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Lei Orgânica do Município de Manaus

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Lei Orgânica do Município de Manaus-AM LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MANAUS

PREÂMBULO:

Nós, representantes do povo do Município de Manaus, sob a proteção de Deus, reunidos no Paço da Câmara Municipal de Manaus, respeitando os preceitos da Constituição da República Federativa do Brasil e do Estado do Amazonas, promulgamos, a presente Lei Orgânica, que constitui a Lei Fundamental do Município de Manaus, com o objetivo de organizar o exercício do poder e fortalecer as instituições democráticas e os direitos da pessoa humana.(inserido pela Emenda nº 12 de 17/09/2001)

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS Art. 1º - O Município de Manaus, pessoa jurídica de direito público interno, é unidade territorial que integra, com autonomia política, administrativa e financeira, a República Federativa do Brasil e o Estado do Amazonas, nos termos da Constituição da República e da Constituição do Estado. Art. 2º - Os limites do Município são os definidos e reconhecidos pela tradição, documentos e leis, inadmitida sua alteração, exceto na forma prevista na Constituição da República e na Constituição do Estado. Parágrafo Único - Os limites do Município de Manaus são os seguintes: I - Com o Município de RIO PRETO DA EVA: começa na interseção do rio Urubu com a Rodovia BR-174, esta rodovia, no sentido da sede do Município de Manaus, até alcançar sua interseção com o divisor de águas rio Preto da Eva-Igarapé Tarumã; este divisor para sudeste, até alcançar o divisor de águas rios Preto da Eva-Puraquequara, este divisor, para sudeste, até alcançar as cabeceiras do Igarapé Jatuarana, este igarapé, por sua linha mediana, até alcançar sua interseção com o paralelo das cabeceiras do Igarapé Itucumã este igarapé, descendo por sua linha mediana, até alcançar sua confluência com a margem direita do rio Preto da Eva, este rio por sua linha mediana até alcançar a confluência do Igarapé Grande. II - Com o Município de ITACOATIARA: começa na jusante do Igarapé Grande com a margem esquerda do rio Preto da Eva, este rio por sua linha mediana até sua jusante com a margem esquerda do paraná da Eva, este paraná subindo por sua linha mediana até encontrar sua boca na margem esquerda do rio Amazonas. III - Com o Município do CAREIRO DA VÁRZEA: começa na margem esquerda do rio Amazonas, na boca de cima do paraná da Eva, este rio subindo, por sua linha mediana até alcançar a confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro. IV - Com o Município de IRANDUBA: começa na confluência do rio Solimões com a

margem direita do rio Negro, este rio, subindo por sua margem direita, até alcançar a confluência do Igarapé-Açu. V - Com o Município de NOVO AIRÃO: começa na confluência do Igarapé-Açu com a margem direita do rio Negro; desta confluência, por uma linha, até alcançar a confluência do rio Apuaú, com a margem esquerda do rio Negro; o rio Apuaú, por sua linha mediana, até alcançar suas cabeceiras. VI - Com o Município de PRESIDENTE FIGUEIREDO: começa nas cabeceiras do rio Apuaú, dessas cabeceiras, por uma linha, até alcançar as cabeceiras do rio Urubu, este rio, por sua linha mediana, até alcançar sua interseção com a Rodovia BR-174. Art. 3º - A sede do Município, fundada em 1669, tem nome de Manaus e a categoria de cidade. Art. 4º - Constituem bens do Município todas as coisas móveis e imóveis, direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam. Art. 5º - São símbolos do Município de Manaus a bandeira, o hino e o brasão instituídos em lei, representativos da cultura e da história de seu povo. Art. 6º - No exercício de sua autonomia, o Município editará leis, expedirá atos e adotará medidas pertinentes aos seus interesses, às necessidades da administração e ao bem-estar do seu povo.

TÍTULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL

Art. 7º - O Município de Manaus, nos limites de sua competência, assegura a todos, indistintamente, no território de sua jurisdição, a inviolabilidade dos direitos e garantias fundamentais declarados na Constituição da República, na Constituição do Estado e nesta Lei. Art. 8º - Compete ao Município: I - legislar sobre assuntos de interesse local; II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber; III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar as suas rendas, sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei; IV - dispor sobre a organização e execução dos serviços públicos e sobre o quadro e o regime jurídico dos servidores que o integram; V - criar, organizar e suprimir distritos, observado o disposto nesta Lei e na legislação estadual pertinente;

VI - instituir a guarda Municipal destinada à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei; VII - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de permissão ou concessão, dentre outros, os seguintes serviços: a) transporte coletivo urbano e intramunicipal, que terá caráter essencial; b) abastecimento de água e esgotos sanitários; c) mercado, feiras e matadouros locais; d) cemitérios e serviços funerários; e) iluminação pública; f) limpeza pública; coleta, tratamento e desatinação do lixo; VIII - manter, com cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de alfabetização e de educação pré-escolar e o ensino fundamental; IX - promover o tombamento, e a proteção do patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico local, observada a legislação específica; X - incentivar a cultura e promover o lazer; XI - fomentar a produção agropecuária e demais atividades econômicas, inclusive a artesanal; XII - preservar a floresta, a fauna e a flora; XIII - realizar serviços de assistência social, diretamente ou por meio de instituições privadas, conforme critérios e condições fixados em lei Municipal; XIV - realizar programas de apoio às práticas desportivas; XV - realizar programas permanentes de informação dos direitos do homem e do cidadão; XVI - realizar atividades de defesa civil, inclusive a de combate a incêndios e prevenção de acidentes naturais, em coordenação com a União e o Estado; XVII - promover adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano; XVIII - elaborar e executar o plano plurianual; XIX - executar, entre outras, obras de: a) abertura, pavimentação e conservação de vias; b) drenagem pluvial e saneamento básico;Redação dada pela Emenda nº 01/2000, de 29/03/2000) c) construção e conservação de estradas, parques, jardins e hortos florestais; d) construção e conservação de estradas vicinais;

contará com um corpo especializado de proteção ecológica e ambiental.fixar: a) tarifas dos serviços públicos. . espetáculos e divertimentos públicos. anúncios. XXI . comerciais e de serviços. cuja conservação seja da competência do Município. e) prestação de serviços de táxi. Parágrafo Único . comerciais.regulamentar e fiscalizar a utilização de vias e logradouros públicos. b) horário de funcionamento dos estabelecimentos industriais. XXV . Art. b) licenciamento e fiscalização de obras em geral.exercer o poder de polícia urbanística. faixas. letreiros. XXII . XX . escolares e turistas. sob pena de nulidade do ato. b) afixação de cartazes. XXIV . ressalvados.conceder licença para: a) localização. de serviços e outros similares. c) exercício de comércio eventual ou ambulante. XXVI . além do estabelecido no artigo 19 da Constituição do Estado: I .A guarda Municipal de que trata o inciso VI. observadas as prescrições legais. especialmente quando a: a) controle dos loteamentos. quanto às últimas.outorgar isenções e anistia fiscal ou permitir a remissão de dívidas sem interesse público justificado. os aspectos relacionados com o interesse da segurança nacional. incluídas as obras públicas e instalações de outros entes federativos. bem como fixar a tonelagem máxima permitida a veículos que circulem em vias públicas.disciplinar os serviços de carga e descarga. inclusive dos serviços de táxi. f) prestação de serviço de transporte coletivo especial para trabalhadores.dispor sobre depósito e desatinação de animais e mercadorias apreendidos em decorrência de transgressões da legislação Municipal. d) realização de jogos. c) utilização dos bens públicos de uso comum para realização de obras de qualquer natureza.Ao Município é vedado.e) edificação e conservação de prédios públicos municipais. deste artigo. 9º . emblemas e utilização de altofalantes para fins de publicidade e propaganda. XXIII . instalação e funcionamento de estabelecimentos industriais.sinalizar as vias públicas urbanas e rurais.

deliberativas ou de controle social nas áreas de educação. Art.Além das competências prevista no artigo 8º. dentro de noventa dias do requerimento do interessado. 13 . na composição de todo e qualquer órgão de liberação coletiva que tenha atribuições consultivas. punível com a destituição de mandato administrativo.II .A soberania popular será exercida. indireta ou fundacional. TÍTULO III DO GOVERNO MUNICIPAL CAPÍTULO I DOS PODERES MUNICIPAIS Art.Todo poder emana do povo. 14 . segurança. Art. da Constituição da República. sendo assegurada a participação dos munícipes.criar ou conferir.O Município. desenvolvimento sócio-econômico. através da participação da coletividade local na formulação e execução das políticas de governo e do permanente controle popular da legalidade e da moralidade dos atos dos Poderes Municipais.permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico. incidindo em falta grave. vantagens pecuniárias aos que tenham exercido o cargo de Prefeito ou de Vereador. serão sanadas. III . sob qualquer título. estação de rádio. 11 . serviço de auto-falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade. o referendo e a iniciativa popular são formas que asseguram a participação do povo na definição das questões fundamentais de interesse da coletividade local. Art. para propaganda político-partidária ou fins estranhos à administração. Art. Art. também.O plebiscito. Art. nos termos da Constituição da República. na esfera administrativa. por intermédio de representantes democraticamente escolhidos. 10 . 12 . saúde. jornal.As omissões do Poder Público Municipal. de cargo ou função de confiança em órgão da Administração direta. independentes e harmônicos entre si. que tornem inviável o exercício dos direitos constitucionais. na forma do artigo 5º. ou sob suas expensas. que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente. . o Município atuará em cooperação com a União e o Estado para o exercício das competências enumeradas no artigo 23. o agente público que injustificadamente deixar de fazêlo. assistência e previdência social e defesa do consumidor.O Governo Municipal é constituído pelos Poderes Legislativo e Executivo. da Constituição do Estado e desta Lei. televisão. da Constituição da República. cultura. meio ambiente. 16 . 15 . desta Lei. não permitirá discriminação de qualquer natureza.

§ 1º .O número de vagas será fixado. as deliberações da Câmara Municipal e de suas Comissões serão tomadas por maioria de votos. dentre cidadãos maiores de 18 anos. mediante decreto legislativo.03. para instalação e posse de seus membros.acima de cinco milhões. cópia do decreto legislativo de que trata o inciso anterior. até o final da sessão legislativa do ano que anteceder as eleições. para cada legislatura. § 2º . CAPÍTULO II DO PODER LEGISLATIVO SEÇÃO I DA CÂMARA MUNICIPAL Art. o número de vagas será de 21. culturais ou desportivas de países que adotem política de segregação racial.(Acrescentado através da Emenda nº 33. logo após sua edição.O Poder Legislativo é exercido.O Município não manterá convênio ou acordo com entidades comerciais. de 10. III . 21 . Art. o número de vagas é de 33. Art. . DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES Art. 20 . composta de Vereadores eleitos pelo voto direto e secreto. 18 .Art.IBGE. com autonomia administrativa e financeira. 20-A .A Câmara Municipal se reunirá em sessão preparatória no dia primeiro de janeiro do primeiro ano da legislatura.2003) SEÇÃO II DA INSTALAÇÃO. 19 . pela Câmara Municipal.As deliberações da Câmara Municipal de Manaus e das suas Comissões se darão sempre por voto aberto. será acrescida uma vaga para cada um milhão de habitantes ou fração. Art. número que permanecerá até cinco milhões de habitantes. até o total de 41 vagas. II . no exercício dos direitos políticos.acima de um milhão.A Mesa da Câmara enviará ao Tribunal Regional Eleitoral. presente a maioria absoluta de seus membros. após informação oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . observados os limites estabelecidos na Constituição da República e as seguintes normas: I .até um milhão de habitantes.O número de vagas de Vereadores será fixados pela Câmara Municipal.Salvo disposição em contrário desta Lei. 17 . que declare a população do Município. sendo acrescida uma vaga para cada 500 mil habitantes ou fração. respeitado o limite máximo de 55 vagas.

poderá fazê-lo perante o Presidente da Câmara Municipal ou.§ 1º . no Diário Oficial do Município. e especialmente: I . o) às políticas públicas do Município. ao comércio e ao turismo.a declaração de bens. e) ao incentivo à indústria. i) à integração social dos setores desfavorecidos da comunidade. com a sanção do Prefeito. b) à proteção dos documentos.assuntos de interesse local. à tecnologia e ao trabalho. n) ao uso e armazenamento dos agrotóxicos. à educação.São requisitos para a posse dos Vereadores: I .a apresentação do diploma respectivo. seus componentes e afins. à promoção e assistência social e à proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar. § 3º . até 30 dias após a posse ou término do mandato. m) à cooperação com a União e o Estado. II . à ciência. repetida quando do término do mandato. na ausência ou recusa deste. SEÇÃO III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL Art. perante qualquer outro membro da Mesa Diretora. notadamente no que diz respeito: a) à saúde. c) aos meios de acesso à cultura. inclusive suplementando a legislação federal e estadual. . lavrando-se o termo competente(Redação dada pela Emenda nº 27. atendidas as normas fixadas em lei complementar federal. g) ao fomento da produção agropecuária e à organização do abastecimento alimentar. 22 . como os monumentos. de 06/05/2002) § 2º . mediante o combate às causas da pobreza e aos fatores de marginalizado. dispor sobre todas as matérias de competência do Município. acompanhamento e fiscalização das concessões de pesquisa e exploração dos recursos hídricos e minerais em seu território l) ao estabelecimento e implantação da política de educação para o trânsito. h) à promoção de programas de construção de moradias e de melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. f) à criação de distrito industriais. resumida em ata e divulgada para conhecimento público. conferido pelo Tribunal Regional Eleitoral. d) à proteção ao meio ambiente e ao combate à poluição.O Vereador que não tiver prestado o compromisso de posse na sessão para este fim realizada. artístico e cultural. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos do Município. j) ao registro. obras e outros bens de valor histórico.A declaração de bens será transcrita em livro próprio.Cabe à Câmara Municipal.

observando-se o disposto no artigo 29. . XV .alienação e cessão de bens imóveis. serviços e instalações do Município.obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito.guarda Municipal destinada a proteger os bens.alteração da denominação de prédios.concessão de direito real de uso de bens municipais. VII . operacional e patrimonial do Município. e o estabelecido nesta Lei.organização e prestação de serviços públicos. orçamentária. III . parcelamento. V .criação. uso e ocupação do solo urbano. XIV .aquisição de bens imóveis. X . salvo quando se tratar de doação sem encargos. bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais. V . com o auxilio do Tribunal de Contas do Estado. IV . III .ordenamento. diretrizes orçamentárias e orçamento anual. empregos e funções públicos e fixação da respectiva remuneração. Art. bem como destituí-la na forma desta Lei e do Regimento Interno.exercer. alteração e extinção de cargos.fixar a remuneração do Prefeito.julgar as contas anuais do Prefeito e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. VIII .tributos municipais.plano plurianual. XVI . IV . IX . V. observada a legislação estadual.permissão e concessão de serviços públicos.eleger sua Mesa Diretora.Competem privativamente à Câmara Municipal as seguintes atribuições: I . bem como autorizar isenções e anistias fiscais e remisso de dívidas. VI . XII . II .concessão de auxílio e subvenções.plano diretor e normas urbanística. a fiscalização financeira. da Constituição da República.elaborar e aprovar o seu Regimento Interno. organização e supressão de distritos. vias e logradouros públicos.II . bem como sobre a forma e os meios de seu pagamento. do Vice-Prefeito e dos Vereadores.criação. 23 . XIII . XI .

incluídos os da administração indireta e fundacional. conhecer de sua renúncia e afastá-los definitivamente do cargo. quando não apresentadas à Câmara dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. o prazo para que o Prefeito e os responsáveis pelos órgãos da Administração direta. pelo menos.dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito. os atos do Poder Executivo. por voto aberto e pela maioria absoluta. X . XVIII .sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa.conceder licença ao Prefeito. mediante decreto legislativo aprovado por dois terços de seus membros.VI .processar e julgar o Prefeito. XV .(Inciso modificado pela Emenda nº 33. XII .conceder título honorífico a pessoas que tenham reconhecidamente prestado serviços relevantes ao Município.proceder à tomada de contas do Prefeito Municipal. VII . transformação ou extinção dos cargos.decidir sobre a perda de mandato de Vereador. XIX . observados os parâmetros da Lei de Diretrizes Orçamentárias. § 1º . XIV . XIII . empregos e funções de seus serviços e fixar a respectiva remuneração. funcionamento. quando a ausência exceder a sete dias.mudar temporariamente sua sede. indireta e . nos termos previsto em lei. VIII . IX . ao Vice-Prefeito e aos Vereadores para afastamento do cargo.2003) XX . criação. na forma desta Lei. nas infrações político-administrativas. XI .dispor sobre sua organização. nas hipóteses previstas nesta Lei. XVII . sempre que o requerer.É fixado em 15 dias. o Vice-Prefeito e os Vereadores. um terço dos membros da Câmara. XVI . prorrogáveis por mais cinco dias úteis.03. de 10.solicitar informações ao Prefeito Municipal sobre assuntos referentes à Administração. diretamente.autorizar o Prefeito e o Vice-Prefeito a se ausentarem do Município.convocar os Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza para prestar informações sobre matéria de sua competência.autorizar referendo e convocar plebiscito.fiscalizar e controlar. polícia.criar Comissões especiais de inquérito sobre fato determinado que se inclua na competência da Câmara Municipal.

c) aquisição de bens imóveis por doação com encargos. aprovação e alterações do: a) Código de Obras e Edificações. independentemente de sua origem conforme disposto no art. e) contratação de empréstimo de entidade privada. f) Concessão de serviço público. punível com a perda do mandato ou destituição do cargo ou função. da Constituição do . será exercida pela Câmara de Vereadores. está obrigada a prestar contas de seus atos. FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Art. d) Estatuto dos Servidores Municipais. g) lei de regulamentação de permissões e concessões. utilize. § 3º .A fiscalização contábil. em que fiquem demonstradas a mobilização e aplicação de recursos no respectivo exercício. guarde. b) Plano Diretor.FUNDACIONAL do Município prestem as informações e encaminhem os documentos requisitados pela Câmara Municipal. 106. d) outorga de títulos e honrarias.da maioria absoluta dos membros da Câmara. f) rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado.de dois terços dos membros da Câmara. § 2º . na forma desta Lei. orçamentária. quanto à legalidade. economicidade. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. na forma da lei. financeira. a autorização para: a) concessão de direito real de uso de bens imóveis. nos termos desta Lei. gerencie ou administre dinheiros. b) alienação de bens imóveis. e) Plano de cargos e salários. operacional e patrimonial do Município e de todas as entidades da administração direta. II . junto com o balanço financeiro e patrimonial. c) Código Tributário Municipal.Toda pessoa física ou entidade que arrecade. 24 . 26 . legitimidade. Art. 25 . com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado e pelos órgãos de controle interno de cada Poder e de cada entidade. Art. indireta e FUNDACIONAL estão obrigadas a apresentar ao Tribunal de Contas do Estado circunstanciado relatório de suas atividades.As entidades da Administração Pública direta. bens e valores públicos municipais ou pelos quais o Município seja responsável. indireta e FUNDACIONAL. SEÇÃO IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL. moralidade.Dependem do voto favorável: I . ou que em nome deste assuma obrigações de natureza financeira ou patrimonial.O não-atendimento no prazo estipulado no parágrafo anterior configura infração político-administrativa.

§ 3º .ser formalizada em quatro vias no protocolo da Câmara.Não prestados os esclarecimentos.A Câmara dos Vereadores.até 30 de abril . II . SEÇÃO V DO EXAME PÚBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. diante de indícios de despesas não-autorizadas. a partir de primeiro de maio de cada exercício.Estado. no horário de funcionamento da Câmara Municipal. § 1º . Parágrafo Único .A consulta às contas municipais poderá ser feita por qualquer cidadão. Art. II .As contas do Município ficarão à disposição dos cidadãos durante 60 dias. publicação oficial. § 2º . em local de fácil acesso ao público. 29 .de 01 de maio a 30 de junho . Art.prazo para o Prefeito fazerpublicar no Diário Oficial do Município e encaminhar à Câmara Municipal e ao Tribunal de Contas do Estado o balanço do ano anterior. ainda que sob a forma de investimentos não-programados ou de subsídios nãoaprovados. pelo menos três cópias à disposição do público.A consulta só poderá ser feita no recinto da Câmara e haverá.A reclamação apresentada deverá: I . autorização ou despacho de qualquer autoridade.ter a identificação e a qualificação do reclamante. no prazo de 30 dias. 28 .Entendendo o Tribunal de Contas do Estado irregular a despesa. independente de requerimento. . 27 . ou considerados estes insuficientes.A apresentação. § 2º . a Câmara Municipal sustará o pagamento se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão às finanças públicas. poderá solicitar à autoridade responsável que. no prazo de cinco dias.o prazo durante o qual as contas municipais ficarão à disposição dos cidadãos para exame e questionamento sobre a sua legitimidade. § 1º .O parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do Prefeito só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal. preste os esclarecimentos necessários. a Câmara de Vereadores solicitará ao Tribunal de Contas do Estado pronunciamento conclusivo sobre a matéria. apreciação e julgamento das contas municipais obedecerão às seguintes normas: I .

através de avisos veiculados em órgãos de comunicação. com sua identificação pessoal e funcional. dos Secretários Municipais e dos Vereadores serão fixados pela Câmara Municipal.(Suprimido pela Emenda nº 07/92.SUPRIMIDO.Os subsídios do Prefeito.(Redação dada pela Emenda nº 06/2000.A verba de representação do Vice-Prefeito e do Vice-Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a 80 por cento da que for fixada para o Prefeito e para o Presidente da Câmara Municipal. vigorando para a legislatura seguinte.Fixada a remuneração do Prefeito.conter elementos e provas nas quais se fundamente o reclamante. Art. § 4º . de se encontrarem as contas à disposição do exame público.As vias da reclamação apresentada no protocolo da Câmara terão a seguinte desatinação: I . pelo prazo de 15 dias. de 30/11/200) § 1º .III . observando o disposto na Constituição da República.a quarta via será arquivada na Câmara Municipal. III . 31 . § 6º . § 4º . os respectivos atos serão encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado para registro no prazo de cinco dias.a terceira via se constituirá em recibo do reclamante e deverá ser autenticada pelo servidor que a receber no protocolo. § 5º . a contar da publicação. do Vice-Prefeito e dos Vereadores.A anexação da segunda via. 30 . deste artigo. que incorporou seus . § 5º .A verba de representação do Prefeito e do Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a dois terços de seus subsídios.a segunda via deverá ser anexada às contas à disposição do público pelo prazo que restar ao exame e apreciação. II . § 2º . através de lei.a primeira via deverá ser encaminhada imediatamente pela Câmara ao Tribunal de Contas do Estado. do § 4º. IV . SEÇÃO VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS Art.A remuneração do Prefeito será composta de subsídios e verba de representação. sob pena de suspensão.A verba de representação dos demais integrantes da Mesa não poderá exceder a 80 por cento da que for paga ao Vice-Prefeito e ao Vice-Presidente da Câmara. do Vice-Prefeito. § 3º . no último ano da legislatura. mediante ofício. sem vencimento. independerá do despacho de qualquer autoridade e deverá ser feita no prazo de 48 horas pelo servidor que a tenha recebido no protocolo da Câmara.A Câmara dará conhecimento. de que trata o inciso II.

no caso de empate. se reeleito. do vereador que haja exercido mais recentemente. obrigatoriamente. ou dentre os presentes. e cessará no dia 31 de dezembro do último ano da legislatura. 32 . do Vice-Prefeito. Art. § 5º . SEÇÃO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA .Qualquer integrante da Mesa poderá ser destituído pelo voto da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal. quando faltoso. o Vereador mais votado ou. o mais idoso.Na hipótese de não haver número suficiente para eleição da Mesa. SEÇÃO VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA Art. Na falta destes. prerrogativas ou vantagens de qualquer maneira decorrentes do exercício do mandato. 34 .Caberá ao Regimento Interno da Câmara Municipal dispor sobre a composição da Mesa Diretora e.parágrafos ao Art. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. também da legislatura anterior. dos Vereadores e de outros gastos havidos com o exercício do mandato.As sessões extraordinárias serão sempre remuneradas à razão de um doze avos da remuneração mensal. omisso ou negligente no desempenho de suas atribuições.(Redação dada pela Emenda nº 09. na forma que dispuser o Regimento Interno.A indenização de que trata este artigo não será considerada como remuneração. 30) Art. permanecerá na Presidência e convocará sessões diárias. 35 . a vice-presidência ou a secretaria. Parágrafo Único .A lei fixará critérios de indenização de despesas de viagem do Prefeito. empossando-se os eleitos no dia primeiro de janeiro. na última reunião ordinária da sessão legislativa. até que seja processada a eleição. do mais votado do pleito.A remuneração dos Vereadores terá como limite máximo o valor percebido como remuneração pelo Prefeito Municipal.O mandato dos integrantes da Mesa será de dois anos. de 24/09/2001) § 1º .Até 48 horas após a instalação da nova legislatura e posse dos Vereadores. os integrantes da Câmara se reunirão sob a presidência do presidente da legislatura anterior. na sua falta ou impedimento do mais idoso. por reunião. Art.A eleição para renovação da Mesa se realizará. 33 . quando se extinguem quaisquer direitos. § 4º . § 2º . subsidiariamente. em caráter efetivo. sobre a sua eleição. § 3º .

de ofício ou por provocação de qualquer dos membros da Câmara. observadas as determinações legais. prevalecendo. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . 37 . para apreciação do Plenário.As sessões somente poderão ser abertas pelo Presidente da Câmara. Parágrafo Único . 36 . nos casos previstos no artigo 53.As sessões da Câmara Municipal serão sempre públicas.Na sessão legislativa extraordinária.(Redação dada pela Emenda nº 33. sendo vedada a realização de reunião secreta.A sessão legislativa desenvolve-se de 15 quinze de fevereiro a 30 trinta de junho e de 1º de agosto a 15 quinze de dezembro. os relatórios do exercício anterior. a um terço das sessões ordinárias . nos termos do Regimento Interno.encaminhar ao Prefeito.apresentar projetos de lei dispondo sobre a abertura de créditos suplementares ou especiais. V . na hipótese de sua não-aprovação pelo Plenário.A Mesa decidirá sempre por maioria de seus membros.O Vereador que faltar. assegurada ampla defesa. SEÇÃO IX DAS REUNIÕES Art. com o mínimo de um terço dos seus membros. 39 . transformem e extingam cargos. 38 . VI . a proposta elaborada pela Mesa.(Redação dada pela Emenda nº 07/91.enviar ao Prefeito Municipal. por meio da anulação parcial ou total de dotações da Câmara. 40 . III . II . I a VIII. de 10. reuniões parlamentares.propor ao plenário projetos de lei que criem. IV . a proposta do orçamento da Câmara aprovado pelo Plenário. nomes de Vereadores que representarão o Poder Legislativo Municipal em congressos. VII . desta Lei. empregos ou funções da Câmara Municipal. por outro membro da Mesa ou pelo Vereador mais idoso presente. a Câmara Municipal deliberará somente sobre a matéria para a qual foi convocada. Art.2003) Art. Parágrafo Único .Art.03. bem como a fixação da respectiva remuneração. até 31 de março. ou qualquer evento em que a Câmara deva estar representada.cumprir e fazer cumprir as decisões do Plenário.declarar a perda de mandato de Vereador.Compete à Mesa da Câmara Municipal. injustificadamente. na forma do Regimento. para ser incluída no orçamento do Município. de 02 de julho de 1991) Art. até o dia 31 de agosto.indicar.

assuntos de interesse da coletividade. ou no ato de que resultar a sua criação. nas sessões ordinárias. na forma do que dispuser o Regimento Interno.receber petições. Art. Parágrafo Único . com entidades representativas da população. 42 . junto às Comissões. bem como a sua posterior execução. IV . para apuração de fato determinado e por prazo certo. III .a participação. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. II . se for o caso. compete à Câmara Municipal fixar outras penalidades. serão criadas pela Câmara mediante requerimento de um terço de seus membros. sobre projetos que . em razão da matéria de sua competência cabe: I . além de outros previstos no Regimento Interno.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. Art. inclusive cassação de mandato. terá sua remuneração reduzida em cinqüenta por cento. Parágrafo Único . a elaboração da proposta Orçamentária.mensais. constituídas na forma e com atribuições definidas no Regimento Interno.Em caso de reincidência.Qualquer entidade da sociedade civil poderá solicitar ao Presidente da Câmara que lhe permita emitir conceitos ou opiniões. reclamações. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. para reivindicar ou apresentar sugestões sobre assuntos de interesse da comunidade. 41 . junto ao Poder Executivo Municipal.A Câmara Municipal admitirá.a realização de sessões especiais para debater.convocar Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza ou equivalentes para prestar informações sobre assuntos inerentes às suas atribuições. 43 . V . encaminhadas ao Ministério Público para que este promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. SEÇÃO X DAS COMISSÕES Art. 44 . Art.realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil.As Comissões Especiais de Inquérito.Às Comissões.apreciar programas de obras e planos e sobre eles emitir parecer. II . sendo suas conclusões. de pessoas ou entidades representativas da população.acompanhar. VI .A Câmara Municipal terá Comissões permanentes e especiais. na forma de seu regimento: I .

apresentar ao Plenário. . bem como leis que receberem sanção tácita e as cujo veto tenha sido rejeitado pelo Plenário e não tenham sido promulgadas pelo Prefeito Municipal. até o dia 20 de cada mês. se descumprido o que estabelece o parágrafo anterior. IV . § 2º .Qualquer Vereador poderá requerer a promulgação. 45 . no prazo de 48 horas. a chefia do Executivo Municipal nos casos previstos em lei. se for o caso. II .promulgar as resoluções e os decretos legislativos. em substituição automática. somente manifestará o seu voto nas seguintes hipótese: I .O Presidente da Câmara enviará o pedido ao Presidente da respectiva Comissão. II . 46 . VI .na eleição da Mesa Diretora. à qual caberá deferir ou indeferir o requerimento. § 1º . para a sua aprovação. promulgar e remeter à publicação os projetos de lei aprovados pela Câmara Municipal e não promulgados pelo Prefeito.mandar prestar informações por escrito e expedir certidões requeridas para defesa de direitos e esclarecimentos de situações. ou quem o substituir. Parágrafo Único . o balanço relativo aos recursos recebidos e às despesas realizadas no mês anterior. VII . indicando.Cabe ao Presidente do Poder Legislativo. o voto favorável de dois terços ou da maioria absoluta dos membros da Câmara. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I .representar a Câmara Municipal. SECÃO XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL Art. que será efetuada obrigatoriamente na mesma reunião.Compete ao Presidente da Câmara. após o estabelecido no artigo 80. IV.nelas se encontrem para estudo.quando a matéria exigir.O Presidente da Câmara. III . V .declarar extinto o mandato do Prefeito. dia e hora para o pronunciamento e seu tempo de duração. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. desta Lei. nos casos previstos em lei.exercer.requisitar o numerário destinado às despesas da Câmara. Art.

órgão superior subordinado à Mesa Diretora.substituir o Presidente da Câmara em suas faltas. além das atribuições contidas no Regimento Interno: I . III .promulgar e fazer publicar. SEÇÃO XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL Art. e os Procuradores Chefes.(Redação dada pelas Emendas nº 10/93 e 002/95) SEÇÃO XIII DOS VEREADORES SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. aos Procuradores da Câmara incumbe exercer o controle da legalidade dos atos e procedimentos administrativos da Mesa Diretora. 47 . deixar de fazê-lo no prazo estabelecido.quando ocorrer empate em qualquer votação no Plenário. para cargos de carreira integrantes da Procuradoria Geral da Câmara Municipal. § 2º . ausências.São condições de elegibilidade para Câmara Municipal de Manaus: I . as resoluções e os decretos legislativos sempre que o Presidente. o assessoramento legislativo à Mesa e aos Vereadores e a assistência judiciária aos servidores da Câmara Municipal. .pleno gozo dos direitos políticos. Chefe da Instituição. pelos Procuradores da Câmara. 49 .Seção do Amazonas.A consultoria e assessoria jurídica do Poder Legislativo são exercidas. sem prejuízo da competência de outros orgãos municipais.No desempenho de suas atribuições. 48 . admitidos mediante concurso público de provas e títulos. II . privativamente.ser brasileiro. Art.III . ainda que se ache em exercício. integrantes ou não do quadro funcional. II .idade mínima de 18 anos. § 1º . incluídos os de natureza financeiro-orçamentária. obrigatoriamente. a defesa dos legítimos interesses do Poder Legislativo.Aos primeiro e segundo Vice-Presidentes compete. serão nomeados por livre escolha do Presidente do Poder dentre os Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . impedimentos ou licenças.O Procurador-Geral da Câmara.

IV .que perder ou tiver suspensos os direitos políticos.Os Vereadores não poderão: I .que deixar de comparecer. empresa pública. nos casos previstos na Constituição da .filiação partidária. II . b) aceitar ou exercer cargo. sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. fundação ou empresa concessionária de serviço público municipal. V . Art. II . perante a Câmara. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum". deste artigo. salvo quando o contrato obedecer a cláusula uniformes. salvo o cargo de Secretário Municipal ou equivalente. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.Perderá o mandato o Vereador: I . SUBSEÇÃO II DAS INCOMPATIBILIDADES Art.Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas opiniões.desde a posse: a) ser proprietários. à terça parte das sessões ordinárias da Câmara. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município.que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior. 50 . "a". Art. 52 . c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. deste artigo. sociedade de economia mista. IV . Art.cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar.desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. 51 . nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações.domicílio eleitoral no Município. salvo em caso de licença ou de missão oficial autorizada. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum".quando o decretar a Justiça Eleitoral. função ou emprego remunerado. V . em cada sessão legislativa. autarquia. controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato celebrado com pessoa jurídica de direito público. III . "a". nas entidades constantes da alínea anterior. nas entidades referidas no inciso I. 53 . ou nela exercer função remunerada.Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar.

54 . de ofício ou mediante provocação de qualquer Vereador. II. mediante denúncia fundamentada de Vereador ou de eleitor no pleno gozo de seus direitos políticos.A renúncia de vereador submetido a processo que vise ou possa levar à perda de mandato. nos termos em que a lei dispuser. IV e VIII deste artigo.No caso dos incisos I e II deste artigo.(Redação dada pela Emenda nº 29.Para assumir.2002) § 1º .(Redação dada pela Emenda nº 05/94. III .para tratar de interesse particular. de 05. desde que o período de licença não seja superior a 120 dias por sessão legislativa. no prazo da lei. não poderá o Vereador reassumir antes que se tenha esgotado o prazo de sua licença.por motivo de saúde. de 10 de novembro de 1994) § 3º . pelo tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. . de 26. § 2º . e assim será declarado pela Mesa da Câmara. na condição de suplente. nos termos deste artigo. assegurada ampla defesa. VII .98) SUBSEÇÃO III DAS LICENÇAS Art. a perda do mandato será decidida pela Câmara em votação nominal e por maioria absoluta. sem motivo justificado.Nos casos dos incisos III. de 20.(Redação dada pela Emenda nº 19.(Redação dada pela Emenda nº 002/98. quando ocorrer falecimento ou renúncia por escrito do Vereador. assegurada ampla defesa.2002) II . § 1º . terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os § 2º e § 3º. b) adoção.10. devidamente comprovado e nos casos de: a) maternidade ou paternidade.O Vereador poderá licenciar-se: I . c) quando a serviço ou em missão de representação da Câmara Municipal.Extingue-se o mandato. § 4º . cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal. dentro do prazo estabelecido nesta Lei.12. ou de partido político representado na Câmara.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.República.que deixar de residir no Município.que deixar de tomar posse.02. VIII . VI . a perda do mandato será declarada pela Mesa da Câmara.Nos casos dos incisos I. VI e VII deste artigo.

independentemente do tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. dentro de quarenta e oito horas.O afastamento para o desempenho de missões temporárias de interesse do Município não será considerado como licença. § 4º . também. pela remuneração da vereança.O suplente convocado deverá tomar posse dentro do prazo de 15 dias. podendo optar.12.(Redação dada pela Emenda nº 29.O processo legislativo municipal compreende a elaboração de: I . considerar-se-á como em exercício o Vereador licenciado nos termos do inciso I deste artigo.Ocorrendo vaga e não havendo suplente.Enquanto a vaga a que se refere o parágrafo anterior não for preenchida. calcularse-á o quórum em função dos Vereadores remanescentes. nos casos de licença ou investidura.(Redação dada pelaa Emenda nº 29 de 05. Inciso III. de 05.É vedado ao suplente convocado. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal far-se-á a imediata convocação do suplente pelo Presidente da Câmara.No caso de vaga. o Presidente da Câmara comunicará o fato. sob pena de ser considerado renunciante.O Vereador investido no cargo de Secretário Municipal. sua Verba de Gabinete pelo tempo que perdurar sua licença. § 3º . licença superior a 120 dias. equivalente ou superior. investidura no cargo de Secretário Municipal ou equivalente ou licença para assumir na condição de suplente. fazendo o Vereador jus à remuneração estabelecida. § 2º . § 4º .Para fins de remuneração. salvo motivo justo aceito pela Câmara.2002) SUBSEÇÃO IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES Art. .§ 2º .emendas à Lei Orgânica Municipal. conforme preceitua o Artigo 54.O Vereador licenciado nos termos do inciso III não receberá remuneração e extinguir-se-á. no cargo de Secretário Municipal. afastar-se em gozo de licença para tratar de interesse particular. SEÇÃO XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL Art. por escrito.12.2002) § 1º . 56 . ao Tribunal Regional Eleitoral. § 5º . § 3º . será considerado automaticamente licenciado. 55 .

III . cinco por cento dos eleitores do Município. subscrita por.II . dois terços dos votos dos membros da Câmara. § 2º . diretrizes orçamentárias e plano plurianual. V . 57 .regime jurídico dos servidores. na forma do artigo 60. no mínimo. § 1º . no mínimo.LEI ORGÂNICA MUNICIPAL Art.Compete.leis complementares. SUBSEÇÃO III DAS LEIS Art. empregos e funções na Administração direta e autárquica do Município.resoluções. ou aumento de sua remuneração. ao Prefeito Municipal e aos cidadãos. .de iniciativa popular.A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador ou Comissão da Câmara. dos membros da Câmara Municipal.A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta: I . III .do Prefeito Municipal. transformação e extinção de cargos. § 1º.leis ordinárias. com o respectivo número de ordem. em ambos. considerando-se aprovada quando obtiver.decretos legislativos. Art. VI . ao Prefeito Municipal a iniciativa das leis que versem sobre: I . privativamente.de um terço. desta Lei. SUBSEÇÃO II DAS EMENDAS . na forma e nos casos previstos nesta Lei. III . II . IV .leis delegadas. II .A proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal será discutida e votada em dois turnos de discussão e votação. 59 .criação. 58 .orçamento anual. com identificação eleitoral.A emenda à Lei Orgânica Municipal será promulgada pela Mesa da Câmara.

§ 1º . para o seu recebimento pela Câmara. 62 .Código Tributário Municipal. IV . III .Plano Diretor. VI . matéria reservada à lei complementar e à legislação sobre planos plurianuais. Parágrafo Único . Art.A delegação ao Prefeito Municipal terá forma de resolução da Câmara Municipal.A tramitação dos projetos de lei de iniciativa popular obedecerá às normas relativas ao processo legislativo. § 1º . . bem como a certidão expedida pelo órgão eleitoral competente. um por cento dos eleitores inscritos no Município. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. mediante indicação do número do respectivo título eleitoral. contendo a informação do número total de eleitores do Município. que deverá solicitar a delegação à Câmara Municipal.Código Sanitário. VIII . § 2º . contendo assunto de interesse específico da cidade. indireta e fundacional do Município. 60 .A iniciativa popular será exercida pela apresentação à Câmara Municipal de projeto de lei subscrito por. exigindo-se. de bairros ou distritos. estruturação e atribuições dos orgãos da Administração direta.Regimento Jurídico dos Servidores.criação. Art. VII .Código de Parcelamento do Solo.A proposta popular deverá ser articulada.IV . no mínimo. a identificação dos assinantes. § 3º . II .Código de Obras e Edificações. V .Caberá ao Regimento Interno da Câmara assegurar e dispor sobre o modo pelo qual os projetos de iniciativa popular serão defendidos na Tribuna da Câmara por instituição da sociedade civil ou integrante da comunidade local.As leis delegadas serão elaboradas pelo Prefeito Municipal. diretrizes orçamentárias e orçamento.Código de Zoneamento.Não serão objeto de delegação os atos de competência privativa da Câmara Municipal. § 2º . 61 . Art.Código de Postura.São objeto de leis complementares as seguintes matérias: I .As leis complementares exigem para a sua aprovação o voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara.

o projeto será obrigatoriamente incluído na ordem do dia.O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. exceto veto e leis orçamentárias. para que se ultime sua votação. § 3º . ao presidente da Câmara. sem deliberação. ressalvados. II . § 2º . 65 . considerados relevantes. § 5º O veto somente será rejeitado pela maioria absoluta dos Vereadores.Decorrido. o silêncio do Prefeito Municipal importará sanção. contados da data do recebimento. no prazo de 15 dias úteis. em 48 horas. esta a fará em votação única.Não será admitido qualquer aumento da despesa prevista: I . Art.§ 3º . enviado pelo seu Presidente ao Prefeito Municipal que.Se a resolução determinar a apreciação do Projeto pela Câmara. com parecer ou sem ele. e comunicará.Se o veto for rejeitado. mediante votação aberta.O prazo referido neste artigo não corre no período de recesso da Câmara nem se aplica aos projetos de codificação. § 1º . os quais deverão ser apreciados no prazo de 30 dias úteis.(Modificado pela Emenda nº 33. Art. 63 . total ou parcialmente. contados do seu recebimento. o projeto será enviado ao Prefeito Municipal. o sancionará no prazo de 15 dias úteis. o veto será colocado na Ordem do Dia da sessão imediata.O veto será apreciado no prazo de 30 dias úteis. o prazo fixado no "caput" deste artigo.nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara Municipal. 64 . os motivos do veto. concordando. até sua votação final.Se o Prefeito considerar o projeto.Decorrido o prazo de 15 dias úteis. Art. vetá-lo-á.No vigésimo dia do prazo previsto no § 4º deste artigo. inconstitucional ou contrário ao interesse público ou a esta Lei. sobrestadas as demais proposições. de inciso ou de alínea. .2003) § 6º . os projetos de leis orçamentárias.O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. vedada qualquer emenda.(Parágrafo acrescido pela Emenda nº 02/91. de parágrafo.03. em uma única discussão e votação. § 4º . no todo ou em parte.nos projetos de iniciativa exclusiva do Prefeito Municipal. dentro de 48 horas. para promulgação. sobrestandose a deliberação sobre qualquer outra matéria.O projeto de lei aprovado pela Câmara será. excetuando-se medida de caráter urgente. § 2º . de 22 de maio de 1991) § 7º . § 1º . neste caso. de 10. no prazo de cinco dias úteis.

com o auxilio dos Secretários Municipais. 70 . Art.O Regimento Interno da Câmara estabelecerá as condições e requisitos para o uso da palavra pelos cidadãos. § 1º . que produza efeitos externos.§ 8º . 67 . CAPÍTULO III DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o Presidente da Câmara a promulgará e. Art.O Decreto Legislativo destina-se a regular matéria de competência exclusiva da Câmara. e ainda no caso de sanção tácita. Parágrafo Único .Ao inscrever-se. observado o disposto nesta Lei. Art. 68 . não lhe sendo permitido abordar temas que não tenham sido expressamente mencionados na inscrição. mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Câmara.A manutenção do veto não restaura matéria suprimida ou modificada pela Câmara.O Vice-Prefeito auxiliará o Prefeito sempre que for convocado para missões especiais. caberá ao Vice-Presidente obrigatoriamente fazê-lo. § 9º .O processo legislativo se dará conforme determinado no Regimento Interno da Câmara. 66 . se este não o fizer no prazo de 48 horas. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito. implicando. 71 . desde que se inscreva em lista especial na Secretaria da Câmara.O cidadão que desejar poderá usar da palavra durante a primeira discussão dos projetos de lei.A Resolução destina-se a regular matéria político-administrativa da Câmara.Caberá ao Presidente da Câmara fixar o número de cidadãos que poderão fazer uso da palavra em cada sessão. para opinar exclusivamente sobre eles. Art.O Poder Executivo do Município é exercido pelo Prefeito. o cidadão deverá fazer referência à matéria sobre a qual falará.A matéria constante do projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. além de outras atribuições que lhe forem conferidas em lei . 69 . antes de iniciada a sessão. § 2º . a perda do mandato do Presidente da Mesa.Se o Prefeito Municipal não promulgar as leis nos prazos previstos. neste caso. na mesma sessão legislativa. Art. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito Municipal. § 3º . de sua competência exclusiva.

75 .A eleição do Prefeito importa a do Vice-Prefeito.O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse perante a Câmara Municipal. 73 . resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município. SEÇÃO II DAS PROIBIÇÕES Art. não tiver assumido o respectivo cargo. a Constituição do Estado e a Lei Orgânica Municipal. desde a posse. serão sucessivamente chamados ao exercício do Poder Executivo Municipal o Presidente da Câmara Municipal e o Juiz de Direito mais antigo na 2ª Entrância. até 30 dias após a posse ou conclusão do mandato. sob pena de perda de mandato:(Redação dada pela Emenda nº 17/01.O Prefeito não poderá. 76 . em caso de impedimento.complementar. ou vacância dos respectivos cargos. no dia primeiro de janeiro do ano subseqüente ao da eleição.Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito Municipal. far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga. dentre brasileiros com idade mínima de 21 anos. devendo ser estas transcritas em livro próprio. automaticamente. no de vaga. Art. Art. 77 .Se. para complemento do respectivo mandato. o Prefeito ou o Vice-Prefeito.01) .Ocorrendo a vacância nos dois últimos anos de mandato do Prefeito. no exercício dos direitos políticos e em consonância com as exigências da legislação eleitoral. Art. de 22. ressalvado motivo de força maior. para mandato de quatro anos. e sucederlhe-á. lealdade e dedicação ao povo de Manaus. 72 .Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito. defender e cumprir a Constituição da República. decorrido 10 dias da data fixada para a posse. Art. § 2º . este será declarado vago pela Câmara Municipal. o Vice-Prefeito. Parágrafo Único . registrados conjuntamente e para igual mandato. a eleição para ambos os cargos será feita 15 dias depois da ocorrência da última vaga pela Câmara Municipal. preservar a cultura e os valores municipais e servir com honra. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores.10. prestando o compromisso de manter. § 2º . na forma da lei. observar as leis. § 1º .Em qualquer dos casos. o Prefeito e o Vice-Prefeito farão declaração pública de seus bens. 74 . observadas as normas para eleição e posse. § 1º .No ato de posse e ao término do mandato. Art.O Prefeito e o Vice-Prefeito serão eleitos por sufrágio universal e voto direto e secreto.Substituirá o Prefeito.

ser proprietário. permanecer no exercício até que a autorização se efetive. aplicando-se. empresa pública. fundação ou empresa permissionária ou concessionária de serviço público municipal.aceitar ou exercer cargo. Parágrafo Único . sociedade de economia mista. III . devendo. 78 .representar o Município em Juízo e fora dele. o disposto no artigo 38 da Constituição da República.firmar ou manter contrato com entidade de direito público. II .patrocinar causas em que seja interessada qualquer das entidades mencionadas no inciso I deste artigo. ressalvada a posse em virtude de concurso público. indireta e fundacional. autarquia. na Administração Pública direta. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". por motivo de doença devidamente comprovada. VI . 80 .No caso previsto neste artigo e de ausência em missão oficial. ainda. por qualquer prazo. 79 . o Prefeito licenciado fará jus a sua remuneração. . controladores ou diretores de entidade de direito público que goze de favor decorrente de contrato celebrado com o Município ou nela exercerem função remunerada. SEÇÃO III DAS LICENÇAS Art.I . II . função ou emprego remunerado. Parágrafo Único .ser titular de mais de um mandato eletivo de qualquer natureza. sem prévia autorização da Câmara Municipal. sob pena de perda do mandato. V .exercer a direção superior da Administração Pública. SEÇÃO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO Art.O Prefeito poderá licenciar-se quando impossibilitado de exercer o cargo. nesta hipótese.O Prefeito e o Vice-Prefeito não poderão ausentar-se do Município quando o afastamento exceder a sete dias. Art. IV .fixar residência fora do Município.É da competência do Prefeito: I .A autorização será solicitada através de expediente que defina o destino e as finalidades. e do País.

dentro do prazo estabelecido no artigo 28 desta Lei.prestar. IV . especificando os cargos e o nome dos respectivos ocupantes. na forma da lei.dispor sobre a organização e o funcionamento da Administração Municipal. indireta e fundacional. XVI . ainda. as leis aprovadas pela Câmara.III . VI . funções e salários pagos pelo Município. plano detalhado de obras e serviços relacionados ao desenvolvimento urbano. à Câmara Municipal. na forma da lei. relativo a todos os orgãos sob sua autoridade. § 4º.solicitar o auxílio das forças policiais para garantir o cumprimento de seus atos. as informações solicitadas.encaminhar a Câmara Municipal.celebrar convênios com entidades públicas ou privadas para a realização de objetivos de interesse do Município. dentro de 15 dias. XII .sancionar. os orgãos da administração direta. V . pelo período de duração do Governo. promulgar e fazer publicar. os recursos correspondentes às suas dotações orçamentárias. no qual constarão. X . desapropriação por utilidade ou necessidade pública.prestar à Câmara Municipal. até 30 de junho do ano de início de cada gestão administrativa. da Constituição da República. podendo o prazo ser prorrogado por mais cinco dias úteis. VIII . IX . nos termos legais. XV . até o dia 20 de cada mês. e a prevista no artigo 182.decretar.prover e extinguir os cargos públicos municipais.entregar à Câmara Municipal. em sessão pública. pela complexidade da matéria ou pela dificuldade de obtenção dos dados solicitados. acompanhado de relatório e avaliação das atividades desenvolvidas no setor e. na forma desta Lei. na forma que a lei estabelecer. XIV . XIII . XI . anualmente.enviar à Câmara Municipal. no prazo de quinze dias úteis. a pedido. obrigatoriamente. VII . III.vetar os projetos de lei aprovados pela Câmara.iniciar o processo legislativo. ou interesse social. compreendidos os créditos suplementares e especiais. bem como fazer uso da guarda municipal. expondo a situação do Município e solicitando as providências que julgar necessárias. total ou parcialmente. anualmente e até o dia 30 de março. as contas do Município referentes ao exercício anterior. o Plano Plurianual Integrado. na forma e nos casos previstos nesta Lei. o organograma do Poder Executivo. bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução.remeter mensagem e plano de governo à Câmara Municipal por ocasião da abertura da sessão legislativa. .

XX . ou ainda por qualquer munícipe eleitor.(Redação dada pela Emenda nº 005/98.O Prefeito será processado e julgado: I . de 18 de novembro de 1998) c) desatender.convocar extraordinariamente a Câmara. 81 . bem como a guarda e aplicação da receita. contra expressa disposição de lei.Pela Câmara Municipal. rendas. nas seguintes infrações político-administrativas: a) impedir o funcionamento regular da Câmara. II . autorizando as despesas e os pagamentos.aplicar as multas previstas na legislação e nos contratos ou convênios. mediante processo administrativo devidamente justificado.XVII . XXII .superintender a arrecadação dos tributos e preços. SEÇÃO V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO Art. a proposta orçamentária. g) praticar.decretar estado de emergência e calamidade pública quando ocorrerem fatos que o justifiquem. f) descumprir o orçamento aprovado para o exercício financeiro. quando necessário. e) deixar de apresentar à Câmara no devido tempo. dentro das disponibilidades orçamentárias ou dos créditos autorizados pela Câmara. regularmente instituída. e em forma regular. bem como anulá-las quando impostas irregularmente.realizar audiências públicas.fixar as tarifas dos serviços públicos permitidos e concedidos. conforme critérios estabelecidos na legislação municipal. XXIII . sem motivo justo. XIX . XXI . folhas de pagamento e demais documentos. ato de sua competência ou omitir-se na sua prática. XVIII . que devam constar dos arquivos da Prefeitura. e nas contravenções penais. bem como a verificação de obras e serviços municipais. as convocações ou os pedidos de informações da Câmara. h) omitir-se ou negligenciar na defesa de bens. por comissão de investigação da Câmara ou auditoria. de conformidade com o Regimento Interno. reclamações ou representações que lhe forem dirigidos. d) retardar a publicação ou deixar de publicar as leis e atos sujeitos a essa formalidade. bem como daqueles explorados pelo próprio Município.Pelo Tribunal de Justiça do Estado nos crimes comuns e de responsabilidade. direitos ou interesses do . b) impedir o exame de livros.resolver sobre os requerimentos. quando feitos a tempo e em forma regular.

e c) atentar contra a autonomia do Município. desta Lei. por partido político e por qualquer munícipe eleitor.dívidas do Município. decorrido o prazo de 180 dias. c) o decretar a Justiça Eleitoral. com as datas dos respectivos vencimentos. ou afastar-se da prefeitura. quando condenado pela Câmara de Vereadores por infração politícoadminitrativa. o exercício dos direitos políticos.Município. por tempo superior ao permitido em lei. sujeitos à administração da Prefeitura. quando: a) sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. § 4º . informando sobre a capacidade de a administração municipal realizar operações .Se. para entrega ao sucessor e para publicação imediata. § 3º . 83 . d) de renúncia por escrito. Art. o julgamento não estiver concluído. o Prefeito deverá preparar.Até 30 dias das eleições municipais. individuais e sociais. considerada também como tal o não comparecimento para a posse no prazo previsto nesta Lei Orgânica.Não participará do julgamento o Vereador denunciante. cessará o afastamento do Prefeito. II . 82 . informações atualizadas sobre: I . não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. por credor. b) perder ou tiver suspensos os direitos políticos. declarada pela Mesa da Câmara Municipal. nos casos previstos na Constituição da República. relatório da situação da Administração Municipal. a lei orçamentária e o cumprimento das leis e das decisões judiciais. nos termos do artigo 78 e seu parágrafo único. que conterá entre outras. a probidade na administração.O Prefeito. b) ausentar-se do Município sem autorização legislativa. i) ausentar-se do Município. direta e fundacional. fundação ou empresa municipal. inclusive das dívidas a longo prazo e encargos decorrentes de operações de crédito. quando: a) infringir qualquer uma das proibições estabelecidas no artigo 77 desta Lei. SEÇÃO VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA Art.O Prefeito perderá o mandato: I . j) proceder de modo incompatível com a dignidade e decoro do cargo.por cassação. § 1º .por extinção. l) negar-se a demitir Secretário ou dirigente de autarquia. § 2º . nos termos do inciso II e dos parágrafos do artigo anterior. o livre exercício da Câmara Municipal. na vigência do seu mandato. sem autorização da Câmara dos Vereadores.Admitir-se-á a denúncia por qualquer Vereador. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

III . que servirá para fundamentação da mensagem anual do Prefeito. circunstanciado. até 30 dias após respectivo ato de posse. VII .situação dos contratos com permissionárias e concessionárias dos serviços públicos. III . II . acelerar seu andamento ou retirá-los.estado dos contratos de obras e serviços em execução ou apenas formalizados.número de cargos e funções. Art. dos serviços de sua Secretaria e orgãos vinculados. ao assumirem ou deixarem o cargo.medidas necessárias à regularização das contas municipais perante o Tribunal de Contas do Estado.Os Secretários do Município. deverão fazer declaração pública de seus bens. VIII .projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo. informando sobre o que foi realizado e pago.Aos Secretários do Município cabe: I . seu custo. quantidade e orgãos em que estão lotados e em exercício. SEÇÃO VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO Art. 86 .exercer o planejamento. Art.creditícias de qualquer natureza. decretos e regulamentos.prestação de contas de convênios celebrados com organismos da União e do Estado.expedir instruções para a execução das lei. VI . . devendo ser estas transcritas em livro próprio. orientação. bem como sobre o que há por executar e pagar. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município. IV . V . bem como do recebimento de subvenções ou auxílios. 85 . em se fazendo necessário. situação dos servidores do Município. II .apresentar ao Prefeito relatório anual. com os prazos respectivos. relativos à respectiva Secretaria. 84 . coordenação e supervisão dos orgãos e entidades da administração municipal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Prefeito Municipal. para permitir que a nova Administração decida quanto à conveniência de dar-lhes prosseguimento.Os Secretários do Município serão escolhidos dentre brasileiros maiores de 21 anos e no exercício dos direitos políticos. em curso na Câmara Municipal.transferências a serem recebidas da União e do Estado por força de mandamento constitucional ou de convênios.

Na hipótese de a escolha recair em advogados não integrantes . com mais de cinco anos de inscrição. III . ouvido o Conselho de Procuradores.assessoria e consultoria jurídica em matéria de alta indagação do Chefe do Poder Executivo e da Administração em geral. 89 . dentre outras: I . II . pessoalmente. Art.a prestação de informações falsas ou desatendimento.A competência. SEÇÃO VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO Art. os Secretários do Município poderão comparecer à Câmara Municipal ou a qualquer de suas Comissões. Parágrafo Único . órgão permanente.a defesa dos atos e interesses do Município junto ao Tribunal de Contas do Estado. para expor assunto de relevância da Secretária. V . II . no prazo de 20 dias.IV . exercerá.São infrações político-administrativas do Secretários do Município. e iniciativa do Prefeito. a seus subordinados. vinculada diretamente ao Prefeito Municipal. promovendo a unificação da jurisprudência administrativa e zelando pela observância dos princípios da legalidade.A Procuradoria Geral do Município. quando convocados para prestar. 88 .praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas e delegadas pelo Prefeito.a ausência injustificada à Câmara Municipal ou às respectivas Comissões.Independentemente de convocação. Parágrafo Único .delegar atribuições.a representação judicial e extrajudicial do Município e a cobrança de sua dívida ativa. Art. a pedidos escritos de esclarecimentos formulados pela Câmara Municipal.O Procurador-Geral do Município será escolhido dentre advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . privativamente: I . com a função de defesa dos interesses do Município e orientação jurídica da Administração.Seção Amazonas. 87 . 90 . organização e funcionamento da Procuradoria Geral do Município serão estabelecidos em lei específica. informações sobre assunto previamente determinado. integrantes ou não da categoria de Procuradores do Município. Art. por ato expresso. Parágrafo Único .Os Secretários do Município são obrigados a atender à convocação da Câmara Municipal ou à de suas Comissões. legitimidade e moralidade no âmbito da Administração pública municipal.

§ 1º e 135.mandato eletivo.prerrogativas inerentes à advocacia. consultas populares para decidir . 92 . a nomeação dependerá da aprovação prévia da Câmara Municipal. mediante concurso público de provas e títulos. de qualquer órgão da Administração.Aos Procuradores do Município é assegurado: I . por sua livre iniciativa. da Constituição do Estado. esclarecimentos e diligências necessárias ao cumprimento de suas funções.da categoria de Procuradores do Município. e do artigo 83.2003) Art. por solicitação da Câmara ou expresso desejo da população da área interessada. II . com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil. será provido. após dois anos de efetivo exercício no cargo.A organização do Colégio observará: I . impessoalidade e indisponibilidade do interesse público. V . Parágrafo Único .isonomia remuneratória com os cargos e funções essenciais à justiça.03. 91 .estabilidade. SEÇÃO IX DA CONSULTA POPULAR Art. IV . sujeitos apenas aos princípios da legalidade. 39. 93 . podendo requisitar. de 10. seção do Amazonas. vedado a recondução na eleição subseqüente. mediante eleição direta e voto secreto.O cargo de Procurador do Município. informações. privativo de advogado.vencimentos com diferença nunca superior a 10 por cento entre os de uma classe e outra.O Colégio de Procuradores do Município é o órgão superior de consulta e de deliberação coletiva da categoria em matéria de interesse da instituição e da classe. Art.irredutibilidade de vencimentos. nem cinco por cento entre os de classe final e os do Procurador-Geral do Município. VI . pelo voto aberto da maioria simples dos Vereadores. na classe inicial. II . Art.(Redação dada pela Emenda nº 33. nos termos da Constituição da República e do Estado. organizado e realizado pela Procuradoria Geral do Município. moralidade. 94 .O Prefeito poderá realizar.independência funcional. XII. nos termos dos artigos 37.representação paritária entre os integrantes das diferentes classes e entre estes e o chefe da Procuradoria Geral. da Constituição da República. III . não podendo ser demitidos senão mediante decisão judicial passada em julgado.

no bairro ou distrito. em manifestação a que se tenham apresentado. manterão uma Central de Informações ao Público. as autarquias.Poderão ser realizadas. Parágrafo Único . de 05/06/2002) Art. TÍTULO I DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. as sociedades de economia mista e as empresas públicas. 98 . com identificação do título eleitoral. empresas públicas. visando à promoção do bem-estar coletivo. da Constituição do Estado. § 1º . 96 . bem como aos dispositivo constantes do Título III. sociedades de economia mista e fundações instituídas ou mantidas pelo Município terão. 99 . pelo menos. cujas medidas deverão ser tomadas diretamente pela Administração Municipal. Art. observando: Parágrafo Único . 97 .As secretarias e fundações municipais. . Capítulo VII. duas consultas por ano.(Acrescentado através da Emenda nº 28.Os orgãos colegiados das autarquias. aos princípios estabelecidos na Constituição da República. § 2º . indicando. que será considerado como decisão sobre a questão proposta. Art.A consulta popular poderá ser realizada sempre que a maioria absoluta dos membros da Câmara ou. respectivamente. criadas por lei municipal.A Administração Municipal será desenvolvida de forma a garantir a plena execução dos serviços públicos de sua competência.A votação será organizada pelo Poder Executivo no prazo de dois meses após a apresentação da proposta. aprovação ou rejeição da proposta. cinco por cento do eleitorado inscrito no Município. devendo o Governo Municipal adotar as providências legais para sua consecução. no que couber. no máximo.sobre política de desenvolvimento urbano e prestação de serviços essenciais. § 3º . Art. adotando-se cédula oficial.A Administração Pública direta e indireta do Município guardará obediência.A proposta será considerada aprovada se o resultado lhe tiver sido favorável pelo voto da maioria dos eleitores que comparecerem às urnas . bem como as concessionárias do Município. sendo vedada qualquer manifestação fora desse prazo. apresentarem proposição nesse sentido. que conterá as palavras SIM e NÃO. cinqüenta por cento da totalidade dos eleitores envolvidos.O Prefeito proclamará o resultado da consulta popular.A consulta popular será admitida no Município no prazo estabelecido na legislação eleitoral. pelo menos. 95 .

10. de pessoal. entre seus membros.(Alterado pela Emenda nº 16 de 22/10/2001) Art. em atividades que assim o exijam. de que conste o nome do beneficiário. de treinamento.em consonância com o disposto no artigo 37. nas matérias publicitárias pagas pelos cofres do Município e na identificação dos bens do patrimônio municipal. inclusive placas indicativas de obras públicas. Art. a Prefeitura será referida pela designação de Prefeitura Municipal de Manaus. VII . § 1º . VI .Fica criado o Conselho Municipal de Administração Superior com funções normativas. disposição. bem como o uso de artifícios que.o município poderá instituir grupos de trabalho temporário. IV . vedada a sua modificação. 101 . fora desse horário. permitido o seu uso.obrigatoriamente. caracterizem propaganda de pessoas ou partidos políticos. tamanho ou cor das letras. a cada bimestre.o disposto no inciso anterior aplica-se às entidades que recebem auxílios ou subvenções do Município. com duração máxima de seis meses.é vedada a inscrição de nomes de autoridades ou administradores em veículos de propriedade ou a serviço da Administração Pública direta. 102 .94. fica vedada a divulgação de fotografias ou imagens de membros dos Poderes Legislativo e Executivo. desde que disciplinado por ato do Poder Executivo.em matérias publicitárias pagas pelos cofres municipais. Art. indireta e fundacional. pela forma. o brasão do Município e serão utilizados no horário de expediente. nos documentos oficiais. na condição de Presidente. Parágrafo Único . para a execução de atividades especiais. sendo permitida. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 04/94.11. relatório circunstanciado das contribuições efetuadas a pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado. 100 . da Constituição da República.Da composição do Conselho Municipal de Administração Superior participarão: I . tipo e valor. V . disciplinares e deliberativas da administração do Município. apenas a contratação de serviços de profissionais com notórios conhecimentos de que não disponha em seu quadro e vedada a remuneração complementar de servidores municipais que os integrem. Ver.Apenas os titulares dos Poderes Executivo e Legislativo poderão dispor de carros oficiais de representação.Os veículos de propriedade ou a serviço da administração pública direta. rotinas e planejamento interno. bem como dos orgãos da administração direta.O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal.o Prefeito Municipal. III . representante eleito pelos servidores ou empregados. indireta e fundacional. § 1º. COM SUPRESSÃO DO INCISO II. indireta e fundacional terão. salarial. . para esse fim. obrigatoriamente. WASHINGTON RÉGIS. relativas à definição da política organizacional.

§ 4º . funcionamento e provimento das representações serão definidos em Regimento Interno. § 2º.Em relação à remuneração do trabalho noturno será observado: I . da Constituição do Estado. § 1º . VI .A Contribuição mensal relativa aos Sindicatos ou Associações de classe será .o Vice-Prefeito. § 3º . VIII . ao início de cada exercício. II .os Administradores Distritais e Regionais.É assegurado ao servidor da Administração direta.II . fixará o percentual relativo à remuneração de férias dos servidores.o Presidente do Conselho Municipal de Contribuintes.o Procurador-Geral do Município. em relação a seus servidores. III .Ficam assegurados aos servidores municipais os direitos dispostos no artigo 110.os Dirigentes dos orgãos da Administração indireta e fundacional.os Secretários Municipais. o acréscimo a que se refere o inciso anterior será de 25 por cento. das autarquias e fundações públicas o turno único de seis horas diárias de trabalho ininterrupto.O Município. aprovado por Lei.O Poder Executivo.o Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais. respeitado o limite máximo estabelecido pela Constituição da República. IV . VII . guardará obediência ao estabelecido na Constituição da República e atenderá ao que dispõem os artigos 108 a 112 da Constituição do Estado. CAPÍTULO II DOS SERVIDORES PÚBLICOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 2º . V . resguardadas as exceções previstas nesta Lei e respeitada a carga horária profissional.o trabalho executado entre as 18 e 23 horas terá um acréscimo de 10 por cento sobre a remuneração do trabalho diurno. 103 . § 2º .A organização. § 5º .para o trabalho executado entre as 23 horas e seis horas.

deste artigo. com interstício de dois anos. c) para acompanhar o cônjuge. ainda. VIII . prorrogável por mais 60 dias. V. mestrado ou doutorado uma gratificação adicional. II . II .gratificação de tempo integral e dedicação exclusiva ou salário-produtividade.adicional pelo tempo de exercício de cargo ou função de confiança. § 7º . sob pena de sofrer correção monetária. III . e) para exercício de mandato eletivo.descontada em folha de pagamento.dependerá de autorização expressa e específica do servidor. independente de contribuição prevista em lei. respectivamente.A licença à gestante terá a duração de 120 dias. declarando estar amamentando.será repassada à instituição até 72 horas subseqüentes ao seu recolhimento.estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional.salário-produtividade fiscal. f) para tratar de interesses particulares. observado: I . § 6º . a 15. VII . a requerimento da interessada. IV . VI . desde que o curso tenha sido indicado pelo Município e integre área do conhecimento compatível com o interesse municipal.O estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional de que trata o § 7º. correspondendo. sem prejuízo da apuração de responsabilidade da autoridade. garantirá ao servidor com curso de especialização. d) especial. não-cumulativa. . ou com a atividade exercida pelo servidor.adicional por tempo de serviço.além do estabelecido pela Constituição da República e Constituição do Estado. especialmente: I . sendo vedada a concessão de férias ou outro tipo de licença continuada. b) para prestar serviço militar. 30 e 60 por cento do vencimento do servidor.promoção obrigatória para os cargos organizados em carreira. à produtividade no serviço público e à valorização profissional. obedecidos os critérios de antigüidade e merecimento. g) para estudos especializados. V . h) por morte de pessoa da família. as licenças: a) por doença em pessoa da família. § 8º .benefícios de assistência e previdência social estabelecidos no artigo 119 desta lei. aos servidores outros direitos que visem à melhoria de sua condição social.O Estatuto do Servidor Público Municipal garantirá.

§ 3º . insalubre ou perigosa de 100 por cento de seu vencimento. aos quais o Município garantirá os demais direitos estabelecidos na Constituição da República e aplicará as normas da legislação específica.§ 9º . § 12 . não se aplica aos servidores da administração descentralizada.O disposto nos incisos I e II do parágrafo anterior. que garantam o exercício da atividade e a prevenção dos riscos a ela inerentes. cemitérios municipais. § 2º . deste artigo. § 1º. . IV .o fornecimento gratuito e renovado dos equipamentos de uso pessoal. autárquica e fundacional. regidos pelas leis trabalhistas. além dos direitos dispostos neste artigo. vedado o recebimento de gratificações estabelecidas no § 7º. aos servidores ocupantes de cargo fiscal de tributos municipais.O salário-produtividade fiscal. § 10 . I . Art. VII. com turno não-superior a cinco horas ininterruptas.O mesmo princípio do parágrafo anterior aplica-se aos servidores que já ingressarem no serviço público municipal com os cursos previstos para efeito da gratificação adicional. número. destina-se. § 11 .Aos servidores da guarda municipal será concedido o adicional de risco de vida eqüivalente a 50 por cento do seu vencimento. § 1º . 104 . aplica-se aos servidores que exerçam atividades de processamento eletrônico de dados e de radiologia. conforme estabelece o artigo 39.Aos servidores municipais.adicional pelo exercício de atividade penosa.o não-exercício de serviços extraordinários. III . autárquica e fundacional isonomia de vencimentos. que fixará sua denominação.Os cargos públicos serão criados por lei. § 14 . II . o regime jurídico único e planos de carreira de seus servidores da Administração direta. que exerçam atividades nas áreas de limpeza pública.horário de trabalho diferenciado. fica assegurado. deste artigo.O Município estabelecerá em lei.O Município assegurará aos servidores da Administração direta.O disposto no § 7º. simbologia e padrão de vencimento.O Plano de Cargos e Salários será obrigatoriamente revisto de dois em dois anos. desobstrução e reparo de esgotos sanitários e drenagem pluvial. conservação asfáltica das vias públicas. deste artigo.Fica estabelecido o dia 1º de maio como data-base unificada para todos os servidores. da Constituição da República. § 15 . § 13 . na forma da lei. atendendo aos princípios da Constituição da República e do Estado. IV. estabelecido no § 7º.

para efeito de sua adaptação às reais necessidades do serviço público e do mercado de trabalho, ou, excepcionalmente, a qualquer tempo, se circunstâncias conjunturais assim o determinarem, observado, em ambos os casos, o disposto na lei de diretrizes orçamentárias. § 4º - A reposição das perdas salariais ou a concessão de aumento real de salários se farão na mesma data e nos mesmos índices para os servidores de todas as categorias, cargos, empregos e funções. Art. 105 - O Município observará o que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação a investidura em cargo ou emprego público e realização de concursos públicos. § 1º - Na organização dos concursos públicos do Município, participará o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, sendo facultada a convocação de outras instituições interessadas. § 2º - Os concursos públicos para preenchimento de cargos e empregos públicos não poderão ser realizados antes de decorridos 30 dias de encerramento das inscrições, as quais deverão estar abertas por, pelo menos, 15 dias. § 3º - É vedada a fixação, no edital de convocação dos concursos municipais, de vagas cumulativas para profissões assemelhadas. Art. 106 - A contratação por tempo determinado somente será admitida para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos e nos limites estabelecidos em lei ordinária.(Redação dada pela Emenda nº 004/95, de 12.12.96) Art. 107 - O Município proporcionará aos servidores oportunidade de crescimento profissional através de programas de formação, aperfeiçoamento e reciclagem de mãode-obra em caráter permanente. Parágrafo Único - Para atender ao disposto no "caput" deste artigo, fica instituída a Escola de Serviço Público Municipal, com objetivo de: I - efetuar cursos regulares de administração pública; II - proporcionar o treinamento, aperfeiçoamento e reciclagem dos servidores em todas as áreas requeridas pela administração municipal; III - realizar concursos e seleções; IV - firmar convênios com instituições especializadas; V - apoiar e promover a formação de mão-de-obra para o setor de turismo; VI - outros que a lei estabelecer. Art. 108 - Fica assegurado aos servidores estudantes o direito de freqüentar os

respectivos cursos em horas do expediente normal, sem prejuízo de qualquer vantagem, desde que possa haver compensação do horário de trabalho. § 1º - A indicação do horário a que o servidor estiver sujeito será comprovada mediante certidão expedida pela Instituição de Ensino, a requerimento deste. § 2º - Para efeito de recebimento de vencimentos, o servidor será obrigado a apresentar, mensalmente, ao órgão em que estiver lotado, certidão de freqüência expedida pela Instituição em que estiver matriculado. § 3º - É vedada a remoção de servidor para outros locais que o impossibilitem de dar continuidade ao seu curso. Art. 109 - Em relação ao trabalho efetuado na zona rural do Município, será observado: I - garantia ao servidor de adicional de 50 por cento de seu vencimento a título de gratificação de localidade; II - pagamento de passagem e diárias quando o servidor for convocado pela administração a comparecer a órgão do Poder Municipal. Parágrafo Único - Ao servidor que mora na zona urbana e desempenha suas funções na zona rural, é garantido o transporte ao local de trabalho em condições de continuidade, conforto, segurança e higiene. Art. 110 - É passível de punição, inclusive com demissão nos termos da lei, o servidor municipal que, no exercício de suas funções, violar direitos individuais e sociais ou deixar de cumprir o que determina a lei, em prejuízo dos direitos do cidadão. Art. 111 - As disposições de servidor ou empregado para órgão público federal e estadual somente poderão ser efetuadas se o ônus da remuneração for por eles assumido, mantida a vinculado administrativa e assegurados os direitos previdenciários. Art. 112 - O Poder Público reservará dois por cento das vagas nos quadros de pessoal da Administração direta, indireta e fundacional para a ocupação, na forma legal, por portadores de deficiência, respeitadas as exigências funcionais e a qualificação para o cargo ou emprego. Parágrafo Único - Anualmente, por ocasião da mensagem encaminhada à Câmara Municipal, o Poder Executivo apresentará o demonstrativo do cumprimento do disposto no "caput" deste artigo. Art. 113 - O Prefeito e o Secretário ou dirigente de órgão da administração indireta, ao proverem os cargos em comissão e as funções de confiança, deverão observar: I - na administração superior e demais cargos comissionados, preferentemente, por servidores municipais, de carreira técnica ou profissional compatível; II - as funções gratificadas são privativas dos servidores do quadro efetivo.

Art. 114 - O servidor municipal será responsável, civil, criminal e administrativamente, pelos atos que praticar no exercício de cargo ou função. Art. 115 - Em relação aos servidores públicos em exercício de mandato eletivo, o Município observará o que dispõe o art. 38 da Constituição da República. Parágrafo Único - Os servidores mencionados no "caput" deste artigo são inamovíveis, de ofício, pelo tempo de duração de seus mandatos. Art. 116 - É assegurada jornada de trabalho de quatro horas diárias, sem perdas salariais, à servidora pública municipal que, comprovadamente, seja mãe, tutora, criadora ou responsável pela criação, educação e proteção de pessoa portadora de deficiência, considerada dependente sob o ponto de vista sócio-educacional, observado:(Redação dada pela Emenda nº 11 de 17/09/2001) I - nos casos de deficiência mental, em caráter permanente; II - nos casos de deficiência física e sensorial, até que seja atingida a maioridade civil ou a capacitação para o trabalho. § 1º - O estado de deficiência deverá ser comprovado mediante atestado médico, exclusivamente para os fins do "caput" deste artigo. § 2º - Aplica-se o disposto neste artigo ao servidor solteiro ou viúvo.(Redação dada pela Emenda nº 11 de 17/09/2001) Art. 117 - Nenhum servidor ativo ou inativo e pensionista poderá perceber, em qualquer hipótese e sob quaisquer formas ou título, remuneração superior àquela paga ao Prefeito.

SEÇÃO II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

Art. 118 - A assistência e a previdência social serão prestadas pelo Município aos seus servidores ativos ou inativos, dependentes, pensionistas e contribuintes opcionais. Parágrafo Único - São considerados contribuintes opcionais os ocupantes de cargos eletivos e comissionados, cuja contribuição ao órgão previdenciário municipal será facultada durante a permanência no respectivo cargo. Art. 119 - Os benefícios da assistência e da previdência social serão prestados diretamente pelo Município ou através de instituto de previdência ou, ainda, mediante convênios, e corresponderão, dentre outros, na forma da lei, a: I - cobertura integral dos eventos de doenças; II - aposentadoria voluntária, compulsória ou por invalidez permanente;

IV .auxílio-funeral. destinar-se-á ao servidor que possuir filho deficiente físico. VIII .cobertura de tratamento médico-hospitalar fora do Estado. hipótese em que a necessidade será comprovada mediante laudo médico. quando for o caso. § 3º .atendimento de dependentes em creches e pré-escola. § 4º . por morte do segurado. o Instituto de Previdência do Município firmará convênios com centros de saúde reconhecidamente mais desenvolvidos. IX . § 2º . previsto no inciso VII deste artigo. III . § 7º. VII . § 5º . VIII.Ao servidor público municipal acidentado fica assegurado tratamento específico. de que trata o inciso VI deste artigo.seguros. XIII .auxílio-reclusão. mental ou sensorial.pensão aos dependentes.Para o cumprimento do parágrafo anterior.programas habitacionais. salário e função.Integra o benefício previsto no inciso I deste artigo: I . odontológico. II . o setor especializado da previdência municipal atestará a necessidade de acompanhamento pessoal. VI . sem prejuízo do cargo. V . médico.O benefício do auxilio-integração social. X .salário-família. laboratorial e hospitalar local.para efeito do inciso anterior.O benefício do auxílio-funeral.assistência judiciária.empréstimos. de forma a contribuir com os dispêndios para a sua integração na sociedade e corresponderá a 25 por cento do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. XII . XI .atendimento médico convencional e alternativo. desta Lei. ou de ambos. que vise à sua ampla recuperação e reabilitação física. corresponderá a dois valores da remuneração que o servidor deveria perceber no mês do falecimento. .III . § 1º .licenças previstas no artigo 103.auxílio-integração social.

Nenhum segurado ou contribuinte opcional poderá ser afastado de seu cargo ou função antes que tenha sido consultado o órgão da Previdência do Município quanto à sua situação relativa à quitação de empréstimos concedidos e inadimplência no programa habitacional. 120 . 122 . terão tramitação sumária no âmbito da administração. o valor real. em infração políticoadministrativa. no mínimo.§ 6º .fará jus ao benefício de pensão por morte.É reconhecido ao companheiro ou à companheira o direito aos benefícios da previdência social. Art. § 12 .O Município atenderá ao que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação aos servidores aposentados e pensionistas. § 7º . seus proventos e pensões. § 11 . conforme critérios definidos em lei. descontados em folha de pagamento. ou diretamente pelo companheiro ou companheira. mesmo que não haja registro prévio.Autoridade que der causa ao descumprimento do estabelecido no parágrafo anterior terá sua responsabilidade apurada.Nenhum benefício de prestação continuada terá valor inferior a dois salários mínimos. sendo assegurado o seu reajustamento para preservar-lhe. no máximo.Dentre os seguros previstos no inciso IX deste artigo inclui-se o seguro contra acidente de trabalho para servidores que exerçam atividades penosas. § 13 . feito a qualquer tempo pelo próprio servidor. observando: I .É vedada a utilização dos recursos da contribuição previdênciária para a execução dos programas habitacionais e para quaisquer outros objetivos estranhos aos estabelecidos neste artigo. .o registro junto ao Instituto de Previdência poderá ser voluntário.Os processos de aposentadoria e. com prazo máximo de 30 dias para decisão final da autoridade competente. em caráter permanente. serão repassados ao órgão municipal de previdência. § 8º .O benefício previsto no inciso VIII deste artigo corresponderá. mediante comprovação do óbito e da relação conjugal. insalubres ou perigosas. 121 . devendo credenciar-se para esse fim no prazo máximo de três meses da data do evento. § 10 . do Sistema Financeiro da Habitação e outras fontes. especialmente aqueles por invalidez. a 10 por cento do valor do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. § 9º . até 48 horas subseqüentes ao seu recolhimento. inclusive.Os recursos da contribuição previdenciária. que organizará a estrutura necessária para o seu atendimento e atuará para a captação de recursos junto às entidades federais. desde que comprove o seu estado por um prazo mínimo de cinco anos. incorrendo. Art. inclusive do próprio Município. II . sob pena de responsabilidade. Art.A implementação dos programas habitacionais será efetuada através do Instituto Municipal de Previdência.

124 . que.A remuneração do servidor público municipal. a portaria. em decorrência do acidente de trabalho ou doença profissional. . quando competentes para a prática de atos administrativos inerentes ao seu funcionamento. vedadas quaisquer distinções em relação à prestação dos benefícios. IV . 125 . 128 . para que produzam os efeitos regulares.do Prefeito. 129 . deste artigo. expedirão portaria. doença ou acidente. em caráter permanente.As leis e atos administrativos deverão ser publicados em órgão oficial do Município.Os pensionistas e servidores públicos municipais.dos orgãos de deliberação coletiva. Art. Art. privativamente. respeitada a legislação federal pertinente.Para efeito do disposto no artigo 127 desta Lei fica criado o Diário Oficial do Município.Ao servidor público aposentado por invalidez permanente.O Diário Oficial do Município será organizado pela Procuradoria Geral do Município. quando aposentados.Constituem atos de competência: I . Art. II . que utilizará estrutura de que dispõe para tal fim.Art. o decreto. III . a qualquer título constituirá a base de cálculo da contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios. 127 . § 1º . de natureza não-consultiva. para fazer jus aos benefícios estabelecidos nesta Lei. que deu causa a sua invalidez. o memorando e a ordem de serviço.dos Secretários Municipais. Parágrafo Único .O servidor público municipal fica obrigado a apresentar. 126 . CAPÍTULO III DOS ATOS MUNICIPAIS Art.dos titulares dos orgãos de demais níveis. podendo a publicação de atos nãonormativos ser resumida e importando a não-publicação a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável pelo fato. a resolução.Os presidentes dos orgãos referidos no inciso IV. não estarão sujeitos ao pagamento da contribuição previdenciária. do Chefe de Gabinete do Prefeito ou equivalente e dirigentes de órgão da Administração indireta. Subsecretários Municipais. comprovar a necessidade de tratamento médico ou medicamentoso constante e a dificuldade de locomoção em decorrência da moléstia. Art. anualmente. clinicamente. será concedido. 123 . um abono mensal igual aos seus proventos. Art. comprovante do cumprimento do programa de imunização de seus dependentes. ao instituto de previdência.

§ 2º . efetiva ou potencial. ou postos à sua disposição.A impressão do Diário Oficial do Município será efetuada. de serviços públicos específicos e divisíveis. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.os impostos de sua competência. de sistema de previdência e assistência social.fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos.taxas.As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.lançamento dos tributos. II . no órgão oficial do Estado. em benefício destes.contribuição de melhoria. . essencial ao Município. II .A administração tributária é atividade vinculada. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. decorrentes de sua relação com o Município. facultado à administração tributária. § 4º . em razão do exercício regular do poder de polícia. Art. § 1º .As publicações de entidades privadas. 130 . e deverá estar dotada de recursos humanos e materiais necessários ao fiel exercício de suas atribuições.Sempre que possível. em decorrência de obras públicas.§ 2º . com objetivo de cumprir o disposto neste artigo. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. preferentemente.É vedado ao Município constituir estrutura gráfica que incorra em custos adicionais. identificar. § 3º .contribuição cobrada de seu servidores. III . principalmente no que se refere a: I . para custeio. o patrimônio. IV . CAPÍTULO IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.cadastramento dos contribuintes e das atividades econômicas. prestados ao contribuinte. bem como dos órgãos da Administração direta. III . 131 . deverão ser feitas no Diário Oficial do Município.O Município poderá instituir: I . ou pela utilização. indireta e fundacional e do Poder Legislativo.

§ 3º . Parágrafo Único . com formação nas áreas de conhecimento fiscal e tributário.A atualização da base de cálculo do imposto municipal sobre serviços de qualquer natureza. devendo ser aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e fixada por decreto do Prefeito Municipal. II .adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. obedecerá aos índices oficiais de atualização monetária e poderá ser realizada mensalmente. a atualização poderá ser feita mensalmente até esse limite. V . Art. cobrado de autônomos e sociedade civis. § 1º . § 5º . indicados da seguinte forma: I . em grau de recurso. Art. a atualização da base de cálculo dos tributos municipais.IV . § 4º . poderá ser realizada mensalmente.O fator de permissão edílica constituí ítem obrigatório para fins de cálculo do valor para pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana - .inscrição dos inadimplentes em dívida ativa e respectiva cobrança amigável ou encaminhamento para cobrança judicial.A base de cálculo do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana IPTU . e 50 por cento restantes. § 2º . periodicamente. antes do término do exercício. observados os seguintes critérios: I . serão indicados pelo Prefeito. indicados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.A atualização da base de cálculo das taxas decorrentes do exercício do poder de polícia municipal obedecerá à variação do valor real do custo dos serviços prestados ao contribuinte. designado pelo Prefeito.quando a variação de custos for inferior ou igual aos índices oficiais de atualização monetária.os contribuintes serão indicados por entidades representativas de categorias econômicas e profissionais. 132 .quando a variação de custos for superior àqueles índices. II .A atualização da base de cálculo das taxas de serviços levará em consideração a variação de custos dos serviços prestados ao contribuinte ou colocados à sua disposição. 133 .A presidência do Conselho será exercida por um dos representantes do Município.O Prefeito Municipal promoverá. ficando o percentual restante para ser atualizado por lei que deverá entrar em vigor antes do início do exercício subseqüente.O Município manterá o Conselho Municipal de Contribuintes.será atualizada anualmente. constituído paritariamente por servidores municipais e por contribuintes.50 por cento dos servidores municipais. com atribuição de decidir. objeto de reclamações. sobre lançamentos e demais questões tributárias.

SEÇÃO II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR Art. "a".Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. VI . ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. II . por meio de tributos.estabelecer diferença tributária entre bens e serviços.instituir impostos sobre: a) patrimônio.estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. de qualquer natureza. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. c) patrimônio. renda e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. III . e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. § 1º . proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.A vedação do inciso VII.IPTU. sem fins lucrativos. 134 . periódicos e o papel destinado a sua impressão. no que se refere ao patrimônio. VII . renda ou serviços do Estado. atendidos os requisitos da lei.utilizar tributo com efeito de confisco.cobrar tributos: a) em relação a fatos ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. "a". inclusive suas fundações. IV . em razão de sua procedência ou destino. das entidades sindicais dos trabalhadores. à renda e aos serviços. renda ou serviços dos partidos políticos. nem exonera o . § 2º . b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. do Distrito Federal e da União. b) templos de qualquer culto. d) livros. títulos ou direitos.As vedações do inciso VII.exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. das instituições de educação e de assistência social. V . é vedado ao Município: I . jornais.

Compete ao Município instituir imposto sobre: I . IV . a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. por ato oneroso. pinturas e acréscimos do imóvel. dependerá de autorização legislativa.(Incisos alterados pela Emenda nº 003/99. § 5º . II . SEÇÃO III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO Art. compreendem somente o patrimônio. "b" e "c" . desde que tenha sido atendido o disposto inciso I deste parágrafo.Quando se tratar de acréscimo do templo.As vedações expressas no inciso VII. § 3º .A exigência do caput deste artigo é necessária para que o setor competente faça a inspeção adequada. no prazo de 08 dias. bem como a dispensa de correção monetária nos débitos dos contribuintes inadimplentes. I . § 4º . § 7º . III . ficando seus responsáveis obrigados a comunicar ao setor competente da Prefeitura sobre tal execução. por . a qualquer título.A concessão de isenção. para fins de lançamento no cadastro da Prefeitura.A concessão de isenção e de anistia de tributos municipais. não o fazendo ficam os templos com o livre arbítrio para iniciar os trabalhos a serem executados. anistia ou moratória não gera direito adquirido e será revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiário não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições.propriedade predial e territorial urbana.Ficam isentos de taxas e outros encargos os templos religiosos que efetuarem melhorias em calçadas. 135 .promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativo ao bem imóvel. este ficará obrigado a apresentar a respectiva planta junto ao setor competente do Município. de bens imóveis. II .A remissão de créditos tributários somente poderá ocorrer nos casos de calamidade pública ou notória pobreza do contribuinte.Estes melhoramentos independem de concessão de licenças por parte da Prefeitura.transmissão "inter vivos". de 10 de agosto de 1999) § 6º . aprovada por maioria de dois terços dos Membros da Câmara Municipal. devendo a lei que a autorize ser aprovada por maioria de dois terços dos membros da Câmara Municipal. construção de muros. não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para sua concessão.

exceto óleo diesel. responderá. de imóvel para sua residência.a fixação das alíquotas máximas dos impostos previstos nos incisos III E IV deste artigo. não compreendidos no artigo 155. I. emprego ou função. qualquer que seja seu cargo. § 2º . ou por decisão proferida em processo regular de fiscalização. IV . SEÇÃO IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS . cisco ou extinção de pessoas jurídicas. b) a aquisição. sobre as exportações de serviços para o exterior. criminal e administrativamente. nos termos de lei municipal. "b".O imposto de que trata o inciso II deste artigo não incide sobre: a) a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio da pessoa jurídica em realização de capital. da Constituição da República. incorporação. II . a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos.O imposto previsto no inciso I deste artigo será progressivo. e independentemente do vínculo que possuir com o Município. taxas.Ocorrendo a decadência do direito de constituir o crédito tributário. exceto os de garantia. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão. Art. contribuição de melhoria e multas de qualquer natureza.serviços de qualquer natureza. bem como cessão de direitos a sua aquisição. abrir-se-á processo administrativo disciplinar para apurar as responsabilidades.Obedecerão ao que dispuser lei complementar federal: I . por servidor público municipal. e de direitos reais sobre imóveis. deste artigo. § 3º . 137 . III . pela prescrição ou decadência ocorrida sob sua responsabilidade. Parágrafo Único . § 1º . de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade. na forma da lei. nesses casos. os definidos em lei complementar federal.A autoridade municipal.natureza ou acessão física. 136 . cumprindo-lhe indenizar o Município do valor dos créditos prescritos ou não-lançados. com prazo de pagamento fixado pela legislação. desde que não possua outro. ou a prescrição da ação de cobrá-lo. salvo se. civil. decorrentes de infrações à legislação tributária.venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos.É de responsabilidade do órgão competente da Prefeitura Municipal a inscrição em dívida ativa dos créditos provenientes de impostos. Art. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.a exclusão da incidência do imposto previsto no inciso IV.

O Poder Executivo dará ampla publicidade e divulgará.70 por cento da arrecadação conforme a origem do imposto a que se refere o art. 141 . bem como em que foram gastos.50 por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. acionará a Procuradoria Geral do Município para que apresente reclamação junto ao Estado. VII . incidente sobre o ouro. na forma do que dispõe o artigo 20.50 por cento do produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. § 1º.o produto de arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. da Constituição do Estado. no prazo de 30 dias após sua publicação. os montantes de cada um dos tributos arrecadados e os recursos recebidos. V .Art. Art. VII .ICMs. II. por suas autarquias e pelas fundações que instituir ou mantiver. § 3º. Art. previsto no art. incidente na fonte. 140 .De conformidade com o estabelecido no artigo 148. V. 138 . os prazos e os critérios previstos em lei e. havendo discordância no que for estabelecido. 159. da Constituição da República. I. relativamente aos imóveis nele situados. sobre rendimentos pagos a qualquer título. 153.a respectiva cota no Fundo de Participação dos Municípios. nos termos do art. VIII . CAPÍTULO V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Art. III . quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. 159. e seu § 5º. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. 139 . II . relativos à exportação de produtos industrializados. por ele. da Constituição da República.A Secretaria respectiva examinará a base de cálculo. IV . é garantido ao Município apresentar reclamações sobre o índice de participação no produto da arrecadação do imposto sobre circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte e comunicações . "b" .25 por cento dos recursos recebidos pelo Estado.Pertence ao Município: I .participação no resultado de exploração de petróleo ou gás natural. da Constituição da República. Parágrafo Único .25 por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal de comunicações.Para obter o ressarcimento da prestação de serviços de natureza comercial ou . de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e outros recursos minerais. da Constituição da República.

ou de sua atuação na organização ou exploração de atividades econômicas. serão processados. indireta e fundacional. 143 . 144 .A. SEÇÃO II DOS ORÇAMENTOS Art.Nas operações de crédito realizadas pelo Município. contribuições e demais receitas do Município e dos orgãos vinculados à Administração direta.A arrecadação de impostos. Banco da Amazônia S. Banco do Brasil S.A. bem como os respectivos pagamentos a terceiros. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República. II .Lei Municipal estabelecerá outros critérios para fixação de preços.os orçamentos anuais. Banco do Brasil S.Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I . pelo Banco oficial do Estado.. 147 . Parágrafo Único . em lei complementar federal e estadual. o Município poderá cobrar preços públicos. Art.A Lei Municipal disporá sobre finanças públicas. e Caixa Econômica Federal. Art.as diretrizes orçamentárias. III . e Caixa Econômica Federal.industrial. no Banco Oficial do Estado. objetivos e metas para as ações municipais de execução plurianual. obrigatoriamente. Banco da Amazônia S. com exclusividade. taxas. obrigatoriamente. § 1º . o foro para a decisão de qualquer litígio será o de Manaus. Art.Os preços devidos pela utilização de bens e serviços municipais deverão ser fixados de modo a cobrir os custos dos respectivos serviços e ser reajustados quando se tornarem deficitários.O plano plurianual compreenderá: I . 145 . da Câmara Municipal de Manaus.A. 146 . Art.o plano plurianual..A. 142 .As disponibilidades de caixa da Prefeitura Municipal. CAPÍTULO VI DAS FINANÇAS PÚBLICAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.diretrizes. dos orgãos da Administração direta e indireta e das empresas controladas pelo Município serão depositadas. .

.orientações para a elaboração da lei orçamentária anual. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. quer de orgãos da Administração direta. com as respectivas metas. III . abrangendo todas as entidades e orgãos a ela vinculados. incluindo os seus fundos especiais. respectivamente.o orçamento de investimentos das empresas em que o Município. pelas unidades governamentais da Administração direta ou indireta. IV .o orçamento da seguridade social.gastos com a execução de programas de duração continuada. criação de cargos ou alterações de estrutura de carreiras. IV .as projeções das receitas e despesas para o exercício financeiro subseqüente. evidenciando os programas e políticas do Governo Municipal. aqui incluídas as renúncias fiscais a qualquer título.Os planos e programas municipais de execução plurianual ou anual serão elaborados em consonância com o plano plurianual e com as diretrizes orçamentárias.o orçamento fiscal referente aos Poderes do Município.Os orçamentos previstos no § 3º deste artigo serão compatibilizados com o plano plurianual e as diretrizes orçamentárias.os orçamentos das entidades de Administração indireta. e apreciados pela Câmara. bem como a demissão de pessoal. da Administração direta ou indireta. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. § 4º . ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. VII .investimentos de execução plurianual.autorização para a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração.os ajustamentos do plano plurianual. II .os critérios para distribuição setorial de recursos. estimando as receitas do Tesouro Municipal efetivas e potenciais.as disposições sobre as alterações na legislação tributária. § 3º . direta ou indiretamente. detenha a maioria do capital social com direito a voto. quer da Administração indireta. III .O orçamento anual compreenderá: I . V .II . decorrentes de uma reavaliação da realidade econômica. VI .as prioridades da Administração Pública Municipal. § 5º . a qualquer título. inclusive as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. § 2º . III .As diretrizes orçamentárias compreenderão: I . II .

aprovados pela Câmara Municipal por maioria absoluta.a abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. . no ensino rural e na educação especial. II .a vinculação de receita de tributos e transferências estaduais e federais a órgão. não incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito.A lei orçamentária anual assegurará. ainda que por antecipação da receita. na educação infantil. VI . ressalvada a destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino.§ 6º .(Redação dada pela Emenda nº 02/2000.São vedados: I . bem como de demonstrativo referente à aplicação dos recursos orçamentários na manutenção e desenvolvimento do ensino. os prazos.o início de programas ou projetos não-incluídos no orçamento anual. saneamento básico e fomento à pesquisa científica e tecnológica.a concessão ou utilização de créditos ilimitados. de 29. seguridade social.a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários originais ou adicionais. V .A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação de despesa.dispuser sobre o exercício financeiro. § 9º . subsídios e benefícios de natureza financeira. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. decorrente de isenções. recursos para programas de educação.O Município guardará observância à legislação federal e estadual que: I . § 8º . agricultura. anistias. IV . II . remissões. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais. bem como condições para instituição e funcionamento de fundos.estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta.03. SEÇÃO III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS Art. cultura.a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital. fundo ou despesa e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. prioritariamente. 148 . nos termos da lei.O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo do efeito sobre as receitas e despesas. a vigência.2000) § 7º . III . elaboração e organização do plano plurianual.

§ 2º .A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. reaberto nos limites de seus saldos. Art. os órgãos da Administração indireta e as .Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias. sem autorização legislativa específica. só poderão ser feitas: I .A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. bem como a admissão de pessoal a qualquer título. poderá ser indicado sem prévia inclusão no plano plurianual.VII . de recursos dos orçamentos fiscais e da seguridade social para suprir necessidades ou cobrir déficit de empresas. X . 149 .A despesa com pessoal ativo e inativo do Município não poderá exceder os limites estabelecidos em lei federal. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. II . IX . ser-lhe-ão entregues até o dia 20 de cada mês. suficiente para atender às projeções de despesas de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. § 1º . ressalvadas as empresas públicas e sociedades de economia mista que não dependam de receita orçamentária do Município para fazer face às despesas de pessoal.a transposição.a autorga de mandato procuratório para receber valores pertencentes ao Município. o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra. exceto aos auxiliares diretos do Prefeito e servidores municipais. a criação de cargos ou alteração de estruturas de carreiras. destinados ao Legislativo. sem prévia autorização legislativa. 150 .a instituição de fundos especiais de qualquer natureza. § 1º . VIII . ou sem lei que autorize. indireta.se houver prévia dotação orçamentária.a utilização. ou de um órgão para outro.se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. sem prévia autorização legislativa.a realização de operação externa ou interna de natureza financeira. fundações e fundos especiais. pelos órgãos e entidades da Administração direta. compreendidos os créditos suplementares e especiais.Os Poderes Legislativo e Executivo. caso em que. § 3º . XI . na forma de lei complementar federal. Art.Os créditos adicionais especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados.Sob pena de infração político-administrativa. sem prévia autorização legislativa. como as decorrentes de calamidade pública. cuja execução ultrapasse um exercício financeiro. § 2º . desde que constem as especificações de prazo e objetivo. nenhum investimento.

indiquem os recursos necessários.examinar e emitir parecer sobre os planos e programas municipais e setoriais previstos nesta Lei Orgânica e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária. bem como o número de funcionários. b) serviço da dívida. § 8º.sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões. na forma do Regimento Interno. § 2º . pelo Plenário da Câmara Municipal. SEÇÃO IV DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTÁRIOS Art.examinar e emitir parecer sobre os projetos de plano plurianual. às diretrizes orçamentárias. ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei. § 4º . ao orçamento anual e aos créditos adicionais suplementares e especiais serão enviados pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo. desta Lei.sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. § 3º . § 5º .As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.O Prefeito poderá enviar mensagem à Câmara Municipal para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação. . orçamento anual e sobre as contas do Município apresentadas anualmente pelo Prefeito. que sobre elas emitirá parecer. na Comissão permanente. nos termos da legislação a que se refere o artigo 147.empresas controladas pelo Município publicarão. diretrizes orçamentárias.Caberá à Comissão permanente da Câmara Municipal: I . sem prejuízo da atuação das demais Comissões do Poder Legislativo.Os projetos de lei relativos ao plano plurianual. 151 . da parte cuja alteração é proposta. § 1º . o valor global da despesa com pessoal ativo.As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que modifiquem somente poderão ser aprovadas caso: I .As emendas serão apresentadas na Comissão permanente. a cada bimestre. II . e apreciadas. excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus cargos. II . III . admitidos apenas os provenientes de anulação de despesas.

O Prefeito Municipal fará publicar. 156 . para ocorrer às despesas miúdas de pronto pagamento. transferidas e outras. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual. Art.A contabilidade do Município obedecerá. transferências e transposições de recursos de uma categoria de programação para outra. Art. nas autarquias e nas fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. com prévia e específica autorização legislativa. 155 . § 7º .A execução do orçamento do Município se refletirá na obtenção das suas receitas próprias. que conterá as características já determinadas nas normas gerais de Direito Financeiro. Art. . será emitido documento Nota de Empenho. 158 . suplementares. Art. 153 .pelos remanejamentos. SEÇÃO V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA Art. conforme o caso. definidas em lei.§ 6º .As receitas e despesas orçamentárias serão movimentadas através de caixa único.As alterações orçamentárias durante o exercício.Poderá ser constituído regime de adiantamento em cada uma das unidades da Administração direta. no que não contraria o disposto nesta Seção. ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados. Art. observado sempre o princípio do equilíbrio. relatório resumido da execução orçamentária. especiais e extraordinários. observado o disposto no artigo 148 desta Lei. 157 . representar-se-ão: I . as demais normas relativas ao processo legislativo. regularmente instituído. aos princípios fundamentais de contabilidade e às normas estabelecidas na legislação pertinente.pelos créditos adicionais. até 30 dias após o encerramento de cada bimestre. bem como na utilização das dotações consignadas às despesas para a execução dos programas nele determinados.Os recursos que.Aplicam-se aos projetos referidos neste artigo. mediante abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais. 152 .Na efetivação dos empenhos sobre as dotações fixadas para cada despesa. em decorrência de veto. na organização do seu sistema administrativo e informativo e nos seus procedimentos. SEÇÃO VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL Art. 154 . II .

O serviço de contabilidade será organizado de forma a assegurar.o conhecimento da composição patrimonial.a determinação dos custos dos serviços. § 3º. Art. de todos quantos. entre outros: I . 159 .Demonstração contábeis. administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados.O serviço de contabilidade fará o controle contábil dos direitos e obrigações. SEÇÃO VII DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. 161 . encaminhará ao Tribunal de Contas do Estado as contas municipais referentes ao exercício anterior. IV . Art.o levantamento do balanço e dos quadros demonstrativos e a interpretação dos resultados econômicos. § 2º . 160 .A Câmara Municipal terá sua própria contabilidade. das autarquias e das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. III . até 30 de abril de cada exercício. orçamentárias e financeiras consolidadas dos órgãos da Administração direta.O Prefeito Municipal.notas explicativas às demonstrações de que trata este artigo. de ajustes e contratos em que a Administração for parte.§ 1º . efetuem despesas. II . IV . . perante a Fazenda Municipal.A contabilidade da Câmara Municipal encaminhará as suas demonstrasses até o dia 15 do mês subsequente.demonstrações contábeis. para fins de incorporação à contabilidade central na Prefeitura. da Constituição do Estado.Ressalvado o disposto no artigo anterior. Parágrafo Único . as contas Municipais serão compostas de.relatório de que trata o artigo 26 desta Lei. arrecadem receitas. observando o artigo 127.o conhecimento da situação. orçamentárias e financeiras da Administração direta e indireta. dos fundos especiais. III .o acompanhamento da execução orçamentária.demonstração contábeis. entre outros: I . V . de qualquer modo. orçamentárias e financeiras consolidadas das empresas municipais. V . inclusive dos fundos especiais e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. II .

Compete ao Prefeito Municipal a administração dos bens municipais.Os responsáveis pelo controle interno. sistema de controle interno que vise à execução da auditoria prévia dos atos administrativos praticados em cada exercício. 165 . II . no seu âmbito. Art. 163 .Todos os bens municipais deverão ser cadastrados. avais e garantias. contidos nos artigos 37. CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS Art. no que couber. segundo o que for estabelecido em regulamento.quando se tratar de imóveis. e obedecerá às seguintes normas: I . será sempre precedida de avaliação. da Constituição da República. 38. subordinada à existência de interesse público devidamente justificado. bem como da aplicação de recursos públicos municipais por entidades de direito privado. respeitada a competência da Câmara quanto àqueles empregados nos serviços desta. financeira e patrimonial nas entidades da administração municipal. III .a avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual e a execução dos programas de governo.Os Poderes Executivo e Legislativo manterão.exercer o controle dos empréstimos e financiamentos. ilegal ou de ofensa aos princípios da Administração Pública. que se dispensará nos seguintes casos: .A alienação de bens municipais. 41. com a identidade respectiva. 40.o sistema de controle interno dos dois Poderes deverá. observar. sob pena de responsabilidade solidária. ao tomarem conhecimento de qualquer ocorrência irregular. 167 . Art. dependerá de autorização legislativa e será submetida à licitação pública.a comprovação da legalidade e a avaliação dos resultados quanto à eficácia e eficiência da gestão orçamentária. Art. 39. deles darão ciência ao Tribunal de Contas do Estado. e 42. 162 .SEÇÃO VIII DO CONTROLE INTERNO Art. 164 .Constituem patrimônio do Município seus direitos. 166 . bem como dos direitos ehaveres do Município. observado comprovadamente o preço de mercado. bens móveis e imóveis e as rendas provenientes do exercício das atividades de sua competência e da exploração dos seus serviços. Art. entre outros: I . Parágrafo Único . ações.

permuta ou desapropriação dependerá de prévia avaliação. inexigível esta se as necessidades de instalação e localização condicionarem a escolha. autorização legislativa e licitação. 170 . c) ações. aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. resultados de obras públicas. mediante direito de preferência. que será dispensada nos seguintes casos: a) doação. sob pena de nulidade do ato. considerando o melhor preço do mercado.A afetação e a desafetação de bens de uso comum do povo dependerá de lei específica. previamente. 168 . b) permuta.quando se tratar de móveis.O Município. ao promover programas habitacionais populares sob a forma de doação de lotes urbanizados em áreas de seu patrimônio. Parágrafo Único . independente de autorização legislativa. ou terá aceito o seu pedido de exoneração ou rescisão. deverá submeter. em decorrência da aprovação de loteamentos.A venda aos proprietários de imóveis lindeiros de áreas urbanas remanescentes e inaproveitáveis para edificação. sem que os órgãos responsáveis pelo controle financeiro e pelos bens patrimoniais da Prefeitura ou da Câmara atestem que o mesmo devolveu os bens móveis do Município que estavam sob sua guarda. sob pena de nulidade do ato. o prazo de seu cumprimento. Art.O uso de bens municipais por terceiros será regulamentado por lei específica. respeitado o princípio licitatório. dependerá de licitação pública. Art. há pelo menos um ano. de que deverão constar os encargos do donatário. exonerado.A aquisição de bens imóveis por compra. os imóveis que venham sendo utilizados há mais de cinco anos. b) permuta. § 2º . 172 . II . III . permitida exclusivamente para fins de interesse social. a cláusula de reversão para os casos de desvio de finalidades ou de nãorealização.A concessão administrativa dos bens municipais de uso especial e dominiais dependerá de lei e de licitação e far-se-á mediante contrato por prazo determinado. e que . 171 . Art. transferido.a) doações. 169 . dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa.Nenhum servidor ou empregado será dispensado. quer sejam aproveitadas ou não. desde que o interessado não possua outro. que somente poderão ser efetuadas às entidades de direito público e às instituições de assistência social. não poderão ter destinação diversa da especificada no projeto. Art. declaradas de utilidade pública. § 1º .As áreas transferidas ao Município. com autorização do Poder Legislativo. e as áreas resultantes de alinhamento serão alienadas nas mesmas condições. mediante contrato. Art. que serão vendidas em Bolsas de Valores. sob pena de responsabilidade político-administrativa. o projeto à aprovação da Câmara Municipal.poderão ser alienados.

Art. . a entidades assistências declaradas de utilidade pública. prestar serviços públicos.O Município.Os serviços permitidos ou concedidos ficarão sempre sujeitos à regulamentação e fiscalização da Administração Municipal.os prazos para o seu início e término. V .a indicação dos recursos financeiros para o atendimento das respectivas despesas. sua conveniência e oportunidade para o interesse público. IV . contra o extravio ou danos de bens municipais. há pelo menos um ano. 177 .Serão nulas de pleno direito as permissões e concessões para a exploração de serviços públicos feitas em desacordo com o estabelecido neste artigo. Art. guardou.o respectivo projeto. precedido de licitação e na forma de lei específica. bem como realizar obras públicas.A Procuradoria Geral do Município será obrigada. sob qualquer forma. § 1º . salvo os casos de extrema urgência.Nenhuma obra pública. CAPÍTULO VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Art.É de responsabilidade do Município. Parágrafo Único . 176 . 173 . § 2º . será licitada e realizada sem que conste: I . gerenciou ou administrou. independentemente de despacho de qualquer autoridade. devidamente justificados. Art.A permissão ou a concessão de serviço público somente será efetivada com autorização da Câmara Municipal e mediante contrato. a abrir inquérito administrativo e a propor a competente ação civil e penal contra qualquer servidor. podendo contratá-las com particulares através de procedimento licitatório. 175 . 174 . mediante licitação e de conformidade com os interesses e necessidades da população.prestou contas de dinheiros e valores públicos que utilizou. II . sempre que forem apresentadas denúncias. Art. quando o uso se destinar a concessionária de serviço público. diretamente ou sob regime de permissão ou concessão.A licitação poderá ser dispensada por lei. III . preferentemente à venda ou doação de bens imóveis.a viabilidade do empreendimento. arrecadou. ou verificar-se relevante interesse público. mediante autorização legislativa e licitação. devidamente justificado.o orçamento de seu custo. concederá direito real de uso.

planos e programas de expansão dos serviços.mecanismos para atenção de pedidos e reclamações dos usuários. inclusive para apuração de danos causados a terceiros. V . ainda. em especial. serão estabelecidos.revisão da base de cálculo dos custos operacionais. entre outros: I . o Município observará. 181 . II . 178 .nível de atendimento da população em termos de quantidade e qualidade. no Conselho de Administração das entidades referidas no "caput" deste artigo. a aplicação de recursos financeiros. Parágrafo Único . eleito entre seus pares. uma vez por ano.os direitos dos usuários. 179 . sob a forma de tarifas ou de taxas. informando.as regras para orientar a revisão periódica das bases de cálculo dos custos . II .A mesma obrigação impõe-se às entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. ainda: I . que divulgarão. V . bem como os limites exigidos para o capital social das empresas não devem ser inferiores aos da concessão. Art. bem como permitir a fiscalização pelo Município.Na prestação indireta de serviços públicos. III .Nos contratos de permissão ou concessão de serviços públicos. IV .Os usuários estarão representados nas entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. a dar ampla divulgação de suas atividades.as normas que possam comprovar eficiência no atendimento do interesse público.Art. Art. adequado e acessível.estabelecimento de penalidades diferenciadas. inclusive as hipóteses de gratuidade.política tarifária. III .A representação dos usuários se fará através da participação de Conselheiro Distrital. de modo a manter o serviço contínuo. assegurando-se sua participação em decisões relativas a: I . sobre planos de expansão e realização de programas de trabalho. IV . 180 .as regras para a fixação da remuneração dos serviços prestados.As empresas permissionárias ou concessionárias de serviços públicos são obrigadas. II .os prazos mínimos e máximos da permissão. Parágrafo Único .as regras para a remuneração do capital e para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. Art.

Não havendo a renovação contratual. Art. fica estabelecida a obrigatoriedade de apresentação ao Poder concedente. ainda que estipulada em contrato anterior.As licitações para a permissão ou concessão de serviços públicos deverão ser precedidas de ampla publicidade. a operadora obriga-se a manter a operação dos serviços até 120 dias depois do vencimento do pacto. 183 . principalmente as que visem à dominação do mercado. VI . assegurados todos os direitos.por manifesta deficiência do serviço a que a concessionária der causa. o Município reprimirá qualquer forma de abuso do poder econômico.Nos contratos de permissão e concessão. quando o valor do contrato ou o interesse público justificar.Para a rescisão do contrato. 185 .Vencido o prazo contratual dos serviços e atendidas as condições de idoneidade econômico-financeira da operadora.A rescisão da permissão ou concessão poderá ocorrer: I . 186 . 187 .É dispensável a licitação para o atendimento de estado de cáos urbano e calamidade pública. em igual prazo. quando devidamente comprovada a responsabilidade da empresa. obrigando-se o Poder Público a licitar. 120 dias antes do pacto contratual e independente de licitação pública. a Administração Municipal procederá previamente com: . V . Art. do balanço financeiropatrimonial. o contrato poderá ser renovado por igual prazo mediante manifestação do interesse do executante.por suspensão do serviço a qualquer título.0 Poder concedente poderá modificar ou ampliar os serviços em área de influência operacional de permissionária ou concessionária.por extinção da pessoa jurídica permissionária ou concessionária.Na permissão ou concessão de serviços públicos. IV . III . Art. 182 . § 2º .por renúncia nos termos contratuais.as condições de prazo. Art. vantagens e obrigações do tempo de vigência pactual. os serviços a ele referentes. na forma definida pela administração. inclusive na imprensa nacional. de conformidade com os incisos IV e V deste artigo. Art. que será encaminhado à Câmara Municipal.por decretação de falência transitada em julgado. prorrogação. § 1º . II . expressamente. mediante edital ou comunicado resumido. Parágrafo Único .operacionais e da remuneração da capital. à exploração monopolística e ao aumento abusivo de lucros. Art. que gerem colapso público e notório no serviço ou em parte dele. 184 . rescisão e reversão da permissão ou concessão. até 30 de junho de cada ano. caducidade.

Cabe ao Município avaliar a oportunidade de manutenção da permissão ou concessão nos casos de: I . ao Município. tipo ônibus. Art. para o restabelecimento da normalidade da prestação do serviço. restrita à administração operacional. com o inteiro teor do processo constituído para esse fim. § 2º .I .transferência de propriedades de qualquer forma. com antecedência de 30 dias em caso de reincidência ocorrida até um ano da data do final da intervenção. no caso dos serviços com contrato de permissão ou concessão. especificamente. 190 . por ato próprio do Poder Executivo e remetida à Câmara Municipal. III . III . à instrumentalização da empresa para a prestação do serviço. computar-se-ão. por prazo de até 90 dias. § 1º . II . Art. 189 . para fins de análise e homologação. Parágrafo Único . .pelo Prefeito.pelo Prefeito.A empresa permissionária ou concessionária comunicará.As tarifas ou taxas dos serviços públicos serão fixadas: I . o órgão municipal competente encaminhará ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico todas as informações necessárias à definição das tarifas ou taxas.notificação de rescisão. permitida pela legislação pertinente. que deverá manifestar-se no prazo máximo de 15 dias. mediante comunicação e com justa indenização nos termos contratuais. II . as reservas para depreciação e reposição dos equipamentos e instalações.incorporação de empresas. alterar e rescindir contratos de permissão ou concessão se o interesse público o exigir. 191 .A administração poderá modificar.Na hipótese do inciso II deste artigo. previamente.fusão de empresas. Art. II . no caso de serviços prestados diretamente pelo Município. será fixada.notificação expressa da deficiência e prazo de até 90 dias para regularização.Na formação do custo dos serviços de natureza industrial. com prazo de 30 dias para regularização. no prazo máximo de 72 horas.A tarifa dos transportes coletivos urbanos. aqui incluído o ressarcimento dos compromissos relativos aos contratos firmados até a data da comunicação e que se destinarem. Art.intervenção. após a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.notificação e multa nos termos contratuais nos casos de reincidência ou em que perdure a causa inicial. 188 . preliminar e obrigatoriamente. além das despesas operacionais e administrativas. IV . bem como a remuneração do capital.

II . destinando-se. § 2º . II e III. deverá o . e. este deverá promover nova fixação. educativa e filantrópica. 194 . nos consórcios. caberá ao Poder Legislativo fixá-la no prazo de cinco dias.Ao transporte público individual fica liberada a opção de contratar diretamente os serviços de publicidade de que trata este artigo.os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de limpeza pública. 192 . devidamente publicada no Diário Oficial do Município.A tarifa fixada na forma do "caput" deste artigo só entrará em vigor após a homologação do Poder Legislativo. à recuperação e conservação das vias públicas de uso do sistema e construção e manutenção dos pontos de captação de passageiros.§ 1º . Art. deste artigo. para propaganda pessoal de autoridade ou político-partidária. § 1º .os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de transporte coletivo urbano e especial. constituído por cidadãos não-pertencentes ao serviço público municipal.O Município manterá a publicidade comercial. § 4º . resguardadas a área destinada à identificação institucional do veículo e as normas de segurança.Os contratos de publicidade serão firmados exclusivamente com o Município. através do órgão municipal de administração de transportes urbanos.A publicidade de que trata o "caput" deste artigo obedecerá. e os recursos provenientes se incorporarão ao Fundo de Desenvolvimento Urbano. Art.É vedado o uso de meios estabelecidos nos incisos I. visando à prestação física do bem e à não-promoção da agressão visual. a seguir. quando lhe faltarem recursos técnicos ou financeiros para execução do serviço em padrões adequados. § 2º .Ao Município é facultado conveniar com a União ou com o Estado a prestação de serviços de sua competência privativa.O Município poderá consorciar-se com outros Municípios para o fomento às atividades econômicas e à realização de obras ou prestação de serviço públicos de interesse comum. não sendo homologada a nova tarifa. 193 . Art.Não havendo homologação e persistindo as razões que originaram o ato do Poder Executivo. no prazo de 72 horas. III . as formalidades do "caput" deste artigo. exclusivamente. ou quando houver interesse mútuo para celebração do convênio. § 3º .os pontos de captação de passageiros. necessariamente. Parágrafo Único . cumprindo. aos padrões técnicos estabelecidos pelo órgão contratante.O Município deverá propiciar meios para criação. de órgão consultivo. usando como meios: I . Parágrafo Único .Na celebração de convênios de que trata este artigo.

Art.Nos distritos haverá um Conselho Distrital composto por cinco Conselheiros eleitos pela respectiva população e um Administrador Distrital.A instalação de distrito novo se dará com a posse do Administrador Distrital e dos Conselheiros Distritais perante o Prefeito e a Câmara Municipal. dos secretários do Município. a qual deliberará. .O voto para Conselheiro Distrital não será obrigatório. 198 . 197 .O Prefeito comunicará aos órgãos competentes. Parágrafo Único . as autoridades mencionadas no "caput" deste artigo. admitida a recondução. do vice-prefeito.propor critérios para fixação de tarifas ou taxas. 196 .(Parágrafo acrescido pela Emenda nº 05/92 de 04 de setembro de 1992) CAPÍTULO IX DOS DISTRITOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.A criação pelo Município de entidade da Administração indireta para execução de obras ou prestação de serviços públicos só será permitida caso a entidade possa assegurar sua auto-sustentação financeira.A investidura do Administrador Distrital dependerá da homologação prévia da Câmara Municipal. Art. até o segundo grau.propor os planos de expansão dos serviços públicos. § 1º . dentro de cinco dias do recebimento da indicação do Prefeito. para os devidos fins. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos. 199 .Município: I . de 10/10/2001) Parágrafo Único . sendo admitida a sua destituição por igual número de votos. II . do prefeito.É vedado ao município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedora de tributos municipais. em conjunto. a instalação do Distrito.Incorrem na mesma redação as empresas às quais tenham pertencido.realizar avaliação periódica da prestação dos serviços. nos 12 meses anteriores à sua posse no cargo. Art. 195 . estes últimos no âmbito de suas respectivas secretarias. Art. como sócios.(Redação dada pela Emenda nº 15/2001. observado o disposto nesta Lei Orgânica. III . cabendo à Câmara Municipal adotar as providências necessárias à sua realização. de âmbito federal e estadual. Parágrafo Único . pelo voto da maioria simples de seus integrantes.A eleição dos Conselheiros Distritais e de seus respectivos suplentes ocorrerá de dois em dois anos. obrigatoriamente.

eleito por seus pares.§ 2º . § 8º .A função do Conselheiro Distrital constitui serviço público relevante e será exercida gratuitamente. a eleição dos Conselheiros Distritais será realizada 90 dias após a expedição da lei de criação.Servirá de secretário um dos Conselheiros. § 5º .Os Conselheiros Distritais. ordinariamente. que não terá direito a voto. Art.As reuniões do Conselho Distrital serão presididas pelo Administrador Distrital. § 6º . e. extraordinariamente. proferirão o seguinte juramento: "Prometo cumprir dignamente o mandato a mim confiado. independente de filiação partidária. § 3º . com aproveitamento obrigatório e exclusivo de servidores . 200 .A posse dos Conselheiros Distritais e do Administrador Distrital se dará dez dias após a divulgação dos resultados da eleição. observando a Constituição da República.O Decreto Legislativo referido no parágrafo anterior só poderá ser modificado até um ano antes das eleições dos Conselheiros Distritais. nos dias estabelecidos em seu Regimento Interno. a Constituição do Estado.Os serviços administrativos do Conselho Distrital serão providos pela Administração Distrital. por meio de Decreto Legislativo.A mudança de residência para fora do distrito implicará a perda do mandato de Conselheiro Distrital. 202 . coleta de votos e apuração dos resultados. § 7º .O mandato dos Conselheiros Distritais terminará quando da posse dos novos Conselheiros. trabalhando pelo engrandecimento do distrito que represento".O Conselho Distrital se reunirá. § 2º .A Câmara Municipal editará.Qualquer eleitor residente no distrito onde se realizar a eleição poderá candidatarse ao Conselho Distrital. cabendo à Câmara Municipal regulamentá-la na forma do parágrafo 5º deste artigo. § 3º . por convocação do Prefeito Municipal ou Administrador Distrital. pelo menos uma vez por mês. a Lei Orgânica e as leis.Quando se tratar de distrito novo. § 1º . as instruções para inscrição de candidatos. quando de sua posse. Art. § 4º . SEÇÃO II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS Art. tomando suas deliberações por maioria de votos. 201 .

IV .fiscalizar as repartições municipais no distrito e a qualidade dos serviços prestados pela Administração Distrital. V .executar e fazer executar.O Administrador Distrital terá a remuneração que for fixada na legislação municipal.Criado o distrito. e encaminhar reclamações e pleitos. II .prestar as informações que lhe forem solicitadas pelo Governo Municipal. desde que residente no distrito. § 5º .O Regimento Interno do Conselho Distrital será publicado no Diário Oficial do Município. obrigatoriamente. Art.coordenar e supervisionar os serviços públicos distritais de acordo com o que for . representações e recursos de habitantes do distrito. II .Nos casos de licença oficialmente comunicada ou vaga do membro do Conselho Distrital. com a colaboração do Administrador Distrital e da população. as leis e demais atos emanados dos Poderes competentes. qualquer cidadão.Compete ao Conselho Distrital: I . 206 . Art. a proposta de trabalho anual do distrito e encaminhá-la ao Prefeito nos prazos fixados por este. Art.representar ao Prefeito ou a Câmara Municipal sobre qualquer assunto de interesse do distrito.dar parecer sobre reclamações. 205 .elaborar. SEÇÃO III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL Art.opinar. VII . § 4º . fica o Prefeito Municipal autorizado a criar o respectivo cargo de Administrador Distrital. Parágrafo Único . encaminhando-o ao Poder competente. VI .colaborar com a administração distrital na prestação dos serviços públicos.Nas reuniões do Conselho Distrital. na parte que lhe couber. 204 . sobre a proposta de plano plurianual no que concerne ao distrito.públicos. será convocado o respectivo suplente. na forma que dispuser o Regimento Interno do Conselho.Compete ao Administrador Distrital: I . antes de seu envio pelo Prefeito à Câmara Municipal. III . no prazo de 10 dias. 203 . poderá usar da palavra.

propor ao Prefeito Municipal a lotação e a remoção dos servidores na Administração Distrital. III . saneamento. III . cultura e reorganização urbanas. CAPÍTULO X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. natural.promover a guarda e manutenção dos bens públicos municipais localizados no distrito.prestar contas das importâncias recebidas para fazer face às despesas da Administração Distrital. observadas as normas legais. as peculiaridades e as culturas locais e preservado o seu patrimônio ambiental. diretrizes e metas para a ação municipal. técnicos e humanos disponíveis. Art. VII . 207 . planos e programas setoriais.complementariedade e integração das políticas. V . executores e representantes da sociedade civil participem do debate sobre os problemas locais e alternativas a fim de enfrentá-los.eficiência e eficácia na utilização dos recursos financeiros. Parágrafo Único . técnicos de planejamento. IV . propiciando que autoridades. visando a promover o desenvolvimento do Município. cultural e construído.presidir as reuniões do Conselho Distrital.democracia e transparência no acesso às informações disponíveis. 209 . a realização plena de seu potencial econômico e a redução das desigualdades sociais no acesso aos bens e serviços.O planejamento municipal se orientará pelos seguintes princípios básicos: I . II . buscando conciliar interesses e solucionar conflitos. .O processo de planejamento municipal deverá considerar os aspectos técnicos e políticos envolvidos na fixação de objetivos. com ênfase para educação. VI . saúde.O Governo Municipal manterá processo permanente de planejamento. Art. VIII . respeitadas as vocações. trabalho.O desenvolvimento do Município terá por objetivo o homem. o bem-estar da população e a melhoria da prestação dos serviços públicos municipais.solicitar ao Prefeito as providências necessárias à boa administração do distrito.executar outras atividades que lhe forem atribuídas pelo Prefeito Municipal e pela legislação municipal.estabelecido nas leis e regulamentos. 208 .

(Parágrafo alterado pela Emenda nº 10 de 17/09/2001) Art. 212 .instalação de todas as obras de infra-estrutura física e de serviços. avaliadas. 213 . de bairros ou de distritos. II . além dos estudos e levantamento de natureza geográfica. 131 da Constituição do Estado.Os instrumentos de planejamento municipal mencionados no artigo anterior deverão incorporar as propostas constantes dos planos e programas setoriais do Município. em conjunto com o Estado.A população do Município. Parágrafo Único . observados o disposto no art. antropológica e econômica. poderá ter a iniciativa da indicação de programas ou projetos de interesse específico da cidade. Art.O Município.O Executivo Municipal. 210 .O Governo Municipal cuidará para que a execução dos seus planos e programas tenham acompanhamento e avaliação permanentes. III . além do disposto no artigo 133. industriais e de serviços. cinco por cento de seu eleitorado.plano plurianual integrado. Art. territorial e outras informações relativas às atividades comerciais. II . IV . na implantação de novos núcleos populacionais. dadas as suas implicações para o desenvolvimento local. deverá. Art. 211 . diagnóstico físico. destinando-se a serviço de suporte para as ações de planejamento. a partir do interesse social da solução e dos benefícios públicos.viabilidade técnica e econômica das proposições. de modo a garantir o seu êxito e assegurar sua continuidade no horizonte de tempo necessário.lei de diretrizes orçamentárias. .orçamento anual. promoverá a execução do zoneamento sócio-econômico e ecológico de seu território.respeito e adequação à realidade local e regional em consonância com os planos e programas estaduais e federais existentes.IV . observar: I . Parágrafo Único . através da manifestação de. entre outros.O planejamento das atividades do Governo Municipal obedecerá às diretrizes deste Capítulo e será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada. de mecanismos e instrumentos de apoio às atividades econômicas.plano diretor. dos seguintes instrumentos: I . adotando-o como instrumento norteador do uso e ocupação do solo urbano e rural e da utilização racional de seus recursos naturais. da Constituição do Estado. Parágrafo Único .Fica o Poder Público obrigado a manter banco de dados com estatística. V . pelo menos.as disposições e pressupostos do zoneamento a que se refere o "caput" deste artigo.

216 . § 2º . a fim de receber sugestões quanto à oportunidade e estabelecimento de prioridades das medidas propostas. Art. entende-se como associação representativa qualquer grupo organizado. água tratada. energia. § 1º . justiça. o Poder Executivo. abastecimento. educação. antes de encaminhá-los à Câmara Municipal. por todos os meios ao seu alcance. que tenha legitimidade para representar seus filiados. histórico e cultural. 214 . TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS CAPÍTULO I DA POLÍTICA URBANA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Parágrafo Único . Parágrafo Único . ressalvadas as identidades culturais.A política urbana tem por objetivo a ordenação do pleno desenvolvimento das funções satisfatórias de qualidade de vida e bem-estar de seus habitantes. saneamento básico. ambiente sadio e preservação do patrimônio ambiental. 218 . de fins lícitos.SEÇÃO II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES PLANEJAMENTO MUNICIPAL Art. . vias de circulação em perfeito estado.O Município buscará. Art. limpeza pública. informação. segurança.As funções sociais são compreendidas como os direitos de todos os cidadãos relativos a acesso à moradia. 217 . transporte público.Para assegurar a plena efetividade das funções urbanas.O Município submeterá à apreciação das associações. a cooperação das associações representativas no planejamento municipal. lazer. comunicação.Os projetos de que trata este artigo ficarão à disposição das associações durante 30 dias. do orçamento anual e do plano diretor. saúde.Para fins deste artigo. independentemente de seus objetivos ou natureza jurídica.As funções econômicas da cidade dizem respeito à estrutura e infra-estrutura física e de serviços necessários ao exercício das atividades produtivas. Art. 215 . os projetos de lei do plano plurianual.A convocação das entidades mencionadas neste capítulo se fará por todos os meios à disposição do Governo Municipal. antes das datas fixadas para a sua remessa à Câmara Municipal.

além do disposto no "caput" deste artigo.no meio urbano.(Redação dada pela Emenda nº 30. instalação de equipamentos coletivos. da Constituição do Estado.o direito a títulos definitivos ou de concessão de direito real de uso não será reconhecido ao mesmo beneficiário por mais de uma vez. II.o Prefeito de Manaus. observando: I . Art.O Município deverá promover todas as ações relativas ao levantamento. que se dará mediante títulos definitivos e de concessão de direito real de uso. além de outros que a lei estipular. §§ 3º e 4º. ou representante por ele designado. I. o constante no artigo 182. expressas no Plano Diretor e em legislação específica relativa ao uso do solo e dos imóveis. da Constituição da República. na forma da lei.início imediato de processo de transferência de lotes. e o zoneamento sócio-econômico-ecológico.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. membro da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico. II . a assentamento de população de baixa renda. 219 .01 (um) Vereador da Câmara Municipal de Manaus.no meio rural.A propriedade pública ou particular urbana cumprirá sua função atendendo às exigências da ordenação da cidade. §§ 1º. arrecadação. áreas verdes ou de recreação. tributários. III . serviços e ordenação do espaço urbano. código de obras e proteção do patrimônio cultural.poderá utilizar e propor instrumentos jurídicos. observado o disposto nos artigos 188 da Constituição da República. financeiros e de controle do uso e ocupação do solo urbano. 221 . Art. reservas e áreas de preservação permanente e instalação de equipamentos coletivos. devolutas ou não. discriminação. no mínimo de 250 metros e no máximo de mil metros quadrados para área urbana e até 25 hectares para a área rural. e 134 da Constituição do Estado. matrícula e registro de todas as suas terras. de 19/02/2003) . com funções normativas. § 1º . na condição de Presidente. §§ 3º e 4º. disciplinares e deliberativas sobre as questões relativas aos sistemas. 220 .Dentro dos limites territoriais do Município.Da composição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano participarão: I . histórico e ambiental. Parágrafo Único . obedecidos os critérios de indivisibilidade e de intransferibilidade antes de decorrido o prazo de 10 anos. II . Parágrafo Único . programas e projetos de assentamento e colonização .Deverá ser observado em relação à propriedade urbana. 2º. Art. e artigo 138.e III. as terras devolutas e áreas públicas desocupadas ou subutilizadas se destinarão. II .será mantido um cadastro atualizado da situação das terras públicas urbanas e rurais. prioritariamente: I .

224 .Será estimulada a formação de cooperativas.Fica extinto o atual Conselho de Zoneamento. e incorporadas ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano suas atribuições. condomínios de habitação. e com trabalho imediato de urbanização e saneamento do igarapé objeto do programa. programas de construção de moradias. funcionamento e provimento das representações relativas ao § 1º.01 (um) representante do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Amazonas. de 10 de novembro de 1994) Art. 223 . V . orla fluvial e zonas alagadiças.01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Município de Manaus.01 (um) representante do Instituto Municipal de Planejamento Urbano e Informática. ainda. obrigando-se ao controle. aprovado por ato do Chefe do Poder Executivo. VI .01 (um) representante da Procuradoria Geral do Município de Manaus. por permissão ou concessão.(Redação dada pela Emenda nº 03/94. de melhorias das condições habitacionais.A forma de reorganização. com prioridade. de forma isolada.01 (um) um representante do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Município de Manaus. IV .Terão prevalência os programas habitacionais que visem à erradicação de situações de miséria absoluta e submoradias. e seus incisos. deste artigo. associações. IX . a exploração de cemitérios particulares. obrigada a demolição das casas objeto de permuta. assegurando sempre a compatibilidade de padrões ao meio ambiente saudável e à dignidade humana. 222 . fiscalização e emissão de normas gerais de funcionamento.Os programas destinados à retirada das famílias. como forma de viabilizar o acesso da população à casa própria. em conjunto com o Estado ou com a União ou. Saneamento Básico e Serviços Públicos. Art. deverão ser dirigidos. para áreas específicas e tornadas públicas. § 3º . onde se inclua. principalmente as que se localizem em baixadas. Art.O Município. § 1º . bem como a utilização de sistemas de autoconstrução. margens de igarapés. ocupantes das margens de igarapés. § 2º . lotes urbanizados e de saneamento básico. o Poder Executivo poderá contratar.01 (um) um representante da Empresa Municipal de Urbanização. § 2º . VIII . .III . VII . isoladamente.01 (um) representante da Secretaria Municipal de Obras.Mediante concorrência pública. promoverá. órgão integrante da estrutura do Poder Executivo. será definida em Regimento Interno.

Fixação de normas sobre zoneamento. § 2º . indicação visível das quadras e números de registros dos túmulos. quando comprovada a carência do usuário. que integram o Plano Diretor. alojamento para trabalhadores. para as quais será exigido aproveitamento adequado nos termos previstos nas Constituições da República e do Estado e nas leis específicas. parcelamentos. é o instrumento básico da política urbana a ser executada pelo Município.Constituem-se em ítens. Art. inclusive para uso público. Art.O Serviço Funerário Municipal será prestado. Art.O Plano Diretor deverá ser elaborado com a participação das entidades representativas da comunidade diretamente interessada. 228 . a partir do PLAMAN. a serem obrigatoriamente observados no Processo do Planejamento Urbano: I . SEÇÃO II DO PLANEJAMENTO URBANO Art.O Plano Diretor definirá as áreas especiais de interesse social. regular e gratuitamente. uso expansão e ocupação do solo. § 1º . dentre outros. e inclui atestado de óbito.dentre outros. permitidos ou concedidos pelo Poder Público. 227 . sepultamento e expedição de documentos de propriedade quando for o caso. loteamentos. urna funerária. econômico. pelo menos. II . Art. áreas . Parágrafo Único . pelo Poder Público. área reservada para atos religiosos populares. através dos postos de atendimento nos próprios cemitérios. inclusive aerofotogamétrico e cadastral. isenção de taxas públicas. transporte. procedendo-se. § 3º . o impedimento à discriminação de qualquer natureza e a majoração indisciplinada de taxas. urbanístico. histórico e ambiental. os estudos com vistas à definição do plano diretor se pautarão considerando como texto de referência Plano de Desenvolvimento Local Integrado. aprovado por dois terços dos integrantes da Câmara Municipal. instalações administrativas.Para efeito do que trata o artigo anterior e seus parágrafos. contemplando áreas destinadas às atividades econômicas.A obrigatoriedade de revisão dos princípios e levantamentos.estabelecimento das áreas destinadas à construção de moradia popular definição das áreas para produção de hortifrutigranjeiros.A prestação do presente serviço para fins de simplificação poderá ser feita por empresas comerciais contratadas regularmente. estão obrigados a dispor de. 225 . instalações sanitárias. 226 . 229 . certidão. às designações e atualizações necessárias em função do que estabelece esta Lei. respeitará a periodicidade de dez anos.O Plano Diretor. capela ecumênica.Todos os cemitérios públicos ou particulares.

é incumbência da empresa construtora e objeto de fiscalização para fins de liberação de "habite-se". por terceiros. praças e logradouros. V . poderão ser submetidos a referendo. § 2º . sempre que necessário. risco sanitário ou ambiental. diretamente. de área urbana que será destinada à implementação do programa de construção de moradia popular ou a outro fim constante do plano diretor.definição e manutenção de sistemas de limpeza pública. Art. pela Prefeitura.A requerimento de um número mínimo de 100 moradores para as ruas e mil para bairros.residenciais. elaborado segundo as normas técnicas e legais a que se ajuste cada caso. praças e demais logradouros de uso comum do povo antes da vigência desta Lei. § 3º . por interesse social. Art.O Poder Público Municipal.A execução das obras públicas municipais poderá ser realizada. indiretamente. mediante lei. reserva e preservação de áreas verdes. ecológico e turístico.definição dos gabaritos máximos para as construções em cada área ou zona urbana. dentro dos limites municipais. Art. descentralização administrativa e atuação executiva da Prefeitura. poderá realizar desapropriação.delimitação. áreas históricas e reservadas para fins especiais. de lazer. os projetos de conjuntos habitacionais serão encaminhados com memorial descritivo e planta de situação ao Poder Legislativo.A realização de obras. Parágrafo Único . tratamento e disposição final do lixo. III . dependerá de autorização prévia do órgão competente da Prefeitura e deverá sempre ser precedida de apresentação de projeto. Art. abrangendo os aspectos de coleta. para fins de denominação prévia de ruas.Para efeito de planejamento. no que tange ao gerenciamento.A identificação das vias públicas de que trata o presente artigo e a numeração dos imóveis. por suas autarquias e entidades paraestatais e. § 1º . Capítulo IX desta Lei. desconcentrado urbana.Adotar-se-ão para as Regiões Administrativas. as leis que modificarem denominação de bairros. áreas verdes. vias públicas. reservas de interesse urbanístico. IV . as normas definidas para os Distritos. o espaço urbano será integrado de Regiões Administrativas. 230 . 23l . cultura e desporto.Quando da aprovação para fins de edificação. mediante licitação. bem como áreas de preservação permanente.proibição de construções em áreas de saturação urbana. 232 . VI . de caráter obrigatório. objeto do Título IV. com vistas a restauração dos antigos nomes. 233 . .

75. o Poder Executivo Municipal deverá priorizar a construção e implantação dos serviços administrativos municipais. Av. Visconde de Mauá. Art.Fica estabelecido que o gabarito máximo a ser admitido na área compreendida pelo Sítio Histórico e de em torno dos prédios.Os subcentros integrantes da área urbana da cidade obedecerão à classificação hierárquica.Os tipos de equipamentos que deverão integrar cada subcentro. creche. § 2º . inclusive as de patrocínio oficial. Frei José dos Inocentes. em toda a sua extensão. e. que aprova o Plano de Desenvolvimento Local Integrado da Cidade de Manaus .05. § 3º . posto de saúde. objeto de proteção especial. área para microempresas. ressalvado o que se relaciona aos tamanhos ali especificados. monumentos ou logradouros com características a serem preservadas. devendo ser orientadas as ações do Município para viabilizar a infra-estrutura adequada.A área do Tarumã/Ponta Negra fica designada como Região Turística de Manaus. no máximo. na forma do artigo 342 desta Lei é de. . § 1º . que deverão ser objetos de ajustamento quanto à revisão do citado Plano.Terão prioridades na instalação dos equipamentos urbanos. circunvizinha ao imóvel tombado como patrimônio histórico. é de vinte e um metros. são os mesmos constantes do § 2º. posto de serviço funerário. a serem regulamentados por lei. por qualquer das esferas administrativas. de 02. § 4º . inclusive Porto Flutuante de Manaus. Almirante Tamandaré. o Município se empenhará com vistas à instalação de serviços e estrutura hierarquizadas. área para atividades comerciais. área para feira itinerante e área para desenvolvimento de atividades ambulantes.75. de 23. Lauro Cavalcante e Governador Vitório.Para fins de implantação imediata das Regiões Administrativas. escola de ensino fundamental.A partir da data da promulgação desta Lei não serão concedidas licenças para construção habitacional de qualquer natureza em áreas de risco. contados a partir do solo.05. 30 metros. com base nos estudos de zoneamento.Considerar-se-á como "em torno" uma área mínima de 300 metros. que aprovou o Plano de Desenvolvimento Local Integrado de Manaus. Praças Torquato Tapajós. Art. 236 . 235 . necessários à dotação mínima de uma Região Administrativa.PLAMAN. para área compreendida pelo Centro Antigo tombado. D.Com relação ao ambiente construído e implantação de agrupamentos urbanos e de infra-estrutura social e econômica. do artigo 23 da Lei nº 1213. 15 de Novembro e Pedro II. observado o aspecto hierárquico de cada um. § 1º . Ruas da Instalação. da Lei nº 1213.Art. 237 . a partir do que se estabelece nos §§ 3º e 4º deste artigo. objeto do artigo 23. 234 . Art. Joaquim Nabuco. centro livre de recreação e criação artística-cultural. § 2º . maternidade.Tem-se por Sítio Histórico da cidade o trecho compreendido entre a Avenida Sete de Setembro até a orla do Rio Negro. essenciais dessas unidades.O. Bernardo Ramos. Henrique Antony.

podendo este ser suspenso caso não apresente as condições básicas de segurança aos operários. a empresa ficará sujeita à fiscalização continuada. Art. dotados de infra-estrutura básica e servidos por transporte coletivo. será alvo de permissão especial. tecnicamente. ao órgão de planejamento urbano da municipalidade. ou seja. SEÇÃO III DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Art. ainda. projetos comunitários e associativos de construção de habitação e serviços. projetos e intervenções em serviços urbanos. principalmente saneamento básico.ampliar o acesso dos munícipes a lotes mínimos. com referência à ocupação do solo urbano. sistema de esgotamento de água pluviais.O Município se obrigará a manter uma reserva de terras para atender às necessidades de construção de novos equipamentos urbanos em áreas de ocupação de interesse social.estimular e assistir. com validade para todos os lotes incluídos na área urbana da sede do Município.A existência. Art. ser construídos agregadamente. III . telecomunicações.O Poder Executivo.multa de 10. § 2º .§ 5º . nas seguintes penalidades. Art. respeitados todos os parâmetros de legislação específica. II . para fins de compatibilização e aprovação. § 1º . na área de jurisdição regional. se possível.000 a 100. 238 . de qualquer equipamento urbano. formando Centros Administrativos. passíveis de urbanização. 241 . distribuição de energia e distribuição de gás. salvo se por justificação de demanda. após autorização prévia do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano.A Ação do Município. área Construída até o dobro da metragem do terreno.000 UFMs. considerará como Coeficiente de Aproveitamento Máximo dos Terrenos . . todos os planos. deverá orientar-se para: I .Qualquer área construída acima do permitido pelo CAMT. mediante a correspondência de pagamento do excedente.Deverão ser submetidos. para fins de ordenamento do uso do solo urbano. dispensará o Município da construção de equipamento similar. 239 . a preço fixado pelo mesmo Conselho.CAMT o fator dois.Os agrupamentos devem. regularizar e titular as áreas ocupadas por população de baixa renda. 240 . incorrendo.Após o alvará para a execução de obra. expedida pelo Poder Executivo. § 6º . independente de sua propriedade e instância administrativa. I .urbanizar.

V . § 1º.resultados de aplicação.cobrança das contribuições de melhorias. condomínios ou prédios habitacionais acima de quarenta e oito unidades. § 1º. III . § . § 3º . VI . para aplicação exclusiva em estrutura e infra-estrutura urbanas.recurso de que trata o artigo 192. calculadas com base em indexador oficial a partir de seu ingresso no Banco Oficial do Estado. § 2º . desta Lei. conjuntos residenciais e condomínios ou edificações isoladas.Incorrerá em crime de responsabilidade a destinação dos recursos do Fundo sem autorização expressa do Conselho e para outra finalidade que não a prevista neste artigo. energia e esgotos. desta Lei.cancelamento do alvará.recurso do orçamento do Município. Art. além dos recursos previstos no "caput" deste artigo. pela iniciativa particular ou pública. Parágrafo Único .Para concessão do "habite-se" a prédios.O Município poderá delegar ao Corpo de Bombeiros e a órgãos oficiais prestadores de serviços de água. a destinação obrigatória de áreas verdes para a prática de esportes e recreação. a ser regulamentado em lei. IV .3º . II . 243 . 244 . de conjuntos.transferência do Estado e da União.Para fins de cumprimento do que se estabelece neste artigo. energia e esgoto a fiscalização de obras com poder de embargo. Art. sendo sempre obrigatória a sua comprovação.Integrarão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. previsto anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias. verbas provenientes das seguintes origens: I .A administração do Fundo será operacionalizada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e seu agenciamento financeiro será do Banco Oficial do Estado. o Poder Executivo Municipal fica obrigado a requisitar do interessado a liberação formal dos órgãos prestadores de serviços público de água. a fiscalização será executada por iniciativa do Poder Executivo ou por provocação de denúncia.Inclui-se entre as condicionantes à concessão de licenças para a construção. constituirão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. Art.outras fontes internas e externas. § 1º .empréstimos ou doações de entidades. VII . 242 .Os recursos originários de cobrança de que trata o artigo 241. com o objetivo de constatar a fidelidade das plantas relativas à .II .

bem como oficinas montadoras ou desmontadoras de veículos de qualquer porte ou natureza em áreas caracteristicamente residenciais. e no artigo 253 da Constituição do Estado. Art.proceder o disciplinamento e fiscalização do uso das vias de circulação no espaço municipal. pedestres e animais. Art. SEÇÃO IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS Art. em particular.A contar da promulgação da presente Lei. na área compreendida entre a Rua Leonardo Malcher e Rio Negro. constituindo-se sua oprecionalização em atividades de caráter essencial de interesse público. 247 . 246 . de 19/02/2003) Art. II .Ficam proibidas as autorizações para instalação de supermercados. subordinam-se ao respeito e preservação da vida.Na defesa e garantia do direito constitucional ao transporte ao cidadão.Na edificação de praças.incêndio e pânico e instalação de infra-estrutura. Art. 245 . 251 . educativa e de repressão. com especialidade a humana. pessoas e animais em seu território e exercer a ação normativa.Os sistemas viários e de transportes coletivos.Para o cumprimento do que determina o presente artigo. 250 . 249 .Não serão permitidas garagens de coletivos. muros e fachadas das casas.organizar. os imóveis de residência coletiva ou empreendimentos comerciais de grande porte só poderão obter "habite-se" se contiverem instalações próprias de tratamento de esgoto e águas pluviais. especialmente dentro do perímetro do Sítio Histórico. interessado deverá comprovar a contratação da manutenção do sistema de esgotos com companhia especializada.O Município isentará de cobrança de taxas e emolumentos e até estimulará reformas nas calçadas. atuará no sentido de:(Redação dada pela Emenda nº 23. observado o disposto no artigo 178 da Constituição da República.(Redação dada pela Emenda nº 31.viabilizar a efetivação do direito ao transporte à população. calçadas e locais públicos de lazer e de prática desportiva. de veículos pesados ou similares. Art. o Poder Público impedirá qualquer barreira que dificulte o acesso e a locomoção do portador de deficiência. autuando e aplicando as . do trabalhador. 248 . em geral. Igarapé de São Raimundo e Igarapé do Mestre Chico. respeitadas as instâncias de competência da União. dirigir e fiscalizar o trânsito de veículos. e à proteção do patrimônio público. de 06/03/2002) I . III . o Município. Parágrafo Único . e do trânsito de veículos. Art.

as vias que constituem corredores estruturais. pessoas e animais. (*) Modificado pela Emenda nº 22. em utilização ou a ser implementado. de 06/03/2002 Art. o gerenciamento e a operação de suas variantes. respeitadas as peculiaridades locais e as legislações estadual e municipal específicas.O Município não poderá delegar a outros. § 2º .Para atendimento dos fins a que se destina. tais como balsas. os sistemas municipais viário e de transportes coletivos urbanos de passageiros atenderão à orientação da política nacional dos transportes e do desenvolvimento urbano. estatigráfica e semafórica.a rede de acostamento e ponto de parada das linhas urbanas. de 10/10/2001) Parágrafo Único .(Redação dada pela Emenda nº 14/2001. conforme estabelece o artigo 30.as vias públicas de uso comum aos diversos tipos de veículos.a estrutura operacional. II .Integram o inciso IV deste artigo os transportes coletivos urbanos de passageiros.O transporte urbano e o trânsito de veículos. cabendo-lhe. V . da Constituição da República. inclusive a sinalização indicativa.os transportes coletivos públicos e privados.a infra-estrutura viária. entendidos esses os terrestres. bondes. § 1º . vias alimentadoras e vias exclusivas de ônibus da rede de transporte público de passageiros. a organização. no exercício regular do poder de Polícia de Trânsito.o transporte público individual de passageiros. Incisos I e V. 252 . estabelecimento e parada prevista na legislação de trânsito.as calçadas.A infra-estrutura viária abrange: I . e os fluviais. II . Art. pedestres e animais são da competência do Município. além de outras modalidades. 254 .Os sistemas Municipal viário e de transportes coletivos compreendem: I . exclusivamente. IV . .o trânsito de veículos. administração e gestão do sistema de transporte urbano. Art.medidas administrativas cabíveis e arrecadando as multas por infrações à circulação. III . o planejamento. barcos de passageiros como transporte opcional de caráter urbano. 253 .as unidades de conexão modal e intermodal. tais como ônibus. calçadões ou trechos intermediários de proteção aos pedestres. VI . sob qualquer expediente. IV . metrôs de superfície. III .

e tem por objetivos: I .terminais intermediários de embarque. linhas. fiscalizar e disciplinar.As unidades de conexão modal ou intermodal são constituídas por: I . II . § 4º .a circulação de veículos que atendam aos requisitos de segurança veicular estabelecidos pelo CONTRAN. a operação. § 1º . vistoria de veículos. é o Poder concedente e permissor ou órgão de gerência municipal do sistema. o controle e a fiscalização de programas de aperfeiçoamento de motoristas e pedestres. dos veículos e dos condutores. com vistas à reciclagem contínua de padrões comportamentais adequados à economia.(Redação dada pela Emenda nº 24 de 06/05/02) Art. inclusive entre subsistemas. o controle e a fiscalização dos serviços e dos terminais. paradas e terminais.pontos e terminais de embarque e desembarque.a adoção de medidas legais de prevenção e repressão aos infratores do trânsito. IV .a coleta. em integração com as representações comunitárias e classistas interessadas no setor. II . V . III .estacionamentos integrados ao sistema de transportes coletivos. rotas. devendo operar. as questões relativas a horários.A estrutura operacional compreende os equipamentos.A estrutura operacional do trânsito urbano compreende os equipamentos.O Município. fluidez e segurança do trânsito. à fluidez e à segurança viária. 256 . na forma constitucional. visando à identificação e correção de óbices. Capítulo VIII. § 6º . 255 . através da fiscalização ostensiva das vias.A permissão e concessão de serviços de transportes coletivos se subordinarão ao que dispõe o Título IV. a operação. desembarques e transbordo. ainda que cobertas por toldos ou similares. III . § 2º .Não se admitirá o transporte de pessoas em carrocerias. o controle e a fiscalização dos serviços pertinentes.Integra o inciso V deste artigo o transporte de passageiros em veículos de aluguel.a funcionalidade do sistema viário em condições de proporcionar aos usuários economia.O Poder Público. na área de atribuição do município de Manaus. Art.§ 3º . desta Lei. o pessoal. a taxímetro e especial. itinerários. para a prestação de serviços de transporte público.o planejamento. o tratamento e a análise de dados estatísticos relativos aos acidentes de trânsito. § 5º . fará obedecer os seguintes princípios básicos: . fluidez e segurança em seus deslocamentos.

VII . em especial.prioridade a pedestres e usuários dos serviços. acesso às pessoas portadoras de deficiências físicas e dificuldade de locomoção e a mulheres em estado de gravidez. fiscalização e avaliação dos serviços de que trata esta Seção. horário. ou por via de representação comunitária. pré-vestibulandos. freqüência de viagens. higiene e a preço justo. IV .I .participação paritária das entidades representativas dos usuários. mediante critérios estabelecidos pelo órgão Municipal competente. IV . em condições de segurança. desde que não acarretem risco ou incômodo aos demais passageiros.(Redação dada pela Emenda nº 05/2000.dispor de transporte coletivo.proteção ambiental contra a poluição atmosférica. III . de 09/05/2000.propor medidas que objetivem a melhoria do serviço e do sistema. conforto. II . dos cursos profissionalizantes com igual ou superior a 06 (seis) meses.transporte de pacotes e embrulhos sem pagamento de valor adicional ao da passagem. Publicado no D.(Redação dada Emenda nº 04/2000.Receber troco integral quando efetuar o pagamento com a moeda mais próxima de 5 vezes o valor de uma passagem inteira. alterações de rotas. II . trabalhadores e empresários de transportes. seletivo ou não. para os transportes coletivos urbanos de passageiros. no planejamento. horários.amplo acesso às informações referentes a itinerário. 257 .O de 18/05/2000.São direitos do usuário: I .Fica assegurado aos estudantes de ensino fundamental. médio. sendo o passageiro transportado gratuitamente em caso de inexistência do troco integral.compatibilização entre o transporte e o uso do solo urbano. higiene e conforto dos passageiros. diretamente à administração.fiscalizar o cumprimento dos itinerários. VI . garantindo.tarifa social que remunere de forma justa o serviço. alterada pela . VI . Art. sendo postos respectivos de reclamações os terminais e o órgão da administração central do sistema.segurança. V . com pagamento de meia passagem. universitários e supletivos o direito de 120 passes por mês. de 09/08/2000) § 1º . número de veículos.integração operacional e tarifária entre sistemas e meios de transporte e racionalização de itinerários. sonora e hídrica. III . pontos de paradas e terminais. V . pontos de paradas e terminais e outros dados pertinentes à operação de linhas que possibilitem uma fiscalização informal do sistema.

operar as linhas permitidas ou concedidas com direito de preferência à ampliação de linhas no sistema e assegurada a ampliação das que explorem. em seus quadros funcionais.No direito. alterada pela Emenda nº 18. itinerários. e suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n.(Redação dada pela Emenda nº 04/2000. higiene e regularidade do serviço aos usuários. limpeza e conservação. VIII . II . 258 . na relação mínima de cinco por cento sobre o total do pessoal empregado. referentes a horários. VII .Emenda nº 18. VI .promover a renovação da frota disponível na proporção de 25 por cento ao ano.(Redação dada pela Emenda nº 05/2000. inclusive no que tange à regulagem do escoamento de gases. mediante prévia convocação. conforto. mediante apresentação da identidade estudantil ou sistema equivalente. visando ao perfeito atendimento à demanda.O valor da meia passagem será a metade do valor da tarifa.cumprir as regras contratuais de serviço e operações.12.submeter os veículos à vistoria periódica pela entidade pública de administração do sistema.2001. será assegurado 120 passes em todos os meses do ano. III . observando vida útil média do veículo de seis anos. o valor da moeda com a indicação do Artigo e Parágrafo da LOMAN que obriga o troco integral. número de veículos por rota. horário. sendo o empresário obrigado a publicitar. de 14. se preenchidas as exigências legais. Emenda nº 32. permissionárias e concessionárias: I . e suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n. dotados dos equipamentos obrigatórios.12. de 09/05/2000. através de cartazes no interior dos ônibus. Emenda nº 32.Constituem obrigações das empresas operadoras. lotação e tipo de veículos. podendo o estudante efetuar o pagamento opcionalmente na catraca em moeda ou pelo sistema pré-pago nos postos autorizados.º 155/2002 do TJA). para a realização de atividades compatíveis com o interesse da empresa e a possibilidade do servidor. de 09/08/2000) Art. de 25/02/2003 § 3º .manter os veículos em perfeito estado de funcionamento.garantir a segurança. sem prejuízo da prestação do serviço público. devidamente cadastrado no órgão competente. previstos na legislação específica. a que se refere o parágrafo anterior. bem como assegurar a sua ampliação em razão direta do crescimento populacional comprovado nas áreas de sua . arredondada a menor para valor múltiplo de 5 ou 10. veículos a serem vistoriados. que defina dia. V . de 25/02/2003 § 2º .manter. exames técnicos e de saúde e cumprimento legal das regras de capacitação profissional. IV . na administração pública. que constituem acervo documental específico e disponível à inspeção regular pelo órgão competente da administração municipal.selecionar pessoal de operação através de rigorosos testes. pessoas portadores de deficiências. local.º 155/2002 do TJA). de 14.2001.

poderá ser usado por qualquer usuário").atuação. de zero a seis anos de idade. abandono ou acidentes. Parágrafo Único .arquivamento do contrato na Prefeitura.Fica a empresa obrigada a afixar tarjeta de identificação em todos os assentos especiais com o seguinte teor: Reservado para gestantes. destinados aos usuários gestantes. de 28 de abril de 1999) XIX . XVIII . IX .iniciar o serviço no prazo determinado. XVII . sem acarretar ônus para os mesmos.responder por si e seus prepostos pelos prejuízos decorrentes do serviço. podendo ser estendido o benefício ao ensino préescolar.cobrar os preços tarifados. além dos itens previstos neste artigo. idosos e portadores de deficiência. por sua interrupção.segurar em companhia idônea todos os empregados através do seguro de vida em grupo. estão obrigadas ao cumprimento das seguintes normas: I . por veículos. no órgão coordenador do sistema. mediante notificação prévia de 30 dias.(Redação dada pela Emenda nº 002/99.manter quatro assentos especiais. XI . idosos e portadores de deficiência física (na ausência destes. os nomes e números de cadastro de seus empregados para fins de controle.conceder a todos os seus trabalhadores o passe especial de livre acesso ao transporte coletivo urbano. através de empresas especializadas no fornecimento de alimentação para o trabalhador ou por administração própria. XII . X . suspensão. expedida pelo órgão Municipal competente. XIV . bem como proceder nesses às adequações ao seu acesso. XIII .As empresas permissionárias e concessionárias do serviço especial de transportes. pela sua necessidade. quando devidamente uniformizados e mediante identificação própria. XVI .conceder vale-refeição a todos os trabalhadores do sistema de Transportes. e mantê-lo até 125 dias depois de vencido o contrato.registrar. de acordo com a legislação federal específica. .conceder aos filhos menores. e também veículos e passageiros contra acidentes nos limites fixados nos regulamentos próprios. assistência em creches. XV .estabelecer uso regular de uniforme aprovado pela administração municipal a todos os trabalhadores do sistema de transporte sem acarretar ônus para os mesmos. de todas as trabalhadoras. mediante determinação expressa do Poder Público.

As empresas de transporte coletivo. em Centro Especializados. § 2º . de 28.2002) Art. auditiva. promovido pelo órgão municipal competente.deficiente menor em atividade escolar. de 28. micro-ônibus. ficam obrigadas a manter o funcionamento das linhas desses transportes 24 horas por dia. com reconhecida impossibilidade de locomoção. com renovação anual de cadastro.Compete. capacidade de lotação e respeito às normas de trânsito. 260 Nº 001/97. de 18/10/99) III . 262 . permissionárias ou concessionárias. ao órgão público municipal a venda de passagens antecipadas. 260 .05.idosos maiores de 65 anos.(Redação dada pela Emenda nº 26.(Redação dada pela Emenda nº 004/98.Estão isentos do pagamento de tarifas nos transportes coletivos urbanos: I .98) § 1º .(Redação dada pela Emenda nº 003/98.04.(Redação dada pela Emenda . desta Lei. 230. 259 . AUTORIA: VEREADORA VANESSA GRAZZIOTIN Art. públicas. que possa motivar preconceito contra o portador da referida identificação.pessoas portadoras de elevado grau de deficiência. II . DE 24/02/97. da Constituição da República Federativa do Brasil.A efetividade da isenção se dará nas seguintes condições: I . parágrafo 2º. privativamente. mediante apresentação de carteira própria. respeitadas as normas da Lei. sem qualquer exigência. mental e visual em atividade escolar. Art. de 09. e mais as condições de trafegabilidade do veículo. EMENDA MODIFICATIVA CAPUT DO ART. ininterruptamente. 261 . segundo enquadramento legal por meio de regulamento específica do órgão municipal.(Redação dada pela Emenda nº 001/99. para as linhas em operação. observando os fluxos de demanda por hora para efeito de determinação da necessidade de veículos.11.identificação própria.Pessoas portadora de deficiência física. observadas.II . nos termos do Art.uso específico para o serviço objeto da qualificação.11. III .idosos. as normas estabelecidas no artigo 258 e seus incisos. Kombi ou veículos similares.99) Art. para efeito dos direitos assegurados neste artigo.(Redação dada pela Emenda nº 005/99.98) II .Redação dada pela Emenda nº 001/97. no que couber.As passagens adquiridas por antecipação serão válidas e seu valor está assegurado durante o exercício em que forem vendidas. de 09.O transporte escolar só poderá ser feito em ônibus. de 24 de fevereiro de 1997) Parágrafo Único . ou em tratamento reabilitatório.É vedada qualquer identificação organizada pelo Poder Público ou por concessionário.

implantar e conservar as hidrovias como opção preferencial e imediata de integração de sistemas de transporte urbano. de 19 de junho de 1991) Parágrafo Único . hidroviárias e de integração.Os atuais concessionários desse serviço terão prioridade para o recadastramento. III . de 29/04/2003) § 2º . e da recuperação da trafegabilidade dos igarapés. VIII .A lei estabelecerá os itens integrantes da planilha de custos do serviço. a parada em qualquer local.As paradas de ônibus deverão ser obrigatoriamente instaladas o mais próximo possível dos estabelecimentos de ensino. na forma da lei. à modernização e redução do comprometimento ambiental. 264 .implantar e conservar as ciclovias.(Redação dada pela Emenda nº 34. Parágrafo Único . IV .O Município priorizará. independentemente de abrigos ou placas indicativas para tal. fica proibido o estacionamento prolongado de qualquer tipo de veículo. Art. 263 .disciplinar o transporte de cargas. 265 . Art. especialmente de carga perigosa.Entre 22:00h e 5:00h da manhã é obrigatória.Compete ao Poder Executivo Municipal.Nas paradas obrigatórias do sistema de transporte coletivo. mediante cobrança de contribuições de melhoria. principalmente. respeitada a faixa de sessenta metros em torno de ponto obrigatório. para embarque e desembarque de passageiro. aumento da margem de segurança e economicidade dos transportes de passageiros. observando a destinação de dois por cento de custo total para investimentos na estrutura operacional e na capacitação e desenvolvimento de recursos humanos do Sistema de . II . respeitadas as competência da União e do Estado. Art. bastando o sinal de parada ou pedido do usuário. § lº .construção de terminais e estações rodoviárias. o aproveitamento e identificação de novas fontes de energia com vistas à substituição ou redução do uso da gasolina. mediante utilização da faixa fluvial que margeia a cidade.abertura e manutenção de vias com garantia de condições de tráfego.proteção e sinalização das vias de circulação. diesel e álcool.viabilização de estudos que visem.construção das calçadas e calçadões. realizar os investimentos necessários a: I . com relação aos estudos objeto do inciso VIII deste artigo. principalmente no que se relaciona ao subsistema terrestre. VI . VII .nº 03/91. V .

objeto do artigo 342.O passe de que trata o "caput" deste artigo terá sua utilização regulamentada por lei. Miranda Leão.Em casos excepcionais. § 3º . atendidos os requisitos da lei. § 2º . Dos Barés. regulamento de uso e definição de locais de utilização serão definidos pela Prefeitura. 266 . o Poder Público poderá conferir autorização temporária para operação do serviço em caráter precário e prazo determinado. Parágrafo Único . Mundurucus. José Paranaguá. através do órgão competente.Fica criado o Selo Estar como opção para estacionamento de curta e longa permanências. Dos Andradas. 267 . com efeito de acesso diferenciado.O Poder Executivo poderá. Instalação. proteção ao transeunte ou circulação de veículos. a ser utilizado em locais previamente fixados pelo órgão competente da Prefeitura. para uso da mulher grávida.Fica criado o passe especial. § 2º . Moreira. . de pública e notória crise no sistema.Transporte Urbanos. desta Lei. Epaminondas e Dr. Parágrafo Único . de exploração direta por órgão público.O treinamento dos trabalhadores nos transportes urbanos e os investimentos na estrutura operacional serão realizados pelo órgão Municipal gestor do Serviço de Transporte Coletivo Urbano do Município. Art. § 1º . coletivo ou contratado por fábricas. Art. efetuando-se mediante apresentação do certificado de propriedade do veículo. Floriano Peixoto. § 3º . 269 .Sujeitam-se a essa regra os transportes de passageiros individual. através de permissão.O Poder Executivo Municipal providenciará a implantação de novos estacionamentos na área urbana com vistas à desobstrução de vias no perímetro tombado da cidade. Guilherme Moreira. § 1º . não-superior a um terço do menor prazo contratual do sistema.As características de apresentação do Selo Estar. 268 .Por ato do Executivo. em prol do patrimônio público. 270 .Nenhum transporte coletivo poderá ser realizado sem prévia autorização expressa e contratual da administração do sistema.O Selo Estar será posto à venda unicamente através da rede bancária oficial.Estão desativados os estacionamentos nas seguintes vias: Quintino Bocaiúva. poderão ser desativadas outras vias para a finalidade expressa acima. Art. pela porta dianteira. autorizar a exploração de estacionamentos por particulares. Parágrafo Único .O Selo Estar poderá ser utilizado em estacionamentos circulantes ou fixos. diretamente ou através de Convênios ou Contratos com escola e entidades devidamente credenciadas. Art. escolas e de turismo. Art.

definição de rota. de trânsito e tráfego em condições especiais. Art. da empresa contratante. Art. Art. III . II . 275 .arquivamento compulsório dos contratos de serviço com prazo igual ou superior a 30 dias. o Transporte Coletivo de Passageiros por Fretamento atenderá. às regras definidas para o Sistema Municipal de Transportes Coletivos Urbanos. no período das seis às 18 horas. pelo órgão competente da administração municipal. no órgão próprio da administração. depois de prévia vistoria dos veículos. SUBSEÇÃO I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS POR FRETAMENTO Art. III . no que couber.A licença de que trata o artigo 174.comprovação da existência e manutenção de garagem e oficina mecânicas com indicação de sua localização.Nos contratos firmados para execução dos serviços de fretamento. além de: I . 274 . nas área compreendida pelo Sítio Histórico. correspondente ao número de assentos. por veículo. correspondente a uma UFM. . especialmente com relação à área correspondente ao Sítio Histórico. expedida até o dia 20 de fevereiro. devem ser observadas as seguintes: I .licença anual.Art.identificação. 273 . 276 .Compete à Prefeitura fixar e sinalizar os limites das "Zonas de Silêncio". no veículo.Fica proibida a carga e descarga de mercadorias.controle do impacto sobre o meio ambiente. dentre outras obrigações. IV . bem como disciplinar os serviços de carga e descarga e fixar a tonelagem máxima permitida aos veículos que circulem em vias públicas municipais. tanto no uso do sistema viário. mediante o pagamento de taxa única mensal. desta Lei. Art. como no que se relaciona aos recursos aplicados.Para atendimento dos fins a que se destina. será concedida mediante documentação formal e selo obrigatoriamente afixado no pára-brisa dos veículos autorizados a operar.O transporte coletivo deve ser considerado pelo Poder Público Municipal como prioritário sobre o transporte individual. II .fixação máxima do número de passageiros por veículos e viagem. por empresa exploradora do serviço. I. 271 . 272 .

conforme dispõem a lei e os regulamentos. observadas a demanda.A permissão para o serviço de transporte individual de passageiros será concedida. a unidade taximétrica do veículo. das tabelas de atualização taximétrica aprovadas pelo Poder Público. anualmente. somente para cooperativas e empresas ou taxista autônomo. em lugar de fácil alcance da visão do usuário.regularidade de emplacamento. I. 280 .estado ou situação que não comprometa a qualidade. sendo obrigatória a sua afixação no interior do veículo. qualidade do serviço.Fica vedada a transferência de licenças de transportes coletivos por fretamento de uma para outra empresa. IV .IV .A concessão de novas licenças para serviço de transporte de passageiro por fretamento poderá ser efetuada a qualquer tempo. 279 . na proporção de um veículo para cada grupo de 500 habitantes. II . especialmente no que concerne à coincidência da placa utilizada com o veículo identificado nos registros de licenciamento. comprovação de capacidade técnica. exercerá o controle das permissões para o tipo de serviço. excetuando-se os casos previstos no artigo189 desta Lei. . por parte do permissionário ou concessionário.O Poder Executivo.designação dos veículos por número de ordem correspondente ao registro no órgão municipal. observada a relação aritmética entre o número de habitantes da cidade e o número de veículos de aluguel a taxímetro ou especial. instalações adequadas e comprovação de propriedade de 20 por cento dos veículos com idade média de dois anos. III . 277 . Art. Art. desta Lei. 278 . condições das empresas operadoras no que concerne ao estado dos veículos. III. § 2º . § 1º .apresentação do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) em relação a cada veículo.uso do combustível adequado para a utilização do veículo. quando da revisão periódica a que está sujeita. Art. o conforto e a segurança do usuário. obrigatoriamente. Art. pelo órgão de classe a que esteja vinculado. conforto e segurança do passageiro. 281 . observar-se-á o disposto no artigo 189. dos seguintes requisitos: I . mediante a verificação do atendimento.Fica assegurado a todos os taxista devidamente regularizado junto ao órgão municipal encarregado do sistema de transporte o fornecimento.Só será concedida permissão para o transporte individual de passageiros ao taxista proprietário de apenas um veículo de aluguel a taxímetro ou especial. Art.Para a revogação da licença de operação de transporte coletivo por fretamento. II.

V . a revisão de veículos utilizados no serviço de transporte individual ou coletivo de passageiros. 284 .comprovação de a cooperativa. parques.prevenção e eliminação das conseqüências advindas da poluição sonora. o Município. estejam elas na esfera pública ou privada. Estados e Países que integrem a Região Amazônica.REVOGADO. ao qual incumbe promover a autorização. 282 . como titular do poder de polícia sobre as atividades que interessam à coletividade local. inadmitida a transferência de placa para outro profissional sem a obrigatória e prévia comunicação ao órgão competente. o Sistema Nacional de Meio Ambiente. observado o disposto nos artigos 229. hídrica. bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida. visual. competindo-lhe. entre outras áreas.O Município atuará na questão ambiental. com prioridade. inclusive quanto ao comprometimento do ambiente de trabalho. respeitadas as instâncias federal e estadual.O Poder Público Municipal. . poderá proceder. 283 . com a finalidade de verificar o fiel atendimento das normas estabelecidas nesta Seção e nos regulamentos.a titularidade de permissão. 286 . CAPÍTULO II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. proceder à fiscalização e controle das atividades suscetíveis de degradar o meio ambiente ou comprometer a sua qualidade.Para assegurar a efetividade desse direito. áreas de recreação e logradouros de uso público. 230 e 231 da Constituição do Estado.(Revogado pela Emenda nº 03/2000.O Município manterá órgão específico. empresa ou taxista proprietário possuir ou não licenciamento de ponto fixo de estacionamento. para o trato das questões relativas ao meio ambiente. poluição provocada por veículos e qualquer ameaça ou dano ao patrimônio público e privado instalado no Município. da erosão. a qualquer momento e em qualquer lugar do território sob sua jurisdição. Parágrafo Único . Art. 285 . incumbindo ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo. Parágrafo Único . atuará de forma cooperativa com os órgãos públicos e privados e ainda com Municípios.O meio ambiente ecologicamente saudável e equilibrado é direito de todo o cidadão. na condição de órgão local. II . Art.controle e fiscalização das condições de uso de balneários. no que segue: I . Art. de 29/03/2000) Art. VI .O Município integra. no nível da administração direta. as anotações e registros devidos.

com o Estado e com a União. coibindo as práticas que coloquem em risco sua função ecológica ou concorram para a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade. não o exime da obrigatoriedade de licenciamento no que tange à questão ambiental. para a qualidade da vida e do ambiente. ou a seu interesse público. 2l4. informando sistematicamente à população sobre os níveis de comprometimento da qualidade do meio ambiente. através de órgão específico. VII .O Município. comercialização e transporte. dentro do perímetro urbano.O Município. Parágrafo Único . instituirá plano de proteção ao ambiente e de prevenção às situações de comprometimento. estabelecer procedimentos e fazer valer o cumprimento de suas funções precípuas. .O Município. postos de serviços para veículos e de fornecimento de combustíveis. no planejamento e na fiscalização do uso dos recursos ambientais. reformas e loteamentos. Art. deverá emitir normas. VI . de modo a resguardar a Floresta Amazônica da destruição. Parágrafo Único . assegurará a participação das entidades representativas da comunidade. 290 .O Município de utilizará de programas especiais e campanhas de ampla repercussão e alcance popular com vistas a promover a educação ambiental no âmbito comunitário. líquidos e gasosos. resultado de auditorias e monitorias. Parágrafo Único . direta ou indiretamente realizadas pelo Município. nem o libera do dever de respeitar normas e padrões pertinentes.A educação ambiental será proporcionada pelo Município na condição de matéria extracurricular e ministrada nas escolas e centros comunitários integrantes de sua estrutura e do setor privado.proteger a fauna e a flora. atuará cooperativamente. da Constituição do Estado. as situações de riscos e a presença de substâncias danosas à saúde e à vida.A execução de obras com potencial de impacto. nas questões que lhe são afetas.III . Art. Art. agentes e causas de poluição e degradação ambiental. nas condições previstas no art. de materiais ou substâncias que comportem riscos efetivos ou potenciais para a vida. 230. desta Lei. na forma do disposto no art. garantido amplo acesso dos interessados às informações sobre as fontes. em seu território. Art. destinação e tratamento de resíduos sólidos.estocagem. se na condição de subvencionado ou conveniado com esse.O Município. 287 .fiscalização e controle preventivo de serviços com potencial de impacto ou passíveis de gerar comprometimentos ao meio ambiente.coleta. IV . estabelecendo normas ou medidas com vistas à recuperação ou redução de situações lesivas já existentes ou de estados constatados de poluição.licenciamento de edificações. V . 288 . tais como oficinas. 289 .

reduzir o impacto da exploração dos adensamentos vegetais nativos. não poderão ser transferidas a . Art. transformem ou reduzam essa condição. lavra ou exploração de recursos minerais que possam afetar o equilíbrio ambiental. 293 . se essas não dispuserem de mecanismos adequados de controle da poluição. 295 .O órgão competente do Poder Público Municipal estabelecerá.As empresas contratadas. perfil paisagístico ou a segurança da população e dos monumentos naturais de seu território. 294 .As terras devolutas.O Poder Público Municipal fica impedido de contratar com empresas potencialmente poluentes. a concessão de direitos. no subsolo ou em cursos d'água. Parágrafo Único . § 1º . Art. os agentes liberados ou emitidos não poderão ser lançados diretamente na atmosfera. de domínio do Município.Na hipótese de situações de infrações persistentes ou internacionais. 29l . da Constituição da República. Parágrafo Único . Art.(Redação dada pela Emenda nº 03/2000. no que se relaciona ao interesse municipal. deverão atender rigorosamente aos dispositivos de proteção ambiental e dispor dos mecanismos de controle que lhes forem requeridos pelo órgão competente.Os empreendimentos cuja atividade resulte na liberação de resíduos poluentes ou potencialmente poluentes. para a pesquisa. os agentes públicos terão o prazo máximo de 15 dias para comunicar o fato ao Ministério Público. de 29/03/2000) Art. bem como pela recuperação do meio ambiente degradado pela exploração mineral.É dever do cidadão informar aos agentes públicos. Art. 292 .É vedado o abate. proceder à arborização e restauração das áreas verdes no ambiente urbano e garantir a racionalidade na utilização dos recursos naturais. de que trata o artigo 285 desta Lei. em lei. permissionárias ou concessionárias de serviço público. obrigam-se a instalar equipamentos que eliminem. responsáveis pela execução da Política de Meio Ambiente.Mesmo após tratamento. autorizações de lavra e concessões de pesquisa e exploração.O Município embargará diretamente. onde haja área de relevante interesse ecológico ou de proteção ambiental. autorização ou licenças. no exercício de seu poder de polícia ou através de pleito judicial para que a União exerça esse poder. devidamente atestados pela Câmara do Meio Ambiente.adotando medidas que visem a coibir o desmatamento indiscriminado.O Município. corte ou poda de árvores ou arbustos frutíferos ou ornamentais sem autorização do órgão de defesa ambiental do Município. Parágrafo Único . sob pena de responsabilidade administrativa. § 2º . § lº. no solo. Parágrafo Único . independente da ação do Estado e da União procederá ao acompanhamento das licenças. as normas. as infrações ou irregularidades atentatórias à normalidade e ao equilíbrio ecológico de que tiver conhecimento. critérios e níveis para o tratamento exigido em cada caso. com o propósito de zelar pela efetividade do dispositivo constante do artigo 20.

Art. por critério próprio. serão punidas com multas que poderão variar de 10 a 100. nas áreas de atuação privativa do Município. caso não disponha de pessoal habilitado para tal.A expedição de alvará de funcionamento de empreendimentos passíveis de causar degradação ambiental e prejuízo à qualidade de vida da população dependerá do parecer prévio do órgão de Meio Ambiente do Município e do licenciamento do Sistema Estadual de Licenciamento de Atividade com Potencial de Impacto. Art. inadmitida qualquer obra ou edificação destinada à exploração econômica. segurança e manutenção. o Tarumã. Art. e 106. 301 . VI. da Constituição do Estado. se necessário.Além do disposto no artigo 231.000 UFMs (Unidade Fiscal do Município) ou Unidade correspondente. SEÇÃO II . § 1º . a qualquer título. na orla do bairro de Educandos. reservas ecológicas ou declarar áreas de relevante interesse ecológico. de 29/03/2000) § 3º . somente se prestarão às atividades de cunho científico ou àquelas próprias do turismo contemplativo. 299 . desta Lei. na forma da legislação específica. além de sujeitar os infratores a sanções administrativas ou penais. 298 . são consideradas áreas de interesse ecológico a Ponta Negra. Art. 296 . a Ponte da Bolívia.(Redação dada pela Emenda nº 03/2000. consultorias ou assessorias.Constitui obrigação do Município capacitar e atualizar seus servidores para que exerçam com competência suas funções com relação ao trato da questão ambiental.Serão definidas em lei as atividades ou situações passíveis de serem apenadas com a correspondente gradualidade da multa.Fica o Município autorizado a contratar. § 2º . de caráter absolutamente temporário.As transgressões ou condutas atentatórias ao meio ambiente e à vida ou de lesa-natureza.O Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente é o órgão competente para julgamento dos recursos relacionados a atos e sanções administrativas aplicadas pelo órgão de defesa ambiental do Município.Para definição do valor da multa e demais procedimentos com relação aos atos infracionários ou lesivos. de acordo com o disposto nos artigos 99. independente de obrigação de restaurar ou ressarcir os danos causados. assim definidas na legislação específica. exceto as indispensáveis aos serviços públicos para a sua guarda.particulares. para a execução ou atendimento de situações específicas. e os igarapés localizados no Município de Manaus. será observado o disposto no artigo 233 e seus parágrafos. da Constituição do Estado. 297 .As reservas ecológicas. Art. Art.Está facultado ao Município criar. 300 . a Praia do Tupé e a Praia do Amarelinho. Parágrafo Único .

esgotos sanitários domésticos.resíduos de fontes específicas. serviço de caráter essencial. II . isoladamente ou em mistura com outras substâncias. fiscalização e gestão do sistema municipal de limpeza pública. toxidez ou outras especificidades não sejam passíveis de descarte em redes de esgotos estações de tratamento ou cursos d'água. conforme estabelece o artigo 30.DA COLETA. características físicas.efluentes industriais provenientes de fontes pontuais. químicas ou biológicas. ao serem transportados. corrosividade. durante ou após recolhimento e processamento. radioatividade. III . da Constituição da República. em decorrência da quantidade. presente ou potencial para a saúde pública ou para o ambiente. II . é competência do Município. V . que venham a ser considerados como tal. os resíduos serão classificados em perigosos e não-perigosos. DESTINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO Art. § 3º .Para efeito da aplicabilidade do que se estabelece no "caput" deste artigo.aqueles que.A limpeza pública. incapacitações reversíveis ou não.Não serão considerados resíduos sólidos perigosos: I .São considerados resíduos perigosos: I . sob qualquer expediente. 303 . III .os líquidos que. Parágrafo Único .os que apresentarem em suas características inflamabilidade. por suas características de concentração. § 2º . possam: a) causar ou contribuir de modo significativo para um aumento de mortalidade da vida animal ou provocar graves doenças. tratados ou manipulados de forma inadequada.O Município não poderá delegar a outros. armazenados. 302 . IV .esgotos sanitários de hospital e casas de saúde. urbanos ou similares. resíduos ou escórias resultantes das diversas atividades desenvolvidas pelas pessoas físicas e jurídicas dentro dos limites municipais. coleta.Merecerão trato específico e diferenciado os lixos. tratamento e destinação do lixo. administração. . reatividade. concentração. com alas ou setores de doenças infecto-contagiosas. toxidez. Art.resíduos domiciliares. I. bem como definição de urgência na sua regulamentação ou normalização. a organização. b) representar substancial risco. § 1º .

por tipo de coleta. § 2º . 305 .O Município. instalações. estocagem. tratamento e disposição dos resíduos. tratamento e diferenciação de lixo domiciliar. o Poder Público poderá multar de 10 a 100.realização de investimentos necessários aos procedimentos objeto do inciso II.outros que venham a ser classificados como tal. Art.IV . bem como os previstos no § 3º deste artigo.A limpeza pública e a coleta serão desenvolvidas em horários compatíveis. deverá promover estudos com revisões permanentes para a definição de áreas destinadas a depósito final do lixo coletado. § 3º . prédios e logradouros públicos. implicarão listagem. ainda que não utilizar equipamentos próprios de acondicionamento e separação do tipo de lixo. controle. em consonância com a política urbana. e. Art.O sistema deve ser desenvolvido em perfeita sintonia com as regras de uso do solo e da qualidade de vida. observada a necessidade de pontos diferenciados para os diversos tipos de resíduos. industrial e hospitalar. para execução dos serviços de limpeza pública e coleta de lixo. tratamento e destinação. critérios de classificação. definição de características. definidas na presente lei. § lº . previamente definidos pela administração e com amplo conhecimento público.Incorrerá em penalidades de multa a pessoa ou empresa que.O trato a que se refere o "caput" deste artigo. III . deste artigo. VI . acondicionamento. IV .000 UFMs. de forma progressiva.comercialização do produto originário do tratamento ou beneficiamento do lixo. comercial. em horário fora do previsto para coleta. 306 . deverá obedecer aos seguintes princípios: I . conforme definição em lei específica.O sistema Municipal de limpeza pública compreende: I . Art. § 4º .coleta. depositar lixo na via pública e em locais não-autorizados para tal fim.prioridade para coleta de lixo domiciliar e resíduos que submetam a população a .limpeza de vias.cinzas e escórias provenientes da queima de carvão ou combustível fósseis.fluidos e outros resíduos decorrentes da perfuração e operação de poços de petróleo ou gás natural. identificação da fonte. armazenagem e industrialização. V . forma de transporte. 304 . Parágrafo Único . até o valor máximo fixado.Para os fins previstos no presente artigo.O Município. II .

Capítulos V e VIII. luvas. VI . IV .estímulo à iniciativa de grande porte. 307 . tais como capacetes de segurança.equipamentos específicos para o objeto do contrato e instalações físicas que incluam garagem. oficina mecânica e postos de abastecimento de combustível. botas e capas de chuva. especialmente do Distrito Industrial. máscaras.fixação de frota necessária para o serviço.fixação de tempo de vida útil dos veículos específico do serviço até cinco anos. além dos preceitos objeto do Título IV.substancial risco. V .prazo de contrato não superior a dois anos.recolhimento de lixo hospitalar em equipamentos próprios.definição do destino final do lixo coletado e mecanismos permanentes de modernização da industrialização e trato de armazenagem e depósito. permissões ou concessões serão específicos por tipo de lixo ou resíduo ou líquido e por Região Administrativa. acrescida de.proteção ambiental e pessoal contra a poluição e contágios decorrentes da atividade. II .Os contratos. de 10/10/2001) Art. aos seguintes requisitos: I . III . vedada a acumulação de contrato por mais de duas Regiões.fornecimento aos garis coletores de lixo de equipamento de proteção. concessão ou contrato que atendam. a colocação de um Coletor de Lixo Seletivo. II .No uniforme dos garis deverá ter sinalização de segurança para o trânsito de veículos.(Redação dada pela Emenda nº 21/2001.Os serviços serão executados diretamente ou mediante permissão.(Redação dada pela Emenda nº 13/2001. com espaço separado para o lixo orgânico e para o lixo que pode ser reciclado. § 1º . taxação diferenciada e rígidas regras de controle. V .recolhimento de lixo urbano em equipamentos próprios e setorização diferenciada. desta Lei.definição de coleta diferenciada.(Redação dada pela Emenda nº 13/2001. para organização de consórcio que proceda à coleta e destinação do lixo produzido na área. III .exigência de experiência mínima no setor de três anos. em tinta fosforescente de cor viva. de 25/02/2002) Parágrafo Único . no mínimo. VII . por conta e risco próprios. IV .para cada 10 (dez) casas. para coleta de resíduos perigosos. . de 10/10/2001) VIII . VI . obedecida a orientação e fiscalização do Poder Público. 10 por cento como reserva técnica.

trabalho. em caráter precário.Fica proibida a instalação de fábrica de processamento de lixo e ponto de depósito terminal da coleta no limite do centro urbano da cidade. qualidade ambiental.Entende-se como saúde as condições resultantes da alimentação. lazer. independente dos prazos estabelecidos no art. saneamento básico. mediante comunicação expressa na forma contratual.O Município. de pública e notória crise no sistema. tecidos. Parágrafo Único . liberdade. devida pelo usuário. cuja condição de permuta será estabelecida pelo Poder Executivo. educação. Art. Art. manterá. Art. papelão.descentralização por região administrativa sob a direção única do Município através da Secretaria Municipal de Saúde. o Poder Público poderá intervir no serviço.Taxa de serviço de limpeza pública. respeitadas as seguintes diretrizes: I .§ 2º . acesso aos serviços públicos e outras condições usufruídas pelas pessoas integrantes da sociedade. os procedimentos licitatórios serão de caráter nacional. 308 . renda. vidro. definida e corrigida pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.As ações e serviços de saúde no Município serão prestadas através do Sistema único de Saúde.É facultado ao Poder Público regulamentar a coleta de lixo mediante solicitação de serviço diferenciado e pagamento de remuneração extra pelo contribuinte.A Administração Pública poderá modificar. para executá-lo diretamente. 313 . papel. habitação. 187 desta Lei. segurança. Art. nos bairros postos de permuta de lixo domiciliar por tíquetes de vale-transporte.A saúde é direto de todos os munícipes e dever do Poder Público assegurá-la mediante políticas sociais. através do órgão competente. ressalvadas ainda as áreas de interesse científico ou ecológico. 310 . . 309 .Para os casos de manipulação de resíduos perigosos. Art. Art. 311 . econômicas e ambientais que visem à eliminação do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. alterar e rescindir os contratos de serviços de limpeza e coleta de lixo. convenientemente embalados. proteção e recuperação. 315 . 314 . metais e restos vegetais. será diferenciada por tipo e natureza do lixo ou resíduo. Parágrafo Único . acesso e posse da terra. 312 . CAPÍTULO III DA POLÍTICA DE SAÚDE Art.Em casos excepcionais. transporte.O lixo consistirá de madeira. plásticos. Art.

IV . Parágrafo Único .condições dignas de trabalho. proteção e recuperação da saúde. § 2º . o Município. II . no controle de suas ações.universalização da assistência de igual qualidade. com mandato improrrogável de dois anos. moradia. no âmbito do Município.II . regional e municipal. trabalhadores de saúde e prestadores de serviços na formulação. propugnará por: I . transporte e lazer. a nível de unidade de prestadora dos serviços de saúde. deste artigo. 320.descrição de clientela. ações educativas em saúde .participação direta do usuário. 316 . referida no inciso I. de preferência.Para atingir os objetivos estabelecidos no art. resguardado o direito deste de obter as informações e esclarecimentos sobre assuntos pertinentes à promoção.Serão de caráter obrigatório. sem qualquer discriminação. as filantrópicas e sem fins lucrativos. educação. III . alimentação. em nível de decisão de entidades representativas de usuários.área geográfica de abrangência. com instalação e acesso a todos os níveis dos serviços de saúde à população. III .especificidade e qualidade de serviços à disposição da população. devendo sua execução ser feita através de serviços públicos e. proteção e recuperação de sua saúde e da coletividade. § 1º . II . gestão e controle das políticas e ações de saúde em nível estadual.É vedado ao Município cobrar do usuário pela prestação de serviços de assistência à saúde mantidos pelo Poder Público ou contratados com particulares. assegurada a participação pelo voto direto.As ações de saúde são de relevância pública.acesso universal e igualitário de todos os habitantes do Município às ações e serviços de promoção.gestão democrática com eleições para cargos de chefia de postos de saúde.respeito ao meio ambiente e controle da poluição ambiental. desta Lei. Art.integração das ações e serviços de saúde adequados às diversas realidades epidemiológicas. constará no Plano Diretor de Saúde e obedecerá aos seguintes critérios: I .A atuação descentralizada. Art. por entidades privadas. III .características sócio-econômica e demográfica.participação paritária. da comunidade jurisdicionada. 317 . V . saneamento. complementarmente. VI . por todos os meios ao seu alcance. IV .

VII . VI . . para controlá-las. V .planejar. ouvida a Câmara de Saúde. Art. III . preventivo e de recuperação. programar e organizar a rede regionalizada e hierarquizada do SUS. além de outras fontes.A aprovação de contratos de serviços privados cabe ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. da União e da seguridade social.É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. e) prevenção. em articulação com sua direção estadual. no campo da medicina preventiva e emergencial. c) atendimento odontológico. atuando. prioritariamente. § 2º . VIII .fiscalizar as agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar.Os recursos destinados às ações e serviços de saúde no Município constituirão o Fundo Municipal de Saúde. II . 318 . no âmbito do Sistema único de Saúde: I . celebrados pelo Município.gerir as instalações municipais de saúde. inclusive transferências.São atribuições do Município. Art. as ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho. organizar. d) alimentação e nutrição. § 4º . junto aos órgãos estaduais e federais competentes. controlar e avaliar as ações e os serviços que lhe são inerentes. com entidades privadas prestadoras de serviços de saúde. IV . do Estado.em todos os tipos de serviços e órgãos afins. controlar e avaliar.executar a política de insumos e equipamentos para a saúde e saneamento básico. tratamento e reabilitação dos diversos tipos de agravos à saúde.gerir. § 3º . no âmbito do Município.O Município aplicará. anualmente. conforme dispuser a lei.O Sistema único de Saúde. b) vigilância sanitária. gerir.planejar e executar a política de saneamento com o Estado e a União. no que couber. no setor de saúde e saneamento. parte da receita resultante de impostos. 319 . § 1º . será financiado com recursos do orçamento do Município.planejar.avaliar e controlar a execução de convênios e contratos. IX .executar serviços de: a) vigilância epidemiológica. executar.

que terá as seguintes atribuições: I . Art. observada a legislação pertinente. principalmente aqueles possuidores de instalações que utilizem substâncias ionizantes.fiscalizar os convênios e concessões. nos casos previstos em lei.aprovar a instalação e funcionamento de novos serviços públicos ou privados de saúde. ao qual cabe: I . dentro de rigorosos padrões técnicos.É da competência do Poder Público providenciar.Nos casos de interrupção da gravidez. 320 . 322 .O Município garantirá assistência integral à saúde da mulher através de programas a serem implantados no serviço de saúde da rede pública.Será garantida à mulher livre opção pela maternidade. § 1º . órgão técnico do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. II . a garantia de evitar e.A lei disporá sobre a organização e funcionamento da Câmara de Saúde. para assegurar proteção ao trabalhador no exercício de suas atividades e aos usuários desses serviços. o Município. Art.autorizar a instalação de serviços privados de saúde e fiscalizar-lhes o funcionamento. II .garantir a capacitação permanente de recursos humanos na área da saúde. prestará o atendimento clínico. 321 .X .formular e avaliar a política municipal de saúde a partir das diretrizes emanadas da administração central do Sistema único de Saúde. judicial.planejar e fiscalizar a destinação dos recursos do Fundo Municipal de Saúde. em seu âmbito de ação. inclusive no que se relaciona à manipulação do sangue e seus derivados e dos órgãos.definir estabelecimentos de manipulação. . V . § 2º . atendidas as diretrizes do plano municipal para o setor. IV . previstos em lei.garantir o acesso de toda a população aos medicamentos básicos e aos recursos da medicina alternativa através da elaboração e aplicação da lista padronizada dos medicamentos essenciais.aprovar a contratação de serviços privados de saúde. parto e pós-parto. observado o disposto na Constituição da República. através da rede pública de saúde e outros órgãos. 323 . drogas e insumos farmacêuticos destinados ao uso e consumo humanos. dispensação e venda de medicamentos. XI . compreendendo-se como tal a assistência ao pré-natal. III . tecidos e substâncias humanas. Art. Art. a inspeção e fiscalização dos serviços de saúde públicos e privados.A assistência farmacêutica faz parte da assistência global à saúde e as ações a ela correspondentes devem ser integradas ao Sistema único de Saúde. interromper a gravidez sem prejuízo para a sua saúde.

06. e o artigo 244. obrigatoriamente.O Município implantará programas de controle. formuladas pelo Município.As campanhas. com vistas ao que preceitua o "caput" deste artigo. 325 . 329 .O Município deverá divulgar. 327 .realização de estudos e pesquisas sobre a matéria. deverão ser ofertados. 330 . § 3º . através de órgão competente. 326 .Os animais apreendidos serão vacinados e mantidos por cinco dias para fins de resgate ou observação veterinária. . Art. de forma sistemática. Art. da Constituição da República. Art.Nos postos de saúde mantidos pelo Poder Municipal. prioritariamente voltado à prevenção da raiva. IV . Parágrafo Único . III . Art.O Sistema de Saúde prestará serviço de orientação e apoio ao planejamento familiar. que compreendam alimentação.A política antidrogas. programas sobre reprodução humana. serão precedidas de ampla divulgação.Integrará. que dispuserem de corpo funcional misto. observado o que dispõe o artigo 226. álcool e fumo. da Constituição do Estado. § 1º .O Poder Executivo. 324 .criação de centros de reabilitação de usuários de drogas. abrangerá: I . II . prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis.psicológico e social imediato à mulher. de caráter facultativo. informando sobre os Centros Municipais de atendimentos. nos meios de comunicação. 328 . a estrutura dos serviços municipais de saúde um centro de referência de doenças sexualmente transmissíveis.criação de núcleos de toxicômanos e alcoólicos anônimos. manterá serviço de vacinação de animais.(Redação dada pela Emenda nº 08 de 12.2001) Art. especialmente da AIDS. que inclua exames sorológicos. serviços de medicina alternativa. Art.Os estabelecimentos de qualquer natureza. obrigatoriamente.promoção de campanhas educativas para esclarecimentos dos malefícios decorrentes do uso de drogas. § 2º . após o que se procederá à liberação dos animais sadios. § 7º. assistência médico-odontológica e aplicação tópica de flúor à população em idade escolar e um programa específico para acompanhamento psicológico a crianças e/ou adolescente vítimas de violência sexual.Serão prioritariamente desenvolvidos pelo município programas materno-infantis. Art. estarão obrigados a instalar sanitários e vestiários privativos para uso de seus empregados.

estímulo às iniciativas e organizações privadas no âmbito cultural. arquitetônico. . paisagístico e científico. principalmente. científico e tecnológico. IX .estímulo e incentivo dos movimentos de jovens que exerçam atividades sócioculturais reconhecidas pela comunidade. DO DESPORTO E DO LAZER SEÇÃO I DA CULTURA SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. V . VI .proteção. arquitetônico e paisagístico do Município.ação coercitiva. X . documentos e imóveis. III . acervos e outros bens de valor histórico.criação e manutenção de espaços públicos acessíveis à população.estímulo e incentivo às pessoas físicas e jurídicas.identificação.O Poder Público garantirá à população do Município o pleno exercício dos direitos culturais. impeditiva e punitiva aos danos. 331 . restauração. destruição e descaracterização de obras de arte. promovam ou se ocupem da produção artístico-cultural. proteção. 332 .apoio à manutenção de entidades culturais de notório reconhecimento de utilidade pública. VII . artístico. II . devidamente equipados e apropriados para as diversas manifestações culturais. regional e brasileiro. através de: I .intercâmbio cultural amplo e irrestrito. objetos. cultural.A atuação do Município com relação à cultura se efetivará. Art. indígena. conservação. IV . artístico. evasão. afrobrasileira e de outros grupos integrantes do processo cultural local. de conhecimento e da formação de acervos culturais e científicos. facilitará o acesso às diversas fontes de cultura e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. VIII . prédios. valorização e recuperação do patrimônio histórico-cultural. para que invistam.promoção do aperfeiçoamento e valorização de talentos e de profissionais da produção e animação cultural.CAPÍTULO IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL. valorização e difusão das expressões da cultura popular. inclusive obras de arte. monumentos.

desta Lei.(Redação dada pela Emenda nº 002/97 de 29. circenses e cinematográficos. conjunto e acervos de áudio-vídeo. tendo por base sempre as escolas publicas. § 2º . ou a propor medidas que tenham por objetivo lembrar datas marcantes ou vultos ilustres da história amazonense.Entende-se por estrutura simplificada a composta por biblioteca. § 1º . de forma específica.Do programa também deverão constar. com redução de cinqüenta por cento. § lº . § 2º .O Poder Executivo obriga-se a encaminhar. para os estudantes regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino. visando a estimular a criatividade intelectual.desenvolvimento de programas específicos. para atendimento da formalidade estabelecida no "caput" deste artigo. sob critério seletivo.97) Art. visando à integração de portadores de deficiência física e sensitiva.criação de Oficina de Arte nos bairros. § 3º . nas exibidoras de espetáculos musicais. Art. de estrutura simplificada.08. 337 .Entende-se por estrutura complexa a que for integrada por biblioteca com seção para deficientes visuais. apresentadas pelo conselho Municipal de Desenvolvimento Social. espaços livres criação e atividades culturais e eventos sociais e familiares. foro competente para decidir sobre as questões relativas a esse seguimento. as propostas de intercâmbio ou participação de eventos relevantes a nível nacional ou internacional. XII . integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. estimulando o desenvolvimento de suas habilidades pessoais. .2002) Art. teatrais.Fica criada a Câmara de Cultura como órgão de apoio técnico. atendem ao expresso no artigo 147. 336 . inclusive cinema. no início de cada gestão administrativa e anualmente.O Executivo Municipal dotará as Regiões Administrativas.(Redação dada pela Emenda nº 20. submetendo-a à aprovação da Câmara Municipal. atividades culturais e eventos sociais. Art. Art. § 8º. 334 . familiares e públicos. a programação para o setor. estimulando o desenvolvimento de habilidades. de uma estrutura complexa para o desenvolvimento de atividades sócio-culturais de qualquer natureza. preço diferenciado. sala para espetáculos.Os prazos a serem observados. e dando oportunidade de surgirem novos talentos. 333 . artística ou científica. 335 . ouvida a Câmara de Cultura.02. pelo Poder Executivo.Será garantido no Município. espaços livres para criação. arquivos suplementares e leitores de microfichas e microfilmes. e todos os bairros.XI . sala de áudiovídeo.O financiamento da programação de que trata este artigo correrá à conta de verbas orçamentárias e recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Sócio-Econômico e outras fontes mobilizadas para tal.Deverá o Município instituir prêmios. de 25.

os imóveis localizados no Sítio Histórico. que não preencham as exigências deste artigo. paisagístico. pelo percentual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.A partir da publicação do ato de tombamento no Diário Oficial do Município e da inscrição do fato no Registro Geral de Imóveis. 338 . portadores de referência à identidade.SUBSEÇÃO II DO PATRIMÔNIO CULTURAL Art. 339 . § 1º . bibliotecas e arquivos. o imóvel gozará da redução de até setenta por cento do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. Art. serão agravados progressivamente. gozarão de desconto anual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. V . ato que deverá ser dado a público.Constituem o patrimônio cultural do município os bens tangíveis e de natureza imaterial. o disposto na Lei nº 2044.as criações científicas. sítios ou lugares de valor histórico.conjuntos urbanos. II . de 18 de outubro de 1989. fazer e viver dessa mesma sociedade. recuperados e restaurados na forma original. que poderá ser feito individualmente. à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade.os modos de criar. § 1º . cultural. § 2º .outros que vierem a ser tombados.as obras e objetos de arte ou de valor histórico. . IV . edificações e monumentos.o ambiente na sua composição de homem. a partir do respectivo tombamento. devidamente conservados.Integram o patrimônio cultural do Município: I . em conjunto ou parcialmente pelo Poder Executivo. VI . tecnológicas e artísticas. no que tange à proteção do patrimônio cultural do Município. de propriedade do Município ou de particulares. flora e fauna. adequados ou doados ao Município.A incorporação de bens à condição de patrimônio cultural se fará por tombamento. arqueológico. VII . § 2º .A partir da data de promulgação desta Lei. III . arquitetônico ou científico.Observar-se-à. enquanto conservado adequadamente pelo proprietário ou ocupante.as diversas formas de expressões culturais dos grupos constitutivos da sociedade. por ano. com inscrições em livro próprio. § 3º .Os imóveis localizados no mesmo Sítio.

apenas. os igarapés e a orla fluvial. § 2º . 343 . o centro antigo da cidade. 341 .A descaracterização dolosa de imóvel tombado ou qualquer patrimônio público municipal. a partir da data da promulgação desta Lei. sendo ele pessoa física ou jurídica. com vistas ao estabelecimento das providências de trato. de 06/05/2002. implicará a sua desapropriação. de que trata o artigo 404. se exclusivamente de propriedade ou interesse público. identificação e classificação dos imóveis e sítios. se sujeitará ao pagamento de multa. acautelamento e proteção. compreendido entre a Rua Leonardo Malcher e a orla fluvial. a serem adotadas. visando a determinação do percentual de redução do imposto predial. SUBSEÇÃO III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS Art. na manutenção e conservação de acervos culturais e na ampliação desses. expedição de certidão. para fins de proteção. o aparelhamento necessário ao exercício de suas funções precípuas. cujo valor poderá variar de 10 a 100. Art. Sendo um patrimônio tombado.Art. que deverão ser recuperados com vistas a se transformarem em vias de respiração e circulação da cidade. tendo como referência a Ponte Benjamin Constant.000 UFMs (Unidade Fiscal do Município). § 1º. 342 . independentemente da obrigação de ressarcir o Município dos gastos despendidos para recuperação. 340 . desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação e.O Porto de Manaus.Aquele que puser em risco.Fica tombado. .O Município protegerá. § 1º . em prazo nunca superior a doze meses. Art. ou efetuá-lo às expensas.Fica o Município incumbido de proceder às medidas relativas aos registros do tombamento.(Redação dada pela Emenda nº 25. à direita. conforme dispõe o artigo 339 desta Lei. vigilância. bem como emissão de normas a serem observadas para os casos de reformas e edificações. § 3º . reprimirá ações danosas ou atentatórias à sua integralidade ou caracterização. danificar ou descaracterizar um bem tombado ou um patrimônio público municipal de qualquer natureza. caracterizará crime. como bem tombado pelo Patrimônio Municipal.O Executivo investirá com recursos do Fundo de Desenvolvimento SócioEconômico do Município. determinado pelo Executivo. o patrimônio cultural por meio de registro. com a colaboração da comunidade. excetuando-se. no trecho tombado. ainda. à esquerda. acautelamento e programação especial. principalmente no que tange a sua estrutura física e área construída. limitado esse espaço. mediante processo administrativo. pelo igarapé de São Raimundo e.Incluem-se. tombamento. pelo igarapé de Educandos. na forma da legislação específica. desta Lei. Parágrafo Único . não poderá sofrer alterações que modifiquem suas atuais características.

346 . museologia.incentivo participação da comunidade no processo educacional.implantação progressiva do turno de oito horas diárias no ensino fundamental. com preparação para o trabalho e na pré-escola. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. merecedores de todo o zelo e atenção do Município. III . mais a gratificação de cinqüenta por cento de regência de classe. VI . recuperação de telas. será promovida e estimulada com a participação e colaboração da comunidade local. sem perda salarial. papel e outros. o afastamento temporário do funcionário de suas atividades.gratuidade do ensino. serão previstos recursos que possibilitem convênios de apoio e cooperação operacional. recuperação de objetos de arte. Museu do Homem do Norte. ficando assegurado.O Município garantirá assistência e orientação técnica nas áreas de biblioteconomia. Art. II . Associação Amazonense dos Artista Plásticos e Movimento Alma Negra. Clube da Madrugada. observados. no Orçamento. os seguintes princípios: I .São integrantes do patrimônio cultural de Manaus e. tendo por objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Museu do Porto de Manaus. com piso salarial igual a três vezes à menor retribuição paga aos funcionários públicos municipais. destinados à manutenção das referidas entidades e efetivação de eventos públicos por elas promovidos. através de mecanismos como reuniões de pais e mestres e faculdade de uso do espaço escolar pela comunidade jurisdicionada. além do estabelecido na Constituição da República e na Constituição do Estado.Art. com mandato improrrogável de dois anos. arquivo. Museu Tiradentes. assegurada a participação pelo voto direto da comunidade escolar. Parágrafo Único .Para fins de cumprimento do "caput" deste artigo. União Brasileira de Escultores do Amazonas. portanto. SEÇÃO II DA EDUCAÇÃO Art. inclusive na aprovação do regimento interno e do currículo escolar. os acervos do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. Academia Amazonense de Letras. fundada na reflexão da realidade. 345 .implantação de programas de capacitação e aperfeiçoamento do pessoal docente e técnico-administrativo. Museu do índio.valorização dos profissionais do ensino mediante planos de carreira para todos os cargos do magistério. V . promoção obrigatória e ingresso exclusivo por concurso público de . microfilmagem. Academia Amazonense de Letras Jurídicas. IV .A educação. 344 . anualmente. a cargo do Município.gestão democrática com eleições para os cargos de direção e deliberação dos estabelecimentos de ensino. para atendimento dessa finalidade.

no conteúdo programático ministrado pelas escolas municipais. a escolas comunitárias. alimentação e assistência obrigatória à saúde. VII . Art. 350 .O Município promoverá. VI . gestação. Art. casamento. com cooperação do Estado e da União.O Município estabelecerá programa específico de treinamento para os professores na área rural. serão incluídos os de educação ambiental e os de prevenção de acidentes pessoais e de trabalho. a manutenção de creches pré-escola e ensino fundamental. IV . transporte. acidente de trabalho. III . o recenseamento da população escolar demandante do ensino fundamental e fará a chamada dos educandos. 347 . que: .provas e títulos.Dentre os programas de conscientização coletiva. V . II . sendo destinados às escolas municipais da rede e zona rural. X . podendo ser dirigidos. 348 .inclusão obrigatória. definidas em lei. excepcionalmente. preferencialmente na rede regular de ensino.A distribuição dos recursos públicos assegurará.fornecimento de material didático escolar. ainda que no gozo de licença especial. VII .atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. Art.programas especiais de ensino às crianças com dificuldades de aprendizagem.programas especiais de ensino de técnicas agrícolas. confessionais ou filantrópicas. Art. do ensino da Geografia e da História do Amazonas e de educação ambiental.ensino fundamental noturno regular para os que ultrapassem a idade própria. Parágrafo Único .O Município manterá: I . 349 .horário especial de ensino ao menor trabalhador.ensino pré-escolar e fundamental obrigatórios. cujo valor se incorporará aos proventos da inatividade. afastamento por doença. anualmente. IX .atendimento em creches às crianças de zero a três anos de idade.cursos livres permanentes de orientação sobre os direitos do homem e do cidadão. quando no exercício de atividade profissional.garantia de remuneração complementar por regência de classe ou atividade técnica. assegurado regime jurídico estatutário para todas as instituições de ensino mantidas pelo Município. inclusive odontológica. prioritariamente. ou em razão do exercício de função diretiva ou de representação sindical. VIII .

Parágrafo Único . . 355 . III . desta Lei. 352 . atendido o disposto neste artigo e mediante a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. Art. Art.Os recursos de que trata este artigo somente poderão ser destinados à manutenção de bolsas de estudo. bem como os quantitativos a elas destinados e suas respectivas finalidades. § 2º .O Município aplicará.I .Os currículos escolares serão adequados às peculiaridades do Município e valorização sua cultura e seu patrimônio cultural e ambiental. o Município aplicará.O Poder Executivo publicará.promovam ensino gratuito à coletividade.O Município não manterá escolas de nível superior nem subvencionará estabelecimentos dessa natureza até que estejam atendidas todas as crianças demandantes do ensino fundamental.assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária. visando à aquisição de vagas em estabelecimentos educacionais de caráter não-filantrópico. no mínimo. 10 por cento na educação pré-escolar. II .comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação. Art. mesmo que beneficiem a rede escolar pública. educação sexual e prevenção do uso de drogas. direitos humanos. e nos casos de absoluta falta de vagas e cursos regulares da rede pública. 351 . § 1º . Art. VIII. por ano. § 2º . ecologia. até o dia 10 de março de cada ano. a relação nominal das entidades privadas de ensino beneficiadas com recursos públicos. na liberdade de expressão e no direito ao conhecimento do respeito à dignidade e direito humanos.Dos recursos orçamentários destinados à educação. fundamentados nos princípios da democracia. obrigatotiamente. anualmente.Não serão consideradas aplicações para o desenvolvimento e manutenção do ensino aquelas relacionadas com obras de infra-estrutura urbana ou rural. filantrópica ou confessional. no caso de encerramento de suas atividades.Dos cursos de educação fundamental constarão. nos casos previstos no artigo 332. práticas educativas referentes a trânsito.Fica o Poder Público proibido de utilizar mecanismos de redução ou isenção de impostos e taxas municipais. 353 .O Calendário escolar municipal será flexível e adequado às peculiaridades locais climáticas e às condições sociais e econômicas dos alunos. ouvida a Câmara de Educação. § 1º . cinco por cento na educação da área rural e três por cento na educação especial. 354 . nunca menos de 30 por cento da receita resultante de impostos e das transferências recebidas do Estado e da União na manutenção e desenvolvimento do ensino. ou ao Poder Público. Art.

de qualquer grau ou nível. esporte.O Município viabilizará programas especiais de Educação Informal para atender a crianças e adolescentes que freqüentem o ensino fundamental em meio período. garantindo.O desporto e o lazer.O Município destinará recursos e investirá no desporto e no lazer comunitários e estimulará a iniciativa privada a adotar idêntico procedimento. dependências para o posto de saúde com ambulatório. priorizando. independente de poder aquisitivo. a relação das áreas profissionais. Art. § 1º . leituras.O não-atendimento às normas gerais relativas ao ensino e aos seus profissionais acarretará sanções administrativas e financeiras. que receberão estagiários. 360 . berçário e banco de aleitamento materno. orientações profissionais e outros programas importantes desenvolvidos nos centros de recreação das Unidades Integradas. 358 . 357 . 361 . 359 . escola do ensino fundamental e centro de recreação. com vistas à alimentação. continuidade da assistência integral ao menor. o Poder Público Municipal publicará. instalados nos bairros.cumprimento das normas gerais da educação nacional.O desporto compreende as práticas notoriamente reconhecidas como tal.O Município criará e manterá Unidades Integradas de Educação e Saúde com dependências para creche. devidamente referendadas pelo Conselho Regional de Desportos. II . Art. da qualidade do ensino ministrado. Parágrafo Único .O ensino é livre à iniciativa privada. artes. sendo dever do Município criar condições de acesso e usufruto em segurança à população. 356 . nas suas diversas manifestações. para conhecimento amplo. atendidas as seguintes condições: I . . Parágrafo Único . Art. bem como estabelecerá os critérios de seleção dos mesmos.Anualmente. mediante convênio com estabelecimentos de ensino profissionalizantes. no primeiro caso.O escotismo é considerado método complementar de educação e deverá receber apoio dos órgãos municipais. o desporto participação. SEÇÃO III DO DESPORTO E DO LAZER Art.autorização e avaliação pelo Poder Público Municipal.Art. pré-escola. seguindo normas do Conselho Estadual e da Câmara de Educação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.O Poder Público assegurará. são direitos de cada um e de todos os cidadãos. Parágrafo Único . a concessão de estágio profissional remunerado em número nunca inferior a cinco por cento do quadro permanente de servidores municipais. lazer. assim. Art.

O Executivo Municipal proverá cada bairro e cada vila.No planejamento de qualquer unidade de recreação deverá ser obrigatoriamente considerado: I . 363 . festas folclóricas. feiras. além de outros. atividades sociais. promovê-los e estimular a sua realização como forma de incentivo e sensibilização a essas atividades. no início de cada gestão administrativa. § 2º . VIII . cinema.preservação da identidade cultural. VII . § 1º . no âmbito rural. programa de construções de unidades para recreação. inclusive a portadores de deficiência. Art. de funcionamento e supervisão. festas populares. a programação de investimento a ser apresentada pelo Poder Executivo. tais como celebrações ou comemorações de datas festivas.preço acessível ao poder aquisitivo da população usuária.Integrará.Todas as escolas e centros comunitários edificados pelo Poder Municipal deverão dispor de espaço apropriado para o desenvolvimento de práticas de educação física e desportivas. facilitando-se o uso destas pela comunidade jurisdicionária. festivais. Art. V . quando de iniciativa alheia à sua esfera administrativa.consideração de valores estéticos e proteção das belezas naturais. sistematicamente.público alvo. esporte. III .facilidade de acesso.Estará facultado ao Poder Municipal contribuir financeiramente para a realização de torneios. de educação física e lazer comunitário. conferências.O lazer comunitário compreende jogos. II .O Município garantirá atendimento desportivo e recreativo especializado ao deficiente no âmbito escolar e de logradouros ou ambientes de uso comunitário.o máximo possível de utilização das áreas pelo público a que se destina. ao Legislativo Municipal. audiovisuais. Art. 365 . 364 . VI . de áreas adequadas a práticas desportivas. 362 .É vedado ao Município subvencionar entidades desportivas profissionais ou recreativas de uso restrito. ficando este. certames. de caráter não-comercial e profissional. atividades dramáticas. atividades ligadas à natureza. entretanto. olimpíadas ou outras práticas assemelhadas.§ 2º . incluindo-se nessas a . apropriados para essas práticas. Art. música. na obrigatoriedade de. quermesses. mostras e exposições de artes.obediência às normas usuais de segurança. § 3º . obrigatoriamente. IV . leilões.economia de construção e manutenção.

obrigatoriamente.lugares adequados para adultos. V .centro de criatividade para produção artístico-cultural. além do disposto no § 1º deste artigo. campos para futebol. Parágrafo Único . lutas marciais. igarapés e áreas delimitadas para tal. com profissionais habilitados nas áreas de educação e medicina. bosques. deverão conter. estádios. devem constar. idosos e deficientes. hortos e outros. destinados à recreação pública. 366 .áreas de proteção da natureza. colônias para férias. CAPÍTULO V . Parágrafo Único .parques infantis. as seguintes unidades: I . espaço para exposições. observada a legislação específica. II .O Município fomentará as práticas náuticas. Art.locais apropriados para adolescentes. pelo menos. cinema ao ar livre. prevenção de possíveis emergências e dependências sanitárias. 367 . IV .Os ambientes fechados. da Constituição do Estado.O Município só concederá ou renovará alvará de funcionamento às academias de cultura física.Os espaços de recreação pública deverão. sauna e outros estabelecimentos similares.prática de esporte e lazer dirigido. capoeira. o Poder Público Municipal determinará providências de apoio à participação de representações atléticas em competições nacionais de relevante interesse.acomodações para famílias. parques. estar assistidos de aparato de segurança.Mediante plano anual apresentado pelas federações desportivas amadoras. VI .Do programa geral de construção de unidades recreativas. obrigatoriamente. danças.Não serão admitidas no Município práticas recreativas que submetam os animais a crueldade ou que provoquem ou contribuam para sua extinção. praças. parques infantis. facilidades para evacuação das pessoas e prevenção de sinistros. 368 . § 1º . áreas para acampamento. ioga. mediante a comprovação de contar. § 2º . 369 . segundo a natureza do estabelecimento. teatros. piscinas. no seu quadro.Entende-se como unidades de recreação: quadras. III . Art. salas para espetáculo.Para o fomento das práticas desportivas no Município. salões para dança. ginásticas. ginásios. deverá ser observado o disposto no artigo 208 e seus parágrafos. 370 . pescas desportivas e recreação pública em rios. Art. Art. Art. áreas verdes.

e organizadas de conformidade com o previsto no artigo 204. Art. para viabilizar o acesso à moradia à população de baixa renda. além de outras fontes.descentralização político-administrativa.A ação do Município no campo social objetivará promover: I . certidões. de acordo com os objetivos previstos nas Constituições da República e do Estado.a defesa dos direitos das crianças e adolescentes. aos adolescentes e às crianças em situação de risco. às vítimas de violência.Com o objetivo de viabilizar os propósitos deste artigo. 373 . da Constituição da República. aos incapazes.DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL Art.programa de prevenção e atendimento especializado aos usuários e dependentes de drogas. II . no âmbito de sua competência. gratuitamente.garantir.a integração do indivíduo ao mercado de trabalho e ao meio social. o Município buscará a participação das associações representativas da comunidade. a quem dela necessitar. IX . assistência sanitária. IV .o amparo às vítimas de acidentes ou fatos catastróficos. registros. 371 . cabendo a coordenação e as normas gerais à . gratuitamente. psicológica e serviços funerários. 372 . independentemente de contribuição à seguridade social. aos deficientes.A assistência social será prestada a quem dela necessitar. que inclui verbas do Município. do Estado e da União. VIII . cópia documental de interesse particular para os reconhecidamente pobres. casas de recuperação e albergues. 375 .Na formulação e desenvolvimento dos programas de assistência social. Parágrafo Único . o Município investirá na criação e manutenção de asilos. devendo o Município assegurar os mecanismos para o seu desempenho.A maternidade e a paternidade constituem funções sociais de relevância.o amparo à velhice. V .a integração das comunidades carentes. 374 . com base nas seguintes diretrizes: I . VI . Art. na área da assistência social.As ações do Município. assegurados no artigo 227 da Constituição da República. III . serão realizadas por equipes multiprofissionais. com recursos do orçamento da seguridade social. Art. Art.garantir. social.contribuir com o Estado no que se relaciona à destinação de áreas e obras de infra-estrutura no âmbito de sua competência. VII .

através de suas entidades representativas. na formulação de políticas e programas.O Município atuará complementarmente ao Estado no amparo e formação psicológica. responsável pela coordenação da política de Assistência Social no âmbito do Município de Manaus.A criança e o adolescente são sujeitos de direitos. órgão de deliberação colegiada.(Redação dada pela Emenda nº 07. nutricional e social. Parágrafo Único . assistência psicológica e desintoxicação dos viciados em drogas.priorização dos veículos familiares e comunitários como medida preferencial para a integração social de crianças e adolescentes.atendimento prioritário às crianças e adolescentes em situação de risco. permitida uma única recondução por igual período. social e profissionalizante da criança e do adolescente a que for atribuído ato infracional.retirar o menor da rua. Art. IV . sempre.descentralização do atendimento. acompanhamento. por meio de organizações representativas. 380 .O atendimento à criança e ao adolescente será. cujos membros. devendo ser levada em conta sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e de seus direitos terem. II . atividades esportivas. de 12/06/2001) Art. vinculado à estrutura do órgão da Administração Pública Municipal. Art. Art. reintegrando-o à família com bolsa escola. V . odontológica.Fica criado o Conselho Municipal de Assistência Social. VI . assim como implantação.participação da sociedade civil.participação da população. com base nos seguintes termos: I . III . II . . emprego.esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. nomeados pelo Prefeito.É dever do Município cooperar para o provimento de órgãos públicos e auxiliar os privados filantrópicos. e observadas as características culturais e sócio-econômicas locais. dando prioridade à criança e ao adolescente carente e em situação irregular. controle e fiscalização de sua execução. encarregados de atividades ligadas à prevenção e fiscalização do uso de drogas e entorpecentes. 376 . definidos em lei. 377 . têm mandato de 02 (dois) anos. Art. preferencialmente. realizado em seus lares.realização de programas de assistência médica. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. 378 .As ações do Município de proteção à infância e à adolescência serão organizadas na forma da lei. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. 379 . com recursos humanos e materias que se fizerem necessários. absoluta prioridade.

A forma de organização. das entidades e organizações de assistência social e dos trabalhadores do setor.O Poder Público desenvolverá programas de capacitação e valorização de mão-de-obra feminina. 383 . Parágrafo Único . cujos nomes são indicados ao órgão da Administração Pública Municipal responsável pela coordenação da política municipal de Assistência Social.Cabe ao Município criar mecanismos sociais que facilitem o desempenho profissional e a consciência social dos cidadãos. II .O Conselho Municipal de Assistência Social contará com uma Secretaria Executiva. 384 . gozarão da isenção de 20 por cento do imposto sobre serviços de qualquer natureza. incluindo 01 (um) representante da União.(Redação dada pela Emenda nº 003/95) Art. correspondente a um salário piso do servidor municipal. permitida uma única recondução por igual período. comprovadamente incapaz de prover seu sustento. fica assegurada uma pensão especial. § 4º .09 (nove) representantes da sociedade civil. escolhidos em foro próprio sob fiscalização do Ministério Público Estadual. § 2º .A presidência do Conselho Municipal de Assistência Social será exercida por um de seus integrantes.O Conselho Municipal de Assistência Social é composto por 18 (dezoito) membros. ressalvado o direito de opção. funcionamento. bem como de incentivo e apoio à criação de cooperativa de trabalho. Art. ex-presidiários. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos do Poder Público.Será facilitado o trânsito. de acordo com os critérios seguintes: I .Ao portador de hanseníase ou doença infecciosa crônica.§ 1º . deficientes e pessoas idosas. com idade superior a 45 anos. aprovado por ato do Chefe do Executivo. Art. 01 (um) representante do Estado. 381 .09 (nove) representantes governamentais.As empresas que comprovarem manter em seus quadros funcionais dez por cento do total de seus empregados. para mandato de 01 (um) ano. provimento das representações relativas ao parágrafo primeiro. que o concederá mediante deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. exceto em benefícios previdenciários. § 3º . a qualquer tempo. ex-hansenianos. eleito dentre seus membros. . Parágrafo Único . Art. e seus incisos. dentre representantes dos usuários ou de organizações de usuários. 382 . as atividades e o atendimento preferencial da mulher gestante em prédios e logradouros públicos em que ocorram filas e exijam espera. e respectivos suplentes.O benefício será requerido ao Prefeito. 01 (um) representante da Entidade formadora e 06 (seis) representantes da Prefeitura de Manaus. será definida em Regimento Interno. deste artigo.

obrigando-se a comprovar. 386 . prioritariamente.Os pedidos de isenção.compatibilizar a atividade econômica com a proteção do meio ambiente. bem como para valorizar o trabalho humano. com os Municípios e.proteger os direitos dos usuários dos serviços públicos e dos consumidores. Art. o Município agirá no sentido de: I . V . III . VI . às microempresas e às pequenas empresas locais. trimestralmente. com o Estado. as empresas interessadas formalizarão pedido ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. com especialidade. a manutenção da contratação das referidas pessoas.As empresas que desfrutarem de benefícios fiscais ou financeiros concedidos pelo Município e que possuam número de empregados superior a cem. agindo de modo que as atividades econômicas realizadas em seu território contribuam. VII . 387 .fomentar a livre iniciativa. § 2º .privilegiar a geração de emprego.utilizar tecnologia de uso intensivo de mão-de-obra. para elevar o nível de vida e o bem-estar da população local. 385 . CAPÍTULO VI DA POLÍTICA ECONÔMICA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. IV .O Município promoverá o seu desenvolvimento social e econômico. impondo-se a mesma obrigação ao Município em relação aos seus servidores. inclusive para os grupos sociais mais . Art. considerando sua contribuição para a democratização de oportunidades econômicas. com Países. bem como qualquer empresa com número de empregados superior a duzentos. serão concedidos sob forma de aplicação imediata. aqueles integrantes da Região Amazônica.racionalizar a utilização de recursos naturais.Na promoção do Desenvolvimento econômico.Para a consecução do objetivo mencionado neste artigo. desde que observados os requisitos exigidos.§ 1º . o Município atuará de forma exclusiva ou em articulação com a União. qualquer que seja o número destes últimos.Para ter acesso ao gozo da referida isenção. II . se necessário.dar tratamento diferenciado à pequena produção artesanal e mercantil. Parágrafo Único . manterão creches e pré-escola para os filhos destes.

definido em ato do Prefeito. para que sejam efetivados. Art. Art. 391 . assim definidas conforme estabelece o art. o cooperativismo e as microempresas.carentes.garantir o escoamento da produção. Art. no campo de sua competência.estimular e privilegiar o associativismo. estabelecendo a necessária infra-estrutura. § 1º.eliminar entraves burocráticos que possam limitar ou restringir o exercício da atividade econômica.oferecer meios para assegurar ao pequeno produtor e trabalhador rural condições de trabalho e de mercado para os produtos. VIII . Parágrafo Único . possibilitando-lhes acesso aos meios de produção e geração de renda. destinada a viabilizar esse propósito. III . V . e prioridade de atendimento nos serviços de assistência técnica.A atuação do Município na área rural estará voltada para a fixação de contingentes populacionais. com prioridade à empresa rural. seja diretamente ou mediante delegação ao setor privado.serviços de suporte informativo ou de mercado. . 388 . 168. da Constituição do Estado. 390 . incisos I e II.A diferenciação de tratamento se efetivará mediante a aplicação do previsto nos arts. sobretudo aquela destinada ao abastecimento alimentar. permitirá às microempresas se estabelecerem na residência de seus titulares.investimento de infra-estrutura básica e de apoio. apoiar ou incentivar o desenvolvimento de atividades produtivas. Art. 392 .O Município. II . em caráter precário e por prazo limitado.crédito especializado ou subsidiado. IV . a rentabilidade dos empreendimentos e a melhora do padrão de vida da família rural. 392. indireta ou reivindicatória. 389 . Art. empenhando-se em: I . junto a outras esferas de governo. podendo contratar ou conveniar com instituições de âmbito público ou privado.O Município desenvolverá sua ação de forma direta.O Município dispensará tratamento diferenciado à microempresa e à empresa de pequeno porte. entre outros: I . II .estímulos fiscais e financeiros. III . 402 e 403 desta Lei. a realização de investimentos para formar e manter infra-estrutura capaz de atrair.garantir a utilização racional dos recursos naturais. IX .É de responsabilidade do Município.assistência técnica.

Art. priorizando o turismo receptivo.apoio a programa de sensibilização da população e de segmentos sócio-econômicos de importância para o setor. particularmente no que tange a investimentos de lazer e serviços. 394 .priorização de investimentos que visem à formação de estrutura turística voltada para o aproveitamento das potencialidades existentes no Município. das seguintes diretrizes: I . paisagístico e natural. através de ato do Prefeito.a habilitação sumária e procedimentos simplificados para participação em licitações públicas. 393 . V . respeitadas as diretrizes estabelecidas pela União. 395 . . no campo da economia.desde que não prejudiquem as normas ambientais de segurança.apoio e estímulo à iniciativa privada voltada para o setor.É vedada a comercialização de gêneros alimentícios que não atendam às condições mínimas de manuseio. Art. estabelecidas pelos órgãos competentes da estrutura do Poder Público. IV . indireta e fundacional.Para fins previstos no "caput" deste artigo. entre outras.O Município propugnará para que. de silêncio. Art. 397 . entre outros: I . o Poder Executivo desenvolverá ações conforme dispõe o artigo 179 da Constituição do Estado. nos assuntos de natureza administrativa e fiscal. III . bem como preferência na aquisição de bens e serviços de valor compatível com seu porte.proteção e incentivo às manifestações folclóricas e culturais.adoção permanente de plano turístico integrado. desde que haja conveniência para a administração.Fica assegurado às microempresas ou empresas de pequeno porte. de trânsito e de saúde pública. II . de procedimentos administrativos em seu relacionamento com a Administração Municipal direta.a notificação prévia quando da realização de qualquer tipo de fiscalização no âmbito do Município. desperdícios e sub-utilização de estruturas ou equipamentos de uso coletivo. estocagem e higiene. III . visando à utilização racional dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas. 396 .O Município deverá manter articulação permanente com os demais Municípios e com o Estado.O Município promoverá e incentivará o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico.a simplificação ou eliminação. Art. Art. § 1º . com vistas ao atendimento. sejam eliminadas as formas e fatores geradores ou motivadores de entraves. principalmente a valorização do patrimônio histórico. II .

Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Amazonas.manutenção e aparelhamento de logradouros públicos sob a perspectiva de sua utilização. preços de serviços públicos. IV .conservação e preservação dos valores artísticos. composto pelo Prefeito.VI . § 3º . V .Federação das Indústrias do Estado do Amazonas. .O Município incentivará o trabalho artesanal e apoiará o artesanato como forma de suporte à atividade turística e principalmente.Superintendência da Zona Franca de Manaus. ocupação e fruição de bens naturais. renda e incentivos.Federação dos Trabalhadores do Comércio. III . Art.O Poder Executivo procederá.Conselho Regional de Economia . X . ao inventário do patrimônio turístico da cidade e levantamento dos logradouros e estabelecimentos de suporte à atividade turística.difusão e divulgação da Cidade de Manaus como pólo de importância turística. e representantes de: I . arquitetônicos e turísticos. como Presidente. 399 . acessoriamente ao setor. com funções deliberativas. para as áreas de abastecimento.Federação dos Trabalhadores da Indústria.Associação Comercial do Amazonas. de geração e complementado da renda familiar. II .Governo do Estado. prioritariamente. 398 . organização e funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. Art. reguladoras e normativas. promoção de emprego.regulamentação de uso. sistematicamente. objetivando garantir a funcionalidade desses equipamentos e o atendimento satisfatório de seus usuários. arquitetônicos e culturais do Município. VIII . IX . dispondo de composição paritária entre representantes oriundos do setor público e privado. § 2º . VII . VIII .Federação da Agricultura do Estado do Amazonas. VII . VI . voltadas.A lei definirá as condições de participação.formação de pessoal especializado. IX .13ª Região.

IV . com o propósito da exploração de serviços públicos. na forma da lei.Seção Amazonas. encargos e benefícios sociais.O Município poderá conceder incentivos fiscais relativos aos tributos de sua competência e incentivos extrafiscais para as atividades consideradas de fundamental interesse ao seu desenvolvimento.regressividade .O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal para aprovação. até 15 de março de cada ano. § 1º . § 1º . § 2º . Art. expressa em salário. ouvido o Poder Legislativo.Sindicato do Comércio Varejista.transitoriedade .Fundação Universidade do Amazonas. responderá pela realização de investimento para a formação de infra-estrutura básica e de apoio necessários à sustentação e motivação das atividades produtivas. 401 .condição necessária à retirada do incentivo num processo gradual. poderá o Município autorizar a realização de investimentos pelo setor privado. com base nos seguintes princípios: I . a Programação de Investimentos para o exercício.A lei regulamentará a Política de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. Parágrafo Único . XIII .condição de prazo certo que deve ter o incentivo. XII .Sindicato do Comércio dos Feirantes. na esfera de sua competência. XIV .Distritos e Regiões Administrativas.gradualidade . Art.Integrarão o Conselho a Comissão de Abastecimento e a Comissão Tarifária.Associação Brasileira dos Agentes de Viagens . . 400 . III . saúde e turismo a simplificação de procedimentos em todos os atos relacionados com a administração Pública Municipal.concessão diferenciada do benefício.X . anualmente.contrapartida a ser oferecida pela beneficiada.O Município. de acordo com as prioridades estabelecidas em lei.Em casos excepcionais.Fica assegurada às empresas prestadoras de serviços de educação. II . XI .reciprocidade . 402 . SEÇÃO II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS Art.

apoio às microempresas prestadoras de serviços através do apoio gerencial.recursos do orçamento do Município. 403 . § 1º. da Constituição do Estado. III . fica criado o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. II .Para atender ao disposto no "caput" deste artigo. Art. deste artigo. I. Parágrafo Único . da Constituição da República.transferência da União e do Estado. § 1º .Os benefícios sociais de que trata o parágrafo 1º. V . tecnológico e mercadológico.recursos oriundos das multas de qualquer natureza.Os incentivos extrafiscais compreendem: I .contribuição de cinco por cento da isenção concedida pelas empresas beneficiadas com essa condição.participação no resultado da exploração a que se refere o artigo 20. bem como a concessão de financiamentos através de linha de crédito subsidiada. VI .empréstimos ou doações de entidades. são os definidos no artigo 212. IV . 404 . inclusive fiscais. e destinar-se-ão às atividades econômicas e sociais do Município de Manaus.promoção do desporto educação III . especificamente para as áreas de urbanismo e meio ambiente. Art. cuja composição de recursos será efetivada com base nas seguintes origens: I . . previstos anualmente na lei de diretrizes orçamentárias.Os incentivos fiscais de competência do Município são os referentes ao artigo 130 desta Lei. II .valorização e difusão das manifestações culturais. V . à capacitação científica e tecnológica e difusão de conhecimentos. a ser regulamentado pela Lei de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. sanções administrativas e de condenações judiciais por atos lesivos à comunidade e ao meio ambiente.§ 2º . IV .inversões em prol da recuperação de estados críticos de comprometimento ambiental. § 1º.apoio à pesquisa.As microempresas prestadoras de serviços serão concedidos os favores fiscais de isenção do imposto sobre serviços de qualquer natureza e isenção da taxa de licença para localização de estabelecimento.

O Poder Executivo exercerá.retornos e resultados de suas aplicações. que implicar prejuízo. Art. Parágrafo Único . desta Lei. ônus social. IV. 407 .Os impostos previstos no artigo 135. sendo o Banco Oficial do Estado seu agente financeiro. definitiva.Os contratos deverão ser anuais. 406 . III . § 3º . com repasses mensais. risco. comprometimento ou degradação do meio ambiente.descumprimento das condições convencionadas para a concessão do estímulo em causa. a fiscalização com referência ao que tratam os incisos deste artigo.O fundo mencionado no § 1º deste artigo será administrado por um Comitê.Resultarão na suspensão automática. Art. 405 .ato ou ocorrência grave de responsabilidade jurídica da empresa beneficiária. exercerá a fiscalização do cumprimento dos incentivos concedidos e provocará a ação do Poder Executivo em relação à não-observância da Lei e desta Lei Orgânica. II . § 1º . correspondente ao valor do contrato e até o limite de 10 por cento do total do imposto devido. VIII .outras fontes internas e externas. irrecorrível e irreversível do incentivo concedido pelo Município para empreendimento ou pessoa jurídica beneficiada com essa condição. cuja composição será definida em lei.É vedada a aplicação dos recursos do fundo para outras finalidades que não as previstas neste artigo. as seguintes situações: I . § 2º . IX .resultado da remuneração dos recursos momentaneamente não-aplicados. SEÇÃO III DO ABASTECIMENTO . pesquisa sem fins lucrativos e lojas maçônicas regulares.ato comprovado de burla ao fisco de qualquer esfera. entre membros da iniciativa privada e do setor público. Art. gozarão de redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza. calculados com base em indexador oficial.O Poder Legislativo.VII . no exercício de suas funções. não incidirão sobre entidades de cultura. a partir do seu ingresso no Banco Oficial do Estado. e a redução calculada mensalmente à base de um 12 avos do valor total contratado. sistemática e periodicamente. § 2º . I.As empresas prestadoras de serviços que efetuarem contrato de treinamento de seus servidores com a Escola Municipal de Serviço Público.

Art. 408 - O Município exercitará sua função reguladora do abastecimento alimentar no sentido de garantir a sua normalidade, níveis de qualidade e preços satisfatórios, e organizará sua ação tendo por base uma política voltada, principalmente, para a área agrícola e fundiária. Parágrafo Único - O abastecimento de gêneros alimentícios será objeto de controle permanente, considerando a especificidade de produtos essenciais a serem definidos em lei, com acompanhamento de estocagem, origem e qualidade, de modo a prevenir situações de carência ou de interrupções de fornecimento. Art. 409 - São instrumentos da política agrícola o planejamento, a pesquisa, a assistência técnica, a extensão rural, o armazenamento, os estoques reguladores, o crédito, o transporte, o associativismo, os incentivos fiscais, o contingenciamento e a política de preços mínimos. Parágrafo Único - Incluem-se, no planejamento agrícola, as atividades agro-industriais, agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativas, inclusive as de pesquisa. Art. 410 - A política agrícola, a ser implementada pelo Município, priorizará a pequena produção e o abastecimento alimentar através de sistema de comercialização direta entre produtores e consumidores, bem como observará o interesse da coletividade na conservação do solo, observados os princípios estabelecidos na Constituição da República e do Estado, além dos seguintes pressupostos: I - promover a utilização racional das várzeas e das terras firmes, respeitando suas limitações e potencialidades, observando suas diferenças e características, estabelecendo políticas compatíveis de produção, com vista ao melhor aproveitamento dos seus recursos; II - abrir estradas vicinais e conservar as já existentes para escoamento dos produtos nas áreas da zona rural; III - o adequado abastecimento alimentar é condição básica para garantir a tranqüilidade social, a ordem pública e o processo de desenvolvimento econômico-social; IV - o processo de desenvolvimento agrícola deve proporcionar ao homem do campo o acesso aos serviços essenciais de saúde, educação, segurança pública, eletrificação rural, comunicação. habitação, saneamento, recreação e outros benefícios sociais; V - a reforma agrária é fundamental ao processo de desenvolvimento, sendo a política agrícola indissociável das questões agrárias e do meio ambiente. Art. 411 - São objetivos da Política de Abastecimento: I - estabelecer e normatizar as ações e instrumentos do Município, destinados a promover, regular, fiscalizar, controlar, avaliar atividades e suprir as necessidades do setor, visando a assegurar o incremento da produção e da produtividade agrícola, a regularidade do abastecimento interno, especialmente alimentar, a rentabilidade dos empreendimentos, a estabilidade de preços e de mercado, a proteção do consumidor, a

redução das disparidades de renda e a melhoria das condições de vida da família rural: II - sistematizar, no que couber, a atuação do Poder Público para que os diversos segmentos intervenientes na agricultura possam planejar suas ações e investimentos numa perspectiva de médio e longo prazos, reduzindo as incertezas do setor; III - propugnar para que sejam eliminadas distorções que afetam o desempenho das funções econômicas e sociais da agricultura; IV - proteger o meio ambiente, garantir o seu uso racional e estimular a recuperação dos recursos naturais; V - estimular a formação de excedentes agrícolas que possibilitem condição competitiva no mercado externo; VI - promover a descentralização da execução dos serviços públicos de apoio ao setor rural, adequando os diversos instrumentos à sua necessidade e realidade; VII - garantir o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, a sua difusão e protegê-las, privilegiando a utilização de fatores de produção internamente mais abundantes; VIII - estimular o processo de beneficiamento e agroindustrialização junto às respectivas áreas de produção. Art. 4l2 - Cabe ao Município a edição da Lei Agrícola Municipal como instrumento suplementar às Leis Agrícolas Federal e Estadual, a qual dará tratamento diferenciado e privilegiado aos pequenos e médios agricultores. Art. 4l3 - Fica assegurado, nos termos desta Lei, e do artigo l68, § 2º, da Constituição do Estado, e do artigo l87, IV, da Constituição da República, a realização de serviços de assistência técnica e extensão rural gratuita aos pequenos e médios produtores rurais e ás suas famílias. Parágrafo Único - Entende-se por produtor rural, para os fins desta Lei, aquele que desenvolve atividades agrícolas, extrativistas não-predatórias ou artesanais, e por pequeno produtor, aquele que as desenvolve à custa do esforço de seu próprio trabalho ou de sua família, eventualmente recorrendo à contratação de mão-de-obra temporária, podendo ser proprietário ou não dos meios de produção necessários ao desenvolvimento de suas atividades, das quais, exclusivamente, tire sustento seu e de sua família. Art. 4l4 - O Município exercerá o controle sobre a produção, armazenamento, transporte, comercialização e utilização de produtos agrotóxicos, visando a preservação do meio ambiente. Art. 4l5 - Em favor dos objetivos propugnados nesta Lei, a Prefeitura orientará sua ação para: I - divulgar, bem como promover a simplificação e agilização do processo de concessão de incentivos aos pequenos produtores;

II - selecionar matrizes e reprodutores para a ampliação dos rebanhos de suínos, caprinos e outros pequenos animais; III - Estimular o criatório de aves e ampliação dos plantéis, por intermédio de linhas especiais de crédito para financiamento ao pequeno produtor; IV - incrementar a produção de ração animal a partir de produtos regionais - farinha de peixe, pupunha, sobras de dendê, milho, farelo de arroz, etc. V - elevar os níveis de sanidade dos rebanhos existentes, através de campanhas sanitárias sistemática; VI - divulgar, junto às comunidades pesqueiras, as áreas piscosas existentes no âmbito do Município, bem como as épocas da captura não-predatória, atuando, cooperativamente com o Estado e a União, no disciplinamento dessas atividades, de modo a minimizar os danos ecológicos e garantir o suprimento alimentar à população; VII - incentivar a organização de pescadores em colônias, nas áreas selecionadas, no sentido de elevar-lhes o nível técnico e o poder competitivo no mercado, bem como racionalizar a intermediação no processo de comercialização; VIII- estimular a implantação de fábricas de gelo e frigoríficos para estocagem do pescado, nas áreas selecionadas; IX - instituir políticas de distribuição de pescado, visando a reduzir o custo e proporcionar melhor acesso da população a esse produto; X - fomentar a criação de peixes em lagos, açudes, barragens e outros sistemas de cursos d'água controláveis; XI - identificar e divulgar processo nativos de beneficiamento do pescado, bem como técnicas adequadas de salga e defumação de peixe; XII - acelerar o processo de regularização fundiária em áreas selecionadas, destinadas a pequenos produtores; XIII - simplificar e reduzir, ao mínimo, os custos da regularização fundiária; XIV - realizar o assentamento dirigido em núcleos de produção, visando à ocupação do vazio amazonense e transformação da economia e do modo de vida no interior. Art. 416 - O Município reprimirá, na forma da lei, qualquer abuso de poder, manifesto sob suas distintas formas, especialmente as que visem à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário do lucro. Art. 417 - O Município, em casos de crise, iminência de estados calamitosos e de emergência, ou no exercício de função reguladora, poderá colocar ao alcance da população, a preços acessíveis, cesta básica de alimentos que já integrem o hábito alimentar da população e supram as necessidades orgânicas do indivíduo.

Art. 418 - O Município apoiará e estimulará a criação, a organização e o desenvolvimento de cooperativas de produção, consumo e outras formas de associação, favorecendo-lhes serviços de assistência técnica e, em casos excepcionais, concedendolhes anistias ou remissão tributária. Art. 419 - O Poder Executivo dotará as Regiões Administrativas de mercados ou feiras cobertas e promoverá em bairros, onde não exista feira fixa, com ação descentralizada, mediante utilização da estrutura distrital, feiras itinerantes para possibilitar à população de baixa renda, por custos menores, o acesso aos produtos básicos de alimentação. Parágrafo Único - Ficará a cargo da Prefeitura ou empresa concessionária, o transporte e estrutura necessária à viabilização das feiras itinerantes. Art. 420 - O Município exercerá, também, função indutora com vistas a estimular e incentivar a formação de estruturas simplificadas de comércio na periferia urbana, bem como a implantação de empresas de impacto reduzido, tendo por alvo, principalmente, o aumento do número de empresas e do poder aquisitivo da população. Art. 42l - Fica criada a Comissão de Abastecimento como órgão técnico de apoio ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, dispondo de participação paritária, na qual terão representação o Sindicato do Comércio Varejista, o Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes de Manaus, representantes da comunidade, além de outros, definidos em lei. Art. 422 - O Município deverá regulamentar e fiscalizar a venda de guloseimas, conforme dispuser a lei. Art. 423 - O Executivo estimulará a implantação de hortas caseiras e comunitárias, prioritariamente, nos assentamentos populacionais de sua iniciativa, devendo, em tais casos, promover a distribuição de mudas, sementes e adubos.

SEÇÃO IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR

Art. 424 - O Município se empenhará na defesa dos direitos do consumidor mediante o desenvolvimento de ações de caráter motivacional ou coercitivo, no âmbito público e privado, com vistas a garantir, principalmente: I - a qualidade e higiene dos alimentos posto à disposição da população para consumidor; II - a efetividade, regularidade e qualidade dos serviços públicos; III - o rigor sanitário nos logradouros ou instalações de uso coletivo público ou em instituições privadas. Art. 425 - A atuação do Município, no que tange a defesa do consumidor, efetivar-se á pela:

cassação do Alvará de Localização e Funcionamento para as pessoas jurídicas.locais públicos de recreação. III .refeitórios de uso coletivo.difusão de informações à população. entre outros. Parágrafo Único .estabelecimentos de normas que resguardem o consumidor de ações lesivas aos seus direitos e saúde. Art. VIII .áreas ao ar livre. III . abusos de preços. os seguintes instrumentos: I . cozinhas e outros similares. pensões. indução e punição contra os praticantes de atos prejudiciais aos cidadãos. hotéis. 427 . que visem à elucidação de fatos. V . 426 . principalmente: I . Parágrafo Único .O Município desenvolverá sua ação.I .lavanderias. inexistência de precedência e caso de reincidência.nos locais de fabricação ou manipulação de produtos destinados à alimentação. Art.O Município manterá organismos de atuação específica e especializada para o cumprimento das finalidades aqui definidas.Para os casos de reincidência.adoção de mecanismos de coerção.controle na utilização de produtos tóxicos e insumos químicos no processamento de substâncias ou produtos para alimentação. como observância de gradualidade. as diferentes penalidades ou sanções administrativas a serem aplicadas àqueles que transgredirem o direito do consumidor. nas quais sejam processados ou manipulados alimentos. V . restaurantes. VI . II . . a lei observará.Serão estabelecidas em lei. VI .ação coordenada e cooperativa com o Estado e com a União. burla de autenticidade ou garantia.banheiros coletivos e públicos. desmistificação de conceitos ou mecanismos que conduzam as pessoas a enganos ou erros. principalmente à saúde. IV . lanchonetes. mercados e outros locais de venda. incorreção. IV .fiscalização sanitária.feiras. de pesos e medidas. II .veículos de transporte de cargas perecíveis e de passageiros. VII .

O exercício do comércio ambulante.verduras e estivas em geral. Art. levando em consideração: a) as características de freqüência de pessoas que permitam o exercício da atividade. no limite do Município de Manaus. em vias e logradouros públicos. II .punição administrativa para os chefes de repartição da administração direta. c) o tipo de mercadoria. independente da responsabilidade civil e criminal. II . Parágrafo Único . Art. 430 . . de forma a não concorrer com o comércio estabelecido. III . assim como as pessoas com idade superior a quarenta e cinco anos.Considera-se comércio ambulante aquele que é exercido por pessoa autônoma. da qual poderão ser. com distribuição dos espaços por categoria. competindo-lhe disciplinar e regulamentar essa atividade. no interesse público. b) a existência de espaços livres para exposição das mercadorias. a qualquer momento. em vias.Os portadores de deficiência física e de limitação sensorial. Parágrafo Único . 429 .o estabelecimento do zoneamento dos locais com demarcação das áreas necessárias à atividade.o uso de gás liquefeito de petróleo-GLP. Art. bem como os dirigentes das entidades da administração indireta e fundacional.o horário a que está sujeito o comércio ambulante. revertida para o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social.O exercício da atividade de comércio ambulante será concedido mediante a expedição de um alvará e documento especial de identificação com o pagamento de uma contribuição anual.II . de: I .a lista de mercadorias comerciáveis. SEÇÃO V DO COMÉRCIO AMBULANTE Art. dependerá sempre de licença do Poder Executivo. 428 . 431 . por parte dos vendedores ambulantes. igual a cinco UFMs (Unidade Fiscal do Município).Fica expressamente proibida a utilização e comercialização. logradouros públicos ou de porta em porta.O Poder Executivo deverá observar os seguintes critérios para a regulamentação do exercício da atividade: I . III .bebidas alcoólicas. retirados produtos determinados. terão prioridade para exercer o comércio eventual ou ambulante do Município.

Parágrafo Único . 433 . TÍTULO VI .Biblioteca Pública. excetuadas as seguintes áreas e preservados os cruzamentos de ruas. para o exercício do comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de vendas de comidas e bebidas típicas. devendo ser observados os aspectos de segurança e higiene.Fica vedada.Nas feiras itinerantes. a atividade de comércio ambulante nas áreas de em torno.armas e utensílios. as bancas de revistas. será reservado um espaço para vendedores ambulantes. Eduardo Ribeiro entre a Rua Marquês de Santa Cruz e a Av. definido. II . tesoura. Art.Palácio Rio Negro.O Poder Executivo disciplinará a utilização dos espaços objeto do "caput" deste artigo e o exercício das atividades previstas em seu § 2º. box de informações turísticas de órgão oficial. IV . punhal.IV . 432 . Art. 434 . como terçado. faca. no raio de 300 metros dos imóveis protegidos pela legislação do patrimônio-histórico. chave de fenda.Os alimentos preparados no local dependerão de autorização específica.Ficam vedados o comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de venda de quaisquer produtos no espaço urbano. I . como Sítio Histórico. sendo-lhes vedada a comercialização de produtos alimentícios em geral. especialmente: I . estaduais e municipais e aos domingos. III . o trecho da Av.mercadorias eletro-eletrônicas. destinados a pontos fixos de vendas.Teatro Amazonas. Sete de Setembro e a parte final da Rua Barão de São Domingos. ainda.Nas datas fixadas para os feriados federais. § 1º .as praças Tenreiro Aranha e Torquato Tapajós.as praças Oswaldo Cruz e 15 de Novembro. em forma de feira. canivete. § 3º . nesta Lei. o Poder Executivo definirá áreas no centro urbano para o livre exercício do comércio ambulante.Palácio da Justiça. objeto deste artigo e seu parágrafo 1º.Excetuam-se da vedação.Paço Municipal. Art. fotógrafos. II . V . através da instalação de equipamentos urbanos para acomodação de camelôs e comercialização de refeições rápidas. V . formão. § 2º .

relatório circunstanciado dos gastos publicitários efetuados. destinados a comemorações da coletividade: I . na forma da lei.Antes de assumir e de deixar o exercício de cargo de qualquer natureza. especialmente aqueles por invalidez. ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.O Prefeito.A partir da data da promulgação desta Lei. indireta e fundacional. 435 . cabendo. a razão do pagamento e o respectivo valor. 439 .elevação de Manaus à categoria de Cidade. estão nulos todos os atos limitativos do livre exercício de qualquer atividade econômica. terão tramitação sumária no âmbito da administração. de 21. o juramento de cumprir.Os processos de aposentadoria e.5 de setembro . na proporção mínima de um quarto dos imóveis cadastrados. 436 . II .elevação do Amazonas à categoria de Província. no máximo 30 dias após o encerramento de cada trimestre. Art. 437 . de que conste a sua origem. os titulares do Poder Executivo e Legislativo e ocupantes de cargos em comissão estão obrigados a fazer expressas declaração de bens. Art.Fica revogada a Lei nº 1769.A renovação do cadastro imobiliário do Município será realizada observando a periodicidade de dois em dois anos. Art. pelos órgãos da Administração direta. 438 .São feriados municipais. 1º . no âmbito municipal. sob pena de responsabilidade. 440 . o Presidente da Câmara Municipal e os Vereadores prestarão. . à conta do respectivo Poder. Parágrafo Único . Parágrafo Único . referindo o nome do órgão recebedor.O comércio e as instituições públicas não funcionarão nessas datas.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. a nível de homologação e recurso. gozarão de autonomia deliberativa no âmbito operacional. fazer cumprir e manter esta Lei.(Redação dada pela Emenda nº 003/97. a decisão aos Conselhos respectivos.97) Art.10. no prazo de trinta dias da posse e da exoneração. Art.Todas as Câmaras que integrem os Conselhos de que dispõe esta Lei. no período. sendo permitidas as atividades indispensáveis.As declarações de bens serão publicadas no órgão Oficial do Município. no ato e na data da promulgação.Fica o Poder Executivo obrigado a remeter à Câmara Municipal. 441 . Parágrafo Único . com prazo máximo de trinta dias para a decisão final da autoridade competente. de 3 de setembro de 1985.24 de outubro . Art.

no prazo máximo de 90 dias. 9º . nem aos que a lei declare de livre exoneração. § 2º .Dentro de 180 dias. Art. existentes em contratos e convênios com entidades de direito público e privado. em exercício na data da promulgação da Constituição da República. há pelo menos cinco anos continuados.Ficam revogadas todas as procurações outorgadas pelo Poder executivo Municipal.O Executivo remeterá ao Legislativo. são considerados estáveis no serviço público. Art. Parágrafo Único . e que não tenham sido admitidos na forma regulada no artigo 37 da Constituição da República.À viúva ou viúvo.Os servidores públicos do Município da administração direta.O Arquivo do Município fará a consolidação das leis e decretos editados em data anterior à estabelecida no "caput" deste artigo. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. no prazo máximo de 180 dias. Art.Para fins do disposto no artigo 103.O Poder Executivo deverá encaminhar à Câmara Municipal.O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação na forma da lei. Art. Parágrafo Único . 8º . a fim de ajustá-los ao disposto nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. autárquica e das fundações públicas. Parágrafo Único . com prazo definido e fim específico. Art. exceto os Conselhos de Administração e Fiscal dos órgãos da Administração indireta. 5º . desta Lei. 6º . II.O Poder Executivo poderá outorgar procuração a seus servidores.A partir da data de promulgação desta Lei. a contar da promulgação desta Lei.Art. companheiro ou companheira de Vereador. 7º . 4º . a contar da data de publicação do Estatuto do Servidor Público. 2º . exceto quando se tratar de servidor. será dado início à nova ordem cronológica na numeração das leis municipais. objetivando a organização do Arquivo do Município. para solicitarem seu enquadramento.Ficam extintos todos os Conselhos que não estejam previstos nesta Lei. falecido no . cujo tempo de serviço não será computado. Art. os servidores já aposentados terão um prazo de 180 dias. a proposta de regulamentação do Conselho Municipal de desenvolvimento Urbano e. observados os princípios estabelecidos nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. § 1º . 3º . o plano de Cargos e Salários e o Estatuto do Servidor Público Municipal. funções e empregos de confiança ou em comissão. dos demais Conselhos Constantes desta Lei. Art. § 7º. nacional ou internacional.O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. no prazo de 60 dias.

de 02. Art. cessão de uso a seu favor ou comodato.Excetuam-se das regras definidas no presente artigo. Parágrafo Único . o Poder Executivo submeterá ao Poder Legislativo o projeto do Centro Administrativo. na forma do artigo 57.(Redação dada pela Emenda nº 10/94. Parágrafo Único .A contar da promulgação da presente Lei. na área definida como Centro Antigo Histórico. conforme dispõem os artigos 342 e 235. que deverá ser localizado fora do perímetro central da cidade de Manaus. a Câmara Municipal promoverá. a contar da promulgação desta Lei. § 1º .Para fins do que trata o "caput" deste artigo.No prazo de 180 dias. até o referido limite. Art. da primeira. 13 . vedada a prorrogação a qualquer título. também durante o mandato.A invalidez permanente será comprovada na forma do artigo 218 do Regimento Interno desta Câmara Municipal. nem contratará aluguel.No prazo de um ano. Art. excluindo-se. anualmente. 10 .O Município consignará. os imóveis destinados a postos médicos.Quando a despesa com pessoal exceder o limite previsto neste artigo. § 2º . ou considerado em estado de invalidez permanente.A Lei Orçamentária de 1990 poderá ser revista para compatibilizar-se com as disposições desta Lei. 11 . da Constituição da República. 12 . Art. exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento do Município. deverá ser reduzido o percentual excedente à razão de um quinto por ano. o Poder Público Municipal não edificará prédio. nessa data.Para os contratos em vigor com prazo indeterminado. serão respeitados os contratos com prazo em vigor. o Município não poderá despender com pessoal mais que 65 por cento do valor das respectivas receitas correntes. 14 .exercício do mandato. . § 3º . é devida pensão mensal equivalente ao subsídio fixo do Parlamentar. através de Comissão Especial. § 2º. com o benefício sendo pago a partir do término do mandato. do Ato das Disposições Transitórias.03. firmados antes da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. o Centro Antigo tombado por esta Lei. desta Lei. fica estabelecida a data de 31 de dezembro de 1990 como limite máximo para o Poder Público tomar as providências cabíveis à resolução. da Constituição da República. reajustado na forma da lei. § 5º . § 4º . dos referidos contratos. hospitais ou atendimento médico de urgência. referida no artigo 169.95) Art.Obrigado a edificar ou contratar uso de imóveis para o serviço público. em seu orçamento até a sua liquidação. só poderá fazê-lo em área identificada como Centro Urbano e Centro de Expansão Urbana.Até a promulgação da lei complementar. dotação própria para satisfaço do débito com a Previdência Social.

As isenções tributárias.000 BTNs . no prazo de até 120 dias.As condições de concessão.Ficam revogadas todas as isenções de impostos municipais concedidas. da Constituição da República.O Poder Executivo reavaliará todos os incentivos fiscais de natureza setorial. 15 . sub-utilizado ou não-utilizado obedecerá aos seguintes critérios: . Art. exceto as de imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. revogando-se todas aquelas que se refiram a mais de um imóvel. as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até 70. no entanto. Art.Até a entrada em vigor da Lei Municipal a que se refere o artigo 135. ainda que ajuizados. a cada dois anos. 17 . a progressividade do imposto para o solo urbano não-edificado.Consideram-se. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. da Constituição da República. § 2º . Art. conforme estabelece o artigo 40.BÔNUS DO TESOURO NACIONAL. 16 . desta Lei. 22 . será até o ano 2. propondo ao Poder Legislativo medidas cabíveis.Fica concedido o prazo de 30 dias. que vier a substituí-lo.A vigência da Política de Incentivos. pela administração municipal. a contar da data da promulgação desta Lei. estabelecida nesta Lei.As microempresas deverão requerer ao Município. pelas microempresas. para a regularização de pagamento de tributos municipais.Os débitos fiscais devidos ao Município até 31 de dezembro de 1989. Art. § 3º . 19 . critérios. o benefício de que trata este artigo. para efeito deste artigo. localizados na periferia da cidade. Art. § 1º . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. normas e operacionalizão dos incentivos fiscais e extrafiscais serão formuladas pelo Poder Executivo e encaminhadas à Câmara Municipal no prazo máximo de 90 dias. Art. assim definidas em lei. Parágrafo Único . § 1º. 21 . após a promulgação desta Lei. estão anistiados a partir da promulgação desta Lei. incidente sobre os imóveis enquadrados como habitações econômicas. ser avaliada a cada quinqüênio. 18 .013. ora em vigor. a contar da data da promulgação desta Lei. Art.A legislação fiscal do Município de Manaus será adaptada de modo a preservar a Zona Franca de Manaus como instrumento de desenvolvimento. 20 . de conformidade com o que estabelece o artigo 41. serão revistas.Parágrafo Único . ou outra unidade referencial. concedidas aos proprietários de habitações econômicas. corrigidos monetariamente. de todos os imóveis erguidos no Distrito Industrial. devendo.A Comissão terá a força legal de Comissão de Inquérito. Art.Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que tenham Vereadores como sócios.

Cidade Nova e final do Distrito Industrial II. inicialmente.Rio Negro A Leste . conforme o artigo 8º. sendo facultado ao Poder Executivo. 25 . III . 26 .a área de que trata o artigo 342. o Poder Executivo Municipal regulamentará os horários de funcionamento das escolas.acréscimo anual de 70 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro antigo tombado.acréscimo anual de 20 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados na área urbana de concentração esparsa. desta Lei.Para concessão do Alvará de ampliação de edificações industriais na sede do Município.o trecho compreendido pela 1ª Região Administrativa. se constituirão na forma e limites expostos a seguir: 1ª Região . de que trata o "caput" deste artigo. Entrada da Cidade Nova.acréscimo anual de 50 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro urbano de concentração densa.Para efeito da cobrança do imposto progressivo. após a promulgação desta Lei. Avenida Santos Dumond. o interessado deverá comprovar a existência de creche diretamente mantida pela empresa ou conveniada. III . 23 .Até que seja fixada a lei complementar federal. . proceder aos ajustamentos necessários a sua compatibilização com o crescimento da cidade. estabelecendo períodos diferenciados entre estes.centro urbano de concentração densa .As Regiões Administrativas. após diligências de direito. através de lei.Para efeito do que dispõe o artigo 233. Art.o igarapé do Mestre Chico. desta Lei.centro antigo tombado . II . II .Fica o Poder Executivo autorizado a expedir o Alvará de Licença Provisório no ato de inscrição da empresa. Art. da Constituição do Estado. será considerado: I . quando. Art. de sete Regiões Administrativas.Centro Trecho compreendido com a seguinte limitação: Ao Norte .área urbana de concentração esparsa . Art.No prazo de 60 dias. § 1º . 24 . de que trata o artigo 342. que atenda aos empregados. a alíquota do imposto municipal sobre venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederá a três por cento. além do atendimento às exigências já regulamentadas. emitirá o Alvará definitivo. o espaço urbano do Município se integrará. com prazo de validade de 20 dias.I .toda área urbana compreendida entre os limites da 1ª Região Administrativa e Estrada do Tarumã. Ao Sul . desta Lei.o eixo das Avenidas Álvaro Botelho Maia e Caco Caminha. industria e comércio em geral. Parágrafo Único . Art. 27 .

Art. Avenida Constantino Nery. Limites do Distrito I e II.Somente o Município dará nome às novas ruas. . Art. no prazo máximo de 300 dias. pela Câmara Municipal. Estrada Torquato Tapajós. Constantino Nery. Art.Setor Sudoeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelo eixo das seguintes vias: Avenida da Torre e Diretriz L04 . com a colocação de placas padronizadas e a respectiva numeração de quadras e casas. Rua A do Conjunto Residencial Ponta Negra em seu prolongamento.Setor Norte . Av. 4ª Região .Setor Sul Trecho compreendido entre o Igarapé do Educandos. Estrada do Tarumã.PDLI até a Estrada Torquato Tapajós. Avenida Constantino Nery. 31 .O Poder Executivo está obrigado a proceder. Igarapé do Puraquequara. 6ª Região .o igarapé de São Raimundo.(área de Expansão Urbana) Trecho compreendido entre Diretriz L04 -PDLI e Distrito Industrial II até o Igarapé do Leão e Puraquequara. por Lei.No prazo de 90 dias. o Poder Executivo promoverá a identificação das avenidas. 29 .A delimitação da área urbana passa a considerar a Diretriz L04 -PDLI o limite da área do Distrito Industrial II. Rua Caco Caminha. dentro de 180 dias. após a promulgação desta Lei. do Conjunto Ponta Negra em seu prolongamento. Rua Paraíba. § 2º .A Oeste . Pedro Teixeira.Setor Centro-Oeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelas vias: Diretriz L04 . o Poder Executivo expedirá normas desburocratizantes. Diretriz L04 -PDLI. visando a regularizar o arquivamento dos loteamentos particulares.No prazo de um ano. as denominações dos bairros com a finalidade da oficialização e eliminação de titulações esdrúxulas e alheias à cultura local. Rua Paraíba. após a promulgação desta Lei. Art. Diretriz L04 -PDLI. Parágrafo Único .Setor Leste Trecho compreendido entre Boulevard Álvaro Maia. 7ª Região . 3ª Região . 2ª Região . ruas e praças de Manaus. Rio Amazonas e Rio Negro. Igarapé do Mindu. 30 . Limites do Distrito Industrial I e II e Igarapé do 40.Serão revistas. Estrada da Ponta Negra. Estrada da Ponta Negra. Av.Setor Sudoeste Trecho compreendido entre o igarapé do Mestre Chico. ajustando-os aos princípios estabelecidos por esta Lei.PDLI. atualização e adequação dos Códigos de Obras e de Postura do Município e Lei de Uso do Solo. 5ª Região . Rua A. 28 . Igarapé do São Raimundo. Igarapé do Mindu. providenciando placas indicativas para identificação das mesmas. Avenida Pedro Teixeira. Igarapé do Quarenta. à revisão.

a contar da promulgação desta Lei. urbanização e titulação de áreas de assentamento de famílias de baixa renda. Art. 33 . 36 .Para a revisão.O descumprimento desta norma será punido com multa no valor de 100 por cento do IPTU incidente sobre o imóvel. serão observados os critérios estabelecidos no artigo 19 e seus parágrafos. em empreendimentos privados de qualquer natureza. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. vendas e concessões de terras com área superior a duzentos e cinqüenta metros quadrados. nos três anos a contar da data da promulgação desta Lei. ficam obrigados a construir calçadas e muros de frente nos mesmos. que estejam de conformidade com o que estabelece o artigo 134.O Município se ocupará da regularização. desta Lei. está isenta de pagamento de quaisquer taxas. da Constituição do Estado. todas as doações.ficam regularizados. os proprietários de imóveis situados em ruas com pavimentação asfáltica.No prazo de 180 dias. encaminhará ao Poder Legislativo para fins de denominação. autorização e multas. 32 .Para o Centro Tombado. os loteamentos já implantados. Art. que procederá em igual prazo. com expedição de respectivo título. . a contar da data de promulgação desta Lei. se efetivadas no prazo de 60 dias. realizadas de primeiro de janeiro de 1962 até a data de promulgação desta Lei. Parágrafo Único . e. acrescido de multa e correção monetária. sob a forma de contribuição de melhoria. 35 . devendo o Poder Executivo determinar a modificação dos empreendimentos que infringirem a presente regra.Serão revistas pela Câmara Municipal.A construção de muros e calçadas no sítio Histórico de que trata o artigo 247 desta Lei. sem que seja efetivada a construção de muros e calçadas. Parágrafo Único .Art. mediante cobrança das taxas.No prazo de seis meses. sob pena de cancelamento do Alvará ou suspensão do habite-se. imputando ao proprietário do imóvel o ressarcimento das despesas. § 3º .Decorrido o prazo de 60 dias. 34 . no prazo de 30 dias. mediante apresentação da planta baixa.Fica proibida a utilização da denominação de prédios públicos. multas e licenças a que alude o citado dispositivo. 37 . o Poder Executivo procederá ao levantamento dos conjuntos que não preencham os requisitos do artigo 231. Art. Art. § lº . observado o que segue: I . contados da promulgação da presente Lei. pertencentes à Prefeitura. a Prefeitura executará os serviços. da Constituição do Estado. o prazo de execução de que trata o "caput" deste artigo é de 180 dias.O Poder executivo poderá estender o prazo por mais 60 dias para atendimento do disposto no "caput" deste artigo. § 2º . Art. através de Comissão Especial.

Parágrafo Único . 38 . emitindo os respectivos títulos. delimitar e demarcar as áreas que constituirão o Sistema Municipal de Unidades de Conservação. devendo o Poder Executivo proceder a rigoroso levantamento e expedição de documentos de propriedade. a contar da data da promulgação desta Lei. Art. contados da publicação da presente Lei. a Prefeitura através de órgão competente. Parágrafo Único . contados da promulgação da presente Lei. Art. no prazo máximo de seis meses.A Prefeitura. III . 44 . para fins de imediata incorporação à Administração Pública. Art.Fica estabelecido o prazo máximo de dois anos para a Prefeitura implantar as regiões Administrativas previstas nesta Lei. o Poder Executivo procederá a rigoroso levantamento da utilização do Cemitério São João Batista. a Prefeitura terá 180 dias para regularização dos membros. 4l . 43 . o prazo para regularização. para efeito de medidas de tratamento preventivo. mantendo cadastros atualizados sobre as mesmas. no prazo máximo de um ano.O mesmo estudo deverá contemplar e delimitar as áreas de risco na cidade em relação a possíveis ocorrências de alagação. deslizamentos e sinistros. na área pública do Cemitério Tarumã. ao levantamento dos ocupantes de áreas de assentamentos que preencham os requisitos estabelecidos no inciso I. em 120 dias. 40 . Art. deste artigo. no prazo de 90 dias. Art. no prazo de 180 dias.nos assentamentos habitacionais não-regularizados fundiariamente. 45 . será de 90 dias.Para fins do disposto no "caput" deste artigo. inclusive área urbana e rural irregulares. Art. Art. com o fim de definir a sua ampliação ou uso continuado.Ficam regularizados os sepultamentos efetuados até a data da promulgação da presente Lei.No prazo de 180 dias. a contar da data de promulgação desta Lei. o Poder Executivo procederá a amplo levantamento dos cemitérios irregulares na sede do Município.O Poder Executivo realizará. 42 .nos assentamentos novos. 39 . procederá à identificação e delimitação oficial dos bairros e levantamentos dos assentamentos existentes no Município. para fins de alocação de equipamentos urbanos e de apoio às atividades produtivas.Fica estabelecido o prazo de um ano.II . procederá. completo e detalhado levantamento de todas as áreas públicas de propriedade do Município.No prazo de 120 dias. Art. após o assentamento.O Município deverá. para que as empresas que atuam no transporte escolar se ajustem ao que preceitua o artigo 262 desta Lei. dentre as quais deverão estar obrigatoriamente incluídos: .

50 . o Programa Municipal de Saúde.O Município deverá. priorizando as ações de medicina preventiva.O Poder Executivo Municipal. no prazo de 240 dias. transferindo para área não residencial. estabelecido o prazo para sua liquidação. de edifícios com mais de seis pavimentos. Através de órgão competente. após a definição de que trata o "caput" deste artigo.A Prefeitura definirá.Concluída a recuperação de que tratam o "caput" e § lº. desta Lei. e procederá à restauração dessas áreas. 49 .A Prefeitura dispõe do prazo de 60 dias para realocar o depósito de explosivos a que se obriga. no prazo de seis meses. a Prefeitura procederá à comunicação do débito. no prazo máximo de um ano. 52 .A Prefeitura definirá.Identificados os responsáveis pela depredação. o . a Prefeitura efetuará a recuperação. no prazo de 180 dias. proceder à sua relocalização.Reservas Ecológicas. deste artigo. 53 . Art. elaborará.I . em colaboração com o Estado e a União.Parques Municipais. Ponte da Bolívia e Praia do Tupé. Praia da Ponta Negra. 46 . Art. os locais. para. Art. em igual prazo. § 1º . no prazo de três anos.Até a realização de novo zoneamento da cidade. da Constituição do Estado. parágrafo único. imóveis ou áreas a serem especialmente protegidos. por meio de legislações específicas. III . perigosos e não-perigosos.Parques Zoológicos. com prioridade do Tarumã. especialmente a recuperação paisagística e restabelecimento das condições de uso. § 2º . no bairro de Adrianópolis. Art.A Prefeitura efetuará a identificação dos agentes depredadores dos logradouros públicos. efetuando a inscrição do mesmo na dívida ativa. as áreas apropriadas para atendimento do que dispõe o artigo 249. Art. delimitará as áreas de que tratam os artigos 234 e 296. Art. 54 . equipar e alocar recursos para manutenção dos mesmos. 47 . no caso do não-ressarcimento. Art. Parágrafo Único . bem como definirá os procedimentos a serem adotados em relação a sua conservação. Art.Nos 10 primeiros anos da promulgação da Constituição da República. desta Lei. 55 . 48 . 51 . correndo o custo decorrente desse procedimento por conta desse agente. líquidos.A Prefeitura. Art.A Prefeitura deverá identificar e notificar as situações que se enquadrem no citado preceito. Art. II . as questões relativas ao trato de resíduos sólidos.Fica estabelecido o prazo de um ano para que sejam regulamentadas. na forma constante do artigo 230. construir hospitais de atendimento infanto-juvenil. por dispositivo legal a manter. fica proibida a construção.

Art. pelo menos. no prazo deste artigo. Constituição da República. devendo edificar local apropriado para este fim. Art. no orçamento anual.criação de campanhas permanentes de alfabetização. aberta à manifestação livre de qualquer cidadão.Para eliminar o analfabetismo. o Poder Público não utilizará vias públicas. Art. 60 . Escola de Arte. de dotação correspondente a um inteiro e 32 avos da receita resultante de impostos vinculados à educação.O Município. em regime de oito horas. da Constituição da República. a partir do ano de 1991.criação. na Praça Heliodoro Balbi. execução e controle das ações públicas municipais voltadas para a erradicação do analfabetismo. Parágrafo Único . dentre outras. de mecanismos de planejamento. no âmbito administrativo. 58 . com a participação da comunidade. IV . Art. 59 . nas escolas da rede pública.O Município organizará e estruturará.No prazo de até dois anos.O Executivo Municipal implantará. como determina o artigo 60. no prazo . 62 .Município desenvolverá esforços. Art. para adolescentes. uma tribuna fixa. no prazo máximo de um ano. da Constituição da República. salas destinadas à educação especial. no prazo de dois anos. a partir da promulgação desta Lei. o Município deverá criar e implantar Centros de Atendimento Profissional Educacional.Para fins de concentrações e animações populares. para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. deverá criar e implantar. 61 . por força do artigo 212. III .utilização dos modernos recursos de comunicação de massa para a ministração de recursos de alfabetização. V . as seguintes ações: I . 56 . independente de licença da autoridade.utilização racional de espaços cedidos por entidades integrantes da comunidade para instalação e funcionamento de turmas de alfabetização de adultos.O Poder Executivo constituirá.A Escola de Serviço Público Municipal será implantada pelo Município no prazo máximo de um ano. a contar da promulgação desta Lei. 50 por cento dos recursos a que se refere o artigos 2l2. com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de.destinação.promoção de cursos de alfabetização para os pais de alunos nas escolas de matrículas dos filhos. após a promulgação desta Lei. Orquestra Sinfônica e Coral Municipal. Art. o Município desenvolverá. no prazo máximo de 90 dias. em local adequado. envolvendo as instituições e entidades da comunidade. o Museu da Cidade de Manaus. 57 . VI . Art. II .

fica revogada a concessão de uso ou contrato de qualquer natureza da usina de asfalto de propriedade do Município. 72 .Da Lei Orgânica do Município serão elaborados 10 autógrafos para distribuição.A partir da data de promulgação desta Lei. Art.A Prefeitura. Art. a questão fundiária e abrangendo todas as atividades inerentes ao setor. previstos no artigo 274 desta Lei. pelo menos. a partir da promulgação da Constituição do Estado. de modo que se faça a mais ampla divulgação do seu conteúdo. contados da promulgação desta Lei. no prazo máximo de dois anos.máximo de até três anos. fará a restauração do Mercado Adolpho Lisboa.O Projeto de Lei referente ao orçamento anual será enviado pelo Prefeito à Câmara Municipal até quatro meses antes do início do exercício financeiro seguinte.Todas as permissões e concessões de serviços públicos.O Município definirá. ficam rescindidos todos os contratos de obras e serviços firmados pelo Município com empresas que se encontrassem.Para fins de atendimento ao que se estabelece no "caput" deste artigo. que. no prazo de um ano. como bem a ser preservado. revogadas as disposições em contrário. conforme dispõe o Regimento Interno de sua elaboração.A partir da promulgação desta Lei. são consideradas rescindidas. 180 dias. 63 . Parágrafo Único . gratuitamente. Art. revogadas. Art. 69 .Esta Lei. a contar da promulgação desta Lei. Art. em débito com os tributos municipais. também. canceladas as conferidas a empresas que não estejam operando no sistema há. Parágrafo Único . Art. Art. de produtores e trabalhadores rurais e das instituições de ensino e pesquisa. até a data da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. . permissões. a Prefeitura estabelecerá o reordenamento de sua ocupação e a definição dos produtos possíveis de comercialização naquele mercado. concessões ou quaisquer outros atos de autorização do serviço de fretamento. 68 . feitas após a instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. 71 . cassadas ou nulas. por mais de 90 dias. será objeto de programação especial.As licenças.É vedado ao Município efetuar novos contratos com empresas objeto do "caput" deste artigo. contemplando. serão revistos no prazo de 30 dias. será por ela promulgada e entrará em vigor na data de sua publicação. com a participação efetiva dos órgãos de produção do Legislativo Municipal. aprovada pela Câmara Municipal. 66 . Art. uma política específica para o setor agrícola. Art. mantendo suas características de centro de comercialização de alimentos. 67 . 64 .O Município mandará imprimir esta Lei para distribuição nas escolas e entidades representativas da comunidade. Art. 65 . a contar da promulgação desta Lei. 70 . no prazo mínimo de um ano.

§ 2º .§ 1º . o mesmo será promulgado como Lei.. caso não seja enviada pelo Executivo a proposta orçamentária no prazo fixado. a Câmara Municipal não devolver para sanção o projeto do que trata este artigo.. .(Atualizada) @LEISMUNICIPAIS Ontem .[.ly/Akkha5 #leis Ontem .com.leismunicipais.A Câmara considerará como proposta a Lei Orçamentária vigente. até 30 dias antes do encerramento do exercício financeiro. http://bit.Conheça o rito do Processo Administrativo-Sanitário do Município de Criciuma/SC.] www.br | SERVIÇOS | CADASTRE-SE | LEIS BÁSICAS | CONTATO | ASSOCIADOS | .Se.Promulgada em 05 de abril de l990 .Lages/SC edita novo Código de Vigilância Sanitária.

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