h)
x
x h
1
) ( =
) (x h é definida para 0 > x .
0 , 0
2
1
2
1
2
1
1
) (
2 / 1
> ∀ <

=

=

= ′

x
x x
x
x
x
x
x h

A função é decrescente em ( ) +∞ , 0 . ∃/ máximo ou mínimo.


i) | 6 - 2 | ) ( x x f =
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
> −
≤ −
=
3
1
2 6
3
1
6 2
) (
x se x
x se x
x f
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
>
< −
=
3
1
6
3
1
6
) ( '
x se
x se
x f
342
A função é crescente em
|
¹
|

¸

+∞ ,
3
1
e é decrescente em
(
¸
(

\
|
∞ −
3
1
, .
3
1
= x é ponto crítico
0
3
1
=
|
¹
|

\
|
f é mínimo da função.

j)
¹
´
¦
>
≤ +
=
-2 2, -
-2 4, x
) g(
2
x x
x
x
¹
´
¦
>
<
= ′
-2 , 2
-2 1,
) ( g
x x
x
x
0 ) 0 ( ' = g e ) 2 ( ' − g não existe. Portanto, -2 e 0 são pontos críticos.
A função é crescente em ) , 0 [ ] 2 , ( +∞ ∪ − −∞ e decrescente em ] 0 , 2 [− .
mínimo é -2 (0)
máximo é 2 ) 2 (
=
= −
f
f


k)
¹
´
¦
≤ +
> −
=
0 , 3 4
0 , 4 3
h(t)
t t
t t

¹
´
¦
<
> −
= ′
0 , 4
0 , 4
) (
t
t
t h
) 0 ( ' h não existe. Portanto, 0 = t é ponto crítico.
Em( ] 0 , ∞ − a função é crescente e em [ ) +∞ , 0 é decrescente.
0 = t é ponto de máximo
3 ) 0 ( = h é máximo da função.

1)
¹
´
¦
− ≥
< +
=
1 , - 1
-1 , 1
) (
2
x x
x x
x f
¹
´
¦
− > −
− <
= ′
1 , 2
1 , 1
) (
x x
x
x f
343
Pontos críticos: 1 − = x e 0 = x .
A função é crescente em ( ] 0 , ∞ − e é decrescente em [ ) +∞ , 0 .
0 = x é ponto de máximo
1 − = x não é um extremo
1 0 1 ) 0 (
2
= − = f é máximo da função.

m)
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
− > − + −
− ≤ < − −
− ≤
=
1 , ) 2 ( 91
1 2 , ) 1 ( 5
2 , 3) - ( - 10
) (
2
2
x x
x x
x x
x g
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
− > − + −
− < < −
− < + − = − −
= ′
1 , ) 2 ( 91
1 2 , 5
2 , 6 2 ) 3 ( 2
) (
2
x x
x
x x x
x g
3
0 3
0 ) 3 ( 2
0 ) 3 ( 2
<
< −
< −
> − −
x
x
x
x
0
) 2 ( 91
2
2
>
− + −

x
x

2
0 2
<
< −
x
x

Em ( ] 2 ,+ ∞ − a função é crescente e em [ ) +∞ , 2 é decrescente.
2 = x é ponto de máximo.
91 ) 2 2 ( 91 ) 2 (
2
− = − + − = g é máximo.


9. Encontrar os pontos de máximo e mínimo relativos das seguintes funções, se
existirem. Fazer um esboço do gráfico e comparar os resultados.
a) 3 6 - 7 ) (
2
+ = x x x f
344
crítico ponto é
7
3
14
6
6 14
0 6 14
6 14 ) (
=
=
=
= −
− = ′
x
x
x
x
x x f

relativo mínimo de ponto é
7
3
0 14
7
3
14 ) (
= ⇒ > =
|
¹
|

\
|
′ ′
= ′ ′
x f
x f

-1 1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f (x)


b)
2
- 4 ) g( x x x =
2
2 4
0 2 4
2 4 ) (
=
=
= −
− = ′
x
x
x
x x g

2 ) ( − = ′ ′ x g
2 0 2 ) 2 ( = ⇒ < − = ′ ′ x g é ponto de máximo relativo.
345
-1 1 2 3 4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
x
g(x)


c) 9 7 - 3
3
1
) (
2 3
+ + = x x x x h
7 - 6 3
3
1
) (
2
x x x h + = ′
2
28 36 6
0 7 6
2
+ ± −
= ⇒ = − + x x x
críticos pontos são 7 e 1
2
8 6
2
64 6
2 1
− = =
± −
=
± −
=
x x
x

mínimo de ponto é 1 0 8 6 2 ) 1 (
6 2 ) (
⇒ > = + = ′ ′
+ = ′ ′
h
x x h

máximo de ponto é 7 0 8 6 14 6 ) 7 ( 2 ) 7 ( − ⇒ < − = + − = + − = − ′ ′ h .
-9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4
20
40
60
80
x
h(x)

346

d) 8 4 4
3
5
4
1
) (
2 3 4
+ − + − = x x x x x h
4 8 3
3
5
4
4
1
) (
2 3
− + − = ′ x x x x h
0 4 8 5
2 3
= − + − x x x
críticos pontos são 2 e 1 = = x x .
8 10 3 ) (
2
+ − = ′ ′ x x x h
⇒ > = + − = ′ ′ 0 1 8 10 3 ) 1 ( h 1 = x é ponto de mínimo
0
8 20 12
8 10 34 ) 2 (
=
+ − =
+ − = ′ ′ x h

Nada se pode afirmar usando o teste da derivada segunda.
Analisando a derivada primeira
2
) 2 )( 1 ( ) ( ' − − = x x x h ,
temos que 1 para 0 ) ( ' > ≥ x x h . Portanto, h é crescente em [ ) +∞ , 1 e 2 = x não é máximo nem
mínimo relativo.



-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
10
x
h(x)


347
e)
¦
¹
¦
´
¦

<
=
0 , 3
0 ,
) (
2
2
t t
t t
t f
¹
´
¦
>
<
=
0 , 6
0 , 2
) (
t t
t t
t f
Em ( ) 0 , ∞ − , 0 ) ( ' < t f e em ( ) +∞ , 0 , 0 ) ( ' > t f .
Pelo teste da derivada primeira, 0 = t é ponto de mínimo.
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
t
f(t)


f) x x x f 2 6 ) (
3 2
− =
2
4
2 4
2
3
2
6 ) (
3
3 1
3 1
− =
− =
− = ′


x
x
x x f

( )
crítico ponto é 8
8
1 1
8
1
2
1
2 4
0 2 4
1
3
3
3 1
3 1
3 1
= ∴ =
=
|
¹
|

\
|
=
=
= −




x
x
x
x
x
x

348
máximo de ponto é 8
12
1
16
1
.
3
4
8 .
3
4
) 8 (
3
4
3
1
4 ) (
3 4
3 4 3 4


=

=

= ′ ′

=

= ′ ′

− −
f
x x x f

) 0 ( ' f não existe. Portanto, 0 = x também é ponto crítico.
Para . 0 ) ( ' , 0 < < x f x
Para . 0 ) ( ' , 8 0 > < < x f x
Portanto, usando o teste da derivada primeira, segue que 0 = x é um ponto de mínimo.
-2 2 4 6 8 10 12 14 16 18
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f(x)


g)
5 7
) 2 ( 5 ) ( − + = x x f
5 2
) 2 (
5
7
) ( − = ′ x x f
349
crítico ponto é 2
0 2
0 ) 2 (
0 ) 2 (
5
7
5 2
5 2
=
= −
= −
= −
x
x
x
x

) (x f ′ é sempre ∃/ ⇒ > 0 máximos nem mínimos.
-1 1 2 3 4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f(x)


h)
3 4
) 3 2 ( 3 ) ( + + = x x f
3 1
3 1
) 3 2 (
3
8
2 . ) 3 2 (
3
4
) (
+ =
+ = ′
x
x x f

crítico ponto é
2
3
3 2 0 3 2
0 ) 3 2 (
0 ) 3 2 (
3
8
3 1
3 1
− =
− = ⇒ = +
= +
= +
x
x x
x
x

Vamos usar o teste da derivada primeira.
0 ) 3 2 (
3
8
) (
3 1
> + = ′ x x f
350

2
3
3 2
0 3 2
0 3 2
0 ) 3 2 (
3
3 1
− >
− >
> +
> +
> +
x
x
x
x
x

) (x f é decrescente para em
|
¹
|

\
|
− ∞ −
2
3
, e é crescente em
|
¹
|

\
|
+∞ ,
2
3
. Logo,
2
3
− = x é ponto de mínimo
-3 -2 -1 1 2
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
x
f(x)


i)
4
4
) (
2
+
=
x
x
x g
2 2
2
2 2
2 2
2 2
2
) 4 (
16 4
) 4 (
8 16 4
) 4 (
2 . 4 4 ) 4 (
) (
+
+ −
=
+
− +
=
+
− +
= ′
x
x
x
x x
x
x x x
x g

351
críticos pontos são 2
4
16 4
0 16 4
0
) 4 (
16 4
2
2
2
2 2
2
± =
=
=
= + −
=
+
+ −
x
x
x
x
x
x

3 2
3
4 2
2 2 2 2
) 4 (
96 8
) 4 (
2 . ) 4 ( 2 . ) 16 4 ( ) 8 ( ) 4 (
) (
+

=
+
+ + − − − +
= ′ ′
x
x x
x
x x x x x
x g

2 0
512
128
512
192 64
) 2 ( ⇒ <

=

= ′ ′ g é ponto de máximo
2 0
512
192 64
) 2 ( − ⇒ >
+ −
= − ′ ′ g é ponto de mínimo.
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-2
-1
1
2
x
g(x)


j)
2 2
1
) (
2
+ −
+
=
x x
x
x h
2 2
2
2 2
2 2
2 2
2
) 2 2 (
4 2
) 2 2 (
2 2 2 2 2 2
) 2 2 (
) 2 2 ( ) 1 ( 1 . ) 2 2 (
) (
+ −
+ − −
=
+ −
+ − + − + −
=
+ −
− + − + −
= ′
x x
x x
x x
x x x x x
x x
x x x x
x h

352
críticos pontos são 5 1 e 5 1
0 4 2
0 4 2
0
) 2 2 (
4 2
2 1
2
2
2 2
2
− − = + − =
= − +
= + − −
=
+ −
+ − −
x x
x x
x x
x x
x x

( ) 5 1 , 5 1 0 4 2 0 ) ( '
2
+ − − − ∈ ⇔ > + − − ⇔ > x x x x h .
5 1+ − ⇒ é ponto de máximo e 5 1− − é ponto de mínimo.
-9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
1
2
x
h(x)


k)
3 2
) 1 ( ) 2 ( ) ( − + = x x x f
) 2 ( ) 1 ( 2 ) 1 ( ) 2 ( 3
) 2 ( 2 ) 1 ( ) 1 ( 3 ) 2 ( ) (
) 1 ( ) 2 ( ) (
3 2 2
3 2 2
3 2
+ − + − + =
+ − + − + = ′
− + =
x x x x
x x x x x f
x x x f

[ ]
críticos pontos são 2 ,
5
4
, 1
0 ) 2 (
5
4
) 1 (
0 ) 8 14 5 ( ) 1 (
0 ) 2 ( ) 1 ( 2 ) 2 ( 3 ) 1 (
0 ) 2 ( ) 1 ( 2 ) 1 ( ) 2 ( 3
2
2 2
2 2
3 2 2
− = − = =
= + |
¹
|

\
|
+ −
= + + −
= + − + + −
= + − + − +
x x x
x x x
x x x
x x x x
x x x x

Vamos usar o teste da derivada primeira.
353
5
4
ou 2
0 ) 8 14 5 (
0 ) 1 (
0 ) 8 14 5 ( ) 1 ( ) ( '
2
2
2 2
− > − <
> + +
≥ −
> + + − =
x x
x x
x
x x x x f
.
Portanto, 2 − = x é ponto de máximo e
5
4
− = x é ponto de mínimo. 1 = x não é ponto de
máximo nem de mínimo.
-2 -1 1 2
-5
5
x
f(x)



l) . 16 ) (
2
x x x f − =
x x x x x f 2 . 16 ) 1 ( ) 16 (
2
1
) (
2 1 2
− + − − = ′


354
críticos pontos são
5
64
, 0
0 ) 64 5 (
0 64 5
0 4 64
0
16 2
) 16 ( 2 . 2
0 16 2
16 2
2 1
2
2 2
2
2
= =
= −
= −
= − + −
=

− + −
= − +


x x
x x
x
x x x
x
x x x
x x
x
x

|
¹
|

\
|

> −
>
5
64
, 0
0 5 64
0 ) ( '
2
x
x x
x f

Usando o teste da derivada primeira conclui-se que:
máximo de ponto é
5
64
mínimo de ponto é 0

5 10 15
100
200
x
f(x)



10. Mostrar que
x
x
y
a
log
= tem seu valor máximo em e x = (número neperiano) para
todos os números 1. a >
x
x
y
a
log
=
355
2
2
2
log
log log
1 . log log
1
x
x
e
x
x e
x
x e
x
x
y
a
a a
a a
=

=

= ′

e x
x
e
x
e
a
x
e
x
x
e
a
a
= ∴ =
= ⇒ =
=
1
0 log
0
log
0
2

máximo. de ponto é
1 a para 0
log 1 log 2 log
log 2 log
2 . log log .
3 3
3
4
2
2
e x
e
e
e
e
y
x
x
e
e
y
x
x
x
e
e
x
e
x
e
x
y
a a a
e x
a a
a a
= ⇒
> <

=
− −
= ′ ′
− −
= ′ ′


= ′ ′
=


11. Determinar os coeficientes a e b de forma que a função . ) (
2 3
b x a x x f + + = tenha
um extremo relativo no ponto 1). (-2,
ax x x f
b ax x x f
2 3 ) (
) (
2
2 3
+ = ′
+ + =

356
3
2
2 3
0 2 3
0
0 ) 2 3 (
0 2 3
2
1
2
a
x
a x
a x
x
a x x
ax x

=
− =
= +
=
= +
= +

Para quaisquer valor de a e b 0 = x é um ponto crítico.
3
2a
x

= é ponto crítico.
a x x f 2 6 ) ( ' ' + =
3 6
2
2 6
0 2 6
a a
x a x
a x

=

= ⇒ − =
= +

0 a para 0 2 2
3
2
6
3
2
' ' ≠ ≠ − = + |
¹
|

\
| −
= |
¹
|

\
| −
a a
a a
f .
Como o extremo deve estar no ponto (-2,1), segue que 3 2
3
2
= ⇒ − =

a
a
.
3 12 8 ) 2 ( 1 − = ⇒ + + − = − = b b f .

12. Encontrar, c b a , , e d tal que a função - 2 ) (
2 3
d cx bx ax x f + + = tenha pontos
críticos em 0 = x e 1 = x . Se 0 > a , qual deles é de máximo, qual é de mínimo?
c bx ax x f
d cx bx ax x f
− + = ′
+ − + =
2 6 ) (
2 ) (
2
2 3

1
0
0 2 6
2
1
2
=
=
= − +
x
x
c bx ax

Substituindo 0 = x , vem
0 0 = ⇒ = − c c
Substituindo 1 = x , vem
357
3
3
0 3
0 2 6 0 2 6
b
a
b a
b a
b a c b a

=
− =
= +
= + ⇒ = − +

b a f
b f
b ax x f
2 12 ) 1 (
2 ) 0 (
2 12 ) (
+ = ′ ′
= ′ ′
+ = ′ ′

Ainda podemos ter:
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
=
=
=
-3a b
real qualquer a
0 c
real qualquer d

a a a
a a f
a a b f
6 6 12
) 3 ( 2 12 ) 1 (
6 ) 3 ( 2 2 ) 0 ( : 0 a se Então
= − =
− + = ′ ′
− = − = = ′ ′ >

mínimo de ponto é e1 máximo de ponto é 0 0 ⇒ > a .

13. Demonstrar que a função R x c bx ax y ∈ + + = ,
2
, tem máximo se, e somente se,
0 < a ; e mínimo se, e somente se, . 0 > a
a
b
x
b ax b ax y
c bx ax y
2
2 0 2
2

=
− = ⇒ = + = ′
+ + =

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦

⇒ < ⇔ <

⇒ > ⇔ >
= ′ ′
= ′ ′

máximo de ponto é
2
0 0 2a
mínimo de ponto é
2
0 0 2
2
2
2
a
b
a
a
b
a a
a y
a y
a
b


14. Determinar os pontos de inflexão e reconhecer os intervalos onde as funções
seguintes têm concavidade voltada para cima ou para baixo.
a) x x x x f 6 5 ) (
2 3
− + − =
358
10 6 ) (
6 10 3 ) (
2
+ − = ′ ′
− + − = ′
x x f
x x x f

3
5
6
10
10 6
10 6
0 10 6
<
<
<
− > −
> + −
x
x
x
x
x

baixo para côncava é função a ,
3
5
Em
cima para côncava é função a
3
5
, Em
|
¹
|

\
|
+∞
|
¹
|

\
|
∞ −

Em inflexão de ponto um temos
3
5
= x .
|
|
¹
|

\
|
|
¹
|

\
|
3
5
,
3
5
f é um ponto de inflexão.

b) 9 10 12 10 3 ) (
2 3 4
+ + − − = x x x x x f
24 60 36 ) (
10 24 30 12 ) (
2
2 3
− − = ′ ′
+ − − = ′
x x x f
x x x x f

2 ou 3 / 1
0
3
1
) 2 (
0 2 5 3
0 24 60 36
2
2
> − <
>
|
¹
|

\
|
+ −
> − −
> − −
x x
x x
x x
x x



( ) cima para côncava 2,
3
1
,- -
baixo para côncava 2 ,
3
1
U
+∞
|
¹
|

\
|

|
¹
|

\
|


Em 2
3
1
2 1
= − = x x temos pontos de inflexão.
Os pontos ( ) ) 2 ( , 2 e
3
1
,
3
1
f f
|
|
¹
|

\
|
|
¹
|

\
|
− − são pontos de inflexão.

c)
4
1
) (
+
=
x
x f
359
3 4
2 2
) 4 (
2
) 4 (
) 4 ( 2
) (
) 4 (
1
) 4 (
1 . 1 0 ) 4 (
) (
+
=
+
+
= ′ ′
+

=
+
− +
= ′
x x
x
x f
x x
x
x f

0 ) ( > ′ ′ x f
4
0 4
0 ) 4 (
0
) 4 (
2
3
3
− >
> +
> +
>
+
x
x
x
x

A função é côncava para cima em ) , 4 ( +∞ − e côncava para baixo em ) 4 , ( − −∞ .
Como o ponto ) ( 4 f D ∉ − , a função não tem pontos de inflexão.

d)
x
xe x f
3
2 ) (

=
x x
x x x
x x x
x x
x x
e e x
e e e x
e e e x x f
e e x
e e x x f
3 3
3 3 3
3 3 3
3 3
3 3
12 18
6 6 18
) 3 ( . 2 ) 6 ( . ) 3 ( . 6 ) (
2 6
2 . ) 3 ( . . 2 ) (
− −
− − −
− − −
− −
− −
− =
− − =
− + − + − − = ′ ′
+ − =
+ − = ′

3
2
18
12
12 18
0 12 18
0 ) 12 18 (
0 12 18
3
3 3
> ∴ >
>
> −
> −
> −

− −
x x
x
x
x e
e e x
x
x x

Temos que:
inflexão. de ponto o é
3
2
,
3
2
e inflexão de ponto um temos
3
2
Em
baixo para côncava é
3
2
, Em
cima para côncava é ,
3
2
Em
|
|
¹
|

\
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|
∞ −
|
¹
|

\
|
+∞
f x
f
f

360
e)
x
e x x f
2
) ( =
( ) 2 4
2 . 4 .
2 2 . 2 . . ) (
2 . . ) (
2
2
2
2
+ + =
+ + =
+ + + = ′ ′
+ = ′
x x e
e e x e x
xe e x e e x x f
x e e x x f
x
x x x
x x x x
x x

( )
0 2 4
0 2 4
2
2
> + +
> + +
x x
x x e
x

( )
( ) ( )
inflexão. de pontos temos 2 2 Em
cima. para côncava é , 2 2 - 2 - ,-2 - Em
baixo. para côncava é 2 2 , 2 2 Em
± − =
+∞ + ∪ ∞
+ − − −
x
f
f


f) 1
2
2
1 4 ) (
2
− − + = x x x f
( )
( )
3
3
2 / 3
1
1 2 1
2 ) 1 (
2
1
. 2 ) (
2
1
2
2
2
2
1 2
4
) (
+
+ − −
=
− + |
¹
|

\
|
− = ′ ′

+
=

+
= ′

x
x
x x f
x
x
x
x
x f

0 ) ( < ′ ′ x f
( )
( ) ) ( todo para ocorre que o , 1 . 2 1
0 1 . 2 1
3
3
f D x x
x
∈ + < −
< + − −

Assim, a derivada de segunda ordem da função é sempre menor que zero. Não existe
ponto de inflexão e a função é côncava para baixo em todo o seu domínio.

g)
2
2
) 3 (
9
) (

+
=
t
t
t f
361
[ ]
3
3
2 2
4
2
4
2 2
) 3 (
18 6
) 3 (
18 2 6 2
) 3 (
) 9 ( 2 2 . ) 3 ( ) 3 (
) 3 (
) 3 ( 2 . ) 9 ( 2 . ) 3 (
) (

− −
=

− − −
=

+ − − −
=

− + − −
= ′
t
t
t
t t t
t
t t t t
t
t t t t
t f

4
6
2 3
) 3 (
72 12
) 3 (
) 3 ( 3 . ) 18 6 ( ) 6 ( ) 3 (
) (

+
=

− − − − − −
= ′ ′
t
t
t
t t t
t f

6
72 12
0 72 12
0
) 3 (
72 12
0 ) (
4
− >
− >
> +
>

+
> ′ ′
t
t
t
t
t
t f

Em inflexão. de ponto um temos 6 − = t
A função em:
baixo. para côncava é ) 6 , (
cima; para côncava é ) , 6 (
− −∞
+∞ −


h) [ ] π 2 , 0 , cos ) ( ∈ =

t t e t f
t

( )
0 ) (
2
) cos ( cos ) (
) cos ( cos ) ( ) (
> ′ ′
=
− − − + − = ′ ′
− − = − − = ′

− −
− − −
t f
t sen e
t t sen e sent t e t f
t t sen e e t t sen e t f
t
t t
t t t

[ ]
[ ] π π π π
π π
2 , em baixo para côncava é ) 2 , ( 0
, 0 em cima para côncava é ) , 0 ( 0
f t t sen
f t t sen
⇒ ∈ ⇒ <
⇒ ∈ ⇒ >

( ) inflexão de ponto é ,
π
π

−e .

362
i)
¹
´
¦

< −
=
1 ,
1 , 2
) (
2
x x
x x x
x f
¹
´
¦
>
< −
= ′
1 , 1
1 , 2 2
) (
x
x x
x f
¹
´
¦
>
< −
= ′ ′
1 , 0
1 , 2
) (
x
x
x f
( )
inflexão. de pontos
intervalo neste baixo para côncava é ; 1 , para 0 ) (
valores. temos não 0 ) (
∃/
∞ − ∈ < ′ ′
> ′ ′
f x x f
x f


j)
¦
¹
¦
´
¦
> −
≤ −
=
2 , 4
2 , 4
) (
2
2
x x
x x
x f
¹
´
¦
> −
<
= ′
2 , 2
2 , 2
) (
x x
x x
x f
¹
´
¦
> −
<
=
2 , 2
2 , 2
) ( "
x
x
x f
intervalo neste baixo para côncava é ) , 2 ( para 0 ) (
intervalo neste cima para côncava é ) 2 , ( para 0 ) (
f x x f
f x x f
⇒ +∞ ∈ < ′ ′
⇒ −∞ ∈ > ′ ′

( ) inflexão. de ponto um é 0 , 2

15. Seguindo as etapas apresentadas em 5.9.1. fazer um esboço do gráfico das seguintes
funções:
(a) 2 4
2
+ + = x x y
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
O domínio da função dada é o conjunto dos números reais.
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
363

4 , 3 5 , 0
2 2
2
8 4
2
8 16 4
0 2 4 0
2 0
2 1
2
− ≅ − ≅
± − =
± −
=
− ± −
=
= + + ⇒ =
= ⇒ =
x x
x
x x y
y x

Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
4 2 + = ′ x y
2 2 8 4
2 ) 2 .( 4 ) 2 ( 2
2
4
4 2
0 4 2
2
− = + − =
+ − − = ⇒ =
− =
− =
= +
y x
x
x
x

Em x=2 temos um ponto crítico.
Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
A função é crescente para 2 ≥ x e decrescente para 2 ≤ x .
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
Como 0 2 > = ′ ′ y , temos um ponto de mínimo relativo em 2 = x .
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
A função tem a concavidade para cima.
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
Não há assíntotas
Etapa 8: Esboçar o gráfico
364
-5 -4 -3 -2 -1 1 2
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
6
7
x
y


(b)
6
5
2
2
3
3
2 3
+ − +

= x
x x
y
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
O domínio da função é o conjunto dos números reais.
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Quando 0 = x temos que
6
5
= y .
Quando 0 = y temos 0
6
5
2
2
3
3
2 3
= + − +

x
x x
. Resolvendo esta equação obtemos
5/2 e 1.
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
2 3
2
2
2 . 3
3
3
2
2
− + − =
− +

= ′
x x
x x
y

1 2
0 2 3
2 1
2
= =
= − + −
x x
x x

Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
0 2 3
2
> − + − x x
é crescente em ] 2 , 1 [
é decrescente em ) , 2 [ ] 1 , ( +∞ ∪ −∞
365
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
3 2 + − = ′ ′ x y
Para 2 = x temos que 1 − = ′ ′ y , o que nos dá um ponto de máximo em 2 = x .
Para 1 = x temos que 1 = ′ ′ y , o que nos dá um ponto de mínimo em 1 = x .
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
2 / 3
3 2
0 3 2
<
− > −
> + −
x
x
x

A função é côncava para cima em .
2
3
,
|
¹
|

\
|
∞ − .
2 / 3
3 2
0 3 2
>
− < −
< + −
x
x
x

A função é côncava para baixo em
|
¹
|

\
|
+∞ ,
2
3
.
Em
2
3
= x temos um ponto de inflexão
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
Não temos assíntotas.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-2 -1 1 2 3 4
-3
-2
-1
1
2
3
4
5
x
y


366
(c)
2 3 4
2
3
5
4
1
x x x y − +

=
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
O domínio desta função é o conjunto dos números reais.
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Fazendo 0 = x obtemos 0 = y . Fazendo 0 = y vamos ter a equação
0 2
3
5
4
1
2 3 4
= − +

x x x que ao ser resolvida obtém-se os valores: 0 e
3
7 2 10 ±
.
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
x x x y 4 5
2 3
− + − = ′
0 ) 4 5 (
0 4 5
0 4 5
2
2 3
2 3
= + −
= + −
= − + −
x x x
x x x
x x x

Assim,
1
4
0
3
2
1
=
=
=
x
x
x

são os pontos críticos.

Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
Temos:
Crescimento: ) 4 , 1 ( ) 0 , ( ∪ −∞ .
Decrescimento: ) , 4 ( ) 1 , 0 ( +∞ ∪ .

Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
4 10 3
2
− + − = ′ ′ x x y
4
0
− = ′ ′ y . Assim, em 0 = x temos um ponto de máximo.
12 4 40 48
4
− = − + − = ′ ′ y . Assim, em 4 = x temos um ponto de máximo.
367
3 4 10 3
1
= − + − = ′ ′ y . Assim, em 1 = x temos um ponto de mínimo.
58 , 0
12
7
12
24 20 3
2
3
5
4
1
) 1 (
6 , 10 32 6 , 106 64 ) 4 (
0 ) 0 (
− =

=
− + −
= − + − =
= − + − =
=
f
f
f


Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
46 , 0
6
52 10
8 , 2
6
52 10
4 10 3
2
1
2
=

=
=
+
=
− + − = ′ ′
x
x
x x y

) 8 . 2 , 46 . 0 ( 0 4 10 3
2
⇒ > − + − x x concavidade para cima.
) , 8 . 2 ( ) 46 . 0 , ( 0 4 10 3
2
∞ + ∪ −∞ ⇒ < − + − x x concavidade para baixo.
6 , 5 6 , 15 5 , 36 3 , 15 ) 8 , 2 (
22 , 0 32 , 0 10 , 0
4
0256 , 0
) 4 , 0 (
= − + − =
− = − + − =
f
f


Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
Não tem assíntotas.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-2 -1 1 2 3 4 5 6 7
-2
2
4
6
8
10
x
y


368
(d)
x
x y
2
+ =
x
x 2
2
+
=
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
} 0 { ) ( − = IR f D .
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Não corta os eixos.
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
2
2
2
2 2
1
x
x
x
y

=

+ = ′
2
2
0 2 0
2
2
2
2
2
± =
=
= − ∴ =

x
x
x
x
x

Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
( ] [ )
( ) e. decrescent é função a 2 , 2 Em
crescente. é função a , 2 2 , Em

+∞ ∪ − ∞ −

Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
3
4
"
x
y =
Temos em 2 = x um ponto de mínimo e em 2 − = x um ponto de máximo
( )
( ) 8 , 2 2 2
2
2
2 2
8 , 2 2 2 2 2
2
2
2 2
= + = + = +
− = − = − − = − − = −
f
f

Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
Côncava para cima em ) , 0 ( +∞ ;
Côncava para baixo em ) 0 , (−∞ .
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
369
∞ =
+
∞ =
+

∞ →
x
x
x
x
x
x
2
lim
2
lim
2
0
2

Temos que 0 = x é uma assíntota vertical.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7
-10
-8
-6
-4
-2
2
4
6
8
10
x
y


(e)
) 3 )( 2 (
1 3
− +
+
=
x x
x
y
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
}. 3 , 2 { ) ( − − = IR f D
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Fazendo
0 = y
temos que
3
1
− = x . Fazendo 0 = x temos
6
1
− = y .
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
2 2
2
) 3 ( ) 2 (
17 2 3
− +
+ +
− = ′
x x
x x
y
0 17 2 3
2
= + + x x , tem somente raízes complexas. Assim não temos pontos críticos.
Etapa 4: Determinar os pontos de crescimento e decrescimento.
A função é sempre decrescente.
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
370
Não se têm máximos nem mínimos.
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
3 3
2 3
) 3 ( ) 2 (
) 11 51 3 3 ( 2
− +
− + +
= ′ ′
x x
x x x
y
Analisando o sinal dessa derivada vamos obter:
Concavidade para cima: ) , 3 ( ) 21 , 0 ; 2 ( +∞ ∪ − .
Concavidade para baixo: ) 2 , ( ) 3 ; 21 , 0 ( − −∞ ∪ − .
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
∞ =
− +
+
∞ =
− +
+
=
− +
+
=
− +
+

− →
−∞ →
∞ →
) 3 ( ) 2 (
1 3
lim
) 3 ( ) 2 (
1 3
lim
0
) 3 ( ) 2 (
1 3
lim
0
) 3 ( ) 2 (
1 3
lim
3
2
x x
x
x x
x
x x
x
x x
x
x
x
x
x

Temos duas assíntotas verticais 2 − = x e 3 = x .
Temos uma assíntota horizontal em 0 = y .
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7
-10
-8
-6
-4
-2
2
4
6
8
10
x
y

(f)
2
4
+
=
x
y
371
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
) , 2 ( ) ( +∞ − = f D
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Não corta o eixo dos x. Corta o eixo dos y em 2 2 = y .
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.

2 / 3
) 2 (
2
+

= ′
x
y . Não temos pontos críticos.
Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
É sempre decrescente.
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
Não têm máximos nem mínimos.
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
0
) 2 (
3
"
2 / 5
>
+
=
x
y
Não tem pontos de inflexão. A concavidade é voltada para cima.
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
0
2
4
lim
2
4
lim
2
=
+
∞ =
+
+∞ →
− →
x
x
x
x

Temos que 2 − = x é uma assíntota vertical e 0 = y é uma assíntota horizontal.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
372
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7
2
4
6
8
10
x
y


(g)
2 / 3
x y =
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
) , 0 [ ) ( +∞ = f D .
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Encontra os eixos em ) 0 , 0 ( .
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
2 / 1
2
3
x y = ′
0
0
0
0
2
3
2 / 1
2 / 1
=
=
=
=
x
x
x
x

Em 0 = x temos um ponto crítico.
Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.
0
0
0
0
2
3
2 / 1
2 / 1
>
>
>
>
x
x
x
x

373
A função é sempre crescente.
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
Não têm máximos nem mínimos.
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
x
x y
4
3
2
1
.
2
3
2 / 1
= = ′ ′


A função é côncava para cima.
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
Não tem assíntotas.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-1 1 2 3 4 5 6 7
2
4
6
8
10
x
y


(h) ) 3 2 ln( + = x y
Etapa 1: Encontrar ) ( f D .
) , 2 / 3 ( ) ( +∞ − = f D .
Etapa 2: Calcular os pontos de intersecção com os eixos (Quando não requer muito cálculo).
Quando 0 = x temos que 3 ln = y . Para 0 = y temos 1 − = x .
Etapa 3: Encontrar os pontos críticos.
3 2
2
+
= ′
x
y
374
0
3 2
2
=
+ x
. Não temos pontos críticos.
Etapa 4: Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.

2
3
0 3 2
0
3 2
2
− >
> +
>
+
x
x
x

A função é sempre crescente.
Etapa 5: Encontrar os máximos e mínimos relativos.
Não tem máximos nem mínimos.
Etapa 6: Determinar a concavidade e os pontos de inflexão.
0
) 3 2 (
4
) 3 2 (
2 . 2
"
2 2
<
+

=
+

=
x x
y
A função é côncava para baixo.
Etapa 7 Encontrar as assíntotas horizontais e verticais se existirem.
−∞ = +
− →
) 3 2 ln( lim
2 / 3
x
x

Assim em 2 / 3 − = x temos uma assíntota vertical.
Etapa 8: Esboçar o gráfico
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7
-4
-2
2
4
x
y



375
16. Usando uma ferramenta gráfica, construir o gráfico das funções seguintes, analisando
suas propriedades e características como apresentado em 5.9.3
(a) ) 2 )( 3 ( + − = x x y
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4
-6
-4
-2
2
4
6
x
y


Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função Conjunto dos reais
3 Conjunto Imagem [-6,2;+∞)
4 Raízes reais 3 e -2
5 Pontos críticos e extremos
Vértice como ponto de mínimo:
(1/2; -6,2)
Intervalos de crescimento ) , 2 / 1 ( +∞
6
Intervalos de decrescimento ) 2 / 1 , (−∞
Concavidade côncava para cima
7
Pontos de inflexão Não tem
376
Assíntotas verticais Não tem
8
Assíntotas horizontais Não tem


(b) 3 12
2
9
2 3
+ − − = x x x y
-4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7
-50
-40
-30
-20
-10
10
x
y

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função Conjunto dos reais
3 Conjunto Imagem Conjunto dos reais
4 Raízes reais aproximadamente em 0,2; 6,3 e -2,1.
5 Pontos críticos e extremos
Ponto de máximo em 1 − = x .
Ponto de mínimo em 4 = x .
377
Intervalos de crescimento ) , 4 ( ) 1 , ( +∞ − −∞ e
6
Intervalos de decrescimento ) 4 , 1 (−
Concavidade
côncava para cima em ) ; 5 , 1 ( +∞ e côncava para
baixo em ) 5 , 1 ; (−∞ .
7
Ponto de inflexão Em 5 , 1 = x
Assíntotas verticais Não tem
8
Assíntotas horizontais Não tem

(c) 48 32
4
+ − = x x y
-1 1 2 3
2
4
6
8
x
y

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função Conjunto dos reais
3 Conjunto Imagem ) , 0 ( +∞
4 Raízes reais x=2
378
5 Pontos críticos e extremos Ponto de mínimo em 2 = x .
Intervalos de crescimento ) , 2 ( +∞
6
Intervalos de decrescimento ) 2 , (−∞
Concavidade côncava para cima em todo o seu domínio
7
Pontos de inflexão não tem
Assíntotas verticais Não tem
8
Assíntotas horizontais Não tem


(d)
2
2
+
=
x
x
y
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3
-4
-2
2
4
6
8
x
y



379
Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função } 2 {− − IR
3 Conjunto Imagem } 2 { − IR
4 Raízes reais 0 = x
5 Pontos críticos e extremos não tem
Intervalos de crescimento em todo o seu domínio
6
Intervalos de decrescimento não tem
Concavidade
côncava para cima em ) 2 , ( − −∞ e côncava para
baixo em ) , 2 ( +∞ − .
7
Pontos de inflexão não tem ponto de inflexão no seu domínio
Assíntotas verticais 2 − = x
8
Assíntotas horizontais 2 = y


(e)
3 2
2
2
− −
=
x x
y
380
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-6
-4
-2
2
4
6
x
y

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função } 3 , 1 {− − IR
3 Conjunto Imagem } 0 { − IR
4 Raízes reais não tem
5 Pontos críticos e extremos 1 = x é um ponto de máximo relativo
Intervalos de crescimento ) 1 , ( − −∞ e ) 1 , 1 (−
6
Intervalos de decrescimento ) 3 , 1 ( e ) , 3 ( +∞
Concavidade
côncava para cima em ) 1 , ( − −∞ e ) , 3 ( +∞ e
côncava para baixo em ) 3 , 1 (− .
7
Pontos de inflexão não tem ponto de inflexão no seu domínio
8 Assíntotas verticais 1 − = x e 3 = x
381
Assíntotas horizontais 0 = y

(f) x y cosh =
-3 -2 -1 1 2 3
-1
1
2
3
4
x
y


Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função IR
3 Conjunto Imagem ) , 1 [ +∞
4 Raízes reais não tem
5 Pontos críticos e extremos 0 = x é um ponto de mínimo
Intervalos de crescimento ) , 0 ( +∞
6
Intervalos de decrescimento ) 0 , (−∞
Concavidade côncava para cima em todo o seu domínio.
7
Pontos de inflexão não tem ponto de inflexão.
382
Assíntotas verticais não tem.
8
Assíntotas horizontais não tem.

(g)
2
x x
e y

=
-2 -1 1 2
1
x
y


Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função IR
3 Conjunto Imagem ( ) 28 , 1 ; 0 ) , 0 (
4 / 1
≅ e
4 Raízes reais não tem
5 Pontos críticos e extremos 2 / 1 = x é um ponto de máximo
Intervalos de crescimento ) 2 / 1 , (−∞
6
Intervalos de decrescimento ) , 2 / 1 ( +∞
383
Concavidade
côncava para baixo em ( ) 21 , 1 ; 21 , 0
côncava para cima em ( ) ( ) +∞ ∪ ∞ − ; 21 , 1 21 , 0 ;
7
Pontos de inflexão Em -0,21 e 1,21
Assíntotas verticais não tem.
8
Assíntotas horizontais 0 = y .


(h) senx x x f
2
) ( =
-15 -10 -5 5 10 15
-150
-100
-50
50
100
150
x
f(x)


384
-π -π/2 π/2 π
-4
-3
-2
-1
1
2
3
4
x
f(x)



Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico
As figuras acima mostram o gráfico da função.
Observar que no segundo gráfico apresentamos
um detalhamento no intervalo ] , [ π π − , para
fazer uma análise mais detalhada da função. É
importante sempre lembrar que graficamente
temos condições de analisar somente o que está
visualizado. Daí a importância do
conhecimento teórico obtido via uso de
teoremas.
2 Domínio da função IR
3 Conjunto Imagem IR
385
4 Raízes reais
Temos infinitas raízes. Especificamente no
intervalo ] , [ π π − temos: π π = = − = x e x x 0 , .
5 Pontos críticos e extremos
Temos infinitos. Especificamente observa-se
no intervalo ] , [ π π − um ponto de máximo
(denotado aqui por ) b x = entre 2 / π e π e um
ponto de mínimo (denotado aqui por ) a x =
entre π − e 2 / π − .
Intervalos de crescimento
Temos infinitos. Especificamente em ] , [ π π −
podemos visualizar. ) , ( b a .
6
Intervalos de decrescimento
Temos infinitos. Especificamente em ] , [ π π −
podemos ter ) , ( a π − e ) , ( π b .
Concavidade
Especificamente em ] , [ π π − temos: côncava
para baixo em ) , 0 ( π e côncava para cima em
) 0 , ( π − .
7
Pontos de inflexão
Temos infinitos pontos. Especificamente no
intervalo ] , [ π π − temos 0 = x .
Assíntotas verticais não tem.
8
Assíntotas horizontais não tem.

(i)
2
4 ) ( x x x f − =
386
-2 -1 1 2
-2
-1
1
2
x
f(x)

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função ] 2 , 2 [−
3 Conjunto Imagem ] 2 , 2 [−
4 Raízes reais 2 0 , 2 = = − = x e x x .
5 Pontos críticos e extremos
Observa-se um ponto de máximo (denotado
aqui por ) a x = entre 0 e 2 e um ponto de
mínimo (denotado aqui por ) b x = entre -2 e 0.
Intervalos de crescimento ) , ( b a
6
Intervalos de decrescimento ) , 2 ( a − e ) 2 , (b
Concavidade
côncava para baixo em ) 2 , 0 ( e côncava para
cima em ) 0 , 2 (− .
7
Pontos de inflexão 0 = x .
8 Assíntotas verticais não tem.
387
Assíntotas horizontais não tem.

(j) x x x f ln ) (
2
=
1 2
1
2
x
f(x)

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função ) , 0 ( +∞
3 Conjunto Imagem
] , [ +∞ −a . O valor de a não está bem
visualizado graficamente, mas pode ser
encontrado analiticamente.
4 Raízes reais 1 = x .
5 Pontos críticos e extremos
é possível visualizar um ponto de mínimo
(denotado aqui de b x = ) nas proximidades de
0,5. Observamos que este ponto pode ser
encontrado algebricamente.
388
Intervalos de crescimento ) , ( +∞ b
6
Intervalos de decrescimento ) , 0 ( b
Concavidade
É possível visualizar um intervalo em que a
concavidade é para cima, mas nas proximidades
do zero parece ter uma mudança de
concavidade que deve ser investigada
algebricamente.
7
Pontos de inflexão
Tem-se a necessidade de uma investigação
algébrica nas proximidades do zero.
Assíntotas verticais não tem.
8
Assíntotas horizontais não tem.

(k) ). 1 ln(
2
+ = x y
-2 -1 1 2
1
2
x
f(x)

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
389
2 Domínio da função Conjunto dos Números Reais.
3 Conjunto Imagem ) , 0 [ +∞
4 Raízes reais 0 = x .
5 Pontos críticos e extremos Ponto de mínimo em 0 = x .
Intervalos de crescimento ) , 0 ( +∞
6
Intervalos de decrescimento ) 0 , (−∞
Concavidade
É possível visualizar um intervalo em que a
concavidade é para cima em ) 1 , 1 (− e nos
demais pontos do domínio tem a concavidade
para baixo.
7
Pontos de inflexão
Tem-se a necessidade de uma investigação
algébrica nas proximidades do -1 e 1 para
confirmar a visualização da concavidade.
Assíntotas verticais não tem.
8
Assíntotas horizontais não tem.


(l)
1 2
1
) (

=
x
x f
390
1 2 3 4
1
2
3
4
x
f(x)

Etapa Procedimento Resultado da análise visual
1 Construção do gráfico Gráfico representado acima desta tabela
2 Domínio da função ) , 2 / 1 ( +∞
3 Conjunto Imagem ) , 0 ( +∞
4 Raízes reais não tem
5 Pontos críticos e extremos não tem
Intervalos de crescimento não tem
6
Intervalos de decrescimento ) , 2 / 1 ( +∞
Concavidade côncava para cima em seu domínio.
7
Pontos de inflexão não tem.
Assíntotas verticais 2 / 1 = x
8
Assíntotas horizontais 0 = y .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->