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CESP Operação de Pórticos e Pontes Rolantes 2009
CESP
Operação de Pórticos e
Pontes Rolantes
2009

UHE Ilha Solteira

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Índice 1. Responsabilidades 3 2. Funcionamento

Índice

1.

Responsabilidades

3

2.

Funcionamento básico dos principais sistemas

5

2.1

Estrutura

5

2.2

Alimentação

6

2.3

Freios

7

2.4

Tambores enroladores

10

2.5

Cabos de aço

11

2.6

Caixa de guincho

12

2.7

Acionamento

13

2.8

Proteções elétricas

14

3.

Técnicas de transporte amarração de carga

16

3.1

Dispositivos de fixação

16

3.2

Amarração de carga

18

3.3

Inspeção

20

3.4

Cabos de aço

21

3.5

Laços

24

4.

Elementos de fixação

25

4.1

Olhais

25

4.2

Porca Olhal

26

4.3

Manilhas

27

4.4

Manilha Reta Pesada

28

4.5

Manilha Curva

29

4.6

Gancho Olhal

30

4.7

Anéis de Carga

31

5.

Boas práticas de operação

32

5.1

Parada e partida progressivas

32

6.

Limites e peculiaridades dos equipamentos

33

32 5.1 Parada e partida progressivas 32 6. Limites e peculiaridades dos equipamentos 33 Página 2
32 5.1 Parada e partida progressivas 32 6. Limites e peculiaridades dos equipamentos 33 Página 2

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 1. Responsabilidades A operação de Pórticos

1. Responsabilidades

A operação de Pórticos e Pontes Rolantes só pode ser realizada por funcionário devidamente treinado e credenciado pela empresa. Neste manual iremos nos referir a este pessoal como “operadores”. Tanto o operador quanto a pessoa que realiza a amarração da carga são responsáveis pela escolha dos equipamentos utilizados para o içamento da carga. Para esta escolha, deve-se levar em consideração o peso da carga, os recursos existentes para amarração e o percurso a ser realizado durante o transporte da carga.

É expressamente PROIBIDO: ∑ ∑ Improvisar material de amarração Transportar peças que tenham componentes
É expressamente PROIBIDO:
Improvisar material de amarração
Transportar peças que tenham
componentes soltos e possam se soltar
∑ Transportar pessoas sobre a carga
As regras contidas na instrução IO/OP/03 devem ser respeitadas durante
todas as operações de manutenção nas instalações CESP. Para os operadores de
Pórticos e Pontes Rolantes é importante destacar algumas em especial:
CESP. Para os operadores de Pórticos e Pontes Rolantes é importante destacar algumas em especial: Página
CESP. Para os operadores de Pórticos e Pontes Rolantes é importante destacar algumas em especial: Página

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Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 1. OBJETIVO Estabelecer normas e procedimentos

1. OBJETIVO Estabelecer normas e procedimentos com vistas a garantir a segurança do pessoal e dos equipamentos na operação e manutenção do sistema eletro energético da Cesp.

3. DIRETRIZES

e) Não são permitidas improvisações de qualquer natureza em máquinas, ferramentas, equipamentos de proteção individual e coletiva, dispositivos de manutenção, etc;

h) Todo serviço executado, acima de 2 metros do nível do solo deverá ter seu risco de

queda sob controle através da utilização de equipamento adequado;

5.2. DO RESPONSÁVEL PELA EQUIPE

c) Certificar-se de que os empregados estão devidamente instruídos com relação aos

itens das normas de segurança aplicáveis aos serviços que serão executados;

d) Advertir pronta e adequadamente os empregados sob sua responsabilidade,

quando deixarem de cumprir as normas de segurança do trabalho;

f) Proibir que os integrantes de sua equipe utilizem ferramentas e equipamentos inadequados ou defeituosos;

5.4. DO EMPREGADO

a) Interromper suas tarefas exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem

evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outra pessoa, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que

diligenciará as medidas cabíveis.

b) Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas

por suas ações ou omissões no trabalho;

c)

Responsabilizar-se junto com a empresa pelo cumprimento das disposições legais

e

regulamentares, inclusive quanto aos procedimentos de segurança e saúde; f)

Alertar os companheiros de trabalho quando estes executarem os serviços de maneira

incorreta ou atos que possam gerar acidentes;

g) Comunicar imediatamente ao seu superior e aos companheiros de trabalho,

qualquer acidente ou incidente, por mais insignificante que seja, ocorrido consigo próprio ou terceiros, para que sejam tomadas as providências cabíveis;

9.

SEGURANÇA DURANTE MANOBRAS

b)

O empregado que manda executar determinada manobra ou trabalho torna-se

automaticamente responsável pela ordem dada, devendo tomar as precauções

necessárias para eliminar ou reduzir ao mínimo a possibilidade de risco de acidentes,

o que não exclui a necessidade de uma execução consciente por parte de quem

efetua a manobra ou trabalho;

d) Manobra não deve ser feita precipitadamente, mesmo em caso de emergência;

efetua a manobra ou trabalho; d) Manobra não deve ser feita precipitadamente, mesmo em caso de
efetua a manobra ou trabalho; d) Manobra não deve ser feita precipitadamente, mesmo em caso de

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2. Funcionamento básico dos principais sistemas

2. Funcionamento básico dos principais sistemas

2.1 Estrutura

Uma ponte rolante é composta basicamente pelos seguintes sistemas:

rolante é composta basicamente pelos seguintes sistemas: Fonte: Manual Villares P&H Translação é o nome dado

Fonte: Manual Villares P&H

Translação é o nome dado ao eixo imaginário paralelo ao caminho de rolamento. Direção é o nome do eixo imaginário perpendicular ao caminho de rolamento. Suspensão é o nome dado ao eixo de deslocamento da caixa de gancho, também conhecida por moitão. Para os pórticos adota-se a mesma nomenclatura, visto que seus sistemas são praticamente idênticos aos das pontes rolantes.

adota-se a mesma nomenclatura, visto que seus sistemas são praticamente idênticos aos das pontes rolantes. Página
adota-se a mesma nomenclatura, visto que seus sistemas são praticamente idênticos aos das pontes rolantes. Página

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.2 Alimentação O sistema de alimentação

2.2 Alimentação

O sistema de alimentação elétrica constitui uma das grandes diferenças entre pontes e pórticos. Devido à altura do caminho de rolagem, a maioria das pontes rolantes permite a instalação de barramentos de alimentação, como vemos na figura ao lado.

barramentos de alimentação, como vemos na figura ao lado. Barramento 440V – Ponte rolante 10T –

Barramento 440V – Ponte rolante 10T – Galeria de filtros

Barramento 440V – Ponte rolante 10T – Galeria de filtros Já os pórticos, cujos caminhos de

Já os pórticos, cujos caminhos de rolamento estão no mesmo nível por onde transitam pessoas e veículos, precisam de um sistema de alimentação mais seguro. Na figura ao lado vemos o mecanismo enrolador de cabos do pórtico 160T. No detalhe, vemos o dispositivo responsável pela alternância do sentido de giro do enrolador

pela alternância do sentido de giro do enrolador O cabo de alimentação, também chamado de jibóia,

O cabo de alimentação, também chamado de jibóia, é ancorado no centro do caminho de rolamento do pórtico. Assim, o enrolador precisa alternar o sentido de giro, para enrolar ou desenrolar o cabo corretamente. Note também que a jibóia fica alojada em uma canaleta de proteção, de maneira a diminuir o risco de ruptura do cabo caso algum veículo cruze o caminho de rolamento.

proteção, de maneira a diminuir o risco de ruptura do cabo caso algum veículo cruze o
proteção, de maneira a diminuir o risco de ruptura do cabo caso algum veículo cruze o

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.3 Freios Os sistemas de frenagem

2.3 Freios

Os sistemas de frenagem de pontes e pórticos são considerados vitais para a garantia de segurança das manobras. O mecanismo de suspensão conta com acionamento automático do freio, cuja atracação ocorre quando o manete é colocado na posição central (zero).

quando o manete é colocado na posição central (zero). Freio de serviço da Suspensão – Ponte

Freio de serviço da Suspensão – Ponte 35T

(zero). Freio de serviço da Suspensão – Ponte 35T Além do sistema de freio convencional, o

Além do sistema de freio convencional, o mecanismo de suspensão conta com um dispositivo conhecido por Magnetorque ou freio eletrodinâmico de correntes de Foucault, que tem a função de controlar a velocidade máxima de descida da carga, evitando que o mecanismo de descida dispare e atinja velocidades maiores do que a de projeto.

No entanto, o operador deve estar atento ao tempo de resposta do freio, principalmente quando estiver baixando carga. O tempo de parada é maior quanto maior for o peso da carga. Por isso, recomenda-se uma desaceleração gradativa do sistema, de modo a realizar uma aproximação suave e controlada da carga.

uma desaceleração gradativa do sistema, de modo a realizar uma aproximação suave e controlada da carga.
uma desaceleração gradativa do sistema, de modo a realizar uma aproximação suave e controlada da carga.

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Já para a translação, podemos encontrar

Já para a translação, podemos encontrar equipamentos com frenagem automática temporizada e frenagem a pedal, ou mesmo uma combinação destes dois sistemas. Na figura ao lado vemos o sistema de frenagem da translação da ponte de 35T. Note a tubulação que leva o óleo de freio até os atuadores, que por sua vez deslocam o disco de freio responsável pela parada do motor.

Este tipo de freio só é destravado quando energizado. Por isso este freio assume também a função de freio estacionário, bastando que a chave geral de alimentação do equipamento seja desligada. Por isso não se deve tentar empurrar uma ponte desenergizada. Em algumas pontes, como por exemplo as de 350 kN localizadas na sala de máquinas da UHE Três Irmãos, o sistema de frenagem da translação é uma conjugação de pedal e freio elétrico temporizado. Quando o manete é colocado na posição zero, um relé temporizado começa a contar o tempo antes de atracar o freio estacionário. Enquanto isso, o operador pode adiantar a parada da ponte, acionando o pedal do freio, ou aguardar que o freio elétrico atraque (cerca de 5 segundos após o posicionamento do manete em zero). Caso o operador queira realizar uma aproximação mais suave, basta acionar brevemente o manete de translação no sentido do movimento, zerando assim o relé temporizado, que recomeçará a contagem do tempo. Uma prática que deve ser evitada é a de aplicar o pedal de freio com o manete de translação acionado. O simples fato de descansar o pé sobre o pedal de freio pode ser suficiente para provocar atrito entre os componentes do freio, podendo até ocorrer a atuação do relé térmico de proteção da translação.

entre os componentes do freio, podendo até ocorrer a atuação do relé térmico de proteção da
entre os componentes do freio, podendo até ocorrer a atuação do relé térmico de proteção da
entre os componentes do freio, podendo até ocorrer a atuação do relé térmico de proteção da

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Os pórticos contam com um sistema
de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Os pórticos contam com um sistema
de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Os pórticos contam com um sistema

Os pórticos contam com um sistema extra de frenagem da translação. São sistemas mecânicos bem simples, mas de alta confiabilidade. Na figura ao lado vemos o freio estacionário dos pórticos 280T. Note que há uma chave micro que só é acionada quando o freio é liberado É importante que o operador acione os freios estacionários assim que terminar de executar a manobra. Por estarem instalados ao ar livre e devido ao seu tamanho, os pórticos estão sujeitos às forças do vento, que podem movimentá-los caso não esteja devidamente travado. Em alguns casos é necessário um sistema de ancoragem mais robusto, tanto na translação quando na direção. É o que acontece com o pórtico de 750 kN instalado na crista da barragem da UHE Três Irmãos.

de 750 kN instalado na crista da barragem da UHE Três Irmãos. Ancoragem da translação Ancoragem
de 750 kN instalado na crista da barragem da UHE Três Irmãos. Ancoragem da translação Ancoragem

Ancoragem da translação

Ancoragem do carro

de 750 kN instalado na crista da barragem da UHE Três Irmãos. Ancoragem da translação Ancoragem
de 750 kN instalado na crista da barragem da UHE Três Irmãos. Ancoragem da translação Ancoragem

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.4 Tambores enroladores Os cabos de

2.4 Tambores enroladores

Os cabos de aço do sistema de suspensão ficam acomodados no tambor, cujas ranhuras facilitam
Os cabos de aço do sistema
de suspensão ficam acomodados no
tambor, cujas ranhuras facilitam a
distribuição uniforme do cabo.
Na
figura
ao
lado,
vemos a chave limite do tipo
engrenagem, instalada nas
pontes de 35T, responsável
pela proteção dos limites de
curso superior e inferior.
A
chave
é

sincronizada com o tambor por meio de corrente, sendo que o limite inferior é acionado quando restarem apenas duas voltas de cabo no tambor. O limite superior é acionado quando o moitão atinge 150mm do batente. O operador deve redobrar a atenção toda vez que efetuar manobras perto de tais limites. O ideal é que as chaves de proteção não sejam solicitadas durante a operação normal do equipamento, ficando apenas como proteção caso algo saia do controle.

durante a operação normal do equipamento, ficando apenas como proteção caso algo saia do controle. Página
durante a operação normal do equipamento, ficando apenas como proteção caso algo saia do controle. Página

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.5 Cabos de aço Os cabos

2.5 Cabos de aço

Os cabos de aço estão entre os componentes mais solicitados e, por isso, suscetíveis ao desgaste durante a operação normal dos pórticos e pontes rolantes, por isso, o operador deve estar atento a qualquer sinal de anormalidade que possa aparecer. Na figura ao lado, vemos um caso em que uma das voltas do cabo de aço não se acomodou de maneira correta no tambor. Isso pode acontecer quando o cabo é desenrolado até ficar frouxo ou quando há grande balanço do moitão durante a suspensão. Alguns defeitos podem comprometer o cabo de aço, sendo necessária sua substituição. Basicamente, um cabo de aço é formado por um conjunto de pernas torcidas ao redor de um outro cabo de aço ou cânhamo, denominado “alma”. As pernas são formadas por arames especiais. Os cabos usados em pontes e pórticos possuem alma de fibra, o que garante maior flexibilidade e lubrificação entre seus arames

pontes e pórticos possuem alma de fibra, o que garante maior flexibilidade e lubrificação entre seus
pontes e pórticos possuem alma de fibra, o que garante maior flexibilidade e lubrificação entre seus
pontes e pórticos possuem alma de fibra, o que garante maior flexibilidade e lubrificação entre seus
pontes e pórticos possuem alma de fibra, o que garante maior flexibilidade e lubrificação entre seus

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Ao perceber qualquer anormalidade nos cabos
de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Ao perceber qualquer anormalidade nos cabos

Ao perceber qualquer anormalidade nos cabos de aço, o operador deve interromper a manobra e solicitar a equipe de manutenção para que avalie a situação. Algumas vezes a ocorrência de alguns desses defeitos não compromete imediatamente a operacionalidade do equipamento, podendo programar a troca dos cabos em um período de maior disponibilidade.

2.6 Caixa de guincho

Moitão ou caixa do guincho são os nomes dados ao mecanismo de acoplamento da carga ao equipamento de elevação. Uma estrutura de aço liga o gancho a um arranjo de polias por onde correm os cabos. O gancho possui ainda um mancal que permite seu giro, de maneira a facilitar o posicionamento da carga durante seu carregamento e descarregamento.

permite seu giro, de maneira a facilitar o posicionamento da carga durante seu carregamento e descarregamento.
permite seu giro, de maneira a facilitar o posicionamento da carga durante seu carregamento e descarregamento.
permite seu giro, de maneira a facilitar o posicionamento da carga durante seu carregamento e descarregamento.

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.7 Acionamento ao lado, temos a

2.7 Acionamento

e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.7 Acionamento ao lado, temos a vista da cabine

ao

lado, temos a vista da cabine de operação de uma das pontes de 35T. Pelos manetes, também chamados de chaves combinadoras, o operador pode realizar movimentos simultâneos de suspensão, direção e translação, com diferentes possibilidades de velocidade em cada estágio. Não há movimento enquanto os manetes permanecem na posição central,

também chamada de posição zero. Quando a chave geral de alimentação da ponte estiver desligada, o religamento somente acontecerá se os três manetes estiverem na posição zero. Algumas pontes de nossa instalação podem ser comandadas por meio de botoeiras, permitindo que um único operador possa amarrar e conduzir a carga. A ponte de 20T, localizada no HM (Hall de Montagem), conta com botoeira rádio-controlada. As botoeiras não permitem muitas opções de velocidade para cada eixo, portanto alguns cuidados devem ser tomados na aproximação da carga, visando principalmente a diminuição do balanço da carga no momento da parada. O ideal é que o operador, antes de colocar a carga, simule os movimentos e observe o comportamento do equipamento e os tempos de resposta do comando em cada eixo. Somente a prática garantirá a segurança durante as manobras.

Na

figura

de resposta do comando em cada eixo. Somente a prática garantirá a segurança durante as manobras.
de resposta do comando em cada eixo. Somente a prática garantirá a segurança durante as manobras.
de resposta do comando em cada eixo. Somente a prática garantirá a segurança durante as manobras.

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 2.8 Proteções elétricas de aterramento de

2.8 Proteções elétricas

de

aterramento de uma ponte rolante. O correto aterramento elimina os riscos de choque elétrico caso ocorra falha na isolação de motores e demais equipamentos energizados.

Nesta figura vemos

o

dispositivo

equipamentos energizados. Nesta figura vemos o dispositivo Ao lado vemos uma outra proteção importante, a proteção
equipamentos energizados. Nesta figura vemos o dispositivo Ao lado vemos uma outra proteção importante, a proteção

Ao lado vemos uma outra proteção importante, a proteção contra descarrilamento. Consiste em uma chave micro cuja atuação ocorre quando alguma das rodas afasta-se do trilho de rolamento. Isso pode acontecer quando existem esforços laterais atuando no pórtico, seja por desbalanceamento da carga, vento ou outro fator externo.Esta proteção desliga todo o comando do pórtico e faz com que os freios estacionários atraquem. O equipamento só será energizado novamente se os micros voltarem para a posição original.

novamente se os micros voltarem para a posição original. Proteção de descarrilamento da translação do pórtico

Proteção de descarrilamento da translação do pórtico 160T

se os micros voltarem para a posição original. Proteção de descarrilamento da translação do pórtico 160T
se os micros voltarem para a posição original. Proteção de descarrilamento da translação do pórtico 160T

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Aqui vemos o detalhe dos micros
de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Aqui vemos o detalhe dos micros

Aqui vemos o detalhe dos micros de proteção de cabo frouxo, dispositivo essencial para equipamentos que trabalham com viga pescadora. Esta proteção desliga o comando do sistema de suspensão, permitindo apenas o funcionamento do comando de subida.

2.9 Chave geral

A figura abaixo mostra o painel com o disjuntor geral da ponte 35T.

Note o cartão vermelho (CIO – Cartão de Impedimento Operativo) colocado no painel. Isso indica que a ponte está temporariamente impedida de operar. O operador deve estar atento à esse tipo de impedimento, pois equipamentos que compartilham o barramento de alimentação não podem se desenergizados totalmente, com a retirada da gaveta. São desligados localmente, na chave geral, pois se a gaveta for extraída, as outras pontes alimentadas pelo barramento também ficarão fora de operação.

se a gaveta for extraída, as outras pontes alimentadas pelo barramento também ficarão fora de operação.
se a gaveta for extraída, as outras pontes alimentadas pelo barramento também ficarão fora de operação.
se a gaveta for extraída, as outras pontes alimentadas pelo barramento também ficarão fora de operação.

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 3. Técnicas de transporte e amarração

3. Técnicas de transporte e amarração de carga

3.1 Dispositivos de fixação

A segurança de qualquer manobra de transporte de carga com pórticos e pontes rolantes depende diretamente da adequação dos equipamentos utilizados para a amarração da carga. Os bons projetos contemplam o dimensionamento dos pontos de amarração de modo a facilitar o transporte adequado dos equipamentos.

de modo a facilitar o transporte adequado dos equipamentos. Olhais para encaixe das manilhas Furo com

Olhais para encaixe das manilhas

adequado dos equipamentos. Olhais para encaixe das manilhas Furo com rosca para Parafuso Olhal Furos para

Furo com rosca para Parafuso Olhal

para encaixe das manilhas Furo com rosca para Parafuso Olhal Furos para encaixe das manilhas Olhais

Furos para encaixe das manilhas

para encaixe das manilhas Furo com rosca para Parafuso Olhal Furos para encaixe das manilhas Olhais

Olhais fixos

para encaixe das manilhas Furo com rosca para Parafuso Olhal Furos para encaixe das manilhas Olhais
para encaixe das manilhas Furo com rosca para Parafuso Olhal Furos para encaixe das manilhas Olhais

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira A pessoa responsável pela amarração deve,

A pessoa responsável pela amarração deve, primeiramente, conhecer o peso da carga, pois só assim conseguirá escolher o material adequado. Deve-se optar sempre pelo material mais robusto possível, adequado com os pontos de fixação existentes na peça a ser transportada.

pontos de fixação existentes na peça a ser transportada. Olhais e manilhas disponíveis na ferramentaria da
pontos de fixação existentes na peça a ser transportada. Olhais e manilhas disponíveis na ferramentaria da

Olhais e manilhas disponíveis na ferramentaria da UHE Ilha Solteira

Alguns equipamentos não podem ser içados para transporte, como é o caso do compressor mostrado na foto abaixo. Note que existem duas aberturas inferiores para o encaixe do garfo de uma empilhadeira. Uma amarração tradicional fatalmente danificaria as chapas se proteção do container.

de uma empilhadeira. Uma amarração tradicional fatalmente danificaria as chapas se proteção do container. Página 17
de uma empilhadeira. Uma amarração tradicional fatalmente danificaria as chapas se proteção do container. Página 17
de uma empilhadeira. Uma amarração tradicional fatalmente danificaria as chapas se proteção do container. Página 17

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 3.2 Amarração de carga Uma carga

3.2 Amarração de carga

Uma carga amarrada em mais de um ponto tem seu peso distribuído de acordo com as forças resultantes que interagem no conjunto. Observe a tabela abaixo:

que interagem no conjunto. Observe a tabela abaixo: Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

Repare que para uma mesma carga, temos uma distribuição diferente do peso em cada perna dos cabos, dependendo exclusivamente do ângulo formado entre a carga e a perna do cabo. As cintas, correias e eslingas costumam possuir um selo indicando a variação de sua capacidade em função do tipo de amarração

de sua capacidade em função do tipo de amarração Fator de trabalho conforme amarração Etiqueta com
de sua capacidade em função do tipo de amarração Fator de trabalho conforme amarração Etiqueta com

Fator de trabalho conforme amarração

Etiqueta com especificações

em função do tipo de amarração Fator de trabalho conforme amarração Etiqueta com especificações Página 18
em função do tipo de amarração Fator de trabalho conforme amarração Etiqueta com especificações Página 18

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Vantagens do Trabalho com Cintas e

Vantagens do Trabalho com Cintas e Eslingas de Poliéster

Fatores

Cintas / Eslingas de Poliéster

Eslingas de Cabo de Aço

 
 

Aproximandamente 1/3 do peso do

 

laço de cabo de aço com a mesma

Devido ao maior peso, dificulta a instalação e manuseio das eslingas. Cabos de bitolas maiores podem causar problemas ergonômicos. (ex.:

carga

de

ruptura.

Menor

peso

Peso

proporciona facilidade no manuseio e

na

preparação do material a ser içado.

Resultado: Maior

rapidez

e

 

produtividade nas operações de

dores nas costas)

içamento.

 
 

Não danifica a superficie do material

 

a

ser içado. O posicionamento das

Estabilidade

eslingas é fácil e rápido. Pode ainda ajudar na conformação do material durante o içamento devido à maior área de contato. Resultado: Içamento mais prático e seguro.

Pode danificar o material a ser içado. Posicionamento lento e complicado. Exige o uso de luvas para manuseio seguro.

 

Durável contra ataques químicos. Menor raio de dobramento devido à maior flexibilidade. Resultado: maior durabilidade.

Facilmente oxidável em exposição a

àcidos,

alcalinos

e

até umidade

Durabilidade

excessiva.

Devido

à

baixa

flexibilidade, pode ocorrer fadiga e consequente ruptura.

 

Pequeno

espaço

necessário

para

 

armazenagem

devido

à

alta

É

necessário

grande

espaço

para

Armazenagem

flexibilidade e baixo peso específico.

armazenagem,

totalmente

livre

de

Resultado:

menor

custo

de

umidade.

armazenagem.

 
 

Inspeção fácil e simples, podendo ser

 

realizada pelo próprio usuário ao içar

material. Devido à elasticidade, o poliéster estica antes de romper quando sobrecarregado. Resultado:

o

Inspeção difícil e complexa. Exige técnico altamente especializado. Em

caso de sobrecarga, pode romper bruscamente.

Segurança

Içamento mais seguro em todos os aspectos.

 

Fonte: http://www.hipertek.com.br

Segurança Içamento mais seguro em todos os aspectos.   Fonte: http://www.hipertek.com.br Página 19
Segurança Içamento mais seguro em todos os aspectos.   Fonte: http://www.hipertek.com.br Página 19

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 3.3 Inspeção ∑ Inspecionar as cintas

3.3 Inspeção

Inspecionar as cintas antes de cada uso (observando se há danos) e assegurar que a identificação e especificação estão corretas (etiqueta do produto). Caso haja dúvida quanto a adequação para o uso, ou se quaisquer marcações forem perdidas ou se tornarem ilegíveis, deve-se retirar a cinta de serviço e enviá-la à uma pessoa treinada para análise. Proteger as cintas de bordas cortantes, fricção e abrasão, utilizando-se reforços e proteções complementares, de modo a garantir a segurança e vida útil da cinta. Verificar a existência de cantos vivos e preparar proteções para evitar danos à cinta. Não utilizar em arestas sem as devidas proteções ou arrastar a carga com a cinta. Nunca utilizar cintas danificadas (gastas por abrasão, cortes no sentido transversal ou longitudinal, rachaduras na superfície, ataque químico ou danos por aquecimento ou fricção).

ataque químico ou danos por aquecimento ou fricção). Fita de Inspeção Alguns fabricantes instalam uma fita

Fita de Inspeção

Alguns fabricantes instalam uma fita extra no corpo da cinta, o que garante a correta inspeção de cortes laterais. O aparecimento da fita de inspeção indica que o corte lateral foi superior ao permitido por norma e a cinta deve ser retirada de uso.

Fonte: http://www.hipertek.com.br

foi superior ao permitido por norma e a cinta deve ser retirada de uso. Fonte: http://www.hipertek.com.br
foi superior ao permitido por norma e a cinta deve ser retirada de uso. Fonte: http://www.hipertek.com.br

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de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 3.4 Cabos de aço Apesar da

3.4 Cabos de aço

Apesar da grande difusão das cintas de fibra de poliéster, os cabos de aço ainda são bastante utilizados para a suspensão de carga. Sua robustez o torna ideal para aplicações em ambientes agressivos e sujeito a qualquer tipo de intempérie.

Torção

Torção regular à direita

Torção regular à esquerda

Torção lang à direita

Torção lang à esquerda

Alma dos cabos de aço

à direita Torção lang à esquerda Alma dos cabos de aço Fonte: http://www.krk.com.br Alma de Fibra
à direita Torção lang à esquerda Alma dos cabos de aço Fonte: http://www.krk.com.br Alma de Fibra
à direita Torção lang à esquerda Alma dos cabos de aço Fonte: http://www.krk.com.br Alma de Fibra

Fonte: http://www.krk.com.br

Alma de Fibra

AF (Alma de Fibra Natural – Ex. Sisal) AFA (Alma de Fibra Artificial – Ex. Polietileno)

Maior Flexibilidade e Menor Resistência à Tração

Alma de Aço

AA (Alma constituída por uma perna) AACI (Alma constituída por um cabo independente)

Menor Flexibilidade e Maior Resitência à Tração

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

e Maior Resitência à Tração Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço
e Maior Resitência à Tração Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Para o dimensionamento do cabo a

Para o dimensionamento do cabo a ser utilizado, deve-se levar em conta, entre outros fatores, o fator de segurança exigido para a aplicação, a flexibilidade exigida, o atrito a que o cabo é submetido, ao sentido de torção, ambiente de trabalho e a carga máxima de trabalho.

 

TABELA DE FORMAÇÃO X CARGA DE RUPTURA Carga de ruptura mínima efetiva a 180/200 Kgf/mm²

 

Diâmetro

Peso

Diâmetro Peso
Diâmetro Peso
Diâmetro Peso
Diâmetro Peso
Diâmetro Peso

aprox.

Kg/m

 

6x7

 

6x19

6x25

   

linear

alma de

 

alma de

alma de

alma de

alma de

alma de

mm

polegadas

fibra

aço

fibra

aço

fibra

aço

1,60

1/16"

0,012

176

         

2,00

5/64"

0,015

240

 

260

       

2,40

3/32"

0,021

340

 

360

       

3,20

1/8"

0,037

600

 

640

620

660

620

660

4,00

5/32"

0,061

950

 

1.040

       

4,80

3/16"

0,086

1.340

 

1.450

1.400

1.500

1.400

1.500

6,40

1/4"

0,154

2.380

 

2.570

2.500

2.700

2.480

2.660

8,00

5/16"

0,244

3.830

 

4.150

3.900

4.100

3.860

4.150

9,50

3/8"

0,341

5.320

 

5.710

5.500

5.900

5.530

5.940

11,50

7/16"

0,473

7.200

 

7.730

7.500

8.000

7.500

8.060

13,00

1/2"

0,627

9.350

 

10.000

9.700

10.400

9.710

10.410

14,50

9/16"

0,781

11.800

 

12.700

12.200

13.200

12.200

13.110

16,00

5/8"

0,968

14.400

 

15.500

15.100

16.200

15.100

16.230

19,00

3/4"

1,380

20.600

 

22.100

21.600

23.200

21.600

23.220

22,00

7/8"

1,880

27.900

 

29.900

29.200

31.400

29.200

31.400

26,00

1"

2,450

36.000

 

38.600

37.900

40.700

37.900

46.900

29,00

1.1/8"

3,170

45.200

 

55.900

47.700

51.300

47.700

59.000

32,00

1.1/4"

3,910

55.300

 

68.500

58.500

63.000

58.500

72.500

38,00

1.1/2"

5,630

78.200

 

96.400

112.000

89.700

83.500

103.150

45,00

1.3/4"

7,660

   

124.000

139.000

   

52,00

2"

10,000

   

146.000

156.000

146.000

180.000

Fonte: OKUBO Mercantil

Na tabela acima, o fabricante informa a carga de ruptura para cada configuração de cabo.

OKUBO Mercantil Na tabela acima, o fabricante informa a carga de ruptura para cada configuração de
OKUBO Mercantil Na tabela acima, o fabricante informa a carga de ruptura para cada configuração de

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira Abaixo, uma tabela com os fatores

Abaixo, uma tabela com os fatores de segurança para cada aplicação:

Aplicação x Fator de Segurança

 

Aplicação

Fator de Segurança

Cabos guia estático

3 a 4

Esteios

4 a 5

Guinchos

 

5

Máquinas de terraplanagem

 

5

Levantamento de carga

5

a 6

"Slings" (laços)

5

a 6

Planos inclinados (sobre trilhos)

 

6

Pontos rolantes

6

a 8

Guindates / torres de perfuração

6

a 8

Talhas elétricas e pneumáticas

 

7

Pontes rolantes de fornos siderúrgicos

 

8

Elevadores de baixa velocidade

7

a 8

Elevadores de alta velocidade

9 a 11

Vamos tomar como exemplo o procedimento para escolher um cabo para

içar uma carga de 1.000, usando o laço na vertical. Fazemos o seguinte cálculo:

Carga à ser transportada = 1.000 Kg

Tipo de Serviço = Içamento com laço (Eslinga)

Fator de segurança = 5 (Em função do tipo de serviço)

Carga Real = Carga * Fator de Segurança = 1.000Kg * 5 = 5.000Kg

De acordo com a tabela de carga de ruptura, podemos utilizar o cabo de

3/8" 6x25+AF, cuja carga de ruptura é de 5.530Kg

Utilizamos o cabo de aço na construção 6x25 por ser mais flexível que o

6x7, porém a carga de ruptura da construção 6x7 (5.320Kg) já atenderia a

necessidade.

mais flexível que o 6x7, porém a carga de ruptura da construção 6x7 (5.320Kg) já atenderia
mais flexível que o 6x7, porém a carga de ruptura da construção 6x7 (5.320Kg) já atenderia

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 3.5 Laços Os laços são cabos

3.5 Laços

Os

laços

são

cabos

de

aço

com

alças

especialmente trançadas para facilitar a amarração.

As

alças

podem

ser

atadas

com

prensadas de aço ou alumínio.

presilhas

ser atadas com prensadas de aço ou alumínio. presilhas Método de formação do laço Inspeção de
ser atadas com prensadas de aço ou alumínio. presilhas Método de formação do laço Inspeção de
ser atadas com prensadas de aço ou alumínio. presilhas Método de formação do laço Inspeção de

Método de formação do laço

Inspeção de cabos

Ao fazer uso de laços de cabos de aço, é importante verificar suas

condições antes de colocá-lo em serviço. Observe as seguintes características:

Perda do diâmetro máximo admissível para cabos com 6 pernas de 6

a 8%;

Verificação do número de fios partidos. O tolerado para cabos com 6

pernas, por exemplo, é no máximo 6 arames partidos em um comprimento de 6 vezes o diâmetro do cabo (não mais que 3 arames partidos na mesma perna);

Verificação do desgaste por abrasão nos arames externos;

Danos no trancamento, nas presilhas ou acessórios;

Verificação de corrosão;

Verificação de deformação ou amassamentos ao longo do cabo.

∑ Verificação de corrosão; ∑ Verificação de deformação ou amassamentos ao longo do cabo. Página 24
∑ Verificação de corrosão; ∑ Verificação de deformação ou amassamentos ao longo do cabo. Página 24

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4. Elementos de fixação 4.1 Olhais

4. Elementos de fixação

4.1 Olhais

CESP UHE Ilha Solteira 4. Elementos de fixação 4.1 Olhais Fonte: SIVA Indústria e Comércio de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

4. Elementos de fixação 4.1 Olhais Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e
4. Elementos de fixação 4.1 Olhais Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.2 Porca olhal Fonte: SIVA Indústria

4.2 Porca olhal

e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.2 Porca olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

CESP UHE Ilha Solteira 4.2 Porca olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
CESP UHE Ilha Solteira 4.2 Porca olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.3 Manilhas Fonte: SIVA Indústria e

4.3 Manilhas

Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.3 Manilhas Fonte: SIVA Indústria e Comércio de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

– CESP UHE Ilha Solteira 4.3 Manilhas Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
– CESP UHE Ilha Solteira 4.3 Manilhas Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.4 Manilha reta pesada Fonte: SIVA

4.4 Manilha reta pesada

Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.4 Manilha reta pesada Fonte: SIVA Indústria e Comércio de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

UHE Ilha Solteira 4.4 Manilha reta pesada Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
UHE Ilha Solteira 4.4 Manilha reta pesada Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.5 Manilha curva, também chamada de

4.5 Manilha curva, também chamada de manilha em lira

4.5 Manilha curva, também chamada de manilha em lira Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

curva, também chamada de manilha em lira Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
curva, também chamada de manilha em lira Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.6 Gancho Olhal Fonte: SIVA Indústria

4.6 Gancho Olhal

e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.6 Gancho Olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

CESP UHE Ilha Solteira 4.6 Gancho Olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
CESP UHE Ilha Solteira 4.6 Gancho Olhal Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.7 Anéis de Carga Fonte: SIVA

4.7 Anéis de Carga

e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 4.7 Anéis de Carga Fonte: SIVA Indústria e Comércio

Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame e Aço Ltda

UHE Ilha Solteira 4.7 Anéis de Carga Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame
UHE Ilha Solteira 4.7 Anéis de Carga Fonte: SIVA Indústria e Comércio de Artefatos de Arame

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 5. Boas práticas de operação 5.1

5. Boas práticas de operação

5.1 Parada e partida progressivas

Todos os sistemas de freio de um pórtico ou ponte rolante são projetados para atuarem sob qualquer condição de marcha. Porém, a prática nos mostra que alguns cuidados tomados na operação cotidiana dos equipamentos podem prolongar significativamente a vida útil das lonas de freio, dos tambores e discos.

Tomemos como exemplo as movimentações de suspensão e direção, cuja frenagem acontece automaticamente quando o manete é colocado na posição central (zero). Se o operador diminui progressivamente a posição do manete durante a aproximação, isso faz com que o freio atraque numa condição bem mais suave do que quando passamos diretamente do 3º ou 4º ponto ao zero do manete. Com o conjunto girando em baixa rotação, o atrito dos elementos do freio na hora da frenagem gera menos calor, o que aumenta a vida útil das lonas. Para as aproximações de translação esta prática também ajuda na durabilidade dos sistemas, porém devemos lembrar que alguns equipamentos possuem frenagem automática na translação, comandada alguns segundos após a colocação do manete na posição zero. Na UHE Ilha Solteira, por exemplo, as pontes de 280 T trabalham assim. O mesmo acontece nas pontes de 350 kN da UHE TRI. Neste caso, quando o operador deseja realizar uma aproximação suave na translação, deve diminuir gradativamente o ponto do manete até a posição zero, voltando a colocá-la na posição 1 antes da atracação do freio e voltá-la à zero, fazendo isso repetidamente até que a velocidade permita o acionamento do pedal de freio e a parada completa do equipamento. Portanto, o operador deve estar atento para estes detalhes e fazer alguns testes antes de amarrar a carga, com o objetivo de se familiarizar com o equipamento e assim descobrir os melhores meios para realizar uma aproximação suave quando estiver com carga.

equipamento e assim descobrir os melhores meios para realizar uma aproximação suave quando estiver com carga.
equipamento e assim descobrir os melhores meios para realizar uma aproximação suave quando estiver com carga.

Operação de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira

de Pontes Rolantes e Pórticos – CESP UHE Ilha Solteira 6. Limites e peculiaridades dos equipamentos

6. Limites e peculiaridades dos equipamentos

Como já foi dito anteriormente, os sistemas eletromecânicos dos pórticos e pontes rolantes são projetados para funcionar sob qualquer condição de operação. Portanto, contam com vários dispositivos de proteção que garantem que os limites não sejam ultrapassados.

O operador deve ter consciência de que tais dispositivos não devem ser acionados desnecessariamente. Durante a operação, os limites do equipamento devem ser respeitados com uma certa margem de segurança, não devendo o operador deixar para os dispositivos de fim-de-curso a responsabilidade da parada dos movimentos.

Elaboração:

Seção de Manutenção Mecânica Complementar – OOIIMC

CESP - UHE Ilha Solteira

1ª edição, fevereiro 2009

Seção de Manutenção Mecânica Complementar – OOIIMC CESP - UHE Ilha Solteira 1ª edição, fevereiro 2009
Seção de Manutenção Mecânica Complementar – OOIIMC CESP - UHE Ilha Solteira 1ª edição, fevereiro 2009