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Espírito Santo CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção Mecânica Noções Básicas de

Espírito Santo

Espírito Santo CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção Mecânica Noções Básicas de Amarração,

CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção

Mecânica Noções Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas
Mecânica
Noções Básicas de
Amarração, Sinalização e
Movimentação de Cargas
Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 3

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

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Espírito Santo Noções Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas Mecânica © SENAI -

Espírito Santo

Espírito Santo Noções Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas Mecânica © SENAI - ES,

Noções Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas Mecânica

© SENAI - ES, 1996

-

Trabalho realizado em parceria SENAI / CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão)

Coordenação Geral

Luís Cláudio Magnago Andrade (SENAI) Marcos Drews Morgado Horta (CST)

Supervisão

Alberto Farias Gavini Filho (SENAI) Rosalvo Marcos Trazzi (CST)

Elaboração

Evandro Armini de Pauli (SENAI) Fernando Saulo Uliana (SENAI)

Aprovação

José Geraldo de Carvalho (CST) José Ramon Martinez Pontes (CST) Tarcilio Deorce da Rocha (CST) Wenceslau de Oliveira (CST)

Editoração

Ricardo José da Silva (SENAI)

SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial DAE - Divisão de Assistência às Empresas Departamento Regional do Espírito Santo Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 - Vitória - ES. CEP 29045-401 - Caixa Postal 683

Telefone:

Telefax: (027) 227-9017

(027) 325-0255

CST - Companhia Siderúrgica de Tubarão AHD - Divisão de Desenvolvimento de Recursos Humanos

AV. Brigadeiro Eduardo Gomes, s/n, Jardim Limoeiro - Serra - ES. CEP 29160-972

Telefone:

Telefax: (027) 348-1077

(027) 348-1322

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Espírito Santo Sumário Introdução 03 Equipamentos de Proteção Individual 04 Cronograma Ideal para

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Espírito Santo Sumário Introdução 03 Equipamentos de Proteção Individual 04 Cronograma Ideal para

Sumário

Introdução

03

Equipamentos de Proteção Individual

04

Cronograma Ideal para uma Movimentação

05

Acessórios do Movimentador

06

A Carga: Peso e Centro de Gravidade

07

Qual a Linga para Qual Aplicação?

09

Cordas

10

Cabos de Aço

11

Laços

12

Cintas

22

Correntes para Lingas

25

Lingas Combinadas

29

Capacidade de Carga das Lingas

30

Modos de Movimentação

38

Como se Assegurar que a Carga não se Solte

44

Comunicação entre Operador e Movimentador

49

Sinais Visuais

51

Finalização da Movimentação

56

Acessórios

57

Noções Básicas de Amarração, Sinalização e Movimentação de Cargas - Avaliação

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Espírito Santo Introdução Nas indústrias é crescente a utilização de meios de elevação com operação

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Introdução

Espírito Santo Introdução Nas indústrias é crescente a utilização de meios de elevação com operação a

Nas indústrias é crescente a utilização de meios de elevação com operação a partir do solo (controle remoto), onde o movimentador é também operador, ou seja, ele é responsável pelas duas funções. O perigo é que tanto o pessoal da produção quanto o pessoal da manutenção operam e movimentam, com isso exercem uma atividade a qual não estão acostumados ou mesmo preparados. A facilidade com que os meios de elevação movimentam a carga engana quanto as situações de perigo. Pela demonstração de condições de acidentes típicos é preciso que elas sejam conhecidas e consequentemente evitadas.

No setor de transportes, apesar do alto grau de automatização, ainda existe um grande percentual de trabalho manual, especialmente na movimentação de cargas por meio de talhas, guindastes, etc. que de agora em diante chamaremos de meios

de elevação.

Meios de elevação, como talhas, facilitam a movimentação de cargas, por meio destes podemos reduzir muito nosso trabalho braçal, porém, deveremos usar mais a “cabeça”.

O homem ao lado da carga que é o movimentador forma uma

equipe com o operador do meio de elevação. A atuação do

movimentador é fundamental para a execução de uma movimentação com segurança.

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Espírito Santo Equipamentos de Proteção Individual Proteção da Cabeça Devido ao risco de se bater

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Equipamentos de Proteção Individual

Espírito Santo Equipamentos de Proteção Individual Proteção da Cabeça Devido ao risco de se bater a

Proteção da Cabeça

Devido ao risco de se bater a cabeça em ganchos, cargas em movimentação ou mesmo objetos parados, o capacete é indispensável em qualquer lugar onde exista a possibilidade de se machucar a cabeça. Capacetes devem estar a disposição e tem de ser utilizados.

Proteção dos Pés

Os pés correm perigo constante pois a qualquer instante podem cair objetos sobre os mesmos. Quando o movimentador está prestando atenção à carga, ao operador e outras coisas que o cercam ele está sujeito a bater o pé em objetos pontiagudos e machucá-los e é por isso que é necessário o uso de sapatos com biqueira de aço.

Onde existem pregos e outros objetos pontiagudos, que poderiam perfurar a sola, é necessário que se use sapatos com palmilha de aço revestida.

Proteção das Mãos

Arames soltos em cabos de aço sempre têm machucado mãos de movimentadores assim como farpas de madeira das cunhas e caibros e cantos vivos de cargas, portanto, é indispensável o uso de luvas.

Tabelas de Cargas

As tabelas de carga para os diversos tipos de Lingas que utilizamos completam nosso equipamento de segurança.

Com elas podemos definir facilmente qual Linga e de que forma devemos utilizá-las.

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Espírito Santo Cronograma Ideal para uma Movimentação 1. Preparação:   • Conhecer o peso e

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Espírito Santo Cronograma Ideal para uma Movimentação 1. Preparação:   • Conhecer o peso e centro

Cronograma Ideal para uma Movimentação

1.

Preparação:

 

Conhecer o peso e centro de gravidade de carga;

Determinar qual Linga e se necessário preparar proteção para os cantos vivos;

Preparar o local de destino com caibros e cunhas se necessário.

2.

Informar ao operador o peso da carga.

3.

Colocar o gancho do meio de elevação perpendicularmente sobre o centro de gravidade da carga.

4.

Acoplar a Linga à carga. Se não for utilizar uma das pernas da Linga, acoplá-la ao elo de sustentação para que não possa se prender a outros objetos ou cargas. Quando necessário, pegar a Linga por fora e deixar esticar lentamente.

5.

Sair da área de risco.

 

6.

Avisar a todos os envolvidos no processo de movimentação e a todos que estiverem nas áreas de risco.

7.

Sinalizar ao operador. A sinalização deve ser feita por uma única pessoa.

8.

Ao iniciar a movimentação devemos verificar:

se a carga não se ganchou ou prendeu;

se a carga está nivelada ou corretamente suspensa;

se as pernas têm uma carga semelhante.

9.

Se

a

carga

pender

mais para um lado, abaixá-la para

prendê-la corretamente.

10.

Movimentação da carga.

11.

No transporte de cargas assimétricas ou onde haja influência de ventos deve-se usar um cabo de condução que seja longo o suficiente para que se fique fora da área de risco.

12.

Abaixar a carga conforme indicação do movimentador.

13.

Certificar-se de que a carga não pode se espalhar ou tombar.

14.

Desacoplar a Linga.

 

15.

Prender os ganchos da Linga no elo de sustentação.

16.

Ao levantar a Linga verificar se ela não pode se prender a nada.

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Espírito Santo Acessórios do Movimentador Cunha: Devem evitar que a carga escorregue ou se espalhe.

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Acessórios do Movimentador

Espírito Santo Acessórios do Movimentador Cunha: Devem evitar que a carga escorregue ou se espalhe. As

Cunha: Devem evitar que a carga escorregue ou se espalhe.

As fibras da madeira devem estar no sentido longitudinal da cunha para que elas não possam se quebrar e para que possam ser pregadas quando necessário.

Caibros: Tem a finalidade de manter um vão livre entre a carga

e o solo para que a Linga possa ser retirada por baixo da carga

e em caso de nova movimentação, para que a Linga possa ser passada por baixo novamente.

Puxar a Linga por baixo da carga sem caibros:

prejudica a carga

prejudica a Linga

derruba a pilha

Por estes motivos, os caibros devem ser grandes o suficiente para que a Linga possa passar livre por baixo da carga e para suportar o peso sobre eles depositado. Num estalo, pedaços de caibros trincados podem ter a velocidade de uma bala e sempre ocasionam acidentes.

Ao empilhar vigas e chapas grandes por exemplo, jamais devemos usar caibros com menos de 8x8 cm. Para evitar de prender os dedos devemos pegar os caibros pela lateral.

Gancho de engate: Fabricado a partir de arame dobrado e com punho possibilita ao movimentador manter suas mãos fora de perigo. Com o gancho de engate podemos, na posição 2, puxá-la até um determinado ponto.

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Espírito Santo A Carga: Peso e Centro de Gravidade Qual o peso da carga a

Espírito Santo

A Carga: Peso e Centro de Gravidade

Espírito Santo A Carga: Peso e Centro de Gravidade Qual o peso da carga a ser

Qual o peso da carga a ser elevada?

Para responder a esta pergunta existem 4 possibilidades:

conhecer, pesar, calcular e supor.

O

ideal é quando a peça tem seu peso indicado (pintura ou

plaqueta) para peças prontas e em estaleiros, é normatizado que peças acima de uma tonelada tenham seu peso indicado.

que peças acima de uma tonelada tenham seu peso indicado. Esta norma deveria ser praxe em

Esta norma deveria ser praxe em qualquer indústria. Fabricantes de máquinas e peças têm se empenhado muito em indicar o peso em suas peças (e cargas). Outra possibilidade de

se encontrar o peso são os borderôs ou ordens de fabricação

que deveriam indicar o peso.

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Espírito Santo Quando tivermos que pesar uma carga o ideal é que tenhamos uma balança

Espírito Santo

Espírito Santo Quando tivermos que pesar uma carga o ideal é que tenhamos uma balança para

Quando tivermos que pesar uma carga o ideal é que tenhamos uma balança para talhas, de preferência com leitura digital para facilitar a leitura, ou mesmo talhas com balança embutida com mostrador digital no comando.

Balanças digitais à bateria são fáceis de transporte e de fácil leitura

à bateria são fáceis de transporte e de fácil leitura Comando com indicação digital da carga
à bateria são fáceis de transporte e de fácil leitura Comando com indicação digital da carga

Comando com indicação digital da carga

Quando essas possibilidades não existem não resta outra alternativa se não calcular ou pedir à supervisão que calcule o peso. Chutar é a pior alternativa, pois somente com muita experiência em peças semelhantes é que temos a possibilidade de chegar a um resultado satisfatório. Se a definição do peso é importante, ainda mais é a definição do centro de gravidade. Nas peças simétricas esta definição é fácil mas em máquinas e peças assimétricas onde o centro de gravidade é deslocado, o ideal seria que houvesse uma indicação na máquina, peça ou mesmo embalagem. Se o centro de gravidade é desconhecido não se sabe onde alinhar o gancho de elevação. A capacidade de um guindaste de lança depende de quanto se avança a sua lança. Quanto mais distante a carga estiver, menor a capacidade de carga do guindaste. O limitador de carga da máquina não deve ser usado por erros de cálculos do operador.

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Espírito Santo Qual a Linga para Qual Aplicação? Para movimentar cargas com meios de elevação

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Qual a Linga para Qual Aplicação?

Espírito Santo Qual a Linga para Qual Aplicação? Para movimentar cargas com meios de elevação são

Para movimentar cargas com meios de elevação são utilizados lingas e dispositivos de movimentação.

As Lingas são, por exemplo: cabos, correntes, cintas e laços sintéticos. Por meio delas é que fazemos o acoplamento da carga ao meio de elevação.

Dispositivos de movimentação são aqueles que fazem um acoplamento direto ou mesmo através de uma Linga à carga. São considerados dispositivos de movimentação: ganchos e garras especiais, suportes para eletroimãs, travessões, etc. A escolha da Linga deveria ser feita pela engenharia de produção ou pelo planejamento, mas na maioria das vezes, quem tem de escolher é o próprio movimentador.

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O cabo é passado por baixo da carga e a corrente a suporta com menor desgaste

1 2 O cabo é passado por baixo da carga e a corrente a suporta com

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Espírito Santo Aplicáveis são: • Cabos de Aço: para cargas com superfície lisa, oleosa ou

Espírito Santo

Espírito Santo Aplicáveis são: • Cabos de Aço: para cargas com superfície lisa, oleosa ou escorregadia,

Aplicáveis são:

Cabos de Aço: para cargas com superfície lisa, oleosa ou escorregadia, assim como laços de cabo de aço com ganchos para aplicação nos olhais da carga.

Correntes: para materiais em altas temperaturas e cargas que não tenham chapas ou perfis. Lingas de corrente com gancho podem ser acoplados aos olhais da carga.

Cintas e Laços Sintéticos: para cargas com superfícies extremamente escorregadias ou sensíveis, como por exemplo, cilindros de calandragem, eixos, peças prontas e pintadas.

Cordas de Sisal e Sintéticas: para cargas com superfície sensível, de baixo peso, como tubos, peças de aquecimento e refrigeração ou outras peças passíveis de amassamento.

Combinação Cabo e corrente: para o transporte de perfis e trefilados.

Neste caso a corrente deve ficar na área de desgaste onde possivelmente existam cantos vivos e o cabo fica nas extremidades exercendo função de suporte e facilitando a passagem da Linga por baixo das cargas.

Não aplicáveis são:

Cabos de Aço: para materiais com cantos vivos ou em altas temperaturas.

Correntes: para cargas com superfície lisa ou escorregadia.

Cintas e Laços Sintéticos: para cantos vivos e cargas em altas temperaturas.

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Espírito Santo Para o transporte de chapas na perpendicular devemos usar grampos pega-chapa. Desde abril

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Espírito Santo Para o transporte de chapas na perpendicular devemos usar grampos pega-chapa. Desde abril de
Espírito Santo Para o transporte de chapas na perpendicular devemos usar grampos pega-chapa. Desde abril de

Para o transporte de chapas na perpendicular devemos usar grampos pega-chapa.

Desde abril de 1979 é obrigatório que estes ganchos tenham uma trava.

A pega (abertura) do grampo deve ser indicada na própria peça.

Para o transporte de chapas devemos usar sempre dois grampos que tenham uma pega compatível com a espessura da chapa. Os dois grampos são necessários para que se garanta a estabilidade da carga, pois, se a chapa balança, as ranhuras da garra desgastam rapidamente, podendo se quebrar nos cantos.

Antes de movimentar, sempre travar os grampos.

Para o transporte de perfis existem diversos tipos de dispositivos de movimentação, os quais nem sempre são dotados de travas que não permitam que a carga se solte. Estes dispositivos são projetados para cargas específicas e só devem ser usados para as quais foram construídos.

Também para movimentar as chapas na horizontal, devemos

usar grampos com trava, pois chapas finas tendem a se dobrar

o que pode fazer com que se soltem dos grampos e caiam.

Cordas

As cordas são o mais antigo tipo de Linga, que se conhece. Elas são produzidas a partir de fibras que são torcidas, trançadas ou encapadas. Antigamente as fibras que se utilizavam na fabricação de cordas eram fibras naturais como Sisal ou Cânhamo. Hoje estas fibras

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Espírito Santo são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliester ou Polipropileno que as vezes

Espírito Santo

Espírito Santo são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliester ou Polipropileno que as vezes são

são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliester ou Polipropileno que as vezes são comercializadas com nomes comerciais como nylon, diolen, trevira e outros. Como diferenciar as diversas fibras:

Uma vez que existem diversos tipos de fibras com diferentes capacidades, é necessário que se saiba qual é a fibra para se conhecer sua capacidade de carga. Em cordas, a partir de 3mm de diâmetro devemos ter uma filaça de uma determinada cor para identificar a fibra mas, cordas abaixo de 16mm de diâmetro, são muito finas e não devem ser utilizadas para movimentação. Em cordas a partir de 16mm deveria haver identificação do fabricante e do ano de fabricação. Por normalização internacional as cores que identificam as fibras são:

Cânhamo

Verde

Sisal

Vermelho

Cânhamo de Manilha

Preto

Poliamida

Verde

Poliester

Azul

Polipropileno

Marrom

A cor verde, para cânhamo e poliamida, não é passível de ser confundida uma vez que o cânhamo tem um acabamento rústico e a poliamida um acabamento muito liso.

Cabos de Aço

Terminologia PERNA - É o agrupamento de arames torcidos de um cabo. ALMA - É o núcleo do cabo de aço. Um cabo é feito com diversas pernas em redor de um núcleo ou alma. LEITURA - Exemplo: cabo 6 x 19

O primeiro número ( 6 ) representa a quantidade de

pernas de que é constituído.

O segundo número ( 19 ) especifica a quantidade de

arames que compõe cada perna. Portanto, o cabo 6 x 19 tem 6 pernas, tendo cada uma delas 19 fios ou seja um total de 114 fios.

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Espírito Santo Classificação quanto a Alma AF - Alma de fibra (canhamo) maior flexibilidade. AA

Espírito Santo

Espírito Santo Classificação quanto a Alma AF - Alma de fibra (canhamo) maior flexibilidade. AA -

Classificação quanto a Alma

Espírito Santo Classificação quanto a Alma AF - Alma de fibra (canhamo) maior flexibilidade. AA -

AF - Alma de fibra (canhamo) maior flexibilidade.

AA - Alma de Aço - maior resistência à tração.

AACI - Alma de Aço com Cabo Independente:

combinação de flexibilidade com resistência à tração.

Nota: Os cabos AA (Alma de aço) tem 7,5% de resistência à tração a mais e 10% no peso em relação aos AF (alma de fibra). Torção

Torção à DIREITA: quando as pernas são torcidas da esquerda para a direita.

Torção à ESQUERDA: quando as pernas são torcidas da direita para a esquerda.

quando as pernas são torcidas da direita para a esquerda. Torção Direita Torção Esquerda Torção REGULAR:

Torção Direita

são torcidas da direita para a esquerda. Torção Direita Torção Esquerda Torção REGULAR: quando os fios

Torção Esquerda

Torção REGULAR: quando os fios de cada perna são torcidos em sentido oposto á torção das próprias pernas (em cruz). Maior estabilidade.

Torção LANG: quando os fios e as pernas são torcidas na mesma direção (paralelo).

A torção LANG tem por característica o aumento da resistência

à abrasão e da flexibilidade do cabo.

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Espírito Santo L A N G D I R E I T A LANG ESQUERDA

Espírito Santo

Espírito Santo L A N G D I R E I T A LANG ESQUERDA Cabos

LANG DIREITA

Espírito Santo L A N G D I R E I T A LANG ESQUERDA Cabos
Espírito Santo L A N G D I R E I T A LANG ESQUERDA Cabos

LANG ESQUERDA

Cabos de aço com alta capacidade de carga são construídos a partir de arames trefilados a frio com uma resistência de 1770 mm 2 .

Arames individuais são trançados primeiramente para formar uma perna e estas pernas por sua vez são trançadas para formar o cabo de aço. O arame individual fica numa helicoidal dupla, sendo a primeira na perna e a segunda na torcedura do cabo. Com aplicação de carga no cabo é feita uma alteração no seu volume, o que se explica pela acomodação das pernas sobre a alma, com isso o diâmetro do cabo é reduzido.

Para apoio das pernas existe, no interior do cabo, uma alma que pode ser feita a partir de fibras naturais, sintéticas ou de aço. A alma não tem somente função de apoio, mas funciona também como reservatório de óleo. Quando o cabo é solicitado, as pernas comprimem a alma que libera o óleo, com isso o atrito dentro do cabo é reduzido.

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Espírito Santo Cabo de aço Cabos velhos onde o óleo já foi consumido e cabos

Espírito Santo

Espírito Santo Cabo de aço Cabos velhos onde o óleo já foi consumido e cabos que

Cabo de aço

Espírito Santo Cabo de aço Cabos velhos onde o óleo já foi consumido e cabos que

Cabos velhos onde o óleo já foi consumido e cabos que trabalham em temperatura que já perderam seu óleo por evaporação ainda não perderam resistência mas, perderam vida útil. Por isso devemos periodicamente lubrificar os cabos externamente com óleo adequado.

Um único arame rompido é de pouca importância pois logo a frente estará prensado entre outros e ainda contribuindo para a capacidade de carga. Somente quando temos vários arames rompidos é que a capacidade de carga diminui. Aqui, fica demonstrada uma boa característica do cabo de aço. Ele nunca se rompe sem que antes vários arames se rompam.

O cabo de aço, habitualmente, é composto de seis pernas e da alma que retém o lubrificante. O cabo assim composto é utilizado para Lingas, guindastes ou talhas. Ele tem uma boa deformidade e, portanto, é aplicável para diversas finalidades.

Tabela de carga para cabos

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Espírito Santo Cabos de aço fabricados em espiral (cordoalhas) ou uma perna simples, não devem

Espírito Santo

Espírito Santo Cabos de aço fabricados em espiral (cordoalhas) ou uma perna simples, não devem ser
Espírito Santo Cabos de aço fabricados em espiral (cordoalhas) ou uma perna simples, não devem ser

Cabos de aço fabricados em espiral (cordoalhas) ou uma perna simples, não devem ser utilizados para movimentação, pois tem uma estrutura muito rígida e são feitos apenas para tensionamento.

O tipo mais flexível é o cabo de aço que é composto de diversas

pernas e da alma. A alma no interior e a diferença de área metálica fazem com que num mesmo diâmetro, a cordoalha tenha uma maior capacidade de carga que o cabo.

Flexibilidade

A flexibilidade está condicionada ao número de arames que o

compõe.

São os cabos classificados em:

7

a) Pequena flexibilidade:

construção

3

x

7,

6

x

7,

1

x

(cordoalha);

b) Flexíveis: construção 6 x 19, 6 x 21, 6 x 25, 8 x 19, 18 x 7;

c) Extra flexível: construção 6 x 31, 6 x 37, x 47, 6 x 61.

6 x 41,

6 x 43, 6

Tipos

WARRINGTON - Pernas do cabo construídas com duas bitolas de arames; bastante flexível e menos resistente ao desgaste, pois os arames mais finos encontram-se na periferia.

SEALE - Pernas do cabo construídas com três bitolas de arame, sendo o cabo menos flexível da série, porém mais resistente ao desgaste à abrasão.

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Espírito Santo FILLER - Pernas do cabo construídas com vinte e cinco arames (seis de

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Espírito Santo FILLER - Pernas do cabo construídas com vinte e cinco arames (seis de enchimento)

FILLER - Pernas do cabo construídas com vinte e cinco arames (seis de enchimento) apresentando boa flexibilidade.

COMUM - As pernas do cabo são construídas por um só tipo de arame. É um termo intermediário entre a flexibilidade e resistência ao desgaste, dos outros tipos acima.

e resistência ao desgaste, dos outros tipos acima. 6 x 19 + AF Warrington 1 +

6 x 19 + AF Warrington

1 + 6 + (6+ 6)

outros tipos acima. 6 x 19 + AF Warrington 1 + 6 + (6+ 6) 6

6 x 25 + AACI Filler 1 + 6 + 12

AF Warrington 1 + 6 + (6+ 6) 6 x 25 + AACI Filler 1 +

6 x 19 + AF

Seale

1 + 9 + 9

6 x 25 + AACI Filler 1 + 6 + 12 6 x 19 + AF

6 x 19 + AF Comum

1 + 6/12

Para definir a carga de trabalho de um cabo pelo seu diâmetro devemos medi-lo, conforme demonstrado na figura abaixo.

devemos medi-lo, conforme demonstrado na figura abaixo. 2 0 Medição do cabo de aço CST Companhia

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Medição do cabo de aço

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Espírito Santo Cabos já utilizados em guindastes ou outros meios de elevação não podem ser

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Espírito Santo Cabos já utilizados em guindastes ou outros meios de elevação não podem ser utilizados

Cabos já utilizados em guindastes ou outros meios de elevação não podem ser utilizados novamente numa composição de Linga. Ele pode ter um grande desgaste interno que não é visível externamente.

Tabela de Diâmetros Ideais de Tambores e Polias

Seguem os diâmetros ideais das polias ou tambores conforme a formação do cabo:

Diâmetro do Tambor ou Polia

 

Tipo de Cabo

 

Mínimo

Recomendado

6

x 7

42

vezes o do cabo

72 vezes

6

x 19

30

vezes o do cabo

51 vezes

6

x

25

30

vezes o do cabo

45 vezes

6

x 37, 41, 43

18

vezes o do cabo

27 vezes

8

x

19

21

vezes o do cabo

31 vezes

18

x

7

34

vezes o do cabo

51 vezes

Resistência dos Cabos de Aço

A resistência teórica dos cabos se determina somando-se a

resistência dos arames que o compõe, excluindo-se as almas dos mesmos, quer sejam de aço ou de fibra.

A carga de ruptura efetiva diminui conforme aumenta o número de arames:

Exemplos:

96% da teórica 94% da teórica 85% da teórica 80% da teórica

e) Cabos 6x42, 6x43, 6x47, 6x61, resist. efetiva 72% da teórica

A carga de trabalho de um

quinto) de sua carga de ruptura mínima.

movimento é 1/5 (um

d) Cabos 6x37, 6x41, resistência efetiva

c) Cabos 6x7, 6x25, 8x19, resistência efetiva

b) Cordoalhas 19 fios, resistência efetiva

a) Cordoalhas 3 a 7 fios, resistência efetiva

cabo

em

O fator de segurança é a relação entre a carga de ruptura

mínima e a carga aplicada. Exemplo:

a) Cordoalhas e cabos estáticos,

fator

3

a

4

b) Cabos tração horizontal,

fator

4

a

5

c) Cabos p/ guinchos e terraplan.,

fator

5

d) Pontes rolantes, talhas elétricas,

fator

6

a

8

e) Elevadores baixa velocidade,

fator

8

a

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Espírito Santo f) Elevadores alta velocidade, Pré-formação: É processo de fabricação cuja finalidade é a

Espírito Santo

Espírito Santo f) Elevadores alta velocidade, Pré-formação: É processo de fabricação cuja finalidade é a de

f) Elevadores alta velocidade, Pré-formação:

É processo de fabricação cuja finalidade é a de eliminar as tensões internas e torções inerentes aos arames de alto carbono, utilizados na fabricação de cabos de aço.

As pernas dos cabos pré-formados se acomodam na posição Helicoidal que ocupam no conjunto.

São as seguintes as vantagens apresentadas pelos cabos pré- formados:

a) aumento à flexibilidade;

b) maior resistência à fadiga de flexão;

c) eliminação das tensões internas;

d) manutenção na sua posição original dos arames que se quebram, não se desfiando;

e) o não desenrolamento das extremidades cortadas.

fator

10

a

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Laços

Um cabo de aço é tão bom quanto o laço que é feito com ele.

Laços para formação de olhais são feitos por trançamento ou prensagem.

Presilhas de alumínio devem deixar a ponta à mostra para controle e devem ter a marca da firma que executou a prensagem, que normalmente é composta por duas letras.

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firma que executou a prensagem, que normalmente é composta por duas letras. 2 2 CST Companhia

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Espírito Santo Presilha de alumínio com indicação da firma que executou a prensagem em proibidos

Espírito Santo

Espírito Santo Presilha de alumínio com indicação da firma que executou a prensagem em proibidos Nós

Presilha de alumínio com indicação da firma que executou a prensagem

alumínio com indicação da firma que executou a prensagem em proibidos Nós cabos de aço são

em

proibidos

Nós

cabos

de

aço

são

estritamente

A norma DIN 1142 prescreve que somente grampos com porcas auto-travantes e uma grande área de apoio podem ser utilizados. Todos os grampos devem ser montados de forma que o mordente se prenda a perna portante.

No mínimo 3 grampos são necessários (grampo pesado) para se fazer um laço com cabo de aço fino. Quanto maior o diâmetro do cabo mais grampos são necessários. Laços feitos com grampos devem ser usados apenas para uma única aplicação, devendo ser desfeitos logo após a utilização, para que não sejam utilizadas erroneamente.

Grampos construídos conforme DIN 741 (grampos leves) com porcas simples e pequena área de apoio, não são mais normalizados e não devem ser utilizados para movimentação.

e não devem ser utilizados para movimentação. Neste caso 4 grampos são necessários ( Diâmetro do

Neste caso 4 grampos são necessários

( Diâmetro do cabo 3/4” )

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Espírito Santo Pronto para usar. Todos os mordentes estão no cabo portante. Desmontar imediatamente após

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Espírito Santo Pronto para usar. Todos os mordentes estão no cabo portante. Desmontar imediatamente após utilizada
Espírito Santo Pronto para usar. Todos os mordentes estão no cabo portante. Desmontar imediatamente após utilizada

Pronto para usar. Todos os mordentes estão no cabo portante.

para usar. Todos os mordentes estão no cabo portante. Desmontar imediatamente após utilizada Ultimamente a

Desmontar imediatamente após utilizada

Ultimamente a tendência é a de se fazer o olhal flamengo, que é feito a partir do próprio cabo.

O olhal Flamengo é feito abrindo-se a ponta do cabo em duas metades, separando-se as pernas 3 a 3. Uma metade é curvada para formar um olhal, e em seguida a outra metade é entrelaçada no espaço vazio da primeira.

24

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo Mesmo antes de ser colocada a presilha de aço, o olhal já é

Espírito Santo

Espírito Santo Mesmo antes de ser colocada a presilha de aço, o olhal já é capaz
Espírito Santo Mesmo antes de ser colocada a presilha de aço, o olhal já é capaz

Mesmo antes de ser colocada a presilha de aço, o olhal já é capaz de suportar uma carga superior à carga de trabalho do laço. A presilha é de aço especialmente ensaiado e aprovado conforme rigorosa especificação.

Principais vantagens do Olhal Flamengo:

Olhal mais resistente e seguro

Carga centrada

Presilha

dimensões e de superfície lisa

de

aço

de

pequenas

dimensões e de superfície lisa de aço de pequenas SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 2

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

25

Espírito Santo Laços Cintas Olhal Flamengo Olhal Flamengo com sapatilha protetora Olhal Flamengo com estribo

Espírito Santo

Laços

Espírito Santo Laços Cintas Olhal Flamengo Olhal Flamengo com sapatilha protetora Olhal Flamengo com estribo protetor

Cintas

Espírito Santo Laços Cintas Olhal Flamengo Olhal Flamengo com sapatilha protetora Olhal Flamengo com estribo protetor

Olhal Flamengo

Olhal Flamengo com sapatilha protetora

Olhal Flamengo com estribo protetor

Laço Trançado a Mão

Laço sem fim

As cintas de movimentação são fabricadas a partir de fibras sintéticas.

Com relação ao seu próprio peso, as cintas têm uma capacidade de carga e não prejudicam a sua superfície.

26

Cinta de poliester com etiqueta

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo As cintas de poliester devem ter uma etiqueta azul para que sejam reconhecidas.

Espírito Santo

Espírito Santo As cintas de poliester devem ter uma etiqueta azul para que sejam reconhecidas. Elas
Espírito Santo As cintas de poliester devem ter uma etiqueta azul para que sejam reconhecidas. Elas

As cintas de poliester devem ter uma etiqueta azul para que sejam reconhecidas. Elas têm uma boa resistência quanto à luz e calor e também ácidos solventes. Elas têm também uma boa elasticidade, o que faz com que seja o tipo de cinta mais utilizada. Ela só não resiste à base e por isso não deve ser lavada com sabão.

As cintas de poliamida devem ter uma etiqueta verde de identificação e são resistentes à bases. A desvantagem das cintas de poliamida está no fato de que elas absorvem muita água em ambientes úmidos o que reduz sua capacidade. Esta acumulação de água pode também fazer com que em dias muito frios ela possa se enrijecer (congelar) e ficar quebradiça.

Cintas de movimentação feitas de polipropileno (etiqueta marrom) tem uma baixa capacidade de carga, levando-se em conta seu peso próprio, e são pouco flexíveis. Mas elas têm uma boa resistência química e são utilizadas em casos especiais.

O NYLON é a mais forte das fibras sintéticas e apresenta uma alta capacidade de absorção de força, além de excepcional resistência a sucessivos carregamentos.

Para utilização de cintas em banhos químicos, o fabricante deveria ser consultado para maiores esclarecimentos. As formas mais comuns de cintas são:

cesto sem fim

com olhais sem reforço

com olhais reforçados

com terminais metálicos

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

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Espírito Santo No caso de terminais metálicos, eles devem ser feitos de forma que seja

Espírito Santo

Espírito Santo No caso de terminais metálicos, eles devem ser feitos de forma que seja possível

No caso de terminais metálicos, eles devem ser feitos de forma que seja possível passar um pelo outro para que se possa fazer uma laçada. Devido ao envelhecimento das fibras, em especial quando usadas ao ar livre ou em banhos químicos, a data de fabricação das cintas deve estar na etiqueta. Para reduzir o atrito e para evitar cortes nas cintas podemos usar revestimentos com materiais sintéticos resistentes, em especial de poliuretano. Normalmente estes de perfis são ajustáveis à cinta.

Normalmente estes de perfis são ajustáveis à cinta. Para utilização de cintas existem algumas regras

Para utilização de cintas existem algumas regras especiais:

Quando se eleva uma carga, o ângulo de abertura entre as pontas da cinta não deve ultrapassar 120º.

Somente cintas com olhais reforçados podem ser utilizadas em laço.

28

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo • Para utilizar diversas cintas num travessão todas devem estar numa perna perpendicular

Espírito Santo

Espírito Santo • Para utilizar diversas cintas num travessão todas devem estar numa perna perpendicular para

Para utilizar diversas cintas num travessão todas devem estar numa perna perpendicular para não haver esforço maior numa das pernas.

As cargas não podem ser depositadas sobre as cintas para que não sejam danificadas.

Não se pode dar nó nas cintas.

Após utilização em banhos químicos, as cintas devem ser neutralizadas e enxaguadas para que não haja concentração química.

Segurança tabém requer Inspeção

As cintas devem ser examinadas em intervalos não superiores a duas semanas, quando usadas em levantamentos gerais de diferentes tipos de cargas.

1º. Coloque

a

cinta

em

uma

superfície

plana

com

área

apropriada.

 

2º. Examine os dois lados da cinta.

 

3º. Cintas

tipo

Anel

devem

ser

examinadas

em

todo

seu

comprimento e perímetro.

4º. As alças dos olhais devem ser examinadas particular e cuidadosamente.

5º. Todo equipamento deve ser examinado somente por uma pessoa, designada para esta inspeção.

10 itens para um levatamento seguro

1. Não exceder às especificações do fabricante, nas limitações de peso e estabilidade.

de

2. Nunca

aplique

uma

sobrecarga

no

equipamento

elevação.

3. Uma operação suave e balanceada rende muito mais, além de evitar desgaste do equipamento e acidentes.

4. Nunca use cintas avarariadas.

5. Posicionar a cinta corretamente na carga, para propiciar uma fácil remoção, após o uso.

6. Não deixe a carga em contato direto com o piso. Coloque calços ao descarregá-la para melhor poder elevá-la.

7. Não posicione a cinta em cantos agudos ou cortantes.

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

29

Espírito Santo 8. Utilize ganchos com um raio de apoio nunca inferior a “1”, de

Espírito Santo

Espírito Santo 8. Utilize ganchos com um raio de apoio nunca inferior a “1”, de seção

8. Utilize ganchos com um raio de apoio nunca inferior a “1”, de seção lisa e redonda.

9. Evite a colocação de mais de 1 par de cintas, no mesmo gancho.

10. Quando elevar uma carga pesada com mais de uma cinta, verifique se o total do peso está bem distribuído na tensão dos vértices da cinta.

Formas de Levantamento

As cintas elevam e movimentam sua carga em qualquer uma das quatro formas diferentes de levantamento ilustrado. Algumas cintas são especificamente designadas para serem utilizadas em somente um tipo de levantamento.

para serem utilizadas em somente um tipo de levantamento. Correntes para Lingas Correntes são fabricadas em

Correntes para Lingas

Correntes são fabricadas em diversas formas e qualidades. Primeiramente os elos são dobrados e depois soldados. Posteriormente é feito o tratamento térmico (correntes de grau) e ensaio de tração. Diversos teste são feitos durante e após a fabricação para que as correntes sejam certificadas. Durante a produção, alguns elos são dobrados em diversos sentidos para verificar a solda e após a produção e tratamento térmico, são realizados testes de tração e ruptura.

30

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo O passo de um elo é o seu comprimento interno. Somente correntes que

Espírito Santo

Espírito Santo O passo de um elo é o seu comprimento interno. Somente correntes que tenham

O passo de um elo é o seu comprimento interno. Somente

correntes que tenham elos com passo igual a 3 vezes o seu diâmetro podem ser utilizadas para movimentação e amarração de cargas. Esta regra se explica pelo fato de que correntes

assim construídas, quando aplicadas em ângulos retos, os elos

se apoiam nos elos vizinhos, evitando assim que a corrente se

dobre.

Correntes Soldadas Comuns, Galvanizadas, Calibradas (Especiais para Talhas)

Comuns, Galvanizadas, Calibradas (Especiais para Talhas) Corrente de Aço Forjado e Amarras até 3” Correntes

Corrente de Aço Forjado e Amarras até 3”

Correntes Forjadas Tabela de Medidas e Pesos Aproximados

   

Medidas ext. dos Elos em mm. aprox. p/ as Correntes comuns

 

Peso aprox.

Carga de

Diâmetro

p/m Elos

segurança

em mm

curtos

em kg

Curtos

Comp.

 

kg

2,3

13

x

17

--

0,113

--

3,0

14

x

21

16

x

28

0,160

100

3,5

17

x

26

16

x

31

0,240

120

4,0

17

x

28

18

x

31

0,310

180

4,5

18

x

28

19

x

32

0,350

200

5,0

20

x

31

25

x

46

0,490

280

5,5

24

x

36

25

x

47

0,600

330

6,0

25

x

39

26

x

46

0,680

380

6,5

27

x

42

27

x

48

0,800

480

7,0

28

x

44

29

x

48

1,050

550

8,0

33

x

50

32

x

58

1,300

800

9,0

34

x

49

36

x

61

1,660

900

9,5

38

x

54

38

x

61

1,850

1.000

11,0

39

x

59

 

2,550

1.500

12,5

43

x

66

3,500

1.800

14,0

50

x

74

4,500

2.000

15,5

53

x

82

5,500

2.500

19,0

68

x 102

8,000

4.000

22,0

75

x 112

10,200

5.000

As correntes calibradas têm as medidas exatas, são testadas em máquinas de provas de acordo com a tabela acima e com o coeficiente 2, ou seja, 100% da carga admissível (carga de segurança)

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

31

Espírito Santo Lingas de Correntes Lingas simples - em aço forjado usadas em fundições, Pontes

Espírito Santo

Espírito Santo Lingas de Correntes Lingas simples - em aço forjado usadas em fundições, Pontes rolantes,

Lingas de Correntes

Lingas simples - em aço forjado usadas em fundições, Pontes rolantes, Empreiteiros de Construção e para todos os trabalhos onde se tornam necessários Guindastes para remoção de material, como cargas e descargas de navios e caminhões.

Segue tabela de cargas de trabalho.

Lingas de Correntes

Segue tabela de cargas de trabalho. Lingas de Correntes TIPO - A TIPO - B TIPO

TIPO - A

TIPO - B

TIPO - C

TIPO - D

Quadro de Cargas de Trabalho

Bitola da Corrente

Carga de Trabalho

mm

poleg.

kg

8

5/16”

500

9,5

3/8”

850

12,7

1/2”

1.500

15,9

5/8”

2.500

19

3/4”

3.400

22,2

7/8”

4.600

25,4

1”

5.900

28,6

1.1/8”

7.500

31,8

1.1/4”

9.670

32

TIPO - E

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo Lingas Duplas, Triplas, Quadruplas, etc. em Corrente de Aço forjado testadas. ÂNGULO  

Espírito Santo

Espírito Santo Lingas Duplas, Triplas, Quadruplas, etc. em Corrente de Aço forjado testadas. ÂNGULO   Quadro

Lingas Duplas, Triplas, Quadruplas, etc. em Corrente de Aço forjado testadas.

Quadruplas, etc. em Corrente de Aço forjado testadas. ÂNGULO   Quadro de Cargas de Trabalho Lingas

ÂNGULO

 

Quadro de Cargas de Trabalho Lingas Duplas

 

Bitolas da Corrente

 

Cargas de Trabalho

 
 

Polegadas

Âng. 45º

Âng. 60º

Âng. 90º

Âng. 120º

mm

kg

kg

kg

kg

8

5/16”

1.350

1.250

1.000

700

9,5

3/8”

2.250

2.150

1.750

1.200

12,7

1/2”

4.000

3.800

3.100

2.200

15,9

5/8”

6.700

6.350

5.200

3.700

19

3/4”

9.150

8.650

7.100

5.100

22,2

7/8”

12.400

11.700

9.600

6.900

25,4

1”

15.900

15.000

12.300

8.800

28,6

1.1/8”

20.200

19.100

15.700

11.200

31,8

1.1/4”

26.100

24.600

20.300

14.500

Dimensões aproximadas.

 

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

33

Espírito Santo Lingas Combinadas Para a movimentação de cargas temos alternativas para melhorar a durabilidade,

Espírito Santo

Lingas Combinadas

Espírito Santo Lingas Combinadas Para a movimentação de cargas temos alternativas para melhorar a durabilidade,

Para a movimentação de cargas temos alternativas para melhorar a durabilidade, facilitar o manuseio e também poupar a carga. Podemos conseguir isso combinando diversos materiais.

a) Cabo - corrente - cabo:

Usa-se o cabo para passar por baixo da carga. A parte que envolve a carga é uma corrente de grau 8 o que, por exemplo, no transporte de trefilados garante uma boa durabilidade e bons custos.

b) Corrente com encurtador - cabo.

Quando o cabo é necessário para que se envolva a carga e precisamos também de ajuste no comprimento da Linga, usamos esta combinação.

c) Corrente - cintas.

As cintas são utilizadas principalmente no transporte de peças acabadas ou semi-acabadas onde a superfície não pode ser danificada. Com essa combinação temos a vantagem da durabilidade da corrente e da facilidade de substituir a cinta quando necessário. Fora a possibilidade de ajuste no comprimento da Linga usando garras de encurtamento.

d) Corrente - laço sintético

Assim como a cinta, o laço sintético pode ser conjugado com a corrente e seus acessórios e manter a boa característica do laço que é a de poupar a carga de danos superficiais.

Em Lingas combinadas devemos atentar para que a plaqueta de identificação seja feita de acordo com a parte mais frágil da Linga. Nunca considerar a carga pelo dimensional da corrente, pois nestes casos normalmente ela está super dimensionada com relação aos outros materiais aplicados.

Combinação corrente + cinta

outros materiais aplicados. Combinação corrente + cinta Capacidade de Carga das Lingas 3 4 CST Companhia

Capacidade de Carga das Lingas

34

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo Após definir qual tipo de Linga iremos utilizar (cabo, corrente, cinta e combinada)

Espírito Santo

Espírito Santo Após definir qual tipo de Linga iremos utilizar (cabo, corrente, cinta e combinada) devemos

Após definir qual tipo de Linga iremos utilizar (cabo, corrente, cinta e combinada) devemos também definir o dimensional das mesmas. A carga deve ser transportada sem que a Linga seja sobrecarregada. A capacidade inscrita na plaqueta, tabela ou etiqueta define a massa que pode ser elevada com a Linga. Para definir a carga aplicada na Linga devemos saber:

se a carga será transportada por uma ou mais pernas perpendiculares

se a carga será transportada por duas ou mais pernas em ângulo.

Princípios básicos:

Quando a carga é aplicada em uma ou mais pernas perpendiculares e a carga é aplicada de forma igual sobre as pernas, podemos somar as capacidades das mesmas.

Quando a carga não é aplicada igualmente sobre as pernas, devemos contar com a capacidade de apenas duas.

Quando a Linga forma um ângulo diminuímos a capacidade de cada perna.

Quanto maior a angulação, menor a capacidade e, portanto, maior a Linga a ser utilizada.

a capacidade e, portanto, maior a Linga a ser utilizada. Com ângulos de trabalho acima de

Com ângulos de trabalho acima de 60º a força aplicada em uma única perna, excede o peso da carga em si

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

35

Espírito Santo Ângulo de trabalho não permissível. Como ângulo de trabalho, entendemos o ângulo que

Espírito Santo

Espírito Santo Ângulo de trabalho não permissível. Como ângulo de trabalho, entendemos o ângulo que se
Espírito Santo Ângulo de trabalho não permissível. Como ângulo de trabalho, entendemos o ângulo que se
Espírito Santo Ângulo de trabalho não permissível. Como ângulo de trabalho, entendemos o ângulo que se

Ângulo de trabalho não permissível. Como ângulo de trabalho, entendemos o ângulo que se forma numa perpendicular a lateral da carga e Linga.

Ângulo maior que 60º

36

se forma numa perpendicular a lateral da carga e Linga. Ângulo maior que 60º 3 6

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo A carga pende para um lado por isso a angulação de trabalho das

Espírito Santo

Espírito Santo A carga pende para um lado por isso a angulação de trabalho das pernas

A carga pende para um lado por isso a angulação de trabalho das pernas é diferenciada.

Com a utilização de tabelas de carga e o conhecimento dos ângulos podemos sempre escolher a Linga correta.

Obs.: Ângulos acima de 60º não são permitidos. Quando uma carga é assimétrica seu centro de gravidade está deslocado e portanto uma perna é mais solicitada que a outra. Portanto nesses casos devemos usar uma Linga onde uma perna suportaria toda a carga.

A capacidade de carga é definida pela angulação de trabalho

carga. A capacidade de carga é definida pela angulação de trabalho SENAI Departamento Regional do Espírito

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

37

Espírito Santo Exemplos de Tabelas Cargas de Trabalho do Olhal Flamengo Tipo C CABO 6

Espírito Santo

Exemplos de Tabelas

Espírito Santo Exemplos de Tabelas Cargas de Trabalho do Olhal Flamengo Tipo C CABO 6 X
Espírito Santo Exemplos de Tabelas Cargas de Trabalho do Olhal Flamengo Tipo C CABO 6 X

Cargas de Trabalho do Olhal Flamengo Tipo C

CABO 6 X 25 FILLER + AF “CIMAX” FATOR DE SEGURANÇA 5:1

     

Dimensões Aproximadas

 
 

do olhal

   

Cargas a serem levantadas em kgf

 

(em mm)

 

Diâmetro

Diâmetro

Compri-

         

do cabo

do cabo

mento

Normal ou com

Com sapatilha

simples

Forca

 

2 Superlaços ou 1 dobrado

 

em

em

mínimo

estribo protetor

pesada

Vertical

Vertical

(Choker)

(Choker)

 

mm

polegadas

(em m)

  Em ângulo
 

Em ângulo

A

B

C

B

C

A B C B C
A B C B C
A B C B C
   

Vertical

6,4

1/4”

0.70

100

50

41

22

525

390

1.050

910

740

525

8,0

5/16”

0.75

130

65

47

27

815

610

1.630

1.415

1.155

815

9,5

3/8”

0.75

160

80

54

28

1.170

875

2.340

2.030

1.655

1.170

13,0

1/2”

1.00

210

105

70

38

2.060

1.545

4.120

3.580

2.920

2.060

16,0

5/8”

1.20

270

135

90

44

3.200

2.400

6.400

5.565

4.535

3.200

19,0

3/4”

1.40

320

160

105

51

4.580

3.435

9.160

7.965

6.495

4.580

22,0

7/8”

1.60

380

190

123

57

6.190

4.640

12.380

10.765

8.790

6.190

26,0

1”

1.80

430

215

135

63

8.030

6.020

16.060

13.965

11.390

8.030

29,0

1.1/8”

2.00

490

245

150

73

10.120

7.590

20.240

17.600

14.350

10.120

32,0

1.1/4”

2.20

540

270

155

73

12.420

9.315

24.840

21.600

17.615

12.420

38

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo CABO 6 X 41 Warrington - Seale + AF (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA

Espírito Santo

Espírito Santo CABO 6 X 41 Warrington - Seale + AF (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA 5:1

CABO 6 X 41 Warrington - Seale + AF (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA 5:1

     

Dimensões Aproximadas

 
 

do olhal

   

Cargas a serem levantadas em kgf

 

(em mm)

 

Diâmetro

Diâmetro

Compri-

         

do cabo

do cabo

mento

Normal ou com

Com sapatilha

Simples

Forca

 

2 Superlaços ou 1 dobrado

 

em

em

mínimo

estribo protetor

pesada

Vertical

Vertical

(Choker)

(Choker)

 

mm

polegadas

(em m)

  Em ângulo
 

Em ângulo

A

B

C

B

C

A B C B C
A B C B C
A B C B C
   

Vertical

6,4

º) 1/4”

0,70

100

50

48

25

495

370

990

860

700

495

8,0

º) 5/16”

0,75

130

65

48

25

770

575

1.540

1.340

1.095

770

9,5

º) 3/8”

0,75

160

80

54

28

1.105

825

2.210

1.920

1.565

1.105

13,0

1/2”

1,00

210

105

70

38

1.940

1.455

3.880

3.375

2.750

1940

16,0

5/8”

1,20

270

135

90

44

3.020

2.265

6.040

5.250

4.280

3.020

19,0

3/4”

1,40

320

160

105

51

4.320

3.240

8.640

7.510

6.125

4.320

22,0

7/8”

1,60

380

190

123

57

5.840

4.380

11.680

10.150

8.280

5.840

26,0

1”

1,80

430

215

135

63

7.580

5.685

15.160

13.180

10.750

7.580

29,0

1.1/8”

2,00

490

245

155

73

9.540

7.155

19.080

16.590

13.525

9.540

32,0

1.1/4”

2,20

540

270

155

73

11.720

8.790

23.440

20.375

16.620

11.720

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

39

Espírito Santo CABO 6 X 47 Warrington - Seale + AACI (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA

Espírito Santo

Espírito Santo CABO 6 X 47 Warrington - Seale + AACI (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA 5:1

CABO 6 X 47 Warrington - Seale + AACI (I.P.S.) FATOR DE SEGURANÇA 5:1

     

Dimensões Aproximadas

 
 

do olhal

   

Cargas a serem levantadas em kgf

 

(em mm)

 

Diâmetro

Diâmetro

Compri-

         

do cabo

do cabo

mento

Normal ou com

Com sapatilha

Simples

Forca

 

2 Superlaços ou 1 dobrado

 

em

em

mínimo

estribo protetor

pesada

Vertical

Vertical

(Choker)

(Choker)

 

mm

polegadas

(em m)

  Em ângulo
 

Em ângulo

A

B

C

B

C

A B C B C
A B C B C
A B C B C
   

Vertical

35,0

1.3/8”

2,40

600

300

185

89

13.640

10.230

27.280

23.625

19.290

13.640

38,0

1.1/2”

2,60

650

325

185

89

16.155

12.115

32.310

27.980

22.845

16.155

45,0

1.3/4”

3,10

760

380

230

115

21.670

16.250

43.340

37.530

30.645

21.670

52,0

2”

3,80

800

400

305

152

28.055

21.040

56.110

48.590

39.675

28.055

28,0

2.1/4”

4,10

900

450

330

170

35.020

26.262

70.040

60.655

49.525

35.020

64,0

2.1/2”

4,60

1.000

500

330

170

42.300

31.725

84.600

73.265

59.820

42.300

71,0

2.3/4”

5,10

1.150

580

360

190

51.300

38.475

102.600

88.855

72.550

51.300

77,0

3”

5,50

1.250

630

410

215

60.480

45.360

12.960

104.755

85.530

60.480

Observações:

40

1) As cargas de trabalho dos Olhais Flamengo dobrados são baseados em diâmetros de curvatura mínimos de 8 a 10 vezes o diâmetro do cabo. Se esse diâmetro for menor, deve-se aumentar o fator de segurança.

2) Para dimensões diferentes dos olhais e outros diâmetros consultar o Fabricante.

CST Companhia Siderúrgica de Tubarão

Espírito Santo Cargas de Trabalho dos Laços com Olhais Trançados Tipo T CABO 6 X

Espírito Santo

Espírito Santo Cargas de Trabalho dos Laços com Olhais Trançados Tipo T CABO 6 X 47

Cargas de Trabalho dos Laços com Olhais Trançados Tipo T

Cargas de Trabalho dos Laços com Olhais Trançados Tipo T CABO 6 X 47 AF (I.P.S.)

CABO 6 X 47 AF (I.P.S.) COEFICIENTE DE SEGURANÇA 5:1

     

Dimensões Aproximadas

 
 

do olhal

   

Cargas a serem levantadas em kgf

 

(em mm)

 

Diâmetro

Diâmetro

Compri-

   

Com

     

do cabo

do cabo

mento

Sem

 

sapatilha

Simples

Forca

 

2 Superlaços ou 1 dobrado

 

em

em

mínimo

sapatilha

pesada

Vertical

Vertical

(Choker)

(Choker)

 

mm

polegadas

(em m)

   
  Em ângulo
 

Em ângulo

A

B

C

B

C

A B C B C
A B C B C
A B C B C
   

Vertical

42,0

1.5/8”

3,50

700

350

203

102

15.055

11.290

30.110

26.175

21.350

15.055

45,0

1.3/4”

4,00

760

380

229

114

17.360

13.020

34.720

30.185

24.625

17.360

48,0

1.7/8”

4,50

760

380

305

152

19.840

14.880

39.680

34.505

28.140

19.840

52,0

2”

4,80

800

400

305

152

22.475

16.855

44.950

39.085

31.880

22.475

54,0

2.1/8”

6,00

840

420

330

170

23.490

17.615

46.980

40.850

33.317

23.490

58,0

2.1/4”

6,00

900

450

330

170

26.245

19.680

52.490

45.640

37.220

26.245

60,0

2.3/8”

6,50

900

450

330

170

28.275

21.725

56.550

49.170

39.780

28.275

64,0

2.1/2”

6,50

900

450

330

170

31.335

24.075

62.670

54.490

44.085

31.335

71,0

2.3/4”

8,0

1.150

580

360

190

39.900

29.925

79.800

69.100

56.425

39.900

77,0

3”

6,0

1.250

630

410

215

47.000

35.280

94.080

81.525

66.565

47.040

Observações:

1) Normalmente são fabricados laços com olhais trançados com cabos de diâmetro acima de 38,0mm

2) As cargas de trabalho dos laços dobrados são baseadas em diâmetros de curvatura mínimos nos pontos de contato das cargas, de 8 a 10 vezes o diâmetro do cabo.

SENAI Departamento Regional do Espírito Santo

41

Espírito Santo Cargas de Trabalho dos Laços Sem Fim (Grommets) Tipo F CABO DA CATEGORIA

Espírito Santo

Espírito Santo Cargas de Trabalho dos Laços Sem Fim (Grommets) Tipo F CABO DA CATEGORIA IMPROVED

Cargas de Trabalho dos Laços Sem Fim (Grommets) Tipo F

Cargas de Trabalho dos Laços Sem Fim (Grommets) Tipo F CABO DA CATEGORIA IMPROVED PLOW STEEL
Cargas de Trabalho dos Laços Sem Fim (Grommets) Tipo F CABO DA CATEGORIA IMPROVED PLOW STEEL

CABO DA CATEGORIA IMPROVED PLOW STEEL COEFICIENTE DE SEGURANÇA 5:1

       

Cargas a serem levantadas em Kgf

 
     

Laços dobrados

 

Diâmetro

Diâmetro

Simples

Forca

       

do cabo

do cabo

Construção

do cabo do cabo Construção
do cabo do cabo Construção
do cabo do cabo Construção
do cabo do cabo Construção
do cabo do cabo Construção
do cabo do cabo Construção

em

em

do Grommet

mm

polegadas

Vertical

(Choker)

Vertical

     

9,5

3.8”

7

x

25

1.810

1.360

3.620

3.175

2.630

1.810

13,0

1.2”

7

x

25

3.175

2.360

6.350

5.530

4.540

3.175

16,0

5.8”

7

x

25

4.900

3.630

9.800

8.530

6.895

4.900

19,0

3.4

7

x

25

6.895

5.170

13.790

11.790

9.980

6.895

22,0

7.8”

7

x

25

9.070

6.895

18.140

15.420

12.700

9.070

26,0

1”

7

x

25

11.790

8.800

23.580

19.960

13.330

11.790

29,0

1.1/8

7

x

25

14.515

10.890

29.030

25.400

20.865

14.515

32,0

1.1/4”

7

x

41

17.150

13.335

34.300

30.485

24.770

17.150

35,0

1.3/8”

7

x

41

20.940

15.230

41.880

36.160

29.500

20.940

38,0

1.1/2”

7

x

47

24.715

18.060

49.430

42.765

32.215

24.715

42,0

1.5/8”

7

x

47

28.295

20.750

56.590

49.040

39.610

28.295

45,0

1.3/4”

7

x

47

31.980

24.465

63.960

56.445

46.095

31.980

48,0

1.7/8”

7

x

47

36.815

27.380

73.630

64.195

51.920

<