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Instalacoes hidraulicas sanitarias

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Instalações hidráulicas/sanitárias

Professor: Luiz Carlos Wicnewski UTFPR - DACOC

Instalações hidráulicas/sanitárias
A realidade das Instalações hidráulicas/sanitárias

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Começa na rede pública

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Vazão Altura manométrica Rendimento Potência

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As causas mais comuns, são: - problemas de vedação (vazamentos, perda de jato, refrigeração deficiente, etc.) - problemas relacionados a partes da bomba ou do motor: - perda de lubrificação - refrigeração - contaminação por óleo - ruído anormal, etc. - vazamentos na carcaça da bomba - níveis de ruído e vibração muito altos - problemas relacionados ao mecanismo motriz (turbina ou motor)

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Detalhe

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Sistema de reservação. Proceda da seguinte maneira :

Encher a caixa com água, para cada 1000 litros adicionar 4 litros de água sanitária.
Deixar a mistura agindo de quatro a seis horas. Depois esvaziar completamente e voltar a encher normalmente.

Instalações hidráulicas/sanitárias Vaso sanitário .

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42% de óxido de cálcio.Instalações hidráulicas/sanitárias CAUSAS As medidas químicas e físico-químicas de amostras do precipitado das tubulações indicaram a presença de 19. 39.19% de perda ao fogo a 1.68% de óxido de magnésio. e 33. 1.95% de alumínio. 1. .84% de ferro.97% de sílica.000 ºC. As de raios X reforçaram a indicação da predominância do mineral calcita no precipitado. 2.

Mas quanto tempo dura? Que materiais utilizar? Veja esta análise dos diversos tipos de materiais. .Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a durabilidade do encanamento de um edifício? Qual o melhor material para as tubulações hidráulicas? Quem mora em um antigo prédio de apartamentos sabe como são comuns os rateios extras para troca de tubulação. pois as tubulações têm uma vida útil que pode ser maior ou menor dependendo do tipo de material e das condições de utilização. Nada mais normal. com seus prós e contras.

Alguns fatores se destacam: Natureza do material dos tubos e conexões . PPT. sujeição a variações térmicas. . anel de borracha elástico. cuja estimativa é difícil de ser feita com precisão. água quente. águas pluviais e outros.água potável clorada. sujeição a movimentações e acomodações estruturais. fusão por adesivo solvente.PVC. Natureza química e temperatura do líquido transportado pela tubulação . instalação aparente com e sem incidência de radiação solar. Condições de exposição . sujeição a oscilações cíclicas de pressão interna.solda.embutido em alvenaria.Instalações hidráulicas/sanitárias A durabilidade das tubulações em uso nos edifícios depende de uma série de fatores. aço galvanizado ou ferro fundido. dentro de argamassa de contrapiso de laje. esgoto doméstico. Tipo de junta . cobre. fusão pelo calor. rosca com vedante.

Instalações hidráulicas/sanitárias Veja este detalhes. .

. presentes em pequenas concentrações. que concorrem para redução do tempo de vida útil. e também quando ocorrem cloretos. Este é o caso da elevada concentração de carbonatos e de bicarbonatos de cálcio e magnésio. A água potável disponibilizada pela rede urbana em certas localidades pode apresentar sais minerais dissolvidos que se mostram agressivos a certos materiais de tubulações.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubo de PVC marrom ou branco exposto à radiação ultravioleta e variações térmicas. oxigênio e cloro ativo livre. concorrendo para a redução da vida útil.

por exemplo. .Instalações hidráulicas/sanitárias Esses componentes se mostram agressivos. Dois tubos deste material. de uma mesma marca e mesmo lote de fabricação. com o passar do tempo. Por exemplo: Dado estatístico – Estudo realizado – Constatou-se que: 18 anos de vida útil na região da serra fluminense e apenas 8 anos em Curitiba e região metropolitana. para tubos de aço carbono galvanizado. poderão ter durabilidades diferentes ao conduzirem água com naturezas salinas diferenciadas.

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Entretanto, há tubulações de aço carbono galvanizadas cuja utilização em Curitiba já passa de 25 anos e ainda apresentam bom desempenho.

Este foi o caso do Condomínio Residencial Iguaçu, objeto de laudo técnico apresentado em estudos , cujas tubulações de água fria, originalmente de aço galvanizado, estiveram em uso satisfatório por quase 40 anos e só recentemente deram mostras de obsolescência, requerendo completa substituição.

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A particular explicação para este caso está na: Boa espessura e qualidade da camada protetora de zinco aplicada a quente (a chamada galvanização) nesses tubos; Na formação natural de uma camada externa protetora e isolante de óxido de zinco, de aparência esbranquiçada, que isolou as superfícies externas da tubulação do contato direto com a argamassa da alvenaria ou reboco, de natureza química agressiva.

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Verificação do Detalhe A camada esbranquiçada de óxido de zinco protege a superfície externa de tubulação de aço embutida em argamassa

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Um fator que acelera acentuadamente a degradação de tubos de aço carbono galvanizado e conexões de ferro maleável galvanizado é o chamado “par galvânico” ou “pilha galvânica”. Quando estes materiais são colocados em contato direto com outro tubo metálico de natureza eletroquímica muito diversa em presença de água (como o cobre, por exemplo), surge uma fraca corrente elétrica de baixa voltagem na região de contato desses metais diferentes, como ocorre com uma pilha ou bateria elétrica. Esse processo origina reações químicas de degradação do metal menos nobre, causando corrosão prematura e acelerada na tubulação galvanizada.

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Ver detalhe O par galvânico, resultante do contato direto de tubulação de cobre com tubulação de aço galvanizado, causa corrosão prematura no aço e conseqüentes vazamentos

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Um recurso para evitar a corrosão galvânica em tubos metálicos é interpor uma camada isolante de material não condutor entre os metais diferentes. É o caso de uma tira de borracha flexível colocada no apoio de um tubo de cobre em suporte de aço carbono galvanizado.

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Verificar detalhe O isolamento com tira de borracha impede o contato direto de tubo de cobre com o suporte de aço galvanizado

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Devido à extrema variabilidade dos materiais e das condições de exposição, também é difícil avaliar o período econômico de vida útil das tubulações de uma edificação, ou seja, o tempo máximo recomendado para ficarem em uso no edifício. Isto porque, a partir de uma certa idade em operação, os incômodos com vazamentos e gastos com reparos pontuais de uma tubulação passam ser significativos, compensando serem substituídos por outra nova. Sob condições de exposição bastante favoráveis ao longo de toda a vida útil, estima-se os seguintes períodos econômicos para diferentes materiais de tubulações:

Instalações hidráulicas/sanitárias Para tubos de PVC . o polietileno reticulado (PEX) e o polipropileno random (PPR). Tubulações com materiais de tecnologia de produção mais recente. Mais de 80 anos para os tubos de cobre com conexões de cobre/bronze. por hora estimando-se para eles uma durabilidade semelhante à do PVC.cerca de 20 a 25 anos . Para tubos de aço galvanizado com conexões de ferro maleável cerca de 12 a 18 anos .(podendo chegar a 45 anos). . quando expostos a água não agressiva. ainda não alcançaram idade em uso suficiente para a avaliação econômica do tempo de vida útil.(porém atualmente apenas de 8 a 10 anos em certas localidades). como o CPVC (cloreto de polivinila clorado).

.Instalações hidráulicas/sanitárias Em edifícios antigos é possível trocar com vantagens todo o encanamento? Geralmente a substituição generalizada das tubulações de uma edificação é mais difícil nos trechos embutidos em alvenaria e dentro de canaletas e rebaixos de pisos em edifícios dotados de lajes rebaixadas. tecnologia construtiva peculiar em construções executadas até meados dos anos 70.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe – Caracterização dos embutimentos.

. cuja substituição é muito difícil de ser feita de forma satisfatória. o custo de aquisição e de execução é alto. cozinhas e lavanderias. cerâmicas de piso e ladrilhos hidráulicos.Instalações hidráulicas/sanitárias Assentamento de tubulações dentro de contrapiso de laje e embutida em alvenaria Isso porque essa substituição. na maioria dos casos. dada a escassez de peças idênticas nos chamados “museus de azulejos”. pois geralmente correm embutidos em paredes e pisos de banheiros. Além disso. implica em quebra de azulejos.

cujo acesso para substituição é facilitado e o reparo é rápido e de baixo custo. bastando remover a tampa para ter pleno acesso à tubulação. Outra situação favorável é aquela em que tubos verticais correm dentro de dutos apropriados. tecnicamente conhecidos como shafts.Instalações hidráulicas/sanitárias Há situações mais favoráveis. . em que boa parte das tubulações horizontais se aloja dentro de forros falsos de gesso.

Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulações verticais de edifício instaladas dentro de duto (shaft) apropriado com acesso removível. Não basta simplesmente trocar a tubulação obsoleta. a partir da elaboração de um parecer técnico específico ou de um laudo técnico completo . É fundamental o conhecimento das causas da degradação e principalmente saber se o novo material da tubulação substituta terá durabilidade adequada nas condições locais. danificada ou corroída por outra de material idêntico ou diferente. Isto somente um profissional credenciado e especializado poderá determinar. tido como mais durável.

Instalações hidráulicas/sanitárias Também é preciso respeitar as características técnicas da instalação e as peculiares a cada tipo de material de tubulação. como a pressão hidráulica máxima a que ficará submetida e a resistência hidráulica de cada material ao fluxo líquido. .

com desempenho equivalente. . Isto ocorre porque os tubos plásticos e tubos de cobre oferecem menor resistência ao escoamento do que os tubos de aço. é possível que muitos trechos possam ser executados com diâmetros menores que os da tubulação original. e com sensível economia.Instalações hidráulicas/sanitárias Por exemplo: Substituir uma tubulação antiga de aço galvanizado por outra nova de cobre.

Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe .Tubo semi-flexível de alumínio com revestimento interno e externo constituído por camada plástica .

em favor do edifício. segundo a legislação vigente. pois envolve cálculos técnicos especializados que só um profissional habilitado está capacitado a fazer. é necessária a elaboração de um projeto simplificado de reforma das instalações hidráulicas prediais. havendo garantia legal de sua responsabilidade civil perante o CREA. Portanto. através da emissão de uma ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. Isto porque outros fatores devem ser avaliados nessa ocasião. como a possibilidade de mudança do sistema de descarga de bacias sanitárias. a decisão da substituição de uma tubulação hidráulica obsoleta só deve ser tomada com a assessoria de um profissional especializado.Instalações hidráulicas/sanitárias Para isso. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Substituindo-se as antigas válvulas de descarga por bacias sanitárias com caixas de descarga embutidas ou acopladas. que ajudará a amortizar os custos com o passar do tempo. que demandam tubos com diâmetros muito menores que os existentes. destinados ao rateio interno das despesas mensais do condomínio com água. . de forma proporcional ao consumo efetivamente verificado em cada unidade condominial. Também nessa oportunidade deve ser avaliada a viabilidade técnica e econômica da instalação de medidores individuais de consumo de água potável para os apartamentos (os hidrômetros individuais). pode-se obter economia de execução das tubulações e ainda redução no consumo mensal de água na edificação de até 40%.

.)... . anel de borracha. . Outros fatores. 6. A escolha. 4.. embutido. 3. esgoto. .. Finalidade da tubulação..).). 2. deve levar em conta: 1. Temperatura do líquido escoado (água quente..Instalações hidráulicas/sanitárias Que tipo de material deve ser usado para a substituição da tubulação do edifício? O edifício não requer um mesmo tipo de material para todas as tubulações hidráulicas e sanitárias. solda. Natureza. Tipo de junta (rosca. . 7. Pressão. 5. além da expectativa de vida útil.Condições de exposição (tubo aparente.

têm desempenho bem conhecido. e os tubos de cobre com conexões soldadas de cobre e/ou rosqueadas de bronze/latão. São mais empregados em instalações prediais os tubos de aço carbono com conexões rosqueadas de ferro fundido maleável. portanto.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos historicamente foram os primeiros produzidos em escala industrial e. . Foram recentemente introduzidos no mercado tubos semi-flexíveis de alumínio com revestimento interno e externo constituído por uma camada plástica. ambos geralmente zincados por imersão a quente (galvanizados).

Confiabilidade em informação de desempenho sob uso prolongado. Elevada resistência ao calor. Elevada resistência aos efeitos de fadiga mecânica e térmica. Reduzida dilatação térmica característica. São incombustíveis em temperaturas geralmente alcançadas em incêndios em edifícios. Eliminam pouca fumaça e gases tóxicos quando sob combustão. Elevada resistência mecânica. Resistentes à exposição à radiação ultravioleta e à ação do tempo. Estabilidade dimensional.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálico apresentam as seguintes vantagens Elevada resistência à pressão interna. .

Elevada transmissão acústica (ruído). . Baixa flexibilidade e elasticidade.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos apresentam desvantagens ou inconvenientes: Elevada condutividade térmica. Maior peso comparativo. Menor facilidade de manuseio. Maior resistência hidráulica ao escoamento. Maior dificuldade de execução das juntas rosqueadas ou soldadas. Maior custo relativo de aquisição. Susceptibilidade à corrosão. Menor segurança na execução das juntas.

suspensões e precipitação.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos apresentam desvantagens ou inconvenientes: Maior facilidade para acumulação de depósitos por corrosão. Maior facilidade de transmissão dos efeitos de golpes de aríete. Possibilidade de contaminação da água por detritos de corrosão e chumbo presente nas soldas. .

que conduz água potável desde as bombas hidráulicas da cisterna até o reservatório elevado do edifício. . Também são empregadas em edifícios altos para levar água potável do reservatório elevado até as válvulas redutoras de pressão.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos são especialmente indicados para uso em funções onde ficarão submetidos a elevadas pressões. como é o caso das tubulações da rede de hidrantes de incêndio e da tubulação de recalque.

Já os tubos de PVC marrom apresentam acentuada queda na resistência à pressão e enorme dilatação térmica ao conduzirem água quente. . em conseqüência. sendo. Tubos e conexões galvanizados são muito suscetíveis à corrosão quando a temperatura da água em seu interior ultrapassa os 50°C.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulações de cobre são especialmente indicadas para a condução de água quente em razão de sua estabilidade química e dimensional. contraindicados nesses casos.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Também os tubos de cobre levam vantagem sobre os tubos de aço nas redes prediais de distribuição de gás combustível. e não sofrem ataques químicos de material constituinte das argamassas em presença de umidade. pois as juntas soldadas permitem elevada estanqueidade. evitando os perigosos vazamentos. Isto confere aos tubos de cobre elevadíssima vida útil. a despeito do seu custo ser quase o dobro do custo do aço e até quatro vezes mais que o custo de tubos plásticos. quando embutidos em contrapisos de lajes.

Queda da pressão de serviço de tubo de PVC marrom com o aumento da temperatura da água .Instalações hidráulicas/sanitárias Ver Gráfico .

a partir de derivados petroquímicos.PPR (polipropileno random). sobretudo.PVC (cloreto de polivinila). obtidos. . .PEX (polietileno reticulado ou com ligação cruzada).CPVC (ou cloreto de polivinila clorado). . .Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos compreendem uma grande variedade de componentes fabricados a partir de polímeros orgânicos sintéticos. Os materiais plásticos mais utilizados são: .

.Boa durabilidade quando abrigados da ação do tempo.Elevada resistência à corrosão ou oxidação. .Baixo peso comparativo. . .Facilidade de manuseio.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos apresentam as seguintes vantagens: .Baixa condutividade térmica e elétrica. .Rapidez e facilidade de execução das juntas (as juntas a quente requerem termofusor). .

Pouca acumulação de detritos.Instalações hidráulicas/sanitárias Baixa resistência ao escoamento. Boa flexibilidade e elasticidade. Maior segurança na execução das juntas (dispensam emprego de maçarico). Baixa transmissão acústica. Baixo custo relativo de aquisição. .

Eliminação de fumaça e gases tóxicos quando sob combustão. Elevada dilatação térmica unitária. Degradação devida à exposição prolongada à radiação ultravioleta. Baixa resistência aos efeitos de fadiga mecânica e térmica. Baixa resistência mecânica. .Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos também apresentam as seguintes desvantagens ou inconvenientes: Baixa resistência ao calor.

e instalações prediais de esgoto sanitário e de coleta de águas pluviais. . Já os tubos de CPVC e PPR são especialmente fabricados para a condução de água quente.Instalações hidráulicas/sanitárias Pouca informação do desempenho sob uso prolongado (não mais de 40 anos de uso no mercado nacional). Os tubos de PVC têm sido muito empregados em redes de distribuição predial de água potável.

com anos de experiência. Entretanto. até mesmo alguns profissionais do ramo.Instalações hidráulicas/sanitárias Dúvidas Mais Freqüentes no uso de Tubos de PVC Os tubos de PVC são usados há décadas na Construção Civil e fazem parte da vida de todos nós. têm algumas dúvidas sobre o produto e como usá-lo. .

para o esgoto.quando as tubulações das obras eram feitas todas em ferro. Na obra instalavam a morsa e preparavam seus cocinetes para fazer as roscas.. passar zarcão e estopa para vedar a rosca – ainda não havia aparecido o veda-rosca de teflon – e assim ia sendo montado aquele esqueleto de ferro por onde passaria água. ou em manilhas de barro e chumbo.. para a água fria. -. fazer a rosca com toda a paciência.Instalações hidráulicas/sanitárias Recordando !!!!!!! Lembro-me perfeitamente de quando era criança – há algumas décadas. . Depois era preciso cortar milimetricamente os tubos.

Tive a oportunidade de reformar algumas daquelas mesmas obras que vi sendo construídas quando adolescente.. e constatei que as instalações feitas em tubo de ferro estavam completamente deterioradas. aquelas “frágeis” instalações feitas com PVC estavam muito bem. alguns tubos pareciam que tinham acabado de ser instalados. Aqueles “caninhos” pareciam tão frágeis. quando comparados àquela fortaleza de ferro. . Em comparação. tão descartáveis. Quando retiradas das paredes estavam perfeitas. obrigado. Mas quando entrei profissionalmente para o ramo da Construção Civil pude ver que a realidade era bem o oposto. passava apenas um filetinho de água devido às inúmeras incrustações que se acumularam ao longo dos anos..Instalações hidráulicas/sanitárias Quando apareceram os primeiros tubos de PVC foi uma surpresa.

Aliás. feitas com manilhas de barro? Tragédia pura. para trocar a tubulação de esgoto e reparar as paredes que haviam rachado. foi justamente por isto que várias daquelas casas antigas estavam sendo reformadas. então. .. com o tempo as pequenas goteiras que sempre saiam das juntas foram solapando a terra ao redor causando pequenos buracos que foram se ampliando e com o tempo todo o sub-solo da construção cedeu.. levando as paredes junto..Instalações hidráulicas/sanitárias E as tubulações de esgoto..

alguns profissionais ainda têm certas dúvidas quanto ao uso não só do PVC como de alguns produtos usados na sua instalação. e já se conhece bastante o uso do PVC na construção. inclusive para água quente. mesmo com tanto tempo de convivência. .Instalações hidráulicas/sanitárias Hoje a realidade das tubulações de PVC na construção é totalmente diferente daqueles tempos iniciais. Entretanto. Atualmente há linhas específicas para cada finalidade.

utilizando-se de ferramentas cortantes (facas ou lâminas de barbear. . vidros e outros materiais? Não há produtos químicos específicos para essa prática. por exemplo) para a remoção. somente é possível sua remoção após a secagem do produto. O correto é proteger a região com fitas adesivas para se evitar que o excesso de material se espalhe em local indevido. Quando ocorrer excesso.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual produto remove o excesso de silicone em peças de louças.

Instalações hidráulicas/sanitárias Qual produto pode ser utilizado para remover o adesivo plástico de PVC quando impregnado em tecidos? Não há nenhum composto químico capaz de remover o adesivo sem danificar a fibras do tecido. o ideal ao manipular o adesivo plástico é usar roupas descartáveis e forrar carpetes. . Assim. cortinas e outros tecidos que estejam nas proximidades e que não possam ser estragados.

. a espera deve ser de 24 horas. Já aquelas executadas com Adesivo Extra Forte.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual o tempo de espera para a utilização da tubulação de PVC após a soldagem das juntas? Recomendamos que as tubulações cujas juntas são executadas com adesivo comum esperem 12 horas para serem submetidas à pressão hidrostática interna.

Requisitos. tipo DN . esgoto sanitário e ventilação .Tubos e conexões de PVC. ou seja. apenas pela ação da gravidade.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a pressão que os tubos de esgoto suportam? Os tubos de esgoto não podem ser submetidos à pressão hidrostática. esses tubos são indicados para escoamentos livres. Conforme a NBR 5688/1999: Sistemas prediais de água pluvial. sem pressão. .

75mpa.5 kgf/cm² ou 75 mca ou 0. . esses tubos suportam pressões de 7. 750 Kpa. com junta soldável – Requisitos.3.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a máxima pressão de serviço que os tubos de PVC soldável (marrom) para água fria suportam? Conforme especificações da NBR 5648/1999: Sistemas prediais água fria Tubos e conexões de PVC 6. a uma temperatura de 20°C.

sendo uma marca decorrente do processo de injeção e. . Em algumas conexões esta linha coincide com a linha de fechamento do molde. é a linha que caracteriza o ponto de união da massa de PVC injetado na cavidade do molde da peça durante seu processo de injeção. A visualização dessa linha é mais acentuada em conexões de cor marrom. que aparece na peça exatamente no lado oposto ao ponto de injeção. por isso. visível em todas as conexões existentes no mercado. semelhante a uma rachadura? Esta linha.Instalações hidráulicas/sanitárias Por que as conexões de PVC para água fria (marrom) apresentam linhas mais escuras em seu corpo. A existência dessa linha em nada diminui a resistência das conexões às pressões hidrostáticas internas.

os tubos e conexões podem ser expostos ao sol sem qualquer risco de perder sua resistência à pressão hidrostática interna. a ação dos raios ultravioletas do sol provocará descoloração (perda de pigmento) das peças. o ideal é evitar que os tubos de PVC fiquem expostos diretamente ao sol e às intempéries. Entretanto.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos de PVC podem ser instalados expostos ao sol? Sim. . Caso seja realmente necessário. Por isto. Essa ação provocará um "ressecamento" da superfície externa dos tubos e das conexões e os mesmos ficarão mais suscetíveis a rompimento por impactos externos. sua vida útil será muito menor. os tubos devem ser pintados com tinta adequada. o que vai aumentar sua resistência.

para isso. desde que se utilizem tintas à base de esmalte sintético bastando. a fim de evitarse o "ressecamento" de sua superfície externa pela ação de raios ultravioletas. .Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos de PVC podem ser pintados? Qual o tipo de pintura recomendada? Os tubos e conexões de PVC podem ser pintados. um leve lixamento na superfície de PVC antes da aplicação da tinta. Essa prática é recomendada sempre que os tubos e conexões estiverem expostos ao sol.

sendo uma referência comercial e que corresponde aproximadamente ao diâmetro interno dos tubos.Instalações hidráulicas/sanitárias O que é Diâmetro Externo (DE) e Diâmetro Nominal (DN) de tubos? Diâmetro Externo corresponde ao diâmetro externo médio dos tubos. medido em milímetros. . Diâmetro Nominal é um simples número que serve como medida de referência para classificação dos tubos. em milímetros.

5 kgf/cm² ou 75 mca ou 750 Kpa. a uma temperatura de 20° C. equivalente a 7.Instalações hidráulicas/sanitárias O que é Classe 15 em um tubo soldável para água fria (marrom)? É a classe de pressão hidrostática de serviço a que o tubo está limitado. .

dificilmente uma cola feita para um material serve em outro. . Ele até tem alguma aderência a outros materias plásticos. o adesivo de PVC deve ser utilizado exclusivamente para a soldagem de PVC. O desenvolvimento de colas é uma ciência complexa e que depende muito dos materiais a serem unidos.Instalações hidráulicas/sanitárias O adesivo de PVC pode ser utilizado para "colar" outros materiais? Não. mas rompem a ligação ao mínimo esforço.

Instalações hidráulicas/sanitárias Pressão disponível. O que é isto? . pressão estática e pressão dinâmica.

por incrível que pareça. Por que esse assunto sempre foi misterioso? Um dos assuntos menos entendido da Hidráulica. . pressão estática e pressão dinâmica. é a questão das pressões da água.Instalações hidráulicas/sanitárias Entendendo de vez a questão de pressão disponível.

Instalações hidráulicas/sanitárias Para entender a história é necessário que se entenda e aceite: A água em contato com a atmosfera tem pressão nula. Pressão é a altura de água num tubo e que sobe até um valor que corresponde a essa pressão. . (tem gente que reluta nessa idéia).

com a válvula no ponto D fechada.com a válvula no ponto D totalmente aberta. . Vejam-se os desenhos a seguir. Situação 3 .com a válvula no ponto D só um pouquinho aberta. A válvula é uma torneira. nossa velha conhecida. Recomenda-se imprimir os desenhos e acompanhar o texto com os desenhos na mão.Instalações hidráulicas/sanitárias Para isso vamos observar dois esquemas a seguir. Situação 2 . mostrando um sistema hidráulico em três situações: Situação 1 .

Instalações hidráulicas/sanitárias Verificar .

Como não existe vazão em D todo o sistema dentro do tanque e dos tubos tem velocidade nula. C e D é igual e vale a altura de água h1. .Instalações hidráulicas/sanitárias Notar que o sistema hidráulico em qualquer situação tem o nível de água constante em M. Na situação 2 onde existe a vazão Q3 diferente de zero então: Q1 = Q2 + Q3 Analisemos a situação 1. Chega ao sistema uma vazão Q1 e estando a válvula (D) fechada. É a hidráulica denominada de hidrostática. B . sai do sistema a vazão Q2 igual à Q1 pois a vazão Q3 (em D) = 0. Estamos na condição estática. A pressão hidráulica nos pontos E.

Instalações hidráulicas/sanitárias Notar que nos tubos nos pontos E. No ponto D não existe tubo para se saber a altura de água que ocorreria mas. se existisse. B e C a altura de água é a mesma. marcaria h1 e se adaptarmos um manômetro (medidor de pressão) marcaria implacável M Q2 h1 Q1 Tanque Tubo Tubo Linha de pressão E B K C D Q3 L .

.Instalações hidráulicas/sanitárias Para complicar o estudo inventaram uma tal de pressão estática e que no caso é h1. Vamos agora: abrir total ou parcialmente ou só um pouquinho a válvula em D. Sairá uma vazão em D igual à Q3 e que será diferente de zero. Se abrirmos totalmente a válvula sairá uma vazão Q3 que será a máxima possível. Por razões didáticas melhor é dizer que nos pontos ocorre uma pressão nas condições estáticas. para não criar na mente dos jovens um conceito de pressão estática diferente da pressão hidráulica. Até agora tudo fácil.

. A premissa é que a vazão Q1 é bem maior que Q3 e portanto sempre existe uma vazão de extravasamento Q2.Instalações hidráulicas/sanitárias Se fecharmos um pouco a válvula a vazão Q3 diminuirá um pouco e se fecharmos mais um pouco a válvula a vazão Q3 diminuirá mais ainda e se fecharmos tudo a vazão em Q3 virará zero.

A pressão em B é medida pela altura JB e é menor que a altura EA. Por que caiu a pressão em B ? É que a água ao escoar perde energia e a perda da energia pode ser medida pela altura JA. No ponto A a pressão da água é zero pois qualquer água em contato com a atmosfera a pressão é nula. . Por que diminuiu a pressão em C ? Perda de energia face ao escoamento ( condições dinâmicas ). Notar agora que instalamos um tubo transparente em B e esse tudo a água sobe até o ponto J mais baixo que o ponto A.Instalações hidráulicas/sanitárias Vejamos agora as pressões hidráulicas nos vários pontos do sistema que está numa situação dinâmica. No ponto E a pressão da água é medida pela altura de água e portanto vale h2. No ponto C a pressão pode ser medida pela altura de água num tubo transparente e vale XC e que é menor que JB .

A linha das pressões é a linha que mostra a pressão em cada ponto. Se abrirmos um pouco mais a válvula então diminui a perda de carga na válvula e aumenta a inclinação de AD. Qual a pressão em D? Nula. . As pressões nas condições dinâmicas são denominadas pressões dinâmicas. E qual seria a pressão num ponto no tubo a esquerda de D ? Basta ver a linha de pressões AD. Fica uma pergunta. Se mudarmos a condição da válvula em D.Instalações hidráulicas/sanitárias Se instalarmos um manômetro em K a pressão será menor que em B e maior que em C. A pressão seria muito pequena. abrindo mais ou menos como fica a linha pressões AD e que mostra como evolui as pressões de EaD? Resposta . Qualquer água em contato com a atmosfera tem pressão nula.passando pouca vazão ( pequeno Q3 ) a linha de pressões é pouco inclinada e existe uma enorme perda de carga na válvula pouco aberta.

Notar que estamos falando em pontos sem saída de água.Instalações hidráulicas/sanitárias Pressão disponível É fácil de entender. Na situação 2 (válvula aberta em D) as pressões em qualquer ponto entre E e B são maiores que num ponto entre C e D. Q = S. Sairá uma vazão em M que será função da posição de M (mais ou menos próximo do ponto E) e função da área do furo. área V = velocidade . Digamos que furamos um ponto entre E e B e chamemos esse ponto de M.V Onde: S = seção.

Logo a vazão de saída na minha torneira é maior que a vazão de saída no apartamento mais alto. Mas a vazão de saída da água em M é maior que a vazão de saída em Y pois a pressão que existia antes do furo em M era maior que a pressão em Y. Moro no segundo andar de um prédio de apartamentos e a velocidade de saída (e não a pressão de saída) na minha torneira do tanque é maior que a velocidade de saída da água da torneira semelhante do quinto andar pois a pressão da água quando as duas torneiras estão fechadas é maior no segundo que no quinto andar. pois água em contato com a pressão atmosférica tem pressão nula. . Por que ? Nos dois pontos a pressão da água de saída é nula. Como as seções são iguais e como a vazão em M é maior então a velocidade de saída em M é maior que a velocidade de saída em Y.Instalações hidráulicas/sanitárias Se fizermos um outro furo com a mesma seção num ponto Y entre B e C a vazão de saída será menor que a vazão do ponto M.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Logo para se saber a pressão disponível num ponto da instalação o certo é medir a pressão nesse ponto e que se transforma em velocidade quando se abre um orifício ( torneira ) no ponto.Instalar um manômetro que bloqueia a saída de água ( vazão nula ) mas mede a pressão. -Instalar um tubo e deixar a água subir. A altura de água no tubo é pressão no ponto e chamada de pressão disponível. Ou seja para saber a pressão disponível na minha torneira eu posso: . É um manômetro rudimentar. Será o mesmo valor indicado no manômetro.

Postos de gasolina lavam carros com alta velocidade de água e não com alta pressão pois água em contato com a atmosfera tem pressão nula. Existe mangueira de alta velocidade de saída. .Instalações hidráulicas/sanitárias Agora atenção. Já ouviram falar de mangueira de alta pressão? Não existe mangueira de alta pressão.

Instalações hidráulicas/sanitárias Conexão à rede pública de esgoto e o controle de roedores .

. . desde que tenha sido planejado durante a execução da tubulação. e a rede de esgoto pública é um local que pode fornecer estes três elementos. A entrada pelo telhado é mais difícil de evitar.Instalações hidráulicas/sanitárias As grandes cidades estão infestadas de ratos. mas há medidas que podem dificultar ao máximo.. Já pela rede de esgoto é possível usar um recurso simples e barato. Os ratos precisam de água. está muito enganado. A partir da tubulação de esgoto os ratos podem atingir facilmente os edifícios. Nas edificações os pontos mais comuns de entrada destes roedores são pelo telhado e pela rede de esgoto. Estes animais têm a capacidade de subir pela tubulação e atingir até mesmo andares elevados. entrando pelo ramal de cada prédio conectado à rede. um problema sério de saúde pública. abrigo e alimento para se proliferar. se você pensa que está à salvo deles por estar no quinto andar.

Finalidade impedir o refluxo de esgotos públicos. pois permite o fluxo apenas no sentido de dentro da edificação para fora da rede. Solução simples e barata é colocar uma válvula de retenção para esgoto no ponto onde a tubulação predial encontra a rede pública. bem como o acesso de roedores. Depois que alguns deles se instalam em uma habitação é difícil erradicá-los. mas não impede totalmente. . portanto é conveniente evitar este “acesso não permitido”.Instalações hidráulicas/sanitárias É claro que o fecho hidráulico que existe nos ralos e nas bacias sanitárias dificulta a entrada dos ratos.

a portinhola tenha sua função de vedação perfeita.Instalações hidráulicas/sanitárias Como instalar A válvula é dotada de anéis de vedação na tampa superior e na portinhola que devem estar posicionados de forma correta para um bom funcionamento. . porém requer muita atenção devendo ser feita observando criteriosamente o sentido do fluxo indicado no corpo da peça. de modo que em caso de refluxo. Sua instalação é simples.

é necessário fazer o prolongamento do porta-tampa para se obter o acabamento. Após a inserção do tubo até o final da bolsa é recomendável que se faça um recuo de 5mm de folga para permitir as dilatações do PVC. . retirando o porta-tampa e a tampa e encaixando o tubo prolongador.Instalações hidráulicas/sanitárias As bolsas horizontais de montagem da válvula possuem virolas para encaixe dos anéis de borracha como as demais conexões da linha de esgoto predial. A tampa da válvula de retenção de esgoto deve ter seu acabamento nivelado com a superfície do piso e.Basta acoplar os anéis às bolsas. chanfrar as pontas dos tubos que irão receber a válvula e introduzir os tubos nas bolsas. em alguns casos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

boa alternativa ao cobre nas tubulações de água quente .Instalações hidráulicas/sanitárias Tubos em PPR.

num processo que demanda muita habilidade para não comprometer a qualidade do serviço. o PPR já está substituindo tubulações em cobre nas obras.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulação de cobre é velha conhecida dos construtores pelo seu uso nas instalações prediais de água quente. Porém com dificuldades de mão de obra especializada. Apesar de ter sido lançado recentemente. O cobre em si é um excelente material. mas é caro e difícil de trabalhar pois precisa ser soldado com estanho. . e com algumas vantagens. Os tubos em PPR vieram para fazer frente ao cobre na mesma função.

com um excelente resultado no tempo de aplicação. roscas e colas. o que significa que tubos e conexões se fundem molecularmente a 260°C.Instalações hidráulicas/sanitárias A linha PPR é composta por tubos com comprimentos comerciais de quatro metros e conexões disponíveis nos diâmetros de 20. 40.passando a formar uma tubulação contínua para a segurança total do sistema dispensando o uso de solda. 32. 75 e 90 mm. 50. 25. Permite realizar de instalações hidráulicas das mais variadas formas. . A união entre as peças é feita pelo processo de termofusão. 63.

é uma resina de última geração e o que existe de mais moderno em condução de água quente. ou seja. o que dispensa a necessidade de isolamento térmico. picos de até 95ºC. A baixa condutividade térmica conserva a temperatura da água transportada por mais tempo. o PPR é atóxico e proporciona menor perda de carga. além de ser resistente a temperaturas muito acima das exigências das normas técnicas brasileiras.Tipo 3.Instalações hidráulicas/sanitárias O Polipropileno Copolímero Random . evitando a transmissão de calor para a parte externa do tubo. O PPR superou diversos testes nos mais avançados laboratórios e também as mais exigentes condições. . ou PPR.

também pode ser utilizada em larga escala para condução de fluidos em embarcações e em instalações industriais. reduz o tempo de execução da obra. Diante da excelente resistência à pressão. restaurantes e instalações que tenham alta exigência de desempenho e durabilidade. edifícios residenciais e comerciais. A linha PPR é recomendada para residências. O material feito em PPR é projetado para durar mais de 50 anos sem apresentar qualquer tipo de corrosão ou perfuração das tubulações.Instalações hidráulicas/sanitárias Com essas características. quando comparamos com uma instalação tradicional em cobre. hotéis. conforme as mais rigorosas normas (ISSO 15874). o PPR agiliza o processo de instalação e. conseqüentemente. . como hospitais e centros médicos. ataques físico-químicos e absorção de vibrações e movimentos.

É livre de incrustações. não oxida e tem boa resistência física 3. . Instalação fácil e rápida 7. pela reduzida transferência de calor para a parte externa do tubo Melhor Isolamento acústico que o cobre 4. por ter paredes internas muito lisas 2. Preço menor. podendo ser instalado com curvas longas e desvios 6. Mais flexível que o cobre. É atóxico.Instalações hidráulicas/sanitárias Outros benefícios do PPR: 1. centros médicos e na indústria naval 5. podendo ser utilizado em hospitais. Não requer isolamento térmico. Uma instalação completa para água quente em PPR custa aproximadamente 20% menos que a mesma instalação em cobre. Livre de corrosão.

Instalações hidráulicas/sanitárias 8. mas sim termofusão que forma uma tubulação contínua para a segurança total do sistema 9. Baixa atração para os ladrões. diferente do que acontece com o cobre 10. Garantia total das juntas entre tubos e conexões.Não é necessário fazer aterramento da tubulação para proteção contra raio . pois não há união entre tubos e conexões.

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Água quente nos banheiros: qual é a melhor opção de aquecedor, elétrico, gás ou solar? Central ou localizado?

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Ao projetar, construir ou reformar habitações o fornecimento de água quente nos banheiros costuma gerar polêmica. Qual é o melhor sistema, elétrico, gás, solar? É mais interessante colocar um aquecedor central ou usar vários aquecedores localizados junto a cada banheiro ou a cada ponto de consumo? Veja nossa análise e chegue à sua própria conclusão. Não existe resposta única à esta questão. A melhor resposta seria um enigmático “depende”. É preciso analisar vários fatores, ponderar entre os valores para finalmente decidir pelo mais conveniente mas, contudo, sem ter certeza absoluta de ter escolhido o melhor. Mas vamos analisar a questão, primeiro vendo quais são os sistemas disponíveis, e depois as vantagens e desvantagens de cada um.

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Tipos de aquecimento de água Os sistemas de aquecimento dividem-se em três tipos básicos: de aquecimento localizado, de passagem e de acumulação.

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Um chuveiro elétrico, destes comuns, pode ser considerado um sistema de aquecimento localizado. A água quente é fornecida diretamente na mesma unidade onde será aquecida. Um pequeno aquecedor que se coloca embaixo da pia de cozinha para alimentar a torneira também. Antigamente se utilizava também chuveiros à gás, cuja chama aquecia a água da mesma forma, mas hoje em dia este tipo de chuveiro só existe mesmo em algumas cidades do nordeste brasileiro onde a energia elétrica é muito cara ou inexistente.

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Os aquecedores de passagem são também chamados de aquecedores rápidos. Podem ser elétricos ou a gás. Os elétricos ficam localizados dentro dos banheiros ou cozinhas, e têm potência suficiente para alimentar chuveiro, torneira de pia e até a torneira da cozinha. O consumo de energia elétrica é alto, maior do que um chuveiro elétrico comum, e precisa de uma instalação elétrica dimensionada corretamente.

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Existem também os aquecedores de passagem à gás. Estes, antigamente, eram colocados dentro dos banheiros mas depois foram banidos para o lado de foram para evitar acidentes decorrentes de vazamentos de gás.

O funcionamento hidráulico é igual aos aquecedores centrais elétricos, ou seja, existe uma tubulação de água quente que distribui a água quente a partir do aquecedor até cada ponto de consumo.

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Detalhe – Aquecedor de passagem

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Os aquecedores de acumulação podem ser elétricos, a gás ou solares. Nestes, um tanque isolado termicamente mantém a água a uma determinada temperatura, de onde é direcionada aos pontos de consumo. Note que mesmo os aquecedores solares contêm um aquecedor elétrico para os dias nublados. Mas como se comporta cada um destes sistemas? Quais são suas vantagens e desvantagens? Para fazer uma análise mais precisa, vejamos como eles se comporta em relação à: - Construção do banheiro e instalação do sistema - Consumo de energia elétrica - Consumo de água - Manutenção

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe – Aquecedor Acumulação .

ficam bem mais caras do que uma instalação feita do zero.Instalações hidráulicas/sanitárias Construção do banheiro e instalação do sistema O melhor momento para começar a pensar na escolha do sistema de água quente para os banheiros é durante o projeto da obra. Adaptações feitas em reformas. . localização da caixa d'água e do evento aquecedor central (“boiler”). ou mesmo em uma obra nova onde se mudo o projeto inicial. a partir do projeto e. contratando-se um bom projetista para fazer os dimensionamentos necessários. seja em prédio velho. escolha das torneiras e misturadores. claro. Isto porque envolve confecção de encanamentos. sem falar do chuveiro e demais acessórios que entrarão em contato com a água.

evite usar material de segunda linha. Um bom projeto permite que se saiba onde se pode economizar sem comprometer o desempenho. conforto e durabilidade. . compre material de boa qualidade. enquanto que de nada adianta comprar material de marca renomada (e cara) sem um bom planejamento e projeto.mas é um grande engano pensar assim. Em obra. que atenda às normas técnicas e que você tenha esperança de conseguir peças de reposição daqui a alguns anos. o planejamento é a melhor economia que se pode fazer. Uma instalação com estes cuidados parece ficar mais cara do que uma feita “no olho”. projete tudo como tem que ser.Instalações hidráulicas/sanitárias Justamente por este longo prazo de utilização.

O mais econômico é o bom e velho chuveiro elétrico. . seguidos de perto pelo a gás com reservatório central.Instalações hidráulicas/sanitárias Feita esta introdução. vejamos: no quesito construção e instalação. os sistemas mais complexos e caros são o solar e o elétrico com reservatório central.

. no final das contas.Instalações hidráulicas/sanitárias Esqueça aquele encanador intrometido que dimensiona “na prática”. mas nada melhor do que um arquiteto competente trabalhando em conjunto com um projetista de hidráulica para chegar à melhor relação custo-benefício em uma instalação que. este tipo de profissional certamente tem seu lugar na obra. ficará funcionando no mínimo por mais uns 30 anos.

pois o termostato mantém a água em determinada temperatura. independentemente do consumo. cerca de 60ºC. quanto mais sol. desde que a obra fique em local ensolarado. vamos pensar no consumo de energia elétrica. para que à noite ou em dias nublados o prédio não fique sem a água quente. O aquecimento solar vai se pagar ao longo dos anos. menos consumo de eletricidade. Por mais bem construído que seja. Assim. o boiler perde calor para o meio ambiente. O mais perdulário dos sistemas de aquecimento de água é o central elétrico. tanto mais quanto mais frio for o local. .Instalações hidráulicas/sanitárias Consumo de energia elétrica Em contrapartida a estes gastos iniciais. Todo sistema de aquecimento solar tem um segundo sistema à eletricidade.

Este processo é o que mais gasta energia elétrica.Instalações hidráulicas/sanitárias À medida em que a água quente vai sendo usada. justamente por isto se tem a opção do aquecedor central com aquecimento à gás. o reservatório vai se enchendo de água fria. . que vai ser aquecida e mantida aquecida.

Uma opção intermediária seria o aquecimento a gás de passagem. . cuja chama esquenta a água dentro de uma serpentina. onde a água é aquecida apenas quando é necessária. a água começa a circular na tubulação e o aquecedor acende o gás. em um vão de telhado ou no topo de um armário. por exemplo.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta é uma boa opção pois a conta do gás fica bem mais em conta do que a de energia elétrica. dificultando a instalação. O inconveniente é que o aquecedor deve ficar fora do banheiro. como pode se feito com um aquecedor central elétrico. para evitar acidentes fatais devido a vazamento de gás. pois é preciso manter a chama piloto acesa. Ao ser aberto o chuveiro ou torneira. O inconveniente do aquecimento central à gás é que o local precisa ser arejado e ter acesso facilitado.

para o caso de pane ou manutenção no sistema à gás. em termos de consumo de energia elétrica o que gasta mais é o aquecimento central elétrico. . mas muitos projetistas costumam deixar.Instalações hidráulicas/sanitárias Assim. uma tomada pronta para chuveiro elétrico junto aos chuveiros. Os sistemas às gás não gastam energia elétrica. seguido pelo solar. por via das dúvidas.

Chega uma hora em que a água ficará realmente fria e o banho desconfortável.Instalações hidráulicas/sanitárias Consumo de água A princípio. Nestas condições. Já em um aquecimento central. elétrico. a água vai ficando cada vez mais fria. à medida em que a água quente do boiler vai sendo consumida. solar ou à gás. Por exemplo. . aumentando o consumo de água. o consumo de água independe do tipo de aquecimento. qualquer um destes sistemas de aquecimento tendem a fazer com que a pessoa se demore mais no banho. Está mais ligado a fatores humanos e às características do local de instalação. com a mesma quantidade de água e à mesma temperatura. um aquecedor de passagem à gás ou um chuveiro elétrico permitem que se tome banho por horas a fio.

fiquem mais elevados e. com maior pressão nos pontos de consumo. e poderia chegar a 100 litros ou até mais se houver boa pressão de água. Um chuveiro elétrico funciona bem mesmo com a caixa dágua logo acima do teto e. consequentemente. Com isto. . tanto de água fria quanto quente. a pequena pressão diminuiria o consumo horário de água. um banho de 15 minutos gastaria algo como 10 litros num chuveiro elétrico comum. neste caso. Já um aquecedor central.Instalações hidráulicas/sanitárias Outra coisa que influi no consumo de água é a pressão disponível nos pontos de consumo. elétrico ou solar. a gás. precisam que os reservatórios.

à gás ou elétrico. mas quando necessária fica mais cara do que a do chuveiro elétrico. pois tem manutenção barata e fácil de ser feita. . Os sistemas de aquecimento de água por passagem. qualquer pessoa com um mínimo de treino pode trocar uma resistência ou desentupir o crivo.também apresentam pouca manutenção.Instalações hidráulicas/sanitárias Manutenção Neste quesito o chuveiro elétrico comum bate todos os outros sistemas. acima de 5 anos. e precisa ser feita por técnico especializado. Sistemas de aquecimento central têm uma vida útil longa.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Depois disto pode ser necessária a troca de registros e válvulas. sem falar dos tambores de armazenamento que também podem precisar de reparo ou substituição. Quando sito ocorre. a despesa é alta e o serviço igualmente é feito por empresa especializada.

cuidadosamente projetada. as banheiras precisam de instalação especial. .pois precisa ser enchida rapidamente e ter um sistema que mantenha a temperatura da água.Instalações hidráulicas/sanitárias Banheiras Sonho de consumo de muitos.

a não ser que seja impossível disponibilizar espaço físico para os aquecedores. caso de apartamentos pequenos onde será preciso recorrer aos aquecedores elétricos. . por isto o mais econômico é usar aquecimento à gás. Aquecer toda esta água e mantê-la quente ao longo do tempo requer muita energia. as maiores comportam acima de 1. Uma banheira pequena já consome 100 litros de água.000 litros. para que o usuário tenha água quente suficiente e em pequeno espaço de tempo para encher a banheira. onde existe previsão de banheira é preciso pensar em um sistema de aquecimento central ou então em um aquecedor de passagem à gás.Instalações hidráulicas/sanitárias Por isto.

quando se fala em banheira. sistemas maiores de aquecimento de água e maior capacidade nas caixas d'agua. Assim. de forma a manter a temperatura dentro do padrão estabelecido pelo usuário. Alguns modelos dispõem de pequenos aquecedores elétricos de passagem por onde uma bomba faz recircular a água já contida na banheira. o arquiteto ou construtor deve logo se lembrar de que junto coma banheira virá tubulação de água quente.Instalações hidráulicas/sanitárias Depois de cheia a banheira. a temperatura da água pode ser mantida colocando-se mais água quente. tudo isto aumenta o custo de construção e manutenção do edifício .

Algumas dicas adicionais: Se deseja algo mais econômico. mas o consumo de energia elétrica ao longo do tempo pode compensar a instalação de um sistema a gás ou solar. fique com o bom e velho chuveiro elétrico. Esperamos que as ponderações que fizemos aqui o ajudem a escolher seu sistema de aquecimento de água residencial... Caso possa gastar um pouco mais logo de saída e tenha local disponível. O custo de instalação é baixo. fique com o aquecedor de passagem à gás. .Instalações hidráulicas/sanitárias Resumindo.

fique com os sistemas com reservatório central. ou então se tiver banheira. Caso esteja preocupado com a ecologia ou então com o consumo de energia elétrica a longo prazo fique com o aquecimento solar. de preferência à gás. mesmo sabendo que sua construção inicial é a mais cara entre todos os sistemas que vimos. .Instalações hidráulicas/sanitárias Se deseja gastar ainda um pouco mais durante a obra.

Instalações hidráulicas/sanitárias Esquema de funcionamento e dimensionamento da instalação de água fria em residências .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

. Os tubos de PVC mudaram totalmente esta situação. Para estas mostramos aqui o diagrama básico das instalações prediais de água fria em residências. para quem detesta cálculos. mas ainda tem muita gente com dúvidas. hoje qualquer pessoa com um pouco de treino pode fazer uma instalação aceitável.Instalações hidráulicas/sanitárias O uso do PVC para água e esgoto simplificou muito a confecção destas instalações. Quem teve a oportunidade de assistir a confecção de instalações hidráulicas com tubos de ferro sabe o quanto era difícil trabalhar com este material. inclusive com um método simplificado de dimensionamento.

. que corre pela calçada ou até mesmo pelo meio da rua. Quando se faz o pedido de ligação de água a concessionária faz uma sangria na tubulação que chega até um registro localizado junto ao alinhamento do lote. no poço onde se coleta a água. Este registro pertence à concessionária.Instalações hidráulicas/sanitárias A instalação de água fria começa na rede pública ou. Para efeito deste nosso estudo. que o usa para interromper o fornecimento caso o usuário não pague a conta. no caso de locais afastados. vamos supor que a residência está ligada à rede pública.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

possibilitando a leitura do consumo sem que o funcionário da concessionária precise adentrar o imóvel.e o registro geral da água fria.também pertencente à concessionária -.Instalações hidráulicas/sanitárias Do registro de entrada da concessionária parte uma ligação que chega até o hidrômetro. que faz parte de um conjunto chamado popularmente de “cavalete”. voltado para fora.50 m afastado da frente do lote. mas é conveniente colocá-lo bem na testada. . O cavalete é constituído pelo medidor de consumo -. este já pertencente ao usuário. Pelas normas das concessionárias. o cavalete pode ficar até 1.

a famosa “caixa d'água”.Instalações hidráulicas/sanitárias O cavalete de entrada sai uma ramificação que sobe até o reservatório superior. também se costuma levar uma tubulação que alimenta a cozinha (torneira e filtro) e também a área de serviço. pois a maior pressão disponível facilita o uso de mangueiras para lavagem e irrigação. locais que precisam de mais pressão e/ou de água mais límpida. Da mesma saída do cavalete. . encarregada de manter o nível da água lá armazenada. dentro da caixa d'água. No final desta alimentação. está a torneira de bóia. Este ramal extra costuma ser usado também para alimentar as torneiras de jardim.

que termina na torneira de bóia. .Instalações hidráulicas/sanitárias Ligações da caixa d'água Além da tubulação de alimentação. lavagem e barriletes. existem na caixa d'água mais três tipos de ligação: ladrão.

Justamente para isto. para ser aberto única e exclusivamente nesta ocasião. . caso a torneira de bóia falhar. Esta última fica exatamente no fundo. Para tanto a tubulação de lavagem tem um registro. nas residências se usa tubo de 25 mm na alimentação e de 32 mm no ladrão e na tubulação de lavagem. o diâmetro do ladrão tem que ser maior do que a tubulação de entrada. próximo à borda. bem rente à borda. Sua função é evitar que água transborde. e sua função é esvaziar totalmente a caixa para limpeza ou manutenção. Em geral.Instalações hidráulicas/sanitárias O ladrão fica localizado na parte superior da caixa d'água.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe – sistema de reservação .

justamente para retirar as partículas sedimentadas. Mas qual é a diferença entre um barrilete e a saída para lavagem? O barrilete coleta a água pelo menos 10 cm acima do fundo da caixa. para evitar que se use água contaminada pelos depósitos que vão sedimentando no fundo da caixa. .Instalações hidráulicas/sanitárias O termo barrilete que se dá para as saídas onde serão conectadas as tubulações de distribuição da água fria pelo imóvel. A saída para lavagem coleta a água o mais próximo possível ao fundo.

com mais cômodos. pois ficam totalmente independentes. Em obras maiores. área de serviço e banheiros com bacia de caixa acoplada. outra para a cozinha e outra para a área de serviço. Os ramais de distribuição. .Instalações hidráulicas/sanitárias Ramais de distribuição Os barriletes são o ponto de ligação entre os ramais de distribuição e a caixa d'água. por sua vez. levam a água fria através do imóvel conduzindo-a até os pontos de consumo. Com isto. um ambiente não interfere no funcionamento do outro. é conveniente fazer uma saída para cada banheiro. Em pequenas obras. constituídos pelos chuveiros e torneiras. costuma-se sair com um tubo de 50 mm (1 1/2”) para alimentar o banheiro (com válvula de descarga) e outra de 25 ou 32 mm para alimentar cozinha.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Caso o banheiro utilize caixa acoplada ao invés de válvula de descarga. pois não se deve utilizar água reciclada no chuveiro. ou até mesmo uma residência um pouco mais sofisticada precisará dimensionar a tubulação. mas são também as mais usadas. deverá haver uma caixa d'água e uma tubulação especificamente para o vaso sanitário. de cisterna ou de reuso. tanto que acabaram virando padrão para os dispositivos encontrados no comércio. que servirá também para o chuveiro e pia. mas se você tiver um projeto diferente. como um comércio ou indústria. As medidas de tubo que indicamos acima são genéricas. pode ser alimentado com um único tubo de 25 ou 32 mm. nas pias. na cozinha e na área de serviço. Atendem realmente à maioria dos casos de pequenas obras. conforme veremos adiante. Se o projeto estiver prevendo aproveitamento de água de chuva.

Instalações hidráulicas/sanitárias Tabela – Dimensionamento mínimo. .

. pois cada centavo economizado será multiplicará várias vezes dando uma boa diferença no final do custo da obra. onde o custo passa a ser crítico.Instalações hidráulicas/sanitárias O cálculo preciso para saber o melhor diâmetro de um tubo de distribuição de água fria leva em conta diversos parâmetros como comprimento e tipo do tubo. quantidade de curvas e tês. vazão e pressão disponíveis. Em edifícios maiores. é conveniente fazer o cálculo exato.

você pode fazer um dimensionamento simplificado utilizando o método dos pesos.Instalações hidráulicas/sanitárias Em obras pequenas. de acordo com a tabela abaixo: . digamos. com até três andares. Ele se baseia no consumo de cada tipo de aparelho sanitário.

Instalações hidráulicas/sanitárias .

Instalações hidráulicas/sanitárias Ábaco .

vamos ao ábaco e determinamos o tubo de 1 1/4". O dimensionamento pelo método dos pesos funciona a contento em pequenas obras. Com este valor. assim. Peso máximo será de 40 + 0. nos tubos de PVC são especificados pelo diâmetro externo. É improvável que tudo funcione ao mesmo tempo. vamos admitir que funcionarão simultaneamente apenas a descarga do vaso sanitário e o chuveiro.5 = 40. . lavatório e chuveiro. equivalente ao o de 1 1/2". bidê. No ábaco os diâmetros são internos e em polegadas. mas está quase limite. mas o correto mesmo é contratar um profissional especializado que poderá fazer os cálculos exatos e especificar corretamente os materiais. por isto fique atento a este detalhe. Como em tudo na Engenharia. Não se esqueça.Instalações hidráulicas/sanitárias Um banheiro onde existe uma bacia sanitária. assim. os cálculos precisam ser interpretados. vamos ficar com o tradicional tubo de 50 mm. portanto o de 2" corresponde ao de 60mm e não ao de 50mm.5.

Instalações hidráulicas/sanitárias .

 Transbordamento: antes de aumentar as secções das calhas. amplie a capacidade dos condutores verticais .

mas nos condutores que estão com pouca capacidade. Elas são dimensionadas para determinada quantidade de chuva por m². Conforme a intensidade e a duração da chuva. Mas nem sempre o problema está na capacidade das calhas em si. Exemplos de calhas de platibanda com seção retangular e semicircular. sabendo-se assim quantos litros por minuto serão escoados em cada parte da calha. pode acontecer que dada calha passa a receber quantidade de água maior do que aquela de início prevista. para isto determina-se qual é a área de contribuição do telhado. . a água extravasada para dentro do ambiente pode representar sérios prejuízos e aborrecimentos para os seus usuários.Instalações hidráulicas/sanitárias Não é raro ocorrer transbordamento de calhas em forros e lajes de teto quando ocorrem chuvas intensas. Com o tempo e as variações climáticas.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

anexas ao pano do telhado inicial. . com expressivas superfícies verticais (A1 e A2).Instalações hidráulicas/sanitárias No detalhe a seguir temos uma situação onde uma calha teve suas dimensões originalmente calculadas para captar e conduzir apenas a água que incide no pano de telhado em cujo beiral está fixada. acabaram aumentando a área de interceptação de chuvas que contribuem para a calha. a construção posterior de edificações vizinhas de maior altura. Porém.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

certamente transbordará sempre que ocorra uma chuva mais intensa. por vezes requerendo modificações no madeiramento sob as telhas. acompanhada de vento na direção da concavidade formada por essas três superfícies contíguas. permitindo que um bom volume de água penetre por sobre o forro ou laje de teto. . Para corrigir o problema logo se pensa em algo radical: troca da calhas existentes por outras com maior seção. com elevado custo e dificuldade de execução. as superfícies verticais interceptarão águas de chuva que também serão direcionadas para a calha.Instalações hidráulicas/sanitárias Neste caso. sempre que incide uma chuva intensa. Como ela foi originalmente dimensionada para apenas dar conta da chuva que incide sobre o pano de telhado. o que nem sempre é viável ou fácil de ser feito no local.

um profissional especializado poderá propor medidas práticas para aumentar a capacidade de vazão do sistema predial de coleta de águas pluviais. antes de cogitar trocar a calha. com base em cálculos de engenharia e soluções provenientes do conhecimento técnico do funcionamento do sistema. .Instalações hidráulicas/sanitárias Em situações como esta.

estão: O simples aumento da declividade das calhas (sua inclinação). decorrido o qual toda a superfície do pano do telhado passa a contribuir para a respectiva calha. . porém sabendo de antemão que tem suas limitações. Aumento da declividade das calhas Esta primeira medida deve ser tomada sempre que possível. chamado tempo de concentração. Quando uma chuva intensa passa a incidir sobre uma dada superfície na cobertura de uma edificação. Vejamos: 1. e O aumento da capacidade de escoamento dos condutores verticais.Instalações hidráulicas/sanitárias Entre essas medidas. a máxima vazão de contribuição na respectiva calha só ocorre depois de um certo intervalo de tempo.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Dessa forma.Instalações hidráulicas/sanitárias A contribuição máxima de uma chuva na calha só se dá depois de decorrido o tempo de concentração das águas. pode-se considerar que a vazão é proporcional à raiz quadrada da declividade da calha. . ao se duplicar o valor da declividade da calha. Depois que essa condição se estabelece. a vazão máxima por ela conduzida teoricamente aumentará apenas 41%.

pois fica condicionado a outros fatores limitantes tais como a condição hidráulica da inserção da água no condutor vertical (interação calha-condutor) e distância da tomada de água do condutor ao início ou mudança de direção da calha. só ocorrendo após certo período de tempo: .Instalações hidráulicas/sanitárias Porém. O detalhe mostra como a lâmina d'água demora a levar a capacidade da calha ao seu limite. esse valor é bem menor. na prática.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

dependendo da suavidade da curva e de sua distância em planta à entrada para o condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias Outro fator que diminui a eficiência da calha é a mudança de direção na calha. a redução na capacidade de escoamento chega a ser 17%. conforme mostra a tabela abaixo: .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Redução da capacidade de escoamento da calha Tipo de curva Distância da curva à saída d < 2 m2m ≤ d ≤ 4m Canto vivo17%9% Canto arredondado9%5% .

resta o aumento da capacidade de escoamento do condutor vertical. Aumento da capacidade de escoamento do condutor vertical Como nem sempre o aumento da inclinação da calha é fisicamente viável sem grandes intervenções nos elementos construtivos em que se apóia.Instalações hidráulicas/sanitárias 2. . que poderá promover uma redução na máxima altura da lâmina d’água dentro da calha.

Instalações hidráulicas/sanitárias Esta possibilidade está ligada ao fato da altura máxima da lâmina d’água dentro da calha depender da maior ou menor facilidade de inserção no condutor vertical. Supressão ou distanciamento de eventual desvio de verticalidade no condutor vertical em relação ao fundo da calha. Adoção de bandeja pluvial. entre outras: Adoção de funil e/ou de ralo hemisférico na embocadura do condutor vertical ao fundo da calha. que pode ser aumentada mediante as seguintes ações. determinante de sua capacidade de escoamento. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de funil de saída na tomada d’água do condutor vertical .

Instalações hidráulicas/sanitárias Quando um condutor vertical transporta água pluvial proveniente de calha de beiral ou de platibanda. seção constante. com a formação de uma aresta circular ou retangular no fundo da calha. pois o escoamento horizontal na calha. ou seja. a tomada d’água (ou embocadura) geralmente é feita em canto vivo. conhecido como regime anelar. dito em regime de canal. ou seja. Essa aresta cria certa dificuldade para a entrada da água da calha para o interior do condutor vertical. tendo o condutor vertical uma seção uniforme ao longo do seu desenvolvimento. . conforme mostra a figura ao lado. transita para outra forma de escoamento dentro do condutor vertical. aderente às paredes internas da tubulação.

e maior a quantidade de ar arrastado para o seu núcleo. por conseguinte.Instalações hidráulicas/sanitárias Dentro do condutor vertical. particularmente quando existe aresta viva. . sua presença acaba reduzindo a capacidade de escoamento do condutor vertical e. Quanto maior for a vazão de água pluvial. maior será a espessura do anel líquido descendo dentro do condutor vertical. de esgotamento da calha. o fluxo de água arrasta consigo ar atmosférico por atrito. cuja entrada é estrangulada na embocadura ao fundo da calha. O ar ocupa espaço dentro do condutor vertical que poderia estar sendo utilizado para o escoamento de água pluvial. Portanto.

Portanto.Instalações hidráulicas/sanitárias O ar ocupa espaço dentro do condutor vertical que poderia estar sendo utilizado para o escoamento de água pluvial. sua presença acaba reduzindo a capacidade de escoamento do condutor vertical e. A entrada de ar atmosférico dentro do condutor vertical por arraste ou aspiração depende da geometria da sua tomada d’água. de esgotamento da calha. . por conseguinte. A existência de aresta ou canto vivo na embocadura do condutor vertical serve de vertedor radial para a água proveniente da calha.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

há uma aspiração ainda maior de ar para dentro do condutor vertical. Isto acontece porque o estrangulamento da entrada de ar proporcionado pela aresta viva faz com que este adquira pressão inferior à atmosférica dentro do condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias  A figura acima mostra o strangulamento da entrada de ar com o aumento da vazão de água pluvial e formação de vórtice hidráulico. Quando a vazão de água na calha aumenta de forma expressiva. Sempre que isto ocorre. limitando a sua capacidade de escoamento líquido. . pode dar origem ao fenômeno da formação do vórtice hidráulico. também chamado turbilhão. Havendo elevação da vazão de água na embocadura há também aumento na velocidade do escoamento horizontal na calha e conseqüente estrangulamento parcial na entrada do ar atmosférico que é arrastado por atrito pelo fluxo líquido dentro do condutor vertical. remoinho ou redemoinho.

conforme detalhe. permitindo que este escoe uma maior vazão de água pluvial. . reduzindo muito o efeito desfavorável da aresta viva no fundo da calha.Instalações hidráulicas/sanitárias Uma forma de evitar que o ar ocupe espaço significativo dentro do condutor vertical. Isto é proporcionado pela interposição de um funil de saída. está na adoção de uma redução gradual da seção da embocadura do condutor vertical.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

constituindo certa carga hidráulica. evitando aí o estrangulamento na entrada do ar. pois. com transição do regime de escoamento. o transfere de forma mais atenuada para o fundo do funil. ao nível do fundo da calha o seu diâmetro aumenta significativamente. em cota já inferior à do fundo da calha. Com isto. é necessária para vencer essa perda de carga. . desvinculando parcialmente o escoamento horizontal do vertical. a formação de uma certa altura de lâmina d’água no interior da calha. Como a tomada d’água do condutor vertical no fundo da calha é um local onde ocorre acentuada perda de carga (perda da energia presente em cada unidade de massa da água).Instalações hidráulicas/sanitárias Esta disposição geométrica reduz o efeito do canto vivo atuando como vertedor radial.

pois reduz a perda de carga da água na entrada do condutor vertical. A tomada d’água em funil de saída também contribui para dificultar a formação de vórtice hidráulico na entrada do condutor vertical. sua posição relativa no fundo da calha é de fundamental importância. . ao menos. Tem sido costumeira a adoção de funil com extensão e embocadura com o dobro do diâmetro do condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias A presença do funil de saída concorre para a redução da altura de lâmina d’água requerida no interior da calha. para isso. superiores a 4/3 desse diâmetro. mas. mas essas dimensões devem ser. com conseqüente aumento na capacidade de escoamento do conjunto calhacondutor vertical.

.Instalações hidráulicas/sanitárias A distância da aresta do funil. até sua borda lateral. ou de fundo. não deve ser maior do que certas proporções. quando o condutor vertical estiver alojado numa de suas extremidades. para que não haja formação de vórtice hidráulico. na linha de encontro com a calha.

. ou sua extremidade. a distância da aresta até a borda da calha. desprovida de funil.Instalações hidráulicas/sanitárias Já em calhas de beiral ou de platibanda com tomada d’água do condutor vertical em aresta viva. não deve ultrapassar o valor da dimensão correspondente do condutor para se evitar o vórtice.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

. que garante admissão radial de água ao topo do condutor vertical. para que não ocorra o vórtice hidráulico. a tomada d’água do condutor vertical no fundo da calha deve situar-se o mais próximo possível de uma de suas bordas. então a tomada d’água deverá ser provida de ralo hemisférico. Quando essa condição não for viável.Instalações hidráulicas/sanitárias Dessa forma.

com resultados assemelhados. é a adoção de tomada d’água ao fundo da calha com um trecho vertical de tamanho bem superior ao requerido para o restante do condutor vertical. pode-se empregar os gráficos experimentais presentes na NBR 10844:1989 (“Instalações prediais de águas pluviais”).Instalações hidráulicas/sanitárias No detalhe vemos uma interessante alternativa ao funil cônico ou tronco-piramidal convencional. válidos para condutores verticais com tubulação rugosa dotada de duas curvas ao longo de sua prumada. caso a caso. o quanto a introdução de um funil de saída na embocadura de um condutor vertical acresce em termos de vazão a capacidade de escoamento do conjunto calha-condutor. Na vida prática esse trecho vertical inicial é conhecido por tubo prolongador. . Para se determinar.

posicionada ao fundo da calha. dotado ou não de funil de saída. na embocadura do condutor vertical. .Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de grelha e/ou ralo hemisférico Ralos hemisféricos são elementos de captação tubulares cilíndricos dotados de grelha hemisférica na parte superior. geralmente metálica ou plástica.

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e a passagem da água por cima. estão no fato da grelha hemisférica. situada na embocadura de um condutor vertical ao fundo da calha. admitir água em seu interior de modo predominantemente radial. decorrente da forma peculiar das aberturas ou ranhuras de sua grelha. dado o formato característico da grelha. que permite a retenção desse material em sua porção inferior. Dessa forma. pelo acúmulo de folhas de vegetação ou detritos. por exemplo. Entretanto. uma aplicação muito útil para o ralo hemisférico é sua adoção em calhas sujeitas à deposição de folhas de vegetação. ao formar certa altura de lâmina líquida.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra a instalação de grelha hemisférica na tomada d’água de condutor vertical ao fundo da calha. . a maior vantagem e principal razão para sua aplicação em situações específicas de projeto. Os ralos hemisféricos costumam ser adotados em locais onde os ralos planos podem sofrer obstruções.

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acaba ocupando lugar da massa líquida no interior das tubulações e reduzindo sua capacidade de transporte. conforme visto. Esta admissão predominantemente radial da água evita a formação do vórtice hidráulico (turbilhão ou redemoinho) quando a lâmina d’água sobre o ralo atinge determinada altura que permite arraste de ar. . que.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra a admissão radial de água em ralo hemisférico e em grelha hemisférica.

Em conseqüência. um dos recursos para se aumentar a capacidade de escoamento de um condutor vertical. . fazendo-o escoar mais água e menos ar. está justamente na sobreposição de uma grelha hemisférica em sua embocadura junto ao fundo da calha. o excessivo arraste de ar para dentro do condutor vertical. com isso.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra como o vórtice hidráulico favorece a admissão de ar dentro do condutor vertical. de modo a evitar o vórtice e.

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com área de frestas (ranhuras) superior à área da seção do condutor. . impondo a elevação da altura da lâmina líquida dentro da calha. Isto poderá compensado adotando-se grelha hemisférica com diâmetro superior ao do condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias Neste caso. ou seja. ou seja. uma perda de carga localizada. como a presença da grelha hemisférica impõe certa resistência ao escoamento.

conduzi-las adequadamente a um condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de bandeja pluvial na embocadura do condutor vertical Bandejas pluviais são elementos de acumulação temporária de água. . destinados a receberem águas pluviais de calhas por deságüe livre (queda livre). e mediante elevação da carga líquida em seu interior.

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sem qualquer interferência da embocadura do condutor vertical. . A bandeja. portanto. substituindo com vantagens o funil de saída.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra uma bandeja pluvial dotada de grelha hemisférica e condutor vertical com tubo prolongador. Neste caso a água pluvial escoando na calha é despejada livremente por uma extremidade lateral. com canto vivo ou com funil de saída. reduzindo o risco de transbordamento e aumentando sua eficiência. sempre se situa na extremidade superior de um condutor vertical e propicia a elevação da lâmina líquida em seu interior para vencer a perda de carga que ocorre na embocadura do condutor vertical. e deságua livremente sobre uma bandeja pluviais.

a principal conseqüência favorável na adoção da bandeja pluvial é a desvinculação entre a altura da lâmina d’água presente no interior da calha e o diâmetro necessário para o condutor vertical. Para um bom funcionamento. a introdução de uma bandeja pluvial no topo de um condutor vertical propicia a elevação da capacidade de vazão da calha associada.Instalações hidráulicas/sanitárias Portanto. as bandejas pluviais devem apresentar: . Dessa forma.

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cuja extremidade deságüe na bandeja como um vertedouro livre Bordo livre mínimo equivalente a 2/3 da carga hidráulica (profundidade de lâmina) sobre a embocadura do condutor vertical. .Instalações hidráulicas/sanitárias Largura igual ou superior à da calha mais larga que nela descarregue Comprimento suficiente para receber todo o fluxo da calha.

Instalações hidráulicas/sanitárias O dimensionamento correto de uma bandeja pluvial depende de cálculos de engenharia a partir de formulação empírica obtida em experimentação de laboratório. dá algumas dicas dos elementos geométricos para o dimensionamento da bandeja pluvial . entretanto. No detalhe.

o conforto do silencio .Instalações hidráulicas/sanitárias PVC para esgoto Linha Silentium da Amanco.

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Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium PVC para Esgoto é a primeira solução prática e econômica para reduzir os ruídos das instalações hidráulicas prediais. Conheça os detalhes e as vantagens desta nova solução. com redução de custos e aumento na qualidade das edificações. . sua qualidade e performance acrescentam também um valor agregado indispensável: o conforto do silêncio. Principalmente nos últimos anos. a evolução tecnológica da construção civil trouxe ganhos consideráveis as obras. Com detalhes inovadores.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aos poucos. facilidade de uso e vida útil. são encontradas soluções melhores que as tradicionais em termos de custo. passo a passo. . cada detalhe das obras vão sendo analisados e. manutenção.

Entretanto. manilhas de barro e ligações de chumbo. Após muitas pesquisas e investigações com construtores e moradores de edifícios das grandes cidades brasileiras. Depois disto. Quanto mais gente. Nesta linha de evolução. . abolindo as obsoletas tubulações feitas com tubos de ferro galvanizado. um detalhe que ainda não havia sido abordado é a questão do ruído nas tubulações de esgoto. Como a contaminação do ar e da água. O ruído é conhecido como um dos problemas mais críticos de poluição ambiental de nosso século. sobretudo no período noturno. incomodando os moradores com os ruídos das instalações hidráulicas. os técnicos da Amanco observaram que o ruído percebido dentro das habitações não atendia às expectativas de conforto e bem estar nas obras de médio e alto padrão. mais ruído e mais incômodo. Hoje existem diversos tipos de tubulações de PVC e muitos acessórios para adaptá-los às mais diversas situações. afeta nossa qualidade de vida e nossa saúde. O excesso de barulho. os tubos de PVC também evoluíram. a poluição por ruído aumenta em proporção direta com a densidade populacional. por impedir que se tenha um sono adequado. principalmente durante a noite. o uso do PVC para as tubulações de água e esgoto foi um enorme avanço.

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Instalações hidráulicas/sanitárias O barulho proveniente das tubulações de esgoto até agora precisava de cuidados adicionais. as empresa inovam seus produtos para lançar uma nova linha de tubos de PVC para esgoto cujo destaque é o isolamento acústico. permitindo usar o produto sem necessidade de qualquer outro artifício para reduzir os ruídos na tubulação. Continuando a evolução das tubulações em PVC. como o revestimento dos tubos com material fonoabsorvente para tentar atenuar o problema. .

Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium PVC .

. pela elevada densidade da matéria-prima. É baseado na aplicação do PVC Mineralizado.o fabricante alcançou um nível considerável de redução dos ruídos provocados pelo líquido em movimento dentro das tubulações e dos demais dispositivos utilizados na rede de esgoto. a nova linha tem também uma parede mais espessa. material que confere ao PVC propriedades de isolamento acústico muito interessantes. Com a soma destes dois fatores .Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium® PVC para esgoto é resultado de processos construtivos de última geração. Para reforçar este efeito.PVC Mineralizado e parede mais espessa .

os tubos e conexões para esgoto Amanco Silentium PVC atendem aos requisitos de desempenho da NBR 5688/1999: Sistemas prediais de água pluvial. com acessórios desenhados especialmente para aumentar a confiabilidade e facilidade de instalação. esgoto sanitário e ventilação e estão de acordo com a norma européia DIN 4109 e também com a Diretiva VDI 4100. .Instalações hidráulicas/sanitárias Além do efeito positivo da redução de ruído.e de projeto. o projeto do novo sistema Amanco Silentium trouxe mais aperfeiçoamentos de fabricação .como o sistema de qualidade e performance comprovados . Como não poderia deixar de ser.

2 mm .Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhes Construtivos Os tubos Amanco Silentium® PVC .5 mm Amanco Silentium PVC: 3.na cor laranja são super reforçados.8 mm Esgoto Série Reforçada (SR): 2. Veja uma comparação da espessura de parede entre o Silentium e os tubos convencionais de diâmetro interno de 100mm (DN 100): Esgoto Série Normal (SN): 1.

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eliminando qualquer risco de vazamento porque a borracha não tem como rolar por dentro da canaleta da conexão. é que proporcionam a redução de ruídos da linha Silentium. A linha Amanco Silentium PVC utiliza um novo tipo de junta.Instalações hidráulicas/sanitárias A maior espessura do tubo. Elas tornam a instalação mais fácil e rápida. denominada Junta Bilabial Integrada (JEBI). . aliada ao uso do PVC Mineralizado.

e o formato das aletas garante a dupla vedação entre a superfície do tubo e o alojamento da conexão. O lábio anterior facilita a introdução e já realiza a estanqueidade. ou seja. . a vedação é dupla. Fabricadas em borracha especial EPDM. que impede que a junta se desloque. Além da vedação do sistema. seu interior tem uma alma de polipropileno. Para tanto. A JEBI é formada por dois lábios. que é reforçada pelo lábio posterior. o novo sistema de junta não solta da canaleta por queda ou impacto no chão.Instalações hidráulicas/sanitárias Além disto. O novo formato das juntas e a presença da borracha isolante reduzem significativamente a transmissão de ruídos causados pelas vibrações das tubulações. a nova junta elástica é resistente aos ataques químicos e pelos raios ultra-violeta. as juntas têm também a importante função de evitar a propagação de ruído ao longo da tubulação.

com suas novas dimensões e a necessidade de reduzir ruídos.Instalações hidráulicas/sanitárias Conexões e Acessórios O projeto da nova linha. tornou necessário que os projetistas da Amanco desenvolvessem também acessórios compatíveis .

. igualmente na cor laranja e com a Junta Elástica Bilabial Integrada (JEBI). são de fácil instalação e eliminam qualquer risco de vazamento pelo fato da junta dupla não rolar na canaleta durante a instalação.Instalações hidráulicas/sanitárias As conexões da linha Amanco Silentium PVC.

são de fácil instalação e eliminam qualquer risco de vazamento pelo fato da junta dupla não rolar na canaleta durante a instalação. .Instalações hidráulicas/sanitárias As conexões da linha Amanco Silentium PVC. igualmente na cor laranja e com a Junta Elástica Bilabial Integrada (JEBI).

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

. que servem para fixar e sustentar as tubulações verticais e horizontais.Instalações hidráulicas/sanitárias A Amanco desenvolveu também uma linha de abraçadeiras para a linha. nos diâmetros DN 40 a DN 150. Seu formato e a presença da borracha isolante servem também para reduzir significativamente a transmissão de ruídos causados pelas vibrações das tubulações. As abraçadeiras são fabricadas em aço galvanizado.

com a introdução de detalhes construtivos inovadores.PVC mineralizado. a Amanco traz também caixas sifonadas feitas com o mesmo material .Instalações hidráulicas/sanitárias Nova Caixa Sifonada Complementando a linha. Os detalhes da nova caixa sifonada também foram pensados para proporcionar a menor emissão de ruídos. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Detalhe importante da nova caixa sifonada é a presença do dispositivo Anti-espuma. quando a espuma transborda para fora da caixa. o corpo torna-se um monobloco rígido que oferece maior segurança ao produto. Assim. baratas e insetos das tubulações para o ambiente interno. Naturalmente. a nova Junta Elástica Bilabial (JEBI) também faz parte do produto. usando apenas PVC Mineralizado.Instalações hidráulicas/sanitárias A estrutura da caixa é feita pelo processo de injeção. Ele elimina os problemas ao ligar máquinas de lavar diretamente à caixa sifonada. O dispositivo também serve para reduzir a transmissão de ruído através da caixa sifonada para o pavimento inferior e superior. além de evitar a passagem de mau cheiro. Estão disponíveis nas dimensões DN100x100x50. DN150x150x50 e DN150x185x75. . produto pioneiro no mercado.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

reduz o ruído provocado pela queda d´água proveniente de chuveiros. também ajudando a melhorar o isolamento acústico entre o piso inferior e o superior.Instalações hidráulicas/sanitárias A presença do Defletor. . duchas e lavagem de pisos no fundo do corpo da caixa sifonada. acoplado ao Antiespuma.

e fica entre o corpo da caixa sifonada e o prolongador.Instalações hidráulicas/sanitárias Através do Defletor. gerando um fluxo de água laminar. acoplado ao Antiespuma. a água que entra através das grelhas (principalmente em chuveiros) será direcionada para as paredes da caixa sifonada. causador de turbilhonamento que é grande fonte de ruído dentro das caixas sifonadas. . Elimina-se assim o efeito cascata. O Amortecedor Acústico é fabricado em borracha com dureza especial.

devido a problemas no rejuntamento entre piso e porta-grelha. . garantindo a redução acústica entre pavimentos. cheguem ao andar inferior. É fornecido em conjunto com duas Abraçadeiras Metálicas. o sifão pode ser facilmente removido. Para facilitar a limpeza. O Antiinfiltração Amanco. é de instalação fácil e rápida garantindo total estanqueidade.Instalações hidráulicas/sanitárias Serve para amortecer as vibrações geradas pelo fluxo de fluídos dentro do sistema de esgoto. outro produto pioneiro no mercado. completa o conjunto da caixa sifonada. Sua função é impedir que eventuais infiltrações.

resistindo tanto a esforços mecânicos quanto a agressões químicas. . a presença de juntas elásticas com total estanqueidade e de caixas sifonadas montadas em conjunto com acessórios pioneiros. farão da nova linha Amanco Silentium PVC um marco na história das instalações hidráulicas prediais. a enorme durabilidade do sistema.Instalações hidráulicas/sanitárias Em resumo Aliadas às vantagens da menor emissão de ruídos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedores a gás – Todo o cuidado é pouco! Não seja você a próxima vítima! .

Somente no município de Curitiba.Instalações hidráulicas/sanitárias Aproxima-se o inverno. Em certas regiões do país sequer se ousa manter abertas frestas em janelas. foram oficialmente registradas 27 mortes de moradores de apartamentos causadas por erros na instalação e funcionamento de aquecedores a gás! . Esta situação. com franca incidência de ventos gelados. em especial os aquecedores a gás. pode ser fatal. nos últimos cinco anos. ocorrendo em ambientes onde estão instalados equipamentos a gás. e com ele dias muito frios. principalmente em apartamentos de andares elevados dos edifícios.

A melhor ação. atendendo a requisitos determinados nos manuais de instalação dos respectivos fabricantes. Para evita-los é aconselhado promover uma inspeção nos equipamentos a gás existentes e nas condições de ventilação dos ambientes em que estão alojados. a NBR 13103:2006 “Adequação de ambientes residenciais para utilização de aparelhos que utilizam gás combustível”. seguem certas condições de segurança ligadas à correta instalação e operação.Instalações hidráulicas/sanitárias Como o assunto envolve conhecimentos técnicos. neste caso. cuja linguagem pode não estar acessível à maioria das pessoas sem formação técnica. em especial os aquecedores de água dos apartamentos. nem sempre o morador está devidamente informado dos riscos que pode estar correndo dentro do seu próprio apartamento. é preventiva. . no sentido de se verificar se todos os equipamentos a gás. Todos esses requisitos estão reunidos em norma técnica da ABNT.

A queima do gás é uma reação química de combustão dele com o oxigênio presente no ar atmosférico. geralmente tomado do próprio ambiente onde o aparelho está instalado. os itens mais importantes são de fácil verificação e podem ser checados pelos próprios moradores. obtêm calor a partir de sua queima. calefadores de ambiente e aquecedores de água a gás.Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. secadoras. . lareiras. Todos os equipamentos residenciais que utilizam gás combustível canalizado. em algumas localidades o gás manufaturado (GM). seja ele o gás natural (GN) ou o gás liquefeito de petróleo (GLP) e. principalmente fornos. churrasqueiras. Eles serão mostrados a seguir neste artigo. fogões.

Quando a queima do gás combustível se dá em condições ideais. e apresentar cor azul característica. que devem ser eliminados do equipamento e também do ambiente em que este se encontra instalado. Dessa reação química resultam. . Esta situação pode ser avaliada olhando-se para a chama do queimador do aparelho a gás: ela deve se manter uniforme e estável. o que é raro na maioria dos equipamentos em operação. que é aproveitado em grande parte de forma útil no equipamento. ditas estequiométricas. etc. os gases quentes de combustão se resumem ao gás carbônico e vapor de água. para aquecer água. sem oscilações na ausência de incidência de vento. por exemplo. além do calor. gerar ar quente. gases quentes como produtos de combustão.Instalações hidráulicas/sanitárias Essa reação gera calor. irradiar calor para o ambiente.

no lugar de transportarem oxigênio. acabam transportando esse gás tóxico em seu lugar. . Dessa forma. as hemáceas. quando a queima não é perfeita. pois reage 200 vezes mais rápido do que este com a hemoglobina.Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. A ausência de cheiro e cor do monóxido de carbono impedem que sua presença seja identificada num determinado ambiente. convertendo sangue venoso em arterial. Este é um gás inodoro e incolor que se mistura facilmente com o ar atmosférico e pode retornar para dentro do local de instalação de um equipamento a gás com deficiência de queima e eliminação de gases quentes resultantes da combustão do gás. um gás extremamente tóxico para humanos e animais. ocorre emissão de monóxido de carbono. além desses produtos de combustão. o monóxido de carbono é preferencialmente absorvido pelas hemáceas do sangue dentro dos alvéolos pulmonares em relação ao oxigênio do ar. Quando inalado.

geralmente sem volta se o socorro não for imediato! . pode levar rapidamente a um quadro de dor de cabeça. inadvertidamente. Isto acontece pela falta de oxigenação adequada às células do cérebro. nele adentre e permaneça por alguns instantes. redução e perda dos sentidos. dificuldade de percepção através dos sentidos físicos e forte sono. num ambiente com portas e janelas fechadas. gerado por um equipamento a gás com queima imperfeita. e a vítima tem uma rápida sensação de fraqueza.Instalações hidráulicas/sanitárias A excessiva concentração de monóxido de carbono. tontura. seguidos do súbito desmaio. desmaio e morte por asfixia numa pessoa ou animal doméstico que.

ar com uma concentração normal de oxigênio. . mesmo com baixas concentrações de monóxido. ou seja. se o ar ambiente tiver reduzida a concentração de oxigênio. consumido na combustão do gás e não suficientemente renovado. Vale ressaltar que a periculosidade aumenta consideravelmente.Instalações hidráulicas/sanitárias O gráfico abaixo mostra as possíveis conseqüências da inalação prolongada de monóxido de carbono presente em baixas concentrações no ar ambiente.

Instalações hidráulicas/sanitárias Efeitos da inalação de monóxido de carbono em baixas concentrações no ar ambiente .

. de uma fuligem preta que facilmente se deposita em superfícies frias que lhe sirvam de anteparo. constituída principalmente de carbono.Instalações hidráulicas/sanitárias A queima inadequada de gás combustível em equipamentos a gás pode ser constatada visualmente quando a chama apresenta cor amarela. Por vezes ocorre a emissão. relegando a cor azul apenas à sua base. chamada de negro-de-fumo. junto com os gases quentes. Essa fuligem também é indicativa da formação do perigoso monóxido de carbono como produto de combustão.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedor sem chaminé com queima incompleta e emissão de fuligem .

pode-se contar com o concurso de um técnico especializado em equipamentos a gás. com produção desse gás tóxico. . Para isso. pode se dar por: Presença de sujeira e resíduos no conjunto queimador do equipamento Falta de regulagem da admissão de ar e gás combustível em proporção adequada pré-queima. a quem compete manter os dispositivos de queima dos equipamentos a gás sempre limpos e bem regulados.Os dois primeiros fatores são de responsabilidade exclusiva dos moradores. Insuficiência de aporte de ar para a combustão (ventilação insuficiente do ambiente) Dificuldade de exaustão imposta aos gases quentes resultantes da combustão. e uma boa oportunidade é a manutenção. limpeza e regulagem feitas justamente no período que antecede os dias frios de inverno.Instalações hidráulicas/sanitárias A queima incompleta do gás combustível.

além da maior segurança para os moradores. o que se gasta em manutenção preventiva. . resíduos e oleosidades aderidos. de baixo custo e realizado no local.Instalações hidráulicas/sanitárias Esse serviço preventivo é rápido. neste caso. Geralmente é feita uma limpeza nos queimadores. Os resultados compensam plenamente. além da correta regulagem da admissão de ar para a combustão. retorna mais tarde na forma de economia de gás. desobstrução e limpeza ou substituição dos bicos injetores de gás. uma vez que. geram economia em longo prazo. pois uma combustão perfeita resulta em melhor aproveitamento do gás e máxima geração de calor útil no equipamento. Em resumo. com remoção de fuligem. sem necessidade de remoção dos equipamentos.

e geralmente constituem as situações mais críticas nos apartamentos. . quanto maior a sua capacidade de queima de gás e geração de calor.Instalações hidráulicas/sanitárias Já os demais fatores causadores de queima insuficiente do gás nos aparelhos domésticos têm maiores implicações. Quanto maior for a potência térmica do equipamento. ou seja. e também de sua potência térmica. Os aparelhos de maior potência calorífica são os aquecedores de água instantâneos. pois dependem de como e onde está instalado o aparelho a gás. e que requerem maior atenção. mais oxigênio do ar ambiente irá consumir e mais gases quentes de combustão serão produzidos. conhecidos como aquecedores de passagem.

fogões. secadoras. de fornos. Na maioria dos casos. Em geral são aparelhos cuja potência térmica é pequena. lareiras e calefadores (aquecedores de ambiente) a gás. churrasqueiras. Por isso eles são ditos de combustão aberta. por exemplo. Este é o caso.Instalações hidráulicas/sanitárias Ventilação adequada de ambiente que contém equipamentos a gás Qualquer equipamento a gás em operação consome oxigênio do ar. . este provém do próprio ambiente onde ele se encontra instalado. combustão atmosférica ou com tomada de ar ambiente.

ou seja.5 cm² para cada quilocaloria por minuto (kcal/min) de potência térmica nominal do aparelho. por vezes. ou pequenas aberturas permanentes em janelas e caixilhos que abrem para o exterior. tais como as frestas sob as portas divisórias. sendo. o que se dá por aberturas permanentes de ventilação natural. Normalmente eles nunca são instalados em locais que possam ficar completamente estanques. de 1. suficientes pequenas aberturas para outros ambientes ventilados e de maior volume com os quais se comunicam. . A referida norma técnica da ABNT determina que um equipamento a gás só pode ser instalado num local dotado de aberturas que provejam ventilação permanente com área total à razão de 1.5 cm²/kcal/min.Instalações hidráulicas/sanitárias A queima do gás nestes aparelhos requer a reposição do ar consumido.

cuja placa de fabricação indica potência nominal de 100 kcal/min. . que uma lareira a gás.foto. basta antes dividir o valor por 60 para obter o correspondente em quilocaloria por minuto.Instalações hidráulicas/sanitárias Isto significa. Para que o fluxo de renovação natural do ar ambiente consumido pela combustão do aparelho ocorra sem dificuldade. as aberturas de ventilação permanente devem ter frestas de pelo menos 8mm na menor dimensão quando. só pode ser instalada numa sala onde haja abertura de ventilação permanente com área mínima efetiva de frestas de (1. por exemplo. situação ilustrada no detalhe .5 x 100) = 150 cm². por exemplo. constituídas por grelhas metálicas abrindo para o exterior (situação mais freqüente). Se a potência térmica do equipamento vir indicada em quilocaloria por hora (kcal/h).

Instalações hidráulicas/sanitárias Aberturas de ventilação permanente inferior e superior com grelhas metálicas em paredes externas .

onde são instalados fornos e fogões convencionais a gás de até 183 kcal/min. lamentavelmente isto é muito raro de se ver em edifícios residenciais. Entretanto. acima de 183 kcal/min e os destinados a aquecedores a gás convencionais. . na vigência do Código de Defesa do Consumidor. Já ambientes que contém fornos e fogões mais potentes. porém item de presença obrigatória nos prédios de produção comercial projetados e edificados desde 1994. devem atender a requisitos mais rigorosos.Instalações hidráulicas/sanitárias Além disso. como costuma ser o caso das lavanderias de apartamentos. devido à maior potência térmica nominal desses equipamentos. devem ter ao menos duas aberturas de ventilação permanente totalizando área efetiva mínima de abertura de frestas de 200 cm². Uma abertura superior deve ter ao menos 100 cm² e a inferior no mínimo 25% da área total requerida. as cozinhas dos apartamentos.

A melhor situação é aquela em que ambas as aberturas se comunicam diretamente para fora e se situam em paredes externas opostas ou contíguas. em renovação ao ar consumido na queima do gás dentro do aquecedor. Neste caso. devido à maior potência térmica nominal desses equipamentos.Instalações hidráulicas/sanitárias Já ambientes que contém fornos e fogões mais potentes. como costuma ser o caso das lavanderias de apartamentos. permitindo o que se chama de ventilação cruzada. . acima de 183 kcal/min e os destinados a aquecedores a gás convencionais. devem atender a requisitos mais rigorosos. sendo uma abertura superior e outra inferior. devem ser previstas duas aberturas permanentes simultâneas. com a finalidade de prover fluxo ar externo para a combustão.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aberturas de ventilação permanente superior e inferior em ambiente contendo aquecedor convencional a gás .

A ventilação superior deve ter área efetiva de abertura de frestas mínima de 400 cm². Na impossibilidade de se comunicar diretamente para o exterior. é tolerado que essa abertura se dê para um outro ambiente anexo (exceto dormitório). com a base situada a não menos de 1.50m acima do piso interno. por sua vez dotado de ventilação permanente inferior de área equivalente se o seu volume for inferior a 30 m³. Neste caso.Instalações hidráulicas/sanitárias A ventilação inferior deve ter uma área efetiva mínima de abertura de frestas de 33% da área total calculada para o ambiente. preferencialmente se comunicando com o exterior do edifício. por exemplo.80m acima do nível do piso interno. a abertura inferior da área de serviço pode ser alojada na parte inferior da porta ou parede que a separa da cozinha. . O seu topo não pode ficar situado mais do que 0.

como área da abertura superior. . uma lavanderia que contenha um aquecedor de passagem de alta potência com combustão atmosférica. exigirá área total calculada em (1. Uma boa distribuição dessa área total é deixar 1/3.5 x 800) = 1200 cm². A título de exemplo. com queimador de 800 kcal/min requer uma área total de ventilação de (1. ou 400 cm² como área da abertura inferior e os outros 2/3.5 x 400) = 600 cm². Um aquecedor de menor potência. com potência nominal de 400 kcal/min. ou 800 cm².Instalações hidráulicas/sanitárias Sob certas condições. neste caso caindo nos valores mínimos admitidos pela norma da ABNT. a saber: 200 cm² para a abertura inferior e 400 cm² para a superior. por exemplo. também pode abrir para dutos de ventilação próprios para esse fim. providos ou não de ventilação mecânica.

ou com áreas de abertura de frestas muito inferiores à necessidade dos respectivos equipamentos a gás. e com área total muito abaixo dos 400 cm². com tamanho menor do que 8mm de fresta. A foto abaixo mostra um caso típico.Instalações hidráulicas/sanitárias É muito freqüente encontrar em cidades verticalizadas do país edifícios com menos de 13 anos de construção completamente desprovidos de aberturas de ventilação permanente e/ou com janelas e caixilhos que permitem vedação completa. principalmente em se tratando de aquecedores de passagem. . feita por pequenos furos situados acima das lâminas deslizantes de vidro. onde só existe a ventilação superior. ou ainda sem a abertura de ventilação inferior.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedor instalado em ambiente com ventilação superior insuficiente e sem ventilação inferior .

sem saber.Instalações hidráulicas/sanitárias Até serem feitas as inspeções prediais que resultaram num laudo técnico orientativo das medidas corretivas e preventivas a proceder nas instalações prediais hidráulico-sanitárias e de gás. estavam vivendo num apartamento recém construído cuja lavanderia foi entregue pela construtora em condições de completa arapuca! Vale ressaltar que essas advertências e restrições só se aplicam a aquecedores ditos de combustão aberta ou atmosférica. os mais comuns e de menor custo no mercado. e tomadas providências imediatas. Ou seja. . os seus desavisados moradores não estavam conscientes do permanente risco que corriam de serem as próximas vítimas de morte por asfixia ou intoxicação causadas pelo aquecedor a gás. que tomam o ar do próprio ambiente para realizar a queima do gás. aliás.

Neles. aquecedores de combustão fechada. há uma câmara de combustão selada.5%. o menor limite considerado seguro para pessoas e animais. impossibilitam uma redução perigosa da concentração de oxigênio do ar ambiente e a dispersão de monóxido de carbono causada por queima deficiente do gás. Também estão sendo oferecidos no mercado aquecedores de água a gás de combustão aberta dotados de um sensor indicativo da redução de oxigênio no ambiente. Este desliga automaticamente o equipamento e corta o fluxo de gás para o queimador quando a concentração de oxigênio no ar do ambiente cair abaixo de 19. no entanto. . Com isso. através de um duto (tubo) metálico flexível. ou seja. aspirado por uma ventoinha situada dentro do próprio equipamento. o local onde ocorre a queima do gás não tem nenhum contato ou abertura com o ambiente em que o aparelho é instalado.Instalações hidráulicas/sanitárias Existem. que tomam ar exclusivamente do exterior.

além de tomada direta de ar externo para queima do gás e câmara de combustão selada. também apresentam saída dos gases quentes forçada por ventoinha própria ou por circulação convectiva natural. sem nenhum contato com o ambiente interno. Este tipo de aquecedor a gás pode ser instalado com total segurança até mesmo dentro de banheiros. chamados aquecedores de fluxo balanceado.Instalações hidráulicas/sanitárias Mais recentemente se tornaram disponíveis aquecedores a gás que. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Princípio de funcionamento de um aquecedor de fluxo balanceado .

Instalações hidráulicas/sanitárias Terminal específico e duplo duto concêntrico de aspiração e exaustão de aquecedor de fluxo balanceado .

Porém. ou onde a adequação às normas técnicas é mais difícil. apesar do seu custo mais elevado.Instalações hidráulicas/sanitárias Em apartamentos desprovidos de aberturas adequadas de ventilação permanente. um bom recurso pode ser a sumária substituição do aquecedor convencional de combustão atmosférica por um destes dois modelos citados. viver em segurança não tem preço! .

e determinam o diâmetro mais adequado para a saída desses gases. um valor limitado para cada modelo. unicamente por estarem mais quentes e serem mais leves do que o ar atmosférico existente dentro do ambiente onde se alojam. ou tiragem.Instalações hidráulicas/sanitárias Instalação adequada de aquecedores a gás Os aquecedores de água a gás convencionais. Isto significa que os gases quentes de combustão são expelidos para o exterior. além da combustão aberta. . onde será alojada a respectiva chaminé. Isto porque gases quentes apresentam uma natural tendência ascensional. Os fabricantes de aquecedores calculam o poder ascensional. apresentam tiragem natural. a exemplo dos balões dirigíveis e mesmo dos balões soltos em festas juninas. através das respectivas chaminés de exaustão. dos gases quentes de combustão dos seus equipamentos.

existem limitações de suma importância relativas à localização do aquecedor a gás de tiragem natural em relação à parede externa do ambiente que o contém. Por exemplo. tornando a chama mais amarela. e à instalação da própria chaminé. Se houver dificuldade para a saída dos gases quentes em aquecedores de combustão aberta. . com produção de monóxido.Instalações hidráulicas/sanitárias Por esta razão. com redução de sua densidade e alteração nas condições de queima. eles poderão em parte retornar para dentro do local que os abriga. e neles introduzir o famigerado e tóxico monóxido de carbono. uma chaminé com comprimento excessivo pode favorecer em dias frios um resfriamento parcial dos gases quentes de combustão.

. pois isto provoca um fluxo de ar exagerado em direção ao queimador e pode causar o repentino apagamento da chama.Instalações hidráulicas/sanitárias Por outro lado. acima do previsto pelos fabricantes dos aquecedores a gás. facilidade excessiva para o escape dos gases quentes de combustão para a atmosfera. A figura abaixo é válida tanto para aquecedores de acumulação (com tanque para reserva de água quente) quanto para aquecedores instantâneos ou de passagem (que aquecem a água no momento de sua passagem pelo aparelho). e conseqüente vazamento de gás para dentro do ambiente. com risco de intoxicação e até de incêndio. A mesma norma técnica NBR 13103:2006 fixa as condições para a correta instalação de aquecedores de água a gás com combustão atmosférica e tiragem natural. também não é recomendada.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

para que os gases quentes sejam conduzidos para fora do apartamento. se o aquecedor instalado possuir uma saída de 125 mm de diâmetro. a chaminé também deverá possuir esse mesmo diâmetro (equivale a 5 polegadas). haverá um estrangulamento dificultador da exaustão dos gases.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta norma exige que todo aquecedor de água a gás tenha uma chaminé. nestes casos. A chaminé deve ter diâmetro uniforme e igual ao diâmetro da saída de gases de combustão do aquecedor. É proibido instalar chaminé com diâmetro inferior ao da saída do aquecedor ou reduzir esse diâmetro no meio da chaminé. pois. Assim. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. Essa inclinação favorece o fluxo de gases quentes para fora. subindo pelo menos 2 cm a cada metro de extensão (ou 2% de declividade). isto requer cálculos de engenharia que só um profissional especializado pode realizar de forma adequada. pois tendem a subir. porém. Além disso. o trecho horizontal da chaminé deve ser o mais curto possível e estar instalado com uma inclinação mínima para cima em direção ao exterior. em certas condições. . é possível aumentar esse diâmetro para compensar a dificuldade de fluxo causada por comprimento exagerado ou curvas em excesso na chaminé.

) e redução do diâmetro da chaminé (direita) .Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: aquecedor desprovido de chaminé (esq.

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: trecho horizontal de chaminé com inclinação descendente (esq) e extensão excessiva. sem inclinação (dir) .

por exemplo. rente à parede externa. deve ter uma extensão mínima de 35 cm. é necessário prover alguma forma de compensação. neste caso dotado de um chapéu chinês (terminal em formato cônico) na extremidade. Outras formas de compensação são. . de 90° para 45° ou menos. o trecho vertical de chaminé. criando um trecho vertical adicional fora do apartamento. o aumento do diâmetro da chaminé e a redução no ângulo da curva. Quando algum desses três requisitos não puder ser observado. onde se inicia a chaminé. logo acima do aquecedor.Instalações hidráulicas/sanitárias Em princípio. por exemplo.00m. a contar do topo da gola ou defletor do equipamento. até a base do trecho vertical subseqüente. a chaminé deve ter uma única curva de raio longo de até 90° e o comprimento mínimo do trecho horizontal não deve ultrapassar a 2. Também.

Entretanto. como a da figura abaixo (à direita). mediante concurso de um profissional especializado que estudará as alternativas possíveis e indicará a melhor solução para cada caso. até a base do trecho horizontal da chaminé. mas requerem cálculos de engenharia apropriados.Instalações hidráulicas/sanitárias Adverte-se. no entanto. . que estas situações excepcionais são admissíveis. Neste caso. há aquecedores com tomadas de ar laterais para a exaustão de gases. Vale ressaltar que a exigência de comprimento mínimo de 35 cm para o trecho vertical da chaminé deve ser considerada quando o aquecedor possui um defletor em forma de gola na parte superior do equipamento (ver fotos acima). na forma de aberturas horizontais superpostas. a exigência de altura passa a ser de 60 cm. contados a partir da base da abertura mais inferior no aparelho.

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: inexistência (esq) e insuficiência de altura do trecho vertical (dir) da chaminé(dir) .

O terminal se destina a permitir o correto expelimento desses gases sem prejudicar as condições adequadas de tiragem. .Também a falta do terminal possibilita a entrada de água de chuva. possibilitando o apagamento da chama.Instalações hidráulicas/sanitárias Outro cuidado que deve ser objeto de verificação é a obrigatoriedade da existência de um terminal adequado na extremidade externa da chaminé. quando ela descarregar os gases de combustão para o ar livre ou área externa do edifício. impelida pelo vento. É proibido expelir gases de combustão dentro do apartamento. possibilitando o seu apagamento e causando desregulagem na proporção correta de oxigênio e gás combustível para a queima ideal. Sua ausência aumenta o fluxo de gases na saída e de ar atmosférico sobre a chama. e daí para o interior do aquecedor. com chama estável e totalmente azul. dentro da chaminé.

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: Terminal dentro da edificação (esq) e posicionado na direção horizontal (dir) .

onde não há terminal instalado. e locais que favorecem a formação de sucção quando os ventos incidem perpendicularmente. . Isto porque o terminal também tem a função de dificultar a incidência direta de ventos sobre o interior da chaminé. quando a extremidade externa da chaminé se abre para uma fachada do edifício voltada contra as direções de ventos fortes (mais freqüentes os de leste e nordeste em Curitiba). Ele não deve ficar instalado junto a concavidades e cantos côncavos na fachada externa do edifício.Instalações hidráulicas/sanitárias Outro risco. é o sumário apagamento da chama. o apagamento da chama poderá ocorrer com freqüência sempre que ocorrer um vento forte. a posição do terminal é relevante. pois são regiões de estagnação do vento de incidência direta. Neste caso. Em relação a esse aspecto. como na foto acima à direita.

é errado instala-los com sua maior dimensão na direção horizontal.Instalações hidráulicas/sanitárias Como os gases quentes que escapam pelo terminal apresentam tendência ascensional. . pois isto é um dificultador para o seu livre escoamento e pode alterar as condições que mantém a chama estável e a queima em proporções ideais. Outro erro freqüente é a instalação do terminal encostado na fachada externa do prédio e até recuado em relação a ela. dificultando a saída dos gases quentes e contribuindo para o chamuscamento da pintura ou do revestimento externo.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: terminal da chaminé recuado (esq) e encostado (dir) na fachada do edifício.

que possibilita a tiragem correta e exaustão natural e impede que o calor dos gases quentes seja transferido em parte para a parede externa. Esta distância mínima permite uma circulação de ar adequada. Finalmente.Instalações hidráulicas/sanitárias O terminal deve distar pelo menos 10 cm da superfície exterior do edifício. com fornecimento de água quente de forma rápida e satisfatória. sendo atualmente mais econômico para esta finalidade do que um correspondente aquecedor elétrico. . vale lembrar que um aquecedor a gás representa um enorme conforto para os moradores.

de uma empresa de manutenção de equipamentos a gás de confiança. para fazer a medição da concentração desse gás.Instalações hidráulicas/sanitárias Para que esse conforto e economia ocorram de forma segura para os moradores. em ambiente adequadamente ventilado. deve-se solicitar a presença de um técnico especializado. e sejam mantidos sempre bem regulados. Em caso de suspeita de presença do gás tóxico monóxido de carbono no ambiente de instalação do aquecedor de combustão aberta. é imprescindível que os aquecedores a gás estejam instalados de forma correta. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detecção da concentração de monóxido e oxigênio no ambiente .

além do monóxido.Instalações hidráulicas/sanitárias É um procedimento rápido e de baixo custo. . também pode medir a concentração de oxigênio no local que aloja o aquecedor. Em caso de dúvida quanto à correta instalação do equipamento a gás e ventilação adequada no ambiente. ele emitirá um laudo técnico explicativo. deve-se solicitar a um profissional especializado uma inspeção predial. feito com um analisador de gás que. Havendo alguma irregularidade. contendo orientações das medidas corretivas que deverão ser tomadas em cada caso.

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Tubos e conexões PPR para água quente: economia e praticidade na substituição ao cobre

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O Amanco PPR é uma evolução em termos de tubulação para água quente. Um produto inovador e moderno, que alia qualidade e tecnologia. São inúmeras as vantagens da linha Amanco PPR, dentre elas a enorme praticidade da instalação e o sistema de termofusão que faz a união molecular de tubos e conexões, oferecendo garantia total contra vazamentos. O cobre tem sido usado há décadas nas tubulações prediais de água quente, pela sua resistência a corrosão e as temperaturas elevadas. Mas é um material que vem se tornou proibitivo pois seu preço vem subindo assustadoramente. A este respeito, vide artigo “Cobre valorizado no mercado internacional afeta Brasil e incentiva roubo de condutores elétricos e de cargas”.

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Maior flexibilidade - As características do sistema permitem que sejam feitas curvas longas (de até 8 vezes o diâmetro do tubo) ou desvios, sem prejuízo nas juntas.

Resistência a impactos - Tubos PPR não amassam e possuem grande resistência a impactos.

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O cobre está custando cerca de 1/5 do preço do ouro, ou seja, é muito melhor “garimpar” cobre roubando fios elétricos e tubos de água quente nas cidades do que ir para um garimpo distante tentar a sorte procurando ouro. Hoje as obras que lidam com cobre precisam ter um ambiente trancado à sete chaves para abrigar cabos elétricos e tubulações de cobre, a que ponto chegamos... Além da questão do preço, a confecção de tubulações em cobre requer mão-de-obra especializada e é bem mais demorada que fazer a mesma tubulação usando PVC marrom, o mais usado para água fria. Só que PVC marrom começa a amolecer aos 60ºC, ou seja, não pode ser usado nas tubulações de água quente que podem atingir mais de 90ºC. Surgiu daí a necessidade de desenvolver um novo tipo de tubulação de PVC que suportasse altas temperaturas.

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Surge o PPR
Grandes empresas pesquisam a questão da substituição do cobre há décadas e algumas soluções já haviam sido oferecidas. Mas a grande evolução veio realmente com o Amanco PPR. O nome “PPR” vem do material utilizado, o Polipropileno Copolímero Random tipo 3, componente inovador e de alta tecnologia, fruto de grande pesquisa e desenvolvimento em laboratório. O PPR suporta grandes picos de temperatura e pode operar a até 80°C. É anticorrosivo e tem alta resistência a ataques químicos de substâncias como ferro, cloro ou flúor eventualmente contidos na água.

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Para aqueles que precisam se ater às normas e demais legislações envolvidas na construção civil, é interessante saber que a linha Amanco PPR atende à norma européia ISO 15874 superando as especificações da NBR 7198: projeto e execução de instalações prediais de água quente.

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Qualidade

Material atóxico - O PPR é completamente atóxico, de acordo com normas internacionais Sem incrustações - Por terem paredes internas extremamente lisas, as tubulações em PPR proporcionam uma instalação sem incrustações e sem redução do diâmetro da tubulação ao longo do tempo Instalação limpa - Como utilizam a tecnologia da termofusão, tubulações em PPR dispensam o uso de adesivo plástico e lixa, deixando o ambiente da obra totalmente limpo

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Durabilidade Ótima resistência à altas temperaturas - O PPR pode operar à temperatura de serviço de 80°C com pressão de 60mca (metros de coluna d'água) mas suportam picos de até 95°C ocasionados por eventuais desregulagens do aparelho de aquecimento. Livre de corrosão - Alta resistência a ataques químicos de substâncias como ferro, cloro ou flúor contidos na água, proporcionando durabilidade e uma instalação livre de corrosão.

Garantia total das juntas - Não existe união entre tubos e conexões. Com a tecnologia de termofusão a 260°C, ambos os materiais fundem-se molecularmente formando uma tubulação contínua para a segurança total do sistema.

o PPR não transmite calor para a face externa da tubulação e permitem a manutenção da temperatura da água por mais tempo. Não requer isolamento térmico . com relação aos produtos convencionais.Instalações hidráulicas/sanitárias Custo-Benefício Maior Produtividade . . reduzindo em até 2. Otimização de projeto .Pela rapidez e simplicidade na instalação. o PPR proporciona ganho de produtividade nas montagens.5% o custo total da instalação hidráulica de água quente.Devido à baixa condutividade térmica. dispensando assim o uso de qualquer tipo de isolante térmico.O PPR pode conduzir água quente e fria. permitindo a otimização do projeto hidráulico.

Veja um roteiro passo-a-passo do processo de instalação: .Instalações hidráulicas/sanitárias Técnica de instalação Os tubos e conexões Amanco PPR são práticos. versáteis e simples de instalar.

Instalações hidráulicas/sanitárias 1.Em primeiro lugar é preciso apoiar o termofusor na bancada e limpar os bocais com um pano embebido em álcool .

Instalações hidráulicas/sanitárias 2. evitando possíveis rebarbas na tubulação .Cortar os tubos com tesoura apropriada.

Limpar as pontas dos tubos e a bolsa das conexões que irão receber a termofusão .Instalações hidráulicas/sanitárias 3.

Instalações hidráulicas/sanitárias 4-Marcar a extremidade do tubo com a profundidade da bolsa da conexão para certificar-se de que a ponta do tubo não ultrapasse o final da bolsa da conexão. .

Instalações hidráulicas/sanitárias 5. .Introduzir simultaneamente o tubo e a conexão em seus respectivos lados do bocal.

A conexão deve cobrir toda a face macho do bocal e o tubo não deve ultrapassar a marcação feita anteriormente. .Instalações hidráulicas/sanitárias 6.

quando decorrido o tempo mínimo de aquecimento conforme a tabela (verifique no manual).Retirar o tubo e a conexão do termo fusor.Instalações hidráulicas/sanitárias 7. .

9. num intervalo de 3 segundos iniciais existe a possibilidade de alinhar a conexão em até 15°.Unir imediatamente introduzindo a ponta do tubo com a bolsa da conexão até o seu final de curso. 10-Após a termofusão da conexão com o tubo. Para bitolas acima de 50mm. . É importante que a união entre tubo e conexão não seja realizada de forma oblíqua.Instalações hidráulicas/sanitárias 8.A ponta do tubo deverá ser introduzida até o anel formado pelo aquecimento do termo fusor. recomenda-se trabalhar com o termofusor de bancada.

forma um leque de tecnologias extremamente atuais. ferro fundido. . cobre e chumbo que vinham sendo usados há séculos nas construções.Instalações hidráulicas/sanitárias Conclusão O PPR veio trazer uma mudança de paradigma na execução das instalações hidráulicas prediais. Juntamente com a linha Silentium da mesma Amanco. mostrando o quanto as tubulações em PVC podem ser versáteis substituindo com vantagem materiais tradicionais como o ferro galvanizado.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Patologias freqüentes em sistemas prediais hidráulicos sanitários e de gás combustível decorrentes de falhas no processo As patologias mais freqüentes verificadas em anos recentes nos sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível de 24 edifícios residenciais novos e antigos. de forma assemelhada ao reportado em trabalhos e artigos técnicos e relaciona aquelas mais comuns conseqüentes de falhas do processo de produção desses projetos. objeto de laudos técnicos decorrentes da atividade profissionais. concluindo que estão principalmente relacionadas a deficiências nos respectivos projetos de sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás. no município de Curitiba. Além de quantificar as patologias mais freqüentes apontadas nesses temos as causas mais freqüentes.

antes que venham a se manifestar na forma de futuras patologias. .Instalações hidráulicas/sanitárias Recomendações para a supressão preventiva desses problemas ainda na fase do projeto executivo.

etc. para que os dados resultantes sejam considerados consistentes. no Brasil. em particular. Isto talvez por demandar recursos vultosos. simulações e testes invasivos e/ou destrutivos em escala real em edificações existentes. ensaios. e.Instalações hidráulicas/sanitárias INTRODUÇÃO A freqüência de incidência e as causas de problemas patológicos nos sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível têm sido ainda pouco pesquisadas em âmbito mundial. .. longos períodos de observação.

. (2003). de um lado.406 de 2002). através da divulgação das ocorrências de patologias construtivas e seus reparos. com base em princípios científicos.087 de 1990). e mais recentemente o novo Código Civil (Lei 10.Instalações hidráulicas/sanitárias Segundo MARTINS et al. com a introdução de inovações tecnológicas. e a falta ou escassez de conhecimento para a aplicação de novos sistemas construtivos. de outro. e já sob a vigência do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8. o estudo das falhas construtivas no campo da Engenharia começou a ser tratado de forma mais sistematizada.

em particular aquelas relativas aos sistemas prediais em apreço.Instalações hidráulicas/sanitárias A importância do estudo das patologias construtivas. reside na possibilidade da atuação preventiva. . especialmente quando elas têm por causa falhas no processo de produção dos respectivos projetos de engenharia.

sistemas. etc. etc. ou os próprios componentes que formam um determinado subsistema. este produto pode ser tanto o sistema “edifício”. No caso da construção civil.Instalações hidráulicas/sanitárias 2REQUISITOS DE DESEMPENHO x PATOLOGIAS E INCONFORMIDADES LICHTENSTEIN (1985) conceitua desempenho como o comportamento de um produto quando em uso.) podem ser descritos e o seu desempenho medido. instalações.). componentes. os vários subsistemas que o compõem (estruturas. . vedações. AMORIM (1989) ressalta que o conceito fundamental da concepção sistêmica reside no princípio de que os produtos (projetos. sem que seja necessário pensar nas partes que os compõem.

identificação dos desgastes a que estará sujeita. de maneira a atender determinadas necessidades do usuário.Instalações hidráulicas/sanitárias Segundo ele. ou a partes dela. ou por suas partes. são: identificação das necessidades dos usuários da edificação. à resistência que esta deverá oferecer aos desgastes que sobre ela atuam e às conseqüências que ela produzirá sobre o meio ambiente. Os requisitos de desempenho são relativos ao uso propriamente dito da edificação. identificação dos requisitos de desempenho que ela deverá atender para satisfazer às necessidades dos usuários. as necessidades básicas para a utilização desse conceito em relação a uma edificação. Por outro lado. compreende-se por requisito de desempenho a formulação qualitativa das propriedades a serem alcançadas pelo edifício. . e aplicação de critérios e métodos de avaliação confiáveis para a verificação do atendimento a esses requisitos.

Instalações hidráulicas/sanitárias De forma bastante geral. com sintomas já manifestos) ou numa inconformidade (problema potencial ou já instalado e ainda sem sintomas aparentes) todo sistema ou subsistema que não atende algum requisito de desempenho. regulamentação ou normalização técnica. . particularmente aqueles textualmente exigidos por legislação específica. pode-se afirmar que já incorre numa patologia (problema real.

REGULATÓRIOS E NORMATIVOS Quando o empreendimento que resulta numa edificação implica numa relação de consumo. cujo artigo nº 39 (Seção IV: “Das Práticas Abusivas”) reconhece o CONMETRO como entidade com atribuição legal para elaborar e expedir regulamentos técnicos (RT’s). Dessa forma. cuja Resolução nº 6/92 reconhece e legitima como normas brasileiras aquelas homologadas pelo Foro Nacional de Normalização. como aquelas emitidas por agências reguladoras governamentais). valem as normas aprovadas e registradas pelo CONMETRO. ele é regido pela Lei nº 8. . passam a receber a designação "NBR" (Norma Brasileira Registrada no CONMETRO).Instalações hidráulicas/sanitárias ASPECTOS LEGAIS. ao serem nele registradas. que.078 de 1990. na sua ausência. na ausência de normas expedidas por órgão oficiais competentes (estas efetivamente com força de lei. o Código de Defesa do Consumidor.

com atribuição. até então de caráter facultativo. de elaborar normas técnicas. . Dessa forma. amparada pelo artigo nº 39 do Código de Defesa do Consumidor. ao menos desde 1992 tornou-se compulsória. reconhecida de Utilidade Pública) o Foro do Sistema Nacional de Normalização. representando apenas uma referência técnica. a observância das normas técnicas da ABNT em projetos de engenharia cujo produto resulta em relação de consumo. em seu nome.Instalações hidráulicas/sanitárias A Resolução nº 7/92 do CONMETRO designou a própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (uma entidade privada sem fins lucrativos. por delegação de competência.

. sejam nos respectivos projetos. relativas às normas técnicas correlatas da ABNT.Instalações hidráulicas/sanitárias Desde então. quaisquer inconformidades normativas verificadas nos sistemas hidráulicos prediais de uma edificação. seja no que nela se encontra efetivamente instalado. constituem patologias. manifestas ou potenciais.

cujos resultados quanto à origem das respectivas falhas seguem-se: . depois de colocadas em uso. deu causa a levantamentos sistemáticos. realizados nos anos 70 em diversos países com longa tradição de construir bem. PRINCIPAIS CAUSAS DE PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS A necessidade de avaliação do desempenho das edificações.Instalações hidráulicas/sanitárias 4.

de componentes (11% a 25%) e de utilização (9% a 11%). . ou seja. os vícios podem ocorrer por falhas de concepção sistêmica. ausência ou incorreções de especificações de materiais e de serviços. Na fase de projeto dos sistemas prediais. falhas de execução (19% a 30%). erros de dimensionamento. originadas por fatores inerentes à própria edificação: falhas decorrentes de projetos (36% a 49%). insuficiência ou inexistência de detalhes construtivos.Instalações hidráulicas/sanitárias As principais causas de patologias de origem endógena durante ocupação.

circulação horizontal e vertical. etc. tais como falhas de comunicação com projetistas de outros sistemas prediais (estrutural. ou seja. conforme FABRÍCIO & MELHADO (2002). telefônico. .) e da inexistência de coordenação ou compatibilização com os diversos outros subsistemas da edificação (vedações.). elétrico. etc. ar condicionado.Instalações hidráulicas/sanitárias Mas também as patologias e inconformidades podem decorrer de falhas no processo de produção do projeto. por falta de um processo ordenado de desenvolvimento segundo os princípios já consagrados do que se convencionou chamar engenharia simultânea.

além da enorme variedade de materiais. muitas das patologias manifestas ou potenciais incidem de forma repetitiva em diferentes edifícios inspecionados. bombas.). vazões e temperaturas. tanques.Instalações hidráulicas/sanitárias Patologias em sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível São características próprias dos sistemas hidráulicos prediais a sua complexidade funcional e a inter-relação dinâmica entre os seus diversos subsistemas. revelando falhas sistemáticas na fase de projeto desses sistemas prediais. que vão desde simples falhas freqüentes em certos equipamentos até intrincadas flutuações de pressões. em conseqüência. etc. acessórios. registros. componentes e equipamentos constituintes (tubos. dispositivos de controle. dispositivos de medição. Porém. Estas peculiaridades. . decorrentes de falha de concepção sistêmica no projeto. podem dar origem a uma grande diversidade de manifestações patológicas nas edificações. válvulas. conexões. reservatórios.

os resultados podem ser razoavelmente extrapolados para outras cidades verticalizadas do país. com o intuito de evitar que se repitam em novos edifícios a serem projetados e construídos. Portanto a tipificação e caracterização da natureza das patologias e inconformidades mais freqüentes nesse universo amostral podem contribuir para uma ação preventiva ao menos durante a etapa de projeto de novas edificações. . mesmo com base apenas em levantamentos feitos num pequeno universo amostral de um determinado centro urbano.Instalações hidráulicas/sanitárias Ao se caracterizar e apontar essas falhas mais freqüentes.

PR. sob a presunção do aproveitamento da experiência acumulada. grande parte das quais poderão ser evitadas em edifícios ainda a serem projetados e construídos.Instalações hidráulicas/sanitárias A título de exemplo. entre as perícias em instalações hidráulicas prediais realizadas pelos autores nos últimos oito anos na cidade de Curitiba . . cujos laudos técnicos apresentam certas patologias recorrentes. foram selecionados 24 edifícios residenciais julgados mais representativos.

gás combustível natural ou liquefeito de petróleo (GÁS). . subdivididas em água fria (AF). esgoto sanitário (ESG) e águas pluviais (AP). água quente (AQ). Na coluna “outro” estão apontadas patologias e inconformidades relevantes não relacionadas diretamente com esses subsistemas. combate a incêndio (INC). porém associadas a tubulações como um todo.Instalações hidráulicas/sanitárias A freqüência de incidência qualitativa de inconformidades presentes e patologias manifestas.

ruído. Note-se que as patologias apontadas. etc. . refluxo.Instalações hidráulicas/sanitárias Natureza das patologias freqüentes em sistemas prediais conseqüentes de falhas no processo de produção do projeto Considerando uma combinação da incidência relativa (freqüência) com um nível atribuído à gravidade (relevância) das correspondentes conseqüências de uma dada patologia ou inconformidade cuja causa provém de falha no processo de produção do projeto. resultou de maior freqüência e relevância.). exclusivamente decorrentes de falhas no processo de produção do projeto. vazamento. mas por citações de mais fácil identificação. particularmente por falta de um processo adequado de engenharia simultânea. apontada nos laudos dos 24 edifícios inspecionados. não foram necessariamente referenciadas pelos sintomas conseqüentes (mau cheiro.

AF Tampas de acesso às câmaras do reservatório elevado executadas e instaladas de modo incorreto.Instalações hidráulicas/sanitárias Água fria . com possibilidade de admissão de água contaminada em seu interior .

Instalações hidráulicas/sanitárias AF Adoção de reservatório elevado e/ou cisterna com câmara única (sem septo separador) AF e AQ Ramais de distribuição de água fria e quente dos apartamentos formando sifões com possibilidade de segregação de ar em seus colos altos AF Tubulações plásticas expostas ao tempo .

exigüidade de espaço para instalação de filtros tipo Y e registros de fechamento AF Barrilete elevado dividindo o mesmo espaço físico com a casa de máquinas de elevadores AF Ausência ou insuficiência de folga das paredes laterais da cisterna com paredes limítrofes do subsolo. e da laje de fundo com o piso .Instalações hidráulicas/sanitárias AF Irregularidades na central redutora de pressão: ausência de meios para drenagem.

Instalações hidráulicas/sanitárias AF Cisterna enterrada ou semi-enterrada impedindo esgotamento totalmente por gravidade AF Insuficiência de espaço na casa de bombas de recalque para instalação de registros de fechamento adequados nas tubulações de sucção das bombas centrífugas AF Casa de bombas em cota superior ao fundo da cisterna impedindo afogamento das bombas AF Tampa da abertura de acesso à cisterna sem fechamento estanque e/ou de modo incorreto .

dificultando a renovação da água AQ Ramais de distribuição de água quente correndo dentro de enchimentos de contrapiso das lajes . com zonas de estagnação.Instalações hidráulicas/sanitárias AF Tampa da abertura de acesso à cisterna sem fechamento estanque e/ou de modo incorreto AF Propagação de ruídos e vibrações das bombas de recalque a partir da casa de bombas AF Existência de eletrodutos correndo aparentes dentro da cisterna AF Formato alongado da cisterna.

GÁS Ausência ou insuficiência de aberturas adequadas de ventilação permanente para ar de combustão em ambientes contendo equipamentos a gás GÁS Ausência de meio ou duto coletivo de ventilação permanente para os abrigos de medidores de gás situados nos halls dos andares GÁS Extensão insuficiente do trecho vertical das chaminés de aquecedores a gás com tiragem natural GÁS Ramais de distribuição de gás combustível executados em aço carbono preto correndo dentro de enchimentos de contrapiso das lajes e desprovidos de tubos-luva ventilados nas extremidades .Instalações hidráulicas/sanitárias AQ Extensão insuficiente de braço de flexão em derivações de colunas de distribuição de água quente em edifícios com sistema de geração central. devido à exigüidade de espaço.

Instalações hidráulicas/sanitárias GÁS Ramais de distribuição de gás combustível correndo dentro de vazios construtivos e paredes drywall. desprovidos de tubos-luva ventilados nas extremidades ESG Ligação direta e em nível de tubo ventilador secundário em coluna de ventilação sem a presença de alça de ventilação com altura adequada ESG Ramais de descarga de máquinas de lavar roupa e louças subdimensionados ESG Posicionamento de terminais de colunas de ventilação de esgoto e tubos ventiladores primários em locais inadequados na cobertura. em regiões de depressão quando da incidência de ventos fortes ESG Sifão flexível de pia de cozinha instalado sem altura mínima de fecho hídrico .

Instalações hidráulicas/sanitárias AP Inexistência de redução excêntrica e redução da seção útil de ralos planos por manta de impermeabilização superficial da laje e de sua proteção mecânica AP Empoçamento de águas pluviais em áreas externas e transbordamento para o interior do edifício quando ocorrem chuvas intensas AP Posicionamento de poço de drenagem sob vaga de garagem dificultando manutenção urgente .

podem resultar em posteriores manifestações patológicas nos seus sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível. A ausência de um processo ordenado de produção dos projetos de edificações. associadas a algum nível de desconforto ou de risco para os seus usuários. ou falhas ocorridas durante o desenvolvimento desse processo. poderá contribuir neste sentido.Instalações hidráulicas/sanitárias CONCLUSÕES . . pelo autor do projeto e/ou por um coordenador do seu processo de produção. O prévio conhecimento das falhas mais freqüentes. em particular de edifícios residenciais. Uma vez que as causas dessas patologias estão localizadas nos respectivos projetos. justamente nesta fase é que medidas preventivas adequadas deverão ser adotadas. destacadamente a completa e simultânea integração aos demais projetos do edifício ao longo do seu processo de concepção e desenvolvimento.

Instalações hidráulicas/sanitárias Saneamento Básico e seu impacto no setor da construção .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

entre outros) usados pela construção civil. Se.Instalações hidráulicas/sanitárias Tendo a água como tema principal. com mais de 600 mil imóveis negociados e 140 mil empregos formais gerados (com carteira assinada). a preservação do Planeta Terra como foco e considerando todas as ações reservadas para 2009. no ano passado. o mercado imobiliário brasileiro deu um salto espetacular. . areia. o setor da construção deverá viver um boom ainda mais vigoroso no próximo ano. imagine o tamanho da resposta do setor às campanhas de alcance mundial. com o processo de cortes de impostos incidentes sobre insumos (cimento. especialmente em obras de infra-estrutura.

6 bilhões de pessoas vivem sem esgoto no mundo.5 milhão morrem por causa de água contaminada ou doenças associadas à falta de saneamento. declarou que a entidade instituiu 2008 como o Ano Internacional do Saneamento Básico. .Instalações hidráulicas/sanitárias Secretário-Geral da ONU. no início de 2007. Cerca de 2. Ban Ki-moon. quanto para minimizar os problemas de saúde da população. social e ambiental de qualquer país. Há um consenso mundial sobre o impacto da universalização do saneamento básico tanto para acelerar o crescimento econômico. 1. no início de Novembro. O principal objetivo é a redução do número de pessoas que vivem sem acesso a esgoto e à água potável. Esse tema também foi pauta. do 2o. anualmente. Fórum Brasileiro da Água realizado em São Paulo e. ganhou um lei ampla no Brasil e faz parte das ações do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

Trata Brasil: Saneamento e Saúde . sendo as crianças entre 1 e 6 anos as principais vítimas. Mais de 100 milhões de brasileiros não dispõem e rede de coleta de esgoto sanitário. Nas zonas rurais a coleta atinge apenas 4% da população. A recém divulgada pesquisa . .realizada pela Fundação Getúlio Vargas revela que a falta de saneamento básico no Brasil é uma questão que deveria ter sido resolvida no século passado e que atualmente atinge 47% da população brasileira. 48 milhões usam as antigas fossas sépticas.Instalações hidráulicas/sanitárias No Brasil os dados são alarmantes: segundo o Instituto Trata Brasil sete crianças morrem todos os dias vítimas de diarréia e 700 mil pessoas são internadas a cada ano nos hospitais públicos devido à falta de coleta e tratamento de esgoto.

educação. do bom funcionamento de cada um desses sistemas e da integração entre os mesmos. além de uma rede viária que permita a eficiente mobilidade de pessoas e de veículos privados e coletivos.Instalações hidráulicas/sanitárias Do ponto de vista urbano. oferta de trabalho. A busca pela cidade sustentável depende. esporte e lazer. em boa parte. comércio. em 2122. Assim como são sistemas as redes que permitem a realização das atividades cotidianas como a infra-estrutura de saneamento básico. . Apesar de as Metas do Milênio da ONU para essa questão prever a redução pela metade da população mundial que vive sem saneamento básico. o estudo da FGV constata que a universalização do acesso ao esgoto tratado no Brasil só deverá acontecer por volta do aniversário de 300 anos da independência do Brasil. os serviços de saúde. habitação é um sistema. até 2015.

do governo federal prevê R$ 40 bilhões . estima-se que o País terá de investir R$ 220 bilhões.até 2010 para a construção de redes de água e esgoto. No entanto. Além da universalização. manejo dos resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais. diluídos em 20 anos. esgotamento sanitário.concebe o saneamento básico em sua integralidade. a lei de janeiro de 2007 que altera as anteriores sobre o assunto no Brasil é ampla .Instalações hidráulicas/sanitárias O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).ou R$ 10 bilhões ao ano . abrangendo abastecimento de água. para atingir a meta de acabar com o déficit atual de saneamento básico. . limpeza urbana.

é um dos setores que os economistas classificam como dependentes de mão-de-obra intensiva e que respondem mais rapidamente aos estímulos dados pelo governo. Além do impacto social.incluindo o mercado imobiliário e o saneamento básico . . obras de infra-estrutura demandam muita mão-deobra sem a qualificação exigida pela indústria de transformação e devem responder pelo crescimento da empregabilidade no pais. A construção civil .Instalações hidráulicas/sanitárias A indústria da construção tem papel fundamental na disponibilização de tecnologia e no desenvolvimento de soluções para a questão do saneamento básico no Brasil. De forma geral.

Instalações hidráulicas/sanitárias Revolução no Saneamento Básico .

foram mais de 20 anos de atraso.Instalações hidráulicas/sanitárias A sanção da Lei Nacional do Saneamento Básico pelo Presidente .. Ao todo. .. A revolução está mesmo é no conteúdo da nova lei. consolidou as bases da proposta e impulsionou a retomada do debate sobre o tema no parlamento nacional.. nos primeiros dias do seu novo mandato é um marco na história brasileira. de vácuo normativo e de ausência de uma política nacional para o saneamento.. Mas a revolução que aponto no título deste artigo não está apenas nas décadas de atraso superadas com a sanção da lei. através das Conferências das Cidades.. É resultado do protagonismo assumido pelo Ministério das Cidades que.

a lei concebe o saneamento básico em sua integralidade. Além da universalização do acesso.Instalações hidráulicas/sanitárias A lei enfatiza e aponta os caminhos para tornar realidade o saneamento como um direito de cidadania. assegurado através da ampliação progressiva do acesso para todas as pessoas que vivem em nosso país aos serviços de saneamento básico. manejo dos resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais. Os municípios adquirem através da nova lei a titularidade dos serviços de saneamento básico e devem adotar o planejamento como ferramenta para alcançar a universalidade do acesso e a integralidade dos serviços. esgotamento sanitário. . limpeza urbana. abrangendo abastecimento de água.

e. por lei municipal. ações para emergências e contingências. O controle social. com representação do governo e prestadores. organizações da sociedade civil e de defesa do consumidor. dos usuários. projetos e ações para alcançar os objetivos e as metas. médio e longo prazos para a universalização. epidemiológicos. objetivos e metas de curto. no planejamento e na avaliação dos serviços. mecanismos e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas. . programas. poderá contar com órgãos colegiados consultivos. ambientais e socioeconômicos. entidades técnicas. O princípio do controle social é introduzido no saneamento básico para garantir à sociedade participação na formulação das políticas.Instalações hidráulicas/sanitárias Toda a prestação dos serviços deverá se basear em um plano municipal de saneamento básico que abranja: diagnóstico situacional através de indicadores sanitários.

Instalações hidráulicas/sanitárias Os serviços deverão contar com entidade técnica reguladora para estabelecer padrões e normas de prestação dos serviços e garantia dos direitos e satisfação dos usuários. através de sistemas de informações e processos decisórios institucionalizados. Lei municipal deverá detalhar as normas de regulação e as regras para definição e reajustes na tarifa. evidenciam que os direitos da cidadania adquirem centralidade na política de saneamento. revertidos em favor dos usuários nas tarifas. das normas legais para a definição das tarifas. . com ênfase na qualidade dos serviços e na modicidade tarifária. de audiências e consultas públicas. do amplo acesso a informações sobre os serviços. Os ganhos de produtividade nos serviços deverão ser socializados. dos mecanismos de controle social. A prioridade na transparência e no controle público das ações.

Tudo isso traz reflexos importantes para Cuiabá e nos preocupa.Instalações hidráulicas/sanitárias A alocação de recursos públicos federais será ampliada e articulada às diretrizes e aos objetivos socializantes da política nacional de saneamento demarcada pela nova lei. saneamento como política pública e direito básico de cidadania. Assunto para uma próxima oportunidade. Em suma. protagonizado pelo Estado e permeado pela participação da sociedade civil. . Os investimentos em empreendimentos e prestadores públicos serão priorizados.

como especificar reservatórios de água? .Instalações hidráulicas/sanitárias De caixas a cisternas.

como especificar reservatórios de água? .Instalações hidráulicas/sanitárias De caixas a cisternas.

Seja qual for o produto. do seu reaproveitamento. do uso controlado da água. do reuso. os aspectos mais significativos ficam por conta do desperdício. questões como a qualidade de vida dos habitantes do edifício e do entorno onde a construção está sendo erguida. à durabilidade. as normas de greenbulding prevêem aspectos relativos à sistema de fabricação. além de também embutir nas exigências.Instalações hidráulicas/sanitárias Nunca os reservatórios de água tiveram tanta importância na construção civil. quer seja familiar ou pública (haja vista o caso da dengue). Com relação à água. . a custos de manutenção e conservação de produtos pelos usuários. Não só considerando a saúde. mas também no que diz respeito à construção sustentável.

. a caixa d’água. como reservatório de água potável. ganham importância no cenário da construção como uma solução que envolve o meio ambiente. e de fundamental importância para a saúde da população. o saneamento básico.Instalações hidráulicas/sanitárias Portanto. as cisternas e os reservatórios de água em geral.

é um reservatório de instalação hidráulica para obras residenciais e comerciais com a função de garantir a reserva de água potável para o consumo na falta eventual de abastecimento.Instalações hidráulicas/sanitárias Por que caixas d’água? A caixa d’água nasceu de uma necessidade. .

Mais leves. A razão desse crescimento não foi só pela substituição do amianto. de fibrocimento e seus derivados. . os reservatórios produzidos em polietileno ganharam espaço no mercado e sobre as lajes das residências. questões econômicas e práticas também influenciaram nesse desenvolvimento. o peso . as caixas de polietileno ficaram mais fáceis de serem transportadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Caixas d’água têm normas? Após a controvérsia de se utilizar ou não de caixas d’água de amianto. geralmente localizados na periferia dos bairros e em locais de difícil acesso. Uma delas. especialmente pelo adeptos da auto-construção.

na cor ideal para identificar sujidades no interior da caixa. as caixas também ganharam fechos mais herméticos. interferir na penetração de luz no reservatório. que veremos a seguir. Além de mais leves. o processo de fabricação permitia inserir cores fora e dentro das caixas. percebidos pelos consumidores e construtores. a tecnologia de produção bem desenvolvida do plástico levou a colocar diferenciais de qualidade. para permitir a limpeza. . algumas tampas ganharam rosca. ficaram mais resistentes.Instalações hidráulicas/sanitárias O novo material também permitiu outros avanços. outros tipos de fechamento substituíram a convencional tampa de arrastar. fecham com mais segurança. e muitos outros.

Muitas não atendem aos requisitos mínimos de desempenho necessários. . alegam os responsáveis pela implementação do programa “ Reservatórios de Água em Poliolefinas e Torneiras de Bóia para Sistemas Prediais”. PBQP. ficou difícil aos consumidores e especificadores discernir sobre o que realmente é qualidade em caixas d’água de polietileno. setorial do Programa Setorial Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat. tampouco evitam o desperdício de água.Instalações hidráulicas/sanitárias Com a proliferação da oferta de fornecedores.

. estabelecendo uma norma brasileira em que se descreve objetivamente os requisitos de desempenho necessários.Instalações hidráulicas/sanitárias O Programa visa elaborar mecanismos para garantir a conformidade com as Normas Brasileiras empregadas especificamente para os reservatórios destinados a armazenagem de água potável destinada ao consumo humano. fazendo com que os reservatórios poliolefínicos para água potável atendam aos requisitos especificados na Norma.

500 e 1000 litros.Instalações hidráulicas/sanitárias Algumas empresas fazem parte desse Programa e já submeteram seus produtos às normas para reservatórios com volume nominal de 310. que têm os seguintes requisitos de desempenho avaliados: aspectos visuais marcação dimensões massa resistência ao impacto opacidade toxidade volume útil e efetivo estanqueidade da água efetivo resistência à deformação sob ação da água .

de acordo com os requisitos e normas relativas a cada tipo de reservatório. para maior durabilidade ao produto.Instalações hidráulicas/sanitárias Como referência. analisamos abaixo a linha de reservatórios Amanco. Linha de reservatórios Amanco A empresa possui linha completa. . composta por Caixas d’água de polietileno linear de média densidade e Cisternas de polietileno alta densidade com antioxidante e proteção anti.UV contra os raios solares.

por exemplo. porque. dependendo do tipo. junções ou colagens. são fabricados por rotomoldagem. Outros diferenciais dos produtos devem ser avaliados com relação à resistência. Os reservatórios Amanco. um processo industrial automatizado que garante reservatórios sem emendas. podemos detectar se há emendas ou não no produto. Vale a pena conferir . com maior resistência a impactos.Instalações hidráulicas/sanitárias O processo de fabricação É importante considerar o processo de fabricação. utilização e preservação da saúde. toxidade do material etc. e assim presumir sua resistência e durabilidade. as paredes internas. o sistema de vedação da caixa. . por exemplo.

Instalações hidráulicas/sanitárias Com relação aos reservatórios Amanco. a proteção da água depositada é garantida por: Tampa. Ministério da Saúde e FDA USA (Food & Drug Administration) .rosca para completa vedação contra a entrada de insetos e poeira Maior resistência à exposição da luz solar e calor Parede interna lisa e branca para facilidade na limpeza e conservação da temperatura Feitas em polietileno: material absolutamente atóxico devidamente aprovado para contato com alimentos pelo Instituto Adolfo Lutz.

ABNT. 500 e 1. registrado ao PBQP-H.000 litros. Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat do Governo Federal. com linha de acessórios.Requisitos e estão qualificadas junto ao Programa Setorial da Qualidade de Reservatórios Poliolefínicos para Água Potável. .000 litros são fabricados em conformidade com a Norma NBR 14799/02 da Associação Brasileira de Normas Técnicas.Disponíveis em 2 versões: Dupla e Tripla Camada de Polietileno. Os modelos de 310.Instalações hidráulicas/sanitárias Caixas d’água Amanco Uma das linhas de Caixas d’água mais completa do mercado.Reservatório poliolefínico para água potável. de 310 a 15.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV) e agentes antioxidantes (AO). Aditivada também com antioxidantes (AO) e proteção anti UV.Instalações hidráulicas/sanitárias Cada camada informa um atributo a ser considerado: 1ª camada (cinza): proteção exterior que evita passagem de luz. Tabela de medidas e capacidades Tinaplas . 2ª camada (branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza.

6.151.90 .70 .8.19.000 12.10 .190.175 -230 -215 -255 -305 -360 -90 -120 -140 -140 -160 -150 -200 -235 -235 -235 -235 .019.500 6.60 .Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) .05 .000 8.70 .60 .317.120.7.000 15.27.85 -90.000 10.Peso Cx Vazia (Kg) .777.60 -10.60 .60 .60 -190.60 -151.12.1.40 .000 1.Diâmetro (cm) .2.60 -120.1.512.75 .090.05 .85 .60 -15.60 -12.90 .60 -246.246.60 .90 .40 .766.36.750 2.Peso Cx com água (Kg) 310 500 750 1.16.000 .110 .10 .536.Altura (cm) .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Aditivada também com antioxidantes (AO) e anti UV . colônias de bactérias e outros microorganismos. com prévia autorização do departamento técnico da Amanco. além da água. 3ª camada (branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza. evitando o desenvolvimento de musgos. 2ª camada (preta): proteção total contra o raio solar. com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV) e agentes antioxidantes (AO). 1ª camada (bege): proteção exterior que evita passagem de luz.Instalações hidráulicas/sanitárias Este reservatório permite a armazenagem de líquidos de maior densidade.

85 2.132.60 6.60 2.10 1.60 10.60 8.750 110 160 31.60 1.165.30 500 70 120 12.Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) Altura (cm) Diâmetro (cm) Peso Cx Vazia (Kg) Peso Cx com água (Kg) 310 70 90 8.60 .85 6.000 360 235 256.90 512.90 750 75 140 18.000 90 140 20.000 255 235 165.20 768.60 15.781.60 12.256.538.30 318.20 1.000 305 235 205.095.000 215 235 132.60 15.500 175 150 38.205.020.000 230 200 95.60 12.60 10.60 8.10 1.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

São fáceis de limpar e instalar. muito tem se falado a respeito da instalação de cisternas em condomínios. etc. prédios públicos e comerciais e até em residências. por conta do reaproveitamento da água de chuva e da água servida. limpeza em geral.Instalações hidráulicas/sanitárias Ultimamente. em jardins. . Mas as cisternas são também reservatórios adequados para armazenamento de água potável (rede pública) e indicados para captação de água de chuva ou poços para uso em sanitários.

são fabricadas por rotomoldagem. em polietileno de alta densidade.Instalações hidráulicas/sanitárias Cisternas Amanco Assim como as caixas d’água. Suas principais características são: Parede interna lisa Impermeável Conserva a temperatura da água para utilização exclusivamente enterrada .

100 120 160 46.Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) Altura (cm) Diâmetro (cm) Peso Cx Vazia (Kg) 2.60 .000 255 235 198.000 230 200 114.60 3.300 180 160 63.60 10.60 6.

parede dupla. nas instalações de esgoto sanitário .Instalações hidráulicas/sanitárias A importância do tubo corrugado.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

enfim um sistema confiável e durável. prevenir contra contaminações. não só considerando seu valor para a promoção da saúde e para a qualidade de vida das pessoas. pois exige valas profundas. Parte fundamental do processo de desenvolvimento da infra-estrutura. mas também pelo seu impacto no meio ambiente. garantir segurança na manutenção. tecnologia para considerar a influência dos lençóis freáticos na construção.Instalações hidráulicas/sanitárias Nunca se falou tanto de saneamento básico de forma tão abrangente. a execução de sistemas coletores de esgoto requer investimento elevado. nivelamento perfeito da tubulação. .

clima. condições de assentamento destas tubulações e juntas. e também das características relativas ao meio: nível de água do lençol freático. a crescente substituição das manilhas cerâmicas por tubos de PVC. estado de conservação. as águas de infiltração são águas subterrâneas originárias do subsolo que penetram indesejavelmente nas canalizações da rede coletora de esgotos por diversos meios: pelas paredes das tubulações. etc. pelas estruturas dos poços de visita e das estações elevatórias. depende da qualidade e do tipo de construção das tubulações e das juntas: tipos de materiais empregados. .Instalações hidráulicas/sanitárias Conforme um estudo da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES. pelas juntas mal executadas. composição do solo etc. vale a pena conhecer a evolução da tecnologia utilizada nas instalações de esgoto. Por isso. Já acompanhamos há décadas.quando da manutenção de redes de esgotos. pelas tubulações defeituosas. A quantidade de infiltração contribuinte ao sistema de esgotos.

permitem também uma observação paralela do desempenho da nova tecnologia aplicada. Porém. apresentaram-se frágeis com o passar do tempo. pela economia gerada pelo processo de fabricação e pelas matérias-primas utilizadas. Por conta do passado e da malha existente. os tubos cerâmicos eram considerados ideais por não deformarem. é uma preocupação dos fabricantes oferecer produtos que se adaptam às soluções já instaladas porque.Instalações hidráulicas/sanitárias Utilizados há mais de cem anos. . além de evitar o desperdício e a elevação dos custos. pela resistência à corrosão dos ácidos e solventes presentes no esgoto.

Instalações hidráulicas/sanitárias As propriedades do tubos de resina sintética como o PVC e o polietileno de alta densidade . É o caso da linha Amanco Novafort .PEAD proporcionam vantagens percebidas como alta resistência à abrasão e ao ataque químico. por exemplo. composta por tubos de PVC de parede externa corrugada. Apresenta ainda o diferencial da Junta Elástica Removível Integrada (JERI) na ponta tubo. A linha Amanco Novafort conta com longa durabilidade em relação aos outros materiais aplicados para a mesma finalidade: sua vida útil é superior a 50 anos. além das possibilidades de produção de uma ampla gama de opções de conexões para resolver as mais diversas situações durante a execução da obra. sendo inerte à ação agressiva do terreno e à corrosão interna. unindo a segurança da junta integrada com a versatilidade do sistema removível. levando-se em conta o trabalho normal da tubulação totalmente enterrada no solo. . e extensa variedade de conexões intercambiáveis e compatíveis com todas as soluções de tubos e conexões em PVC do mercado de saneamento.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe do perfil do Tubo Novafort .

facilitando o transporte. obtendo-se no final. o assentamento. O processo de produção é o que possibilita menor peso do que os tubos de parede maciça e do que os tubos cerâmicos. melhor relação custobenefício em relação ao produto e também em relação à obra. instalação e manutenção. O reduzido peso por metro permite maior facilidade de manuseio. são uma evolução tecnológica dos tubos de paredes simples existentes no mercado. . e reduzindo despesas com mão-de-obra e maquinários.Instalações hidráulicas/sanitárias Vantagens dos tubos corrugados dupla parede Os tubos de PVC de parede dupla. A parede externa corrugada proporciona ao produto excelente relação kg/m e elevada resistência mecânica.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

profundidade dos poços de visita e o número de estações elevatórias em regiões planas. escoramentos eventuais.Instalações hidráulicas/sanitárias No caso da linha Amanco Novafort. . reduzindo o volume de escavação de vala. a parede interna lisa garante melhor fluidez para maiores vazões com pequena declividade.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

foi dimensionar os tubos de maneira a assegurar uma excelente resistência aos esforços mecânicos. Esta resistência permite suportar maiores cargas sobre o solo. atingido 5.000 Pa (NBR 7362-05) para os tubos de DN 200.Instalações hidráulicas/sanitárias Um dos pontos fortes durante o desenvolvimento. . como por exemplo. em locais com maior tráfego de veículos ou máquinas pesadas. A tecnologia usada para a produção garantiu a elevada Classe de Rigidez. por exemplo.500 Pa (NBR 7362-2 e 7362-4) para os tubos DN200 de parede lisa. contra 2.

Instalações hidráulicas/sanitárias Junta Elástica Removível Integrada (JERI) .

Instalações hidráulicas/sanitárias Considerando que o escoamento em sistemas de coletores de esgotos geralmente ocorre por gravidade. a infiltração é fator a ser combatido. impedindo vazamentos e infiltrações. . O inovador sistema de juntas da nova linha da Amanco garante total estanqueidade mesmo durante eventuais acomodações do solo. e dentro das tubulações não existe pressão. eliminando totalmente os problemas de contaminação.

Instalações hidráulicas/sanitárias Sela Amanco Novafort DN 150 X DN100 Sela Amanco Novafort DN 200 X DN100 .

Instalações hidráulicas/sanitárias Sabe-se. que não só a qualidade das tubulações e das juntas empregadas colaboram no processo de infiltração. Toda a linha Amanco Novafort é fabricada de acordo com a norma NBR 7362/05 . também as condições de assentamento e execução das obras. estado de conservação. no entanto. e as características do subsolo.tubos de PVC rígido com junta elástica Sistemas enterrados para condução de esgoto. Esta Norma é dividida em 4 partes: . são informações importantes que influenciam na eficiência do sistema coletor de esgotos.

como a linha Amanco Colefort.15.Requisitos gerais. parede externa corrugada e núcleo celular.6 kg/barra). . Parte 2 – Requisitos para tubos de parede sólida.500 Pa até DN200 e 3.Instalações hidráulicas/sanitárias Parte 1 . Classe de rigidez: 2. Tem o maior peso por metro (DN150 .200 Pa de DN250 até DN400. Discorre sobre os testes e especificações comuns aos 3 tipos de tubos para redes coletoras de esgotos: parede sólida. Discorre sobre os testes e especificações para tubos de parede sólida.

Classe de rigidez: 5000Pa para todos os diâmetros.9 kg/barra).200Pa de DN250 até DN400. corrugados.500Pa até DN200 e 3. Discorre sobre os testes e especificações para tubos de parede sólida. Classe de rigidez: 2. Parte 4 – Requisitos para tubos com parede de núcleo celular. como a linha Amanco Celfort. Tem peso por metro intermediário aos tubos sólidos e corrugados.Requisitos para tubos de dupla parede.Instalações hidráulicas/sanitárias Parte 3 . . Tem o menor peso por metro (DN150 – 9. sendo a externa corrugada. como a linha Amanco Novafort. Discorre sobre os testes e especificações para tubos de dupla parede.

A empresa desenvolveu o produto buscando oferecer maior satisfação e fidelidade de hóspedes e clientes. com fluxo maior de usuários.Instalações hidráulicas/sanitárias Assento sanitário assegura maior higiene. . restaurantes. aeroportos e demais locais públicos. Sani Seat Brasil lança um novo assento sanitário com sensor. indicado para o setor hoteleiro.

o plástico é impermeável e de alta densidade. Substituto do antigo protetor de papel. O sistema pode ser utilizado em qualquer modelo de vaso sanitário. o qual é ativado por intermédio de um sensor instalado na parede. Assim. Cada bobina tem duração para o equivalente a 200 vezes e pode ser trocada facilmente por qualquer pessoa. . O filme é reposto automaticamente em menos de 30 segundos.Instalações hidráulicas/sanitárias O produto é revestido eletronicamente por um filme plástico. que além de não garantir 100% da higiene ainda trazia o risco de entupir o vaso sanitário. não é preciso encostar as mãos em nada para que o filme plástico seja trocado.

Instalações hidráulicas/sanitárias Vaso sanitário .

O Sani-Cover é substituído em poucos segundos.Instalações hidráulicas/sanitárias É um assento confortável revestido de plástico impermeável que impede a umidade de ultrapassá-lo. Fácil de operar. crianças e idosos. Valoriza a imagem. A tampa se levanta como a de um assento normal. . inclusive para deficientes físicos. Um sensor montado na parede é ativado com um simples passar de mão. eleva o nível de qualquer estabelecimento.

Através de um visor digital é possível visualizar a quantidade de refis disponíveis. .Instalações hidráulicas/sanitárias Diminui o custo com problemas de entupimento. Fácil de instalar adaptando-se a qualquer vaso sanitário. A bobina refil contém 200 usos. Suporte técnico à disposição. uma vez que reduz drasticamente o uso de papel.

Melhora a qualidade de vida de seus clientes e/ou empregados. O refil é 100% descartável.Instalações hidráulicas/sanitárias Um refil de assento fresco e seco é utilizado a cada uso. com eficaz na proteção a qualquer tipo de bactéria. evitando sua reutilização. Clinicamente comprovado. Reduz o contágio de qualquer enfermidade transmissível por contato. . O refil plástico se adequa às normas mundiais de qualidade e higiene sendo feito de polietileno de alta densidade.

Instalações hidráulicas/sanitárias O assento sanitário Sani-Seat é um produto concebido com a finalidade de resolver um problema até então sem solução. a solução revelada por Sani-Seat é ao mesmo tempo simples e genial. que era prover higiene em conforto na utilização de banheiros públicos e semipúblicos. . Sob esta ótica.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Shopping Centers. Hospitais. Aeroportos. Motéis. Clubes. Clínicas.Instalações hidráulicas/sanitárias O assento Sani-Seat pode ser usado em qualquer banheiro onde exista a necessidade de limpeza a um baixo custo de manutenção. . Estações de Metrô e Estações Rodoviárias. Hotéis. Escolas e Academias. Escritórios de Empresas Privadas ou Órgãos do Governo. Teatro e Cinemas. Consultórios Médicos e Odontológicos. Casas de Espetáculo. Bares e Restaurantes.

. sendo acionado por um sistema eletrônico com um simples passar de mão à frente de um módulo operador com sensor ótico. Resultado: O usuário tem sempre à vista e sua disposição uma superfície limpa que nunca foi usada anteriormente.Instalações hidráulicas/sanitárias Um filme plástico estéril envolve todo o aro do assento sanitário. o qual dá ínicio a operação do sistema. Ao mesmo tempo um carretel recolhe o filme anteriormente utilizado tornando-o inutilizável. uma melhor qualidade de higiene. garantindo desta forma.

o assento sanitário Sani-Seat. Muitos usuários se sentem desconfortáveis de utilizar um sanitário público.Instalações hidráulicas/sanitárias A condição de higiene de um banheiro é um fator que afeta sensivelmente a intimidade das pessoas. . Este problema tem uma solução simples e efetiva através de um moderno e único sistema eletrônico.

Kit para caixa de água Novidade. Acompanha o Kit: 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 25 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 32 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 50 1 Torneira Bóia 1/2" 1 Adaptador Soldável com Anel para Caixa d'Água DN 32 1 Joelho 90º soldável DN 32 1 Tê 90º Soldável DN 32 1 Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m .

Acompanha o Kit: 1 Filtro de Entrada Tigre 3/4" 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 25 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 32 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 50 1 Torneira Boia 1/2" 1 Adaptador Soldável com Anel para Caixa d'Água DN 32 1 Joelho 90º soldável DN 32 1 Tê 90º Soldável DN 32 1 Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m .Kit para caixa de água Novidade.

Adaptador para Caixa d´Água com Registro Adaptador para Caixa d´Água com Registro Bitolas – 20/25/32/40/50 mm .

Filtro de Entrada Filtro de Entrada Bitola ¾¨ .

Ligação Predial Ligação Predial . Bitola .DN 50/DE 60 Furadeira de serviço .Tê de Serviço.

Ligação Predial Ligação Predial – Colar de Tomada Contra Perdas em PP 32 x 1/2" 32 x 3/4" 40 x 1/2" 40 x 3/4" 50 x 1/2" 50 x 3/4" 60 x 1/2" 60 x 3/4" 63 x 1/2" 63 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 90 x 1/2" 90 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4" .

0 mm x 50 m 32 x 3.0 mm x 100 m .3 mm x 100 m 32 x 3.3 mm x 50 m 20 x 2.Ligação Predial Ligação Predial -Tubo PE 80 Ramal Predial 20 x 2.

Ligação Predial Ligação Predial .UMC .Unidade de Medição e Controle em PVC Base 165 PE 20 x 3/4" Base 165 PE 20 x 3/4" Base 165 3/4" x 3/4" Base 165 3/4" x 3/4" Base 165 PE 20 x PE 20 Base 240 PE 20 x 3/4" Base 240 PE 20 x 3/4" Base 240 3/4" x 3/4" Base 240 3/4" x 3/4" Base 240 PE 20 x PE 20 .

Extensão Hidrômetro Unijato para UMC .Ligação Predial Ligação Predial .

Kit Cavalete Bitola ½¨ ou ¾¨. .Ligação Predial Ligação Predial .

Adaptador de Compressão RM em PP 20 x 1/2" 20 x 3/4" 32 x 1" .Ligação Predial Ligação Predial .

Ligação Predial Ligação Predial .Adaptador de Compressão RF em PP 20 x 1/2" 20 x 3/4" 32 x 1" .

Ligação Predial Ligação Predial .Joelho Adaptador de Compressão RM em PP 20 x 1/2 20 x 3/4 32 x 1 27 .

Luva Dupla de Compressão em PP 20 32 .Ligação Predial Ligação Predial .

Colar Tomada Contra Perdas com Bucha de Latão em PP 60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4" .Ligação Predial Ligação Predial .

Ligação Predial
Ligação Predial - Colar Tomada PVC com Travas em PVC 32 x 1/2" 32 x 3/4" 40 x 1/2" 40 x 3/4" 50 x 1/2" 50 x 3/4" 60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca para Hidrômetro em PVC

1/2" 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca para Hidrômetro Longa em PVC

3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca e Bucha de Latão para Hidrômetro em PVC

1/2" 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca e Bucha de Latão para Hidrômetro Longa em PVC

3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Colar Tomada com Travas Bucha Latão em PVC

60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Adaptador para Ligação Ramal Predial com Registro em PVC

20 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Registro de esfera com Borboleta em PVC

3/4" 1/2"

Ligação Predial Ligação Predial .Registro de esfera com cabeça quadrada em PVC 3/4" 1/2" .

Ligação Predial Ligação Predial .Registro Passeio para Ligação Ramal Predial em PVC 20 .

Ligação Predial Ligação Predial .Furadeira para Ligação Ramal Predial PE .

Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m 18 mm x 25 m 18 mm x 50 m .Ligação Predial Ligação Predial .

Tubo Soldável 6 m 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .Tubos e Conexões Soldável .

Tubos e Conexões Soldável .Tubo Soldável 3 m 20 25 32 40 50 60 .

Luva soldável 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .Tubos e Conexões Soldável .

Tubos e Conexões Soldável .Joelho 90º soldável 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .

Obrigado . Complexo assunto ainda em questão.Instalações hidráulicas/sanitárias As instalações hidráulicas sanitárias.

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