Você está na página 1de 31
OPERADOR DE PA CARREGADEIRA MANUAL DE SEGURANCA SUMARIO INTRODUGAO.: Ol COMPONENTES ----------------------22- onan 02 PRINCIPIOS DE FUNCINAMENTO.-------------------- 04 MANUTENGAO.~----—-~---——------—--—-n=- n= nnn nnnn an 07 CONTROLES---n----0n2n-n-nenennnennnennnnnnnnerenennnnnnn 09 OPERA GA Onennnnenennenennnnnnnnrnnnnneneennnenennenecnnnnene 10 NORMAS DE SEGURANG A -2-n-n2---n2--n==n-na-eononem 16 NORMA REGULAMENTADORA NY? I]------=---==---=~ 29 Pa Carregadeira: S80 equipamentos de grande porte, robustos e com pesos operacionais consideraveis, exigindo operacdes com grande conhecimento e uma grande conscientizacdo por parte dos operadores sobre importantes regras de seguranca para que graves acidentes no venham a ocorrer. Atualmente, com a introducdo da eletrénica embarcada, a operacao tornou-se muito mais sofisticada, exigindo muito mais conhecimento dos operadores sem os quais 0 rendimento operacional cai consideravelmente e os prejuizos com a manutencSo so uma constante. Elaboramos um treinamento especifico com preciosas informacdes técnicas referentes ao funcionamento geral das pds carregadeiras com explicagdes detalhadas sobre partes importantes e fundamentais destes equipamentos, sem os quais grandes prejuizos iro ocorrer (quebra de maquinas). SerGo feitos também, rigorosos exercicios praticos oferecendo importantes dicas de operacéo para melhorar significativamente a produtividade e o desempenho operacional, tirando o maximo de rendimento e aproveitamento com menor tempo e custo possivel. PRINCIPAIS COMPONENTES Sistema Elétrico E 0 conjunto formado pelo gerador,bateria, alguns componentes do _painel Lampadas Ete. Sistema de Alimentagio E 0 conjunto de pegas que serve para fornecer e dosar 0 combustivel ultilizado Na alimentago do motor de combustio interna. Sistema hidréulico Conjunto que movimenta 0 leo com presstio necesséria para elevar ¢ inclinar ‘A cagamba. Transmissio £ um conjunto que permite a mudanga automética das marchas através de controles Bateria Componente do sistema clétrico que armazena ¢ fomece energia elétrica a PA Carregadeira Motor E um conjunto de forga motriz do veiculo que também movimenta as bombas hidréulicas e a transmissfo. Pa carregadeira. A langa nao tem giro, nem movimento vertical a nao ser em toro do eixo transversal, podendo-se mudar a posigao da cagamba para a descarga, por meios de articulagbes. Assim evita-se 0 giro para a descarga, podendo operar em frentes de trabalho muito estreitas. As pas carregadoras podem ser de roda ou de esteira. Existem diversas marcas, sendo que cada modelo é caracterizado por algumas medidas geométricas basicas e por uma, determinada capacidade da cagamba. Principios de Funcionamento A pa carregadeira foi projetada com base em principios da fisica, dentre os quais destacamos 0 principio da hidraulica, com base na Lei de Pascal. Teoria O enunciado da Lei de Pascal é: “A pressdo em torno de um ponto fluido continuo, incompressivel e em repouso & igual em todas as diregdes, @ ao aplicar-se uma pressao em um de seus pontos, esta seré transmitida integralmente a todos os demais pontos.” Na figura abaixo, com duas seringas de diametros diferentes, se aplicarmos um desiocamento em um dos lados, o outro lado sofrerd um deslocamento proporcional a relacdo dos diametros. Isso se deve a Lei de Pascal. No laboratério, varias relagdes so observadas dos deslocamentos e forgas entre as duas seringas. Da experiéncia acima surgiu 0 pistao hidraulico. DIMENSOES OPERACIONAIS - COM PNEUS A utilizagao das pas carregadoras, de forma generalizada, fez com que esse tipo de equipamento evoluisse de uma forma muito rapida, existindo hoje, pas carregadoras de grande capacidade. ‘As pas carregadoras montadas sobre pneus apresentam certas vantagens e certas deficiéncias de operagdo, se comparadas as de esteira. A vantagem reside na velocidade de deslocamento da maquina, o que resulta em grande mobilidade, bem como a possibilidade de o equipamento se deslocar a grandes distancias pelas suas proprias forgas, eliminando-se 0 custo elevado e as dificuldades inerentes ao transporte em carretas, exigido pelas maquinas de esteira. Por outro lado a tracio sobre pneus revela-se deficiente, especialmente na fase da escavagdo, pois, em conseqiéncia dos elevados esforgos a serem vencidos pelas rodas mottizes, ha o risco permanente do seu partimento. Além disso, os terrenos fracos, de baixa capacidade de suporte, ou seu umedecimento excessivo, devido as chuvas, causam ainda maiores problemas, chegando, mesmo, a impedir o trabalho das maquinas de pneus. Nesse sentido, as maquinas de esteira so menos afetadas que as de pneus. Em qualquer caso, contudo, as pas carregadoras, por trabalharem, diretamente sobre as superficies escavadas sao mais recomendadas para terrenos secos e duros, pois desta forma as esteiras ou as rodas no causam danos a superficie acabada. Selec&o de Pas Carregadeiras Para selecionar a maquina indicada para um determinado servigo temos que considerar as seguintes questées: Determinar a producio desejada. Determinar 0 tempo do ciclo da Pa Carregadora e 0 ntimero de ciclos por hora. Um ciclo deve ser entendido pelo tempo que uma maquina demora a carregar o material, transporta-lo, descarrega- lo e voltar ao ponto inicial. Na ago de carregar o material levamos em conta condigées em que esse material se encontra: 1-Material solto 2-Material compactado 3-Material compactado duro 4-Material muito duro. Este fator influencia 0 tempo de enchimento do balde. Na aco de transporte, consideramos a distancia e as condicdes do piso. Na ag&o de descarregar nunca nos podemos esquecer a altura necesséria para executar esta operagéo. Uma maquina pode ter a produgao desejada, mas nao poder descarregar & altura pretendida. Manutengao da Pa Carregadeira Verificagéo diaria ‘As maquinas trabalham 24 horas por dia ininterruptamente. Para seu bom funcionamento, e para que nao haja interrup¢ao durante a jomada de trabalho, & imprescindivel que antes do inicio de cada tumo se faca as seguintes verificagies; Bateria — agua e cabos + Retirar as tampas. + Verificar se a Agua cobre as placas. * Completar o nivel com agua destilada, caso necessério. + Movimentar os cabos e verificar se estdo soltos ou danificados. * Avisar 0 mecanico, se constatar alguma irregularidade. Oleo do carter - nivel Retirar a vareta. Limpar a vareta com pano impo. Introduzir até o fim no local de onde foi retirada. Retirar novamente a vareta. Verificar 0 nivel e completar se necessario. Oleo do hidraulico — nivel * Proceder do mesmo modo que para 0 dleo do carter, € caso 0 nivel do item anterior, complete se necessario. * Teste os freios antes de iniciar a operacao, o pedal nunca deve encostar no solo. Combustivel - Quantidade * Verificar 0 nivel de combustivel, lembre-se que a falta de combustivel nos motores diesel acarretam sérios problemas de funcionamento. Pneus — pressao e con © Retirar a tampa da valvula do pneu. * Pressionar 0 bico do calibrador contra o bico da valvula do pneu. * Fazer leitura e completar a press&o se necessario, ou esvaziar se estiver muito cheio. * Verificar se os pneus encontram-se cortados ou excessivamente gastos. Radiador — colméia e 4gua Usar luvas para retirar a tampa. Abrir a tampa até o primeiro estigio a fim de aliviar a pressao. Este procedimento é importante para evitar graves acidentes por queimaduras. Retirar a tampa e verificar 0 nivel sem colocar o dedo. ‘Completar 0 nivel com o motor em funcionamento. Verificar se a colméia esté suja, caso esteja fazer a limpeza. Obs. QUALQUER DEFEITO DURANTE A OPERAGAO COMUNIQUE IMEDIATAMENTE A OFICINA DE MANUTENGAO CONTROLES DA PA-CARREGADEIR, 1. Alavanca da Cagamba 2. Alavanca do Brago de Levantamento Alavanca da Cagamba Alavanca do Brago de Levantamento 1. Indlinar para trds 1, Levantar 2, Reter (Neutro) 2, Reter (Neutro} 3. Despejar 3. Abaixar 4. Fiytuar "ARREGAMENTO _DA_CACAMBA: DE MODO GERAL, OS METODOS SAO DE DOIS TIPOS, A SABER: O METODO DE PENETRACAO DA-CACAMBA EM FORMA DE ARCO, NO QUAL ESTA PENETRA °'NO MATERIAL NUM ARCO CONT{NUO PARA CIMA ATE ENCHER, E 0 METODO DE PE NETRACAO EM DEGRAUS, NO QUAL A CACAMBA PENETRA NO MATERIAL HORI~ ZONTALMENTE EM NIVEIS OU DEGRAUS INTERMITENTES’E SUCESSIVAMENTE ‘ MAIS ALTOS, ATE ENCHER. . 0 OPERADOR DEVE AVALIAR O TIPO DE PENETRACAO NECESSARIO PARA CAR REGAR A CACAMBA E ALTERAR OS METODOS CONFORME OS MATERIAIS QUE ESTAO SENDO CARREGADOS. E MELHOR TRABALHAR COM A CACAMBA COMECAN- DO DA PARTE SUPERIOR DA MARGEM OU MONTE DE MATERIAL, 1, PENETRACAO EM FORMA DE ARCO -- APROXIMAR-SE LENTAMENTE DA . MAR GEM OU MONTE DE MATERIAL, COM A CACAMBA EM POSICAO HORIZONTAL. COM.O NIVEL DO SOLO E O MOTOR NA~ROTACAO.GOVERNADA :MAXIMA?' MAN TER 0 TRATOR EM MOVIMENTO PARA FRENTE ATE ENCHER A CACAMBA. FA ZER A CACAMBA PENETRAR DIRETO NO MONTE DE MATERIAL-CERCA DE 6 OU 8 POLEGADAS. EM SEGUIDA, COORDENAR OS MOVIMENTOS DE LEVAN TAMENTO DO BRACO DA PA-CARREGADEIRA E.DE RETRO-INCLINACAO DA CACAMBA DE MANEIRA QUE A PARTE TRASEIRA DESTA ENCHA, ENQUANTO’ © T 4/OR SE, DESLOCA PARA FRENTE. SE A INCLINACAO PARA TRAS FOR EXCESSIVA, A CACAMBA NAO ENCHERA POR COMPLETO E, SE FOR MUITO POUCA, A CACAMBA”CARREGARA DEMAIS, 10 2, PENETRACAO EM FORMA DE DEGRAUS ~~ APROXIMAR-SE DA MARGEM COM A CACAMBA EM POSICAO HORIZONTAL COM O NIVEL: DO SOLO E O MOTOR NA ROTAGAO GOVERNADA MAXIMA. FAZER A CAGAMBA PENETRAR: DIRETO NO MONTE’ DE MATERIAL O MAXIMO POSS{VEL DURANTE 0 AVANCO INI- CIAL. QUANDO A ROTACAO DO MOTOR COMECAR A CAIR,, CALCAR 0 PE- DAL ESQUERDO DO FREIO. MANTER A CAGAMBA EM POSICAO HORIZONTAL E LEVANTA-LA APROXIMADAMENTE 30 CM, MOVIMENTAR NOVAMENTE oO TRATOR PARA FRENTE, PENETRANDO MAIS“COM A CACAMBA NO MONTE DE MATERIAL, REPETIR 0 CICLO QUANTAS VEZES FOR NECESSARIO ATE ENCHER A CACAMBA, Material rela haa nnn Area ¢cascalho molhados 2000 Cascaho 12" x2" moa 2000 ‘Area lvemente Gnica mada... 1920 Cascal 1920 Agia 1830 Esebra quebraca. 1760 cha quebrada| 1760 ‘Area ¢cascalo, ¥730 Terra soli 1730 Cascalho tit" x2, 5600. 1680 Grant quetrado ou brad... 1645 7 i 1800 Tt 1600 Goss0 blade wasn 1800 ascano, asia © gia, sates... 1800 Tera escavada, malhada 1600 Aigla casclho, S600... 1800 ‘gla pedagos meshados - ion Calcio quebrado ou Bad nn 1885 CCascatho salto, seco 2 1520 Pedta Quetta nnn 1510 Terra escavaa, Gmida 1440 Tera, ut, escavagao seca. 1245 (Carv0 610, QUEbTECO on : 7 = 1109 Arg, es0avag60 $208 on S = zs S 1847 1095 Arg, 96d $8005 son see 1080 (Carvéo beturinoso,quebrado 840 1x0, OME nnn eat Ginzas 653 G0 nnn 513 L USO DA MAQUINA SUGESTOES DE OPERACAO GENERALIDADES Quando 0 operador subir pela primeira vez sobre a maquina, devera praticar o levantamento e abaixa- mento dos bracos. Deverd também praticar o fun- cionamento de descarga e retracao da cacamba. Isto permitiré que 0 operador se familiarize com 0 funcionamento dos controles e as posicdes das ala- vancas. E necessario nao esquecer que quando as alavancas esto em posigao de retencao a cagamba forma com a maquina.uma unidade rigida. A cagamba seguira qualquer movimento que a maqui- na fizer tanto para cima como para balxo. Para nivelar a cagamba, puxe a alavanca para tras até 0 batente durante a operacao de nivelamento, 2 a alavanca permanece travada desengatando-se 20 logo a cagamba encontre-se nivelada. ENCHENDO A CAGAMBA ‘Quando se val carregar em um banco de areia ou material amontoado, ajuste a posicao da cacamba de maneira que esta fique paralela ao nivel do solo. A cagamba nao deve girar para trés, fazendo com que gire sobre o batente, desperdicando poténcia e impedindo que entre no monte. Faca a méquina avancar até o monte. Aalavanca des marches devera estar em 1.* marcha, eas slavancas, de controle deverao ser acionadas de maneira que a agama fique rent 20 solo, possibilitando assim a enetragio da mesma no material, empurre a contra © monte até que fique quase cheia. Em seguida acione a alavanca dos bracos para tras a fim de vanté-la; a medida que esta se levanta, acione a ala- vanca da cagamba para frente © para tras a fim de completar 0 Garregamento. Continue isvantando até que esteja livre do monte de material. Mude a ala Vanea direcional para a posigao de ré Afaste-se mantendo a carga @ 60 — 90 cm do nivel do solo, a fim de lograr a maxima establidade do movimento no ciclo de trabalho. Pode-se permitir que os bragos se elevem durante 0 movimento até 0 objetivo de carga. isto recuzira o tempo do ciclo de trabalho. NOTA: 0 transporte de carga, deve ser efetuado, com velocidade compativel como terreno ea distancia a ser percorrida. Lombre-se que terrenos acidentados @ ou curvas acentuadas exigem velocidades bai- ‘ xas. Quando a cacamba estiver cheia, man- tenha-a aproximadamente a 35 oi do nivel do solo. Jamais transporte carga com @ ca- gamba totalmente fevantada; quanto mais erto estiver do cho, maior serd a estabili- dade da maquina, especialmente em deciive ou curvas. CORTE SUPERFICIAL Vale a pena dedivar alguns minutos para se consi- deraro trabalho que se val executar. Quando 0 leito superior da terra for profundo, o operador devera ‘comecar a cortar por camadas. A profundidade de cada corte ira determinar 0 tipo do solo e capacida- de da cagamba. Assegure-se de comecar cada corte com a maquina em uma posigdo relativamente nive- lada. Para comegar o corte, coloque @ cagamba em um angulo de descarga de aproximadamente 5°. Com as alavancas de comando na posi¢ao de transporte, faga avancar a maquina para frente. Para os mate- Tiais de dificil penetragao, aumente o angulo de es- vacagéo da cagamba para obter uma maior pene- tracao. ‘Amedida que a maquina avanga, a profundidade de corte pode ajustar-se mediante um levantamento eve do brago ou uma pequena retragao da cagam- ba. Nao faga uma escavagéo que supere a capacidade da maquina. Trate sempre de manter a maquina nivelada ou em posigao de descanso, mantendo o peso da maquina ‘em movimento com a cacamba. Uma vaz que se tenna enchido a cacamba e se este- ja empurrando uma boa carga. retraia a cacamba completamente para trés enquanto. continua toda- via seguindo para frente. Mantenha a cacamba som- pre a 35 om do solo aproximadamente enquanto es- fiver se dirigindo com a carga para o local de des- pejo. 13 DESPEJO DA CAGAMBA Levante a cagamba a uma altura suficiente para que a mesma nao esbarre nas bordas superiores da car- roceria do caminhao ou silo. Mantenha a maquina em posicgo perpendicular as laterais do objetivo de descarga, permitindo desta forma um despejo uni forme da carga na rea desejada. Mantenha em pon- to NEUTRO a alavanca dos bracos de elevacao & ‘empurre para a frente a alavanca de comando da ‘cacamba para despejar a carga. Exocute o despejo gradualmente a fim de evitar um choque violento da carga com “principalmente” a carroceria do cami- hao, Puxe para tras a alavanca de comando de rotacao da _cagamba. Afaste a maquina do local de despejo. Delxe @ alavanca dos bragos de elevagao em posi- ‘gio de “flutuacdo" para baixar a cacamba e voltar 0 local de carregamento. ESCAVACAO ‘Quando se escavam solos duros, a cagamba deverd Ser equipada com dentes de escavacdo. Guando’ a cagamba estiver carregada, retraiao completamente para trés aproveitando a forga ma- xima de “ruptura’ (O dorso da cagamba e o braco atuam como ponto pivotante a fim de lograr maior agao da lavance. E de suma importéncia manter o fundo da escava- ‘$40 sempre nivelado. O operador pode retroceder a maquina para sair da escavaedo, mantendo a car ‘gamba em flutuagao sobre o solo; isto ejudaré a anter a estabilidade da maquina ‘Quando a cagamba elcancar a extremidade da esca vagao, devera ser descarregada pelo operador le vyantando o brago ligeiramente. E importante que se tenha 0 culdado de nunca dei- xar a placa de despejo da cacamba chocar-se com a parede de escavagao ou fundagao. :: Quando estiver descarregando ou empurran- do, mantenha as rodas da maquina @ uma distancia adequada das bordes. NIVELANDO Gire parcialmente a cagamba para frente colocando a lamina em um pequeno angulo de corte. Preencha todas as depressdes antes de comecar 0 nivelamen- to. Para nivelar, manobre a maquina para frente & para trés, depois de um giro de 90° e execute o mesmo movimento para frente e para tras. uma ver efetuada esta operacdo, gire novamente a maquina. porém desta vez a 45° ¢ repita a operaco respeito a0 movimento em cruz precedente, e complete 0 ivelamento, ‘aconselhavel manobrar a cagamba para as posi- 960s de escavagao ou de transporte antes de elevar 6 braco para a posigao horizontal. 14 CARREGANDO CAMINHOES Para ciclos de carregamento mais eficientes, du- rante operagées com materiais, coloque o caminhao perpendicularmente & borda do monte de material Aproxime a maquina em um angulo de 45° com o caminhao ¢ a borda do monte de material. Quando a lamina da cacamba estiver aproximadamente de 3,00 a 3,65m, de distancia do lado do caminhao, gire ‘@ maquina na diregao do material @ carregue a cagamba, ATERRANDO aterro 6 realizado perfeitamente, quando a cagam- ba @ colocada em posigao horizontal com o sol Possibilitando assim, empurrar uma grande quanti dade de material na direcao da parede ou funda: 0 a ser preenchida. 15 L, 1, ANTES DE. LIGAR 0 MOTOR, LEIA OS DECALQUES DE. SEGURANZA DA MACUI- NA. AFASTE AS PESSOAS DA AREA, ANTES DE OPERAR ‘A: MAQUINA, LEIA E PRATIQUE O USO ‘SEGURO DOS COMANDOS, 2, CERTIFIQUE-SE DE QUE 0 COMPARTIMENTO DO OPERADOR, OS DEGRAUS AS ALAVANCAS DE COMANDO NAO CONTENHAM.GLEO OU OBJETOS SOLTOS. SE NAO MANTIVER ESTAS PARTES LIMPAS, 0 RESULTADO PODERA SER UM GRA| VE ACIDENTE, ERRADO 3, TENHA CUIDADO SE NAO ESTIVER FAMILIARIZADO: COM 0 ;FUNCIONAMENTO DA MAQUINA, 4, QUANDO ESTIVER EM DECLIVES, RAMPAS OU TERRENO ACIDENTADO DIRIVA A MAQUINA DEVAGAR, MANTENHA-SE SEMPRE ATENTO AO TRABALHAR PERTO DE VALETAS OU ESCARPAS. UMA FALHA PODE PROVOCAR 0 TOMBAMENTO DA MAQUINA RESULTANDO UM SERIO ACIDENTE. 16 LL 5+ NUNCA CONDUZA A MAQUINA COM A CACAMBA CHEIA A ALTURA MAXIMA DE LEVANTAMENTO. MANTENHA A CACAMBA O- MAXIMO POSSIVEL PERTO DO SOLO,| ESSA POSICAO PROPORCIONA MAIOR EQUIL{BRIO E MELHOR VISIBILIDADE, AO CONDUZIR A MAQUINA COM’A CACAMBA CHEIA SOBRE OS TERREMOS ACI- DENTADOS, FACA-O A UMA VELOCIDADE SEGURA. 6, ESTEJA ATENTO QUANDO TRABALHAR EM LUGARES COM POEIRA, FUMACA OU NEBLINA. DIMINUA A VELOCIDADE QUANDO A VISIBILIDADE — TORNAR-SE PRECARIA POIS PODERAO OCORRER ACIDENTES. coRRETO 7, MANOBRE A MAQUINA E OS IMPLEMENTOS SOMENTE A PARTIR DO ASSENTO DO OPERADOR, QUALQUER OUTRO METODO PODERA RESULTAR EM GRAVE ACI- DENTE. 8 AO CONDUZIR A MAQUINA EM DECLIVES ACENTUADOS, ENGATE UMA MARCHA MAIS REDUZIDA, PARA DIMINUIR A’ VELOCIDADE OU PARAR A_MAQUINA USE DO, DESAPLICA A EMBREAGEM,PERMITINDO QUE AS RODAS GIREM LIVREMEN TE, ANTES DE APLICAR O FREIO. NUNCA DESCA UM DECLIVE COM A CALXA DE_MUDANCAS EM. PONTO MORTO. 17 9, NAO MOVIMENTE A MAQUINA ATE QUE A CIGARRA DE ALARME DO RESERVATO RIO DE AR DOS FREIOS PARE DE’SOAR E O INDICADOR DE PRESSAO DO AR NAO ESTEJA NA ZONA VERDE. 10, 0 VENTILADOR E AS CORREIAS QUANDO EM MOVIMENTO PODEM CAUSAR GRA- VES FERIMENTOS. AFASTE-SE DELES. 11. ESTACIONE A MAQUINA EM TERRENO PLANO E CALCE FIRMEMENTE AS RODAS ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MAQUINA, UMA FALHA NESSE PROCEDI- MENTO PODE PROVOCAR GRAVE ACIDENTE. 12, AO ENCHER OS PNEUS CONSERVE-SE SEMPRE AO LADO 10 ANEL TRAVA DA RODA, ——————— 13. Q SISTEMA DE ARREFECIMENTO FUNCIONA SOB ALTA PRESSAO. RETIRE A TAMPA DO RADIADOR VAGAROSAMENTE E -SOMENTE QUANDO 0 MOTOR ESTI- VER FRIO; CASO CONTRARIO POLERAO OCORRER GRAVES QUEIMADURAS 14, NAO TENTE EFETUAR QUALQUER SERVICO DE REPARQ SE NAO ESTIVER CA- PACITADO. NAO E VERGONHOSO PEDIR AJUDA 15. O SISTEMA HIDRAULICO FUNCIONA SOB ALTA PRESSAO, QUALQUER VAZA- MENTO, POR MINUSCULO QUE SEJA, PODE PENETRAR NO TECIDO DO CORPO HUMANO, PROVOCANDO GRAVES FERIMENTOS. UTILIZE “UM. PEDACO DE MADEL RA OU UM PAPELAO AO TENTAR LOCALIZAR VAZAMENTOS, E NUNCA AS MAOS OU QUAISQUER OUTRAS PARTES DO CORPO 16. TRAVA PARA TRANSPORTE/MANUTENCAO -- AO TRANSPORTAR A MAQUINA OU AO EFETUAR QUALQUER SERVICO DE MANUTENCAO NA MESMA, TRAVE A ARTI CULACAO DE SEGURANCA, QUANDO TRAVADO, ESTE DISPOSITIVO IMPEDIRA A MAQUINA DE MOVIMENTAR-SE, APOS CONCLUIR A MANUTENCAO, DESTRAVE A ARTICULACAO DE SEGURANCA, TRAVANDO-A NO PIVO DG CHASSI TRASEI~ RO 19 —_ uy 1. EXAMINE VISUALMENTE A MAQUINA, VERIFICANDO SE NAO CONTEM VAZA- MENTOS OU QUATSQUER PEGAS AVARIADAS OU QUE NAO ESTEJAM FUNC10- NANDO CORRETAMENTE. ANTES DE COLOCAR A MAQUINA EM MOVIMENTO, A~ PERTE TODAS AS TAMPAS, VARETAS DE N{VEL DE“OLEO, BUJOES DAS BA~ TERIAS ETC, A FALHA DE UMA PECA COM A MAQUINA EM MOVIMENTO PODE RA PROVOCAR GRAVES ACIDENTES, 2. USE 0 EQUIPAMENTO DE SEGURANCA CORRETO. NAO USE ROUPA FOLGADA. OBTENHA EQUIPAMENTO DE SEGURANCA ADICIONAL QUANDO A SUA SEGURAN Gi ESTIVER EM DUVIDA, COMO: CAPACETE DE PROTECKO, SAPATOS DE SE GURANCA, PROTETORES DE ORELHAS, ROUPA REFLETORA, OcuLos DE SEGU RANCA E LUVAS GROSSAS. 3, ANTES DE COLOCAR A MAQUINA EM MOVIMENTO, ALERTE AS PESSOAS QUE ESTAO FAZENDO MANUTENCAO OU QUE SE ENCONTRAM NA AREA. 1), MANTENHA 0 PESSOAL LONGE DOS: BRACOS DA PA CARREGADEIRA, DOS IM~ PLEMENTOS E AREAS DA JUNTA ARTICULADA. 20 b&b 5, A-NOITE, ANTES DE OPERAR A MAQUINA, VERIFIQUE SE TODAS AS LUZES FUNCTONAM CORRETAMENTE, 6, ANTES DE CADA PERIODO DE OPERACAO, TESTE 0 SISTEMA DE DIRECAO » FREIO,OPERACAO DOS CONTROLES HIDRAULICOS E DISPOSITIVOS DE. SE- GURANCA, QUANDO A MAQUINA FUNCIONA CORRETAMENTE PODE EVITAR ACL DENTES, SE NECESSARIO REPARE OU AJUSTE A MAQUINA ANTES DE OPERA LA. 7, NKO PULE DA MAQUINA POIS PODERA MACHUCAR-SE« 8. NAO USE 0 VOLANTE OU AS ALAVANCAS DE CONTROLE COMO APOIO “PARA SUBIR OU DESCER DA MAQUINA. 21 9. CONSERVE AS MAOS CONSTANTEMENTE NOS CONTROLES DURANTE-A OPERA- CAO. DA MAQUINA, 10. ANTES DE DEIXAR A MAQUINA, PARE 0 MOTOR. APLIQUE O FREIO DE ES- TACIONAMENTO E ABAIXE AO SOLO A PA CARREGADETRA. PARE A NAQUINA EM TERRENO PLANO OU PARALELO AO ACLIVE. 11,.NAO PERMITA A PRESENCA DE QUALQUER PESSOA NA MAQUINA ALEM DO OPERADOR. ,12. ANTES DE PROCEDER A QUALQUER SERVICO DE MaNUTENCAO NA MAQUINA’& BAIXE AO SOLO OS IMPLEMENTOS; OU TRAVE-OS COM SEGURANCA, 1, SE POR QUALQUER RAZAO 0 MOTOR PARAR OU’ OCORRER UMA FALHA NO SIS- TEMA DE DIRECAO HIDROSTATICAs PARE.A MAQUINA, NAO TENTE CONDUZI- LA ENQUANTO 0 SISTEMA DE DIRECAO NAO FUNCIONAR ADEQUADAMENTE, 2, OS GASES DE ESCAPAMENTO PODERAO MATAR. ‘SE FOR NECESSARIO LIGAR O MOTOR NUMA AREA FECHADA ASSEGURE-SE DE UMA BOA VENTILACAO NO LO- CAL. NUNCA TRANSPORTAR A CARGA COM A CACAMBA TOTALMENTE. LEVANTADA. 4, NUNCA EFETUE SERVICOS EM QUALQUER COMPONENTE DO SISTEMA, ENQUAN~ To 0 MOTOR ESTIVER FUNCIONANDO. 5, NAO ABASTECA A MAQUINA COM COMBUSTIVEL QUANDO ESTIVER — FUMANDO, PERTO DE CHAMAS OU COM 0 MOTOR FUNCIONANDO. Normas de Seguranga 01- Somente Pessoas treinadas devem dirigir a Pa’Carregadeira (02-Nao entregar equipamento para outro funcionério sem treinamento ou facilitar que curiosos assumam 0 comando ou peguem 0 equipamento escondido. (03- Nao transporte pessoas na concha,nos acess6rios ou dependurados na maquina (04- Mantenha todos os pneus bem calibrados,para evitar esforgos do motor,redugtio da vida util e acidentes. (05- Nunca opere seu equipamento com as méios mothadas,embarreadas ou sujas de Graxa. 06- Jamais transporte cilindro de gases dentro das conchas das pés carregadeira. 07- Obedega as sinalizagdes de transito e de seguranga da companhia. 08- Todo veiculo automotor deve conter 0 extintor de incéndio em condigdes de uso 09- Sempre que deixar a maquina,estacione em local plano desligue o motor mantenha a alavanca direcional na posig&o neutra trave 0 freio de mo e abaixe a concha. 10- Nunca deixe a cagamba no alto,pode ocorrer de pessoas se acidentarem ou ocorrer defeitos hidraulicos e a cagamba cair. 11+ Nao estacione em rampas,caso necessério trave a maquina,calce as rodas e ‘a cagamba no chao. 12+ Ao iniciar o servigo faga uma verificago didria complementando os itens faltantes e caso observar irregularidades avise a oficina de manutengdo. 13+ Antes de comegar os movimentos verifique se encontram pessoas muito proximas da ‘operagio 14- Nao deixe a maquina em movimento estando fora dela. 15- Mantenha sempre velocidade moderada,opere seu equipamento com atengao evitando acidentes,quebra de pegas.danificagdio ou perda de materiais. 16- Nao permita que pessoas transitem sob uma cagamba suspensa. 17-Nao fume enquanto estiver ao volante e quando estiver abastecendo a pa carregadeira.nem se deve comer dirigindo. mantenha j j 18- Ao abastecer a maquina,ndio derrame combustivelpode provocar incéndio ow causar despedicio 19-Tenha mais cautela quando trabathar em locais que possuam fiagao suspensa,subterrénea,tubulagdes ¢ encanamentos, 20-Pare totalmente de operar a maquina quando efetuar reversio para frente ou para traz,observando trnsito de pedestres 21-Em curvas reduza a velocidade,seja cauteloso. 22-Nunea opere a maquina com a cagamba elevada,pois sua visio seré prejudicada © estabilidade seré afetada correndo risco de tombamento, 23-Ao operar a maquina verifique a presso de ar dos freios,que deve estar acima de 60 Ibs/po*. 24-Esteja sempre atento ao painel,pois este mostra irregularidades da maquina’quando perceber qualquer anormalidade pare a maquina ¢ avise a oficina de manutengao. 25-Quando se aproximar de pessoas que estejam préximas de sua operagdo buzine o suficiente para alertar. 26- Tome cuidado quando efetuar limpeza na maquinadesligue 0 motor ¢ estacione corretamente antes de comesar o servigo,atengao com articulagdes. 27- Armazene combustivel em locais ¢ embalagens adequadas,nio abuse. 28- Mantenha o painel de instrumentos sempre limpo,com todos os instrumentos apresentando bom funcionamento,pois eles mostram irregularidades na maquina. 29- Nao utilize a cagamba como freio,mantenha sua maquina com freios bem regulados. 30- S6 ultilizar a cagamba para frenagem se acorrer falhas quando pressionado,caso de extrema urgéncia, 31+ Tomar cuidados quando trabalhar em terrenos molhados. 32- Nunca opere sua maquina sob efeitos de medicamentos que cause sonoléncia ou alcoolizado,avise seu supervisor. 33-Ao transitar em terrenos acidentados,dirija com a méxima atengo. 34- Mantenha sempre limpa a drea de circulago da maquina,evite passar sobre pedras,pedagos de madeira, galhos ¢ troncos de arvores. 35-Verifique com o departamento de transito, se sua maquina pode circular nas vias publicas ¢ nos _locais onde precisa passar. 6 36- Caso autorizado a circular nas vias publicas,dirija com a méxima atengiio,observando as sinalizagdes,dando prioridade para os veiculos ¢ mantenha velocidade moderada, 37- Compete a empresa manter o equipamento permanentemente inspecionado e as pegas defeituosas ou que apresentarem deficiéncia deverdo ser imediatamente substituidas. 38- Compete ao operador zelar pelo equipamento,ajudar na verificagio difria,trabalhar com cuidado,e quando observar qualquer falha avisar seu supervisor. 39- Ao verificar a 4gua do radiador,evite queimaduras,gire a tampa no primeiro estagio,alivie a pressio intema,ultilize Iuvas ou pano,nfo coloque o dedo para checar a égua. 40- Ao fazer engates para rebocar outros veiculos,confira a capacidade dos cabos,cheque 0 engate ,¢ nflo de trancos. 4l- certifique se 0 material usado para atravessar valetas no piso possui resisténcia suficiente para suportar a maquina, 42 Troncos e arvores nfio devem ser arrancados por esforgos de arraste. 43- Ao carregar caminhdes centralize bem a maquina para evitar ao bascular a cagamba cair ‘materiais em cima da cabina. 44- Para apanhar materiais em um monte ou para desbastar barrancos procure retirar em forma de ‘uma rampa para evitar que o material venha a cair sobre o operador. 26 Seguranga na Operacdo de Pa Carregadeira Conceito prevencionista J& Heinrich (1930), através de pesquisas na rea de acidentes do trabalho, formulou o seguinte conceito prevencionista: Acidente do trabalho 6 uma ocorréncia nao programada, inesperada ou nao, que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade, ocasionando perda de tempo util e/ou lesées nos trabalhadores e danos materiais. Esse conceito originou-se dos estudos sobre a relagao de lesées e danos, onde sé concluiu a necessidade de se levantar as causas dos danos materiais, motivada pela desproporcionalidade gritante de danos para lesdes, ainda porque os danos geralmente resultam em lesées. les&o grave - 1 lesdes leves - 29 danos materiais — 300 A. P.Caregadcira. mal operada ou em mas condicSes tem contribuido sensiveimente com a piramide acima, principalmente na sua base (danos materiais). Teoria de Frank Bird (1969) Incidente (quase acidente) 6 toda ocorréncia anormal com potencialidade para provocar perda de tempo til e/ou lesdes nos trabalhadores e danos materiais. O estudo de Frank Bird demonstra uma evolugao da teoria de Heinrich, onde se inclui um novo elemento, o incidente. Esse estudo foi feito pela Insurance Company of North America, em 297, empresas, analisando 1.753.498 casos para 1.750.000 trabalhadores. lesdo grave - 1 lesGes leves - 10 danos materiais - 30 incidentes (quase acidentes) - 600 A ocorréncia do incidente 6 muito mais desproporcional em relagao as lesdes € danos materiais (de Heinrich), e constitu um aviso que vamos ter, em termos de probabilidade, um acidente com danos materiais a cada 600 incidentes. Conelui-se dai que, através do operador da pa carregadeira, teriamos uma quantidade expressiva de informagdes de atos e condigdes inseguras reveladas pelo veiculo, 0 que ajudaria significativamente 0 programa de seguranga da empresa, pois riscos na pa carregadeira demonstram: erros operacionais, ma arrumagao, materiais ou painéis projetados para o corredor, leiaute (arranjo fisico) inadequado, etc. Normas de seguranga Visando enriquecer 0 conhecimento dos operadores de pa carregadeira e aumentar cada vez mais a prevengdo de acidentes, seguem as normas de ‘seguranga para estudos. Seguranga 6 um fator basico quando se opera com a pa carregadeira. Sempre que a maquina for colocada em movimento, o operador deve estar preparado para os imprevistos. As pas carregadeiras néo devem ser dirigidas por pessoas que nao estejam habilitadas ou autorizadas para isso. Ao colocar a empilhadeira em movimento, o operador deve fazé-lo com cuidado. Deve observar o ambiente. As partidas rapidas prejudicam a maquina.O operador deve estar sempre atento 0 painel, pois este mostra imegularidades da maquina. Na troca de marchas, o operador deve ter cuidado, pois uma avaria na caixa de cambio leva bastante tempo para ser consertada e conseqiientemente haverd prejuizos para a Empresa As pas carregadeiras devem ser freadas suavemente. Deslizamento das rodas e freagens violentas so perigosas e prejudiciais ao veiculo e a carga. operador deve dirigir com cuidado nos locais onde existem outras maquinas. Nessas condigées, 0 operador deve estar atento ao sentido de destocamento (diregao) dos veicuios A habilidade de um operador em evitar acidentes é uma indicagao de sua pericia. Qualquer pessoa pode aprender a dirigir uma empilhadeira, mas poucas podem realiza-lo com seguranga e qualidade. APENDICE 1 — Norma Regulamentadora n*11 — Portaria Ministerial n* 321478 NR 11 Transporte, Movimentacao, Armazenagem e Manuseio de Materials (111.000-8) 11.4, Normas de seguranga para operagéo de elevadores, guindastes, transportadores industriais @ maquinas transportadoras. 11.4.4. Os pocos de elevadores © monta-cargas deverSo ser carcados, solidamente, em toda ‘sua allura, exceto as portas ou cancelas necessarias nos pavimentos, (111.001-2 /12) 14.4.2. Quando a cabina do elevador no estivar a0 nival do pavimento, 2 abertura deverd estar protegida por corrimao ou outros dispositivos convenientes. (711.002-0 /12) 14.1.3. Os equipamentos utlizados na movimentagéo de materiais, tais como ascensores, clevadores de carga, guindasles, monta-carga, pontes~rolantes, talhas, empilhadeires, guincnos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, sero calculados e construidos domaneira que oferegam as necessérias garantias de resisténcia @ seguranca @ conservados ‘em perfeltas condicdes de trabalho. (111.003-8 / 12) 11.1.8.1, Especial atengdo serd dada aos cabos de aco, cardas, correntes, roldanas e ganchos que deverdo ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeltuosas. (111.0047 112) 11.1.3.2. Em todo 0 equipamento seré indicado, em lugar visivel, a carga maxima de trabalho pormitida. (111,008-8 /4) 11.4.3.3. Para os equipamentes destinados & movimentagtic do pessoal sero. exigides condigsés aspeciais de seguranca. (111.008-3 /11) 11.1.4, Os carros manuais para transporte deve possulr protetores das méos. (111.007-1 /11) 14.1.5. Nos equipamentos de transporte, com forga motriz propria, operador deverd receber treinamento especifico, dade pela empresa, que o habiltard nessa fungao. (111.008-0/11) 11.4.8. Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverto ser habilitados @ 56 poderfo dirigir se durante 0 horério de trabalho portarem um cartéo de identfcagde, com 0 nome e fotografia, em lugar visivel. (111.008-8 1) 414.1.6.1. O cartéc terd a validade de 1 (um) ano, salvo Imprevisto, e, para a revalidagao, 0 ‘empregado devera passar por exame de saude completo, por conta do empregador. (111.0101 ry 11.4.7. Os equipamentos de transporte motorizados deverdo possuir sinal de adveriéncia sonora (buzina).(111.011-0 /11) 11.4.8. Todos os transportadores industriais seréo permanentemente inspacionados ¢ as pecas defettosas, ou que apresentom deficiéncias, deveréo ser imediatamente substtuidas, (111.0128 / 11) ‘11.4.9. Nos locais fachados ou pouco ventiados, @ emisséc de gases téxicos, por méquinas transportadoras, devera ser controlada para evitar concentragdes, no ambiente de trabalho, cima dos limites permissiveis. (111.013-6 12) 11.4.10. Em locais fechados e sem ventiagao, @ proibida a uliizagao de méquinas transportadoras, movidas a motores de combustao intema, salvo se providas de dispositives Neutralizadores adaquados. (111.014-4 /|3)