OPERADOR DE GUINDAUTO (MUNCK

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Introdução
Todos nós sabemos que a vida do ser humano é o que existe de mais importante e valioso e, por esta razão, deve-se cuidar bem dela e preservá-la a qualquer custo. Porém, na realidade, o ser humano parece esquecer este importante detalhe e coloca sua vida a risco de acidentes, quando vai executar qualquer trabalho ou mesmo transitar pelas ruas. Como se arrisca diariamente e nem sempre acontece algo, cada vez mais dá menos importância à sua segurança. Quando o acidente ocorre, é muito comum colocar a culpa no azar, dizer que foi a fatalidade. Na prevenção de acidentes, o azar não é considerado, o que existe efetivamente são fatores, os mais variados, tais como: distração, ignorância das normas de segurança, descumprimento de ordens, teimosia, etc., que levam as pessoas a se acidentarem, muitas das vezes com lesões graves e até com morte. Portanto, devemos prevenir-nos em casa, na rua e no trabalho, tomando cuidados, cumprindo as Normas de Segurança e usando o bom senso.

DARCY VIANA # 1

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Acidente do Trabalho
Conceito Legal
"Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho permanente ou temporária". (Art. 139 do Decreto nº 611, de 21/07/92 - Lei n° 8213). O Decreto nº 611, regulamentou as leis 8.213, de 24/07/91, 8.222, de 05/09/91,8.422, de 13/05/92 e 8.444, de 20/07/92.

Conceito Prevencionista
É todo fato inesperado, não planejado, que interrompe o processo normal de um trabalho, ou nele interfere, podendo resultar em lesão, danos materiais ou ambos.

Exemplos:
• • • • • • O contínuo que foi atropelado ao atravessar a rua. O motorista que bateu com o veículo. O funcionário que pisou em um fio elétrico caído na calçada. O funcionário que caiu, ao tentar pegar o ônibus em movimento, quando ia para o trabalho. O pingente que caiu, e morreu, ao viajar dependurado no trem, ao sair do trabalho. O carpinteiro que cortou o dedo com o serrote, na obra em que trabalhava. ,

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• • • • •

O pedreiro que sofreu lesão no olho esquerdo, ao quebrar concreto. O auxiliar de manutenção que feriu o dedo no esmeril. O marceneiro que cortou o dedo indicador da mão esquerda, na serra elétrica. O operário que caiu e fraturou o braço, ao escorregar no piso da oficina, que estava sujo de óleo. Queda de um empilhamento defeituoso, sem vítima. Este acidente deve ser analisado para ter suas causas eliminadas de modo que tal fato não se repita, com ou sem vítima.

Causas dos acidentes do trabalho
São os motivos, as situações, os comportamentos e as ações geradoras dos acidentes. Por incrível que pareça, muitas pessoas ainda acham que um acidente acontece por acaso, azar, fatalidade, destino ou porque tinha que acontecer. Mas as causas reais dos acidentes são as falhas humanas e as falhas materiais. As falhas humanas são denominadas de Atos Inseguros (AI) e as falhas materiais, de Condições Inseguras (CI). Existem algumas situações que escapam ao nosso controle, para as quais não podemos fazer a prevenção, que são os chamados imprevistos.

Ato Inseguro
É a maneira pela qual o indivíduo se expõe, consciente ou inconscientemente, a riscos de acidentes. Por exemplo: Um marceneiro cortou o dedo indicador da mão esquerda, na serra elétrica."

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• • •

Será que o marceneiro prestava atenção a seu trabalho? Será que ele conhecia a tarefa que realizava? Será que o marceneiro trabalhava mais rápido que o necessário?

Pode-se fazer uma série de outras indagações para determinar a(s) causa(s) do acidente com- o marceneiro. O fato é que, se ele se acidentou por conta própria, dizemos que cometeu um Ato Inseguro, que é toda a maneira incorreta de trabalhar ou agir que pode levar ao acidente. Embora fique constatado o Ato Inseguro como causa do acidente, não se deve responsabilizar totalmente o trabalhador, pois, na maioria dos casos, o Ato Inseguro é praticado por desconhecimento das normas de segurança, falta de treinamento e de conhecimento da tarefa, etc.

Condição Insegura
É toda falha existente nos locais de trabalho que pode nos levar a ocorrência do acidente. Por exemplo: "Um operário escorregou no piso da oficina, que estava sujo de óleo derramado, caiu e fraturou o braço. Se ficar comprovado que o operário não deixou cair o óleo no piso, embora devesse prestar atenção por onde andava, verifica-se que ele não foi o responsável direto pelo acontecido. Dizemos, então, que o ocorrido foi devido a uma Condição Insegura, que é tudo que serve de veículo para o acidente.

Imprevistos
Conforme o próprio nome diz, Imprevisto é toda a situação inesperada e não prevista pelo homem. Convém lembrar que, na verdade, o correto seria "situação especial (incontrolável), não prevista pelo homem". Essa situação é representada pelas forças da natureza. Por exemplo: Inundações, terremotos, ressacas, maremotos, vendavais, vulcões, raios, etc.

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É preciso analisar bem, antes de classificar uma situação como um Imprevisto, pois é tendêr;1cia natural nossa fazê-Io e, muitas das vezes, por trás do imprevisto, "existem, na verdade, o Ato Inseguro e/ou a Condição Insegura. Isso influi na prevenção das causas dos acidentes.

Conseqüências dos acidentes
As conseqüências de um acidente afetam principalmente: O Trabalhador Acidentado. Sentirá as dores, ficará mutilado e/ou traumatizado, podendo até morrer, além de causar problemas à sua própria família, deixando-a, às vezes, em total desamparo. Existem determinados acidentes, tais como explosões, incêndios, etc., que podem ferir ou matar colegas de trabalho e outros, que nada têm a ver com o causador da falha, e que também podem dar prejuízo material ao empregador (destruição de prédios, máquinas, equipamentos, matéria-prima, etc.). O Empregador. Ficará sem mão-de-obra qualificada (técnica) e, conseqüentemente, paralisará ou reduzirá a produção. Baixando-se o ritmo de produção, comprometerá a qualidade e até mesmo o preço do produto. Poderá sofrer também, danos materiais (máquinas, ferramentas, equipamentos e matérias-primas), além de sua empresa adquirir má fama junto aos órgãos governamentais e à comunidade. O País. Também sofrerá os efeitos de um acidente, perdendo o elemento produtivo na força de trabalho, gastando grandes quantias para pagar o seguro de acidentes do trabalho. Esse gasto é repassado pelo aumento de impostos, taxas de seguro, etc., o que contribui para aumentar o custo de vida, de uma maneira geral (alimentação, serviços e produtos, etc.).

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Normas de segurança
Toda norma de segurança é um princípio técnico e científico, baseado em experiências anteriores, que se propõe a nos orientar em como prevenir acidentes em determinada atividade. Eis algumas normas de segurança:

Cuidar imediatamente qualquer ferimento.

Manter limpo o local de trabalho.

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Fazer os empilhamentos de maneira correta.

Não improvisar escadas, quando estiver empilhando.

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Não levantar ou transportar peso em excesso.

Ao levantar peso, usar as pernas e não as costas.

Não fumar em local proibido.

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Não brincar no local de trabalho.

Não correr no local de trabalho.

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Tomar cuidados especiais ao trabalhar com eletricidade.

Não trabalhar com eletricidade, estando com os pés descalços ou em local molhado ou úmido.

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Ao desligar o fio de tomada, não puxar pelo fio, e sim pela tomada propriamente dita.

Não sobrecarregar as tomadas dos ambientes de trabalho ou de casa.

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Não utilizar instalações elétricas que estejam defeituosas. Comunique a necessidade de conserto imediato.

Ao trabalhar com escadas, provê-Ias de pés adequados.

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Apoiar as escadas corretamente.

Proteger as escadas em locais de trânsito.

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Usar cinto de segurança, ao trabalhar em locais onde haja risco de queda.

Não trabalhar com ferramentas defeituosas.

Trabalhar com ferramentas apropriadas e em boas condições, devendo-se usáIas corretamente e guardá-Ias em seus devidos lugares.

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Usar equipamentos de proteção individual adequados a cada tipo de trabalho e, após o uso, guardá-Ios em local apropriado.

Proteger os olhos.

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Não trabalhar descalço, nem de tamancos ou de sandálias.

Abrir as portas com cuidado.

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Pensar por dois: pela máquina e por você.

Desligar a máquina e deixá-Ia parar, antes de lubrificá-Ia, limpá-Ia, repará-Ia ou ajustá-Ia.

Não usar roupas folgadas, mangas compridas, anéis, pulseiras e cordões.

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Ao trabalhar na máquina, não deixar soltos os cabelos compridos, protegendoos com rede, gorro ou touca.

Não se descuidar, prestar atenção ao trabalho.

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Conhecer bem os extintores de incêndio de seu local de trabalho, informandose de como manejá-los.

Trabalhar com roupas limpas.

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Lavar-se com água e sabão, após manusear produtos químicos.

Equipamentos de proteção coletiva - EPC
São equipamentos instalados pelo empregador, nos locais de trabalho, para dar proteção a todos que ali executam suas tarefas. Por exemplo: • • • • • • • • • guardas de proteção de máquinas e equipamentos; - fusíveis e disjuntores; andaimes; apara-lixos; balaústres; corrimãos; placas e avisos; aparelhos de ar condicionado; aspiradores de pó e gases; ventiladores e exaustores;

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• • • • • • • •

tampas; extintores de incêndio; mangueiras; hidrantes; guarda-corpos; sprinklers; barreira de proteção contra luminosidade e radiação; telas, etc.

Atenção:
• • Todo EPC deve ser preservado pelo trabalhador. A sua vida pode depender do bom estado desses equipamentos!

Equipamentos de proteção undividual - EPI
São equipamentos de uso pessoal, cuja finalidade é proteger o trabalhador contra os efeitos incomodativos elou insalubres dos agentes agressivos. A NR6 da portaria nO 3.214, de 08/06/78, do Ministério do Trabalho, regulamenta o assunto, tornando obrigatório o fornecimento gratuito do EPI pelo empregador e, o uso por parte do trabalhador, apenas para a finalidade a que se destina.

Tipos de EPI
A proteção do crânio é feita com capacete contra impactos. Também fazse essa proteção com touca, rede, gorro e boné, contra a ação de arrancamento do couro cabeludo (escalpelamento).

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A proteção das vias respiratórias é feita com respiradores (filtro mecânico ou químico) ou máscaras (oxigênio ou ar mandado) contra a ação de poeiras, gases e vapores. A proteção da audição é feita com abafadores de ruído (tipo concha ou inserção). A proteção dos olhos é feita com óculos, de vários tipos, contra a ação de impacto e radiação luminosa. A proteção da face é feita com viseira ou protetor facial contra a ação de impacto e radiação luminosa. A proteção do tronco é feita com avental, contra a ação de umidade, calor, cortes, respingos, etc. A proteção dos braços é feita com manga (braçadeiras), ou luva de cano longo contra a ação de umidade, calor, cortes, respingos, etc. A proteção das mãos é feita com luva de cano curto, médio ou longo, contra a ação de umidade, calor, corte, respingos, eletricidade, etc. A proteção das pernas e pés é feita com sapato, botina, bota de PVC, perneira (polainas) e calça-bota, contra a ação de umidade, calor, perfuração, respingos, etc. A proteção contra queda de altura é feita com cinto de segurança (comum ou do tipo alpinista).

• • • • • • •

Cuidados em Relação aos EPI
Todo EPI deve ser verificado antes de ser usado (EPI defeituoso toma-se uma condição insegura). • • Para cada tipo de serviço existe um EPI apropriado. Após o uso, o EPI deve ser limpo e guardado em local apropriado.

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• •

Atenção: Lembre-se sempre de usar e conservar o seu EPI, pois a durabilidade e eficiência do mesmo depende dos cuidados com a sua manutenção.

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Conceito de Guindauto ou Munck
São equipamentos móveis montados em transportadores (caminhões) não projetados exclusivamente para o serviço de guindastes, porém montados em chassis comerciais que foram reforçados para o trabalho de levantamento e ou movimentação de pequenas cargas.

Tipos de Munk
Existem dois tipos de configurações básicas do Munck. • • Com lança fixa com extensão manual Com lança telescópica

No Munck com lança telescópica, as seções da lança são engavetadas hidraulicamente.

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No Munk com lança fixa, a extensão é ejetada ou recolhida manualmente.

Em alguns modelos temos uma lança telescópica de três estágios:

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Descrição de um sistema de Munck
Um Munk é basicamente constituído de braço e lança, articulados, sapatas estabilizadoras e sistema hidráulico, contém, ainda, bomba hidráulica e acessórios opcionais, dentro das necessidades de cada operação (tais como caçamba isolada, lança suplementar metálica, saca-postos e garra pantográfica para movimentação de postes). De forma esquemática é constituído por: • • • • Sistema hidráulico Sistema de apoio Sistema de movimentação de carga Controles

Sistema hidráulico
A tomada de força movimenta uma bomba hidráulica que retira óleo de um tanque, o óleo passa pelos controles, vai para o sistema de apoio e para o sistema de movimentação de carga. Em seguida, o óleo retorna ao tanque, passando antes por um filtro.

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Sistema de apoio
Também conhecido como “patolamento”. Tem a findalidade de se criar um apoio melhor para o Munk no solo, livrando de esforços o chassi do caminhão, nivelar o equipamento e garantir a estaabilidade durante toda a operação. No caso de Munck de menor capacidade existe um conjunto de patolas que se compõe de dois cilindros hidráulicos cujas extremidas se apóiam no solo através de uma peça, a “patola”, estes conjuntos de patolas também são chamados de estabilizadores.

Alguns modelos maiores de munk possuem um recurso para aumentar a distância entre as patolas, aumentando com isto a estabilidade do conjunto e, portanto, permitindo aumentar sua capacidade de carga.

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Alguns conceitos importantes relativos a Munck
Centro de gravidade (CG)
Centro de gravidade de qualquer objeto é o ponto onde pode-se supor estar concentrado todo o seu peso.

Se o corpo for apoiado sobre um objeto cujo centro de gravidade (CG1) estiver diretamente abaixo do centro de gravidade (CG) deste corpo, ele estará em equilíbrio.

DARCY VIANA # 29

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Determinação do Centro de Gravidade
Para corpos homogêneos e regulares, isto é, com a mesma densidade em qualquer ponto e formato regular, o centro de gravidade coincide com seu centro geométrico. Este é encontrato, procurando-se o cruzamento de suas diagonais.

Para corpos não homogêneos e/ou não regulares, determina-se o centro de gravidade do seguinte modo: Suspende-se o corpo e sobre o mesmo traça-se uma vertical a partir do ponto de suspensão na situação de equilíbrio. Muda-se a posição e traça-se uma nova vertical, o centro de gravidade estará localizado no cruzamento das duas linhas.

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Princípio de equilíbrio
O Munck usa o princípio da alavanca para levantar cargas.

Vejamos agora o princípio da alavanca no caso do Munck.

DARCY VIANA # 31

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Raio de ação É a distância horizontal entre o centro de gravidade do Munck e a vertical, baixada na extremidade da lança passando pelo centro da carga.

Área de alcance
É a área total dentro da qual o Munck alcança.

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Momento útil
É o produto da carga a ser levantada pela distância entre o centro da coluna e o centro da peça levantada. Indica a capacidade de levantamento do Munck.

Gráfico de carga do Munck
O gráfico de carga representa as capacidade de carga do Munck levando-se em consideração o comprimento do braço independentemente de sua inclinação. O operador deverá obedecer rigorosamente as inforamções dete gráfico durante o uso do equipamento para uma operação segura.

DARCY VIANA # 33

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Estabilidade de um Munck
Estabilidade de um Munck é a capacidade que ele tem de operar sem tombar. A estabilidade de um Munck diminui quando o raio de operação cresce ou quando o peso da carga aumenta. Se o piso for capaz de suportar a carga, pode-se tornar o Munck mais estável afastando o ponto de apoio de seu centro de gravidade. Isto é o que ocorre no caso dos Munck com recursos de aumentar a distância entre as patolas. Uma sobrecarga num Munck pode causar o seu tombamento. São vários os modos pelos quais o Munck pode ser sobrecarregado. • • • Erguer uma carga mais pesada que o especificado em tabelas. Abaixar a lança aumentando o raio de operação. Estender a lança aumentando o raio de operação.

Estabilidade do piso
O piso em que apóia o equipamento deve ser razoavelmente nivelado, compactado e estável o suficiente para suportar o peso do Munck e sua carga sem problemas. Siga estas recomendações:

DARCY VIANA # 34

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Sempre que possível, evite trincheiras, escavações, locais escorados e declives laterais pois o peso e a vibração da máquina podem provocar o seu tombamento (pois o piso pode ceder). Sempre que trabalhar próximo a novas construções pere um piso não rígido. O material não compactado irá inclinar tudo em volta da fundação. Mantenha distância de esgotos, dutos, canais, etc, pois o peso e a vibração da máquina podem provocar problemas.

• •

DARCY VIANA # 35

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Operação
Acione as alavancas de comando com suavidade, evitando movimentos bruscos que possam prejudicar a durabilidade e eficiência do equipamento. Antes de começar qualquer operação, verificar cuidadosamente se não existem pessoas ao redor, ou qualquer outro obstáculo dentro das áreas de alcance do Munck.

DARCY VIANA # 36

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Antes de iniciar qualquer trabalho, teste todos os movimentos do Munck e, caso haja qualquer anormalidade, avise à manutenção.

Distração ou descuido é freqüentemente causa de sérios acidentes. Opere com máxima prudência e atenção.

DARCY VIANA # 37

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Saiba corretamente as capacidades do seu equipamento e veja se estão de acordo com as cargas que serão movimentadas.

Só inicie uma manobra quando receber o sinal de ordem do coordenador do trabalho.

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Posicionamento para o trabalho
Estacione o caminhão o mais próximo possível da carga a ser levatada, tendo em vista o raio de ação e lanças estendidas. Além disto, o caminhão deve estacionar em local plano e firme, e a peça a ser apanhada deve ficar entre o controle do Munck e as rodas traseiras. Coloque o caminhão em ponto morto e acione o freio de mão. Para maior segurança use calços nas rodas traseiras. Quando o serviço tiver de ser feito, numa rampa, procure estacionar o caminhão com a frente para a subida para aumentar a estabilidade. Nesta operação o giro deverá ser feito com a menor velocidade possível. Num serviço de rampa, evite operar o equipamento próximo aos seus limites dados no gráfico de carga, pois devido a posição do Munck, a sua capacidade de carga fica reduzida.

Acione a alavanca de comando da lança de maneira que comece a levantar, projetando-se para fora do alinhamento da carroceria do caminhão, coloque a lança numa posição semelhante a da figura.

DARCY VIANA # 39

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Opere novamente a alavanca de comando do braço, para que o mesmo abaixo o suficiente para trazer a extremidade da lança externa ao alcance do operador. Nesta posição, retire o gancho de seu alojamento.

Retire o pino de trava da lança externa: deixe-a deslizar até que o furo da lança interna coincida com o furo da lança externa. Trave novamente o Pino.

DARCY VIANA # 40

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Se o alcance máximo do Munck é de 4 metros ou menos, faça a operação do item anterior com o braç e a lança externa estendidos sobre o comprimento da carroceria do veículo, conforme mostrado na figura, em lanças curtas (igual ou menor do que 4 metros), a operação fica mais difícil e corre-se o risco de fazer com que ela se desprenda do seu alojamento.

Caso não haja nenhuma anormalidade, continue a operação de elevação da carga até a altura necessária. Mantenha a carga suspensa apenas o tmepo necessário. Não abuse do seu equipamento.

DARCY VIANA # 41

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No ultrapasse os limites dados no gráfico de carga. Não permita que ninguém entre na área de trabalho.

DARCY VIANA # 42

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Cuidado deve ser tomado ao se elevar cargas no local de vento muito forte. O equipamento pode tombar.

DARCY VIANA # 43

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Procedimentos operação e segurança
Só opere o Munck se estiver seguro de conhecê-lo completamente sob o aspecto de operação e segurança. Procure conhecer bem os comandos.

Procure saber exatamente qual o serviço que será executado e qual o peso das cargas que serão movimentadas.

Evite manobras com a carga sobre áreas de trabalho ou trânsito. Se isto não for possível, coloque sinalização de advertência por toda área de trabalho.

DARCY VIANA # 44

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Características construtivas
Horimetro
Sua função é registrar o tempo de operação do sistema hidráulico, principalmente para controle de horas de trabalhio do equipamento. O horímetro deve ser instalado no painel do veículo e acionado quando ligada a tomada de força.

Tomada de força
Sua função é acoplar o eixo cardan do compressor ao câmbio do veículo. Além do horimetro, a tomada de força deverá acionar a sinalização visual (painel), indicativa de operação do circuito hidráulico. O sistema de acionamento da tomada de força deverá ser de fácil operação e estar localizado em lugar visível.

Eixo cardan
Sua função é transmitir o movimento do motor para a bomba hidráulica.

DARCY VIANA # 45

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Bomba hidráulica
Sua função é operar o sistema hidráulico do equipamento, acionado pelo motor do veículo. A bomba hidráulica deve Ter um dispositivo de aceleração manual para Ter as solicitações do sistema hidráulico.

Comando do equipamento
Sua finalidade é direcionar o óleo para movimentar os cilindros hidráulicos. O comando do equipamento possui um circuito paralelo que permite o acionamento de dois ou mais cilindros ao mesmo tempo. A operação das alavancas deve ser com suavidade em todos os movimentos do guindaste. O comando deve estar localizado do lado esquerdo ou de ambos os lados do veículo. As alavancas de comando devem estar dispostas verticalmente, uma ao lado da outra, devendo ser espaçadas e posicionadas convenientemente, de modo que o operador, ao manusear uma delas, não acione acidentalmente as demais.

Estruturas
O guindaste deve ser construído de aço, proporcionando alta resistência mecânica e elevada segurança operacional.

Dimensões
Deve ser afixada ao guindaste, em local visível para o operador, çom uma placa metálica contendo o diagrama de capacidade e a área de trabalho. A capacidade da maioria dos guindastes é de 6 toneladas/metro, o que significa que as cargas a serem levantadas são inversamente proporcionais às distâncias da ponta da lança ao eixo da coluna. Isto é possível.

DARCY VIANA # 46

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E isto, seria possível?

DARCY VIANA # 47

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Braço inferior (lança elevação) grande ou I
Serve para elevar ou abaixar a carga.

Lança externa (inclinação) média ou II
Serve para inclinar a carga.

DARCY VIANA # 48

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Lança telescópica (extensão) III
Serve para estender e/ou recolher a carga.

Lança mecânica (extensível)
É estendida manualmente e tem dois estágios, sendo que o travamento se faz pela colocação de pinos de furação.

Sapata mecânica de apoio (pé de pato)
Pode ser de haste prolongada ou extensível lateralmente, e fica do lado da coluna (ver figuras),

Sapata hidráulica de apoio
Sua função é nivelar e tirar o esforço do chassi do veículo. Devem ser usados calços largos e chatos. Se estes calços forem altos, eles diminuem o curso da sapata e a estabilidade do veículo. Sapata com haste prolongada.

DARCY VIANA # 49

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Sapata extensível lateralmente.

Mangueiras
As mangueiras devem ser de alta pressão e resistência e devem estar protegidas para evitar atritos com partes metálicas que as possam danificar.

Acessórios opcionais Lança suplementar
É acoplada à lança mecânica, também fixada através de pinos. Sua principal função é na instalação e remoção de trafos, sendo confeccionada em aço com 2,5 m de comprimento e dotada de gancho para suporte 3 toneladas de cargas.

Perfuratriz
É um equipamento destinado exclusivamente à abertura de buraco para implantação de poste. É acoplada à ponta da lança e ligada hidraulicamente através de mangueiras sobressalentes. É munida de um motor que funciona através da pressão do óleo.

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Saca-porte
Basicamente, é um cilindro hidráulico de dupla ação, de capacidade aproximada de 15.000 kg. Equipamento utilizado restritamente para retirada de postes. Funciona amarrando-se o mesmo ao pé do poste, através de corrente e é ligado hidraulicamente por mangueiras sobressalentes.

Garra pantográfica para poste
Composta de 2 (dois) setores de aço que, por efeito pantográfico, tendem a se fechar quando o peso é levantado. É adaptável ao gancho de carga do guindates. A garra pantográfica não deve ser usada para levantar a carga muito alto; o poste deve ser suspenso o suficiente para passar o estropo de aço.

Caçamba
Confeccionada em fibra de vidro e resina poliéster ou epóxi, instalada lateralmente à lança do guindaste (ou à lança suplementar). Permite elevar 1 (um) elemento na vertical, no máximo a 8,90 m do solo.

Manutenção do veículo e guindate
Inspeção diária do veículo
• • • • • Água do radiador Nível do óleo Pressão dos pneus Bateria Freios

DARCY VIANA # 51

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• • • • • •

Luzes em geral Macaco Triângulo Chave de roda Correias Cinto de segurança

Inspeção diária do guindate
• • • • • • • Nível do óleo Mangueira Tubulações Cilindros hidráulicos Tomada de força Bomba hidráulica Alavanca de comando

Manutenção semanal
• • • • Lavagem Lubrificação Reaperto geral Limpeza do respiro do reservatório de óleo

DARCY VIANA # 52

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Operações com guindaste
Posicionamento do veículo
Procure a melhor posição para estacionar o veículo.

Verifique se há inclinação do solo. Se você trabalha numa ladeira, estacione o veículo voltado para cima ou para baixo. Use calços para evitar que o mesmo desloque quando em operação

Use calços largos e chatos. Não use calços muito altos, eles diminuem o curso das sapatas e a estabilidade do veículo.

DARCY VIANA # 53

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Ao executar operações, independente do tipo do terreno e carga utilize sempre sapata mecânica de apoio, que evita sobreforços no chassi, permitindo que o mesmo tenha maior durabilidade.

Sinalização da área de trabalho
Sinalize, utilizando, cones e/ou bandeirolas, toda a área de trabalho, impedindo que pessoas ou veículos de terceiros invadam o loca, podendo ocasionar acidente.

DARCY VIANA # 54

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Ligação da tomada de força
Com o veículo desengatado, pise na embreagem e puxe a alavanca para trás. Nunca movimente o veículo com a tomada de força ligada.

Operação com alavancas.
Normalmente, quando levam-se as alavancas para a frente do veículo, os cilindros se estenem e o giro é dado do lado para onde se leva a sua alvanca.

Placa indicativa de limite de carga.
A placa indicativa de estar localizada em local visível.

Carga e descarga
Tipos de materiais e equipamentos

DARCY VIANA # 55

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Bobinas de cabo

Transformadores, religadores, seccionalizadoes etc.
Verificar se o estropo de aço ainda fica firme ao tensionálo. Evitar que o estropo de aço encoste nas buchas.

DARCY VIANA # 56

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Além do estropo comum, pode ser usado um balancim regulável para diminuir a altura do gancho e afastar o cabo de aço das buchas.

Encontre o ponto de equilíbrio
Para isso, utilize a garra pantográfica, levante-o somente para passar o estropo de aço.

DARCY VIANA # 57

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Para dar o tombo, deve-se deixá-lo um pouco mais pesado ao lado do pé.

DARCY VIANA # 58

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Práticas seguras
As informações seguintes são propostas para aumentar as práticas de segurança estabelecidas e representam um mínimo de segurança que deve ser observado pelo operador. • • • • Frear e calçar o veículo. O veículo poderá se deslocar durante a operação causando graves acidentes com o pessoal e o veículo. Manter a carroceria do veículo arrumada. Não colocar ou deixar que coloquem objetos sobre a lança ou carga. Só levantar cargas dentro das normas de peso indicadas.

Levantar cargas sem permitir que oscilem, evitando atingir funcionários, veículos, rede energizada ou causar estragos mecânico no conjunto da coluna, braço e lança. Evitar solavancos ao abaixar a carga.

DARCY VIANA # 59

OPERADOR DE GUINDAUTO (MUNCK)

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Não arrastar utilizando o giro do guindaste. Isto poderá danificar o conjunto da coluna. Evitar para bruscamente a rotação da lança. Somente movimentar o giro em velocidade moderada. Observar para que a carga ou a lança não se aproximem da rede energizada. Somente movimentar o veículo se não houver carga suspensa pelo guindauto. Em trabalhos próximo a rede elétricas, respeitar a distância mínima segura: 1. 2. 3. 5 m até 125.000 V 6 m de 125.000 a 250.000 V 7,5 acima de 250.000

DARCY VIANA # 60

OPERADOR DE GUINDAUTO (MUNCK)

Situações comuns
Ocorrências Causa O guindauto não levanta a Quantidade insuficiente de carga máxima autorizada fluido hidráulico no sistema Circuito não apresenta pressão suficiente Vazamento externos ou internos no cilindro da lança O sistema de lança não permite Vazamentos externos ou manter em posição a carga internos no cilindro da lança elevada Vazamento de fluido hidráulico nas conexões das mangueiras. Movimento giratório não Vazamento interno no cilindro funciona de giro. Movimentos lentos ou Insuficiente de fluído atrasados hidráulico. Fluido com viscosidade elevada. Lança telescópica não funciona Vazamentos internos ou ou não desliga externos no cilindro de extensão de lança telescópica. Vazamento nas conexões dos tubos ou formação de trincas. O que fazer Encher com fluído hidráulico. Verificar com manômetro de pressão.* Substituir as gaxetas defeituosas do cilindro.* Substituir as gaxetas defeituosas do cilindro.* Verificar as conexões. Substituir as gaxetas defeituosas.* Abastecer com fluido hidráulico. Usar viscosidade correta

Substituir as gaxetas defeituosas do cilindro e verificar se a camisa está livre de riscos ou de deformação.* Reapertar as conxões dos tubos. Substituir as tubulações no caso de trincas. Operação sacudida ou com Bomba absorvente do ar. Verificar o nível do fluido vibrações Formação de bolsas de ar no hidráulico e as linhas de sistema hidráulico. sucção.* Insuficiência de fluido Efetuar todas as operações a hidráulico no sistema. fundo de curso, algumas vezes. Encher até o nível recomendado.

*Somente assistentes autorizados.

DARCY VIANA # 61

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Cabos de aço
São constituídos por um conjunto de fios de aço doce, trançados em espiral e enrolados numa alma de material têxtil ou aço.

Precauções
Exame cuidadosamente e afaste cabos que apresentam: • • • Deformação Uma perna quebrada 20% dos fios quebrados

Cuidados ao utilizá-lo
• • • Colocar calços nos cantos vivos Evitar abalos violentos Evitar a formação de nós

DARCY VIANA # 62

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Capacidade dos cabos

Estropos de 1 perna

DARCY VIANA # 63

OPERADOR DE GUINDAUTO (MUNCK)

Estropos de 2 pernas ou dobrado

Na ausência de dados mais exatos, fornecidos pelos fabricantes, podemos admitir de 110 a 130 Kg por mm2 de seção aparente. Sua resistência, entretanto, está também em função de sua composição, qualidade do aço e desgaste.

DARCY VIANA # 64

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Deveres e obrigações dos motoristas e operadores
• • • Operar conscientemente o veículo, obedecendo as suas características técnicas e observando rigorosamente as instruções sobre manutenção. Dirigir o veículo de acordo com as normas e regras de trânsito acatando sem ponderação as ordens dos policiais de trânsito. Abster-se de conduzir pessoas estranhas aos quadros de empregados da Cia. (caronas), sem prévia autorização do superior exceto o policial rodoviário, quando em serviço ou para atender dispositivo do Código. Nacional do Trânsito, que determina seja o veículo e o seu condutor colocados a disposição de autoridades policiais, devidamente identificadas, para evitar a fuga de delinqüentes ou em caso de emergência. Prestar socorro às vítimas de acidentes, sempre que seja solicitado ou quando presenciar o fato, procurando obter comprovante de autoridades policiais, a fim de atestar o seu desvio do itinerário. A omissão de socorro quando possível fazê-Io sem risco ou deixar de pedir (desde que possível e oportuno) o socorro da autoridade pública, constitui crime contra a pessoa (art. 135 do código penal). Não rebocar ou empurrar outro veículo de forma inadequada. Manter-se atualizado com as normas e regras de trânsito, acompanhando as' modificações introduzidas. Não transitar com o veículo em marcha neutra (banguela). Não transportar simultaneamente cargas e pessoas (NR-18). Não transportar pessoas por equipamento de guindar (NR-18). Quando em viagem, o motorista deverá conduzir o veículo com velocidade moderada para segurança dos acompanhantes.

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DARCY VIANA # 65

OPERADOR DE GUINDAUTO (MUNCK)

Não conduzir o veículo em vias preferenciais e de trânsito rápido com velocidade mínima inferior a metade da velocidade máxima para ela estabelecida (CNT). Os veículos que transportar passageiros terão prioridade sobre os de carga, respeitando as demais regras de circulação (CNT). É proibido a todo condutor de veículos transportar passageiros, com veículos de carga, sem que tenha autorização especial fornecida pelas autoridades de trânsito (CNT). Todo veículo de carga utilizado para transporte de pessoal, mesmo temporariamente e a curta distância, deve ser preparado para vistoria da autoridade competente atendendo o seguinte: (a) bancos fixos em número suficiente; (b) carreceria totalmente coberta e dotada de guardas altas (toldo); (c) passageiros viajarão sempre sentados nos bancos, não sendo permitido viajarem pendurados, com as pernas ou partes do corpo do lado de fora (MST). Ao condutor de veículo, nos casos de acidente de trânsito que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar socorro pronto e integral a vítima (CNT). Não permitir excesso de elementos na cabine (máximo 3), se a cabine for simples.

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DARCY VIANA # 66

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SINALIZAÇÃO

DARCY VIANA # 67

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