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A CDU apresenta um Programa diferente, a concretização de uma real alternativa política à gestão PS.

Um Programa

para Mudar Évora e para Cumprir!

A CDU, com este Programa, procura dar uma resposta – no que depende do Poder Local e nas muito difíceis condições em que o PS vai deixar a Câmara – às preocupações, às aspirações e às necessidades das populações e do concelho de Évora.

Só uma grande votação e a vitória da CDU podem e vão garantir que este Programa – que queremos o Programa das populações, da cidade e do concelho – seja aplicado para travar o declínio de Évora, para iniciar um novo ciclo

de afi rmação e desenvolvimento de Évora.

Nas Eleições Autárquicas de 29 de setembro de 2013, só a concentração dos votos na CDU, pode garantir a mudança certa e útil que urge em Évora.

Juntos Conseguimos !

VOTA

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Candidatos à Câmara Municipal

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  • 1 Carlos Pinto de Sá

Professor Universitário

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  • 2 Élia Mira

Professora

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  • 8 Paulo Anjos

Instrutor de Automóveis

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  • 3 Eduardo Luciano

Advogado

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  • 9 Pedro Costa

Biólogo

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  • 4 João Rogrigues

Técnico Oficial de Contas

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  • 10 Sandra Cordeiro

Operária Fabril

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  • 5 Maria Fernandes

Arquitecta Paisagista

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  • 11 António Chaveiro

Operário Fabril

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  • 6 Luís Martins

Professor Universitário

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  • 12 Ana Mestre

Arquitecta Paisagísta

  • Construir a mudança

    • 7 Ana Carvalho

Socióloga

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necessária

  • Évora tem características únicas inte- grando essa ímpar identidade que di- ferencia o Alentejo, como Região, em

  • 13 Fábio Cabaço

Segurança Privado

  • 14 Carlos Ferreira

Deleg. Informação Médica

Portugal e na Europa. Qualidade e di- ferenciação são factores determinantes

para a afi rmação de Évora no contexto

regional, nacional e internacional.

Évora – cidade e concelho, município e freguesias – tem imensas potencialidades económicas, sociais, patrimoniais, cultu- rais, ambientais e políticas que podem e devem garantir, a todos, melhores condi- ções e qualidade de vida, progresso e jus- tiça social, desenvolvimento sustentado.

O contexto político, nacional e europeu, impõem-nos condicionantes globalmen- te negativas mas com aspectos que po- dem e devem ser usados favoravelmente.

12 anos de gestão PS conduziram o Mu- nicípio ao desastre e à ruína onde avulta a falência técnica. Dívida: € 75.000.000 Prazo pagamento: 590 dias Resultado Líquido Negativo em 2012: – € 11.000.000

Candidatos à Assembleia Municipal

O que faz falta?

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  • 1 António Jara

Médico

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  • 2 M. Clara Grácio

Professora Universitária

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  • 3 Jorge Lourido

Professor

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  • 4 Duarte Guerreiro

Assistente Call Center

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  • 5 M. Helena Costa

Assistente Administrativa

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  • 6 Valter Lóios

Assistente Operacional

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  • 7 Alexandre Varela

Técnico Superior

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O que faz falta é romper com esta polí- tica e com esta gestão do PS.

O que faz falta é uma nova política au- tárquica, um novo Governo Municipal de confi ança centrado nos interesses colec-

  • tivos de Évora.

8 Margarida Almeida

Técnica Superior

A CDU apresenta um Programa diferente, a concretização de uma real alternativa política à gestão PS.
A CDU apresenta um Programa diferente, a concretização de uma real alternativa política à gestão PS.

O que faz falta é uma nova maioria CDU, única força política que garante a mu- dança necessária!

A CDU propõe-se iniciar o caminho rumo a um objectivo ambicioso mas realizável com empenhamento do Mu-

nicípio, das instituições e dos cidadãos:

transformar Évora, firmada nas raízes identitárias, como uma nova referên- cia regional, nacional e internacional de práticas humanistas, de valorização pa- trimonial, cultural e ambiental, de de- senvolvimento sustentado, centrada na melhoria das condições, qualidade de vida e bem-estar de todos.

  • 9 Luís Garcia

Programador Cultural

  • 10 M. Lurdes Nobre

Desempregada

  • 11 João Simas

Professor

  • 12 Luís Varela

Encenador

  • 13 Joana Pastor Dias

Designer Gráfico

  • 14 António Leirão

Professor Universitário

  • 15 Pedro Branco

Professor

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  • 16 M. Elmina Lopes

Professora Universitária

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  • 23 Isaura Rodrigues

Assistente Social

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  • 30 Ulisses Couvinha

Músico

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  • 37 João Leirão

Escultor

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  • 17 M. Helena Zuber

Professora

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  • 24 Tiago Coelho

Estudante

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  • 31 Joaquim Soares

Técnico Indústrial

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  • 38 Catarina Salgado

Médica Pediatra

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  • 18 Jorge Lopes

Estudante

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  • 25 Sara Potes

Arquitecta

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  • 32 Maria Louro

Professora

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  • 39 Rui Belo

Designer

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  • 19 José Santos

Estudante

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  • 26 Mouhaydine Tlemçani

Professor Universitário

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  • 33 José Safara

Empregado de Seguros

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  • 40 Ricardo Galhardo

Técnico de Contabilidade

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  • 20 Sandra Caeiro

Professora

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  • 27 Maria Ilhicas

Empregada de Escritório

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  • 34 Luís Pereira

Técnico Superior

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  • 41 Maria Bilou

Reformada

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  • 21 José Costa

Arquitecto

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  • 28 Manuel Pinto

Técnico de Natação

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  • 35 M. Céu Rodrigues

Enfermeira

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  • 42 Celino da Silva

Sociólogo

Linhas Programáticas

  • Governo Municipal para o Concelho de Évora

    • 22 Ana Silva

Artes do Espectáculo

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  • 29 Elsa Matos

Assistente Técnica

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  • 36 Joaquim Ramalho

Professor

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  • 43 Bruno Reis

Electricista

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VOTA

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VOTA
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RENOVAR O MUNICÍPIO,

RENOVAR O MUNICÍPIO,

REVALORIZAR ÉVORA COMO

RENOVAR O MUNICÍPIO, REVALORIZAR ÉVORA COMO • Assegurar o funcionamento regular e efi - Apostar nas
 

• Assegurar o funcionamento regular e efi -

Apostar nas ideias e na ciência

• Promover um novo modelo de gestão do

RETOMAR UM ORDENAMENTO

RETOMAR UM ORDENAMENTO

 

Beneficiar a rede viária,

• Incentivar e implementar acções de mo-

– Dinamizar a organização de Fóruns da • Incentivar a iniciativa e a criativida -

– Dinamizar a organização de Fóruns da

Incentivar a iniciativa e a criativida -

PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

caz do Conselho Municipal de Educação

facilitar a mobilidade

nitorização e melhoria da qualidade do

Apostar no Centro Histórico

• Elaborar e aplicar, de uma forma participa- da, um Programa Integrado de Revaloriza-

chamando à participação todos os agen - tes educativos e a comunidade.

Parque Industrial e Tecnológico de Évora (PITE), com a participação das Associações

Empresariais, alterando o Regulamento, re- duzindo o custo dos lotes, flexibilizando pra- zos e normas para facilitar os investimentos; • Concretizar, em parceria com Associa -

Ideias e Negócios;

• Intervir, na salvaguarda dos interesses de Évora, nos processos de definição das re- des regionais e nacionais de tráfego ro-

ar, em parceria com outras instituições; • Criar um centro de recursos materiais que assegure a reciclagem e reaprovei- tamento de materiais usados mas úteis.

ção e Animação do Centro Histórico (CH):

• Conceber, em parceria com a Universidade

ções Empresariais e outras instituições,

doviário e ferroviário; • Procurar, de uma forma faseada, concre -

Assegurar a Higiene

• Reorganizar os serviços municipais de

públicas;

– Definir e concretizar um programa anu- al de animação do CH;

de Évora e outras instituições, uma progra-

mação científica regular para o concelho; • Contribuir para a dinamização do Parque

um Centro de Desenvolvimento Local de

• Identificar as potencialidades locais de

tizar a circular intermédia da cidade, atra- vés da construção de troços segundo as

e Limpeza Públicas

SERVIR ÉVORA

– Criar uma rede de cooperação entre en-

ÉVORA,

 

de Ciência e Tecnologia do Alentejo, refor-

desenvolvimento no espaço rural de Évo -

E UM URBANISMO DE QUALIDADE

disponibilidades financeiras da autarquia; Criar um plano concelhio para a mobilidade

modo a retomar e garantir elevados ní-

Juventude que abordem diversos te -

Recuperar as finanças da Câmara

tidades intervenientes no CH para es - truturar, dar visibilidade e dinamizar a actividade económica, cultural e turís -

TERRITÓRIO DE CULTURA, EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Cultura, pilar do desenvolvimento

 

çando o papel do Município na parceria; • Estudar a possibilidade de instalação de um Centro de Ciência Viva em Évora;

ra e estimular a constituição de fileiras económicas diversas; • Reformular, em diálogo com os agentes

Planear para desenvolver

 

que dê prioridade à circulação e acessos a cidadãos com mobilidade condicionada; • Articular em rede as vias pedonais e ci-

veis e padrões de higiene e limpeza

• Definir prioridades para, conforme as res-

mas e apresentem propostas de acção.

• Elaborar um programa de curto, médio

tica do CH e a ligação do CH com os

• Apoiar e estimular a realização de reu -

e entidades envolvidas, os mercados de

• Reavaliar os principais instrumentos de

 

cláveis e proporcionar acessos seguros

trições financeiras, qualificar e dinamizar

de dos jovens, propondo parcerias para

e longo prazo para a recuperação das fi-

bairros, o concelho e a região.

• Definir um Plano Estratégico Cultural pa-

 

niões, encontros e congressos científicos

rua, dando particular atenção aos pro -

ordenamento do território:

 

aos bairros.

os espaços verdes do concelho.

concentrar recursos no apoio activo às

nanças municipais que integre, nomeada-

ra o concelho, chamando à participação

em Évora.

dutos regionais e locais, envolvendo os

ideias e projectos de jovens;

mente:

mente: todos os agentes sócio-culturais e insti- produtores e comerciantes, procurando – Reavaliação dos traçados rodo-ferroviá-

todos os agentes sócio-culturais e insti-

 

produtores e comerciantes, procurando

– Reavaliação dos traçados rodo-ferroviá-

 

• Contribuir para a fixação de jovens dan-

tuições locais e que pretende:

valias turísticas e de atractividade;

rios no concelho, pugnando pela salva-

 
tuições locais e que pretende: valias turísticas e de atractividade; rios no concelho, pugnando pela salva-
tuições locais e que pretende: valias turísticas e de atractividade; rios no concelho, pugnando pela salva-

do prioridade ao Centro Histórico:

– Reorientação da política económica e fi-

 

INCENTIVAR

• Lançar um grande debate público sobre

guarda do interesse da cidade;

 

nanceira do Município para a salvaguar-

– Preservar, dinamizar e divulgar o diversi-

 

O DESENVOLVIMENTO

o futuro da Feira de S. João.

– Contenção do perímetro urbano da ci-

 

– Estudar a criação de um programa de

– Contribuir para aumentar a oferta de

da do interesse público;

ficado património local, incentivando e

ECONÓMICO E O EMPREGO

dade e favorecimento de ocupação das

apoio ao arrendamento, atentas as di-

– Reorganização municipal, no respeito

apoiando os criadores e investigadores;

 

zonas intersticiais;

ficuldades financeiras, em parceria com

pelos direitos dos trabalhadores e sal- vaguarda do emprego, orientada para

eficácia, rigor e transparência;

– Assegurar uma programação cultural regular e coerente, em parceria com os agentes culturais, apostando na forma-

 

• Exigir uma política e um programa na - cional de desenvolvimento regional que aposte no desenvolvimento do Alente -

pelos direitos dos trabalhadores e sal- vaguarda do emprego, orientada para eficácia, rigor e transparência; –

– Reposição dos mecanismos legais de perequação compensatória de forma a mais justamente repartir os encargos e

 

proprietários;

residências para estudantes.

– Rescisão, preferencialmente por acordo,

 

ção e atracção de públicos;

jo, orientando fundos comunitários para

benefícios do planeamento urbanístico

de compromissos e/ou contratos pena-

• Recuperar o prestígio de Évora junto da

– Qualificar (tendo em conta a escassez

o crescimento da economia alentejana e

e garantir à autarquia o acesso a terre-

 

• Propor parcerias com empresas, escolas

lizadores do erário público;

UNESCO, elaborando o Plano de Ges -

de recursos) e rentabilizar os equipa -

criando um sistema de incentivos regio-

nos de uso público.

 

PRESERVAR O AMBIENTE,

REVALORIZAR O DESPORTO

e outras instituições para programas de

– Renegociação da dívida, em particular,

tão e Salvaguarda do CH, com defini -

mentos existentes;

nal ao investimento, à instalação de no -

 

GARANTIR A SUSTENTABILIDADE

formação e estágios profissionais (não

quanto a montantes, prazos e juros, to-

ção da Zona de Especial de Protecção,

– Trabalhar para a criação de redes regio-

 

vas empresas e à criação de emprego;

• Estudar a criação de Áreas de Reabilita -

 

Elaborar um Plano Estratégico para o

substitutos de postos de trabalho).

mando a iniciativa de revisão do PAEL.

retomando e inovando as boas práti -

nais de cultura.

• Criar, a partir de um processo participativo

ção Urbana, desenvolvendo projectos de

 

Defender a água pública

Desenvolvimento Desportivo do con -

Promover a participação

cas de preservação e uso do património; • Fazer um levantamento dos edifícios

• Animar os espaços patrimoniais com a

 

aberto, um Conselho Económico de estru- tura flexível que assegure espaços alarga-

COMBATER AS DESIGUALDADES,

reabilitação candidatáveis a financiamen - to externo;

de qualidade para todos

celho, chamando à participação todos os interessados;

Promover a participação cas de preservação e uso do património; • Fazer um levantamento dos edifícios

numa gestão democrática e aberta

e equipamentos devolutos ou sem uso

participação dos agentes culturais, apos-

dos de discussão e consensualização de

REFORÇAR AS RESPOSTAS

• Agilizar os processos de licenciamento ur-

• Retomar o controlo estratégico do sis-

Promover a prática desportiva, gene -

consentâneo, propondo, incentivando

tando na programação em rede;

 

acções de dinamização da economia local;

SOCIAIS

banístico, reduzindo os tempos de resposta.

tema de abastecimento de água e sa -

ralizar a actividade física:

• Implementar formas de auscultação das

e/ou negociando novos usos;

• Promover o artesanato e todas as expres-

 

• Apostar no turismo como uma das grandes

 

neamento em alta;

populações e instituições, incentivando a

• Revitalizar o Mercado 1º de Maio em

sões culturais ligadas às nossas raízes cul-

potencialidades de crescimento e desen-

• Redinamizar a Rede Social do concelho,

Qualificar a cidade, as vilas e aldeias

 

• Renovar, conforme as disponibilidades fi-

– Lançar programas de promoção da

participação nos processos de tomada de

conjunto com os operadores e pequenos

turais, às tradições e cultura populares;

volvimento, em particular, definindo, em

atribuindo-lhe novas funções, para que se

nanceiras, o sistema municipal público

prática desportiva para todos;

decisão municipal;

produtores;

• Reclamar, junto do Poder Central, a insta -

parceria, uma estratégia e programas de di-

assuma como plataforma de coordena -

• Melhorar, definindo prioridades anuais fa-

prioridade obras pequenas e eficazes;

 

de água e saneamento e reintegrar-lhe,

– Promover a divulgação de jogos tradi-

• Criar formas de contacto directo e regular

• Recolocar no Centro Histórico todos os

lação da Biblioteca Pública de Évora e do

namização turística para a cidade e conce-

ção, cooperação, discussão e acção con-

ce às dificuldades financeiras, a imagem

havendo benefícios económicos, compo-

cionais;

entre os eleitos e a população; • Aprofundar a descentralização para as fre-

serviços municipais que ali possam ser adequados.

Arquivo Distrital num modelo integrado de equipamentos com salvaguarda da ac-

lho e interligados com o distrito e o Alentejo;

• Apoiar a base económica instalada, no -

junta e integrada nas respostas sociais; • Criar, onde se justificar, Comissões Sociais

urbana e os espaços públicos dando

nentes do sistema em alta; • Lançar um programa de poupança e

– Promover a criação de novos circuitos de manutenção e espaços lúdicos por

guesias, conferindo igual tratamento a todas

tividade de depósito legal;

meadamente:

de Freguesia articuladas com a Rede So-

• Rever o plano de circulação e trânsi -

uso racional da água;

todo o concelho e melhorar os já exis-

RENOVAR E REFORÇAR

 

independentemente da sua maioria política;

Valorizar o Património Concelhio

• Apoiar iniciativas culturais de grande qua-

 

cial do Concelho;

to da cidade, facilitando a mobilidade, o

• Combater a tentativa do Poder Central de

tentes;

A PROTECÇÃO CIVIL

• Informar sobre a actividade autárquica,

lidade já existentes e propor e promover

 

– Criando um programa municipal de res-

• Lançar um Programa Integrado de

tráfego e o estacionamento;

 

impor tarifas e taxas nacionais que pre -

– Criar percursos pedonais ao longo de

E A SEGURANÇA

prestando contas à população;

• Elaborar um Plano Integrado de Valoriza -

novas iniciativas âncora de dimensão re -

posta rápida (máximo de 15 dias) às ne-

Apoio Social:

• Inventariar e implementar um plano de

tendem garantir os lucros para a futura

todo o concelho.

• Defender e valorizar os trabalhadores da

ção do Património Concelhio que permita

gional e nacional, em parceria com asso-

cessidades das empresas;

gestão integrada do património imobili-

privatização.

 

• Apoiar e propor uma colaboração estra -

autarquia, garantir a auscultação e partici-

articular os diversos e valiosos tipos de

ciações, empresas e instituições da Região.

– Incentivando parcerias e redes entre

– Apoiar as instituições sociais e humani-

elaborar candidaturas a financiamentos;

ário municipal, rentabilizando-o em favor

 

• Apostar na formação e no apoio aos clu -

desportivas de dimensão regional e na -

tégica com os Bombeiros Voluntários de

pação das estruturas representativas e fo-

património (arquitectónico, monumen -

empresas e outras instituições;

tárias para que possam alargar a capaci-

da população;

Preservar o ambiente

bes e associações;

Évora, atribuindo-lhes papel determinan-

mentar a contribuição dos trabalhadores para uma melhor gestão pública.

tal, arqueológico, paisagístico, imaterial):

Educação, pedra basilar do futuro

 

– Propondo formas de cooperação entre o Município e as associações represen-

dade de resposta, criar novas valências,

Apoiar a recuperação

 

e pugnar pelo desenvolvimento sustentado

• Dinamizar e atrair para Évora iniciativas

te na estrutura local de protecção civil; • Garantir o funcionamento regular, par-

– Lançar o Programa de valorização pa -

• Lutar por uma Escola Pública de qua -

tativas para apoio geral e para candida-

– Promover programas de combate ao

e o acesso à habitação

 

cional.

ticipado e eficaz da Comissão Municipal

Colocar a Câmara

trimonial e turístico do Cromeleque dos

lidade que valorize os profissionais e

turas a financiamentos.

isolamento de idosos;

• Definir um plano concelhio de preserva-

de Protecção Civil e da Comissão de De-

ao serviço das pessoas

Almendres, da Anta Grande do Zambu-

promova a participação dos pais e da co -

 

– Intervir para melhorar as condições de

• Elaborar o Plano Local de Habitação, ins-

 

ção e promoção ambiental chamando à

fesa da Floresta Contra Incêndios;

de Segurança que acompanhe e propo-

jeiro e do Povoado Pré-histórico do Alto

munidade e pela manutenção das escolas

 
jeiro e do Povoado Pré-histórico do Alto munidade e pela manutenção das escolas habitabilidade e para

habitabilidade e para recuperar habita-

trumento estratégico municipal para a

 

participação as entidades interessadas e as

COLOCAR A JUVENTUDE

• Elaborar o plano de emergência para o

• Avançar com um programa de desburo-

sas e outras instituições;

de S. Bento;

das freguesias rurais, contributo funda -

ção degradada;

implementação de uma política integrada

populações que, nomeadamente, identifi-

NO FUTURO DE ÉVORA

Centro Histórico;

cratização dos serviços e de redução dos

– Criar o Museu Virtual de Évora;

mental para combater o despovoamento

– Procurar alargar os benefícios do Cartão

de habitação e reabilitação urbana;

municipais compatíveis com os rendi -

• Garantir o funcionamento regular, par-

tempos de resposta a munícipes, empre-

• Reorganizar os serviços municipais, com

– Elaborar, promover e divulgar um con-

junto de rotas e circuitos turísticos, in- terligando os elementos patrimoniais do

e o envelhecimento; • Promover, com a participação de escolas,

pais e outras instituições, um plano anual

Social do Munícipe, integrando o Car- tão Évora Solidária.

• Assegurar rendas sociais nas habitações

mentos das famílias e reavaliar o papel

 

que e actue sobre as principais fontes de poluição, salvaguarde o património paisa- gístico e os sítios de interesse arqueológi-

co, defenda a revalorização do espaço rural;

jectos selecionados pela população;

Incentivar a participação dos Jovens nas políticas municipais:

ticipado e eficaz do Conselho Municipal

nha medidas para aumentar a segurança

a participação de todos os trabalhadores

concelho, fomentando a complementa-

de actividades na área da educação, inte -

• Defender o SNS universal, gratuito, de

da Habévora, EM;

• Retomar a Agenda XXI Local, garantin-

– Garantir o funcionamento regular do

dos cidadãos.

com base numa cultura de serviço público;

• Implementar um programa de moder-

riedade entre cidade e freguesias rurais.

grado e apostando na ligação escola/meio; • Qualificar, dependendo dos recursos dis-

qualidade, denunciando e combatendo a redução ou encerramento de serviços de

• Exigir a redução do IMI para níveis com- patíveis com os rendimentos das famílias

do a participação e respeitando os pro-

Conselho Municipal da Juventude; – Incentivar a participação das associa -

nização e rentabilização dos serviços

• Propor a criação de circuitos turísticos

poníveis, o Parque Escolar;

 

saúde, em particular nas freguesias rurais;

bem como a alteração da Lei das Rendas

• Criar um programa Carbono Zero que

ções juvenis, ou com intervenção

nização e rentabilização dos serviços • Propor a criação de circuitos turísticos poníveis, o Parque Escolar;

municipais, nomeadamente quanto a pa-

temáticos em parceria com outros mu -

• Apoiar ATL e Centros Lúdicos, da rede pú-

 

• Promover os produtos locais e regionais

• Defender o novo Hospital Central Público

de modo a salvaguardar famílias de bai-

contribua para minimizar as alterações

junto dos jovens, na definição de pro-

trimónio, instalações e equipamentos.

nicípios.

blica, em parceria com Associações de Pais;

e apoiar o seu escoamento;

para Évora.

xos rendimentos.

 

climáticas;

gramas e projectos;

VOTA

VOTA VOTA VOTA
VOTA VOTA VOTA
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VOTA VOTA VOTA
VOTA VOTA VOTA

VOTA

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