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E S R P A M E E D C E A R D T
E
S
R
P
A
M
E
E
D
C
E
A
R
D
T
I
I
L
TUBO TUBO E E ACESSÓRIOS ACESSÓRIOS EN EN POLIPROPILENO POLIPROPILENO COPOLÍMERO COPOLÍMERO RANDOM RANDOM
SQP SQP
F
ISO 9002
ISO 9002
A
I
U
C
Q
A
E
D
D
A
A
M
E
T
S
I
S
SISTEMA PARA INSTALACÕES HIDROTERMOSANITARÍAS
SISTEMA PARA INSTALACÕES HIDROTERMOSANITARÍAS
SISTEMA PARA INSTALACÕES HIDROTERMOSANITARÍAS

SISTEMA PARA INSTALACÕES HIDROTERMOSANITARÍAS

PRANDELLI s.r.l. via Rango, 58 - 25065 Lumezzane (Bs) Italia Tel. 0308 920 992 -
PRANDELLI s.r.l. via Rango, 58 - 25065 Lumezzane (Bs) Italia Tel. 0308 920 992 -

PRANDELLI s.r.l. via Rango, 58 - 25065 Lumezzane (Bs) Italia Tel. 0308 920 992 - Fax 0308 921 739 www.prandelli.com e-mail:prandelli@prandelli.com

CAPÍTULO 1 - GENERALIDADES DO SISTEMA COPRAX - p a g . 5 Apresentação A

CAPÍTULO 1

- GENERALIDADES DO SISTEMA COPRAX -

pag. 5

Apresentação

A matéria prima

Campo de aplicação

CAPÍTULO 2

- PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA -

pag. 7

CAPÍTULO 3

- O SISTEMA COPRAX + ALUMINIUM -

pag.

9

CAPÍTULO 4

- NORMAS, DIRECTIVAS E GARANTIAS -

pag. 11

CAPÍTULO 5

- CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS -

pag. 13

CAPÍTULO 6

- NOÇÕES TÉCNICAS -

pag. 15

Condições de exercício

Perdas de carga

Dilatações e Pontos de Fixação

CAPÍTULO 7

- INSTALAÇÃO -

pag. 30

CAPÍTULO 8

- RESISTÊNCIA QUÍMICA -

pag. 39

CAPÍTULO 9

- ADVERTÊNCIAS -

pag. 43

CAPÍTULO 10

- TESTE HIDRAÚLICO -

pag. 47

EDICÍON 2 - 09/02

CAPÍTULO 9 - ADVERTÊNCIAS - pag. 43 CAPÍTULO 10 - TESTE HIDRAÚLICO - pag. 47 EDICÍON

3

Apresentação O COPRAX é um sistema constituído por tubos e acessórios produzidos utilizando um Polipropileno

Apresentação

O COPRAX é um sistema constituído por tubos e acessórios produzidos utilizando um Polipropileno Copolímero Random VESTOLEN P9421, propositadamente estudado para este fim.

As características do sistema permitem a realização de instalações sanitárias nas formas mais diversificadas e com uma excelente fiabi- lidade no tempo.

A

particularidade do sistema COPRAX consiste na técnica de

ligação, que é obtida mediante a soldadura por fusão entre o tubo

acessório. Após esta soldadura, o tubo e acessório constituem um corpo único, excluindo-se os problemas que poderiam derivar de potenciais pontos de perda.

e

A

técnica de ligação, a ampla gama de medidas e acessórios

disponíveis, a versatilidade do sistema e as óptimas características físico-químicas fazem do sistema COPRAX um produto de notável

qualidade, comprovada pelos longos anos de experiência.

A MATÉRIA

PRIMA

Para a produção do sistema COPRAX é empregue o VESTOLEN P9421, que é um Polipropileno Copolímero Random (PP-R) idó- neo, obtendo-se produtos de acordo com a norma DIN 8078 (Tubos em Polipropileno. Requisitos gerais de qualidade).

A matéria-prima é fornecida em pequenos grânulos de cor azul,

exclusivamente reservados à PRANDELLI.

Os grânulos, antes de serem utilizados, são sujeitos no nosso labo- ratório, a diversos testes específicos, que nos garantem a idoneida- de no emprego (norma ISO/R 1133 procedimento 18. Índice de fusão MFI 190/5).

O VESTOLEN P9421 é uma resina termoplástica que é transforma-

da no produto final mediante um aumento de temperatura, que per- mite plastificar o material. O tubo obtém-se por extrusão e os aces- sórios por injecção.

Estes processos são controlados no interior da nossa fábrica; por

pessoal altamente qualificado e especializado. As dimensões do tubo

e dos acessórios, com as relativas tolerância de trabalho, são deter- minadas em conformidade com a norma DIN 8077 (Tubos em poli- propileno, PP, dimensões).

Características do VESTOLEN P9421 CAMPO DE APLICAÇÃO Propriedade Método Unidade Valor de Prova de

Características do VESTOLEN P9421

CAMPO DE

APLICAÇÃO

Propriedade

Método

Unidade

Valor

de Prova

de Medida

de Prova

Viscosidade J

ISO 1628 T3

cm

3 /g

430

Índice de fusão

MFI 190/5

ISO 1133 procedim. 18

g/10 min

0.5

MFI 230/2.16

ISO 1133 procedim. 12

g/10 min

0.3

MFI 230/5

-

g/10 min

1.5

Densidade a 23°C

ISO 1183

g/cm 3

0.898

Zona di fusão

DIN 53736 B2

°C

150-154

Carga de rotura Alongamento a rotura

ISO 527 velocidade 50 mm/min Proveta 1 B

N/mm 2

40

%

> 50

Modulo di elasticidade

ISO 527

N/mm 2

700

Resistência ao golpe (Charpy)

DIN 8078

 

-

não

 

rompe

Coeficiente de dilatação térmica linear

VDE 0304 Parte 1 § 4

K

-1

1.5 x 10 -4

Condutividade térmica a 20°C (λ)

DIN 52612

W/m K

0.24

Calor especifico a 20°C

Calorímetro adiabático

kJ/kg K

2.0

Factor de perda

DIN 53483

 

-

< 5 x 10 -4

Constante dieléctrica

DIN 53483

 

-

2.3

Resistividade de volume

DIN 53482

ohm cm

>1 x 10 16

Rigidez dieléctrica

DIN 53481

kV/mm

≥ 20

O sistema COPRAX é completamente idóneo para o transporte de

fluidos frios e quentes sob pressão para longos períodos de tempo. Em virtude desta possibilidade, resulta um sistema adaptado para o emprego sanitário e aquecimento, quer seja em edifícios civis quer industriais.

Poderá também ser utilizado para o transporte de fluídos alimentares e industriais (ver tabela na página 39).

No capítulo 6 do presente catálogo, serão tratadas questões sobre

as condições de exercício suportadas pelo sistema.

O COPRAX possui múltiplas características que resultam num siste- ma ideal para realizar instalações modernas

O COPRAX possui múltiplas características que resultam num siste-

ma ideal para realizar instalações modernas e tecnologicamente avançadas.

RESISTÊNCIA À CORROSÃO ELECTROQUÍMICA

O Coprax tem uma baixíssima afinidade química com as substâncias

ácidas ou básicas, o que o torna compatível em contacto com os materiais, normalmente, utilizados na construção, tal como a cal e o cimento, sem necessitar de recorrer a protecção específica.

No caso em que possa existir contacto com substâncias muito parti- culares, aconselhamos a consulta da tabela da página 39, referente à resistência química do polipropileno.

Resistividade de volume (a 20°C) do COPRAX e dos metais habitual- mente empregues no sampo sanitário

COPRAX (determinada segundo DIN 53482)

> 1 10 16

cm

Aço

= 0.1÷ 0.25 10 -4

cm

Ferro puro

= 0.0978 10 -4

cm

Cobre

= 0.017241 10 -4

cm

BAIXA

CONDUTIVIDADE

TÉRMICA

O elevado grau de isolamento térmico que caracteriza o material

garante uma baixa perda de calor por parte do fluido transportado

que se reflecte num ganho energético.

Condutividade térmica (a 20°C) do COPRAX e dos metais habitualmen- te empregues no sampo sanitário

COPRAX (determinada segundo DIN 52612) λ = 0.24

W/mK

Aço

λ = 45 ÷ 60

W/mK

Ferro

λ = 45 ÷ 60

W/mK

Cobre

λ = 300 ÷ 400

W/mK

O baixo valor de condutividade térmica provoca uma drástica dimi-

nuição do efeito de condensação sobre a superfície exterior do tubo, circunstância que, em determinados condições termo-higrométricas, seria altamente desfavorável no caso de utilização de tubos metáli- cos.

Quando a temperatura externa ao tubo é extremamente baixa, con- stata-se que a água líquida necessita de um período de tempo mais longo para que a transformação em gelo se verifique.

BAIXO RUÍDO HIGIENICIDADE RESISTÉNCIA ÀS CORRENTES VAGANTES BAIXA PERDA DE CARGA FACILIDADE DE TRABALHO Resultante

BAIXO RUÍDO

HIGIENICIDADE

RESISTÉNCIA ÀS CORRENTES VAGANTES

BAIXA PERDA DE CARGA

FACILIDADE DE TRABALHO

Resultante do elevado valor de isolamento acústico do material , o ruído é, notavelmente atenuado, quer no caso em que a velocidade da água é extremamente elevada, quer quando se verifica o fenóme- no do golpe de aríete.

O VESTOLEN P9421, matéria-prima utilizada para a produção do

sistema COPRAX, é completamente atóxico e responde a todas as normativas vigentes a nível internacional.

Graças a um elevado poder de isolamento eléctrico, o COPRAX não

se ressente dos fenómenos das correntes vagantes, que podem cau-

sar graves perfurações nos tubos metálicos. Estes fenómenos mani- festam-se, preferencialmente, quando a instalação é realizada numa

zona de grande aglomeração industrial ou em zonas de forte con- centração de corrente electrostática.

A superfície interna do tubo e dos acessórios do sistema COPRAX

não apresentam nem porosidades nem fissurações, em virtude da estrutura particularmente homogénea e compacta do material, obtido mediante uma tecnologia produtiva de vanguarda. Esta característi- ca, que se traduz numa rugosidade superficial extremamente reduzi- da, permite ter uma perda de carga muito baixa (ver o diagrama da pág. 17). Por outro lado, também não são possíveis fenómenos de obstrução causados por depósitos de calcário.

Em virtude do seu valor de densidade (d= 0.898 g/cm 3) , os tubos e acessórios são bastante leves. Esta circunstância, permite realizar instalações de um modo credível e seguro, com um notável ganho

de tempo relativamente aos produtos tradicionais.

Apresentação Seguindo a mesma linha do COPRAX, temos um outro sistema em Polipropileno Copolímero Random,

Apresentação

Seguindo a mesma linha do COPRAX, temos um outro sistema em Polipropileno Copolímero Random, que responde ao nome comercial de COPRAX + Aluminium.

Este produto é fabricado com a mesma matéria-prima da linha "clás- sica", ou seja, o VESTOLEN P9421, que permite produzir um tubo que, na fase da extrusão, vem acoplado externamente por uma fina lâmina de alumínio. Em seguida, é possível revestir novamente o tubo com uma camada de PP-R, mediante um processo de coextru- são. Com esta camada superficial consegue-se proteger a lâmina de alumínio de eventuais processos de degradação que possam surgir quando em fase de exercício.

degradação que possam surgir quando em fase de exercício. PROPRIEDADES O tubo compósito possui, para além

PROPRIEDADES

O tubo compósito possui, para além de todas as características cita- das para o sistema tradicional, uma série de propriedades que recor- daremos em seguida.

DILATAÇÃO TÉRMICA CONTIDA FACILIDADE DE INSTALAÇÃO RESISTÉNCIA AO CORTE A presença da lâmina de alumínio

DILATAÇÃO

TÉRMICA

CONTIDA

FACILIDADE DE INSTALAÇÃO

RESISTÉNCIA AO CORTE

A presença da lâmina de alumínio contribui para manter um baixo

coeficiente de dilatação térmica do tubo:

α = 0.06 mm/m°C

O tubo compósito caracteriza-se por uma óptima capacidade de

maleabilidade, que permite ao instalador realizar facilmente percur- sos que necessitem constantemente mudar de direcção. O tubo, uma vez curvado, mantém inalterável a sua geometria.

uma vez curvado, mantém inalterável a sua geometria. A presença da lâmina de alumínio e da

A presença da lâmina de alumínio e da camada exterior de PP-R

conferem ao tubo COPRAX+ALUMINIUM uma maior resistência ao corte, funcionando como uma autêntica protecção.

NORMAS E DIRECTIVAS DIN 1988 Condutas de água potável no pavi- mento. - Parte 1

NORMAS E

DIRECTIVAS

DIN 1988 Condutas de água potável no pavi- mento. - Parte 1 Regulamentos técnicos para a instalação de água potável

DIN 4109, foglio 5 Insonorização na construção (com- plemento). Insonorização das con- dutas de água.

DIN 16774 Massa termoplástica: polipropileno PP.

DIN 53735 Provas dos materiais plásticos:

determinação do índice de fusão dos termoplásticos.

DIN 16962 Acessórios e tubos em polipropile- no (PP). Folha 5: exigências gerais de qua- lidade - provas. Folha 6: joelhos estampados para soldar com uniões, dimensões. Folha 7: acessórios em T molda- dos para soldadura com uniões, dimensões. Folha 8: uniões e tampões molda- dos para soldadura com uniões, dimensões. Folha 9: reduções e acessórios moldados estampado para solda- dura com uniões, dimensões. Folha 10: abraçadeiras, flanges, juntas para soldadura com uniões, dimensões.

RECOMENDAÇÕES KTW Comunicações do Ministério de Sanidade Alemã, sobre a admissi- bilidade das matérias plásticas e outros materiais não metálicos em sectores de água potável e alimen- tar. Recomendações sobre as matérias plásticas e água potável (KTW) do Ministério de Sanidade Alemã.

DIN 2000 Directivas e requisitos de água potável. Estudo, construção e fun- cionamento das instalações

DIN 8076 Tubagem termoplástica sob pres- são. Acessórios metálicos por compressão.

DIN 8077 Tubagem em polipropileno PP, dimensões.

DIN 8078 Tubos em polipropileno. Requisitos gerais de qualidade - provas.

DIN 16960 Soldadura de materiais termoplá- sticos - princípios.

DVS 2203 Prova dos acessórios a fundir em materiais termoplásticos.

DVS 2207, parte 11 Soldadura de materiais termoplá- sticos, PP tipo 1 e tipo 2, tubo e acessórios.

DVS 2208, parte 1 Máquinas e aparelhos de soldadu- ra de termoplásticos, soldadura com elementos a quente.

W 328 Execução das instalações de tuba- gens de água potável no interior das construções.

Directivas Disposição sobre condições gerais para distribuição de água, de

20.06.1980.

VOB parte C DIN 18381 Trabalhos de instalação de gas, água e esgoto civis e no interior das habitações.

Para o sistema Coprax empregue nas instalações sanitárias, de acordo com as características técni- cas

Para o sistema Coprax empregue nas instalações sanitárias, de acordo com as características técni- cas do produto e respeitando as instruções de instalação indicadas na nossa informação técnica existe a seguinte GARANTIA:

1 A Empresa Prandelli, produtora do sistema COPRAX, garante a reparação de danos cau- sados a pessoas ou bens, provocadas por rup- tura do tubo e acessórios por evidente defeito de fabrico, até ao valor máximo de 100.000.000$00 e, por um período de 10 anos desde a data de produção impressa no tubo.

2 As condições que regem tal GARANTIA são:

a) O tubo e os acessórios devem ser instalados respeitando as instruções de instalação e, previamente observados para detectar qual- quer possível rasgo ou alteração que tenha ocorrido após a produção provocado por cau- sas acidentais.

b) As condições de exercício (pressão e tempe- ratura) devem respeitar os limites indicados na documentação técnica COPRAX.

c) O produto deve conter a marca de identifi- cação COPRAX.

3 A GARANTIA NÃO É VÁLIDA nos seguintes casos:

a) falta de observação das instruções de insta- lação da Empresa Prandelli.

b) Exposição do tubo e dos acessórios a fontes de calor com limites de temperatura e de pressão, mesmo acidentais, que não sejam compatíveis com as características do tubo e dos acessórios.

c) Utilização de materiais manifestamente ina dequados (tubo velho, danificado

d) Utilização de outros componentes, de prove- niência diversa, na mesma instalação do pro- duto COPRAX.

e) No caso de fusões executadas de forma incorrecta, a utilizacão de ferramentas ina- dequadas para o efeito.

4 INSTRUÇÕES

PARA

VIÇO DE GARANTIA

RESPOSTA

AO SER-

Na eventualidade de uma ruptura no sistema COPRAX, única e exclusivamente por defeitos evidentes de fabrico, é necessário enviar-nos uma carta registada e cópia desta ao distribui- dor onde foi efectuada a compra do material, indicando:

- Local e data da instalação;

- Data e marca de identificação dos tubos e acessórios;

- Informação sobre as condições de exercício (pressão e temperatura);

- Amostra do tubo ou acessório, no qual se verificou a ruptura;

- Nome e endereço do instalador que efec- tuou a instalação;.

Após recepção da carta registada, enviaremos um representante da Empresa para verificar as causas da ruptura. Se a origem da ruptura estiver abrangida por esta garantia,comunicaremos à Companhia de Seguros que providenciará à indemnização do acidente. Se a origem da ruptura não estiver abrangida pela garantia, debitaremos as despesas resul- tantes da nossa intervenção.

PRANDELLI s.r.l.

TABELA DIMENSIONAL DO TUBO COPRAX PN 20 Diâmetro Diâmetro Tolerância Espessura Tolerância Diâmetro

TABELA DIMENSIONAL DO TUBO COPRAX PN 20

Diâmetro

Diâmetro

Tolerância

Espessura

Tolerância

Diâmetro

Peso

em

exterior

mm

mm

mm

interno

médio

polegadas *

mm

mm

Kg/100 m

3/8”

16

+ 0.3

2.7

+ 0.4

10.6

11.2

1/2”

20

+ 0.3

3.4

+ 0.5

13.2

17.6

3/4”

25

+ 0.3

4.2

+ 0.6

16.6

27.0

1”

32

+ 0.3

5.4

+ 0.7

21.2

44.4

1.1/4”

40

+ 0.4

6.7

+ 0.8

26.6

68.6

1.1/2”

50

+ 0.5

8.4

+ 1.0

33.2

103.7

2”

63

+ 0.6

10.5

+ 1.2

42.0

168.9

2.1/2”

75

+ 0.7

12.5

+ 1.4

50.0

225.0

3”

90

+ 0.9

15.0

+ 1.6

60.0

335.0

* A correspondência com as dimensões em polegadas refere-se ao diâmetro exterior do tubo. Para determinar o caudal torna-se neces- sário consultar o "diagrama de perdas de carga" na pág. 17.

TABELA DIMENSIONAL DO TUBO COPRAX PN 10

TABELA DIMENSIONAL DO TUBO COPRAX+Aluminium

Diâmetro

Diâmetro

Tolerância

Espessura

Tolerância

Diâmetro

Peso

em

exterior

mm

mm

mm

interno

médio

polegadas

mm

mm

g/m

1”

32.0

0.3

2.9

0.4

26.2

253.0

1.1/4”

40.0

0.4

3.7

0.5

32.6

463.0

1.1/2”

50.0

0.5

4.6

0.6

40.8

618.0

2”

63.0

0.6

5.8

0.7

51.4

999.0

2.1/2”

75.0

0.7

6.8

0.8

61.4

1381.0

3”

90.0

0.9

8.2

1.0

73.6

2061.0

4”

110.0

1.0

10.0

1.1

90.0

2946.0

2.1/2”

75

+ 0.7

12.5

+ 1.4

50.0

225.0

3”

90

+ 0.9

15.0

+ 1.6

60.0

335.0

Diâmetro

Espesura

Diâmetro

Diâmetro

Fornecido

PN

exterior sem

tubosem

interno tubo

exterior com

em

alumÍnio mm

alumÍnio mm

mm

alumÍnio mm

14

2.0

10.0

15.6

rolos100m

16

16

2.2

11.6

17.6

rolos100m

16

18

2.5

13.0

19.6

rolos100m

16

20

2.8

14.4

21.6

varas4m

16

25

3.5

18.0

26.8

varas4m

16

32

4.4

23.2

33.8

varas4m

16

40

5.6

28.8

41.8

varas4m

16

50

6.9

36.2

51.8

varas4m

16

63

8.7

45.6

64.8

varas4m

16

75

10.4

54.2

76.8

varas4m

16

A C E S S Ó R I O S O sistema COPRAX é composto

ACESSÓRIOS

O sistema COPRAX é composto por uma vasta gama de acessórios que se podem dividir, de acordo com o sua utilização, em dois grupos:

a) Acessório em PP-R de fusão térmica; b) Acessórios em PP-R com inserção metálica.

No primeiro caso, a ligação tubo-acessório (em alguns casos acessó- rio-acessório), é efectuada através de uma operação de fusão entre ambas as partes, enquanto que no segundo a extremidade do acessó- rio é dotada de uma inserção metálica roscada, revestida no seu inte- rior por PP- R. Esta hipótese é utilizada nas partes terminais das instalações, ofere- cendo a possibilidade de se poder unir a instalações já existentes,ou em qualquer caso, a elementos metálicos de rosca.

Relativamente às dimensões disponíveis dos acessórios, recomenda- mos a consulta das páginas 52-53-54-55 deste mesmo catálogo.

Acessórios em PP-R de fusão térmica

Acessórios em PP-R de fusão térmica

Acessórios em PP-R de fusão térmica
deste mesmo catálogo. Acessórios em PP-R de fusão térmica a b Acessórios em PP-R com inserção
a
a
deste mesmo catálogo. Acessórios em PP-R de fusão térmica a b Acessórios em PP-R com inserção
b
b

Acessórios em PP-R com inserção metálica

Acessórios em PP-R com inserção metálica
CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO Indicações para a leitura das curvas de regressão CURVA DE REGRESSÃO VESTOLEN

CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO

Indicações para a leitura das curvas de regressão

CURVA DE REGRESSÃO VESTOLEN P9421

Os principais parâmetros que determinam o comportamento dos materiais plásticos são:

- Solicitação mecânica

- Solicitação térmica

- Duração da solicitação = TEMPO

= PRESSÃO

= TEMPERATURA

Através da durabilidade prevista do tubo (p.ex. 20anos) e da tempera- tura de exercicio (sendo 80°C), podemos calcular a solicitação equi- valente s = sigma, que será obtida através de intersecção da linha vertical que representa a durabilidade e a curva de regressão que indica a temperatura (neste exemplo o valor obtido é 2.5). Esta espe- cificação obtém-se traçando uma linha horizontal que parte do ponto de intersecção já referido, prosseguindo até ao valor da solitação.

Durabilid. do tubo

Temp. de exercício = 80°C

Diàmetro do tubo

= 20 anos

= 20 mm

Espes. do tubo

Pressão de exer. = ?

= 3.4 mm

Horas Durabilidade Anos Solicitação Equivalente (N/mm 2 )
Horas
Durabilidade
Anos
Solicitação Equivalente
(N/mm 2 )
PERDAS DE O cálculo da perda de carga (pressão) representa um passo funda- CARGA mental

PERDAS DE

O

cálculo da perda de carga (pressão) representa um passo funda-

CARGA

mental no projecto de instalações sanitárias. Este parâmetro está

estritamente ligado com a capacidade da instalação e, portanto, com

a quantidade de água que chega a cada ponto de utilização numa

determinada unidade de tempo. A perda de carga divide-se em distribuída e localizada. A soma das duas componentes fornece os valores da perda de carga total da instalação.

As perdas de carga distribuídas

As perdas de carga distribuídas são representas pelas resistências contínuas que o fluído encontra durante o seu trajecto no interior da tubagem. Estas resistências englobam atritos internos do próprio fluido, causados pela sua viscosidade, e atritos que se geram pelo simples contacto do fluido com a superfície interna da tubagem. A perda de carga é medida em unidades de pressão (pascal, bar, metros por milímetros coluna de água); no geral, a medida refere-se ao comprimento unitário da tubagem. No caso específico do tubo do sistema COPRAX e COPRAX + Aluminium, a perda de carga distri- buída determina-se utilizando os diagramas da página seguinte. (determinada para água a 20°C).

DIAGRAMAS DAS PERDAS DE CARGA

Exemplo:

Para utilizar o monograma, é necessário fixar pelo menos duas grandezas, uma das quais a medi- da do tubo e a segunda geralmente é a vazão ou a velocidade.

Tubo PN 20: 32 de Ø x 5,4

Ø interior = 21,2 mm. (ponto A). velocidade: 1 m. p/ seg. (ponto B).

Se unir-se os pontos A e B com uma linha recta, serão identificados os pontos C e D que indicam respectivamente uma perda de carga de J = 0,075 m. p/ m. e uma vazão de Q = 0,35 l. p/ seg.

ÁGUA A 20º C VELOCIDADE (m. p/ seg.) PERDA DE CARGA (m. p/ m.) DIÂMETRO

ÁGUA A 20º C

VELOCIDADE (m. p/ seg.) PERDA DE CARGA (m. p/ m.) DIÂMETRO INTERIOR (mm.) VAZÃO (l.
VELOCIDADE
(m. p/ seg.)
PERDA DE CARGA
(m. p/ m.)
DIÂMETRO INTERIOR
(mm.)
VAZÃO
(l. p/ seg.)
B
C
A
D
ÁGUA A 60º C VELOCIDADE (m. p/ seg.) PERDA DE CARGA (m. p/ m.) DIÂMETRO

ÁGUA A 60º C

VELOCIDADE (m. p/ seg.)

PERDA DE CARGA (m. p/ m.)

DIÂMETRO INTERIOR (mm.)

VAZÃO (l. p/ seg.)

ÁGUA A 60º C VELOCIDADE (m. p/ seg.) PERDA DE CARGA (m. p/ m.) DIÂMETRO INTERIOR
Exemplo de um dimensionamento de uma rede de água fria Aparelhos utilizados e capacidades relativas

Exemplo de um dimensionamento de uma rede de água fria

Aparelhos utilizados e capacidades relativas (Norma Uni 9182-87) Ø 25 7 aparelhos Ø 25 1
Aparelhos utilizados e
capacidades relativas
(Norma Uni 9182-87)
Ø
25
7
aparelhos
Ø 25
1 Lavatório
0.1
l/s
1 Sanita
0.1
l/s
Ø
25
1 Bidé
0.1
l/s
1 Banheira
0.2
l/s
7
aparelhos
1 Lava-louça
0.2
l/s
1 Máq. lavar louça
0.2
l/s
Ø 32
1 Máquina lavar
0.1
l/s
Ø
25
7 Aparelhos
1.0
l/s
7
aparelhos
Ø 40
Ø
25
7 aparelhos
Ø 50
Ø 50
14 aparelhos28
aparelhos
21 aparelhos

Caudais

Factor

Caudais

Diâmetro

Caudais

Perdas

Velocid.

aparelhos

Totais

de simult.

simult.

COPRAX

COPRAX

de carga

água

l/s

%

l/s

mm

l/s

mmc.a./m

m/s

7

1.0

55.0

0.55

25

0.6

525

2.8

14

2.0

38.0

0.76

32

0.8

270

2.3

21

3.0

33.0

0.99

40

1.0

135

1.8

28

4.0

28.0

1.12

50

1.2

64

1.4

Nota: Os caudais de simultaneidade têm em conta a probabilidade da abertura simultânea das torneiras.

As perdas de carga localizadas As perdas de carga localizadas representam a irregularidade de etc.)

As perdas de carga localizadas

As perdas de carga localizadas representam a irregularidade de

etc.) que um fluido encontra

durante o seu movimento no interior da tubagem.

percurso (curvas, válvulas, reduções

Existem diversas maneiras para exprimir a perda de carga localiza- da: nesta nossa abordagem consideramos os "coeficientes de resi- stência localizada" associados aos acessórios da gama COPRAX.

Coeficiente de resistência localizada “r” dos acessórios COPRAX

N° FiguraSímbolo gráfico

Coeficiente de

resistência

1 União

2 Redução a 2 dim.

2a Redução ≥ 3 dim.

3 Joelho 90°

4 Joelho 45°

5 Tê

5a Tê reduzido

6 Tê

6a Tê reduzido

7 Tê

7a Tê reduzido

8 Tê

8a Tê reduzido

9 Tê roscado

10 Acessório roscado M

11 Aces. rosc. M reduzido

12 Joelho roscado M

13 Joelho rosc. M reduzido

0.25

0.55

0.85

2.0

0.6

1.8

3.6

1.3

2.6

4.2

9.0

2.2

5.0

0.8

0.4

0.85

2.2

3.5

Uma vez conhecidos os coeficientes "r", as perdas de carga localiza- das da instalação determinam-se

Uma vez conhecidos os coeficientes "r", as perdas de carga localiza- das da instalação determinam-se mediante a seguinte fórmula:

Perda de carga Z em função de r=1 com água a 10°C para diversas velocidades v

z = Σ r v 2 γ / 2g

5 Σ r v 2

(mbar)

γ = 999.7 kg/m 3

g = 9.81

v = velocidade da água em m/s Σ = somatório

peso específico da água

aceleração da gravidade

m/s 2

com:

Velocidade do

fluído v

(m/s)

Perda de carga z para r = 1 (mbar)

Velocidade do

fluído v

(m/s)

Perda de carga z para r = 1 (mbar)

0.1

0.1

2.6

33.8

0.2

0.2

2.7

36.5

0.3

0.5

2.8

39.2

0.4

0.8

2.9

42.1

0.5

1.3

3.0

45

0.6

1.8

3.1

48

0.7

2.5

3.2

51

0.8

3.2

3.3

55

0.9

4.1

3.4

58

1.0

5.0

3.5

61

1.1

6.1

3.6

65

1.2

7.2

3.7

68

1.3

8.5

3.8

72

1.4

9.8

3.9

76

1.5

11.3

4.0

80

1.6

12.8

4.1

84

1.7

14.5

4.2

88

1.8

16.2

4.3

92

1.9

18.1

4.4

97

2.0

20.0

4.5

101

2.1

22.1

4.6

106

2.2

24.2

4.7

110

2.3

26.5

4.8

115

2.4

28.8

4.9

120

2.5

31.3

5.0

125

Perdas de carga Totais

Coma se referiu anteriormente, a perda de carga total da instalação

resulta

da soma da perda distribuída e da localizada:

∆P = l

R + z 10

com:

∆P

= perda de carga total

(mm c.a.)

l

= comprimento da tubagem

(m)

R

= perda de carga contínua

(mm c.a./m)

z

= perda de carga localizada

(mbar)

DILATAÇÕES E PONTOS DE FIXAÇÃO Qualquer material, quando submetido durante um período de tempo a

DILATAÇÕES E PONTOS DE FIXAÇÃO

Qualquer material, quando submetido durante um período de tempo

a uma variação de temperatura, reage modificando de maneira mais

ou menos evidente as propriedades dimensionais. Este fenómeno designa-se por dilatação térmica e pode manifestar-se através de um aumento das dimensões do corpo, no caso em que a variação da temperatura é positiva , ou através de uma contracção, com uma diminuição das dimensões, no caso de variações negativas.

A dilatação térmica pode ser linear, superficial ou cúbica.

No caso da tubagem, verifica-se sobretudo uma dilatação linear, porque o comprimento é a dimensão que predomina sobre as outras.

O parâmetro que fornece uma indicação sobre a tendência do tubo a

dilatar, em presença de uma diferença de temperatura é o coeficien- te de dilatação linear.

Quando se projecta e realiza uma instalação é indispensável conhe- cer os valores do coeficiente de dilatação linear, para que se possa calcular os valores de dilatação e, adoptar de forma correcta as soluções, de modo a evitar que este fenómeno possa provocar danos na tubagem.

A dilatação nos tubos do Sistema Coprax e Coprax + Alumínium

Os tubos do sistema COPRAX e COPRAX + Alumínium não estão alheios, naturalmente, ao fenómeno da dilatação térmica e, portanto, devem ser atentamente valorizados na fase de projecto e da insta- lação.

É conveniente distinguir duas situações do ponto de vista da colo-

cação:

- instalações embutidas

- instalações externas (à vista).

No primeiro caso, o efeito da dilatação é insignificante, tendo o mate- rial capacidade para absorver este efeito, não necessitando nenhu- ma precaução especial.

No caso da tubagem instalada à vista, submetida a saltos térmicos consideráveis, torna-se indispensável ter em consideração a dila- tação térmica, procedendo da maneira como é descrito em seguida.

Cálculo da A variação do comprimento ∆L do tubo COPRAX, seguido de uma variação de

Cálculo da

A variação do comprimento ∆L do tubo COPRAX, seguido de uma variação de temperatura, pode ser determinada através da seguinte fórmula:

dilatação

 

∆L =

α L ∆T

com:

 

∆L = variação de comprimento do tubo (mm)

 

α

= coeficiente de dilatação linear do material, que para o

 

COPRAX é de 0.15 mm/m°C, e para o COPRAX+ Aluminium

é de 0.06 mm/m°C

 
 

L

= comprimento do troço do tubo liberto de poder dilatar (m)

 

∆T = diferenças de temperatura entre a temperatura no momento

 

da instalação e a temperatura em fase de exercÍcio (°C)

 

EXEMPLO 1:

Dilatação

   

L

=

6 m;

 

Tm

= 20°C (temperatura de montagem);

 

Tmax

= 75°C (temperatura máxima de exercÍcio);

 

donde

 

∆L = α L ∆T = 0.15 6 55 = 49.5 mm (tubo COPRAX)

∆L = αL ∆T = 0.06 6 55 = 19.8 mm (COPRAX+ Aluminium)

 

Neste caso, o tubo sofre uma variação positiva (dilatação) no seu comprimento inicial.

ESEMPIO 2:

Contracção

L

=

6 m;

 

Tm

= 30°C (temperatura de montagem);

 

Tmin

=

5°C (temperatura mÍnima de exercÍcio);

 

donde

∆L = α L ∆T = 0.15 6 (-25) = -22.5 mm (tubo COPRAX)

 

∆L = α• L • ∆T = 0.06 6 (-25) = -9.0 mm ( COPRAX+ Aluminium)

Neste caso, o tubo sofre uma variação negativa (contracção) no seu comprimento inicial.

Cálculo de ∆L em função de ∆T, por metro de tubo O cálculo da grandeza

Cálculo de ∆L em função de ∆T, por metro de tubo

O cálculo da grandeza ∆L pode ser efectuado por via gráfica, mediante o seguinte diagrama:

∆T (°C)
∆T (°C)

L (mm/m)

= tubo COPRAX

- - - - - - = tubo COPRAX + Aluminium

α = 0.15 mm/m °C α= 0.06 mm/m °C

Exemplo relativo ao diagrama

 

∆T

= 50°C

con

Tm

= 20° C na montagem

   

Tmax = 70° C máxima de exercício

∆L

= a) 7.5 mm por tubo COPRAX

b) 3

mm por tubo COPRAX + Aluminium

multiplicando estes valores pelo comprimento efectivo do tubo, obtém-se os valores do alongamento total.

A TÉCNICA DE INSTALAÇÃO EM PRESENÇA DA DILATAÇÃO Uma vez calculada a variação de comprimento

A TÉCNICA DE INSTALAÇÃO EM PRESENÇA DA DILATAÇÃO

Uma vez calculada a variação de comprimento da tubagem, torna-se necessário actuar de modo a que o fenómeno da dilatação não pro- voque problemas na tubagem. A este propósito, é possível intervir da seguinte maneira:

- execução de pontos fixos e deslizantes;

- compensação com braços dilatantes.

Pontos fixos e Pontos deslizantes

Pontos fixos

São chamadas desta forma as ligações que estão solidárias com as tubagens e com as paredes do edifício , impedindo parcialmente ou totalmente os movimentos provocados pela dilatação térmica.

Os pontos fixos têm a função de impedir o movimento do tubo e por esta razão devem realizar uma ligação rígida entre a parte da insta- lação que trabalha e a superfície da parede.

Realizam-se por meio de abraçadeiras rígidas, constituídos por um elemento fixo, geralmente metálico, revestido a borracha e, de um componente para a fixação à parede da parte oposta. A parte em borracha (ou material similar) tem, naturalmente, a função de não provocar perigosos problemas, relacionados com o corte, sobre a superfície do tubo.

Por norma, os pontos fixos estão posicionados nas mudanças de

de modo a impedir que as

dilatações possam descarregar precisamente sobre estes pontos. Em todo o caso, é conveniente executar o ponto fixo perto de uma ligação do tubo, efectuada com uma união ou com qualquer outro acessório de fundir.

direcção da instalação (tês, joelhos

etc.),

Conclui-se, com facilidade, que a presença dos pontos fixos limita o comprimento do tubo com possibilidade para dilatar, diminuindo, por conseguinte, o valor relativo do ∆L.

Exemplo de

pontos fixos

ancoragem à parede tubo COPRAX
ancoragem à parede
tubo
COPRAX

punto

fixo

acessórios

punto

fixo

Pontos deslizantes Exemplo de pontos deslizantes A distância das fixações Os pontos deslizantes permitem um

Pontos deslizantes

Exemplo de pontos deslizantes

A distância

das fixações

Os pontos deslizantes permitem um deslocamento axial do tubo(em ambos os sentidos). Por este motivo, devem ser posiciona- dos numa área afastada da zona de ligação com os acessórios. Devem, portanto, ser colocados numa superfície livre do tubo. A abraçadeira que desenrola a função de ponto deslizante não deve apresentar partes que possam de alguma forma danificar a superfí- cie do tubo.

ancoragem à parede tubo COPRAX
ancoragem à parede
tubo
COPRAX

deslocamento axÌal admitido

ponto

deslizante

Para uma correcta instalação à vista da tubagem do sistema COPRAX e COPRAX +Aluminium, fornecemos em seguida o diagra- ma correspondente às distância das fixações. As distâncias das abraçadeiras são independentes do posicionamento horizontal ou vertical dos tubos.

Diâmetro Exterior da tubagem em mm Distâncias de fixação em cm
Diâmetro Exterior da tubagem em mm
Distâncias de fixação em cm

No caso da utilização do COPRAX + Alumínio, a menor dilatação que caracte- riza este tubo, permite aumentar a distância dos pontos de fixação.

Compensação com braços deslizantes Com o emprego desta técnica, consegue-se realizar a instalação conferindo ao

Compensação

com braços

deslizantes

Com o emprego desta técnica, consegue-se realizar a instalação conferindo ao percurso uma geometria que consiga absorver a dila- tação. Com o mesmo objectivo utilizam-se, em correspondência com as mudanças de direcção (joelhos, tês), braços deslizantes. Estes conferem ao tubo a possibilidade de dilatar em presença da solici- tação térmica.

O cálculo destes braços dilatantes efectua-se mediante a seguinte

fórmula:

EXEMPLO

Exemplo do

braço dilatante

LS = F

d • ∆L com: L ∆L
d • ∆L
com:
L
∆L

LS

F

d

∆L

= comprimento do braço dilatante (mm)

= constante do material (para PP = 30)

= diâmetro externo do tubo (mm)

= variação de comprimento (mm)

Vai-se calcular o braço de dilatação relativa de um troço de tubo COPRAX com: d
Vai-se calcular o braço de dilatação relativa de um troço de tubo
COPRAX com:
d =
40 mm (diâmetro externo);
L =
6 m;
∆T
=
55°C
De acordo com o calculado anteriormente, ∆L
= 49.5 mm
portanto:
LS = F • √
d • ∆L
= 30 • √
(40 • 49.5) = 1335 mm

Nota: Empregando nas mesmas condições o tubo COPRAX + Aluminium e utilizando os mesmos valores de F, obtém-se um braço dilatante inferior relativamente ao COPRAX. Tal, deve-se ao menor coeficiente de dilatação térmica e ao consequente menor alonga- mento do tubo.

FP LP FP LS
FP
LP
FP
LS
Cálculo do braço dilatante consultando o diagrama (sistema COPRAX) Variação de comprimento ∆L em mm

Cálculo do braço dilatante consultando o diagrama (sistema COPRAX)

Variação de comprimento ∆L em mm Diferença de temperatura em °C Comprimento mínimo do braço
Variação de comprimento ∆L em mm
Diferença de temperatura em °C
Comprimento mínimo do braço dilatante em mm
EXEMPLOS GRÁFICOS Mostra-se, em seguida, alguns exemplos de uma correcta instalação à vista do sistema

EXEMPLOS

GRÁFICOS

Mostra-se, em seguida, alguns exemplos de uma correcta instalação à vista do sistema COPRAX, com as diversas técnicas adoptadas tendo em conta a dilatação térmica do material.

L ∆L ∆L L FP FP FP FP FP LP L ∆L LS LS LS
L ∆L
∆L
L
FP
FP
FP
FP
FP
LP
L
∆L
LS
LS
LS
Ponto fixo na base da coluna montante Ponto fixo na zona intermédia da coluna montante
Ponto fixo na base da coluna montante Ponto fixo na zona intermédia da coluna montante

Ponto fixo na base da coluna montante

Ponto fixo na base da coluna montante Ponto fixo na zona intermédia da coluna montante Absorção

Ponto fixo na zona intermédia da coluna montante

montante Ponto fixo na zona intermédia da coluna montante Absorção do comprimento com liras de compensação

Absorção do comprimento com liras de compensação num troço recto